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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

FORD COMEMORA NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE CHICAGO OS 20 ANOS DA DIVISÃO ESPORTIVA SVT COM UM NOVO MUSTANG DE 650 CAVALOS V8


Um belo Mustang de 650 cavalos de potência gerados por um motor 5.8 V8 é a grande novidade da Ford apresentada no Salão de Chicago, que acontece na cidade americana célebre no mundo por ali ter vivido o gangster Al Capone. 


O Mustang Shelby GT 500 que pode ser usado num tranquilo e confortável passeio familiar a um simples toque no botão Sport transforma-se num vigoroso bólido de corrida, fazendo jus ao motivo de seu lançamento: marcar o 20º aniversário da Divisão Esportiva SVT, criada em 1992, exatamente durante o Salão de Chicago, quando foi apresentado o Mustang Cobra SVT 199, de 235 vc.

O Mustang Shelby GT500 2013 recebeu uma placa iluminada comemorativa na soleira da porta do lado do motorista.
A SVT que preparou o novo Mustang dotou o carro de amortecedores especiais Bilstein, ajustáveis eletronicamente e fez um novo ajuste de chassis. 

Todas as configurações no modo Sport, visaram otimizar o desempenho oferecendo tempo de resposta melhor na pista e menor rolagem da carroceria nas curvas além de inclinação reduzida na travagem. 


Similar ao cupê, o conversível é oferecido com um pacote de alto desempenho que adiciona um cooler externo de óleo do motor, cooler diferencial traseiro e cooler de transmissão para maior durabilidade.

PILOTO AUTOMÁTICO DE RENAULT LAGUNA III TRAVA EM 200 KM/H E MOTORISTA TEM DE DIRIGIR ATÉ TERMINAR A GASOLINA. POR DOIS PAÍSES. ACONTECEU NA FRANÇA E O MOTORISTA ATÉ À BÉLGICA. AVARIA CUSTARÁ CARA À RENAULT

A polícia garantiu a estrada livre para que Frank Lecerf pudesse seguir até que a gasolina terminasse, oque só aconteceu 210 k depois. já na Bélgica.

Quando, no sábado passado, dia 9 de fevereiro, programou o piloto automático de seu Renault Laguna III para 100 km/h, ao pegar a estrada, em Dury, para fazer compras, o francês Frank Lecerf, de 36 anos, portador de necessidades especiais, jamais imaginou que teria de colocar à prova seu sangue-frio e destreza como motorista e protagonizar verdadeiras cenas de Hollywood.  

Ele dirigiu a 200 km/h, da França à Bélgica, escoltado pela polícia, até terminar o combustível do carro, depois de 210 km percorridos. A boa qualidade das estradas concorreu, também, para que não acontecesse um acidente.


Ao contrário do que tem que acontecer, quando Frank pisou no freio, o piloto automático do Renault Laguna, adaptado para atender a deficiência dele, não desarmou e aumentou a velocidade para 160 km/h, e a cada tentativa de frear, o carro ganhava mais velocidade, até o controle de velocidade travar em 200 km/h.

Frank ligou para a polícia que de imediato entrou em contato com a Renault. Um técnico da marca, pelo celular, passou a orientar Frank na tentativa de desarmar o piloto automático, sem sucesso e um acidente podia acontecer a qualquer momento.

Em alta velocidade, o carro do francês passa escoltado por dois carros de polícia, enquanto outros dois fecharam a estrada.
Durante o trajeto, Frank conseguiu, com extraordinária calma, controlar o Laguna III que havia passado dias antes pela concessionária Renault, que não encontrou nenhum defeito no carro piloto automático. 

Para que o francês conseguisse dirigir sem obstáculos pela frente, a polícia mobilizou-se, fechou cruzamentos e escoltou o carro de Frank em todo o trecho da estrada que percorria a 200 km/h e sem freios.


As cancelas dos pedágios foram abertas para que Frank passasse em segurança com o seu Renault. Quem assistiu à operação policial, com diversas viaturas "perseguindo" o carro de Frank em alta velocidade achou que se tratava de uma caçada policial ou de uma filmagem.

O carro de Frank fotografado de dentro de uma viatura da polícia que o escoltava.
Frank revelou que acionará a Renault na justiça. Com certeza, a fábrica terá de pagar uma indenização bem gorda pela falha mecânica no Laguna III, que por sorte não causou nenhum acidente.



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

CONFIABILIDADE DOS VEÍCULOS RENAULT É RECONHECIDA PELA PUBLICAÇÃO "AUTOMOBILE MAGAZINE"

O novo Twingo é considerado pela revista o mais confiável de seu segmento


A confiabilidade constitui uma vantagem para a Renault e todos os modelos estão progressivamente se posicionando nos primeiros degraus dos pódios da qualidade de estudos independentes e de pesquisas de clientes ou da imprensa, em diversos países.

Estes resultados são o fruto da estratégia da Renault focada na qualidade, um trabalho iniciado nestes últimos anos e realizado de maneira global, em cada fábrica e em cada país e foram reconhecidos na edição de fevereiro, da revista “Automobile Magazine” que publicou o TOP 100 da Confiabilidade entre mais de 100 modelos de 25 marcas. Entre eles estão sete modelos Renault em suas respectivas categorias; os outros modelos estão pelo menos no TOP 10.


