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quinta-feira, 4 de junho de 2015

A RENAULT-NISSAN CONTINUAM INVESTINDO NOS CARROS DE EMISSÃO ZERO E JÁ GARANTIU A IMPORTANTE PARCERIA OFICIAL COM A COP21 - CONFERÊNCIA PARIS CLIMA 2015, QUE ACONTECERÁ EM PARIS DE 30/11 A 11/12, ORGANIZADA PELA ONU. A ALIANÇA FRANCO NIPÔNICA COLOCARÁ 200 VEÍCULOS ELÉTRICOS À DISPOSIÇÃO DO EVENTO E INSTALARÁ MAIS DE 50 PONTOS DE CARREGAMENTO NA CIDADE.


Frota zero 
emissões em ação



A aliança Renault-Nissan mostra mais uma vez seu investimento na utilização de veículos com zero emissão. 

E o próximo e oportuno momento não poderia ser melhor para destacar os recursos e tecnologias que os veículos elétricos podem oferecer, a COP21 – Conferência Paris Clima 2015, organizada pelas Nações Unidas.


A frota será composta pelos modelos Renault, ZOE e Kangoo ZE, e pelos modelos Nissan, LEAF e e-NV200. 

Para essa utilização será implementada em Paris e na periferia, uma rede de mais de 50 postos de carregamento inteiramente alimentados por energias renováveis.

A Aliança Renault-Nissan, líder mundial na mobilidade zero emissões em utilização(*), será parceiro oficial da Conferência das Nações Unidas COP21 que se realizará de 30 de Novembro a 11 de Dezembro de 2015, e colocará à disposição uma frota de 200 automóveis elétricos.

São esperados, nesta cimeira anual sobre o clima, mais de 20.000 participantes, oriundos de 195 países, e as Nações Unidas utilizarão, pela primeira vez, uma frota de automóveis zero emissões para assegurar o transporte dos participantes.

A cimeira de Paris tem um duplo objetivo: obter um novo acordo universal sobre as alterações climáticas destinado a acompanhar a transição para economias de carbono reduzido, e o início da distribuição do Fundo Verde criado para ajudar os países em vias de desenvolvimento a reduzir as suas emissões de CO2.

“Temos o prazer de anunciar que a Aliança Renault-Nissan faz parte dos parceiros oficiais da organização do COP21 de Paris. 


A frota de automóveis 100% elétricos da Aliança irá contribuir para fazer da conferência de Paris sobre o clima - COP21, um evento neutro em emissões de carbono uma vez que a tecnologia dos veículos elétricos permite reduzir, da forma mais eficaz, as emissões de gases de efeito de estufa no setor dos Transportes”, declara Laurent Fabius, ministro dos Negócios Estrangeiros e do Desenvolvimento Internacional, presidente do COP21.


“A tecnologia dos veículos 100% elétricos é uma solução eficaz para o transporte prático e acessível e tem um impacto positivo no clima e na qualidade do ar nas nossas cidades. Agora é preciso difundi-la em grande escala graças ao trabalho conjunto dos parceiros envolvidos”, afirmou Carlos Ghosn, presidente director-geral da Aliança Renault-Nissan.

A frota de automóveis para o COP21 será composta pelos modelos Renault ZOE, Renault Kangoo Z.E e Renault Fluence Z.E, bem como pelos modelos Nissan LEAF e Nissan e-NV200 na versão de 7 lugares. 

Estes automóveis estarão à disposição dos delegados 24h/24h e 7d/7d nos diversos locais onde se desenrola a conferência.

A Aliança Renault-Nissan irá ainda trabalhar com outras empresas na França para implementar em locais estratégicos, uma rede de mais de 50 pontos de carregamento rápido e carregamento standard, que serão alimentados a 100% por energia com origem em fontes renováveis. 

Os pontos de carregamento rápido permitirão carregar os automóveis de 0 a 80% da sua capacidade em menos de 30 minutos.

*sem emissões de CO2 nem poluentes atmosféricos regulamentados, em utilização e conforme ao ciclo de homologação NEDC

Aliança Renault-Nissan: líder mundial nas vendas de veículos 100% elétricos - A Aliança Renault-Nissan é líder mundial nos veículos zero emissões em utilização*, e a única a dispor de uma gama completa de modelos 100% elétricos. 

Desde dezembro de 2010, data de comercialização do primeiro modelo, o Nissan LEAF, a Aliança já vendeu quase 250.000 automóveis elétricos. 

A Aliança é responsável por cerca de um em cada dois veículos elétricos vendidos no mundo, incluindo o quadriciclo Twizy da Renault, e a van Nissan e-NV200, comercializada na Europa e no Japão desde 2014.

A Aliança Renault-Nissan irá participar, também, na exposição internacional Solutions COP21 que terá lugar no Grand Palais de Paris e onde serão apresentadas soluções para lutar contra as alterações climáticas. 

Esta exposição, que terá lugar de 4 a 10 de dezembro, colocará em evidência as soluções para a redução das emissões de CO2 propostas por cidades, empresas e outras organizações nos quatro cantos do mundo. 

