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quinta-feira, 14 de março de 2013

ATENÇÃO LEITORAS, A VOLKSWAGEN ESTÁ OFERECENDO UM CURSO GRATUITO DE MECÂNICA PARA MULHERES. AS INSCRIÇÕES DEVEM SER FEITAS, HOJE (14/3) NO SITE DA MARCA: WWW.VW.COM.BR. APRENDA AS VERDADES E AS MENTIRAS DA MECÂNICA E OS CUIDADOS BÁSICOS QUE DEVE TER COM O SEU CARRO. O CURSO SERÁ NO SÁBADO DE MANHÃ (16/3) EM CONCESSIONÁRIAS VW


Curso MIM - Mecânica Inteligente para Mulheres - será oferecido no dia 16 de março (sábado) em 53 concessionárias de 16 Estados e Distrito Federal


A Rede Volkswagen oferecerá o curso gratuito MIM (Mecânica Inteligente para Mulheres) no dia 16 de março (sábado), a partir das 10h, em 53 concessionárias localizadas em 16 Estados brasileiros e no Distrito Federal. 

As interessadas devem se inscrever até esta quinta-feira (14/3) no site da Volkswagen do Brasil (www.vw.com.br); são 1.300 vagas disponíveis. 

Essa edição especial do curso presta homenagem a elas, no mês em que é comemorado o Dia Internacional da Mulher (8/3).


O principal objetivo do curso MIM (Mecânica Inteligente para Mulheres) é ensinar noções básicas sobre o funcionamento e a manutenção dos veículos, lembrando a importância de fazer as revisões periódicas em concessionárias Volkswagen e sempre usar peças originais.


Com uma linguagem simples e direta, o curso ensina cuidados básicos necessários com o veículo, além de revelar "Verdades e Mentiras" sobre o modo de dirigir e de fazer a manutenção. 

Alguns exemplos são "Nas descidas, devo manter o carro sempre engatado (verdade)", "Devo verificar o óleo semanalmente (verdade)" ou "O pé esquerdo deve ficar apoiado na embreagem (mentira)".


Durante o curso, as mulheres visitam a oficina mecânica e conhecem peças de veículos. As alunas também recebem todo conteúdo em pen drive e um caderno de anotações, com dicas práticas para o dia a dia.


"O curso é bem didático e aproxima ainda mais a marca Volkswagen do público feminino, representando uma ferramenta estratégica de relacionamento. Por meio de pesquisas, sabemos que as mulheres influenciam 60% das decisões de aquisição de um veículo, sendo por meio da compra direta ou opinando na escolha masculina", afirma o gerente executivo de Operações Comerciais de Pós-Vendas da Volkswagen do Brasil, Daniel Morroni.


Inscrições
No ato da inscrição, por meio do site da Volkswagen do Brasil (www.vw.com.br), as interessadas devem informar dados pessoais como nome completo e CPF. 


Após o preenchimento das informações, a relação das concessionárias onde o curso será realizado ficará disponível para escolha.

quarta-feira, 13 de março de 2013

VOLKSWAGEN ENTREGA À PORTUGUESA DE DESPORTOS ÔNIBUS PARA SERVIR AO CLUBE DE SÃO PAULO. A LUSA É O 18° CLUBE A RECEBER ÔNIBUS DA MARCA


O time da Seleção Volksbus acaba de conquistar mais um reforço: a Associação Portuguesa de Desportos, mais conhecida como Lusa. 

A entrega do ônibus VW 18.330 OT, cedido pela MAN Latin America em comodato por um período de dois anos, foi realizada nesta no Canindé - sede do clube, em São Paulo.


O evento contou com a presença do presidente da Lusa, Dr. Manuel da Lupa, jogadores e imprensa esportiva. Entre os presentes, destaque para Luiz Antonio Fleury Filho, ex-governador do Estado de São Paulo e grande torcedor do time. 

A entrega coincidiu com a apresentação do atacante Diogo, formado pelas categorias de base do clube que retorna após temporada na Europa.


Este é o primeiro ano de parceria com a Portuguesa. As cores do clube, o distintivo e os dizeres "Orgulho de ser Lusa" estão estampados no ônibus que a delegação rubro-verde utilizará em todas as viagens para disputa dos campeonatos Brasileiro e Estadual. 

A carroceria Marcopolo G7 Paradiso 1200 oferece alto nível de conforto, com poltronas reclináveis, refrigeradores e toalete. Além disso, a Portuguesa é o segundo clube a receber um ônibus Euro 5 da Seleção Volksbus, que atende às normas de emissão do Proconve P-7.

O projeto chamado Seleção Volksbus começou em 2007. Flamengo, Vasco, Fluminense, Resende, Volta Redonda, Internacional, Grêmio, Atlético Paranaense, Palmeiras, São Paulo, Atlético Mineiro, Cruzeiro, Goiás, Atlético Goianiense, Bahia, Sport, Náutico e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) também já receberam modernos ônibus Volkswagen feitos sob medida para o transporte de seus jogadores e comissões técnicas.


