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quarta-feira, 29 de abril de 2015

AUDI ENRIQUECE SEU PORTFÓLIO BRASILEIRO COM A CHEGADA DE DUAS MAQUINAS INFERNAIS, TRAVESTIDAS DE STATION WAGON FAMILIARES, O RS 6 AVANT QUE ESTÃO ENTRE OS CARROS MAIS RÁPIDOS DO MUNDO: GRAÇAS AO MOTOR V8 BITURBO 4.0 TSFI, DE 540 CV, VÃO DE 0 A 100 KM/H EM 3,9 SEGUNDOS, COM ABSOLUTA SEGURANÇA COM SUA TRAÇÃO INTEGRAL. CONFORTÁVEIS, CONFIÁVEIS E COM ALTERAÇÕES NO DESIGN, OS CARROS JÁ ESTÃO À VENDA. E CONHEÇA A HISTÓRIA DO RS


Quem desejar possuir um automóvel familiar com DNA de carro de corrida já pode se dirigir a uma concessionária Audi em todo o Brasil e escolher entre as novas versões dos esportivos Audi RS 6 Avant e RS 7 Sportback


Com novidades no design, ainda mais atraente e agressivo, os dois modelos topo de linha oferecem um extraordinário desempenho, digno de verdadeiros carros-esporte, e um amplo e confortável interior, com espaço para quatro ocupantes.

Tanto o RS 6 Avant como o RS 7 Sportback são impulsionados pelo avançado motor V8 4.0 TFSI de 560 cv. 

A combinação do poderoso motor V8 biturbo de quatro litros com a tecnologia de cilindros sob demanda (Cylinder on Demand - COD), aliada à tração integral quattro e sua construção de baixo peso, tornam os dois modelos em brilhantes peças de equipamento esportivo. 

Com toda essa tecnologia, o RS 6 Avant e o RS 7 irão agradar plenamente os fãs de uma condução dinâmica e, simultaneamente, eficiente.

Audi RS 6 Avant


Uma impressionante combinação entre a praticidade de uma station wagon com o temperamento de um verdadeiro esportivo, o Audi RS 6 Avant traz o mesmo sistema propulsor do RS 7 Sportback: motor V8 biturbo 4.0 TFSI, câmbio esportivo tiptronic com oito marchas e tração integral quattro

Os números de desempenho também são idênticos e a station wagon acelera de 0 a 100 km/h como um verdadeiro carro-esporte em 3,9 segundos, com  velocidade máxima de impressionantes 305 km/h.


Station wagons são muito apreciadas como veículos familiares e pelos esportistas ao ar livre, que exigem grandes equipamentos, devido ao seu espaço interno.

Exatamente por essas características, a RS 6 Avant se destaca na paisagem urbana e nas estradas por sua aparência radicalmente dinâmica, com elementos aerodinâmicos incorporados à carroceria, baixa altura em relação ao solo, grandes rodas e largos pneus.


Linhas bem definidas, enfatizando os traços horizontais, mescladas a superfícies com características quase atléticas, compõem o design preciso e elegante da RS 6 Avant.  

O visual foi cuidadosamente refinado na nova versão, com mudanças na grade Singleframe, faróis, entradas de ar, saias laterais, lanternas traseiras e ponteiras do escapamento. 


Internamente, acabamento em fibra de carbono e os bancos com couro Alcântara também garantem uma bela visão por dentro desse RS.

Uma característica importante da RS 6 Avant é sua possibilidade de uso cotidiano. Suas características esportivas podem ser atenuadas, por meio da tecnologia Drive Select, e não provocam reações bruscas na condução urbana. 


Quando não solicitada a mostrar seus ‘músculos’, a station se comporta como um carro absolutamente para o dia-a-dia. 

Graças à sua concepção inteligente, reunindo diferentes materiais, a station esportiva tem uma carroceria extremamente rígida e segura. 

Componentes em alumínio e aço estampado a quente formam a espinha dorsal de uma estrutura leve e garantem um excelente conforto com reduzida vibração. 

O nível de ruído na cabine também é extremamente baixo.


