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segunda-feira, 26 de junho de 2023

Hyundai é primeira fabricante de automóveis certificada como Lixo Zero no Brasil

 

 

 

A Hyundai Motor Brasil acaba de se tornar a primeira fabricante de automóveis a ser certificada pela Zero Waste International Alliance, por meio de seu representante local, o Instituto Lixo Zero Brasil, que desde 2010 atesta localmente a correta gestão de resíduos sólidos aplicada de acordo com metodologia global unificada. A Certificação Lixo Zero é emitida somente para empresas que alcancem a meta de 90% ou mais de resíduos encaminhados corretamente para descarte e não para aterros, reduzindo, assim, o impacto ambiental. No processo de certificação, a Hyundai registrou 93% de conformidade no destino de seus descartes.

 

“A Hyundai traz em sua história o constante trabalho com foco na redução do impacto ambiental de suas operações. O uso de recursos naturais é acompanhado de perto por nossas equipes, assim como a destinação correta de nossos resíduos. Ser a primeira fabricante de automóveis do Brasil reconhecida com a certificação internacional Lixo Zero nos coloca a responsabilidade de seguir sendo a marca que incentiva todo o setor a melhorar sua relação com o meio ambiente, assim como reforça nossa visão de negócio voltada para o progresso para a humanidade”, afirma Ricardo Martins, vice-presidente administrativo da Hyundai Motor Brasil.

 

A certificação inédita reconhece o trabalho realizado pela Hyundai desde 2017, quando a fabricante criou o projeto “Aterro Zero”. A iniciativa promoveu campanhas de conscientização ao descarte correto de resíduos com os colaboradores e fornecedores, reestruturação interna dos coletores seletivos para o descarte correto, busca por destinações alternativas aos resíduos gerados e, por fim, a supressão total do envio de resíduos para aterros. Em pouco mais de cinco anos, a destinação de resíduos da produção de veículos para aterros foi reduzida a zero.

 

Hyundai é certificada pelo Instituto Chico Mendes

 

A Hyundai Motor Brasil recebeu também, neste mês de junho, a certificação Selo Verde, do Instituto Chico Mendes, organização não governamental que desenvolve programas, ações e projetos buscando a conservação dos recursos naturais para a melhoria da qualidade de vida desta e das futuras gerações.

 

Na análise dos indicadores do questionário de avaliação, o Instituto contabiliza o grau de utilização dos recursos naturais e o potencial de poluição, além de parâmetros como as ações sociais internas e externas, gerenciamento das questões energéticas, hídricas e de resíduos sólidos, gestão ambiental, social e de negócios, legislação, conservação da biodiversidade, entre outros. Para obter o certificado, a empresa precisa alcançar 80% dos pontos em todos os requisitos avaliados. A Hyundai alcançou 96% das pontuações possíveis e se tornou também, no caso do Instituto Chico Mendes, a primeira montadora a receber o reconhecimento.

 

Entre outras ações recentes da Hyundai para a redução do impacto ambiental de suas operações no Brasil, merecem destaque a economia de 157 MW por ano, desde 2013 – o equivalente ao consumo anual de 65 residências – graças à redução de picos de corrente elétrica nas prensas da estamparia. Também houve redução do uso de água na lavagem dos veículos faturados, evitando o consumo de 17 milhões de litros no período de 2013 a 2019, o que corresponde a sete piscinas olímpicas. E, desde 2017, visando a reutilização para fins de treinamentos, foram doadas ao Corpo de Bombeiros de Piracicaba mais de 60 carrocerias de veículos que seriam descartadas.

 

Agenda global de sustentabilidade da Hyundai se destaca

 

Durante a edição 2021 do IAA Mobility, em Munique, na Alemanha, a Hyundai anunciou seu compromisso global de neutralizar as emissões de carbono por completo até 2045. A empresa planeja aumentar gradualmente a comercialização de veículos com zero emissões (ZEVs) e espera que, até 2040, os veículos elétricos totalmente movidos a bateria (BEVs) ou célula de combustível a hidrogênio (FCEVs) respondam por 80% do total de suas vendas mundiais.  

