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domingo, 28 de dezembro de 2025

BYD apresentou BYD Shark Edição Embaixador, versão especial da picape híbrida plug-in que custa R$ 359.990


A BYD lança a BYD Shark Edição Embaixador, voltada aos amantes de caminhonetes e da música sertaneja. A greentech desenvolveu uma versão especial da primeira picape híbrida plug-in do Brasil em parceria com o embaixador da marca, Gusttavo Lima. Com apenas 30 unidades personalizadas, sendo 15 na cor preta e 15 na exclusiva cor verde, o modelo reúne inovação, desempenho e robustez, oferecendo ao consumidor um produto diferenciado por R$ 359.990.
 

“Com esse lançamento, damos mais um passo para aproximar o universo automotivo do entretenimento. Queremos mostrar que tecnologia, design e cultura popular podem caminhar juntos, criando experiências que vão além da mobilidade e se conectam com o estilo de vida das pessoas”, afirma Alexandre BaldyVice-Presidente Sênior da BYD no Brasil e Head Comercial e Marketing da BYD Auto. “Ao mesmo tempo, esse movimento simboliza a entrada cada vez mais estratégica da BYD no segmento de picapes, um mercado fundamental para o futuro da mobilidade. Vamos apostar com força total nesse segmento, trazendo soluções avançadas, eletrificação, desempenho e versatilidade, para atender um público exigente que busca potência, inovação e uma nova experiência ao volante”.
 

BYD SHARK

A BYD Shark inaugurou um segmento de caminhonetes no país, as movidas a nova energia, com potência e o melhor desempenho do mercado, um design robusto e exclusivo e com a tecnologia revolucionária DMO híbrido plug-in, que combina um motor de alta potência 1.5L turbo e dois motores elétricos com a bateria Blade de 29.6 kWh de capacidade.
 

A tecnologia avançada da BYD Shark faz com que a caminhonete alterne entre diferentes modos de condução. Por ser híbrida plug-in, pode ser utilizada puramente no modo elétrico com uma autonomia de até 100 km (NEDC), ideal para deslocamentos urbanos ou nas fazendas. 

De acordo com os testes feitos pelo INMETRO no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), a BYD Shark possui um consumo elétrico equivalente na gasolina de até 24,6 km/l na cidade e 19,9 km/l na estrada. 

Ao combinar o sistema híbrido elétrico EHS com um motor de 1.5L turbo, atinge uma potência combinada de 437 cavalos com um torque combinado de 65 N.m, permitindo assim atingir uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 5.7 segundos, ganhando o título de picape mais potente do país.
 

A caminhonete super-híbrida da BYD tem medidas que garantem uma experiência de condução espaçosa, com uma distância entre eixos de 3.260 mm. Outra característica importante é em relação às capacidades de reboque que chega a 2.500 kg e a de transporte de mercadorias que é de 1.200 litros.
 

A compra da BYD Shark Edição Embaixador é feita sob encomenda e o cliente pode procurar nas mais de 200 concessionárias em operação no país. Para conferir a loja mais próxima, acesse o site: Link.



Renault Group e Ford formam parceria estratégica em veículos de passeio e comerciais, começando por dois veículos elétricos acessíveis na Europa

 


Jim Farley, presidente e CEO da Ford Motor Company e François Provost, CEO do Renault Group



O Renault Group e a Ford anunciaram uma parceria estratégica histórica para ampliar a gama de veículos elétricos da Ford destinada aos clientes europeus, reforçando consideravelmente a competitividade das duas empresas em um cenário automotivo europeu em rápida transformação.

 

Um dos elementos-chave desta colaboração é um acordo de parceria para o desenvolvimento de dois veículos elétricos distintos da marca Ford. Baseados na plataforma Ampere, os novos modelos contarão com os sólidos diferenciais e a competitividade do Renault Group em veículos elétricos e serão produzidos pelo Renault Group no norte da França, demonstrando as competências e a expertise industrial de ponta do polo ElectriCity da Ampere.

 

Projetados pela Ford e desenvolvidos com o Renault Group, os dois veículos oferecerão atributos únicos em rodagem, o autêntico DNA da marca Ford e uma experiência do usuário intuitiva. Eles marcam a primeira etapa de uma nova e ambiciosa ofensiva de produtos da Ford na Europa. O primeiro dos dois veículos deve chegar às concessionárias no início de 2028.