RS 6 Avant – ficha técnica

Motor: 4.0 biturbo FSI
Cilindros: 8 em V
Cilindrada (cm3) / Nº válvulas por cilindro 3.993 / 4
Potência (cv): 560 @ 5.700 - 6.600 rpm
Torque (Nm): 700 @ 1.750 - 5.500 rpm


Transmissão
Tração quattro®
Câmbio: Tiptronic 8 velocidades

Pesos / Capacidades
Peso (kg): 2.010
Comprimento (mm): 4.979
Largura (mm): 1.936
Altura (mm): 1.461
Distância entre eixos (mm): 2.915
Capacidade do tanque de combustível (l) 75
Capacidade do porta-malas (l) 565

Performance
Aceleração 0-100 km/h (s): 3,9
Velocidade máxima (km/h): 305


Audi RS 7 Sportback
O Audi RS 7 Sportback revela sua personalidade dinâmica ao primeiro olhar: o longo capô do motor, as colunas traseiras esportivas fluidas e a forte inclinação na traseira provocam uma flagrante sensação de movimento. 

As mudanças no design começam pela grade Singleframe com a colmeia preta, típica dos modelos RS, com os cantos agora mais marcados e diferenciados. 


Pequenas mudanças também foram feitas no para-choques, que se destaca pelas grandes entradas de ar.

Os faróis, também adaptados à nova grade, vêm com tecnologia LED como item de série e trazem um novo desenho para as luzes de condução diurna.


No elegante interior negro, dominado pelos bancos esportivos RS, os designers revisaram sutilmente o conjunto de instrumentos, os controles de saída de ar das aberturas de ventilação, os “shift-paddles” de mudança de marchas atrás do volante e o emblema quattro no painel de instrumentos. 

O carro também oferece um painel com tecnologia Head-up Display, que permite o motorista manter os olhos na pista, ao mesmo tempo em que vê as informações do painel.

O sistema MMI navigation plus, de série, com MMI touch, agora utiliza a plataforma modular de infotainment de última geração: seu ponto alto é um eficiente processador gráfico desenvolvido pela Nvidia, parceira da Audi.

O sistema permite que motorista aprecie uma navegação 3D, TV digital e DVD Player em um sistema de som de alta definição da Bang&Olufen. 

Destaca-se ainda o acabamento em carbono em algumas partes e bancos revestidos em couro em Alcântara.

O motor 4.0 TFSI do Audi RS 7 Sportback disponibiliza 560 cv com 700 Nm de torque entre 1.750 e 5.500 rpm, levando o cupê de cinco portas até 100 km/h em apenas 3,9 segundos e atingindo velocidade máxima de 305 km/h. 


Para a máxima eficiência, o sistema de cilindros por demanda (Cylinder on Demand - COD), que pode desligar quatro cilindros quando o motor opera sob carga parcial, contribuindo na economia de combustível.

Um câmbio tiptronic de oito marchas especialmente desenvolvido para desempenho esportivo, com oitava marcha bastante alongada, direciona a força do motor de oito cilindros para a tração integral permanente quattro, que conta com o diferencial esportivo no eixo traseiro para melhor comportamento em curvas. 

O mecanismo permite uma distribuição correta de força entre as rodas traseiras e dianteiras para proporcionar maior segurança e diminuição de chance de derrapagens.


O Audi RS7 Sportback vem equipado de série com suspensão RS sport plus, mais rígida, com Dynamic Ride Control (DRC - controle dinâmico de rodagem), que praticamente elimina a rolagem da carroceria em curvas. 

Outro item importante é a direção dinâmica, com relação de redução continuamente variável. 

Ela permite uma mudança de comportamento do volante, dependendo da velocidade do carro, para criar maior conforto ao condutor. 

O Sistema de Estabilização Eletrônico (ESC) tem um modo Sport que pode ser ativado caso o condutor deseje, que permite uma condução mais divertida ao exigir um maior controle do motorista para estabilizar o automóvel. 

O carro também pode ser equipado com Night Vision, que auxilia a visão do motorista em condições noturnas.

O Audi RS 7 Sportback 2015 é equipado de série com rodas de liga leve 21 polegadas. Os quatro discos de freio, ventilados internamente, têm design ondulado para redução de peso e são de cerâmica, o que permite seu uso em condições extremas.

