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sexta-feira, 1 de dezembro de 2023

COLUNA MECÂNICA ONLINE®


Tarcisio Dias


30 | NOVEMBRO | 2023


Conheça os melhores Motores do Ano 2024


Chevrolet conquista prêmio de Inovação do Ano. GWM e BMW vencem com os dois Motores do Ano.

Vamos nos aproximando do final do ano e sempre quando chega essa época, surgem as premiações automotivas, reconhecimentos ao trabalho de muita engenharia para entregar novos produtos, tecnologias, recursos e eficiência energética, tudo isso, de forma viável economicamente, pois na engenharia, não adianta ter a inovação se ela não possível de aquisição pelo consumidor.

Entre alguns prêmios que participo como jurado, integro um seleto grupo que vota nos Motores do Ano. São duas categorias que fazem parte do Prêmio Carro do Ano, promovido pela Revista AutoEsporte e claro, muito disputado pela indústria automotiva.

A avaliação do "melhor" motor para um veículo depende de vários fatores, incluindo o tipo de veículo, seu uso pretendido, eficiência energética, desempenho, requisitos de combustível, entre outros. Além disso, as preferências pessoais dos consumidores também desempenham um papel importante na escolha do motor.

E antes de falar propriamente dos motores do ano, destaco a tecnologia aplicada no motor da Chevrolet Silverado, premiada como a Inovação do Ano.

A picape que faz sucesso em nosso mercado desde seu lançamento, em versão única, High Country, e possui o sistema DFM em seu motor, sigla em inglês para gerenciamento dinâmico de combustível. Essa tecnologia é capaz de desativar quantos cilindros forem necessários para tornar a rodagem mais eficiente e confortável. A ideia aqui é justamente entregar uma picape mais econômica que as concorrentes.

A Silverado pode, por meio desse sistema, rodar usando a inércia (oito cilindros desligados), ter o motor funcionando como um três cilindros, dois cilindros, quatro cilindros, entre outras combinações.

De acordo com a Chevrolet, são 17 combinações possíveis para o V8 5.3 de até 360 cavalos de potência e 53 kgfm de torque trabalhar.

Claro que os oito entram em ação de forma simultânea. Basta o condutor pisar fundo que o sistema de gerenciamento vai compreender que é preciso de potência e torque máximos naquele momento.

O DFM é uma evolução do sistema de desativação convencional, que geralmente corta metade dos cilindros em baixas e médias cargas. Ford F-150 e Ram 1500 têm essa tecnologia, por exemplo. A grande inovação aqui é justamente a possibilidade de a picape grande funcionar apenas com um cilindro, nenhum deles, dois, quatro, e qualquer outra formatação que preferir.

Agora, sim, vamos aos vencedores entre os Motores do Ano! O motor 3.0 da BMW foi o grande vencedor da categoria que premia os melhores motores acima de 2.0 litros.

A categoria teve quatro concorrentes nesta edição: BMW 3.0 6 cilindros em linha, Chevrolet V8 5.3, Ford 3.0 V6 turbodiesel e JLR 3.0 6 cilindros em linha híbrido plug-in.

A BMW estreou o conjunto híbrido formado pelo motor de seis cilindros em linha com outro elétrico em maio, quando lançou os SUVs X5 e X6 renovados.

A unidade de 3 litros a combustão entrega 313 cv e funciona em conjunto com um motor elétrico de 197 cv. Combinados, os propulsores desenvolvem 489 cv e 70 kgfm de torque (correspondendo a um aumento de 10 kgfm na comparação com o X5 antigo).

Já o motor 1.5 turbo híbrido plug-in da GWM foi o grande vencedor da categoria que premia os melhores motores de até 2.000 cm³, abaixo de 2.0 litros. Foram quatro concorrentes: GWM 1.5 híbrido plug-in, Honda 2.0 turbo, Jeep 2.0 híbrido e Toyota 1.6 turbo.

O motor equipa o Haval H6 híbrido plug-in e a versão esportiva GT, ambos com a mesma mecânica: um motor 1.5 turbo a combustão e dois propulsores elétricos.

Combinados, desenvolvem 393 cv de potência e 76 kgfm de torque. O câmbio automatizado é do tipo DHT de duas marchas com embreagem (motor a combustão) e uma marcha com redução (motores elétricos).

Para energizar o motor elétrico, o Haval tem um generoso conjunto de baterias de 34 kWh, que proporciona 170 km de autonomia

Segundo a GWM, o motor a combustão nunca opera sozinho. Ele sempre estará amparado pelas unidades elétricas, mesmo em velocidade de cruzeiro, quando a maioria dos carros híbridos concentra os esforços no motor a combustão para recarregar a bateria.

Parabéns para todos os participantes! Sabemos que temos muita engenharia por trás de todo esse desenvolvimento e precisamos incentivar a evolução das tecnologias e dos profissionais.

A premiação Carro do Ano chega em sua 57ª edição este ano. Confira a lista dos vencedores em suas categorias:

Carro do Ano: BYD Dolphin

Carro Premium do Ano: BMW X1

Carro Superpremium do Ano: BMW i7

Carro Esportivo do Ano: Porsche 911 GT3 RS

Picape do Ano: Ford Ranger

Picape Premium do Ano: Ford F-150

Tarcisio Dias - Profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista. Desenvolve o site Mecânica Online® (mecanicaonline.com.br) e sua exclusiva área de cursos sobre mecânica na internet (cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º e 13º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuição gratuita todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
https://mecanicaonline.com.br/category/engenharia/tarcisio_dias/

Coluna Minas Turismo Gerais



Coluna Minas Turismo Gerais


Jornalista Sérgio Moreira





Vila Galé investe R$ 120 milhões em Ouro Preto

Quartel Colégio Hotel de Cachoeira do Campo, em breve Vila Galé


A Vila Galé anunciou dia 28 de novembro a abertura do processo seletivo de 120 vagas para o novo hotel de Ouro Preto, em Minas Gerais. O anúncio foi feito pelo fundador e presidente da rede, Jorge Rebelo de Almeida, durante uma coletiva de imprensa realizada para informar o início das obras de restauração do prédio histórico Dom Bosco. No evento, o presidente falou ainda sobre o impacto na economia do Estado, já que o investimento dobrou, passando dos R$ 60 milhões previstos inicialmente para R$ 120 milhões. Agora, o empreendimento contará com 298 quartos.

