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quarta-feira, 17 de julho de 2013

QUEM DESEJAR JÁ PODE ADQUIRIR UM ONIX OU UM PRISMA COM O MODERNO CÂMBIO AUTOMÁTICO GF6. A CHEVROLET OFERECE AS VERSÕES LT E LTZ 2014 COM ESSE ITEM A OUTROS DE CONFORTO. OS MESMOS MODELOS DE CÂMBIO MANUAL RECEBERAM MELHORIAS NA TRANSMISSÃO. O UP GRADE REPRESENTA UM DESEMBOLSO DE MAIS R$ 7 MIL PELO CONSUMIDOR.



São Caetano do Sul, (SP) – Por mais R$ 7 mil que o preço das versões mecânicas 2013, a Chevrolet deu um grau nos seus modelos Onix e Prisma 2014, LT e LTZ, de motor 1.4, equipando-os com a transmissão automática de seis velocidades tipo GF6 - 2ª geração com Active Select.

Esses modelos são equipados ainda com controle automático de velocidade no volante, agora de couro, acionamento automático da abertura da portinhola do combustível e do porta-malas de dentro do veículo e vêm na nova cor Azul Sky.


A transmissão mecânica dos Onix e Prisma 2014, com motores 1.0 e 1.4, foi melhorada com a segunda geração do sistema F1X, que conta com um novo conjunto de sincronizadores – triplo e duplo cones, que garante engates mais leves e a possibilidade de trocas mais esportivas das marchas. 

Os modelos Onix e Prisma 1.4, de 2014 - no mercado desde outubro de 2012 e fevereiro de 2013, respectivamente -, além de serem pioneiros no uso de câmbio de seis marchas no seu segmento, receberam a ré sincronizada, o que facilita a operação ao efetuar a manobra.

Preços


O preço desses modelos começa a partir de R$ 43.390, no modelo LT e a partir de R$ 47.190 na LTZ, do Onix AT6.


No Prisma AT6, o valor inicia-se em R$ 46.390, na versão LT, e em R$ 49.990, na LTZ.

Transmissão inédita
Seja para encarar as situações de trânsito na cidade ou para trafegar em velocidade de cruzeiro em uma estrada, a transmissão automática que equipa os Chevrolet Onix e Prisma 2014, garante ao condutor respostas mais rápidas às mudanças de marchas e baixo consumo.

Conhecida de outros modelos da Chevrolet, como Cruze, Sonic e Spin, a transmissão GF6 chega à sua segunda geração mais eficiente, trunfo da engenharia de Powertrain da GM do Brasil que, de forma pioneira, oferece uma transmissão automática de seis velocidades em veículos de motorização 1.4 litro.

A exemplo de sua primeira geração, a GF6 conta com o sistema adaptativo de trocas de marcha, módulo de controle integrado - que elimina cabos entre o módulo e a transmissão -, e freio motor, dispositivo que mantém a marcha em uso mesmo quando o motorista alivia o pé do acelerador, conferindo maior controle e estabilidade do veículo.

Somado a isso, a opção Active Select permite que o próprio condutor realize as trocas de marcha a seu modo, por meio dos controles localizados na alavanca de transmissão, conferindo mais esportividades à condução do veículo.

A segunda geração da transmissão GF6, no entanto, apresenta expressivas evoluções e melhorias que fazem diferença para o motorista do Onix ou Prisma 2014.


Os números comprovam: o sistema é 0,5s mais rápido para marchas à frente e 0,7s nas reduções. Ou seja, desempenho até 50% mais rápido que a geração anterior.

Novos componentes internos da transmissão possibilitaram uma maior eficiência hidráulica e permitiram uma melhor estratégia de calibração que privilegiam o melhor consumo de combustível sem prejudicar o conforto.

O câmbio possui sistema adaptativo, o qual permite que a transmissão se molde ao estilo de condução de cada motorista.


Se o foco é mais desempenho e segurança nas ultrapassagens aliada à economia de combustível, a disponibilidade da sexta marcha é item fundamental que torna os modelos diferenciados para seus segmentos.

"Em termos de desempenho, o SPE/4, que é um motor inteligente e com elevada tecnologia embarcada, dispõe ainda de muita força, que é um item determinante na performance destes modelos", afirma o diretor de engenharia de Powertrain da GM América do Sul, Paulo Riedel.

O executivo aponta o coeficiente de torque – que calcula a relação entre força X cilindrada - como fator de destaque no projeto.


"Este é o ponto crucial. Esta motorização 1.4 litro disponibiliza 90% do torque máximo a partir de 2.300 rpm. Este índice é extremamente próximo ou mesmo idêntico a veículos de motorização 1.6L ou até superior. Por isso as versões automáticas de Onix e Prisma conseguem oferecer o conforto, a comodidade e o desempenho antes só encontrados em veículos de nichos mais avançados", explica Riedel.


Ainda em relação ao desempenho, Onix e Prisma 2014 mantém os bons índices das versões de transmissão mecânica de cinco velocidades: ambos entregam 106 cavalos quando abastecidos com etanol e 98 cavalos com uso de gasolina, sempre a 6.000 rpm.

O torque máximo, com etanol, é de 13,9 kgfm a partir de 4800 rpm e de 13,0 kgfm quando alimentado a gasolina, com a mesma rotação.

Abastecido com etanol, o Chevrolet Prisma 2014 equipado com transmissão automática, acelera de 0 a 100km/h em 11,9s.

Utilizando gasolina, o modelo responde a mesma demanda em 12,6s. Com os dois combustíveis a velocidade máxima é de 171 km/h.

Já o Onix 2014 com transmissão automática movido a etanol acelera de 0 a 100 km/h em 12s0 e, em 12s7, quando movido a gasolina.

A velocidade máxima do Onix com os dois combustíveis é de 171 km/h.


Câmbio macio
Se por um lado a oferta do câmbio automático beneficia aqueles motoristas que não dispensam conforto ao dirigir, a transmissão manual de cinco velocidades também recebeu importantes melhorias.

A segunda geração do câmbio F1X contempla otimizações tanto para as versões 1.0 litro quanto 1.4 litro de Onix e Prisma, com sutis diferenças.

A nova transmissão com o sistema de sincronização "Triple & Dual Cone" permite engates com menor esforço e trocas de marchas de forma mais esportiva.

Essas melhorias são disponíveis para ambas as motorizações sendo que a 1.4 litro contempla ainda a sincronização da ré, facilitando o engate.


Somado a isso, a utilização de novos rolamentos também otimiza o desempenho dos modelos, garantindo ainda menor consumo de combustível e melhores índices de vibração, ruído e aspereza.

Novo patamar para compactos
São muitas as características compartilhadas pelos Chevrolet Onix e Prisma e que os tornam produtos únicos em seus segmentos.

Resultados de um investimento histórico da GM do Brasil de R$ 2 bilhões, os veículos foram criados a partir da mesma arquitetura global de modelos como Spin, Cobalt e Sonic.


Com a identidade característica da Chevrolet, mas dotados de personalidade própria, Onix e Prisma se tornaram referências para carros compactos de desempenho, tecnologia e conforto acima da média e segmentos superiores.

