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segunda-feira, 15 de junho de 2026

Coluna de Aviação VAMOS VOAR PELO MUNDO // Avincis assina contrato para até 15 helicópteros Airbus H145 // Caldas Novas entra na malha da LATAM e ganha conexão com mais de 150 destinos no Brasil e no exterior // KLM anuncia seu primeiro Airbus A350 com entrega prevista até o fim de agosto // Azul amplia voos para o Nordeste nas férias de julho



Donauwörth, Alemanha, 15 de junho de 2026 – A Avincis, maior operadora de serviços aéreos de emergência da Europa, e a Airbus Helicopters assinaram um contrato para até 15 helicópteros H145. As novas aeronaves serão implantadas em toda a extensa rede da Avincis, fortalecendo sua presença operacional nos países nórdicos, Itália e Espanha para serviços médicos de emergência por helicóptero e outros segmentos de missão, como transporte offshore.

“O H145 é a plataforma ideal para as nossas operações de missão crítica, proporcionando a confiabilidade e o desempenho necessários para salvar vidas e proteger comunidades nos ambientes mais desafiadores. Ao expandir nossa frota com até 15 H145 adicionais, garantimos que nossas equipes tenham à sua disposição a melhor tecnologia disponível para continuar prestando serviços aéreos de emergência de classe mundial e transporte offshore especializado em nossos territórios europeus. Estamos ansiosos para dar continuidade à nossa parceria de sucesso com a Airbus, enquanto modernizamos nossa frota para o futuro”, disse John Boag, CEO do Grupo Avincis.

“É uma honra para nós que a Avincis esteja mais uma vez contando com o H145 para apoiar suas missões vitais em toda a Europa. Este acordo reforça a versatilidade do H145 como uma aeronave multimissão de grande capacidade, capaz de transitar perfeitamente de missões de salvamento em serviços médicos de emergência para as exigentes necessidades de transporte de energia eólica offshore. Nosso objetivo é fornecer à Avincis as ferramentas mais confiáveis ​​e eficientes para garantir o sucesso de suas missões, independentemente da complexidade do ambiente operacional”, disse Matthieu Louvot, CEO da Airbus Helicopters.

A Avincis é uma das principais operadoras mundiais de Serviços Aéreos de Emergência, fornecendo serviços aéreos essenciais ao setor civil para salvar vidas, proteger comunidades e o meio ambiente. Com uma frota de mais de 220 aeronaves, a Avincis conta com uma equipe de mais de 2.400 profissionais corajosos e talentosos, incluindo pilotos, tripulantes e técnicos altamente experientes. A Avincis possui bases na Espanha, Portugal, Itália, Noruega, Suécia e Finlândia, além de operações em Moçambique e no Chile.

No total, existem mais de 1.800 helicópteros da família H145 em serviço, acumulando mais de 8,5 milhões de horas de voo. Equipado com dois motores Safran Arriel 2E, o H145 possui controle digital de motor com autoridade total (FADEC) e o pacote de aviônicos digitais Helionix. Inclui um piloto automático de 4 eixos de alto desempenho, aumentando a segurança e reduzindo a carga de trabalho do piloto. Sua baixa emissão de ruído faz do H145 o helicóptero mais silencioso de sua classe, enquanto suas emissões de CO2 são as mais baixas entre seus concorrentes.

@AirbusHeli #H145 #Avincis #TornandoMissõesPossíveis

domingo, 14 de junho de 2026

Empresas têm dificuldade para traduzir risco climático em impacto quantificável. Entre outros motivos, isso ocorre porque, diferentemente dos riscos corporativos convencionais, os climáticos são sistêmicos em vez de isolados, afetando regiões inteiras, setores ou cadeias de suprimentos


O Fórum Econômico Mundial tem apontado que a incapacidade de mitigar as mudanças climáticas e a adaptação insuficiente às suas consequências estão entre os maiores riscos globais nos próximos anos. 

No entanto, apesar da crescente relevância dos riscos climáticos, as empresas ainda enfrentam desafios significativos para abordá-los, de acordo com o estudo “Do risco à resiliência: gerindo riscos climáticos”, produzido pela EY. 

Entre os motivos para isso é que os riscos climáticos são tratados apenas no âmbito dos departamentos de sustentabilidade, com a finalidade de responder às obrigações de reporte – cada vez mais presentes no dia a dia das organizações.

“Essa dinâmica ignora o fato de que os riscos climáticos vão muito além das exigências regulatórias, afetando praticamente todas as áreas do negócio, já que estão ligados intimamente a outros tipos de riscos, como operacionais, financeiros e reputacionais”, diz Ricardo Assumpção, líder de sustentabilidade e CSO (Chief Sustainability Officer) da EY para a América Latina. 

“Os riscos climáticos podem inclusive ampliar outros tipos de riscos já existentes. Exemplo frequente está nos efeitos causados por eventos climáticos como inundações que interrompem cadeias de suprimentos, intensificando por consequência os riscos operacionais”, completa.

O estudo da EY destaca que há diferenças conceituais e estruturais entre riscos relacionados ao clima e riscos convencionais de negócios, ainda que as empresas não consigam muitas vezes fazer essa diferenciação. 

O não entendimento dessa lógica traz dificuldade para as organizações traduzirem as ameaças climáticas em impactos quantificáveis nos seus negócios. É justamente esse o desafio dos reportes de informações financeiras relacionadas à sustentabilidade, já que exigem das empresas essa materialidade com evidências suficientes que possam ser até mesmo auditadas. 

No Brasil, a Resolução CVM 193, que recepcionou as normas IFRS S1 e S2, obriga que as companhias de capital aberto divulguem esse relatório. Na prática, o primeiro reporte será no próximo ano com as informações referentes ao exercício de 2026.

Para que os riscos climáticos possam ser gerenciados em conjunto com outros tipos de riscos corporativos, por meio da sua integração em framework ERM, é preciso compreender não apenas essas diferenças como também semelhanças entre eles, alerta o estudo da EY. 

Ambos os tipos de riscos dizem respeito a eventos que afetam negativamente o desempenho financeiro, operacional, de conformidade ou estratégico de uma empresa e, em última análise, ameaçam sua estabilidade, objetivos ou reputação. 

No entanto, os riscos convencionais de negócios são mais reservados à realidade da empresa sujeita a essas ameaças, além de serem quantificáveis e avaliados em horizontes de tempo de curto a médio prazo (um a cinco anos), podendo ser analisados com base em eventos históricos e modelos probabilísticos.

Já os riscos climáticos são frequentemente sistêmicos em vez de isolados, afetando regiões inteiras, setores ou cadeias de suprimentos, exigindo modelagem baseada em cenários para levar em conta dinâmicas climáticas complexas e em evolução. 

Essas ameaças são também tipicamente avaliadas em horizontes de tempo mais longos (por exemplo, de 2050 para frente). Essas diferenças complicam a comparação direta entre os dois tipos de riscos e a integração nos sistemas de gestão de riscos.

Probabilidade e impacto versus perigo, exposição e vulnerabilidade

Essas diferenças conceituais também influenciam como cada tipo de risco é abordado. Ambos os tipos de riscos consideram consequências financeiras e operacionais. 

No entanto, a gestão de riscos corporativos convencionais normalmente se concentra na estimativa da probabilidade e do impacto de eventos específicos. Por outro lado, a gestão de riscos climáticos requer uma compreensão do perigo oferecido pelos eventos climáticos analisados, da exposição de ativos ou pessoas a esse perigo e da vulnerabilidade aos eventos dessa ordem.