 

Juntamente com a introdução de tecnologias ecológicas e centradas no futuro, a montadora está aumentando a credibilidade e a empatia de sua marca por meio de iniciativas ambientais, sociais e de governança (ESG) proativas, como o reforço de suas diretrizes para melhorar o ambiente de trabalho na cadeia de suprimentos.

 

Em reconhecimento ao desempenho das atividades de gestão ESG, a empresa foi incluída no Índice Mundial de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI) pela primeira vez no ano passado. Com isso, a Hyundai passou a figurar entre as 250 melhores empresas para capitalização de mercado entre as 2.500 listadas.

Ford vende mais de 2.000 unidades da Nova Ranger em 24 horas no Brasil e na Argentina. Os primeiros compradores da Nova Ranger, disponível nas versões XLT e Limited com motor 3.0 V6, vão receber o veículo em até 60 dias. A Ford privilegiou os clientes da marca com um início de vendas exclusivo, antes da abertura para todo o mercado no dia 26 de junho


A Ford iniciou as vendas da Ranger de nova geração ontem, às 16h00, e registrou mais de 2.000 pedidos em 24 horas no Brasil e na Argentina. A comercialização continua a ser exclusiva para clientes da marca até a próxima segunda-feira (26 de junho), às 16h00, quando abre para todos os consumidores, na plataforma de e-commerce do www.ford.com.br.

“Esse excepcional retorno mostra a confiança dos nossos clientes na marca e no produto”, afirma Pedro Tadeu Resende, diretor de Vendas e Rede da Ford. “Os proprietários da Ranger já conhecem as qualidades da picape e sabem que na nova geração ela ficou ainda melhor, mudando o patamar da categoria.”

No Brasil, os pedidos chegaram a 1.000 unidades e os primeiros clientes vão receber a picape em até 60 dias. A fábrica de Pacheco, na Argentina, onde a linha é produzida, foi totalmente reformada com equipamentos de última geração para entregar alto padrão de qualidade e ampliou em 70% a capacidade de produção.

A Nova Ranger é oferecida inicialmente nos modelos com motor 3.0 V6, transmissão automática de 10 velocidades e tração 4WD, nas versões topo de linha XLT (R$ 289.990) e Limited (R$ 319.990). A Limited conta ainda com um pacote opcional que inclui painel de instrumentos digital de 12,4”, rodas de liga leve de 20” e tecnologias de assistência exclusivas, por mais R$ 20.000.

CURTAS E BOAS: Drinks ao luar no Arpoador, no Rio // Conheça o Ritta Höppner Hotel, de Gramado // Faça seu próprio Bolo de Rolo

Arp Bar promove drinks ao luar no cenário mais charmoso do Rio

Aplaudir o pôr do sol faz parte do estilo de vida carioca, essa é uma tradição conhecida mundo afora. Com tantas belezas naturais que permeiam a Cidade Maravilhosa, qualquer motivo se torna tema para celebrar a vida e a natureza. 
E para brindar o luar, com uma das mais famosas e belas vistas da orla do Rio, o Arp Bar, localizado no Hotel Arpoador, promove a nova edição do seu encontro “Ao Luar”.

Nesta segunda-feira, 26 de junho, a partir das 17h30, o chef Waguinho recebe os bartenders Miguel Aguis, Daniel Estevan e Miguel Costa para uma noite de drinks autorais criados especialmente para curtir o exuberante pôr do sol e o céu iluminado. Esta edição tem parceria com a Grey Goose, que protagoniza as bebidas deste encontro.

 

Serviço:


Ao Luar no Arp Bar

Data: 26.06
Horário: 17h30 às 23h
Local: Arp Bar - Rua Francisco Otaviano, 177 - Arpoador - Rio de Janeiro


Conheça o Ritta Höppner Hotel, um dos melhores da América do Su 


Bolo de rolo com recheio de goiabada é dica junina para fazer em casa


As festas juninas estão fazendo a alegria por todo o país, em julho a temporada continua em diversos pontos do Brasil. Para aqueles que vão comemorar o São João entre amigos e querem uma receita prática, mas marcante, o chef Helbert Moura, do Mavsa Resort, dá a dica de um bolo de rolo especial com recheio de goiabada, digna de resort 5 estrelas. O sucesso é certo, confira o passo a passo:

Bolo de Rolo com recheio de goiabada

Ingredientes

· 1 kg de açúcar

· 1 kg de margarina

· 24 ovos

· 1 kg de farinha de trigo

· 50 gramas de fermento químico

Recheio

· 500 gramas de goiabada

· ½ xícara de água

Modo de preparo da massa

Bata na batedeira a margarina e o açúcar até formar um creme, coloque os ovos e continue batendo até ficar cremoso. Acrescente a farinha de trigo e, por último, o fermento.

