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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

ESCÂNDALOS, PROBLEMAS DE SEGURANÇA E FALCATRUAS NAS EMISSÕES ENVOLVENDO AS MAIORES MARCAS DO MUNDO, DRAMAS COM AIR BAGS TAKATA, QUEDAS ACENTUADAS DAS VENDAS NO BRASIL ENVOLVEM O SETOR AUTOMOTIVO



Coluna nº 5215 - 24 de dezembro de 2015

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Ano Novo? E quando 2015 acabará? 

Neste ano atípico, só após Congresso e Supremo Tribunal Federal voltarem de recesso, e complicações do pedido de Impeachment da Presidente, investigações dos integrantes de sua linha sucessória, ritos e poderes se tornarem mais claros. 


Fora o equilíbrio entre o currículo dilmista do novo ministro da Fazenda, e a necessidade oposta de conter gastos e obedecer as contas entre ter e dever. Até lá, sobressaltos diários de novas ideias e intrigas.

Ano em encerramento gregoriano, automóvel e seus assuntos periféricos bem o marcaram. Tema principal não foram os produtos, mas escândalo de problemas de segurança e emissões poluentes envolvendo as maiores marcas do mundo. 

Dramas com air bags Takata em produtos japoneses, chaves de ignição de GMs, e descoberta – com reconhecimento -, das emissões poluentes superando a linha legal pelos motores VW.

No Brasil, maus números em produção e vendas fechando em projetados 2,45 milhões, em torno de 25% inferior a 2014, e sua consequência natural, o desaparecimento de empregos nas indústrias de fazer carros, nos fornecedores, nos revendedores, nos transportadores. Em vendas automóveis caíram, grosseiramente, 25%. Caminhões, 40%. 

O mau projeto econômico do governo Dilma 1 gerou péssimos reflexos em 2015. O professor Mantega e a sra. Belchior, respectivos ex-ministros da Fazenda e do Planejamento merecem medalha por mérito químico: transformaram a esperança numa droga.

Numericamente a queda é vigorosa marcha a ré, repetindo os níveis de 2005 e como dado analítico, estabeleceu tendência com três anos de seguidas quedas, em recuperação projetada em anos. 

Não se imagine recuperação com a mesma velocidade da queda, com a indústria automobilística subitamente acelerando em produção e vendas. 

Há capacidade industrial instalada e ociosa, mão de obra idem, ou seja, por definição é fácil e rápido retomar a fabricação. 

Entretanto, mesmo havendo condições, tal processo não será rápido pois a parte terminal, o balcão onde se vendem automóveis, caminhões, ônibus, tratores, motocicletas, encolheu. 

Calcula a Fenabrave, a federação dos distribuidores, aproximados 1.000 negócios de vendas de veículos tenham fechado as portas. 

A recuperação do mercado não começa na poderosa multinacional, mas na loja da esquina. 

Na prática
Em termos internacionais acompanhamos os sinais de mudança tecnológica em veloz aproximação, trazendo o carro autônomo, sem motorista. 

Operando por rede de transmissão de sinais, capazes de sair da garagem, entrar no trânsito das ruas, tomar a estrada, viajar e chegar ao destino sem interferência do motorista. 

Alterações comportamentais trazidas por tais conquistas ainda são de modesta projeção, mas duas bastam para mudar conceitos surgidos desde o aparecimento do automóvel, há 130 anos: um, perderá a simbologia de poder na mobilidade, sendo promovido a cápsula móvel; outro, tende a dispensar o pertencimento, passando a ser como as bicicletas turísticas, propriedade do poder público ou de investidores – você usa o cartão de crédito, paga, decide para onde ir e a tralha tecnológica te conduzirá.

No país houve, também, a redução do IPI para veículos elétricos, forma de incentivar consumo e justificar produção.

Registro de mudança na processualística da indústria: as casas de estilo independentes, gerando desenhos e construindo os produtos, desapareceram. 

As mais conhecidas e então remanescentes se encerraram. Bertone faliu; Italdesign, leia-se Giugiaro, foi vendida à Volkswagen; e a célebre Pininfarina recém passou à indiana Mahindra e se resumirá a desenhos, sem construção. O fim dos projetos diferenciados é um descenso à mediocridade.

Gente
Alteração no comando das três maiores do mercado, Fiat, VW e GM. Na primeira, Cledorvino Belini, ex mandão geral, passou o comando a Stefen Ketter, brasileiro apesar do nome. Ketter, 57, acumulará função com a Vice Presidência mundial de Manufatura, foi responsável pela construção da fábrica Jeep em Pernambuco. 

É o detentor das chaves de qualidade de construção dos produtos FCA no mundo. Na Volkswagen Thomas Schmall foi promovido com lugar na diretoria mundial, e na GM Jayme Ardilla, então diretor para a América Latina e Brasil, aposentou-se, abriu empresa de consultoria. 

Em seu lugar, ex-Ford, Barry Engle, veio como homem para cortes, ainda não realizados.

Na menor, a Suzuki, idem. Sinergia total com a Mitsubishi: produção, vendas, distribuição. Luiz Rosenfeld, 63, engenheiro, agora ex presidente da Suzuki, dedicar-se-á à sua fábrica de barcos. Não mais existirá um time Suzuki, mas departamento dentro da MMCB.

Olivier Murguet, então condutor da Renault, foi promovido a vice presidente sênior e presidente do Conselho da Região Américas. Fabrice Cambolive assumiu a operação Brasil.

Referência por décadas como executivo de VW e Ford, Jorge Chear, diretor de vendas e marketing da Ford aposentou-se. Guy Rodriguez sucedeu-o.

Mercedes promoveu Dimitri Psilakis, de diretor de automóveis no Brasil a presidente da Mercedes Coreia. Holger Marquardt o substituiu.

Deixando a direção geral da Citroën Francesco Abbruzzesi é diretor da GM, e Ana Theresa Borsari, advogada, assumiu a Peugeot, primeira mulher a conduzir uma montadora no Brasil.

Waldey Sanchez, longa vida ligada à indústria automotora, deixou presidência da Navistar Mercosul e assumiu consultoria para a marca. Em caminhões, presidente da Volvo avisou retornar à Suécia. Sem indicação de sucessor.

Última semana do fim de ano perpassava no mercado aposta da troca de condutor numa das francesas, e ao início do ano, de outro.