O VW 18.330 OT
A opção rodoviária da MAN Latin America vem equipada com motor Cummins ISL de 8,9 litros e 330 cavalos de potência, que trabalha com tecnologia SCR e utiliza ARLA 32 para atender os limites de emissões do Proconve P-7.



Conta com caixa de transmissão Eaton FSBO 9406 AE com servo assistência, o que garante facilidade nas trocas de marchas e maior conforto ao motorista. 

O modelo apresenta ainda retarder Voith VR 123 como opção, o que garante maior durabilidade ao sistema de freios e maior segurança em aplicações com alta exigência do sistema de freios.


O desenvolvimento de diversos outros componentes do trem de força focados no aumento de durabilidade, como cardan e eixo diferencial, fazem desse modelo um dos mais robustos da categoria. 

A eletrônica embarcada, marca dessa nova linha, está presente em diversos aspectos do desenvolvimento. 

O design do novo painel beneficia a ergonomia e os novos indicadores permitem o controle mais eficiente das funções do veículo. 

De forma mais discreta, novas funcionalidades auxiliam ainda na forma adequada de condução e controle do veículo.

PILOTO FÁBIO DALL AGNOL ESTREIA NA CATEGORIA 4 X 4, NO RALLY DAS MONTANHAS, EM CANELA



Vai começar a temporada 2013 do rali de velocidade brasileiro. A primeira corrida do ano será no Rio Grande do Sul. A cidade serrana de Canela receberá a partir desta quinta-feira, 15 de março, quase 50 carros para alinhar no grid de largada da abertura do Campeonato Brasileiro e do Gaúcho de Rali de velocidade. O Rally Montanhas de Canela terá dois dias de corrida, sábado e domingo, 16 e 17.


Um desafio e tanto para a dupla gaúcha Fábio Dall Agnol e Gabriel Morales da equipe Dall Agnol 53/UB Rally. Ele estará competindo pela primeira vez na categoria 4x4 – Classe 3 (carros de tração 4x4 e motor de até 2,0 litros com turbo). 

Depois de uma série de títulos entre os carros 4x2, o desafio agora será na categoria mais forte do certame nacional, a bordo de um Mitsubishi Lancer.

“Estamos apreensivos com a nossa estreia, já treinamos duas vezes e mesmo assim ainda falta a sensação de largar para um rali com um carro 4x4 para ver como realmente as coisas funcionam. Precisamos da noção de disputa, das marcas dos concorrentes e só assim vamos conseguir ter a real noção do quanto nossa preparação está sendo bem feita”, destaca o piloto Fábio Dall Agnol.
O piloto e o navegador Gabriel realizaram treinos durante a pré-temporada, com o novo carro, tudo para poder fazer uma estreia melhor nas corridas oficiais. 

“Sempre é muito importante treinar, quanto mais andamos com o carro mais conseguimos nos sentir confortável dentro dele. As aparências enganam, o carro na primeira impressão parece muito fácil de andar, mas com o passar do tempo se percebe que a noção de velocidade que ele transmite é que sempre se está devagar e na verdade estamos andando a 150, 170 km/h. Portanto precisamos ter muita atenção para podermos entender a velocidade do carro”, explica o piloto.

“Essa primeira prova com o novo carro será uma prova de muito aprendizado. Apesar de termos andado no Training Day, ainda há muito o que aprender, as reações do carro e tudo aquilo que podemos tirar dele. O Rali de Canela será uma prova de adaptação e o mais importante é terminar a prova, percorrer a maior quantidade de quilômetros com o carro. Acredito que brigar pela vitória ainda não será a nossa prioridade mas, sem dúvida, vamos buscar o melhor resultado possível”, acrescenta o navegador Gabriel.

Parceria vencedora
A Dall Agnol 53 vai competir no Campeonato Brasileiro de Rali de Velocidade em parceria com a UB Rally, do experiente piloto Ulysses Bertholdo. 

Uma parceria que promete ser importante para o aprendizado e evolução de Fábio e Gabriel neste novo desafio. “O Ulysses tem nos demonstrado dedicação extrema na construção do carro, dicas de condução, atenção e manutenção do Lancer. Com certeza, dentro deste ano onde vamos ser concorrentes, ele irá nos passar diversas informações importantes para nosso aperfeiçoamento”, aponta Fábio.

Competir na categoria 4x4 será um passo importante na carreira de Fábio e Gabriel. “Este ano vai ser de muitos desafios, vamos entrar em uma categoria nova, com uma forma de dirigir bastante diferente do que estávamos acostumados, por isso, acho que desde os nossos concorrentes até o carro vão ser grandes desafios para nós. Precisamos estar cientes que nas primeiras provas não vamos conseguir andar na frente, mas no decorrer do campeonato este será o objetivo”, explica Fábio.

Gabriel enfatiza: “acredito que o principal desafio será a adaptação ao novo carro. Teremos que, aos poucos, ir aumentando o nosso limite, até estarmos em condições de brigar com nossos rivais. Espero que este processo seja rápido e que a gente possa brigar pelas primeiras posições logo. Além disso, a categoria 4x4 está muito forte, com adversários experientes e rápidos, o que irá fazer com que a gente se esforce ainda mais”.

