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quinta-feira, 23 de abril de 2026

1º trimestre de 2026: Grupo Renault registra forte dinâmica de crescimento com faturamento de 12,5 bilhões de euros, em alta de 7,3%


Foto: Alpine

“No primeiro trimestre de 2026, apesar de um início de ano desafiador em termos de emplacamentos devido a fatores pontuais na Dacia, estamos nos beneficiando de uma forte dinâmica de produtos de todas as nossas marcas, tanto para veículos de passeio como comerciais leves. Estamos tirando total proveito da nossa gama de motorizações, tanto de veículos elétricos como híbridos, que estão entregando fortes performances. Esta dinâmica positiva é sustentada pelo nível de fechamento de pedidos de dois dígitos desde o início do ano. Confirmamos nosso guidance para o exercício fiscal de 2026, com uma margem operacional no 2º semestre mais alta do que no 1º semestre, conforme os padrões sazonais usuais.” comentou Duncan Minto, CEO do Renault Group.

Resultados comerciais: Fatos relevantes do primeiro trimestre

Renault entrega performance comercial estável no primeiro trimestre de 2026

No 1º trimestre de 2026, a Renault vendeu 397.602 veículos em todo o mundo, uma progressão de 2,2% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Estes resultados refletem a relevância da estratégia de produtos da Renault, a efetividade de seu roadmap de eletrificação e uma estratégia comercial disciplinada, reforçando a confiança dos clientes na marca.

Na Europa, a Renault registrou 255.200 vendas, em alta de 3,8% versus 1º trimestre de 2025, em linha com a performance do mercado.

As vendas de modelos eletrificados da Renault atingiram mais de 65% de suas vendas de veículos de passeio na Europa. Em veículos elétricos, a marca aumentou suas vendas em mais de 40% no 1º trimestre de 2026, alavancadas pelo sucesso consistente do Renault 5 E‑Tech elétrico – o veículo elétrico nº 1 no segmento B na maioria dos mercados europeus –, a aceleração progressiva do Renault 4 E‑Tech elétrico e a sólida performance do Scenic E-Tech elétrico. As motorizações full hybrid E‑Tech também tiveram forte performance entre os principais modelos das Renault, representando mais de 40% das vendas de veículos de passeio, confirmando seu papel-chave na estratégia equilibrada de eletrificação da marca, que deve continuar com o recente lançamento do Twingo E-Tech elétrico e do novo Clio Full Hybrid E-Tech.

Fotos: Divulgação netcarshow.com

A Renault continuou a priorizar a qualidade das vendas e a proteção do valor residual. A marca reduziu sua exposição ao canal de vendas de curto prazo e cresceu 8,5% no canal de varejo, apesar dos efeitos desfavoráveis do mix de mercado em alguns países. Os segmentos de valor deram forte contribuição para a performance da Renault, com os segmentos C e D representando 36,5% das vendas, sustentados por uma gama de modelos atraente e renovada que propulsionou um crescimento de 2% em veículos de passeio no 1º trimestre de 2026 (com os modelos Symbioz, Austral, Rafale, Espace, Megane e Scenic).

Em Veículos Comerciais Leves, a Renault confirmou um nítido retorno ao crescimento após um ano de transição em 2025. As vendas de veículos comerciais leves aumentaram 6,6% no 1º trimestre de 2026 em comparação com o mesmo período do ano anterior em todo o mundo e 15,1% na Europa, sustentadas pelos resultados tangíveis do plano de recuperação da marca, confirmando a relevância da estratégia e da gama de LCVs da Renault.

A Renault continuou a consolidar sua presença internacional, sustentada por uma gama de produtos renovada principalmente na Índia (+47,6% das vendas), Marrocos (+20,2%) e Colômbia (+10,1%). Na Turquia, a Renault manteve sua liderança tanto no mercado total como no mercado de veículos de passeio, com um total de 32.244 vendas (+12,9%, em um mercado com recuo de -3,9%). Esta tendência será reforçada durante todo o ano com o recente lançamento do Renault Duster na Índia e o Renault Filante na Coreia do Sul, bem como o lançamento em breve do Boreal na Turquia.




Dacia confirma sua posição no pódio em vendas no varejo na Europa

Com 145.335 vendas no 1º trimestre de 2026, a Dacia registrou resultados comerciais mais baixos em comparação com o mesmo período em 2025 (-16,3%), em um contexto marcado por fatores pontuais. Entretanto, a marca está mantendo sua posição no Top 10 das marcas automotivas europeias, considerando todos os canais em veículos de passeio, e no pódio europeu em vendas a clientes do varejo, sua principal base de clientes.

Os meses de janeiro e fevereiro tiveram alterações significativas por conta de perturbações excepcionais nos fluxos logísticos, devido a condições meteorológicas severas que impactaram o tráfego marítimo no Estreito de Gibraltar. Esta situação levou a atrasos nos fornecimentos e entregas bem como perdas de produção, que devem ser recuperadas progressivamente durante o 1º semestre de 2026. Ao mesmo tempo, a gama de modelos comercializados  da marca passou por uma fase de transição, com o lançamento de novas opções de motorizações.

A marca iniciou sua recuperação em março, com um aumento de 1,9% nas vendas na Europa em comparação com março de 2025. Esta performance foi especialmente forte no canal de varejo, que continua sendo o coração da estratégia da marca, atingindo a alto nível de 77%[1] das vendas de veículos de passeio no 1º trimestre de 2026.

Com um crescimento de dois dígitos nos pedidos durante o 1º trimestre de 2026, a carteira de pedidos também está crescendo, sustentada por uma gama de produtos a cada dia mais atrativa, principalmente graças ao sucesso das motorizações híbridas e GLP. Também contribuiu fortemente para esta dinâmica o lançamento do Duster e do Bigster híbrido-G 150 4x4, bem como do Sandero GLP com transmissão automática. As novas opções de motorizações têm sido bem recebidas, o que aponta para um aumento nos emplacamentos no 2º trimestre de 2026.

Alpine mantém trajetória consistente de crescimento

Após um crescimento recorde de três dígitos em 2025, a marca Alpine continua crescendo em todo o mundo, registrando um aumento de 54,7% nas vendas (3.246 veículos) no 1º trimestre de 2026.

