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quarta-feira, 11 de julho de 2012

VOLKSWAGEN VAI PRODUZIR O MODELO UP! E UM MOTOR DE TRÊS CILINDROS, NO BRASIL, COM DINHEIRO DO BNDES E A FIAT ESTÁ EMPENHADA EM RECOLOCAR OS CARROS DA ALFA ROMEO NO MERCADO NACIONAL. ESSES E OUTROS ASSUNTOS SÃO O TEMA DA COLUNA DE "CARRO POR AÍ", DE ROBERTO NASSER



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Coluna Nº 2812 de 11 de julho de 2012


Fim do segredo, o novo 

Citroën C3 com motor 1.5

Missão difícil, manter as maiores vendas da marca, o C3 mudado, misto do modelo europeu com as demandas dos sul americanos, chegará ao mercado em agosto. Diferencia-se do europeu pela grade frontal com duas barras cromadas, inspirada no C4; pelas lanternas traseiras com extremidades arredondadas; e o amplo para brisas, interessante assinatura de estilo da marca. Aliás, o grande vidro dianteiro dará o tom do lançamento, na luminosa Brasília de monumentais, coloridos, indescritíveis por do sol.

Novidade está no crescimento do motor antes chamado 1.4, responsável pela alavancagem de vendas no modelo anterior. Cresceu pouco 1.450 cm3, 8V, gera 93 cv com etanol e 89 com gasálcool, mas ganhou muito em torque, agora 14,2 kgmf – quase 1,5 a mais que o anterior - não pelo físico aumento da cilindrada, mas pelos desconhecidos caminhos da eletrônica, através de remapeamento eletrônico.

Transmissão econômica, mecânica, cinco velocidades e a novidade de apresentar ABS em todas as versões. Leque de preços projetado de R$ 46.000 a R$ 58.000 para a versão mais cara, 1.6, 16V, 122 cv, transmissão automática.

Curioso no veículo é que a associada Peugeot faz festa, anuncia o próximo 208 sobre nova plataforma, mas ela aparece pioneiramente com carroceria Citroën.


Novo Citroën C3 com motor 1.5 

Comprando promessas, a pré-venda do EcoSport

Nada a ver, mas aos 14 de julho, data da proclamação da república na França, inicia-se a pré-venda do novo Ford EcoSport. 2.500 unidades com promessa de manutenção de preço, mesmo se o Governo – improvavelmente – determinar o fim do abatimento no IPI.

Negócio direto com a Ford, iniciando-se por cadastro em www.novoecoesport.com.br. Confirmada, ida a distribuidor da marca sinalizando a reserva com R$ 5 mil.

As versões terão o novo motor Sigma 1.6, 16V, flex, todo em alumínio, e são S e FreeStyle. Bem completas, a mais simples porta ar, direção elétrica, vidros dianteiros, travas e espelhos elétricos, multimídia SYNC, BlueTooth, faróis com LED – e, pedagógico sinal de respeito, duas almofadas de ar e freios com ABS.

Vendas em agosto
Não ficou claro se o sinal garante preço. Para lembrar, ao lançamento do 1º. Eco os distribuidores aplicaram o que poderia chamar de Delta de Incontido Entusiasmo, e majoraram a tabela virilmente. A Ford aproveitou a resposta do mercado, que se dispunha a pagar o adicional, e o incorporou ao preço.

O lançamento atrasou. Por alguma razão sul americana abaixo do Equador na Ford os prazos não são cumpridos. Aconteceu com o novo Ranger, repete-se com o Eco. Apresentação à imprensa dias 4 e 5 de agosto. 



Novo EcoSport


 A profissionalização da 
venda dos antigos, clássicos e especiais

Comprar veículo clássico ou antigo, itens com particularidades, detalhes, minúcias, é muito diferente de entrar numa revenda para adquirir um veículo comum. Há perigos no negócio, estórias que não se atam, conselhos de pouca verdade. 

Como saber, por exemplo, se o belo conversível não é um convertido – um cupê com teto cortado –, veículo sem valor, mas pelo qual se paga o preço da originalidade? Se o senhorial Rolls-Royce não é uma misturada de peças, com a carroceria fabricada no Brasil, e com números de identificação que não se enquadram no britânico registro geral da marca ?

Há poucos anos inaugurou-se em S Paulo a Prestige Motors. Posição clara, solidez, sobriedade empresarial. Vai muito bem, obrigado, em expansão, dois endereços, um dos quais na rua Colômbia, endereço chique e caro, onde estão as marcas de prestígio e preço.

Agora é a vez de Belo Horizonte, praça com um dos melhores acervos e refinada listagem de colecionadores de antigos. Eduardo Brasil, sempre envolvido profissionalmente com automóveis, ex-concessionário GM, abriu loja com o mesmo nome, Brasvel, e complementa com o objetivo: Antigos & Importados. Em 4.500 m2 quer vender importados novos, usados, importar e vender antigos, clássicos, veículos diferentes. E fechar o círculo de responsabilidade com assistência técnica e restauração de antigos.

Traz novos e antigos à vontade do interessado, e concorrerá no mercado não apenas com a promessa de assistência, mas com a possibilidade de preço menor pelos custos mais reduzidos para uma operação enxuta, fora de uma grande montadora.

Brasvel, importados, antigos e clássicos em BH 

Com empréstimo do BNDES 
VW fará o UP! e motor 3 cilindros

Para “aprimorar tecnologias já desenvolvidas em veículos lançados em outros países”, segundo seu comunicado, o BNDES emprestou R$ 342 milhões para a Volkswagen fazer sedan e subcompacto novos, e retocar o restante da linha. Faz parte do projeto do governo federal em fomentar a competitividade dos produtos nacionais através de atualização.

O sub compacto é o UP! com a importante novidade de motor atualizado, construído em alumínio, 1.0, 16 válvulas – e três cilindros. Será o carro de base, o de menor preço da lista.

Na Europa, em duas e quatro portas, é agradável em uso e surpreendente pelo nível de equipamentos desde a versão de base: freio automático ante obstáculo, direção elétrica, almofadas de ar frontais e laterais, freios com ABS e ESP. Isto a preço de carro simples, 9.800 euros – a linha onde os europeus separam os caros dos baratos - uns R$ 25 mil com imposto de gente civilizada.

Concorrerá com o novo Toyota, Hyundai/Kia, novo Renault Clio, Ford Ka, Chevolet Spark – o substituto do Celta.

Não será mais um carrinho na lista da Volkswagen, mas um recomeçar a história do Fusca no Brasil.

P! Empréstimo do BNDES garante o projeto



Roda-a-Roda 

De volta – O processo é longo, mas a volta da Alfa ao mercado brasileiro parece certa e atrelada à Chrysler. A Fiat, controladora das duas, avocou o controle. Não quer erros.

Posição – Não será apenas marca a mais, mas fazer da Alfa uma Audi italiana. Ou seja, os Alfa ditarão a tecnologia para as outras marcas do grupo, exceto as esportivas Ferrari e Maserati, superiores. Como ocorre na Audi.

Como – O carro símbolo da volta aos EUA, mercado fundamental no projeto, será o maior da linha, baseado no Dodge Dart, criado sobre a plataforma modificada ex-Marea. O Alfa equivalente, produto de responsabilidade e no qual não pode haver erros, está sob o lápis de Lorenzo Ramaziotti.