RS 7 Sportback – ficha técnica

Motor: 4.0 Biturbo FSI
Cilindros: 8 em V
Cilindrada (cm3) / Nº válvulas por cilindro: 3.993 / 4
Potência (cv): 560 @ 5.700 - 6.600 rpm
Torque (Nm): 700 @ 1.750 - 5.500 rpm

Transmissão
Tração: quattro®
Câmbio: Tiptronic 8 velocidades

Pesos / Capacidades
Peso (kg): 1.995
Comprimento (mm): 5.012
Largura (mm): 1.911
Altura (mm): 1.419
Distância entre eixos (mm): 2.915
Capacidade do tanque de combustível (l): 75
Capacidade do porta-malas (l): 535

Performance
Aceleração 0-100 km/h (s): 3,9
Velocidade máxima (km/h): 305

20 anos de desempenho - 
a história dos Audi RS no Brasil




A sigla RS deriva da palavra alemã Rennsport, que pode ser traduzida como automobilismo esportivo. 

Ela surgiu em 1994, com a apresentação do Audi RS 2 Avant, o precursor de uma série de modelos derivados de produtos de série com características, até então, exclusivas de carros-esporte. 

No Brasil, a RS2 foi apresentada oficialmente no Salão Internacional do Automóvel, em fins de 1994, como a perua mais rápida do mundo. A comercialização dela começou em maio de 1995.

A quattro GmbH, que fabrica os modelos Audi S e RS, foi fundada em 1983 como uma subsidiária da AUDI AG. 

 Ela começou comercializando acessórios e iniciou a individualizar carros em 1995. 

Em 1996, passou a ser a fabricante dos modelos de alta performance da Audi, produzidos com a marca Audi Sport. 

A empresa hoje tem duas fábricas, em Neckarsulm e Ingolstadt.


1994 – Audi RS 2 Avant
A Audi abre um novo caminho

Apresentado em 1994, o Audi RS 2 Avant foi um desbravador - o primeiro carro-esporte de alto desempenho do mundo com espaço para cinco ocupantes e um grande compartimento de bagagem. 

O design externo diferenciado e o interior com acabamento refinado também eram dignos de nota. 


Seu motor turbo de cinco cilindros com 2,2 litros gerava 315 cv, acelerando o RS 2 Avant da imobilidade a 100 km/h em apenas 5,4 segundos e levando-o até 262 km/h. 

A Porsche AG, que atuou como parceira no desenvolvimento e produção do carro, fornecia peças como freios e rodas.

O RS 2 Avant não demorou a chegar ao Brasil: apresentado no Salão do Automóvel de 1994, começou a ser vendido no país no ano seguinte.



1996 – Audi S6 Plus
O primeiro carro da quattro GmbH

O Audi S6 plus ainda não ostentava o emblema RS, mas foi o primeiro modelo manufaturado pela quattro GmbH. 


Ele tinha um V8 com 4,2 litros e 326 cv e câmbio manual de seis velocidades. A arrancada até 100 km/h tomava 5,6 segundos. 


Apesar do S6 plus também ser oferecido como sedã, a maioria dos compradores optou pela versão Avant (perua).


2000 – Audi RS 4 Avant
Motor compacto e muita potência

O desenvolvimento do primeiro RS 4 Avant também envolveu um parceiro, a empresa inglesa Cosworth Technology Ltd. 

Juntamente com a quattro GmbH, a empresa inglesa ajudou a elevar a potência do V6 biturbo de 2,7 litros para 380 cv. 


O resultado foi uma arrancada de 0 a 100 km/h em 4,9 segundos. A procura pelo RS 4 Avant foi tão alta que a Audi teve que dobrar o volume de produção inicialmente planejado.



2002 – Audi RS 6
A força do turbo num grande V8

O Audi RS 6 teve sua apresentação em 2002, oferecido tanto como sedã como na versão Avant. 

Seu V8 4,2 litros, alimentado por dois turbocompressores, gerava 450 cv. A Cosworth se encarregava da montagem do motor de cinco válvulas por cilindro. 

Com o câmbio tiptronic de cinco marchas de série, o Audi RS 6 acelerava de 0 a 100 km/h em 4,7 segundos. 

Ao mesmo tempo, o sistema Dynamic Ride Control (DRC - controle dinâmico de rodagem), também fazia sua estreia. 

O RS 6 plus chegou em 2004, com potência de 480 cv e velocidade máxima de 280 km/h.


