Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Assista o momentos da Copa Troller no vídeo emocionante


Troller realizou no último sábado a grande final de seu rali de regularidade. Esta prova da Copa Troller aconteceu na cidade de Londrina, no Paraná. Cerca de 70 carros participaram da disputa. Foram cinco horas de rali numa distância de 200 quilômetros.

Veja os melhores momentos do rali no vídeo release em alta resolução com imagens espetaculares e entrevistas com os campeões de 2017 da Copa Troller, entre outros.

Para fazer o download, clique aqui.


Fãs da Vespa terão box exclusivo no Salão Duas Rodas 2017. Quem adquirir o Box Super Fã adquire um test ride de alta cilindrada no circuito Duas Rodas Experience




São Paulo, 01 de novembro de 2017 - Amantes do motociclismo têm uma novidade exclusiva para o Salão Duas Rodas 2017, que acontece de 14 a 19 de novembro no Expo São Paulo: o “Box Super Fã”.

A Vespa é uma das quatro marcas que estampam as caixas personalizadas com brindes exclusivos da marca. Quem adquire o box tem direito a alguns benefícios, como acesso ao Lounge Premium e ingresso “Easy Rider” com validade para visita única no dia escolhido, além da entrada exclusiva e participação no test ride de alta cilindrada, o Duas Rodas Experience.


Cada Box Super Fã está sendo vendido a R$ 300,00. É importante ressaltar que os super fãs da Vespa devem se apressar e já garantir o seu, afinal, o kit tem edição limitada e já está à venda.

VESPA NO BRASIL – Desenhada na Itália pela Piaggio no pós-guerra, a Vespa, pioneira da linha scooter, chegou para fazer história. 
Mais de 70 anos depois a marca continuar no coração de pessoas de todas as idades e estilos. A Vespa chegou ao Brasil nos anos 50, sob importação. 

O primeiro modelo lançado em solo brasileiro foi a Vespa M3 que possuía três marchas. Nos anos 80, a Vespa PX 200E alcançou a vice-liderança dentre os modelos duas rodas mais vendidos na época. Para o Salão Duas Rodas 2018, a Vespa apresentará modelos como a família Primavera e a Classic 150. Visite o estande da marca italiana no Salão Duas Rodas: G 10.


SALÃO DUAS RODAS
São Paulo Expo


Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5, Água Funda, São Paulo, SP

14 a 19 de novembro de 2017

De terça a sábado, das 14 às 22 horas (entrada até às 21 horas)

Domingo, das 11 às 19 horas (entrada até às 17 horas)

Ingressos: www.salaoduasrodas.com.br/ingressos

A Ford registrou o seu melhor resultado do ano em outubro com uma participação de 10,4% nas vendas. Foram mais de 21.000 unidades emplacadas, o maior volume desde agosto de 2015,



A Ford registrou o seu melhor resultado do ano em outubro com uma participação de 10,4% nas vendas. Foram mais de 21.000 unidades emplacadas, o maior volume desde agosto de 2015, com o Ka sendo o segundo veículo mais vendido do País e o EcoSport entre os mais vendidos dos SUVs. O crescimento da marca foi de 8% comparado a setembro, enquanto a indústria avançou apenas 2%.

O desempenho do Ka gerou um novo recorde histórico de participação do modelo, com 14,8% do segmento. As vendas do hatch somaram perto de 10.000 unidades, um crescimento de 11% comparado ao mês anterior.

“A evolução contínua do Ka no segmento demonstra que é um produto que caiu nas graças do consumidor brasileiro, por oferecer uma combinação única nos atributos mais relevantes, como segurança e economia, sem abrir mão de potência e design atraente”, destaca Antônio Baltar Jr., diretor de Marketing, Vendas e Serviços da Ford.


Outro destaque da Ford foi o EcoSport, que já no seu segundo mês de lançamento atingiu a marca de 3.254 unidades, um crescimento de 3% em relação a setembro. 

Com isso, o utilitário esportivo continua figurando entre os mais vendidos do País, atingindo uma participação de 12% no seu segmento.

No segmento de picapes, a Ranger mostrou um crescimento 20% e avançou principalmente nas versões a diesel. O Fusion manteve a liderança dos sedãs CD de luxo, com 70% das vendas.

“Os resultados de outubro confirmam a grande aceitação da nossa marca pelos consumidores e os sinais de recuperação do mercado. Estamos felizes em ver os indicadores positivos da economia, que abrem boas perspectivas também para os próximos meses”, completa Baltar. 

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

BMW Group adopts new approaches for a more sustainable battery cell supply chain. Plans call for greater transparency and concrete measures for cobalt mining. The BMW Group has set itself the goal of enhancing the transparency of its battery cell supply chain and exploring options for model projects in the Democratic Republic of Congo.


Cobalt is one of the key components in production of electrified vehicles and is used in significant quantities in high-voltage batteries for electric vehicles and plug-in hybrids. 

The challenge facing companies that work with cobalt as a raw material is that risks related to environmental standards and human rights cannot be completely eliminated in cobalt mining.

Since the beginning, more than one and a half years ago, the BMW Group has been participating in the Responsible Cobalt Initiative (RCI), together with many other companies and organisations, the government of the Democratic Republic of Congo and the Organisation for Economic Cooperation and Development. 