Em maio passado, o relatório de referência 
Pannenstatistik da ADAC (Allgemeiner Deutscher Automobil-Club e.V., o maior clube de automobilismo da Alemanha e Europa) já havia classificado o Twingo e o Mégane como excelentes entre os modelos produzidos nestes quatro últimos anos.

O TOP 100 da Confiabilidade da “Automobile Magazine” confirma esta tendência. Além do Twingo, que está novamente em primeiro lugar, oferecendo um nível de confiabilidade qualificado de “excepcional”, o Mégane e o Mégane Coupé não ficaram devendo e se posicionaram no topo da categoria.

Nascidos com a qualidade em seu DNA, Scénic, Grand Scénic, Laguna e Laguna Coupé estão posicionados no 2º degrau dos pódios de seus segmentos respectivos

Primeiro símbolo da revolução da qualidade realizada a partir de 2005, o Clio IIItambém conquistou um lugar no TOP 3.

Em todo o mundo, as fábricas de produção da Renault seguem os mesmos padrões. A rigorosa aplicação do Sistema de Produção Renault (SPR) permite repetir as exigências de qualidade em larga escala e em grande número de modelos.

A Renault tem trabalhado ativamente para tornar esta qualidade intrínseca visível e valorizada pelos clientes. A atratividade do Novo Clio é o seu primeiro exemplo.

EMPRESAS DE PARA-BRISAS FIZERAM A FESTA NESTE CARNAVAL COM A QUANTIDADE DE VIDROS QUEBRADOS NAS VIAGENS, SEGUNDO CONTA FERNANDO CALMON EM NOSSA COLUNA DESTA SEMANA, ENTRE DIVERSAS OUTRAS INTERESSANTES NOVIDADES



Alta Roda

Nº 720 - 14/2/13

Fernando Calmon


MUDANÇA DE CENÁRIO

Decisão já esperada, a Volkswagen acaba de anunciar a produção, no México, da sétima geração do Golf, automóvel mais vendido na Europa e, somada sua versão sedã Jetta, a família de modelos de maior venda no mundo, à frente das famílias Corolla e Focus. Está prevista sua importação a partir de 2014.

Este é mais um sinal da baixa competitividade de produção no Brasil, pois aqui o Golf estacionou na quarta geração. Porém, o México se fortaleceu por vários motivos. 

Além da moeda desvalorizada e baixos custos trabalhistas e de fabricação, tem a vantagem de se situar na zona de livre comércio da América do Norte, de onde importa autopeças produzidas em escala gigantesca e, portanto, a preços menores. 

O país também acertou acordos com a União Europeia e o Japão, além do Brasil/Mercosul. Não à toa, a Audi confirmou, antes, sua fábrica mexicana para 2016. De lá poderá exportar, sem impostos, para três grandes blocos econômicos.

Novo Golf é o segundo modelo da arquitetura MQB (sigla em alemão para Matriz Transversal Modular). A partir dela, o Grupo VW vai desenvolver nada menos de 40 produtos, de compactos a médios-grandes e SUVs, de cinco marcas diferentes. 

O Brasil está na rota da MQB, que mostra flexibilidade de adaptação a linhas de montagem convencionais, segundo Ulrich Hackenberg, vice-presidente do grupo. 

Ele declinou de comentar quando e quais modelos, mas admitiu que, se o mercado continuar em crescimento e alcançar custos competitivos, o Golf também poderá ser feito aqui.

Abre-se, entretanto, uma janela para fabricação de compactos de entrada, em que o País mostra ainda ser razoavelmente competitivo. Até há pouco tempo, os grandes grupos automobilísticos tinham margens de ganho bem pequenas em carros desse tipo e, assim, pouco interesse em desenvolvê-los. 

Mas a Renault começou a mudar esse cenário ao lançar o Dacia Logan, de sua subsidiária da Romênia, em 2004. Hoje, são seis derivações que utilizam uma arquitetura antiga e já amortizada, da própria Renault, voltada para oferecer bastante espaço a preço baixo. Real alternativa para quem só podia adquirir carros usados.

Não tardou a marca se expandir. Vendeu-se quase um milhão de unidades, em 2012, em 36 países, dois terços das quais com logotipo francês. 

A lucratividade está em torno de 9% por unidade, estimada pelo banco Morgan Stanley, muito acima das minguadas margens nos combalidos mercados maduros, em especial Europa. Claro, outros fabricantes estão de olho.

Primeira a anunciar um projeto de baixo custo foi a Nissan. Fará renascer a marca Datsun e utilizará plataforma Lada, marca russa que já esteve no Brasil, e hoje está na aliança Renault-Nissan. 

Pretende produzir um carro por apenas 3.000 euros (R$ 8.000), fora impostos, vendê-los em mercados como Índia, Rússia e Indonésia e ainda ganhar dinheiro.

Agora, Volkswagen e Fiat anunciaram, quase ao mesmo tempo, estudos para esse promissor filão, igualmente com marcas novas. 