2005 – Audi RS 4
Dinamismo em três formatos

A segunda geração do RS 4 apareceu em 2005, inicialmente como sedã e Avant e, posteriormente, como Cabriolet. 

 O motor era o totalmente novo V8 de 4,2 litros e alta rotação. 

A unidade com injeção direta e aspiração natural gerava 420 cv. O RS 4 Sedan saltava de 0 para 100 km/h em 4,8 segundos. 


Entre seus destaques tecnológicos estavam a tração quattro com a nova distribuição assimétrica de torque e freios de cerâmica reforçados com fibra de carbono opcionais.



2008 – Audi RS 6
O mais potente Audi produzido em série

O RS 6 2008 era o carro da Audi produzido em série mais potente até então. 

Seu V10 biturbo com cinco litros de cilindrada tinha 580 hp - o suficiente para uma arrancada até 100 km/h em 4,6 segundos e velocidade máxima de 280 km/h. 

As duas linhas de equipamento "plus" que se seguiram, em 2010, permitiam uma velocidade máxima de 303 km/h. 

Um câmbio tiptronic de seis marchas com trocas rápidas transmitia a força do motor para o sistema de tração quattro. 


A segunda geração do RS 6 foi oferecida nas versões sedã e Avant.



2011
– Audi RS 3 Sportback
Potência em forma compacta

Com o RS 3 Sportback, a Audi trouxe a filosofia RS para o segmento dos carros compactos premium. 

O motor turbo 2,5 litros, com cinco cilindros, gerava 340 hp, consumindo pouco mais de nove litros de gasolina por 100 quilômetros rodados. 


O trem de força incluía um câmbio S tronic de sete velocidades extremamente confiável e uma embreagem hidráulica de discos múltiplos no sistema de tração. 

O RS 3 Sportback acelerava de 0 a 100 km/h em 4,6 segundos. 

Para-lamas de polímero reforçado com fibra de vidro (CFRP) comprovavam a filosofia de projeto com peso reduzido da quattro GmbH.


FIAT CHRYSLER INAUGUROU EM PERNAMBUCO A MODERNA FÁBRICA DE AUTOMÓVEIS DA JEEP QUE GARANTE 10 MIL EMPREGOS, 5.300 DIRETOS E INVESTIMENTO DE R$ 7 BILHÕES.


Revolução: assim o CEO mundial da Fiat Chrysler Automobiles, Sergio Marchionne, definiu a implantação do Polo Automotivo Jeep, em Goiana (PE). 


“Em todas as minhas experiências pelo mundo, é aqui em Pernambuco que vi acontecer a maior revolução. Ela começou há cinco anos, quando acreditamos que no meio de uma plantação de cana-de-açúcar fosse possível criar uma das fábricas mais competitivas do mundo. Esta revolução foi escrita, passo a passo, pelo povo daqui, por quem em Pernambuco nasceu e cresceu, e agora está mudando em profundidade este Estado”, destacou o executivo em seu discurso na cerimônia inauguração do complexo industrial, realizada nesta terça-feira, com a presença da presidente da República, Dilma Rousseff, e do governador do Estado, Paulo Câmara.


O fio condutor da cerimônia foram os diversos depoimentos de funcionários do Polo Automotivo Jeep, que tiveram suas vidas revolucionadas após a chegada do empreendimento ao local. 

Adriano Damasio estava desempregado há seis meses e provia o sustendo da família catando caranguejo no mangue quando foi avisado por um amigo que a Jeep estava recrutando funcionários para a nova fábrica. 

Com apenas R$ 2 no bolso, usou o dinheiro para imprimir um currículo e entrou no processo seletivo. 


Selecionado, recebeu treinamento e hoje é líder de equipe na fábrica. 

Sua vida mudou: “Hoje, acordo sonhando e durmo sonhando. Não tenho mais medo porque o medo é adversário dos sonhos", diz.

A presidente da República, Dilma Rousseff, reafirmou seu compromisso com o desenvolvimento do Nordeste e, nesse sentido, destacou a importância do investimento feito pela empresa na região. 

"A FCA tem um longo histórico de investimentos no Brasil e já podemos considera-la brasileira", ressaltou.


Estudo realizado pela consultoria Ceplan projeta que, em 2020, o Polo Automotivo Jeep vai contribuir com 6,5% do PIB de Pernambuco. 