 

Além da colaboração em veículos elétricos, o Renault Group e a Ford também assinaram uma carta de intenções (LOI) estabelecendo uma cooperação na área de veículos comerciais leves (LCV) na Europa, por meio da qual os parceiros vão explorar a possibilidade de juntas desenvolverem e produzirem alguns LCVs da Renault e da Ford.

 

François Provost, CEO do Renault Group, declarou: “O Renault Group tem orgulho de anunciar uma nova cooperação estratégica com a Ford, uma montadora de automóveis icônica. Esta parceria demonstra a força do nosso know-how em matéria de parcerias e nossa competitividade na Europa. Em longo prazo, combinar nossas forças com a Ford nos tornará mais inovadores e reativos, em um mercado automotivo europeu em rápida transformação”.

 

Jim Farley, Presidente e CEO da Ford Motor Company, declarou: “Esta parceria estratégica com o Renault Group constitui uma etapa importante para a Ford e dá sustentação à nossa estratégia de construir um negócio altamente eficiente e adaptado aos futuros desafios na Europa. Vamos associar a escala industrial e os diferenciais do Renault Group em veículos elétricos ao design icônico e os atributos de rodagem específicos da Ford, para criar veículos lúdicos, performantes e que encarnam o espírito Ford”.


Unindo forças

As duas empresas vão contar com as capacidades comprovadas e a competitividade da plataforma Ampere do Renault Group, seu ecossistema de manufatura de veículos elétricos e suas instalações industriais no norte da França (ElectriCity), para produzir dois novos veículos elétricos da marca Ford.

Ao unir suas expertises como grandes players europeus em inovação, design, softwares e prestação de serviços, o Renault Group e a Ford terão o objetivo de enfrentar os desafios atuais do setor e melhor servir os clientes, tanto no mercado de veículos de passeio como de veículos comerciais.

A parceria estratégica entre o Renault Group e a Ford vai combinar décadas de experiência em veículos comerciais leves, a escala industrial e a ampla rede de fornecedores dos dois grupos, criando uma força formidável para estimular a inovação e a eficiência no mercado europeu.

 

Sobre o Renault Group

O Renault Group está na vanguarda de uma mobilidade que está se reinventando. O Grupo se baseia na complementariedade de suas 4 marcas – Renault, Dacia, Alpine e Mobilize –, oferecendo soluções de mobilidade inovadoras e sustentáveis aos seus clientes. Presente em 114 países, o Renault Group vendeu 2,265 milhões de veículos em 2024. O grupo emprega mais de 98 mil colaboradores, que encarnam seu Propósito no dia a dia, para que a mobilidade aproxime as pessoas.

Preparado para enfrentar desafios tanto nas ruas como nas competições, o Grupo tem um compromisso com uma transformação ambiciosa, para gerar valor. Este compromisso tem como foco o desenvolvimento de tecnologias e serviços inéditos, além de uma nova gama de veículos ainda mais competitiva, equilibrada e eletrificada. Alinhada com os desafios ambientais, a ambição do Renault Group é atingir a neutralidade de carbono na Europa até 2040.

Saiba maishttps://www.renaultgroup.com/fr/

 

Sobre a Ford Motor Company

A Ford Motor Company (NYSE: F) é uma companhia global sediada em Dearborn, Michigan, que está comprometida em ajudar a construir um mundo melhor, onde cada pessoa seja livre para se mover e buscar os seus sonhos. O plano Ford+ da empresa para o crescimento e criação de valor, combina suas forças existentes, novas capacidades e o relacionamento sempre ativo com os clientes para enriquecer suas experiências e aprofundar sua fidelização. A Ford desenvolve e fornece veículos inovadores e indispensáveis, principalmente caminhões e picapes, veículos utilitários esportivos, furgões e veículos comerciais, bem como veículos de luxo Lincoln, além de serviços conectados. A empresa é organizada em torno de três setores de atividade com foco no cliente: Ford Blue, que projeta veículos emblemáticos com motorizações a gasolina e híbridos, a Ford Model, que desenvolve veículos elétricos revolucionários e softwares embarcados que oferecem experiências digitais excepcionais, e Ford Pro, que ajuda os clientes pessoa jurídica a transformar e desenvolver seus negócios graças a veículos e serviços adaptados às suas necessidades. A Ford também fornece serviços financeiros por meio da Ford Motor Credit Company. A Ford emprega cerca de 171 mil pessoas em todo o mundo. Para mais informações sobre a empresa, seus produtos e serviços, acesse o site corporate.ford.com.



