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segunda-feira, 10 de julho de 2023

CURTAS E BOAS - 3ª edição do Festival do Tartufo acontece em Campos do Jordão com cardápio assinado pelo chef toscano Claudio Savitar. Pontremoli realiza o evento nos dias 17, 18 e 19 de agosto com convites limitados // Revista Festuris: confira a edição 91 // 18ª edição do Fórum das Locadoras será nos dias 21 e 22 de novembro no São Paulo Expo // Festival do Tartufo acontece em Campos do Jordão em agosto // Azul celebra 200 mil clientes nos voos entre São José do Rio Preto e cidades do Nordeste

Festival do Tartufo acontece em Campos do Jordão em agosto

Em sua 3ª edição, o Festival do Tartufo, do premiado restaurante Pontremoli, é um dos acontecimentos gastronômicos mais esperados e apreciados pelos amantes da alta cucina. Neste ano, o evento acontece de 17 a 19 de agosto e tem o cardápio assinado pelos chefs Claudio Savitar, especialista em trufas há mais de 30 anos e Bernard Contipelli, proprietário do bistrô.

A estrela do festival é a trufa negra, um cogumelo subterrâneo muito valorizado por ter aroma e sabor únicos, que tornam o ingrediente estimado e respeitado por gourmets de todo o mundo. As trufas são geralmente consumidas frescas e utilizadas como ingrediente em muitos pratos gourmet, como massas, risotos, molhos, condimentos e até sobremesas. 

Devido à raridade e ao exigente processo envolvido na recolha, a iguaria pode ser encontrada apenas em países como França, Espanha e Itália.A primeira etapa do menu, que conta com 6 tempos, é o antipasti com mortadela al tartufo, salame felino e cacciatore, prosciutto parma, cesta de pães de fermentação natural, pasta de alho negro al tartufo, crema de funghi porcini al tartufo, crema com parmegiano al tartufo bianco, manteiga trufada e gotas de mussarela de bufala com azeite trufado e sal maldon. Na sequência a insalata calda traz tomate San Marzano, pinhão e um toque de mel trufadO. 

O primo piato (primeiro prato) é polenta cremosa com funghi porcini e morilles ao tartufo ou lasanha de ossobuco de vitello trufada com molho alfredo. O secondo piatto (segundo prato) é um delicioso risoto aquarello al tartufo acompanhado de medalhão de filet mignon de wagyu. 

Já o dolce traz uma excelente degustação com sorvete trufado, mousse de toblerone, tiramisu à moda do chef e sorvete de vanila de Madagascar com calda quente de frutas vermelhas. O digestivo fica por conta do cálice de vinho de sobremesa e do licor Limoncello.

O Festival do Tartufo do Restaurante Pontremoli reuniu vários admiradores e celebridades que apreciam o cardápio sofisticado nas duas primeiras edições, entre eles Ana Maria Braga, Maurício Manieri, Iza Stein, Gilbert, Carioca e Cid Moreira.

Para participar do jantar de 6 tempos, com 60 vagas disponíveis para cada dia do festival, é preciso efetuar a reserva no telefone (12) 99794-1213. O valor por pessoa nas reservas é de 960 reais, mais 15% de taxa de serviço. As bebidas não estão inclusas no valor.

Sobre o Restaurante Pontremoli e a Pousada Alto da Boa Vista

O Restaurante Pontremoli e a Pousada Alto da Boa Vista foram considerados a primeira ecologicamente sustentável do Brasil pela ONG Instituto Águas do Prata (IAP), que concedeu o selo IDES – Índice de Desenvolvimento Ecologicamente Sustentável, e ganhadora do TripAdvisor Travellers’ Choice 2018 e 2020. Já o restaurante é considerado um dos melhores do Brasil, com avaliação 5 estrelas no Tripadvisor.

Revista Festuris: confira a edição 91

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18ª edição do Fórum das Locadoras será nos dias 21 e 22 de novembro no São Paulo Expo

A Associação Brasileira de Locadoras de Automóveis (ABLA) já definiu as datas e o novo local do 18º Fórum Internacional do Setor de Locação de Veículos: a edição deste ano será nos dias 21 e 22 de novembro, agora no São Paulo Expo, que substituirá o Transamérica Expo Center como sede do evento. 

A gerente administrativa da ABLA, Francine Evelyn, projeta um crescimento de pelo menos 25% no número de participantes, na comparação com a edição 2022. “No ano passado, aproximadamente 1.200 pessoas estiveram no evento. Para a edição de 2023, esperamos entre 1.500 e até 1.800 participantes ativos”.  

Trata-se também da principal plataforma de negócios e debates para o desenvolvimento da locação de veículos no País, com palestrantes e debatedores de renome da área de transportes. “Pela primeira vez, a programação está sendo pensada para dois auditórios, com temas simultâneos a serem debatidos com profundidade”, adianta o conselheiro gestor da ABLA, Paulo Miguel Júnior.  

