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quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Nova Honda CBR 1000RR-R Fireblade SP 2022 eleva o padrão entre as esportivas do segmento



Desenvolvida nas pistas, a nova CBR 1000RR-R Fireblade SP oferece performance elevada sem abrir mão do "Total Control", conceito do modelo desde seu surgimento em 1992.O motor mantém a arquitetura de quatro cilindros em linha, que herda tecnologias da Honda RC 213V-S. A eletrônica é destaque, com o sistema de controle de tração Honda (HSTC) otimizado e a introdução do "Launch Control", que se soma a outros parâmetros reguláveis. O chassi tipo Diamond de alumínio tem balança de suspensão traseira mais longa, e inédita também é a plataforma inercial - IMU, Inertial Measuramente System - de seis eixos, o novo amortecedor de direção (HESD), as suspensões Öhlins e o sistema de freios Brembo de elevada especificação. Na aerodinâmica, a experiência na MotoGP resultou em aletas laterais para elevar o "downforce", em favor da dirigibilidade em alta velocidade. A pré-venda se iniciará em 13 de setembro, com previsão de entrega das motocicletas em outubro. Os clientes que adquirirem o modelo em pré-venda serão contemplados com um curso de pilotagem RedRider com o piloto Leandro Mello (Motors Company).


CBR 1000RR-R Fireblade SP

Sumário:
1. Introdução
2. Generalidades do modelo
3. Características principais
4. Preço, cores e garantia

1. Introdução
Desde a Fireblade pioneira, de 1992, a já lendária superesportiva da Honda vem evoluindo sem desvirtuar suas qualidades originais, com destaque para o conceito "Total Control", que privilegia maneabilidade e oferece performance ideal a pilotos de diferentes níveis de experiência. A Fireblade tem sido, desde sempre, o modelo favorito para preparação, que resulta em motocicletas campeãs de diversas categorias, seja em campeonatos de Endurance como em torneios nacionais e eventos desafiadores como o TT da Ilha de Man.

Para manter-se no topo, a Honda fez a nova versão da Fireblade dar um salto no futuro, realizando uma atualização digna de tudo aquilo que o nome representa. O modelo foi renovado com forte participação do HRC - Honda Racing Corporation, e chega à esta versão 2022 plenamente habilitada para dar continuidade à lenda Fireblade.

As tecnologias desenvolvidas para a RC 213V-S, a única verdadeira MotoGP homologada para uso em estradas abertas ao tráfego, foram extensivamente aplicadas na nova CBR 100RR-R Fireblade SP. Tanto o motor como a parte ciclística resultam da enorme experiência da Honda em competições, como evidenciam as soluções aerodinâmicas derivadas da RC 213V de Marc Márquez. Tal empenho fez nascer uma superesportiva que é referência em termos de motor, maneabilidade e aerodinâmica, pronta para dar o melhor em termos de performance em pista.

Yuzuru Ishikawa, Large Project Leader (LPL) da CBR 1000RR-R Fireblade SP
"Esta é uma nova Fireblade, e as nossas intenções não podiam ser mais claras. Os "campos de batalha" da CBR 1000RR-R SP são as pistas de corrida, onde o piloto pode pôr à prova todo o potencial de performance deste modelo. O motor tem pistões com o mesmo diâmetro e curso que os da RC 213V, e optamos por manter a arquitetura quatro cilindros em linha e os intervalos de combustão regulares, devido à maior liberdade na disposição dos elementos e também para manter a unidade compacta, a alta potência e a facilidade de controle que esta configuração oferece. Acreditamos piamente que os pilotos de todo o mundo poderão usufruir de um nível totalmente novo de performances com a nova CBR 1000RR-R - um modelo que estará em seu ambiente ideal nas pistas de corrida."

2. Generalidades do modelo
O motor de quatro cilindros em linha da CBR 1000RR-R Fireblade SP foi projetado a partir do zero pelos engenheiros de desenvolvimento da Honda e do HRC. Sua criação mirou dimensões compactas e medidas de diâmetro e curso dos pistões idênticas às da RC 213V. O acionamento dos comandos de válvulas no cabeçote é misto, com corrente e engrenagens. O acionamento das válvulas por balancins, as bielas de titânio e as tecnologias de redução de atrito internas derivaram da RC 213V-S, além de injetores de óleo nos pistões, com sistema de esfera de retenção, e passagens inferiores bypass para as camisas de água dos cilindros integradas ao bloco.

No centro da parte frontal da carenagem, ponto de maior pressão aerodinâmica, há um duto tipo ram-air que contorna a coluna de direção e ruma diretamente para a caixa do filtro de ar. Os coletores do escape 4-2-1 são ovalizados e a ponteira foi desenvolvida em conjunto com a Akrapovic. O resultado é um motor de 216,2 cv de potência máxima a 14.500rpm, e torque máximo 11,5 kgf.m a 12.500 rpm.

O sistema de acelerador eletrônico Throttle by Wire foi desenvolvido para oferecer melhor sensibilidade. São três os Riding Modes: Power (P), o Engine Brake (EB), o Wheelie (W) e o Honda Selecteable Torque Control (HSTC). Os sistemas eletrônicos agora incluem também o Launch Control regulável.

O chassi tipo Diamond de alumínio é totalmente novo, e usa a parte traseira do motor como ponto de ancoragem superior do amortecedor traseiro; a balança de suspensão é mais longa, com desenho derivado da que equipa a RC 213V-S. O equilíbrio entre rigidez, distribuição de peso e a geometria da direção foram parâmetros cuidadosamente ajustados para conciliarem a maior potência do motor, incremento do nível de aderência à frente e atrás, bem como a sensibilidade que a ciclística transmite ao piloto.

A suspensão dianteira é uma unidade Öhlins NPX com bengalas de 43 mm de diâmetro. Também Öhlins é o conjunto do amortecedor traseiro. Ambas suspensões são plenamente reguláveis eletronicamente através do sistema S-EC (Semi-active Electronic Control). Quanto aos freios, à frente os discos têm maior diâmetro e trabalham com novas pinças Brembo Stylema de quatro pistões, com ABS que permite regulagem para uso em pista. O pneu traseiro tem nova medida, 200/55-ZR17.

A plataforma inercial de seis eixos (IMU) fornece uma estimativa em três dimensões da dinâmica da moto, e informações para a melhor gestão de todos os sistemas eletrônicos. A IMU também controla o novo amortecedor de direção HESD - Honda Electronic Steering Damper, de 3 níveis.

As caraterísticas aerodinâmicas da Honda RC 213V usada na MotoGP serviram de inspiração para muitas das soluções usadas na carenagem da CBR 1000RR-R SP, incluindo as aletas para o incremento do "downforce" e a melhoria da estabilidade em frenagem. Outro aperfeiçoamento derivado do modelo de competição é a posição de pilotagem, mais compacta.

O painel TFT de 5 polegadas é totalmente personalizável e oferece um controle intuitivo através de um comando colocado no punho esquerdo. O Honda Smart Key é equipamento integrado à nova Fireblade 2022, acrescentando praticidade.

CBR 1000RR-R Fireblade SP

3. Características principais

3.1 Motor
• Motor quatro em linha com curso reduzido, potência elevada em alta rotação
• Design ultracompacto graças ao acionamento de comandos de válvulas misto
• Atrito interno reduzido pelo tratamento DLC - Diamond Like Carbon
• Balancins roletados, bielas de titânio e pistões de alumínio forjado
• Filtro de ar alimentado por duto ram-air na parte central da carenagem
• Ponteira de escapamento Akrapovic de titânio

O motor de quatro cilindros em linha e 1.000 cc da CBR 1000RR-R Fireblade é completamente novo e foi projetado com a colaboração do time de engenheiros da HRC na MotoGP. O pico de potência alcança 216,2 cv a 14.500 rpm e o torque máximo é de 11,5 kgf.m a 12.500 rpm.