A marca continuou a expansão de suas vendas na Europa (+53,7%), com 3.087 unidades. Este crescimento foi fortemente alavancado pela excelente performance no Reino Unido (16 vezes as vendas do 1º trimestre de 2025), Alemanha (+145,6%), Espanha (+185,2%) e Bélgica + Luxemburgo (+42,5%).

O A290 foi o modelo campeão de vendas da Alpine, com 2.452 emplacamentos em todo o mundo (+63,9%), sendo um fator-chave no crescimento da Alpine.

Já disponível em mercados-chave, o Alpine A390 GT está agora chegando a outros mercados europeus.

Com a aproximação da descontinuação de sua produção, o A110 continua despertando interesse, com 545 unidades vendidas. A produção será descontinuada no terceiro trimestre em meio aos preparativos para a chegada da nova geração.

A Alpine acelerou sua expansão internacional com 44 novos pontos de vendas, elevando o total para 210 Alpine Stores e Ateliers Alpine em 25 países em todo o mundo.

Novas inaugurações estão previstas neste ano, com a meta de ultrapassar 300 pontos de vendas até o fechamento do ano. Depois de Barcelona em 2024 e Paris em 2025, estão previstas duas novas inaugurações de Ateliers Alpine em 2026, respectivamente em Milão e Londres.

Faturamento do primeiro trimestre de 2026

O faturamento do Grupo para o 1º trimestre de 2026 atingiu 12.530 milhões de euros, em alta de 7,3% em comparação com o 1º trimestre de 2025. Com taxas de câmbio constantes[2], o faturamento do Grupo teve alta de 8,8%.

O faturamento da Divisão Automotiva atingiu 10.807 milhões de euros, em alta de 6,5% em comparação com o 1º trimestre de 2025. Este número inclui -1,5 pontos de efeito negativo das taxas de câmbio (-156 milhões de euros) essencialmente relacionado à desvalorização da Lira Turca e, em menor medida, do Peso Argentino. Com taxas de câmbio constantes1, o aumento foi de 8,0%. Esta evolução se explica essencialmente pelos fatores seguintes:

·       Um efeito negativo dos volumes de -2,1 pontos, principalmente devido a uma queda de 3,3% nos emplacamentos. Em 31 de março de 2026, os estoques totais de veículos novos representavam 554.000 unidades, das quais 335.000 em concessionárias independentes e 219.000 no escopo do Grupo. Este nível de estoques vai permitir uma fluidez nas operações do Grupo durante 2º trimestre, que é tradicionalmente mais forte em termos de emplacamentos. O Renault Group prevê estoques totais mais baixos no fechamento de 1º semestre de 2026 versus 1º trimestre de 2026.

·       Um efeito fortemente positivo das vendas a empresas parceiras de 5,9 pontos, alavancadas principalmente pela forte performance do planejamento de produtos das empresas parceiras, especialmente o Nissan Micra, bem como mudanças de escopo:

Ÿ   A integração da RNAIPL contribuiu com aproximadamente 200 milhões de euros (+2,0 pontos),

Ÿ   A aceleração na distribuição dos veículos Geely no Brasil. Nos próximos meses, deve ser iniciada a produção local por meio da joint venture com a Renault do Brasil.

·       Um sólido efeito do mix de produtos de +2,6 pontos, principalmente devido ao sucesso dos veículos elétricos, a fase de transição entre o Clio V e Clio VI (tendo o Clio VI um preço médio de venda melhor do que o Clio V, mesmo estando abaixo da média do Grupo), aceleração do Bigster e, em alguma medida, o Master.

·       Um efeito positivo dos preços de +1,0 ponto, pois os aumentos de preços nos mercados internacionais para equilibrar as taxas de câmbio foram parcialmente compensados pela pressão dos preços na Europa, uma tendência que deve se manter durante todo o ano.

·       Um efeito estável do mix geográfico de -0,1 pontos, essencialmente explicado pelo aumento das vendas na Índia.

·      Um efeito positivo de ”Outros” de +0,7 pontos, principalmente relacionado a peças e acessórios.

O faturamento da Divisão de Serviços de Mobilidade foi reintegrado na Divisão Automotiva após a reorganização destas atividades. Esta reintegração atingiu 17 milhões de euros no 1º trimestre de 2026 e 23 milhões de euros no 1º trimestre de 2025.

Mobilize Financial Services (anteriormente RCI Bank and Services) registrou um faturamento de 1.723 milhões de euros no 1º trimestre de 2026, em alta de 13,0% em comparação com o 1º trimestre de 2025, devido a uma tendência de taxas de juros mais alta nos últimos anos e um aumento de 4,8% na média dos créditos em circulação (de 61,9 bilhões de euros) em comparação com o 1º trimestre de 2025.

Perspectivas financeiras para o exercício fiscal de 2026

O Renault Group confirma suas perspectivas financeiras para o exercício fiscal de 2026, com:

·      Margem operacional do Grupo em torno de 5,5% do faturamento do Grupo, com Margem Operacional no 2º semestre mais alta do que no 1º semestre, conforme os padrões sazonais usuais.

·      Fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva em torno de 1,0 bilhão de euros.

Em 2026, a expansão internacional, aumento das vendas a empresas parceiras, crescimento na participação dos veículos elétricos e consolidação da RNAIPL[3] em um ano completo vão alavancar o aumento do faturamento, apesar de uma diluição nas margens.

A redução de custos continua sendo a prioridade-chave para além de 2026. O Grupo está implementando medidas adicionais para mitigar o impacto potencial da crise no Oriente Médio nos custos das matérias-primas, energia e logística.

Em 2026, o fluxo de caixa livre da Divisão Automotiva deve incluir 350 milhões de euros de dividendos da Mobilize Financial Services[4] (versus 300 milhões de euros recebidos em 2025). O Grupo prevê uma mudança negativa nas necessidades de capital de giro em 2026, para continuar a realizar uma mudança positiva nas necessidades em capital de giro registrada no fechamento de 2024.