Embora a abordagem geral para identificar medidas de mitigação seja semelhante tanto para riscos corporativos convencionais quanto para riscos climáticos, há algumas diferenças. 

“Na gestão de riscos que não contemplam os do clima, os esforços de mitigação visam principalmente reduzir a probabilidade e o impacto dos riscos. Isso é alcançado por meio de controles internos, mecanismos de conformidade e salvaguardas operacionais projetadas para prevenir interrupções antes que elas ocorram”, diz Assumpção. Nesse contexto, os riscos podem geralmente ser controlados e gerenciados por meio de intervenções procedimentais ou tecnológicas.

Já a mitigação dos riscos climáticos opera sob lógica diferente. Os perigos relacionados ao clima tendem a ser sistêmicos, externos e não podem ser prevenidos. Consequentemente, as estratégias de mitigação focam na redução da exposição e da vulnerabilidade. 

“Isso envolve identificar ativos físicos, operações ou comunidades que estão em risco e implementar medidas para aumentar sua resiliência, como realocação de instalações, reforço de infraestrutura e adaptação de cadeias de suprimentos para suportar interrupções climáticas”, observa Assumpção.

Impacto das mudanças climáticas

Mais da metade dos investidores (55%) entrevistados pela edição 2024 do Institutional Investor Survey, produzido pela EY, dizem que o impacto das mudanças climáticas vai afetar muito suas estratégias de investimento no curto prazo. 

Os investidores da Europa e da América do Norte estão mais propensos do que seus pares em outras partes do mundo a enxergar as mudanças climáticas como um driver para suas estratégias de investimento. 

O levantamento entrevistou 350 investidores tomadores de decisão de instituições em todo o mundo, incluindo empresas de gestão de ativos, de patrimônio, seguradoras e fundos de pensão.

A maioria dos investidores (88%) afirma que aumentou, ao analisar as empresas, um pouco ou substancialmente o uso de informações ESG. Esse movimento demonstra a ascensão dos reportes de sustentabilidade, cuja função principal é municiar o mercado com informações mais confiáveis para guiar suas decisões de investimento.

Fonte:  Agência EY - um espaço de notícias e conteúdo jornalístico

Coluna de Aviação VAMOS VOAR PELO MUNDO // Voo cancelado, mala extraviada e conexão perdida: o que o brasileiro precisa saber antes de embarcar para a Copa do Mundo. Com a Copa do Mundo de 2026 concentrando viagens em três países e buscas por destinos como Nova York e Miami mais que dobrando entre brasileiros, advogada especialista em Direito do Consumidor Aéreo alerta: a maioria dos passageiros desembarca sem saber quais são seus direitos quando algo dá errado

Ilustração criada por IA

A Copa do Mundo de 2026 começa no dia 11 de junho e, com ela, uma onda de brasileiros se prepara para realizar o sonho de torcer pela seleção ao vivo. Nova York, palco da estreia do Brasil contra Marrocos, já lidera o ranking de destinos mais reservados por brasileiros nos Estados Unidos, segundo levantamento da Civitatis. Miami, onde o Brasil enfrenta a Escócia na fase de grupos, ocupa a quarta posição. Filadélfia, terceira cidade dos jogos da seleção, também figura entre os mais procurados.

O movimento é expressivo. A Decolar registrou crescimento superior a 100% nas buscas por viagens para os países-sede do Mundial. O Kayak, buscador de viagens que pesquisa centenas de sites simultaneamente para encontrar e comparar preços de passagens aéreas, hotéis, aluguel de carros e pacotes, aponta que 97% dos viajantes das gerações Z e Millennials planejam viajar para um grande evento em 2026, com eventos esportivos sendo a preferência de 34% desse grupo. E o mercado de aviação já responde: em 2025, o Brasil registrou crescimento de 33,2% na entrada de visitantes internacionais por via aérea, segundo dados da Embratur.

Mas, enquanto os planos de viagem avançam, a preparação jurídica fica para trás. "O brasileiro pesquisa hotel, ingresso, câmbio, roteiro. O que ele raramente pesquisa é o que fazer quando o voo é cancelado no exterior, a mala não aparece na esteira ou ele é impedido de embarcar por overbooking", observa Roberta Von Jelita, advogada especialista em Direito do Consumidor Aéreo e fundadora do RVJ Advocacia. "E são exatamente essas situações que acontecem com frequência em períodos de alta demanda, como grandes eventos esportivos."

Segundo o anuário de reclamações da ANAC, foram registradas mais de 95 mil queixas de passageiros em 2025. Atraso de voo liderou com 31% das reclamações, seguido por cancelamento (24%) e problemas com bagagem (18%).

O que muda quando o voo é internacional

O primeiro ponto de atenção é entender que as regras aplicáveis mudam dependendo de onde o voo parte. A Resolução 400 da ANAC, que regula os direitos dos passageiros brasileiros, se aplica a voos domésticos e a voos internacionais que partem de aeroportos brasileiros. Para voos que partem do exterior com chegada ao Brasil, a resolução garante apenas os direitos relacionados à bagagem. Nos demais casos, vale a legislação do país de origem.

"Isso significa que um brasileiro que embarca em Miami, Nova York ou Cidade do México está sujeito às regras de cada um desses países, e não necessariamente às mesmas proteções que ele teria aqui", explica Roberta Von Jelita. "É fundamental que o passageiro entenda esse cenário antes de viajar, não depois que o problema acontece."

O primeiro ponto de atenção é compreender que os direitos do passageiro podem variar conforme a forma de contratação da viagem. No Brasil, a Resolução nº 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e o Código de Defesa do Consumidor são aplicáveis também aos voos internacionais que saem ou chegam ao Brasil e também às passagens adquiridas por meio de sites, plataformas ou empresas brasileiras, ainda que o embarque ocorra no exterior.

“Isso significa que, em muitos casos, o consumidor brasileiro continua protegido pela legislação brasileira mesmo em viagens internacionais, especialmente quando a contratação é realizada no Brasil ou com empresas que atuam no mercado brasileiro”, explica Roberta Von Jelita.

 

Os prazos para acionar a Justiça também diferem: em voos nacionais, o passageiro tem até cinco anos; em voos internacionais, o prazo cai para dois anos, com base na Convenção de Montreal.

Voo cancelado ou atrasado: saiba o que exigir

Quando o cancelamento ou a alteração parte da companhia aérea com menos de 72 horas de antecedência, o passageiro tem direito a escolher entre reacomodação em outro voo, reembolso integral da passagem ou remarcação sem custo. Se o atraso superar quatro horas, as mesmas opções se aplicam.

Além disso, a companhia é obrigada a oferecer assistência material, que inclui comunicação, alimentação, hospedagem (quando necessário pernoite) e transporte. "O passageiro que fica desamparado no aeroporto, sem receber qualquer suporte, pode guardar todos os comprovantes de gastos com alimentação e transporte e cobrar judicialmente. Isso vale como dano material", orienta a advogada.

Em casos de cancelamento sem aviso prévio adequado, é possível pleitear indenização por danos morais, que pode chegar a R$ 10 mil dependendo do caso concreto.