A Aliança irá expor veículos elétricos e mais de uma dezena serão colocados à disposição do público para a realização de ensaios.
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista. É gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

CHEVROLET COBALT GANHA SÉRIE LIMITADA GRAPHITE DE 3.000 UNIDADES, COM ACABAMENTO SÓBRIO E ELEGANTE, VOLANTE E BANCOS REVESTIDOS DE MATERIAIS NOBRES E DETALHES EXTERNOS EXCLUSIVOS. O MOTOR É O 1.8 COM OPÇÃO DE TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA


São Caetano do Sul – Começa a chegar às concessionárias Chevrolet a primeira série limitada do Cobalt. 


Batizada de Graphite e posicionada como topo de linha, ela incorpora diversos elementos estéticos e de conforto comuns apenas a veículos de segmentos superiores.

Bancos e volante revestidos em material premium com costura pespontada, sistema multimídia MyLink com moldura em preto brilhante, tapetes de carpete e soleira de alumínio são alguns dos diferenciais encontrados na cabine e que são realçados pelo novo acabamento monocromático do painel central e das portas em preto, nas demais versões ele é cinza.


“Esta versão agrega às conhecidas virtudes do carro, como amplo espaço interno e ótima dirigibilidade, um toque contemporâneo de elegância e de sofisticação realmente extraordinários para um modelo desta categoria e faixa de preço”, diz Carlos Barba, diretor de Design da General Motors do Brasil.


Com o maior porta-malas e entreeixos da categoria, o sedã da Chevrolet tem espaço para bagagens, ombros e pernas de cinco adultos. 


Os materiais utilizados no interior da versão Graphite criam um ambiente de refinamento e clara percepção de qualidade.

Por fora, o Cobalt Graphite diferencia-se pelo caráter mais sóbrio. 



A grade traz pintura em preto brilhante, os faróis são do tipo cromo escurecidos e há frisos de proteção das portas pintados na cor da carroceria. 


Outras exclusividades do carro estão nas lâmpadas Blue Vision, que emitem uma luz mais branca e brilhante, e nas rodas aro 15 com superfície usinada.

A assinatura da série especial aparece na tampa traseira, no adesivo de coluna central, na soleira interna da porta e bordada nos bancos dianteiros. 

O nome Graphite é alusivo ao conceito do produto, que realça a sobriedade, a elegância e utiliza-se de materiais nobres. 

Graphite também é o nome da nova opção de cor da carroceria. As outras disponíveis são: Branco Summit, Bege Pepper Dust, Prata Switchblade e Preto Carbon Flash.

Já itens como sensor de estacionamento, volante multifuncional com ajuste de altura, ar-condicionado, velocímetro digital, retrovisores externos elétricos, chave tipo canivete com comando para abertura e fechamento dos vidros elétricos à distância, faróis de neblina e computador de bordo são alguns dos itens de série do modelo, que vem completo de fábrica e 


pode ser equipado ainda com câmera de ré e módulo de TV.


Série especial
O Cobalt Graphite traz motor 1.8 Econo.Flex de até 108 cavalos e 17,1 kgfm. 



Vale ressaltar que esse propulsor disponibiliza 90% da sua força entre 2.500 e 4.700 rpm, ampliando sua elasticidade e garantindo excelente dirigibilidade ao carro tanto em trajetos urbanos como rodoviários. 


A transmissão pode ser manual de cinco marchas ou automática, de seis velocidades, exclusiva no segmento.


Um carro construído de dentro para fora, o Cobalt reforça a importância do espaço, da versatilidade e de uma clara demonstração de prestígio acessível.


O Cobalt também conta com tecnologias de conectividade. 


O sistema multimídia Chevrolet MyLink tem tela de sete polegadas sensível ao toque, além de Bluetooth e entradas AUX e USB, que permitem ao usuário trazer suas músicas, fotos e vídeo. 

Por meio de um smartphone, pode-se ainda acessar conteúdos e aplicativos na internet, como o BringGo, próprio para navegação.

A série Graphite é limitada a 3.000 unidades e será comercializada na rede de concessionárias junto com as versões LT e LTZ do modelo.

ITÁLIA PAGARÁ 333.333 EUROS PARA CADA UM DOS DOS 300 EMPREGOS CRIADOS PELA LAMBORGHINI, CASO SEDIE NO PAÍS DE ORIGEM E NÃO NA ESLOVÁQUIA A PRODUÇÃO DO NOVO UTILITÁRIO ESPORTIVO URUS. É DE RESSALTAR A CORAGEM DA MITSUBISHI EM TRAZER O PRIMEIRO CROSSOVER DIESEL, DENTRO DA REGRA GENÉRICA DE FLEXIBILIZAÇÃO BAIXADA PELO DENATRAN. EM BREVE, ASSIM, PODE-SE AGUARDAR A PRESENÇA DE HATCHES COM SUSPENSÃO ELEVADA E TRANSMISSÃO 4X4. UMA NOTÍCIA TRISTE: O FIM DO EXCELENTE PROGRAMA AUTOMOTIVO VRUM, DOS DIÁRIOS ASSOCIADOS MINEIRO




Coluna nº 2.315 - 4 de junho de 2015
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Quanto vale um emprego? Ou, quanto o Estado deve investir para garantir empregos?

