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sábado, 7 de abril de 2012

FORD É A GRANDE VENCEDORA DO RALI DE PORTUGAL E PÕE TRÊS FORD FIESTA NO PODIUM. PRÓXIMA ETAPA É NA ARGENTINA, NO FIM DESTE MÊS


Ford foi a grande vencedora da edição de 2012 do Vodafone Rali de Portugal, ao colocar no pódium três Fiestas RS das duplas: Mads Ostberg - Jonas Andersson, em 1°; Evgeny Novikov - Denis Giraudet, em 2°, e Petter Solberg - Chris Patterson, na terceira colocação. Mikko Hirvonen, da Citroën, que liderava o campeonato e chegou a ser considerado vencedor, foi desclassificado por "irregularidades na embreagem" de seu carro. A Ford ainda arrebanhou o 5°, o 6° e o 9° lugares da classificação geral.



O Rali de Portugal deste ano foi um dos mais trabalhosos para os pilotos de todos os que já aconteceram por causa da chuva intensa, muita lama e nevoeiro e deixou muitos candidatos potenciais ao título pelo caminho. O rali contou com o apoio dos portugueses, apaixonados por corridas de automóveis, pelas estradas e cidades em que passou. A próxima etapa do Campeonato do Mundo de Ralis será na Argentina, no final deste mês de Abril.

Os 10 primeiros classificados do Rali de Portugal:
1º - Mads Ostberg - Jonas Andersson - Ford Fiesta RS - 4:21:16
2º - Evgeny Novikov - Denis Giraudet - Ford Fiesta RS - 4:22:49 
3º - Petter Solberg - Chris Patterson - Ford Fiesta RS - 4:23:12 
4º - Nasser Al-Attiyah - G. Bernacchini - Citroen DS 3 - 4:27:22 
5º - Martin Prokop - Zdenek Hruza - Ford Fiesta RS - 4:27:25 
6º - Dennis Kuipers - Robin Buysmans - Ford Fiesta RS - 4:28:03 
7º - Sébastien Ogier - Julien Ingrassia - Skoda Fabia - 4:28:25 
8º - Thierry Neuville - Nicolas Gilsoul - Citroen DS 3 - 4:29:54 
9º - Jari Ketomaa - Mika Stenberg - Ford Fiesta RS - 4:31:09
10º - P. van Merksteijn - E. Chevaillier - Citroen DS 3 - 4:31:27

Campeonato do Mundo de Ralis - Pilotos1. Sebastien Loeb, 66 pts
2. Petter Solberg, 62 pts
3. Mads Osteberg, 53 pts
4. Mikko Hirvonen, 50 pts
5. Evgeny Novikov, 39 pts

Campeonato do Mundo de Ralis – Marcas
1. - Citroen, 108 pts
2 -  Ford, 96 pts
3 -  M-Sport Ford, 69 pts


17 mil reunidos no Facekook pedem regresso do Rali de Portugal a Arganil

Um grupo de adeptos dos ralis reuniu na rede social Facebook, no espaço de uma semana, cerca de 17 mil pessoas que defendem o regresso do Rali de Portugal às estradas florestais da região de Arganil.

Intitulado "Queremos o regresso do Rali de Portugal a Arganil e Pampilhosa da Serra", o grupo, fundado por Bruno Silva, defende o regresso da prova do mundial de ralis às classificativas "históricas, épicas, memoráveis e marcantes" da região centro.

"Queremos o Rali de Portugal de regresso ao local de onde nunca deveria ter saído", advogam.

O grupo constituído na rede social tem partilhado centenas de fotografias e vídeos da altura em que o rali animava as estradas da região - desde a década de 60 do século passado a 2001 - em que foram disputadas, só em Arganil, cerca de 30 classificativas, a maioria em terra batida e a mais longa com 56,5 quilómetros de extensão.

Para além da atividade do grupo e de uma petição disponível na Internet, Bruno Silva defende, num texto publicado no Facebook, entre outras ideias, a criação de uma comissão e a recolha de assinaturas "no terreno".

Miguel Ventura, vereador do PS na autarquia de Arganil e presidente da Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra (ADIBER), que abrange aquele município e os de Tábua, Góis e Oliveira do Hospital, afirma que a iniciativa na rede Facebook "demonstra que Arganil continua a ser a catedral dos ralis" em Portugal.

"Conseguir juntar, numa semana, mais de 17 mil pessoas diz muito da ligação que o rali tem a Arganil", disse à agência Lusa Miguel Ventura.

Frisou que a região "precisa de grandes eventos" que atraiam visitantes, lembrando que quando o rali de Portugal incluía troços nas estradas florestais de Arganil, Góis, Lousã ou Pampilhosa da Serra, entre outros concelhos, centenas de milhar de pessoas ali afluíam, todos os anos.

Miguel Ventura manifestou-se disponível para "sensibilizar" o executivo autárquico que integra, como vereador da oposição, para a "importância" da iniciativa nascida na rede social Facebook.