Idem – É o designer chefe, que dará cara e jeito italianados de Alfa. Motor do novo Chrysler V6 Pentastar, com a receita aviada no descontinuado 159: trabalho Alfa sobre cabeçotes, escapamento, programação eletrônica dinâmica, ajuste de suspensão, direção e freios de sensações européias. Os 275 cv do V6 Chrysler devem ascender a uns 400 com aplicação de turbo em busca da imagem de performance e diferenciação.

Frase – Deve aproveitar a situação invulgar da Ford, única a sobreviver com dignidade e autonomia na crise, e usar a conhecida frase do mito Henry Ford:

“ quando vejo passar um Alfa Romeo tenho vontade de tirar meu chapéu”

Onde – A Fiat precisa do mercado dos EUA para crescer e sedimentar-se, dar lucro, sobreviver. Ninguém sabe como ficarão as relações econômicas e comerciais inter-países com a crise desenhada no horizonte e, por isto, faze-lo na China e exportá-lo aos EUA foi descartada. Será feito na China e nos EUA.

Aqui – É factível a produção nas instalações industriais que a Fiat diz implantar em Goiana, Pe. Lá, além de novo carro pequeno para Brasil e Mercosul, poderá abrir espaço e ter linha comum para esta plataforma, montando duas variáveis: Dodge Dart e Alfa – chamado de Giulia.

Quando – Nos EUA em 2014. A sinalização formal ocorrerá no terceiro sábado de agosto. À data a Fiat North America patrocinará o Concorso Italiano, como o nome diz, encontro de automóveis italianos nas beiradas de Carmel, CA. Nada disse ano passado, quando esperado – mas não pode delongar, senão o Dodge Dart inicia envelhecer.

O pulo – A manobra da família Porsche usando a empresa para assumir o controle da Volkswagen terá fim. A aparentada família Puech, controladora da Volkswagen, deu o pulo do gato e assumirá o controle da Porsche. Disputa entre primos. A VW pagará 4.46B de euros por 50,1% das cotas.

O dono - É tipo chave de ouro para formal fechar da carreira de Ferdinand Puech à frente da VW. Após o mandado de CEO, preside seu conselho, às vésperas de deixá-la aos 75 anos, continuará mandando: Ursula, sua mulher, ganhou lugar na mesa e deve ser a voz sucessora. Puech, como os Porsche, é neto do professor Porsche.

Vem – Virá a Venezuela para o Mercosul ? A presença de novo parceiro bom consumidor supera o receio do convívio do sem freios Hugo Cháves ?

A feijoada institucional – a coisa está preta e não se veem os ingredientes com clareza – inclui o governo do Paraguai em busca de rótulo jurídico; o Uruguai ameaçando sair; a Argentina cheia de independência em meio á confusão econômica; o Brasil sócio maior, sem se impor.

O que – Tema da Coluna, intercâmbio com veículos, por conta do regime econômico chavista, difícil por defasagem, exceto nos caminhões russos Maz. Dentre os leves, pelo controle interno de dólares, a produção ou montagem local é de veículos superados – mais do que se articula fazer no Mercosul. Peugeot 405 dito Centauro; Kia Pride, descontinuado em 2000 e lá o Turpial. Chrysler com Cherokee antigo. Difícil sair negócio.

Negócio – A Aliança Renault-Nissan fechou contrato exclusivo de locação com a Danone: fornecerá veículos de suas marcas Renault, Nissan, Infiniti e Dacia em 25 países pelo prazo de cinco anos. Nada menos que 15.000 unidades!

Cai – Fechado o semestre, as vendas dos importados caíram 21,6% em relação à metade do exercício passado. Cairão mais até o final do ano porque neste os números misturam estoques antigos, sem aumento, com novo, punido.

Porquê – Explicação simples, as vendas caíram porque os preços se elevaram com a aplicação pelo governo de 30 pontos percentuais sobre os carros não produzidos ou sem peças nacionais. Na verdade é medida de proteção aos nacionais – mas coloca o país sob o perigosíssimo risco de descobrir-se, nos próximos anos, fazendo carros tão defasados e de impossível exportação – como os da Venezuela.

Esperança – Os importadores esperam que o governo crie regra de convívio e aumento de vendas para evitar demissões de vendedores e mecânicos. Apostam na criação de cotas – mas ninguém sabe os critérios para os cálculos de quantificação. O governo montou a bomba mas não sabe como desarmá-la.

Preferidos – Levantamento da Arval Brasil, francesa de gestão de frotas empresariais indica que os grandes executivos preferem os utilitários esportivos e cross overs como carro-benefício. A opção cresceu 400% de 2007 a 2011.

Acerto – Fácil identificar os caminhõezinhos Kia Bongo com motor enquadrado no programa de emissões. Os motores 2.5 diesel com turbo e intercooler evoluíram de 94 para 130cv, ganhando transmissão de seis marchas, estofamento em tecido. Por fora nova grade frontal.

Mercado – A montagem das motos MV Agusta em Manaus incrementou vendas. Em seis meses 200 unidades, maior que as 140 vendidas em quatro anos como importada.

No caminho – Menos de três semanas após encontro com 150 possíveis fornecedores, a Chery acertou o fornecimento de estamparia, para choques, rodas, instalação elétrica. A empresa corre para produzir em final de 2013.

Melhor – Com aval da Fundação Vanzolini a Michelin realizou série de testes para mostrar a superioridade dos pneus radiais sobre os convencionais também nos trabalhos agrícolas. Segundo diz, os resultados são de 30% em economia de combustível e 45% em compactação do solo.

UM VÍDEO DA SÉRIE TELEVISIVA GYMKHANA JÁ ATINGIU N140 MILHÕES DE VISUALIZAÇÕES NA iNTERNET. VEJA VOCÊ TAMBÉM, QUERIDO LEITOR. É ESPETACULAR.


O assessor de Imprensa da Ford, Célio Gavão, anunciou que o quinto vídeo da famosa série Gymkhana, estrelada pelo piloto Ken Block e o Ford New Fiesta, já pode ser visto no link: http://youtu.be/LuDN2bCIyus

Em apenas três dias, o novo filme viral já atingiu cerca de nove milhões de acessos, ampliando o sucesso da produção que já soma o recorde de 140 milhões de visualizações na internet, explorando o New Fiesta em limites radicais com saltos e manobras impressionantes.


Gravado com requintes de cinema, em San Francisco, nos Estados Unidos, o novo vídeo passeia pelos clássicos cartões postais da cidade, como a ponte de Bay Bridge, os bondes, a baía e as ladeiras que já foram cenário para perseguições famosas das telas, como a do filme Bullit.


Célio Galvão é
assessor de Imprensa da
Ford do Brasil

segunda-feira, 9 de julho de 2012

A EQUIPE GROUPAMA VENCE O VOLVO OCEAN RACE 2011/2012 QUE DEU VOLTA AO MUNDO EM OITO MESES. ITAJAÍ É CANDIDATA A SEDIAR PRÓXIMA EDIÇÃO



Os oito meses da aventura de volta ao mundo na regata Volvo Ocean Race 2011/2012, terminou no sábado, 07, em Galway, na Irlanda. O campeão da temporada 2011/2012 foi o veleiro francês Groupama, com 253 pontos.