Esta é a questão principal, e curiosa, envolvendo dois grupos de discussão: a fábrica de veículos esportivos Lamborghini, nascida e estabelecida na Itália, agora controlada pela Volkswagen AG através da Audi, e o governo italiano. 

Este, através de seu Ministério do Desenvolvimento Econômico provocou reuniões e questões com os dirigentes alemães da empresa italiana em torno da decisão anunciada, adicionar produto da moda na pequena relação de seus super esportivos: fará o Urus, utilitário esportivo, para lançá-lo no próximo ano.

Questão é, a corporação VW não quer construir o Urus ou criar novos 300 empregos nas instalações italianas da Lamborghini, em Sant’Agata Bolognese, mas em Bratislava, onde tem operação industrial especializada nestes veículos, e produz Audi Q7, Porsche Cayenne e Volkswagen Toureg. 


Bratislava já montou Skodas e Tatras antes da queda do Muro de Berlim e após, comprada pela Volkswagen, lá produziu Passats, até mudar vocação para utilitários esportivos.

O governo italiano, participando das consequências das dificuldades econômicas, e incômodos índices de desemprego, não quer enfrentar o desgaste de explicar ao eleitorado, porque a empresa nascida na Itália, perderá empregos para a Eslováquia, motivando a iniciativa das reuniões e a proposta. 


A discussão gira em investir – ainda se estuda a fórmula -, 100 milhões de Euros, metade do valor calculado para implantar o novo produto. 

O projeto, ambicioso, vê no Urus a esperança de ser o mais vendido dos Lambos, colocando 3.000 unidades/ano, para preço estimado em nada poucos 250.000 Euros. Investimento significa 333.333 Euros por emprego.

A decisão deve ocorrer neste mês.


Projeção do Lamborghini Urus


Revisto, o Audi Q3, 

na versão a ser feita no Brasil
Produto bem aceito, passa por reformulação estética e mecânica iniciando o 2º. ciclo da atual geração. 


É o Audi Q3, agora em figurinos de SAV – Sport Atlhetic Vehicle –, motores 1,4 litro, apenas com tração dianteira, e SUV – o modelito utilitário esportivo, motor 2.0 e tração total de acionamento por demanda.

Novo ciclo marca-se por atualização estética, para choques, grade, grupo óptico, e dos motores, os TFSI, injeção direta de combustível e turbo: 1,4 litro com potência elevada a 150 cv, e 2,0 litros, 180 cv e 220 cv, ambos com tração integral Quattro. 


Duas versões de conteúdo e decoração: Attractive, de entrada, e Ambiente, mais completa.

Além das alterações estéticas marcando o novo ano-modelo, pacote de equipamentos em contida listagem para conter custos. 


Assim, bancos em couro sintético – leia-se plástico -; sem TV para manobras, apenas sensores; ar condicionado automático limitado às versões Ambiente.

Configurações e preços sinalizam como serão as versões nacionais cuja produção ocorrerá em 2016. Versões de entrada deverão ter preço menor pois o motor será produzido no Brasil.


Audi Q3 
Quanto custa

Versão
R$
1.4 Attraction 4x2
127.190
1.4 Ambiente 4x2
144.190
2.0 180 cv Attraction 4x4
145.190
2.0 220 cv Ambiente
165.190


Audi Q3 revisto


Polêmico diesel no Mitsubishi Outlander
Uso de diesel como combustível em veículos leves era limitado por portaria do antigo Departamento Nacional de Combustíveis. 


Definia, o veículo deveria ter morfologia de jipe, tração nas 4 rodas, caixa redutora, e medidas de ataque às irregularidades do solo, assim como altura livre.

Isto restringia o uso a veículos com morfologia e aplicativo de serviços, até que a Mercedes convenceu o Denatran, Departamento Nacional de Trânsito, que transmissão monitorada eletronicamente cumpria a função da marcha reduzida ao aplicar os freios automaticamente em descidas íngremes. 


E o Denatran generalizou, simplificou as exigências, passando aos fabricantes a auto regulamentação, permitindo ampla interpretação.

O Mitsubishi Outlander está na situação da generosidade do entendimento. É o primeiro não jipe, não utilitário esportivo, mas crossover a vir equipado com motorização diesel. 


Crossover é mistura de utilitário esportivo com sedã, distante das aplicações de serviços sempre ligados aos diesel – andar em estradas ruins, ou sem elas, subir a grimpa, descer à vala – e voltar.

É opção da nova linha 2016: 2,2 litros de deslocamento, turbo com geometria variável, quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta Common Rail, turbo, resfriador de ar, 165 cv de potência, e 36,7 kgf.m de torque.


Preocupação com estilo, tratamento sonoro de automóvel, três fileiras de bancos, largo pacote de itens de segurança, aprovação em segurança, e quatro versões: três a gasálcool - 2.0L, 160 cv; GT 6V; GT 6V Full Technology Pack, V6 3.0 e 240 cv, e Diesel.