Ford apresenta as novidades e vários aprimoramentos no carro de corrida do Mustang GT3 para a temporada de 2026, que será aberta em Daytona. As atualizações têm como foco a aerodinâmica, cinemática e frenagem do veículo, refinando o seu desempenho em diferentes tipos de pista. No Brasil, os fãs poderão ver o Mustang GT3 nas 6 Horas de Interlagos, em São Paulo, em julho, logo após a etapa de Le Mans

 


A temporada 2026 de corridas de resistência será aberta com as 24 Horas de Daytona, em 25 de janeiro, trazendo no grid um Mustang GT3 substancialmente aprimorado em relação ao modelo atual. A Ford Racing introduziu atualizações na aerodinâmica, cinemática – comportamento dinâmico em movimento – e frenagem do veículo, refinando o seu desempenho para competir em diferentes tipos de pistas e categorias ao redor do mundo.

No Brasil, os fãs poderão ver o Mustang GT3 nas 6 Horas de Interlagos em São Paulo, em julho, logo após a etapa de Le Mans, na França, dentro do calendário do Campeonato Mundial de Endurance (WEC).

“Aproveitamos o aprendizado de todos os programas do Mustang GT3 nos últimos dois anos no mundo para aprimorar a plataforma em colaboração com nossos parceiros e entregar um carro ainda mais competitivo”, diz Alex Allmandinger, gerente global de Carros Esportivos da Ford Racing. “Não se trata de uma reformulação total do carro, porque respeitamos o rico legado de mais de 60 anos do Mustang nas pistas.”



Aerodinâmica

O objetivo principal na atualização do pacote aerodinâmico do Mustang GT3 foi aumentar a força descendente e melhorar a eficiência, tendo em vista a ampla variedade de autódromos em que o carro compete globalmente. Isso foi feito com a adição de “dive planes” agressivos – dispositivos aerodinâmicos instalados à frente das rodas para controle do fluxo de ar – e revisões no “splitter” e no difusor traseiro.

Nessa revisão buscou-se, ao mesmo tempo, criar uma plataforma aerodinâmica mais estável e consistente para tornar o Mustang GT3 mais resistente a mudanças na altura de rodagem nas pistas. Numa categoria onde as janelas de tempo são medidas em décimos de segundo, detalhes como esse podem ser cruciais.

“Este pacote vem sendo desenvolvido desde 2023, com incontáveis horas em túnel de vento e testes em pistas de todo o mundo – do Circuito de Portimão e Laguna Seca a Watkins Glen International. Assim, é com muito orgulho que faremos a estreia competitiva desse Mustang GT3 em Daytona”, afirma Allmandinger.



Cinemática e frenagem

Junto com o pacote aerodinâmico, foram feitas as correspondentes atualizações na cinemática do Mustang GT3, tanto na frente quanto na traseira. A experiência com o Mustang GT3 em vários circuitos do mundo aprofundou a compreensão de como o carro opera e o que é preciso para extrair o máximo dos diferentes compostos de pneus.

“Criamos uma plataforma mais estável e ajustamos características como o antimergulho e o ganho de cambagem para que o carro não apenas tire o máximo proveito do pneu, mas também do novo pacote aerodinâmico”, explica o gerente da Ford Racing.

A frenagem é outra área de desenvolvimento contínuo, em que a Brembo tem sido um parceiro e fornecedor valioso para a Ford Racing. Os freios Brembo equipam também o Mustang Dark Horse R e Mustang GT4.

“Ao longo dos nossos testes, a Brembo demonstrou consistentemente a durabilidade e desempenho que exigimos. Em corridas de resistência a confiabilidade dos componentes é inegociável – especialmente quando competimos em circuitos como Le Mans e Spa e defendemos nossas vitórias em Daytona e Nürburgring”, destaca Allmandinger.