Para conseguir o tamanho de válvulas ideal, eficiência de combustão e a redução de atrito necessária visando obter performance, o motor da RR-R partilha a mesma configuração do motor da RC 213V, com 81 mm diâmetro e curso de 48,5 mm, uma mudança radical em relação aos 76 x 55,1 mm do motor da Fireblade anterior. Esta escolha faz deste motor o maior em diâmetro de cilindros entre as motos de 1.000 cc com arquitetura quatro em linha.

A taxa de compressão é de 13,2:1, as válvulas de admissão têm 32,5 mm de diâmetro e as de escape têm 28,5 mm. O acionamento das válvulas se dá por balancins roletados, o que reduz a inércia em aproximadamente 75%. O atrito é ainda mais reduzido pelo tipo de revestimento usado nos comandos de válvulas, o DLC - Diamond Like Carbon, tal como na RC 213V-S. Esta é a primeira vez que este processo é usado em uma moto de produção em massa e responde por uma redução no atrito do conjunto de válvulas de 35% em comparação com cames não revestidos por DLC. Para reduzir a flexão do virabrequim (devido à inércia e energia da combustão), os munhões são maiores assim como a espessura das paredes do bloco.

Os comandos de válvulas são acionados por um novo sistema de misto, que se vale de corrente e engrenagens. Em um motor no qual o regime de rotações é tão elevado e a exigência do levantamento de válvulas extrema, a corrente de comando é acionada por engrenagem no virabrequim ligada a engrenagem intermediária, o que permitiu a redução do comprimento da corrente de comandos.

As bielas forjadas em titânio TI-64A de baixo peso (material desenvolvido pela Honda) permitiu poupar 50% do peso em comparação com as versões em aço com cromo-molibdênio. Os parafusos que fixam os pés de biela são de aço HB 149 vanádio cromo-molibdênio (Cr-Mo-V, novamente um material desenvolvido pela Honda) e não tem porcas de fixação.
Para garantir maior durabilidade, foram aplicadas soluções testadas e aprovadas na RC 213V-S às superfícies deslizantes: os casquilhos são realizados em cobre-berílio C1720-HT polido, enquanto as superfícies das cabeças da biela têm tratamento DLC.

Os pistões são forjados em alumínio A2618 (o mesmo usado na RC 213V-S) para efeitos de resistência, durabilidade e baixo peso; cada pistão é 5% mais leve do que na Fireblade anterior. Para garantir alta resistência ao desgaste pela rotação elevada, as saias dos pistões agora apresentam um revestimento Ober (teflon e base de molibdênio) e uma cobertura de níquel-fósforo nas ranhuras dos pinos dos pistões.

Para administrar o aumento da temperatura, o motor usa injetores multiponto que pulverizam óleo em várias direções a cada ciclo. Em baixa rotação - quando não é necessário tanto arrefecimento - os injetores de óleo são fechados por esferas para interromper o fluxo, limitando a perda de pressão do óleo.

O ar é admitido no motor através de um duto ram-air localizado na parte frontal da carenagem, posicionado onde a pressão ao ar é maior. O tamanho desta tomada de ar é equivalente à da RC 213V de MotoGP. No duto, nervuras transformam o fluxo de ar laminar em ar turbulento, garantindo a máxima indução de ar com impacto mínimo na maneabilidade. O ângulo das paredes internas do duto mantém o fluxo em alta velocidade.

Para estabilizar a performance em diferentes velocidades, o ar pressurizado realiza um percurso linear, da tomada de ar até o filtro, passando ao redor da coluna da direção. Esta trajetória é facilitada pela adoção do sistema Smart Key, que dispensou o cilindro da chave de ignição tradicional, e pelos 24° de ângulo da coluna de direção.

O lado "sujo" do filtro de ar foi ampliado para diminuir a velocidade do fluxo de ar e também é 25% maior que o filtro usado na Fireblade anterior, além de ser inclinado para oferecer um fluxo mais uniforme. No lado "limpo", o ar filtrado muda de direção para alcançar a parte com maior volume do airbox e entrar nas cornetas de admissão, onde encontram-se os injetores superiores. O resultado é uma perda mínima na pressão do ar da admissão - e uma "respiração" mais eficiente para obter melhor desempenho.

Para admitir o volume de ar necessário, os diâmetros dos corpos de admissão foram aumentados de 48 para 52 mm e tem formato oval para garantir um fluxo linear das borboletas até a entrada das válvulas de admissão. O ângulo das válvulas de admissão foi reduzido de 11 para 9°, mudança que melhorou a eficiência da combustão pela redução superfície das câmaras, aumentando assim a eficiência do fluxo gasoso em aproximadamente 2%.

A melhora no tempo de resposta do acelerador foi obtida reduzindo em 13% o volume dos dutos entre as borboletas e as sedes das válvulas de admissão. O eixo que comanda as borboletas é agora de aço inoxidável de elevada rigidez, reduzindo flexões e atrito, proporcionando uma conexão mais direta com a mão direita do piloto.

No que diz respeito ao sistema de escape, os coletores tem diâmetros otimizados e seção oval para melhorar os fluxos gasosos. O catalisador tem 10 mm de diâmetro a mais para reduzir a queda de pressão, e um cuidadoso projeto permitiu minimizar o aumento de peso, reduzindo a espessura das paredes de todo sistema de escape.

A ponteira realizada em parceria com a Akrapovic é de titânio. Seu pequeno tamanho e baixo peso contribuem para a centralização das massas e obter um grande ângulo de inclinação da moto para a direita. A válvula de escape também foi projetada com a participação da Akrapovic, e visa fornecer torque consistente em baixos giros e alta potência regimes de rotação elevados. Um novo sistema para o fechamento da válvula impede o fluxo dos gases de escape e reduz o ruído, permitindo que o volume interno total da ponteira de escape seja 38% menor em comparação com a ponteira anteriormente utilizada nas Fireblade.

A redução de atrito em diversas partes do motor da RR-R foi elemento fundamental para a obtenção de maior performance. Para reduzir a distorção no diâmetro dos cilindros (e, portanto, o atrito), estes possuem um bypass inferior cuja patente foi requerida. Este sistema faz circular água fria proveniente do radiador nas camisas principais, enquanto na área abaixo a água não é arrefecida. O efeito prático disto é uma temperatura menor e uniforme em todos os pontos dos cilindros.

Para reduzir a largura, a partida do motor se dá através do eixo primário da embreagem em vez do virabrequim. Esta nova solução (patente requerida) permite usar um virabrequim mais compacto, com o motor de arranque ocupando menor espaço. O novo arranjo resultou em um motor cujo comprimento é menor devido à redução da distância entre a virabrequim, o eixo equilibrador e os eixos de transmissão primários. A parte traseira do bloco do motor agora serve como ponto de ancoragem superior do amortecedor traseiro.

3.2. Motor/Eletrônica
• Acelerador eletrônico com respostas mais rápidas e maior sensibilidade
• Três Riding Modes personalizáveis
• Controle de tração de 9 níveis mais efetivo com controle anti-patinamento
• Launch control em 4 níveis e quickshifter de série

A CBR 1000RR de 2017 foi a primeira Honda com motor de quatro cilindros em linha a possuir um sistema de acelerador eletrônico TBW - Throttle-by-wire. Desenvolvido a partir do sistema montado na RC 213V-S, este componente controla o ângulo de abertura das borboletas interpretando o movimento do acelerador para oferecer uma entrega de potência linear e um controle total graças a sensibilidade oferecida à mão direita do condutor.

Para a nova CBR 1000RR-R SP o sistema TBW foi aperfeiçoado para garantir respostas mais rápidas a uma grande variedade aberturas do acelerador, como por exemplo a aceleração gradual em saída das curvas, minimizando assim eventuais retardos na transmissão do torque à roda.

São três os Riding Mode pré-definidos, e cada um resulta em caráter distinto no comportamento do motor. O modo Power (P) age na potência do nível 1 ao 5, com 1 sendo de maior potência. O modo Engine Brake (EB) gere o freio-motor com acelerador fechado, entre os níveis de 1 e 3, sendo 1 o freio-motor mais acentuado. O modo Whellie (W) limita empinadas, e pode ser ajustado do nível 1 ao 3 (e desligado/off) com 1 sendo a limitação mais branda.