A corrida no Sul
Fábio Dall Agnol estará competindo em seu estado natal. Ele reside em Gaurama, RS. Mas isso não significa que terá vantagem, pois será a primeira vez que competirá no Rally Montanhas de Canela, uma prova que em 2012 foi uma das mais desafiadoras do calendário gaúcho.

Este ano, a organização já adiantou que vai mudar grande parte do percurso. A região de Canela é marcada por serras, onde os trechos de estradas de terra são íngremes. 

A bela paisagem da região também impressiona, o que para os competidores, é visível apenas antes do rali, pois durante a corrida as velocidades podem chegar próxima ou até ultrapassar os 200 km/h no caso dos carros da categoria 4x4.

A corrida será dividida em três dias. O primeiro, na sexta, será de reconhecimento das especiais pelos competidores, e também do shakedown, último treino antes da corrida. O rali se desenvolve no sábado, 16, e no domingo, 17.


UM CARRO FAZER 100 KIM/L NÃO É MAIS COISA DO PASSADO, COMO MOSTRAMOS NO BLOG RECENTEMENTE E O NOSSO COLUNISTA ROBERTO NASSER COMENTA E EXPLICA AS MUDANÇAS QUE PERMITIRAM CHEGAR A ESSE CONSUMO DO VW XL1. ELE PRESTA HOMENAGEM AO FALECIDO WILSON FITIPALDI E ANUNCIA O PREÇO DO HYUNDAI HB20S, AO LEMBRAR QUE O PREÇO DOS CARROS NO BRASIL É MUITO ALTO



Coluna nº 1113 - 13 de Março de 2013


100 km/litro de diesel. 

Acredita? É o VW XL 1
A matriz da Volkswagen expôs e anunciou no Salão de Genebra produção do XL1, automóvel que condensa todas as características de factibilidade para fazer veículo capaz de andar 100 quilômetros com um litro de óleo diesel. 


Na prática é a otimização de todos os componentes que influem em consumo: baixo peso – 795 kg; baixa resistência ao ar – Cd 0,189; aerodinâmica com forma de gota, bitola frontal mais larga que a posterior; baixo centro de gravidade; superfície lisa – retrovisores por exemplo, não existem, mas pequenas lentes carenadas que informam a monitores; motor otimizado, diesel, dois cilindros, turbo, 0.8 litro e 48 cv.

Carro curioso, não é montado com partes de fornecedores, mas feito em processo artesanal. Quer dizer, tudo é Volkswagen: motor, câmbio, plataforma, carroceria. A operação é híbrida. 


O motor diesel tem um gerador criado e construído pela VW, visualmente um tubo cortado, preso entre o volante motor – e seu peso o integra – e a caixa de câmbio DSG – sistema com duas embreagens, com sete marchas, operando automaticamente. 

O motor toca o gerador do 20 kW, equivalente a 25 cv, que produz energia armazenada em bateria com íons de lítio.

Num exemplo, carregada pela tomada de parede, permite andar uns 60 km. Freadas ajudam a gerar carga. Porém, quando esta cai a 12% do potencial da bateria, o motor diesel se liga e carrega a bateria. 


Na conta final do uso, é capaz de rodar 111 km com um litro de diesel – recorde mundial a carro de série.

Dele a Volkswagen produzirá inicial e artesanalmente 50 unidades em sua fábrica de Osnabrück, na Alemanha.

E então?

Ter sido condicionado em Brasília e trabalhado no Congresso – por concurso público -, mescla raciocínio que envolve muita explicação, porém cobrança de resultados práticos, minha visão sobre o XL1 mostra coisa muito maior do que o carrinho. 


A mim o XL1 é explicável com clareza, no tirar os olhos do produto e vendo o cenário. XL1 é um trocadilho, é abreviatura de Excelence, e a palavra tanto significa o máximo como resultado, quanto dá ares de superioridade a quem mandou criar o produto, no caso o herr professor doktor Ferdinand Piëch, presidente do Conselho da Volkswagen, neto do professor Porsche e quem transformou a Volkswagen dando-lhe lucratividade, solidez e o caminhar firme para se tornar a maior do mundo em 2018. Hoje já disputa a segunda posição com a GM e assusta a Toyota, que se reformula.

A determinação e o mando do dr. Piëch viabilizaram a marca aparentemente impossível, por custo desconhecido, porém de estatura. 


Assim, não veja o XL1 como um carrinho recordista a ser produzido manualmente, como se fosse um carro de corridas, em contadas séries por anos a fio. 

Veja-o como a corporificação, o efeito demonstração de poder e sua administração. Esqueça-o e pense que o desenvolvimento de tecnologias irá permear para outros futuros modelos da marca - como o novo UPO!, por exemplo. 

A osmose tecnológica a um produto de uso factível, deve trazer como resultado, 50, 60 ou mais quilômetros por litro. Menor que os recordistas 111 km/litro do XL 1, mas ainda assim muito superior à concorrência, e com emissões inferiores ao limite legal. 