Overbooking: quando você tem assento, mas é impedido de embarcar

O overbooking acontece quando a companhia vende mais passagens do que lugares disponíveis na aeronave. Quando nenhum passageiro aceita ceder o assento voluntariamente e alguém é impedido de embarcar, a companhia deve pagar uma compensação financeira imediata: 250 DES (equivalente a aproximadamente R$ 1.975) para voos domésticos e 500 DES (cerca de R$ 3.950) para internacionais. Essa compensação é cumulável com eventual ação por danos morais.

"Muita gente não sabe, mas esse valor precisa ser pago na hora, no aeroporto. Não é uma promessa, não é um voucher para uso futuro. É dinheiro imediato", destaca Roberta. "E o passageiro ainda mantém o direito de escolher entre reacomodação no próximo voo disponível ou reembolso integral da passagem."

Conexão perdida: responsabilidade é da companhia

Se o passageiro perder a conexão por conta de atraso no voo anterior operado pela mesma companhia, a empresa é responsável por reacomodá-lo e garantir toda a assistência material necessária. "O passageiro não pode ser tratado como se tivesse perdido o voo por descuido próprio quando o atraso veio da operação da própria companhia", diz a advogada.

Situação diferente ocorre quando o passageiro comprou os trechos separadamente, em companhias distintas. Nesse caso, cada voo é tratado de forma independente, e a responsabilidade não se comunica automaticamente entre as empresas, apenas se comprovada que houve diligência na hora da compra e o espaçamento entre os voos seja significativo.

Mala extraviada ou danificada: o que fazer antes de sair do aeroporto

Bagagem extraviada ou avariada é um dos problemas mais frequentes e, também, um dos que mais exige agilidade do passageiro. "A primeira coisa que precisa ser feita ainda dentro do aeroporto é registrar o Registro de Irregularidade de Bagagem, o RIB, no balcão da companhia aérea. Sem esse registro, fica muito mais difícil provar o dano depois", orienta a advogada.

Pela Resolução 400 da ANAC, a companhia tem até 21 dias para localizar a bagagem em voos internacionais. Se não localizar nesse prazo, é obrigada a indenizar o passageiro em até sete dias. O limite de indenização é de 1.131 DES, o que equivale a aproximadamente R$ 8.672. Valores acima disso precisam de uma declaração especial feita antes do embarque.

Se a mala for danificada, o prazo para comunicar o problema é de sete dias após o recebimento. A empresa deve reparar o dano ou substituir a bagagem por uma equivalente. "Fotografar a mala antes de despachar, de todos os ângulos, é uma das dicas mais simples e mais eficazes para quem quer se proteger", recomenda a advogada. "Essa imagem é prova."

Pacotes de viagem e hospedagem: atenção ao contrato

Quem compra pacotes por agências ou plataformas digitais precisa entender que o contrato firmado com a operadora não elimina os direitos do consumidor previstos no Código de Defesa do Consumidor. "Se o hotel reservado não existe, se o serviço não foi entregue conforme o prometido ou se a agência cancela sem reembolso adequado, o consumidor tem respaldo legal para buscar reparação", explica Von Jelita.

Uma atenção especial vale para compras realizadas em sites estrangeiros. Nesses casos, a relação de consumo pode ser regida pela legislação do país de origem da empresa, o que dificulta eventual reparação. "A dica é sempre verificar se a plataforma tem representação legal no Brasil ou se é possível acionar órgãos de defesa do consumidor locais antes de fechar o pagamento."

Além disso, o consumidor deve ficar atento se comprou com agência de turismo o seu pacote de viagens, pois esta, também deve ser responsabilizada caso ocorra algum problema no seu voo ou na viagem em sua totalidade.


Seguro viagem: não é luxo, é proteção básica

Para viagens aos Estados Unidos e ao Canadá, países com sistema de saúde privado e custos altíssimos, o seguro viagem deixa de ser um item opcional. "Uma internação hospitalar nos Estados Unidos pode custar dezenas de milhares de dólares. Sem seguro, o passageiro arca com tudo do próprio bolso", alerta a advogada.

Além das emergências médicas, o seguro pode cobrir cancelamentos de voo, extravio de bagagem, assistência jurídica no exterior e outros imprevistos. "O custo do seguro é irrisório perto do custo de um imprevisto sem cobertura. É uma proteção que o brasileiro ainda subestima muito."

Guarda de documentos: o hábito que pode definir uma indenização

Independentemente do problema enfrentado, o registro de tudo é o que sustenta qualquer direito. Fotografar o painel do aeroporto com o horário do voo, guardar o cartão de embarque, tirar foto da etiqueta de despacho da bagagem, anotar protocolos de atendimento e salvar qualquer comunicação com a companhia são práticas que, na hora de acionar a Justiça, fazem toda a diferença.

"O que define muitos casos não é a intensidade do problema, mas a qualidade das provas. Passageiro com documentação completa tem muito mais chances de ser indenizado do que quem chega só com a memória do que viveu", conclui Roberta Von Jelita.

Coluna de Aviação VAMOS VOAR PELO MUNDO // Mudança no acesso viário ao Aeroporto de Congonhas // Com novos voos para Cuiabá (MT), Malai Manso Resort avança para inaugurar 135 novos apartamentos e projeta alta de 50% na ocupação //



Mudança no acesso viário ao Aeroporto de Congonhas

A Aena informa que o acesso do Aeroporto de Congonhas para quem trafega no sentido bairro-centro da Avenida Washington Luís foi alterado. A via utilizada atualmente será fechada para viabilizar o avanço das obras de ampliação e modernização do aeródromo. Com isso, os motoristas deverão utilizar uma nova entrada, localizada cerca de 50 metros à frente. Após ingressar na via interna, basta seguir à direita na bifurcação logo à frente para chegar às áreas de embarque e desembarque do terminal de passageiros.

As mudanças estão sendo implementadas em parceria com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), responsável pela adequação da sinalização viária para orientar os condutores.

O trajeto para quem chega ao aeroporto pelo sentido centro-bairro da Avenida Washington Luís permanece inalterado.

Toyota conquista vitória histórica em Le Mans em final alucinante. Próxima etapa do FIA WEC: Rolex 6 Horas de São Paulo entre 10 e 12 de julho

 

Toyota #7 vencedor da Hypercar em Le Mans!
(DPPI)

São Paulo, 14 de junho de 2026 - A Toyota levou a melhor em uma batalha épica pela vitória na 94ª edição das 24 Horas de Le Mans, realizada neste fim de semana (13 e 14 de junho), ao superar BMW e Cadillac e voltar ao lugar mais alto do pódio em La Sarthe pela primeira vez em quatro anos. Um público recorde de 350.105 torcedores no circuito de La Sarthe assistiu à edição mais competitiva e emocionante das 24h de Le Mans dos últimos anos. Apenas 10,913 segundos separaram o vencedor do segundo colocado, a chegada mais apertada entre os ponteiros na história do Campeonato Mundial de Endurance (FIA WEC).

A base para o sexto triunfo da Toyota em Le Mans começou a ser desenhada logo na primeira meia hora. Assim como a BMW fez a caminho de sua vitória histórica em Spa-Francorchamps no mês passado, a multicampeã arriscou na estratégia para colocar seus carros em pista limpa. Largando das modestas 14ª e 15ª posições no grid da categoria principal (Hypercar), essa decisão ousada catapultou a equipe de volta à briga.

Durante a maior parte da corrida, o Toyota GR010 Hybrid #8, que venceu a abertura da temporada 2026 do FIA WEC em Ímola, em abril, parecia o mais cotado para levar a vitória. Brendon Hartley, Ryo Hirakawa e Sébastien Buemi tiveram uma atuação estelar para superar o Cadillac #12 e a BMW #20, colocando-se em uma posição privilegiada.