A apresentação de abertura será reservada à própria ABLA, nos moldes do que é feito pela ACRA, entidade que reúne as locadoras dos Estados Unidos, na International Car Rental Show, de Las Vegas. “Em se tratando de aluguel de carros, não há na América Latina outro evento tão significativo, importante e rico em conteúdo”, acrescenta Marco Aurélio Nazaré, presidente da associação.  

A área total do evento terá crescimento de quase 100%, saltando de 436 m² para 796 m², na comparação com a edição anterior. E a área de cada estande, que em 2022 variava entre 9 m², 18 m² e 27 m², também terá novidades: os expositores interessados têm agora mais três opções, com 24 m², 36 m² ou 48 m².

Segundo a comissão organizadora, restam poucos estandes às empresas interessadas em ainda reservar espaço. Entre as já confirmadas estão: Agiliza, BYD, Chevrolet, Easy Carros, Info, Itaú, Flash Engenharia, Ford PRO, Geotab, Ituran, Mônaco, Nantes, OLX, Santander, Segplus, Serpro, Solution 4 Fleet, Stellantis, Swint, Ticket Log, VAI e Volkswagen.

Em breve, a comissão organizadora divulgará a programação completa e abrirá as inscrições pelo site.


Azul celebra 200 mil clientes nos voos entre São José do Rio Preto e cidades do Nordeste



       

São Paulo, 10 de julho de 2023 – A Azul alcança marca histórica de 200 mil Clientes na operação entre São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, e os aeroportos das cidades de Maceió (AL), Natal (RN), Porto Seguro (BA) e Recife (PE). Desde o início da operação, em 2017, a companhia já realizou 1.600 voos entre essas cidades.   

   

A companhia aérea, com o maior número de voos e destinos atendidos no Brasil, realiza voos semanais para a Azul Viagens, operados pelas aeronaves A-320, com capacidade para 174 Clientes e o Embraer E195-E2, para 136 Clientes. Ambas possuem TV Ao Vivo, Wi-Fi, e Snacks à vontade. Na alta temporada, a companhia intensifica a frequência para atender a alta demanda.  

VW Brasil 70 anos – como nossos avós




Por Sérgio Bandeira de Mello




Se o leitor ainda não viu e ouviu “Como nossos pais” na interpretação motorizada de mãe e filha, Elis Regina e Maria Rita, confira no Google o filme para melhorar a compreensão deste inveterado hermético. E, de preferência, preste atenção na maravilhosa letra.

Com todos a bordo da Kombi – calma, pois há espaço suficiente para todos os interessados no texto -, nem precisa de cinto de segurança, item ridículo nos meus tempos de motorista ou passageiro do mencionado veículo, que conheci sob a alcunha de pão-de-forma.

Como no consagrado jargão publicitário, pequena vingança contra a falta de clareza e/ou objetividade dos clientes, eu diria que foi um “briefing mal passado” para a celebração dos 70 anos da Volkswagen no Brasil.

Antes, porém, quero lhe contar como eu vivi e tudo que aconteceu comigo. Isso a bordo de uma legítima Kombi na condição de piloto. Apesar do perrengue que passamos no momento, à noite, em plena Dutra, por conta do súbito fim da correia dentada da minha velha Marajó, tenho uma grata lembrança da última vez que dirigi o utilitário.

Sorte que parei perto de um orfanato, na beira da estrada. Lá, além de socorro com direito a empréstimo do veículo até a manhã seguinte, recebi uma bela lição de solidariedade, talvez por estar com meu filho bem pequeno e a minha filha de colo.

Foi no iniciozinho dos anos 1990, ocasião em que tive que subir a serra até Paulo de Frontin com apenas a segunda e a quarta marchas. Aliás, a última seria absolutamente dispensável depois de Paracambi. E, com raríssimas exceções, foi assim até a entrada de Mendes, meu destino final. Uma vez engrenadas na marra, ambas mostravam amplitude de um ponto morto. Já o próprio neutro dos carros automáticos – perdão pela necessária explicação aos mais jovens - acusava folga tão grande quanto o desalinhado volante.

Você pode até dizer que eu estou por fora ou estou inventando, mas meu lugar de fala é bem mais espaçoso do que admitiria a personagem central de tal episódio. Remonta aos tempos que dirigi Kombi com certa regularidade, na Avenida Brasil sem limite de velocidade, de 1975 a 1979.

Para tanto, bastava que o seu Pereira ou o Alcino, bravos motoristas da Contest, firma do meu pai, ficasse doente ou faltasse por qualquer motivo. Transportávamos corpos de prova de concreto e amostras de aço para construção civil para os devidos ensaios em laboratório. Sem tempo para academia e ginástica, era malhação gratuita com pesos nada ergonômicos de 15 kg.