Mitsubishi New Outlander – Quanto custa
Versão
R$
New Outlander 2.0L
114.990
New Outlander GT
141.990
New Outlander GT  Full Technology Pack
       151.990
New Outlander Diesel
173.990
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Mitsubishi Outlander. O Diesel chegou aos Crossovers



Quer ser piloto? Melhorar sua condução?
A Escola de Pilotagem Interlagos, mais antiga em operação no país, fará evento múltiplo e especial para atender a demandas ligadas ao automobilismo de competição. 


Desde Curso Básico de Pilotagem para interessados em aderir ao meio, pois aprovação permite adquirir a Carteira de Piloto Oficial da CBA; Avaliação, destinado a pilotos fora de atividade, buscando renovar a licença de piloto ou reciclar-se; Treinos, para ex-alunos ou pilotos, consistindo em alugar um carro da temporada de Marcas e Pilotos para 60 voltas no circuito. 

Há, ainda, curso rápido aos desejosos em aprimorar a condução, sem interesse em ser piloto de competição, com aulas práticas e teóricas palestra. 

E, finalmente, aulas de kart, para interessados a partir dos oito anos.

Programa completo, três dias intensos, e disponibilidade de Vistoriador da CBA para exame final aos interessados em obter carteira de piloto.


Os eventos ocorrerão no Autódromo de Piracicaba, no final de semana de 24, 25 e 26 de julho. Saber mais?


email:

escoladepilotagem@interlagoseventos.com.br
Facebook: http://www.facebook.com/escoladepilotageminterlagos1

Site: http://www.escolapilotageminterlagos.com.br




Roda-a-Roda

Festa – Ford Ka cravou 100.000 unidades vendidas em menos de um ano. 


78 mil são hatch e 22 mil sedãs K+. 

Empresa atribui resultados à combinação de design, conteúdo, espaço interno, eficiência dos motores 1.0 e 1.5 e preço.

Corrida – Mercedes-Benz aplicou-se na nacionalização de seu super caminhão Actros 2546 e 2646. 


Antes apenas montado em Juiz de Fora, conseguiu atingir o índice de nacionalização e passar pela porta da esperança. 

No caso, ser financiado pelo FINAME PSI do BNDES.

Férias – Queda do mercado provocou Fiat, Volkswagen, Mercedes e GM dar férias a trabalhadores para deter a produção e impedir a formação de estoques. 


É a saída para não acumular pátios de veículos não vendidos. De janeiro a abril deste ano as fábricas de veículos cortaram 4,6 mil postos de trabalho.

Da vez – Depois de Mercedes-Benz e Renault, Ford anunciou investir mais US$ 220M na Argentina. 


Duas primeiras para fazer picapes com base comum e deslocar a produção de Logan e Sandero do Brasil para a Argentina. 

Ford ampliará nacionalização de conteúdo para Focus e Ranger, lá produzidos.

Aqui - PSA Peugeot Citroën aplicará US70M para nacionalizar componentes. 


De transmissões automáticas - não produzidas no continente -, a prosaicas rodas em liga leve, hoje compradas na China ante a declarada e surpreendente incapacidade das fábricas nacionais em produzi-las.

Recall – Termo não limitado às chamadas de fabricantes para corrigir defeitos em produtos, mas também para lembranças. 


Em pesquisa, o Datafolha indica como das propagandas preferidas a simulando batalha, ou duelo entre o Renault Duster e um Monster Truck.

O que? – Dirigindo o Duster, simpática anciã, a Dona Terezinha, pronuncia alguma coisa, que a agência criadora, a Neogama, diz ser: “Você é folgado, hein?” .


Os telespectadores pouco percebem a locução. Um escreveu à Coluna, que consultou a Renault para traduzir. Mesmo sem entender, lembram-se do anúncio.

Nano – 6º. Simpósio SAE Brasil de novos materiais e nanotecnologia, dia 9, no IPT – Instituto de Pesquisa Tecnológica, em S Paulo. 


Discutirá exigência de novos materiais, nano tecnologia, redução de peso nos veículos.

Escolha – 300 mecânicos ouvidos pelo Sindirepa – de oficinas -, escolheram o Mobil como Melhor Óleo, superando Ipiranga e Castrol. 


Marca no Brasil é da Cosan, nacional, sócia da Shell.

Imprensa – O Vrum, referência como programa sobre automóveis em TV, foi encerrado. 


Os Diários Associados, em MG, onde gerado, nunca se dedicou a explorar o potencial publicitário e o projeto se esvaiu.

Tempo – Tribunal administrativo português sustou o processo de venda da parte do governo na TAP. Há dois grupos brasileiros candidatos: Avianca e Azul.

Relógio – Canadense Jeffrey Macesin é o primeiro motorista multado por utilizar o novo relógio multifunção da Apple. 


Não digitava mensagem, mais recente das irresponsabilidades automobilísticas, mas selecionava músicas no controle ao volante. 

Polícia canadense não quis saber de moda ou de tecnologia: pespegou-lhe multa equivalente a R$ 400 e mais quatro pontos na carteira.

Pressão – Nos bochichos pós saída de Ferdinand Pïech do comando da VW AG, permitindo especulações sobre a ida da Audi para a Fórmula 1, turbinadas pelo fim do contrato da Red Bull de energéticos com a Renault, mais gás na estória. 