E isso tudo é resultado de um trabalho 100% desenvolvido pela GM do Brasil, um dos cinco centros globais da GM para o desenvolvimento de novos produtos, incluindo a criação, o desenvolvimento propriamente dito e a sua produção.


No que tange ao design, as linhas esculturais e esportivas buscam captar o máximo de luz ambiente e dão vida aos modelos.

Apesar de ambos terem forte apelo jovial, o Chevrolet Onix aparenta mais robustez, ao passo que o Prisma carrega um quê de elegância esportiva, com a traseira robusta e levemente arqueada.

Principal diferença estética entre os carros, o terceiro volume do Prisma o torna 30 centímetros mais comprido que o hactback, com 4.275 milímetros.

Nas demais medidas, eles dividem os mesmos números: 1.964 mm de largura e entreeixos de 2.528 mm, o que garante um ambiente interno de conforto para todos os ocupantes.


No quesito capacidade de carga, o Prisma comporta generosos 500 litros de capacidade, com abertura no conceito "wrap-around", o que facilita o acesso às bagagens. 




No Onix são 280 litros.

A oferta de um pacote de itens de série é outro destaque. Em ambos, todas as versões trazem direção hidráulica, airbags frontais e freios ABS/EBD, sendo que o Prisma contempla ainda o sensor de estacionamento traseiro, uma característica mais associada aos sedãs.


Indo além dos itens mais tradicionais, a tecnologia de conectividade proposta pelo Chevrolet MyLink é uma tendência trazida com pioneirismo por Onix e Prisma que, deve ser absorvida por cada vez maior de modelos, a exemplo do que já ocorreu com o Cobalt e o Spin.

O sistema multimídia permite ao usuário trazer suas músicas, fotos, vídeos e aplicativos do celular para dentro do veículo, além de fazer ligações telefônicas via Bluetooth por meio da tecnologia HFT (Hands Free Telephone).

Além disso, possibilita ainda a configuração de algumas funções do veículo de acordo com as suas preferências.


De fácil operação, o Chevrolet MyLink se destaca por sua interface intuitiva e de fácil navegação, a qual faz uso de uma tela LCD touch screen de sete polegadas.

Por meio do sistema, é possível controlar as configurações funcionais do carro, como avisos sonoros de faróis ligados, acionamento do limpador traseiro, travamento automático das portas, dentre outros.

Outra comodidade viabilizada pelo sistema está na possibilidade de o usuário distribuir o som ambiente do rádio de forma independente em cada uma das caixas de som das quatro portas, além da importação de demais informações tradicionais do celular como, agenda de contatos e histórico de chamadas.


À parte de todas estas funcionalidades, o sistema executa funções tradicionais de rádio AM/FM com leitor de áudio para arquivos MP3/WMA.


Produzidos no Complexo Industrial Automotivo de Gravataí (Ciag), onde também é montado o Chevrolet Celta, o Onix e o Prisma já somam, desde seus respectivos lançamentos, mais de 100 mil unidades vendidas.

Até o final de junho de 2013, haviam sido comercializadas 97.557 unidades. Os números, que já comprovam hoje a vocação para o sucesso dos modelos, ganham agora mais um item técnico de conforto e segurança, a transmissão automática, que tende a ampliar ainda mais as possibilidades para os consumidores que buscam, além destas qualidades, ainda mais conforto e comodidade.

"A oferta da transmissão automática para veículos deste segmento é uma estratégia que vai ao encontro do que queremos para os consumidores da Chevrolet: oferecer tudo para todos. Tanto Onix quanto Prisma posicionaram-se extremamente bem no mercado desde o seus respectivos lançamentos, chamando a atenção pelo design e tecnologia inéditos. Agora com a transmissão automática, ampliamos ainda mais nossa capacidade de atender aos diferentes públicos", destaca o vice-presidente da GM do Brasil, Marcos Munhoz. 



ROBERTO NASSER GARANTE: O RANGE ROOVER GANHOU UM UP GRADE E ESTÁ TININDO PARA USO NO ASFALTO E FORA DELE. COM 360 KG A MENOS, O JIPE DA RAINHA ELIZABETH II, HOJE EM PODER DOS INDIANOS, EM QUEM OS INGLESES MANDARAM ATÉ QUE INDIRA GHANDI OS CONSEGUIU EXPULSAR PACIFICAMENTE, O NOVO OFF-ROAD FAZ 5 SEGUNDOS DE 0 A 100 KM/H. NA COLUNA DESTA SEMANA, NASSER CONTA O ENTUSIASMO DA VIÚVA KIRCHNER PARA ABASTECER OS CARROS ARGENTINOS COM "ALCONAFTA" E O RENASCIMENTO DO JM BRABAZON, NA BÉLGICA, ENTRE MUITAS OUTRAS IMPERDÍVEIS NOVIDADES.


Coluna nº 2913 de 17 de Julho de 2013 

O jipe da Rainha, ainda melhor

A Rainha Elizabeth II, da Inglaterra, quando dirigia no campo, utilizava um Range Rover. Uma evolução do Defender antigo que possuía e dirigia em propriedades rurais. 

O Range, tratado com um nível de conforto equilibrado com a disposição de vencer obstáculos, muito utilizou as imagens da rainha, conduzindo-o – e, como boa mandatária, promovendo o produto de seu país.

Os conceitos, aparentemente inconciliáveis, funcionaram bem e diversificaram-se neste mar de utilitários esportivos grandes, cinza ou pretos que ocupam, com seus muitos metros cúbicos, nossas ruas e estacionamentos.

A Land Rover, hoje indiana, do grupo Tata, refez o automóvel, chamando-o extensamente Land Rover Range Rover Sport, para aproveitar o conceito que, para dificuldades extra asfalto o Range fica melhor e mais crível na foto que Porsche Cayene, BMW X, Audi Q ou Mercedes ML.

Relativamente à versão inicial, muitas mudanças. Desde o uso de chassi e carroceria trocado por carroceria estruturada em alumínio. 

Quanto à geração anterior, emagreceu 360 quilos! Isto se traduz em disposição, menores consumo e emissões.

Composição rica em confortos e arquitetura mecânica, mantendo o conceito de luxo com insuspeitas habilidades fora de estrada. 

Motores a gasolina, V6, 3.0 com compressor, fazendo 340 cv, caixa de transmissão ZF 8 velocidades – a mesma do Amarok, por exemplo. Faz 0 a 100 km/h abaixo de 7s. Mais forte, V8, 5.0, também Supercharged, 510 cv, em 5s.

O diabo velho não é sabido porque é diabo – mas porque é velho. Assim, previsível que os acertos de direção, suspensão, habilidades sejam líderes no setor. 

Aparentemente podem conseguir o feito de oferecer sensações de esportividade, sem renunciar às habilidades fora de estrada, muito auxiliadas pelos diferenciais Torsen, com travamento do posterior, maior distância livre do solo.

No campo conforto, som Meridian com três sistemas de áudio, 1.700 watts e 23 auto falantes, sistema de informação em tela de 8 polegadas, maior área para passageiros.

Versão de topo, V8 Supercharged e amplo pacote de confortos, tem o curioso nome de Autobiography. 

Preços não definidos, mas conceitualmente coerentes: devem ser tão elevados quanto as montanhas que conseguirá subir.

