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sexta-feira, 11 de maio de 2018

Citroën C4 Cactus chegará ao Brasil em Setembro com motor THP 1.6 turbo, desenvolvido junto com a BMW, tração 4x4 e câmbio automático de seis velocidades. Em pauta, o distrato da Hyundai com a Caoa, que entretanto será substituída pela chinesa Chery


                
DE CARRO POR AÍ - ROBERTO NASSER




                Coluna nº 1918 - 11 de Maio de 2018                                                                                                                        


Citroën C4 Cactus


Em setembro, o Citroën C4 Cactus

Formatado como um de seus apoios para recuperar vendas e participação no mercado, Citroën deu como pronta adequação sul-americana do C4 Cactus ao Mercosul. Sua área regional de desenvolvimento de produto fez mudanças no original francês. 

Na mecânica, pouco trabalho, sobre plataforma do C3, do C4 Lounge, e dos Peugeots 208 e 2008, liderada pelo motor THP 1.6 – turbo desenvolvido com a BMW, produzindo iniciais 163 cv. E transmissão automática com seis velocidades. Não terá tração nas 4 rodas.

Para o sul do Equador, maior altura do solo, barras no teto para vender irreal ideia de carro fora de estrada - utilitário esportivo, SUV. Atrás, janelas com vidros sobe-e-desce.

Outra diferença estará nos chamados Airbumps, almofadas laterais em plástico aplicadas às portas, reduziram-se em tamanho, e a bolsa de ar para o passageiro deslocada à parte inferior do painel, também por razões de custos.
Carro pronto, mas comercialização em setembro, garante fonte argentina.

Das insustentáveis siglas
Simpático leitor visualiza o veículo descrito pela sigla Suv? E Sav? e Crossover?
E CUV? E Luav? E o morfologicamente genérico Monovolume?

Se todos fabricantes intentam descrever algum produto ou família, na prática confundem o consumidor, de universo gabaritado em formas básicas: sedã; cupê e sua variação hatch; camioneta ou perua ou station; jipe; picape. 

Parece cristalino, porém as variáveis criadas pelos fabricantes turvam as águas do entendimento, e a classificação, em vez de síntese, torna-se mistério tangenciando o terreno da empulhação. 

Na verdade, todos miram a mesma imagem, a do veículo com aptidões superiores aos carros das asfaltadas vias públicas, cheios de conforto, um tipo de Range Rover de pobre. Ou, como os designa a imprensa mal formada, Jipinhos.

Sino-francesa Citroën, boa em carros, meteu-se a compor em idioma alheio e foi-se ao inglês classificar o C4 Cactus versão sul-americana. 

Comento, a latere, por si só a espinhenta designação deve arrepiar clientes, mesma situação dos doentes encaminhados aos hospitais da rede com o sonoro sufixo D’Or – hospital com dor?...
Citroën classificou novo produto como Hype Tech SUV Regional.
Alah, Shakespeare e Stanislaw Ponte Preta nos socorram. (RN)

Hyundai x CAOA
Às vésperas de vencer contrato decenal de distribuição de seus produtos, coreana Hyundai avisou à anapolina CAOA intensão de não renová-lo. 

Empresa goiana contratou o advogado Sérgio Bermudes, um dos conhecidos em matéria de falências e recuperação, e o profissional obteve liminar, festejada pela empresa como decisão. Não o é, mas apenas o direito de continuar a operar enquanto o Juiz analisa o mérito do processo. Próximo passo consensual, corte de arbitragem em Frankfurt.

Caoa tem experiência em discutir com múltis. Ao início dos anos ’90, levada aos tribunais pela Renault para situação idêntica, fez mágicas extra processuais. 

Tantas, mereceu citação em livro sobre a Renault na América Latina. Nele, a companhia não elogia o acróstico Carlos Alberto Oliveira Andrade.

A quizília era esperada e há anos a empresa se prepara à contestação, ampliando sua rede própria de distribuir Hyundais, mantendo-a mesmo após a marca coreana ter-se instalado no país produzindo o HB20. 

Há a se reconhecer, por polêmica ou outros adjetivos pejorativos, o, a CAOA, ao contrário do que divulga, não trouxe a marca ao país, mas implantou-a. Recentemente deu outro passo importante. 

Em negócio a ser aclarado algum dia, adquiriu, por apenas metade do prejuízo do ano anterior, toda a fábrica da chinesa Chery em Jacareí. E atingiu o patamar desejado: dar-se ao conforto de apenas discutir números indenizatórios com a Hyundai, mantendo atividade industrial e comercial com a Chery.

Crescer, comunicar, a nova direção da FCA
Novo presidente da FCA Brasil, Antonio Filosa, 44, italiano de Nápoles, iniciou gestão em périplo pelos principais mercados da marca, encontros de uma hora com revendedores, principais clientes, autoridades, imprensa. Ao contrário do antecessor Stephen Ketter, brasileiro, porém o mais alemão dentre os germânicos, não é o dono da verdade, não incorpora o espírito de GPS, quer comunicar-se.

Tem perfil desejado pela administração superior: foi diretor das Fiats do Brasil e da Argentina, passou por áreas fundamentais à formação de gestor maior, como manufatura, processos industriais e compras. 