A Red Bull diz, se não for com a Audi, sairá da Fórmula 1, insatisfeita com o rendimento dos motores Renault.

Gente – Marco Antônio Lage, diretor de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade na Fiat Chrysler Automobiles (FCA) América Latina, reconhecimento. 


OOOO Mais Top Mega Brasil em comunicação corporativa. 

OOOO Outro Marco, Aurélio Rangel, 45, engenheiro mecânico pela FEI, doutorado, mudança. 

OOOO Deixou a Cummins Diesel e foi dirigir a concorrente FPT. 

OOOO A FPT quer aumentar a carteira de empresas compradoras de seu amplo portfólio de motores. OOOO
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AUDI ADOTA PRODUÇÃO INTELIGENTE NA FÁBRICA DO FUTURO, QUE USARÁ ILHAS DE COMPETÊNCIA AO INVÉS DAS ATUAIS LINHAS DE MONTAGEM, NUM PROCESSO TOTALMENTE CONECTADO. ESTÁ TUDO NA REVISTA ENCOUNTER.

Seres humanos e robôs trabalhando lado a lado, peças automotivas emergindo de uma impressora 3D e carros sendo guiados no modo pilotado desde a linha de montagem: a Audi está perseguindo essa visão da fábrica do futuro, a planta inteligente. 

Na matéria da revista Encounter, a fabricante de automóveis está agora oferecendo uma ampla visão sobre como os processos de produção da Audi já são inteligentes e que grandes saltos de inovação ocorrerão nos próximos anos. 

A marca apresentou a publicação nesta sexta-feira, durante a Assembleia Anual de acionistas da empresa.

A Audi oferece aos seus clientes produtos que são cada vez mais diversificados e individuais. Isso resulta em grande aumento da complexidade nos processos de produção. 


“A produção de automóveis como a conhecemos hoje não existirá mais no futuro. Ela se tornará mais conectada, inteligente e eficiente. Ao mesmo tempo, nossos funcionários continuarão a ser os impulsionadores da produção com sucesso”, declarou o membro do Conselho Administrativo da Audi para Produção, prof. dr. Hubert Waltl. 

“Novos especialistas, como arquitetos de redes, virão cada vez mais para a nossa indústria. Com seus conhecimentos de TI, eles configurarão o maquinário para que todos os processos sejam extremamente bem coordenados e os equipamentos da fábrica apoiem os funcionários de forma otimizada”, acrescentou.

Em muitas áreas de produção na Audi, a fábrica inteligente já é hoje uma realidade, como mostra a revista Encounter: com a ferramenta de realidade aumentada “Window to the World” (“Janela para o Mundo”), por exemplo, os funcionários do centro de pré-produção em série combinam os mundos virtual e físico para o desenvolvimento de automóveis de forma extremamente precisa. 


O sistema permite projetar componentes virtuais em 3D no carro. 

Na divisão de ferramentaria da Audi, uma impressora 3D produz complexas peças metálicas, e ferramentas inteligentes são capazes de distribuir de forma exata as forças de alta pressão para estampar peças a partir de placas metálicas com uma precisão de centésimos de milímetro. 

E no processo de montagem na planta de Ingolstadt, um robô trabalha com os funcionários na linha de produção sem uma cerca protetora, passando os componentes para eles na velocidade correta e em uma posição ergonomicamente agradável.

Na revista Encounter, sob o título “Fábrica Inteligente,” a Audi também oferece um rápido olhar sobre o modo como a produção de automóveis poderá parecer no futuro distante: a fabricação com ilhas de competência ao invés de linhas de montagem, com drones para transportar rapidamente os materiais, e com carros que já são guiados no modo pilotado desde os galpões de montagem.

MERCEDES-AMG C 63 S: 500 CV, DOIS TURBOS, FAZ DE 0 100 KM/H EM 4S E CHEGA A QUASE 300 KM/H, GRAÇAS A UM MOTOR V12 DE 6,3 LITROS. QUEM O DESEJAR PAGARÁ A MÓDICA QUANTIA DE CERCA DE R$ 660 MIL. COISA ESCASSA NO MERCADO BRASILEIRO, A VW PRODUZIU UMA STATION A PARTIR DO GOLF DE QUE PRETENDE VENDER AINDA ESTE ANO UMAS 2.500 UNIDADES POR VALORES A PARTIR DE R$ 87.490,00. CHAMA-SE GOLF VARIANT. E A RENAULT E A FIAT MOSTRAM NOVIDADES NO EXTERIOR


Coluna nº 2.215 de 2015
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Sedã esportivo, o Mercedes C AMG 63

Pode-se dizer, o Mercedes-AMG C 63 S é o melhor dos mundos ao combinar características aparentemente inconciliáveis e distantes: habilidades receptivas de sedã em três volumes e a determinação dinâmica de esportivos sérios. 


Para entender, decupando, Mercedes fabrica a casca básica de sua família Classe C, o degrau inicial de quem gosta de tração traseira; AMG, empresa associada, desenvolvedora da mecânica forte e performática, por uso de porcas, parafusos e metais corretos, mais enorme parafernália eletrônica; 63 indica o motor V8, 4.000 cm3, 510 cv, dois turbos alojados no vale entre os cabeçotes. 