"Mas não pode ser a câmara de Arganil, sozinha, a levar esta iniciativa por diante. É preciso conjugar vontades de outros municípios, associações de desenvolvimento, a entidade regional de turismo e entidades privadas para que o regresso do rali se torne realidade", defendeu.

Ouvido pela Lusa, o presidente do Turismo Centro de Portugal, Pedro Machado, revelou que há cerca de um ano reuniu com o presidente do Automóvel Clube de Portugal (ACP) para saber da hipótese do rali regressar à zona de Arganil, retomando uma "tradição muito forte", disse.

"Disse-me que o rali de Portugal, atualmente, tem um caderno de encargos altíssimo. Implica a existência, num raio de 50 quilómetros, de um conjunto de infraestruturas como um aeroporto e uma rede de hotéis", lembrou.

No entanto, Pedro Machado diz existir a "possibilidade" de realizar em Arganil uma classificativa-espetáculo à semelhança do sucedido, este ano, em Fafe.

"Em termos académicos, é uma hipótese, mas o Turismo Centro de Portugal, sozinho, não tem meios. Se os municípios da região estiverem dispostos a investir penso que é uma boa ideia", declarou.











PRIMEIRO LOTE DE INGRESSOS PARA SALÃO INTERNACIONAL DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO 2012 JÁ ESTÁ À VENDA. SÃO ESPERADOS NO SALÃO 750 MIL VISITANTES

Reed Exhibitions Alcantara Machado já colocou à venda o primeiro lote de ingressos para o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo 2012, que acontecerá de 24 de outubro a 4 de novembro, deste ano, no Anhembi. Os preços são R$ 40, pela entrada normal e R$ 20, pela e meia entrada. 

A compra deve ser realizada pelo endereço www.ingressorapido.com.br, ou em mais 70 pontos de venda localizados em 11 estados brasileiros, listados no link "Pontos de Venda", na parte inferior do website. 


De acordo com a SP Turis, empresa de turismo do Município de São Paulo, o Salão Internacional do Automóvel, que acontece a cada dois anos, é o evento que mais movimenta o turismo de negócios na capital paulista. No evento deste ano são esperados mais de 750 mil visitantes.

O primeiro lote da venda de ingressos é válido apenas para o dia 24/10, primeiro dia do evento, para que os apaixonados por carros possam ver as novidades em primeira mão. Os demais lotes e respectivos valores serão anunciados posteriormente.

O salão que já se firmou como ponto de lançamento de novos modelos para o mercado brasileiro e da América Latina, de acordo com 
Juan Pablo De Vera, presidente da Reed Exhibitions Alcantara Machado, será a marca da inovação da indústria automotiva este ano.

Pablo De Vera informou que a organização está em negociações com a Prefeitura de São Paulo para melhorar a infraestrutura visando o aumento das acomodações para participantes de grandes eventos como o Salão do Automóvel, que deve receber 750 mil visitantes em uma área de 85 mil metros quadrados de exposição de veículos e peças. “Vamos ter novidades espetaculares”, adiantou.

De acordo com diretor do salão, Hércules Ricco, em 2010 foram expostos 450 veículos de 42 marcas nacionais e internacionais. "
Esses dados consolidam o evento como a maior feira automotiva da América Latina e uma das maiores do mundo, em alguns aspectos comparáveis ao Salão do Automóvel de Genebra, que prevê receber 50 mil visitantes a menos que o Salão de São Paulo registrou em sua última edição", frsou.

Segundo o vice-presidente executivo da promotora do evento, Paulo Octavio Pereira de Almeida, apesar do salão ter magnitude e importância fundamental no mercado brasileiro, a empresa se sente na obrigação de sempre buscar melhorias constantes. “Quanto aos nossos visitantes, objetivamos aumentar em 6% a satisfação e em 13%, a lealdade – a experiência deles precisa ser memorável” afirmou.

O Salão Internacional do Automóvel de São Paulo é patrocinado pela Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores) e copatrocinado pela Abeiva (Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores) e Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores).



sexta-feira, 6 de abril de 2012

MERCEDES-BENZ SLK 250 QUE RECONHECE A PRESENÇA DE CRIANÇA NO BANCO DO PASSAGEIRO, CHEGA AOS 100 KM/H EM 6,6s, É ECONÔMICO, TEM REDUZIDAS EMISSÕES DE CO2 E CUSTA APENAS R$ 249.900,00


Mercedes-Benz SLS 63 AMG ganha prêmio Best Cars 2012


SLK 250 é a nova versão do belo modelo 2013 da Mercedes-Benz já à venda nas concessionárias da marca alemã, em todo Brasil por R$ 249.900,00. Vem equipada com um motor BlueEfficiency de apenas 1,8 l, mas gerando eficientes 204 cv, impulsionado por um turbo-compressor, que combinado com o câmbio automático 7G-Tronic Plus, garante ao esportivo chegar de 0 a 100 km/h em 6,6 s, e atingir velocidade máxima de 243 km/h - que seria maior não fosse castrada electronicamente.

Estilo, desempenho e conforto é o que não falta ao SLK, um conversível, ou descapotável, como preferem os portugueses, de teto rígido retrátil, pois, permite transformar o conversível, num cupê esportivo, em poucos segundos, com um mero toque num botão
.