Fim de ano substituiu condutores de BMW – antecipada pela Coluna - e Jaguar Land Rover.

Em termos de pessoal, a atividade de montar ou produzir veículos engoliu estimadas 14.000 vagas durante o ano. Crê-se, por efeito multiplicador, 5 vezes mais entre revendedores e transportadores.

Mercado
No cenário de vendas Volkswagen caiu à terceira posição em volume. Fiat, agora FCA, manteve o primeiro lugar, com intensa movimentação, inaugurando portentosa fábrica dentro de um canavial no norte pernambucano. 

De lá extrai o Jeep Renegade e lá dois novos produtos em 2016: o picape Toro; outro produto Jeep. Em Betim, carro menor, de entrada, motor 1,0, quatro cilindros.

Referência importante, pela primeira vez em décadas as três maiores somaram menos de 50% das vendas no mercado.

PSA, junção de Peugeot e Citroën, mundialmente sobreviveu, aumentou produção e participação de mercado. No Mercosul mudou a óptica de produtos, refinando os Peugeot, tirando-o da disputa com carros sem equipamentos. 

Mas ambas perderam muito mercado em 2015. Citroën abduziu de produção o interessante C3 Picasso, criando versão adequada do renovado AirCross para atender à clientela. 

Ambas cortaram fundo em pessoal não produtivo – cerca de 50% nos escritórios –, e buscam recuperar vendas perdidas e explicações, pois a queda ocorreu em paralelo ao lançamento de novos produtos.

Peugeot apresentou o 2008 brasileiro, com vendas menores às suas qualidades.

Renault cresceu a 7,1% do mercado, firmando-se como a quinta em participação. Renovação da linha, com Logan, Sandero, Duster, lançamento do picape Oroch ajudaram. 

Sandero RS, marcado por ganho de performance, ótimo projeto de engenharia, abre porta no mercado para veículos diferenciados por rendimento.

Como foi
Para a Coluna, imodestamente, foi ótimo. Incontável antecipação de informações, análises corretas, levou a ser publicada em 30 veículos – conhecidos, fora a pirataria -, superando os 10 milhões de leitores/mês.

Fiat SpA, a matriz italiana após assumir a Chrysler LLC, fundiu-as sob o nome FCA, transferiu a sede legal de Turim, Itália, para Amsterdam, Holanda, e ações na Bolsa de Londres. 


Cortou o nó górdio da intocabilidade da Ferrari, colocando 10% de suas ações na Bolsa de Nova Iorque. Quer capital para os grandes projetos de expansão das marcas controladas, a partir da volta da Alfa Romeo.
Jeep Renegade, parto em canavial

O Projeto Inovar Auto, imposição do governo contra as marcas importadas, gerou pequenas fábricas para BMW e Audi, já inauguradas, e Mercedes, nos próximos meses. Início com baixa nacionalização. 


Dentre importados ex-líder Kia, amargando enxugar de vendas, terá fôlego em 2016 iniciando importar 4.800 Kias mexicanos, sem impostos de importação.
A3 sedan 1,4, Audi paranaense


Como a Coluna antecipou há um ano, Porsche veio e instalou filial no Brasil para fazê-lo o segundo mercado americano, reduzir preços, aumentar volume.


Ter fábrica no Brasil não é garantia de êxito. A chinesa Chery a fez em Jacareí, SP, mas os desencontros com a mão de obra garrotearam a produção, sem permitir as vendas projetadas. 


Lifan continua com finalização de montagem no Uruguai, e JAC entendeu, nem sempre é bom ser amigo do rei. 

O financiamento pretendido junto ao banco de desenvolvimento da Bahia não se viabilizou, e a atividade hoje é apenas comercial, e em contração.

Localmente há satisfação no mercado com o renascer do VW up!. Melhor dotado entre os 1,0 nacionais, seu conteúdo eleva preço e não obteve as vendas merecidas. 


Final do ano, com o aparecimento da versão TSi, com turbo, a imagem mudou, e as vendas se elevaram. Foi o nacional mais premiado nos juris especializados.

De atualização, VW iniciou montar o Jetta, e deu uma travada no projeto do Golf. Ficou para 2016.


Nissan deve ter concluído, seu modelo March não representa o pico dos desejos dos consumidores. 
Sobre sua plataforma faz o Versa, e completa a linha importando o Sentra. 

Performance baixa, foi cobrada pessoalmente por Carlos Ghosn, condutor mundial, ter 5% do mercado - entretanto marcou 2,9%. Quer 3,1% em 2016.

Japonesas Toyota e Honda mantiveram crescimento pequeno, e Honda, mesmo com o sucesso da linha Fit, City e do bem lançado HR-V, frustrou-se: fez fábrica em Itirapina, SP, para 120 mil unidades/anuais; deu-a como pronta, mas não inaugurou.

Ante a previsão de mercado congelado, passou cadeado na porta e aguardará 2017 para ver se demanda justificará operá-la.

Ocorrências
CAOA Montadora, em Anápolis, Go, assinou Termo de Ajustamento de Conduta TAC, com o Ministério Público. Promete não mentir em publicidade e doou 27 caminhões como indenização.


No âmbito penal, empresários da CAOA e da MMC foram denunciados por suposta interferência junto ao Carf, e vice presidente da Anfavea, e ex assessor presos por suspeita de suborno para obter prorrogação de isenções.


Fenatran, a feira nacional de transportes, surpreendeu-se com a negativa das fabricantes de caminhões em dizer presente. Apenas duas Volvo e DAF apareceram.


Pior referências do mercado foi o fechamento da International de caminhões. Quarta vez que sai do país. A TAC dos jipes Stark, parou, anunciou venda e comprador prometeu revitalizá-la.


Governo
Continua sem política para a indústria automobilística, e deu boa medida de confusão com o tema extintor, ameaçando multar quem não tivesse novo modelo; ignorou se havia disponibilidade no mercado; às vésperas da obrigatoriedade cancelou a obrigatoriedade de uso.


Em amplo espectro, fez acordo comercial com a Colômbia e Uruguai para troca de veículos, mas a tibieza negocial deu primazia e liderança à Argentina e seu novo presidente Maurício Macri. É quem faz aproximação com a união europeia.