O S aponta coisa superior. Na prática um sedã e suas habilidades, com o rendimento de esportivo: 0 a 100 km/h em 4s e velocidade final cortada a 290 km/h. 

É o novo motor top da Mercedes, criado a partir de uma folha – ou uma tela em branco para conter cilindrada, reduzir peso, consumo, emissões e obter elevada potência. 

O 63 indicado vem daí, com rendimento assemelhado ao antigo motor top da marca, o V12 com 6,3 litros de cilindrada.

Como é

Muito alumínio, pirotecnia em aços nobres, puros, mesclados, estampados a frio ou a quente, dependendo do local de aplicação, e muita eletrônica para tornar condução segura a pessoas comuns. 

Amplos detalhes: injeção piezelétrica forma a mistura ar combustível e injeção por aspersão; segundo radiador na caixa de roda para resfriar o calor gerado pela produção tantos cavalos de força. 

Muitos itens mais, entretanto o gestor de capital apto a desembolsar uns R$ 658 mil – equivalendo a US$ 210 mil – pelo mercediano dólar cotado a USD$1 = R$ 3,134, não terá paciência para listar todos os detalhes, ou medir o retorno performático ao investimento. 

Quererá estar no Mercedes C, apto a igualar ou superar suas demandas em acelerar, curvar, frear. 

E sentir a ambiência, como o som do motor, dependendo do modo de transmissão. Na parte conforto, coxins dinâmicos para o motor, novidade vinda do esportivo AMG-GT. 

Eles mudam a rigidez dependendo das condições de rodagem e do estilo de condução. 

Gostará disto e de ter sob controle o motor com assinatura autoral do engenheiro montador.


Presa ao motor, transmissão esportiva Speedshift, com sete velocidades. Nos modos "Sport +" e "Race", é mais rápida, e permite 4 modos de condução "Comfort", "Sport", "Sport +" e "Race", definindo o momento da troca das marchas, se o motorista está afim de transporte confortável, ou se vai pedir brio à cavalada. 


Na parte inferior, outra mudança é a regulagem da suspensão rica em alumínio, três níveis.

Os modos de transmissão definem o momento de troca das marchas, e as características de dirigibilidade do veículo. 


O conjunto ainda bonifica os adeptos do Green Lamp Grand Prix – a arrancada na luz verde -, ou sair da cabine de pedágio. 

Nesta hora, chamado à função Race Start, por si só aumenta as rotações da marcha lenta, à espera do motorista aliviar o pé esquerdo do pedal do freio, e apertar o acelerador com vontade, praticando arrancada para louvar-se e impressionar olhos e ouvidos alheios. 

Pé esquerdo no freio? Sim, apesar da opinião contrária de alguns instrutores de autoescolas, certo é usá-lo para frear e o direito para acelerar.

Na complementação do pacote, freios de competição, amortecedores com ingerência eletrônica, e bloqueio no diferencial, impedindo o patinar das rodas em aro 19”. Pneus diferem: 245/35 frontais e 265/35 atrás.


Versão superior da família C se identifica por caixas de rodas, aplicação de bitolas maiores, capô em alumínio, em desenho para sugerir dinamismo. Dentro, cuidados como couro natural.


Enfim, um pacote amplo em conteúdo e apto a conferir dupla personalidade.


Mercedes C 63. Sedã com comportamento esportivo



Mais Golf, agora o Variant
Volkswagen estudou vendas e mercado, descobrindo-se como única não participante do segmento utilitários esportivos, sport athletic vehicles e que-tais. 


E constatado ter dormido no ponto, sem investir em produto com tal morfologia, ora tão demandada no Brasil, e resolver capitalizar para si como a única marca oferecendo um station, um camioneta, perua no dizer paulista.

A disponibilidade da fábrica mexicana de Pueblo, onde faz o Golf a nós exportado juntou o apetite à vontade de comer.


Motor 1.4 TSI do Golf, quatro cilindros, todo o exterior em alumínio, 140 cv, injeção direta de gasolina, 16 válvulas, comandos variáveis e turbo alimentador. 


Tem formidável torque de 25,5 mkgf, a partir de 1.500 rpm. Transmissão DSG com duas embreagens, e sete velocidades.

Peso não atrapalha? O raciocínio lógico do sobrepeso da carroceria de station relativamente à do sedã, procede, mas os dados físicos discrepam. 


Pesa mais 119 kg, entretanto permite acelerar de 0 a 100 km/h em 9,5s – contra 8,5s para o Golf. Velocidade final levemente reduzida: reais 205 km/h – Golf mais 7 km. 

É agradável, muito, de conduzi-lo, harmônico à proposta de veículo familiar. 

Tal aplicação agregou o sistema Multicollision Brake, pensante adjutório eletrônico, agindo, se o caso, como o motorista. 

Ele afere velocidade do carro ou obstáculo à frente e, em caso de lentidão ou omissão do condutor, freia por si só. 

No pacote segurança, sete almofadas de ar, controles de tração e estabilidade, e na parte conforto, ar condicionado com difusor traseiro, sensores de estacionamento à frente e atrás, tela multimídia sensível ao toque, assistente de partida em rampa.