A vitória da In-port-Race em Galway foi do norte-americano Puma, que somou 226 pontos e ficou em terceiro lugar na classificação geral. As chamadas In-port Races são realizadas em todas as cidades-sede da Volta ao Mundo e podem ser assistidas pela população gratuitamente em molhes, píeres, decks ou na Vila da Regata. O mesmo sistema será mantido para a próxima edição, marcada para 2014/15.

Os campeões desta edição comemoram muito o título. "Com certeza é um grande sonho. Todos estão felizes pelo título. Nós não esperávamos que isso pudesse acontecer. Foi uma grande surpresa", revelou Frank Cammas, comandante do veleiro. "O segredo foi simples: como estávamos atrás desde o começo, conseguimos aprender e corrigir os erros para chegar em Galway com a vitória no geral".

Itajaí


Itajaí está na disputa para sediar as edições 2014/2015 e 2017/2018 da Volvo Ocean Race. O processo de escolha já iniciou e está na quarta etapa. Trinta e cinco cidades na disputa, mas a expectativa da escolha por Itajaí é positiva devido ao sucesso desta edição no Brasil. "O sucesso da Parada de Itajaí, aliado à excelente aprovação pela organização da regata, nos alimentam grandes expectativas", informa o secretário Executivo do Comitê Central Organizador do Stopover Itajaí, João Luiz Demantova. A definição deverá ocorrer até o final deste ano ou até o início de 2013.

A etapa brasileira da regata de volta ao mundo se destacou pelas ações de sustentabilidade e engajamento da sociedade no projeto Itajaí Stopver Sustentável. A cidade recebeu o troféu de melhor programa de sustentabilidade "Certificado Volvo de Conscientização Ambiental" da edição 2011/2012, em reconhecimento aos projetos desenvolvidos na parada brasileira, de 4 a 22 de abril. 



A premiação foi entregue pelo CEO da Volvo Ocean Race, Knut Frostad, ao prefeito de Itajaí, Jandir Bellini, e ao coordenador do Itajaí Stopover Sustentável, Glenn Suba, na noite de sábado, 07, em Galway, na Irlanda durante o tradicional Prize Giving que encerrou a Volvo Ocean Race.

"O prêmio é um dos mais cobiçados entre as cidades-sede da regata de volta ao mundo", diz Suba. Para os coordenadores da Parada de Itajaí, essa premiação é o reconhecimento ao trabalho de toda uma comunidade que acreditou no projeto ambiental desenvolvido no município e não mediu esforços para que ele se concretizasse.

A próxima edição da regata terá início em 2014 e vai ser disputada com barcos de 65 pés todos desenhados pela Farr Yacht Design e construídos por um consórcio europeu de estaleiros.

Resultado acumulado:
1º - Groupama - 253 pontos
2º - Camper - 231 pontos
3º - Puma - 226 pontos
4º - Telefónica - 213 pontos
5º - Abu Dhabi - 131 pontos
6º - Sanya - 51 pontos

sábado, 7 de julho de 2012

A FORD ABRIU A PRÉ-VENDA DO MODELO NOVO FORD ECOSPORT A PARTIR DO DIA 14 DE JULHO. APROVEITE, O PREÇO É A PARTIR DE R$ 53.490


A notícia acabou de ser divulgada pelo assessor de Imprensa da Ford do Brasil, Célio Galvão, que anuncia que a companhia iniciará a pré-venda do Novo EcoSport, no dia 14 de julho, para os consumidores que quiserem ser os primeiros a adquirir a nova geração global do utilitário esportivo criado no Brasil que custa a partir de R$ 53.490.

Para esta ação a Ford reservou cerca de 2.500 unidades, que contam com garantia de manutenção do preço de lançamento, mesmo que haja uma posterior elevação no valor do IPI. 


A reserva começa hoje no site www.novoecosport.com.br


sexta-feira, 6 de julho de 2012

BMW I STORE APRESENTA A NOVA BMW I PEDELEC CONCEPT E O BMW i3 CONCEPT ELÉTRICO. VALE A PENA CONHECER UM FUTURO QUE JÁ PODE SER CONJUGADO NO PRESENTE


A primeira BMW i Store do mundo, inaugurada pelo BMW Group, no último dia 25 de julho, em Londres, revela um showroom que oferece experiência completamente nova, concentrada na mobilidade sustentável.

A BMW i desenvolveu um veículo de duas rodas inovador, que age como o complemento perfeito para o BMW i3 Concept e adiciona um novo e conveniente aspecto à mobilidade pessoal, especialmente em áreas urbanas. A nova BMW i Pedelec (Pedal Electric Cycle) é uma bicicleta compacta dotada de um motor elétrico, que complementa potência gerada pelos músculos do condutor com uma dose extra de torque. 



A BMW i Pedelec Concept pode ser dobrada quase em um piscar de olhos e, convenientemente, alocada no porta-malas do BMW i3 Concept, o qual comporta até duas unidades. Além disso, suas baterias podem ser normalmente recarregadas enquanto estiverem no porta-malas do veículo.

Assim como o BMW i3, a BMW i Pedelec Concept é um meio de transporte pessoal totalmente high-tech. Componentes avançados – como discos de freio dianteiros e traseiros, um câmbio de três marchas integrado ao motor, um quadro leve (como o i3 Concept) feito de alumínio e fibra de carbono, um potente motor elétrico com sistema de gerenciamento eletrônico com bateria de alto desempenho e um mecanismo de dobragem inteligente – tornam esta bicicleta motorizada uma solução de transporte extremamente prática. 


Seu motor elétrico apenas auxilia o condutor a pedalar até os 25 km/h e, dependendo do trajeto, do peso do condutor e do nível de assistência do motor utilizados, uma carga completa da bateria oferece autonomia de 25 a 40 quilômetros. 


Em frenagens ou condução de ladeira, o motor age como um gerador e alimenta a bateria com energia. Leva-se apenas quatro horas – ou 1,5 horas em carga rápida – para carregar a bateria totalmente, seja em uma tomada doméstica ou no interior do porta-malas do BMW i3 Concept.




Disponível para o mercado internacional a partir do final de 2013, o BMW i3 Concept ganhou materiais únicos. Uma mistura de couro, madeira, lã e outros materiais renováveis dão forma à aparência do interior do BMW i3 Concept e o extenso uso de fibras naturais dentro do carro destaca o projeto premium da BMW i. 

A madeira de eucalipto usada para os instrumentos é adquirida localmente de florestas europeias de maneira sustentável. Isso garante que as distâncias de entrega continuem curtas e mantém os holofotes na sustentabilidade ao longo de todas as etapas de produção. A madeira é tratada com material natural, que dá a ela um acabamento de alta classe e um tom elegante.



Com quatro assentos, portas com abertura ampla e cerca de 200 litros de espaço no porta-malas, o BMW i3 Concept com propulsão elétrica é um carro urbano prático e inteligente que não produz emissões locais. Seu motor elétrico desenvolve 170 hp e gera um torque máximo de 250 N/m. Com uma velocidade máxima de 150 km/h, o modelo acelera de 0 a 60 km/h em menos de 4 segundos e a 100 km/h em menos de 8.