Range Rover Sport, luxo e habilidades


Alconafta, o gasálcool dos argentinos
Ninguém sabe se é para valer, ou se é apenas mais um dos cansativos e estéreis factóides latino-americanos – a criação de uns mini fatos para mostrar serviço e desviar atenções –, mas a presidente Cristina Kirchner, da Argentina, fez entusiasmado discurso em Tucumán instigando mudar o perfil das usinas do país vizinho, produtoras de grandes quantidades de açúcar, para transformá-las em indústrias de álcool.

Mas a governante disse da necessidade de investimentos para transformar o açúcar em Alconafta, agregar valor, gerar trabalho, fazer complementariedade com os irmãos brasileiros (sic). 

E aditou, exigirá acordos com a indústria automotriz, que ganhou e ganha muito dinheiro na República Argentina.

O Alcoolnafta é o nosso gasálcool com adição de apenas 15%, e os argentinos já utilizaram tal mistura no início dos anos ’80, mas o projeto não se solidificou. 

Começou por não ser encontrável em extensão nacional. A vantagem em preços era tributária, com impostos incidindo apenas sobre a parte gasolina. 

Entretanto, como preço do álcool era fixado pelo estado e se tornou irreal, duas partes envolvidas no projeto desistiram. 

O então governo Alfonsin, perdendo pela enorme renúncia fiscal e os estancieiros perdendo individualmente por produzir a preço controlado em gabinetes. 

Daí o negócio foi para a funda grota das boas ideias inviabilizadas por governos.

O súbito empuxo agro-nacionalista tem explicação econômica: como tudo em governo de gente mandona e em local sem planejamento, a produção de gasolina na Argentina é menor que o consumo, e neste ano o país, quem diria, então autossuficiente e hoje em crise de caixa, gasta US$ 1bilhão ao mês para importar gasolina.


Ford chega aos peso quase pesados
A Ford dará mais um passo em sua quase exclusiva atividade de fazer caminhões no Brasil: entrará no segmento dos pesados. 

É uma espécie de declaração de voto em seu projeto, dividido com a turca Tofas, com quem mantém joint-venture, representando a marca neste segmento. 

A matriz estadunidense abandonou o negócio há alguns anos, deixando ao terceiro mundo tocar a iniciativa.

O novo produto, dito 2248, utilizará motor Diesel FPT, modelo Cursor 10, deslocando 10 litros.

Novidade é a habilidade de evitar disputa no topo do segmento, briga de cachorro – melhor dizendo – caminhão grande, onde estão os emblemáticos pesos pesados Scania, Volvo, Mercedes e, com lançamento em agosto, Iveco. 

Optou por colocar o pé na porta iniciando caminho característico: estar no andar inferior da escala dos peso pesados, 17% do mercado.

Com possível influência do sócio árabe de chegar ao centro dando voltas pelas beiradas, domina o entusiasmo, utiliza motor menor, segura o peso bruto combinado em pouco acima de 50 toneladas, faz preço muito abaixo dos dominadores do andar superior, uns US$ 100 mil.

Fornecedora FPT é fábrica da Fiat produzindo e vendendo motores para quem quiser produto de tecnologia recente. 

No Brasil além dos utilitários Ducatto e Dailly, caminhões Iveco, da mesma Fiat, e goianos Hyundai, o peculiar e agora cearense jipe TAC.

Em agosto.


Roda-a-Roda

De novo – Luxuosa marca belga, encerrada nas beiradas da II Guerra Mundial, a Minerva volta ao cenário por uso do nome e projeto do inglês JM Brabazon. 
Minerva Brabazon, fênix veloz parece os Audi R8


Esportivo de luxo, dentro do espírito ecológico europeu, construção em materiais caros e leves, como a estrutura em fibra de carbono, carroceria em Kevlar.

Motor V12 com dois turbos, e dois motores elétricos. Potências e peso não declarados. Aliás, aparentemente, os belgas não estão para muito papo, exceto dizer que o automóvel arranha os 400 km/h. em velocidade final.




Xing BMW – Muita sede de consumo a aplacar e o mercado chinês tudo consome, inclusive luxo. 

Perspectivas no setor sinalizam, neste ano a produção de carros Premium superará a da Europa. 

Audi lidera vendas e em BMW produção do Série 5 e vendas na China superaram a dos EUA para a marca – 182.800 x 172.787. Mercado peculiar, mais de 100 cidades com mais de um milhão de habitantes não contam com revendedor de qualquer marca. Outro mundo.

Nissan Go – Outro na Loganmania, o Go da Nissan. A bem sucedida e muito copiada fórmula do Logan é aproveitar plataformas e motores em fim de linha para revivê-los com outro revestimento, propósito e preço baixo. 

Será produzido na Índia, mercado no salto da bicicleta e das motos de pequena cilindrada para os automóveis. 

Mecânica Renault antiga, 1.200 cm3, câmbio de cinco marchas, construção barata, para custar lá, aproximados R$ 15 mil. Novidade, recupera a marca Datsun, descontinuada há 40 anos quando batizava um mítico esportivo, o 240Z.

Aqui – Hatchback de cinco portas, típico da famílias em crescimento. Pelo preço e pelo tipo de comprador de pouca intimidade e menores exigências quanto ao que leva para casa, será lançado na Rússia, Indonésia, África do Sul. 
Aqui, também. 

Fonte da Coluna assegura, no Brasil será o terceiro produto da fábrica em montagem pela Nissan, em Resende, RJ, seguindo o March e o Versa. Fim de 2015.

Nome – Aqui deve ter outra denominação, para evitar confusões sonoras com o Gol.

Mercado – Hora da caça. Promoções, descontos, financiamentos incentivados. Todas as marcas têm-nas para se antecipar à sinalizada estagnação das vendas e pela mudança de ano modelo. 

Há que tabular sobre produto e preço para saber se há vantagem, em especial quanto aos importados às vezes de produção já encerrada.

Curto – O bolso do comprador anda curto para novas aquisições. O aumento de juros, ao que parece, não é determinante para a redução dos negócios, mas o endurecer a análise dos cadastros pelos bancos e financeiras, eis que o fomento ao consumo endividou as famílias e as prestações já existentes não dão margem a novos compromissos pelos interessados. O nível de aprovação de cadastros despencou.

Mico, 1 – A Toyota baixou o preço do Etios. Quer limpar os pátios porque muda o carro nos próximos dias, como a Coluna antecipou – e a Toyota não concordou. 

Melhora o interior em materiais, opção de couro nos bancos – para que, um automóvel feito para um consumidor de quarto mundo, como a Índia, de onde o projeto foi desenvolvido?

Mudança? - O Etios no mercado brasileiro será o primeiro produto a passar por revisão de estilo em meses de vida, um péssimo registro cadastral. 

Mas o desastre pode ter resultado positivo, talvez um freio na empáfia que a empresa assumiu no Brasil.

Fim – Acabou a produção do picape Ford Courier. Baixa demanda por sua conformação de trabalho, necessidade de espaço na linha de produção e uso de plataforma solitária.

Mico 2– Revendedor da marca reclama, alguns intelectuais da Ford fizeram custosa campanha de propaganda para levar às revendas proprietários de todos os Ford Fiesta, incluindo os modelos espanhóis, importados, gastos e rodados. 