The aim of this initiative is to increase transparency and governance, and implement collective measures to overcome social and environmental risks in the cobalt supply chain.

In this context, the BMW Group 
has decided to take further steps:
First, the company will increase the transparency of its own cobalt supply chain by the end of the year, by releasing information on smelters and countries of origin for raw materials – even though these smelters are not direct BMW Group suppliers, but companies named as sources by BMW Group suppliers.

The BMW Group is also currently working with an independent partner on a feasibility study to explore to what extent the social and ecological situation can be sustainably improved through model mines for artisanal mining in the Democratic Republic of Congo. 

The study is specifically evaluating whether local model projects could be implemented with the potential for scalability at a later date.

Ursula Mathar, head of Sustainability and Environmental Protection at the BMW Group: “The BMW Group does not procure any cobalt itself; it only comes into contact with this raw material through the purchase of battery cells, for example. However, we are well aware that growing demand for electric vehicles also goes hand-in-hand with a responsibility for the extraction of relevant raw materials, such as cobalt. As a premium manufacturer – and in the interests of our customers – we aim to establish a transparent and sustainable supply chain that meets the highest standards.”

The BMW Group currently expects the first steps in verifying a local model project to coincide with the publication of smelters and countries of origin in December 2017.

With the measures it is taking in the battery cell supply chain, the BMW Group is emphasising its holistic approach to e-mobility — looking at all areas of the value chain in order to drive forward sustainable mobility solutions.

Lifan completa cinco anos no Brasil e projeta crescimento em 2018


No momento em que completa cinco anos de atuação no mercado brasileiro, a Lifan Motors confirma a chegada do SUV X80 e espera anunciar em breve outro SUV novo em 2018. 


Ambos se juntarão ao novo X60 para aumentar a linha de produtos e impulsionar a retomada do crescimento da marca no Brasil.

Apesar do pouco tempo que atua comercialmente no País, a Lifan Motors marcou sua presença no mercado dentro de segmento de SUVs, com o X60, SUV compacto lançado em 2013 e que se tornou o veículo de marca chinesa mais vendido no Brasil em 2014, 2015 e 2016.

Com o recente lançamento do X60 2018, agora com a versão com câmbio automático CVT, e a chegada a partir do próximo ano de novos veículos da Lifan no Brasil, os executivos da Lifan Motors projetam um crescimento mais vigoroso da marca no mercado brasileiro a partir de 2018.

“Queremos retomar o bom ritmo de vendas que tivemos nos 2 primeiros anos e com a chegada dos novos produtos voltar a crescer para consolidar nossa presença no mercado brasileiro”, prevê Jair Leite de Oliveira, diretor comercial da Lifan.

Jair participou recentemente da Quarta Convenção Global de Distribuidores Lifan Motors, que aconteceu em Lijiang, na China, quando a Lifan Motors apresentou seus planos para os próximos anos.


“Desenvolvimento de plataformas para novas famílias de produtos, com foco na qualidade de processos de fabricação e busca continua de soluções em energia alternativa são as prioridades”, expõe Jair.

Os novos carros anunciados para o Brasil são os primeiros frutos deste novo plano, que representa a terceira geração de automóveis Lifan e inclui 14 novos produtos nos próximos 5 anos. O Lifan X80, é o primeiro deles que chegará por aqui. 

Trata-se de um SUV grande e luxuoso para 7 passageiros que foi exibido no Salão do Automóvel de São Paulo em 2016 e causou grande e positivo impacto no público brasileiro. 

Os próximos lançamentos ainda estão em fase final para apresentação na China para depois serem apresentados no Brasil.


Lifan no mundo
Fundado em 1992, o Grupo Lifan (Chongqing Lifan Holding Co. Ltd.) é um grupo empresarial privado que fabrica automóveis, motocicletas, motores e máquinas, além de investir em novas fontes de energia alternativa e também nas áreas financeira e imobiliária.

São 27 unidades de fabricação espalhadas por nove países (China, Rússia, Irã, Iraque, Uruguai, Etiópia, Vietnã, Tailândia e Turquia) que fornecem para 117 países. 


O primeiro automóvel Lifan foi fabricado em 2006 – o hatch 520. A Lifan foi o quarto maior exportador de automóveis da China em 2016 e seu Centro de Pesquisa e Desenvolvimento é considerado o 8º mais completo da China.

Em 2015 a Lifan apresentou seu projeto “I-Blue” para utilização de energia limpa e renovável. Fruto do “I-Blue”, já está em operação na China a primeira plataforma de uso compartilhado de veículos elétricos. 


Através de um APP, o usuário – sem comprar nem recarregar as baterias – compartilha o uso de um carro elétrico para suas viagens urbanas, uma solução racional e alinhada com o futuro da mobilidade. Na China já são mais de um milhão de usuários do sistema, que utilizam os veículos elétricos Lifan.

Lifan no Brasil
A Lifan Motors assumiu a operação de sua marca no Brasil em outubro de 2012. A estrutura da empresa inclui a unidade montadora no Uruguai, o centro de distribuição de veículos em Itajaí (SC) e o centro de distribuição de peças junto com a sede da empresa em Salto, no interior de São Paulo.

O primeiro veículo apresentado foi o SUV X60, em maio de 2013, que conquistou a liderança entre os veículos de marcas chinesas em 2014, posição mantida até 2016. 