Com o País tem maior identificação: vivência, casamento com mineira, e pequeno herdeiro belo-horizontino. Gestão de sua carreira, mudança de postos, embute regra não escrita, produto da grande diferença entre regiões e perfis dos habitantes da Itália. 

Na matriz Fiat quando querem formulações chamam os milaneses, para adequabilidade, avocam os turineses, ambos elegantes superiores na hipotética organização militar espelhada pela companhia. Mas para fazer, vão buscar os napolitanos – os sargentos do fazer acontecer. 

Tudo a ver com a função, com dosagem de latinidade hábil a entender o meio ambiente, permear-se com os comandados. Não terá missão fácil. A Fiat era líder vendendo veículos novos montados a partir de recortes sobre partes antigas. 

Agora, reformulada, produtos novos – e sobretudo enorme ganho de qualidade no produto e seus processos -, caiu para terceiro lugar em vendas. As relações com os operários se abespinharam, e com rede de distribuição foi à Justiça.

Filosa não focará retomar ou comprar a liderança, mas manter o equilíbrio entre produção, vendas e lucros. Deu informação interessante: desenvolvimento de seus produtos considera as exigências quanto à segurança estrutural pelo LatiNCap, o instituto mundial avaliador de segurança a usuários, submetendo veículos novos a impactos padronizados.

Sua gestão implementará conquistar vendas na América Latina. Caso do Chile, renhida praça, e onde estão, democraticamente, quase todas as marcas do mundo, dividindo 200 mil unidades anuais. Lá abriu escritório para fomentar vendas a partir da cobertura de ponto fundamental: assistência técnica.

A nova política de produtos da Fiat restringiu opções. Hoje nos salões dos revendedores há Mobi, Uno, Argo, Cronos e picapes Strada, seu desdobramento Fiorino, e Toro. Produto novo, apenas o picape Strada em 2020. Na ponte de tempo, pequenas alterações e atualizações. Na prática, vendas plotadas em preço e promoções.

Centra adequar produtos ao formidável momento do agronegócio, consumidor da linha Jeep e dos picapes Fiat, como claro nas feiras agropecuárias, tipo salão do automóvel a usuários de canivete, bota, chapéu.

Para o mercado nacional Filosa projeta vendas totais de 2,4 milhões de unidades no corrente ano. Na área coberta por suas responsabilidades, alterou-se o equilíbrio com vizinhos, Brasil evoluiu de 50% do mercado, e neste exercício atingirá 65%. América Latina 2,1M: Argentina 0,9M; demais países 1,2M.

Roda-a-Roda

Data – Indústria automobilística mundial focada no 1º de junho. Nele, o Capital Market Day, rótulo FCA ao balanço apresentado aos acionistas, representantes de capitais, governos, imprensa, e Plano Quinquenal para sua marcas.

Futuro – Define capitais para crescer marcas e produtos, localização de fábricas, alocação de recursos, fim ou princípio de produtos, negócios, desenvolvimento de regiões com implantação de fábricas, ou seu fenecer com o cessar.

Momento – Data importante, traça o futuro. Pouco se sabe, mas Antonio Filosa, novo presidente da FCA na América Latina, adiantou terá mais investimentos na região – aqui a Fiat tem excelente lucratividade.

Prática – Também na região, em produto, FCA, após sucesso da linha Jeep, insuflará mercado para os picapes RAM. A Alfistas, e a marca FCA mais desejada – e desprezada no mercado brasileiro – mais estudos...

Aqui – Verba para novos veículos sobre plataforma atual, aplicada a Argo e Cronos. Primeiro, novo picape, substituindo o líder Strada. Largo prazo: 2020.

Marco - Data especial. Definirá saída de Sergio Marchionne do comando executivo da empresa; apresentará sucessor por ele indicado; os plano-produto para os próximos 5 anos.

A latere – Marchionne, ítalo-canadense, rico por ter recebido e investido em ações da empresa que ajudou a triunfar, não sairá do cenário, garantido como dono de percentual na Exor, holding controladora da marca, e presidente da Ferrari. A recuperação da Fiat, sua transformação em FCA, a excepcional valorização, formam case de administração.

Segredo – Não se crê em eventual anúncio da veracidade sobre a especulação de sinergia acionária entre a Ford e a FCA, desejo do presidente Donald Trump.

Duster Turbo – Renault testa o Duster II: plataforma atual, porém carroceria mais longa 10 cm; motor L3, 1,3, turbo, 130 cv. Produção em Curitiba. 2019.

Recorde – Toyota Argentina prevê recorde em 2018. Velocidade de produção, 90” por veículo, indica 143 mil unidades, 14% mais sobre as 125 mil da capacidade instalada.

Panorama – Vistos números do primeiro quadrimestre, projeta-se grande disputa de preços e vantagens entre GM e Volkswagen. Primeira cresceu 15,% em vendas, abaixo dos 20% do mercado. VW marcou 38%. Mantida tal diferença GM perderá liderança do mercado de veículos para a VW.

EUA – Longo braço da justiça norte-americana chegou a Martin Winterkorn, 70, alemão, ex poderoso presidente da Volkswagen. Corte em Detroit, Mi, aceitou denúncia por crime relativo à falsificação dos índices de emissões pelos automóveis diesel da marca. Veem-no responsável.