Será uma curva ascendente, considerando que já em 2015, primeiro ano de operação, terá participação de 2,5% no conjunto de riquezas produzidas dentro do Estado. 

Tal geração de riquezas será feita predominantemente com o emprego de mão-de-obra local, o que significa que produzirá efeitos sociais positivos.

O investimento total superou os R$ 7 bilhões, dos quais R$ 3 bilhões na fábrica Jeep, R$ 2 bilhões no Parque de Fornecedores e o restante destinado a desenvolvimento de produtos e outros investimentos. 

A fábrica Jeep ocupa uma área construída de 260 mil metros quadrados e tem capacidade para produzir 250 mil veículos por ano. 

No perímetro fabril, ergue-se também o Parque de Fornecedores, um complexo de 12 edifícios, que abrigam 16 empresas responsáveis por 17 linhas de produtos. 


O Parque de Fornecedores ocupa uma área de 270 mil metros quadrados.

O empreendimento empregará até o final do ano mais de 9 mil trabalhadores, sendo 3,3 mil na planta Jeep, 4,9 mil no Parque de 

Fornecedores e 850 em serviços gerais. Deste contingente, 82% são nordestinos e 78%, pernambucanos.

No âmbito da estratégia da FCA, a planta reforça a presença do grupo no Brasil, agregando ao seu portfólio produtos de uma marca forte e em expansão, além de possibilitar a entrada no segmento de SUVs, de grande potencial de crescimento. 

Também será essencial para que a FCA alcance suas metas de expandir aceleradamente a presença global da marca Jeep.

Confira abaixo a íntegra dos discursos de Sergio Marchionne, CEO da FCA, e John Elkan, presidente do Conselho de Administração da FCA.


JOHN ELKAN
Bom dia! obrigado, Gloria, e obrigado, Jamile e Toninho, por sua carta, que contêm os desejos seus e de tantas crianças desta terra.

Para mim é uma honra e sobretudo uma grande emoção estar aqui hoje.

Antes de tudo por um motivo pessoal: passei importantes anos da minha infância no Brasil e sinto uma ligação particularmente viva e forte com esta magnífica terra.

Mas estou emocionado também por outro motivo.

De fato, hoje estamos celebrando o início de um novo capítulo da longa e rica história que liga o nosso Grupo a este País.

É uma história de sucesso de quase quarenta anos, crescendo junto com o Brasil e mantendo a liderança do mercado nacional. 

É também uma história de progresso, como demostra os mais de trinta mil homens e mulheres que, com seu trabalho, deram uma contribuição fundamental para industrializar e tornar o Brasil um país mais moderno e forte.

Nestas quatro décadas, foram muitos os objetivos que alcançamos juntos. 

Somando nossos esforços aos das autoridades locais e nacionais, passo a passo percorremos um longo caminho. 

Construímos um modelo industrial responsável e respeitoso do território. 

Estreitamos ligações com as comunidades locais, dando vida a muitos projetos no campo do meio ambiente, da educação, da cultura e da formação para o trabalho. Investimos na paixão, na inteligência e na tenacidade deste País e agora… estamos prontos para ir além.

Graças à união da Fiat com a Chrysler, de fato, hoje estamos mais fortes, e sobretudo estamos prontos para lançar um novo grande desafio: concretizar aqui, em Pernambuco, o nosso maior projeto de desenvolvimento industrial, para fazer a Jeep crescer a um nível jamais alcançado em sua história.

É um projeto muito ambicioso, que não poderíamos ter começado sem o apoio e a determinação do Governo do Brasil e de Pernambuco. 

Conheço o esforço que este País está fazendo para levar o progresso econômico e o desenvolvimento social para todos os cantos do Brasil, para aqueles lugares onde, por anos, muitos brasileiros tiveram de enfrentar uma vida dura e áspera… uma vida Severina, para usar as palavras de João Cabral de Melo Neto, o grande poeta que nasceu muito próximo daqui, no Recife, e que melhor que qualquer outro soube falar desta terra e da sua gente.

Compartilhamos a visão de que é preciso difundir o progresso. 

Por isto, em nome da Fiat Chrysler Automobiles estou orgulhoso em poder dar a nossa contribuição, como confirmação da grande confiança que renovamos nas perspectivas do Brasil. 

