Minas Turismo Gerais
Jornalista Sérgio Moreira
“Luzes no Patrimônio” ilumina 12 igrejas de cidades históricas de Minas no Caminho Religioso da Estrada Real
O projeto Luzes no Patrimônio – Caminho Religioso da Estrada Real leva iluminação cênica e cenografia a 12 igrejas tombadas em cidades históricas de Minas Gerais — Ouro Preto, Tiradentes, São João del-Rei, Congonhas, Catas Altas, Santa Bárbara, Caeté, Mariana, Barbacena, Sabará, Diamantina e Itabirito — além do Santuário de Nossa Senhora da Piedade, em Caeté, ponto final da iniciativa. Integrando o Minas Santa, o projeto propõe uma nova forma de vivenciar o patrimônio religioso, unindo tecnologia, arte e espiritualidade.
O Minas Santa realiza sua quarta edição em 2026, sendo um programa do Governo de Minas Gerais, coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), com o patrocínio da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.
A iniciativa, promovida em parceria com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e Fundação Clóvis Salgado (FCS), consolida o estado como um dos principais destinos do país durante o período da Semana Santa. O projeto integra fé, tradição, gastronomia, cultura e turismo, promovendo experiências únicas em todas as regiões do território.
Ao longo do Caminho Religioso da Estrada Real, um dos principais roteiros de peregrinação do país, a iniciativa busca ressignificar a experiência de fiéis, turistas e comunidades locais, especialmente no período noturno, quando a visibilidade desses espaços históricos é reduzida.
A iluminação cênica valoriza a arquitetura e amplia a dimensão simbólica das igrejas, criando uma ambiência que potencializa a conexão entre fé, memória e paisagem.
O projeto também incorpora intervenções artísticas que dialogam com a tradição cristã mineira, com a criação de obras visuais inspiradas nos 12 apóstolos, estabelecendo uma conexão simbólica entre os templos e a religiosidade do estado.
Além disso, performances cênicas integradas aos espaços iluminados reforçam o caráter imersivo da proposta, proporcionando ao público uma experiência sensorial e contemplativa.
“O projeto Luzes no Patrimônio revela que a valorização do patrimônio também passa pela forma como percebemos e experienciamos. Ao iluminar igrejas e paisagens históricas, o projeto não apenas destaca a materialidade desses bens, mas também potencializa aquilo que é invisível: a fé, a memória e os significados que habitam nesse espaço. A luz, nesse contexto, atua como mediadora, revelando camadas simbólicas e ampliando a conexão entre as pessoas e o patrimônio. Assim, mais do que iluminar estruturas, a iniciativa ilumina sentidos, permitindo que o patrimônio seja redescoberto, vivido e reconhecido em sua dimensão mais profunda”, afirma Itallo Gabriel, diretor de Conservação e Restauração do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG).
As 12 igrejas do projeto Luzes no Patrimônio – Caminho Religioso da Estrada Real são:
Ouro Preto - Igreja de São Francisco de Assis, Tiradentes -
Igreja Matriz de Santo Antônio, São João del-Rei
Igreja Nossa Senhora do Carmo, Congonhas -
Igreja Nossa Senhora da Conceição, Catas Altas -
Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Santa Bárbara -
Igreja Matriz de Santo Antônio, Caeté
Igreja Nossa Senhora do Bom Sucesso, Mariana - Igreja São Francisco de Assis e
Igreja Nossa Senhora do Carmo, Barbacena - Igreja Matriz de Nossa Senhora da Piedade, Sabará - Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Diamantina - Igreja de São Francisco de Assis-,
Itabirito - Igreja Nossa Senhora da Boa Viagem
Santuário de Nossa Senhora da Piedade, em Caeté
O apoio da iluminação é da Cemig que segue investindo e apoiando as diferentes produções artísticas existentes nas várias regiões do estado. Afinal, fortalecer e impulsionar o setor cultural mineiro é um compromisso da Companhia, refletindo seu propósito de transformar vidas com energia. Ao abraçar a cultura em toda a sua diversidade, a Cemig potencializa, ao mesmo tempo que preserva, a memória e a identidade do povo mineiro.