DieselgateComo chamado, aplicava programa para driblar a fiscalização. Incontáveis veículos envolvidos, mais de US$ 30B em gastos pela VW, nove indiciados, dois cumprindo pena, e uma lição mundial: mais barato consertar o problema que mascará-lo. Se condenado, não será extraditado, mas não é mais o executivo vitorioso. Muito pelo contrário, é recolhido senhor.

Lambo papal


Investimento – Tens grana? Gostas de aparecer? Nem precisa apreciar carros, mas a quem com tal perfil, oportunidade na área: dia 12 a casa inglesa de leilões Sothesby’s levará a martelo um Lamborghini O Km, modelo Huracán, RWD, coupé, branco com distintivos frisos dourados, cores do Vaticano. Previsão de arremate curiosamente baixa: entre 250 e 350 mil euros – R$ 1M e 1,5M.

Origem – Barato ou caro, pouco se dá. O diferencial importante, está no fato de conter autógrafo do Papa Francisco, recebido como doação do fabricante, para ser leiloado. Valor apurado irá a obras pias: 70% para a cidade de Nineveh, no Iraque, destruída pelo Estado Islâmico.

Novo caminho: compra do Kwid sem ir ao concessionário


Comprando o Kwid pelo telefone
As grandes mudanças nos processos de produção e comercialização de veículos, dando novas formas para chegar ao mercado, atualmente em enormes alterações, induzem novas soluções. 

Renault deu passo corajoso ao formular o Kwid, abrindo novo caminho como forma de compatibilizar desenho e forma de agrado do consumidor com o menor preço dentre os carros nacionais. Sucesso ao lançamento, fabricante fez segundo passo de operação e diferenciação, o K-Commerce. É abreviatura de Knowledge Commerce, comércio de conhecimento, bem adequado às demandas de interatividade hoje presentes no mercado. 

Por ele, consumidor consegue comprar um Kwid: escolha de versão, equipamentos, cor; a forma de pagamento: à vista, financiado, dando carro usado como entrada, recebendo boleto e realizando pagamento, fazendo todas as operações por tablet, smartphone ou computador. No entendimento via máquina terá previsão de prazo de entrega e, na prática, irá ao concessionário apenas para receber seu Kwid – ou também entregar o usado.

Renault aplicou-se decisivamente para viabilizar o uso do K-Commerce: três equipes no Brasil, França e Canadá, 53 pessoas, 44 dias de 24h para compatibilizar 15 programas – da avaliação do usado, aprovação e moldagem do financiamento, entrada no programa de produção da fábrica.
__________________________________________________________________________edita@rnasser.com.br 


Um Renault Kwid Zen com 10 mil km rodados foi testado pelo Blog e apresentou problemas sérios de suspensão e de caixa de marchas. O ponto positivo é o esperto motor de 3 cilindros de apenas 66 cv.




Renault Kwid não tinha andado nele ainda e a experiência não foi de fato das mais agradáveis. Aproveitei para alugar o Kwid Zen, na Alamo, durante quase um mês de minha permanência em Fortaleza e conhecer o comportamento do pequeno monobloco francês com 10 mil km rodados. Diria que é um carro muito pouco rodado para os problemas identificados. 



Salvo raras exceções, os carros que os jornalistas automotivos testam são novos, zero quilômetro, e só depois de rodar uns bons milhares de quilômetros se sabe se um carro suporta as agruras do dia a dia de ruas esburacadas, alagamentos, gasolinas de má qualidade e do próprio uso.



O Kwid tem um motor três cilindros e 12 válvulas, de 66 cv (70 etanol) que na verdade foi o que achei de melhor no carro. Esse motor esperto tem um bom arranque e nem parece que tem apenas 9,4 kgfm de potência com gasolina (9,8 com álcool). Dentro de seus limites, lógico, desenvolve bem e tem boa retomada. 



O câmbio é de cinco velocidades manual e apresentava já com 10 mil km problemas de sincronização da segunda marcha. 




O mesmo não se pode dizer da suspensão. Andando no asfalto liso, o Kwid - não fosse o som do motor que se deixa ouvir forte - roda sem problemas, mas assim que sai dele, o carro mostra a sua suspensão barulhenta e incomodativa.



Além de incomodar muito, as batidas da suspensão são assustadoras e nos dão a sensação de que algo está se quebrando.



Para essa barulhada contribui a tampa do porta-malas que tem que ser deslocado do seu lugar para cima dos dois encostos para parar de fazer barulho.





Em termos de conforto, os bancos dianteiros são normais, mas o traseiro nem tanto. 


Estranhei muito a qualidade da suspensão do Kwid num carro com apenas pouco mais de 10 mil km.



Andei 600 km e o carro consumiu um tanque - 38 litros - de etanol e um tanque de gasolina, em trajetos mistos de estrada e cidade.




O Kwid Zen custa, imagine, de R$ 37.000 (R$ 36.990) e a versão de entrada R$ 32.490. O que justificaria esse custo? De acordo com informação do site da Renault, a versão Zen não traz rádio de fábrica, apenas a preparação para sua instalação pelo comprador, mas o alugado vinha com o equipamento,  mas tem tranca elétrica na chave-canivete e interna, retrovisores de acerto manual, direção elétrica, vidros dianteiros elétricos, indicador de troca de marcha, ar condicionado, barulhento, os obrigatórios freios ABS, abertura interna do porta-malas e da portinhola do tanque, dois air bags frontais (obrigatórios) e dois laterais.