Desde o princípio o foco da empresa está nos serviços pós-vendas e a rede de distribuição da marca no Brasil conta hoje com 48 concessionárias. 

Resultado prático deste trabalho de pós-vendas é o reconhecimento do público quanto à seriedade da marca e seus bons serviços, o que é atestado pelo site “Reclame Aqui”, que atribuiu excelentes notas à Lifan Motors em 2017.

Coluna do Nasser comemora meio século de publicação ininterrupta e serviços imensos prestados à informação automotiva e automobilística no País. Roberto Nasser receba os parabéns do Blog e desejos de muito sucesso desta publicação que se confunde com a história automotiva brasileira


Coluna nº 4.417 - 1º de novembro de 2017
________________________________________________

Indústria automobilística, um longo olhar de 50 anos


Reprodução da 1ª Coluna. 50 anos.


Um dos dizeres no colecionar automóveis antigos, o antigomobilismo - neologismo no Dicionário Houaiss – define, o automóvel escolhe o dono - e sabe para onde conduzi-lo.

Válido para mim e minha vida profissional. No caso, um sofrido sedã DKW Vemag fez-me privilegiado observador de 50 anos da indústria do automóvel, levando-me às Olivetti e à banca de advogado especializado.

O residir em Brasília pós inauguração auxiliou muito. Não apenas pelo aspecto institucional, quando a autoridade do Executivo ou do Judiciário – o Legislativo tinha autonomia restrita no período – podia ser seu vizinho de porta, quanto pelo fato de o Plano Piloto reunir a maior concentração de carros nacionais, a frota mais nova do país. 

Era consequente ao incremento à renda do funcionalismo transferido e do início da democratização do automóvel. Havia a considerar, era a única cidade do país onde o esporte preferido era o automobilismo.

Agente de evolução, o motor do gasto Vemag azul, de teto prata, foi submetido a receita publicada numa revista. Dois sem-noção, o agora saudoso Aruí Pinheiro de Souza e eu, cometemos doméstica​ tentativa para melhorar seu rendimento.

Se deu certo? E podia? Era uma mão de obra para funcionar. Primeiro, tirar as velas de gama térmica fria e colocar as quentes. 

Virar o arranque sem acelerar; depois, com o afogador puxado; ao pegar, mantê-lo afogado até ameaçar morrer inundado de gasolina. Aí, leve pressão no acelerador e um minuto com o pé suave para limpar o excesso de combustível. 

Após, desligar o motor e trocar as velas quentes por outras médias. Repetir o processo, esperar o marcador de temperatura iniciar seu caminho pelo quadrante; desligar; trocar as velas pelas ditas frias. Aí, então, podia-se apontá-lo para a Universidade de Brasília.

Era coisa de 15 minutos toda manhã, com filtro de ar e ferramentas sobre a grama em frente à portaria social do bloco K, mãos sujas e o formidável cheiro do Castrol R, lubrificante para corridas, amostra olorosa e de intimidade com o ambiente esportivo.

O Ari Cunha, hoje condômino e vice-presidente dos Diários Associados, era editor do Correio Braziliense, vizinho no primeiro andar – e compulsório participante pelo barulho, fumaça e odor da mistura gasolina+óleo queimada. 

Um dia, saindo do prédio, ao me cumprimentar, falou: "- Se você escrever a metade do que faz em mecânica, precisamos de você no Correio. Quero fazer uma coluna sobre automóveis." Foi na manhã da segunda-feira, 30, outubro, 1967.

Na quinta-feira, 2, novembro, feriado de Finados, saía a primeira. José Hélder de Souza, editor do segundo caderno, alma boa atrás de cara brava, recebeu-a, sequer retocou. Começou assim, há 50 anos.


Cenário
Época de muitas mudanças, encerrando-se o segundo ciclo de motorização no país. O governo revolucionário mudou as regras de instalação, cancelou o projeto de criar carros brasileiros por empresas nacionais e fomentou sua venda. 

As então nacionais Willys, Vemag, Simca, FNM passaram a controladoras estrangeiras – Ford, VW, Chrysler, Alfa Romeo. 

A ​Coluna ajudou a ​moldar minha vida e especialidade como advogado após formado. Em início, era indefinida em espaço e periodicidade, mesclou cobertura do tema, lançamentos de novos participantes, e movimento de corridas. 

O novo ciclo incluiu lançamento do motor VW 1.300, apto a expandir cilindrada, insuflou preparação, construção de protótipos, novos pequenos fabricantes com a arquitetura mecânica Volkswagen. 

Não era bem-comportada. Era palpiteira, crítica, personalista, escrita na primeira pessoa do singular, num auto desafio: fazer cobertura tão bem informada quanto os jornais cariocas e paulistas, onde à época estavam as indústrias de automóveis. 

Caminhões não eram tema, por coerência e falta de vivência ou leituras específicas. Isto mudou num dia, chegado da UnB para entregar meu texto na redação, o dito Zé Hélder informou ser necessário dar mais cobertura a caminhões. 

Não entendo disto – como se entendesse de automóveis ... - expliquei. Não posso fazer. É ordem do Edilson, explicou. Edilson, para ele, dr. Edilson Cid Varella para mim, presidente da S/A editora do Correio. 

Conhecia-o com superficialidade. Morávamos na mesma quadra, meus pais e ele tinham amigos em comum. Fui à sua sala, recebido sem complicações, expliquei não poder atender ao pedido. 