Assim, os projetos incentivados pela empresa trazem na essência a importância da tradição e do resgate da história, sem, contudo, deixar de lado a presença da inovação. Apoiar iniciativas como essa reforça a atuação da Cemig em ampliar, no estado, o acesso às práticas culturais e em buscar uma maior democratização dos seus incentivos.
Semana Santa de Caeté reforça tradição histórica e religiosa
A cidade de Caeté, que fica a 57 km de Belo Horizonte, realiza a tradicional Semana Santa, como parte integrante do projeto Minas Santa, com uma proposta que une fé, patrimônio e inovação, entre os dias entre os dias 29 de março, Domingo de Ramos e 5 de abril, Domingo de Páscoa, nas atividades promovidas pela Paróquia Nossa Senhora do Bom Sucesso.
A celebração busca valorizar a estética barroca do município e ampliar a experiência dos fiéis e visitantes, contemplando procissões como Domingo de Ramos, Lava-Pés, Paixão de Cristo, Enterro e Ressurreição.
O objetivo é estruturar e qualificar as celebrações, preservando sua autenticidade histórica e fortalecendo o turismo religioso e a economia criativa local. Ao aliar tradição e inovação, a Semana Santa de Caeté reafirma sua importância como um dos mais relevantes patrimônios culturais e religiosos de Minas Gerais.
O Minas Santa realiza sua quarta edição em 2026, sendo um programa do Governo de Minas Gerais, coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), com o patrocínio da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais.
A iniciativa, promovida em parceria com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e Fundação Clóvis Salgado (FCS), consolida o estado como um dos principais destinos do país durante o período da Semana Santa. O projeto integra fé, tradição, gastronomia, cultura e turismo, promovendo experiências únicas em todas as regiões do território.
“A Semana Santa de Caeté nos lembra que é na fé invisível, mas profundamente sentida, que nasce a memória que atravessa gerações. Nos cantos, nas procissões e nos gestos de devoção, a cidade se reconecta com a sua própria história. E é no encontro com o patrimônio material, suas igrejas, suas ruas e seu conjunto histórico, que essa fé encontra abrigo, eco e permanência. Ali, o tempo não se rompe, ele se renova, e a tradição não apenas se preserva, ela é vivida, sentida e compartilhada. Caeté nos mostra que o verdadeiro patrimônio não está só nas formas que vemos, mas naquilo que pulsa dentro delas: a memória, o pertencimento e a fé que continuam a dar vida ao passado no presente”, explica Itallo Gabriel, diretor de Conservação e Restauração do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG).
Semana Santa de São João del-Rei mantém tradição tricentenária
São João del-Rei realiza mais uma edição de sua tradicional Semana Santa, reconhecida como uma das mais emblemáticas do Brasil, com uma programação que se estende do Domingo de Ramos ao Domingo de Páscoa.
O projeto, que integra o Minas Santa, estrutura e valoriza celebrações que atravessam mais de três séculos, reunindo ritos como procissões, Ofício de Trevas, encenação da Paixão de Cristo, Encomendação das Almas e o tradicional Combate dos Sinos, além de apresentações musicais. Gratuita e aberta ao público, a Semana Santa de São João del-Rei reafirma seu papel como um dos maiores símbolos da cultura e da religiosidade de Minas Gerais.
O Minas Santa realiza sua quarta edição em 2026, sendo um programa do Governo de Minas Gerais, coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), com o patrocínio da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. A iniciativa, promovida em parceria com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e Fundação Clóvis Salgado (FCS), consolida o estado como um dos principais destinos do país durante o período da Semana Santa. O projeto integra fé, tradição, gastronomia, cultura e turismo, promovendo experiências únicas em todas as regiões do território.
Mais do que um evento religioso, a Semana Santa de São João del-Rei é uma manifestação viva do patrimônio imaterial mineiro. A proposta é garantir não apenas a continuidade dos rituais históricos, mas também ampliar sua compreensão e vivência por diferentes públicos, promovendo uma experiência imersiva que une fé, estética barroca e participação comunitária.
programação: https://diocesedesaojoaodelrei.com.br/fe-e-tradicao-marcam-programacao-da-semana-santa-em-sao-joao-del-rei/
A programação contempla procissões, missas solenes, vigílias e encenações sacras. O público poderá acompanhar performances artísticas ligadas à música sacra e a encenação da Paixão de Cristo, um dos momentos mais aguardados. O icônico Combate dos Sinos, símbolo da cidade, também integra a programação, reforçando a singularidade da celebração.