Mais
Pouco a registrar em automobilismo de competição. O Autódromo de Brasília foi fechado para reformas, e assim está por questionada ilegalidade no contrato. 


O do Rio de Janeiro, picado para fazer obras para Jogos Olímpicos, sumiu e ficou assim. Categorias internas sem propiciar desenvolvimento, e no exterior a expectativa sobre Felipe Nasr ainda exige tempo de aculturamento na Fórmula 1 e a carro de segunda qualidade.

Movimento colecionista se desenvolve naturalmente, e melhor notícia foi o surgimento do Box 54, empreendimento em tal quilômetro da Rodovia Castelo Branco, nas proximidades de S Paulo. 


É museu, local para abrigo, guarda, locação e vendas de veículos antigos. Fórmula boa e factível de ser copiada.

Enfim, ano desproporcional ao volume pago como impostos, de explicações ofensivas à inteligência média, de sustos com o avançar no patrimônio público para agradar parlamentares. Merecemos mais.


Os pesares, as dificuldades, as injustiças, as irresponsabilidades oficiais por ação ou omissão não merecem ser vistos como padrão ou gabarito. 


Recomendo ao atento leitor manter a fé, rezar, meditar, para manter seu caminho, evitando que tais comportamentos conduzam a sua vida. Bom Natal.
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AUDI É CONSIDERADA, PELA TERCEIRA VEZ CONSECUTIVA, A MARCA MAIS BEM SUCEDIDA NO CONCURSO ORGANIZADO PELAS FAMOSAS REVISTAS AUTO BILD E COMPUTER BILD. A MONTADORA ALEMÃ VENCEU EM CINCO CATEGORIAS NOS CONNECTED CAR 2015


A Audi é, pela terceira vez consecutiva, a Marca mais bem sucedida nos “Connected Car Award”, concurso organizado pelas revistas Auto Bild e Computer Bild. 

A marca dos quatro anéis ganhou cinco de um total de nove prêmios, acrescentando mais um do que nas edições de 2013 e 2014.

O Audi e-tron quattro concept ganhou o primeiro prémio na categoria "New Mobility". Também foi atribuído à Audi o primeiro lugar nas categorias de Navegação, Integração de Internet, Multimédia / Entretenimento e Telefone, pelos mais recentes desenvolvimentos.

A integração da Audi nos serviços da Google foram vitoriosos na categoria Navegação. O hotspot LTE Wi-Fi, que oferece uma rápida transferência de dados até oito dispositivos, foi reconhecido na categoria “Integração de Internet”.


O Audi phone box para ligação e carregamento de telemóveis por indução ficou em primeiro lugar na categoria “Telefone”. 

A vitória na categoria “Multimédia / Entretenimento” foi para o sistema de som 3D da Bang & Olufsen. 

E, finalmente, o Audi e-tron quattro concept conquistou o primeiro lugar neste concurso na categoria “New Mobility” pelo seu sistema visionário de condução elétrica.

“Depois das nossas quatro vitórias em 2014, conseguimos nesta edição o triunfo numa categoria adicional, o que nos deixa mais orgulhosos do que nunca", 
destaca Ricky Hudi, vice-presidente Executivo do Departamento de Desenvolvimento Eletrónico

Para ele trata-se de uma recompensa pelo trabalho árduo de toda a equipa Audi e motiva-nos ainda mais para os desafios do futuro. 

Hudi revelou que também estamos a trabalhar em muitas outras áreas que poderão estabelecer novos marcos no próximo ano, "principalmente na interação da mobilidade e na melhoria contínua da segurança rodoviária”.

Esta é a terceira vez que as revistas Auto Bild e Computer Bild organizaram os “Connected Car awards”. 

Especialistas das duas publicações pré-selecionaram os candidatos pré-selecionados num total de nove categorias distintas. 

Em seguida, os leitores votaram nos seus favoritos. Os troféus” Connected Car Award” serão entregues aos vencedores por oca

O ANO DE 2015 NÃO FOI NADA BOM PARA A INDÚSTRIA AUTOMOBILÍSTICA, UM ANO PARA ESQUECER, NA OPINIÃO DE NOSSO COLUNISTA FERNANDO, MAS ELE MOSTRA O QUE ESTE ANO FOI POSITIVO


Alta Roda 

Nº 868 — 24/12/15

Fernando Calmon


Ano para esquecer

Fazer o balanço de um ano tão difícil para a indústria automobilística, como o de 2015, é tarefa nada agradável. 

Afinal, em dezembro de 2014 se imaginava pequena queda de vendas este ano porque o Produto Interno Bruto (PIB) iria cair 1%. 

As últimas previsões apontam para recuo do PIB no mínimo de 3,5% e isso explica parte do mergulho, sem ser a única nem a principal razão.

EUA e países europeus passaram por crises nos seus mercados internos que em alguns casos chegaram a 50% de encolhimento nos últimos sete anos. 

No entanto, estão em plena recuperação, em especial os EUA. Japão teve queda menor e a China, sempre exceção, apenas diminuiu o ritmo de crescimento em 2015, embora mantenha com folga a posição de maior do mundo com mais de 23 milhões de veículos comercializados.

Quando esta coluna começou, em 1999, registrou grande decepção no emplacamento de veículos (somados automóveis e comerciais leves e pesados). 

O Brasil quase havia rompido a barreira de dois milhões de unidades, exatas 1.943.458, e veio um tombo inesperado de 35% ao fim de dois anos para 1.078.215. 

A partir daí, o mercado voltou a crescer e chegou perto de quatro milhões de unidades: 3.802.071. Falava-se até em vendas de 4,5 milhões, em 2017.

De lá para cá, só frustrações. Foram três quedas sucessivas: 1%, em 2013, 7%, em 2014, e, no mínimo, 27%, em 2015, de acordo com projeções. 

Em três anos, acumulou-se perda acima de 37%. Mesmo previsões mais pessimistas do início deste ano estimavam menos 15%. 

Houve uma conjugação de fatores: antecipação de compras em 2012, aumento de impostos, encolhimento do crédito, menor poder aquisitivo, aumento do desemprego e, acima de tudo, a mistura explosiva de crise política e econômica que minou a confiança dos compradores.

O Brasil perdeu a quarta colocação (2,5 milhões de unidades, em 2015, ou 1 milhão a menos) no ranking mundial de mercados e vai terminar em sexto ou sétimo este ano. 