Faturamento consolidado do Renault Group

 (em milhões de euros)

2025

2026

 Variação 2026/2025

Variação com taxas de câmbio constantes1

1º trimestre

 

 

 

 

Divisão Automotiva

10.151

10.807

+6,5%

+8,0%

Financiamento das Vendas
(Mobilize Financial Services)

1.524

1.723

+13,0%

+14,1%

Total

11.675

12.530

+7,3%

+8,8%

1 Para analisar a variação no faturamento consolidado com taxas de câmbio constantes, o Renault Group recalcula o faturamento para o período corrente aplicando a média das taxas de câmbio do período anterior.

15 principais mercados do Renault Group no fechamento de março 2026

Acumulado no fechamento de março de 2026

Volumes 1

PC + LCV

(unidades)

Participação de mercado em %

1

FRANÇA

133.077

27,1

2

ITÁLIA

49.725

9,3

3

ESPANHA

39.143

11,2

4

TURQUIA

36.522

13,8

5

REINO UNIDO

35.892

5,1

6

ALEMANHA

30.823

4,1

7

BRASIL

29.854

5,0

8

MARROCOS

22.063

37,5

9

BÉLGICA + LUXEMBURGO

17.626

12,0

10

ÍNDIA

12.256

0,8

11

POLÔNIA

12.168

7,2

12

ARGENTINA

11.692

7,9

13

COREIA DO SUL

10.869

2,7

14

PORTUGAL

7.852

11,0

15

COLÔMBIA

7.841

11,9

1 Vendas com exceção do Twizy.

 Total de vendas por marca do Renault Group

Veículos de passeio e comerciais leves (PC + LCV)

 

Primeiro trimestre

Primeiro trimestre

Variação

 

2025

2026

%

RENAULT

 

 

PC

310.921

314.420

+1,1%

LCV

78.067

83.182

+6,6%

PC + LCV

388.988

397.602

+2,2%

DACIA

 

 

 

PC

172.612

144.224

-16,4%

LCV

1.090

1.111

+1,9%

PC + LCV

173.702

145.335

-16,3%

ALPINE

 

 

 

PC

2.098

3.246

+54,7%

RENAULT GROUP

 

 

 

PC

485.631

461.890

-4,9%

LCV

79.157

84.293

+6,5%

PC + LCV

564.788

546.183

-3,3%

     

 

 

Seminovos: 5 mentiras que te contam sobre vender um carro usado. Com recorde histórico de vendas e demanda aquecida em 2026, especialista alerta para mitos que podem fazer o proprietário de automóvel perder dinheiro na hora da negociação

 

O mercado de veículos seminovos e usados vive um dos seus melhores momentos no Brasil. Entre janeiro e março, o acumulado de vendas atingiu mais de quatro milhões de automóveis, o que representa um crescimento de 12,7% sobre o mesmo período de 2025. Na comparação direta entre os meses de março de 2025 e 2026, a alta foi de 21,5%. Apesar do cenário favorável, ainda há muita desinformação que prejudica quem decide vender um carro.

Miguel Henrique Souza, CEO da Vaapty, rede de franquias especializada no segmento de intermediação de venda de veículos, explicou quais são as cinco principais mentiras que contam sobre a venda de seminovos e o que diz o mercado na prática.

Carro só desvaloriza?

Embora a depreciação exista, o comportamento recente mostra o contrário em vários casos. A alta demanda por usados, impulsionada pelo encarecimento dos modelos zero-quilômetro, fez com que os preços subissem de forma consistente nos últimos anos, tornando o carro um ativo mais resiliente. “O carro deixou de ser apenas um bem de consumo e passou a ter papel estratégico no patrimônio das famílias”, afirma Miguel Henrique Souza, CEO da Vaapty.

Vender por conta própria é mais vantajoso?

Outro mito recorrente é que vender por conta própria sempre garante mais lucro. Na prática, o CEO da Vaapty aponta que não é bem assim, já que existem custos ocultos, tempo de negociação, riscos de inadimplência e falta de conhecimento sobre precificação: “muita gente não calcula o custo do tempo, da insegurança e da negociação mal feita. No fim, pode sair mais caro do que parece e fazer com que a pessoa perca dinheiro. Na maioria dos casos, optar pela intermediação é muito mais seguro e torna o processo bem mais rápido”, diz Souza.

Intermediadora sempre paga menos?

O cenário mudou com a profissionalização do setor e o uso de dados. Existem plataformas e redes estruturadas que conseguem gerar concorrência entre compradores e oferecer propostas mais alinhadas ao valor real de mercado. 

“Hoje, a tecnologia usada na Vaapty, por exemplo, permite que a gente tenha acesso a uma plataforma com mais de 25 mil compradores simultaneamente, o que aumenta a transparência e a competitividade. Vale lembrar que tempo também é dinheiro, então o quanto antes esse carro for negociado, maior é o valor dele. Por outro lado, quanto mais demorar a vender, mais desvalorizado ele fica”, afirma o executivo.

Quanto mais anúncios, melhor?

Segundo o especialista, excesso de exposição pode gerar efeito contrário, desvalorizando o veículo ao transmitir urgência ou dificuldade de venda. Estratégia e posicionamento são mais relevantes do que volume. “Não é sobre estar em todos os lugares, mas estar nos lugares certos, com a precificação correta”, diz Souza.

Será que o melhor momento para vender já passou?

Essa ideia não se sustenta diante dos dados. O mercado segue aquecido, com demanda consistente e oferta ainda limitada em algumas faixas de veículos. “O Brasil vive um ciclo positivo para seminovos. Quem entende o momento e usa informação a seu favor consegue fazer ótimos negócios”, conclui o CEO da Vaapty.

Em um mercado cada vez mais profissional e competitivo, vender um seminovo deixou de ser apenas uma transação simples e passou a exigir estratégia, informação e escolha dos canais adequados.

Hyundai Mobis lança pastilhas de freio PL2 para HB20 para veículos fora da garantia, fabricados entre 2012 e 2018


A Hyundai Mobis anuncia o lançamento de pastilhas de freio para os modelos Hyundai HB20, fabricados entre 2012 e 2018. O produto passa a integrar a linha PL2, desenvolvida especialmente para atender veículos Hyundai com mais de três anos de uso, oferecendo uma alternativa confiável e econômica para a manutenção.