Evolução


O programa de desenvolvimento do Mustang GT3 foi concluído com testes recentes em Sebring e Daytona. Segundo Alex Allmandinger, a temporada de estreia em 2024 foi um ano de aprendizado que preparou a equipe para os sucessos de 2025, com vitórias em algumas das corridas mais importantes da categoria.

“Alcançar 14 vitórias globais é resultado direto do trabalho árduo, dedicado e incansável de todos os envolvidos – da Multimatic Motorsports, M-Sport e engenheiros da Ford Racing às equipes parceiras que competem com o Mustang GT3 ao redor do mundo. Provamos a capacidade do Mustang GT3 e este sucesso nos motiva a levar a plataforma ainda mais longe”, diz.

GM abre a fábrica de São Caetano do Sul para visitas guiadas pela linha de produção. Iniciativa inédita celebra os 100 anos da General Motors no Brasil e destaca a força industrial da companhia. GM abre a fábrica de São Caetano do Sul para visitas guiadas pela linha de produção. Iniciativa inédita celebra os 100 anos da General Motors no Brasil e destaca a força industrial da companhia. As visitas acontecem às quartas-feiras, das 13h30 às 16h

 


A General Motors passa a oferecer visitas guiadas à fábrica de São Caetano do Sul (SP), a unidade mais longeva da empresa no país. Pela primeira vez, será possível acompanhar de perto as etapas de produção dos modelos Chevrolet Tracker, Spin e Montana, que fazem parte do portfólio da marca no Brasil.


 

“No ano em que celebramos nosso centenário no Brasil, abrir a fábrica para visitas guiadas ganha um significado especial. É uma oportunidade de apresentar como produzimos, a tecnologia que empregamos e o compromisso com qualidade que orienta a GM há 100 anos”, afirma Michel Malka, diretor da fábrica de São Caetano do Sul.


 

O roteiro inclui áreas essenciais da manufatura, desde a confecção e soldagem da carroceria até a montagem final e inspeções de qualidade. A experiência foi desenhada para apresentar a operação industrial da GM de forma estruturada, informativa e segura.




A iniciativa também fortalece o compromisso social da companhia. Todas as contribuições das visitas serão destinadas ao Instituto General Motors, que apoia projetos de educação, inclusão e inovação em diversas regiões do País.



“Produzir com responsabilidade, eficiência e visão de futuro define a nossa trajetória. Esta ação conecta as pessoas à nossa história e ao que estamos construindo para os próximos 100 anos”, completa Malka.




As visitas acontecem às quartas-feiras, das 13h30 às 16h, com duração média de duas horas. 


O agendamento prévio deve ser realizado pelo site: www.chevrolet.com.br/tour-visita-fabrica-gm.


Viagem de trem desponta como forte tendência para 2026 e impulsiona o interesse pelo Trem Patagônico

 

Experiência ferroviária que conecta Bariloche à Perito Moreno destaque no turismo internacional ao unir paisagens únicas, imersão cultural e o conceito de slow travel 


A busca por experiências mais autênticas, sustentáveis e imersivas deve marcar profundamente o turismo em 2026. Entre as tendências em ascensão, as viagens de trem, especialmente as rotas cênicas e históricas, despontam como uma das preferidas dos viajantes, segundo projeções recentes do setor. Esse movimento global reacende o interesse por ícones ferroviários, como o Trem Patagônico.
 

Ligando San Carlos de Bariloche à Paraje Los Juncos, em Rio Negro, o Trem Patagônico cruza paisagens que representam a alma da Patagônia com estepes infinitas, vales silenciosos, planaltos e a famosa Cordilheira dos Andes se revelando pela janela. Mais do que transporte, é uma viagem sensorial marcada pelo ritmo tranquilo dos trilhos e pela beleza da região.
 

O passeio começa sempre às 19h, saindo da Estação Bariloche. Na chegada à Estação Perito Moreno (Los Juncos), os passageiros são recebidos na Casa de Chá, onde são servidos com vinho e chocolate quente e canapés, logos após acontece o jantar gastronomia regional como empanadas, parrillas, assados e ainda opções para veganos vegetarianos e celíacos. Um show de música típica ao vivo reforça o clima patagônico acolhedor. Os turistas retornam à Bariloche por volta de meia-noite e meia.
 