O sistema eletrônico de potência inteligente garante que a energia elétrica a bordo do BMW i3 Concept seja usada de maneira econômica e eficiente. Se o condutor aliviar a pressão no acelerador, o motor elétrico age como um gerador, convertendo a energia cinética em eletricidade, que é então enviada para a batería, resultando em um efeito de frenagem o qual condutor pode utilizar quando for necessário. 



De modo alternativo, ele pode selecionar o modo coasting, no qual o controle do torque zero mantem o motor desconectado do eixo de propulsão. Neste modo, o BMW i3 Concept desliza com consumo de energia praticamente nulo, movido somente por sua própria energia cinética.


Os novos canais de vendas BMW i são projetados para oferecer ao cliente um ponto de acesso amigável e orientado ao seu escopo de produtos e serviços. Para este fim, se torna cada vez mais precisa e de encontro as expectativas dos clientes, quando o assunto é flexibilidade dentro do processo de aquisição do produto.


quinta-feira, 5 de julho de 2012

A QUANTIDADE DE LANÇAMENTOS PROMOVIDOS PELAS MONTADORAS NACIONAIS PRODUZIDOS EM SUAS UNIDADES E OS MODELOS QUE CHEGAM DA ARGENTINA E DO MÉXICO ABREM O LEQUE DE NOVAS OPÇÕES AO DISPOR DO MERCADO E NATURALMENTE ACIRRA A CONCORRÊNCIA. ESSE É O ASSUNTO DA COLUNA ALTA RODA DE FERNANDO CALMON



Alta Roda 

688 - 5 de julho de 2012

Fernando Calmon

LANÇAMENTOS EM CADEIA

O calendário está ficando cada vez mais curto para tantas novidades no mercado brasileiro, sem contar o que chega do exterior de países que não Argentina e México, com os quais o BrasilL fez acordos comerciais e taxação diferenciada. 


O monovolume Chevrolet Spin e as novas picapes Ford Ranger foram apresentadas à Imprensa com intervalo de três dias. As vendas de ambos começam ao longo deste mês.

O Spin, baseado na mesma plataforma do Cobalt, toma o lugar do Meriva e acrescenta uma versão de sete lugares. O Zafira, também de sete lugares, na prática deixou de ter um sucessor, pois se derivava do médio-compacto Astra e a distância entre-eixos era 8 cm maior. 

Curiosamente, o Spin é 2,5 cm mais comprido que o Zafira, mas se trata de veículos de conceitos e gerações diferentes. Na Europa, a Opel produz Meriva e Zafira bastante diferentes entre si e do que deixou de ser produzido aqui.
Livina e Grand Livina (sete lugares), Idea e C3 Picasso, além do chinês J6, são rivais em um segmento que encolheu ao passar do tempo com o avanço de sedãs e SUVs.

Esteticamente o Spin não empolga, em especial na harmonia entre frente e traseira. A configuração interna reserva bom espaço para cabeça, pernas e ombros: ora perde, ora ganha por diferenças milimétricas dos concorrentes da Nissan e da Fiat. Na média, um pouco melhor.

Painel e acabamento, iguais ao do Cobalt, apostam na boa relação custo-benefício. A terceira fileira de bancos, previsivelmente, tem acesso razoável para entrar e nem tanto para sair. O Chevrolet destaca 32 porta-objetos e maior porta-malas (5 lugares, 710 litros; 7 lugares, 162 litros apenas). Entre os acessórios de concessionárias há câmera de ré.

Seu motor de 1,8 litro (108 cv/17,1 kgf.m) ficou mais econômico, porém perdeu potência e torque em relação ao anterior, fato desabonador. Preços demonstram que poderá segurar a liderança entre os seus pares: LT parte de R$ 44.590 e LTZ, de R$ 50.990. Por pouco menos de R$ 4.000, LTZ pode vir com câmbio automático de 6 marchas e controle de cruzeiro.


Quanto à Ranger, a Ford executou um trabalho realmente forte. Investiu mais de US$ 1 bilhão, recriou tudo na sua picape média e cobriu quase todo o espectro do segmento. A oferta impressiona: três motores (dois a diesel e um flex), três caixas de câmbio (duas manuais de 5 ou 6 marchas e automática, de 6), quatro versões de acabamento, cabines dupla e simples, tração 4x2 (só com motor flex) e 4x4. 

O motor diesel, um 5-cilindros de 3,2 l de origem Ford, é o mais potente entre as picapes: 200 cv. Torque de 47,9 kgf.m se iguala ao da S10. O motor flex de 2,5 l/173 cv é o mesmo do novo Fusion, com diferente calibragem.

Linhas imponentes destacam a forte inclinação do para-brisa e um arco de segurança estilizado, sem exageros. O nome Ranger aparece valorizado em friso cromado frontal e na tampa da caçamba. Generosa distância entre-eixos, de 3,22 m, garante bom espaço para joelhos de quem senta no banco traseiro. 

Evolução marcante no interior inclui quadro de instrumentos de visual moderno e tela multimídia de 5 pol para navegador GPS. Acabamento surpreende e não existem parafusos aparentes. Câmera de ré (imagem no retrovisor) fica embutida no emblema traseiro.

Capacidade de carga – até 1,4 tonelada – e de ultrapassar cursos de água (vau) – 80 cm – também são referências na categoria. 

Posição de guiar assemelha-se à de um automóvel e com os mesmo recursos, nas versões mais caras, como comandos elétricos nos bancos. Suspensões e nível de ruído estão bem melhores que antes. 

Câmbio manual de 6 marchas mostra alguma imprecisão, mas o automático é muito bom. Controle de trajetória com oito funções e seis airbags colocam em nível alto a segurança. Os preços, bem competitivos, vão de R$ 61.900 a R$ 130.900.

Em comum, Spin e Ranger oferecem três anos de garantia total, que deveria ser o padrão no Brasil.

RODA VIVA


APENAS no primeiro semestre de 2013 a filial argentina da PSA Peugeot Citroën terá fôlego para colocar em produção o sucessor do Citroën C4 Pallas. Linhas já são conhecidas porque o carro estará à venda antes na China, como C-Elysée e C4 L (entre-eixos maior), e fotos foram divulgadas. Como de praxe, os modelos do oriente e do ocidente não serão idênticos.


NOVO Série 3, da BMW, chegou ao mercado brasileiro nas versões 328i, 245 cv (R$ 171.400 a R$ 229.950) e de topo 335i, 306 cv (R$ 294.950). Em um mês, o 320i, de menor preço e mais vendido, partirá R$ 129.950. Os valores comprovam que os importadores apertaram bem suas margens para competir. Série 3 tem ido além do esperado no mercado mundial.