Modo de preparo do recheio

Leve a goiabada ao fogo com água e deixe amolecer até ficar em ponto de uma geleia mole.

Montagem

Coloque de 5 a 6 colheres de sopa de massa para assar e leve ao forno pré-aquecido por 5 minutos, aproximadamente. Vire sobre um pano úmido polvilhado com açúcar, passe uma camada fina de goiabada e enrole.

Asse outro bolo, passe o recheio e enrole com o primeiro. Repita a operação até terminar a massa. Polvilhe açúcar por cima no final. 









Coluna José Carlos Secco: Ford Maverick, apesar dos muitos admiradores não teve sucesso no Brasil


Coluna José Carlos Secco

 


Jornalista





Lee Iacocca, que foi o poderoso presidente mundial da Ford comprovou, com a sua própria empresa, que o lançamento de um novo carro sob a coordenação da área de finanças dificilmente tem êxito. E a comprovação dessa verdade, que poderia ter ocorrido em todos os países nos quais a Ford tinha fábrica, precisaria ser no Brasil?

 

Realmente, a Ford brasileira foi uma das empresas que confirmaram a teoria de Lee Iacocca. E essa decisão ocorreu há exatos 50 anos, quando a montadora fez o lançamento do Maverick no Brasil, em junho de 1973.

 

Antes do seu lançamento no País, a empresa realizou uma pesquisa com a participação de mais de dois mil clientes que teria indicado que a maioria dos entrevistados teria escolhido o automóvel Ford Taunus, produzido na Alemanha, para o mercado brasileiro. Mas a Ford deixou de seguir a eleição dos clientes por considerar muito elevado o valor necessário para cumprir todo o programa e optou pelo Ford Maverick, dos Estados Unidos.

 

Essa história não foi confirmada por parte de quem conheceu a empresa, o que foi transformado no primeiro capítulo de um enredo que nunca foi perfeitamente esclarecido.

 

A que mais prevaleceu, mas que os admirados do automóvel não confirmam, é que, em vez de lançar o Maverick como nascera nos Estados Unidos, os homens de finanças da Ford convenceram a empresa a utilizar alguns componentes já existentes no Brasil para reduzir os custos, principalmente o motor de 6 cilindros e 3.000 cm3 de capaci
dade cúbica, usado no Itamaraty, versão de luxo do Aero-Willys, automóvel de tamanho médio da empresa que a Ford havia adquirido em 1967.



Esse motor era de uma geração mais antiga e oriundo da Kayser Corporation, o que desagradou alguns jornalistas especializados, que o consideraram ultrapassado e de consumo elevado, principalmente pela coincidência de após o lançamento do Maverick no Brasil ter ocorrido a primeira crise internacional do petróleo.

 

Na fase de comercialização do Maverick surgiram as insatisfações com o nível de desempenho e consumo do motor de 6 cilindros do modelo básico, programado para ser o de maior volume de vendas pelo menor preço. O desempenho não correspondeu às expectativas dos clientes, acrescido de itens relativos a conforto interno, desconfortável acesso ao interior do veículo e visibilidade traseira deficiente.

 

A estreia do Maverick no mercado brasileiro teve grande repercussão porque, em corridas o automóvel empolgou os aficionados, com vitórias nas corridas 500 Quilômetros de Interlagos, 6 Horas de Tarumã e 25 Horas de Interlagos.

 

Na área promocional, em outubro do ano de lançamento, o publicitário Mauro Salles acertou com o Ministério dos Transportes e o Ministério do Turismo e também com o Departamento Nacional de Rodagens – DNER, Embratur e Empresa de Correios e Telégrafos, a realização do Reide da Integração Nacional com uma viagem por todo o País.