XZL 1, 111 kmn/litro. Demonstração de poder e caminho para factíveis 50, 60 mkm/litro 


Sedã Hyundai HB20S já tem preço:
R$ 39.495

Com início de vendas aos 20 de abril, a versão sedã do novidadoso e bem sucedido Hyundai HB20 chegará ao mercado com um diferencial: o maior conjunto de itens de conforto em carro deste segmento. 


Surfando no sucesso do hatch, com filas e espera, a Hyundai se entusiasmou, montando as versões 1.0 do sedã e assumiu o risco de duas imperfeições: preço e ausência de ABS nos freios. 

Comprador consciente exigindo segurança só encontrará o importante adjutório a partir da versão Style 1.6, com preço superando os R$ 48 mil. Opção automática, mais de R$ 51 mil. Na composição optou-se por itens de conforto.

Outros itens polêmicos na montagem são o câmbio automático, pobre em limitadas 4 velocidades, e a direção com assistência hidráulica, sistema em franca substituição pelo auxílio elétrico que não absorve potência do motor e, consequentemente consome e polui menos.

Motores flexibilizados, utilizando CVVT, comando de válvulas variável, 1.0, três cilindros, 80 cv, 1.6, quatro cilindros, 128 cv, e diferenças de composição de conforto em três versões: Comfort Plus, Style e Premium.

Carro completo, Premium, 1.6, automático, pintura metálica, - duas almofadas de ar estão em todas as versões, freios com ABS, rádio com comando ao volante, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, computador, console interno, gaveta sob o banco do motorista, com ajuste de altura, sai a R$ 54 mil.

Conjuntura
Caro? Barato? Quem sabe? A sociedade de consumo no Brasil está forjando gabarito peculiar, cujo molde exibe veículos pobres, pequenos, porém enfeitados e com preços elevados. Pessoal do marketing os chama Premium...

É consequência de elevados preços finais resultado de enorme quantidade de impostos – quase metade num carro 1.6, larga margem de lucro, falta de competição com importados. Moral da história, os preços mais elevados do mundo para um país produtor. 


Sem reclamação, protestos, nossa grande massa de vendas está em carros com plataformas pequenas, aos quais se agregaram confortos e itens de decoração, elevando seus valores a níveis que, em outros países produtores equivalem a veículos maiores, mais confortáveis, mais seguros.

O que no exterior é carro de estudante, no Brasil é de Doutor com pós doutorado.

Hyundai HB20S. Pequeno, enfeitado, cara do mercado. 

Roda-a-Roda

Negócio – Talvez a montadora em maior crise, a Peugeot busca novos negócios e chegou à fórmula ideal: associação para montagem no Cazaquistão. No acordo com a local Agromash montagem inicial de 4.000 unidades/ano de modelos 301, 3008, 508 e Partner.

Dois lados – De empregos, 300 da França e 150 no Cazaquistão, novo país em extensão, mais ou menos 1/3 da superfície brasileira, pouca densidade, com 16 milhões de habitantes, e nenhuma indústria automobilística. 


Geopoliticamente está na Comunidade dos Estados Independentes, os desunidos da então União Soviética, e a PSA tem operações nos vizinhos Rússia, Ucrânia e na fronteiriça China. A CEI é, como a Ásia e a América Latina, mercado em exceção – cresce.

Harakiri – Corre-se na Toyota para fazer o relançamento do Etios. O carrinho, de fórmula indiana, não emplacou em vendas. Em verdade é a maior frustração entre tradição, expectativas e resultados. Por isto, pequenas mudanças para mostrar que agora já fala a língua de exigências do consumidor brasileiro.

Ocasião – A MINI baixou preços e freou os juros a 0% a.m. em vendas com sinal de 50% e saldo em 12 vezes. Na prática, representa R$ 5 mil de desconto no preço inicial, mais ganhos financeiros. 


Vale para versões Cooper Countryman Chili, Exclusive, Sport. Cooper S e Roadster. A fim? Corra. Só em março.

Liderança – Fevereiro manteve a Fiat na liderança onde está há 11 anos. Vendeu mais e marcou 22,2% de participação no mercado.

Fecho – Mais de 10 anos após operar industrialmente no Brasil, a Citroën fecha o ciclo de revendas em todas as capitais. Faltante Boa Vista, Ro, já tem a Citroën Équilibre, do Grupo Raul Lima. Corre o risco de internacionalizar-se vendendo para Venezuela e Guiana. Tamanho previsto para o mercado é de 25 veículos novos e 15 usados ao mês.

Também – A Audi chegou a João Pessoa, PB.

Tecnologia 1 - Chapa de metal mesclando aço inox e alumínio foi anunciada pela Honda. Prensadas duas vezes, pesam 17% menos que o aço.

... 2 – Lembra do tempo dos carros automáticos com duas ou três marchas? Pois é. Agora chegamos a nove! Feita pela ZF para veículos leves com motor transversal. 