Ambas precisam ver que arquiteturas poderiam lançar mão e em que países a produção seria viável. Nada se sabe, ainda, sobre chances no Brasil, mesmo porque até o momento carros rústicos são pouco atraentes aqui. Mas oportunidades de exportação poderiam surgir e viabilizar a produção.

RODA VIVA

ANO começou bem com o melhor janeiro, em produção e vendas, da série histórica. O que ajudou foi o estoque formado em dezembro do ano passado: permitiu não repassar o primeiro dos três aumentos de IPI desse semestre. 

Ainda assim, ritmo de vendas diárias caiu e subiram os estoques totais de 24 dias (dezembro) para 29 dias (janeiro). Criaram-se 1.156 empregos novos.

APESAR do investimento de US$ 500 milhões para adaptar o Fiat 500 às regras de segurança dos EUA e mudanças nas linhas de montagem da Chrysler mexicana, seu sucessor, em 2015, deverá ser fabricado apenas na Polônia, onde o sub-compacto chique começou, em 2007. Vindo da Europa, ficará bem mais caro, como era antes, em razão do imposto de importação de 35%.

ESPAÇO interno (em relação às dimensões externas), motor de 1,35 l/108 cv e equipamentos de série são pontos vantajosos no subcompacto JAC J2, por R$ 32.000.

Faltam coisas simples: destravamento das portas por botão central ou relógio que não obrigue desligar o rádio para saber a hora. Direção e suspensões precisam também melhorar.

PROFESSOR da PUC Minas e advogado, Leonardo Vilela acredita que Lei Seca para motoristas ainda suscita dúvidas jurídicas. “Um dos problemas anteriores era exigência de grau alcoólico. Isso continua dúbio. O Superior Tribunal de Justiça, em 2011, decidiu que, se a lei prevê uma referência, não se pode presumir. Ou seja, tem que haver prova efetiva deste grau.”

LOGO depois do Carnaval, aumenta em 50% o número de motoristas que procuram o serviço de reparo de para-brisas, de acordo com a Carglass, empresa especializada. Além do maior fluxo de carros nas estradas, é necessário observar certa distância da traseira de caminhões, principalmente.


NOVOS MERCADOS SALVAM RENAULT DE PREJUÍZO, EM 2012, E GARANTEM LUCRO LÍQUIDO DE MAIS DE 1,7 BILHÃO DE EUROS. QUEDA DE VENDAS NA EUROPA, POR CAUSA DA CRISE, FOI DE 18%

Renault pretende recuperar vendas com seus novos modelos europeus, como o Novo Clio Estate. Só o mercado automotivo de Portugal amargou quedas de 40%, em 2011 e 2012.
O Grupo Renault passou de uma posição de endividamento líquido de 299 milhões de euros em 31 de dezembro de 2011 para uma situação de caixa positivo de 1,492 bilhão de euros, graças principalmente à cessão das ações A possuídas na AB Volvo, pelo valor de 1,476 bilhão de euros. Revela o relatório anual do grupo.

“Em um ambiente automobilístico mundial contraditório, a Renault se beneficiou do crescimento dos mercados fora da Europa, que representam mais da metade de suas vendas. Na Europa, em um contexto extremamente difícil, principalmente na França, o grupo manteve uma política comercial rigorosa e iniciou a renovação de sua gama, com o lançamento bem-sucedido do Clio IV. 
Graças à mobilização de todos os seus colaboradores, o grupo Renault mantém sua estratégia de crescimento em nível mundial, ao mesmo tempo em que fortalece sua situação financeira, com um fluxo de caixa livre operacional positivo da Divisão Automobilística”, declarou Carlos Ghosn, presidente Mundial do Grupo Renault.

O faturamento do grupo ficou em 41,270 bilhões de euros, em queda de 3,2%. A forte alta das vendas fora da Europa (+9,1%) compensou a queda das vendas no mercado europeu (-18,0%), e a contribuição da Divisão Automobilística para o faturamento chegou a 39,156 bilhões de euros, em queda de 3,7% em relação a 2011.

A margem operacional do grupo diminuiu 362 milhões de euros em 2012, com 729 milhões de euros (1,8% do faturamento), contra 1,091 bilhão de euros em 2011 (2,6% do faturamento).

A margem operacional da Divisão Automobilística ficou ligeiramente negativa em 25 milhões de euros (-0,1% do faturamento), contra +330 milhões de euros em 2011 (0,8% do faturamento).

O ganho obtido graças ao programa de redução dos custos de 528 milhões de euros e o controle adequado das despesas gerais não foram capazes de compensar os impactos bastante desfavoráveis dos volumes (-501 milhões de euros) e do aumento da concorrência na Europa (efeito mix / preço / evolução de -242 milhões de euros).

A contribuição do Financiamento das Vendas à margem operacional do Grupo se manteve estável em 754 milhões de euros, contra 761 milhões de euros em 2011.

O custo do risco chegou a 0,38% dos créditos em curso (+0,15 ponto), após ter chegado a um ponto baixo no ano passado.