A atividades previstas percorrem toda a Semana Santa, iniciando no Domingo de Ramos com procissão, bênção dos ramos, missa solene e apresentações musicais.
Entre a Segunda e a Quarta-feira Santa, acontecem celebrações litúrgicas, o tradicional Ofício de Trevas e concertos sacros em igrejas históricas. Na Quinta-feira Santa, a Missa do Lava-Pés, seguida do translado do Santíssimo e vigília, marca um dos momentos centrais da liturgia.
Já na Sexta-feira Santa, o público e fiéis acompanham a encenação da Paixão de Cristo, a Procissão do Enterro e a Encomendação das Almas. No Sábado de Aleluia, a Vigília Pascal e o emblemático Combate dos Sinos reforçam a tradição local, encerrando no Domingo de Páscoa com missa festiva e a Procissão do Ressuscitado.
“A Semana Santa de São João del-Rei demonstra que o patrimônio se mantém vivo quando é continuamente experienciado, e a fé não apenas atravessa o tempo, ela se estrutura nos sinos, nos ritos e nas procissões. A cidade se reorganiza em torno de uma tradição que transforma o espaço em significado. E o patrimônio material deixa de ser apenas um suporte e passa a atuar como agente dessa memória, abrigando e potencializando aquilo que é essencialmente imaterial: a devoção, os gestos e os sentidos compartilhados. É assim que São João del-Rei não apenas preserva sua história, ela a atualiza, afirmando-se a cada celebração e dando continuidade à sua identidade cultural”, destaca Itallo Gabriel, diretor de Conservação e Restauração do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG).
Aeroporto Internacional de Belo Horizonte completa 42 anos
1984
2026
O dia 28 de março é especial para o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, data de sua inauguração em 1984. Nestes anos o aeroporto foi redesenhando o mapa econômico e social da região do entorno, o BH Airport chega aos 42 anos celebrando a maturidade operacional como vetor de desenvolvimento do estado e o protagonismo na cena produtiva da cadeia turística mineira, com reflexos na economia, geração de emprego e renda e conectividade. O que mudou do início da década de 80 para meados deste novo milênio? O intervalo entre o primeiro capítulo da histórica evolução do BH Airport e o cenário atual dimensiona essa transformação, e os números acompanham o salto em escala: de acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), 181,2 milhões de passageiros circularam pelo terminal mineiro entre os anos 2000 e 2025, movimentação que se aproxima dos 213,4 milhões de habitantes do Brasil estimados pelo IBGE no ano passado.
Foi neste ano que o BH Airport alcançou o maior movimento da história, quando 13,3 milhões de passageiros circularam pelo terminal mineiro, volume que representa novo patamar de recorde e um crescimento de 7,8% em relação ao ano anterior, quando 12,3 milhões de pessoas passaram pelo BH Airport, e um avanço de 19,2% na comparação com 2019, último ano antes da pandemia.
Até então, o recorde havia sido registrado em 2015, com 11,1 milhões de passageiros movimentando o BH Airport. Hoje, cerca de 40 mil pessoas circulam diariamente pelo terminal.
Em 1984, partia do aeroporto recém-inaugurado em Confins o primeiro voo internacional sem escalas, operado pela Varig, com destino a Miami. Neste mês de aniversário, 42 anos depois, o BH Airport celebra com os passageiros seis destinos para o exterior, incluindo o novo voo direto para Montevidéu, no Uruguai. A rota reforça o papel do terminal como hub de conexões na América do Sul e o compromisso com a expansão da malha aérea internacional, que já contempla voos diretos para Lisboa (Portugal), Orlando (EUA), Cidade do Panamá (Panamá), Santiago (Chile) e Buenos Aires (Argentina). Mais do que ampliar rotas, o movimento reposiciona Minas Gerais no mapa global da aviação e dos negócios.