Duas versões e meia dúzia de sub versões. Do básico Comfortline – com todos equipamentos listados -, e os das versões Highline, superiores.


Preços abrem em R$ 87.490, pintura básica. 


Primeiro nível de opções, pacote Elegance, a R$ 4.500, inclui volante com funções e as pequenas aletas para troca de marchas, controle de velocidade de cruzeiro, pacote de iluminação e as rodas de liga leve passam a 17”. Já fica por R$ 93 mil. Está de bom tamanho.

Se a fim de incremento, conta acelera: sistema de Infotainment, R$ 3.390; pintura perolizada outros R$ 1.700; teto solar, R$ 5.300. Já bateu nos R$ 100 mil – e pode aumentar.


VW entende vender neste ano, entre 2.000 e 2.500 unidades – parece razoável pela enorme rede de revendedores, significa entre três e quatro unidades/revenda/mês – nada impossível pela construção, composição e exclusividade. 


O termômetro de aceitação indicará sua produção – ou não no Brasil -, complementando a linha industrial do Golf em São José dos Pinhais a ser produzido no segundo semestre.

Golf Variant



Novidades, o Kwid e o Aegea

Renault e Fiat – de fora do País -, mostraram os futuros produtos nacionais. 

Renault, o Kwid – quid em latim, significa o que -, substituto do cansado Clio. 

Apresentado na Índia, será o produto de entrada na marca para o hemisfério sul: menos de 4m de comprimento e a boa novidade da troca de motores, por gerações atualizadas, incluindo novo engenho 1.0 de três cilindros e turbo. 

Clientes atentos indagarão se o erro básico do Toyota Étios, adotar um carro indiano como base ao produto nacional, irá poupá-los no caso do Kwid da má adaptação do sistema de direção original à direita, levado para a esquerda.

Novidade Fiat é o sempre comentado substituto da linha Linea/Bravo. 


No caso, utiliza a mesma plataforma do Jeep Renegade e próximo picape, e é tratado como Aegea – nome latino designador do mar entre a Grécia e a Turquia, o Egeu. 

Foi apresentado para produção na Turquia e vendas em novembro. Família terá station e hatch – sav, não. 

Quem cumpre esta função é o Fiat 500X e o Renegade. Pelo fato de tal plataforma construída em PE, sopra a possibilidade de sua produção no País.


Fiat Aegea



Roda-a-Roda


Defeito – Departamento de Justiça dos EUA definiu, houve crime e maus procedimentos de recall por ex-empregados na GM com relação aos defeitos nos cilindros de ignição, responsáveis por desligar os veículos da marca e anular equipamentos de segurança.


Caminho - GM, instada, havia criado fundo para indenizações, projetando terem sido 13 mortos. 


Investigações mostraram foram, até agora, 104. Empresa deve fazer um acordo de indenização global superior aos US$ 1,2 bilhão pagos pela Toyota pelo defeito de súbita aceleração de seus produtos.

Piscou – Sete anos de pressão pelo órgão estadunidense de segurança viária, o NHTSA, e a Takata Corp, fabricante de bolsas de ar, reconheceu, ao menos 34 milhões destes equipamentos contém defeito de fábrica.


Danos - Em acidente eles se rompiam e os usuários eram arremessados contra as partes duras dos veículos. Takata negava responsabilidade. 


Questão lembrava os Toyota acelerando por conta própria: havia o evento, mas desconheciam-se as causas. Mas começa com monumental re call.

Recomeço - Dia 24, Alfa Romeo anunciará seus planos para o futuro, incluindo novos produtos, e volta à tração traseira. 


Na festa de 105 anos da marca, para mostrar o projeto como iniciativa séria, reabrirá o Museu em Arese, fechado e criticado ante a notícia da venda do acervo para fazer recursos.

Patamar - Novo produto, em protótipo chamado Giulia, será sedã concorrente com Mercedes Classe C, BMW series 3, novo Jaguar XF e Audi A3. 


Com este alemão quer identificar-se, aprimorando produto, linha de produção e mão de obra.

Festa – Chinesa Lifan comemora dois anos de vendas do SAV 60, montado no Uruguai. 


Faz balanço e pela venda de quase oito mil unidades, crê ter-se tornado referência como carro chinês; consequência de mudança comportamental no País, com o fim da fidelidade às marcas.

Surpresa – A visita de Li Kegiang, primeiro-ministro da China, ao Brasil foi o Parto da Montanha. 


Pelos rumores e tremores esperavam-se enormes surpresas, capazes de captar investimentos hoje impossíveis ao País.

Transporte – Aguardava-se assinatura para construir linha férrea ligando Atlântico ao Pacífico – não acontecida. 


Idem, nova fábrica de caminhões em Pouso Alegre, MG; ações para a liberação do empréstimo baiano para a chinesa JAC; e anúncio de atividade industrial conjunta entre chinesas Chery e Lifan.

Produto – Prática resumiu-se à criação de Polo Industrial, em Jacareí, SP, onde está a Chery. 


25 empresas instaladas, US$ 700 milhões em investimentos. Doze produtoras de autopeças, cinco afiliadas, duas sistemistas.