Entretanto, ele se manteve abaixo de seu nível médio histórico, refletindo a manutenção de uma boa qualidade do portfólio, apesar da deterioração da conjuntura econômica e financeira na Europa.

O lucro operacional chegou a 122 milhões de euros, deduzidas as outras receitas e despesas operacionais, que ficaram negativas em 607 milhões de euros, principalmente em razão das depreciações relacionadas a vários veículos do Grupo, a desvalorização da moeda iraniana e das despesas de reestruturação.

A contribuição das empresas associadas chegou a 1,504 bilhão de euros em 2012 [2], (sendo 1,234 bilhão de euros para a Nissan), contra 1,524 bilhão de euros em 2011.

O resultado líquido ficou em 1,735 bilhão de euros, contra 2,139 bilhões de euros em 2011. Ele leva em conta um ganho de capital de 924 milhões de euros resultado da cessão, em dezembro, das ações A possuídas na AB Volvo. O resultado líquido imputável ao Grupo chegou a 1,772 bilhão de euros (6,51 euros por ação).

Pelo 4º ano consecutivo, o fluxo de caixa livre operacional da Divisão Automobilística ficou positivo. Apesar da queda dos volumes e do impacto no resultado operacional, ele chegou a 597 milhões de euros, principalmente graças a uma gestão rigorosa das necessidades de capital de giro. Assim, o Grupo conseguiu aumentar seus investimentos, que chegaram a 8,1% do faturamento.

Este desempenho, assim como a cessão, em dezembro de 2012, das ações A possuídas na AB Volvo por 1.476 milhões de euros, permitiu ao Grupo eliminar sua dívida.

Pela primeira vez, desde a entrada no capital da Nissan, em 1999, a Renault apresenta uma posição líquida da Divisão Automobilística de 1,492 bilhão de euros de liquidez, em 31 de dezembro de 2012, (contra 299 milhões de euros de dívida líquida ao final de dezembro, de 2011).

Paralelamente, a reserva de liquidez da Divisão Automobilística chegou a um nível bastante elevado, com 13,6 bilhões de euros, contra 11,4 bilhões de euros ao final de 2011.

De acordo com a política anunciada no plano Renault 2016 – Mude a Direção, um dividendo de 1,72 euro por ação, que representa exatamente os dividendos recebidos pelo Grupo em 2012 de suas participações nas empresas cotadas em bolsa, será submetido para aprovação na próxima Assembleia Geral dos Acionistas.

Perspectivas para 2013
Em 2013, o mercado europeu ainda se manterá incerto, devendo cair pelo menos 3%, com um mercado francês em queda de 3 a 5%.

Entretanto, o mercado automobilístico mundial (veículos de passeio e utilitários) deve crescer 3% em relação a 2012. Esta alta será alimentada pelo dinamismo da demanda esperada na China, América do Norte, Índia (+11%) Rússia (+5%) e Brasil (+1,5%).


Neste contexto, a Renault manterá sua estratégia de desenvolvimento internacional. Na Europa, graças ao lançamento de novos modelos (Captur, ZOE, Novo Clio Estate, Novo Logan) e do pleno efeito do lançamento de produtos ao final de 2012 (Clio IV e Novo Sandero), o grupo tem a ambição de recuperar participações de mercado, ao mesmo tempo em que consolida uma estratégia comercial de valorização de suas marcas.

Em 2013, o grupo Renault tem o objetivo de (sob ressalva de os mercados europeus e francês não ficarem significativamente inferiores ao nível esperado):

Aumentar seus volumes de vendas, obter uma margem operacional positiva da Divisão Automobilística e gerar um fluxo de caixa livre operacional positivo da Divisão Automobilística.


Resultados consolidadas do Grupo

Em milhões de euros
2012
2011
Faturamento
41.270
42.628
Margem operacional
729
1.091
Em % do faturamento
1,8%
2,6%
Divisão Automobilística
-25
330
Em % do faturamento do setor
-0,1%
0,8%
Financiamento das vendas (RCI Banque)
754
761
Lucro operacional
122
1.244
Resultado financeiro
-266
-121
Ganho de capital na cessão dos títulos A da AB Volvo
924

Contribuição das empresas associadas no resultado
1.504
1.524
sendo Nissan
1.234
1.332
sendo Volvo
80
136
sendo AvtoVAZ
186
49
Impostos correntes e diferidos
-549
-508
Resultado líquido 
1.735
2.139
Resultado líquido imputável ao Grupo
1.772
2.092


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O ALFA ROMEO 4C, UMA MÁQUINA PODEROSA NUM CORPO UM POUCO MAIOR DO QUE UM UNO É A GRANDE NOVIDADE DESSE TÃO ESPERADO LANÇAMENTO QUE SERÁ MOSTRADO NO SALÃO DE GENEBRA DE 2014. ESSA E OUTRAS NOVIDADES ESTÃO NA COLUNA DO ROBERTO NASSER



Coluna Nº 0713 - 13 de fevereiro de 2013


4C para ir aquecendo a memória com a marca.