O interessante é que, apesar das linhas modernas, o SKL 250 não perdeu o seu estilo clássico típico e peculiar que marca o modelo desde sua criação em 1996, apesar da mudança de 2004 e da registrada no atual modelo: mantém o 
capô longo em harmonia com a ampla grade frontal inclinada para a frente, onde se encontra a famosa estrela.


Os faróis são de xenônio com luzes diurnas em LEDs, ligeiramente recuados, se abrindo para as laterais omde se destacam as saídas de ar logo atrás das rodas dianteiras, assinaladas por um curto friso cromado. 

O posicionamento recuado do habitáculo é outro detalhe que reforça o caráter esportivo do modelo, tanto com a capota aberta, como fechada. Quando o teto é aberto, as duas barras de proteção anticapotagem individuais, em forma de arco, também compõem o visual do SLK 250.

A esportividade do SLK 250 está na razão direta dos cuidados com o conforto oferecidos pelo habitáculo do carro, que registra as dimensões mais compactas da categoria: motorista e acompanhante gozam de um luxo refinado em que a ergonomia dos bancos é cuidadosamente praticada, em meio à alta qualidade de materiais e acabamento.

O SLK 250 tem porta-malas de 225 litros com a capota recolhida e 335 litros com a capota levantada (maior do segmento) e portas que facilitam o acesso ao carro, mas a novidade está quando o carro roda com o teto recolhido: o sistema Air Guide: um quebra-vento em acrílico acoplado às barras protetoras individuais de alumínio, reduz a turbulência do ar e acaba com o vento nos cabelos e face dos ocupantes, além de diminuir o ruído provocado pela deslocação do ar. 

O couro utilizado nos bancos do SLK 250, especialmente tratado (Sun-Reflective Leather), reflete os raios solares incidentes no interior do automóvel, reduzindo o aquecimento quando o veículo fica estacionado ao sol por longo tempo.


Destaque para a segurança e interatividade
Segurança é um dos pilares da marca Mercedes-Benz. Como não poderia ser diferente, o SLK 250 possui sistemas de assistência ao motorista que alertam sobre situações de risco e ajudam a prevenir acidentes. 

O modelo traz de série o sistema Attention Assist, que detecta sinais de sonolência do motorista e emite um aviso visual e sonoro para alertá-lo, sugerindo uma parada para descanso.

Outro sistema ativo importante é o Neck-Pro, que desloca os apoios de cabeça dos bancos em caso de colisão traseira, protegendo o pescoço dos ocupantes contra o “efeito chicote”. 
 e o maior porta-malas do segmento.

O SLK 250 traz seis airbags, além dos dois frontais com duplo estágio, de proteção lateral, para o tórax e cabeça. Por dispor apenas de dois lugares, o sistema reconhece automaticamente a presença de crianças no banco do passageiro, adequando o acionamento dos airbags.


Outro sistema de assistência extremamente conveniente, o Parktronic com orientação de estacionamento, auxilia o motorista a estacionar o automóvel. 

As inovações tecnológicas do SLK 250 também priorizam a interatividade, presente no volante multifuncional e no painel de instrumentos com tela colorida equipada com o COMAND Oline, sistema que apresenta informações do rádio, telefonia, DVD, além de navegação (GPS).

Motor: eficiência em todos os sentidos
O uso do turbocompressor e de injeção direta de combustível possibilita que o motor do SLK 250, com 1.796 cm³, proporcione excelente desempenho com baixos índices de consumo e emissão de CO2. 

O sistema de injeção direta utiliza pressões de até 140 bar, introduzindo o combustível diretamente na câmara de combustão, processo que reduz a temperatura interna e permite elevação da taxa de compressão.

As quatro válvulas presentes em cada cilindro são acionadas por eixos de comando forjados. A abertura das válvulas é variável, proporcionando maior torque em baixas rotações. O cabeçote e o cárter são de alumínio fundido e o virabrequim possui oito contrapesos, que contribuem para reduzir as vibrações juntamente com dois eixos tipo Lanchester posicionados dentro do cárter, que giram com o dobro da rotação do motor.


Para reduzir as emissões quando o motor é ligado frio, como costuma acontecer pela manhã, um termostato controlado eletronicamente fecha a circulação do fluído de refrigeração até que a temperatura ideal seja atingida, o que ocorre com maior rapidez.

As qualidades e o desempenho do motor do SLK 250 são potencializados pela transmissão automática 7G-TRONIC PLUS, com sete marchas. O câmbio permite trocas manuais, por meio das borboletas junto ao volante multifuncional.

O SLK 250 é tipicamente um automóvel feito para quem gosta de dirigir e, pensando nisso, a Mercedes-Benz fez questão de brindar seus compradores com uma sonoridade especialmente estimulante. 

Um gerador sonoro, localizado próximo à borboleta do acelerador, filtra algumas frequências do ronco do motor e as conduz para dentro do veículo por uma tubulação especial. Uma solução simples e inteligente, que proporciona um som esportivo no volume e intensidade ideais para tornar ainda mais agradável a condução do roadster.

