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domingo, 14 de fevereiro de 2021

 


Na contramão do mercado, que registrou queda nos emplacamentos de janeiro em relação ao mesmo período de 2020, a CAOA CHERY fechou o mês com saldo positivo. Foram 2.301 veículos comercializados no primeiro mês do ano, contra 1.684 unidades vendidas em janeiro de 2020, crescimento de 36,6%. Na comparação com dezembro, houve retração de 27%. Quando analisada a participação de mercado, no entanto, o resultado é positivo nos dois casos: a marca registrou 1,42% de market share em janeiro de 2021, contra 0,91% e 1,37% de janeiro e dezembro de 2020, respectivamente.

Os grandes destaques do período ficaram por conta dos SUVs Tiggo 5X e Tiggo 8. O primeiro modelo segue sendo o líder de vendas da montadora e registrou 967 emplacamentos em janeiro. Ele também foi o 12º SUV mais comercializado do mês, segundo o ranking da Fenabrave, superando marcas e modelos tradicionais no mercado nacional.

Já o Tiggo 8 teve 406 unidades comercializadas, reforçando sua importância dentro do portfólio da montadora. “A chegada do Tiggo 8 é um dos grandes marcos da história da CAOA CHERY. Esse lançamento deu uma guinada na marca pois mostra que nossa capacidade em termos de tecnologia, de design e qualidade é muito alto. É a prova que temos muito o que oferecer ao mercado quando falamos em produtos de alto valor agregado”, analisa Marcio Alfonso, CEO da CAOA CHERY.



Ainda no resultado por modelos, os SUVs Tiggo 2 e Tiggo 7 tiveram 420 e 188 unidades comercializadas, respectivamente. No caso dos sedans, foram 116 veículos Arrizo 5 vendidos e 203 unidades do Arrizo 6.

Renault 5, carro cult dos anos 70, Prototype, um olhar especial para os faróis

 


Um carro cult dos anos 70, com faróis que parecem estar piscando... É isso mesmo, estamos falando do R5! Aquele olhar malicioso faz parte do nosso patrimônio e o protótipo Renault 5 – revelado em janeiro deste ano – não pode negar suas origens. Nicolas Jardin, designer externo do protótipo, nos conta como deu uma reinterpretação moderna ao famoso olhar do Renault 5 original.

 
Ah, o R5! Todo mundo conhecia aquele olhar esperto e rebelde, que se tornou rapidamente um cult, assim como o próprio carro. Em 1972, quando ele foi lançado, a Renault personificou este olhar em Les aventures de Supercar, o célebre desenho animado publicitário. Também era possível vê-lo nas ruas, graças à promoção “Assuma o volante”, realizada na época. Com belos olhos adesivos colados nos faróis, o Renault 5 saía em busca dos franceses. E é este olhar emblemático e de cumplicidade que Nicolas Jardin quis reproduzir no Renault 5 Prototype, ao mesmo tempo em que o propulsionou para o futuro.
 
De um olhar cult à reinterpretação
 
Revelado em 14 de janeiro deste ano, o Renault 5 Prototype – que prefigura um futuro modelo elétrico inspirado no legado do R5, já fez gastar muita tinta. É preciso dizer que seus designers reinterpretaram com maestria o estilo original da versão de 1972. Sem cair na onda retrô, o protótipo exibe o DNA tão característico de seu predecessor tão cult. No Technocentre, o centro de tecnologia onde são desenvolvidos os conceitos e modelos do Grupo Renault, Nicolas Jardin revela como aconteceu a gênese do projeto: “O trabalho realizado para este protótipo não seguiu um tema livre. Era preciso reinterpretar o R5 e projetá-lo no futuro, para fazer dele um objeto moderno”.
 
Para redesenhar os faróis maliciosos e as lanternas de rodagem diurna, “começamos pelas linhas, ângulos e raios dos elementos da frente da carroceria do R5 original. Depois de vários croquis feitos, os faróis ficaram totalmente diferentes, tanto em termos de proporções como de design”.
 