Ganhei aula gentil: Caminhões podem ser bons anunciantes, e os anúncios é que pagam as contas, até o seu salário. Assim, se você não entende, gostaria de ponderar que passe a entender. Entendi a ordem. Foi um outro DKW Vemag na minha vida. O conhecimento absorvido teve resultado impensado. 

Após laureado em Direito saber do que falava ajudou-me a conquistar clientes do ramo, e, para estes, obter medidas legais como o aumento do comprimento dos caminhões, do peso bruto sobre eixos, reclassificação fiscal, por aí.

A operação automobilística no Brasil tem marca mundial: a rentabilidade elevada, desde sempre. Teve até CPI na Câmara. E outra, escolhas de produto nem sempre felizes. Ford é bom exemplo: o Gálaxie, então modelo de mais luxo no País, foi um tiro n’água: nunca decolou, seu maior ano de vendas foi o do lançamento. 

Terceiro produto, o Maverick, insistiu na escola norte-americana, quando o desenho do País mudara às preferências europeias, como mostrava o Corcel, um Renault. Companhia, a primeira a vir para o País, quase deixou-o na década de ’80, mantendo-se associada à Volkswagen sob o rótulo de Autolatina. Da liderança hoje trópica do quarto lugar para baixo.

De operações industriais,​ três têm especial relevo: a Fiat revolucionou com o motor transversal e itens pouco sabidos, especificações em folgas e tolerâncias. 

Mostrou como o País estava atrasado no convívio com os automóveis. Os óleos lubrificantes de então tinha classificação limitada a SD – hoje está próxima ao final do alfabeto. 

Outra conquista como advogado. Das novas, o ciclo Toyota deflagrador de qualidade no País, e a surpreendente Hyundai e o HB20, o mono produto mais vendido do País.

Período rico em mudanças, e a utilização do álcool como combustível foi oportunidade perdida em liderar produção e tecnologia mundiais. 

O governo federal não o tocou como questão de Estado, mas apenas como de varejo. Daí, sabemos produzir. Usar, não!

Nossos veículos são inquestionavelmente resistentes – é o grande know-how nacional -, mas a indústria do automóvel é tratada como coisa isolada, sem integrar planos de governo. 

Usa alíquotas anti-importação em seu limite máximo para impedir a sadia concorrência dificultando a entrada dos importados, cultivando a ineficiência, rentável aos fabricantes, lesiva ao País. 

A última aventura, o Inovar-Auto, nada inovou ao permitir montagem de veículos com percentuais de nacionalização idênticos aos praticados ao início dos anos ’50, antes da implantação da indústria automobilística. 

A abertura dos portos à importação, pensada desde o governo Sarney, corporificou-se com o de Collor. Ato de coragem, acabou travado pela aplicação de taxas em seu teto máximo.

A presença dos importados a preços inicialmente competitivos acabou com as pequenas indústrias locais, usualmente utilizando plataforma VW. 

Sem voz corporativa não quiseram negociar forma de sobrevivência e acabaram se estiolando. Sobrou a única com projeto completo de produto e construção, a Gurgel. 

No governo Itamar, sucessor, criou-se a fórmula do carro popular, com motor 1,0 litro, para dinamizar vendas e produção. Solução política de razões esvaídas no tempo sobrevive. A Gurgel foi-se num embrulho não explicado.

Dentre as conquistas nacionais, inequivocamente quem puxa a fila do orgulho são os pilotos de corridas. Entre o Brasil instalar a primeira indústria e produzir o primeiro campeão mundial de Fórmula 1, Emerson Fittipaldi, em 1972, decorreram apenas 15 anos. 

Temos oito títulos na categoria – 2 de Emerson; 3 de Piquet; 3 de Senna -, inúmeros em outras categorias. Brasília detém a maior quantidade de pilotos de Fórmula 1 por população ou área: 2 de Piquets, 1 de Alex Ribeiro, 1 de Pupo Moreno. 

E fizemos um carro de Fórmula 1, o Copersucar Fittipaldi, criticado como tudo brasileiro, mas à época com resultados superiores a equipes tradicionais, Ferrari inclusive. Brasil desperdiça talentos sem política de desenvolvimento tecnológico pelas corridas.

Gente

No período observado, o​ setor teve gestores marcantes, em especial os responsáveis por sua implantação num país sem vivência ou infraestrutura; prazo para atingir 90% de nacionalização – sem indústria de autopeças. 

Depois, também, e destes, ao meu ver o de maior proeminência foi o recentemente desaparecido Wolfgang Sauer, da VW – a Coluna atropelou os jornais paulistas e deu sua indicação como furo -, fazendo a transição do velho Fusca para os motores modernos e dianteiros; trocando Passats por petróleo iraquiano; exportando Voyages aos EUA. Mais recente, Cledorvino Belini, em processo de longo prazo, fazendo o impensável: tornar a Fiat líder no mercado local – única liderança no mundo -, extremamente rentável. 

Das muitas autoridades talvez o engenheiro Celso Murta, presidente do Contran, tenha sido o mais profícuo: levei a ele sugestões para tornar obrigatórios o uso de capacete por motociclistas, e de cinto de segurança por motoristas e passageiros – aceitou, tornou-as regra, salvou muitas vidas.

