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terça-feira, 5 de julho de 2016

GRUPO PSA LANÇA OFENSIVA DE NEGÓCIOS NO MERCADO DE PÓS-VENDA NA EUROPA


O Grupo PSA revelou os detalhes de sua nova estratégia de Pós-Venda Multimarcas – um dos pilares do seu plano estratégico “Push to Pass”. 

A apresentação foi feita aos investidores e diretores dos 50 centros de distribuição do Grupo que serão criados na França, Bélgica e Luxemburgo.

Seguindo as diretrizes do Plano “Push to Pass”, o Pós-Venda do Grupo PSA visa atender às necessidades de todos os tipos de clientes internacionais, independentemente da marca e idade do veículo, do canal de distribuição escolhido (credenciados, oficinas independentes ou Internet) e às suas expectativas em termos de serviços e preços.

Para isso, o Grupo ampliou sua oferta de peças de reposição, que inclui:

• Uma gama de peças de grandes fabricantes de equipamentos originais (OEMs) - a primeira para uma montadora.

• A Eurorepar terá uma gama com 9 mil referências de peças multimarcas a ser lançada no mundo inteiro.

• Uma gama tradicional de peças originais para as marcas do Grupo.

• O site mister-auto.com, já disponível em 13 países, com mais de um milhão de clientes.

Juntas, essas soluções permitem atender a todas as necessidades dos reparadores independentes, que poderão fazer encomendas e compras a partir de uma única base: os Centros de Distribuição Multimarcas do Grupo PSA. 

Cinquenta desses Centros de Distribuição estão sendo criados na França e na Benelux (organização econômica que compreende a Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo), totalizando cerca de 140 lançamentos previstos em toda a Europa.

Em um ambiente cada vez mais competitivo, o objetivo é fornecer uma solução de distribuição de peças automotivas líder de mercado, com um serviço de entrega que atenda às expectativas das oficinas. 

Alguns dos 140 Centros de Distribuição serão criados dentro da própria rede do Grupo PSA, enquanto outros serão confiados a investidores privados. 

Todos eles vão cumprir os critérios de desempenho necessários para o sucesso desse novo negócio.

Para apoiar as suas ambições, o Grupo PSA desenvolve rapidamente sua rede multimarcas de reparo Eurorepar Car Service, que está bem posicionada entre os clientes mais exigentes, independente da marca do seu veículo.

Jean-Baptiste de Chatillon, diretor Financeiro Mundial do Grupo PSA, disse: "Este é um projeto entre o Grupo e os investidores onde ambos ganham, tanto em termos de oportunidades de crescimento em um mercado altamente competitivo, como também em termos de rentabilidade. O Grupo PSA tem forças inegáveis, graças não só à nossa experiência em logística, mas também aos nossos fornecedores parceiros, que prontamente se juntaram a nós nesta formidável aventura”.

Christophe Musy, diretor Mundial de Pós-Venda do Grupo PSA, afirmou: “A criação deste negócio é um marco para o Grupo PSA. Estamos lançando uma enorme ofensiva comercial, passando de uma oferta de peças originais das nossas três marcas para algo muito maior, abrangendo todo o mercado independente de reparo de automóvel para todos os mercados mundiais”.

FORD RANGER GANHA PARTICIPAÇÃO DE MERCADO COM NOVIDADES DA LINHA 2017


A nova Ford Ranger mostrou um bom desempenho no seu primeiro mês completo de vendas, com crescimento de 50% na participação de mercado. 

A linha respondeu por 21,9% do segmento de picapes médias em junho, com 1.888 unidades, e foi a segunda mais vendida com motorização diesel, a mais importante na categoria, nas versões 3.2 e 2.2.

A versão de topo Limited 3.2 Diesel, com design exclusivo e as últimas tecnologias, ampliou sua participação de 20% para 35% das vendas da linha. 

Além de ter o motor mais potente da categoria, de 200 cv, e transmissão automática, é a única a contar com cinco anos de garantia e sete airbags. 

Vem também com piloto automático adaptativo, alerta de colisão, sistema de permanência em faixa, acendimento automático dos faróis, farol alto automático, ajuste elétrico do banco do motorista, sensor de chuva e de estacionamento, entre outros itens.

“A Ranger Limited veio muito forte para competir no segmento de topo das picapes diesel e venceu todos os comparativos com a atual líder da categoria. Esse crescimento de participação mostra que o consumidor reconheceu suas qualidades, com tecnologias voltadas tanto para o desempenho e dirigibilidade como para a segurança, conveniência e conforto”, diz Fabrizzia Borsari, supervisora de Marketing de Picapes da Ford.

Outra versão muito bem aceita da nova Ranger é a 2.2 Diesel XLS automática, novo catálogo que se tornou o segundo mais vendido da linha, combinando preço atrativo com excelente oferta de equipamentos de segurança e conforto. 

É equipada de série com sete airbags, controle eletrônico de estabilidade e tração, direção elétrica, computador de bordo e piloto automático. 