Estes não apareceram nas oficinas, preparadas para recebê-los, com óleos antigos, minerais e seus filtros. Dos que rodam, poucos o fazem nas proximidades das revendas.

De olho – Carro elétrico ou híbrido no Brasil é tratado, incluindo os governos nos três níveis, como coisa Eco folclórica. 

Há dias a Anfavea, associação dos fabricantes, apresentou dados mínimos ao Governo Federal para iniciar uma classificação e o possível estabelecimento de regras tributárias e incentivos, sem o qual seu preço industrialmente superior nunca permitirá presença no mercado.

Conhece? - Fabricante estadunidense, aqui pouco conhecido, é o maior vendedor. A californiana Tesla, ultrapassando as mais otimistas provisões está vendendo 400 unidades por semana e quer dobrar em 2014. Ao contrário da maioria dos elétricos, não é estrupício estético.

Outro – Bienal do Automóvel, Belo Horizonte, 20 a 24 de novembro, no Expominas. Espectro maior: exibição de carros novos, antigos, hots, motos, bicicletas, karts, auto peças locais, e criação de painéis para discussão de temas ligados à mobilidade.

Anos ímpares, para não coincidir com os pares, no Anhembi, S. Paulo. Empata com igual promoção em Recife, mostrando o cunho regional.

Igual – Governo de Brasília gasta muito para anunciar novos tempos para o transporte público. 

É nova edição do mesmo sistema errado: ônibus montados sobre chassi de caminhão, reações de caminhão, altura de caminhão, desconforto de caminhão. Envergonham o País. 

São, conceitualmente idênticos aos primeiros ônibus feitos no Brasil, em 1924, sobre caminhões Ford TT. 

O produto se aprimorou, mas o conceito é quase secular, como os feixes de molas que emprega.

Mudar – Melhorar o transporte urbano não é trocar os Caminhônibus, mais baratos que ônibus projetados como tal. 

E para mudar o sistema, há muito a fazer, mais que troca de caminhônibus velhos por caminhônibus novos. 

A mudança é conceitual, operacional, considerando-se o usuário como parte importante.

E começa na intocável caixa preta dos dados, incluindo a relação entre serviço, equipamento e tarifas.

Mais – Tens caminhãozinho Delivery 8-150 da Volkswagen e chegou na hora de rever o motor e turbo? Informe-se sobre o novo K14 da BorgWarner. 

Ele quer substituir o original Garret. Diz, sopra melhor em baixas rotações, dá agilidade, custa menos e é equipamento original de outras marcas, diz Newton Juliato, supervisor do produto.

2 Rodas – 7 a 10 de novembro, no Center Norte, S. Paulo, a Brasil Cycle Fair 2013, dita a principal feita do mercado nacional de bicicletas. Novidade anunciada, importação das bicicletas Bianchi, italianas.

História – Nas bancas edição especial da revista Racing. O jornalista Lemyr Martins, que cobriu a Fórmula 1 para a Editora Abril juntou histórias, estórias e muitas fotos da carreira de Nelson Piquet. 

Vale por tudo e como registro. O Piquet tem sido mal tratado pela história, especialmente em Brasília, onde iniciou sua carreira, voltou coberto de glórias, mora, investe, trabalha e forma equipes com talento, comportamento sério e liderança. 

A ultrapassagem sobre Sena no GP da Hungria é o maior atrevimento na Fórmula 1 moderna e há que ser preservada para o futuro. Bancas R$ 19,90.

Pelo sítio:
R$ 23,90.

Recorde – Um Mercedes-Benz W 196 de 1954, a grosso modo um Fórmula 1 dos anos ’50, marcou dois recordes da leiloeira inglesa Bonhams no autódromo de Goodwood: maior preço para um carro de corridas e para um Mercedes: 17,5 M de libras esterlinas, uns R$ 72,7M. 

O automóvel, um dos 10 sobreviventes de série de 14, foi conduzido por Juan Manuel Fangio, o argentino penta campeão mundial, vencendo nos GPs da Alemanha e Suiça, base da conquista do título mundial pela Mercedes, neste ano retornando às corridas.

E? - Originalidade do W 196 006/54 atestada pelo Classic Center da Mercedes – a super oficina e galpão de peças e documentos para manter rodando a frota dos Mercedes antigos, exemplo para todas as demais montadoras. 

Preço exibe, o automóvel se torna mais um degrau no atual panorama de investimentos: comprado por telefone, por adquirente não divulgado. 

Na prática, uma obra de arte em três dimensões, que pode fazer barulho, vibrar, e até, improvavelmente, ser colocado a correr nas provas para antigos, no próprio Goodwood – desde que o pessoal do Classic Center seja chamado para funcioná-lo.

Lembra – Leitor da Coluna sabe: adquirir automóveis de estirpe é um dos investimentos internacionais do momento. 
A rentabilidade das aplicações financeiras em economias estáveis é desprezível. 

Noutras, emocionantes, pois não se sabe das medidas governamentais que punem o capital e, por isto, investidores optam por comprar obras de arte, como o são os carros com história ou sobrenome. 

Aquece o coração, faz charme com os amigos e, algum tempo após volta aos leilões para ser novamente vendido – por preço maior.


Mercedes W 196, R$ 72,7M. Investimento prazeroso


Gente – Marcus Zamponi, 63, jornalista, passou. 
OOOO Crítico mordaz, raciocínio cortante, fino observador e contador de histórias e causos, Zampa, filho de bolsa fornida, para a qual nunca se voltou, foi traído pela falta de saúde, com quem negociava há alguns anos. OOOO Não sei para onde foi, mas sei, o ambiente se alegrará com a viva inteligência do Zampa. Grande Zampa. 
OOOO Philip Caldwell, 92, executivo, idem. OOOO Asceta, presidiu a Ford após a demissão de Lee Iacocca, grande crise. 

A proximidade com Henry Ford II deu-lhe o tratamento de O Príncipe – era o segundo da hierarquia da empresa familiar, e o contra ponto comportamental em estilo.

Bancou o lançamento do Taurus, depois líder de vendas nos EUA, e o Fiesta. 

domingo, 14 de julho de 2013

EQUIPE HONDA MOBIL FATURA TUDO NA QUARTA ETAPA DO BRASILEIRO DE MOTOCROSS. WELLINGTON GARCIA E PAULO ALBERTO VENCERAM NAS DUAS CATEGORIAS


Wellington Garcia (MX1) venceu prova em Aracaju (SE). Fotos: César Araújo/VIPCOMM
Depois das fortes chuvas que prejudicaram o sábado de treinos da quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross, que aconteceu em Aracaju (SE), este domingo de provas de começou com céu limpo e sol. 

Na pista do Motódromo Jurinha Lobão, domínio da Equipe Honda Mobil de Motocross, que faturou as categorias MX1, com Wellington Garcia (nº 21), e MX2, que teve dobradinha com Paulo Alberto (nº 211), em primeiro, e Thales Vilardi (nº 27), em segundo.

Com o resultado, Wellington está na quarta colocação do campeonato com 143 pontos. A liderança é do inglês Adam Chatfield (nº 407), satélite Honda da Vulcano Ipiranga IMS, que foi quarto colocado na prova de hoje e possui 161 pontos na tabela. 