Coluna me levou a ser o redator da parte de automóveis na CPI do Consumidor, na Câmara dos Deputados, e à oportunidade de sugestões de segurança veicular posteriormente adotadas.

De líderes setoriais a quatro dedico especial referência: Alencar Burti, da distribuição de veículos, incansável em visão social; André Beer, da indústria automobilística. 

Quando presidente da Anfavea, associação dos fabricantes de veículos, defendia a causa brasileira, e após sua gestão, para o governo permanecia como referência em confiabilidade, como também o era o advogado Célio Batalha. 

Célio foi-se muito novo quando presidia a entidade – uma das melhores pessoas que tive a sorte de conhecer e privar. Hoje deve ser santo sem diploma. 

O engenheiro Rogélio Golfarb, também ex-presidente da Anfavea, tenho como o sujeito mais preparado no mesclar indústria e economia. Fiz amigos, contatos, conhecidos, gente boa de trocar impressões e conhecimentos.

Coluna teve projeção nacional, integrando prêmios e juris sobre produtos, como o da Abiauto e o Auto Preferita. Internacionalmente, o da FIPA de jornalistas latino americanos, e o International Engine of the Year. 

Neste, dentre os quatro jurados brasileiros, sou o único não-engenheiro. Minha biblioteca, supera 10 mil livros do setor, ajudou muito.

No Correio, a Coluna se transformou no Jornal do Automóvel, caderno especializado. Em paralelo e por pequena sociedade, foi desafio para escrever no JOSÉ, jornal da semana inteira, marcante semanário sobre política e atualidades. 

Mesmos temas, público mais pontual, abordagens e redações diferentes. Após, iniciou-se período de expansão, com a Gazeta, em Vitória, ES; com a Gazeta de Alagoas; depois no Jornal de Brasília e na Gazeta Mercantil. 

Hoje, está em 45 veículos diferentes e tem médios 10 milhões de acessos mensais. Muito? Pouco? Números impensáveis há pouco tempo, e com certeza aumentarão.

Num balanço, tenho convicção de tê-la feito socialmente útil, honesta com o leitor em busca de informação, e com direito a medalha por assiduidade: nunca deixou de sair, nem férias, nem hospital, nem UTI a detiveram.

Ricardo Reys, o chileno conhecido como Pablo Neruda, tem livro interessante, Confesso que vivi. Modestamente atrevida, a Coluna diria: Confesso que vi.


---------------------------------------------------------------------------------

As estradas falam, a Mercedes ouve – e é Top of Mind Um dos melhores slogans para definir o projeto de uma companhia – As estradas falam, a Mercedes-Benz ouve -, indica a ação de ouvir operadores de transporte e adequar produtos às sugestões dos profissionais. 

A marca tem feito mudanças em seus caminhões, criado caminhos para facilitar a manutenção baixando custos de peças, criando facilidades para usuários. 

E sua iniciativa, forte marca da gestão de Philipp Schiemer com vice presidência de Roberto Leoncini, tem fornecido resultados numéricos e institucionais. 

Deste, um dos mais importantes é o prêmio Folha Top of Mind edição 2017, organizado pelo jornal Folha de S Paulo, abrangendo pesquisa nacional. 

Nela, a Mercedes-Benz é a marca de caminhão mais lembrada do Brasil. Neste ano, a Mercedes foi indicada por 22% - mais de 1/5 do universo pesquisado, 7.300 pessoas, 220 cidades – com pergunta espontânea: Qual a primeira marca de caminhão que lhe vem à cabeça? A segunda colocada ficou 10 pontos percentuais abaixo.

Schiemer, modesto no comando da recuperação da Mercedes após a enorme contração de mercado, situa o resultado como consequente ao atendimento das expectativas dos clientes e de todos os ligados ao setor de cargas, trabalho conjunto da marca, da rede de concessionários e parceiros.

Marca tem inovado em produtos, peças, serviços e conectividade, e ao fazer o sugerido pelos clientes e receber o Top of Mind crê estar no caminho certo.


Mercedes Benz Top of Mind 2017 

________________________________________________ edita@rnasser.com.br 



Ford Fiesta com motor Ecoboost com 385 cv venceu o Campeonato Mundial de Marcas e Pilotos de 2017



O Ford Fiesta venceu o Campeonato Mundial de Rali 2017 em dose dupla, conquistando os títulos de construtores e pilotos com a equipe M-Sport World Rally Team. 

O resultado foi garantido neste final de semana, com uma rodada de antecedência, após a vitória no Rali da Grã-Bretanha.

O Fiesta WRC compartilha a mesma plataforma do modelo 2017 de produção, com modificações para atender o regulamento da competição. Seu motor 1.6 EcoBoost especial gera potência 385 cv, com caixa de câmbio sequencial de seis marchas.


“Foi um dia emocionante, com três grandes momentos: Ott Tanak cruzou a linha e garantiu o campeonato de construtores, Sebastian Ogier conquistou o título de pilotos e Elfyn Evans venceu a prova em nossa casa”, comemorou o diretor da equipe, Malcolm Wilson. “Foi realmente uma tríplice coroa, um dia muito especial para todos nós.”

A conquista do mundial veio após 12 disputadíssimas etapas – Monte Carlo, Suécia, México, França, Argentina, Portugal, Itália, Polônia, Finlândia, Alemanha, Espanha e Grã-Bretanha –, restando ainda o Rali da Austrália para fechar a temporada, no final de novembro.