No entanto, o segundo período de Safety Car na manhã de domingo mudou o cenário. A intervenção, necessária para reparar as barreiras de proteção após uma forte batida de Ayhancan Güven (com o Porsche da equipe Manthey DK Engineering na classe LMGT3), trouxe o Toyota #7 de volta ao jogo. Pilotado por Mike Conway, Kamui Kobayashi e Nyck de Vries, o carro havia sofrido um furo lento de pneu no início da quarta hora e precisou corrigir um problema no sensor do eixo de transmissão que o fez despencar na tabela.

A partir daquele momento, a disputa pegou fogo, desencadeando uma batalha espetacular entre quatro carros até a bandeira quadriculada: os dois Toyotas, o Cadillac #12 e a BMW #20. No final, a combinação da velocidade pura e impressionante de Kobayashi, as ultrapassagens decisivas de de Vries, incluindo uma manobra ousada sobre Norman Nato na curva Mulsanne, e uma pitada de sorte com o momento de um Full Course Yellow no finalzinho fizeram a diferença para a tripulação do #7.

Kobayashi cruzou a linha de chegada em primeiro para garantir a 51ª vitória da Toyota no FIA WEC em sua 102ª largada, restabelecendo a incrível marca de 50% de aproveitamento da fabricante, e levando a marca ao topo dos mundiais de Construtores e de Pilotos.

"É difícil expressar em palavras", refletiu Conway. "Vencer aqui é sempre incrível porque é uma corrida muito dura, e nossos adversários também estavam fortíssimos. Houve momentos em que todos os competidores pareciam rápidos. Acho que até as últimas duas ou três horas, ninguém sabia ao certo o que ia acontecer."

"O Robin [Frijns] deixou tudo muito tenso nos últimos 30 minutos, e acho que o Nyck [de Vries] passou a última hora de olhos fechados, se escondendo. Eu fiquei andando de um lado para o outro na sala dos pilotos e fui ao banheiro umas 15 vezes nos últimos 30 minutos! Mas nós conseguimos, cumprimos o papel e estamos aqui. Foi um esforço incrível, então o mérito é de todos os envolvidos".

A BMW #20 de Frijns, René Rast e Sheldon van der Linde, que havia vencido em Spa e liderou o início da prova graças a um stint inicial agressivo do sul-africano, acabou não tendo ritmo para responder à Toyota. Ainda assim, o segundo lugar garantiu à marca bávara seu primeiro pódio na classificação geral em La Sarthe desde a famosa vitória em 1999.

Os pilotos do Toyota #8 completaram o pódio em terceiro, à frente do Cadillac V-Series.R #12, compartilhado por Nato, Will Stevens e Louis Delétraz. O trio lamentou uma punição de drive-through por uma infração em uma 'Slow Zone' na manhã de domingo e dois pit-stops de emergência que, sem dúvida, tiraram a chance de uma vitória inédita da marca da General Motors em La Sarthe.

O outro Cadillac, número #38, compartilhado por Sébastien Bourdais, o pole position da Hyperpole Jack Aitken e o bicampeão de Le Mans Earl Bamber, estava firmemente na briga até perder sete voltas devido a um problema na direção hidráulica na metade da corrida, abandonando mais tarde.

O Corvette número 33 triunfa na LMGT3
(DPPI)

Corvette conquista vitória suada em Le Mans na categoria LMGT3

A Corvette levou a melhor em uma intensa disputa entre diferentes fabricantes pela vitória na categoria LMGT3 das 24 Horas de Le Mans deste fim de semana (13 e 14 de junho). A TF Sport superou a forte concorrência da Akkodis ASP Team (Lexus) e da Heart of Racing Team (Aston Martin) para garantir o décimo triunfo da fabricante norte-americana na história da prova.

Após largar apenas da 17ª posição entre os 25 carros do grid com o Corvette #33, a equipe britânica optou por uma estratégia ousada. Assim como a Toyota na Hypercar, colocou seu piloto Bronze, Ben Keating, para cumprir boa parte dos stints iniciais da corrida. Mesmo fazendo sua primeira participação no Campeonato Mundial de Endurance (FIA WEC) em 2026, após se recuperar de uma lesão no cotovelo, o texano teve uma atuação impecável e manteve o Corvette na disputa contra adversários com pilotos de categorias superiores.

Após completar o tempo mínimo obrigatório de pilotagem, Keating entregou o carro para seus companheiros Nicky Catsburg e Jonny Edgar. A dupla assumiu a liderança da categoria e não a perdeu mais até a bandeirada final.

“É algo muito especial”, afirmou Keating, agora tricampeão das 24 Horas de Le Mans. “Desenvolvemos um plano de corrida e executamos tudo perfeitamente. Tivemos uma prova impecável, sem punições e sem erros, exatamente o que é necessário para ter sucesso em Le Mans. O Jonny foi inacreditável nos cinco stints finais. Talvez tenha sido a pilotagem da corrida. Acredito que este resultado será um marco na carreira dele.”

A segunda colocação ficou com o Lexus #78 da Akkodis ASP Team. A dupla titular Hadrien David e Tom Van Rompuy contou com o reforço do piloto Jack Hawksworth, que assumiu o papel de “super-substituto” e liderou o ritmo da categoria nas primeiras horas da corrida.

Com uma atuação rápida e sem falhas dos três pilotos, David e Hawksworth registraram as duas voltas mais rápidas da LMGT3 na prova, o trio conquistou o melhor resultado do Lexus #78 na história do FIA WEC.

O Aston Martin Vantage #23 da Heart of Racing Team, pilotado pelo brasileiro Eduardo Barrichello, Jonny Adam e Gray Newell, completou o pódio na terceira colocação. A equipe norte-americana, porém, viu o Aston Martin #27 que havia conquistado a pole position, abandonar a disputa por problemas no câmbio quando ocupava uma posição entre os três primeiros.

Lançamento às 24h de Le Mans 2026
(DPPI)

Brasileiros na pista

A disputa em Le Mans contou com sete brasileiros no grid e, entre todos, o melhor resultado ficou com Dudu Barrichello, da Heart of Racing, terceiro colocado na categoria LMGT3. Na categoria Hypercar, Pipo Derani, da Genesis Magma Racing, no Genesis número 17, abandonou a corrida com cerca de seis horas para o fim.

Na LMGT3, Augusto Farfus, da Team WRT, terminou em sétimo. Daniel Serra, da Kessel Racing, chegou em décimo e Custódio Toledo chegou em 8º lugar na pela AF Corse. Na LMP2, Daniel Schneider chegou em 15º lugar pilotando pela United Autosports e Pietro Fittipaldi chegou em quarto lugar na Vector Sport.

A temporada 2026 do FIA WEC segue daqui a quatro semanas com a Rolex 6 Horas de São Paulo , no Autódromo de Interlagos, entre os dias 10 e 12 de julho .