Bastante trabalhada e esculpida, a versão final remete a olhos risonhos, que parecendo estar dando uma leve piscada. Já os faróis de rodagem diurna, com formato retangular na parte inferior, lembram os faróis de neblina adicionais da época e são integrados a um para-choque na cor da carroceria, assim como no modelo original. “O tratamento cristal e tridimensional, um recorte absolutamente preciso, remetem ao corte a laser e ao universo da aerodinâmica e da aeronáutica”.
 
Tecnologia a serviço da expressividade
 
Para reinventar o olhar icônico do R5, recorreu-se a processos extremamente modernos, principalmente a tecnologia matricial das lâmpadas de LED, que permite integrar movimentos por meio da programação de animações, que dão vida aos faróis. A técnica fica mais evidente na sequência de boas vindas. O novo logo do carro se ilumina e dispara uma animação, que se estende pela grade frontal. Depois, os faróis ganham vida como se o carro estivesse piscando os olhos. É impossível não perceber essa piscada de olhos! “Graças à tecnologia matricial e às animações da sequência de boas vindas, conseguimos recriar a expressividade e o olhar travesso do modelo original”.
 
Seja no design ou na tecnologia, os faróis do Renault 5 Prototype não têm quase nada em comum com os do R5 de antigamente – pelo menos no papel. Mas seu olhar característico é pra lá de evidente. Missão cumprida! “Para ser um digno herdeiro do R5, era preciso que o carro fosse expressivo e cheio de vida. Conseguimos realizar essa proeza com este protótipo, que é um verdadeiro objeto de design moderno, que personifica a alegria de viver ao estilo da Renault”, conclui Nicolas Jardin.

Honda WR-V em teste pelo Blog entre o Rio e Saquarema - pela Via lagos que cobra quase R$ 50,00 de pedágio - revelou-se um bom estradeiro, confortável, confiável. Belas fotos da Igreja Nossa Senhora da Nazaré, de onde saiu o 1º Ciro de Nazaré do Brasil


  Texto e fotos: Arnaldo Moreira

Nada melhor para testar o SUV Honda WR-K e assim oferecer informações sobre o carro a nossos leitores do que por o pé na estrada. O dia de sol convidava a uma bela viagem até a cidade de Saquarema, no interior fluminense, uma escolha para aproveitar as boas paisagens da lagoa e do mar, de cada lado da cidade, e mostrar a igreja de Nossa Senhora da Nazaré, onde foi realizado o primeiro Ciro de Nazaré do Brasil no século XVII, em 1630, quando a igreja começou a ser erguida, obra terminada somente em 1887. Hoje matriz de Saquarema no alto no alto da colina cidade a igreja oferece belos panoramas.



O Honda WR-V, cinza barium, EXL, tem motor 1.5 de 16 válvulas SOHC i-Vetec flex e câmbio VCT de seis velocidades, com trocas manuais nas borboletas (paddle shifts) atrás do volante, fornecido pela Honda para o teste mostrou-se um excelente estradeiro, espaçoso tanto na frente quanto no banco traseiro que acolhe três passageiros. 




Neste, o espaço prevê três passageiros tendo o ocupante do assento do meio mais espaço para as pernas graças ao baixo túnel central. 


Todos os bancos contam com cintos de segurança de três pontos e encostos de cabeça.



Tenho de ressaltar o conforto deste SUV pela excelente suspensão que deixa quase imperceptíveis os desníveis, os buracos das ruas e das nossas estradas, ou seja aquelas pancadas que nos buracos se sentem dentro do carro no WR-V passam em branco. O isolamento sonoro no habitáculo é de boa qualidade, mas permite que se ouça o ronco do motor quando se acelera fundo, música para os ouvidos de muita gente.