Nesta primeira fase, 300 candidatos selecionados serão capacitados em cursos na área de turismo e hotelaria em parceria com a Secretária de Desenvolvimento Econômico de Ouro Preto e da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Desses, 120 serão contratados e irão fazer parte do quadro de funcionários do Vila Galé Collection Ouro Preto - Historic, Family Resort Hotel, Conference & SPA.

“Sempre que abrimos um hotel em uma nova cidade, gostamos de incentivar a capacitação profissional. Mesmo que nem todos os participantes atuem neste primeiro momento conosco, eles estarão preparados para outras vagas na cidade e na região, proporcionando aos turistas e clientes uma ótima experiência”, explicou Jorge Rebelo de Almeida.

Os currículos podem ser enviados por meio do e-mail brasil.carreiras@vilagale.com, com a descrição no assunto: “Vaga em Ouro Preto”.


A coletiva de imprensa, além de reunir importantes jornalistas da cidade histórica e de Belo Horizonte, contou com a presença do prefeito Ângelo Oswaldo, do Secretário de Estado da Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas Oliveira, de representantes da Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior de Minas Gerais (Invest Minas) e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha).

Durante o evento, Jorge Rebelo de Almeida anunciou ainda que as obras iniciaram e apresentou o projeto do novo hotel. Os convidados puderam conferir em primeira mão dois quartos decorados: um em homenagem ao Museu da Inconfidência, dedicado à preservação da memória da Inconfidência Mineira, e outro em homenagem a Igreja de São Francisco de Assis, que é uma celebração às criações do mestre Aleijadinho, responsável pelo projeto da fachada e da decoração em relevos e talha dourada.



O empreendimento, que receberá um investimento maior do que o previsto inicialmente, passa a contar com 297 quartos, dois restaurantes, dois bares, sete salas de convenções, um auditório, uma capela, biblioteca, sala de jogos, Spa Satsanga com piscina interior aquecida e sauna, Clube Infantil NEP com parque aquático, lago, ecoturismo, tirolesa, biblioteca, plantio de azeitonas e uvas, entre outros atrativos.

“Enquanto fazíamos o projeto, vimos que poderíamos aproveitar ainda mais o terreno e incluímos novas atrações. O investimento aumentou em R$ 60 milhões, impactando não só a economia de Ouro Preto, como a do Estado. Nós acreditamos muito no potencial de Minas Gerais”, concluiu o presidente da Vila Galé.

Quarto-modelo foi apresentado à Imprensa

Preservação de Patrimônio- Dos 42 hotéis da rede, nove estão em prédios históricos que foram recuperados: Vila Galé Collection Braga, Vila Galé Collection Palácio dos Arcos, Vila Galé Collection Elvas, Vila Galé Collection Alter Real, Vila Galé Albacora, Vila Galé Collection Tomar, Vila Galé Collection São Miguel e Vila Galé Rio de Janeiro.

Esse número chegará a 11 hotéis com o Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, que possui previsão de inauguração em 2024, e o Vila Galé Collection Ouro Preto - Historic, Family Resort Hotel, Conference & SPA, com previsão de inauguração da primeira fase deste hotel em dezembro de 2024.

O Quartel Colégio Hotel de Cachoeira do Campo



No Brasil, já desde 1643 que as terras altas, na abertura do Rio Doce, eram alvo dos interesses da colônia americana de Portugal. A sonhada descoberta do ouro vai realizar-se no meado da década de 1670 pelo adentramento das expedições paulistas. Para além da Serra do Mar e da Serra da Mantiqueira, o eldorado brasileiro aguardava a chegada das legiões humanas que logo o povoaram.

A fundação da povoação de Cachoeira do Campo deu-se em 1705. A primeira construção importante de cunho civil e público foi um quartel, num ponto estratégico que Dom Pedro de Almeida, Conde de Assumar e futuro Marquês de Alorna, quis aproveitar e reforçar enquanto local de defesa. 

Eclodia, entretanto, a sedição de Vila Rica (atual Ouro Preto), a 28 de junho de 1720, que terminou com a prisão, em Cachoeira do Campo, do tribuno popular Felipe dos Santos Freire. Após este acontecimento, Dom Pedro de Almeida pretendeu mudar a capital da província de Mariana para Cachoeira do Campo, onde os governadores-capitães-generais passariam a residir e onde se instalaria uma casa de fundição. 

Aí, Dom Pedro de Almeida mandou levantar um quartel e, em 1735, as terras de Cachoeira tornaram-se sede unida do governo civil e militar de Vila Rica (hoje Ouro Preto). É aqui que fica então alojado o esquadrão de cavalaria que estava antigamente na Vila do Carmo, em Mariana.

Neste contexto de reorganização das forças militares portuguesas, entra em funcionamento em 1779 o novo Quartel do Regimento de Cavalaria de Minas Gerais, embora sua história remonte, pois, às primeiras décadas do século XVIII e a episódios marcantes da história mineira, como a Guerra dos Emboabas (1709), a Revolta de Felipe dos Santos (1720), a Inconfidência Mineira (1789) e, mais tarde, a Sedição Militar ou Revolta do Ano da Fumaça, em 1833, período em que serviu para fins militares pela última vez.