Uma marcha à ré surpreendente em um País 
com apenas cinco habitantes/veículo. A Honda concluiu a fábrica nova de Itirapina (SP) e decidiu por enquanto não produzir, enquanto a Chery trabalhou com 5% de sua capacidade total, na nova unidade de Jacareí (SP).

Nem tudo foi ruim em 2015. Novidades importantes de produção regional como HR-V, Renegade, 2008 e Duster Oroch (ordem cronológica) e boas reestilizações no Versa, Focus, HB20 e Cobalt, além do up! TSI. 

FCA inaugurou a fábrica de Goiana (PE). Audi voltou a produzir (A3 sedã) e a BMW completou os cinco modelos previstos. 

Apenas carros da faixa superior de preço cresceram em torno de 20%. Preços de tabela ficaram em média alinhados à inflação, mas quem pôde comprar recebeu descontos e bônus. 

As exportações subiram 12%.
Fabricantes que se concentram em automóveis mais acessíveis viram sua fatia de mercado encolher. 

Fiat, GM, VW e Ford (só esta conseguiu ligeiro aumento) ficaram até novembro com 56,5%, somando-se importados e produzidos no Mercosul de cada marca. 

Há 15 anos, os chamados Quatro Grandes abocanhavam mais de 80% do mercado.

Perda de 10% no número de empregos diretos sobre 2014 foi menor do que a queda de produção (cerca de 23%), mas a ociosidade média deve ter superado 30%.

RODA VIVA

ALGUNS fatos positivos também marcaram 2015: fim da obrigatoriedade dos extintores de incêndio (apesar da tentativa de retorno por meio de lobby no Congresso Nacional) e isenção do imposto de importação (II) para carros elétricos. 

Os híbridos, recarregáveis ou não em tomada, foram incentivados com II entre 0 e 7%, dependendo de consumo e montagem no País.

OUTRA boa notícia, agora, no final de ano: previsão do controle eletrônico de estabilidade até 2020 para projetos novos ou com grandes mudanças. 

O prazo não precisava se estender até 2022 para modelos que estão à venda no momento. 

Possivelmente, o governo pensou nos anos difíceis ainda por vir. Retomada discreta das vendas pode se dar apenas em 2017.

HB20X Premium automático de seis marchas é prejudicado pelo preço alto (mais de R$ 65.000 com tela multimídia e bancos de couro marrom), mas atende proposta do conceito “aventureiro”. 

Direção eletroassistida, finalmente, chegou e deveria equipar todos os HB20. Vão livre aumentado em 4,1 cm absorve bem os buracos e, claro, não permite exageros em curvas.

ESTUDO da Delphi mostra crescente aceitação do sistema de ar-condicionado no mercado brasileiro, incluídos os carros importados. 

Em 2008, 67% dos modelos novos vendidos recebiam esse equipamento, mesmo se oferecidos opcionalmente. 

Para 2015, a estimativa é de o percentual subir para 84%. Há impacto no consumo de combustível, mas vale a pena.

GOVERNO de São Paulo reduziu de 90 para 60 dias o prazo para leilão de veículos apreendidos e não reclamados pelos donos. 

Se multas, impostos e taxas não pagos e preço das diárias no pátio ultrapassarem o valor do carro, leilão pode ser antecipado. 

Quem sabe parte das “sucatas” ambulantes saia de circulação, mesmo a isenta de IPVA (mais de 20 anos).
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


CHEVROLET S10 HIGH COUNTRY É BOA DE ESTRADA E NA CIDADE SE IMPÕE NO DESEMPENHO E PRESENÇA: VAI ENCARAR?







High Country é a versão de cabine dupla top de linha da picape Chevrolet S10 que o Blog avaliou 
a conclusão foi conduzir um carro confortável, com uma dirigibilidade privilegiada, um espaço interno extraordinário e uma presença vigorosa na estrada e na cidade, onde impõe respeito aos contumazes donos das ruas. Custa a partir de R$ 160.990.




O porte desta picape, de cara séria, está na razão direta de seu desempenho garantido pelo propulsor 2.8 turbodiesel de 200 cv a 3.600 rpm e 51 kgfm a 2 mil rpm, que oferece arranques e retomadas de fazer inveja a muitos carros: em pouco mais de 10s chega de 0 a 100 km/h, apesar do baixo consumo combinado cidade-estrada de 11 km/l.


Para atingir esse resultado, o motor trabalha acoplado a uma transmissão automática de seis velocidades, com três opções de tração: 4x2, 4x4 ou 4x4 reduzida e controle de velocidade de descida, que comanda do carro em ladeiras muito íngremes.


Sai de fábrica com todos os opcionais da versão LTZ,  que se diferencia pelos  os faróis de máscara negra, o friso cromado nas lateral (linha de cintura), rack no teto, rodas  exclusivas escurecidas, estribos laterais, aplique nos para-choques e um santo antônio cromado e capota marítima da caçamba, com capacidade para 1.061 litros - 1.011 kg.





Ar-condicionado digital, tela multimídia com GPS, câmera de récomputador de bordo, volante multifuncional, retrovisores e ajustes do banco do motorista elétricos, controle de estabilidade e controle de velocidade de cruzeiro completam os mimos da High Country.


A High Country merece um acabamento de painel com material emborrachado, luz nos espelhos dos para-sóis e encosto de braço do motorista e carona deslizante, de resto é um carro que oferece uma dirigibilidade excelente, pela altura do banco. 


terça-feira, 22 de dezembro de 2015

NISSAN ALÉM DE UMA DAS MAIORES VENDEDORAS DE CARROS DO MUNDO É TAMBÉM UM DAS GIGANTES FABRICANTES DE CÂMERAS DE RÉ DA EUROPA. SÃO 3.400 CÂMERAS POR DIA, OU DUAS POR MINUTO


Rolle, Suíça – A Nissan é famosa por ser uma das marcas de automóveis mais vendidas do mundo, mas poucas pessoas percebem que a empresa japonesa está se tornando também, e rapidamente, uma das maiores vendedoras de câmeras da Europa. 


Com mais de dois milhões de unidades de veículos vendidos com câmeras como item de série em menos de dois anos, a Nissan está agora nos calcanhares de alguns dos maiores fabricantes deste equipamento do mundo.