O porta-malas, para o tamanho do carro, acomoda uma mala grande e sacando a tampa leva mais duas pequenas em cima. 


O carro tem ligação de carregador de bateria de celular no isqueiro, alguns porta-objetos nas portas dianteiras e no painel central.


       



quinta-feira, 10 de maio de 2018

Maio Amarelo chegou para tentar conscientizar os motoristas e demais integrantes do trânsito a terem cuidado na direção dos veículos. Deve-se à Lei Seca significativa redução de acidentes, mas ainda há muito que fazer



Alta Roda
                    



Nº 992 - 10/5/18

Fernando Calmon




NUNCA DESANIMAR


Este mês se inicia mais uma campanha Maio Amarelo, do Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), em colaboração com a Anfavea. Trata-se de um tema dos mais negligenciados pelo poder público, mas também não dá para afirmar que este nada fez ou, ao menos, tentou.

O Brasil é um dos países signatários da Década de Ação para Segurança no Trânsito, criada pela ONU em 2011, de adesão voluntária. Meta audaciosa de redução de 50% no número de mortos em acidentes certamente deixará ser cumprida em sua totalidade. Países com trânsito mais seguro enfrentam o desafio de melhorar o que já é bom ou razoável. 

Em outros, as ações podem mostrar resultados bem interessantes a partir de uma situação muito ruim.
Nosso país deve se situar no meio termo ao fim do prazo. Entre 2012 e 2016 já houve redução de 22% no número de mortos. As 35.708 pessoas que perderam a vida, segundo o DataSUS, podem deixar de refletir a realidade em razão de estatísticas precárias e divulgadas com atraso. 

Essa referência engloba vítimas em ruas e estradas e que faleceram até 30 dias após o acidente, como se faz em países centrais. Parte desse avanço deve-se, sem dúvida, à Lei Seca e ao aumento da fiscalização.

Este ano o Maio Amarelo se baseia no mote anunciado pelo Contran no início do ano: “Minha escolha faz a diferença”. O ONSV criou, então, toda uma campanha com peças para várias mídias e hashtag #nossomosotransito. Há mensagens objetivas sugerindo mudanças comportamentais por todos os entes envolvidos no trânsito.

O próprio Contran mostrou iniciativas importantes este ano, porém atuou de forma atabalhoada por meio de algumas Resoluções polêmicas. Intenções foram boas, tudo na direção certa, porém o momento escolhido e os prazos exigidos fugiam da realidade de um país complicado por natureza.

Vai conseguir multar pedestres e ciclistas faltando poucos meses para eleições de grande amplitude? A lei já existia, o difícil é fazê-la funcionar. 

Precisaria de algo factível de executar, período de advertência razoavelmente longo e só depois partir para a multa. Receber o valor da penalidade seria muito difícil, mas já garantiria algum resíduo pedagógico em longo prazo.

Outro passo em falso foi a polêmica Resolução 726 que mudava o processo de habilitação de novos motoristas. Algo considerado fundamental para criar futuras gerações de motoristas e motociclistas mais conscientes e bem treinadas. 

A ideia de consolidar tudo num calhamaço de 272 páginas, naturalmente, ficou difícil de digerir. Faltou planejamento e a batalha de comunicação foi perdida de cara. O Contran dispõe de verbas publicitárias reservadas do DPVAT (conhecido como seguro obrigatório) e tinha de usá-las.

Equívoco mais sério foi tentar obrigar quem já estava habilitado a se submeter a novos testes. Poderia haver um questionário simples sobre legislação, de resposta voluntária, apenas para despertar a consciência. 

Consequência final foi desastrosa: tudo revogado dois dias depois, inclusive o que deveria ficar. Pelo jeito, vários “maios amarelos” se passarão, antes de se atingirem bons resultados. Ânimo não pode faltar.

RODA VIVA

CITROËN já distribuiu primeiras fotos oficiais do C4 Cactus nacional a ser lançado dentro de quatro meses, segundo fonte da Coluna. Dimensionalmente não mudará em relação ao modelo homônimo apresentado no Salão de Genebra, de março último. Distância entre eixos de 2,60 m é 6 cm maior do que o Peugeot 2008; futuro concorrente, VW T-Cross, terá 2,65 m.

PRIMEIRO quadrimestre do mercado interno de veículos (leves e pesados) comprova plena recuperação: 21% sobre 2017. No mês passado, as vendas superaram abril do ano anterior em 38,5%. Os estoques totais recuaram de 33 dias, em março para 32, em abril (normal, 35 dias; ideal, 30). Vendas diárias ainda permanecem subindo: em abril, média de 10.350 unidades.

EXPORTAÇÕES continuam a dar suporte aos números de produção e, por consequência, à recuperação do emprego setorial. Nos quatro primeiros meses de 2018 as exportações estão 65% acima da média dos primeiros quadrimestres dos últimos 10 anos. Produção total (mercados interno e externo) cresceu quase 21% sobre o mesmo período de quadrimestral de 2017.