Como as demais versões diesel, já vem com tração 4x4 e diferencial traseiro blocante.

segunda-feira, 4 de julho de 2016

MOTORISTAS QUE CIRCULAREM, DE DIA, PELAS RODOVIAS A PARTIR DO DIA 8, SE FOREM FLAGRADOS COM OS OS FARÓIS BAIXOS DESLIGADOS SERÃO MULTADOS EM R$ 88,13 E GANHARÃO QUATRO PONTOS NA CARTEIRA. A INICIATIVA É POSITIVA. PESQUISAS MOSTRAM A REDUÇÃO DO NÚMERO DE ACIDENTES NAS ESTRADAS, MAS HÁ QUESTÕES QUE PRECISAM SER ACLARADAS. BLOG DESDE SUA CRIAÇÃO EM 2012 SUGERE QUE FARÓIS DEVEM SER LIGADOS DE DIA NÃO SÓ NAS ESTRADAS, MAS NAS CIDADES TAMBÉM




Por
Romildo Guerrante


A partir de sexta-feira, dia 8, será obrigatório acender os faróis baixos durante o dia ao trafegar em rodovias. 

A medida tem aspectos positivos – aumentar a visualização dos veículos, regra básica de direção defensiva, é uma delas -, mas vai encurtar a vida dos faróis e das baterias, os próprios fabricantes admitem. 


E talvez estimular a venda dos tais faróis diurnos, com iluminação de LEDs. As luzes, acredito, podem melhorar um aspecto perigoso de nossa realidade, que são os veículos em sua maioria pintados em cores escuras, que se confundem com o asfalto das estradas. 

Há pesquisas americanas que indicam redução de 5% nos acidentes de trânsito rodoviários com essa prática dos faróis baixos acesos durante o dia. 

Nos Estados Unidos, as estradas são feitas de concreto, mais claro que o asfalto, o que amplia a luminosidade dos faróis. 

Veículos fabricados nos países nórdicos, onde no inverno as condições de visibilidade são críticas, já vêm com um sistema que aciona automaticamente os faróis baixos ao ligar o veículo. 


Aqui no Brasil, tenho a impressão de que a imposição da multa de R$ 88,13 pode permitir que se identifiquem os faróis defeituosos, mas também pode estimular propinas para os agentes da fiscalização, que não fiscalizam, por exemplo, os motoristas que dirigem à noite com os faróis apagados. 

Intuo que possa ocorrer também algo mais subjetivo ao longo do tempo, que é o surgimento de uma nova normalidade, a rotinização do cenário de faróis acesos, sem que isto aumente a atenção de quem dirige.

domingo, 3 de julho de 2016

FORD ATINGE A VENDA DE 1 MILHÃO DE PICAPES F-150 COM A AVANÇADA TECNOLOGIA ECOBOOST, A MESMA USADA NO NEW FIESTA QUE A MONTADORA ESTÁ LANÇANDO NO BRASIL. NO FIM DO ANO, A FORD EQUIPARÁ A PICAPE COM UM MOTOR ECOBOOST 3.5, COM TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA DE 10 VELOCIDADES E TORQUE ACIMA DOS 62 KGFM E SISTEMA "AUTO START STOP" DE SÉRIE


A Ford anunciou o marco de 1 milhão de unidades vendidas da F-150 EcoBoost nos Estados Unidos. 


A picape é a única do segmento a oferecer essa avançada tecnologia de turbo com injeção direta, a mesma utilizada em vários modelos da marca, como o New Fiesta EcoBoost que está sendo lançado no Brasil.

Líder mundial em picapes, a Ford tem hoje mais de 60% das vendas da F-150 representadas pelas versões 2.7 e 3.5 EcoBoost. 


Com essa frota, a picape vai gerar para os seus proprietários uma economia estimada de mais de 416 milhões de litros de gasolina por ano, com capacidade de carga e reboque superior à dos competidores.

O avançado EcoBoost 2.7, com sistema “Auto Start-Stop” de série, tem um consumo estimado 8 km/l na cidade e 11 km/l na estrada. 


Já o poderoso EcoBoost 3.5, com potência equivalente a um motor V8, tem a maior capacidade de reboque da categoria.

No final do ano, a F-150 vai oferecer um novo motor EcoBoost 3.5 de segunda geração, com “Auto Start-Stop” de série e nova transmissão automática de 10 velocidades, que eleva o torque máximo a mais de 62 kgfm, superior aos atuais V6 no mercado.

A F-150 introduziu os motores EcoBoost nos Estados Unidos em 2011 e o seu ritmo de vendas vem crescendo rapidamente. 

Foram necessários 1.000 dias para vender as primeiras 400.000 unidades e apenas 2.000 dias para atingir 1 milhão. 

Este ano, ela já soma mais de 300.000 unidades e a expectativa é chegar a 2 milhões em pouco tempo.

"Estamos provando que com tecnologias avançadas como o EcoBoost e carroceria em liga de alumínio de alta resistência, a Ford continua a superar a concorrência em praticamente todos os parâmetros no segmento de picapes. 
O EcoBoost entrega valor, alta capacidade e desempenho aos clientes, ao mesmo tempo em que atende a sua principal exigência hoje, que é a economia de combustível", diz Doug Scott, gerente de Marketing de Picapes da Ford. 

sábado, 2 de julho de 2016

FORD ANUNCIA LINHA KA COM TAXA ZERO EM 30 MESES E PREÇO A PARTIR DE R$39.990 NA VERSÃO HATCH


o vídeo:

A Ford anunciou suas ofertas no mês de julho, com os preços promocionais a partir de R$39.990 para o Ka e R$42.990 para o Ka+, versão sedã da linha, que podem ser financiados com taxa zero em até 30 meses, mais entrada. 