O WR-V vem, em todas as versões, LX, EX e a testada ELX, top de linha, equipada com o confiável motor 1.5 de 16 V SOHC i-Vetec Flex com 115 cv de potência a 6.000 rpm abastecido com gasolina (116 cv, mais um, com etanol). Para mim, note, bem, para mim, o desempenho do motor do WR-V é um pouco aquém do que um carro do seu padrão deve oferecer. São 15,2 kgfm de torque, com gasolina, e 15,3 kgfm com etanol, que mesmo sendo um motor excepcional não pode fazer milagres. 



Afinal tem de mover seus 1.123 kg sem passageiros. Ou seja, não se espere uma rápida resposta que seria natural com um motor turbo que, aliás, o carro merece. O consumo fica em 11,7 km/l na cidade e 12,4 km/l, com gasolina e  8,1 km/l na cidade e 8,8 km/l, na estrada com etanol, normal para um motor aspirado dessa capacidade.


Pedágio proibitivo
Saindo do Rio para Saquarema pega-se a RJ-101 pela Ponte Rio-Niterói, depois a RJ-106 e a seguir a RJ-124, a famosa Via Lagos, que num trecho de 55 km cobra o pedágio mais caro do País: de segunda a quinta-feira R$ 12,70 e de sexta-feira a domingo e feriados, R$ 21,10 para os automóveis utilitários. Ou seja, num final de semana, uma viagem para a Região dos Lagos, pela Via Lagos custa perto de R$ 50,00, só de pedágio. A alternativa que muitos motoristas preferem é pegar a RJ-106, Rodovia Amaral Peixoto, apenas com o pedágio da ponte de R$ 4,60, cobrado apenas no sentido Niterói.



Ao contrário da Via Lagos, é difícil apontar pontos negativos no WR-V, a não ser a posição do apoio de braço do motorista que fica bem recuado em relação à posição do motorista, mas a dirigibilidade é excelente. 



Os instrumentos estão na posição correta para uma boa e rápida visibilidade. No lado direito, o computador de bordo com informações do funcionamento do carro, consumo e quilômetros percorridos, temperatura externa e econômetro.



O banco do motorista tem ajuste de altura e o volante multifuncional com controles de som, telefone e controle de velocidade de cruzeiro, vulgo "piloto automático", profundidade e altura. 



A visão da estrada é privilegiada e ajudada por pequenas janelas fixas nos cantos do painel, que deram um charme especial ao habitáculo. 



O design é outro ponto alto do WR-V
A frente se destaca pelo porte altivo e ao mesmo tempo agradavelmente agressivo marcado pela ampla grade, muito maior que a ir mais velha HR-V, ladeada pelos faróis de nevoeiro. 



O conjunto ótico saliente invade a lateral até metade do para-lamas, conta com luz diurna (DRL) em forma de bumerangue que garante a ideia de profundidade e oferece uma ótima iluminação noturna de Led reforçada pelos faróis de nevoeiro, igualmente de Led. 


A traseira ganhou um para-choques maior, quase 7 cm do que o da versão anterior e as lanternas são de Led. 


O porta-malas comporta 363 l.




O interior tem um bom acabamento. O painel e o volante de couro receberam delicadas molduras em alumínio anodisado. As laterais assim como o painel são cobertos de plástico de boa qualidade. O ar condicionado digital, com função de ajuste automático de temperatura, tem controles manuais no painel e por toque na tela multimídia de sete polegadas com conectividade com os sistemas Apple CarPlay e Android Auto e navegador GPS. 



Conta ainda com câmera de ré, além de sensores de ré e dianteiros e bluetooth também presentes no volante.



No quesito segurança, o WR-V é um carro que inspira confiança. Tem direção elétrica assistida, seis air bags (na versão EXL, na LX tem apenas air bags frontais e na EX, airbags frontais e laterais), controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, vidros elétricos, faróis com acendimento automático, sensores de chuva, para-brisa dégradée, retrovisores rebatíveis, sistema de alerta de frenagem emergencial, ajuste de altura do facho dos faróis. 


As rodas são de 16" com pneus 195/60. 