Com a expansão da linha, lançada no ano passado, a Hyundai Mobis reforça sua estratégia de ampliar o acesso a peças de reposição com qualidade reconhecida e preços mais competitivos, contribuindo para reduzir a utilização de componentes falsificados no mercado.

Fabricadas no Brasil, as pastilhas seguem rigorosos padrões de qualidade e desempenho, alinhados às exigências da marca. O portfólio da linha PL2 continuará sendo ampliado nos próximos meses, com a inclusão de novos itens que reforcem o compromisso com a qualidade e ofereçam um custo-benefício real aos proprietários de veículos Hyundai.

“A linha PL2 oferece uma alternativa mais econômica para que os proprietários de veículos Hyundai continuem realizando a manutenção e a reposição de componentes nas concessionárias, com peças confiáveis e o alto padrão de qualidade da Hyundai Mobis”, afirma Mauro Borges Jr, gerente comercial da Service Parts Division da Hyundai Mobis Brasil.

A nova linha já está disponível para compra e instalação em todas as concessionárias Hyundai do Brasil.

 

Renault, Dacia e Alpine vão eletrizar o Salão do Automóvel de Paris 2026. Fiéis ao encontro mundial do automóvel em Paris, o Renault Group e suas marcas estarão presentes no Parque de Exposições Porte de Versailles e receberão os visitantes em 5.000 m2 no coração do Pavilhão 6. 50 veículos, carros-conceito e demos tecnológicos vão demonstrar a capacidade do Renault Group de conciliar design e inovação, eficiência e performance, tudo pela paixão pelos carros


Boulogne-Billancourt, abril de 2026 – O Renault Group confirma sua presença fiel e contínua no Salão do Automóvel de Paris, que vai marcar sua 91ª edição em 2026. De 12 a 18 de outubro, Renault, Dacia e Alpine, além da Renault Pro+, a marca que oferece veículos comerciais leves e serviços Renault com foco nos clientes pessoa jurídica, vão receber clientes e apaixonados por carros no Pavilhão 6 do Parque de Exposições Porte de Versailles, em Paris.

O dia 12 de outubro será dedicado à imprensa, criando uma oportunidade para jornalistas e criadores de conteúdo da França e de todo o mundo de reencontrar dirigentes e especialistas do Renault Group, para fazer um primeiro balanço do novo plano estratégico futuREady, sete meses após sua apresentação. Já nos dias de abertura ao público, os 500 mil visitantes previstos poderão conhecer todas as novidades apresentadas nos quatro estandes do Grupo e aproveitar as várias ativações preparadas pelas marcas e os organizadores do Salão de Paris.

RENAULT: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E ELETRIFICAÇÃO GENERALIZADA

Comprometida com um novo ciclo de crescimento, a Renault vai apresentar toda sua nova gama de modelos eletrificados e as orientações para fortalecer a posição da marca na Europa. Em um estande de 2.500 m2 no Salão de Paris, os visitantes poderão conhecer vários novos carros-conceito, bem como 22 veículos eletrificados, sendo a metade deles 100% elétricos e a outra metade de modelos híbridos.

E para complementar a viagem no coração da marca, demos tecnológicos, ativações e boutique vão ampliar a experiência imersiva oferecida aos visitantes.

RENAULT PRO+: FURGÕES ELÉTRICOS DE NOVA GERAÇÃO

Com um estande de 700 m2, a Renault Pro+ vai expor seis veículos Renault 100% elétricos, todos montados na França, em fábricas do Grupo dedicadas aos veículos comerciais leves. Entre os destaques, a marca vai apresentar a nova geração de veículos comerciais leves compactos e 100% elétricos: o novo Trafic E-Tech elétrico, além de alguns de seus derivados destinados à transformação, como o Trafic E-Tech elétrico chassi-cabine ou plataforma-cabine.

A Renault Pro+ também vai destacar os novos serviços destinados a garantir uma mobilidade a cada dia mais eficiente e responsável para as operações dos clientes pessoa jurídica.

 DACIA: A ELETRIFICAÇÃO AVANÇA

Marca reconhecida por oferecer a melhor relação entre qualidade, preço e atributos, a Dacia vai apresentar 10 veículos em um estande de 900 m2. Todos eletrificados – elétricos ou híbridos –, estes modelos vão demonstrar a capacidade da marca de acelerar a eletrificação de sua gama, mantendo-se fiel ao seu DNA com foco em oferecer o essencial de forma acessível.

Entre as novidades, os visitantes poderão conhecer o Striker, um modelo do segmento C movido a diferentes energias, símbolo da ofensiva da Dacia em um segmento-chave do mercado, cuja revelação está prevista para junho.

O evento será uma oportunidade para a marca reafirmar os pilares que norteiam sua singularidade: a expertise reconhecida em 4x4 acessível para todos e a liderança incontestável em soluções GLP. 

ALPINE: UMA ETAPA IMPORTANTE PARA A MARCA FRANCESA

Alavancada por uma gama de modelos estruturada, coerente e em expansão, a Alpine vai aproveitar esta vitrine para demonstrar sua aceleração e compartilhar com clientes, prospects e fãs sua visão de construir uma marca esportiva topo de linha, associando performances, inovações tecnológicas e eletrificação, ao mesmo tempo baseando-se em seu legado. Durante o evento, a marca vai apresentar várias novidades incluindo novos elementos em relação à próxima geração do Alpine A110, ícone da marca.

Sobre o Renault Group

MINI do Brasil cresce acima do mercado no primeiro trimestre de 2026. Modelos esportivos e elétricos se destacaram nas vendas do período

 



São Paulo, 23 de abril de 2026 - A MINI do Brasil acelera em 2026 com um primeiro trimestre forte, consolidando um crescimento de vendas de 23,8% em relação ao mesmo período de 2025, um desempenho acima do mercado e reforçando sua posição como uma das marcas mais vibrantes do segmento premium. Os resultados refletem não apenas volume, mas uma renovação total no portfólio produtos, com destaque para a alta performance e a eletrificação.

