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sexta-feira, 16 de março de 2012

PATRICK GONÇALVES, VÍTOR GENZ, RAPHAEL ABBATE E RODRIGO HANASHIRO SÃO OS GRANDES NOMES PARA A TEMPORADA MINI CHALENGE DESTE ANO


O MINI Challenge Brasil tem tudo para repetir uma temporada eletrizante. Pelo menos é o que prometem os competidores que já confirmaram presença no grid das 24 corridas previstas para o novo campeonato que se inicia no dia 25 de março, no Autódromo Internacional José Carlos Pace, em São Paulo. Ao todo, serão oito rodadas triplas.

Em 2011, 34 pilotos competiram nas etapas do MINI Challenge Brasil. Oito carros diferentes cruzaram a linha de chegada na frente nas 16 etapas – sendo que sete vitórias foram obtidas por duplas e nove, por pilotos competindo individualmente. Ao todo, 21 pilotos estiveram no alto do pódio. São números que mostram que o nível de competitividade da categoria está entre os mais altos do esporte. 


As estatísticas indicam ainda que o campeão do ano passado, Patrick Gonçalves, teve uma rotina dura para garantir o título e o prêmio destinado ao melhor do ano: disputar, no circuito francês de Paul Ricard, uma prova do MINI Trophy, badalado evento internacional da marca.

Para 2012, a confirmação de competidores como Vitor Genz (atual vice-campeão e vencedor de três provas no ano passado), Raphael Abbate (terceiro colocado em 2011) e Rodrigo Hanashiro (quarto colocado e ganhador de duas corridas da temporada anterior) sinaliza outro ano de prognóstico imprevisível.

“A única coisa garantida é que teremos muitos vencedores ao longo da temporada, como aconteceu em 2011”, aposta Martin Fritsches, Diretor da MINI Brasil. “O que tenho visto nos bastidores é muita empolgação de quem já está confirmando a participação. Com 24 corridas no ano e um equipamento tão equilibrado, certamente vários deles poderão comemorar vitórias. 


Essa é uma marca do nosso campeonato – a competitividade. Será um ótimo ano”, conclui Fritsches. Entre os nomes confirmados destacam-se também Franco Giaffone, Rolf Gemperli e Cristian Mohr – pilotos que ocuparam o pódio ou venceram corridas em 2011.

Grandes novidades – A temporada 2012 do MINI Challenge começou com novidades muito interessantes para os competidores. Um dos segredos do sucesso do MINI Challenge Brasil é seu custo. Mas esse atrativo ficou ainda melhor neste ano: o valor total da temporada caiu de R$ 220 mil em 2011 para R$ 160 mil. Proporcionalmente, como cada evento conta com três corridas, o custo por prova será de apenas R$ 6.665, incluindo pneus e seguro.

Também chamou a atenção dos pilotos o recém anunciado pacote de televisão. Mais abrangente e variado, ele agora conta com a emissora de TV por assinatura BandNews. A transmissão ao vivo e na íntegra pela BandSports, também por assinatura, continua como opção para o público.

A BandSports mostrará os oito eventos completos e também exibirá 16 reprises. O canal fará ainda boletins na 1ª e 2ª edições de seu programa noticioso, o BandSports News, além de mostrar a categoria no programa especializado Super Motor, exibido às quartas-feiras. Já a BandNews exibirá ao longo do ano 16 compactos de cinco minutos com os melhores momentos das provas, sempre no programa Band Esporte Clube.
Temporada 2012 do MINI Challenge, com oito rodadas triplas:
1ª rodada – 24 e 25/3  Autódromo José Carlos Pace, São Paulo (SP)
2ª rodada – 14 e 15/4 – Autódromo Internacional de Curitiba (AIC), em Pinhais (PR)
3ª rodada – 19 e 20/5 – Autódromo Internacional Velopark, Nova Santa Rita (RS)
4ª rodada – 30/6 e 1º/7 – Autódromo Internacional Ayrton Senna, Londrina (PR)
5ª rodada – 14 e 15/7 – Autódromo Internacional Nelson Piquet, Rio de Janeiro (RJ)
6ª rodada – 4 e 5/8 – Autódromo José Carlos Pace, São Paulo (SP)
7ª rodada – 20 e 21/10 – Autódromo Internacional de Curitiba-Pinhais (PR)
8ª rodada – 10 e 11/11 – Autódromo Internacional Nelson Piquet, Brasília (DF)




TOYOTA LANÇA O COROLLA XRS COM VISUAL ESPORTIVO DESTINADO AOS CONSUMIDORES MAIS JOVENS. CUSTA R$ 79.500,00




Toyota lança no mercado brasileiro a linha 2013 do Corolla, líder no segmento dos sedãs médios, trazendo como principal novidade a introdução da versão XRS, com visual mais esportivo. Com o objetivo de atender à demanda dos consumidores mais jovens, o novo Corolla XRS, que tem como base o Corolla XEi, agrega itens que proporcionam um visual mais arrojado, tanto no exterior como em seu habitáculo.

Novo visual
No exterior, destaque para a nova grade frontal, que apresenta moldura mais larga, com um único filete central e acabamento interior em forma de losango. Completam o conjunto dianteiro, os faróis com máscara negra e o spolier fixado na parte inferior do para-choque, que também agrega luzes de neblina. 