Efetivamente, ao longo dos tempos sucederam-se ampliações destas instalações, com mais espaço para albergar militares e os seus cavalos, tendo sempre as forças em prontidão. Nas proximidades do Quartel, ergueu-se o Palácio dos Governadores, no qual eles veraneavam, deixando Vila Rica (Ouro Preto) em razão do excelente clima de Cachoeira do Campo. Durante o Palácio, hohe desaparecido, foi o sítio de recreio, repouso e residência de férias da corte das Minas.

Em 1816, nas terras do núcleo colonial e nalguns edifícios, fizeram-se adaptações para acolher a Coudelaria Real de Cachoeira do Campo, que viria a ficar pronta em julho de 1819. Dom João VI destinou a essa Coudelaria parte dos cavalos que mandou trazer de Alter do Chão. Funcionava como um centro de criação e aprimoramento de cavalos de raça e era aqui que se criavam os cavalos para a tropa e os carros reais utilizados até na corte do Rio de Janeiro.

Mais tarde, já com Dom Pedro II, a população de Cachoeira do Campo pede que a propriedade tenha uma finalidade social mais relevante, pelo que o monarca acaba por desistir da coudelaria. Optando-se pela distribuição de terras a colonos, em 1889 é inaugurada a colónia agrícola D. Pedro II que, com o advento da República, recebeu o novo nome de Cesário Alvim, primeiro governador republicano de Minas Gerais. Contudo, o governo mandou suspender o processo e a propriedade ficou sem utilização.

Surge a ideia de convidar os salesianos para fundarem um estabelecimento agrícola, à semelhança dos que já tinham noutras regiões. Em 1893, as terras são-lhes oficialmente cedidas, com a contrapartida de recuperarem os edifícios, bastante degradados e invadidos pelo mato, e de ali instalarem uma escola agrícola. 

O padre salesiano Agostinho Crucifico Zanella foi o encarregado da reconstrução e a 24 de maio de 1896 era inaugurado o Colégio Dom Bosco. Destinada, inicialmente, a formar engenheiros agrícolas, foi a primeira casa salesiana de Minas.

E aqui encontram-se relíquias como a primeira imagem de N. Sra. Auxiliadora a entrar em terra mineira, um grande relógio de sol situado no pátio interno, e a primeira serralharia hidráulica do Brasil, construída no início do século XX.

A partir de Cachoeira do Campo, os salesianos foram pioneiros da agricultura mecanizada em Minas, incentivando as autoridades locais a modernizarem os seus processos agrícolas. Nas décadas que se seguiram, a atividade educativa prosseguiu, cruzando-se depois com utilização religiosa do espaço por parte da comunidade salesiana. Já nos últimos tempos de ocupação, chegou também a albergar trabalhadores de empresas das redondezas.

Em maio de 2023, o grupo hoteleiro Vila Galé e o Governo de Minas Gerais oficializaram a concessão do espaço para abertura de um hotel em Ouro Preto, num investimento de R$ 120 milhões, que vai gerar 120 empregos permanentes diretos e 600 postos de trabalho indiretos.

O Colégio Dom Bosco é um prédio histórico classificada pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG). O Colégio Dom Bosco é considerado um dos berços da liberdade no Brasil. Construído pelo governador Dom Antônio de Noronha, entre 1775 e 1779 para albergar a recém-formada Cavalaria do Regimento das Minas, conforme escrito na tarja da sua porta externa, que, segundo os historiadores, é atribuída à talha do Aleijadinho (arquiteto e escultor António Francisco Lisboa).

O quartel, como era chamado na altura, foi uma das sedes do movimento da Inconfidência, onde trabalhava e se tornou alferes o Tiradentes (alferes Joaquim José da Silva Xavier). Ali reuniu-se uma tropa de três mil homens, em 1775, para descer ao Rio de Janeiro e embarcar com destino a Santa Catarina, a fim de enfrentar uma possível invasão espanhola. 

O Tratado de Santo Idelfonso, em 1777, pôs fim ao conflito e a tropa retornou. O Aleijadinho integrou essa legião, como arquiteto, pois devia projetar quarteis portugueses em Santa Catarina.



O valor patrimonial deste conjunto arquitetônico, paisagístico e arqueológico está nas suas edificações sede e adjacentes, alteradas ao longo do tempo, mas sobretudo no significado que as instituições ali instaladas, uma após a outra, tiveram para a memória local, estadual e nacional.

Sobre o Grupo Vila Galé-A Vila Galé é a maior rede de Resorts do Brasil e o segundo maior grupo hoteleiro em Portugal. O grupo é composto por diversas sociedades, das quais se destaca, pela sua dimensão e importância, a Vila Galé – Sociedade de Empreendimentos Turísticos, S.A.

A rede de hotéis Vila Galé conta atualmente com 42 unidades hoteleiras: 31 em Portugal (Algarve, Beja, Évora, Elvas, Alter do Chão, Oeiras, Cascais, Sintra, Ericeira, Estoril, Lisboa, Coimbra, Serra da Estrela, Porto, Braga, Douro, Açores e Madeira), 10 no Brasil (Rio de Janeiro, Fortaleza, Cumbuco, Salvador, Guarajuba, Pernambuco, Touros, Angra dos Reis, São Paulo e Alagoas) e um em Cuba (Cayo Paredón Grande). Em 2024, o grupo irá inaugurar o primeiro empreendimento na Espanha, o Vila Galé Isla Canela, e o Vila Galé Figueira da Foz.