Uma campanha publicitária vai ao ar hoje, destacando a eficiência dos modelos disponíveis com os motores 1.0 e 1.5 flex de última geração – veja neste link.

Para ilustrar o desempenho dos compactos da Ford, o filme associa a economia de combustível dos veículos com uma nadadora de longa distância, esporte que combina força, resistência e determinação. 

Na linha Ka, isso é ressaltado pela eficiência dos motores 1.0 TiVCT Flex de três cilindros, de 85 cv, e Sigma 1.5 16V Flex, de 110 cv, ambos com Selo A de economia do Conpet. 

A beleza, sublinhada pelo design moderno e o amplo espaço interno, a boa oferta de equipamentos e o baixo custo de manutenção e seguro são outros atributos que contribuem para manter o Ka e o Ka+ entre os mais vendidos do mercado.

Além da televisão, a campanha também inclui veiculação em outras mídias e a criação de um site da Ford(www.ford.com.br/tecnologia-humana) onde os consumidores podem conhecer mais sobre o Ka e o Ka+ e suas tecnologias.

Tanto o hatch como o sedã vêm de série, desde a versão de entrada SE, com direção elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas com controle remoto, limpador e desembaçador traseiro, abertura elétrica do porta-malas, além do compartimento exclusivo para fixação do celular no painel, chamado MyFord Dock, e rádio My Connection Gen.3 com AM/FM, USB e Bluetooth. Sistema de conectividade SYNC e controle eletrônico de estabilidade tração são alguns dos opcionais, conforme a versão.

A CRIAÇÃO DE FAIXAS EXCLUSIVAS PARA MOTOCICLETAS EM VIAS DE GRANDE CIRCULAÇÃO FOI PAUTA DA COMISSÃO DE VIAÇÃO E TRANSPORTES DA CÂMARA DE DEPUTADOS. DE 2010 A 2014, O NÚMERO DE MORTES DE MOTOCICLISTAS AUMENTOU 19%, O QUE NÃO FOI DEBATIDO FOI A FALTA DE CUIDADO E A IRRESPONSABILIDADE DOS MOTOCICLISTAS, RESPONSÁVEIS POR GRANDE NÚMERO DESSES ACIDENTES MORTAIS



O projeto altera que altera a Lei 9.503 (Código de Trânsito Brasileiro) e estabelece a criação de faixas virtuais exclusivas para o trânsito de motocicletas em vias de grande circulação, e fixa velocidades máximas para este tipo de veículo foi apresentada à Comissão de Transportes da Câmara Federal.

Debate ocorreu em audiência pública e discutiu ainda a revisão da formação de condutores e ações de conscientização sobre postura segura no trânsito, itens defendidos pelo Observatório 
Nacional de Segurança Viária (ONSV).


Nos debates, que reuniram deputados, representantes de órgãos executivos de trânsito, e de motociclistas, o Observatório defendeu a revisão do processo de formação do condutor, classificado atualmente como fraco, já que, nele, o futuro condutor é “treinado” em um circuito fechado, realizado em primeira marcha com a utilização apenas do freio traseiro.

Além da revisão na formação do condutor, o Observatório defendeu a importância de que sejam propagados ensinamentos que levem, de fato, à conscientização de que postura segura no trânsito é uma atitude que irá contribuir significativamente com o objetivo principal que o país almeja: reduzir o número de mortos e feridos graves.


Na avaliação do Observatório, a criação de motofaixas seria viável, não como uma competência municipal do Artigo 24 do CTB, mas como regra geral de circulação e conduta prevista no Artigo 29 da lei, que estabelece faixas de circulação, distância de segurança, preferência de passagem, ultrapassagem, entre outros.

Segundo dados consolidados do DataSUS, do Ministério da Saúde, relativos ao número de mortes em acidentes de trânsito nas vias e rodovias do país em 2014, analisados pelo ONSV, as mortes envolvendo motociclistas aumentaram 19% no período de 2010 a 2014. 


Na tentativa de reverter o quadro de mortes em acidentes de trânsito, o Observatório continuará a acompanhar o andamento da questão, sempre com foco na segurança dos usuários das vias, seja na condição de pedestre ou de condutor.


KIA SPORTAGE CHEGA AO BRASIL E ALARGA O PORTFÓLIO DA COREANA NO PAÍS. VEM MAIOR E COM MAIS ESPAÇO PARA PASSAGEIROS E CARGA. CUSTA QUASE R$ 110 MIL, O LX E R$ 135 MIL A EX. A TRADICIONAL VESPA ITALIANA ESTÁ DE VOLTA AO BRASIL. RENAULT INSERE NO BRASIL O KÔLEOS,,,KOLÊOS...KOLEÔ, BEM, É UM SUV COM 175 CV. QUANTO AO NOME A MONTADORA QUE RESOLVA


Coluna nº 2.716 - 30 de Junho de 2016
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Bom, bonito, o Kia Sportage

Quarta edição, sucesso de vendas crescente, projeto premiado, Kia Sportage inicia ser vendido no Brasil e, com esperanças de José Luiz Gandini, importador, de retomar a posição de mais vendido da marca.


Mudou tudo, incluindo design atualizado e conteúdo. Terá sido o último Sportage sob o lápis de Peter Schreyer, festejado designer, presidente da Kia. Deve se aposentar em dois anos e próxima geração surgirá em 2021. 