 

Ao longo de quase um mês, o Reide foi idealizado como incentivo à construção de estradas percorrendo 11 mil quilômetros, com um Maverick, um Corcel cupê e uma Belina para incentivar o transporte rodoviário brasileiro.

 

A área de jornalismo também participou fortemente da divulgação do reide e da promoção do Maverick, com forte distribuição de notícias e, após a viagem, a entrega de automóveis para testes de jornalistas e realização de eventos que resultassem em reportagens positivas para o automóvel. Um dos participantes foi José Carlos Pace, piloto da Fórmula 1 que teve participação de um teste publicado no Jornal da Tarde.

 

Para reverter a má imagem do veículo, elevar as vendas e desenvolver um modelo de menor consumo, para demonstrar a preocupação com a economia de combustível, a Ford decidiu utilizar na linha Maverick uma versão de menor consumo, aproveitando a disponibilidade do motor Ford, de 2.300 cm3 produzido na fábrica de Taubaté e exportado para o Japão, para equipar a pick-up Courier; Inglaterra, para o automóvel Capri e para os Estados Unidos, aplicado no Mustang e no Thunderbird.




Com o lançamento dessa versão, a Ford promoveu o primeiro test-drive de longa distância realizado no Brasil, com a reunião de jornalistas em viagem de ida e volta entre Recife e João Pessoa, na distância de 200 quilômetros.

 

Essa nova versão entusiasmou parte do público, mas não fez as vendas deslancharem.

 

A grande atração da linha sempre foi a versão esportiva, equipada com motor V8 de 4.900 centímetros cúbicos de cilindrada. Embora com vendas limitadas pelo maior preço, fez a alegria dos clientes aficionados.

 

Para atender a esse público esportivo e ampliar o desempenho do novo carro nas pistas sobre o Chevrolet Opala, que lançou o motor 250-S a Ford adotou um kit de carburação quadrijet, que elevou a potência a mais de 250 cavalos que o ajudou a se impor como um carro vencedor nas pistas.

 

Mas com as críticas recebidas da imprensa e os aspectos que não agradaram os consumidores, as vendas perderam a intensidade e, em 1979, a Ford interrompeu a produção do Maverick que, nos seis anos de presença no mercado completou 108.000 unidades.

 

O modelo esportivo, pelo estilo atraente e desempenho nas pistas, ganhou a fama de mito, mantido até hoje por uma legião de admiradores, por intermédio do Clube do Maverick.

 

A paixão pelo Maverick foi confirmada pelos associados do Ford Clube do Maverick, com o encontro de aproximadamente 150 colecionadores, na Garage do Maverick, nos dias 3 e 4 deste mês, no bairro da Moóca, e no dia 10, em Curitiba, organizado pelo Maverick Clube do Paraná. O calendário de comemorações dos 50 anos prevê outros eventos para a Bahia, em agosto, e também para outubro, no Nordeste do País.

 

Acesse nossos podcasts clicando aqui.

 

Crédito das imagens: Arquivo Internet

 

Muito Além de Rodas e Motores

Tel. 55 (11) 99932-6258 | secco@secco.com.br 

domingo, 25 de junho de 2023

Mais segurança nos pousos e decolagens: Azul seleciona o pneu conectado PresSense da Safran e da Michelin para equipar as suas aeronaves Airbus A320 e A321 e Embraer E1 e E2. A novidade permite medir remotamente a pressão dos pneus 45 minutos após o pouso e deve otimizar o tempo da companhia aérea e reduzir em mais de duas horas o período de inatividade dos aviões em solo


São Paulo, junho de 2022 – Azul escolheu o pneu conectado PresSense - com seu sistema de medição de pressão - para equipar a frota de Airbus A320 e A321 e Embraer E1 e E2, ou seja, cerca de 110 aeronaves. Resultado de uma parceria entre a Safran Landing Systems, líder mundial em sistemas de pouso, e a Michelin, líder mundial no setor de mobilidade, o PresSense deve simplificar as operações de manutenção da companhia aérea.  