BH Airport investe R$ 36 ilhões em energia sustentavel



O BH Airport tem no ESG um pilar estratégico e está atento às práticas ambientais, sociais e de governança oferecidas no mercado. Nesse sentido, investiu cerca de R$ 36 milhões na implantação do projeto 400Hz (energia elétrica) + PCA (ar-condicionado para aeronaves). A iniciativa consiste em acoplar nas pontes de embarque equipamentos para fornecimento de energia elétrica de fonte renovável e ar condicionado às aeronaves durante os serviços de solo. Até 2022, eram utilizados o querosene de aviação e os geradores à diesel. Hoje, Azul, Latam e Gol contam com a solução, que está disponível em 20 posições no pátio do aeroporto.

“A eletrificação desses processos trouxe eficiência financeira, segurança, redução de ruído e, principalmente, das emissões de gases de efeito estufa, o que torna as nossas operações mais sustentáveis. A proposta do projeto foi substituir a utilização de combustíveis fósseis pelas companhias aéreas durante operações em solo”, explica Geovane Medina, gestor de Produtos e Serviços Aeroportuários e do Terminal de Cargas do BH Airport.

Antes do início do projeto, o processo era o seguinte: a aeronave pousava no aeroporto e, logo, tratores traziam os equipamentos, movidos a diesel, que eram responsáveis por manter a aeronave e o seu ar-condicionado ligados.

A companhia aérea ainda tinha a alternativa de usar o APU (Auxiliary Power Unit ou Unidade Auxiliar de Energia) que é um terceiro motor, que geralmente se localiza na cauda do avião e funciona como uma pequena turbina, muito utilizado durante o pré-voo, para manter os sistemas do avião em funcionamento no embarque de passageiros. 

Quando em operação, o APU utiliza o mesmo querosene dos tanques das aeronaves, maior custo, e seu funcionamento contribui com emissão de gases de efeito estufa. Com isso, manter o APU ligado não é a melhor alternativa para as companhias aéreas.

“O projeto 400 Hz e PCA contribui exatamente para que as empresas não utilizem o APU e os equipamentos movidos a diesel. A ideia é realmente contribuir para a preservação do meio ambiente e proporcionar um ganho de eficiência para as empresas aéreas. Para se ter uma ideia, Azul, Latam e Gol têm uma redução de cerca de 30% dos custos que envolvem essa operação, com a utilização dos novos equipamentos”, explica Geovane Medina.

Marta Rossi e Eduardo Zorzanello receberão moção da
Câmara dos Deputados



Na última quinta-feira, dia 23, o deputado federal Romero Rodrigues, presidente da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados, sugeriu uma Moção de Aplauso e Reconhecimento a Marta Rossi e Eduardo Zorzanello, organizadores do Festuris - Feira Internacional de Turismo de Gramado. Em votação ao Requerimento nº 41/2023, os membros da Comissão aprovaram com unanimidade a destinação da honraria aos empresários.



A justificativa do parlamentar em relação ao evento de turismo que ocorre de forma periférica, longe dos grandes centros de decisões como Rio de Janeiro ou São Paulo, se dá devido à excelência no atendimento aos participantes, e por todo o esforço e dedicação na realização da edição de 2023 do Festuris. 

“Foi uma honra ter ido à cidade de Gramado, que dá exemplo ao Brasil sobre como fazer turismo, como gerar emprego, renda, verdadeiros frutos do turismo. A moção vem pelo reconhecimento da forma carinhosa e atenciosa que recebemos no Festuris, evento que participamos na sua 35ª edição”, explica.

A Feira Internacional de Turismo, que acontece em Gramado, no Rio Grande do Sul, teve sua primeira edição em 1989. Este ano, o evento realizou a sua 35ª edição, sendo considerada pelo trade a feira de negócios turísticos mais efetiva da América Latina. O evento não só dá atenção para o turismo, como movimenta a economia local, estadual e gera visibilidade fora do país.


CDL promove Circuito das Luzes em BH

A partir do dia 11, os caminhos que ligam a Savassi à Praça Sete ficarão mais iluminados com o ‘Circuito das Luzes’, ação que cria uma rota de iluminação natalina rumo à Casa do Papai Noel. A intervenção, promovida pela Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), começa na avenida do Contorno, na Savassi, chega à Praça da Liberdade, segue por toda a extensão da avenida João Pinheiro e percorre a avenida Afonso Pena até a Praça Sete, onde o circuito se encerra com a Casa do Papai Noel.

“A proposta do ‘Circuito das Luzes’ é refletir a tradicional iluminação da Praça da Liberdade para dois importantes polos comerciais e turísticos, a Savassi e o Hipercentro. Será criada uma conexão lúdica entre esses dois lugares e fomentar a circulação de pessoas nesse trecho”, explica o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva.

Casa do Papai Noel-A Praça Sete será o endereço do Papai Noel em Belo Horizonte. A casa do bom velhinho ficará aberta ao público entre os dias 9 e 23 de dezembro. Com entrada gratuita, o espaço terá cenário para fotos e apresentações musicais. A Casa do Papai Noel ficará aberta de segunda à sexta-feira das 16 às 20 horas, e aos sábados e domingos, das 9 às 13 horas.

Natal em toda a cidade -A programação de Natal da CDL/BH também será realizada nas nove regiões da cidade. Do dia 9 até 23 de dezembro, o trio elétrico do Papai Noel irá percorrer os principais corredores das regiões. Acompanhado das Noeletes, o Papai Noel irá tirar fotos gratuitas com crianças e demais consumidores.

Belo Horizonte: Cidade da Cultura – Pampulha, Patrimônio Cultural da Humanidade



Reconhecido internacionalmente pelas suas pinturas inspiradas na arquitetura mineira, o artista plástico Carlos Bracher inaugurou mais uma obra que fala da cultura, do patrimônio histórico, das paisagens e das pessoas que marcaram a história de Minas Gerais. 