Dados técnicos

Motor4 cilindros turbo
InjeçãoDireta
Cilindrada (cm3)1.796
Potência máxima (cv)204 a 5.500 rpm
Torque (Nm)310 entre 2.000 e 4.300 rpm
Câmbio7G-TRONIC PLUS (automático, com 7 marchas)
0-100 km/h (s)6,6
Velocidade máxima (km/h)243 (limitada eletronicamente)
Dimensões (mm)4.134 / 2.006 / 1.303
Porta-malas (l)225 / 335

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A COLUNA ALTA RODA VOLTA COM UM COMENTÁRIO INCISIVO SOBRE A LEI SECA, ANIQUILADA PELO STJ, E NOTÍCIAS AUTOMOTIVAS, ENTRE ELAS A VOLTA DA RAM



Alta Roda 

Nº 675 
Por 
Fernando Calmon



FALSO DILEMA

A chamada Lei Seca, que procura inibir o ato de dirigir sob efeito de álcool ou de substâncias entorpecentes, sofreu um rude golpe depois da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Na semana passada, confirmou a interpretação constitucional de que ninguém é obrigado a se submeter ao teste do bafômetro ou ao exame de sangue porque estaria produzindo provas contra si mesmo, em caso de responder a processo criminal.

Dois fatos precisam ficar claros. Primeiramente, não há Lei Seca no Brasil porque se estabeleceu um limite mínimo de tolerância de 0,2 grama de álcool por litro de sangue. Entre 0,2 g/l e 0,6 g/l o motorista recebe multa de R$ 957,00 e tem a carteira de habilitação suspensa por até um ano. São referências bastante rígidas, no mesmo nível de outros 20 países. Se o motorista exceder o limite superior, comete crime e é processado, mas a partir de agora lhe fica assegurado pelo STJ o direito de recusa aos testes.

O segundo fato é que, mesmo se negando a qualquer avaliação legal, o infrator hoje já sofre penalidades pecuniárias e administrativas acima descritas. Mas quem realmente abusou dos limites fica livre da cadeia, o que inviabiliza o ponto mais forte da lei. O STJ culpou a redação, aprovada pelo Congresso em 2008, ao estabelecer o escalonamento alcoólico. Os juízes protagonizaram votação apertada, cinco votos a quatro.

Diversos juristas discordam, pois provas testemunhais, fotografias ou vídeos são válidas diante de algo tão grave. Sinais notórios de embriaguez (hálito forte, confusão mental, desequilíbrio espacial, fala prejudicada, olhos avermelhados) deveriam levar o motorista, no mínimo, a dormir uma noite na cadeia e, depois de processado, cumprir pena em regime fechado.

Países como os EUA resolveram esse impasse. A maioria dos 50 estados impõe a concordância aos testes químicos (bafômetro, sangue ou urina) para receber a carteira de habilitação. O consultor Rexford Parker informou à coluna que as tentativas de apelar para a Constituição foram rechaçadas. “Mesmo quem bebeu um só copo de cerveja submete-se ou a carteira é suspensa no mínimo por 90 dias. Alguns estados decretam a prisão em flagrante de quem recusar o teste quando há acidente, está acima da velocidade, transporta menores de idade ou recebeu condenação anterior por dirigir sob influência de álcool ou drogas.” Na França, se o motorista repudiar o bafômetro, exame de sangue se torna obrigatório.

O Congresso Nacional movimenta-se para reformular a lei e já se fala em tolerância zero, a exemplo do que ocorre no Japão, Suécia e Noruega, ou seja, nenhuma concentração de álcool no sangue, uma verdadeira Lei Seca. Testemunhas durante as blitze seriam suficientes. Mas o motorista poderia solicitar o uso do bafômetro, dessa vez como prova de defesa e não de autoacusação.

Por outro lado, parece injusto punir da mesma forma quem ingeriu um ou dez copos de bebida alcoólica. Vários países têm limites um pouco superiores a 0,6 g/l, mas isso é menos relevante. O que não pode continuar é o falso dilema de produzir prova contra si mesmo. Se a Lei (totalmente) Seca for a única forma de resolver, que venha.


RODA VIVA
LISTA organizada por um blog na Austrália apontou os 100 modelos mais vendidos no mundo. Corolla teria liderado com 1,142 milhão de unidades em 2011. Porém, sob critérios discutíveis. Todos os Corollas estão juntos, inclusive versões hatch (Auris, na Europa; Matriz, nos EUA). Mas Golf e Jetta, por exemplo, hatch e sedã do mesmo modelo, somaram 1,559 milhão.

CONFORME antecipou a coluna, a Honda começou a construir agora nova fábrica México. Produzirá o Fit, a partir de 2014, para exportação aos EUA e todas as Américas. Significa que se o modelo passar a vir do México ao Brasil, libera espaço na unidade de Sumaré (SP) para o futuro compacto da marca japonesa. Sem a necessidade de construir novas instalações industriais.