Alfa 4C, um intermezzo para o retorno
Motor entre eixos, quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta, turbo compressor, projetada potência circa 250 cv. Caixa de transmissão com seis marchas – DSG/FPT, duas embreagens a seco, funciona, se o motorista quiser, como automática – tração traseira. 0 a 100 km/h abaixo de 5s, velocidade final acima de 250 km/h, relação peso/potência menos de 4 kg/cv. Nos EUA, US$ 80 mil. É o Alfa Romeo 4C.

Outros dados importantes, carroceria e subestruturas em fibra de carbono ancorando as suspensões, alumínio para reforços de segurança, peso abaixo de 850 kg. Mais largo que alto – 2m x 1m18 -, pouco maior do que um Uno, e entre eixos inferior a 2m40. Cupê dois lugares.

Gostou? Se, avie-se. Serão feitos apenas 2.500 unidades: milhar para a Europa, outro para os EUA, restante ao resto do mundo – Brasil, não, porque para faze-lo rodar aqui, a Fiat deveria elevar a altura livre do solo, rever todas as regulagens e componentes da suspensão, ensiná-lo a consumir a mistura que os motores consideram alucinógena – gasolina, etanol e água. Muito investimento, poucas vendas.

Devagar
A Fiat, após o mágico período de recuperação, fazer lucros; comprar a Chrysler; colocar o pé no mercado norte-americano; pode aquecer o Banho Maria aplicado às marcas domésticas. 

Resolveu salvar a Alfa Romeo dando-lhe aura de marca associada à tecnologia, e aumentar vendas – ano passado, 100 mil; 132 mil, em 2011. 2.500 a mais neste universo não altera a conta, mas entreterá a assistência no intervalo do jogo. 

E, assim como o fez com os gatos pingados Alfa 8C, serve para nomear representantes, conseguir espaço na mídia, fazer-se lembrada, preparar referências para voltar ao mercado norte americano de onde se retirou em 1995, e tornar o automóvel um ícone de exclusividade, um pré colecionável. 

Como os outros não será feito na Alfa – nem na fábrica Bertone, por décadas responsável pelos modelos de pequena série -, mas, como o 8C, na Maserati, Modena.

O Caminho
O 4C, informa a Alfa Romeo, distribuindo as fotos, terá apresentação oficial no Salão de Genebra, início de março, e vendas no último trimestre, como modelo 2014. 

Leitores da Coluna lembrar-se-ão de sua história aqui contada nos albores de 2011: Sergio Marchionne, na Fiat número 1 deixava a empresa, no 24 de dezembro, antes de subir para o Natal, na Suíça  e passou pela sala de Marco Tencone, designer da empresa. 

Comentou sobre um esportivo, deixando-o sonhar. Ante o entusiasmo pediu para preparar linhas e descritivo de factibilidade até o dia 31. E foi-se. 

Tencone comemorou o Natal na prancheta e procurando rascunhos de soluções em gavetas de pouco uso. Não consegui entregar antes do fim do ano, e o fez dia 2 de janeiro, 9 dias após a encomenda/determinação, prazo quase recorde – líder é o Jeep -, e construção idem, estava no mesmo Salão de Genebra três meses após, ajeitadinho, trêfego na situação entre capricho de chefe e linha de produção. 

Em 2013, volta mesclando as duas condições e mais a posição política de fazer ponte da marca para o novo mercado onde, em 2015 e 2016 lançará seis modelos Alfa, passo fundamental para cravar 300 mil vendas anuais.

Como a Coluna esclareceu há dias, a lista de novos produtos, comunizando plataformas com outras marcas terá sedã grande, tração traseira, possivelmente a plataforma do Maserati Quattoporte recém apresentado, permeando para a Chrysler. E sedã médio, mais camioneta, tração dianteira, sobre a base do próximo Fiat Bravo. 

O conversível Duetto, feito pela japonesa Mazda e, lembrou leitor, executivo da Chrysler, um pequeno utilitário esportivo dividindo plataforma com um modelo Jeep.

Estilo
Coragem é a maior exigência para fazer revolução em estilo. E em automóveis usualmente dá em frustração de mercado e más vendas. Citroën ID e DS, os sapos, são exceção.

Por isto, apesar da tecnologia pontual do aplicar fibra de carbono na estrutura e sub chassis, mais assinatura tecnológica que necessidade industrial, os designers do Centro de Estilo Alfa preservaram o DNA de soluções da marca, inspirando-se em referências visuais de ícones Alfa: a distribuição de volumes da 33 Stradale, traço de Franco Scaglione; o vidro traseiro da Giulietta Sprint de Bertone; os ajeitados cortes do 8C.



Pelo vidro traseiro, vista do motor.


4C, novo, mas com DNA Alfa.

Roda-a-Roda

Negócio – A Daimler AG pagará 640K E por 12% das ações do chinês Beijing Automotive Group e ter dois assentos na mesa diretora. Faz parte do processo expansionista da marca a mercados emergentes, fundamental para sua controlada Mercedes, reconquistar, ao final da década, o primeiro lugar nas vendas de carros luxuosos, perdido para BMW e Audi.

Produto – A nova situação permitirá construir as séries C e E e o utilitário esportivo GLK. Consequência previsível, melhoria de qualidade e confiabilidade a outros chineses, reduzindo o leque existente entre os produtos de lá, cujos extremos vão de porcaria absoluta à alta qualidade.