O avanço da mobilidade elétrica ganha protagonismo com o melhor primeiro trimestre de emplacamentos de veículos 100% elétricos (BEV) da história da marca no país. Foram 142 unidades emplacadas, representando um crescimento de +14,5% em relação ao mesmo período de 2025. Mais do que números, o dado revela uma mudança de comportamento: a eletrificação já faz parte do estilo de vida MINI. Prova disso é que, entre os 10 modelos BEV mais emplacados do segmento, três levam a assinatura da marca (MINI Aceman, MINI Countryman e MINI Cooper SE) — um feito que reforça sua relevância e desejo dentro do universo elétrico.

No campo da performance, a MINI também celebra os resultados do período. A linha John Cooper Works (JCW), expressão máxima de esportividade da marca, registrou o melhor primeiro trimestre de sua história, com 105 veículos emplacados — um impressionante crescimento de +289% em relação a 2025. Os números mostram que o apetite pelo Go-Kart Feeling segue mais vivo do que nunca.

Para mais informações sobre a MINI do Brasil, clique aqui.

Coluna VAMOS VOAR PELO MUNDO // Air Europa reforça a segurança a bordo com assistência médica especializada durante o voo // LATAM ativa patrocínio do “Todo Mundo no Rio 2026” com experiências que conectam viagem, música e cultura latina // LATAM Cargo registra alta de 17,5% na demanda durante Semana do Consumidor e reforça e-commerce no Brasil // Azul Viagens lança “Torcida Azul” com pacotes especiais para a Copa do Mundo // Azul mostra ao Brasil encantos de Alter do Chão com nova rota para Santarém

Air Europa/divulgação


Air Europa reforça a segurança a bordo com assistência médica especializada durante o voo

Torna-se a primeira companhia aérea espanhola a implementar o ecossistema integrado da MedAire, permitindo às tripulações acesso a suporte médico em tempo real durante todas as fases do voo, além de auxiliar na identificação de possíveis riscos antes da decolagem.

Nos próximos meses, a frota de longo curso será a primeira a incorporar equipamentos leves de nível clínico, capazes de realizar eletrocardiogramas a bordo de forma rápida e eficiente.
 

A Air Europa está dando mais um passo para aprimorar a segurança dos passageiros a bordo. A companhia aérea será a primeira espanhola a implementar e implantar em toda a sua frota um conjunto de soluções avançadas de suporte médico que garantem o acesso a profissionais de saúde em situações de emergência. 

Para isso, estabeleceu uma aliança estratégica com a MedAire, líder no fornecimento de serviços de segurança e assistência médica para a indústria da aviação. 

Desde março passado, todos os seus voos contam com a tecnologia mais avançada nessa área, bem como com a experiência acumulada ao longo de mais de quatro décadas de atuação da MedAire no atendimento a tripulações de voo em todo o mundo.

O projeto amplia significativamente as capacidades de resposta a emergências. A Air Europa, e progressivamente a Air Europa Express, contarão com sistemas eficientes de prevenção e intervenção, tanto antes do embarque quanto durante o voo.

A partir de agora, a equipe de solo pode usar a ferramenta digital Passenger Fit-to-Fly da MedAire para avaliar passageiros que apresentem sinais de mal-estar ou que possam ter sofrido um incidente médico recente, como hospitalização ou cirurgia. 

Com o apoio de profissionais de saúde, a solução ajuda a determinar se um passageiro apresenta maior risco durante a viagem, prevenindo potencialmente incidentes médicos graves durante o voo. 

A bordo, as tripulações têm acesso ao aplicativo MedAire In-Flight, que oferece assistência passo a passo guiada por inteligência artificial em caso de incidente médico, bem como ao MedLink, o serviço de consultoria médica em tempo real da MedAire. 

Por meio de comunicação via satélite ou conectividade a bordo, a tripulação pode contatar diretamente médicos de emergência aeronáutica qualificados, que podem avaliar as circunstâncias, orientar sobre o uso do kit médico de bordo e auxiliar na tomada de decisões operacionais, incluindo a possibilidade de desvio de rota.

Tudo isso contribui para a melhoria contínua do serviço e da segurança geral a bordo, razão pela qual a Air Europa acaba de ser reconhecida como a primeira companhia aérea europeia a receber a prestigiosa certificação Seven Star PLUS da AirlineRatings.com. 

As tripulações já recebem treinamento contínuo em primeiros socorros e ressuscitação cardiopulmonar (RCP), o que lhes permite implementar os procedimentos necessários para auxiliar os passageiros em qualquer situação. Isso inclui desde a estabilização de um paciente e a realização de avaliações clínicas até a tomada de decisões operacionais com base nas informações coletadas. 

A bordo, também contam com kits de primeiros socorros, kits médicos, desfibriladores externos automáticos (DEAs) e uma equipe de resposta rápida que, combinada com novas soluções, permite que atuem com total segurança em cenários complexos, onde a intervenção o mais rápido possível é crucial.

ANOTE NA SUA AGENDA: Las Ketchup em concerto inédito no Salão Preto e Prata do Casino Estoril, no dia 23 de junho, pelas 21h30, em Portugal



Las Ketchup protagonizam, no dia 23 de junho, a partir das 21h30, um concerto inédito no Salão Preto e Prata do Casino Estoril. Em ambiente de festa e puro revivalismo, o trio espanhol formado pelas irmãs Pilar Muñoz, Lola Muñoz e Lucía Muñoz sobe ao palco para interpretar numerosos sucessos, entre os quais se destaca o hit mundial “Aserejé”.


Foi em 2002, que Las Ketchup conquistaram o mundo com o fenómeno global “Aserejé”, uma canção contagiante que dominou rádios, discotecas e televisões por toda a Europa e que ficou também marcada pela sua inesquecível coreografia. O tema, incluído no álbum de estreia “Hijas del Tomate”, tornou-se um dos maiores êxitos da música pop do início do século XXI.