O terceiro lugar obtido na Grã-Bretanha bastou para o piloto Sébastien Ogier assegurar o seu quinto título no Mundial de Rali. 

A equipe M-Sport corre com outros dois Fiestas no campeonato, pilotados por Ott Tanak e Elfyn Evans, este último o vencedor da prova britânica.
O Fiesta de rali tem suspensão MacPherson totalmente ajustável, freio de quatro pistões com discos ventilados e gaiola de proteção de aço soldada ao chassi. Os acessórios aerodinâmicos da carroceria incluem divisores dianteiro e traseiro e uma grande asa traseira.



terça-feira, 31 de outubro de 2017

A Ford expõe um EcoSport tunado no SEMA 2017, a maior feira de acessórios e personalização de veículos do mundo, que abre para o público nesta terça-feira em Las Vegas, EUA


A Ford expõe um EcoSport tunado no SEMA 2017, a maior feira de acessórios e personalização de veículos do mundo, que abre para o público nesta terça-feira em Las Vegas, EUA. 

Com isso, o utilitário esportivo torna-se o primeiro veículo desenvolvido no Brasil a estrelar no salão que atrai fãs de todo mundo e movimenta um mercado de milhões de dólares em componentes e serviços de pós-venda.

A presença do EcoSport no evento sinaliza a importância do veículo no segmento de utilitários esportivos compactos, que já é forte em outras regiões do mundo e vem ganhando popularidade também no mercado norte-americano. 

O novo SUV começou a ser vendido nos Estados Unidos no mês passado, depois de estrear globalmente no Salão de Los Angeles de 2016.

Chamado de EcoSport Woodsman, o conceito foi criado pela preparadora Vaccar a partir de um modelo 4WD Titanium 2018 da linha e adota o tema de “lenhador moderno”. 

Preparado para rodar em estrada e fora de estrada, ele tem motor 2.0 tunado com kit de alimentação e sistema de escapamento Vaccar, que garante um ronco esportivo, e transmissão automática de seis velocidades.

Inspirado no espírito de liberdade do EcoSport, o conceito valoriza a vocação para grandes aventuras e a capacidade de chegar em qualquer lugar com estilo e atitude. 

Pneus Continental todo-terreno de grande porte, rodas raiadas Konig Runlite e alargadores de paralamas destacam a robustez do SUV, que traz carroceria com acabamento em duas cores: vermelho metálico e preto brilhante, com barras de teto prata. Na cabine, tem sistema de som Kicker com amplificador CX Series 600.1 e subwoofer de 10 polegadas.

O conceito do EcoSport será exibido ao lado de versões modificadas do Focus e do Mustang, já anunciadas pela Ford, além de modelos especiais das picapes F-150, F-250 e F-350 e do SUV Expedition. 

No total, a marca expõe mais de 50 veículos no seu estande, o maior entre os fabricantes no salão, mostrando as possibilidades de personalização dos seus produtos. 

Destinado somente a fabricantes, preparadores e profissionais da área, o evento não permite acesso a visitantes que não atuem no ramo.

BMW K 1600 GTL chega para o Salão Duas Rodas



Com sua incrível suavidade ao rodar, um incomparável som e um poderoso motor de seis cilindros, a BMW K 1600 GLT já é uma referência no quesito prazer em pilotar nas estradas. 

Nesta nova geração, que será um dos destaques da BMW Motorrad no Salão Duas Rodas, a marca conseguiu o que parecia impossível: aprimorar ainda mais a "touring" de alto luxo.

O propulsor seis cilindros em linha, que desenvolve 160 cavalos de potência a 7.750 rpm e torque máximo de 175 Nm a 5250 rpm, ganhou novos conversores catalíticos e maior eficiência para se adequar às mais exigentes regras de emissões europeias.

Visualmente, o para-brisas foi sutilmente ampliado e o guidão se aproximou do piloto, visando a uma viagem mais confortável e ergonômica. O modelo ganhou também as novas cores branca "Lightwhite" (sólida) e cinza "Thundergrey" (metálica).

Fazem parte da extensa lista de itens de série: suspensão eletrônica dinâmica ESA com amortecedores adaptáveis, assistente de manobras, assistente de marchas Shift Assistant Pro (dispensa a embreagem na troca de marchas), freios ABS, controle de tração, farol de xenônio, aquecimento de assentos, modos de modos de pilotagem, controle de cruzeiro, para-brisa com ajuste elétrico, etc.

Entre os equipamentos opcionais, destaque para as luzes adaptativas, luzes diurnas, partida sem chave e assistente de partida em rampa. A nova BMW K 1600 GTL desembarca no mercado brasileiro em novembro.

TMD/Cobreq coloca no mercado complementos de linha de pastilhas para VW, Honda e Fiat. Pastilhas atenderão Novo Polo, Honda WR-V e Fiat Argo



A TMD Friction do Brasil colocou no mercado nacional de reposição novos complementos de linha em seu catálogo de produtos Cobreq. São pastilhas de freio para o Novo Polo (foto) da Volkswagen, o Honda WR-V e o Fiat Argo.