Curiosamente, o período engloba os lançamentos das gravações de Belchior, compositor, e da sua maior intérprete, Elis. A música tema do comercial com jeito de institucional é faixa do LP Falso Brilhante. Produzido com o que há de mais moderno – já deve ter ficado obsoleto no Vale do Silício - em inteligência artificial, Maria Rita canta ao volante de uma Kombi novíssima, coisa que não se vê por aqui.

De repente, sua mãe emparelha num bem conservado exemplar de museu, razão pela qual qualifico a peça como propaganda enganosa.

No exato momento em que escrevo, meus tímpanos são agredidos pelos alto-falantes da Kombi do ferro velho. E a música base da oferta pelas velharias é um horror.

Daí que sugiro à montadora em jubileu de platina que destine uma merreca da campanha para comprar as enferrujadas representantes que circulam pelo Rio e que as substituam por similares à de Maria Rita com a mesma trilha do anúncio. Sim, eu diria que há perigo na esquina para quem ama o passado e só conta com velhos metais.

Afinal, ainda somos os mesmos e vivemos ao sabor desta maresia como como os nossos avós. Ou seja, bem antes de a VW chegar do Norte e da Elis chegar do Sul.

VW T-Cross The Town ganha versão especial que será apresentada no Autódromo de Interlagos de 2 a 10 de setembro. O carro tem motor de 128 cv e 20,4 kgfm de torque, rodas de 17, câmera de ré", start-stop e tela do multimídia de 10,25". Preço: R$ 150 mil

São Bernardo do Campo (SP) – Depois de anunciar seu patrocínio à primeira edição do The Town, a Volkswagen do Brasil apresenta o carro do festival: o T-Cross The Town. O SUV mais desejado do País ganha, pela primeira vez desde o seu lançamento, uma versão especial e limitada em alusão ao maior evento de música, cultura e arte de São Paulo.

“O T-Cross The Town representa o sucesso da parceria entre a Volkswagen e o The Town e também coroa o triunfo que é esse SUV no País, com mais de 32 mil unidades vendidas somente este ano. Com o lançamento da versão especial, também damos continuidade à tradição da criação de versões especiais, como ocorreu com Gol, Saveiro e Fox Rock in Rio no passado. Ter o nome Volkswagen cravado na história deste festival significa que estamos próximos das pessoas, que se conectam através de paixões como a música e os automóveis”, afirma Roger Corassa, vice-presidente de Vendas & Marketing da Volkswagen do Brasil.

"Estamos muito felizes com a parceria do The Town com a Volkswagen. No ano passado, a marca esteve com a gente no Rock in Rio e trouxe para a Cidade do Rock o ID. Buzz, que chegava pela primeira vez na América Latina. Tamanho foi o sucesso dessa parceria, que contaremos também com a marca no The Town. Dessa vez, teremos o grande privilégio de ter uma versão especial do SUV mais vendido do Brasil com a cara do nosso festival, o T-Cross The Town. Além disso, teremos a Rota 85, espaço dedicado ao ano que o Rock in Rio ganhou vida, 1985, sendo co-patrocinada da Volkswagen. Juntos, vamos novamente repetir o sucesso desta parceria", comenta Luis Justo, CEO da Rock World.

O T-Cross The Town, produzido na planta de Curitiba (PR) é baseado na versão 200 TSI, equipada com motor até 128 cv e 20,4 kgfm de torque, sempre associado ao câmbio automático de seis velocidades. Na versão especial, o modelo ganha itens de série somente encontrados nas configurações mais completas.

Do lado de fora, o SUVW aparece com pintura bicolor – com coluna C e teto pintados na cor Preto Ninja, assim como os retrovisores externos, que são rebatíveis, o rack de teto, e as inscrições “T-Cross” e “200 TSI”, ambos na tampa do porta-malas. A lataria pode sair de fábrica em quatro cores: Preto Ninja, Azul Norway, Cinza Platinum e Prata Pyrit. 


As rodas de liga leve, de 17”, têm acabamento diamantado e pintadas na cor preta. O destaque externo fica para o badge exclusivo “The Town”, localizado próximo da linha de cintura, ligeiramente abaixo dos retrovisores, nas duas laterais do veículo. Ainda do lado de fora, o T-Cross The Town vem faróis de neblina em LED e lanternas traseiras em LED, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e também câmera de ré.

O best-seller do segmento de SUVs também conta com acabamento interior inédito. Os bancos são revestidos de couro e possuem costura aparente em azul. Os apoia-braços dianteiros são acolchoados e parcialmente em vinil. Além disso, o revestimento do teto e das colunas são escurecidas, trazendo um acabamento mais premium ao T-Cross. Este Cross do festival custa R$ 150 mil.