 Daqui a pouco, junto a Sergio Marchionne e à Presidente Dilma Rousseff vamos inaugurar o Polo Automotivo Jeep.

E cada Jeep que sair das linhas de montagem levará para todo lugar o nome desta fábrica, e levará consigo também um desejo e uma esperança: a esperança de um País que está trabalhando para construir o seu futuro, para dar-lhe a forma que quiser, exatamente como o ferrageiro de Carmona de Cabral de Melo Neto:

“Domar o ferro à força,

não até uma flor já sabida,

mas ao que pode até ser flor

se flor parece a quem o diga”*

Grazie!

*de Morte e Vida Severina, João Cabral de Melo Neto (O ferrageiro de Carmona)

SERGIO MARCHIONNE
(O CEO da FCA foi chamado ao palco pela mestre de cerimônia Glória Maria, que o definiu como um líder de revoluções da indústria automobilística.)

Acabaram de me chamar de revolucionário, e eu tomo isso como um grande cumprimento.

Mas as verdadeiras revoluções não são feitas de cima para baixo. 

Começam pelas pessoas comuns, de sua vontade de resgate, de sua coragem para mudar as regras do jogo, de sua capacidade de transformar o ordinário em extraordinário.

Em todas as minhas experiências pelo mundo, é aqui em Pernambuco que vi acontecer a maior revolução.

Ela começou há cinco anos, quando acreditamos que no meio de uma plantação de cana-de-açúcar fosse possível criar uma das fábricas mais competitivas do mundo.

Então, esta revolução foi escrita, passo a passo, pelo povo daqui, por quem em Pernambuco nasceu e cresceu, e agora está mudando em profundidade este Estado.

É a revolução de quem nunca havia construído um carro em toda sua vida, mas possui um elemento muito mais precioso e forte que a experiência: a curiosidade e a vontade de aprender.

É a revolução de quem levanta de madrugada com um grande sonho – aquele de construir um futuro melhor para si e para sua família – e passa o resto do dia a realizá-lo.

E é a revolução de quem assume para si o empenho de mudar as coisas, de demonstrar que é sempre possível criar algo novo e melhor.

Quando eu ainda não conhecia Pernambuco, me contaram uma espécie de lenda. 

Falaram que as pessoas daqui pensam que seja o rio deles que criou o oceano.

Agora entendi o sentido daquela história.

Nessa atitude não existe arrogância, mas há o orgulho pela própria terra e pelo próprio trabalho.

Há a vontade de fazer as coisas e fazê-las bem.

Há a natureza autêntica e batalhadora de quem não se deixa dobrar pela dificuldade, mas vai adiante até conseguir o que quer.

Isso explica porque, quando saiu o primeiro Renegade da linha, o hino de Pernambuco surgiu espontaneamente nos lábios de todos.

Talvez vocês estivessem esperando um discurso diferente vindo do CEO da sétima maior fabricante mundial de carros.

Pensavam que eu falaria de quanto este polo industrial é importante para o desenvolvimento da Jeep como marca global e para alcançar o volume de 1,9 milhões de Jeeps vendidos no mundo até 2018.

Ou que eu falasse sobre o nível de qualidade e de tecnologia do complexo produtivo, além da eficiência e da flexibilidade da fábrica, que tornam este um modelo de excelência em todo o sistema FCA.

Ou talvez pensassem que eu lhes diria quanto o Brasil é crucial nos nossos planos de desenvolvimento internacional; e quanto nos sentimos honrados, por nosso lado, em poder contribuir para o crescimento econômico e social desta ampla área do País.

Isso é certamente verdadeiro. Não é por acaso que no dia 13 de outubro, dia do nascimento oficial da Fiat Chrysler Automobiles e da cotação na Bolsa de Nova York, a bandeira brasileira se abria ao vento sobre Wall Street.

Mas acredito que, como em todas as histórias de sucesso, são as pessoas que fazem a diferença.

Hoje não celebramos um complexo industrial, uma marca ou um produto.

Celebramos o espírito de Pernambuco e de sua gente.

Sem a presença deles, o nosso projeto, ainda que ambicioso, não teria sucesso.

Por isso eu queria agradecer, em nome de toda FCA, as pessoas que trabalham aqui – todos e cada um deles.

Obrigado pelo que fizeram até agora.