AMAROK com inédito câmbio automático de oito marchas torna-se referência no segmento de picapes médias. Vai além, ao adotar sistema 4x4 permanente, cujo diferencial central Torsen distribui tração entre os eixos dianteiro e traseiro, conforme o uso exigir. Terceiro item exclusivo é freio ABS para superfícies não pavimentadas. Desempenho fora de estrada impressiona.

VOLTA da picape pesada Ram (ex-Dodge), importada do México, comprova interesse da Chrysler no mercado brasileiro. Única no segmento e oferecida por R$ 150.000. Preço muito competitivo, considerando 30% adicionais de IPI, nível de equipamentos e novo motor diesel de 310 cv e torque de 84 kgf.m que dá inveja a caminhão. Aliás, para dirigi-lo só com carteira de camioneiro.

CHERY assumiu operações de importação de todos seus modelos da China, antes de responsabilidade da empresa paulista Venko. Decisão se deve à integração com a fábrica que constrói em Jacareí (SP), prevista para o segundo semestre de 2013. Rely, subsidiária de veículos comerciais da Chery, ficará com a Venko.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

FIAT LANÇA MODELOS PALIO 2013 COM EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA: FREIOS ABS COM EDB, A PARTIR DE R$ 31.290,00



A linha 2013 do novo Fiat Palio chega ao mercado brasileiro com novos equipamentos em sua lista de série. A partir de agora as versões Attractive 1.4, Essence 1.6 16V e Essence Dualogic 1.6 16V passam a sair de fábrica com o Kit HSD (High Safety Drive), composto de air bag duplo frontal mais freios ABS com EBD. Esses conteúdos aumentam ainda mais a segurança dos ocupantes e reforçam a competitividade do modelo no mercado.

Com essa novidade, praticamente toda a gama do novo Palio traz em sua lista de série o Kit HSD, já que as versões Sporting do modelo contam com ele desde o início do ano. 




O novo Fiat Palio, lançado no ano passado, é sucesso desde então. Com suas linhas atraentes, totalmente redesenhadas pelo Centro Stile Fiat, maior, mais completo e seguro, ele conquistou o consumidor brasileiro. Com suas seis versões, o novo Palio contempla os mais variados gostos, necessidades e orçamentos.

Veja abaixo os preços de toda a gama do novo Fiat Palio 2013 que acaba de chegar ao mercado:

Palio Attractive 1.0 – R$ 31.290
Palio Attractive 1.4 – R$ 35.590
Palio Essence 1.6 16V – R$ 39.350
Palio Essence Dualogic 1.6 16V – R$ 41.880
Palio Sporting 1.6 16V – R$ 41.310
Palio Sporting Dualogic 1.6 16V – R$ 43.830

Também já são da linha 2013 os modelos da Fiat: Palio Fire, Uno Mille Fire, Uno Furgão e Fiorino Furgão à venda nas concessionárias da marca.




ROBERTO NASSER NA COLUNA DECARROPORAÍ COMENTA SOBRE A AMAROK, APRESENTA MOTIVOS PARA UMA BRIGA ENTRE OS MAIS CAROS COM A CHEGADA DO KIA OPTIMA E ANUNCIA A CHEGADA DE MAIS UMA FÁBRICA CHINESA AO BRASIL PARA PRODUZIR CAMINHÕES




End eletrônico: edita@rnasser.com.br             Fax: 55.61.3225.5511 

Coluna Nº 1412 04 de Abril de 2012


Amarok, mudanças suaves
Para ajustar-se à demanda da faixa superior de clientes, a picape Volkswagen agregou mudanças, pré-informadas pela Coluna: transmissão automática com 8 velocidades, combinando-a com o motor diesel biturbo, revisto e melhorado para fornecer 180 cv – 17 a mais que no modelo anterior.

O ganho de potência e torque, agora 42,8 kgmf, auxilia o uso da transmissão. Parece, mas não é pouco. A transmissão compra ingresso para entrar na festa anfitrionada pelo Toyota Hi-Lux, a da cara, aplaudida incoerência de juntar cabine dupla, estofamento em couro, motor diesel, câmbio automático, além de presentes tração total 4 Motion e reduzida, de raro uso, consumindo o produto como automóvel de luxo urbano. 

Na prática, na disputa entre os donos, felizes em seus brinquedos caros, dizer ter picape maior que o dos outros, as 8 velocidades da transmissão ultrapassam as sensações de suavidade de uso, do conforto, do livrar-se de apertar a embreagem no para-e-anda do trânsito pesado. Insólito no mercado nacional câmbio automático o eleva a patamar sequer arranhado pelos concorrentes Toyota, Mitsubishi e Nissan, com quatro, cinco e seis marchas.

Há consequências operacionais pois, o maior número de marchas, abre o leque de utilização, com a primeira mais reduzida e a oitava mais longa. Há mais força para sair e mais economia para andar em velocidades altas.

Na prática do uso, acelera com vigor automobilístico, cumprindo da imobilidade aos 100 km/h em 10,9s e cravando 179 km/h – em sétima marcha, pois a 8ª. é longa, multiplicada, de mais economia e menos valentia.