Filhas do lendário guitarrista flamenco Juan Muñoz 'El Tomate', Las Ketchup misturam pop latino, rumba, reggae e hip-hop numa fórmula irresistível que fez milhões de pessoas dançar e cantar em todo o mundo. Em Portugal, o álbum alcançou o estatuto de platina e vendeu mais de 40 mil unidades.


Mas, para além do eterno “Aserejé”, o público poderá recordar outros temas do repertório da banda, como “Kusha Las Payas”, “Sevillanas Pink”, “Un De Vez En Cuando” e “Tengo Un Novio Tántriko”, num espectáculo cheio de ritmo, boa disposição e memórias dos anos 2000.


Mais de duas décadas depois do sucesso que marcou gerações, Las Ketchup continuam a levar a sua energia contagiante aos palcos de todo o mundo e, no dia 23 de junho, prometem pôr o público a cantar e a dançar no Salão Preto e Prata.


O Salão Preto e Prata do Casino Estoril recebe, no dia 23 de junho, pelas 21h30, Las Ketchup. M/6. Preços: 40€.


As reservas podem ser efectuadas:

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O Casino Estoril abre às 15h00 e encerra às 03h00. O acesso é livre, sendo que a partir das 22 horas, é para maiores de 14 anos, e maiores de 10 anos acompanhados pelos pais. Nas áreas de Jogo é para maiores de 18 anos. 


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Golpe envolvendo veículos cresce: veja como se proteger. Especialista alerta para riscos do "golpe do Renajud" no mercado de veículos usados


O aumento de fraudes em negociações de veículos usados têm acendido um sinal de alerta no setor automotivo brasileiro. Com o crescimento desse tipo de ocorrência, consumidores, lojistas e instituições financeiras passaram a enfrentar prejuízos cada vez mais frequentes em transações que, à primeira vista, parecem regulares. Entre os golpes que vêm ganhando destaque está o chamado “golpe do Renajud”, prática que envolve a venda de veículos com restrições judiciais que impedem sua transferência ou até mesmo sua circulação.

O que é o golpe Renajud?

O Golpe do Renajud ocorre quando um veículo que possui bloqueios registrados judicialmente, muitas vezes relacionados a processos trabalhistas, cíveis ou até criminais, é comercializado sem que o comprador tenha conhecimento da situação. Na prática, o automóvel pode estar impedido de ser transferido para um novo proprietário ou, em casos mais graves, pode ser apreendido durante uma fiscalização.

Além das ocorrências mais comuns, o golpe pode envolver estratégias mais elaboradas, como a negociação de veículos com restrições recentes ainda não atualizadas em consultas simplificadas, a apresentação de documentação antiga, a participação de intermediários para dificultar a identificação dos responsáveis pela venda e a criação de um senso de urgência na negociação, limitando o tempo de verificação por parte do comprador.

Falta de checagem ainda é principal vulnerabilidade

De acordo com Sérgio Sousa, diretor de tecnologia da Infocar, empresa especializada em dados e histórico do veículo com mais de 25 anos de atuação, a principal vulnerabilidade explorada pelos golpistas ainda é a falta de checagem prévia por parte dos compradores.

“A ausência de uma consulta completa ao histórico do veículo é, sem dúvida, o principal fator que abre espaço para esse tipo de fraude. Muitas pessoas confiam na negociação direta, na aparência do carro ou até na boa-fé do vendedor, mas deixam de validar informações essenciais antes de fechar o negócio”, afirma.

Como o golpe é aplicado na prática?

Segundo o executivo, o golpe costuma ser estruturado para transmitir uma falsa sensação de segurança. Em muitos casos, o veículo é apresentado em boas condições, com documentação aparentemente regular, o que reduz a desconfiança do comprador. No entanto, pendências importantes são omitidas.

“Há situações em que o veículo possui financiamento em aberto, bloqueios judiciais ativos ou está vinculado a processos que impedem sua regularização. O vendedor simplesmente não revela essas informações, e o comprador só descobre quando tenta transferir o veículo ou realizar o licenciamento”, explica Sousa.

O problema, segundo ele, é que a identificação da fraude geralmente acontece tarde demais, quando o pagamento já foi realizado. A partir desse momento, o comprador passa a enfrentar dificuldades para reaver o valor investido e ainda pode se deparar com entraves legais.

“Quando existe restrição de circulação, por exemplo, o veículo pode ser apreendido em uma abordagem. Ou seja, além do prejuízo financeiro, há também um risco patrimonial concreto, o que torna a situação ainda mais grave”, destaca.

Quais cuidados tomar para não ser vítima do golpe?

O executivo alerta que alguns sinais podem indicar que há algo errado durante a negociação. A resistência do vendedor em fornecer informações completas, a dificuldade em apresentar documentos e a pressa para concluir a venda estão entre os comportamentos que merecem atenção.

“Negociações seguras não têm espaço para urgência ou falta de transparência. Sempre que o vendedor tenta acelerar o processo ou evita fornecer dados detalhados, é fundamental redobrar o cuidado. Esses são indícios de que pode haver alguma irregularidade”, alerta o diretor da Infocar.

Diante desse cenário, o especialista reforça que a prevenção ainda é a melhor estratégia. A realização de uma consulta completa ao histórico do veículo, incluindo a verificação de restrições judiciais, financeiras e administrativas, é considerada uma etapa indispensável antes de qualquer pagamento.

“A tecnologia hoje permite acessar um conjunto amplo de informações sobre o veículo em poucos segundos apenas com a placa. Ignorar essa etapa é assumir um risco desnecessário, especialmente em um contexto em que as fraudes estão cada vez mais elaboradas”, afirma Sousa.

Além da checagem do histórico, outras medidas ajudam a aumentar a segurança da negociação, como a conferência da documentação junto aos órgãos competentes, a formalização da compra por meio de contrato e a priorização de encontros presenciais. Desconfiar de valores muito abaixo do mercado também é uma recomendação recorrente no mercado.

“A promessa de um preço muito vantajoso costuma ser um dos principais atrativos utilizados pelos golpistas. O comprador precisa entender que, na maioria dos casos, esse tipo de oportunidade esconde algum problema relevante”, diz.