Obrigado por terem feito viver, em cada fase deste projeto, os seus valores morais, de honestidade e de transparência.

Obrigado também por terem trazido os valores sadios desta terra: a paixão, a determinação, o espírito de aventura e de sacrifício, a liberdade.

Com o seu exemplo – simples e autêntico – vocês são as melhores testemunhas do que significa o nome Jeep, que levam impresso no peito.

Antes de concluir, gostaria de acrescentar ainda uma coisa.

Gloria (Maria, mestre da cerimônia) dizia que estou me tornando um pouco brasileiro. Creio que tenha razão.

Passei os últimos 40 anos viajando e trabalhando pelo mundo, com empresas, pessoas e culturas diferentes.

Mas é verdade: amo o Brasil. Eu mesmo me sinto um pouco brasileiro.

Com o apoio de Casa Fiat de Cultura, adquiri vários quadros de artistas brasileiros, dentre os quais Guignard, de Paula e Cícero Dias, que nasceu aqui mesmo em Pernambuco.

Esta terra tem uma magia particular, tem a capacidade de colocar as pessoas em contato consigo mesmas, de fazê-las sentir-se em casa. 

Não há outro lugar no mundo que exerça o mesmo efeito sobre as pessoas.

Gostaria de mostrar um vídeo, que talvez expresse melhor que muitas palavras aquilo que quero dizer.

Vi este vídeo mais ou menos um ano e meio atrás pela primeira vez.

E fiquei totalmente arrepiado.

Naquele dia, eu assisti e assisti, sete vezes seguidas.

Não precisei de tradução porque é algo que chega direto no coração.

Este é o meu Brasil.

terça-feira, 28 de abril de 2015

A IVECO APRESENTA NA AGRISHOW, QUE ACONTECE ATÉ 1º DE ABRIL, EM RIBEIRÃO PRETO, 23 NOVOS PRODUTOS CRIADOS PARA PROTEÇÃO, LIMPEZA E LUBRIFICAÇÃO DE MOTORES DA MARCA.


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A Iveco preparou uma novidade para os clientes que visitarem o estande da montadora na Agrishow 2015. 

Trata-se de uma nova linha de lubrificantes, produtos de limpeza, de proteção, além de adesivos e materiais vedantes desenvolvidos especialmente para que o cliente Iveco tenha garantia de fábrica em todos os produtos utilizados na manutenção e conservação de seus veículos.

A nova gama de produtos possui 23 itens como desingripantes, water off, silicone acético, trava rosca e tinta colorida. 

Os produtos serão distribuídos por meio da CNH Industrial Parts & Service, que é a unidade da CNH Industrial responsável por fornecer peças de reposição à fabricante de veículos comerciais. 

Os clientes Iveco poderão adquirir os produtos através da rede concessionária.

A gerente de Marketing de peças da montadora, Regina Barbosa, explica que esta é a primeira vez que a Iveco terá um material exclusivo para manutenção de conservação de veículos. 

“A iniciativa faz parte do compromisso da Iveco de fornecer ao cliente produtos homologados e certificados pela engenharia da fábrica. É nossa garantia de que o material utilizado nos veículos seja produzido e pensado para um Iveco”, explica Barbosa.

Além da qualidade dos novos produtos, a Iveco ressalta que a lista de preços da nova gama de produtos está extremamente competitiva. 

“No estudo de mercado que realizamos, constatamos que existe uma enorme vantagem em adquirir esta nova linha tanto para as oficinas das concessionárias, que utilizam os produtos em grande escala, quanto para os clientes que adquirirem os produtos no balcão. Conseguimos juntar qualidade e ótimos preços”, afirma.

Iveco
Iveco, uma companhia da CNH Industrial, projeta, fabrica e comercializa uma completa gama de veículos comerciais leves, médios e pesados, caminhões fora-de-estrada, ônibus urbanos e intermunicipais, bem como veículos especiais para aplicações como combate a incêndios, missões off-road, defesa e proteção civil. 

A Iveco emprega mais de 26 mil pessoas em todo o mundo. 

A empresa gerencia centros de produção em 11 países distribuídos pela Europa, Ásia, África, Oceania e América Latina, onde fabrica veículos com as mais avançadas tecnologias. 

Um total de 5.000 pontos de vendas e postos de serviços em mais de 160 países garantem o suporte técnico onde quer que um veículo Iveco esteja em operação.