Calendário 2026 do Campeonato Mundial de Endurance (FIA WEC):

14 de abril – Prólogo oficial – Ímola, Itália
17-19 de abril – 6 Horas de Imola – Imola, Itália
7-9 de maio – 6 Horas de Spa-Francorchamps – Spa, Bélgica
10-14 de junho – 24 Horas de Le Mans – Le Mans, França

10-12 de julho – 6 Horas de São Paulo – São Paulo, Brasil
4-6 de setembro – Lone Star Le Mans – Austin, EUA
25-27 de setembro – 6 Horas de Fuji – Fuji, Japão
22-24 de outubro – 1812 km do Catar – Lusail, Catar
5-7 de novembro – 8 Horas do Bahrein – Sakhir, Bahrein

Sobre a Rolex 6 Horas de São Paulo:

De 10 a 12 de julho de 2026, o Autódromo de Interlagos, em São Paulo, recebe a 4ª etapa do Campeonato Mundial de Endurance (FIA WEC): a Rolex 6 Horas de São Paulo. Com 14 montadoras e mais de 30 carros no grid, o campeonato é referência do automobilismo mundial, reunindo alta performance, inovação e grandes nomes das pistas. Além da disputa entre pilotos e carros da Rolex 6 Horas de São Paulo, o evento é um verdadeiro festival de esporte, entretenimento e cultura, conectando o espírito vibrante da cidade à paixão global pelo automobilismo.

Sobre o Campeonato Mundial de Endurance (FIA WEC):

O FIA WEC é um dos principais campeonatos do automobilismo mundial, oferecendo aos fabricantes de automóveis relevância para os avanços no design de carros de produção, tecnologia híbrida, desempenho e segurança. Disputado em oito etapas distribuídas pela América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia e Oriente Médio, o campeonato reúne corridas de longa duração que variam de 6 a 24 horas, tendo como principal destaque as 24 Horas de Le Mans, um dos maiores eventos esportivos do mundo.

GM Fleet mapeia tendências para 2026 e aponta avanço da IA e eletrificação na gestão de frotas. Soluções integradas, eletrificação e uso de dados em tempo real devem impulsionar operações mais previsíveis e orientadas por dados nas empresas

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São Paulo - A transformação da gestão de frotas corporativas no Brasil deve se intensificar em 2026, impulsionada pela digitalização das operações, pela eletrificação dos veículos e pela busca por maior previsibilidade. Nesse cenário, a GM Fleet, divisão de mobilidade da GM Financial, aponta que a integração entre tecnologia, serviços e consultoria será determinante para atender às novas demandas do mercado.

Ao longo dos últimos anos, a gestão de frotas deixou de ser tratada apenas como um ativo financeiro e passou a ocupar uma posição estratégica dentro das empresas. A necessidade de garantir disponibilidade dos veículos, reduzir interrupções e paradas não planejadas, assim como melhorar a eficiência operacional tem pressionado gestores a aumentar o controle operacional por meio de soluções que integrem dados, conectividade e suporte contínuo.

A GM Fleet estrutura sua atuação para responder a esse cenário, com uma oferta que combina portfólio amplo de veículos, processos digitais e tecnologia embarcada. Com cobertura nacional por meio da rede de concessionárias Chevrolet e integração com o sistema OnStar, a empresa busca reduzir fricções operacionais e ampliar o controle na gestão dos ativos.

Entre as principais tendências para 2026, a eletrificação ganha relevância ao avanço das metas ambientais para a aplicação prática nas operações. A ampliação do uso de veículos elétricos e híbridos passa a exigir planejamento, infraestrutura e modelos que viabilizem a adoção em escala.

Os dados da própria GM Fleet apontam nessa direção. Em 2024, o crescimento nas assinaturas de EVs foi de 1.100% em relação ao ano anterior, seguido de alta de 1.175% em 2025. Em 2026, apenas no primeiro terço do ano, o volume contratado já ultrapassou a metade do total registrado em 2025 — um indicativo de que a eletrificação nas frotas corporativas deixou de ser tendência e passou a ser um movimento.

A digitalização também segue como um dos principais vetores de transformação. O uso de telemetria avançada, plataformas integradas e inteligência artificial permite que a gestão deixe de ser reativa e passe a atuar de forma preditiva, com base em dados em tempo real.

Na prática, o monitoramento de padrões de aceleração e frenagem, por exemplo, pode gerar uma redução de 8% a 15% no consumo de combustível, além de antecipar falhas e reduzir os custos com manutenção corretiva.

“A gestão de frotas deixa de ser reativa e passa a ser orientada por dados e antecipação. Em 2026, o diferencial competitivo estará na capacidade de transformar informação em ação antes que o problema impacte a operação”, afirma Gustavo Sulzer, Diretor de Vendas da GM Financial Brasil.



Crescimento nas assinaturas de EVs foi de 1.100% em relação ao ano anterior,
seguido de alta de 1.175%, em 2025

Outro movimento relevante está na busca por modelos mais flexíveis e serviços agregados. A demanda por contratos adaptáveis, consultoria especializada e soluções personalizadas reflete a necessidade de atender diferentes perfis de operação, que vão desde uso urbano até atividades em campo. Nesse contexto, o gestor de frotas passa a atuar de forma mais estratégica, conectando necessidades do negócio a soluções de mobilidade.

Essas tendências também estão alinhadas às principais discussões da edição 2026 da NAFA (National Association of Fleet Administrators), realizada em abril, em Cleveland (EUA), que destacou a evolução do setor rumo a modelos mais integrados, flexíveis e orientados por dados. Como desdobramento desse debate, a GM Fleet, em parceria com o Instituto Parar, promoverá em breve uma apresentação sobre os principais insights e tendências discutidos no evento.

A GM Fleet também atua diante dos desafios do ambiente macroeconômico, que deve impactar o setor em 2026. Oscilações nas taxas de juros, custos de financiamento, altas dos combustíveis e mudanças regulatórias, como a reforma tributária, tendem a aumentar a complexidade da operação. Diante desse cenário, a empresa reforça sua estrutura para garantir conformidade e adaptação às novas exigências do mercado.

Com a evolução do setor, a tendência é que a gestão de frotas se consolide como uma frente estratégica para as empresas, conectando eficiência operacional, tecnologia e sustentabilidade. Nesse contexto, a GM Fleet direciona seus investimentos para ampliar a integração de soluções e apoiar seus clientes na construção de operações mais previsíveis e orientadas por dados.

Sobre a GM Fleet

A GM Fleet, divisão de mobilidade da GM Financial, oferece soluções completas de uso e gestão de veículos, combinando eficiência, flexibilidade e previsibilidade de custos com tecnologia aplicada.

Inicialmente focado em modelos premium e elétricos, o programa foi ampliado e hoje atende empresas e pessoas físicas com uma oferta que abrange praticamente todo o portfólio Chevrolet, do Onix aos EVs, sempre com processos 100% digitais.

A GM Fleet vai além da terceirização tradicional, ao integrar conectividade OnStar, telemetria, manutenção proativa e uma ampla rede de parceria de concessionárias Chevrolet, garantindo segurança, conveniência e suporte ao longo de toda a jornada do cliente.

Coluna Duda TAWIL: cultura e turismo: 17/6: INVITATION/CONVITE l'art(e) en/na Amazônia: rencontre/encontro avec/com Trudruá Dorrico Makuxi e(t) Stephen Rostain



Coluna Duda TAWIL: 

cultura e turismo








CONVITE
- Sessão de autógrafos e encontro com Truduruá Dorrico Makuxi e Stephen Rostain, quarta-feira, 17 de junho de 2026, a partir das 18h30.