No mercado doméstico, a expansão segue em ritmo consistente. O BH Airport figura como o terceiro aeroporto brasileiro em número de destinos e o segundo em voos nacionais. Com a entrada da rota para Campo Grande, prevista para o próximo 1º de abril, o terminal passa a conectar praticamente todas as capitais do país. Em Minas Gerais, a malha regional avança de forma estruturada, com 13 cidades atendidas, ampliando a integração territorial e fortalecendo o turismo e a economia local.
Engenharia da expansão: investimentos elevam patamar operacional - A ampliação da conectividade foi acompanhada por um ciclo robusto de investimentos. Ao longo dos 11 anos de concessão, mais de R$ 1,3 bilhão foram destinados à modernização da infraestrutura, elevando o BH Airport a um novo patamar operacional. A construção do Terminal de Passageiros 2 ampliou a capacidade anual de 10 para 32 milhões de pessoas. Já a pista de 3.600 metros, a terceira maior do Brasil, permite operar aeronaves de grande porte e promove a ampliação sustentável da malha internacional, fortalecendo o papel estratégico do terminal mineiro como hub logístico e de passageiros.
A modernização do Desembarque 1, com investimento de aproximadamente R$ 15 milhões e área de 2 mil m², trouxe inovação, comodidade, segurança e agilidade no fluxo de circulação. A nova infraestrutura representa um avanço na experiência do passageiro, que passou a contar com mais cinco esteiras de bagagem, novos conjuntos de banheiros, sistemas avançados de monitoramento e melhorias em climatização, acessibilidade e sinalização.
A transformação também é tecnológica. O BH Airport incorporou soluções como e-gates para controle migratório em segundos, sistemas automatizados de embarque e operações como pushbacks coordenados, que reduzem tempo de taxiamento, aumentam a pontualidade e diminuem emissões.
Experiência do passageiro é diferencial competitivo - Mais do que ampliar a capacidade e a eficiência operacionais, o BH Airport vem aprimorando a experiência aeroportuária do passageiro, pensando em praticidade e conveniência. O terminal reúne mais de 100 operações comerciais e seis salas VIP, incluindo estruturas reconhecidas internacionalmente. A estratégia de hospitalidade, que vem transformando o aeroporto em destino, avançou no primeiro trimestre deste ano com a inauguração do primeiro hotel indoor no terminal, empreendimento com mais de 40 quartos. Já para estadias curtas em conexões rápidas, no modelo short time, o BH Airport conta com nove dormitórios para descanso de até 12 horas, com funcionamento 24h. Outra opção de hospedagem é o Hotel Linx Confins, instalado no sítio aeroportuário, que alcança uma taxa de ocupação superior a 90% e reforça a demanda por soluções integradas.
“É nesse horizonte que buscamos transformar o tempo de espera em tempo de qualidade, incorporando novos serviços à jornada do passageiro”, ressalta o CEO do BH Airport, Daniel Miranda.
“Os 42 anos do aeroporto traduzem uma evolução consistente, marcada pela ampliação da capacidade, pelo fortalecimento da conectividade e pela incorporação da inovação e da sustentabilidade à operação. Ao longo desse período, o aeroporto se consolidou como um equipamento estratégico, conectando Minas Gerais aos principais fluxos econômicos e logísticos, no Brasil e no exterior, e gerando impacto direto na economia, no turismo e na criação de emprego e renda”, acrescenta. “O que estamos construindo projeta um novo ciclo de desenvolvimento, com geração de valor para a sociedade e para o estado de Minas Gerais”, conclui.
Logística integrada e a conexão com fluxos globais - No eixo logístico, o aeroporto consolidou um modelo de hub multimodal com estrutura diferenciada no país. Em 2025, foram movimentadas mais de 12 mil toneladas de cargas, com crescimento de quase 8% em relação ao ano anterior.
O complexo conta com 12 mil m² de área alfandegada, 3.131 m² de câmaras frias com controle de temperatura entre -18°C e +22°C, 300 m² dedicados a cargas perigosas e 11 posições para aeronaves cargueiras. É o único recinto alfandegado de Minas Gerais com operação 24 horas. O Hub Logístico Multimodal do BH Airport conecta o estado a mercados estratégicos, com destaque para Estados Unidos, China e Europa, e atende setores de alto valor agregado. Em 2025, o segmento de Ciências da Vida respondeu por 32% dos processos, consolidando-se como o principal em valor.
