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quarta-feira, 8 de outubro de 2014

OS SALÕES DO AUTOMÓVEL DE PARIS E AINDA ESTE MÊS DE SÃO PAULO SÃO AS MAIORES FESTAS DO SETOR AUTOMOTIVO, NA EUROPA E NA AMÉRICA DO SUL. PARIS MOSTROU A ELEVAÇÃO DOS PRODUTOS, MAS NÃO APARECEU UM SIGNIFICATIVO NÚMERO DE NOVIDADES, MAS NA ÁREA ECOAMBIENTAL PARIS FOI MUITO ELEVADO O QUE DEMONSTRA A PREOCUPAÇÃO DA REGIÃO COM A EMISSÃO DE CO2 E COM O CONSUMO DE COMBUSTÍVEL, NO QUE O BRASIL AINDA ENGATINHA. ESTA E BOAS OUTRAS NOTÍCIAS ENRIQUECEM A COLUNA DO NASSER DESTA SEMANA.


Coluna nº 4.114 - 8 de Outubro de 2014
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Paris, Salão, consequências

Maior festa anual do automóvel nos anos pares, o Salon d’Automobile, realizado em Paris há muitas décadas, sinaliza o mercado europeu e projeta novidades a países periféricos. 

Nesta edição, além das demonstrações com produtos híbridos, todos em acatamento às novas regras de consumo e emissões, haviam poucas novidades - 57. 

Algumas em tecnologia, outras nos automóveis de maior preço, dedicados a compradores acima de crises de consumo e pane de bolso. Paris mostrou a elevação dos produtos, o Premium do Luxo.

Novidades, porém poucas aparecerão em nosso mercado.

Acima
Num mundo em crise, desarmônico, entre picos e vales, um valor é inatingível pelas crises: o muito dinheiro de quem o tem em grande volume. 

Assim, a percepção geral é das fabricantes darem mais conteúdo e refinamento aos veículos caros para torná-los mais caros – e cada vez mais diferenciados dos outros, sujeitos às crises. 

Explica tal caminho o crescimento dos Mercedes versões AMG – venderam-se 32 mil unidades ano passado e o total aumentará neste. 

E Ferrari e conceito Lamborghini com quatro portas e quatro lugares, o AMG GT, e Audis implementados, como o TT Concept em suas cinco portas. 

E Infiniti e DS, ... O mercado dos carros de luxo era 10% do volume global. Está em 11,5%, mostrando tendência ascendente. Quem tem, tem.

Tecnologia
Há duas indissociáveis palavras de ordem na Europa e EUA: consumo e emissões. São o aríete da tecnologia e das providências. 

Estamos na ponta do rabo deste animal eco tecnológico. Andamos muito atrás, com nossa legislação concedendo anos para um ganho de 12% em consumo – na verdade, retornar aos níveis obtidos quando se criou o motor flex, um breve contra a tecnologia e um incentivo ao desperdício energético. 

Europeus mostram veículos com motor com o dobro da cilindrada média utilizada no Brasil, 1,5, 1,6 litro, fazendo quase o dobro da quilometragem/litro.

Há busca concreta de tecnologias para economia. De motor tocando gerador de energia alimentando motores elétricos para acionar as rodas, à nova tecnologia da PSA utilizando ar comprimido. 

Também, a edição revista e melhorada do projeto XL e seu recorde de economia, de andar 100 km com 1 litro de diesel, tem a variante dita Sport Concept da Volkswagen, mudando linhas, acertando suspensões, e motor bi cilíndrico, 1.197 cm3, de motocicleta Ducati, empresa VW. 

Pesa 800 quilos, acelera de 0 a 100 km/h em 5,7s e faz mais de 100 km/litro. Lembra a filosofia Lotus, e é bandeira de tecnologia.


VW XL Concept. Bandeira de tecnologia com jeito de produção

Brasil
Muitos veículos para o mercado mundial, poucos ao nacional, alguns para ser importados, outros, em menor escala, para construção local. 


Em escala mista, novo Land Rover Discovery Sport com dúvida de ser um dos modelos a ser produzido na usina prometida pela marca em Itatiaia, RJ. 

Da Jaguar Land Rover, outro cotado para a mesma fábrica, o Jaguar XE, carro de entrada, para concorrer com Mercedes C, BMW 3. Mais refinado e caro disputará com automóveis de maior porte.

Importado em poucas unidades referenciais, o Mercedes C em versão 63 AMG, e o AMG GT, sucessor do Mercedes SLS. 

Bela peça de engenharia, chassis, carroceria e intenso uso de alumínio, demarra nova família e, para quem gosta de automóvel e performance, deve puxar a fila de vendas.


AMG GT. A divisão de preparação da Mercedes virou marca


Houvesse bolsa de apostas, apostaria minhas fichas em navio aportando em Pernambuco para viabilizar a produção do Fiat 500X no Brasil. 

Atende às demandas da Fiat para um novo produto. Dizem-no um Crossover, mas para mercado desconhecedor de tal carimbo, tem as formas rotuladas pela superioridade de alguns jornalistas nacionais pela generalidade do termo jipinho.

A Fiat precisa de produto novo para ocupar a faixa superior, e para o segmento onde utilitários esportivos regem o mercado. Aí anda de Palio Weekend Adventure.