  

O PresSense permite medir remotamente a pressão dos pneus da aeronave 45 minutos após o pouso. Em comparação, a maioria dos operadores ainda realiza essas verificações de manutenção diária obrigatória manualmente, usando um manômetro posicionado na válvula. 


Ocorre que, nestes casos, pelas normas de segurança, a operação só pode ser realizada, no mínimo, 3 horas após o pouso, que é o tempo necessário para o resfriamento do pneu.  

  

A tecnologia do PresSense compreende um sensor eletrônico de medição de pressão, desenvolvido pela Safran, integrado a um pneu projetado pela Michelin. Para verificar a pressão dos pneus, os agentes de manutenção precisam apenas colocar um leitor RFID (Identificação por Radiofrequência) na frente do pneu. 


As informações são lidas instantaneamente em um aplicativo de smartphone e enviadas para um banco de dados. Isso oferece às companhias aéreas a opção de realizar análises posteriores, destinadas, por exemplo, a operações de manutenção preditiva. 

  

Ao reduzir o tempo de inatividade das aeronaves em solo em mais de 2 horas todos os dias, o PresSense permite que as companhias aéreas otimizem a disponibilidade de suas frotas e, assim, ganhem vantagem competitiva. Também possibilita uma redução dos custos operacionais, uma vez que as operações de manutenção passam a ser realizadas em apenas alguns segundos.  

  

O PresSense passou por vários testes operacionais bem-sucedidos com várias companhias aéreas, permitindo que a Safran e a Michelin agora ofereçam uma solução madura. A Michelin foi encarregada de comercializar esta solução digital inovadora.  

  

“Foi aqui em Le Bourget, em 2017, que revelamos nosso projeto de pneus conectados PresSense em parceria com a Michelin. Hoje, é com muito orgulho que anunciamos sua primeira seleção, pela companhia aérea brasileira Azul. Este marco mostra a conclusão de vários anos de trabalho entre nossas equipes para refinar esta solução inovadora, confiável e de alto desempenho, comprovada por vários voos de teste. Em particular, o PresSense permitirá que nosso cliente otimize o tempo de inatividade de sua aeronave e possa ser usado para fins de manutenção preditiva”, explica François Bastin, CEO da Safran Landing Systems. 

  

“Estamos muito honrados com a confiança que a Azul depositou no PresSense, o pneu conectado resultante de uma parceria entre Michelin e Safran”, acrescenta o Sophie Brechoire, Presidente das atividades aeronáuticas do Grupo Michelin. 


“A escolha do PresSense pela Azul, importante player entre as companhias aéreas sul-americanas, valida a relevância de nossas escolhas técnicas no desenvolvimento dessa tecnologia inovadora. A Azul poderá, assim, aproveitar ao máximo todos os benefícios vinculados a esta solução: segurança, digitalização e eficiência em suas operações de manutenção. Uma oferta de serviços que atende às necessidades de nossos clientes”, conclui.  

  

Para Flávio Costa, vice-presidente Técnico da Azul, a companhia se consolidou como referência, não só em experiência e atendimento ao Cliente, mas também em manutenção e reparos de aeronaves. “Essa expertise da Azul é compartilhada com outras empresas por meio de uma unidade de negócios diferente, a AzulTecOps. Para corresponder a esses altos padrões, estamos sempre em busca de inovações que possam trazer mais eficiência, como PressSense e parceiros em quem podemos confiar, como Safran e o Grupo Michelin. A dedicação inabalável e compromisso com a excelência contribuem muito para nossa busca por ser a melhor companhia aérea do mundo”.  

Azul inaugura nova rota entre Belo Horizonte e Fort Lauderdale. O voo conectará o segundo principal hub da Azul, em Minas Gerais, com a cidade na costa sudeste da Flórida, nos Estados Unidos


São Paulo, junho de 2023 – Para ampliar sua presença em mais um destino internacional, a Azul, maior companhia aérea do país em número de voos e destinos atendidos no Brasil, lançou, nesta sexta-feira (23), o voo que liga Belo Horizonte a Fort Lauderdale. Conhecida pelas praias e canais de navegação, a cidade é a maior do condado de Broward, sendo a maior cidade do estado.    