Na lateral, o Corolla XRS apresenta rodas com acabamento em tom grafite que, em conjunto com os spoilers, reforçam o aspecto arrojado do sedã, tornando-o mais esportivo.

A traseira do veículo também vem equipada com spoiler e ainda traz um aerofólio, que integra o brake light. A identificação visual do Corolla XRS conta com um logotipo especialmente preparado para esta versão, com letras em vermelho. Estes novos itens de aparência harmonizam com as lanternas de LED que equipam o modelo, proporcionando um efeito visual arrojado e, ao mesmo tempo, moderno.


No interior, a esportividade e elegância do Corolla XRS são ressaltadas pelos assentos e manopla de câmbio com acabamento em couro preto perfurado, sendo que o acabamento dos assentos apresenta costura vermelha. Os tapetes exclusivos da versão também trazem o logo “Corolla” na cor vermelha. 




O volante do Corolla XRS - que incorpora os controles do sistema de som e do computador de bordo e as borboletas do câmbio seqüencial - privilegia a ergonomia ao dirigir e é novo com relação às versões regulares do modelo, apresentando acabamento reto em sua parte inferior, o que realça a esportividade do modelo.

Motor 2.0 153 cv 
O Corolla XRS 2012 vem equipado com o consagrado motor 2.0 litros 16V Dual VVT-i Flex, um dos mais modernos aplicados em um veículo fabricado no Brasil. De construção leve e compacta e com alta rigidez, esse propulsor adota bloco e cárter de alumínio. 


A potência máxima é de 153 cv, com álcool, a 5.800 rpm e de 142 cv a 5.600 rpm, com gasolina, enquanto o torque atinge 20,7 kgf.m a 4.800 rpm com álcool e 19,8 kgf.m a 4.000 giros com gasolina. A taxa de compressão é 12,0:1, o que otimiza a performance com álcool.

Para melhor aproveitamento da alta taxa de compressão, o motor 2.0 16V Dual VVT-i Flex da Toyota utiliza velas de irídio do tipo M12, mais finas e com longo alcance, que colaboram para a queima mais eficiente do combustível. 


Também se fazem presentes no motor componentes que minimizam a suscetibilidade à manutenção, como pistões refrigerados a óleo, tuchos hidráulicos e balancins roletados – este último, além de reduzir o atrito no funcionamento do conjunto, contribui para melhora do consumo.

O desenho da câmara de combustão, com velas na posição central e injeção de combustível na diagonal, dão ao motor 2.0 16V Dual VVT-i Flex do Corolla XRS um maior canal de refrigeração, otimizando o seu funcionamento.


O grande diferencial desse motor, no entanto, é a adoção do duplo comando de válvulas variável (Dual VVT-i) na admissão e escape da câmara de combustão, que resulta em melhor desempenho e menor consumo.

Transmissão ainda de quatro velocidades
O Corolla XRS 2.0 16V Dual VVT-i Flex é equipado com transmissão automática de quatro velocidades Shifttronic, com Super ECT (Eletronic Control Transmission) que tem relação de marchas adequadas à motorização de dois litros Flex e opção de trocas sequenciais que podem ser feitas na alavanca de câmbio em posição ou por meio de borboletas localizadas atrás do volante.



A tecnologia Super ECT analisa as condições de uso do veículo (ladeira, subida, trânsito etc) e, em função disso, seleciona e mantém a marcha mais adequada para a condição encontrada. A atuação do Super ECT ainda evita mudanças desnecessárias de marcha, otimizando o desempenho e reduzindo o nível de emissão de poluentes e o consumo de combustível.


Desempenho
O Corolla XRS acelera de zero a 100 km/h em 11,6 segundos com álcool e em 11,8 segundos com gasolina. A retomada de 60 km/h a 100 km/h, condição típica de uma condução na estrada, é feita em 7,55 segundos com álcool e em 7,64 segundos com gasolina. 


Os testes realizados seguem o padrão do Instituto Mauá de Tecnologia, a quem a Toyota encomendou a avaliação, e foram feitos com o ar-condicionado ligado e com duas pessoas a bordo. 



O consumo urbano do Corolla XRS 2.0 16V Dual VVT-i Flex é de 6,17 km/l com álcool e 8,22 km/l com gasolina. Na medição de consumo rodoviário, o Corolla 2.0 obteve médias de 10,17 km/l com álcool e 12,84 km/l com gasolina.

Equipamentos
Com a chegada do novo modelo XRS, a linha Corolla 2013 contempla agora cinco versões e dois tipos de motorização, continuando a oferecer tudo o que motorista e passageiro precisam para uma vida confortável a bordo, sendo uma das mais completas gamas do segmento.



Desde a versão de entrada XLi, equipada com motor 1.8 16V Dual VVTi Flex, o Corolla traz, de série, entre outros equipamentos, airbag duplo frontal, direção com assistência elétrica, ar-condicionado com controle manual e filtro de poeira, travas, espelhos retrovisores externos e vidros elétricos (com acionamento por um toque para o motorista), apoio de braço central deslizante, volante de três raios regulável em altura (até 20 mm) e profundidade (até 40 mm), tomada de 12 volts localizada no console central - dentro do descanso de braços -, luzes de leitura dianteira e traseira, computador de bordo com cinco funções (relógio, consumo médio, consumo instantâneo, autonomia e velocidade média), para-sol do motorista com espelho e porta-documento, além de comando interno para a abertura do tanque de combustível e porta-malas de 437 l.