Da eficiência operacional à neutralidade de carbono: a transição que redefine o modelo aeroportuário - A agenda ambiental acompanha a evolução do terminal mineiro ao longo das mais de quatro décadas, com indicadores alcançados especialmente após a concessão. O BH Airport é o primeiro aeroporto carbono neutro do Brasil, certificado no nível 3+ do programa Airport Carbon Accreditation. Desde 2017, já foram evitadas cerca de 8,6 mil toneladas de CO₂, com redução de 69% das emissões diretas. Projetos como o sistema 400Hz + PCA eliminaram o uso de geradores a diesel nas pontes de embarque, retirando 16 equipamentos de operação e evitando o consumo anual de aproximadamente 202 mil litros de combustível, o que representa a redução de ao menos 563 toneladas de CO₂ por ano.
A estratégia inclui ainda a eletrificação da frota. Com investimento de R$ 5 milhões, o aeroporto incorporou ônibus elétricos para transporte de passageiros, além de veículos operacionais eletrificados e híbridos.
A meta é alcançar 100% das operações remotas com veículos elétricos até 2030 e neutralidade total até 2044. Na gestão hídrica, os resultados seguem a mesma trajetória de eficiência. Desde 2022, mais de 56,4 milhões de litros de água foram reaproveitados.
Apenas entre 2025 e o início de 2026, foram mais de 20 milhões de litros, volume equivalente a cerca de oito piscinas olímpicas. O crescimento do reúso supera sete vezes no período, impulsionado por sistemas de tratamento que permitem o reaproveitamento de águas pluviais e efluentes.
Além da pista: impactos sociais remodelam futuro da comunidade - O impacto do BH Airport se estende para além da infraestrutura aeroportuária. Localizado entre Confins e Lagoa Santa, o terminal mineiro exerce influência direta sobre 14 municípios e atua como vetor de desenvolvimento regional. A operação movimenta cadeias produtivas, gera empregos e impulsiona o turismo. Em 2025, mais de 3,7 mil pessoas foram beneficiadas por iniciativas sociais voltadas à educação, inclusão e empregabilidade. “Para muito além dos números, somos agentes de transformação das comunidades no entorno e contribuímos para a qualificação profissional, a inclusão e a geração de oportunidades, orientados pelos princípios ESG, que integram eficiência operacional, redução de impactos ambientais e desenvolvimento social”, sublinha Daniel Miranda.
Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pela Motiva, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil.
Fé e política são tema de nova edição do Vitral na Cidade, em Belo Horizonte
Fé e política são tema de nova edição do Vitral na Cidade, em Belo Horizonte Evento reúne arte, reflexão e debate sobre a participação cristã na vida pública O Vitral promove, no dia 25 de abril de 2026, mais uma edição do Vitral na Cidade, encontro que articula conversas, arte e reflexão sobre fé, cultura e sociedade. O evento será realizado no Museu da Moda, em Belo Horizonte, e contará com música ao vivo, palestra e a gravação de um episódio do Vitral Podcast com participação do público. Nesta sexta edição, o tema será “Transformando a Cidade – O Cristão e a Política”, propondo uma reflexão sobre o lugar da fé na vida pública. Em um cenário marcado por polarização, desconfiança nas instituições e tensões sociais, o encontro busca discutir como cristãos podem participar da vida política sem reduzir a fé a disputas partidárias.