O tríptico painel "Belo Horizonte: Cidade da Cultura – Pampulha, Patrimônio Cultural da Humanidade" foi entregue ao estado em cerimônia realizada na última sexta-feira (24/11), no prédio do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico (Iepha), na Praça da Liberdade. 

A obra ocupará uma posição permanente na capital mineira, em local a ser definido pelo Iepha. O painel instalação, em formato tríptico, é composto por duas telas e, ao centro, uma tela de três metros de altura por sete metros de largura. 

O projeto tem o patrocínio da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, e conta com a chancela da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais.

Todo o processo de desenvolvimento do painel-instalação foi documentado para integrar a própria criação, através da exibição de vídeos em monitores, mostrando as etapas criativas do autor, desde sua concepção em papel até a realização final da obra em si. 

“Esses três painéis são um pouco a síntese do que eu acredito ser Minas Gerais. A força desse grande passado, que se instituiu na cidade de Vila Rica e em outras cidades do período colonial. E que depois, nessa sucessão, veio dar Belo Horizonte, a capital de Minas. E que termina na Pampulha. Portanto, são três tempos: o presente, o passado e o futuro”, explica Bracher no vídeo que compõe a instalação.

"Belo Horizonte: Cidade da Cultura – Pampulha, Patrimônio Cultural da Humanidade" propõe uma viagem multissensorial e didática aos nossos costumes e à nossa história, dando, tanto aos moradores locais, quanto aos turistas que visitam o Complexo Liberdade, a oportunidade de conhecer uma Minas sob a perspectiva de um olhar único: o de um artista mineiro renomado internacionalmente. Muito emocionado, Carlos Bracher relatou o processo criativo das obras e as principais referências, em especial o modernismo em suas telas. O artista também falou sobre os elementos do novo trabalho, que traz colagens e referências a Pelé, Carlos Drummond de Andrade, Juscelino Kubitschek, Tiradentes, Santos Dumont, Clube da Esquina, Guignard, Grupo Corpo e outros protagonistas da cultura de Minas Gerais. 



“São seres que carrego e carregarei para sempre na minha alma e no meu espírito. A minha casa em Juiz de Fora, onde tanto aprendi, tudo isso que aqui está, essa devoção mágica e imagética do que seja a arte, esse pulsar, esse adentrar , esse estabelecer, esse aprofundamento do que somos nós, enigmas humanos. A arte é isso, essa condição específica de nós conduzimos nosso olhar, nosso coração a determinadas facetas, seja pela palavra, seja pelas cores. A vida é uma grande fábula”, destacou Bracher.

O secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas de Oliveira, festejou a inauguração do painel e ressaltou o protagonismo de Carlos Bracher para a história das artes em Minas Gerais: “Vou dizer algumas poucas palavras e começo por gratidão, Bracher, pela sua existência no meio da civilização mineira, você a faz maior. Gratidão por ser um artista que leva Minas Gerais, leva nossa gente, nossa cultura, para o mundo inteiro. Muito obrigado”.

Belo Horizonte não é apenas a capital de Minas Gerais, importante estado que deu início à ocupação do território que compõe hoje o ´país, a partir das entradas dos bandeirantes paulistas, guiados pelos povos originários do Brasil, nos séculos XVI e XVII. É também a capital planejada e construída com base nos ideais republicanos e que, hoje, é reconhecida por sua arte, educação, cultura, importante centro estudantil, universitário e de serviços. Ilustres artistas, nascidos e radicados em Minas, como Guignard, Inimá de Paula, Yara Tupinambá e Lorenzato, dentre outros, já retrataram anteriormente aspectos de Belo Horizonte: suas paisagens, seus prédios de alto valor arquitetônico, de estilos e épocas distintas, com suas praças, ruas, lugares e recantos que fazem da cidade um conjunto encantador.

O painel de Bracher tem o objetivo de reverenciar a cidade e, ao mesmo tempo, representar os grandes personagens da história de Minas, desde o mártir da Inconfidência Mineira, Tiradentes, passando pela célebre "Caravana” dos Modernistas (Oswald de Andrade, Tarsila do Amaral e Blaise Cendrais, dentre outros), ocorrida em 1924. Essa viagem ao interior do país em busca da “autêntica arte brasileira”, identificada com a arquitetura colonial e o barroco mineiro, provocou um enorme impacto na nova geração de poetas e intelectuais (Carlos Drummond de Andrade, Pedro Nava, Abgar Renault e Emílio Moura). Ao homenagear notáveis literatos, o painel revela ainda como, ao longo do tempo, BH transformou-se em síntese da mineiridade pelo conjunto das gentes de todos os recantos, conectando-se num só povo, firmando-se na grande capital com sua identidade específica e autônoma.

JK: da Cemig à Pampulha-Devido à sua importância para a cidade, o conjunto arquitetônico da Pampulha, Patrimônio Cultural da Humanidade, tem uma posição de destaque no painel. Segundo Bracher, sua arquitetura visionária é resultado do futurismo de Juscelino Kubitschek que, quando era prefeito de Belo Horizonte, convidou o jovem arquiteto Oscar Niemeyer para projetar o conjunto da Pampulha. Anos depois, durante o mandato de JK na Presidência, a parceria se repetiria na construção da capital federal, também considerada Patrimônio Cultural da Humanidade. De acordo com a diretora de Comunicação Empresarial e Sustentabilidade da Cemig, Cristiana Kumaira, a Cemig tem um imenso orgulho em participar do projeto do Painel Instalação de Bracher, pois, assim como a Pampulha e a capital federal, a companhia elétrica também foi criada a partir da visão de futuro do então governador de Minas Gerais, que, em 22 de fevereiro de 1951, redigiu de próprio punho um bilhete, em que abordou a necessidade de um holding do setor elétrico.