Primeiro cliente: Land Rover, ainda este ano. Vantagem é ter mais marchas para fazer o mesmo serviço, significando menor consumo e maior rapidez nas trocas.

... 3 – É a grande briga entre as caixas mecânicas automatizadas por duas embreagens e as de operação hidráulica, como a ZF.

Lei – De presença obrigatória até o final do ano, o sistema ABS nos freios e de almofadas de ar começam a aparecer nos produtos vendidos aqui. As picapes Ranger a partir de agora passam a vir com duas almofadas de ar. 


Orientação – Instalada em Minas, a FPT, fábrica de motores e transmissões controlada pela Fiat, deve ter prestado atenção em letra do também mineiro cantor Milton Nascimento. Na música “Nos Bailes da Vida” dá aula de vendas ao dizer que o “artista deve ir onde o povo está”.


E, ... - Quem ouviu mandou a empresa criar escritório de vendas em S Paulo, pois lá está a massa das montadoras e fabricantes possíveis clientes.

Acidentes – A privatização da Via Dutra indica redução de vítimas fatais nos seis anos de administração da concessionária CCR. 


As mortes caíram de 520, em 2006, para 195 no ano passado. Maiores redutores, fim dos cruzamentos em nível, muros separando as pistas, mais sinalização e asfalto tentativamente correto.

Ecologia – Num processo de redução de custos por ganhos ecológicos a fábrica da Volkswagen, em São José dos Pinhais, beiradas de Curitiba, Pr, instalou estação meteorológica própria e com isto utiliza eficientemente energia e gás natural no processo de pintura. 


Portadora de ISSO 14001 a instalação também gera energia fotovoltaica por painéis solares instalados no teto.

Antigos – Economista e antigomobilista, Lúcio Pereira avalia que sem Hugo Chávez e o gracioso petróleo que cedia a Cuba, a ilha chegará ao capitalismo. 


E, quando ocorrer, carros novos substituirão a frota antiga, e os magos de mecânica e lanternagem que a mantém rodando, ignorando a passagem do tempo, ficarão sem trabalho, perdendo sua arte.

Idéia – Propõe haja um mecanismo para trazê-los, oferecer condições de vida no Brasil, para dar aulas a interessados em manutenção veicular, fugindo da irrefreável tendência da mera troca de peças, sem a arte da recuperação. Ideia ótima. O Ministério do Trabalho poderia incrementá-la.

Barão – Foi-se Wilson Fittipaldi, 92, radialista. Pai de Wilsinho e Emerson, líder do clã, grande motivador das corridas com o pessoal da casa e todos os amigos periféricos. 


Deveria merecer um registro Guiness pelo fato de quatro gerações de sua família se dediquem a corridas. 

De grande importância em tudo do automobilismo brasileiro em sua grande arrancada após os anos ’50.

Wilsão, o Barão.

Ideia – Junto com Eloy Gogliano, do Centauro Motor Clube, criaram as 1.000 Milhas, a grande prova de resistência do automobilismo brasileiro, mesclando e integrando competidores. 


O pequeno apoio dos nascentes fabricantes de auto peças para a também nascente indústria automobilística nacional transformou a corridas em laboratório, provocou o surgimento das equipes de fábrica.

Gente - Antônio Megale, engenheiro, diretor da Volkswagen, presidente da AEA - Associação Brasileira de Engenharia Automotiva. Reeleição. OOOO Já exercia pela a transferência do presidente Franco Ciranni. OOOO Até 2014. OOOO Marco Mazzu, italiano, engenheiro, presidente da Fiat Industrial Latin America e da Iveco, novo Cidadão Honorário de Minas. OOOO Bom de serviço, promove arrancada e crescimento da Iveco, decidiu a construção de escadas Magirus e de um blindado, o Guarani. OOOO Mark Hogan, 61, executivo, noBoard da Toyota mundial. OOOO Hogan presidiu a GM Brasil, foi vice na Corporation, presidiu a Magna Steyer. OOOO A Toyota quer um olhar competente e ocidental para crescer. OOOO Evaristo Nascimento, 63 fim de carência. OOOO Era o principal executivo da promotora de eventos Alcântara Machado, comprada pela Reed Exibitions e contratualmente deu um tempo. OOOO Volta 'a ativa pela Nascimento Eventos e promoverá feira de VUCs, os veículos urbanos de carga. OOOO


EQUIPE SOLIMANN RACING COMPETE NO CAMPEONATO GAÚCHO, EM CANELA, NO PRÓXIMO FIM DE SEMANA COM PEUGEOT 206 DE OLHO NO BRASILEIRO



Fotos: Édson Castro
O ano de 2013 reserva algumas novidades para a equipe Solimann Racing (Solimann Empreendimentos) de Erechim. O time formado pela dupla Laurindo Solimann e Fernando Solimann vai disputar toda a temporada do Campeonato Gaúcho mas já projeta realizar também algumas corridas do Brasileiro de rali de velocidade.

“Nossa intenção é fazer prova a prova. Porém, podemos adiantar que em Canela e Erechim vamos competir também pelo Brasileiro. Depois, iremos analisar o restante da temporada”, salienta o piloto Laurindo Solimann.