A tecnologia também está presente no habitáculo da versão especial, que oferece cockpit totalmente digital, começando pelo painel de 8” e pelo VW Play de 10,25”. Sua tela configurável tem usabilidade intuitiva, processamento rápido, espaço para armazenamento (10 gigabytes) e a capacidade de atualizações de recursos por meio de aplicativos. Tudo isso tornou o VW Play um grande sucesso na imprensa especializada. 


A exclusiva loja de aplicativos do VW Play Apps permite instalar APPs como Spotify, Waze, entre muitos outros, diretamente no VW Play, permitindo uma usabilidade aprimorada e mais conveniente. Além disso, ainda estão disponíveis duas entradas USB tipo C no console central.

Em termos de segurança, o modelo ainda é oferecido com ACC (Controle de Cruzeiro Adaptativo) e AEB (Autonomous Emergency Brake/Frenagem Autônoma de Emergência) de série. Outro destaque é a função Start-Stop, que desliga e liga o motor automaticamente no anda-e-para do trânsito ou nos semáforos, economizando combustível e diminuindo as emissões. Construído sobre a plataforma modular MQB, o SUVW é referência em eficiência e rigidez, entrega ainda alto nível de segurança.


Kit exclusivo VW + The Town

A Volkswagen preparou uma ação especial aos compradores do T-Cross The Town. Os clientes do SUVW receberão um kit exclusivo com itens da edição limitada VW Collection The Town. A caixa personalizada virá com mochila dobrável com logo VW + The Town, squeeze de metal e boné.

Sucesso de vendas, o T Cross é o primeiro SUVW produzido na América Latina e exportado para mais de 20 países das Américas do Sul e Central e para a África. Feito na planta de São José dos Pinhais (PR), já ultrapassou mais de 200 mil unidades fabricadas desde 2018. 

Além disso, a Volkswagen mantém a liderança no segmento de SUVs compactos no País com T Cross e Nivus, que somam 11.015 unidades comercializadas no mês passado e 52.912 no acumulado do ano (dados Fenabrave). T Cross e Nivus fazem parte da bem-sucedida gama de SUVs da Volkswagen, chamada de SUVW. O line-up completo conta ainda com o Taos, referência em espaço interno, tecnologia e segurança entre os SUVs médios.

Volkswagen e The Town


Além de ser a fabricante de automóveis oficial do evento, a marca também é co-patrocinadora da Rota 85, uma área temática no festival. O The Town 2023 já nasce com números muito expressivos: são esperadas 500 mil pessoas nos cinco dias do festival (2, 3, 7, 9 e 10 de setembro de 2023), no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Além disso, mais de 235 horas de shows estão programadas para os seis palcos da Cidade da Música, que será montada em um espaço de 360 mil m². E o The Town já tem feras da música confirmadas como Post Malone, Bruno Mars, Maroon 5, Foo Fighters, Alok, Ludmilla, Iza, Bebe Rexha, Kim Petras e muito mais.

O The Town é dos mesmos produtores do Rock in Rio, o maior festival de música e entretenimento do mundo, que já contou com o patrocínio da Volkswagen do Brasil em quatro edições (2011, 2013, 2015 e 2022).

Volkswagen do Brasil na Rota 85

A Volkswagen do Brasil também é co-patrocinadora da Rota 85, uma área temática do festival The Town onde as marcas contam com estandes para oferecer experiências de entretenimento ao público. A Rota 85 tem esse nome em homenagem ao ano em que o Rock in Rio ganhou vida (1985), colocando o Brasil definitivamente na rota dos grandes shows internacionais.

Saiba mais no site oficial do evento: www.thetown.com.br

#VoudeVolks

Chevrolet lança versão RS da picape Nova Montana, com motor 1.2 turbo, 133 cv e 21,4 kgfm. Caçamba tem 874 l, seis airbags, muita tecnologia e estilo

 


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https://youtu.be/81gxnhlGRmY

  • Inédita versão da picape da Chevrolet chama a atenção pelo visual esportivo e pelo conteúdo para ser a configuração topo de linha; estreia global acontece no Brasil
  • Modelo se diferencia pelo desenho e acabamentos exclusivos de itens como grade, rodas, rack de teto e Santo Antônio; detalhes internos também foram customizados
  • Motor turbo; faróis Full LED, OnStar, Wi-Fi, atualização remota de sistemas eletrônicos, myChevrolet app, ar digital, seis airbags e alerta de ponto cego são de série


São Caetano do Sul – A Chevrolet está apresentando a linha 2024 da Nova Montana e a principal novidade é o lançamento da inédita versão RS, caracterizada por itens exclusivos que proporcionam um estilo mais esportivo ao veículo e dão um toque ainda mais marcante para o interior. Trata-se da estreia global do modelo, que chega às concessionárias a partir de agosto com um pacote completo de tecnologia, segurança, conforto e conectividade, sendo posicionada como a configuração topo de linha. Com isso, a Nova Montana passa a ter cinco níveis de acabamento: MT, LT, LTZ, Premier e RS – todas equipadas com motor turbo que combina performance e eficiência energética.