Para o Novo Polo, as pastilhas dianteiras dos modelos 1.0 MPI e 1.6 MSI têm com código de catálogo Cobreq N-252. Já as pastilhas traseiras do Novo Polo com motor TSI, turbinado de 3 cilindros, recebem o código N-884.

Já o código Cobreq N-598, de pastilhas dianteiras, atende o Fiat Argo 1.0 Drive, Flex de três cilindros – 77 cv a etanol. Com a mesma qualidade de quem produz peças originais para montadoras nacionais, a TMD Friction do Brasil também está colocando na reposição, como complemento de linha, as pastilhas dianteiras do Honda WR-V EX e EXL, com o código N-1767. Este veículo tem motor 1.5i 16V VTEC Flex de 116 cv (E) e transmissão automática tipo CVT.

Para atender a todos os requisitos de segurança no desenvolvimento de uma pastilha de freio, a TMD Friction do Brasil, parte do Grupo Nisshinbo, maior fabricante mundial de material de atrito, realiza intensos testes de campo e de laboratório, como temperaturas extremas, variadas velocidades de uso, e de diversas condições de peso e de durabilidade.

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

A maneira de dirigir mais suave ou agressivamente está na razão direta do consumo de combustível e na maior ou menos durabilidade do carro, mas os motoristas de hoje têm a seu favor a tecnologia como aliada na eficiência energética



COLUNA 
MECÂNICA ONLINE®
30 | OUTUBRO | 2017 



Tecnologia como aliada na eficiência energética

É possível gastar menos energia e ter melhor performance? É possível fazer mais com menos? Como os aspectos técnicos e de tecnologia podem resultar na melhor maneira de conduzir o veículo? 

Hoje a coluna Mecânica Online® vai abordar a eficiência energética do automóvel na busca de gastar menos combustível e ter mais autonomia.

Participamos de um dia exclusivo para conhecer o papel da tecnologia para a eficiência energética, evento promovido pela FCA – Fiat Chrysler Automobiles, tendo na linha de frente profissionais como Ricardo Dilser, assessor técnico da FCA e Sandro Soares, especialista em aerodiâmica, performance e consumo de combustível.


Para chegarmos na melhor eficiência energética devemos atentar para os elementos de tecnologia com seus recursos como materiais mais leves, alta resistência, aerodinâmica com design, redução de atrito, comportamento da condução do motorista e manutenção.

Devemos atentar também para as demandas de energia que o veículo solicita:
  • Eficiência de aspiração;
  • Eficiência do Motor;
  • Carga do Compressor do ar condicionado;
  • Carga da Bomba D’água;
  • Temperatura da água e viscosidade do óleo;
  • Resistência da Transmissão;
  • Eficiência da Transmissão e a viscosidade do óleo;
  • Residual de Freio;
  • Resistência ao rolamento do pneu;
  • Rolamento de roda;
  • Arrasto Aerodinâmico;
  • Contra pressão do escapamento;
  • Carga do alternador e controle;
  • Peso do Veículo.
Da mesma forma, um carro apresentando má manutenção também é um vilão do consumo e igualmente pode ampliá-lo em torno de 50%.

Os percentuais foram demonstrados na pista, com aparelhos profissionais e super precisos de medição de consumo e a participação de jornalistas especializados, convidados a tirar a prova guiando unidades do Fiat Argo.

Quanto ao impacto do estilo de condução, os participantes compararam o consumo no mesmo carro com uma direção mais agressiva e depois guiando de forma mais suave.

Também rodaram com uma unidade do Argo em perfeitas condições e outra com pneus descalibrados, rodas desalinhadas, velas de ignição velhas e filtros de ar e óleo saturados para tirar a prova. E deu para constatar na prática os percentuais informados.

A indústria tem desenvolvido alternativas na busca da melhor eficiência. A grande maioria dos carros atuais contam com kit aerodinâmica que permite a melhor passagem do fluxo de ar por todo o automóvel, principalmente na parte inferior. 

Como ganhos podemos citar a aceleração do escoamento devido revestimento/carenagem aerodinâmica; Esteira aerodinâmica com formato mais favorável (formato de gota) devido aos componentes no pavimento do carro.

Em velocidades de até 60 km/h, o item que mais influencia a resistência à rodagem é o pneu, muito mais que aerodinâmica. 


Quanto mais energia o veículo precisa gastar para se movimentar, maior o consumo. Pneus com pressão mais baixa que a recomendada elevam a área de contato com o solo, ampliando o atrito e elevando o consumo.


A principal fonte de perda de energia em um pneu fica por conta da histerese do material, que varia entre 85% e 95%. Verifique as pressões em PSI recomendadas para o veículo vazio e cheio semanalmente, sempre com os pneus ainda frios - o ar aquecido se expande e a pressão medida nessas condições é inferior à real.

BOX ======
Em cada rotação, a zona do pneu que trabalha e entra em contato com o solo (banda de rolamento, flanco, talões, etc.),deforma-se e aquece, consumindo energia em forma de calor. Este fenômeno chama-se histerese e é a origem de 90% da "resistência ao rolamento" dos pneus.

Fim do box ====
A tecnologia vai fazendo o seu papel e você? Vamos com uma rápida revisão dos mitos e verdades sobre eficiência energética e a forma de condução do veículo.

Dirigir na banguela - Engana-se quem pensa que colocar o câmbio em ponto-morto em descidas ajuda a poupar combustível. 