  

Além de oferecer aos mineiros mais uma opção de destino, o voo é um movimento estratégico para a Azul, já que o BH Airport é o segundo maior hub da companhia e recebe Clientes de todo o país que desejam se conectar com outras regiões do Brasil e do exterior. Da capital mineira para Fort Lauderdale, a Azul contará com três frequências semanais, às terças, sextas-feiras e domingo, decolando do BH Airport, às 12h30, com chegada prevista na cidade norte-americana às 20h. No sentido inverso, os voos acontecem às segundas, quintas-feiras e sábados, partindo de Fort Lauderdale às 20h, com pouso previsto em Belo Horizonte às 05h30.   

   

“Fort Lauderdale é conhecida como a Veneza da América e conta com 37 quilômetros de praias paradisíacas, que cobre oito cidades litorâneas. A localidade fica próxima a badalada Miami e tem uma vida cultural agitada, com boa gastronomia e um clima excelente durante todo o ano. Viabilizar voos para que muitos brasileiros possam conhecer esse destino é o que torna a Azul a companhia aérea com a maior capilaridade do país, conectando Clientes de diversos aeroportos aos nossos hubs”, afirmou Fabio Campos, diretor de Relações Institucionais e Aeroportuárias da Azul.  

  

Com uma área de quase 100 quilômetros quadrados, a cidade é um famoso destino turístico, possuindo 37 quilômetros de um litoral de praias paradisíacas, areia branquinha e mar turquesa. A orla de Fort Lauderdale é considerada uma das mais bonitas da Florida. Na região, é possível observar ainda os jacarés, ao navegar pelo famoso rio de grama nos Everglades, além de visitar o maior jardim de borboletas e aviário de beija-flores no Butterfly World. A vida noturna também é agitada, com restaurantes, bares e pubs com vários tipos de música. A diversidade cultural também está presente na região com opções de passeio em museus, festivais de música e muita gastronomia local.    

   

O condado de Fort Lauderdale, que fica ao norte de Miami, é uma porta de entrada, inclusive, para um dos destinos mais adorados pelos brasileiros. Miami é uma das cidades norte-americanas com maior parte da população formada por latinos. Entre porto-riquenhos, brasileiros, mexicanos e cubanos, eles representam 70% dos moradores.  

   

“Minas Gerais tem uma relação bem próxima com os Estados Unidos, seja comercial, empresarial ou pelo grande número de mineiros que vivem lá. Desde o início da atual gestão do Governo de Minas, sabíamos que seria importante para a economia mineira retomar essa ligação aérea. Trabalhamos junto com as Secretarias Estaduais, a Azul e a BH Airport para que isso ocorresse o mais rápido possível. Hoje temos a felicidade de inaugurar a rota Belo Horizonte-Fort Lauderdale, na Flórida. Com isso Minas se aproxima ainda mais da maior economia do mundo, facilitando o comércio, os investimentos e o turismo”, afirma João Paulo Braga, diretor presidente da Invest Minas.   

   

Conforme Herlichy Bastos, diretor de Operações do BH Airport, a retomada da rota direta para os Estados Unidos é um desejo antigo dos mineiros. “Além de oferecer mais uma opção para quem deseja viajar para o país, essa rota direta facilita o acesso a destinos turísticos em Minas Gerais, estimula o comércio, os investimentos e fortalece parcerias estratégicas. Essa conquista representa um marco importante para a internacionalização do estado. Estamos muito orgulhosos em fazer parte desse momento”, afirma.   

 

“O desenvolvimento do estado e seus municípios perpassa, dentre outros aspectos, por nossa capacidade de criar novas e sólidas conexões. A nova rota alavanca a possibilidade de atrairmos novos investimentos, bem como impulsiona os já existentes em Minas Gerais. Isso tudo colabora para tornar o estado cada dia mais aberto, oferecendo uma melhor logística para os negócios. Além disso, também é um passo importante para o fomento ao turismo, já que aproxima e evidencia todo o potencial mineiro e aquece a economia”, celebra o Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Fernando Passalio. 