Vale destacar que dentre as versões especiais, a RS é uma das mais cultuadas da Chevrolet no mundo, e a Nova Montana nesta configuração diferencia-se pelos seguintes conteúdos estéticos:

  • Grade frontal estilo colmeia com detalhes em preto brilhante
  • Logomarca Chevrolet na cor preta
  • Emblema RS também na tampa traseira
  • Rack de teto e Santo Antônio integrados
  • Roda de alumínio aro 17 com acabamento próprio e face usinada
  • Espelhos retrovisores externos com capa na cor preta brilhante
  • Volante, painel, bancos e encosto de braços com revestimento premium na cor preta com costura pespontada vermelha
  • Molduras dos raios do volante, dutos de ventilação e do console central em preto brilhante

Entre os principais equipamentos de série da Nova Montana RS estão faróis Full LED com regulagem de altura e acendimento automático, sistema OnStar com resposta automática em caso de acidente, botão de emergência e assistência na recuperação veicular, Wi-Fi nativo com sinal até 12 vezes mais estável, atualização remota de sistemas eletrônicos, aplicativo myChevrolet para comandar funções do veículo à distância, ar-condicionado digital automático, sensor de estacionamento traseiro com câmera de ré, airbags frontais, laterais e de cortina, além de alerta de ponto cego. 

A lista de itens de série inclui ainda painel multimídia integrado MyLink com tela de 8", função áudio streaming e Bluetooth par.a até 2 smartphones simultaneamente, Android Auto e Apple CarPlay com projeção sem o uso de cabo e carregador por indução, chave inteligente, computador de bordo com informações que inclui indicador de vida útil do óleo e monitoramento de pressão dos pneus, além da caçamba Multi-Flex – com a tampa traseira que possui o recurso de alívio de peso na subia e descida. 

Há ainda uma ampla gama de acessórios, como faróis auxiliares de LED, subwoofer da marca JBL especialmente dimensionado à acústica da cabine e as divisórias Multi-Board para a caçamba. 

Para quem gosta de um toque extra de personalização, a Nova Montana RS conta com pedaleiras esportivas em alumínio, soleiras de portas iluminadas, escapamento em aço inoxidável e opção de letras 3D com diversas opções de cores (vermelha, cromada, preta e cromo escurecido) em alto relevo para a inscrição “Chevrolet” na tampa traseira.


Desde seu lançamento no início do ano, a Nova Montana vem surpreendendo o mercado e conquistando cada vez mais consumidores com seu conceito inovador, que une o conforto de um SUV com a versatilidade de uma verdadeira picape. 

Um veículo pensado para a família e também para o uso em centros urbanos, com dimensões da carroceria compatíveis com vagas de estacionamentos de condomínios e estabelecimentos comerciais. 

Tudo isso sem abrir mão de uma ampla caçamba, com 874 litros e que traz sistema avançado de vedação da cobertura que oferece a melhor proteção contra a intrusão de água do segmento.

“Interessante observar que as configurações mais equipadas da Nova Montana representam mais de dois terços das vendas. Identificamos ainda que existe um perfil de clientes que busca um automóvel multiuso com elementos exclusivos de design e com acabamento mais arrojado. Daí que surgiu a ideia de criarmos a versão RS para a picape e num posicionamento topo de linha, algo disruptivo na Chevrolet”, explica Paula Saiani, diretora de Marketing de Produto da GM América do Sul.

A Nova Montana RS estreia em quatro opções de cores externas: Branco Summit, Vermelho Chili, Preto Ouro Negro e a inédita Cinza Rush. A primeira aparição pública do modelo acontece durante o Festival Interlagos, de 20 a 23 de julho, em São Paulo.

Bora com mais estilo

Em relação ao visual, a Nova Montana RS conta com elementos que valorizam a força e a esportividade da picape. A frente é caracterizada pelo conjunto ótico bipartido em LED, em sintonia com a mais recente linguagem global de design da Chevrolet. A grade estilo colmeia em preto brilhante é exclusiva desta versão e harmoniza com a barra em cromo escurecido e a gravata estilo “Black Bowtie”, própria de versões especiais da marca. 

A lateral da picape traz aquela silhueta típica de utilitários, mas conta com linha de cintura elevada e molduras contornando toda a base do veículo, que fazem ele parecer ainda mais alto. 