IMPORTADORES filiados a Abeifa também anotam números positivos, quando comparados aos do fundo do poço em 2017. Vendas cresceram 44% em janeiro-abril deste ano contra o mesmo período do ano passado. A entidade espera recuperação firme ao longo de 2018, embora escalada de valorização do dólar possa atrapalhar. Concessionárias estão sendo reabertas.

FORD confirmou que seu motor de 1,5 litro de três cilindros, que estreia no Focus americano em 2019, terá estratégia de desativação de um cilindro sob condições de uso específicas. Haverá versão com turbocompressor. É o mesmo propulsor fabricado em Taubaté (SP) na versão aspirada e que também poderá receber esses recursos para atender novos limites de consumo.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Para andar nesse trânsito louco de São Paulo é sempre bom estar preparado para enfrentar situações mais delicadas. A piloto Suzanw Carvalho ministra cursos de moto para iniciantes, o Personal Avançado de Moto, e ainda de Pilotagem de Fórmula e carros de turismo e ainda de Kart. Entre em contato com a Escola de Pilotos Suzane Carvalho


   
KART


29 e 30 de MAIO (o curso é realizado em dois dias)
Local: Kartódromo San Marino, Paulínia, SP
Horário Adulto: das 08:30 às 13:30 hs
Valor: R$ 3.900,00
Horário Infantil: das 08:00 às 14:30 hs
Valor: 2.800,00
Curso Avançado (para pilotos que já competem): 4.500,00


PERSONAL AVANÇADO DE MOTO


07 de JUNHO
Local: Kartódromo ECPA, Piracicaba, SP
Horário: das 08:30 às 13:30
Valor: 830,00

MOTO PARA INICIANTES

02 de MAIO
Local: Moto Remaza Tatuapé, São Paulo, SP
Horário: das 08:30 às 17:30
Valor: 300,00

PILOTAGEM DE FÓRMULA


31 de MAIO
Local: Autódromo ECPA, em Piracicaba, SP
Horário: das 08:00 às 17:00 horas
Valor: 4.000,00


PILOTAGEM DE TURISMO

31 de MAIO
Local: Autódromo ECPA em Piracicaba, SP
Horário: das 08:00 às 17:00 horas


 
 

quarta-feira, 9 de maio de 2018

Ford GT venceu as 6 Horas de Spa Francorchamps, prova do Campeonato Mundial de Endurance



O Ford GT venceu neste fim de semana as 6 Horas de Spa, na Bélgica, a corrida emocionante de estreia da super temporada 2018-19 do Campeonato Mundial de Endurance. 

Os pilotos Stefan Mucke, Olivier Pla e Billy Johnson receberam a bandeira quadriculada no Ford GT 66, enquanto o Ford GT 67 dos britânicos Harry Tincknell e Andy Priaulx e do brasileiro Tony Kanaan saiu da prova após um acidente na perigosa curva “Eau Rouge”.

“Foi uma corrida de extremos para nós”, disse o chefe da equipe Ford Chip Ganassi Racing Team, George Howard-Chappell. “O mais importante é que o Harry está bem. O carro mostrou ser muito forte e agora vamos avaliar para entender o que aconteceu. A equipe 66 obteve um resultado fabuloso.”


Os dois Ford GTs iniciaram a corrida na pole da categoria GTE Pro, com o primeiro e segundo lugares obtidos na qualificação. Na primeira curva, Tincknell entrou aberto com o GT 67 e Mucke aproveitou para assumir a liderança. 

No decorrer da prova os três primeiros colocados se distanciaram do pelotão, com Mucke à frente perseguido pelo Porsche de Gianmaria Bruni e este, por Tincknell.

Acidente em “Eau Rouge”
Passado pouco mais de uma hora da corrida, Tincknell saiu da pista e bateu na barreira de pneus da famosa curva “Eau Rouge” – considerada por muitos a mais traçoeira do automobilismo, combinando traçado em S com diferentes relevos e alta velocidade. Foi uma batida forte, mas Tincknell saiu andando sem precisar de ajuda.

“Fiz meu traçado de costume na pista, mas quando sai do meio-fio o carro bateu forte no chão e não houve nada que eu pudesse fazer”, diz Tincknell. “Senti que houve algum tipo de falha, que o time agora vai investigar. Fiquei um pouco dolorido depois do impacto de 29 G, mas o fato de poder sair andando é uma prova da força do Ford GT”.

Nesse meio tempo, o GT 66 foi empurrado fora da pista por um carro da categoria LMP2 e perdeu a liderança para um Porsche. Billy Johnson entrou na etapa do meio e manteve a perseguição ao Porsche, fazendo uma pilotagem impecável. Nas duas últimas horas, Olivier Pla assumiu o volante até a bandeirada final.


A retomada
Faltando uma hora para terminar, Pla diminuiu a distância do líder para apenas 14 segundos. A entrada do “safety car” ajudou a reduzir essa diferença e, na relargada, o francês voltou ao ataque. No momento chave da corrida, ele ultrapassou o Porsche 91 em “Eau Rouge” e abriu vantagem, cruzando a linha de chegada 45 minutos depois.