Joaquim Rodrigues, também piloto Honda, ficou com o quinto lugar no somatório da etapa. Na geral, o português da Honda Mobil também é o quinto com 131 pontos.

Já na MX2, disputa interna da Honda, que tem tudo para durar o campeonato inteiro. Após vencer as duas baterias da categoria, Paulo foi para 191 pontos e segue na liderança. A segunda colocação é de Thales, que neste domingo conquistou dois segundos lugares. O paulista tem 185 pontos. 

"A pista esta exigente, mas consegui fazer uma pilotagem segura e rápida. Estou bastante feliz. Queria agradecer a equipe pelo trabalho aqui", afirma Paulo.

MX1 
Na primeira bateria, Wellington Garcia teve boa largada. O goiano foi para segundo, atrás de Carlos Campano (nº 115). 

No decorrer da prova, Wellington tentou pressionar o espanhol, mas acabou em segundo. O português Joaquim Rodrigues finalizou em oitavo. Campano venceu.

Paulo Alberto (MX2) outro vencedor em Aracajú.
Mais uma vez Wellington pulou para vice-liderança logo na queda do gate. No entanto, na sequência, foi ultrapassado por Adam Chatfield. Jean Ramos (nº 992) liderava até sofrer uma queda e perder várias posições. 

O goiano ultrapassou Adam, foi para primeiro e abriu vantagem até vencer a bateria. Joaquim ficou em terceiro.

MX2
Thales Vilardi teve ótimo início de prova. Pulou para ponta e liderou grande parte dela. Porém, seu companheiro de equipe, Paulo Alberto, chegou e passou a pressioná-lo. 

Com troca de posições entre os pilotos Honda, a vitória foi definida apenas no fim. Paulo levou a melhor e finalizou em primeiro, seguido de Thales.

Na bateria seguinte, o português saiu na frente e manteve boa distância para os demais competidores. Assim, venceu mais uma. 

Já Thales teve que fazer um grande esforço para cruzar a bandeira quadriculada em segundo. 

O paulista sofreu uma queda quando era quinto colocado. Sem desistir, Thales foi ultrapassando um a um até acabar em segundo. 

"A pista estava complicada. Na segunda bateria caí. mas mesmo assim, consegui me recuperar e chegar em segundo", avalia Thales.

Júnior
Mais uma vitória do gaúcho Enzo Lopes (nº 16). Kioman Navarro (nº 199) foi o segundo, seguido do satélite Honda Leonardo de Souza (nº 45), da LS Racing. Vitor Almeida (nº 111), da Dunas Team, acabou em quarto lugar, seguido de Gabriel Della Flora (nº 919), da Vulcano Ipiranga IMS.

A quinta etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross ocorrerá no próximo dia 28 em Salvador, Bahia.

A Equipe Honda Mobil de Motocross tem o patrocínio da Pirelli e IMS, e co-patrocínio da Vulcano, DRD e Oakley.

KIA MOTORS CHEGA A 1 MILHÃO DE VEÍCULOS MONTADOS NOS EUA COM UM MODELO SORENTO SXL BRANCO NEVE PEROLIZADO PRODUZIDO NA FÁBRICA DE GEORGIA FICARÁ EXPOSTO NUMA CONCESSIONÁRIA DA MARCA





A KIA comemora a fabricação de seu veículo nº 1.000.000 produzido na fábrica de West Point, na Georgia, nos Estados Unidos da América do Norte, um modelo Sorento SXL 2014, na cor branco neve perolizado.

Este modelo, aliás, foi o veículo mais vendido da Kia nos EUA por 19 meses consecutivos.
"Construir um milhão de veículos em menos de quatro anos é uma grande conquista e que cada um dos nossos mais de 3.000 membros da equipe podem ter muito orgulho. As pessoas são o coração e a alma da empresa", disse Byung Mo Ahn, presidente do grupo e CEO da Kia Motors America e Kia Motors Manufacturing Georgia.

Com investimento inicial da ordem de US$ 1 bilhão, a produção em massa do Sorento começou no KMMG, em 16 de novembro de 2009. 

Com os fornecedores locais também instalados na unidade fabril, a fábrica é responsável pela criação de mais de 11 mil postos de trabalho em West Point e na região. 

A fase de expansão contou com investimentos adicionais de US$ 100 milhões, concluída no início de 2012, o que proporcionou aumento de capacidade produtiva anual para 360 mil unidades e a introdução do sedã Optima, adicionada à linha de montagem em 2011. 

O milionésimo Sorento será exposto em uma das 765 concessionárias Kia Motors America espalhadas por aquele país.

DEPOIS DE QUATRO RODADAS NA LIDERANÇA DO RADICAL MASTERS EUROSEIRIES, O PILOTO DE ALFENAS VICTOR CORRÊA, CHEGOU EM QUARTO LUGAR NA CORRIDA DE HOJE (14/6), NO CIRCUITO DE SILVERSTONE E CAIU PARA TERCEIRO NA CLASSIFICAÇÃO GERAL. A PRÓXIMA ETAPA SERÁ EM SPA-FRANCORCHAMPS, EM SETEMBRO, QUANDO O MINEIRO ESPERA TER MELHORADO O DESEMPENHO DO CARRO


O lituano Konstantins Calkos, com 77 pontos, é novo líder do Radical Masters Euroseries seguido do inglês Alex Mortimer, com cinco pontos a menos, e Victor Corrêa que perdeu a liderança do campeonato, que sustentava desde a primeira corrida, com 63 pontos.

Na terceira rodada dupla, disputada neste fim de semana no circuito Silverstone Grand Prix, na Inglaterra, o brasileiro terminou em quarto na quinta etapa e quebrou na sexta corrida, caindo para a terceira posição. 

"Não era o que eu esperava destas corridas em Silverstone. Mas desde que cheguei aqui não tive um carro competitivo. Além do acerto não estar bom, tive sorte em não me acidentar no sábado por causa da quebra da manga de eixo e hoje (domingo) foi um vazamento de óleo de motor que provocou o meu abandono", lamentou Victor, que liderou o campeonato por cinco etapas.

Na quinta etapa Victor Corrêa largou em sétimo e terminou em quarto, mesmo com um carro desequilibrado, em virtude de um furo no difusor e da quebra da manga de eixo dianteira.

"Tive muitas dificuldades para manter o carro na pista, não conseguia acreditar como poderia estar guiando o carro naquelas condições. Mesmo com todas essas dificuldades ainda consegui terminar a corrida na quarta posição mantendo assim a liderança do campeonato", comentou o piloto da Unifenas. "Resumindo eu tive foi sorte de ter terminado a corrida, pois as quebras poderiam ter me causado um grande acidente. Então, no final das contas acho que sai no lucro".

Na sexta etapa Victor largou em quarto, mas logo no começo perdeu uma posição, pois o carro não estava rápido. No entanto, logo após o seu pit stop o brasileiro foi obrigado a abandonar em virtude de vazamento de óleo de motor.

"Se queremos ganhar este campeonato, não podemos deixar acontecer estas coisas. O pior de tudo é ficar pelo caminho com quebras. Precisamos arrumar tudo para terminarmos na frente nas próximas etapas", definiu o piloto da Unifenas.

A próxima rodada dupla do Radical Masters Euroseries será nos dias 7 e 8 de setembro, em Spa-Francorchamps, na Bélgica.