As rodas de alumínio de aro 17 com face usinada e o rack de teto integrado com o Santo Antônio também são únicos. Outro diferencial daMontana RS são as capas dos espelhos retrovisores externos na cor preta.

A traseira é marcada por formas que remetem à robustez, sem deixar de lado o requinte e a funcionalidade, mantendo o principal diferencial estético do veículo - uma barra com acabamento em preto brilhante que faz a conexão entre as lanternas, formando um elemento único. 

Ênfase também para a logomarca RS na tampa da caçamba, que tem no topo uma espécie de aerofólio integrado. A tampa conta com abertura por botão elétrico e alívio de peso para o mais fácil manuseio. Já o para-choque foi projetado para ajudar no acesso à caçamba.

A posição mais elevada de guiar, o ambiente tecnológico da cabine e os acabamentos com materiais premium remetem aos SUVs. Esta sensação é reforçada pelo baixo nível de ruído a bordo, pelo rodar bastante confortável e pela excelente estabilidade do veículo, seja ele vazio ou carregado. 


Na versão RS, os revestimentos dos bancos, do volante de base reta e dos painéis são pretos foscos com costura pespontada vermelha, criando um contraste interessante com os insertes da direção, dos dutos de ventilação e do console central em preto brilhante.

Assim como as demais versões da Nova Montana, a versão RS é igualmente surpreendente na pista, com a melhor relação entre aceleração e consumo de combustível da categoria. A picape da Chevrolet é equipada com motor 1.2 Turbo Flex com até 133 cavalos de potência e 21,4 kgfm (210 Nm) de torque. Excelentes números para um carro de 1.310 kg.

O propulsor traz uma calibração alinhada com a proposta multiuso do veículo. Este mesmo acerto segue para os demais sistemas mecânicos, como a transmissão automática, a direção com assistência elétrica progressiva e a suspensão traseira, que traz um sistema de duplo batente de rigidez variável para manter a picape sempre estável e confortável, independentemente se ele está transitando com carga mínima ou máxima. 

Surpreendente também é o comportamento da Nova Montana RS em curvas, com resposta precisa da direção, com baixa rolagem e inclinação da carroceria, o que facilita o controle e traz maior sensação de confiança ao volante.

A Nova Montana RS acelera de 0 a 100 km/h em 10,1 segundos e a velocidade máxima é limitada eletronicamente em 180 km/h. De acordo com dados do Inmetro, o modelo percorre na estrada, com gasolina, 13,3 km/l e, na cidade, 11,1 km/l. Com etanol os números são: 9,3 km/l e 7,7 km/l, respectivamente.

A versão RS vem para fortalecer a Nova Montana entre as média-compactas, segmento de picape que mais cresce atualmente no país. Recentemente a Chevrolet apresentou a Nova S10 Midnight e a marca prepara até o fim deste ano o lançamento da Silverado, para ocupar o posto de maior e mais imponente modelo do portfólio.

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Tarcisio Dias


10 | JULHO | 2023


Sustentabilidade é muito mais que descarbonização

A temática sustentabilidade continua no centro dos debates das grandes empresas, que buscam soluções que tragam ainda mais valor em todo o processo.

Essa semana tive a oportunidade de participar de um evento internacional promovido pela ZF sobre o mercado de pós-venda e como a união de diversos fatores colaboram para a sustentabilidade em toda a cadeia.

Como não poderia ser diferente, a sustentabilidade é parte integrante da estratégia da ZF, inclusive com metas que visam a neutralidade climática total até 2040.

No entanto, a sustentabilidade é muito mais do que descarbonização. Trata-se de pessoas e do planeta, responsabilidade e prosperidade, apreciação e valores duradouros. E também de produtos e modelos de negócios para um futuro mais sustentável.


Durante o evento, os principais especialistas da ZF Aftermarket, além de membros da equipe de liderança, apresentaram a abordagem holística para o mercado de reposição - desde os conceitos de economia circular já existentes, portfólio de produtos resultantes das próximas medidas de recrutamento sustentável até soluções digitais que reduzem os impactos ambientais antes que eles aumentem.

A abertura do evento foi realizada por Philippe Colpron, diretor da ZF Aftermarket, que destacou que assim como em outros setores, a sustentabilidade é um tema importante também no mercado de reposição.


“Quando falamos em sustentabilidade, o primeiro tópico que nos vem à mente é o meio ambiente - por boas razões. Entretanto, para nós, o significado de sustentabilidade vai muito além da proteção climática. Além das questões ambientais relacionadas ao clima e à natureza, o foco também está nas pessoas e nos valores duradouros”, destacou Colpron.