“Eu sabia que tinha de passar o Porsche 91 rapidamente para abrir uma distância segura e foi ótimo ter conseguido”, diz Pla. “O ano passado foi uma temporada difícil para nós. Éramos rápidos, mas sempre havia algum imprevisto ou azar que comprometia o resultado. Estamos realmente felizes hoje. Meus companheiros fizeram um trabalho perfeito, o carro foi fantástico e espero que continue assim.”


terça-feira, 8 de maio de 2018

A economia de fato mostra algum fôlego e a Marcopolo comemora seu melhor resultado desde 2013 no 1º trimestre deste ano: crescimento de 122,7% nas receitas e 39,6% nas exportações



A Marcopolo S.A. alcançou, no primeiro trimestre de 2018, o seu melhor desempenho operacional desde 2013, em comparação com o mesmo período de anos anteriores. 


A empresa registrou receita líquida consolidada de R$ 764,8 milhões e lucro líquido consolidado de R$ 30,9 milhões, contra receita de R$ 554,6 milhões (crescimento de 37,9%) e lucro de R$ 3,2 milhões do mesmo período do primeiro trimestre de 2017.

O crescimento da receita líquida consolidada é reflexo do maior faturamento no mercado doméstico e de exportações, que apresentaram, respectivamente, aumento de 122,7% e 39,6%, em valores, quando comparados com o primeiro trimestre do ano anterior. 


A receita no mercado interno alcançou R$ 333,6 milhões, ou 43,6% do total, e as exportações e os negócios no exterior totalizaram R$ 431,2 milhões, representando os demais 56,4%.

De acordo com o diretor-geral da Marcopolo, Francisco Gomes Neto, os resultados obtidos no 1T18 reforçam a expectativa de recuperação consistente do mercado brasileiro de ônibus para este ano, com o volume de produção crescente em todos os segmentos. “Ampliamos em 76,7% a produção nas fábricas brasileiras em relação ao ano anterior, mais do que o crescimento registrado pelo mercado nacional, que foi de 59,4%”.

“Também aumentamos a nossa participação na produção brasileira de carrocerias para 53,7%, contra 46,8% no 1T17, e crescemos 25,8 pontos percentuais no segmento de urbanos, em relação ao mesmo período do ano anterior, com aumento de volumes direcionados tanto ao mercado brasileiro quanto à exportação”, destaca o executivo.

No mercado doméstico, as receitas da Marcopolo nos segmentos de rodoviários e urbanos cresceram, respectivamente, 294,3% e 123,1% em comparação ao mesmo período do ano anterior. 



O setor de rodoviários continua aquecido, especialmente pelos veículos para fretamento e em linhas interestaduais, e pela vigência da norma que prevê a redução da idade média da frota de ônibus voltados ao transporte interestadual e internacional para seis anos em 2018.

No mercado de urbanos, o destaque é a recuperação expressiva de volumes, com crescimento de 101,9% na produção brasileira. 


No trimestre, a Marcopolo conquistou a liderança deste segmento, com 51,0% de participação de mercado. A performance decorre do maior volume de unidades produzidas para exportação, que cresceram 1.239,3% em relação ao 1T17, e da maior renovação de frota no mercado interno.

A companhia iniciou a produção de parte das 4.400 unidades do programa Caminho da Escola, o que deverá afetar positivamente os segmentos de micros e urbanos nos próximos meses. A demanda oriunda das licitações, somada a atual carteira de pedidos, indica um ano positivo para o segmento e deve contribuir para uma maior ocupação da capacidade fabril.

“Para atender ao crescimento previsto de demanda, estamos preparando a planta de São Mateus, voltada inicialmente à produção de veículos Volare, para a fabricação de outros modelos, dando sequência ao projeto de otimização de nossas fábricas”, destaca Francisco Gomes Neto.

As exportações continuam fortes, com crescimento de 46,3% no volume de unidades produzidas em comparação com o 1T17. 


As vendas ao continente africano permanecem em destaque, reflexo do amadurecimento de iniciativas estratégicas voltadas à exportação, como o Projeto Conquest e a abertura de escritórios regionais para maior aproximação com os mercados internacionais. 

A expectativa é de manutenção do crescimento das exportações, com ampliação da representatividade dos mercados da América Latina na composição de vendas ao longo de 2018.

Em relação às operações no exterior, o destaque foi o crescimento de 11% em unidades produzidas na Austrália, resultando numa receita 16,5% maior e que deverá se acentuar ao longo do próximo trimestre. 


Quanto às demais unidades, embora tenham reportado produção e receita inferior ao 1T17, a expectativa para o restante do ano é de recuperação de volumes e receita. 

Na China, com a obtenção, em março último, de autorização para operar em ZPE (Zona de Processamento de Exportações), a Marcopolo passou a produzir ônibus para o mercado de exportação também naquela unidade.

Veja cinco novos veículos que podem ser produzidos no Brasil. Híbrido, Elétrico, SUV, Compacto e Picape estão nos planos dos fabricantes

A nova geração do Toyota Corolla foi antecipada no Salão de Pequim que inclui um versão híbrida plug-in (Divulgação)

O setor automobilístico aguarda com expectativa a aprovação de um programa que pode impulsionar às linhas de montagem. 
O chamado Rota 2030, elaborado pelo Governo Federal, está em discussões com as montadoras. 