TRAJETÓRIA da AMG completa 45 anos como uma operação de sucesso de “esportivação” de modelos de rua. Especializada em produtos da Mercedes-Benz, foi comprada pela marca alemã aos poucos e há sete anos é uma divisão integral da companhia. SLK 55 AMG, motor V-8 biturbo de 421 cv/55 kgf·m, acaba de ser lançado no Brasil. Preço: US$ 244.900 (R$ 485.000).
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

quarta-feira, 4 de julho de 2012

A NOVA RANGER, QUE CUSTA DE R$ 61.900 A R$ 130.900. É TAMBÉM ALVO DO COMENTÁRIO DO NOSSO COLUNISTA ROBERTO NASSER QUE CONSIDERA A PICAPE DA FORD MAIS AUTOMÓVEL QUE CAMINHÃO. ELE FAZ UMA HOMENAGEM AO GRANDE DESIGNER AUTOMOTIVO, PANINFARINA, CRIADOR DOS FERRARI. NASSER ELOGIA AINDA O NOVO SÉRIE 3 DA BMW, ALÉM DE DIVERSOS IMPORTANTES COMENTÁRIOS



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Coluna Nº 2712 de 04 de julho de 2012 

Mais automóvel que caminhão, 

chega o novo, todo novo, Ranger

Ar-condicionado automático digital de dupla zona; GPS integrado com mapas e tela de LCD com 5”; sensor de estacionamento traseiro; câmera de ré; computador de bordo; sensor de chuva; acendimento automático dos faróis; bancos elétricos com 8 ajustes; piloto automático; controle de áudio no volante. Sistema de som com entrada iPod, USB e conexão Bluetooth para celular; faróis com ajuste de altura; retrovisores com rebatimento elétrico; trio elétrico com abertura e fechamento global e abertura elétrica do tanque de combustível. E seis airbags (dianteiros, laterais e de cortina); carroceria ultrarreforçada com zonas de deformação programada; sensores inteligentes de severidade de impacto; freios ABS; câmera traseira; sensor de ré; controle de estabilidade com 8 funções, o mais completo da categoria.

Pensou em automóvel de luxo? Errou.
É parte das novas picapes Ford Ranger, finalmente apresentadas, produzidas na Argentina, distribuídas no Continente. Com foco em conforto de uso, rodagem de automóvel, mostra a disposição da empresa em retomar espaços, oferecendo itens constantes na concorrência cada vez maior. Chama-a Picape Global – não é, pois, ausente do mercado norte-americano. O caminho do conforto, mais automobilístico que camional, mostra ao seu usuário deixou de usar chapéu Panamá e evoluiu para Stetson.

Além da preocupação estética e aerodinâmica, com o parabrisas mais inclinado, houve refinamentos na cabine e mimos de engenharia boiolo-femininos, como a câmera de TV dentro do emblema da tampa traseira... Aparentemente, a Ford amarra a picape ao gosto do futuro dono.

Muitas opções, muitos públicos. De cabine simples, tração simples, motor pequeno, diesel, 2.2, 125 cv para frotistas; tração nas 4; cabine dupla; motores 2.5 Duratec flex, mais potente da categoria, 173 cv – concorrente histórico o S 10 GM faz 147 cv. 

Os motores são Ford e o topo é o 3.2 Duratorc, diesel, cinco cilindros, 200 cv de potência, 470 Nm de torque. Com ele a Ford está no topo da lista e no ponto de equilíbrio entre cilindrada, torque e potência. 

Os diesel utilizam os novos turbo Garrett de geometria variável, palhetas que mudam ângulos de acordo com solicitação do motorista e operação do motor. Assim, o torque aparece desde as baixas rotações, permitindo boas acelerações, retomadas, andar em rotações inferiores, gastando e poluindo menos. 

As transmissões mecânicas também são Ford e a automática de seis marchas Aisin. Houve incremento em segurança, sendo o único picape com 5 estrelas nos testes europeus EuroNCAP.

O leque de grande abertura começa no cabine simples, 2,5 flex, tração 4x2, a R$ 61.900 e vai à versão Limited, cabine dupla, diesel 3.2, transmissão automática e os mimos descritos na abertura do texto, a R$ 130.900. Preços competitivos, mas a Ford diz, o projeto totalmente novo, supera concorrentes por conteúdo.

Boas vendas em país com agro negócio em forte expansão terá quem oferecer qualidade, conteúdo, preço, boa rede de vendas e assistência.


Novo Ranger, Stetson em vez de Panamá.

Série 3 BMW cresce e faz versão competitiva de entrada

Para demonstrar a evolução da Série 3, o sedã esportivo Premium mais vendido no mundo, a BMW reuniu em Itupeva, SP, exemplares de todas as gerações. Henning Dornbusch, presidente, explicou ser a Série 3 definidora dos padrões dos sedãs médios e esportivos.

A nova geração cresceu 13 cm, mantém a secular disposição de motor dianteiro com tração traseira. Opções de 4 e 6 cilindros, refinamentos tecnológicos como dois turbo alimentadores, a capacidade de desligar nas paradas e gerar energia nas freadas. Sintonizados com a pretensão e imagem, oferecem ótima potência relativamente á cilindrada. Assim, as várias versões, como a 328i, quatro cilindros, 2.0 e 245 cv, torque máximo de 350 Nm a 1.250 rpm, rotação pós marcha lenta, faz de 0 a 100 km/h em 6s. Na 335i motor seis cilindros, 3.0, dois turbos, 306 cv, leva 5,5s da imobilidade aos 100 km/h.

Versão de base, em lista de encomendas, 1.6, 4 cilindros, dois turbos, 184 cv, - mesmo empregado em Peugeots 3008 e 408 - transmissão automática 8 marchas, quer ser a estrela da série, a R$ 129.950 e com vantagens financeiras: entrada de 20%, taxa de 0,98% em 24 ou 36 meses. Para competir de frente com a estrela do Mercedes Classe C.

BMW Série 3 - Quanto custa:


320i R$ 129.950,00 (na pré venda)


328i R$ 171.400,00


328i Sport Line R$ 189.700,00


328i Luxury Line R$ 212.950,00


328i Plus R$ 229.950,00


335i Sport Line R$ 294.950,00

Maior, mais forte, nova BMW Série 3 


Morre Sergio Pininfarina. O ciclo se fecha
Dono do lápis e do talento para transformar um estúdio em fábrica, Sergio Pininfaria, sobrinho de Giovanni Battista e filho de Giuseppe Battista passou aos 85. Seu grande diferencial foram a base técnica como engenheiro – ao contrário dos outros designers, artistas e arquitetos -, a herança institucional familiar, e o brilho de projetos vencedores como Alfa Romeo Spider, o Duetto, Maserati Quattroporte, Coupé 406 Peugeot, mítico Ferrari 250 GT, um dos esportivos colecionáveis de maior cotação mundial, Dino Berlinetta Speciale – que inspirou a Ferrari nos 40 anos seguintes.

Durante 50 anos foi a última palavra sobre encomendas, produtos, desenho e produção na empresa familiar, nascida com pai – o governo italiano criou por lei o sobrenome Pininfarina agregação de Pinin, apelido de Giuseppe, com o original Farina – e, ato de coragem, mudou o enfoque das casas de estilo: saiu da limitação de vender desenhos e moldar protótipos e moldes, para fornecer produção paralela às montadoras, que pagavam pelos serviços e produção. Foi amplamente seguido mas, na essência do negócio as montadoras pagavam abaixo do custo de desenvolvimento e, se as vendas iam mal, pelas unidades encomendadas, e não por percentual dos investimentos. E assim, mudanças de mercado, concorrências, crises, uma a uma as casas de estilo sucumbiram.