Com o aperfeiçoamento das tecnologias de segurança nos automóveis, os modelos mais vendidos da Nissan têm agora até cinco câmeras por unidade. 

Isso significa que a marca líder em crossovers vende a surpreendente marca de 3.400 câmeras por dia ou mais de duas por minuto.

A multi-premiada gama crossovers da Nissan, que inclui os modelos Qashqai, Juke e X-Trail, foi responsável sozinha por mais de 1,9 milhão de câmeras desde que o renovado Qashqai foi colocado à venda, em 2014. 



As versões mais vendidas de cada um desses modelos têm quatro câmeras de grande angular montadas na frente, atrás e laterais, que são os fundamentos do sistema Around View Monitor(AVM).

O AVM exibe uma visão de 360º, de olho de pássaro, que ajuda o motorista a confirmar visualmente a posição do veículo em relação à linhas brancas e outros veículos próximos, permitindo a manobra de estacionamento com mais facilidade.

Os Nissan Qashqai e X-Trail também contam com uma câmera adicional montada no para-brisas, que é usada em várias funções de alta tecnologia, como reconhecimento de sinais de trânsito. 


Combinados, esses recursos ilustram como a Nissan está fazendo as mais recentes inovações acessíveis a milhões de compradores. 

Tecnologia baseada em câmera também é uma chave de trampolim para um carro totalmente autônomo.

Os sistemas de câmeras que equipam Qashqai e X-Trail ampliam a facilidade para estacionar juntos com o pacote de funções que compõem o Safety Shield, que inclui o Blind Spot Warning (BSW) e Move Object Detection (MOD), os quais serão fundamentais no desenvolvimento futuro da unidade de automóvel autônoma.


Uma das características mais inteligentes dentro do Safety Shield é o sistema inteligente de autolimpeza da câmera traseira, que detecta quando há sujeira e a limpa automaticamente.

Montada logo acima da placa de licença traseira, a câmera usa a água embutida e aparelhos de ar comprimido para limpar as lentes de detritos garantindo que a tela de sete polegadas no painel do carro receba uma imagem clara, proporcionando ótima passageiro e segurança para os pedestres. O computador do sistema das câmeras processa mais de 15 megapixels por segundo.

"Diferentemente de outros sistemas, que dependem de radar para monitorar o movimento ao redor do carro, os três elementos de trabalho do Safety Shield utilizam os dados da câmera do AVM no retrovisor para fornecer visibilidade e proteção excepcionais", diz Christopher Parker, engenheiro-sênior do Safety Shield. 


"A segurança de nossos passageiros é prioridade número um, e a abordagem proativa da Nissan em tecnologia de segurança está lá para ajudar os motoristas em todos os momentos", asseverou.


Com as vendas de crossover em alta, a Nissan prevê que a demanda de carros com essas câmeras chegará a mais de 10 milhões, nos próximos cinco anos. 

Os engenheiros já trabalham na próxima geração de tecnologia de câmera, como a mostrada no carro-conceito Nissan Gripz. 

Nele, duas câmeras incorporadas aos faróis permitem o streaming dos movimentos do carro – on e off road – para a internet.


No Brasil
March, Versa, Frontier, Sentra e Altima, modelos vendidos pela Nissan no mercado brasileiro, contam com a câmera de ré. 


O March, inclusive, foi o primeiro modelo do segmento de compactos a oferecer a opção. 

A câmera de ré traz mais segurança e comodidade já que dá mais confiança ao motorista ao melhorar a visibilidade na traseira, ajudando a evitar colisões com objetos ou pessoas não identificados pelo retrovisor. 

E, em conjunto com a direção elétrica progressiva, deixa a tarefa de estacionar muito mais fácil. 

Afinal, a inovação tecnológica só tem razão de ser quando se traduz em facilidade e conforto para os consumidores.


Principais tecnologias empregadas no Safety Shield da Nissan:
Around View Monitor
Projetado para ajudar nas manobras de estacionamento, o AVM fornece visão geral 360º do carro. 

A tecnologia ajuda aos motoristas a confirmar visualmente a posição do veículo em relação aos lugares de estacionamento e objetos adjacentes, para manobrar com mais facilidade.

Move Object Detection (MOD)
Combina sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, que fornecem avisos sonoros para o motorista ao manobrar – com uma exibição visual acessível por meio do painel de instrumentos do Qashqai – para ajudar o motorista a detectar obstáculos ao redor do veículo ao estacionar ou se movendo lentamente.

Forward Emergency Braking
Usando um sistema de radar totalmente integrado que varre a estrada à frente, o Nissan X-Trail oferece três níveis de assistência aos condutores. 

Primeiro, é um aviso sonoro que alerta o motorista se a diferença para o carro em frente está menor. 

Se o motorista não reagir aos avisos sonoros, os freios são automaticamente aplicados parcialmente. 

Finalmente, se a diferença ainda está menor, os freios serão aplicados mais fortemente, se necessário.

Driver Attention Alert
Com um em cinco acidentes causados ​​por fadiga do condutor em estradas, esse sistema do Nissan X-Trail é uma nova e importante arma para a segurança. 

Depois de aprender o seu estilo de condução, o sistema monitora constantemente os movimentos do motorista, mostrando um alerta no painel central, indicando que o condutor deve fazer uma pausa.

Traffic Sign Recognition
Este sistema inteligente age como um "par extra" de olhos que podem detectar sinais de limite de velocidade e mostrar as suas informações para o motorista. 

Sinais de limite de velocidade são automaticamente lidos pela câmera frontal, que foi programada para funcionar em toda a Europa, independentemente da tipografia nacional. 

Ele ainda reconhece que o limite de velocidade inferior de alguns países na chuva, então os limites em tempo seco e molhado são exibidos para o motorista.

Lane Departure Warning
Projetado para alertar o condutor se o Nissan X-Trail está saindo da pista, usa programação de computador avançado para detectar faixas de rolamento.

Isso permite que o sistema determine se o carro está se movendo fora das faixas. Se isso acontecer, e o motorista não agiu, será dada uma advertência.

Blind Spot Warning
O sistema do Nissan X-Trail usa o Around View Monitor para detectar veículos nas áreas de ponto cego. 

Se um veículo é detectado em qualquer ponto cego, uma luz de advertência acende-se discretamente no espelho retrovisor. 