Destaque na lista de conveniência, também disponível na versão de entrada, para o sistema de som integrado ao painel, com rádio e CD Player com entrada auxiliar para iPhone e iPod, que reproduz arquivos de MP3 e WMA. Nesta versão, quatro alto-falantes de última geração garantem uma acústica perfeita.

A versão GLi é ainda mais recheada, agregando equipamentos perceptíveis na hora da compra. Traz complementarmente vidros elétricos com acionamento por um toque nas quatro portas, além de travas e retrovisores elétricos. O computador de bordo aqui oferece, ao invés de cinco, seis funções: relógio, temperatura externa, consumo instantâneo, consumo médio, velocidade média e autonomia. 


O ar-condicionado, além do filtro de poeira, é também automático e digital. Já o volante possui o comando de todos os controles do computador de bordo e do sistema de som, o que garante conveniência e segurança ao motorista. O modelo também trava automaticamente as portas com o veículo em movimento (após 20 km/h). Como itens de segurança, além do airbag duplo frontal, há sistema ABS de freios.



Outros itens importantes compõem a lista do Corolla GLi, como painel de instrumentos com iluminação Optitron (que regula a intensidade das luzes do painel de acordo com a iluminação externa), alarme, fechamento de vidros e abertura do porta-malas com controle na chave, espelho retrovisor externo com recolhimento elétrico e banco traseiro bipartido (60/40) com porta-copo e descansa braço central.



O Corolla XEi 2.0 16V Dual VVT-i Flex e a nova versão XRS oferecem o pacote da versão GLi, acrescido de airbags laterais, acendimento automático dos faróis (assim que o modelo detecta insuficiência na luminosidade externa), conectividade USB para iPod, Pen Drive e MP3/MP4, Bluetooth, luzes repetidoras das setas nos espelhos retrovisores externos, bancos em couro e Cruise Control.



O Corolla mais equipado é o Altis, que agrega os equipamentos das demais versões e traz acabamento interno bege Premium, regulagem elétrica do banco do motorista, acabamento do painel central e das portas em padrão madeira, sensor de chuva, câmera de visão traseira, sistema de som que reproduz MP3 e WMA com quatro alto-falantes e dois tweeters e faróis de xenon com regulagem automática de altura e lavador.

Rodas e suspensão

A suspensão dianteira do Corolla XRS, assim como nas demais versões, é independente, do tipo McPherson, com barra estabilizadora. Construída com componentes de alta rigidez, essa suspensão possui um ajuste fino, o que resulta em equilíbrio entre conforto e esportividade, aliado a um baixo nível de vibração e ruído e também em excelentes níveis de estabilidade e conforto. A suspensão traseira de eixo de torção é dotada de buchas de correção angular e barra estabilizadora, além de componentes de alta rigidez (perfil ETA – perfil curvo ideal para resistência torcional).

As rodas que equipam o Corolla, nas versões GLi, XEi, XRS e Altis, são de liga leve, com 16 polegadas, revestidas com pneus 205/55, exceto na versão XLi, que apresenta rodas de 15 polegadas encobertas por calotas e revestidas por pneus de medida 195/65.


Preços e cores
O Corolla XRS custa R$ 79.500,00 e está disponível nas cores preto e prata.

Os demais valores para o restante da linha Corolla 2013 são os seguintes:

XLi Manual = R$ 64.500,00
XLi Automático = R$ 68.500,00
GLi Manual = R$ 68.000,00
GLi Automático = R$ 71.500,00
XEi Automático = R$ 78.000,00
Altis Automático = R$ 87.800,00




Mercado
O Corolla, pela segunda vez consecutiva, foi o carro mais vendido no mundo. Em 2011, a Toyota comercializou 1,02 milhão de unidades do sedã médio, de acordo com estudo da Forbes, uma das revistas sobre economia mais respeitadas do mundo, elaborado em parceria com a consultoria IHS Global. Segundo o estudo, os consumidores de 150 países onde é vendido escolhem o Toyota Corolla por ser um carro com consumo eficiente de combustível e confiável. Além da fábrica da Toyota em Indaiatuba (SP), o Corolla é produzido em mais 14 plantas da Toyota ao redor do mundo.

No mercado brasileiro, o Toyota Corolla chegou em 1994 em sua sétima geração e começou a ser fabricado em 1998, na fábrica da Toyota em Indaiatuba (SP). Nos últimos 11 anos, o Corolla foi líder no segmento de sedãs médios em oito anos. Em 2011, a Toyota do Brasil vendeu 53.150 unidades do modelo, que obteve 25% de participação de mercado em seu segmento.




COROLLA XRS 2013

FICHA TÉCNICA

Comprimento (mm): 4.540
Largura (mm): 1.760
Altura (mm): 1.480
Vão livre mínimo do solo (mm): 160
Entre eixos (mm): 2.600
Peso em ordem de marcha (kg): 1.285
Volume do Porta Malas (L) 470
Capacidade do tanque (L): 60
Motor 2.0 Dual VVT-i 16V DOHC Flex
Potência máxima: (cv/rpm) 153 / 5.800 (E) e 142 / 5.600 (G)
Torque máximo: (kgf.m/rpm) 20,7 / 4.800 (E) e 19,8 / 4.000 (G)
Transmissão: Automática de quatro velocidades com shift gate e Super ECT +
shiftornic +paddle shift
1ª - 3.943
2ª - 2.197
3ª - 1.413
4ª - 1.020
Ré - 3.145
Diferencial - 2.923
Direção Eletro-assistida Progressiva (EPS)
Rodas Liga Leve R16
Pneus 205/55 R16
Freios: 
Dianteiro Discos ventilados com ABS e EBD
Traseiro Discos sólidos com ABS e EBD
Eixo de torção com barra estabilizadora
Relações de Transmissão
Mc Pherson com barra estabilizadora
Suspensão dianteira
Suspensão traseira 