O WR-V tem garantia de três anos. Os preços das três versões do WR-V:
LX   R$ 85.100,00
EX   R$ 92.100,00
ELX R$ 96.600,00















sábado, 13 de fevereiro de 2021

Divisão de Componentes do Grupo VW começa a reciclar baterias em Salzgitter. • O objetivo é chegar a um processo de ciclo fechado, recuperando matérias-primas valiosas a partir de baterias de íons de lítio

 

A Divisão de Componentes do Grupo Volkswagen inaugurou em Salzgitter, na Alemanha, a primeira planta do Grupo VW para reciclagem de baterias de carros elétricos. Com o início da operação piloto, o Grupo VW dá mais um passo em seu compromisso com a responsabilidade de ponta a ponta sobre toda a cadeia de valor das baterias para veículos elétricos. O objetivo é a recuperação industrial de matérias-primas valiosas como o lítio, níquel, manganês e cobalto num ciclo fechado, juntamente com o alumínio, cobre e plásticos, atingindo uma proporção de mais de 90% de reciclagem no longo prazo.

Andreas Salewsky (dir.), gerente da planta de Salzgitter, na Alemanha, e o presidente do conselho de trabalhadores local, Dirk Windmüller, na planta de reciclagem de baterias.


Uma característica única da planta de Salzgitter é que ela só recicla baterias que não podem mais ser utilizadas para outros propósitos. Antes da bateria ser reciclada, uma análise determina se ela continua suficientemente potente para ganhar uma segunda vida em sistemas móveis de armazenamento de energia, tais como estações flexíveis de carga rápida ou robôs de carga móvel, por exemplo. Grandes volumes de devolução de baterias não são esperados pelo menos até o final da década de 2020. Assim, a planta foi projetada para reciclar até 3.600 sistemas de baterias por ano durante a fase piloto - o equivalente a aproximadamente 1.500 toneladas. No futuro, o sistema pode ser ampliado para trabalhar com quantidades maiores, ao mesmo tempo que o processo será constantemente otimizado.


"A Divisão de Componentes do Grupo Volkswagen dá mais um passo em sua responsabilidade sustentável de ponta a ponta sobre a bateria, um elemento fundamental da mobilidade elétrica", afirmou Thomas Schmall, membro do Conselho de Administração da Volkswagen AG, Divisão Técnica, e presidente do Conselho de Administração da Divisão de Componentes do Grupo Volkswagen. Ele acrescenta: "Estamos implementando o ciclo sustentável de materiais recicláveis e desempenhando um papel pioneiro na indústria num tema voltado para o futuro, com grande potencial para a proteção do clima e o suprimento de matérias-primas."

O processo inovador e redutor de CO2 não exige a fundição em alto-forno, com alto consumo de energia. Os sistemas de baterias usados são entregues completamente descarregados e desmontados. As peças individuais são moídas até formarem grânulos e, posteriormente, secadas. Além do alumínio, cobre e plásticos, o processo também inclui o valioso "pó preto", que contém importantes matérias-primas para baterias, como o lítio, níquel, manganês e cobalto, assim como grafite. A separação e processamento das substâncias individuais por processos hidrometalúrgicos - utilizando águas e agentes químicos - é realizada subsequentemente por parceiros especializados.




"Consequentemente, componentes essenciais de células de baterias usadas podem ser utilizados para produzir novo material para cátodos", explica Mark Möller, chefe da Unidade de Negócios de Desenvolvimento Técnico e Mobilidade Elétrica. "Sabemos, pela pesquisa, que as matérias-primas extraídas de baterias recicladas são tão eficientes quanto as novas. No futuro, queremos auxiliar nossa produção de células de baterias com o material que recuperamos. Como a demanda por baterias e suas matérias-primas correspondentes vai crescer drasticamente, podemos garantir um bom uso para cada grama de material reciclado."