Golpe envolvendo veículos: Informação e cautela como principais aliados

Para o executivo, a conscientização é um passo essencial para reduzir a incidência desse tipo de crime no país. Ele ressalta que, embora o golpe do Renajud possa causar prejuízos significativos, atitudes simples são capazes de evitar grande parte das ocorrências.

“Estamos falando de um problema sério, mas que pode ser evitado com informação e cautela. A verificação antecipada do histórico do veículo e a análise cuidadosa da documentação fazem toda a diferença. O comprador precisa incorporar esses hábitos como parte natural do processo, assim sua compra será um lucro e não um prejuizo”, conclui.

Chevrolet revela globalmente o Sonic que começa a ser vendido no Brasil, em maio. Inédito SUV cupê compacto combina posição elevada de dirigir e visual ousado com execução típica de segmentos superiores, direcionado a um público jovem de atitude que valoriza o estilo como forma de expressão pessoal




São Caetano do Sul – A GM escolheu o Brasil para a estreia mundial do Chevrolet Sonic, reforçando a relevância do modelo como principal lançamento da marca na América do Sul neste ano. Na dianteira, o Sonic adota a mais recente linguagem dos SUVs globais da Chevrolet. A frente mais alta estabelece uma base sólida para o conjunto, enquanto os vincos do capô direcionam o olhar para o centro do veículo e ampliam a percepção de largura.
 

O projeto introduz no universo dos compactos uma nova proposta de SUV cupê ao incorporar dinâmica veicular elaborada, presença visual forte e nível de detalhamento antes observado apenas em veículos de categorias superiores.
 

As vendas começam em maio, sustentadas por uma estratégia de comunicação que reforça o posicionamento do produto e destaca seu principal atributo: o design marcante. O primeiro filme do carro traz o mote “Não vai sair da cabeça”, com o hit “Can’t Get Out of My Mind” como trilha.
 

O Sonic foi desenvolvido integralmente em ambiente virtual. Nasce de um processo impulsionado por inteligência artificial que otimiza o trabalho conjunto de engenheiros e designers desde as etapas iniciais, refinando proporções e superfícies da carroceria de forma integrada. Esse método permite que decisões estruturais e estéticas evoluam com maior precisão.
 

Partindo de referências como o Chevrolet Equinox EV, o projeto propõe uma leitura contemporânea, alinhada a um ambiente urbano cada vez mais orientado por tecnologia e, ao mesmo tempo, às expectativas de consumidores que buscam diferenciação para expressar sua personalidade.


  

Os elementos são organizados de forma horizontal, com a grade dividida em dois níveis bem marcados: a porção inferior concentra o maior volume visual e a superior se conecta às luzes diurnas de LED. Essa assinatura luminosa reforça a identidade do modelo e traz múltiplas funções (DRL e indicador de direção) em um único elemento, permitindo que o restante da face seja resolvido com maior precisão e menos interferências estéticas.
 

O farol principal utiliza projetor para alto e baixo-facho, recurso que garante quase 20% maior poder de iluminação que sistemas convencionais e, ao mesmo tempo, dá liberdade para que o conjunto tenha na parte inferior uma discreta abertura para ajudar na refrigeração dos freios e contribui para a eficiência aerodinâmica. Outra solução ousada são as luzes auxiliares de neblina, tratadas de forma minimalista na área do spoiler, para não competir com os demais elementos.
 

Dá-se também destaque ao para-choque do tipo peças múltiplas, com diferentes superfícies e combinações de cores, como o preto high gloss, o preto fosco e a cor da carroceria na versão topo de linha RS. Coroando o conjunto, o Sonic estreia a gravata atualizada da Chevrolet, mais horizontalizada e com aplicação em preto. A opção iluminada é um dos mais de 70 acessórios pensados para o carro.
 

É na vista lateral que a proposta de SUV cupê se revela por completo. A silhueta em arco conduz o desenho até a traseira com inclinação mais acentuada que em utilitários esportivos tradicionais, enquanto a porção posterior da carroceria alongada o diferencia de hatches aventureiros. No Sonic, o rack de teto tem capacidade para carregar até 50 kg.



 

Já as molduras que contornam toda a base do veículo, incluindo os paralamas, reforçam a robustez, protegendo as áreas mais expostas, além de ajudarem a transmitir a impressão de que o carro ultrapassa os quase 20 cm de vão livre em relação ao solo. As rodas de 17 polegadas contam com desenho exclusivo para cada versão do produto e podem receber apliques vermelhos inspirados nas edições Redline da Chevrolet.


Na traseira, o Sonic intensifica a percepção de largura por meio de uma organização transversal dos elementos. As lanternas de LED, com construção tridimensional, avançam levemente para fora do plano da carroceria e formam uma barra seccionada, criando uma assinatura luminosa de caráter técnico.
 

O vidro traseiro mais inclinado não compromete a visibilidade, enquanto o prolongamento da tampa otimiza a capacidade do porta-malas. Superfícies amplas e limpas predominam, apoiadas por escolhas como o posicionamento da placa na região inferior do para-choque e o ocultamento do mecanismo de abertura do compartimento de bagagem ou da saída de escape. 


Tudo isso evita interrupções visuais e favorece uma leitura precisa das proporções. Enquanto o pacote aerodinâmico ajuda a controlar o fluxo de ar na região, equilibrando eficiência e conforto acústico.




Independentemente da versão de acabamento, são pretos os emblemas com o nome do veículo e o que caracteriza a motorização “Turbo”.
 

Já a cabine traz uma volumetria própria, pensada para o melhor equilíbrio na relação de espaço dos passageiros dianteiros e traseiros, dos pés à cabeça. O painel em linhas horizontais ajuda a ampliar visualmente a largura do interior, marcado pela atmosfera high‑tech. Aqui, o destaque fica por conta do Virtual Cockpit System da Chevrolet, que une o painel digital e o multimídia de conectividade avançada.
 

Áreas do painel, da direção, dos bancos e dos apoios de braço central e laterais trazem revestimentos macios ao toque, com acabamentos exclusivos e nível de sofisticação semelhante ao de veículos utilitários maiores da marca.
 