Dois golpes atingiram Sergio nos últimos anos: a morte de Andrea, filho e sucessor, e a crise de mercado, causando prejuízos com produtos como os Alfa Brera e Spider, Volvo C70, Mitsubishi Colt SZT, com venda de ativos, fechamento de instalações. À família restou apenas 1,2% da companhia.

A globalização, a massificação, a democratização da cultura e elegância, baixando o nível de ambas, acabaram com os carros exclusivos, feitos fora das fábricas. Foi-se o homem, ficará a lembrança dos que acompanharam seu trabalho e sua elegância sem frescuras. Sua filosofia era Simplifique!


Alfa Romeo Spider 1966-1994, capo lavoro de Sergio Pininfarin 

Roda-a-Roda 

Enfim – A equipe de Fórmula 1, Mac Laren, apresentou a versão conversível do MC4, seu esportivo, refinado em construção e performance. Chama-se 12C e, sem mostrar-se franciscano, tem conforto elétrico operando o teto em 17s – andando até 30 km/h. Não é o GT cortado. Ao contrário, é conversível tornado carro fechado, dispensando reforços estruturais, pesa apenas 40 kg mais.

Números – Motor V6, 3,6 litros, bi turbo, 625 cv e 61,1 mkgf de torque, transmissão mecânica, duas embreagens, 7 marchas, 0 a 100 km/h em 3,1s.

Custa 195 mil libras, pouco mais de R$ 600 mil + a cascata local de impostos.

A Mc Laren possui 38 revendas no mundo e procura representante no Brasil.

Mc Laren 12C 
Melhor – Aos ingleses, seguindo a opinião da Which, organização de consumidores com mais de 650 mil membros, o melhor carro do mundo é o Kia. Para os ilhéus, design, qualidade e a garantia de sete anos lá oferecida elevam a marca acima da associada Hyundai, BMW e Toyota.

Negócio – A troca de ações entre GM e a holding PSA – Peugeot-Citroën – dá primeiro passo prático: a GM transfere à Gefco, empresa de transporte da sócia francesa, toda a logística de suas marcas na Europa, incluindo a Opel.

Inutilidade – Diz a Nissan, seu Leaf, o March com motor elétrico, é recordista de velocidade em marcha a ré. Não deu dados. A informação, de nano importância, dá ao leitor noção de confusão entre festa e produto.

Aircross 2013 – Com motor renovado e a incorporação de almofadas de ar, ABS e EBD em todas as unidades, chega o Citroën crossover Premium. O 1.6, 16V, ganhou comando de válvulas variável na admissão, pistões e anéis de baixo atrito, e taxa de compressão de 12,5:1. Faz 122 cv a 5.800 rpm, 16,4 kgm a álcool e com gasálcool 115 cv e 15,5 kgmf a 4.000 rpm.

Freio preso – Morosas novidades. Era inconciliável a falta de equipamentos de segurança em veículo com tais propósitos e preço, e sentida a pouca potência para tracionar o maior peso. Para meio atualizar-se, no motor fez metade do dever de casa, aplicando comando variável para válvulas de admissão.

Conta - Ponto positivo, adotar o Flex Start, demitindo o jurássico tanquinho para partidas a gasolina, uma das vergonhas da engenharia automobilística brasileira. Em seu lugar, artefato que, desde a abertura da porta do motorista aquece os dutos de combustível. Novidade secular, bomba de óleo lubrificante do motor com fluxo variável, gasta menos energia com a operação.

Mercado – Dados da agência Autoinforme exibem mudanças no mercado doméstico em junho. Posições dianteiras mantidas, vendas nem tanto. Fiat líder com 22,08% e VW 20,99%. GM terceira, caiu a 16,9% - em maio 18,46%. Ford 4a., Renault crescendo a 7,11%.

Conjuntura – Depois, Honda, Nissan, Toyota, Peugeot e Citroën. A imposição dos 30 pontos percentuais ao IPI dos não-nacionalizados fez Hyundai e Kia cair para 11ª. e 13ª. posições, respectivamente. JAC e Chery, 14ª. e 15ª.

Faca – Metalúrgicos de São José dos Campos, SP, reagem e protestam contra planos de demissão propostos pela GM. A empresa, segundo avaliam, cometeu erros, demorou a ter novos produtos, importa em detrimento da produção local. E acham que seus empregos não podem pagar pelos enganos da diretoria. Querem o compromisso dos governos estaduais e federal.

Proteção – As vantagens dadas aos nacionais tem como contra posição a garantia de emprego. Os produtos feitos em São José tem problemas com o telhado. Meriva e Zafira caíram. Corsa e Ágile escorregam.

Negócio – Boa ocasião de pedir desconto em VW Voyage e Fiat Punto estocados nos revendedores. Ambos terão modelos 2013 próximos dias.

Demonstração – Um dos maiores distribuidores nacionais, a Arcom inicia renovar seus 1.000 caminhões VW por outros Constellation 19.390 Advantech, enquadrados no Proconve P7, o programa de motores diesel atualizados e menos poluentes. O arrepio dos frotistas ao novo diesel fez um vale nas vendas e a entrada da Arcom nos novos produtos é bom exemplo de confiança.

Futuro – Embora o Brasil não tenha adotado o programa Transmillenium, inspirado no transporte urbano em Curitiba, Manaus fez adequação comprando 166 ônibus articulados e 166 convencionais. Todos Volvo.

História – Dia 4, 58 anos do início do fim da Simca. Foi quando absorveu a Ford France, transformou o Ford Vedette em Simca Chambord, e teve parte de suas ações passadas pela Ford à Chrysler que logo acabou com a empresa.

Gente – Hugo Zattera, 72, economista, presidente da Agrale, emedalhado. OOOO Pregaram-lhe a do Mérito Farroupilha da Assembléia Legislativa do RS. OOOO Dirige as empresas Agrale e sob seu comando adquiriu a Yanmar, japonesa fabricante de motores, tratores, com fundição em Indaiatuba, SP. OOOO

Quem diria. a Chrysler ajudou a Volks vir para o Brasil
Pode parecer curioso, mas a vinda da Vokswagen ao Brasil teve forte ajuda da Chrysler. A montadora norte-americana aqui possuía ativo representante, montando e agregando peças brasileiras em automóveis e caminhões. 



Era a Brasmotor que, em três anos havia se tornado distribuidora da marca, com rede de concessionários. José Bastos Thompson, executivo, encantou-se com a constituição do recém lançado Volkswagen, procurou Friedrich Shultz-Wenk, ex-piloto de caça e representante VW na América do Sul. Fritz, como era tratado, aconselhou-o a obter auxílio de outra montadora, e Thompson se valeu de Cecil B Thomas, presidente da Chrysler. Com ajuda de um e apoio de outro, o dr Heinrich Nordoff, que recém assumira a gestão mundial da Volkwagen concordou e veio ao Brasil com Shultz-Wenk para formalizar o negócio.

Tomou forma, em 17 de novembro de 1950, quando o milionário Eduardo Matarazzo comprou a primeira unidade do inicial lote de 30 unidades. Fosse pelo carro, pela identificação com Matarazzo, então a família mais rica do Brasil, ou pela garra da Brasmotor, que logo construiria fábrica perto do então inexistente trevo da bucólica e rural São Bernardo do Campo, SP, o fato é que a marca deslanchou. Tanto que em 1953 a Volkswagen veio por si, instalando-se em pequeno prédio à rua do Manifesto, no bairro do Ipiranga, na capital paulista, fazendo Fritz seu presidente.