O 500X tem plataforma e restante da mecânica igual à do Jeep Renegade entrando em produção na fábrica FCA, em Pernambuco. 

É 70% do caminho andado. Aliás os executivos da FCA na Itália seguem trilha comum: será feito na fábrica de Melfi, na mesma linha de produção do Jeep Renegade. 

E se casa com o esforço para ampliar o rótulo dos carros Fiat deixando de ser vistos apenas como econômicos, bonitinhos, mestres em espaço interno. 

A alta administração quer torná-los, no jargão do marketing, funcionais e aspiracionais – ou seja objetos de desejo. O 500X abre este caminho.

Fiat 500X. Coloco minhas fichas


Roda-a-Roda

Caminho – Nas medidas de sobrevivência adotadas pela PSA – Peugeot-Citroën, uma foi dar autonomia à DS, então submarca Citroën. 

No Salão, dela, haviam exemplares, liderados pelo Divine, protótipo de sedã enfeitado. Quer mandar a linha aos EUA, segundo maior mercado mundial.

Foco – Na briga de foices entre cegos que é a indústria automobilística mundial, não há sobrevivência sem vendas em elevada escala. 

E não há escala aos ausentes no mercado norte-americano. A Peugeot já esteve lá, mas desistiu em 1991. Retomará em 2020 com vendas nas 30 maiores cidades.

Brasil – Brasileiro, liderando a Aliança Renault-Nissan, dos maiores grupos automobilísticos mundiais, Carlos Ghosn fez evento privado à Imprensa mundial. 

A Coluna não estava lá. Entretanto coleguinhas registraram análise clara da marca no mercado mundial e interpretações da situação do nacional.

Razões – Segundo o executivo vendas no Brasil devem encolher 10%, queda superior aos números projetados ao início do ano. 

Entretanto, disse Ghosn aos formadores de opinião, não há razões para isto ante a baixa relação entre habitante e automóveis.

Eufemismo – Disse, a situação é desapontadora e classificou o ocorrido no Brasil como não relacionado à indústria automobilística. 

Respeitador da imagem do país natal aos estrangeiros, não pintou o cenário de preto mas disse, no momento específico de eleições há fatores desconhecidos, e o País voltará a crescer quando a situação ficar mais clara. 

O eufemismo aparentemente significa mudança na política econômica e/ou no governo federal.

Exceção – Quanto à Renault, em ascensão de vendas e cravando quase 8% de participação nas vendas, Ghosn disse não reduzir investimentos da marca. 

Pelo visto, fazê-lo deteria o projeto de crescimento e sedimentação no mercado doméstico.

Foco – Executivos das matrizes das indústrias automobilísticas mundiais que encontrei no Salão, tinham perguntas assemelhadas à afirmação do brasileiro Ghosn: o que está acontecendo com a economia do Brasil? E porque o País parou de crescer?

Tropeço – Consciência do refluxo econômico, ao momento não deterá investimentos contratados, pois a indústria projeta a longo prazo. 

Mas criará um vale a ser ultrapassado até a volta da confiança. Entenda-se deter o crescimento da economia, de emprego, renda, aumento de vendas.

Dobradinha – Sempre alinhando economias brasileira e argentina, com governos peculiares, mercado em queda, inflação aumentando, promessas vãs, moeda desvalorizando e queda diária do valor do patrimônio individual, a região antes vista como alavanca de crescimento da indústria automobilística perderá investimentos para os próximos anos.

Aqui e lá – No Brasil, produção caiu 16,8% e vendas 9,1% nos nove primeiros meses. Na Argentina, redução de 24% na produção com expectativa de alguma recuperação dentro do programa Pro.Cre.Auto de incentivos e financiamento do banco estatal.

Situação – Maior salão do Ocidente nos anos pares, esta edição mostrou controle absoluto de custos. 

Os estandes eram corretos, porem hígidos. Shows e atrações, exceto por conjunto musical na Volkswagen, permeando sons aos estandes de suas associadas, nada mais houve.

Freio - Até o material de Imprensa, antes peças de grande qualidade gráfica, resumiu-se a, no máximo, modesto pendrive. Na maioria das marcas, pífio cartão com código QR resolvia o assunto.

Outro – Não mostrado no Salão, mas apenas de produção confirmada, o próximo Renault pequeno, para ser carro de entrada, deve aparecer ano próximo na mostra de Frankfurt.

Início – Divide plataforma com Nissan, construção, vendas e operação extremamente econômicas – neste caminho, novo motor três cilindros, rodas voltaram à assinatura francesa de usar apenas três parafusos – de quatro para três, só aí 25% de economia.

Aqui
- Segundo Caíque Ferreira, gerente de Comunicação, em estágio probatório para a Diretoria no Brasil, apenas será factível no Mercosul se conseguir custar o mais barato da linha, o Renault Clio: R$ 25 mil. Mas são carros incomparáveis.

Prisma – Carlos Ghosn, presidente da aliança Renault-Nissan anunciou sua produção na Índia, a custar menos de 5 mil euros – uns R$ 16 mil. 

Acenou com a possibilidade de fazê-lo na América do Sul. Situação óbvia, pois o Clio é o mais vendido na Argentina e ganharia no comparativo de espaço e construção. Assim, a seu substituto há apenas o argumento preço menor.