O Radical Masters Euroseries 
composto de seis rodadas duplas, em seis países diferentes, com transmissão pelo Euro Channel Eurosporté disputado com o protótipo Radical SR8, com 420 cavalos de potência e apenas 680 kg, relação peso-potência próxima à de um monoposto de categoria top, podendo atingir 290 km/h. 


Os dez primeiros na quinta etapa foram:
1) Alex Mortimer (Inglaterra);
2) Konstantins Calkos (Lituania);
3) Christian Kronegard (Dinamarca) e Mark Smithson (Escócia);
4) Victor Corrêa (Brasil);
5) Mike Cantillon (Inglaterra);
6) Jaap Bartels (Holanda);
7) Marcel Marateotto (Suiça) e Marco Cencetti (Itália);
8) Jamie Contable (Inglaterra);
9) Peter Bamford (Inglaterra);
10) Alain Costa (França).

Os dez primeiros na sexta etapa foram:
1) Konstantins Calkos (Lituania);
2) Alex Mortimer (Inglaterra);
3) Terrence Woodward (Inglaterra) e Ross Kaiser (Inglaterra);
4) Tony Wells (Inglaterra) e James Littlejohn (Inglaterra);
5) Henk Thuls (Holanda);
6) Peter Bamford (Inglterra);
7) Marcel Marateotto (Suiça) e Marco Cencetti (Itália);
8) Christian Kronegard (Dinamarca) e Mark Smithson (Escócia);
9) Andrew Ferguson (Inglaterra);
10) John Stanley (Bulgária) e Derek Johnstone (Inglaterra).

A pontuação do Radical Masters Euroseries está assim: 
1) Konstantins Calkos (Lituania), 77; 
2) Alex Mortimer (Inglaterra), 72; 
3) Victor Corrêa (Brasil), 63; 
4) Tony Wells (Inglaterra) e James Littlejohn (Inglaterra), 57; 
5) Terrence Woodward (Inglaterra) e Ross Kaiser (Inglaterra), 52; 
6) Chris Hyman (África do Sul), 36; 
7) Mark Smithson (Escócia) e Christian Kronegard (Dinamarca), 33; 
8) Jamie Contable (Inglaterra), 23; 
9) Mike Cantillon (Inglaterra), 20; 
10) Marcel Marateotto (Suiça) e Marco Cencetti (Itália), 14 pontos.

Visite WWW.victorcorrea.com.br
Consulte http://www.radicalsportscars.com.


sábado, 13 de julho de 2013

O CAMPEONATO RADICAL MASTERS EUROSERIES CONTINUA LIDERADO PELO PILOTO BRASILEIRO VICTOR CORRÊA, APESAR DE NA ETAPA DE HOJE TER CHEGADO EM QUARTO LUGAR.


A experiência e regularidade do mineiro Victor Corrêa (Unifenas) foram primordiais para que ele conseguisse neste sábado um bom resultado na quinta etapa do Radical Masters Euroseries, disputado no circuito Silverstone Grand Prix, na Inglaterra. 

Mesmo com um carro com sérios problemas, o brasileiro terminou em quarto e manteve a liderança do certame europeu com cinco pontos de vantagem sobre o lituano Konstantins Calkos.

"Acho que nunca guiei um carro assim. Sai de tudo, frente, traseira, não traciona e com isto também não tem velocidade final. Pelo menos deu para terminar em quarto, graças à minha regularidade e ao problema de alguns", comentou Victor, antes de se reunir com seu engenheiro para preparar seu Radical para a sexta etapa.

"Acho que acabamos andando pro lado errado no set up do carro e a pista esquentou muito também. Além disto, descobrimos que o difusor está quebrado e isso fez com que meu carro não reagisse bem. Mas se queremos ganhar este campeonato, não vai ser assim que vamos conseguir", definiu o piloto da Unifenas.

Na sexta etapa do certame Victor Corrêa vai largar da segunda fila, com o quarto tempo. E seu maior adversário deverá ser o inglês Alex Mortimer, que além de vencer a quinta etapa irá largar da pole position.

"Precisamos melhorar. Agora vamos fazer uma revisão geral no carro e conversar para definir outro acerto. Amanha temos que terminar na frente, preciso chegar entre os dois primeiros para me manter na liderança do campeonato", encerrou o piloto de Alfenas, sul de Minas Gerais.

O Radical Masters Euroseries é disputado com o protótipo Radical SR8, com 420 cavalos de potência e apenas 680 kg, relação peso-potência próxima à de um monoposto de categoria top, podendo atingir 290 km/h. O certame europeu é composto de seis rodadas duplas, em seis países diferentes, com transmissão pelo Euro Channel Eurosport.

Os dez primeiros na quinta etapa foram:
1) Alex Mortimer (Inglaterra), 24 voltas em 50min49s423 (média 174,832 km/h);
2) Konstantins Calkos (Lituania), a 11s127;
3) Christian Kronegard (Dinamarca) e Mark Smithson (Escócia), a 21s125;
4) Victor Corrêa (Brasil), a 24s220;
5) Mike Cantillon (Inglaterra), a 30s646;
6) Jaap Bartels (Holanda), a 50s321;
7) Marcel Marateotto (Suiça) e Marco Cencetti (Itália), a 52s042;
8) Jamie Contable (Inglaterra), a 53s704;
9) Peter Bamford, a 1min20s332;
10) Alain Costa (França), a 1min41s113.

Grid da sexta etapa:
1) Alex Mortimer (Inglaterra), 1min58s291;
2) Terrence Woodward (Inglaterra) e Ross Kaiser (Inglaterra), 1min58s357;
3) Tony Wells (Inglaterra) e James Littlejohn (Inglaterra), 1min58s817;
4) Victor Corrêa (Brasil), 1min58s849;
5) Konstantins Calkos (Lituania), 1min59s833;
6) Robert Enestedt (Suécia), 2min00s091;
7) Marcel Marateotto (Suiça) e Marco Cencetti (Itália), 2min00s882;
8) Mark White (Bulgaria) e Gavin Pickering (Inglaterra), 2min01s169;
9) Alvaro Fontes (Espanha) e Jesus Pliego (Espanha), 2min01s235;
10) Jamie Contable (Inglaterra), 2min01s313.

A pontuação do Radical Masters Euroseries está assim: 1) Victor Corrêa (Brasil), 62; 2) Konstantins Calkos (Lituania), 57; 3) Alex Mortimer (Inglaterra), 56; 4) Tony Wells (Inglaterra) e James Littlejohn (Inglaterra), 49; 5) Terrence Woodward (Inglaterra) e Ross Kaiser (Inglaterra), 40; 6) Chris Hyman (África do Sul), 36; 7) Mark Smithson (Escócia) e Christian Kronegard (Dinamarca), 30; 8) Jamie Contable (Inglaterra), 23; 9) Mike Cantillon (Inglaterra), 20; 10) Robert Enestedt (Suécia), 12; 11) Marcel Marateotto (SuÍça) e Marco Cencetti (Itália), 10; 12) Jaap Bartels (Holanda), 8; 13) Rob Wheldon (Inglaterra), Manhal Allos (Inglaterra) e Bassam Kronfli (Canadá), 7;14) Peter Bamford (Inglaterra), 5.