E o primeiro desafio do ano será justamente em Canela, neste final de semana. A cidade recebe a partir de sexta, dia 15, até domingo, dia 17, as etapas de abertura dos campeonatos Brasileiro e Gaúcho, em disputa simultânea. Laurindo e Fernando vão competir na categoria Super A – 4x2 Super (carros de tração 4x2 e motor de até 1,6 litros), a bordo do Peugeot 206.

Esta será a terceira temporada da equipe no Campeonato Gaúcho, que passa a ser o principal objetivo. Canela é um rali que a dupla Laurindo e Fernando conhece e sabe das dificuldades que irão encontrar. 

“É um rali duro e desafiante, para a dupla, mas estamos confiantes”, acrescenta o piloto.
O fato de conhecer a região, para Laurindo, não é necessariamente um beneficio. 

“Nós não temos benefício nenhum, pois não conseguimos completar a corrida de Canela no ano passado, para nós é uma pista completamente desconhecida”, explica.
A prova de Canela promete ser de disputas intensas, pois até agora são 46 carros inscritos para alinhar no grid. 

“Será uma corrida muito disputada, nos entusiasmamos pela concorrência sadia. O fato de ter tantos carros é bom, pois, demonstra o crescimento da rali velocidade e nos incentiva a investir neste esporte”, acrescenta Laurindo.

Objetivos para 2013
Laurindo e Fernando começam a temporada 2013 com objetivos já traçados. “Nossa meta é fazer cada corrida um novo desafio e viver intensamente cada prova, aproveitando todas as emoções que este esporte nos proporciona”, explica Laurindo.

O Peugeot 206, da equipe Solimann Racing já está pronto para a corrida de Canela. “O carro foi todo revisado, está tudo pronto, acertamos vários pontos, treinamos bastante, deixando o carro em condições para fazermos uma boa corrida”, diz o piloto Laurindo.

Evolução
A Solimann Racing fez suas primeiras corridas em 2011. O ano passado foi de temporada completa que terminou com a dupla buscando evolução no rali de velocidade. 

“Hoje podemos dizer que nos sentimos um pouco mais experiente, por termos terminado as duas últimas provas, e felizes porque obtemos o segundo lugar no Campeonato Gaúcho como navegador. No rali velocidade quanto mais se corre mais se aprende e é isto que pretendemos, melhorar cada vez mais”, encerra Laurindo Solimann.

O Rali em Canela
O Rally Montanhas de Canela, promete ser uma das provas mais desafiadoras do calendário gaúcho e brasileiro. Este ano, a organização já adiantou que vai mudar grande parte do percurso em relação a 2012. 

A região de Canela é marcada por serras, onde os trechos de estradas de terra são íngremes.

A bela paisagem da região também impressiona, o que para os competidores, é visível apenas antes do rali, pois durante a corrida as velocidades podem chegar próxima ou até ultrapassar os 200 km/h no caso dos carros da categoria 4x4.

A corrida será dividida em três dias. O primeiro, na sexta, será de reconhecimento das especiais pelos competidores, e também do shakedown, último treino antes da corrida. O rali se desenvolve no sábado, 16, e no domingo, 17.


CANELA QUER SE CONSOLIDAR NO CENÁRIO NACIONAL DE RALIS. CIDADE DA SERRA GAÚCHA RECEBE PRIMEIRA ETAPA DOS CAMPEONATOS BRASILEIRO E GAÚCHO NESTE FIM DE SEMANA




Canela é uma cidade turística que está localizada em uma bonita região, na serra do Rio Grande do Sul. Em 2012, com suporte e apoio do Automóvel Clube de Panambi, realizou sua primeira edição de uma corrida de rali de velocidade. Naquela edição, pouco mais de 10 carros participaram do evento. Neste ano, com a confirmação da abertura das temporadas nos campeonatos Brasileiro e Gaúcho, já são 46 carros inscritos e um grid histórico para o evento. 

Números que animam o secretário de Turismo de Canela, Leandro de Oliveira. A meta a partir de agora, segundo ele, é consolidar a cidade no cenário nacional dos ralis de velocidade.


“Esperamos que seja um sucesso este evento e possamos consolidá-lo em nossa cidade deixando em nosso calendário anual dos eventos que se realizam em Canela. A importância é, que além de ser mais um atrativo para nossa comunidade, o rali leva o nome da cidade para o Brasil inteiro, pois a mídia que acompanha o evento é muito grande. Além disso, proporciona aos participantes, conhecerem as belezas naturais do nosso turismo rural”, enfatiza o secretário.

“Sabemos que o rali, tanto brasileiro quanto gaúcho, é um evento de muitos adeptos, com público apaixonado e fiel, por esta modalidade esportiva. Com o evento acontecendo no período de baixa temporada, certamente incrementará o nosso fluxo de visitantes na cidade, e assim diminuindo a sazonalidade deste período”, explica Leandro.


Grid histórico
Os mais de 45 carros inscritos no Rally Montanhas de Canela que começa sua programação no próximo dia 15, e segue até o domingo, 17, formam um dos maiores na história do Esporte no País. 