O limitador de empinadas (W) usa informação do ângulo de inclinação longitudinal e as cruza com dados fornecidos pelos sensores de velocidade da roda dianteira e traseira, gerenciando o torque, visando impedir o excessivo levantamento da roda dianteira sem sacrificar a tração.

O sistema de HSTC - Honda Selectable Torque Control, controla a tração em 9 níveis de atuação (mais desligado/off), sendo a definição 1 a de intervenção mais branda. Este sistema foi otimizado na RR-R e agora oferece também um limitador de patinamento dos pneus (atuando quando a leitura comparativa entre as velocidades das rodas dianteira/traseira excede valores predeterminados). Graças a este aperfeiçoamento, o sistema HSTC tem uma intervenção suave e oferece a máxima segurança ao condutor.

A nova Fireblade também está equipada com um Launch Control para otimizar arrancadas. Neste modo a rotação do motor tem valores pré-definidos de 6.000, 7.000, 8.000 e 9.000 rpm, mesmo que o acelerador esteja totalmente aberto, permitindo que o piloto se concentre apenas na utilização da embreagem e na luz verde. O sistema de mudança de marchas quickshifter é equipamento standard das CBR 1000RR-R SP.

3.3 Chassi e ciclística
• Chassi de alumínio e balança de suspensão inéditos
• Plataforma de medição inercial (IMU) de seis eixos Bosch
• Suspensões Öhlins S-EC - Smart Electronic Control
• Amortecedor de direção HESD - Honda Electronic Steering Damper de 3 níveis
• Freios Brembo Stylema, pinças de montagem radial com quatro pistões
• ABS de dois níveis (Sport/Track)

A redução no tamanho físico do motor da CBR1000RR-R abriu novas opções de configurações para o novo quadro e braço oscilante, que tem geometria completamente revisada. Os objetivos? Curvas de alta velocidade ainda mais precisas, melhor estabilidade em aceleração e frenagem e maior sensação da aderência na dianteira e traseira quando no limite. Enfim, o máximo para competição de alto nível.

O quadro tipo Diamond é fabricado em alumínio com espessura das paredes de 2 mm e permitiu um ajuste muito mais preciso da rigidez. Durante sua fabricação, após a soldagem dos quatro componentes principais do quadro, o motor é posicionado e só então são soldados seis suportes, um processo que visa melhorar a maneabilidade, reproduzindo assim a precisão artesanal que acontece na produção das máquinas de competição pelo HRC. A rigidez vertical e torcional foram aumentadas em 18 e 9%, com a rigidez horizontal reduzida em 11% - todas estas alterações são destinadas a oferecer o máximo nível de sensibilidade.

A distância entre-eixos agora é de 1.455 mm, com inclinação da coluna de direção de 24° e trail de 102 mm (antes, 1.405 mm, 23°/96 mm) para maior estabilidade. O peso em ordem de marcha é de 201 kg. Também houve mudança considerável no equilíbrio e no centro de gravidade; o virabrequim está 33 mm mais distante do eixo da roda dianteira e 16 mm mais alto. Isto tornou a distribuição de peso mais homogênea, enquanto o centro de gravidade mais elevado melhora a agilidade nas mudanças de direção e favorece inclinações maiores.

A balança de suspensão - realizada soldando 18 diferentes partes de alumínio com espessuras variáveis e usada na RC 213V-S - é 30,5 mm mais longa, com 622,7 mm, mas pesa exatamente o mesmo que a balança anterior. A sua rigidez horizontal foi reduzida em 15%, mantendo a rigidez vertical para produzir maior aderência e sensibilidade.

Para uma rigidez ideal do quadro (e poupar peso), o ponto superior de fixação da suspensão traseira Pro-Link situa-se na parte traseira do bloco do motor, solução que permitiu eliminar a travessa superior. Isto também resultou no isolamento da roda traseira, evitando interferências nocivas na coluna de direção, melhorando a estabilidade a alta velocidade e a sensibilidade de tração na roda traseira
.
O subchassi é minimalista, formado por tubos redondos de alumínio de parede fina. É montado no quadro por cima e não pelos lados, permitindo ser mais estreito na área de confluência entre tanque e banco, criando uma posição de pilotagem compacta e aerodinamicamente eficiente. A altura do assento é de 830 mm, com a posição dos semiguidões avançada para maior efeito de alavanca, além de pedaleiras recuadas e elevadas.

A plataforma inercial IMU de seis eixos da Bosch substituiu a unidade anterior, de cinco eixos. Tal aperfeiçoamento permite um cálculo mais preciso do mergulho e do rolamento do chassi, para um controle ainda mais preciso do comportamento da moto.

A CBR 1000RR-R SP também está equipada com o novo sistema HESD - Honda Electronic Steering Damper, amortecedor de direção leve, ancorado à coluna de direção e ligado à mesa inferior. O HESD é controlado pelos sensores de velocidade das rodas e pela IMU e oferece 3 níveis de controle.

O sistema de suspensões eletrônicas Öhlins S-EC - Semi active Electronic Control da CBR 1000RR-R SP é agora de segunda geração, com a suspensão dianteira de 43 mm Öhlins NPX pressurizada, que minimiza a cavitação, resultando em amortecimento mais estável e melhor absorção das irregularidades durante uso extremo em pista, além de oferecer uma sensibilidade que resulta em plena sensação de confiança. Esta nova suspensão dianteira tem um comprimento maior da que equipava a Fireblade precedente, o que permite mais variedade no ajuste da geometria. O amortecedor traseiro é o Öhlins TTX36 Smart-EC.

O sistema Öhlins OBTi - Objective Based Tuning Interface (interface de ajuste por objetivo) oferece agora regulagem de suspensões mais precisas: tanto a dianteira quanto a traseira podem ser ajustadas de modo personalizado, e tais ajustes são memorizáveis, permitindo ao piloto configurar acertos diferentes para uma mesma pista, que são selecionáveis instantaneamente durante a pilotagem.

A CBR tem novas pinças dianteiras de freio radiais Brembo Stylema de quatro pistões, e discos 10 mm maiores, com diâmetro de 330 mm. O poder de frenagem foi melhorado para uma utilização em pista, e os 5 mm de espessura dos discos também ajudam a dissipar o calor com maior eficiência. A pinça de freio traseira também é Brembo, a mesma usada na RC 213V-S

O controle de levantamento da roda traseira (Rear Lift Control) e a frenagem gerida pelo Cornering ABS, presentes na Fireblade anterior, permanecem aperfeiçoados na CBR 1000RR-R SP, ganhando dois modos comutáveis: o modo SPORTS, dedicado a condução em estrada, com alta força de frenagem e menor inclinação, e o modo TRACK, que oferece performances de frenagem mais agressivas, adequadas as velocidades elevadas típicas do uso em pista.

A roda traseira de 6 polegadas possui cubo de nova geometria para economizar peso, mas mantém a rigidez e monta um pneu 200/55-ZR17 em vez do 190/50-ZR17, reduzindo as variações na geometria de chassis ao passar dos pneus de estrada para pneus específicos para uso em pista. A roda dianteira monta um pneu 120/70-ZR17.

Nova CBR 1000RR-R Fireblade SP

3.4 Aerodinâmica e equipamentos
• Carenagem frontal, bolha para-brisas e para-lamas aerodinâmicos
• Baixo coeficiente de arrasto, tanque permite posição mais compacta
• Aletas na carenagem frontal derivadas da Honda RC 213V de MotoGP
• Painel com display TFT de 5 polegadas
• Punho esquerdo com controle dos sistemas de pilotagem
• Smart Key

Juntamente com o novo motor e conjunto ciclístico, a CBR1000RR-R SP possui carenagens de design novo e agressivo. No entanto, não se trata de um mero exercício de estilo; as indicações dos pilotos de teste durante a fase de desenvolvimento permitiram criar um coeficiente de arrasto com o piloto abaixado que é referência no segmento das superesportivas. Tal aprimoramento restringiu a tendência à elevação da roda dianteira em aceleração como melhorou a estabilidade em frenagem.