É um novo regime industrial marcado basicamente pela concessão de incentivos fiscais para os fabricantes que alcançarem metas de eficiência energética e realizarem investimentos em pesquisa e desenvolvimento no país. 

Vale lembrar que há 99 anos, num 1o de maio - dia do trabalho , o então presidente Epitácio Pessoa assinou um decreto que permitia à Ford Motor Company instalar uma filial de montagem do Modelo T, em São Paulo. A data foi considerada um marco na produção nacional de automóveis. 


Outra iniciativa federal surgiu nos anos 1950 quando o presidente Juscelino Kubitschek firmava as diretrizes para a criação da indústria automobilística que deu origem ao que conhecemos atualmente.

O consumidor, claro, sempre fica na dúvida. O governo abre mão de recolher impostos de gigantes e contrapartidas são esperadas. Só o tempo dirá se as promessas serão atendidas na íntegra. 
A indústria ressalta que irá se debruçar em novos projetos de produção local de veículos, que geram empregos. 

A ideia também é permitir o surgimento de modelos com tecnologias avançadas, carros híbridos, elétricos, motores mais eficientes, menos poluentes e o que o brasileiro mais espera: preços mais baixos. O próprio governo busca um consenso do tamanho dos benefícios tributários, e a aprovação pode ocorrer em breve. 

As montadoras dizem que podem acelerar a chegada de modelos inovadores. Uma das novidades pode ser o novo Toyota híbrido, apresentado semana passada no Salão de Pequim, na versão plug-in, ou seja, o sedã vai combinar um motor a combustão com outro elétrico que pode ser recarregado numa tomada elétrica, disponível fora do Japão. 

No Brasil, o novo Corolla poderá ser produzido na fábrica de Porto Feliz, no interior de São Paulo, em 2020 com um inédito motor híbrido flex, o primeiro dessa geração no mundo movido com gasolina, etanol e eletricidade, com excelentes índices de eficiência energética, segundo a montadora. 


Chevrolet Bolt poderá ser o primeiro carro elétrico produzido no Brasil 
(Divulgação) 


O elétrico Chevrolet Bolt poderá ser o primeiro carro dessa categoria produzido no Brasil, feito na fábrica de São Caetano do Sul, no ABC paulista. 


A GM espera que possa também contar com uma política fiscal que desonere a carga tributária cobrada de modelos com propulsão alternativa. Esse modelo elétrico está previsto para chegar em 2019. 

O Bolt é um hatchback com um motor elétrico equivalente a 200 cv (150 kW) de potência e 36,8 mkgf de torque. Ele é alimentado por uma bateria de íons lítio de 60 kW que permite uma autonomia de 383 km por carga completa. A montadora americana diz que quer ser líder do mercado de elétricos na América Latina. 



O Nissan Micra V mostra a evolução da marca no segmento de carros compactos premium (Divulgação) 


Com um design completamente renovado e uma nova plataforma modular surge o Micra V. Ele tem itens de segurança avançados para o segmento popular. Usa um motor de 0,90 litros turbo e tem uma característica de direção esportiva. O Micra V deverá substituir o atual March da montadora japonesa. 




O BMW X2 poderá ser fabricado na fabrica da alemão em Santa Catarina 
com base no “Rota 2030 (Divulgação) 


Na categoria de SUVs, o BMW X2 nacional poderá ser produzido na fábrica brasileira de Araquari, em Santa Catarina. Ele chama a atenção pelo seu novo design onde predomina a grande grade dianteira. Na Europa, o modelo é oferecido com os motores a gasolina 2.0 para versões 4x2 e 4x4, e 2,5 com 231 cv, além de um diesel de 190 cv.



O BMW X2 é equipado com o sistema Driving Experience, voltado para a eficiência que permite selecionar o modo de condução Eco-Pro, Comfort e Sport, alterando a resposta do acelerador, da direção, da transmissão automática, do som do motor e do sistema de ar-condicionado. No momento, tem sido mais negócio para a marca importar o SUV do que montá-lo localmente.


A RAM 1500, exibida no Salão de Detroit, pode ser brasileira reforçando 
a liderança da FCA em picapes Divulgação 


A FCA (Fiat-Chrysler) já domina o mercado de picapes pequenas e compactas. Agora, a empresa admite produzir na sua fábrica de Goiana em Pernambuco, a RAM 1500 uma picape média-grande, completando a gama de produtos neste segmento. 


A nova geração da RAM 1500, apresentada no Salão de Detroit, ficou mais moderna e eficiente como resultado de seu design aerodinâmico. No Brasil, o mais provável é que seja equipada com o motor V6 EcoDiesel combinado com um câmbio automático de oito marchas. 


Esses projetos estariam aguardando a definição do programa Rota 2030. Se não acontecer, os modelos correm o risco de não sair sair do papel para o Brasil, dizem as montadoras. Como estes veículos há outros na fila. 


Na primeira etapa, o Rota 2030 deve estabelecer uma meta de 12% de evolução em eficiência energética de nossos automóveis e comerciais leves para os próximos cinco anos, replicando o mesmo índice imposto pelo Inovar, o programa anterior do Governo Federal que acabou em 31 de dezembro de 2017. O novo regime deve vigorar até 2032 e será dividido em três fases de cinco anos cada: de 2018 a 22; de 23 a 27; de 28 a 32.