ESTILO
Acabamento interno na cor prata
Aerofólio traseiro
Bancos e revestimento do volante em padrão couro* na cor preta com costuras em vermelho
Farol com máscara negra
Saias esportivas (frontal, lateral, traseira)
Manopla de câmbio em padrão couro* na cor preta
Volante cortado "D-shape" de três raios
Lanternas traseiras com LED


CONFORTO E CONVENIÊNCIA
Ar-condicionado integrado frio e quente automático e digital
Acendimento automático dos faróis
Banco traseiro bipartido/rebatível: 60/40
Banco do motorista com regulagem de altura
Banco traseiro com descansa-braços central e porta-copos
Coluna de direção com regulagem de altura e profundidade
Descansa-braços dianteiro deslizante com dois compartimentos
Desembaçador do vidro traseiro
Limpador do para-brisa com temporizador de velocidade
Painel de instrumentos com tecnologia Optitron
Para-sol do motorista e do passageiro dianteiro com espelho de cortesia e luz
Controle de velocidade de cruzeiro (cruise control)
Porta-objetos no painel central e console central com porta-copos e porta-objetos com dois compartimentos
Porta-objetos na lateral do painel e nas portas dianteiras e traseiras
Porta-luvas com luz de LED
Sistema Bluetooth®
4 alto-falantes + 2 tweeters
Espelhos retrovisores externos eletrorretráteis com indicador de direção e regulagem elétrica
Vidros elétricos nas quatro portas com acionamento por um toque e antiesmagamento
Volante com comandos integrados de áudio e de computador de bordo


SEGURANÇA
Airbag duplo frontal para motorista e passageiro dianteiro
Airbag lateral para motorista e passageiro dianteiro
Alarme com controle remoto
Apoios de cabeça dianteiros com regulagem de altura
Três apoios de cabeça traseiros com regulagem de altura
Barras de proteção nas portas
Cintos de segurança dianteiros de três pontos com regulagem de altura
Cintos de segurança dianteiros com pré-tensionador e limitador de força
Cintos de segurança traseiros laterais de três pontos
Cinto de segurança traseiro central de três pontos
Chave com comandos integrados (trava das portas, abertura do porta-malas e alarme)
Chave com comando integrado de acionamento dos vidros
Faróis de neblina
Freio a disco nas quatro rodas com ABS (Anti-lock Brake System) e EBD (Electronic Brake Distribution)
Imobilizador por código eletrônico na chave
Luz auxiliar de freio (brake light)
Trava de segurança nas portas traseiras
Travas elétricas com acionamento a distância
Trava automática das quatro portas ativada pelo movimento do veículo (após 20 km/h)
* itens em padrão couro: contêm partes de couro legítimo e de couro sintético.


EQUIPAMENTOS
Áudio com CD player, entrada para conexões USB e Aux-in, compatíveis com iPod®, iPhone®, CD-R/RW,
MP3 player, WMA (windows media audio) e AAC (advanced audio coding)
Computador de bordo com seis funções (relógio, consumo instantâneo, consumo médio, autonomia, velocidade média e temperatura externa)




quinta-feira, 15 de março de 2012

FINALMENTE, O ACORDO AUTOMOTIVO ENTRE O BRASIL E O MÉXICO SAI DEPOIS DE UMA LONGA NOVELA CHEIA DE DESENCONTROS. PATRIOTA ESTÁ NA CIDADE DO MÉXICO ACERTANDO OS ÚLTIMOS DETALHES

O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, confirmou hoje que o Brasil conseguiu limitar a importação de veículos mexicanos até 2015, dentro da revisão do regime automotivo bilateral, em US$ 1,450 bilhão, no primeiro ano do acordo, menos US$ 650 milhões do valor de 2011.

O acordo poderá ser fechado definitivamente e anunciado amanhã, no México, pelo ministro das Relações Exteriores, Antônio Patriota, que está no país finalizando os termos do acordo com as autoridades mexicanas. Entretanto, a  agência Reuters disse que o acordo foi confirmado pelo ministro da Economia mexicano, Bruno Ferrari, e que foram negociadas as cotas, no segundo ano, em US$ 1,56 bilhão e US$ 1,64 bilhão, no terceiro.

O ministro Fernando Pimentel adiantou de tarde, em Goiana, no interior pernambucano, onde participou da solenidade de lançamento da pedra fundamental de uma fábrica de vidros planos para a construção civil, a indústria moveleira e automotiva, que o México está abrindo mão de parte significativamente das exportações.

Na sua opinião, o acordo vai ficar muito razoável para os dois lados, ao citar que as importações de veículos do México deve ficar em US$ 1,450 bilhão este ano, contra US$ 2,1 bilhões no ano passado. 

O acordo poderá incluir ainda uma "possível elevação do índice de conteúdo regional" dos carros fabricados no México, questão a ser defendida pelo ministro Patriota, de acordo com comunicado do MDIC.