“Sem o visionarismo de JK, a Cemig não seria o que é hoje, uma empresa de atende mais de nove milhões de clientes em todo o Estado e uma das maiores patrocinadoras de cultura de Minas Gerais, orgulho de todos os mineiros”, explica a diretora. “E o objetivo do painel é exatamente esse: o de ressaltar o orgulho de ser mineiro no coração de quem visita a instalação artística”, complementa Kumaira.


Passeios pela capital mineira



A Prefeitura de Belo Horizonte promove, a partir deste sábado (2), uma nova temporada dos tradicionais passeios turísticos pela cidade. Nos dias 2 e 16 dezembro, moradores e turistas terão a oportunidade de conhecer a capital mineira, sob novos olhares e perspectivas, em city tours e walking tours especiais em homenagem ao aniversário de Belo Horizonte e aos 80 anos do Conjunto Moderno da Pampulha. As inscrições gratuitas estarão abertas a partir das 12h desta terça-feira (28) e os interessados deverão retirar os ingressos on-line.

Neste primeiro momento, serão cinco roteiros, com destaque para a cultura, a arte urbana e a arquitetura do município. Eles incluem visitas ao Conjunto Moderno da Pampulha, praças, mirantes, museus, ruas históricas, entre outros pontos turísticos da capital. Com duração média de 4 horas, os city tours serão realizados em micro-ônibus e os walking tours serão passeios a pé, ambos conduzidos por um guia de turismo credenciado pelo Ministério do Turismo.

“A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Belotur, promoverá mais uma temporada dos já tradicionais roteiros turísticos por vários pontos da nossa cidade. Esses passeios estimulam a sensibilização de turistas e, principalmente, dos moradores da capital mineira, valorizando a identidade cultural e as tradições populares, além de promover o fortalecimento do orgulho e da cidadania. A partir disso, o próprio cidadão de Belo Horizonte se torna um disseminador da atividade turística, apoiando na promoção do nosso destino”, afirma Gilberto Castro, presidente da Belotur.

A Belotur solicita às pessoas que fizerem a inscrição, e por algum motivo não puderem comparecer, que façam o cancelamento com antecedência pelo telefone (31) 3277-4975 ou pelo e-mail citytour.belotur@pbh.gov.br, para que outros participantes tenham a oportunidade de experimentar o passeio. A imprensa está convidada para acompanhar os roteiros mediante aviso prévio para reserva de convites e agendamento de fontes.

As datas e os locais dos roteiros podem ser conferidos no 
Portal Belo Horizonte.

Temporadas de passeios - A Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Belotur, irá promover mais uma temporada dos tradicionais passeios turísticos, no formato city tour e walking tour, a partir do mês de dezembro de 2023. O principal objetivo dos roteiros é despertar o interesse e a curiosidade do turista e do cidadão belo-horizontino pelos espaços da cidade, vivenciando experiências pelos diversos territórios de Belo Horizonte. Além dos roteiros do mês de dezembro, a Belotur também irá realizar mais passeios turísticos no primeiro semestre de 2024, a partir do mês de janeiro.

 Informações para a coluna enviar para
@sergiomoreira63 

quinta-feira, 30 de novembro de 2023

COLUNA VAMOS TOMAR UM VINHO? // Dia da Cabernet Franc: conheça vinhos dessa uva notável do Corte Bordalês


No dia 4 de dezembro, os apreciadores de vinho em todo o mundo celebram o Dia da Cabernet Franc, uma variedade de uva notável por suas características únicas e contribuições distintas para a vinicultura. Originária da região de Bordeaux, na França, a Cabernet Franc tem ganhado destaque global devido ao seu papel fundamental em vinhos tintos complexos e elegantes.

Da família dos Cabernets, acredita-se que a origem da Cabernet Franc seja o País Basco (norte da Espanha), mas é na França, principalmente no Vale do loire e Bordeaux, que esta casta se consolidou e faz parte do famoso Corte Bordalês. Na Argentina e Chile, segundo o sommelier Sérgio Cruz, da Cantu Grupo Wine, esta uva vem sendo desenvolvida e mostrando grande capacidade de fazer vinhos fantásticos, elegantes, de boa textura, frescos, de frutas vermelhas e negras, com notas minerais e vegetais.

“Essa variedade, se comparada à Cabernet Sauvignon, tem a casca mais fina, menor acidez, menos taninos e maior intensidade de aromas. Amadurece cerca de uma semana antes da Cabernet Sauvignon, o que lhe confere adaptação a regiões um pouco mais frias, como o Vale do Loire, por exemplo, que produz vinhos mais interessantes e densos em solos compostos por areia, argila e calcário”, descreve o sommelier.

Vinhos Cabernet Franc combinam com carnes vermelhas grelhadas ou assadas. As sugestões de harmonização do especialista são: filé mignon assado com manteiga e ervas finas, lombo de cordeiro assado ao molho de hortelã, pimentões recheados com carne moída, escalope de avestruz com risoto de funghi.

Ícone da Braccobosca, o vinho uruguaio Ombú Gran Reserve é uma das sugestões de Sérgio Cruz. Combina com carnes vermelhas grelhadas, paleta de cordeiro e massas com ragout de funghi. Os aromas de cerejas maduras, framboesas, cassis, notas balsâmicas e de chocolate saltam à taça.