A primeira parte do processo foi reduzir a altura do tanque de combustível em 45 mm (em comparação com a Fireblade anterior), diminuindo a área frontal com o piloto curvado. O para-brisas com um ângulo de 35° canaliza suavemente o fluxo de ar da carenagem superior, fazendo-o passar sobre o piloto e sobre a rabeta, o que, por si só, já representa a menor resistência possível ao arrastamento aerodinâmico. As entradas de ar à esquerda e à direita da parte superior da carenagem visam diminuir a resistência à inclinação da moto e nas mudanças de direção.

A superfície convexa de cada lado do para-lama dianteiro afasta o fluxo de ar da roda dianteira, direcionando-o suavemente para as laterais da carenagem. O ar para o arrefecimento dos radiadores de líquido e de óleo foi otimizado graças à gestão aerodinâmica da velocidade e da pressão do ar que flui no entorno do pneu dianteiro.

A carenagem inferior foi alargada até perto do pneu traseiro, modelada para canalizar o ar para baixo. Isto tem dois efeitos: com o piso seco, menos ar atinge o pneu traseiro o que diminui o arrasto; com o piso molhado, joga menos água no pneu, melhorando a aderência. Para que o ar possa fluir em torno dos pés do condutor com o mínimo de resistência, as laterais do para-lama traseiro/proteção da corrente foram cuidadosamente desenhados; o lado superior é cortado para deixar passar o ar que sobe por baixo, de ambos os lados do braço oscilante, diminuindo a elevação traseira.

O resultado de todo este refinado trabalho na aerodinâmica da Honda CBR 1000RR-R SP, em configuração de pista, é um coeficiente de arrasto de 0,270, o melhor em sua classe. Para gerar "downforce", a pressão aerodinâmica que mantem a moto colada ao solo em velocidades de pista - e para reduzir ao máximo a área frontal - a CBR 1000RR-R SP emprega aletas que geram força descendente semelhante à da RC 213V de MotoGP de 2018. Isso se traduz em uma diminuição do levantamento da roda dianteira em aceleração e maior estabilidade nas frenagens e nas curvas.

Há três aletas dispostas em linha vertical dentro das laterais da carenagem. Esta disposição (verticalmente profunda e longitudinalmente curta) não tem efeito prejudicial na capacidade de curvar e na descida à inclinação durante a inserção em curva. A distância consistente entre as pontas das aletas traseira e as paredes internas da carenagem limita a separação do fluxo de ar, produzindo a máxima força descendente.

O ângulo das aletas equilibra as forças descendentes opostas à direita/esquerda em curva, oferecendo um comportamento mais estável. As velocidades de fluxo por cima e por baixo das aletas diferem para evitar que o ar fique "preso" nas partes laterais das carenagens, afetando a maneabilidade.

Para um controle completo e intuitivo dos sistemas da CBR 1000RR-R SP, o painel TFT a cores de 5 polegadas é maior e tem melhor resolução. Totalmente personalizável, apresenta exatamente o que o condutor pretende ver. O punho esquerdo é compacto e abriga um interruptor de quatro botões. Este conjunto tem utilização fácil e rápida; os botões superior/inferior definem os parâmetros do modo de condução e os botões esquerdo/direito alternam as informações no painel.

A CBR 1000RR-R vem equipada com sistema Smart Key, pelo qual ignição e a trava da direção funcionam sem necessidade de chave. O sistema é muito conveniente no dia-a-dia e permitiu equipar a nova Fireblade com uma mesa superior de direção de competição, liberando o espaço necessário para o sistema ram-air de admissão de ar.

4. Preço, cores, garantia

A nova Honda CBR 1000RR-R Fireblade SP 2022 estará disponível em pré-venda na rede de concessionárias Honda Dream a partir de 13 de setembro de 2021. A previsão de chegada dos modelos é em outubro. Serão duas opções de cores: Vermelho e Preto Perolizado.

O preço sugerido é de R$ 159.000,00 e têm como base o Distrito Federal, e não inclui despesas com frete ou seguro. A garantia é de três anos, sem limite de quilometragem.

Novo Nissan Kicks passa a contar com mais uma opção de cor Cinza Rust volta a ser oferecida para a linha do crossover



Rio de Janeiro 23/09/2021 – A linha do Novo Nissan Kicks ganha mais uma opção em sua paleta de cores: a conhecida Cinza Rust. Oferecida para a versão anterior do crossover fabricado em Resende (RJ), a cor com acabamento metálico volta a ser disponibilizada para os consumidores.

A opção Cinza Rust poderá ser encontrada para todas as versões da linha do Novo Nissan Kicks: desde a opção de entrada Sense com câmbio manual até topo de linha Exclusive com câmbio CVT. O preço de tabela é R$ 1.700. 

Além da nova opção, o crossover Novo Nissan Kicks pode ser encontrado nas cores Azul Elétrico, Branco Diamond, Vermelho Malbec, Preto Premium, Cinza Grafite, Prata Classic e as combinações de dois tons de preto com Azul Elétrico, Branco Diamond e Vermelho Malbec (apenas para a versão Exclusive).  

Novo Nissan Kicks

O Novo Nissan Kicks foi desenvolvido para surpreender novamente os brasileiros com muita atitude. Para isso, seu projeto seguiu como base três pilares: Design, Integração homem e carro e Tecnologia Safety Shield.

Os designers da Nissan se superaram e deixaram o Novo Nissan Kicks com um estilo encorpado e moderno, seguindo o conceito denominado Nissan Emotional Geometry. Mantendo seu amplo espaço interno, o modelo recebeu mudanças no exterior e na cabine.

O Novo Nissan Kicks também traz novidades que aumentam ainda mais a integração dos ocupantes com o veículo. Dois recursos tecnológicos são os destaques: o sistema multimídia com tela de oito polegadas e um item de qualidade reconhecida mundialmente e que é único no segmento, o sistema de som premium Bose®, que inclui dois alto-falantes no apoio de cabeça do motorista.

O Novo Nissan Kicks vai além quando se fala de tecnologias inteligentes de segurança passiva e ativa, que oferecem muito conforto e tecnologia e que estão presentes em modelos da gama mais alta da linha da marca e também no 100% elétrico Nissan LEAF.

Um conjunto avançado de dispositivos forma o Nissan Safety Shield, que é composto por diferentes tecnologias de segurança que monitoram, protegem e respondem em algumas situações nas quais o veículo e seus ocupantes possam estar em risco. Esse "escudo de proteção" ajuda o carro e o motorista a monitorar o movimento no entorno, responder a ações inesperadas (como a aproximação desatenta a um veículo à frente) e a proteger (frenagem de emergência e segurança passiva).

Entre os destaques estão o Alerta de Tráfego Cruzado Traseiro (RCTA), o Monitoramento de Ponto Cego (BSW), o Alerta Inteligente de Mudanças de Faixa (LDW) e o Acendimento Inteligente dos faróis com ajuste de altura e intensidade (HBA). Os dois últimos inéditos no segmento.

Estes recursos se somam no Nissan Safety Shield a avançados equipamentos já disponíveis na linha do crossover, como o Controle Dinâmico de Chassi (Chassi Control), o Alerta de Colisão Frontal com Assistente Inteligente de Frenagem (FCW/FEB), o Sistema Inteligente de Auxílio de Partida em Rampa (HSA), a Visão 360° Inteligente com Detector de Movimento (MOD) e o Alerta de colisão frontal com Assistente Inteligente de Frenagem (FCW/FEB).

Testados e aprovados por mais de 200 mil proprietários em todos os tipos de pavimentos do Brasil, o motor e o câmbio do Novo Nissan Kicks são sinônimos de durabilidade, confiança e baixíssima manutenção. O conhecido propulsor HR16DE de 1,6 litro e 16 válvulas produz 114 cavalos de potência a 5.600 rpm e torque de 15,5 kgfm a 4.000 rpm, contando com controle de abertura das válvulas continuamente variável (CVVTCS).