Sylvie Depondt, Eric Darmon e a Associação de Amigos de Frans Krajcberg,
Capucine Boutte e a equipe do Espace Frans Krajcberg,
Centre d'art contemporain Art & Nature,
convidam você para um encontro sobre a Amazônia com:

Trudruá Dorrico Makuxi, artista, escritora e comissária do povo Makuxi (Brasil), e 25, 
Stephen Rostain, arqueólogo, especialista em Amazônia e diretor de pesquisa do Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica (CNRS).

Uma sessão de autógrafos acontecerá em seguida.

Quarta-feira, 17 de junho de 2026, às 18h30, no Espace Frans Krajcberg,

Centre d'art contemporain Art & Nature,

Chemin du Montparnasse, 21 avenue du Maine (75015 Paris ).

Obra de arte: @Aycoobo, Montaña Sagrada , 2023 (detalhe)

Combinando arqueologia, tradições orais e criação contemporânea, este evento explora as principais questões relacionadas à arte amazônica, que constitui para os povos indígenas uma linguagem de pensamento e memória, transmitindo mitos, cosmologias e uma relação singular com o mundo vivo. A pesquisa de Stephen Rostain, fundamentada em conhecimentos indígenas ainda vivos, renova nossa compreensão da iconografia ameríndia e da história dos povos amazônicos.…



Trudrúá Dorrico Makuxi pertence ao povo Makuxi, cujo território se estende pela floresta amazônica na tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana. Escritora, artista, palestrante, pesquisadora em literatura indígena e curadora da exposição "Passeurs" (Contrabandistas), atualmente em cartaz no Espace Frans Krajcberg, ela desenvolve uma voz narrativa que mescla poesia, prosa e manifesto político, contribuindo para o movimento mais amplo de renascimento cultural e artístico dos povos indígenas.


Artista residente na Cité internationale des Arts em Paris, em 2023, apresentou um poema na abertura da exposição "Sonhando com a Terra" no Espace Frans Krajcberg. Em 2026, retornou ao mesmo local como curadora da exposição "Passeadores", apresentada de 17 de abril a 18 de julho, dando continuidade ao seu compromisso com a visibilidade das cosmologias e criações indígenas contemporâneas.


Stephen Rostain
é arqueólogo e diretor de pesquisa do CNRS (Centro Nacional Francês de Pesquisa Científica), no laboratório "Arqueologia das Américas". Trabalhou por quase 40 anos na Amazônia, particularmente na Guiana Francesa e no Equador, onde viveu por muitos anos e organizou e dirigiu diversos programas interdisciplinares e internacionais.

Tem especial interesse em arqueologia da paisagem. Em 1989, descobriu milhares de antigos campos elevados na planície costeira da Guiana Francesa. Em 2024, ele e sua equipe revelaram enormes montes de terra na Amazônia equatoriana, datando de 3.000 anos atrás.

É autor de mais de 480 publicações, incluindo cerca de quarenta livros, tanto científicos quanto para o público em geral. Seu livro mais recente: "Amazônia(s)". Uma epopéia humana de 13.000 anos" (Tallandier, 2026)


O TEMPO DA RECONQUISTA
Neste evento, Trudruá Dorrico Makuxi autografará seu livro "O Tempo da Reconquista", publicado nesta primavera por Anacaona, com prefácio de Rita Olivieri-Godet, Professora Emérita da Universidade de Rennes 2.

Entre uma tradição e vida contemporânea, uma contra-história de Trudruá Dorrico Makuxi denuncia o processo colonial — o mito da terra virgem, uma imposição de outra língua, o apagamento de nomes, o racismo e uma marginalização. Mas também celebro a minha vida e a resiliência da identidade, da cultura e dos estilos de vida dos nossos povos indígenas ao lado da perda.



AMAZÔNIA:
UMA HISTÓRIA DAS CIVILIZAÇÕES FLORESTAIS.
No entanto, Stephen Rostain autografou seu livro "Amazônia: Uma História das Civilizações Florestais", publicado em 4 de junho pela editora Tallandier.

Uma Amazônia é um fio condutor histórico. Não, novos elementos essenciais surgem de uma vasta região floral: as primeiras cerâmicas das Américas, a domesticação de muitas plantas, sistemas agrícolas sofisticados e plantas perdidas que estão sendo gradualmente redescobertas pela copa das árvores. 

Essa história humana começou há 13.000 anos e testou suas origens antes de ser abruptamente interrompida pela invasão europeia há 500 anos. Nossos primeiros habitantes tiveram que se adaptar a essa grande transformação.

Conhecida por sua extrema biodiversidade vegetal e animal, muitas vezes se esquece que a "grande floresta tropical" também abrigou uma diversidade étnica igualmente notável, com 350 línguas indígenas ainda faladas hoje.

EXPOSIÇÃO ATUAL: PASSERS

17 de abril a 18 de julho de 2026




A exposição reúne artistas indígenas contemporâneos: Aycoobo, Duhigó Tukano, Ehuana Yanomami, Ibã Sales Huni Kuin, Jaider Esbell, Joseca Yanomami, Liça Pataxoop e a associação Apoti-Huni Kuin, cujas obras revelam as histórias do passado, as cosmovisões e o presente histórico de seus povos, afirmando seu território no campo da arte. 

Essas obras são fruto de sonhos, rituais, medicinas e experiências individuais e coletivas com os seres humanos e não humanos que povoam os mundos da água, dos espíritos, da terra e do céu — assim como todos os mundos de Nonuya-Uitoto, Yepá Mahsã (Tukano), Yanomami, Macuxi, Pataxoop e Huni Kuin.

Com a vibrante trama do cosmos indígena, a exposição é uma celebração daqueles que, por meio da arte e da identidade, mantêm sua cultura viva e a transmitem às novas gerações — e ao público não indígena. Trudruá Dorrico Makuxi, curadora.

O diálogo entre Frans Krajcberg e os artistas convidados, a maioria de renome internacional, se desenrola em sua relação íntima com a natureza: direta, sem hierarquia entre os seres vivos, respeitosa com as forças, visíveis e invisíveis, que governam nosso mundo. A exposição nos convida a abrir os olhos, a mente e o coração para aprender a olhar, a ver a natureza… e a protegê-la melhor.




INFORMAÇÕES PRÁTICAS

PASSEURS
Curadoria: Trudruá Dorrico Makuxi.
De 17 de abril a 18 de julho de 2026.

No Espace Frans Krajcberg, Centro de Arte Contemporânea Arte e Natureza.
Chemin du Montparnasse, 21 avenue du Maine (75015 ).
Aberto de terça a sábado, das 14h às 18h. Às quartas-feiras, o horário de funcionamento é estendido até às 20h.


É SEU GRUPO/TURMA/ASSOCIAÇÃO?

Reserve uma visita guiada à exposição!

Oferecemos programas educativos personalizados, baseados em nossa coleção permanente e na exposição temporária PASSEURS, adequados para todas as idades.

Dependendo das suas necessidades, diversos temas podem ser explorados: ecologia, meio ambiente, biodiversidade, Segunda Guerra Mundial, Brasil e geografia, Amazônia, arte como ferramenta de comunicação, introduções a diversas práticas artísticas, questões enfrentadas pelos povos indígenas e muito mais. Para reservar, entre em contato pelo e-mail contact@espacekrajcberg.fr 



Frans Krajcberg Space
Centro de Arte Contemporânea,
Arte e Natureza
Chemin du Montparnasse,
21 avenue du Maine 75015 Paris
www.espacekrajcberg.fr // @espace_krajcberg

Entrada gratuita, aberta a todas as idades.