Troca-Troca – Presidentes da Mercedes e da Renault ampliaram sinergias, incrementando de três para 12 os projetos de colaboração, válidos na Europa, Ásia e América do Norte. 

De início três veículos com plataforma comum: Renault Twingo, Smart For Two e ForFour, este, feito em fábrica da Renault.

Mais – Mantida a pretensão de fazer carros das duas marcas em única fábrica, em Aguascalientes, México. 

Infiniti, a marca de luxo da Nissan, com motor Mercedes-Benz, em 2017, e, no ano seguinte, os da marca alemã.

Sem pátria – Capital não tem pátria, ditado antigo, muito válido agora. Novos Mercedes Classe C e o multiuso Vito – a ser feito na Argentina – usam motores diesel 1,6 litro Renault. 

Mercedes são motores do Renault Twingo e dos novos Smart. E em fábrica da Nissan, em Tennessee, EUA farão motor Mercedes 2.0 Turbo para o Infiniti e os Mercedes Classe C.

Leque – Aliança no Japão, entre a Mitsubishi Fuso, de utilitários leves, e a Nissan, farão produto comum para exportação.

Pé na bunda – Repito a expressão do inglês Jeremy Clark, o polêmico jornalista do Top Gear, fazendo matérias na Argentina. 

Habitantes do fim sul do continente não entenderam o humor britânico. O programa quis gracejar com a derrota da Argentina para a Inglaterra na Guerra das Malvinas. População local destruiu os automóveis, botou a equipe numa fuga por sobrevivência.


Ajude a resgatar a história deste Fiat

Parece Alfa Romeo, tem grade de Alfa Romeo, emblema de Alfa Romeo, e acreditado como Alfa Romeo. Mas é um Fiat.

Estava no Museu Paulista de Antiguidades Mecânicas, tido como o Alfa pertencente à corredora francesa Hellé Nice, protagonista de acidente de monta ao disputar o I Grand Prix de S Paulo, em 1936. 

Os restos do verdadeiro Alfa 8C 2300 de Nice estava em galpão adjacente e, sumiu com o passamento do colecionador Roberto Lee, titular do Museu.

O Fiat é um modelo 525, transformado pelo mecânico e piloto argentino Vittorio Rosa em 1928, competindo no Circuito da Gávea, prova brasileira da temporada mundial, em 1934 como bi posto e no ano seguinte como monolugar. 

Resgate histórico pelo engenheiro Antônio Carlos Buarque Lima, conta estas e outras peculiaridades, como ter sido vendido em 1935 ao ítalo-brasileiro Dante Di Bartolomeu, e sua equipe de competição Escuderie Excelsior, onde competiam Francisco Chico Landi, e seu irmão Quirino. Pilotaram-no em provas nacionais e argentinas, entre 1935 e 1938. 

Em 1935, Chico cravou sua primeira vitória, no Circuito do Chapadão, em Campinas, SP, participou de prova argentina e do Circuito da Gávea, e em 1936 mesmo em grande desvantagem liderou o fatídico GP de São Paulo. Em 1939, mudou a estética, com grade inspirada em Alfa Romeo.

De 1938 a 1941, o piloto Santos Soeiro, de Santos, SP, conduziu-o no Circuito da Gávea e Subida da Tijuca. 

Última referência documentada foi acidente nesta prova em 1941, com o ativo carioca Henrique Casini. 

Daí em diante, desapareceu, sendo achado ao final dos anos ’60 em destroços num posto de gasolina na base do Retiro das Pedras, hoje chique condomínio da estrada que liga Belo Horizonte ao Rio de Janeiro.

O que fazia em Minas, onde a última corrida fora em 1940? Quando chegou ao posto? Que caminhos percorreu como carro de corridas em quase duas décadas entre o acidente carioca e o posto mineiro?

O Fiat é a única referência esportiva remanescente desta marca no Brasil. Conhece uma parte desta história? Ajude a salvá-la. Escreva e conte à Coluna.



Parece Alfa, mas é Fiat. (Foto R. Nasser)
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edita@rnasser.com.br

VÁLVULAS PARA 74 MODELOS DE VEÍCULOS ENTRE AUTOMÓVEIS FIAT, HONDA E RENAULT E CAMINHÕES E TRATORES DAS MARCAS PERKINS, INTERNATIONAL NAVISTAR E SCANIA FORAM LANÇADAS NO MERCADO DE REPOSIÇÃO DE AUTO-PEÇAS PELA KS KOLBENSCHMIDT. VEJA A RELAÇÃO DOS MODELOS DE MOTORES NO


A KS lançou no mercado de reposição novas válvulas abrangendo mais de 70 aplicações entre caminhões e tratores das marcas Perkins, International Navistar e Scania, e veículos leves das marcas Fiat, Honda e Renault.

Na Perkins, os lançamentos se aplicam nos motores Massey Ferguson 1.004-4T 3.9L diesel, com início de produção em 1971 até 1995 e no motor 1104-44/ 1104-44T 4.4L, a partir de 2010. 

Para a Scania, as novas válvulas atendem mais de 20 modelos que utilizam os motores DC9-12, DC9-11, DC11-08, DC-12 e DC13 Euro 5.