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Ferrari 458 Spider da TH Motors está entre os superesportivos mais valiosos do País

 


 

  • Modelo à venda da TH Motors é 2012, tem motor 4.5 V8 de 570 cv e apenas 28 mil km rodados: R$ 1.990.000; 
  • Comandada pelo empresário Thiago Henrique, que revolucionou o segmento de altíssimo luxo com anúncios e vendas pelo Instagram, a TH Motors é referência nacional na venda desses modelos; 
  • Dos mais de 400 veículos vendidos pela empresa, a Ferrari fará parte de um seleto grupo que inclui McLaren 720S e Lamborghini Huracán, vendidas acima de R$ 1,9 milhão. 

 

Referência nacional na comercialização de seminovos de altíssimo luxo e superesportivos, a TH Motors, de Belo Horizonte, MG, do empresário Thiago Henrique, acaba de anunciar uma nova unidade à venda na casa do milhão. Na verdade, a Ferrari 458 Spider 2012 entra praticamente na casa dos R$ 2 milhões. “Nosso ticket médio de venda na TH Motors é de R$ 250 mil a R$ 300 mil. A credibilidade da empresa e a confiança depositada por alguns clientes nos brindam, às vezes, com modelos na casa dos milhões”, explica, ressaltando que a 458 será o terceiro modelo mais valioso vendido pela empresa em seus quatro anos de funcionamento – a TH Motors já trabalhou a intermediação de um McLaren 720S por R$ 2,8 milhões e um Lamborghini Huracán de R$ 2,6 milhões. 

A TH Motors atua em todo o país. Já vendeu seus modelos para 22 Estados, tendo, inclusive, enviado o McLaren para Santa Catarina e a Lamborghini ao Mato Grosso. O método de vendas é simples: a apresentação de cada carro é feita separadamente na página da empresa no Instagram (367 mil seguidores), a @thmotors, sempre com riqueza de imagens e detalhes. “Não abro mão de revelar os dotes de cada um dos carros, agregando conteúdo sobre aquele modelo e explicando detalhes do veículo à venda”, explica Thiago Henrique. 

 

Nissan participa do Salão da Mobilidade Elétrica e Cidades Inteligentes. Evento ocorre em São Paulo, entre hoje (23) e sábado (25). No sábado, 25, o Nissan LEAF participa da tradicional carreata dos veículos elétricos pelas ruas de São Paulo, como carro-madrinha e entre os veículos que estarão no passeio


Rio de Janeiro – A Nissan participa da 16ª edição do Salão da Mobilidade Elétrica e Cidades Inteligentes, que ocorre em São Paulo entre os dias 23 e 25 de setembro. A marca japonesa terá um estande repleto de atrações. No espaço da Nissan estarão em exposição dois Nissan LEAF, o carro 100% elétrico ícone mundial do segmento. Outras duas unidades do Nissan LEAF vão estar na área de test drive do evento e poderão ser conduzidas pelos visitantes.

Para promover uma maior imersão dos visitantes no mundo da eletrificação e da mobilidade inteligente, o estande vai ter atividades como bicicletas que produzem energia para carregar aparelhos celulares, por exemplo, com o pedalar do ciclista, um gerador Van der Graaf – dispositivo que faz o cabelo da pessoa que toca o equipamento ficarem "eletrizados" – e o painel E-Switch, que permite conhecer os detalhes do Nissan LEAF, seus equipamentos e até customizar itens do modelo, tudo projetado em um telão de LED.

E no sábado de manhã, dia 25, o Nissan LEAF participa da tradicional carreata dos veículos elétricos pelas ruas de São Paulo, como carro-madrinha e entre os modelos que estarão no passeio, em comemoração ao Dia Mundial da Mobilidade Elétrica. O percurso começa na Bela Vista, passa pela Avenida Paulista e chega no evento do Pacaembu.

A Nissan é pioneira mundial na fabricação de veículos elétrico em grande escala, sendo que até hoje o LEAF já teve mais de 500 mil unidades comercializadas em todo o mundo. O modelo também é um dos carros 100% elétricos mais vendidos do Brasil.

Segunda Fase da Eletrificação

A Nissan anunciou em julho um novo passo para ajudar a consolidar a mobilidade elétrica no Brasil e dar oportunidade a mais brasileiros conhecerem e terem acesso ao ícone global entre os carros elétricos, o Nissan LEAF:  a 2ª Fase do Plano de Eletrificação no país. O objetivo é dar continuidade com consistência ao caminho que começou a percorrer em 2019, quando foi lançada a 1ª fase.

A nova etapa tem como um dos seus principais marcos a ampliação da rede de concessionárias autorizadas a vender e ter serviços de pós-vendas dedicados aos carros elétricos. A Nissan vai mais que quintuplicar esta rede especializada e, com isso, passará a disponibilizar o Nissan LEAF em todas as regiões do Brasil.

Se a primeira fase começou com 7 concessionárias em 5 estados e no Distrito Federal, em 3 regiões do país, a partir de setembro, a rede passa a ter 44 lojas. Elas estarão distribuídas por 15 estados e o Distrito Federal (veja a lista completa das cidades abaixo).

Esta rede começa agora a ser preparada para ter o atendimento completo, com vendas e serviço de oficina, ou atuar como ponto de vendas. Em setembro, todas terão completado os treinamentos específicos para atender aos clientes de carros elétricos, feito as adaptações necessárias em suas infraestruturas e recebido as ferramentas e equipamentos para garantir a manutenção seguindo o padrão global da Nissan, no caso das lojas que tiverem serviço de oficina especializada para elétricos.

Confira quais locais terão concessionárias homologadas para vender o Nissan LEAF:

Amapá 
Macapá

Amazonas       
Manaus

Bahia    
Salvador

Ceará    
Fortaleza

Distrito Federal          
Brasília

Espírito Santo
Cachoeiro de Itapemirim

Mato Grosso   
Cuiabá
Rondonópolis
Sinop

Minas Gerais   
Belo Horizonte

Goiás    
Goiânia

Pará      
Ananindeua
Belém
Marabá

Paraná 
Curitiba
Foz do Iguaçu

Pernambuco   
Recife (2)

Rio de Janeiro
Rio de Janeiro (3)

Rio Grande do Sul     
Caxias do Sul
Gravataí
Ijuí
Porto Alegre

Santa Catarina
Araranguá
Balneário Camboriú
Florianópolis

São Paulo        
Campinas
Cotia
Franca
Guaratinguetá
Indaiatuba
Ribeirão Preto (2)
Santo André
São José dos Campos
São Paulo (7)

 

Superbid Marketplace promove o 1º Leilão de Veículos Antigos e Diferenciados, com 30 lotes podendo ser arrematados até o dia 02 de outubro, entre outros um Ford Station Wagon 1929




Se você é um colecionador de veículos ou sempre teve um sonho de ter um carro clássico, esta é uma oportunidade excelente. O Superbid Marketplace promove o 1º Leilão de Veículos Antigos e Diferenciados, com 30 lotes podendo ser arrematados até o dia 
2 de outubro, por meio de lances on-line na plataforma, pelo site da Varones Leilões ou na modalidade presencial.



Dentre os itens colocados à venda, é possível encontrar clássicos automotivos como uma Ford Station Wagon 1929 com carroceria de madeira; uma Ford Rural 1970, com motor de seis cilindros e transmissão manual, pelo lance inicial de R$ 23 mil; uma VW Brasília 1978, com lance atual de R$ 8 mil; o tradicional Fusca, na cor bege e equipado com motor 1500, por R$ 12 mil; e o Chevrolet Opala 1980, com motor original, vinil no teto e tecidos novos, por R$ 26 mil, além de veículos com placa preta (veículos de coleção) com alto grau de originalidade.


Se o seu interesse for em motocicletas, há disponível uma Honda CB200 1976, com motor de 200 cilindradas, pelo valor de R$ 14,5 mil. Outro grande destaque do leilão é a Harley Davidson Ultra Electra Glide, ano 2009 e motor de 1600 cilindradas, por R$ 35 mil.