 

"Sabemos a importância de se estar conectado. No início do ano, lançamos uma política estadual para impulsionar conexões aéreas regionais, nacionais e internacionais por meio
do fortalecimento do hub aéreo do Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, negociando com as empresas. A chegada desse novo voo direto representa facilidade logística para os turistas e, também, para quem deseja fazer negócios, potencializando a geração de emprego e renda", diz o governador Romeu Zema. 



Azul no mercado internacional   

Para conectar os mais de 150 destinos brasileiros atendidos pela Azul, a companhia disponibiliza ainda dois voos diários para os aeroportos de Orlando, também na Flórida (EUA), e os dois voos diários e regulares para Lisboa, todos com partidas de Viracopos, em Campinas (SP). Há, também, voos diretos para Montevidéu, Punta Del Este e Curaçao, que parte de Confins, em Belo Horizonte. Além disso, a companhia inaugurou em abril seu destino para Paris. “Estamos montando um portfólio de destinos internacionais que enriquece e complementa ainda mais a nossa já grande rede aqui no Brasil”, destaca o executivo.   

    

A empresa também fez uma maior expansão em Minas Gerais, anunciando uma série de novos voos internacionais. A partir de amanhã (24), a Azul contará com voos semanais para Curaçao, partindo do BH Airport. Já no segundo semestre, a companhia oferecerá voos para Orlando a partir da capital mineira. Na região Norte do Brasil, a companhia aposta nas ligações diretas entre as cidades de Belém, no Pará, e Manaus, no Amazonas, para os aeroportos norte-americanos.   

    

Para Montevidéu, no Uruguai, a Azul tem oferecido dois voos semanais e diretos que partem de Recife, principal hub da companhia no Nordeste. Vale lembrar que, desde 14 de fevereiro, a Azul estreou as operações da rota Recife-Fort Lauderdale.   

    

Experiência Azul em viagens internacionais   

Na Azul Business, os Clientes têm um assento completo, com acesso direto ao corredor, opções de entretenimento a bordo de classe mundial. Quem voar na classe Economy pode desfrutar, ainda, de uma experiência aprimorada de espaço para as pernas. Os jatos A330 da Azul contam ainda com o sistema de entretenimento Panasonic eX3, uma das soluções tecnológicas mais avançadas do mercado. Os televisores de todas as classes têm 16 polegadas e são equipados com controle remoto e possuem opção de modo touchscreen. Em todas as classes, a qualidade de reprodução de vídeos é em HD. As telas são equipadas com uma porta USB, que serve, sobretudo, para recarregar dispositivos móveis.   

   

Para garantir uma experiência única aos Clientes, a Azul oferecerá ainda um menu produzido exclusivamente pelo famoso chef francês Claude Troisgros. Os pratos utilizam ingredientes brasileiros e técnicas clássicas francesas. Quem viajar na classe executiva receberá um cardápio completo que inclui entrada, prato principal e sobremesa. Já na econômica, os Clientes receberão apenas o prato principal. Todas as refeições serão servidas no almoço e no jantar e são divididas em ciclos.   

  

Mais destinos nos Estados Unidos com a United e a JetBlue    

Quem viaja aos Estados Unidos com a Azul ainda tem a opção de usar o codeshare com as companhias JetBlue e United, que é o compartilhamento de voos entre duas empresas diferentes. Assim, a partir de Orlando e Fort Lauderdale, os Clientes podem se conectar para mais 35 cidades comprando bilhetes diretamente nos canais de vendas da Azul, para voos operados pela JetBlue e United nos Estados Unidos. Entre os principais destinos estão: Nova Iorque, Chicago, Los Angeles, São Francisco e Washington DC. Atualmente, a Azul opera 16 voos diretos que conectam Fort Lauderdale a Recife (PE), Manaus (AM), Viracopos (SP), Belém (PA) e Belo Horizonte (MG) e outros 12 voos de Orlando para Campinas (SP).   