Fotos: Emprotur


“As viagens de trem representam tudo o que o viajante deve procurar neste ano de 2026: contemplação, autenticidade, conforto e conexão com o local. O Trem Patagônico simboliza essa nova forma de viajar, em que cada detalhe da jornada tem significado”, afirma Martina Gelardi, da Emprotur, entidade de fomento e promoção do turismo de Bariloche.

Ainda para dezembro de 2025, o passeio tem saídas nos dias 20 e 22 de dezembro. Para 2026, o trem já tem programação para os dias 03, 10, 17, 24 e 31 de janeiro, incluindo saídas em fevereiro, nos dias 07, 14, 21 e 28. Os ingressos do passeio completo incluindo o jantar são a partir de R$ 515, crianças de 0 a três anos não pagam.
 

As reservas podem ser feitas pelos e-mails comercial@trenpatagonicosa.com.arboleteriabariloche@trenpatagonicosa.com.ar e também pelo telefone da Estação Ferroviária de Bariloche 0294-423172.

sábado, 27 de dezembro de 2025

VAMOS VOAR PELO MUNDO // Aviação brasileira bate recorde com 130 milhões de passageiros, a maior movimentação da história do País // Chegada de turistas chineses cresce 34% e Embratur intensifica ações para 2026 // Oportunidades - Azul oferece 51 vagas para diferentes funções operacionais e estratégicas // Azul já soma 86 terminais de autosserviço instalados em aeroportos brasileiros // Aeroporto de Congonhas recebe parecer favorável da SAC para voos internacionais // TAP retoma voos para Telavive com cinco frequências semanais // Trade do Rio reage a anúncio sobre aumento de passageiros no Santos Dumont


Números indicam recorde de 130 milhões de passageiros no transporte aéreo em 2025
Foto: Divulgação


Aviação brasileira bate recorde com 130 milhões de passageiros, a maior movimentação da história do País 


Em três anos do governo do presidente Lula, foram incluídos mais de 30 milhões de passageiros na aviação do Brasil


O número de passageiros do transporte aéreo no país deve fechar o ano com um recorde de 130 milhões de pessoas, ultrapassando pela primeira vez os valores pré-pandemia. A previsão é do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), com base no Relatório de Demanda e Oferta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), atualizado nesta segunda-feira (22) os dados registrados até novembro.
 

O transporte aéreo movimentou mais de 117 milhões de passageiros entre janeiro e novembro, um número 9,3% superior ao registrado no mesmo período de 2024. O número de assentos comercializados em voos domésticos (91,9 milhões) cresceu 8% sobre os números do ano passado. O aumento foi ainda maior (13,6%) no número de passageiros de voos internacionais, que atingiu 25,8 milhões até novembro.
 

“Este crescimento é um reflexo da economia do Brasil, das políticas públicas do Governo Lula que promovem o desenvolvimento socioeconômico do país. Em três anos, tivemos 30 milhões de passageiros a mais no transporte aéreo. Isto é duas vezes a movimentação anual do Aeroporto Internacional de Brasília”, afirmou o ministro Sílvio Costa Filho, de Portos e Aeroportos.
 

 

O aumento dos números internacionais, segundo o ministro, também reflete o crescimento do protagonismo no país no debate global. “O Brasil voltou à cena mundial com o presidente Lula. Retomamos o diálogo com diversos países, reforçando nosso potencial econômico e turístico”, disse Costa Filho, lembrando que o número de passageiros internacionais representa hoje 22% da movimentação total.
 

Os países com maior movimentação de passageiros com o Brasil em 2025 foram: Argentina (4,3 milhões), Estados Unidos (4,2 milhões), Chile (3,1 milhões) e Portugal (2,6 milhões). Cerca de 29% dos voos internacionais passam por Guarulhos (14,9 milhões de passageiros, considerando origem e destino) e 10% pelo Galeão (5 milhões). Florianópolis (com 1 milhão de passageiros), Campinas (990 mil) e Brasília (790 mil) fecham o grupo dos cinco aeroportos internacionais mais movimentados do país.
 

Nos voos domésticos, a relação dos aeroportos mais movimentados (considerando passageiros com origem ou destino nestes aeroportos) são: Guarulhos (27 milhões), Congonhas (21,8 milhões), Brasília (14 milhões), Confins (11 milhões) e Galeão (10,7 milhões).