O Jetta da VW também vem
 do México para o mercado nacional
O ministro lembrou que com a mudança no acordo, o Brasil espera diminuir o impacto da importação de carros mexicanos, mas, não conseguirá diminuir o impacto, que não será eliminado, "nem pode, afinal, nós somos uma economia aberta. Esse acordo vai incentivar mais a fabricação de autopeças brasileiras para serem incorporadas aos carros que serão exportados para o México".

Os carros vindos do México também estão isentos da alta do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), 
ocorrida no ano passado, para os importados, além de não pagar a taxa de importação. como ocorre com os produtos importados da Argentina e do Uruguai. Para não pagarem um IPI maior, as fábricas têm que atender a uma série de requisitos, entre eles utilizar 65% de peças nacionais nos carros, conteúdo que no México é de 30%.

O México é o maior exportador de veículos da América Latina, com uma produção total de 2,5 milhões em 2011 dos quais 2,1 milhões foram vendidos ao exterior, quase 70% deles aos Estados Unidos. 

Em 2011, o México foi o terceiro país que mais exportou carros para o Brasil, perdendo apenas para Argentina e Coreia do Sul. No ano passado, foram importadas de lá 134 mil unidades, enquanto o Brasil exportou apenas 55 mil para o mercado mexicano.

O New Fiesta é um dos carros importados do México pela Ford que ficou isento do aumento do IPI

MEGA VENDA DE CARROS CHEVROLET NO ESTACIONAMENTO DO SHOPPING NOVA AMÉRICA, NO RIO DE JANEIRO, NOS DIAS 16 E 17 DE MARÇO, COM CONDIÇÕES VANTAJOSAS. VÁ E CONFIRA.



Os feirões Chevrolet, como os realizados na fábrica da GM, em São Caetano do Sul e em São José dos Campos, em São Paulo, recebem milhares de compradores, anualmente. 

Rio de Janeiro (RJ) – A Chevrolet fará seu primeiro feirão deste ano de 2012 no estacionamento do Shopping Nova América, com mudanças nos dias e horário. A partir desta edição, os feirões Chevrolet acontecerão sempre na sexta-feira e no sábado, das 9 às 22 horas. 


Os clientes que comparecerem ao feirão contarão com inúmeras promoções nos preços e também nas condições de financiamento, incluindo para os modelos da linha Chevrolet planos de pagamento sem entrada, prazos de até 60 meses e taxas de juros mensais bastante competitivas.

``Os clientes vão encontrar ofertas bastante vantajosas nos preços e também nas condições de financiamentos, que poderão ser feitos – para toda a linha Chevrolet - sem entrada e com prazos de pagamentos de até 60 meses``, revela Rogério Sasaki, Gerente Regional de Marketing. 

Principais ofertas



Entre as principais ofertas no feirão destaca-se o modelo Classic LS 1.0 Flexpower ano/modelo 2012/2012, com preço promocional à vista a partir de R$ 29.590,00 ou através do Plano de Financiamento Direto ao Usuário (FDU), com 0% de entrada, 60 prestações mensais de R$ 788,05 com taxa de juros de 1,45% a.m. 


Já o Corsa hatchback, ano-modelo 2012/2012, versão Maxx, de quatro portas, equipado com motor 1.4 Econo.Flex, que será vendido pelo preço promocional de R$ 32.990,00.


O Agile LTZ 1.4 Econo Flex ano/modelo 2011/2012, tem preço promocional à vista a partir de R$ 41.990,00 ou através do Plano de Financiamento Direto ao Usuário (FDU), com 30,22% (R$ 12.988,00) de entrada, 60 prestações mensais de R$ 768,99 com taxa de juros de 1,43% a.m.

O Cruze, sucesso de vendas da Chevrolet, será comercializado na versão LT 1.8 Flex, ano/modelo 2012/2012 com preço promocional à vista a partir de R$ 69.900,00.


Já a Captiva Sport 2.4 Ecotec ano/modelo 2011/2012, tem preço promocional à vista a partir de R$ 84.990,00 ou através do Plano de Financiamento Direto ao Usuário (FDU), com 50,54% (R$ 43.451,00) de entrada, 60 prestações mensais de R$ 999,01 com taxa de juros de 1,10% a.m.  


















quarta-feira, 14 de março de 2012

ROBERTO NASSER CHEIO DE NOVIDADES NA SUA COLUNA DECARROPORAÍ



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Coluna Nº 1112 - 14 de março de 2012


Arreda. Chegam os novos 
picapes, potentes, velozes - e perigosos 

2012 é o ano da renovação no segmento superior de picapes feitos no Brasil – abaixo há os derivados de automóveis, Ford Courier, VW Saveiro, Fiat Strada, GM Montana, e acima apenas o Dodge Ram importado. Leitor da Coluna sabe, o Ford F 250 saiu de produção.

Motivação principal, soma novas exigências legais de emissões, a Fase L6 do Proconve, programa de controle de emissões veiculares, com as mudanças das linhas dos picapes de origem norte-americanas, GM e Ford.

Dentro da miopia nacional de considerar picape cabine dupla, diesel, transmissão automática como veículo de luxo e presença, a Toyota, líder no segmento mudou levemente a estética frontal – um tapa na fachada – e criou versão flex para manter o Hi Lux, líder no segmento superior.