O ganho de potência deu-se por acerto eletrônico no programa da centralina e mecânico nos turbo compressores. Curiosamente, nas versões com transmissão mecânica de seis velocidades, a potencia aumentou, mas o torque estaciona em 40,8 kgmf.

Leque
A transmissão automática caracteriza a versão Highline no topo da linha. Nas outras, mecânica de seis velocidades. Com potência de 180 cv; outra, a Amarok S, com apenas uma turbina – “S” parece dizer Sem ou Simples ...; a SE, mantém a maior potência, porém simplificada em confortos – talvez SE signifique “Sem Equipamentos”, ambas em cabine dupla ou simples, tração 4x4 ou 4x2 no eixo traseiro.

Todas portam, de fábrica, seis almofadas de ar frontais e freios ABS para off-road, ELD, bloqueio eletrônico do diferencial. As versões de topo, Highline e Trendline tem opcionais os programas ESP – de estabilidade; HDC – controle de frenagem em descidas; HSA, assistente para partidas em subidas.

Operacionalmente a caçamba do Amarok recebe um pallet em padrão Euro – 1,20m x 0,80m.

Foco
Projetado por alemães especialistas em automóveis, para mercado que não conhecem, o Amarok seguiu bom caminho, em especial pela suspensão, projetada para oferecer um rodar mais automobilístico que camional. Seu rolar é de utilitário esportivo, com reações rápidas na direção, e o volante de pequeno diâmetro com comandos eletrônicos é de automóvel.

Sensível, a Volkswagen busca atingir outro ponto sensível ao motorista, além das mãos, do corpo, dos olhos, ouvidos, nariz do comprador. Faz agrado ao bolso com financiamento e seguro diferenciados, em fórmulas flexíveis. No seguro, pavor dos compradores de picapes diesel, um refresco tendo em vista a frota pequena, pouco visada para furtos de reposição: R$ 4 mil.

Amarok, topo de segmento, automático, 8 marchas.















Mercedes, BMW, Volks, Ford, 
Hyundai ou Kia Optima, a nova dúvida
Novo sedã na praça diz logo sua pretensão: tomar vendas a algum dos de maior venda e prestígio. É o Kia Optima, cuja aceitação mundial delongou a apresentação no Brasil. 

2,80m de distância entre eixos, altura de 1,35m elegância de linhas, CX – o coeficiente de resistência ao ar – de 0,29, projeto feliz e harmônico, ao contrário dos excessos de seus primos Hyundai.

Motorização quatro cilindros em linha, transversal dianteiro, 2.4 litros, 16 válvulas com gerenciamento eletrônico, 184 cv e 23,6 kgfm de torque, ligados a transmissão automática com tração dianteira, 6 velocidades.

Suspensão dianteira Mc Pherson, traseira por multi link, freios a disco nas 4 rodas.

O conjunto é agradável aos olhos, bem composto, seguro – exceto pela ausência de apoio de cabeça e de cinto de segurança de três pontos para o passageiro central do banco traseiro. Internamente, ótima ergonomia para o motorista, elegância com o painel enviesado, surpreendente espaço para as pernas dos passageiros do banco posterior. Bons preços frente à concorrência: R$ 96,9 mil e R$ 105,9 mil com teto solar panorâmico, chave que não é chave ao dispensar encaixe, faróis xênon.

Como usualmente ocorre para a Kia Brasil, dificuldades de fornecimento. A marca é a que mais cresce no mundo e, embora o titular da importação José Luiz Gandini seja o mais premiado dos revendedores, não consegue receber à altura da demanda do mercado. Ainda assim projeta vender 3.000 unidades neste ano, equivalendo a 10% do segmento de sedãs deste porte – Mercedes C; BMW série 3; Ford Fusion; VW Jetta; Hyundai Sonata.

Independentemente do aspecto qualidade, onde os coreanos atualmente dão aula ao mundo, tem qualidades comparativas com todos em estilo, conforto interno, bons resultados dinâmicos, e o argumento preço. Garantia de 5 anos ou 100 mil quilômetros.

Kia Optima, opção a ser considerada
















Pacote patina, mas é firme para os automóveis 
Parto da montanha, o pacote econômico anunciado pela presidente Dilma para fortalecer a indústria e alavancar o crescimento do PIB, tem fórmula simples: o Tesouro coloca recursos no BNDES, que os empresta a juros abaixo da praça, para indústrias e para financiar caminhões. Para os recursos, nada de cortes nos gastos supérfluos ou reforma tributária, mas aumento nos impostos, inicialmente sobre cerveja e refrigerantes.

Poucos os setores foram alcançados e faltaram explicações tanto sobre o silencio sobre determinadas áreas, quanto pela curiosa presença do presidente da Câmara completando o trio com a Presidente e o Ministro Mantega.

Automóveis
O setor é o único com definições de começo, meio e fim. Inicia com prazo para acertar o projeto até o final do ano, vigindo de 2013 a 2017. Prossegue com cinco anos de prazo de duração, prova de sintonia ou de bom senso, pois os planos das indústrias do setor são quinquenais. O prazo para gestá-lo e seu vigor não contém sustos ou surpresas.