Horário de funcionamento: Terça a sábado, das 14h às 18h.

Abertura estendida às quartas-feiras até às 20h.

Contato: Recepção: +33 9 50 58 42 22 / contact@espacekrajcberg.fr

Fotos: © Juan Esteves, retrato de Frans Krajcberg e Frans Krajcberg, Queimadas, Br



PATROCÍNIO E PARCEIROS OFICIAIS
A exposição tem o apoio da Prefeitura de Paris, da Fundação Yves Rocher, da Sandbox e da galeria Artverse, além do Sr. e Sra. Louis de Ségur de Charbonnières.

VOCÊ PODE NOS APOIAR TAMBÉM!
Escreva para contact@espacekrajcberg.fr e/ou baixe nosso pacote de patrocínio aqui: pacote.

Espaço Krajcberg · 21 Avenue du Maine, Paris 75015 · França




Audi lança terceira geração dos novos SUV Q3 e Q3 Sportback, mais potente e com novo câmbio, com preços a partir de R$ 389.990,00 e R$ 399.990,00, respectivamente

 


São Paulo - A Audi do Brasil lança no País os novos Audi Q3 e Audi Q3 Sportback, que ganharam novo visual e estão mais potentes, equipados e modernos.   

O modelo está mais potente com 258cv, acoplado à consagrada transmissão de dupla embreagem e à icônica tração quattro garantindo conforto e dirigibilidade em qualquer condição de solo. 


O utilitário compacto premium já está disponível na rede de concessionárias da marca em todo o País, na versão exclusiva Launch Edition quattro, e valores a partir de R$ 389.990,00 (SUV) e R$ 399.990,00 (Sportback).

 

O Audi Q3 é um sucesso de vendas consolidado no segmento de compactos premium há mais de dez anos. Agora, a terceira geração estabelece novos padrões em diversos aspectos. Em seu design exterior, o Q3 transmite confiança e emoção tanto como SUV quanto como Sportback. Além da suspensão bem equilibrada, a digitalização da iluminação também amplia os benefícios para o cliente.

 

“O Audi Q3 teve uma excelente recepção do consumidor desde o lançamento da primeira geração e, ao longo dos últimos anos, consolidou-se como um dos nossos best-sellers, inclusive aqui no Brasil. Nesta nova geração, o veículo ficou ainda mais versátil, tecnológico e luxuoso. Estamos muito empolgados com sua chegada ao nosso mercado e temos a certeza de que ele será uma opção extremamente competitiva no segmento dos utilitários compactos premium”, destaca Sascha Sauer, presidente & CEO da Audi do Brasil.




Visual autêntico e transgressor

A Audi sempre foi reconhecida por seu design criativo e inovador, e com a nova geração do Audi Q3 não poderia ser diferente. O modelo abraçou a nova linguagem estética global da marca das quatro argolas, mais limpa e minimalista, porém sem perder a sua autenticidade visual. Os vincos retilíneos da geração anterior foram substituídos por linhas fluídas, orgânicas e atemporais, com superfícies mais planas que valorizam as dimensões do veículo e ampliam a robustez sensorial. Na dianteira, os faróis afilados são herança dos irmãos Q6 e Q5, enquanto a tradicional grade Singleframe apresenta nova roupagem, com bordas mais curvadas, inédita disposição da colmeia interna e os novos Audi rings em 2D. 

 

Em comparação com seu antecessor, o novo Audi Q3 apresenta um design ainda mais emocionante. A ampla grade Singleframe e os faróis elegantemente afilados estão totalmente integrados ao conceito aerodinâmico.

 

Na lateral, a linha de cintura elevada amplia a sensação de robustez, enquanto um amplo vinco percorre a porção meridional das portas até desaguar nas caixas de rodas traseiras, criando uma sensação de movimento permanente. Elementos cromados emolduram as janelas que fornecem ampla visibilidade ao motorista e luminosidade ao habitáculo. Na dianteira, o modelo esbanja personalidade com seus faróis em dois níveis. Na traseira, as lanternas são interligadas e possuem uma inédita iluminação vermelha nos tradicionais Audi Rings.

 

Vista de perfil, uma linha horizontal entre os faróis e as lanternas traseiras divide visualmente o carro em duas partes, criando uma distribuição de luz e sombra única.

 

Além das vantagens clássicas de um SUV, como fácil acesso, excelente visibilidade e um interior prático, a segunda geração do Audi Q3 Sportback combina os pontos fortes de um SUV com a estética de um coupé. Sua linha de teto, que se inclina para baixo a partir da coluna A, é 42 milímetros mais baixa que a do SUV. Isso confere ao Audi Q3 Sportback uma aparência ainda mais esportiva e uma silhueta mais dinâmica.




Imersão digital na cabine

O cockpit do modelo adota o novo conceito de palco digital, assim como os últimos lançamentos da marca, no qual os elementos são voltados para motorista, com destaque para o painel central e de instrumentos, reunidos na tela panorâmica. A escolha dos materiais, com diferentes texturas, tecidos e materiais, cria uma sensação de requinte e sofisticação a bordo. Os confortáveis bancos dianteiros contam com abas laterais que seguram o corpo seja em curvas mais fechadas ou nos pavimentos esburacados das metrópoles. 

 

O requinte e a sofisticação da cabine aparecem nos revestimentos nobres e texturas suaves ao toque no interior, que foi lapidado para proporcionar uma experiência de luxo sem exageros e nos mínimos detalhes. Entre as novidades do interior estão a nova interface com layout renovado, com integração sem fio com smartphones, bancos dianteiros com ajustes elétricos e função memória para o motorista, iluminação ambiente com 30 opções de cores e carregamento por indução no console central.

 

No interior, o novo conjunto de comandos no volante proporciona mais espaço de armazenamento no console central, uma nova experiência de utilização e uma maior sensação de espaço. O conjunto de comandos no volante integra, pela primeira vez, duas novas alavancas na coluna de direção. A alavanca da direita funciona como seletor de marchas, enquanto a da esquerda controla as funções de iluminação e os limpadores de para-brisa.

 

A acústica geral do veículo foi significativamente aprimorada em comparação com o modelo anterior. O foco principal está no conforto acústico. O novo Audi Q3 é o primeiro modelo da Audi no segmento compacto a oferecer vidros acústicos nas janelas laterais dianteiras. Em combinação com a película de PVB-A – aplicada entre os dois vidros – isso cria um conceito acústico harmonioso com uma melhoria notável no conforto ao dirigir.


Esportividade urbana

A terceira geração do Audi Q3 permanece com a motorização 2.0 TFSI, que eleva substancialmente os parâmetros de desempenho em relação à geração anterior. O propulsor entrega 258 cv de potência máxima entre 5.250 rpm e 6.500 rpm, superando os 231 cv disponíveis entre 5.000 rpm e 6.600 rpm do modelo precedente.

 

O ganho também é perceptível no torque, que foi ampliado para 370 Nm, distribuídos de forma contínua entre 1.650 rpm e 4.500 rpm, frente aos 340 Nm disponíveis entre 1.700 rpm e 4.500 rpm na geração anterior. Essa ampliação da faixa útil de torque em regimes mais baixos contribui para respostas mais imediatas ao acelerador, maior elasticidade do conjunto mecânico e melhora significativa na dirigibilidade em diferentes condições de uso.

