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sábado, 13 de janeiro de 2018

Ar condicionado é equipamento obrigatório num automóvel. O tempo em que só os carros de luxo contavam com essa maravilha, em que o dono do carro instalava um ventilador no painel e nos semáforos ficava disputando as sombras das árvores ficou na história em que os carros vendidos no Brasil eram considerados carroças. Hoje, é muito raro alguém adquirir um veículo que não tenha esse conforto. Para que o ar condicionado não deixe ninguém na mão é preciso ter certos cuidados



No verão, o ar-condicionado é um dos equipamentos mais procurados para amenizar o desconforto gerado pelas altas temperaturas. 

Esse, inclusive, é um dos itens que mais influenciam na decisão de compra de um carro. Porém, quando não tomados os cuidados necessários, ele pode se tornar um vilão para a saúde. 


O ar frio é um dos responsáveis pela incidência de doenças respiratórias e pela proliferação de bactérias no ar. Por isso, o equipamento pode ser um causador de reações alérgicas por causa do ressecamento das mucosas do nariz, predispondo pessoas às infecções ou agravando doenças pré-existentes.

Para garantir uma viagem de carro confortável, divertida e também saudável, o motorista não deve abrir mão de checar o estado do filtro que compõe o sistema de ar-condicionado. 


Esse é o responsável por filtrar as impurezas do ar externo e do que circula internamente na cabine. Esse processo reduz a quantidade de partículas como poeira, pólen, bactérias e fungos dentro do veículo. 

A Ford oferece dois tipos de filtros em seus modelos: o de pólen, que contém uma camada de microfibra altamente eletrostática responsável por reduzir a concentração de resíduos desagradáveis; e o de carbono que, além dessa camada, contém partículas de carbono granular ativado, o que impede a entrada não só de fragmentos, mas também de compostos orgânicos, dos gases da exaustão e ozônio.


Dicas do especialista
Eduardo Pinto, supervisor de Engenharia de Climatização da Ford América do Sul, dá algumas dicas para utilizar o ar-condicionado da forma mais proveitosa, com eficiência, conforto e economia de combustível:

  • Manutenção do filtro: esse é um fator essencial para que todo o sistema funcione de maneira adequada. O processo de limpeza, ou até a troca do filtro, deve ser realizado a cada 20 mil quilômetros ou dois anos. Já para os veículos que circulam em regiões de terra ou solos porosos, esse intervalo de tempo deve ser menor.


  • Evite a umidade excessiva: minutos antes de chegar ao seu destino, desligue o equipamento e mantenha a ventilação na velocidade máxima, com a saída de ar voltada para o painel e os pés. 

  • Também acione o seletor de temperatura no ar quente e mantenha a ventilação no nível máximo por cerca de dois minutos. 

  • Esse processo ajuda a secar o sistema de ar, evitando a umidade que facilita a propagação de micro-organismos maléficos.

  • Atenção ao manual do proprietário do carro: é fundamental utilizar o manual do proprietário, que serve como guia ao usuário para melhor utilização do ar-condicionado em condições ambientais adversas e seguir o cronograma de manutenção periódica do veículo.


“Ter um ar-condicionado eficiente no veículo não é só uma questão de conforto ou conveniência, mas também de segurança. Além de desembaçar os vidros e renovar o ar da cabine, ele serve para evitar a sonolência causada pelo calor excessivo e deixar o motorista mais alerta”, conclui Eduardo Pinto.

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