Chega próximo a grandes eventos como o maior de todos, em Erechim, também no RS, e Curitiba, no PR. “Isso mostra a força do evento e que a cidade de Canela tem, além de ter a estrutura ideal para realização do evento juntando com apelo pelo turismo da nossa cidade que é muito forte. Por isso a consolidação do evento para cidade é muito importante, conseguimos uma mídia enorme para o município e a vinda de muitos turistas para Canela e região”, comemora Leandro de Oliveira.

A prefeitura de Canela também se envolveu na organização do Rally Montanhas de Canela. “Estamos apoiando o evento na íntegra com toda infra-estrutura local, tais como ambulância, com toda equipe médica, assessoria de imprensa, guarda municipal de trânsito, para auxiliar nos fechamento e abertura das ruas, melhoramento dos trajetos do Rali, além de todo apoio do pessoal logístico da Secretaria de Turismo”, encerra o secretário Leandro de Oliveira.


SERVIÇO
Rally Montanhas de Canela
Canela, RS
Dias 15, 16 e 17 de março de 2013
Abertura dos campeonatos Brasileiro (1ª e 2ª etapas) e Gaúcho (1ª etapa) de rali de velocidade
Parque de apoio/boxes das equipes: Hotel Pampas da Serra
Acesso do público: gratuito. O público pode acessar o parque de apoio, conhecer de perto o trabalho das equipes e também assistir à corrida nas estradas (especiais) designadas pela organização

HÁ EXATOS 40 ANOS, A FIAT ESCOLHEU MINAS GERAIS PARA PRODUZIR VEÚCULOS E HOJE PODE PRODUZIR 800 MIL CARROS POR ANO. É A MAIOR PLANTA INDUSTRIAL DA MARCA NO MUNDO


Há exatos 40 anos, no dia 14 de março de 1973, a Fiat dava o primeiro passo para instalar-se em Minas Gerais. Nessa data, reuniram-se o presidente da Fiat SpA, Giovanni Agnelli, e o governador Rondon Pacheco para assinarem, no Palácio da Liberdade, o Acordo de Comunhão de Interesses entre Fiat e Governo do Estado, que resultaria na constituição e implantação da empresa. Giovanni Agnelli, neto do fundador da Fiat, seria depois o anfitrião na solenidade de inauguração da fábrica instalada em Betim, em 9 de julho de 1976.

A Fiat foi projetada para produzir 200 mil veículos por ano. Seguidos investimentos ao longo de seus 36 anos de operação ampliaram sua capacidade anual para 800 mil automóveis e comerciais leves, consolidando-a como a maior fábrica da Fiat no mundo. Ao mesmo tempo, atraiu para o seu entorno dezenas de outras empresas fornecedoras, contribuindo para a industrialização de Minas Gerais.

A planta de Betim está, neste e no próximo ano, passando por obras de ampliação, que elevarão sua capacidade anual de produção para 950 mil unidades a partir de 2014. Trata-se de um passo importante para a empresa que alcançou, em 2012, o décimo primeiro ano de liderança do mercado brasileiro.

MINI CELEBRA 100 ANOS DE ATIVIDADES DA FÁBRICA DE OXFORD QUE É UM CENTRO DE EXCELÊNCIA DE PRODUÇÃO DESSES SIMPÁTICOS CARROS PARA O MUNDO. ALI, FORAM FABRICADOS QUASE 12 MILHÕES DE CARROS. HOJE, OXFORD É UM NÚCLEO DE EXPORTAÇÕES BRITÂNICAS PARA O MUNDO E É DE LÁ QUE SAEM OS NOVOS E EFICIENTES MODELOS MINI


Neste mês de março, a planta de Oxford, da MINI, comemora um século produzindo carros,  mantendo sempre o espírito e a meta de aumento da produção, dos investimentos e expansão. 



A fábrica emprega atualmente 3.700 trabalhadores que produzem 900 veículos por dia, e contribuiu com mais de 2.250.000 de unidades para o compto total de mais de 11.650.000 automóveis construídos desde 1913, em Oxford. 



O primeiro carro produzido em Oxford, foi um Morris Bullnose (foto), no dia 28 de março de 1913, a que se seguiu uma ampla gama de modelos de famosas marcas britânicas, e até mesmo um japonês, incluindo MG, Wolseley, Riley, Austin, Austin Healey, MINI, Vanden Plas, Princesa, Triumph, Rover, Sterling e Honda, assim como a criação das marcas Morris e MINI.


A subsidiária Companhia Pressed Steel de aço estampado, que ocupa o mesmo complexo Cowley constrói carrocerias para a Rolls-Royce, Bentley, Jaguar, MG, Standard-Triumph, Ford, Hillman, e máquinas que produzem ferramentas para a Alfa Romeo. 



A fábrica tem uma história impressionante longa de exportação de veículos, que resultou em mais de 1.7 milhão de modelos MINI vendidos no mundo.