Se o controlador indica para mudar de faixa e o sistema detecta um veículo na zona de perigo, os flashes de luz e um aviso sonoro é dado.

High Beam Assist
Projetado para garantir que o sistema de iluminação do Nissan X-Trail forneça claridade máxima em determinados momentos, combina uma câmera de alta resolução com um software avançado para detectar quando há mudança de fachos de luz médios para alto ao reconhecer tráfego próximo ou distante.

Confira o vídeo sobre o 
assunto no link abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=Z6FgjSoAv_0

*Com base nas vendas médias de novo Qashqai, Juke, X-Trail, GT-R, LEAF, Pulsar, Nota do novo Qashqai início das vendas no final de janeiro 2014 até final de Novembro de 2015, totalizando 22 meses.


NATAL À PORTA E A POUCO MAIS DE UMA SEMANA DO ANO NOVO ESTÁ NA HORA DE FAZER A REVISÃO DO CARRO PARA NÃO TER SURPRESAS DURANTE A VIAGEM, QUE DE PREFERÊNCIA DEVE SER PLANEJADA.




segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

MONTADORAS A CADA DIA APRESENTAM NOVIDADES TECNOLÓGICAS DE SEGURANÇA, CONFORTABILIDADE E DIRIGIBILIDADE NA DIREÇÃO, VISANDO A SEGURANÇA TANTO DOS PASSAGEIROS QUANTO DOS PEDESTRES, CICLISTAS E OUTROS VEÍCULOS, A FIM DE EVITAR ACIDENTES. A MERCEDES-BENZ APRESENTOU ESSES EQUIPAMENTOS NOS MODELOS CLASSE A E GLA



MECÂNICA ONLINE®

20 / 12 / 2015





Sistemas de assistência de direção – segurança ativa e passiva para automóveis de passeio


Vamos chegando ao final de mais um ano e muita gente já começa a se preparar para cair na estrada com seu automóvel para aproveitar o momento de confraternização que essa época de Natal e Ano Novo nos reserva. 


Infelizmente, após essas festas, observamos que muitos desses encontros terminam não acontecendo, ficando, literalmente, pelo meio do caminho.

Então, caro leitor, fique esperto na condução agora, enquanto não temos disponíveis em nossos veículos, tecnologias como as que vou apresentar abaixo, que tive a oportunidade de conhecer na prática, num evento promovido pela Mercedes-Benz do Brasil, para demonstrar tecnologias de assistência de direção presentes nos veículos da marca.

Durante o evento foram apresentados itens relacionados à segurança ativa e passiva para automóveis de passeio, como o Active Lane Keeping Assist, Active Blind Spot Assist, COLLISION PREVENTION ASSIST PLUS, PRE-SAFE® Brake com reconhecimento de pedestre e o DISTRONIC PLUS com Steering Assist.

“Segurança é um dos principais pilares da Mercedes-Benz desde 1886, com a invenção do automóvel e, hoje, oferecemos tecnologias desenvolvidas para contribuir tanto para a segurança dos condutores quanto dos pedestres, motociclistas e ciclistas. Além disso, acreditamos que o desenvolvimento de sistemas de assistência cada vez mais avançados contribui muito para a interação entre veículos, tornando regiões com tráfego intenso mais dinâmicas e seguras”, afirma Luiz Carlos Moraes, diretor de Relações Institucionais da Mercedes-Benz do Brasil.




Os modelos utilizados durante o evento foram o Classe C e GLA, duas das principais plataformas do atual portfólio da Mercedes-Benz.

Entre as características dos sistemas apresentados, destaca-se a forma combinada de uma tecnologia completando a outra, oferecendo aos clientes da marca maior segurança em diferentes situações de condução.

Por outro lado, nenhum deles anula a responsabilidade do motorista em tomar as decisões e manter a concentração durante a direção.

Todos são sistemas de auxílio para aumentar a segurança e preservar ainda mais a integridade dos ocupantes do veículo e de outros usuários da via.


As tecnologias apresentadas no Tech Day fazem parte do conceito “Intelligent Drive”, que engloba a atuação dos sistemas de assistência em rede de maneira inteligente, estabelecendo uma nova dimensão na busca pela condução livre de acidentes.

Isso é fundamental para a melhoria das condições de trânsito além da segurança dos condutores e pedestres, considerando a interação entre os veículos e a infraestrutura das ruas e estradas.

A direção inteligente é baseada em pesquisa intensiva, além da utilização de ferramentas avançadas e sensores que monitoram o ambiente e dão apoio ao condutor.

O sistema Active Lane Keeping Assist possui sensores que monitoram o trânsito ao redor do automóvel, enquanto as câmeras identificam se a faixa é contínua ou tracejada. 


Na iminência de colisão ao fazer uma conversão com transposição de faixa, o sistema intervém e auxilia o condutor para que ele saia da zona de perigo.

O Active Blind Spot Assist demonstra no espelho retrovisor externo quando automóveis ou motocicletas entram no ponto cego. 


O sistema indica para o motorista ao detectar uma possível situação de risco e pode evitar acidentes com auxílio de frenagem.



O COLLISION PREVENTION ASSIST PLUS tem como função combinar um recurso de aviso de distância apoiado por radar, assistente de frenagem Adaptive Brake Assist e aplicação parcialmente autônoma do sistema de freios.

O PRE-SAFE® Brake com reconhecimento de pedestre possui câmera e sistema de monitoramento de curta, média e longa distância monitorando a área à frente do automóvel e podem juntos reconhecer pessoas localizadas nesse espaço, assim como seus movimentos. Com risco de colisão, o sistema emite um alerta visual e sonoro ao condutor.

Mais avançada tecnologia de assistência da marca, o DISTRONIC PLUS com Steering Assist auxilia na manutenção da distância entre veículos, proporcionando maior estabilidade da direção. Ambos trabalham juntos para manter o condutor no curso correto e prevenir que o veículo seja desviado de maneira não intencional.


“A Mercedes-Benz tem como tradição ser pioneira em patentear novas tecnologias e compartilhá-las com a indústria para contribuir com a evolução do segmento. Eventos como o Tech Day tem esse mesmo objetivo. Queremos demonstrar que sistemas utilizados na Europa podem ser aplicados no Brasil para melhorar a mobilidade em grandes cidades e contribuir para a segurança de todas as pessoas envolvidas no trânsito. Temos a expectativa de conseguir, junto aos órgãos governamentais, regulamentar esses itens e oferecer uma grande contribuição tecnológica à frota do País”, completa Moraes.