Ainda na linha pesada, os novos produtos também se aplicam nos modelos DuraStar e o WorkStar da International Navistar, ambos com motor diesel eletrônico MaxxForce DT 7.6L, a partir do ano 2010.

Já na linha leve, os lançamentos são para a Fiat, veículos Uno e Palio com motor Evo 1.4L Flex, a partir de 2010 e 2011, Honda nos modelos Fit, City e Vezel 1.5L 16V VTEC 2005 em diante, e Renault, motor K7M 1.6L 8V Flex, dos veículos Clio, Kangoo, Megane, Logan, Sandero e Symbol.

Para maiores informações sobre as aplicações, o cliente pode entrar em contato com a fábrica através do SAKS 0800 721 7878 ou através do e-mail: marketing@br.kspg.com

* Os produtos da marca KS Kolbenschmidt são comercializados no mercado brasileiro de reposição pela MS Motorservice Brazil, divisão do Grupo KSPG AG responsável pelas atividades de vendas e prestação de serviços para o aftermarket.

Talita C. Peres – Gerente de Marketing – talita.peres@br.kspg.com – (19) 3484-1312
Lellis Assessoria de Imprensa e Consultoria Ltda. Jornalista responsável: Marco Antonio Lellis – MTb 9.473/SP - 28lellis@uol.com.br –      (17) 98119-3843


FORD MOSTRA EM VÍDEO UM DESAFIO DE ARRANCADA COM VERSÕES DO MUSTANG 2015, UMA VERSÃO 2.3 COM MOTOR ECOBOST E UM 5.O SUPERCHARGED


Realizada no autódromo Milan Dragway, em Michigan, EUA, a famosa prova de um quarto de milha (arrancada em 400 metros), mostrada neste vídeo, superou as expectativas.


O Mustang 2.3 EcoBoost completou o percurso em 12,56 segundos e atingiu 175 km/h; o GT 5.0 V8 naturalmente aspirado fez 11,77 segundos, com velocidade de 187 km/h; e o GT 5.0 V8 Supercharged cravou 10,97 segundos, acelerando a 206 km/h.


Os três modelos receberam kit de suspensão traseira, rodas e pneus slick especiais na traseira, gaiola de proteção para o piloto, bancos Recaro de competição e calibração especial do motor. 


O Mustang 2.3 EcoBoost e o Mustang 5.0 naturalmente aspirado tiveram instalados kits especiais de escapamento e o Mustang 5.0 Supercharged ganhou um turbo de performance da Roush.


“O que nós gostamos nas corridas de arrancada, do ponto de vista de engenharia, é que elas realmente levam o motor ao limite de estresse. O motor vai ao pico de potência em um tempo muito curto”, explica Ron Ewert, engenheiro de Motores da Ford Racing.


O time da Ford Racing dedicou um bom tempo na preparação dos carros, modificando suas peças e calibrando o motor. “É fascinante sair do mundo da produção e partir para o passo seguinte, tirando mais dos motores. Ao mesmo tempo, temos de manter a segurança do veículo, do motor e de seus componentes”, completa Dave Born, gerente de Engenharia da Ford Racing.



FORD EXIBE O NOVO F-4000 E O CARGO EXTRAPESADO NA FESTA DOS MOTORISTAS NO RIO GRANDE DO SUL


A Ford Caminhões participa da 43ª Festa de Nossa Senhora Aparecida e dos Motoristas de São Marcos, no Rio Grande do Sul, uma das mais tradicionais do País, com a exposição do Novo F-4000, do extrapesado Cargo 2842 6x2 e do médio Cargo 2429 6x2. 

Os visitantes também terão a oportunidade de fazer test-drive do Cargo 2842, implementado e lastreado para avaliação em condições reais de utilização.


“Estamos trazendo nossos lançamentos mais recentes para a festa, que é uma oportunidade de estreitar o relacionamento com os caminhoneiros e mostrar as vantagens técnicas e operacionais dos nossos veículos. A Ford tem hoje uma das linhas de caminhões mais versáteis e completas do mercado para vários tipos de aplicação”, diz Pedro Aquino, gerente de Marketing da Ford Caminhões.


Com o tema “a tecnologia move as máquinas e a fé move o homem”, a Festa de Nossa Senhora Aparecida e dos Motoristas de São Marcos é considerada uma das maiores do País, em homenagem à Santa dos Caminhoneiros. Além da exposição de veículos, implementos e produtos para o transporte, conta com atividades sociais, esportivas e religiosas.


Novo F-4000
Recém-lançado no mercado, o Novo Ford F-4000 tem características técnicas ideais para aplicações que exigem um caminhão leve versátil e eficiente para uso misto, em operações como entrega fracionada, manutenção de serviços públicos e aplicações fora de estrada.

“Devido à sua robustez, o F-4000 é ideal para aplicações rurais, onde veículos mais leves têm dificuldade de rodar”, comenta Aquino. 

O modelo de rodado duplo tem peso bruto total de 6.800 kg e carga útil mais carroceria de 3.946 kg.

Cargo ExtrapesadoO Ford Cargo 2842 6x2, considerado um dos mais potentes e econômicos da categoria de extrapesados, tem motor de 10.3 litros com potência de 420 cv e torque de 1.900 Nm e vem com transmissão automatizada de série. 

Primeiro caminhão global da marca, destaca-se pelo custo-benefício e produtividade em aplicações rodoviárias. 