Todos os lotes listados possuem bom estado de conservação e estão disponíveis para visitação de 30 de setembro e 1 de outubro na cidade de Chapecó, em Santa Catarina, respeitando as normas dos órgãos sanitários. Para mais detalhes dos lotes e do edital do leilão, acesse o link https://bit.ly/3kdOGRi ou https://bit.ly/3tTvqeX

Serviço

1º Leilão de Veículos Antigos e Diferenciados

Carros e motos

Encerramento: 02 de outubro, às 09:30h.

Endereço: Rua Macieiras, 142 - Campestre, Chapecó - SC, (Sede Social da CDL de Chapecó, SC)

Link: https://bit.ly/3kdOGRi ou https://bit.ly/3tTvqeX

Renault do Brasil é reconhecida nas categorias Gênero e LBGTI+ do Prêmio AB Diversidade 2021

 


A Renault recebeu o prêmio AB Diversidade 2021, promovido pela Automotive Business em parceria com a MHD Consultoria, nas categorias Gênero – Melhor conjunto de indicadores na liderança e LGBTI+. A premiação reconhece empresas que se destacaram nos indicadores da terceira edição da pesquisa Diversidade no Setor Automotivo, estudo que mapeia e traz parâmetros da presença de diferentes grupos nas empresas do segmento, como mulheres, pessoas negras, LGBTI+, PCDs e multigerações. 

 “O prêmio da Automotive Business nos mostra que estamos no caminho certo. A Renault do Brasil é uma empresa comprometida com o meio ambiente, com a sociedade e com a transparência na governança corporativa. Nosso trabalho no tema da diversidade e inclusão começou há mais de 10 anos e seguimos aprendendo e evoluindo, pois acreditamos que a diversidade gera criatividade e inovação”, destaca Ricardo Gondo, presidente da Renault do Brasil. 
 
A diversidade e inclusão fazem parte da estratégia da Renault para criar condições de todos os colaboradores atuarem em um ambiente cada vez mais plural. Desde 2010 a marca vem criando Grupos de Afinidade para diversas áreas, com o objetivo de desenvolver projetos que fomentem a diversidade e a inclusão.  

Em 2010, a Renault criou o Women@Renault, que realiza ações focadas em promover a equidade de gêneros e aumentar a presença das mulheres em posições de liderança na empresa. Em 2020, outros dois grupos foram desenvolvidos: Proud@Renault que promove iniciativas de representatividade para os grupos LGBTQIA+ e o Access@Renault, que tem como objetivo desenvolver projetos que visam conscientizar e assegurar um ambiente mais inclusivo a todos os colaboradores com alguma deficiência. 

Neste ano, a Renault estruturou o AllColors@Renault, que tem como principal objetivo desenvolver projetos que buscam conscientizar e assegurar um ambiente seguro e livre de preconceito e discriminação racial ou de etnia para todos os colaboradores da Renault e, recentemente, também foi criado o grupo Generations@Renault, que tem como propósito criar condições para que colaboradores se sintam respeitados e incluídos, independentemente de sua idade e/ou questões culturais ligadas à sua geração. 
 
O Instituto Renault, responsável pelas ações socioambientais da montadora, tem a inclusão como um de seus pilares de atuação. Um exemplo é o apoio ao projeto Associação Borda Viva, que tem como objetivo o estímulo ao empreendedorismo social das mulheres na comunidade de Borda do Campo, região de baixa renda de São José dos Pinhais (PR), onde está localizada a fábrica da Renault. 

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

Coluna Minas Turismo Gerais



Coluna Minas Turismo Gerais


Jornalista Sérgio Moreira






Tombamento dos Lagos de Furnas e Peixoto



O lago de Furnas é um potencial turístico O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo (Secult) e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG), anunciou, nesta quarta-feira (22/9), o início da instrução do processo administrativo de tombamento do Lago de Furnas e do Lago do Peixoto. O anúncio foi feito durante a 9ª reunião do Grupo de Trabalho de Furnas, promovida em Capitólio, que contou com a participação do governador Romeu Zema e do secretário de Estado de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira. A medida vai proteger áreas, garantir as atividades turísticas e estimular geração de empregos e renda

Em dezembro de 2020, a Assembleia Legislativa de Minas, por meio de emenda constitucional, acrescentou ao Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição do Estado o tombamento dos dois Lagos para fins de conservação. Agora, o Iepha-MG irá instaurar o processo administrativo com os estudos necessários para a definição técnica das áreas e diretrizes de preservação.

A proposta aprovada pela Assembleia no ano passado, e adicionada à Constituição mineira, fixa limites mínimos para os níveis dos lagos de Furnas e Peixoto, utilizados como fonte de energia hidrelétrica. O intuito da proposta é “assegurar o uso múltiplo das águas para o desenvolvimento do turismo, da agricultura e da piscicultura, a par da geração de energia”. O limite do reservatório de Furnas ficou estabelecido em 762 metros acima do nível do mar, enquanto que em Peixoto é de 663 metros. O Governo de Minas apoia integralmente o estabelecimento deste limite mínimo. No entanto, o governo federal entrou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a norma.

O governador enfatizou que já foi a Brasília várias vezes para tratar do tema. “Este tombamento é um marco para Minas Gerais. Desde o início do meu governo assumi o compromisso de que a cota 762 seria respeitada. Infelizmente, recebemos a notícia de que o nível do lago foi reduzido. O problema é complexo, dentro do contexto do Brasil, que tem pecado, infelizmente, pela falta de planejamento. Vivemos um momento de escassez de chuvas e de consequente crise hídrica, que está se desdobrando para se tornar uma crise energética, um problema que deveria ter sido resolvido há 10, 15 anos”, afirmou.



O lago de Furnas é a maior extensão de água do estado, com 1.440 km² - quatro vezes a Baía de Guanabara. Ele banha 39 municípios, formando lagos, cachoeiras, balneários e piscinas naturais. Para que atividades como navegação, turismo, piscicultura e produção agrícola possam ser desenvolvidas sem prejuízos pelos municípios, é necessário que se mantenha o nível do lago com o mínimo de 762 metros de profundidade.



Usina hidrelétrica de Furnas

“A abertura do processo de tombamento já significa proteção preliminar e administrativa do lago. É o primeiro passo para o tombamento integral pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais, órgão responsável pela memória cultural material e imaterial do Estado. Com essa medida, balizada pela Constituição Federal do Brasil, os lagos se juntam aos bens de relevância para o estado, como Ouro Preto, Pampulha, Sabará e os mais de 4 mil bens tutelados pelo Iepha. A proteção administrativa é a garantia legal de que o Mar de Minas, suas paisagens, modos de uso e história devem ser protegidos e cuidados. Essa medida, somada à PEC 106, acredito que dificilmente poderá ser contestada em instâncias legais, visto que é dever do Estado de Minas Gerais, pela Constituição Federal do Brasil, inventariar, proteger e tombar seus bens”, afirmou o secretário de Cultura e Turismo, Leônidas Oliveira.

No evento, o presidente do Lepha assinou o termo de início da instrução do processo administrativo de tombamento dos Lagos de Furnas e Peixoto. “O tombamento administrativo de Furnas e Peixoto traz uma nova força para um tombamento constitucional que já havia sido estabelecido. Com isso, regularizamos o processo, iniciamos a construção de critérios, a delimitação de áreas, o entendimento maior de como essa paisagem cultural estruturada por volta da década de 1960 tem sido afetada pela redução dos níveis dos lagos. Com isso, o Iepha passa a ser um dos agentes prioritários na proteção dessa área, e na formulação de um entendimento de como aproveitar as águas de maneira mais sustentável, tanto para a produção de energia como para a vida, envolvendo processos econômicos e culturais”, ressaltou Felipe Pires.

Durante os estudos serão promovidos diálogos com outras instituições federais, municipais e estaduais e com a população no intuito de buscar informações que possam auxiliar na construção do documento. O dossiê de tombamento, que será coordenado pelo Iepha-MG, irá estabelecer perímetros e diretrizes de proteção, para permitir a preservação e o monitoramento da área dos lagos. Questões importantes devem ser levadas em consideração para elaboração das diretrizes de ocupação e fruição do local. São temas que estão relacionados às áreas mais demandadas pelo turismo no entorno dos lagos, a ocupação de bares, restaurantes e à paisagem natural na área.