Em outra japonesa, a Nissan, o tapa foi sob o capô do seu Frontier, criando versões de potência, e categorias por tração: 4x2 com motor 2,5 turbo e 163 cv e 41 kgmf de torque. 4x4, 190 cv, torque de 45,8 kgfm. É, no momento, recordista em cavalagem – ou, para lembrar anúncio da marca, em pôneis. Pouco tempo, o novo Ranger será o mais potente.

 Nissan, potência aumentada: 190 cv  


A GM apresentou o novo S 10. Seu leque de versões dá-lhe a liderança numérica no segmento dos médios, graças à sólida rede de concessionários e à imutabilidade do produto. Sem divulgar, trocou o nacional motor MWM por um italiano VM – mesma marca que equipava o picape Dodge Dakota -, potente em 180 cv. A MWM irá reproduzi-lo aqui.


Amplo leque de versões – cabine simples e dupla; decoração e confortos; motores flex e diesel; tração nas duas e quatro rodas; transmissão automática com seis velocidades, opcional nos diesel mais caros.

Próxima da lista, a Volkswagen, nova no pedaço, estreante no segmento demorou a entender, no Brasil picape de luxo é carro de imposição e não de trabalho, exigindo transmissão automática – mesmo se 90% dos usuários não saibam utilizá-la corretamente. Na lista descendente de versões, franciscano degrau inferior com cabine simples, decoração e equipamentos contidos, motor com 122cv e apenas um turbo.

Fim de março, no pico da linha, o Amarok terá potência implementada de 163 cv para 180 cv, e a novidade para mostrar-se melhor dotado: transmissão automática com 8 marchas – mesma de Porsche Cayenne, Audi Q7, VW Touareg.

VW Amarok. 180 cv e 8 marchas automáticas 

A Ford quer mudanças maiores, misturar GM com Toyota: linha ampla; motorizações flex e duas a diesel – novos motores 2.2 e 3.2 litros; cabines simples e dupla; tração 4x2 ou 4x4; diferentes conteúdos de equipamentos, leque de preços e aplicações, do trabalho ao luxo. Investe no produto para disputar o mercado em volume, de onde se distanciou. 


Bate na mesa com argumento de peso e tamanho para disputar o segmento superior: o motor diesel Duratorq 3.2, em início de desenvolvimento, o mais potente no país: 200 cv e previsíveis 50 kgmf de torque. Diz, será a mais segura do segmento, com nota máxima para impactos frontais nos testes da Euro NCap, entidade européia de avaliação de veículos.

Ford Ranger, mais potente, 200 cv  

Mitsubishis nada mudaram, mas estão no mercado nestas categorias. 


E então

Elevado torque em veículos leves recebem transmissões longas, gerando rotações menores, e o trinômio velocidade alta; consumo e emissões baixos.

Todas tem características comuns: suspensão dianteira independente com molas helicoidais ou de torção, tração traseira através de eixo rígido ancorado ao chassis por feixes de molas longitudinais; capacidade de transportar mais de uma tonelada entre passageiros e carga. Potentes, amplo torque, hábeis a atingir grandes velocidades – usualmente o motor é cortado eletronicamente entre 170 e 180 km/h. Abastecidos, dois passageiros, e merreca de carga, superam duas toneladas.

Características e números perigosos. O eixo traseiro rígido, primário, secular, de carroças e caminhões, não é sinônimo de estabilidade ou de freadas seguras – muito pelo contrário. E deter duas toneladas nas velocidades elevadas usualmente abusadas por estes veículos, é perigo concreto para ocupantes e todos no entorno. Coisa de arrepiar São Cristóvão.

Os novos picapes diesel aceleram muito mais rápido que a grande maioria da frota nacional e atingem velocidades incompatíveis com seu uso original e com o primarismo de sua mecânica.

Duas toneladas acima de 160 km por hora? Com suspensão de carroça? Saia da frente – pelo menos enquanto o Contran não mandar reduzir a velocidade final. Picape a 180 km/hora? Para que?

Roda-a-Roda
CR-V – Quarta edição revista e melhorada, o CR-V Honda mudou estilo, agregou confortos eletrônicos com tela de comandos, fez cortes e simplificou o produto - versão de tração apenas dianteira e transmissão mecânica. Perde a pretensão recreacional do “R” de sua sigla, e se transforma em urbano para cidades sem problemas de trânsito – e há? Parte de R$ 85 mil.

Remendo – Sem plano ou projeto, o Brasil administra a crise do dia. Na área de automóveis é a balança negativa de pagamentos com países com os quais mantém acordos comerciais de isenção alfandegária.

Amigos – Com o México e o desvão de US$ 1,6B, quer baixar cota de importação de US$ 1,4B, média dos três últimos anos. Mais, que o conteúdo mexicano seja de 55%, como se diz ser o brasileiro.

Difícil. A indústria mexicana existe como política de boa vizinhança e redução de preço final por custos menores nos EUA, de onde vai a quase totalidade de suas peças.

Mercado – Projeta a Fundação Getúlio Vargas, a Classe AB crescerá 7,7M de pessoas - mais que a festejada C até 2014. No Brasil, Classe A tem renda aproximada a R$ 10 mil; B, cerca de R$ 7.500; C entre R$ 1.800 e os R$ 7.500 da B. Na prática o mercado de consumo manterá expansão.