O acordo com a Brasmotor vigorou até 1956, quando a Volkswagen, motivada por seu associado brasileiro, o grupo Monteiro Aranha, decidiu industrializar-se no país.

Pioneira Kombi, com escola de serviços da Brasmotor.

NOVA S 10 LIDERA, ABSOLUTA, O SEGMENTO DAS PICAPES MÉDIAS NO BRASIL. FORAM COMERCIALIZADAS 4.733 O QUE SIGNIFICA 34,4% DE PARTICIPAÇÃO NO MERCADO. VEJA A TABELA DE PREÇOS DA PICAPE



São Caetano do Sul (SP) – A picape Chevrolet S10 registrou no último mês de junho, o melhor mês de vendas de 2012, com 4.733 unidades emplacadas e 34,4% de participação no segmento.

A nova Chevrolet S10, lançada no último mês de fevereiro, mantém a liderança da Chevrolet no segmento das picapes médias, que foi ocupada durante 16 anos consecutivos pelo modelo anterior. Além de ser a primeira colocada com folga no ranking nos últimos meses, ela também lidera as vendas acumuladas no Brasil (janeiro a junho), incluindo o modelo anterior em janeiro, com 17.786 unidades emplacadas e 28% de participação de mercado.

“Queríamos desenvolver um veículo que além de impressionar no primeiro olhar, conciliasse ousadia e força. E conseguimos. A nova picape S10 já comprova nos números sua vocação de liderança no segmento das picapes médias e também que se trata, de fato, de um modelo campeão na preferência do consumidor. Ou seja, de cada três picapes médias vendidas no Brasil, uma é da S10 Chevrolet”, destaca Marcos Munhoz, vice-presidente da General Motors do Brasil.


Atualmente, aproximadamente metade da frota circulante de picapes médias no Brasil - que é estimada em quase 1 milhão de unidades -, ostenta o logotipo da Chevrolet, justificando o DNA da marca no mercado picape, seja para o árduo trabalho na agricultura, que hoje é um dos mais importantes negócios do Brasil, ou nos grandes centros urbanos, carregando famílias inteiras.

S10 para todos os gostos


A nova S10 foi lançada para atender a todos os gostos. Ela tem 12 configurações da picape, que se dividem entre motores diesel e flex fuel, cabines duplas e simples, trações 4x2 e 4x4 e ainda três níveis de acabamento e equipamentos: LS, LT e LTZ, respeitando a nova nomenclatura global aplicada a todos os veículos Chevrolet.

As versões equipadas com o motor 2.4 Flexpower são vendidas em cinco diferentes configurações, todas 4x2. Há duas opções de cabine simples, a LS e a LT e três na cabine dupla, LS, LT e LTZ.

As versões equipadas com motor 2.8 Chevrolet Turbodiesel são vendidas em sete diferentes versões. A versão de cabine simples só será comercializada no pacote LS e com tração 4x4. A versão Turbodiesel com cabine dupla tem os conjuntos LT e LTZ, com a tração 4x2 e 4x4, sendo que ainda há a opção do câmbio automático de seis marchas como opcional.

A versão LS, tanto na 2.4 Flexpower quanto na 2.8 Turbodiesel, já sai de fábrica com ar-condicionado, direção hidráulica, freios com ABS , computador de bordo, luz de cortesia e alça de apoio no teto, grade de proteção no vidro traseiro (cabine simples), ganchos externos na caçamba (cabine simples), protetor de cárter e banco do passageiro maior, para acomodar dois ocupantes, além do motorista, limited slip (sistema de deslizamento limitado do diferencial). A versão 2.8 Turbodiesel 4x4 ainda conta com o seletor de tração, já que é equipada com o 4x4.

Tabela de preços das Novas S10:
Tabela de Preços da Nova S10, 2012:
Nova S10 2.4 Flexpower
Versão LS – Cabine Simples – 4×2 – R$ 58.868,00
Versão LT – Cabine Simples – 4×2 – R$ 61.890,00
Versão LS – Cabine Dupla – 4×2 – R$ 66.350,00
Versão LT – Cabine Dupla – 4×2 – R$ 72.490,00
Versão LTZ – Cabine Dupla – 4×2 – R$ 84.400,00
Nova S10 2.8 Turbodiesel CTDI
Versão LS – Cabine Simples – 4×4 – R$ 85.400,00
Versão LT – Cabine Dupla – 4×2 – R$ 98.900,00
Versão LT – Cabine Dupla – Transmissão automática – 4×2 – R$ 103.900,00
Versão LT – Cabine Dupla – 4×4 – R$ 109.500,00
Versão LT – Cabine Dupla – Transmissão automática – 4×4 – R$ 113.400,00
Versão LTZ – Cabine Dupla – Transmissão automática – 4×2 – R$ 117.400,00
Versão LTZ – Cabine Dupla – Transmissão automática – 4×4 – R$ 135.250,00


Nas versões cabines dupla e simples, com ambas as motorizações, a versão LT é a intermediária da linha e além dos itens da versão LS traz itens como: alarme antifurto, alça de apoio dos dois lados, airbag duplo (cabine dupla), cobertura do piso em carpete, chave canivete, coluna de direção regulável, desembaçador do vidro traseiro, farol de neblina, gancho de reboque dianteiro, retrovisores com luzes indicadoras de direção, tampa traseira com chave (cabine dupla), travas elétricas, rodas de liga leve aro 16, pneus 245/70R16, sistema de deslizamento limitado de diferencial, CD player/MP3 com Bluetooth , entrada mini-usb e entrada auxiliar, piloto automático com controles no volante e vidros elétricos nas quatro portas.

A LTZ, que existe apenas na versão cabine dupla, com todas as opções de motor, tração e câmbio, oferece os mesmos itens que a LT. E, além dos itens da LT conta com ar-condicionado digital, com acabamento cromado, bancos do motorista com ajustes elétricos, controles de tração e de estabilidade (versão LTZ diesel), controles do sistema de som, áudio e piloto automático no volante, luz de neblina traseira, lanternas traseiras em LED, regulagem elétrica dos faróis, bancos revestidos em couro, alavanca de câmbio, maçanetas externas com acabamento cromado, rodas de liga leve aro 17, pneus 255/65R17, e parachoque traseiro com molduras cromadas, estribos laterais e rack de teto.

Picapes médias mais emplacadas em Junho de 2012:

ModeloUnidadesParticipação
no segmento
Chevrolet S104.73334,4%
Toyota Hilux3.58426,1%
Mitsubishi L2001.72712,6%
VW Amarok1.64812,0%
Nissan Frontier1.54211,2%
Ford Ranger4653,4%
Outras470,3%
Total13.746100%

Picapes médias mais emplacadas nos seis primeiros meses (Janeiro a Junho) de 2012:

ModeloUnidadesParticipação
no segmento
Chevrolet S1017.78627,9%
Toyota Hilux14.38222,6%
Mitsubishi L2009.46914,8%
Nissan Frontier7.31611,5%
Ford Ranger7.30211,5%
VW Amarok7.21511,3%
Outras2950,5%
Total63.765100%



terça-feira, 3 de julho de 2012

VENDAS DE AUTOMÓVEIS, CAMINHÕES, ÔNIBUS E MOTOCICLETAS CRESCERAM EM JUNHO. FORAM VENDIDOS 340.706 CARROS

As vendas de automóveis e comerciais leves alcançaram 340.706 unidades, em junho, alta de 18,75% ante junho de 2011 e aumento de 24,18% sobre maio, segundo informou nesta terça-feira a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). Segundo a entidade, este é o melhor mês de junho da história do setor automobilístico.