Embute muita dedicação para se tornar referência, linhas agradáveis, grade e frontal inconfundíveis, incorporando detalhes marcantes em outros produtos, como os frisos em relevo no capô, lembrando esportivos Mercedes, e o perfil do aerofólio traseiro, assemelhado ao do Macan Porsche.

Fugiu do desenho ensandecido em planos e cortes, tão a gosto de coreanos, e tem harmonia de formas. 


Tanta, venceu prêmios de design, como o Red Dot e o iF. Cresceu 4 cm em comprimento, 3 cm em altura, manteve a largura de 185,5 cm e esticou entre eixos em 3 cm, indo a 267 cm. 

Arquitetura interior oferece mais espaço para passageiros e carga. 

Nova construção aderiu à moda tecnológica de aço leve e resistente para áreas de maior esforço, aumentando em 33% sua aplicação, atingindo pontuação máxima em entidades de segurança nos EUA: cinco estrelas no NHTSA e máxima no IIHS.

Conteúdo enriquecido em conforto e segurança, as duas versões compostas para o Brasil tentam cercar os compradores. 


Entrada, mais simples, sem entretanto passar vergonha por não portar revestimento em couro, 10 regulagens elétricas nos bancos frontais, é bastante palatável. 

Altamente recomendável não fosse a omissão do auxílio eletrônico para estabilidade, o EPS, e das aletas sob o volante para o comando manual das marchas, não embarcados por razões de continência.

Motorização única, 4 cilindros, dianteiro, transversal, flex, 2,0 litros, DOHC e 16 válvulas. Com álcool, torque de 20,2 kgmf, e 167 cv; gasálcool, 156 cv e torque de 18,8 kgmf. Transmissão automática, seis velocidades, tração dianteira.



Quanto custa

Versão
R$
LX
109.990
EX
134.990





Kia Sportage, 4ª. Geração revista e melhorada



Saab vai-se
No pós-Guerra, engenheiros aeronáuticos da sueca Saab – a dos caças Grippen – projetaram pequeno automóvel. 


Leve, resistente, aerodinâmico, motor três cilindros, dois tempos. Marcou-se mundialmente por vencer rallyes contra concorrentes mais fortes.

Em 1989, focando no negócio principal, equipamentos de defesa, passou à GM 50% das ações e o controle, gerando o óbvio: se a rede de supermercados compra a ótima doceria do bairro, cai a qualidade, vai-se o charme, negócio fecha. Perdem todos. Ao comprador falta refinamento, sobra grosseria.


GM entrou em crise após tentar assumir a Fiat, e passou a Saab à Skyper, marca exumada para fazer carros esportivos. 


Muita lenha sueca para o caminhãozinho holandês, negócio se inviabilizou.

Foi vendida ao grupo chinês NEV, de carros elétricos, e logo a carroceria do Saab 9-3 movida por eletricidade era o modelo NEVS – S, de Suécia. 


Operação complicou em caixa, fluxo, recursos, desde 2012 entre a recuperação judicial e a falência e, ante planos de se transferir para a China, a holding Saab proibiu o uso da marca e da logo. Os NEVS não serão Saab.

Referencial qualidade é pouco conhecida no Brasil. Em 1956, à implantação da indústria automobilística nacional, numa bravata, a UDN, partido de oposição ao governo JK, para inviabilizar o projeto, criou oportunidade de importação de veículos. 


Entre os neo-importadores a companhia T Janer, trouxe Saabs. Mais famoso, o do arquiteto Oscar Niemeyer, para rodar em Brasília e viagens, ante seu pavor a aviões. 

Início dos anos ’90, representante em S. Paulo vendeu dúzia de unidades e saiu do negócio. Saab agora é história.

Em veículos. Suécia resumiu-se aos caminhões e produtos industriais Volvo. Outras, Scania é Volkswagen, e Volvo automóveis, chinesa.



Saab



Vespa que voltar. De novo
Motoneta, ou, termo da moda, Scooter, italiana Vespa quer voltar à produção no Brasil. 


Novo representante, a Asset Beclley Investments Management, visa construir parque industrial e abastecer Brasil, Mercosul e América Latina e em cinco anos, conquistar 10% do mercado de motos com marcas Vespa e Piaggio.

Pretensões elevadas, repetir participação mundial, como 15,2% e liderança europeia e 21,4% entre scooters. Lidera nos EUA com 20%.


Quarta vez

Chegou ao início da motorização nacional, de 1958 a 1964, pela carioca Panambra. Década após, 1974 a 1983, no modelo de montagem na Zona Franca de Manaus, pela empresa Barra Forte. Fechou.

Voltou em 1985 mudando desenho operacional, societário, pela Motovespa, juntando matriz italiana Piaggio, 45%; Caloi, 45% e B. Forte, 10%. Em 1985 e 1986, em superficial montagem, e, daí, produção e nacionalização de 90%. 

Dado inimaginável, superou a líder Honda CG 125. Pouca duração, em 1987, Caloi deixou a sociedade, e crise de administração encerrou-a, em 1990.

Quatro anos após, a ágil Brandani, de Ribeirão Preto, SP, importou modelo 150 da Índia. Cessou em 2.000. 


Outros quatro anos de ausência, Piaggio e Vespa com outro importador a partir de 2004. Fechou.

Agora, novo empreendedor contratou para implantá-la Longino Morawski, responsável pela sedimentação da Harley-Davidson, e ex-Toyota.