BenMarco Cabernet Franc, de Susana Balbo, é um rótulo argentino, da região de Altamira e ótima sugestão também de vinho feito desta uva. Harmoniza com pratos de sabor intenso, como carne da caça, pato e receitas com cogumelos. Os aromas mais marcantes estão nas notas de frutas negras e especiarias. Já o argentino Crios Sustentia Cabernet Franc, também de Susana Balbo, é perfeito com carnes vermelhas de caça e queijos. Neste tinto vermelho rubi, os aromas de cassis e de groselhas com toques de pimenta preta se destacam.

Confira onde você pode comprar os rótulos sugeridos pelo sommelier:

Ombú Gran Reserva - Braccobosca

https://fracarowine.com.br/produtos/braccobosca-ombu-reserve-cabernet-franc/


BenMarco Cabernet Franc - Susana Balbo

https://www.viavini.com.br/vinho-susana-balbo-benmarco-cabernet-franc-tinto-argentino.html

Crios Sustentia Cabernet Franc - Susana Balbo

https://www.casadez.com.br/vinho-susana-balbo-crios-sustentia-cabernet-franc-750ml-6497/p

 

Sobre a Cantu Grupo Wine 

A Cantu Grupo Wine, a casa das grandes marcas, possui 19 anos de operação B2B no mercado de vinhos, com presença nacional em mais de 15 mil pontos de venda e mais de 400 rótulos de vinhos renomados em seu portfólio. O propósito da Cantu Grupo Wine é trazer para o país grandes marcas de expressão mundial. Na gama de produtos, são mais de 50 produtores de 13 países. 

A Cantu Grupo Wine apresenta valores e filosofia que permitem à empresa trazer rótulos de vinhos de extrema qualidade, contando com sólida estrutura logística e capacidade operacional para atender todo o território nacional. A viabilidade da empresa estabeleceu-se através de fortes parcerias, firmadas com grandes vinícolas do mundo. 



Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon 


Nº 1.279 — 30/11/23

 


Assinatura ou financiamento?
Exige análise caso a caso

 

Nos últimos três anos o mercado de automóveis sofreu as consequências da pandemia da covid-19, falta de componentes e principalmente de semicondutores, interrupções temporárias da produção e falta ou limitação de oferta de vários modelos nas concessionárias. Entre as várias distorções que se seguiram, carros seminovos passaram a valer até mais que os zero-quilômetros. Ao longo de 2023 a produção cresceu e aos poucos o mercado volta à normalidade.

Esse cenário ajudou a tendência de glamorizar a assinatura como se fosse algo novo ou disruptivo. Na realidade é uma operação já muito conhecida como leasing (espécie de aluguel) operacional. Uma mudança de nome que traz vantagem ou dores de cabeça dependendo do perfil de quem tem condições de comprar à vista ou apenas de financiar.

A assinatura pressupõe que o interessado vai se livrar de administrar obrigações como contratar seguro e quitar impostos, taxas e revisões periódicas. Na realidade, apenas desembolsará por esses serviços de outra forma. Há situações imponderáveis como honrar a franquia do seguro, em caso de acidente.

Se optar por um plano de 1.000 km/mês, por exemplo, terá um custo extra se precisar rodar distâncias adicionais em viagens de férias ou a trabalho. Mesmo se nos meses seguintes se mantiver abaixo da franquia contratada de 1.000 km/mês e a compensação deixar de ocorrer. É preciso ficar muito atento ao que está no contrato.

Desistir da assinatura antes do final do período também pressupõe encargos em geral mais pesados do que devolver um veículo financiado. Se o comprador é assalariado, contratou financiamento e perdeu o emprego ou a renda, ainda há opção de negociar com o banco ou financeira porque já pagou à vista no mínimo 20% do valor do automóvel como entrada, além das prestações. Depois de quitar todas as mensalidades, o carro ainda pode ser vendido e o valor servir de entrada para aquisição de outro.

Como regra geral, assinatura se torna vantajosa para casos específicos de quem reúne condições de pagar à vista, mas prefere administrar o valor do veículo no mercado financeiro e receber rendimentos. Para tanto deve dominar os meandros dos investimentos e ter um capital alto para aplicar. Isto significa que somente modelos de valor elevado ou muito elevado, caso de produtos importados, deveriam de fato atrair essa opção.

 

No futuro veículos poderão “ouvir” para maior segurança

Sistemas baseados em Inteligência Artificial (IA) passarão a reconhecer eventos acústicos no entorno dos veículos. Hoje, o padrão é isolar ao máximo os ruídos externos como exemplo de perfeição de projeto para aumentar o conforto de motorista e ocupantes. Como resultado, elementos críticos para a tomada de decisões corretas ao volante são frequentemente ouvidos muito tarde ou nem isso.

No entanto, sirenes de ambulâncias, estradas com filme elevado de água, objeto preso em um pneu, campainhas de bicicletas e buzinas de motos podem fornecer informações importantes para quem está ao volante. Os veículos de amanhã serão equipados com um “sentido” de audição que lhes permitirá perceber esses sinais externos e aumentar a segurança do tráfego.

Estão em desenvolvimento sensores e algoritmos para monitoramento de ambiente acústico externo. Microfones e softwares inteligentes permitirão que os motoristas interajam com o ambiente no qual o veículo está, sem precisar abrir as janelas. Câmeras acopladas a recursos acústicos na frente, nas laterais e na traseira terão um papel relevante no aumento da segurança ativa e preditiva para prevenir acidentes.

Ainda não há previsão de quando esses recursos chegarão aos veículos. Estão sendo estudados pelo Instituto Fraunhofer de Tecnologia de Mídia Digital, em Oldenburg, cidade do Estado da Baixa Saxônia, na Alemanha.

 

Ranger Raptor foca em alto desempenho e visual exclusivo

à venda por R$ 448.600, nova versão aposta alto em potência e esportividade para se tornar a picape média mais potente e desempenho bem acima do que existe hoje no mercado.