 

 

Veja abaixo os horários e frequências dos novos voos da Azul:
  

Confins (CNF) – Fort Lauderdale (FLL)    

*A partir de 23/06*   

Origem   

Saída     

Destino     

Chegada     

Frequência     

Confins    

12:30    

Fort Lauderdale    

20:00    

Terças, sextas e domingos   

Fort Lauderdale    

20:00    

Confins    

05:30   

Segundas,    

quintas e    

sábados   

   

BYD lança ônibus elétrico em parceria com empresa especializada em carrocerias na Espanha. Lançado no último dia 29, modelo marca o início de uma nova era de ônibus elétricos no país. Com bateria de 422 kWh de capacidade, veículo oferece autonomia de mais de 450 km com única carga


A BYD, líder mundial na fabricação de veículos elétricos, em parceria com a Castrosua, renomada especialista em carrocerias de ônibus, lançou o primeiro ônibus 100% elétrico produzido em conjunto entre as empresas em uma cerimônia de apresentação oficial no dia 29 de maio, na Espanha. Sua estreia marca o início de uma nova e empolgante era de ônibus com emissão zero na categoria de 12 metros para as operadoras de ônibus espanholas, combinando a experiência da BYD em tecnologia de chassi de ônibus elétrico com as carrocerias de ônibus altamente aclamadas da Castrosua.

 

A cerimônia, realizada em Santiago de Compostela, celebrou a parceria e a apresentação do primeiro ônibus feito sob medida pela BYD-Castrosua e contou com a participação do Diretor Geral da BYD Europa, Sr. Isbrand Ho, e o Sr. Juan Luis Castro, Presidente da Castrosua. O evento também teve a presença de importantes nomes do governo e de entidades do setor da Espanha.

 


 

Parceria de sucesso

A BYD e a Castrosua anunciaram a parceria para fabricação conjunta em setembro de 2022, criando uma colaboração dinâmica para fornecer aos clientes espanhóis ônibus elétricos de 12 metros de alta performance e capacidade de personalização.

 

Segundo o vice-presidente de vendas de ônibus elétricos da BYD Europa, Javier Contijoch, esse é um marco na parceria entre as duas empresas.

 

“A BYD acredita firmemente em parcerias estratégicas nas localidades onde atua. Reconhecemos que isso é fundamental para oferecer aos clientes a garantia de um atendimento e suporte locais. Juntos, estamos ansiosos para oferecer aos clientes soluções personalizadas e tecnologia líder mundial”, disse Contijoch durante o evento.

 

Tecnologia pioneira de chassi da BYD para segurança, confiabilidade e eficiência

A avançada tecnologia de chassi da BYD está no centro do ônibus da BYD-Castrosua, evoluindo a partir da vasta experiência da BYD em inovação de ônibus elétricos. A BYD já vendeu mais de 90.000 ônibus elétricos em todo o mundo. O revolucionário chassi da BYD foi desenvolvido para garantir segurança, eficiência e confiabilidade.

 

Um dos principais benefícios é o controlador 6 em 1, que integra todo o ecossistema do ônibus para melhorar a confiabilidade e aumentar a proficiência operacional, bem como a eficiência energética. O Sistema de Gerenciamento Térmico da Bateria BYD garante que a bateria permaneça na temperatura operacional ideal, adaptando-se a várias condições climáticas.

 

Há também a garantia de estabilidade e segurança da bateria, já que os ônibus elétricos BYD usam a tecnologia de bateria de fosfato de ferro desenvolvida pela empresa, que se destacou nos mais rigorosos testes de segurança.

 

Carroceria premiada da Castrosua para personalização exterior e interior

Complementando a tecnologia da BYD, a carroceria da Castrosua, que utiliza modelagem 3D durante a fase de conceito, facilita o desenvolvimento de todas as opções de personalização e adaptação, além de agilizar os processos de produção, reparo e manutenção, fornecendo ao cliente apresentações avançadas e abrangentes para auxiliar em seu processo de tomada de decisão.

 

O eBus de 12 metros da BYD-Castrosua pode acomodar até 92 passageiros, o que o torna um tamanho prático para serviços de ônibus urbanos. Com capacidade de bateria de 422 kWh, ele também oferece uma impressionante autonomia de mais de 450 km com uma única carga.

 

Em breve, mais ônibus elétricos BYD-Castrosua se juntarão às frotas elétricas urbanas da Espanha, contribuindo para a transição para a eletrificação do transporte público do país.

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