LEXUS LS 460 2013 FOI ELEITO LÍDER DE QUALIDADE ENTRE OS SEDANS DE LUXO. O CARRO CUSTA R$ 524 MIL.


A linha Lexus LS foi eleita, pela J. D. Power, a líder em qualidade entre os sedãs de luxo. Essa é a sexta vez consecutiva que o estudo focado na qualidade de veículos automotivos classifica o Lexus LS no topo do ranking.


O Lexus LS 2013 conta com um estilo dinâmico que lhe confere melhor performance em estradas, além de apresentar melhorias significativas em dinâmica de condução, agilidade e manuseio.


O sedã é o carro mais avançado tecnologicamente de toda a linha Lexus e apresenta uma série de características de segurança, incluindo o mais avançado sistema de segurança pré-colisão da indústria (A-PCS).


No Brasil
A linha LS, veículo que deu origem à marca, em 1989, está à disposição na concessionária Lexus, localizada na Avenida das Nações Unidas, número 17.271, em São Paulo.


A exclusiva loja, construída para atender aos padrões da marca e proporcionar o conceito de hospitalidade (Omotenashi), completou um ano de operação no Brasil neste mês de junho.



sexta-feira, 12 de julho de 2013

O PILOTO MINEIRO VICTOR CORRÊA LIDERA DESDE A PRIMEIRA ETAPA DA RADICAL MASTERS EUROSERIES DISPUTA NESTE FIM DE SEMANA A TERCEIRA RODADA DUPLA NA COMPETIÇÃO QUE ACONTECE EM SILVERSTONE


O brasileiro Victor Corrêa (Unifenas) foi o sétimo mais rápido no último treino livre (sexta-feira) para a terceira rodada dupla da Radical Masters Euroseries, que será disputada neste final de semana (13 e 14/7) no circuito Silverstone Grand Prix, na Inglaterra. 

O treino de classificação da quinta etapa será realizado a partir das 5 horas (Brasília) de sábado, podendo ser acompanhado pelo site WWW.cronocaca.com.

"Temos que melhorar o carro nesta noite, para podermos brigar pelas três primeiras filas do grid de largada. Precisamos baixar pelo menos um segundo para estar ali na frente", admite Victor, que já conquistou duas pole positions neste ano.

O mineiro de Alfenas lidera o campeonato com 54 pontos, seis de vantagem para a dupla inglesa Tony Wells/James Littlejohn (Inglaterra), que estão na vice-liderança e fizeram o quarto tempo. 

A terceira posição é do lituano Konstantins Calko, com 42 pontos, que foi o quinto mais rápido.

"Tivemos alguns problemas de acerto no primeiro treino e por isto não usei pneus novos. Com as modificações que fizemos, já melhoramos no segundo treino, mas precisamos melhorar ainda mais, estamos um passo atrás de todos", contou o piloto da Unifenas.

"Ainda estou três décimos de segundo atrás de meus companheiros de equipe (Wells/Littlejohn) e a um décimo do lituano (Calko), que são os que mais me preocupam na classificação do campeonato. Se conseguir largar na frente deles já estarei um pouco mais satisfeito", comentou o líder do certame, que coleciona uma vitória, um segundo, um terceiro, um sexto lugar e duas voltas mais rápidas em quatro corridas.

O Radical Masters Euroseries é disputado com o protótipo Radical SR8, com 420 cavalos de potência e apenas 680 kg, relação peso-potência próxima à de um monoposto de categoria top, podendo atingir 290 km/h. 

O certame europeu é composto de seis rodadas duplas, em seis países diferentes, com transmissão pelo Euro Channel Eurosport.

Os mais rápidos no último treino livre de sexta-feira foram:
1) Terrence Woodward (Inglaterra) e Ross Kaiser (Inglaterra), 1min59s783;
2) Chris Hyman (África do Sul) e Alex Mortimer (Inglaterra), 1min59s825;
3) Marcel Marateotto (Suiça) e Marco Cencetti (Itália), 1min59s957;
4) Tony Wells (Inglaterra) e James Littlejohn (Inglaterra), 2min00s777;
5) Mark Smithson (Escócia) e Christian Kronegard (Dinamarca), 2min00s909;
6) Konstantins Calkos (Lituania), 2min00s946;
7) Victor Corrêa (Brasil), 2min01s079;
8) Robert Enestedt (Dinamarca), 2min01s284;
9) Cantillon (Inglaterra), 2min02s062;
10) Richard True (Inglaterra) e John Harrison (Inglaterra), 2min03s255.

A pontuação do Radical Masters Euroseries está assim: 1) Victor Corrêa (Brasil), 54; 2) Tony Wells (Inglaterra) e James Littlejohn (Inglaterra), 48; 3) Konstantins Calkos (Lituania), 42; 4) Terrence Woodward (Inglaterra) e Ross Kaiser (Inglaterra), 39; 5) Chris Hyman (África do Sul) e Alex Mortimer (Inglaterra), 36; 6) Jamie Contable (Inglaterra), 20; 7) Mark Smithson (Escócia) e Christian Kronegard (Dinamarca), 19; 8) Mike Cantillon (Inglaterra), 14; 9) Robert Enestedt (Dinamarca), 11; 10) Rob Wheldon (Inglaterra), Manhal Allos (Inglaterra) e Bassam Kronfli (Canadá), 7.

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O QUE É MAIS IMPORTANTE NA HORA DE ESCOLHER UM CARRO, CONFORTO, CONSUMO, DESEMPENHO, COR? CLARO QUE ESSES ITENS PRECISAM SER DEFINIDOS. MAS, HÁ OS ELEMENTOS RELACIONADOS À SEGURANÇA, NA DIREÇÃO, COMO OS FREIOS ABS, OS AIR BAGS, O SISTEMA BLUETOOTH PARA ATENDIMENTO DO CELULAR COM UM SIMPLES TOQUE O VOLANTE. OUTROS ITENS DEVEM SER LEVADOS EM CONTA, VEJA QUAIS


MECÂNICA ONLINE® 


Nº 40 —10/7/2013 

Tarcísio Dias 


Tecnologia como diferencial 
na compra do automóvel



Preços, design, motorização, acessórios, segurança, dimensão. Será que não falta tecnologia em seu veículo?

O que define a compra de um automóvel para você? 

Para alguns a necessidade direta como espaço interno, capacidade de passageiros, design externo ou mesmo interno, amplo pacote de itens de segurança, tamanho, altura, motorização, consumo, e claro, preço, podem ser considerados fatores determinantes para a escolha de um novo modelo, mas será que não está faltando tecnologia em seu veículo?

Falo isso pois observo que em nosso mercado algumas marcas têm considerado outros fatores como mais importantes que elementos que possam agregar tecnologia, principalmente segurança para uma condução mais tranquila.

Às vezes ter o modelo que é destaque na novela ou mesmo que esse ou aquele jogador possui pode ser a “onda” do momento, está na moda, mas será que você fez a melhor escolha?

Já pensou na importância do ABS e airbag? Com foco na segurança preventiva o sistema de frenagem ABS permite uma condução mais segura e pode influenciar no acontecimento ou não de um acidente. 