A economia de CO2 é calculada em aproximadamente 1,3 tonelada por bateria de 62 kWh fabricada utilizando cátodos feitos de material reciclado e consumindo eletricidade verde.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Novo Nissan Kiks quase pronto para a venda no Brasil, agora em março, chega com algumas alterações



Como foi anunciado em fevereiro pela Nissan, o Novo Kiks já está em produção na fábrica de Resende, no interior fluminense, para  ser lançado no mercado no próximo mês de março. O simpático compacto chega com alterações substanciais na frente, novos conjunto ótico, grelha e para-choques, que lhe conferem um ar mais robusto e moderno. A traseira recebe o para-choques redesenhado e as lanternas de luz de Led, e no interior um up grade importante: um novo kit multimídia de 7". 



O Novo Nissan Kicks, que é produzido obedecendo ao padrão global de qualidade imposto pela matriz japonesa, prepara-se para uma nova história de sucesso. Chegou no Brasil em agosto de 2016 com fabricação mexicana e a partir de 2017 passou a ter fabricação nacional, comemorando quatro anos de brasilidade no próximo mês de abril.



A fábrica que produz o Novo pequeno SUV, em Resende é uma das mais modernas do mundo, com 92 robôs e 159 AGVs (Automatic Guided Vehicles), pequenos robôs autoguiados que conduzem carrinhos de peças e plataformas e emprega duas mil pessoas. 



Possui um ciclo completo de produção – da estamparia à produção de motores, incluindo injeção e pintura de plásticos –, e já  recebeu novos equipamentos e evoluiu processos de manufatura.






quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021

Mercedes-Benz inicia vendas de seu SUV urbano: o novo GLA 200 AMG Line. · Versão de lançamento já está disponível para reservas em toda a rede de concessionários do País · Nova geração chega completamente renovada com design mais esportivo e maior espaço interno. Custa R$ 235 mil

 


A Mercedes-Benz inicia nessa semana as reservas de seu novo SUV, o GLA 200 AMG Line. Agora em sua segunda geração, o modelo foi totalmente renovado, apresentando maiores dimensões externas e internas, entregando um produto de personalidade própria, pronto para qualquer ocasião.

 

Destacam-se nessa versão os Pacotes AMG para Exterior (grade frontal diamante cromada, para-choques e rodas exclusivas AMG de 20”) e Interior (volante, pedais, molduras de acabamento e bancos esportivos).

 

Completam a lista de inovações da versão as duas telas de 10” no quadro de instrumentos e console central, que em conjunto com o sistema MBUX - Olá Mercedes - facilita a vida a bordo, utilizando comandos via tela touchscreen, touchpads no volante e console central e por voz. Tudo isso para que o acesso as funções de entretenimento, integração de smartphones e ajustes gerais sejam ainda mais rápidas e intuitivas.

 

Um extenso pacote de equipamentos de série está disponível na versão de lançamento, com destaque para itens como o assistente ativo de distância DISTRONIC, Assistente de direção, Assistente de ponto cego, Assistente de manutenção de faixa, Assistente de desembarque, assistente de estacionamento PARKTRONIC e câmera de ré, carregador de celular wireless, pacote completo de funções Keyless GO (partida, aberturas e fechamento de portas e porta-malas sem uso da chave), Faróis LED High Performance e teto solar panorâmico.




Dados técnicos

GLA 200 AMG Line

Cilindros

4 em linha

Cilindrada (cm3)

1.332

Potência máxima (cv/rpm)

163/ 5.500

Torque (Nm/rpm)

250 / 1.620 – 4.000

Câmbio

7G-DCT

Aceleração 0 - 100 km/h (s)

8,7

Velocidade máxima (km/h)

210

Peso (kg)

1.485

Pneus

235/45 R20

Capacidade do porta malas (L)

435

Tanque de combustível/reserva (L)

43 / 5

Comprimento

4.410

Largura

2.020

Altura

1.611

 

O Mercedes-Benz GLA 200 AMG Line está disponível para reservas em toda a rede de concessionários com preço público sugerido de R$ 325.900,00

Volkswagen alcança 1 milhão de seguidores no Instagram. Com o @vwbrasil, VW passa a ser a única montadora no País a atingir esse número

 