Além de baixo consumo de combustível, conta com operação e manutenção econômica.

Já o Cargo 2429 com tração 6x2 é indicado para o transporte de médias e longas distâncias. 

Seu motor de seis cilindros, com 290 cv e torque de 951 Nm, tem consumo reduzido de combustível e oferece duas opções de transmissão: uma de seis velocidades com eixo de dupla redução e outra com nove velocidades e eixo simples. 

O conforto da cabine é outro fator que contribui para a produtividade do motorista.



QUEM GOSTA DE AVENTURA OFF-ROAD DEVE CONHECER O NOVO TROLLER QUE PODERÁ SER VISTO NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO, QUE ACONTECE DE 30/9 A 9/11, O NOVO TROLLER T4 É MOSTRADO EM CAMPANHA PUBLICITÁRIA COMO UM GENUÍNO OFF-ROAD COM ELEGÂNCIA E MUITOS AVANÇOS. VALE ASSISTIR O VÍDEO.


A Troller começa em outubro a fase de lançamento público do Novo T4. O utilitário off-road brasileiro chega aos distribuidores da marca de todo o País, realçado por uma campanha publicitária para diversas mídias. 

Com o tema “Novo Troller. Muito mais carro. Ainda mais Troller”, o filme principal destaca os avanços do veículo totalmente novo, trazendo cenas de ação radical, mas com uma pegada de humor e elegância, conforme mostra este 


O Novo Troller T4 começou a ser vendido depois de uma grande repercussão na mídia em sua fase de pré-lançamento. 


Com o avançado motor 3.2 turbodiesel de 200 cv, o T4 oferece um conjunto com muita modernidade formado por itens como transmissão manual de seis velocidades com comando eletrônico de tração e diferencial traseiro autoblocante.

Referência no uso todo-terreno, o Novo Troller T4 teve ampliado os chamados ângulos de ataque e saída do veículo para superar obstáculos dos mais radicais. 

Um outro avanço é que o modelo traz freio a disco nas quatro rodas com sistema ABS e distribuição eletrônica de frenagem.


O interior do novo veículo ficou mais confortável, elegante e prático, utilizando materiais de fácil manutenção e limpeza, situação adequada para o uso em locais com muita lama. 

A cabine tem grande ergonomia e tem espaço para receber equipamentos de navegação, entre outros recursos para rodar em trilhas. 


Ar condicionado digital e sistema de som com entrada auxiliar e Bluetooth, vidros elétricos completam o ambiente interno. 

Externamente, tem um design imponente, com bagageiro de teto, lanternas traseiras de LED, teto solar de duplo vidro, rodas de alumínio de 17 polegadas e pneus de uso misto.

“A campanha publicitária do Novo Troller T4 reforça a sua característica off-road. Ele nasceu e foi desenvolvido para oferecer o melhor desempenho nas trilhas, mas também evoluiu na rodagem em asfalto. Realmente, é um veículo para o nosso tempo com design aprimorado e muito conforto interno”, diz Carla Freire, supervisora de Marketing da Troller.


terça-feira, 7 de outubro de 2014

A NOVA SUV XC90 R-DESIGN VOLVO COM OPÇÃO DE MOTOR DE 400 CV E O CONSEQUENTE DESEMPENHO ESPORTIVO VAI FAZER SUCESSO NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO. O CARRO TRAZ DE SÉRIE OS SISTEMAS ANTICOLISÃO E ATROPELAMENTO DE PEDESTRES E CICLISTAS. LUXO, CONFORTO E ACABAMENTO ESMERADO COMPLETAM O PACOTE CONSTITUÍDO POR EQUIPAMENTOS ESCOLHIDOS PARA AGRADAR A CADA TIPO DE CLIENTE.



O Volvo Novo XC90 R-Design, modelo voltado para consumidores que buscam um carro de visual impactante e com estilo esportivo e dinâmico, que de acordo com Alain Visser, vice-presidente sênior de Marketing, Vendas e Pós-Venda da Volvo Cars, foi criado para pessoas que têm paixão por momentos ou automóveis que acrescentam tempero à vida” será uma das estrelas do Salão do Automóvel de São Paulo, que acontecerá de 30 de outubro a 9 de novembro, no Anhembi, em São Paulo. 




A proposta visual, de um rodar dinâmico, é confirmada pelo interior focado no motorista, com bancos R-Design esportivos em Nubuck e couro perfurado. 



A gama de motores Drive-E oferece até 400 cv e o novo acerto de suspensão do XC90 garante uma experiência de condução ágil.

O exterior do modelo R-Design inclui vários detalhes distintos, como a grade, o spoiler frontal, o friso de metal dos vidros, o sistema de escapamento com duas ponteiras integradas, trilhos de teto brilhantes e capas de retrovisores na cor prata fosca. 



As rodas de 20” ou de 22” (opcionais) R-Design, completam o visual do modelo.



Dentro, os bancos esportivos e o volante revestido de couro perfurado são acompanhados de detalhes R-Design especiais, como a alavanca de câmbio, pedais, tapetes e soleiras de porta iluminadas. 



O motorista também terá uma chave exclusiva R-Design revestida de couro.