Martelo – Volkswagen decidiu: o up! com motor 1.0 turbo chamar-se-á 1.0 TSI, nada de GT ou RS ou TS como imaginado. 


Segundo semestre e com jeito de ser a coisa mais divertida do mercado.

Festão – Mercedes promoveu festa dinâmica no belo e correto autódromo Velo Cittá, em Mogi Guaçu, SP. 


Levou família AMG, fez seriadas apresentações à Imprensa, vendedores dos concessionários, e arrematou com um Ladies Day mesclando apresentação dos produtos, aula de direção.

Razão - Público feminino, maior componente decisório, foi chamado para entender os muitos algo mais dos AMG.


Oportunidade – Na arrancada capitaneada pela Anfavea, a associação dos fabricantes de automóveis, buscando seduzir os 240 mil detentores de carta de crédito em consórcio, a materializar a conta, Mercedes oferece caminhões a preço de fábrica, até 15 de junho, assim como seminovos.


Caminho – Nissan, mais recente das montadoras, aderiu cautelosamente: descontos entre R$ 500 e R$ 1.000 ao cliente trocando a carta de crédito por New March, Versa, Sentra ou picape. 


Deixou a dúvida: R$ 500 ou R$ 1.000 fazem cliente decidir? Outras marcas não oferecem mais? Tais quantias em relação ao preço de um picape não é uma merreca?

Promoção – Mitsubishi instiga nova campanha “Pajero. One million views. One car”. 


Até 18 de junho, internautas deverão postar fotos pelo Instagram respondendo à questão: o que você gostaria de ver da janela do seu Pajero?

Recompensa - Autor da melhor foto poderá focar outras: Mitsubishi cederá Pajero para viagem à Cordilheira dos Andes e Desertos Argentino. Mais?
www.pajeroviews.com.br.


História – 25 de maio finalizou produção do automóvel mais importante do mundo, o Ford Modelo T. No 1927, Henry Ford e seu filho Edsel conduziram a unidade 15M para fora da fábrica – a produção continuou até acabar o estoque de peças para cada uma das montadoras espalhadas mundo a fora.


Fórmula - Era desengonçado em sua peculiar transmissão, duas marchas trocadas pelos pedais; ignição atrapalhada por comutador, vibradores e bobinas, mas motorizou o homem e a América. 


Vendia, sozinho, até 1925, 2/3 da produção estadunidense. 

Preço decrescia pela economia de escala, e chegou a US$ 290 – uns atuais US$ 15 mil.

Em torno – Motorizou a América, criou gerações de compradores e o mercado de venda dos usados – era melhor vender o carro de pneus carecas e comprar um novo -, fazendo daí monumental disponibilidade para carros de corridas.


Tempo – O pesado bloco em ferro – primeiro fundido com cilindros incorporados –, deslocava quase 3.000 cm3 e produzia 20 hp a 1.400 rpm.


Criou o Fordismo como filosofia de construção, implantou a linha de montagem, e bateu recorde nunca igualado no monumental processo vertical da Ford. 


Em quatro dias, o minério de ferro extraído das minas da companhia se transformava em automóvel funcionando, colocado em prancha ferroviária – e faturado à rede! Tipo da pedra ao dólar em 96 horas.

Ford T, deu mobilidade ao mundo, acabou há 88 anos.




Gente - Cledorvino Belini, 65, paulistano, presidente da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) América Latina, prêmio. 


OOOO Executivo de Valor, o melhor gestor no setor de veículos e peças. 

OOOO Escolha do jornal Valor Econômico. 

OOOO Antonino Labate, italiano, executivo, mudança. 

OOOO À hora de se aposentar, após 30 anos em Fiat e Abarth, mudou para a Ducati. 

OOOO Tomará conta operação Brasill. 

OOOO Ducati, de motos, é marca Volkswagen. OOOO
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ESCLARECIMENTO AOS LEITORES: FCA REVELA QUE OS PONTOS DO CARTÃO FIAT ITAUCARD NÃO PODEM SER USADOS NA COMPRA DO JEEP RENEGADE. SERIA IMPORTANTE QUE O BENEFÍCIO CHEGASSE A QUEM DESEJASSE COMPRAR OUTRAS MARCAS DA MONTADORA.

    Foto: Arnaldo Moreira

Diversos leitores, após a matéria de lançamento do Jeep Renegade, consultaram o Blog sobre a possibilidade de poderem utilizar os pontos que têm acumulados nos seus cartões Fiat Itaucard.

Consultada, a assessoria de Imprensa da Jeep, através de e-mail, esclareceu que o Renegade não é da Fiat, e sim da Jeep. 

E como tal, a pontuação de cartão de crédito com bandeira Fiat Itaucard não pode ser usada para aquisição de produtos de outra marca, mesmo que pertençam à Fiat.
"O programa não é FCA, é específico para a marca Fiat", revelou.

Entende-se que a FCA, holding que engloba as marcas da Fiat, por ser muito recente não tenha ainda estendido à Jeep e a suas outras os benefícios do cartão, mas acreditamos que isso possa ser adotado em breve. 

Essa iniciativa será muito bem vinda.


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