A fábrica produziu uma família de carros famosos, incluindo a Morris Bullnose, o Morris Minor, o clássico Mini (foto), o Hindustan Ambassador, da Índia, e o atual MINI. 




Também produziu veículos Honda por um breve período na década de 80, bem como alguns modelos que atingiram notoriedade, incluindo um dos pioneiros, o Pathfinder Riley (foto), o ridicularizado Morris Marina, o deslumbrante Princess da década de 70, e o Austin Maestro, um dos primeiros carros mais falado no mundo.

Houve oito guardiões da planta de Oxford, nos últimos 100 anos, o mais importante, o fundador, William Morris (foto), um dos donos da fábrica e acionista ainda através de Morris Motors, até 1952, quando fundiu-se com arquirrival da Austin para fundar a British Motor Corporation (BMC), de que Morris, conhecido como Lord Nurffield, foi presidente por seis meses antes de se aposentar. 



Durante os primeiros anos da década de 60, a fábrica tinha cerca de 28.000 funcionários produzindo uma extraordinária variedade de modelos.



Em 1967, a BMC tornou-se British Motor Holdings, ao se fundir com a Jaguar, e no ano seguinte o grupo fundiu-se com a empresa de caminhões Leyland (que incluia a Triumph e a Rover) para formar a British Leyland Motor Corporation. Então veio a nacionalização em 1974. O grupo passou por diversas mudanças de nome até que se tornou Rover Group em 1986.

Graham Day foi encarregado de privatizar a sociedade no governo Thatcher, o que foi concluído em 1988 com a venda da British Aerospace. O grupo que incluía a Land Rover foi comprado pela BMW, em 1994.



BMW Group investiu pesadamente na Rover, e logo decidiu que a substituição da MINI seria uma prioridade. No entanto, houve consideráveis ​​ventos contrários e uma taxa de câmbio desfavorável levou a BMW Group a vendeu a Rover para a Phoenix Consortium em 2000 e a Land Rover para a Ford, no mesmo ano.



A marca MINI foi mantida na BMW Group Usina Oxford, o famoso Cowley, junto com a planta de prensas de Swindon e da nova fábrica de motores, em Hams Hall, em Birmingham, que se preparava para produzir.



Hoje, a fábrica de Oxford floresce com a produção do MINI Hatch, Convertible, Clubman, Clubvan, Roadster e Coupé. Atualmente, o complexo passa por um grande investimento que inclui a instalação de 1.000 novos robôs, tanto para a nova área de fabricação de carrocerias e como para a existente. 



Esta é a parte mais importante de um programa de investimento de 750 milhões de libras, anunciado no ano passado e também contempla uma melhoria significativa e implementação de novas instalações da fábrica de motores, em Hams Hall, na própria empresa e na fábrica de aço prensado para carrocerias de Swindon.



A fábrica de Oxford tem gerado considerável riqueza para a Inglaterra, assim como muitos outros países ao redor do mundo durante seus 100 anos, dando emprego direto a centenas de milhares de trabalhadores e a dezenas de milhares de pessoas através de empregos indiretos. 



O complexo de Oxford tem uma longa história de sucessos de exportação, os produtos Morris responsáveis ​​por quase 30% das exportações totais do país em meados de 1930. 




Em 1950, a fábrica produziu seu modelo de número 100.000, no exterior, um Morris Minor, e, em 1962, a BMC exportava 320 mil veículos de sua produção anual de 850.000 veículos para mais de 170 países, de que Oxford contribuiu com uma maioria desse total. BMC foi o maior exportador no Reino Unido no início de 1960, tal como tinha sido Morris nos anos 30.


A fábrica de Oxford tem contribuído para as atividades industriais de um número surpreendente de países distantes, através da produção de dezenas de milhares de carros para exportação, completamente desmontados, que são montados nas fábricas, no exterior. 


Os países que produziram esses carros incluem a Argentina, Austrália, Bélgica, Cuba, África Oriental, Gana, Holanda, Hong Kong, Índia, Indonésia, Irã, Irlanda, Itália, Nova Zelândia, Malásia, México, Nigéria, Espanha, Sri Lanka, Tanzânia, Trinidad, Turquia, Uganda, Uruguai e muitos outros. 


Em 1967, os carros completamente desmontados constituíram 40% das exportações da BMC, onde as peças foram montadas em 21 fábricas no mundo. Morris Oxford e Minor, MGA, MINI, Morris 1100 e veículos comerciais estavam entre os muitos modelos construídos nessas fábricas distantes. 


O número de carros exportados da planta Oxford é igualmente impressionante. Nada menos do que 1,7 milhão de carros MINI foram exportados para mais de 100 países, desde 2001.



Atualmente, a planta de Oxford forma o núcleo da rede de produção do Reino Unido do BMW Group, que inclui a fábrica de motores em Hams Hall, Birmingham, e a planta de chapas prensadas, em Swindon, antigamente parte da Pressed Steel Company.



A rede passa por um excelente momento e aponta para um futuro brilhante, assim que a próxima geração da família MINI entrar em produção nos próximos anos, em meio a uma tendência de vendas e aumento das exportações.



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