Pelo contrário: até faz aumentar o consumo, além de elevar o risco de acidentes, pois com isso o motorista deixa de usar o freio motor e está mais sujeito a perder o controle do veículo.

"O consumo em marcha-lenta na banguela é maior que se o carro estivesse engrenado porque a central de gerenciamento eletrônico continua injetando combustível para manter o propulsor ligado. Com o câmbio engatado, o motor segue funcionando na inércia e o combustível é momentaneamente cortado, reduzindo o consumo", explica Soares.

Abastecer com um só combustível 'vicia' motor flex - Tem gente que acredita que abastecer apenas com etanol ou gasolina em unidades flex prejudica o consumo e o desempenho ao colocar um combustível diferente. 

"Isso é impossível. A central de controle eletrônico do motor é preparada para reconhecer, através do sensor de oxigênio (sonda lambda), o tipo de combustível ou a proporção da mistura de combustíveis e assim auto ajustá-lo imediatamente", destaca o especialista.

Acender os faróis não afeta consumo - Hoje em dia, a legislação obriga os motoristas a rodarem com os faróis acesos durante o dia em rodovias e túneis, salvo os veículos já equipados com luzes de condução diurna, que ficam sempre acesas.

Pode parecer besteira, mas apenas o ato de ligar os faróis (e, consequentemente, as lanternas traseiras) já faz o carro beber mais. 

"O gasto é expressivo. Dependendo da potência das luzes acesas, pode chegar a um aumento de 2%", diz Sandro Soares. Vale lembrar que toda a energia elétrica consumida pelo veículo é gerada pelo motor a combustão via alternador.

Manutenção em dia - Seguir os prazos de manutenção recomendados no manual do veículo é essencial para seu bom funcionamento, o que inclui o consumo. 

Realize a troca de óleo e do respectivo filtro nos prazos, seguindo as especificações. O mesmo vale para filtro de ar e peças de desgaste natural, como pneus e buchas de suspensões, bem como verificar regularmente o alinhamento das rodas.

Alinhamento em dia - Da mesma forma que os pneus devem estar bem calibrados, eles também precisam apresentar bom estado da banda de rodagem, com desgaste regular e dentro do limite estabelecido pelo fabricante. 

Além disso, manter as rodas alinhadas e realizar o rodízio regularmente evita esse desgaste irregular, melhora a estabilidade e faz o carro rodar mais solto, reduzindo o gasto de combustível.

Não acumule peso desnecessário - Quanto maior for o peso do veículo, ou seja, quanto mais carregado ele estiver, maior será a necessidade de energia para fazê-lo rodar e, com isso, o consumo aumenta naturalmente. 

Não encha o porta-malas de tranqueiras ou itens dos quais você não vai necessitar. Leve somente o necessário para manter o veículo o mais leve possível.

Fuja de postos suspeitos - Prefira sempre abastecer em postos de confiança, especialmente os de bandeira (o que também não é garantia) para reduzir o risco de abastecer o veículo com combustível adulterado, um  grande vilão do consumo que também pode danificar seriamente o motor e outros sistemas do carro - o que também acaba fazendo o veículo gastar mais.


Ar condicionado, com moderação - O ar-condicionado hoje é mais que um item de conforto, como também proporciona mais segurança a bordo, por permitir rodar com os vidros fechados nos dias mais quentes. 

Porém, esse equipamento tem o compressor acionado por uma correia ligada ao motor, o que pode elevar o gasto de combustível de forma expressiva. 


Evite ficar com o ventilador sempre no máximo e a temperatura, no mínimo e busque um meio-termo. Por outro lado, rodar em rodovias com as janelas abertas e o ar desligado também faz crescer o consumo, por conta da maior resistência ao ar.

Dirija de forma suave - Evite acelerações e frenagens bruscas, deixando o veículo ganhar velocidade de forma natural e utilizando o freio-motor nas desacelerações. Busque trocar as marchas no tempo certo, sem "esticá-las" quando não há necessidade. Trocar marchas em rotações elevadas certamente vai reduzir a autonomia do automóvel.

==========================================
Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.
Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

Something ghostly in the air! A Halloween Pumpkin at the wheel of a BMW X 2.


Munich. Things are starting to get a little weird. Following its two camouflaged outings through the urban jungle and at Milan Fashion Week, the new BMW X2 (fuel consumption combined: 6.3 – 4.5 l/100 km [44.8 – 62.8 mpg imp]; CO2 emissions combined: 144 – 118 g/km) is now the protagonist in yet another mystery sighting, this time for Halloween. 

Conjured up from nowhere and piloted as if by magic, the latest Sports “Paranormal” Activity Coupe apparition provides an intriguing preview of an automotive newcomer that will manifest itself very shortly.

From its origins through to its modern-day form, Halloween has for centuries been the night of ghostly figures, scary stories and mystic rituals. Which makes this the ideal occasion for the new BMW X2 to make a spontaneous and dramatic entrance. 

Whereas in times gone by, people would ready themselves for the onset of winter by lighting blazing fires and invoking supernatural forces, now creepy costumes and jack-o’-lanterns – with their menacing grimaces – form the eerie backdrop as the new BMW X2 steals the show with its frightening good looks.

So the pumpkin very clearly sets the tone, with its influence extending far beyond the intense orange of the X2’s exterior paintwork.

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.