Um exemplo é a capa premium dos assentos com uma camada extra de espuma, herdado do Tracker. Essa solução ajuda a moldar melhor o corpo, ampliando a sensação de conforto, principalmente em deslocamentos prolongados.
 

O volante multifuncional estampa a gravata atualizada no miolo e traz insertos em Black Piano para envolver os comandos de atalho do sistema de áudio e do Chevrolet Intelligent Driving. Tudo isso proporciona uma conexão entre tecnologia e a experiência tátil de quem está ao comando do carro. A posição mais alta de guiar completa esse conjunto, oferecendo visibilidade privilegiada e o poder de controle associado aos SUVs.



Para atrair um novo perfil de consumidores para a Chevrolet

O Sonic foi idealizado na América do Sul e criado para acompanhar as novas necessidades do mercado local. Durante seu desenvolvimento, o produto foi submetido a diversas clínicas com consumidores, em momentos distintos do projeto. “O Sonic provou ser um carro estratégico para a Chevrolet, com potencial tanto para conquistar clientes fiéis em ascensão quanto para atrair um novo perfil de público para a marca, algo fundamental para o plano de crescimento da empresa”, declara Gustavo Aguiar, diretor de Marketing da GM América do Sul.
 

O carro se destacou principalmente entre aqueles de espírito jovial, que valorizam produtos com design inovador para expressar sua personalidade marcante, em linha com um estilo de vida urbano e conectado.

“Para esse grupo, o carro deixa de ser apenas meio de transporte e passa a funcionar como um código de pertencimento, no qual a silhueta de SUV cupê, a atitude mais imponente e a riqueza de detalhes do produto assumem papel central”, completa.
 

Embora derive de uma arquitetura modular global da GM, o Sonic adota proporções próprias – comprimento de 4,23 m, largura de 1,77 m e altura de 1,53 m – definidas especificamente para este projeto, de forma a fazer do inédito SUV cupê da Chevrolet uma referência dentro do segmento em aproveitamento de espaço interno, ergonomia e prazer ao dirigir.
 

O Sonic ocupa o espaço entre o Onix Activ e o Tracker no portfólio da Chevrolet, que passa a oferecer a maior linha de SUVs e crossovers do mercado, com 10 opções que combinam diferentes propostas e tipos de motorização.
 

O novo modelo chega para disputar o maior segmento do mercado nacional, com quase um quarto de participação. Sua produção se concentra na fábrica da GM em Gravataí (RS), especializada em veículos de alto volume e voltados também para exportação.

Carregadores para veículos eletrificados: o que o consumidor precisa saber antes de escolher o modelo ideal. O investimento médio para instalações residenciais é de R$ 4.000,00

 

Modelo ideal depende diretamente do perfil de uso e da infraestrutura disponível

O consumidor deve avaliar a compatibilidade do conector e as exigências de carregamento do veículo. Também é importante definir quando e onde o carregador será utilizado, a fim de identificar qual modelo melhor se adequa às necessidades. Por exemplo: um modelo portátil pode ser ideal para uso emergencial e em viagens. Já modelos com alto nível de proteção são mais indicados para uso contínuo, enquanto versões com conectividade permitem monitorar a recarga remotamente.

O investimento médio para instalações residenciais é de R$ 4.000,00, dependendo da complexidade e da distância da infraestrutura. Já as manutenções devem ocorrer preventivamente para garantir desempenho do equipamento.

A primeira etapa para escolher o carregador ideal é compreender que as opções variam conforme potência, tipo de conexão, velocidade de recarga, infraestrutura disponível e perfil de uso. Os carregadores domésticos em corrente alternada (AC), por exemplo, utilizam a energia convencional da residência e têm a potência limitada pelo carregador interno do veículo (on-board charger).

Já os carregadores em corrente contínua (DC) realizam a conversão de energia diretamente no equipamento externo, permitindo recargas rápidas ou ultrarrápidas  comuns em estradas e estações públicas.

Segundo a GreenV, a maior parte dos usuários inicia sua jornada com modelos domésticos entre 3,6 kW e 7,4 kW, que não exigem grandes adaptações e são suficientes para rotinas residenciais e empresariais. Já em vias públicas, equipamentos entre 30 kW e 150 kW atendem a maior parte dos veículos elétricos do mercado.

Tipos e usos


Carregadores portáteis (AC)

Compactos e fáceis de transportar, funcionam como solução emergencial ou alternativa para viagens. Apesar de práticos, operam em potências menores e têm maior dependência da qualidade da instalação elétrica do local.

Wallbox residencial e corporativo (AC)

São os modelos mais populares no país e a melhor solução para uso diário. Com potência entre 7,4 kW e 22 kW, oferecendo segurança e estabilidade, alguns modelos permitem gestão de energia e diferentes níveis de conectividade, permitindo monitorar a recarga pelo celular e integrar o carregamento ao consumo da casa ou empresa.

Carregadores semirrápidos, rápidos e ultrarrápidos (DC)

Instalados majoritariamente em rodovias, shoppings, universidades, postos e centros comerciais, são projetados para recargas rápidas, geralmente acima de 30 kW. No entanto, menos de 10% dos veículos elétricos vendidos no Brasil suportam potências acima de 70 kW, o que torna a escolha do carregador compatível fundamental.

Compatibilidade e padrões de plugues

No Brasil, o padrão mais comum para AC é Tipo 2, enquanto o padrão predominante para DC é o CCS2. Esses formatos acompanham a tendência internacional e garantem maior segurança e interoperabilidade. Ainda não existe padronização oficial no país, mas o mercado converge de forma natural para esses modelos.

Instalação segura

Antes de adquirir um carregador, o consumidor deve considerar fatores como capacidade da rede elétrica, distância entre o quadro de energia e a vaga, necessidade de aterramento e adequação do disjuntor. Por isso, a vistoria técnica é fundamental para evitar riscos, garantir eficiência energética e assegurar compatibilidade com o veículo. A GreenV tem uma equipe especializada para realizar esse tipo de avaliação.

A GreenV reforça que instalações em condomínios exigem autorização da administração, enquanto empresas e indústrias podem ter regras específicas relacionadas à segurança e normas regulatórias.


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