Vespa, de novo, novamente...





Roda-a-Roda

Fumaça – Incalculadas mudanças e prejuízos econômicos para a decisão de o Reino Unido deixar a União Europeia, na indústria automobilística inglesa, para patrões e empregados situação medeia entre o receio e o pavor.


Base – A grande ilha baseia grande número de fabricantes estrangeiros exportando sensível parte de sua produção. Segundo maior fabricante de automóveis ingleses é a japonesa Nissan...


Custos - Sair da UE significa o estabelecer de barreiras administrativas e tributárias para importar e para exportar – ou seja, aumento de preço nos produtos, com inevitável queda em demanda – e risco aos empregos.


Aqui – De lá, Brasil importa Minis, Rolls-Royces e Jaguar Land Rover. BMW informou situação não afetará o preço dos Mini. 


RR é inexpressivo no panorama: quatro unidades, em 2015, nenhuma em 2016. Jaguar e Land Rover entendem cedo para projeções.

Outro lado – Enquanto muitos perderão, cálculos dizem, Bernie Ecclestone, diretor comercial da Fórmula 1, ganhará muito. 


Empresa sediada na Inglaterra, faturamento externo estimado em US$ 2 bilhões, valorizou 10% ande queda de valor da Libra. 

O Brexit deu ao polêmico e processado Ecclestone, mais de inesperados US$ 200 milhões!

Negócio – VW alemã traçou projeto de indenização aos compradores nos EUA de 482.000 veículos diesel TDI com emissões acima do teto legal, o Dieselgate. 


Pagará entre US$ 1 mil e US$ 7 mil, dependendo do carro e caso. Em recall impossível comprará os carros. 

No total, US$ 15 bilhões para encerrar ações no âmbito civil, indenizar proprietários, multas e dedicar a pesquisas.

Razão – História contada pela publicação AutoData diz de estudo da Escola de Guerra Econômica, do Ministério da Defesa francês, apontando o Dieselgate como iniciativa tática dos EUA contra os fabricantes europeus de veículos e a aproximação da Volkswagen à liderança mundial.


Pontos – Relaciona a divulgação da história à véspera do Salão de Frankfurt; a hábil condução para o lado da falha dos alemães sobre o diesel, preferido na Europa, desprezado nos EUA; as multas maiores para Toyota e VW relativamente às aplicadas contra a GM.


Resumo - Capítulo da disputa de condições nas quase secretas negociações para o Tratado Transatlântico.


Tal Cavalo de Tróia regerá relações empresariais em todos os campos de atuação. 

Críticos dizem, Washington entra com as regras, os europeus com a submissão. Sendo, o Dieselgate quebra a canela dos industriais europeus de automóveis.

Mais um – Renault Brasil importará o SUV Koleos. Quer reduzir a ociosidade de sua licença de importação para 4.800 u/a. 


Grande aos padrões nacionais, 4,67m de comprimento, aproximado ao Land Rover Discovery.

Parâmetros – Novo modelo será apresentado na França, próxima semana, e versão importada marcar-se-á pelo refinamento na decoração, motorização 2,5 litros e 175 cv, transmissão CVT, tração total. 


Dúvida maior na Renault é como chamá-lo: Koleô, em pronúncia francesa; Kôleos ou Kolêos? Nome grego, expressão de medicina, nada tem a ver com o produto: é bainha.

SUVs – Em um ano Renault terá quatro utilitários em seu portfólio. Do Kwid, pequeno, a ser apresentado no Salão do Automóvel em São Paulo, novembro, substituindo o Clio; o Captur, pouco maior; o Duster; e o Koleos.



Koleô? Kôleos? Kolêos? No Brasil ao Salão do Automóvel


Primeiro – Dentre novas montadoras de picapes médios no Mercosul, Renault arrancou primeiro: mostrou seu Alaskan na Colômbia. 


Será produzido na fábrica Renault em Córdoba, Argentina – de onde, há 60 anos, saiam picapes Willys.

Setorial – Argentina firma-se como produtora de picapes. Hoje, Toyota Hi-Lux, Ford Ranger e VW Amarok. 


Fará, como a Coluna também antecipou, base comum para picapes Renault Alaskan, e Nissan NP 300 Navara – ou Frontier - na fábrica de Córdoba. 

E estenderá o fornecimento à Mercedes-Benz no modelo Classe GLT, além de Peugeot. Alaskan à venda em julho.


Picape Renault Alaskan, aqui, início de 2017. (Divulgação)



Vem mesmo – Presidente da holding PSA, Carlos Gomes, confirmou picape Peugeot para 1 t, no Mercosul. 


Frédéric Chapuis diretor de veículos comerciais da marca, à frente do projeto. Local não anunciado.

Mais – VW Amarok ganhará motor V6, 3,0 litro, diesel. Vendas em 2017.


Questão – Argentinos dizem, seu presidente Maurício Macri, ouvirá dia 5, na matriz VW na Alemanha, durante visita, investimentos para novo produto na fábrica onde hoje fazem Amarok e CrossFox – lá dito Suran. 


Porta-voz de David Powels, presidente da VW América Latina, desconhece.

Parou – Chinesa Chery, mais nova das montadoras no Brasil, parou linha de produção, até novembro. 


Muito estoque, poucas vendas. Dará férias coletivas, licença remunerada e lay-off – inatividade com pagamento reduzido.