https://www.nossovitral.com/vitral-na-cidade
A proposta é pensar a presença cristã na cidade para além de alinhamentos ideológicos, destacando sua responsabilidade na construção do bem comum e na formação cultural da sociedade. A programação tem início com um pocket show do duo Cataflô. Em seguida, haverá uma palestra com Daniel Câmara, assessor jurídico do Ministério Público de Minas Gerais. O evento se encerra com a gravação ao vivo do Vitral Podcast, com a participação de Bruno Santana e Medson Barreto, fundadores do projeto, além de convidados. O Vitral na Cidade é o braço presencial do Nosso Vitral e nasceu com o objetivo de levar para o espaço público as conversas que já aconteciam no ambiente digital. Desde sua criação, em 2024, o projeto tem reunido artistas, produtores culturais e interessados em refletir sobre a relação entre fé e cultura, ocupando diferentes espaços da capital mineira. Cada edição combina expressões artísticas, palestras e momentos de diálogo, formando um ambiente de troca e construção coletiva. Com público médio de cerca de 80 participantes, o evento se caracteriza por um formato intimista, que privilegia a qualidade das conversas e o fortalecimento de vínculos entre os participantes. Mais do que uma sequência de encontros, o Vitral na Cidade se consolida como uma iniciativa de mediação cultural em Belo Horizonte, promovendo conexões entre diferentes linguagens artísticas e estimulando a produção cultural local.
https://www.nossovitral.com/event-details/vitral-na-cidade-em-belo-horizonte-transformando-a-cidade
Vitral na Cidade | Transformando a Cidade Data: 25 de abril de 2026 Horário: 15h às 17h30 Local: Museu da Moda — Rua da Bahia, 1149, Centro, Belo Horizonte Ingresso: R$25,00
O 28º abre o período de inscrições de filmes, que poderão ser submetidos à avaliação da comissão curatorial entre os dias 2 de abril (quinta-feira) e 17 de maio (domingo) de 2026, de forma gratuita, e exclusivamente pelo site oficial do FestCurtasBH e pela plataforma internacional ShortFilmDepot. Poderão ser inscritos curtas-metragens finalizados nos anos de 2025 e 2026. A data de finalização da obra, para filmes não-inéditos, deverá ser considerada como a primeira data de exibição pública. Serão aceitos curtas-metragens com até 45 minutos de duração, de todos os gêneros (exceto filmes publicitários, institucionais, episódio de série e videoclipes), finalizados em película 35mm, 16mm ou em qualquer formato digital (DCP 2K e 4K, DCP 3D, entre outros). O 28º FestCurtasBH – Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte acontece de 30 de outubro a 8 de novembro de 2026, no Cine Humberto Mauro (Palácio das Artes).
Aberta as inscrições do Festival Internacional de Curtas de BH
A seleção dos curtas-metragens será realizada por uma comissão especializada, com comprovada atuação na área cinematográfica, indicada pela produção do Festival, que fará a curadoria das mostras competitivas e paralelas, e cujos nomes serão divulgados no site do evento. O julgamento terá como critérios de avaliação as propostas estéticas e conceituais que utilizem criativamente os meios expressivos do audiovisual; a relevância conceitual e temática dos curtas; a inovação; o impacto social e cultural e a promoção da igualdade e da diversidade; a contribuição para o aprimoramento da linguagem audiovisual; e a qualidade da narrativa e da abordagem cinematográfica. Os filmes inscritos poderão ser selecionados para as mostras competitivas e paralelas. Os filmes em competição serão avaliados pelo Júri Oficial do Festival e concorrerão ao Troféu Capivara de Melhor Filme em cada categoria (Minas, Brasil e Internacional), além de prêmio no valor bruto de R$5.000,00 (cinco mil reais). Já as mostras paralelas apresentam conjuntos de filmes selecionados a partir de um conceito ou temática proposta pela curadoria, a exemplo das tradicionais Infantil, Animação, Juventudes e Maldita. Todos os filmes que participam de mostras competitivas e paralelas concorrem ainda ao prêmio do Júri Popular, que será definido a partir de votação do público durante a mostra, e dará ao vencedor, além do Troféu, o valor bruto de R$3.000,00 (três mil reais). A programação ainda contará com premiações surpresas, que terão o objetivo de valorizar o trabalho técnico e artístico dos profissionais do cinema brasileiro, trazendo para o debate a importância do formato de curta-metragem para a cadeia produtiva do mercado cinematográfico local e internacional.