São Bernardo do Campo (SP) - A Volkswagen acaba de alcançar a marca de 1 milhão de seguidores em sua página no Instagram. Além de ser um marco para a empresa, é um registro importante na indústria automotiva nacional, pois a Volkswagen passa a ser a única montadora no país a atingir esse número de seguidores. O perfil @vwbrasil foi criado em dezembro de 2012 com um objetivo claro: aproximar ainda mais as pessoas da marca, utilizando o meio digital para conectar o caráter humano das publicações. Além de campanhas, o perfil no Instagram traz posts e reposts que mostram histórias (textos, fotos ou vídeos) reais com modelos Volkswagen

“Estamos muito felizes com esta conquista, que reflete o movimento de uma marca cada vez mais humana, próxima das pessoas, tecnológica, conectada e centrada no consumidor. Quando nos propusemos a construir uma Nova Volkswagen, buscamos o desenvolvimento de projetos criativos que falam a língua do brasileiro, a língua do nosso cliente, e os resultados vieram naturalmente.”, explica Leandro Ramiro, Head de Marketing Comunicação SAM.

Coluna Fernando Calmon


Coluna Fernando Calmon 


Nº 1.136 — 11/2/21

 



PRODUÇÃO EM ALTA É BOM SINAL

 


Depois de conhecidos os números de produção e exportação no primeiro mês do ano já deu para vislumbrar que 2021 terá forte recuperação. Como 2020 foi um ano atípico em razão da pandemia que começou a afetar o mercado e principalmente os emplacamentos só a partir de março, a comparação traz números animadores. Ao contrário das vendas, que dependem de dias úteis, a indústria conseguiu lidar com a escassez de componentes (e de semicondutores, problema mundial) por meio de horas extras, trabalho no sábado e suspensão de férias. O aumento de produção foi de 4,2% e das exportações, 22%. Esse último indicador reflete a desvalorização cambial que impulsiona vendas ao exterior.

Para quem quer adquirir um automóvel novo, no entanto, a espera deve continuar. A indústria e as concessionárias continuam com estoques muitos baixos: apenas 18 dias, metade do velho normal. Será difícil mudar os hábitos do consumidor. Ao contrário dos europeus que costumam planejar a troca do veículo com até um ano de antecedência, o brasileiro tem perfil mais parecido com o comprador americano. Se as entregas demoram muito, pode desistir ou comprar um seminovo. Esse comportamento tem pressionado os preços no mercado de usados em geral.

A procura acima do esperado também sofre influência dos aumentos de preços. O comprador já percebeu que o dólar caro será repassado e tenta se antecipar. Nos próximos meses, deverá haver uma acomodação à medida que a cadeia de suprimentos se readaptar, além de vacinação em massa aumentar a confiança.

Fevereiro, em particular, mês curto e influenciado pelo Carnaval (este ano fora dos padrões habituais) tem histórico de comercialização fraca. Espera-se, pelo menos, que a importação de semicondutores essenciais para a eletrônica de bordo de qualquer veículo volte à normalidade. Se este gargalo for superado logo, a produção continuará a subir.

 

ALGO ESTÁ FORA DOS EIXOS

Em geral, a Anfavea tem posições discretas quando se trata de questões relacionadas aos governos. Depois de uma entrevista desastrada De Carlos von Doellinger, do Ipea, “instituto que pesquisa e planeja o futuro do país” como está em seu site, a entidade tomou uma rara atitude de confrontar abertamente números e ideias. De fato, a indústria automobilística no Brasil é a mais taxada do mundo, embora alguns ainda subestimem. Na realidade, digo logo, quem paga é o comprador. Considerando o alto valor agregado de um veículo, os impostos representaram 11 vezes mais que os incentivos federais entre 2010 e 2020. Está em estatísticas oficiais, mas nunca apresentadas dessa forma.