Vitória para o setor e particularmente para o eng Rogélio Golfarb, diretor da Ford e, quando presidente da Anfavea, entidade do setor, solitário pregador do prestígio à qualidade dos profissionais brasileiros de engenharia. As novas regras definem percentuais do faturamento líquido das empresas 0,15% para pesquisa e desenvolvimento e 0,5% em engenharia. Em 2017, respectivos 0,5% e 2%. Pouco ou não, inicia um caminho.

Na prática significa implementar soluções nacionais, indica que as montadoras devem caminhar para ter campos de prova, fundamentais à pesquisa e desenvolvimento, mas hoje apenas GM e Ford os têm.

Mercado
O muro tributário representado pelos 30 pontos percentuais aplicados sobre os 35% do Imposto de Importação, podem ser reduzidos em quase 110 %. Número curioso, mas é o seguinte: montadora que conseguir atingir 65% de peças Mercosul em seus produtos, estarão livres do delta adicional e ainda poderá abater 2% do IPI se investir em tecnologia.

As regras não estão prontas, serão objeto de discussões e acertos mas, como disse um dos participantes da formatação, a ideia é fortalecer a indústria de auto peças, pois sem ela não há fábrica de automóveis.

O processo de moldagem e de aferição não é fácil e pode ser poluído por agentes interessados em ser mais sabidos que a sabedoria. Mas o prazo pode permitir bem cercar os métodos de conferência de nacionalização. 

Hoje há montadora que se intitula nacional, mas suas intervenções industriais são inferiores às praticadas antes da indústria automobilística ser montada. É uma esperança para o país ter engenharia competente, tecnologia atualizada e produtos competitivos daqui a 5 anos.

Roda-a-Roda
Caixa – Após fazer chamada de capital entre acionistas, a PSA, holding  Peugeot Citroën, vendeu sua famosa sede na não menos famosa e parisiense avenida Champs Elisées. Quer fazer caixa para os desdobramentos do acordo operacional com a GM.

União – A reunião dos BRICS – Brasil, Rússia, Índia, China, e África do Sul -, países com projeções de crescimento, não chegou a conclusão sólida. Tal como a união sul americana em torno de um banco de fomento continental. Cautelas e receios.

Mais Uma – Maio, a chinesa Foton deve anunciar fábrica de caminhões e larga linha de utilitários no Brasil.

E só – O Tiida Sedan chega ao mercado como 2013 sem mudanças exceto o opcional a preço baixo – ou real: rodas liga leve, aro 15”, a R$ 600 acima dos R$ 45.590 marcados na etiqueta. Continua bem formulado, motor atual, 1.8, quatro cilindros, 16v, gerenciamento eletrônico de abertura, câmbio mecânico seis marchas, duas almofadas de ar – ABS, não.

Questão – As montadoras querem aproveitar a constância do crescimento do mercado brasileiro e aumentar a capacidade de produção em 2 milhões de veículos – quase 50% do número atual –, chegar a 5,5 milhões, em três anos.

E? – Investir para produzir, dar emprego em toda a cadeia econômica é formidável, mas, sob o ponto de vista ecológico e de honestidade procedimental há dúvida incômoda: onde rodarão e estacionarão estes veículos?

Resultado - O governo quer colher impostos do artigo legal mais tributado, o automóvel. Mas não se preocupa em entregar as condições para garantir o direito de circulação. Afinal quem paga impostos por um equipamento automóvel, quer poder circular. E o aumento de vendas entulhará as cidades, incrementando os índices de poluição.

Pega – A Ford cedeu Mustang 2013 para o capítulo final do norte-americano seriado Alcatraz. Repete o mais famoso pega do cinema, quando em 1968 Steve Mc Queen conduziu um Mustang contra um Dodge Charger nas ruas de S Francisco.

Mustang, rodas no ar, lembra Mc Queen em Bullit
Teste – A Ford prossegue testando motores 1.0 com três cilindros, turbo e aspirado. Prova de resistência, andando 24h/dia na pista de provas de Tatuí, SP. Devem substituir os RoCam.Lembrança – Capacete utilizado por Ayrton Senna foi arrematado em leilão inglês da Silverstone. Quase 75 mil libras – perto de R$ 400 mil.

Razões – Apesar dos RoCam terem sido revolucionários há mais de década, ganho prêmio mundial, as exigências legais em emissões e consumo forçam ao desenvolvimento de unidades mais leves, com menos peças, com menos gasto e poluição. Os três cilindros até 1.0 tem sido a solução.

Moda – Agora que os tetos solares deixaram de ser um retângulo aposto ao teto do veículo, transformando-se em uma lâmina corrediça de vidro tomando toda a largura, há novo acessório na praça: adesivo negro para imitá-lo no visual. Uma gaiatice.

Antigos – Notícia que órgão federal do patrimônio nacional, tombará todo veículo com mais de 50 anos de produção, assusta o meio antigomobilístico. A disposição não separa os Placa Preta dos demais; sugere inspeções anuais para conferir a manutenção da originalidade; outras inconveniências administrativas. Um pandemônio que sócios e clubes não entendem.