 

A terceira geração do Audi Q3 ganhou uma nova motorização 2.0 TFSI, com 258 cavalos de potência entre 5.250 rpm e 6.500 rpm (ante 231 cavalos entre 5.000 rpm e 6.600 rpm da geração anterior) e 370 Nm de torque entre 1.650 rpm e 4.500 rpm (ante 340 Nm de torque 1.700 rpm e 4.500 rpm geração anterior).

 

O modelo passa a incorporar a transmissão automatizada S tronic de dupla embreagem, com sete marchas, associada ao sistema de tração integral permanente quattro, configuração que amplia significativamente o controle dinâmico, a estabilidade direcional e a segurança operacional em múltiplos cenários de condução.

 

Desenvolvida para otimizar tanto a eficiência energética quanto a responsividade ao comando do condutor, a nova transmissão do Audi Q3 atua de forma preditiva na gestão das trocas de marcha, contribuindo para uma experiência de condução mais precisa e refinada. O conjunto mecânico confere ao SUV compacto premium um comportamento dinâmico esportivo, com elevada capacidade de aceleração e entrega linear de torque.




O desempenho é comprovado pela aceleração de 0 a 100 km/h em 5,9 segundos, enquanto a velocidade máxima de 210 km/h reforça o posicionamento do modelo em termos de performance e engenharia automotiva avançada.

 

Com o novo câmbio S tronic, a Audi também aprimorou significativamente a dinâmica de condução do novo Audi Q3. A suspensão de série, ainda mais desenvolvida, proporciona uma experiência de direção superior. Em suma, este veículo de design dinâmico é um carro familiar adequado tanto para o uso diário quanto para viagens, impressionando pela sua agilidade.

 

No sistema de condução dinâmica Audi drive select do novo Audi Q3, o modo Balanced substitui o modo Auto. Como o nome sugere, o modo Balanced representa o equilíbrio ideal entre dinâmica de condução e conforto. O modo Balanced é ativado sempre que o veículo é ligado e também pode ser configurado de acordo com as necessidades individuais.

 

Externamente, o modelo vem calçado por rodas Audi Sport de 19 polegadas com design de cinco braços na cor cinza acetinado, polidas, e pneus 255/45 R19.




Lista de equipamentos

A edição de lançamento do novo Audi Q3 está mais completa e tecnológica. Entre os itens de conforto e conveniência, o modelo apresenta ar-condicionado automático de 3 zonas com regulagem de temperatura para os passageiros do banco traseiro; os bancos dianteiros contam com aquecimento, ajuste elétrico com função memória para o motorista e apoio lombar. Os bancos traseiros são rebatíveis e corrediços, garantindo maior flexibilidade na capacidade do porta-malas, quando necessário.

 

A chave presencial “keyless entry-go” traz uma nova função que permite a abertura e fechamento do veículo ao se aproximar com a chave no bolso, além da função de abertura e fechamento do porta-malas via “hands-free”. O pacote de luzes ambiente plus com 30 cores traz mais requinte e harmonia ao interior do modelo. Teto solar panorâmico completa a lista de itens de série do produto.

 

A segurança é outro fator primordial para a marca das quatro argolas que equipou o novo Q3 com sete airbags, sendo estes frontais, laterais dianteiros, de cortina e central entre os bancos.




A lista de itens de tecnologia também é bem extensa e composta por controle de cruzeiro adaptativo (ACC) com alerta de saída de faixa, assistente de estacionamento plus que permite que o motorista termine manobras iniciadas, assistente de frenagem de emergência na parte dianteira, detector de atenção e sonolência do motorista que monitora momentos de distração emitindo alerta na central multimídia.

 

Iluminação sempre foi um diferencial da marca. E por isso o novo Q3 é equipado com faróis full LED plus com três assinaturas DRL selecionáveis, além do assistente de farol alto automático e função Coming Leaving Home. Na traseira, lanternas em LED que integram a tampa traseira, setas dinâmicas e Audi Rings que são iluminados automaticamente ao anoitecer ou com a função de farol baixo ativa.


O novo Audi Q3 é o primeiro modelo da marca a implementar o novo seletor de marchas e comandos atrás do volante, proporcionando que todas as funções estejam próximas ao motorista, garantindo mais espaço e comodidade na região central do cockpit.  

 

O sistema de conectividade e infoentretenimento é composto pelo Audi Virtual Cockpit plus com 11,9 polegadas e Audi MMI Plus com display panorâmico e curvo de 12,8 polegadas, além de sistema de navegação e Audi Smartphone Interface com Apple Car Play e Android Auto sem fio.

 

Por fim o sistema de som Audi Sound System com 260W de potência, 10 alto-falantes e que entrega 4 opções pré-selecionáveis de balanço sonoro com as opções: Concerto, Neutro, Lounge e Podcast.




Cores e Dimensões

O modelo esbanja espaço adequado para até cinco ocupantes, medindo, na carroceria SUV, 4.531 mm (comprimento); 2.087 mm (largura); 1.601 mm (altura) e 2.681 mm (entre-eixos). Já na carroceria Sportback, as dimensões são: 4.531 mm (comprimento); 2.087 mm (largura); 1.559 mm (altura) e 2.681 mm (entre-eixos). 


No porta-malas, a capacidade varia de 488 a 575 litros (para as duas opções de carroceria), conforme o ajuste dos bancos corrediços traseiros. A capacidade do tanque de combustível é de 60 litros, também para ambas as carrocerias.

 

As cores da carroceria disponíveis são: Azul Malpelo, Azul Navarra; Branco Geleira, Cinza Tambora; Preto Mito, Verde Sálvia e Vermelho Progressivo, todas metálicas, Cinza Flecha, perolizada, e Branco Arkona, sólida. A cabine pode ser revestida na cor preta ou bege.




Fábrica da Audi em São José dos Pinhais (PR)

A história da produção da Audi no Brasil começou em 1999 com a primeira geração do Audi A3, que foi produzida até 2006. Em 2012, o governo brasileiro criou o Inovar-Auto, um programa de subsídios projetado para fomentar a inovação tecnológica e fortalecer a cadeia produtiva automotiva.

 

Como resultado, a Audi do Brasil decidiu retomar a fabricação de veículos no País, e a retomada ocorreu em 2015 com o Audi A3 Sedan. A partir de 2016, a unidade também começou a produzir o SUV Audi Q3. A partir de 2022, a Audi produziu dois modelos na fábrica do Paraná: o Audi Q3 e o Audi Q3 Sportback. 


A produção ocorreu até o início de 2025, quando as operações foram pausadas por um ano para adaptação das instalações da planta para a chegada da nova geração do modelo. A partir de 2026, a terceira geração do Audi Q3, nas carrocerias SUV e Sportback, passa a ser montada na planta paranaense. 

 

A fábrica da Audi em São José dos Pinhais desempenha um papel estratégico para a marca das quatro argolas na América do Sul e tem sido responsável por introduzir novas tecnologias no mercado automotivo nacional. Entre elas, a icônica tração integral quattro e a transmissão tiptronic de oito velocidades em um veículo com motor transversal, sendo ambas produzidas pela primeira vez no País a partir da segunda geração do AudiQ3.

 

Neste novo ciclo produtivo que teve início em março de 2025 com a terceira geração do Audi Q3, houve um investimento de aproximadamente R$ 50 milhões na fábrica de São José dos Pinhais. Desde o início das operações em 1999, já foram investidos, somente na fábrica, cerca de R$ 600 milhões.

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