Continua – Processo produtivo interrompido não impedirá lançamento do novo QQ nacional em julho. Formou estoque.


Por cima – Ford aplicou motor de três cilindros, 1.0, à versão Titanium, topo do Fiesta. 


Pico da tecnologia para a cilindrada: turbo, injeção direta, duplo comando variável, pressão variável pela bomba de óleo, dois sistemas de refrigeração e resfriamento dos pistões por jato de óleo.

Mais – Faz 125 cv, torque de 17,3 kgfm e, diz a Ford, o mais econômico do País. Transmissão é a polêmica sequencial antes chamada PowerShift. 


Lançamento não é fato isolado, opção e evento na linha Fiesta, mas integra processo de recuperação de vendas, com mudança de gestão interna – gerente comercial de caminhões venderá automóveis e vice-versa.

Democratização – Versão 1.
0 custa R$ 71.990; 1,6 Sigma SE (R$ 51.990), SEL (R$ 58.790) e Titanium (R$ 70.690), transmissões manual, ou a sequencial.

Charme – Mercedes incluiu o modelo nacional Classe C dentre os vendáveis a pessoas com deficiência. Com direito a isenção de IPI custará R$ 134.144,15.

Curiosidade
– Na lista, o GLA, iniciando produção paulistana. Primeiros a dirigi-lo não foram jornalistas especializados, mas motoristas com deficiência. A público será apresentado em julho.


Clima – José Luiz Gandini, presidente da Kia e da Abeifa, associação dos importadores de veículos, crendo em novos ventos econômicos perlustrou sofás em Brasília. 


Argumenta, cota de 4.800 u/a isenta dos 30 pontos percentuais sobre o IPI de veículos importados, é irreal no país e no setor.

Elegância – Sugere cota seja a média das importações dos três últimos anos pré imposição dos 30% sobre imposto. 


Não toca no assunto de os ex-ministros do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel e Mauro Borges, condutores da legislação, serem indiciados em processos sobre facilidades legais. Ministro Henrique Meirelles, da Fazenda, ouviu com interesse.

Acordo – Brasil e Argentina renovaram acordo automotivo até 2020. Regras tortas mantidas para a isenção alfandegária: cada US$ 1 exportado ao Brasil, a Argentina poderá importar US$ 1,5 em produtos brasileiros.


Subestabelecimento – A partir do dia 8, Resolução do Contran torna obrigatório uso de farol baixo durante o dia, em estradas, como item sinalizador de presença. 


Obrigou mas não explicou. Carros novos têm Luz de Rodagem Diurna, as lanternas com lâmpadas LED. 

Moral da história, concederam aos policiais rodoviários o poder de exegese, a interpretação legal: as LRD LED e sua específica e mundial função substituem os faróis – ou geram multa?

Gente – Lulla Gancia, 92, elegante, passou. 


OOOO Melhor qualificação para a senhora ativa, fina por origem e educação, mulher do Piero Gancia (1922-2010), piloto e representante da marca Alfa Romeo, renovador do automobilismo brasileiro. 

OOOO Lulla foi a responsável pela alteração positiva do Kartódromo de Interlagos; correu com seu motorista nos 1.000 Quilômetros de Brasília – 1966, 5º lugar, na geral - brilhou na apresentação do protótipo Simca Ventania junto com a atriz Normal Bengell, autódromo do Rio. 

OOOO Vladimir Mello, comunicólogo, gerente de Relacionamento da BMW no Brasil, promoção. 

OOOO Entra na folha de pagamento da matriz. Do México assistirá instalação de fábrica, e comandará área no Caribe e América Latina. 

OOOO Frisson no segmento: bom emprego procura titular. OOOO
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sexta-feira, 1 de julho de 2016

VOLKSWAGEN OFERECE BÔNUS ESPECIAL PARA FOX 2017 E NOVO GOL 1.6. A VW DO BRASIL ACABA DE LANÇAR UMA OFERTA ESPECIAL VÁLIDA ATÉ 31 DE JULHO, EM QUALQUER CONCESSIONÁRIA DA MARCA DO PAÍS, SERÁ OFERECIDO UM BÔNUS ESPECIAL AO CLIENTE. BÔNUS, DEPENDENDO DA VERSÃO VARIA ENTRE R$ 800 E R$ 2.000



Na compra da linha Fox 2017, de acordo com a versão do modelo, a Volkswagen oferece um bônus que varia de R$ 800 a R$ 2.000. 

Além do desconto, a Linha Fox será oferecida com taxa zero, entrada de 60% do valor e saldo em 12 parcelas.


Na compra do Novo Gol 1.6, o cliente Volkswagen ganhará um bônus especial de até R$ 1.500. 

Para esta modelo, também estará disponível o Plano Sempre Novo Volkswagen, no qual o cliente pode dar entrada de 30% a 50% do valor, com parcelas até 25% menores do que as de um financiamento comum, divididas em 35 meses.


Já o Golf Variant e o Jetta (linha 2016 ou anterior, se disponível) também estão sendo oferecidos com taxa zero de financiamento, entrada de 60% do valor e saldo em 18 parcelas.

Sempre Novo
O Plano Sempre Novo Volkswagen é uma nova ferramenta de venda criada para facilitar e estimular a compra de um Volkswagen e a troca do veículo pelo cliente a cada três anos. 


Ao final do financiamento, é possível utilizar o próprio veículo para quitar o valor residual, que corresponde a 30% do bem, e dar entrada em um novo Volkswagen. 