========== BOX ==========

• Conceito “Intelligent Drive” engloba uma série de tecnologias que atuam em rede em prol da segurança

• Evento reforça comprometimento da marca, como pioneira na criação do automóvel, em inovar com tecnologias de apoio ao condutor

• Sistemas combinados tornam veículos mais seguros para todas as pessoas que convivem com trânsito, incluindo ciclistas e pedestres
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânica com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

sábado, 19 de dezembro de 2015

MERCEDES-BENZ APRESENTA EM SÃO PAULO OS SISTEMAS DE SEGURANÇA ATIVA E PASSIVA DO CLASSE C E GLA, SISTEMAS QUE PODERÃO EM BREVE ESTAR EQUIPANDO OS CARROS VENDIDOS NO BRASIL


A Mercedes-Benz realizou uma demonstrou da tecnologia de assistência de direção que 
torna os seus veículos mais seguros para passageiros dos carros e ciclistas e pedestres.

A apresentação ocorreu durante o Tech Day, evento que aconteceu, ontem, em São Paulo, em que foram apresentados itens relacionados à segurança ativa e passiva para automóveis de passeio.

O sistema é composto por uma combinação que envolve o Active Lane Keeping Assist, Active Blind Spot Assist, Collision Prevention Assist Plus, Pre-Safe® Brake com reconhecimento de pedestre e o Distronic Plus com Steering Assist.

“Segurança é um dos principais pilares da Mercedes-Benz desde 1886, com a invenção do automóvel e, hoje, oferecemos tecnologias desenvolvidas para contribuir tanto para a segurança dos condutores quanto dos pedestres, motociclistas e ciclistas", ressalta Luiz Carlos Moraes, diretor de Relações Institucionais da Mercedes-Benz do Brasil

Além disso, ressaltou, acreditamos que o desenvolvimento de sistemas de assistência cada vez mais avançados contribui muito para a interação entre veículos, tornando regiões com tráfego intenso mais dinâmicas e seguras.

Os modelos utilizados durante o evento foram o Classe C e GLA, duas das principais plataformas do atual portfólio da Mercedes-Benz. 

Entre as características dos sistemas apresentados, destaca-se a forma combinada de uma tecnologia completando a outra, oferecendo aos clientes da marca maior segurança em diferentes situações de condução. 

Por outro lado, nenhum deles anula a responsabilidade do motorista em tomar as decisões e manter a concentração durante a direção. 

Todos são sistemas de auxílio para aumentar a segurança e preservar ainda mais a integridade dos ocupantes do veículo e de outros usuários da via.

Tecnologias de segurança
As tecnologias apresentadas no Tech Day fazem parte do conceito “Intelligent Drive”, que engloba a atuação dos sistemas de assistência em rede de maneira inteligente, estabelecendo uma nova dimensão na busca pela condução livre de acidentes. 

Isso é fundamental para a melhoria das condições de trânsito além da segurança dos condutores e pedestres, considerando a interação entre os veículos e a infraestrutura das ruas e estradas.

A direção inteligente é baseada em pesquisa intensiva, além da utilização de ferramentas avançadas e sensores que monitoram o ambiente e dão apoio ao condutor.

O sistema Active Lane Keeping Assist possui sensores que monitoram o trânsito ao redor do automóvel, enquanto as câmeras identificam se a faixa é contínua ou tracejada. 

Na iminência de colisão ao fazer uma conversão com transposição de faixa, o sistema intervém e auxilia o condutor para que ele saia da zona de perigo.

O Active Blind Spot Assist demonstra no espelho retrovisor externo quando automóveis ou motocicletas entram no ponto cego. 

O sistema indica para o motorista ao detectar uma possível situação de risco e pode evitar acidentes com auxílio de frenagem.

Collision Prevention Assist Plus tem como função combinar um recurso de aviso de distância apoiado por radar, assistente de frenagem Adaptive Brake Assist e aplicação parcialmente autônoma do sistema de freios.

O Pre-Safe® Brake com reconhecimento de pedestre, possui câmera e sistema de monitoramento de curta, média e longa distância monitorando a área à frente do automóvel e podem juntos reconhecer pessoas localizadas nesse espaço, assim como seus movimentos. 

No caso de risco de colisão, o sistema emite um alerta visual e sonoro ao condutor.

Mais avançada tecnologia de assistência da marca, o Distronic Plus com Steering Assist auxilia na manutenção da distância entre veículos, proporcionando maior estabilidade da direção. 

Ambos, trabalham juntos para manter o condutor no curso correto e prevenir que o veículo seja desviado de maneira não intencional.

“A Mercedes-Benz tradicionalmente, é pioneira em patentear novas tecnologias e compartilhá-las com a indústria para contribuir com a evolução do segmento. Eventos como o Tech Day tem esse mesmo objetivo", 
explicou LuísCarlos Moraes. 

O executivo revelou que "queremos demonstrar que sistemas utilizados na Europa podem ser aplicados no Brasil para melhorar a mobilidade em grandes cidades e contribuir para a segurança de todas as pessoas envolvidas no trânsito". 

Moraes manifestou a expectativa de conseguir, junto aos órgãos governamentais brasileiros, regulamentar esses itens e oferecer uma grande contribuição tecnológica à frota do País.

Confira abaixo o link para o vídeo release:https://www.sendspace.com/file/vh0epo

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

PSA PEUGEOT CITRÖEN FOI APONTADA PELA AGÊNCIA DE RATING VIGEO COMO LÍDER DO SETOR AUTOMOTIVO NO SEGMENTO DA RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL. O GRUPO É O ÚNICO A CONSTAR DO ÍNDICE EURINEX VIEGO WORLD QUE REÚNE AS 120 EMPRESAS MAIS AVANÇADAS DO MUNDO NESSA ÁREA


Em 1º de dezembro de 2015, a PSA foi a única montadora de automóveis a constar do índice Euronext Vigeo World 120, que reúne as 120 empresas mais avançadas do mundo em matéria de Responsabilidade Social Empresarial (RSE).