O cerne da questão é simples. Se o Brasil não precisa mesmo da indústria automobilística, pode se livrar dela e importar três milhões de veículos por ano sem criar enormes dificuldades cambial e fiscal? Nos EUA, dois dos três grandes grupos automobilísticos nacionais faliram na crise das hipotecas de 2008/2009. O governo americano teve de despejar dinheiro público para recuperar não só as empresas, mas os empregos. Independentemente dos erros cometidos pelas fabricantes locais, concorrentes estrangeiros receberam incentivos nababescos dos governos estaduais. A “conta” foi tão alta e pulverizada que até hoje não pôde ser calculada. Mesmo porque alguns incentivos são invisíveis ou incontabilizáveis.

Embora o País não tenha, nem de longe, condições de importar tudo o que é produzido, o mercado interno continua um ativo de alto valor. E ainda com grande potencial de crescer, a exemplo da taxa de motorização (4,5 habitantes por veículo, atrás do México e da Argentina). Acredito que não há um risco de desindustrialização neste setor, pois retórica governamental não resolve problemas.  Mas quando a Ford resolve trocar a produção no Brasil pela África do Sul e continuar a fabricar na Argentina, ambos nem entre os 10 maiores produtores mundiais, alguma coisa aqui pode estar fora dos eixos.

 

ALTA RODA

COMO comentei anteriormente, Apple e Hyundai não estão tão próximas assim de colaboração para veículos autônomos. Ora se diz que Apple quer sondar outros fabricantes (Mercedes-Benz), ora que Hyundai direcionou o eventual acordo para a subsidiária Kia. Apple Car, se existir, pode não passar de desenvolvimento de sistema autônomo para licenciar e dividir a receita de serviços com alguma fabricante de veículos sem capacidade de investir nesta área de valores e riscos muito altos.

PROXIMIDADE histórica de Audi e Porsche se reproduz também nas arquiteturas elétricas. É o caso dos sedãs de quatro portas Audi e-tron GT quattro e Audi RS e-tron GT que, além de compartilharem motores, baterias e até o câmbio automático de duas marchas, apresentam dimensões praticamente iguais às do Taycan. O estilo, porém, é tipicamente Audi e bem diferente do modelo da Porsche. Resta ver o posicionamento de preços, quando chegarem ainda este ano ao Brasil. As duas fabricantes alemãs têm como alvo o Tesla S, antes sem concorrentes diretos.

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www.fernandocalmon.com.br



Volkswagen Caminhões e Ônibus vence seis categorias do Prêmio Lótus 2021




A Volkswagen Caminhões e Ônibus venceu seis categorias do Prêmio Lótus 2021, promovido pela editora Frota. A premiação é realizada desde 1994 e toma como base o número de emplacamentos do Renavam relativos ao ano anterior, informados pela Fenabrave – a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores –  e apurados pela revista Frota&Cia.

 

A VWCO foi campeã nas categorias “Marca de Caminhão Médio” e “ Marca de Caminhão Semipesado”. E os caminhões Volkswagen também foram premiados nas categorias “Caminhão Leve”, com o VW Delivery 9.170 4x2; “Caminhão Médio”, com o VW Delivery 11.180 4x2; “Caminhão Semipesado 6x2”, com o VW Constellation 24.280 6x2 e “Caminhão Semipesado 6x4”, com o VW Constellation 26.260 6x4.




quarta-feira, 10 de fevereiro de 2021

Coluna Mecânica Online®

 


COLUNA MECÂNICA ONLINE®


10 | Fevereiro | 2021



Maserati aproveita tecnologia da F1 em seu novo motor Nettuno 



A nova era da Maserati começa com um novo motor. E meio que seguindo contra a maré, quando só falamos de veículos elétricos, a fabricante apresenta uma obra de arte no aspecto da mecânica com o lançamento de uma unidade de potência que resgata toda a tradição que envolve a história e evolução da fabricante italiana.

O novo motor é o coração do supercarro esportivo MC20 que significa Maserati Corse 2020 (Maserati Racing 2020), que deve chegar ao mercado brasileiro ainda esse ano apostando na elegância do design italiano e a esportividade no mesmo pacote.