Cana – A tentativa de re lançar a marca De Tomaso, com financiamento público em nome de manter empregos e talentos na antiga fábrica Pininfarina, acabou nas grades italianas.

Desvio – Gian Mario Rossignolo, festejado ex presidente de empresas - Fiat, Lancia, Ericsson, Telecom -, adquiriu os direitos da marca criada pelo ítalo-argentino Alejandro De Tomaso, somou imagem, seu prestígio, e a emoção do fechamento da Pininfarina, levando o pacote à municipalidade de Turim, Itália.

Treta – Exibiu o Deauville, primeiro produto, insosso utilitário esportivo, há dois anos, no Salão de Genebra. A Coluna então, arrostando os festivos do retorno, chamou-o Medíocre. Estava lamentavelmente certa.

Fim – Sem carro ou produção, mas desvio de 13K Euros levou Romagnolo à prisão domiciliar, e seu filho e outros cinco executivos à cadeia comum. As míticas instalações da Pininfarina estão ociosas e o milhar de empregados com talento no fazer carros de pequena produção, em inverno frio.

NADA – A associação nacional de distribuidores de veículos nos EUA, encontro em Orlando, EUA, oportunidade de conversa entre associados, associações, fabricantes e importadores, gerou algumas informações importantes:

1 – Alfa – nem todos os 202 distribuidores Fiat serão Alfa na volta da marca ao mercado através de homeopáticas 1.000 unidades do 4C em 2015;

2 – Chrysler – Revendedores querem receber mais jeeps Wrangler e Grand Cherokee. Fila maior que o balcão;

3 – Ford – Abriu crédito de até US$ 750 mil a cada revendedor que investir para mudar os padrões de apresentação das revendas;

4 – Cadillac – Prevê crescer 35% neste ano. Se, será recorde;

5 – Kia – Deu a grande injeção de ânimo na rede prevendo volta de vendas ao patamar de 16K, e aconselhando os distribuidores a ter visão de longo prazo e se preparar e às instalações para grande demanda.

Recomeço – Para mostrar-se dona da marca e senhora das ações após romper contrato de representação com a Effa, a chinesa Lifan fará efeito demonstração: pediu agenda a jornalistas para apresentar nova linha e planos em bonito cenário - Punta Del Este, Uruguai.

Começo – Suzuki faz lançamento formal de seu goiano jipinho Jimny próxima semana. Motor 1.3, transmissão mecânica em 5 velocidades, tração nas 4 rodas, multi facetado: carro de jovem, de trabalho, para o campo.

Líder – Diz Roger Alm, presidente, com 27% das vendas no segmento pesado, a Volvo é líder no Brasil, seu maior mercado mundial.

Referência – Adequada ao Actros, o refinado caminhão da Mercedes, sua cama para motorista 1m95 x 0,70m traça referências: colchão inteiriço, ventilação adequada, sem unidade ou mofo, sobre estrado anatômico com conjunto ortopédico, cabeceira regulável por amortecedores a gás.

Atualização – Para falar a língua do mercado e entrar na mesma vibração que seus clientes montadoras, a Keko, fabricante de equipamentos, dá garantia de seus produtos a três anos aos produtos vendidos nos balcões de revendedores.

Desafio – Cruzamento de dados entre o Denatran e o IBGE traz informação preocupante: atualmente para cada criança nascida fabricam-se dois automóveis. E não há estrutura para um ou outro, e o caudal de impostos gerado pelo outro não gere bem estar para o um. Pelo contrário, prepara emissões poluentes, sacrifício no conviver, engarrafamentos de trânsito, queda na qualidade e na perspectiva de vida. Está na hora de organizar.

De Volta – Corajosa freada para arrumação na Renault: parou a fábrica no Paraná para aumentar capacidade produtiva de 280 mil para 380 mil unidades anuais; preparar-se a crescer com o mercado. Perdeu vendas na parada, mas volta com gás ao embate. Principal, embora não seja o pico das vendas, mantido pelo Sandero, é a disputa entre Duster e Ford Ecosport.

Por baixo – Perdeu a ocasião de promover vendas do argentino Clio durante a arrumação. Nele, derradeiro tapa estético, boas características, bom preço.

Coragem – Aqui a Renault deu três passos de coragem: deteve a produção do Mégane para acertar a qualidade da montagem; mandou os produtos de luxo para a Argentina, e focou nos carros Dacia, aqui os Renault Logan, Sandero, Duster; parou para reorganizar-se em busca de solidificar o 5º. lugar em vendas em veículos de qualidade, enfatiza Olivier Murguet, seu presidente.

Incômodo – Indústria de auto peças reclama dos níveis exigidos pelo controle de qualidade da Suzuki para aprovar partes para o Jimny. Nada igual no Brasil.

ViagemVais à União Européia? Alugarás automóvel? Providencie a PID, Permissão Internacional para Dirigir, alerta Marco Aurélio Strassen, no bom blog Autoentusiastas. Mudaram exigências, incluindo documento em língua comum.