Mas os fabricantes e o governo conseguirão resolver os entraves? 

História de 99 anos

A Ford foi a primeira montadora a vir para o Brasil. Em 1919, com investimento de US$ 25 mil aprovado por Henry Ford, fundador da empresa, instalou uma pequena linha de montagem num armazém na região central da então incipiente cidade de São Paulo. O Modelo T chegava desmontado por navio dos Estados Unidos e o processo era finalizado aqui.


Foto histórica mostra visitantes admirando o ModeloT na linha de montagem na 
Rua Solon, São Paulo (Divulgação) 

Em 1921, a Ford inaugurava uma fábrica própria na Rua Solon, do Bom Retiro. O prédio existe até hoje. Lá chegou a produzir 25.000 veículos por ano.

A linha de montagem do Modelo T recebia centenas de visitantes, atraídos pelo fascínio do automóvel, uma novidade no Brasil. 


Nessa história, a marca foi responsável por importantes lançamentos como o Galaxie. O Maverick e o Escort. Como relato pessoal, posso dizer que desde 1978, passei cerca de 40 anos na empresa, dois terços de minha vida. 


Vi de perto a chegada do Ka, Focus, Fiesta, EcoSport, Fusion e Mustang, entre outros. Alguns desses modelos agora correm o risco de não existir. Algo até certo ponto normal. A grande diferença é que não se sabe se serão substituídos. 

Atualmente, a Ford disputa o quarto lugar com a novata Hyundai no mercado brasileiro. Nos Estados Unidos, a montadora anunciou que vai abandonar os modelos sedãs e modelos tradicionais, concentrando-se na produção de SUVs, picapes e carros elétricos. 


Os únicos automóveis serão um crossover chamado Focus Active e o Mustang, esportivo de baixo volume de produção. Mas ainda não foi divulgado o plano para os demais países. 


A Ford americana divulgou uma foto sombreada para mostrar o caminho de design dos seus novos SUVs (Divulgação) 


São os novos tempos em que surgem estratégias ousadas e radicais. Assim como o Rota 2030, só o tempo irá dizer se as promessas e os planos são acertados.

segunda-feira, 7 de maio de 2018

A Citroën se renova no Brasil.

Novo Citroën C4 Cactus: o Hype Tech SUV

Depois do início de sua ofensiva VUL, da chegada do Novo C4 Lounge e de uma nova visão de Experiência Cliente, a Citroën apresenta as primeiras imagens de seu inovador SUV C4 CACTUS. 

O modelo, que tem previsão de chegada ao mercado brasileiro no segundo semestre de 2018, quebra paradigmas no segmento SUV ao oferecer o melhor do design, da tecnologia e do conforto.

Fruto de um projeto global, com desenvolvimento e produção realizados na América Latina, o Citroën C4 Cactus representa com exatidão a nova assinatura “Inspired By You”, inspirada pela vida e atitude das pessoas.

Conectado e tecnológico, o Citroën C4 Cactus reflete a própria ousadia da marca, caracterizado por um design provocante, um desempenho surpreendente e um conforto global de referência, uma marca registrada da Citroën.

O Citroën C4 Cactus traz, desta forma, respostas às necessidades de um amplo leque de novos consumidores, que valorizam a estética, a modernidade e o bem-estar em seu dia a dia, aliadas às amplas possibilidades oferecidas pelo território SUV.

“Mais do que um produto estratégico, o C4 Cactus representa para nós a renovação da Citroën, totalmente conectada aos desejos e necessidades de nossos clientes. Ele é a essência da marca hoje e chega para romper com os códigos do segmento”, afirma Ana Theresa Borsari, Country Manager da Peugeot, Citroën e DS.

Um design provocador
Com uma silhueta marcante, o Novo C4 Cactus nasce da inspiração das equipes de design do Groupe PSA da América Latina para atender as demandas e o gosto dos clientes latino-americanos.

Idealizado e desenvolvido no Brasil – e posteriormente exportado para outros mercados mundiais –, o C4 Cactus honra a tradição Citroën na produção de veículos icônicos e à frente de seu tempo.

Logo no primeiro olhar, o modelo seduz por seu estilo moderno e disruptivo, caracterizado por linhas orgânicas e pela frente alta, expressiva. Um design ao mesmo tempo forte e equilibrado, mas que ousa ao reinterpretar os códigos tradicionais do universo SUV, propondo uma silhueta mais dinâmica.

Assim como os últimos lançamentos da marca, a frente se destaca pelo grupo ótico em dois níveis, que valorizam a expressão e a identidade.

No perfil, uma silhueta com um equilíbrio moderno que propõe uma nova visão do segmento, aliando os principais elementos do universo SUV. Destaque para o exclusivo teto “flutuante”, as belas e funcionais barras de teto, as rodas aro 17“ diamantadas com pneus de uso misto e os protetivos Airbump®, verdadeira assinatura estilística do modelo.

Na traseira, reconhecível por suas formas musculosas, destaque para o aerofólio integrado e para os módulos em LED com efeito 3D, que asseguram uma assinatura luminosa gráfica e tecnológica.

Um modelo, enfim, que reinterpreta os códigos do território SUV e que vai permitir aos consumidores serem o centro de novas experiências, ligadas à essência de cada um.


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