O FestCurtasBH é realizado pelo Ministério da Cultura, Governo de Minas Gerais, Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais e Fundação Clóvis Salgado. As atividades da Fundação Clóvis Salgado têm a Cemig como mantenedora, Patrocínio Master do Instituto Cultural Vale e Grupo Fredizak, Patrocínio Prime do Instituto Unimed-BH e Instituto Anglogold, Patrocínio Plus da Vivo, Patrocínio da ArcelorMittal e correalização da APPA – Cultura & Patrimônio. O Palácio das Artes integra o Circuito Liberdade, que reúne mais de 60 equipamentos com as mais variadas formas de manifestação de arte e cultura em transversalidade com o turismo. A ação é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Vale-Cultura. Governo do Brasil, do lado do povo brasileiro.
Pontapé da edição – Fruto de uma decisiva política pública da Fundação Clóvis Salgado, que celebra a linguagem do curta-metragem em seus diversos desdobramentos, o Festival tem sido, ao longo dos anos, terreno fértil para debater as múltiplas vertentes criativas do cinema. Aberto a todas as formas, cores e ritmos do cinema, o FestCurtasBH acolhe o diverso como princípio e celebra o inesperado como percurso da experiência fílmica, abrindo janelas de exibição para obras que experimentam, que tensionam a linguagem, que inventam novas maneiras de ver e sentir o mundo. Há, na essência de sua programação, um desejo de olhar para o cinema não apenas como espetáculo, mas como campo vivo de pensamento. Assim, cada filme se torna também pergunta, vestígio, memória em disputa. Entre o que foi consagrado e o que permaneceu à margem, o festival investiga rastros — revelando apagamentos, reativando presenças, reabrindo histórias. Nesse gesto, o FestCurtasBH transforma a tela em espaço de descoberta: um território onde passado e presente se encontram, e onde o cinema, em constante reinvenção, insiste em nos convocar a ver de novo — e diferente.
Para Bruno Hilário, coordenador-executivo do FestCurtasBH, as inscrições são o início do festival. “O momento de abertura de inscrição do Festival de Curtas é, para mim, que estou na equipe de produção e curadoria há 17 anos, guardado com muito carinho porque é quando a gente faz o pontapé inicial para a edição daquele ano. Nós abrimos as inscrições com uma expectativa imensa de receber filmes de diversas realidades, diversos contextos de produção e através deles entender os movimentos do cinema contemporâneo em diversos contextos: local, nacional e internacional. Quais são os temas, o que está sendo debatido, como o cinema está olhando para o mundo?”, aponta Hilário.
Além das tradicionais Mostras Competitivas – Minas, Brasil e Internacional –, o Festival conta com as Mostras Paralelas e Especiais, trazendo diferentes propostas temáticas e estéticas. A programação também inclui sessões com recursos de acessibilidade, debates, comentários, mesas-redondas, exposições, shows e performances artísticas, seminários, palestras, cursos, convidados nacionais e internacionais e eventos especiais, bem como a tradicional oficina de crítica cinematográfica do programa “Corpo Crítico”. Além da programação, o FestCurtasBH apresenta, após o término da edição, uma curadoria itinerante que percorre escolas e centros culturais da capital mineira e de mais de 30 cidades no interior de Minas Gerais. FestCurtasBH abre
Com a missão de fomentar a criação, a formação, a produção e a difusão da arte e da cultura em Minas Gerais, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult).
Artes visuais, cinema, dança, música, ópera e teatro integram a ampla programação desenvolvida nos espaços sob sua gestão, como o Palácio das Artes, a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais e a Serraria Souza Pinto. A Fundação também é responsável pela gestão dos corpos artísticos — Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico de Minas Gerais e Cia de Dança Palácio das Artes — além do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Cefart. Em 2026, ao celebrar os 55 anos do Palácio das Artes, a FCS amplia suas ações para todas as artes e todos os públicos, reafirmando seu compromisso com a democratização cultural.