Incluindo-se motocicletas, implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros, as vendas cresceram 2,21% ante junho de 2011, para 493.512 unidades. Na comparação com maio deste ano, houve alta de 8,46%.

O total de veículos emplacados em junho foi de 353.201 unidades, alta de 16,06% em relação ao mesmo período do ano passado. Sobre o mês de maio, o número de emplacamentos subiu 22,86%. Os dados referem-se à venda de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus.

Considerando-se apenas automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus e motocicletas emplacados no Brasil em junho de 2012, o total de emplacamentos atinge 477.167 unidades, a melhor marca para o mês desde o início da série histórica da Fenabrave, em 1997. O total representa alta de 9,10% sobre as 437.356 unidades de maio de 2012 e de 2,37% ante junho de 2011, que era até então o melhor mês de junho da série, com 466.098 veículos emplacados.

No acumulado do ano, foram emplacadas 2.565.363 unidades dessas categorias de veículos urbanos e rodoviários, o segundo melhor resultado para a série semestral, atrás apenas de igual período de 2011. Do total emplacado entre janeiro e junho de 2012, 1.632.483 são automóveis e comerciais leves; 84.257 são caminhões e ônibus; e 848.623, motocicletas.

Se forem somados implementos rodoviários, máquinas agrícolas e outros veículos, o total comercializado até junho, em 2012, chegou a 2.663.114 unidades, queda de 3,11% ante igual período do ano passado.

domingo, 1 de julho de 2012

RENAULT CRIA MAIS UMA SÉRIE LIMITADA DE CARROS: AGORA, FOI O MÉGANE R.S. RED BULL RACING RB7, CARACTERIZADA PELO MAIOR NÚMERO DE EQUIPAMENTOS ESPORTIVOS


Se dois é bom, três é melhor ainda! Depois do Clio R.S. e do Twingo R.S., é a vez do Mégane R.S. comemorar o sucesso da parceria esportiva entre a Renault e a equipe Red Bull Racing. A nova série limitada Mégane R.S. Red Bull Racing RB7 assume, a partir deste terceiro trimestre, a pole position em mais de 24 países.

- Design e equipamentos ainda mais esportivos: adesivo de teto quadriculado e “Monitor RS” (sistema inspirado na telemetria dos carros de competição)

- O dispositivo Stop-Start instalado no motor 2.0 16V 265 contribui, conforme o país, para uma redução nos níveis de emissões e de consumo de combustível,

“Seguindo a mesma dinâmica da Fórmula 1, principalmente no que se refere a próxima regulamentação de motores, que visa uma redução nas emissões de poluentes, quisemos conciliar o prazer da pilotagem e as performances esportivas do Mégane R.S. com um maior respeito ao meio ambiente”, explicou Irénée Berry, Gerente do Produto Mégane Renault Sport. “A introdução do sistema Stop-Start no motor 2.0 16V 265 que equipa a série limitada Mégane R.S. Red Bull Racing RB7 é um ótimo exemplo desta estratégia”, conclui Berry.


Uma lista de equipamentos pensada na esportividade e no prazer ao dirigir

Baseada na linha 2012 do Mégane R.S., a série limitada Red Bull Racing RB7 ressalta a esportividade ao incorporar equipamentos como: chassi tipo competição, diferencial de deslizamento limitado, pinças de freios na cor vermelha, entre outros. Também é de série o “Monitor R.S.”, um sistema inspirado na telemetria dos carros de competição, que fornece aos motoristas várias informações (aceleração de 0 a 100 km/h, nível de acionamento do pedal do acelerador, etc.), permitindo ao motorista otimizar a sua condução.

A esportividade presente na série limitada Mégane R.S. Red Bull Racing RB7, é destacada pela combinação entre as cores “Etoilé Black” (carroceria) e “Sirius Yellow” (oriunda da F1 e presente nos detalhes do pára-choque dianteiro, nos retrovisores e no difusor de ar traseiro). Um adesivo quadriculado no teto e o logotipo da escuderia “Red Bull Racing Formula One Official Team” nas laterais das portas, inserem o Mégane R.S no mundo do automobilismo e da Fórmula 1.

No interior, bancos Recaro do tipo poltrona, pomo da alavanca de câmbio diferenciado e a placa numerada conferem ao Mégane R.S Red Bull Racing RB7 mais esportividade e exclusividade.

Bem-comportado ou atrevido? Um veículo com dupla personalidade

A principal novidade na Renault Sport é a chegada do sistema Stop-Start no motor 2.0 16 V 265. Essa combinação melhora ainda mais os níveis de consumo e de emissões, permitindo alcançar um consumo de 7.5 l/100 km (-0.7 l) e emitir 174 g. de CO2/100 km (-16 g.).

Quer ser “bem-comportado”? No modo Normal, com potência de 250 cv e torque de 34,7 mkgf, o Stop-Start fica ativado, bem como a assistência à frenagem de urgência e o controle eletrônico de estabilidade. O que proporciona uma agradável prazer de dirigir e é ideal para o uso no dia-a-dia.

Quer ser mais “atrevido”? O modo Sport desativa o Stop-Start e a assistência à frenagem de emergência. Nessa seleção, o torque passa para 36,7 mkgf e o motor conta com 15 cv adicionais de potência, além do controle eletrônico de estabilidade entrar no modo “esportivo”. Uma configuração para explorar ao máximo a performance esportiva desse modelo, que também é incrementada pela provocante sonoridade do escapamento.

Assim, o Mégane R.S. Red Bull Racing RB7 completa a gama de séries limitadas lançadas para comemorarem o sucesso da parceria entre a Renault e a equipe Red Bull Racing, que resultou na conquista do bicampeonato dos Mundiais de Piloto e de Construtores (2010 e 2011).



Uma história de sucesso
Lançado em 2004, a partir do know-how da Renault Sport (divisão esportiva da Renault), o Mégane R.S. é, atualmente, o cupê de alta performance mais vendido do segmento C (aproximadamente 15.000 unidades comercializadas desde o lançamento do Mégane III R.S, em 2010). Ele conta com fãs incondicionais em vários países.

A Renault Sport sempre lançou séries limitadas superesportivas:

-2005: primeira série limitada Mégane R.S. Trophy.

- 2006: Mégane R.S. F1 Team R26, para comemorar o título de campeão da Fórmula 1 obtido em 2005,

- 2007: Mégane R.S. R26 R, que fez história ao bater o recorde da volta em duas rodas na Nordschleife (a legendária pista do circuito do Nürburgring),

- 2011: Mégane R.S. Mônaco GP,

2011: Mégane R.S. Trophy bate um novo recorde em Nürburgring, com 8 minutos e 08 segundos.

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