Nacionalização – Antes de inaugurar a fábrica que implanta em Piracicaba, SP, a Hyundai já tem 500 funcionários brasileiros: 70% em produto e processo industrial; 150 restantes na administração. Dos 350 operários, 250 são ajudantes, primeiro degrau, ex-alunos do Pólo Automobilístico criado pelo Senai. A Hyundai enviou 200 à Coréia, Turquia e Rússia para aprender e multiplicar conhecimentos.

Carro – O produto, HB em código interno, será pequeno e em versões hatch, sedã e Crossover, motores flex 1.0 e 1.6.

Negócio – Para fomentar vendas dos produtos Chrysler e Jeep trazidos do México – com o IPI incrementado em 30 pontos – a marca criou o Chrysler Group Financial Services, sob a florida árvore do Banco Fidis, da Fiat. Atrai interessados em Chrysler, RAM, Jeep com entrada de 50%, restante em 36 vezes a juros mensais de 0,99%, carência de 70 dias na primeira.

Aritmética – Simulam a venda do recente Compass com R$ 59.940 de entrada. Porém, considerado o anunciado preço de lançamento em R$ 99.900, tal metade indica R$ 119.840 como preço básico. É quase R$ 20 mil ou 20% sobre o valor anunciado. Esquisito! 

Macio – Recordista em fluidez, com registro no Guiness, o aditivo norte-americano Tufoil promete vantagens econômicas pelo menor atrito entre peças: pelo menos dobrar a vida do motor; conseguir mais 10% em rotações; reduzir consumo de combustível em 5%. Em motores cansados, funcionar maior suave. Lembra as funções do antigo e conhecido Molykote, porém, é mais liso seis vezes. 

Aplicativo - Pode aditivar todos os óleos minerais, semi e sintéticos, incluindo caixas de marchas mecânicas e diferenciais. Bom para particulares, ótimo para frotistas.

Tudo – Produtos incluem graxas especiais, trava rosca, inibidor de ferrugem, lubrificante para soltar porcas travadas, etc. Custa R$ 71,00 a embalagem com 237 ml, para adicionar a 10% do volume do óleo do carro.

Papo – Anúncios da Caoa Hyundai informam: “A Hyundai não teve aumento de IPI porque tem fábrica no Brasil.“ Falso. Só os produtos locais, caminhõezinhos e o antigo Tucson, montados em Anápolis, GO, são considerados nacionais e não pagam o aumento. Todos os demais o fazem.

Curiosidade – Ao lançar o picape S10 a GM não informou ter trocado o motor. Não é MWM, mas um VM com produção encomendada à MWM daqui. A VM é antiga marca italiana, em união tardia de GM e Fiat, através da FPT. Atualmente, o melhor diesel V6 no mundo é o VM – e virá no Cherokee.

Menor – Na readequação de motores para se enquadrar na legislação Euro 5, a Ford acertou seu caminhão menor, chamando-o 816 – 8 do peso bruto total, 8t e 160 da potência do motor Cummins 4.5. Pode ter três medidas de entre-eixos: 3,3m; 3,9m e 4,3m.

Troco – Concorrente, a MAN, compradora da VW Caminhões, reviu os modelos de entrada Delivery, Worker e Constellation, aplicando o conceito Advantech, reunindo a mudança das linhas da cabine, agregação de facilidades eletrônicas aumentando conforto, durabilidade, redução de consumo.

Demonstração – Revivendo antiga prática, a Volvo faz a Caravana Fest-Drive, levando produtos para test drive em todo o país. A idéia é unir bons resultados sempre presentes nestas iniciativas, e tirar dúvidas com relação ao Euro5, nova legislação de emissões que provocou a mudança de motorização em todos os diesel no Brasil.

RH – A Fiat mudou sua política de pessoal: contratou 2,6 mil terceirizados que faziam a sua logística. Resolveu controlar o negócio. Resultado, aumento de salários, redução de custos.

Cultura – O Livro do Carro, novo, atualizado, profusamente ilustrado, com glossário da terminologia da mecânica e as variantes dos nomes de veículos em outros países. Da Editora Globo, é enciclopédia que faz festa aos olhos e ao espírito. 360 páginas, R$ 119,90. Mais? www.globolivros.com.br

Imponente, rico em ilustrações e
 atualizado, o Livro do Carro.  


Gente – Dino Maggioni, 43, italiano, engenheiro eletrônico, promoção. OOOO Diretor de compras na Europa, vem fomentar negócios e desenvolver fornecedores para reduzir custos, aumentar lucros. OOOO Fernando Julianelli, publicitário, caminho esperado. OOOO Diretor de Marketing da MMCB, montadora de Mitsubishis. OOOO Fernando Solano, jornalista, professor, novo coordenador de Imprensa na mesma montadora. OOOO

1900, o Fiat de São Bernardo do Campo
Quando se fala em Fiat no Brasil há duas referências indissociáveis: começou com o valente 147; e o fez na então bucólica Betim, perto de Belo Horizonte. Mas teve antes, em São Bernardo do Campo, SP, em frente à mata onde se instalou a Volkswagen.

Teve simplória atividade com o importador F Matarazzo nos anos 20: finalização de montagem, agregação nacional, pintura.

A Operação São Bernardo deu-se ao início da década de 50, com o esforço europeu por mercados externos para curar a economia do pós guerra.

O cenário para automóveis convivia com duas medidas desenvolvimentistas baixadas pelo então Presidente Vargas: a primeira exigia aos importados vir sem componentes fabricados no Brasil – correias, mangueiras, bateria, pneus ... 104 grupos. Em seguida, a outra permitia importações aos completamente desmontados.