A unidade foi projetada nas instalações da Maserati em Modena: o Maserati Innovation Lab e também no Engine Hub. Na apresentação realizada para a imprensa especializada, ficou claro o sentimento de conquista da marca, que desde 1998 não desenvolvia uma nova motorização, que era recebida da Ferrari.

O novo motor é o resultado de uma revolução técnica, protegida por patentes internacionais. O projeto nasceu da paixão e do empenho de uma equipa de técnicos e engenheiros altamente qualificados.


Depois de vinte anos, a Maserati mais uma vez assumiu com entusiasmo o desafio de retornar ao seu HQ de Modena com o desenvolvimento e produção de um novo motor de alta tecnologia e alto desempenho.

A nova unidade de potência tem uma arquitetura de 90° em V, com um bi turbo de 3 litros e 6 cilindros, e apresenta cárter seco (uma solução clássica em superesportivos). Fornece 630 CV a 7500 rpm e 730 Nm (74,4 kgfm) de torque a partir de 3.000 rpm com uma potência específica de 210 CV/litro.

A alma do motor é o inovador sistema de pré-câmara de combustão com velas duplas. Essa tecnologia é derivada da Fórmula 1 e agora está disponível, pela primeira vez, em um motor que chega num modelo de rua.

O motor tem três características principais: 

A pré-câmara: uma câmara de combustão é colocada entre o eletrodo central e a câmara de combustão tradicional e conectada por uma série de orifícios especialmente projetados;

Vela de ignição lateral: uma vela de ignição tradicional atua como um suporte para garantir a combustão constante quando o motor está operando em um nível que não precisa da pré-câmara para funcionar;

Sistema de injeção dupla - direto e indireto: ligado à pressão de alimentação de combustível a 350 bar, o sistema reduz o ruído na faixa de rotação, diminuindo as emissões e melhorando o consumo.

É estrategicamente importante e apoiado pelo Laboratório de Inovação que, graças à análise virtual, tem permitido reduzir significativamente os tempos de desenvolvimento e planejamento.

O tradicional 0 a 100 km/h é realizado em 2,9 segundos e a velocidade máxima é de 325 km/h no MC20.

Para resumir na prática seu funcionamento, o novo motor Nettuno tem duas câmaras de combustão e duas velas por cilindro. Na antecâmara, a vela de ignição principal aciona uma combustão piloto.

Em seguida, ela se espalha (através de orifícios especiais) para a câmara principal. Uma segunda vela de ignição entra em ação quando a pré-câmara não é necessária devido aos baixos requisitos de energia. Isso cria uma boa mistura e, portanto, um maior grau de eficiência.

Com 210 cv / litro, a unidade tem uma alta potência específica. O motor também possui injeção dupla: injeção direta a 350 bar e injeção na pré-câmara a 6 bar. Uma transmissão de embreagem dupla com seis marchas normais e duas marchas overdrive é usada como a transmissão.



Motor: Twin-turbo V6, 90 graus, 3.000 cc

Potência: 630 hp a 7.500 rpm

Torque 730 Nm a 3.000-5.500 rpm

Transmissão: transmissão de dupla embreagem de oito velocidades

0-100 km / h: <2,9 seg.

0-200 km / h: <8,8 seg.

Velocidade máxima:> 325 km / h

Distância de frenagem de 100 a 0 km / h: <33 metros

valor cd: <0,38

Freios dianteiros: 380x34 mm, pinças fixas Brembo 6 pistões

Freios traseiros: 350x27 mm, 4 pistões

Pneus: dianteiros 245/35 ZR 20, traseiros 305/30 ZR 20

Dimensões: 4.669 mm de comprimento / 1.965 mm de largura / 1.224 mm de altura

Tanque: 60 litros

Peso vazio: <1.500 kg

Com um peso vazio de menos de 1,5 toneladas, o MC20 tem uma relação potência/peso de 2,33 kg / HP. Para viabilizar o baixo peso, o chassi é feito de carbono e materiais compostos.

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.