Para mais informações da Iveco, visite www.iveco.com.br

Para mais informações da CNH Industrial, visite: www.cnhindustrial.com

AUDI APRIMORA O SISTEMA MATRIX LASER DE ALTA RESOLUÇÃO DE ILUMINAÇÃO E MELHORA SENSIVELMENTE OS FARÓIS DE SEUS VEÍCULOS E POSSIBILITA NOVOS TIPOS DE FUNÇÕES DE LUZ DE ASSISTÊNCIA


Ingolstadt, 28 de abril de 2015
– A Audi está ampliando ainda mais sua liderança na tecnologia de iluminação automotiva. 

No projeto patrocinado “Luz laser inteligente para faróis dianteiros adaptáveis compactos e de alta resolução” (iLaS), a marca dos quatro anéis está trabalhando nos faróis dianteiros do futuro com parceiras da indústria e do meio científico. 

A tecnologia Matrix Laser e sua alta resolução tornarão a iluminação viária ainda mais flexível e altamente versátil – em todas as situações.

A tecnologia Matrix Laser se baseia no LaserSpot para faróis altos, que a Audi foi pioneira ao introduzir a tecnologia no Audi R8 LMX. 

Pela primeira vez, lasers brilhantes estão tornando possível integrar a tecnologia de projetores em um farol dianteiro compacto e potente.

O novo sistema opera com um micro-espelho de movimentos rápidos, que redireciona o feixe de laser. 

Quando o veículo está em baixa velocidade, a luz é distribuída para uma área de projeção maior, e o caminho é iluminado com grande alcance. 

Em velocidades mais altas, o ângulo de abertura é menor, e a intensidade e o alcance da luz são incrementados significativamente. Isso é especialmente vantajoso ao dirigir em rodovias. 

Além disso, a luz pode ser distribuída de forma precisa. Isso significa que a claridade das diferentes zonas de iluminação pode ser alterada controlando-se o tempo de resposta da iluminação nas zonas específicas.

Também é novidade a ativação e desativação inteligente e ultrarrápida dos diodos laser com relação à posição dos espelhos. Isso torna a expansão ou retração do feixe luminoso mais dinâmica e altamente variável. 

Como ocorre com os atuais faróis dianteiros LED Matrix da Audi, o caminho é sempre intensamente iluminado sem ofuscar os outros motoristas. 

A diferença crucial é que a tecnologia Matrix Laser oferece uma resolução dinâmica ainda mais precisa e, portanto, um maior grau de utilização, proporcionando mais segurança para o tráfego viário.

Na nova tecnologia, diodos laser azuis da OSRAM irradiam sua luz, com um comprimento de onda de 450 nanômetros, sobre um espelho em rápido movimento de três milímetros. 

Esse espelho redireciona a luz laser azul para um conversor, que a converte em luz branca e a projeta sobre a estrada. 

O espelho usado para obter esse efeito, fornecido pela empresa Bosch, é um sistema micro-óptico que possui um controle eletromecânico e é baseado na tecnologia de silício. 

Ele é bastante robusto e possui uma vida útil extremamente longa. 

Tais componentes também são usados em acelerômetros e unidades de controle para prover controle eletrônico de estabilidade.

A Audi tem sido há muitos anos a líder na tecnologia de iluminação automotiva. Algumas das principais inovações da marca são:

· 2003: Audi A8 com luz adaptável

· 2004: Audi A8 W12 com luzes diurnas LED

· 2008: Audi R8 com faróis dianteiros inteiramente LED

· 2010: Audi A8 no qual os faróis dianteiros são conectados em rede com os dados de navegação

· 2012: Audi R8 com luzes indicadoras de direção dinâmicas

· 2013: Audi A8 com faróis dianteiros LED Matrix

· 2014: Audi R8 LMX com tecnologia LaserSpot para os faróis altos

No âmbito do projeto “iLaS” de três anos, a Audi está trabalhando com suas parceiras Bosch, Osram e o Lichttechnischen Institut (LTI; “Instituto de Tecnologias da Iluminação”) do Karlsruhe Institute for Technology (Instituto Tecnológico Karlsruhe/KIT). 

O projeto é patrocinado pelo Ministério Federal Alemão para Educação e Pesquisa.

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