Atualmente, Minas Gerais possui doze bens protegidos por tombamento por meio do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição do Estado.

O dossiê, assim que definido, será encaminhado ao Conselho Estadual de Patrimônio de Minas Gerais (Conep), para deliberação e prosseguimento das demais etapas.

Projeto Vai Turismo



Queijos mineiros seguem conquistando o mundo

Em concurso promovido na França, de 57 queijos brasileiros premiados, 40 são produzidos em Minas Gerais. De 5 medalhas Super Ouro entregues ao Brasil, 4 vieram para Minas

Produtores de queijo de Minas Gerais lideraram o ranking brasileiro no concurso internacional “Mondial du Fromage et des Produits Laitiers”, promovido na França, entre 12 e 14 de setembro. Ao todo, o estado conquistou 40 medalhas, de 57 faturadas por produtores brasileiros. Inclusive, o Brasil ficou em segundo lugar na competição, perdendo apenas para a França, anfitriã do evento. Participaram 46 países e o total de medalhas concedidas foi 331.

Além do alto número de premiações no quadro geral, Minas Gerais conquistou quatro medalhas Super Ouro, que são as mais cobiçadas e mais raras. Apenas uma dessas medalhas faturadas por produtores brasileiros não veio pra Minas Gerais. Os vencedores de Minas foram Queijo Minas Artesanal Quilombo na Cachaça - Ivacy Pires Dos Santos (Sabinópolis, região do Serro, Serra da Canastra); Canastra Reserva do Ivair - Ivair José De Oliveira (São Roque de Minas, Serra da Canastra); Queijo Santo Casamenteiro - Laticínios Cruzília (Cruzília, Sul de MG); e Queijo Canastra Serjão Maturado 100 Dias - Sergio De Paula Alves (Piumhi).

“As 40 medalhas conquistadas por Minas Gerais no Mondial du Fromage deste ano revelam a força e o vigor da cozinha mineira, o cuidado e a excelência de nossos produtos artesanais e reafirmam a razão de Minas ser reconhecida, principalmente, por sua cozinha tradicional, citada por 30% das pessoas que visitam o estado”, comenta Leônidas Oliveira, secretário de Estado de Cultura e Turismo. O titular da Secult ressalta a importância da cozinha mineira, do turismo de experiência e do turismo rural para a retomada das atividades do setor no estado. “Trabalhar a singularidade da cozinha mineira e estimular o turismo rural é promover a diversificação da oferta turística, um dos pilares do Programa Reviva Turismo, contribuindo para a inclusão de novos atores na cadeia produtiva do turismo, ampliando o fluxo de turistas para o estado e fortalecendo a atividade neste momento de recuperação do setor”, ressalta o secretário.


Queijo é a principal iguaria da Cozinha Mineira

A cozinha mineira compõe a imagem mais marcante de Minas Gerais para quase 30% dos turistas que visitam o estado, de acordo com pesquisa produzida pelo Observatório do Turismo de Minas Gerais (OTMG), coordenado pela Secretaria de Cultura e Turismo (Secult). A alta qualidade dos produtos, as variadas opções de festivais e roteiros gastronômicos, além dos muitos locais de visita à produção colocam o estado em destaque no cenário nacional para este tipo de turismo de experiência.



Dentre os produtos típicos mineiros, o queijo artesanal é, sem dúvida, o mais famoso. Com sabores diferenciados e receitas exclusivas de mais de 200 anos, a iguaria produzida na região da Canastra, por exemplo, é registrada como Patrimônio Cultural e Imaterial Brasileiro pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 2008. Em muitos municípios mineiros é possível conhecer, também, a forma de produção dos queijos artesanais e a história de cada família produtora.

Já o “Modo de fazer o queijo artesanal da região do Serro” foi o primeiro bem registrado como Patrimônio Cultural Imaterial do estado de Minas Gerais, em agosto de 2002. O modo de fazer o queijo chegou à região pelas trilhas do ouro, na bagagem dos colonizadores portugueses, e se constituiu, com o passar dos anos, em um importante elemento econômico, cultural e simbólico. Esse modo de fazer artesanal e os instrumentos nele utilizados, as relações sociais e comerciais estabelecidas e todos os elementos a ele associados fazem parte da vivência e do cotidiano não só da população da região como ultrapassam as fronteiras estaduais. A região produtora do chamado queijo do Serro engloba os municípios de Alvorada de Minas, Coluna, Conceição do Mato Dentro, Dom Joaquim, Materlândia, Paulistas, Rio Vermelho, Sabinópolis, Santo Antônio do Itambé, Serra Azul de Minas e Serro.

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@sergiomoreira63 informações
sergio51moreira@bol.com.br



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Alexandre Sampaio, diretor da CNC, salientou a importância do encontro presencial para alinhar as demandas com as forças políticas presentes O projeto Vai Turismo da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) realizará um encontro presencial em Brasília (DF), em novembro. A iniciativa, que visa trazer aos candidatos à presidência de 2022 um documento com demandas do setor, estava ocorrendo de maneira digital desde agosto.

O evento presencial do projeto Vai Turismo, ainda sem data definida para acontecer na capital do Brasil, deve reunir os representantes de todas as regionais da Fecomércio, além de forças políticas, a fim de melhor elaborarem a proposta de fomento ao mercado de viagens ao futuro governo do Brasil.

Até o momento, todas as reuniões do Vai Turismo estão sendo realizadas de maneira virtual. Todos os braços estaduais da CNC devem participar dos encontros virtuais até o fim de outubro, pouco antes da realização do congresso em Brasília.

“Independente se teremos um governo de esquerda ou direita, precisamos alinhar diversas questões que possam beneficiar o nosso setor, que foi fortemente afetado pela pandemia”, destacou Alexandre Sampaio, presidente da Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA) e diretor da CNC.

Segundo o executivo, a estimativa é que o documento elaborado a partir destas reuniões seja entregue aos candidatos à presidência da república até junho de 2022. https://vaiturismo.com.br/

Fretamento continua puxando vendas da Marcopolo que já vendeu 39 novos ônibus para a Rouxinol Viagens e Turismo




A demanda do segmento de fretamento para o transporte de trabalhadores das empresas segue em alta, colaborando para a manutenção das atividades nas linhas de montagem da indústria brasileira de ônibus. A Marcopolo fez a entrega de 39 novos ônibus para a Rouxinol Viagens e Turismo, operadora de Minas Gerais, com forte atuação em Belo Horizonte e nas regiões metropolitanas do estado.

Segundo Julio Cezar Diniz, diretor da Rouxinol Viagens e Turismo, a aquisição demonstra o compromisso da Rouxinol em oferecer o melhor em termos de conforto e segurança às empresas clientes e seu funcionários. "Para isso, optamos pelos modelos da Marcopolo pela superior qualidade, robustez e contínua inovação", destaca o executivo.

"A Rouxinol Viagens e Turismo é uma tradicional parceira, com cerca de 250 veículos na sua frota. Para atender essa crescente demanda do segmento de fretamento, temos intensificado nossa atuação na região de Minas Gerais, com a maior proximidade com os clientes para atender suas necessidades de forma ágil, contribuindo para o desenvolvimento de suas operações", enfatiza Luiz Antônio Soares, gerente de negócios da filial Marcopolo Minas.

São 29 unidades do modelo Viaggio 900 (48 lugares) e dez do micro-ônibus Senior, na versão Fretamento (30 lugares) para renovação e aumento de frota. Os dois modelos possuem poltronas Executiva, com capacidade para 48 e 30 passageiros, respectivamente, e contam com DPM, tomadas USB, cinto de segurança de três pontos, entre outros itens de segurança e conforto.
Com 30 anos de fundação, a Rouxinol é uma empresa especializada no transporte profissional de pessoas, com atuação no segmento de fretamento para indústrias e empresas, especiais e receptivos, com frota diversificada de veículos, como ônibus convencionais e micro-ônibus em diferentes configurações, além de vans.
Crédito da imagem: Divulgação Marcopolo


General Motors dobra produção de Tracker e Onix. • Fábricas da GM de São Caetano do Sul (SP) e de Gravataí (RS) já têm data para a volta do segundo turno de trabalho. • Segundo Santiago Chamorro, novo presidente da GM América do Sul, o foco da empresa é atender à alta demanda dos clientes Chevrolet









São Caetano do Sul - Quarta-feira, 22 de setembro de 2021 - Para atender à alta demanda especialmente dos Chevrolet Onix, Onix Plus e Tracker, as fábricas da General Motors de São Caetano do Sul (SP) e Gravataí (RS) dobrarão seus volumes ao retomar o segundo turno de produção no dia 27 de setembro e 4 de outubro, respectivamente.