Painel central sensível ao toque
A tela central touchscreen e o painel de instrumentos digital de 12,3” foram, logicamente, incluídos nesta versão. 
O painel de instrumentos traz um tema exclusivo dos modelos R-Design. 



O sistema é virtualmente livre de botões e representa uma forma completamente nova para os condutores interagirem com o carro e acessarem uma gama de produtos e serviços na nuvem, via internet.



Nova estratégia de versões
A R-Design é uma das quatro versões para o XC90. A Kinetic é a de entrada, seguida pela competitiva versão Momentum. 




Os modelos Inscription e R-Design formam dois galhos de uma árvore: o pacote Inscription é desenvolvido para consumidores que buscam visual elegante e experiência de luxo, enquanto o R-Design tem aura dinâmica e esportiva.


“As versões topo da gama do novo XC90 serão a Inscription e a R-Design. As duas terão muitos equipamentos, cuidadosamente escolhidos para agradar a cada tipo de consumidor”, explica Alain Visser.


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Pintura preta e bancos de couro bege
A pintura exterior em Onyx Black e as rodas de 21 polegadas Inscription são combinadas com um interior com bancos de couro Nappa bege, painel de couro grafite e inserções lineares de madeira.


A série First Edition será equipada com motores Drive-E, a gasolina ou a diesel, de acordo com o mercado a que se destina.


A versão T6 AWD com supercharger e turbo, que será vendida no Brasil, tem 320 cv, torque máximo de 400 Nm e virá acompanhada da transmissão Geartronic de oito velocidades.


O sistema de áudio da Bowers & Wikins traz um amplificador classe D de 1.400 watts, 19 alto-falantes e um software de processamento de som de última geração que proporciona a experiência emocional de ter um concerto ao vivo dentro do carro.


O pacote de segurança mais completo do mercado
O carro oferecerá o mais completo e tecnológico pacote de segurança de série da indústria automotiva.


Ele inclui duas tecnologias inéditas: um pacote de proteção para saídas não intencionais da pista e o sistema de frenagem automática em cruzamentos.


Todos os sistemas de frenagem automática, para evitar colisões com veículos, ciclistas e pedestres na frente do carro, tanto de dia e quanto à noite, agora são de série.


DICA PARA DESLOCAÇÕES EM PORTUGAL PARA QUEM EM VEZ DE ALUGAR CARRO PREFERIR ANDAR DE TÁXI. ABÍLIO BARROCAS OFERECE ESSE SERVIÇO

Quem viajar a Portugal e não quiser alugar um carro poderá usar o serviço de táxis de Abílio Barrocas, que realiza de viagens curtas por Lisboa e pontos turísticos nos arreadores da capital: Sintra, Cascais, por exemplo, e viagens mais longas, para qualquer ponto do país, como Fátima, Porto, Coimbra, Nazaré, Évora, entre outras.

Abílio Barrocas explica que todos os carros são Mercedes-Benz, com quatro ou oito lugares e integram o serviço de táxi de Lisboa, aptos, portanto, para prestar serviços também fora da Europa.

Mais informações e detalhes de preços e viagens devem ser feitos pelo email: abiliobarrocas@gmail.com, ou 
obarrocas@hotmail.com e ainda pelo telefone: 00351 919193943.

A ALIANÇA RENAULT-NISSAN E A DAIMLER ACERTAM PRODUÇÃO DE CARROS EM PARCERIA E OS PRIMEIROS A SAIR SERÃO O RENAULT TWIINGO, O SMART FOR TWO E O SMART FORFOUR. ENTRETANTO, GRAÇAS AO ACORDO ASSINADO EM 2013, A RENAULT JÁ FORNECE MOTORES PARA OS SMART E AINDA MOTORES DIESEL 1,6 L PARA OS MERCEDES CLASSE C E O FURGÃO VITO.





A Aliança Renault-Nissan e a Daimler podem contar com futuro estável em longo prazo e todos os projetos comuns estão sendo desenvolvidos conforme as previsões, declararam hoje os CEOs dos dois grupos, durante seu encontro anual com a imprensa no Salão do Automóvel de Paris.

A parceria entre Renault-Nissan e Daimler começou em 2010. Originalmente, a cooperação se referia apenas a três projetos, essencialmente na Europa. 

O portfólio conjunto de Renault-Nissan e Daimler posteriormente quadruplicou, passando para 12 projetos, na Europa, Ásia e América do Norte.

“A dimensão mundial destes programas é a garantia que esta colaboração continuará a se desenvolver, por isso estamos convencidos de que nossa parceria se insere em um longo prazo”, declarou Carlos Ghosn, CEO da Renault-Nissan. 

“Esta parceria permite a aceleração do lançamento no mercado de alguns veículos importantes e constitui evidentemente um diferencial estratégico para a Renault e a Nissan. Estamos confiantes na solidez de nossas relações para os anos futuros”, acrescentou.

“Desde o início, em 2010, esta cooperação está cumprindo suas promessas e vai muito além”, comemorou Dieter Zetsche, CEO da Daimler AG e principal executivo da marca Mercedes-Benz. 

“Continuaremos no futuro a trabalhar da mesma maneira, no âmbito de projetos conjuntos benéficos para todos os parceiros, e a criar valor para nossos clientes de todo o mundo. Trata-se sem dúvida de um ciclo virtuoso que está se perpetuando”, revelou.