Na prática - Assim, exceto se você tem amigos na estrutura governamental vigente, que tem distribuído passaporte diplomático com flexibilidade, deve ir ao Detran de seu estado e pedir a PID. Ou a tradutor oficial, chancelado, para verter os termos constantes em sua CNH.

Gentileza – Patrocinadora da exposição de Giugiaro no Brasil, a Volkswagen agiu com delicadeza e convidou Anísio Campos, mais realizado de nossos designers de automóveis à abertura. AC foi de PAG, sua criação para a Dacon, então revenda VW. Contassem ao Giugiaro as dificuldades para fazer o carrinho em época de embotamento oficial e importações proibidas, teria colocado o AC numa redoma. Museu da Casa Brasileira, Av Faria Lima, 2.705, terça a domingo, das 11 às 18h, até 31 de março - exceto segundas.

Retífica Coluna passada derrapou, mas de lá, atento, leitor Helio Figueiredo corrigiu: Corumbá fica no Mato Grosso do Sul, MS. Retificado.

GenteGerson Almeida, jornalista, olhos puxados. OOOO Saiu da assessoria de imprensa da Renault após 10 anos, É primeiro executivo de assistência à conta da japonesa Nissan. OOOO Desafio. A Nissan tem pouco tempo para mostrar não ser apenas mais uma, mas valente operação industrial no estado do Rio. OOOO Concorrente e não apenas periférica. OOOO

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

FALTA DE AUTOPEÇAS ORIGINA AUMENTO DE CARROS INCOMPLETOS NOS PÁTIOS DAS MONTADORAS. PRESIDENTE DA ANFAVEA RECONHECE O PROBLEMA. FIAT FOI MAIS LONGE E DISSE QUE TERIA REGISTRADO MELHORES RESULTADOS SE TIVESSE RECEBIDO PEÇAS NECESSÁRIAS


Diversas montadoras estão com problemas de abastecimento de peças. A Fiat, por exemplo, tem três mil carros incompletos no pátio da fábrica de Betim (MG) aguardando rodas de liga leve e componentes plásticos.

O presidente da Fiat, Cledorvino Belini, que responde também pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) não apenas reconheceu o problema como anunciou que se ele persistir “teremos de importar o que está faltando".

O problema, segundo ele tem origem em alguns segmentos do setor de autopeças que não estão investindo na mesma proporção que as montadoras.


Belini ressaltou que o crescimento das montadoras, em 2012, e, agora em 2013, quando registraram produção recorde de 279,3 mil unidades - mais de 7,7% em relação a dezembro e 32% em comparação com janeiro do ano passado -, poderia ter sido ainda maior se as montadoras tivessem recebido os lotes de auto peças necessários.

Entretanto, o conselheiro do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), Elias Mufarej, afirmou que o setor trabalha com ociosidade média de 25% e atendeu, sem problemas, o aumento da demanda das montadoras no fim de 2012.

Para o sindicalista, se há algum problema pontual, é o caso de as partes avaliarem, mas isso pode ocorrer quando há variação de mix de produção e chegada de novos produtos e algumas montadoras podem estar enfrentando atrasos com as peças importadas.

Para Cledorvino Belini, se tivessemos disponibilidade de peças o resultado da Fiat, em janeiro, teria sido 5% maior,”.

Beline, contudo, citou que a falta de peças está ligado ao fato de a Fiat não ter dado férias coletivas no fim do ano – dispensa que ficou para este mês -, enquanto os fornecedores pararam suas linhas. Esse descompasso na produção, justificou, afetou o abastecimento da montadora.

O presidente da Fiat prognosticou que parte do problema do estoque de carros incompletos deve ser resolvida com a parada de 10 dias iniciada segunda-feira na fábrica de Betim.

A Fiat conta com o abastecimento normal de peças na volta dos funcionários. Outra alternativa, adiantou, é mudar a linha de produção, dando prioridade aos modelos com peças disponíveis.

As demais montadoras preferiram não dar maior importância ao tema. A Comissão de Fábrica da Volkswagen disse apenas que foram observados problemas pontuais de abastecimento, mas ligados a um aumento não programado na produção e a General Motors e a Ford, preferiram não se pronunciar.

Belini comemorou o bom início de ano:. "Nunca se produziu tanto veículo num mês de janeiro na história deste País. Foram criados 1.403 empregos. As montadoras, incluindo as de tratores, empregam agora 150,9 mil pessoas, 5,9 mil a mais que há um ano”.

A Anfavea, segundo Belini, espera crescimento de 4,5% na produção este ano, para 3,49 milhões de veículos. “Em 2012, o setor teve o primeiro recuo em uma década, com queda de 1,9% em relação a 2011, para 3,34 milhões de veículos”, lembrou.

As vendas também foram recordes para janeiro, com 311,4 mil unidades, 16,1% a mais que no mesmo mês de 2012, mas 13,3% menores que em dezembro, quando houve corrida às lojas por causa do fim da redução integral do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). O imposto voltou a ser cobrado gradualmente a partir deste mês.