"Nos preparamos para este momento e faremos de tudo o que está ao nosso alcance para atender à demanda dos clientes Chevrolet ao mesmo tempo em que mantemos nosso foco na sustentabilidade do negócio na região", afirma Santiago Chamorro, presidente da GM América do Sul (foto ao lado). "Este é um momento muito importante para funcionários, sindicatos, fornecedores, concessionários e consumidores", complementa.

Os novos Onix, Onix Plus e Tracker estão liderando uma verdadeira transformação em seus segmentos, isto porque antecipam tendências nos quesitos mais valorizados pelo consumidor: design, segurança, conforto, conectividade e desempenho.

Com o aumento da produção em São Caetano do Sul (SP) e Gravataí (RS), todas as fábricas da GM passam então a operar em dois turnos. O complexo de São José dos Campos (SP), onde é feita a Nova S10, também trabalha em ritmo acelerado desde maio para atender à crescente demanda pela picape, que alcançou a liderança no segmento em agosto, impulsionada sobretudo pelo bom momento que atravessa o agronegócio.

A confiança na retomada do crescimento da Chevrolet está calçada nos diferenciais estratégicos que a empresa construiu até então, como uma imagem de marca forte, um portfólio de veículos renovados e tecnológicos ao encontro dos novos anseios do consumidor, além de uma rede de concessionárias atuante e capilarizada por todo País.



E para continuar seu legado de liderança e inovação no cenário da indústria nacional, a GM segue realizando investimentos. São R$ 10 bilhões que estão sendo destinados ao desenvolvimento de novos produtos, como a Nova Montana, e a modernização das fábricas da empresa no Estado de São Paulo. "Esses investimentos vão alavancar a nossa estratégia de crescimento para os próximos anos no Brasil e na América do Sul, com novas tecnologias e produtos que vão contribuir para melhorar a rentabilidade e garantir um futuro sustentável para o negócio", declarou Chamorro.

Becomex apoia a mobilidade do futuro e participa da 16ª edição do VE Latino-Americano. • Cenário tributário brasileiro exige medidas específicas de enfrentamento. • Empresa faz uso de tecnologia avançada para unir e otimizar a cadeia produtiva, rentabilizando projetos e operações industriais. • Evento conta com exposição de veículos, produtos e tecnologias ligadas à eletro-mobilidade



A Becomex marca presença como expositora na 16ª edição do VE Latino-Americano, maior encontro de negócios e discussão da mobilidade do futuro, que acontece entre os dias 23 e 25 de setembro, em frente ao Estádio do Pacaembu, em São Paulo.

Durante o evento, a Becomex irá levar um dos principais produtos de seu portfólio de soluções para apresentar ao público visitante, o BCC - Business Collaboration Chain – estratégia de busca pela competividade que pode ser aplicada ao longo da cadeia produtiva de diversos segmentos da economia.

O cenário tributário está a cada dia mais complexo no Brasil, exigindo das empresas que atuam em busca da mobilidade do futuro, medidas que enfrentem os desafios do presente.

“A Becomex foi uma das primeiras empresas a entender que muitos incentivos e benefícios fiscais podem permear a cadeia produtiva”, diz Denys Cabral, Head de Inovação Automotiva da Becomex. “Durante o VE Latino-Americano vamos mostrar que o BCC desenvolve a colaboração entre clientes e fornecedores na obtenção de benefícios com a redução de custos, monetização e rentabilização dos créditos tributários”, explica.

Com o uso de tecnologia avançada na análise de dados, soluções end-to-end e conhecimento multidisciplinar, a metodologia da Becomex pode entregar alguns benefícios para a cadeia produtiva, como por exemplo:

Incentivo à indústria local ao otimizar o fluxo de caixa das empresas pela adoção de Regimes Especiais que permitem a compensação dos créditos tributários acumulados

Incentivo à exportação e importação, com redução do custo pela isenção de impostos

Incentivo ao mercado local com diminuição da carga tributária dos insumos aplicados aos veículos elétricos

Aplicação de acordos internacionais aos produtos exportados

“Durante os três dias de realização do VE Latino-Americano, a Becomex contará com a presença de alguns dos seus executivos para mostrar que, em seus 14 anos de história, ao trabalhar com mais de mil grupos econômicos no Brasil, entre eles as maiores empresas do País, as soluções aplicadas contribuíram com o aumento da competitividade das empresas que atuam com a mobilidade elétrica. A empresa atua com uma combinação de conhecimentos técnicos de mais de 450 colaboradores e tecnologia avançada, desenvolvida em suas fábricas de software”, finaliza Cabral.


16º VE Latino-Americano: mercado busca meios mais sustentáveis de mobilidade

Em sua 16ª edição, o VE Latino-Americano é uma feira com exposição de veículos, produtos e tecnologias ligadas à eletro-mobilidade.

Além da participação da Becomex como expositora, durante o evento serão expostos diferentes veículos elétricos, incluindo motocicletas, carros, patinetes, triciclos, bicicletas, monociclos etc. Será, também, a primeira exposição em um evento brasileiro de um automóvel da marca Tesla.

Alguns dos veículos expostos estarão disponíveis em uma frota de test-drives, que estará à disposição dos visitantes. Além disso, o VE Latino-Americano terá produtos e tecnologias essenciais dentro da cadeia de eletro-mobilidade em exposição, como os carregadores de baterias de carros elétricos, por exemplo, entre outros componentes desta indústria.

Serviço

16º VE Latino-Americano

Tenda da Becomex: 11

Praça Charles Miller, em frente ao Estádio do Pacaembu

Dias 23, 24 e 25 de setembro: das 12h às 20h

Mais informações: https://becomex.com.br e https://www.velatinoamericano.com.br/

Argentina reabre suas fronteiras a partir de 1º de outubro, mas impõe exigências



Com a exigência do processo de vacinação completo e um teste PCR negativo realizado 72 horas antes do embarque, ou fazer o teste antígeno obrigatório na chegada, a Argentina permitirá a entrada de todos os estrangeiros no país a partir de 1º de outubro. Quem, no entanto, não tiver a vacinação completa terá de ficar isolado em quarentena de uma semana. Ao dar a informação a ministra da Saúde argentina, Carla Vizzotti, revelou que as fronteiras terrestres também serão abertas a pedido dos governadores das províncias (estados).

“Estamos em momentos muito positivos, sabemos que a pandemia não acabou, temos que manter os cuidados. Estamos caminhando para a plena recuperação das atividades”, disse Carla Vizzotti em entrevista coletiva em Buenos Aires. Entre 1º de outubro e 1º de novembro, haverá o aumento progressivo da cota de entrada em todos os corredores seguros, aeroportos, portos e terrestres, homologados pela autoridade sanitária com cota definida pela capacidade de cada jurisdição. 

Exigências para ingressar na Argentina:

  • Vacinação completa, com data da última aplicação pelo menos 14 dias antes da chegada ao país;
  • Teste de PCR negativo nas 72 horas anteriores ao embarque, ou antígeno na chegada ao país;
  • Teste PCR do 5º ao 7º dia de chegada até definição da autoridade sanitária;
  • Quarentena de sete dias e teste de antígeno na admissão e teste de PCR no 7º dia para não vacinados;
  • Quando atingir 50% da população completamente vacinada: o teste de antígeno será interrompido na admissão (exceto para os não vacinados) e a PCR nos dias 5 a 7 e a cota poderá ser suspensa.

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