O Plano Sempre Novo também oferece as opções de quitar a prestação final ou refinanciá-la, permanecendo com o veículo.

ESTA É UMA NOTÍCIA MUITO IMPORTANTE PARA A SUSTENTABILIDADE DA MOBILIDADE URBANA, QUE BENEFICIARÁ A QUALIDADE DO AR DAS CIDADES NO FUTURO QUE DESEJAMOS NÃO MUITO LONGÍNQUO: CURITIBA RECEBE OS TRÊS PRIMEIROS ÔNIBUS ELÉTRICOS HÍBRIDOS PRODUZIDOS PELA VOLVO EM PARCERIA COM A SIEMENS, QUE PROPORCIONA UMA REDUÇÃO DE CONSUMO DE DIESEL EM ATÉ 75%. O MESMO MODELO ESTÁ EM TESTES EM CINCO CAPITAIS DA EUROPA


A Volvo Bus Latin America inicia, em Curitiba, testes de demonstração do ônibus elétrico híbrido da marca. 

O veículo, foi apresentado hoje pelo prefeito de, Gustavo Fruet, e começa a circular no transporte de passageiros da cidade no dia 18 de julho. 

Curitiba é a primeira cidade da América Latina a receber o modelo, que representa um avanço no projeto de eletromobilidade da Volvo para o desenvolvimento de sistemas de transporte sustentável.


O ônibus elétrico híbrido vai circular no transporte de passageiros na linha Juvevê Agua Verde, por um período de seis meses. “É mais um passo que Curitiba dá na direção da sustentabilidade. 
Queremos cada vez mais incorporar novas tecnologias e reduzir a emissão de poluentes, pensando em soluções que beneficiem o maior número de pessoas e coloquem o coletivo acima do individual”, afirma Fruet.

Com tecnologia plug-in, o elétrico híbrido permite a recarga de bateria em pontos de embarque e desembarque de passageiros. 

O projeto é resultado de uma parceria global da Volvo com a Siemens, que desenvolveu as estações de carregamento rápido da bateria do motor elétrico, que propicia aos veículos maior tempo de operação em modo elétrico, reduzindo o uso de combustíveis fósseis.

O sistema reduz em até 75% o consumo de diesel e a emissão de poluentes. Além disso, o consumo total de energia do modelo é 60% menor que dos ônibus movidos a diesel, o que representa um enorme ganho ambiental para a cidade.

“Este veículo é mais um passo que damos para a consolidação do projeto de eletromobilidade da Volvo na América Latina. Mantemos com Curitiba, cidade sede do Grupo Volvo continente, uma longa história para a demonstração e desenvolvimento de tecnologias e soluções de transporte que ofereçam mais qualidade aos sistemas de transporte e atendam às demandas e compromissos globais de redução de emissões”, afirma Luís Carlos Pimenta, presidente da Volvo Bus Latin America.

O veículo oferece flexibilidade de operação, podendo operar em modo 100% elétrico em áreas definidas (período em que não emite poluentes e é totalmente silencioso), e em modo híbrido em qualquer parte do percurso.

O veículo vai circular na linha Juvevê Água Verde, que tem 22,4 quilômetros e transporta cerca de 2,2 mil passageiros por dia.


A estação para recarga da bateria foi instalada em um ponto de ônibus em uma pracinha da rua Menezes Dória, no bairro Hugo Langue, próximo à Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Agrárias.

A recarga da bateria do motor elétrico é feita durante o tempo embarque e desembarque de passageiros e leva, no máximo, 6 minutos para receber uma carga total. 

A estação carregamento de alta potência foi desenvolvida e instalada pela Siemens.

O elétrico híbrido é a segunda geração de ônibus de baixas ou zero emissões de poluentes desenvolvidos pela Volvo. 

A primeira geração é a dos híbridos, já produzidos em escala no Brasil; e a terceira é a do ônibus 100% elétrico, em testes na Europa.


A bateria do motor elétrico do modelo elétrico híbrido, além de receber as recargas rápidas nas estações, também é carregada com a energia regenerada pelas frenagens do veículo, assim como acontece como os modelos híbridos já em circulação em Curitiba. 

O veículo é do tipo padrón, com capacidade para 91 passageiros. Com um design moderno, oferece aos passageiros conforto, wi-fi e acessibilidade.

Testes
Os testes de demonstração do onibus elétrico híbrido têm como objetivo avaliar e comprovar os ganhos ambientais e a viabilidade da tecnologia para os sistemas de transporte das cidades latino-americanas.

“Nosso objetivo é que Curitiba seja um laboratório e campo de demonstrações da tecnologia com baixas emissões de poluentes para outras cidades brasileiras e de outros países para da América Latina. 

Os resultados dos testes vão nos oferecer informações importantes para o desenvolvimento de um projeto sólido de eletromobilidade no continente”, afirma André Trombini, gerente de Estratégia e Novos negócios da Volvo Bus Latin America.

Durante os seis meses de demonstração, o elétrico híbrido será comparado a outros dois ônibus com a mesma configuração e capacidade de passageiro: um híbrido e um movido a diesel. 

Os três vão circular na mesma linha e com as mesmas condições de intensidade de tráfego e passageiros. 

O objetivo é avaliar e comparar a performance de cada um dos modelos em consumo de combustível, a redução de emissões, a eficiência energética e o custo operacional.