O setor fechou janeiro com 298 mil carros em estoque, o equivalente a 29 dias de vendas. Em dezembro, eram 295 mil veículos (24 dias de vendas).

domingo, 10 de fevereiro de 2013

GIORGETTO GIUGIARO OS DOS MAIS FAMOSOS DESIGNERS DE AUTOMÓVEIS DO MUNDO TEM EXPOSTOS , ATÉ DIA 31 DE MARÇO, UMA EXPOSIÇÃO NO MUSEU DA CASA BRASILEIRA. SE FOR À CAPITAL PAULISTA NÃO DEIXE DE VISITAR A MOSTRA





Nº 26 - 10 / 02 / 2013



Giugiaro: 45 anos de design italiano

(Olhe ao seu redor: todos os objetos que você vê certamente são úteis para alguma coisa.)




“As feias que me perdoem, mas beleza é fundamental.” Já dizia Vinicius de Moraes em sua poesia “Receita de Mulher”, característica essa tão destacada nas transmissões de carnavais que acompanhamos na televisão. 

Então, já que a beleza é fundamental, surgem os designers para colocar o belo em nossa vida cotidiana, claro, quando isso é possível, como acontece com os automóveis.

Os designers são os responsáveis por fazer dos objetos muito mais do que meros utensílios – os objetos devem ser também capazes de melhorar nossa vida, de deixá-la mais bonita.


A definição de design é controversa até mesmo entre os profissionais do setor. É algo bem parecido com aquela velha discussão sobre o que é arte. 

No Dicionário Aurélio design surge como “concepção de um projeto ou modelo”. Steve Jobs costumava dizer que o design é “a alma das criações humanas”. Não foi à toa que ele ergueu a empresa investindo na fabricação de computadores esteticamente irresistíveis.

Num mundo em que a eficiência, durabilidade e qualidade dos produtos são semelhantes, de que forma é possível chamar a atenção do consumidor? Pela beleza, pela diferença – pelo design. 




Portanto, as empresas têm apostado todas as fichas no negócio, a ponto de consultores e analistas atestarem que vivemos na economia do design. 

Afinal de contas, está nas mãos dos designers o poder de criar coisas dirigidas para nos agradar e assim nos convencer – ou não – a comprar algo. Ou seja: eles influenciam diretamente a forma como gastamos nosso dinheiro.

Quando o assunto é automóvel, foi inaugurada uma exposição em São Paulo que vai até o dia 31 de março que tem como tema - Giugiaro: 45 anos de design italiano, no Museu da Casa Brasileira.


A mostra apresenta o trabalho de Giorgetto e Fabrizio Giugiaro, pai e filho, duas referências de criatividade no design. Giorgetto Giugiaro foi um dos principais agentes a dar forma e beleza à indústria automobilística mundial.

Eles participaram do evento de abertura da exposição, que também contou com a presença do presidente da Volkswagen do Brasil, Thomas Schmall, que destacou como Giugiaro desenvolveu com muito estilo e funcionalidade projetos e obras que entraram para a história.

Giorgetto Giugiaro mantém estreita relação com o Grupo Volkswagen desde os primeiros anos de atividade de seu estúdio, Italdesign. 




É de sua autoria, por exemplo, o desenho da primeira geração do Golf (1974) – considerado pelo próprio designer sua melhor e mais importante realização.

Giugiaro também desenhou vários outros projetos importantes do Grupo Volkswagen, como o Passat (1973), Scirocco (1974), Audi 80 (1978) e Lamborghini Gallardo (2002).

Essa cooperação de sucesso se itensificou em setembro de 2010, quando o Grupo Volkswagen tornou-se acionista majoritário no Italdesign. O estúdio foi criado em 1968 por Giorgetto Giugiaro em parceria com o engenheiro Aldo Mantovani.


MECÂNICA ONLINE

· A Volvo iniciou no Brasil os primeiros testes com um caminhão movido a diesel-metano, uma solução de combustível alternativo para transporte de longa distância. 

O caminhão é movido com até 75% de Gás Natural Liquefeito (GNL) e o restante de diesel. Testes de campo realizados na Europa mostram que a tecnologia com gás natural liquefeito diminui em até 10% as emissões de CO2, em comparação aos caminhões com tecnologia Euro 5.

· Os resultados das vendas no primeiro mês do ano foi de comemoração para as principais marcas de automóveis e comerciais leves. O motivo? Recorde histórico de vendas para o mês de janeiro! 

Entre as fabricantes a Fiat largou na frente e já abre cerca de 10 mil unidades de vantagem para a Volkswagen, que vem em segundo.

· Estão abertas as inscrições para o Programa Jovens Profissionais da Fiat. O objetivo é identificar e desenvolver engenheiros com interesse em atuação na área industrial. 

São 80 vagas direcionadas para o complexo automotivo que a fabricante italiana está montando em Goiana, Mata Norte de Pernambuco. 

Estes jovens profissionais devem ter graduação concluída entre junho de 2010 e março de 2013.

. São 81 as equipes inscritas na 19ª Competição Baja Sae Brasil - Petrobras, que representam 68 instituições de ensino superior de 17 estados brasileiros e Distrito Federal (DF). 

As provas serão realizadas de 14 a 17 de março, no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), em Piracicaba-SP.

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