Estas declarações acontecem em um momento em que a Aliança e a Daimler estão lançando no mercado, neste fim de ano, seus primeiros veículos totalmente desenvolvidos em conjunto de ‘A a Z’ – os novos Renault Twingo, Smart ForTwo e Smart ForFour. 

O Renault Twingo começou a ser vendido na Europa no mês de setembro, enquanto que o Smart ForTwo e o Smart ForFour serão comercializados a partir de novembro próximo. 

Estes veículos urbanos são feitos a partir de uma arquitetura com tração traseira desenvolvida em comum, com a participação de equipes das duas montadoras, que trabalharam em estreita colaboração ao longo destes quatro últimos anos.

Os três modelos, apresentados no Salão do Automóvel de Paris, são produtos distintos, tendo cada um sua própria identidade de marca, facilmente reconhecível. 

O Smart ForTwo é produzido na fábrica Smart de Hambach, na França, enquanto que o Twingo e o Smart ForFour são fabricados nas linhas de produção da fábrica Renault de Novo Mesto, na Eslovênia.

Um portfólio de projetos que não para de crescer
Em junho de 2014, a Nissan e a Daimler anunciaram sua intenção de desenvolver conjuntamente veículos compactos alto de gama e fabricá-los juntos no México.

A construção de uma unidade de produção de propriedade conjunta das duas empresas em Aguascalientes, próximo de uma fábrica Nissan já existente, começará no início de 2015. 

A produção iniciará em 2017 com modelos da marca Infiniti. Veículos Mercedes-Benz começarão a sair das linhas de produção em 2018. 

Quando estiver operando com sua capacidade máxima, esta fábrica mexicana terá condições de produzir anualmente 300.000 unidades.

Os veículos compactos alto de gama serão também produzidos em outras fábricas Daimler e Nissan, principalmente na Europa e na China.

Os dois grupos continuam, ao mesmo tempo, a fornecer mutuamente componentes mecânicos. 

A Renault fornece desde setembro motores diesel de 1,6 litro destinados aos novos Mercedes Classe C e Mercedes Vito furgão. 

A Renault fabrica também o motor a gasolina de 1 litro e 3 cilindros a injeção e o motor a gasolina de 900cc turbo de 3 cilindros que equipam respectivamente o Smart ForFour e o Smart ForTwo.

A produção conjunta de um motor a gasolina de 2 litros turbo de 4 cilindros começou em junho na nova unidade de fabricação de sistemas mecânicos de propriedade da Nissan e da Daimler em Decherd, no Tennessee (EUA). 

Feito na fábrica da Infiniti (fábrica de motores Decherd), este motor equipará em um primeiro momento as versões europeias do sedã esportivo Infiniti Q50 e do Mercedes-Benz Classe C. A nova unidade poderá produzir em médio prazo 250.000 exemplares por ano.

Já para veículos utilitários leves, a empresa Mitsubishi Fuso Truck & Bus Corporation (MFTBC), que faz parte do grupo Daimler, e a Nissan Motor acabam de assinar um contrato para o fornecimento de veículos utilitários leves destinados à exportação. 

Segundo os termos deste contrato, a Nissan fornecerá seu utilitário “NV350 Urvan” (peso total de 3,5 toneladas) à Mitsubishi Fuso, que o comercializará no Oriente Médio como “CanterVan” a partir de 2014.

O acordo final aconteceu um ano após a assinatura pelos dois parceiros de um primeiro compromisso, em 11 de setembro de 2013.

NOVA FÁBRICA DA NISSAN, EM RESENDE, RECEBEU O PRÊMIO "PROTEÇÃO BRASIL DE SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO


Rio de Janeiro – Inaugurada em abril, a fábrica da Nissan em Resende foi o principal destaque da edição deste ano do prêmio "Proteção Brasil de Saúde e Segurança do Trabalho", organizado desde 2005 pela revista Proteção. 


A unidade localizada no Sul do estado do Rio de Janeiro foi reconhecida como o melhor case nacional e da região Sudeste com o projeto "Nova Fábrica da Nissan: Com Orgulho Cidadã Brasileira". 

O evento tem como principal objetivo valorizar as principais ações em segurança e saúde realizadas por profissionais e empresas de todo o país.

A Nissan apresentou aos jurados o seu Programa de Gestão de Segurança, que mostra que conceitos básicos de segurança devem ser incorporados em todas as etapas do negócio. 

A empresa deixou claro com o projeto que seu objetivo de atingir a melhor qualidade nos carros produzidos não está dissociado da segurança em toda a cadeia produtiva e no dia a dia de seus funcionários. 

Atsuhiko Hayakawa, vice-presidente de Operações de Manufatura da Nissan em Resende, destaca que o prêmio reconhece o esforço de todos os funcionários no cumprimento das diretrizes de segurança da empresa. 

"A segurança na Nissan é uma prioridade, mas sempre podemos melhorar e fazer mais para a prevenção. Ganhara esse prêmio nacional mostra que estamos no caminho certo e que vamos seguir assim", disse.


O prêmio "Proteção Brasil de Saúde e Segurança do Trabalho" é considerada a mais importante distinção concedida ao trabalho desenvolvido dentro das empresas em favor da saúde e da segurança do trabalhador. 