Pois é – Preocupado? Relaxe. Tudo brincadeira de 1º. de abril do jornalista Jorge Meditsch. Veja lá: http://autoestrada.uol.com.br/interno.cfm?id=3935
                    
GenteNelson Piquet, 60, tri campeão de Fórmula 1, empresário, brinquedo novo. OOOO Rolls-Royce, sedã 4 portas, novo. OOOO Piquet quer aproveitar a vida, reduziu o trabalho, diverte-se fazendo mecânica em sua coleção de antigos. OOOO Mauro Bellini, engenheiro, progressão. OOOO Novo presidente do Conselho de Administração da Marcopolo. Era vice após carreira de executivo na companhia, para quem desenvolveu os mercados da África do Sul e Oriente Médio. Do ramo e da família. OOOO

EQUIPE FEMININA FRANCO-BRASILEIRA DA RENAULT DO BRASIL TERMINA O RALLYE DES GAZELLES PILOTANDO UM DUSTER EM 10° LUGAR, ENTRE 150 OUTRAS DUPLAS


Equipe representante do Brasil termina rali pelas areias do Deserto do Saara em 10° lugar, após duas semanas intensas de muito esforço e trabalho. A brasileira Assiane Adada e a francesa Valérie Vilatte cruzaram, no Marrocos, a linha de chegada da 22ª edição do Rallye des Gazelles, a bordo de um Duster.

O maior rali do mundo só disputado por mulheres começou no 17 de março - como noticiamos -, com 150 equipes partindo rumo ao Saara, no Marrocos, para a grande prova de resistência e técnica dividida em três categorias: Quadriciclo/Moto, 4x4/Caminhão e SUV. 




A engenheira Assiane (única brasileira na competição) e a francesa Valérie, analista de engenharia e desenvolvimento de produto, terminaram na 10ª posição na categoria SUV. “Estou muito orgulhosa, pois coloquei meus limites à prova e hoje me sinto mais capaz de tomar decisões e de enfrentar a vida”, ressaltou Assiane após a prova. 

Superação foi a palavra mais usada pelas duas nas últimas semanas, uma vez que, para participar, a dupla aprendeu técnicas de pilotagem nas dunas e de navegação com bússolas e mapas, pois o uso de GPS não foi permitido pelas regras da competição. Elas encararam representantes de 33 países, incluindo Reino Unido, Estados Unidos, França e Canadá. 



Para chegar ao Marrocos, Assiane e Velérie venceram uma seleção com 220 candidatas do mundo inteiro. A dupla integra a rede Women@Renault, um plano lançado em Março de 2010 com o intuito de reforçar a importância da mulher entre os colaboradores da marca no mundo inteiro.

Articulado em três níveis: evolução dos processos de recursos humanos (RH), mobilização dos talentos femininos e mudança de percepção, o projeto tem o objetivo de recrutar 30% de mulheres para os cargos técnicos e 50% para os de natureza comercial. A intenção é garantir que, para cada função gerencial em aberto, pelo menos uma mulher faça parte da lista de candidatos potenciais. 




NISSAN REGISTRA, EM MARÇO, CRESCIMENTO DE VENDAS, QUANDO A FRONTIER COMEMORA 10 ANOS DE PRODUÇÃO NO BRASIL

O modelo March foi o que mais vendeu em Março, quase 4.600 carros

A Nissan do Brasil encerrou Março com 4% de participação de mercado, recorde absoluto em um único mês. Com 11.319 emplacamentos no período, a marca registrou crescimento de 94% na comparação com março do ano passado.

A Nissan conquistou ótima participação de mercado nos principais centros. Na cidade de São Paulo (SP), por exemplo, o market share foi de 7% enquanto no Rio de Janeiro (RJ) e em Porto Alegre (RS) as participações ficaram em 5,6% e 5,7%, respectivamente.

Frontier comemora 10 anos de produção no Brasil com crescimento de 12,5% nas vendas, em Março

Entre os principais destaques da Nissan está o crescimento para 12,5% de participação de mercado da Frontier, picape que completa este ano uma década de produção na fábrica de São José dos Pinhais (PR) e que em fevereiro ganhou novo motor, mantendo o posto de picape mais potente em seu segmento, com 190 cavalos.

“Os números expressivos da Nissan em março são um incentivo extra para continuarmos trabalhando com todo o empenho para manter este ritmo forte de crescimento no País”, declara Christian Meunier, presidente da Nissan do Brasil.
O Versa registrou um total de emplacamentos de cerca de 2.100 unidades
Destaques da Nissan do Brasil em Março:
O Nissan March registrou 4.597 emplacamentos em março;
O sedã compacto Nissan Versa emplacou 2.095 unidades;
A família Tiida acumulou 1.245 unidades (1.154 do Tiida hatch e 91 do Tiida Sedan);
O Sentra obteve 1.039 unidades;
A Frontier registrou 1.208 unidades comercializadas;
A família Livina emplacou 1.130 unidades (673 Livina, 153 X-Gear e 304 Grand Livina)

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