Ao término de um processo de avalição que se estendeu por cerca de seis meses, a agência de rating Vigeo acaba de divulgar as notas de desempenho RSE da PSA Peugeot Citroën: o Grupo obteve uma progressão de seu desempenho RSE, com um resultado de 61,56/100 pontos, ante 57,88/100 na avaliação anterior, de 2013.

Com esta nota o Grupo se mantém nos quatro índices da Bolsa: Euronext Vigeo World 120, Euronext Vigeo Europa 120, Euronext Vigeo Eurozone 120, Euronext Vigeo França 20.

A agência de notação Vigeo saúda a transparência e o desempenho do Grupo em termos de RSE e envia, sobretudo ao mercado financeiro, um forte sinal de confiança na estratégia do Grupo.

Karine Hillaireau, Responsável pelas relações com as agências de rating, declarou“Ao longo de inúmeras trocas de informações, o Grupo respondeu ponto por ponto a todas as perguntas da agência sobre os seguintes temas: meio ambiente, recursos humanos, direitos humanos, envolvimento com a comunidade, responsabilidade para com os clientes, compras, ética e governança”. Ela acrescentou que “Aevolução da PSA é ainda mais notável pelo fato de o caso Volkswagen ter abalado a credibilidade do setor automotivo, levando as agências de notação a tornar seus processos de avaliação mais densos e rigorosos”.

2015 PARA O SETOR AUTOMOTIVO TRADICIONAL FOI DESASTROSO, COM CONTÍNUAS E ACENTUADAS QUEDAS NAS VENDAS, PÁTIOS DAS MONTADORAS ENTUPIDAS, DISPENSA DE MILHARES DE TRABALHADORES, AO CONTRÁRIO DAS FÁBRICAS DE VEÍCULOS PREMIUM QUE MOSTRARAM BOM DESEMPENHO. A AUDI CENTER, DO RIO DE JANEIRO, REGISTROU, EM 2015, UM CRESCIMENTO DE 20,28%, DE JANEIRO A NOVEMBRO, EM RELAÇÃO AO MESMO PERÍODO DE 2014, PELAS PROMOÇÕES GRAÇAS ÀS AÇÕES DA AUDI BRASIL: CONSTRUÇÃO DA FÁBRICA NO PARANÁ E PROMOÇÕES COM REDUÇÕES REAIS DE PREÇOS

O SUV Audi Q3 é o campeão de vendas entre os carros premium no Rio de Janeiro
Arnaldo Moreira

2015 está encerrando suas atividades daqui a uns dias e com pouco a comemorar, mas nem tudo vai mal. 

O ano encerra-se com uma das mais graves crises políticas da história nacional, a economia em frangalhos e o setor automotivo registrando desempenhos negativos e perigosos com fábricas demitindo trabalhadores, mas na área de carros premium o quadro é colorido, com as importadoras e montadoras do setor registrando crescimento significativo.

No Rio de Janeiro, o Blog ouviu o gerente de Vendas da Audi Center, Leandro Rodrigues, que ressaltou o crescimento de 20,28% nas vendas em relação a 2014. A concessionária comercializou 961 veículos, contra 799, no ano anterior no período de janeiro a novembro.





  1. "Este ano a procura por carros premium foi mais acentuada que no ano passado, apesar da crise", ao atribuir o crescimento a várias ações importantes realizadas pela Audi Brasil: a inauguração da fábrica, no Paraná, já produzindo o A3 Sedan e a seguir o Q3, e as promoções com redução acentuada dos preços - "o que as tradicionais montadoras não fazem".

  2. Leandro Rodrigues justifica a demanda por modelos premium SUV, como o Q3, o mais barato da família - de que, até 30 de novembro deste ano, a Audi Center Rio vendeu, 378 - pelas vantagens oferecidas, a qualidade superior do carro que é equipado com o eficiente e econômico motor 1.4 TFSI turbo, de desempenho superior, que custa a partir de R$ 122.900, e concorre com o Hyundai IX35, Kia Sorrento e Sportage e o Toyota RAV 4.




Para o executivo da Audi Center, o Audi A3 de que foram vendidas no Rio de Janeiro, 365 unidades, este ano, até novembro, é considerado outro sucesso de mercado. 

"Os consumidores estão descobrindo que o A3, sedan ou sportback, oferece um custo X benefício elevado, superior a seus concorrentes, pelo conforto, desempenho e economia, graças a seu motor 1.4 TFSI, turbo e por sua aquisição significar a entrada do cliente no patamar dos carros premium", ressaltou

Leandro Rodrigues reconheceu o aquecimento do mercado dos seminovos ao longo do ano, exatamente por causa da crise e considera que esse segmento deve se mostrar mais forte no primeiro trimestre de 2016, mas não afeta a comercialização dos carros premium, o único que cresceu enquanto as demais montadoras registraram quedas acentuadas, ao longo de todo este ano.


O Audi A3 foi o segundo mais vendido pela Audi Center Rio de janeiro a novembro.


quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

PSA PEUGEOT CITRÖEN TEM NOVA DIRETORA MUNDIAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS. VIRGINIE DE CHASSEY ASSUMIRÁ O CARGO NO 1º DIA DE 2016


A partir de 1º de janeiro de 2016, Virginie de Chassey será a nova Diretora Mundial de Relações Públicas do Grupo PSA Peugeot Citroën. 


Ela ficará ligada a Olivier Bourges, Secretário-Geral do Grupo e Membro do Comitê Executivo.

Virginie de Chassey, 47 anos, formada em História e em Comunicação Social,

iniciou sua carreira em 1993, na empresa Pechiney, onde ocupou funções importantes nas áreas de novas mídias e de relações com a imprensa.

Em 2004, ingressou no Grupo PSA na função de Responsável pela Comunicação Corporativa e, em seguida, como Representante da Comunicação na área de Desenvolvimento Sustentável, de 2007 a 2010. 


Em outubro de 2010, foi nomeada responsável pelo PSA Excellence System, Gestão da Qualidade de Serviços e dos Sistemas de Informação dentro da Direção de Peças e Serviços do Grupo.

Desde 2012, Virginie de Chassey é a responsável pela Comunicação Interna da PSA Peugeot Citroën.

Ela ocupará o lugar de Christian Peugeot, eleito em 14 dezembro de 2015, presidente do Comitê dos Construtores Automotivos Franceses (CCFA), que assumirá suas funções em 1º de janeiro de 2016.

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