Viagem por atrações turísticas no Museu da Redução
O Museu das Reduções leva você a observar as maravilhas da exposição de réplicas em miniatura de construções feitas ao longo de cinco séculos em diversos lugares no Brasil. O visitante encanta com o equipamento cultural que retrata séculos da história brasileira e sua arquitetura de uma maneira bem diferente. O Museu das Reduções, o local das miniaturas está no Mercado de Origem, em Belo Horizonte, informações https://museudasreducoes.com.br/109-2/
O projeto do Museu das Reduções foi iniciado em 1978, quando quatro irmãos, após se aposentarem, iniciaram a reprodução de grandes monumentos arquitetônicos brasileiros. As réplicas, além de terem os mesmos detalhes, são feitas também com os mesmos materiais utilizados nas edificações originais, sem aplicação de produtos sintéticos ou industrializados. O acervo do museu conta com a representação de monumentos espalhados em 24 municípios de 15 estados brasileiros. “É um trabalho inédito e referência nacional em educação patrimonial. Existem outros parques temáticos em miniaturas, mas não temos notícia de algum outro que tenha esse contexto, utilizando as técnicas e ferramentas que foram criadas de maneira exclusiva por quatro pessoas com mais de 60 anos”, explica Carlos Alberto Vilhena, filho de um dos idealizadores e diretor do museu.
As obras retratam a Matriz de Nossa Senhora da Conceição, Viamão/RS; Casa de Enxaimel, Pomerode/SC; Estação Ferroviária, Joinville/SC; Museu de Arqueologia e Etnologia de Paranaguá, Paranaguá/PR; Igreja de São Benedito, Paranaguá/PR; Fazenda do Resgate, de Bananal/SP; Casas Coloniais, Paraty/RJ; Igreja de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, Rio de Janeiro/RJ; Convento dos Reis Magos, Nova Almeida/ES; Farol de São João da Barra (Farol da Barra), Salvador/BA; Engenho de São João, Itamaracá/PE; Convento de São Francisco de Assis, Olinda/PE; Fortaleza dos Reis Magos, Natal/RN; Museu Histórico de Sergipe, São Cristóvão/SE; Mercado Municipal, Laranjeiras/SE; Trecho de Rua, Marechal Deodoro/AL; Casas Particulares, Aracati/CE; Palácio Conde dos Arcos, Goiás Velho/GO; Palácio da Alvorada, Brasília/DF; Usina Marmelos Zero, Juiz de Fora/MG; Solar dos Ferreira, Campanha/MG; Casa de Câmara e Cadeia, Mariana/MG; Igreja de Nossa Senhora da Expectação do Ó, Sabará/MG; Igreja de São Francisco de Assis (Igrejinha da Pampulha), Belo Horizonte/MG; Igreja das Dores, Campanha/MG; Casa Paroquial de Amarantina, Ouro Preto/MG, Casa dos Contos, Ouro Preto/MG e, inacabada, a Igreja de São Francisco de Assis, Ouro Preto/MG. A Igreja São Francisco de Assis, de Ouro Preto.
Antes de chegar a BH, o museu teve outras moradias, sendo a mais recente em Cachoeira do Campo, também distrito de Ouro Preto. “O museu ficou mais de 20 anos em Amarantina “A ideia do mercado era também ter um polo cultural e o museu funciona como essa âncora. Os projetos educativos, inclusive, são o grande foco do museu atualmente. Já atendemos mais de 30 mil alunos da rede pública, um projeto inovador para os estudantes conhecerem histórias através das réplicas”, afirma.
Segundo o Carlos Vilhena, as construções favoritas dos visitantes são os prédios dos séculos 16, 17 e 18, principalmente o casario do século 18 e a primeira hidrelétrica da América do Sul, inaugurada em 1889 em Juiz de Fora. Em relação às construções mais recentes, do século 20, o destaque vai para a igreja da Pampulha, feita pelo arquiteto Oscar Niemeyer em Belo Horizonte. A reprodução do santuário é uma das mais detalhadas, com a presença dos bancos, do altar, os quadros da Via Sacra, o mezanino e o painel feito por Candido Portinari (1903-1962) nos azulejos na parte de trás da igreja. “O museu é uma aula de geografia, história e matemática, é imperdível mesmo. As portas são abertas para todos os públicos, jovens, adultos e idosos. A gente só tem retorno positivo dos visitantes, todo mundo sai daqui encantado”, finaliza.
Museu das Reduções/Mercado de Origem Rua Adriano Chaves e Matos, 447 – Olhos D’Água, Belo Horizonte Aberto de terça-feira a domingo, das 10h às 17h informações https://museudasreducoes.com.br
Jornalista Sérgio Moreira @sergiomoreira63
Informações para sergio51moreira@bol.com.br
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