Fabricada na Tailândia, tem a mesma distância entre-eixos da Ranger convencional, porém é 10 mm mais comprida (5.360 mm), 193 mm mais larga (2.208 mm) e 40 mm (1.926 mm) mais alta. As bitolas, 90 mm mais largas, as molas helicoidais em vez dos tradicionais feixes semielípticos na traseira e ambos os diferenciais autobloqueantes garantem desempenho superior em qualquer terreno.

As suspensões foram reforçadas e apresentam o maior curso do segmento: 256 mm na dianteira (32% maior que a Ranger) e 290 mm na traseira (mais 18%). Os amortecedores são do tipo competição com funcionamento ativo que se adapta às condições de uso.

Desenvolvida pela divisão Ford Performance, recebe um motor 3-L, V-6 biturbo, a gasolina, de 397 cv e 59,4 kgf·m. A fábrica informa 180 km/h de velocidade máxima, limitada eletronicamente, e aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 5,8 segundos.

A Raptor será comercializada por importação direta, sob pedido, por todas as concessionárias da marca.

Luciana Herrmann assume a Diretoria Regional de Comunicação Corporativa da Nissan para a América Latina



Desde 1º de novembro de 2023, Luciana Herrmann, diretora de Comunicação Corporativa da Nissan Mexicana, é a responsável pela diretoria regional de Comunicação Corporativa para a Nissan América Latina. Luciana liderará as equipes de comunicação de produto e corporativa, relações públicas e comunicação interna, reportando-se diretamente a Guy Rodríguez, presidente da Nissan América Latina e vice-presidente Corporativo da Nissan Motor Co.

Luciana é formada em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzie, com pós-graduação em marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, ambas em São Paulo.

Em sua trajetória de mais de 20 anos na indústria automotiva, Luciana adquiriu experiência em diferentes áreas, como Comercial, de Planejamento, Marketing e Comunicação.

Luciana liderou projetos de comunicação regional e global de grande envergadura, estratégias de marketing global e comunicação corporativa. Iniciou sua carreira na Nissan em 2015, como subdiretora de Comunicação Corporativa para a Nissan América Latina, no México. Posteriormente, atuou como líder global de Marketing na matriz da Nissan em Yokohama, no Japão.

Retornou ao México em 2019, como diretora de Comunicação da Nissan Mexicana, posição na qual teve a oportunidade de integrar a equipe e a comunicação dos colaboradores durante a pandemia. Também foi responsável pela implementação de várias ações inovadoras para alavancar o posicionamento da marca líder da indústria automotiva há 15 anos naquele país, comunicar a renovação total do portfolio de produtos, bem como o lançamento da tecnologia e-POWER de condução 100% elétrica no mercado.

Além de sua função diretiva, Luciana é conselheira do Comitê de Diversidade, Equidade e Inclusão da empresa, com foco no pilar de Talentos Femininos. Por meio de seu envolvimento com os temas de DEI, junto com sua equipe de trabalho implementou projetos para impulsionar o desenvolvimento das mulheres dentro da empresa.

Com esta nomeação, a Nissan fortalece sua equipe de liderança na região, apoiando a aceleração do Nissan Ambition 2030, a visão de longo prazo da empresa que busca criar um mundo mais limpo, seguro e inclusivo.

Esta mudança organizacional também se aplica a diversas funções responsáveis pelos mercados da NMEX, NIBU e NSAM, que agora passam a ser denominadas funções regionais LATAM (Marketing e Vendas, Comunicação Corporativa, Administração e Finanças, Recursos Humanos e Planejamento Corporativo).

Novo Versa e picape Frontier ganham novo acessório


Friso da porta além de proteger contra toques, embeleza a lateral do Versa




Rio de Janeiro – A linha de acessórios originais Nissan ganhou mais um item compatível com a nova picape Frontier 2024 e o sedã Versa, que passa a estar disponível nas quase 200 concessionárias da marca no Brasil. O novo acessório é o revestimento de banco com airbag, nos materiais sintético e misto.

Com tecnologia exclusiva de costura de airbag, o acessório é compatível com as versões Sense e Advance do Nissan Versa e as versões S, SE e Attack da Nissan Frontier, todos modelos e versões a partir do MY23. O preço sugerido de venda é a partir de R$ 2.279,46, a depender do material do acessório, modelo e versão do carro e localidade do serviço. Todos os revestimentos passam por diversos testes que garantem o funcionamento correto dos airbags e reforçam que, para a Nissan, a segurança do cliente vem sempre em primeiro lugar.

O revestimento tipo sintético é feito de material ecológico de fácil higienização que não penetra água e não acumula sujeira como o tecido. Tem 1,3 mm de espessura, que representa a maior resistência do mercado. Já o tipo misto, é 70% sintético e 30% material natural que garantem maior conforto térmico e resistência nas regiões de contato.

Linha de Acessórios Nissan
Transportador de bike Duo da Frontier

Além da diversidade de itens, a linha de acessórios originais Nissan traz outras vantagens para o consumidor. A primeira, e uma das mais importantes, é manter a garantia de fábrica do veículo. Aprovados pela engenharia da Nissan, os acessórios originais homologados pela marca são desenvolvidos por fornecedores com qualidade comprovada.

Iluminação interna para Versa e Frontier

Outras vantagens são a qualidade japonesa, instalação feita por pessoas treinadas e peças desenvolvidas por parceiros com qualidade comprovada, e a possibilidade de incluir os valores no financiamento do veículo, dividindo o custo por um período maior e, assim, amenizando o desembolso. 
Mais detalhes sobre a linha original de acessórios Nissan podem ser obtidos aqui.


Galeria de fotos dos acessórios para o Versa e a Frontier
























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