Os testes de demonstração do elétrico híbrido em Curitiba são a terceira fase do desenvolvimento do projeto de eletromobilidade da Volvo na América Latina. 

A primeira fase foi o início da produção e comercialização do híbrido convencional no Brasil, e a segunda a demonstração do híbrido articulado que está em operação também em Curitiba.

Os dados dos veículos serão monitorados por meio de telemetria, com o sistema de gerenciamento de frotas da Volvo. 

O sistema oferece informações como consumo de combustível, emissão de poluentes, distância percorrida no modo 100% elétrico e aproveitamento das frenagens para recarga da bateria do motor elétrico. 

Além de dados de quantidade de passageiros e segurança como frenagens, curvas e acelerações bruscas.

Integrada ao gerenciamento de frotas, o veículo possui ainda uma funcionalidade que permite definir as áreas onde o ônibus vai operar no modo 100% elétrico e limitar sua velocidade máxima onde há grande fluxo de pedestres. 

Nestas áreas, por exemplo, mesmo que o motorista acelere, o veículo não ultrapassa a velocidade definida. 

 A definição da URBS para a operação do ônibus elétrico híbrido em Curitiba, é que ele circule no modo 100% elétrico nas ruas de área calma onde a velocidade máxima é de 40 km/h.

Lançado na Europa, em 2014, o elétrico híbrido é a segunda geração de ônibus híbridos da Volvo. 

O modelo está em operação em cidades como Gotemburgo, Hamburgo, Luxemburgo e Estocolmo.

Eletromobilidade
A demonstração do elétrico híbrido, em Curitiba, faz parte de uma estratégia global da Volvo Buses, para desenvolvimento do projeto de eletromobilidade da marca, que prevê a oferta de soluções de transporte urbano sustentáveis do ponto de vista ambiental e econômico.

Os testes não envolvem qualquer custo para Curitiba. São uma parceira entre a Volvo, a Siemens, Ericsson, URBS, o Setransp (Sindicato das Empresas de Onibus de Curitiba e Região Metropolitana), UTFPR (Universidade Tecnológica do Paraná) e as empresas de transporte urbano Redentor, Cidade Sorriso e Glória.

BMW GROUP BRASIL INICIA EXPORTAÇÃO DO BMW X1 PARA OS ESTADOS UNIDOS. SERÃO 10 MIL CARROS VENDIDOS PELA FÁBRICA DE ARAQUARI, QUE O ESTADUNIDENSES PAGARÃO POR CADA UM US$ 29,600 (AO CÂMBIO DE HOJE EM TORNO DE R$ 90 MIL. O CARRO CUSTA NO BRASIL CERCA DE R$ 160 MIL, MAIS R$ 70 MIL



O BMW Group Brasil iniciou o embarque da primeira remessa de veículos produzidos em solo brasileiro para os Estados Unidos. 

O inédito plano de exportação da marca bávara, que contempla o envio de 10 mil unidades do novo BMW X1 ao mercado estadunidense, foi realizado no Porto de Paranaguá, Paraná.

O primeiro lote tem 207 unidades, enviadas em ação logística idealizada pela Wallenius Wilhelmsen Logistics (WWL),
 empresa sueco-norueguesa parceira do BMW Group Brasil, devem chegar entre 20 de julho e 1º de agosto. 

A primeira versão brasileira enviada para os Estados Unidos é o BMW X1 XDrive 28i, produzido no complexo fabril catarinense e equipado com motor de quatro cilindros, 2.0 litros, movido a gasolina, é capaz de entregar 240 cv de potência e 350 Nm de torque máximo. 

Entre as tecnologias de gerenciamento do motor, os destaques ficam para o Driving Experience Control com Eco Pro, a função Auto Start/Stop e a tecnologia de regeneração de energia de frenagem que possibilitam atingir o melhor equilíbrio entre desempenho e eficiência.

Já o prazer de dirigir é ressaltado pelo volante esportivo equipado com paddle-shifts para rápida troca de marchas. 

Além disso, o novo BMW X1 agrega ainda equipamentos de segurança de série, como seis air bags, controles de estabilidade e tração, pneus com tecnologia Runflat e faróis com tecnologia full-LED. 

O modelo inclui também sensores de estacionamento traseiro e de chuva, com acionamento automático dos faróis baixos, e rodas de liga leve, aro 18.


A cerimônia de embarque contou com a presença da diretora de Relações Governamentais do BMW Group Brasil, Gleide Souza, e do vice-presidente sênior da fábrica do BMW Group, em Araquari, Carsten Stoecker.

"Iniciamos em abril um novo e significativo capítulo do BMW Group Brasil, que reforça nosso compromisso com o investimento no País. Demos o primeiro passo para demonstrar que a fábrica de Araquari mantém a qualidade e eficiência exigida, estando apta a fornecer veículos a um dos mercados mais exigentes do mundo", exalta Gleide Souza, diretora de Relações Governamentais do BMW Group Brasil.

A fábrica do BMW Group, em Araquari
Com uma área total de 1,5 milhão de metros quadrados, dos quais 500 mil metros quadrados de área pavimentada, essa fábrica do BMW Group é a 30ª unidade fabril da empresa no mundo, em 14 países. 

Com investimento de mais de R$ 800 milhões, a fábrica atesta sua excelência e qualidade em produção com a confirmação do projeto de exportação aos EUA.



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