Desde 2005 ele reconhece empresas de todas as regiões brasileiras; profissionais que se destacam pela sua ação voltada à qualidade de vida dentro dos locais de trabalho.

BALANÇO DO GP DO JAPÃO. UMA CORRIDA MARCADA PELO GRAVÍSSIMO ACIDENTE DO PILOTO JULES BIANCHI QUE SE ENCONTRA AINDA INTERNADO NA UTI, EM ESTADO CRÍTICO, MAS ESTÁVEL, RENAULT SPORT F1. ESTE FOI O ACIDENTE MAIS GRAVE DESDE A MORTE DE AYRTON SENNA. ASSISTA O VÍDEO.

ASSISTA O VÍDEO DO ACIDENTE FEITO POR UM ESPECTADOR:


O carro de Jules chocou-se a 150 km/h contra um guindaste que se preparava para retirar da pista o carro de Sutil. 

O diretor das Atividades de Pista da Renault Sport F1, 
Rémi Taffin, ao lamentar a ocorrência do grave acidente   que no Grande Prêmio de Fórmula 1, do Japão, vitimou o jovem piloto Jules Bianchi disse que "os nossos corações estão com o Jules, sua família e a equipe".


O carro de Jules ficou sob a máquina


Segundo ele, as condições incertas da pista fizeram desta uma corrida difícil para todo mundo, mas, considerou que cada equipe deu o seu melhor a partir das informações de que dispunha no decorrer da prova.


Taffin ressaltou que "fizemos o possível para extrair a máxima performance de cada um de nossos grupos propulsores. Calcular o consumo de combustível, gerenciar a energia e definir as regulagens continua sendo, nestas circunstâncias, um exercício extremamente complicado".


Por isso, acrescentou, propulsionar três monopostos que acumularam pontos, sendo um deles no pódio, foi um excelente resultado.


"Agora devemos ultrapassar nossos concorrentes em matéria de performance pura, mas queremos dar os parabéns à Red Bull pela conquista de um pódio e por ter levado um segundo carro à quarta posição", disse, ao parabenizar também para a Toro Rosso: Vergne conseguiu mais uma vez uma espetacular recuperação, conseguindo acumular pontos, mesmo com a penalidade de motor".


Isso demonstra, em sua opinião, que, mesmo se estes contratempos, que nunca são bem-vindos, "eles podem ser superados graças aos grupos propulsores que temos agora".




Taffin considerou que a Lotus e a Caterham também tiveram uma sólida atuação durante este fim de semana, "e agora podemos partir confiantes para a Rússia".


"O traçado de Sochi deve ser favorável a nós e, por isso, estamos saindo do Japão com um programa de trabalho que inclui muitos pontos positivos”, concluiu.

Temporal
Fortes chuvas sacudiram o circuito durante o período da manhã e na formação do grid da prova, o que obrigou os pilotos a largarem atrás do Carro de Segurança.



A bandeira vermelha interrompeu pela primeira vez o Grande Prêmio depois de duas voltas, mas as condições climáticas melhoraram o suficiente para que os carros voltassem, sempre sob o regime do Carro de Segurança, que só deixou a a pista na nona volta, permitindo a continuação da corrida, embora com pista húmida até a interrupção definitiva do Grande Prêmio na 44ª volta.


Vettel imitou a estratégia de paradas nos boxes feita pelos pilotos da Mercedes e se manteve na pista uma volta adicional com pneus de chuva depois que o Carro de Segurança saiu de cena.

Esta tática permitiu que o atual campeão do mundo levasse a melhor sobre Ricciardo, antes de partir ao encalço dos dois pilotos da Williams.

Logo em seguida, Vettel se desvencilhou de Massa e Bottas, graças a duas manobras cheias de ousadia, sendo imitado por Ricciardo pouco tempo depois.

Agora em quarto e quinto, a dupla da Red Bull partiu para cima de Jenson Button, que estava na terceira posição, aproveitando sua parada nos boxes para ultrapassá-lo.

O britânico recuperou temporariamente seu lugar, mas as posições se inverteram novamente, quando Button parou para trocar de pneus pouco antes da interrupção definitiva do Grande Prêmio.

Jean-Eric Vergne, piloto da Escuderia Toro Rosso, ficou em nono lugar depois de ter largado do final do grid.

O francês foi penalizado por ter utilizado um sexto motor a combustão interna. Graças a uma estratégia inteligente, Vergne teve uma corrida sólida, conseguindo acumular pontos.


Já Daniil Kvyat teve um Grande Prêmio mais delicado. O jovem russo esteve várias vezes entre os 10 melhores, mas terminou sem acumular pontos, na 11ª posição.

A equipe Lotus de F1 se classificou em 15º e 16º lugares, com Romain Grosjean ultrapassando Pastor Maldonado já sob a bandeira quadriculada.

Marcus Ericsson confirmou seus belos prognósticos neste fim de semana para a equipe Caterham de F1, terminando em 17º, uma posição à frente de Max Chilton. Kamui Kobayashi terminou seu Grande Prêmio em casa na 19ª fileira.


A escuderia Infiniti Red Bull Racing consolidou seu segundo lugar na classificação dos Construtores, enquanto que Daniel Ricciardo continua em terceiro entre os Pilotos. Já Sebastian Vettel está agora na quarta posição.

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