Isto significava estrutura quase industrial e poucas empresas eram hábeis a tal. Uma delas, a pioneira Varam, à margem da Via Anchieta, ligação S Paulo-Santos, foi co-optada para montar automóveis Fiat.

Quantidade não determinada, lembra o octogenário Marcus Varam, filho do empreendedor Varam Keutenedjian, dos Fiat 1400 em sua transição para o modelo 1900 de 1953, enfatizando a boa relação de tamanho e área interna, a disposição para andar, a resistência e o baixo consumo.

Porém as regras exigiam operações de montadora, as partes desinteressaram-se, e os Fiat Varam findaram-se em 1955.

Voltou em 1976, em Betim, com o 147 abrindo o caminho da liderança de década.


1900, de 1952, 60 hp ... O Fiat de São Bernardo   

NISSAN APRESENTA QUATRO CONCEITOS NO SALÃO DE GENEBRA



Quatro carros-conceitos inovadores são os destaques da Nissan na 82ª edição do Salão do Automóvel de Genebra, um dos mais tradicionais do mundo que acontece até o dia 18. O compacto INVITATION, o crossover Hi-Cross HEV Concept, a van elétrica e-NV200 Concept e o esportivo Juke Nismo estarão ao lado da linha da marca, reforçando a inovação e a força dos produtos que ajudaram a Nissan a bater recorde de vendas em 2011, com 4,669 milhões de unidades.


Um dos destaques é a estreia mundial do compacto INVITATION. Com lançamento previsto para 2013, o conceito será a inspiração para um novo produto da Nissan no segmento ‘B’ europeu. Começará a ser produzido em 2013, e irá se posicionar entre o Micra e o Juke.


O INVITATION oferece muito espaço interno em uma carroceria compacta. Mostrando a tecnologia de ponta da Nissan na construção de veículos com baixo peso, esse conceito inovador foi concebido para entregar comportamento dinâmico excelente e performance excepcional com baixos índices de consumo e de emissões.
 
Outros destaques são os sistemas Around View Monitor (AVM), que oferece visão ampla do exterior para auxiliar manobras de estacionamento, e o Nissan Safety Shield System, com câmeras e sensores de proximidade para alertar potenciais obstáculos ao redor.


A segunda estreia é a do Hi-Cross HEV Concept, um crossover de sete lugares movido a gasolina e eletricidade. Seu design indica a proposta da Nissan para as próximas gerações desses modelos: frente com característica grade em V e farois com estilo marcante. As linhas fortes e fluídas se estendem do capô até a coluna D.


Compacto, mas com um interior surpreendentemente acolhedor e espaçoso, o conceito híbrido conta com três fileiras de bancos e é equipado com motor 2.0 de injeção direta, que fornece energia para o propulsor elétrico. Juntos, as duas usinas de força ajudam o Hi-Cross a ter desempenho parecido ao de veículo com motor 2.5, mas com baixos consumo e emissões.


O Juke Nismo Concept, inspirado na lendária divisão esportiva da Nissan, adianta o modelo de produção que irá utilizar o logotipo Nismo a partir do fim deste ano. Com produção prevista para a fábrica de Sunderland, na Inglaterra, tem suspensão modificada e conta com vetor de torque. 


Trata-se de um aperitivo das versões Nismo dos produtos Nissan que ganharão as ruas nos próximos anos, dentro do ambicioso programa que levará o nome da divisão esportiva a se tornar sinônimo versões esportivas de performance.


Mantendo o pioneirismo no segmento de veículos 100% elétricos, a Nissan leva também ao evento suíço a van e-NV200 Concept, que foi revelada pela primeira vez no Salão de Detroit, em janeiro. Ele é uma prévia do próximo veículo com emissão zero da Nissan, e demonstra o passo seguinte da estratégia de mobilidade sem poluentes da marca. Há duas versões – Combi e Evalia – que oferecem sete lugares. O NV200 foi escolhido recentemente como a próxima geração dos famosos táxis da cidade de Nova Iorque.


O JORNALISTA FERNANDO SOLANO É O NOVO COORDENADOR DE IMPRENSA DA MITSUBISHI MOTORS DO BRASIL



A Mitsubishi Motors do Brasil informa que o jornalista Fernando Solano foi contratado como coordenador de Comunicação da companhia. Na semana passada, a montadora japonesa contratou o publicitário Fernando Julianelli para dirigir o departamento de Marketing.

Com vasta experiência nas áreas de Comunicação, Planejamento e Docência, Solano teve passagens no Grupo Bandeirantes de Comunicação, como diretor de conteúdo da MIT FM e âncora da Bandnews FM. Passou pelo Grupo Estado, pela Rádio Eldorado, foi professor da Faculdade Cásper Líbero, onde lecionou no curso de Jornalismo, de que está licenciado.

"Depois de tantos anos atuando em redações, estou muito feliz e satisfeito com o novo desafio de fazer parte da equipe de Comunicação da Mitsubishi Motors. Como repórter, sempre estive muito próximo à marca fazendo a cobertura dos campeonatos de rali e vela, além de ter acompanhado as conquistas do Rally Dakar e Rally dos Sertões", disse ele.

Fernando Solano irá atuar como coordenador da área de Imprensa, e tem em sua equipe Thiago Padovanni e Caio Martins (Produtos e Institucional) e Giorgia Torello (Ralis e Vela).

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