“É claro que, por estarmos no setor de mobilidade, a melhoria do impacto ambiental está enraizada em nosso DNA. Por meio da evolução tecnológica do trem-de-força, de movidos à combustão a híbridos e sistemas elétricos, com uma parcela cada vez maior de tecnologias orientadas por software, é nosso papel acompanhar nossos clientes em tempos de transformação. Além disso, é nossa responsabilidade, como uma indústria, revisar e adaptar nossos processos de produção: do consumo de energia ao gerenciamento de resíduos de nossas unidades, passando pela economia circular por meio de processos de remanufatura, por exemplo, precisamos repensar constantemente a maneira como operamos. Apreciar a complexidade desse tópico significa perceber que precisamos trabalhar em conjunto com nossos parceiros para atingir nossas metas ambiciosas para o nosso setor”, finalizou o diretor da ZF Aftermarket.

Quando perguntado sobre a enorme transformação da manufatura tradicional para soluções orientadas por dados, e como a ZF poderia garantir a sustentabilidade dos negócios do mercado de reposição, o executivo deixou claro como esse momento é importante na tomada de decisões que podem impactar num mundo melhor para todos.

“As novas tecnologias estão revolucionando o setor de reposição, que durante décadas foi caracterizado pela venda de peças. Impulsionado pelas tecnologias CASES e pela digitalização, esse setor oferece muitas novas oportunidades e exige profissionais em campos completamente novos. Paralelamente a essa transformação tecnológica, também estão ocorrendo mudanças geracionais. Essa nova geração pensa primeiro no digital - talentos com conhecimento de tecnologia e consciência ecológica são uma força motriz para mudanças sustentáveis. O setor de reposição deve trabalhar em conjunto para promover essa mudança. Para estarmos mais bem preparados para o futuro, precisamos de uma mudança em direção a uma mentalidade digital para atrair os talentos certos para a sustentabilidade dos negócios do mercado de reposição. A sustentabilidade é crucial para nosso sucesso hoje e ainda mais para o futuro. Se formos bem-sucedidos, criaremos um mercado ainda mais forte, um planeta mais verde e uma sociedade melhor”, enfatizou Philippe Colpron, diretor da ZF Aftermarket.

Na sequência do evento a temática em destaque foram as Soluções digitais sustentáveis, apresentadas por Benoit Dessart, Chefe da Linha de Negócios de Soluções Digitais da ZF Aftermarket.

A ZF acompanha a eletrificação principalmente junto aos clientes para o melhor entendimento nessa fase de transição. O objetivo é otimizar as operações da frota de carga, reduzindo as emissões de CO2 no transporte e utilização de soluções digitais para o controle da frota, permitindo redução no gasto com combustível e de tempo.

Recrutamento sustentável foi o tema de Stefanie Bohnet, parceira de Negócios de RH da Linha de Negócios de Soluções Digitais da ZF Aftermarket. Na apresentação ela destacou a transformação da indústria de recrutamento e a mudança geral para o digital - nova mentalidade - e como manter a atratividade para os jovens talentos e a importância da mudança só acontecer em conjunto.

O brasileiro Everton da Silva, diretor de excelência em operações globais da ZF Aftermarket, destacou a Produção sustentável e cadeia de suprimentos. "A tarefa de nossa logística verde é fornecer a quantidade certa de produtos da ZF Aftermarket no lugar certo, na hora certa, com a qualidade e o custo certo, além do menor consumo e emissões possíveis", explica Everton da Silva, Diretor de Excelência em Operações Globais. “Impulsionamos nossa sustentabilidade por meio da digitalização da cadeia de suprimentos”, explica.

O Grupo ZF tenta reduzir as emissões de CO2 em todas as etapas de produção - começando com a geração da energia necessária para a produção, por meio de, por exemplo, usinas de calor e energia combinadas e auto-operadas ou sistemas fotovoltaicos. "A energia é tão importante para a ZF como o aço e o alumínio. E temos o compromisso de usar eletricidade exclusivamente de fontes renováveis até 2030", enfatiza Everton da Silva.

Nos últimos anos, o tema sustentabilidade tem se tornado uma prioridade para muitas pessoas. Em uma pesquisa realizada pela PULS, empresa alemã de pesquisa de mercado, e pela ZF Aftermarket, os clientes das oficinas classificaram como particularmente importante o fato de as oficinas agirem de forma ambientalmente consciente.

As oficinas podem se beneficiar dessas informações: elas têm o potencial de reciclar de forma consistente, gerar eletricidade verde usando um sistema fotovoltaico ou introduzir medidas de economia de energia. Com os produtos da ZF Aftermarket, elas também podem demonstrar aos clientes que o produto em si, a produção e o transporte até a oficina são sustentáveis.

"Ao agir de forma responsável e sustentável, as oficinas criam valores duradouros. Isso é verdade para todos no mercado de reposição. Isso as torna parceiras de negócios confiáveis para seus clientes e defensoras responsáveis de uma sociedade sustentável", conclui Everton da Silva.