Já vi marcas oferecendo de série o airbag e deixando como opcional o ABS. Deveria ser o contrário, não? Que bom que vai ser obrigatório ter os dois no próximo ano.


Já o sistema de viva voz que permite atender o celular diretamente via Bluetooth, muitas vezes com um simples comando no volante do veículo, além de atender os requisitos da legislação, mantém o motorista atento na condução do veículo na estrada. 


Item que pode ser encontrado como opcional em modelos compactos com preço na faixa de R$ 30 mil, pode não vir nem mesmo como item de série ou opcional em modelos que custam o dobro desse valor. 

Já observei motoristas com veículos bem mais caros pendurados no telefone celular. Multa merecida! Sem falar no risco de um acidente.

Itens de comodidade que também refletem na segurança como faróis com sensor crepuscular, que permite o acendimento automático em função da claridade externa, que chegue a noite ou mesmo durante a passagem por um túnel. 


Limpador de para-brisa que automaticamente alterna sua velocidade em função do volume da chuva, retrovisor interno eletrocrômico que diminui a incidência da iluminação do farol do veículo que vem atrás diretamente na visão do motorista, travamento automático das portas a partir de uma determinada velocidade e até mesmo a ativação por toque único dos vidros das portas (one touch e antiesmagamento) garantem uma condução mais tranquila e segura para todos.

O que para você pode parecer simples, para algumas marcas são critérios na configuração do veículo. 


Entenda a diferença entre um simples apertar no comando da chave e travar as portas e fechar os vidros automaticamente, ou ficar com um botão acionado por todo o tempo até que os vidros subam totalmente. Parece simples, mas no dia-a-dia faz diferença.

Hoje, já encontramos veículos que basta você vir com a chave no bolso e ao pegar na maçaneta a porta já abre, tocar diretamente no botão “start engine” e já acionar o motor. 

É possível até mesmo acionar o motor à distância, via comando na chave, permitindo assim que o ar condicionado entre em ação e garanta uma temperatura mais confortável quando do seu acesso. 

Soluções inteligentes e simples para o motorista como passar o pé por baixo do porta-malas e o mesmo abrir automaticamente, facilitando o acesso.


Na hora de comprar seu próximo veículo pergunte ao vendedor o quanto de tecnologia o modelo vai lhe oferecer para uma condução mais segura, quer seja através dos itens de segurança ativa e passiva, quer por itens de comodidade que vão manter sua atenção na direção correta com mais facilidade, mesmo que esteja fazendo sol ou chovendo, de dia ou de noite.

MECÂNICA ONLINE

· Quando é hora de parar? - Se de um lado podem ser considerados um risco para o trânsito, de outro são, comprovadamente, quem menos infringe as leis ao dirigir e quem menos se envolve em acidentes. 

A constatação vem de pesquisa realizada pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), cujo resultado mostrou que 97% dos idosos que participaram do estudo não se envolveram em acidentes nos últimos cinco anos, nem foram multados no último ano.

· Ethanol Summit 2013 - “Se não adquirirmos escala mundial, o etanol brasileiro não será viável no longo prazo”. 

A avaliação foi feita pelo presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Mauro Borges Lemos.

Segundo ele, o melhor caminho para o ganho de escala é transformar o etanol em commodity: “É a nossa grande chance no longo prazo. Temos que ter o produto com características homogêneas e, ao mesmo tempo, com flexibilidade para ser complementar a outros combustíveis”.

· O carro das mulheres - Ford New Fiesta conquistou o prêmio internacional "Carro do Ano 2013 das Mulheres", numa eleição feita por editoras e especialistas do setor automotivo de diferentes países. A eleição é a única do mundo definida por um júri inteiramente feminino.

· Recordes - O primeiro semestre de 2013 foi o melhor da história em licenciamento e produção de autoveículos, segundo balanço divulgado pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Anfavea. 

A indústria licenciou nos primeiros seis meses deste ano 1,8 milhão de veículos, que representa alta de 4,8% quando comparado ao 1,72 milhão do mesmo período de 2012.

UMA MEGA FESTA QUE ACONTECERÁ NO DIA 17/6 NO JK IGUATEMI MARCARÁ A APRESENTAÇÃO OFICIAL DO NOVO AUDI A 3 SPORTBACK. 700 CONVIDADOS JÁ CONFIRMARAM A PRESENÇA PARA CONHECER O NOVO LANÇAMENTO E SABOREAR DRINKS EXCLUSIVOS


São Paulo, 12 de julho de 2013 – A Audi Brasil preparou para o dia 17 de julho um super evento de apresentação do novo A3 Sportback, que chega ao mercado brasileiro totalmente renovado. 

Mais leve, rápido, inteligente, conectado e eficiente, o modelo será revelado oficialmente ao público em grande estilo. 

A partir das 20h, com previsão para terminar às 4h, cerca de 700 convidados Vips estarão reunidos no terraço do shopping JK Iguatemi, um dos endereços mais sofisticados de São Paulo, para celebrar o principal lançamento da Audi em 2013.

Em um espaço de aproximadamente 2.857m², em ambiente interno e externo, os convidados entrarão no clima esportivo, versátil e progressista do carro. 

A cor vermelha, característica da Audi, além de luzes e projeções, que remetem ao design moderno do A3 Sportback e suas lanternas de LED, darão o tom da festa. 

Para entrar no clima, o vídeo de estreia do modelo, ao som da dupla francesa Daft Punk, disponibilizado nas redes sociais (http://youtu.be/BTkuEA0RafY), mostra um pouco do novo conceito do carro.

O car reveal, comandado pela agência Figer 360 e da Entreposto, será uma grande surpresa aos presentes. 

Para animar a pista, as pick ups serão comandadas por três Top DJs brasileiros da cena eletrônica. Mario Fischetti, paulistano considerado o embaixador da house music no País; Anthony Garcia, residente da Oktoberfest; e Tom Hopkins, que iniciou sua carreira no Japão e passou por diversas casas nacionais, garantem a boa música durante toda noite e madrugada. 

A lista de convidados Vips está sob o comando dos promoters Priscila Borgonovi e Caio Carvalho.

No bar, outra atração. Para garantir a exclusividade do evento, o cardápio de drinks foi especialmente desenvolvido em parceria com a Diageo Brasil, e suas marcas luxuosas Blue Label e Ciroc. 

Baseados nos atributos do novo A3 Sportback, cinco receitas foram criadas. Impressive, MMI Touch, Ultra light weight, Design e Efficient combinam as bebidas com ingredientes especiais para proporcionar experiências deliciosas, assim como é a sensação de dirigir o novo modelo. Também são parceiras do projeto Heineken, Red Bull e Chandon.

O coquetel servido ao público será realizado pela Rojo Criatividade Gourmet e a produção é da agência Figer 360, dos sócios Marcel e André Figer, empresários do mundo do futebol, Idel Arcuschin, sócio-diretor da Carta Editorial e Wagner Zaratin, conhecido pelos trabalhos na área publicitária. A cenografia especial é da Mchecon.

Com isto, a Audi Brasil retorna ao cenário das megafestas paulistanas. O último grande evento deste tipo da fabricante no País foi o lançamento do compacto A1, há dois anos, em um prédio em fase final de construção. Na época, mais de mil convidados passaram pelo evento.

Assista o vídeo: https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=BTkuEA0RafY


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