Um dos assuntos mais crescente atualmente, a economia circular sustentável, foi o tema abordado por Tomasz Galazka, diretor de estratégia global da Reman e desenvolvimento de negócios.

“Com a remanufatura em série de peças usadas de veículos, é possível economizar até 90% das matérias-primas utilizadas para fabricar uma peça nova. E o usuário pode confiar na qualidade e no desempenho do componente”, explica Tomasz Galazka, Diretor de Estratégia de Remanufatura e Desenvolvimento de Negócios, "pois nos processos industriais empregados pela ZF, as peças são sempre atualizadas para o seu status de série, testadas de acordo com as rígidas diretrizes do equipamento original e acompanhadas pelo mesmo período de garantia que nossos produtos novos".

Philippe Colpron, Head Global da ZF Aftermarket, enfatiza: "Incentivamos nossos clientes e parceiros a se juntarem a nós na formação de um futuro mais verde, participando ativamente da cadeia de valor da remanufatura. Para muitos clientes, a sustentabilidade está se tornando cada vez mais importante quando se trata de reparos de veículos. É por isso que as oficinas devem oferecer ativamente peças remanufaturadas e nos devolver os núcleos para darmos a eles uma "segunda vida". Porque a verdadeira economia circular só pode ser bem-sucedida se todos trabalharmos juntos”.

Remanufatura como elemento vital de sustentabilidade - Um ciclo fechado de materiais é um dos objetivos centrais de sustentabilidade da ZF, porque a empresa estabeleceu como meta se tornar neutra para o clima até 2040. A remanufatura é parte essencial dessa iniciativa e já tem uma longa e respeitada história na ZF.

A empresa é hoje um dos maiores fornecedores globais de peças de reposição automotivas remanufaturadas. No total, a ZF oferece mais de 5,5 mil peças diferentes remanufaturados em 20 unidades da ZF em todo o mundo - desde pinças de freio e sistemas de direção, até transmissões automáticas.

Como as peças usadas estão sujeitas a certas restrições de exportação e importação, a capacidade de produção é necessária no maior número possível de regiões. Além disso, isso garante rotas de transporte mais curtas e, portanto, mais economia de CO₂. Por meio dessas atividades, o Grupo ZF conseguiu evitar a emissão de CO₂ equivalente a mais de 32 mil toneladas, em comparação com a produção de peças novas em 2022.

A definição de remanufatura foi estabelecida em 2016 em cooperação com várias associações internacionais, e a metodologia da ZF é baseada nisso. A remanufatura é um processo industrial utilizado para processar peças usadas de modo que elas possam desempenhar a mesma função de uma peça nova.

Elas recebem a mesma garantia de uma peça nova e 100% de todas as unidades remanufaturadas são testadas conforme os padrões do mercado de peças originais.

As peças remanufaturadas diferem das peças usadas pelo fato de que:

  • Têm a mesma geometria de uma peça nova;

  • Todas as peças individuais estão limpas;

  • Os componentes desgastados ou defeituosos (vedações, fixadores, etc.) são substituídos;

  • Representam o status mais recente de produção e software;

  • São totalmente testadas.

O processo de produção na remanufatura também deve atender a determinados critérios. Todas as peças usadas devolvidas (núcleos) são completamente desmontadas e limpas.

As peças desgastadas são separadas e os componentes reutilizáveis são trabalhados usando processos de manufatura adequados (fresagem, retificação, usinagem, etc.). Após a montagem, todos os produtos são testados utilizando os mesmos métodos de medição e testes de uma peça nova.

Os especialistas da ZF Aftermarket, que atuam no Brasil, destacaram a aposta no transporte de peças por navio para reduzir emissões na logística, através da operação de cabotagem ou ferroviária - que oferece uma redução de cerca de 70% na emissão de CO₂, quando comparado com o transporte rodoviário.

Fabricio Spadine, gerente de vendas da ZF Aftermarket, destacou a importância da cabotagem como uma tendência daqui pra frente, e, ao mesmo tempo, a importância da entrega no tempo certo.

Atualmente, desde 2022, dois trechos já são operados pela ZF para o transporte de componentes para o segmento de reposição, fazendo a ligação entre o centro de distribuição de Itu (SP), passando pelo porto de Santos (SP) chegando até o Ceará ou no segundo trecho, tendo Pernambuco como destino final.

A aplicação dessa estrutura oferece uma redução de mais de 70% das emissões de CO₂ na operação de transporte da fabricante, ou uma economia de 1,8 mil litros de diesel em cada viagem, ainda assim, o transporte rodoviário é utilizado na distribuição regional das peças, mas é bem possível que passem a utilizar combustíveis alternativos.


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