Parque Bondinho Pão de Açúcar® no Morro da Urca ganha novo restaurante com a abertura do Araá repleto de sabores brasileiros diante da vista da Baía de Guanabara

 


O Parque Bondinho Pão de Açúcar® passa a contar com uma nova experiência gastronômica: o Araá, restaurante instalado no Morro da Urca, diante de uma das vistas mais bonitas da Cidade Maravilhosa — a da Baía de Guanabara. O Grupo Cúpula, representado por Francesco Carnevale, Patric Gallo, Pedro Heiner e Raphael Franca – profissionais com ampla experiência em entretenimento –, está à frente do projeto. A novidade amplia o conjunto de vivências oferecidas aos visitantes do atrativo, unindo gastronomia, natureza e cultura em um dos cenários mais icônicos do Rio de Janeiro.
 

Com um conceito que celebra a brasilidade em sua forma mais autêntica, o Araá nasce inspirado na diversidade dos sabores nacionais, na força dos ingredientes nativos e no jeito brasileiro de receber. O ambiente, que terá capacidade para cerca de 200 pessoas, foi pensado para integrar paisagem e mesa, com pratos que valorizam técnicas contemporâneas e referências regionais – e vão utilizar ingredientes 100% brasileiros. O público encontrará drinks frescos e naturais, atmosfera acolhedora e visual inspirado no melhor da estética tropical em todos os momentos do dia, com opções de café da manhã, brunch, almoço e jantar.
 

“Estamos muito felizes em inaugurar essa grande celebração à culinária brasileira em um dos espaços mais icônicos do Rio de Janeiro e do Brasil”, aponta Pedro Heiner, Sócio do Araá. “O Araá nasce com a proposta de ser um passeio pelos nossos sabores e temperos, e com certeza não existiria lugar melhor para esse projeto que o Parque Bondinho – um dos principais passeios do país”, completa.
 

A proposta gastronômica do espaço combina ingredientes nativos, técnicas tradicionais e interpretações contemporâneas que celebram a diversidade e a afetividade da culinária brasileira. Nas entradas, o público encontra releituras como o Ceviche da Amazônia, marcado pela acidez e pelo tempero da região, e o pão de queijo com linguiça, que resgata o sabor mineiro. Entre os principais, destacam-se o Picadinho de Mignon, preparado em uma releitura que traduz afeto e tradição, o Bobó de Camarão, cremoso e aromático, que homenageia a força da culinária afro-brasileira, além de opções veganas. As sobremesas encerram a experiência com memórias afetivas: a cocada cremosa, típica do Nordeste, e a torta Romeu e Julieta, que exalta o encontro perfeito entre queijo e goiabada.
 


À frente da cozinha está o chef Joaquim Laborde — profissional com passagens pelo restaurante MEE, no Copacabana Palace, e pela Tartuferia Giapponese, projeto que uniu gastronomias japonesa e italiana em São Paulo. Há mais de uma década dedicado ao estudo profundo dos ingredientes e das tradições brasileiras, o chef imprime ao Araá uma visão culinária que valoriza identidade, território e emoção.
 

“O Parque Bondinho celebra a chegada do Araá, uma proposta que combina gastronomia, paisagem e brasilidade de uma forma muito especial. Nosso objetivo é que cada visitante viva uma experiência inesquecível, e essa chegada com certeza vai enriquecer a visita ao parque. Estamos muito felizes com a parceria e com tudo o que ela representa para cariocas e turistas”, aponta Gustavo Maciel, Gerente Geral do Parque Bondinho Pão de Açúcar®.
 

A chegada do Araá reforça o compromisso do Parque Bondinho em proporcionar experiências que vão além do passeio. A nova parceria une duas marcas alinhadas pela valorização da natureza, da cultura e da hospitalidade carioca, oferecendo ao público mais uma razão para permanecer, descobrir e viver o Morro da Urca de forma plena.


 

Serviço:

Restaurante Araá:

Horário: todos os dias, durante a operação do parque

Local: Jardim dos Discos, no Morro da Urca, ao lado do anfiteatro

 

Endereço:
Av. Pasteur, 520 - Urca
 

Horário de funcionamento:

Segunda a quinta das 08h30 às 20h (última entrada às 18h30)

Sexta a domingo das 08h30 às 21h (última entrada às 19h30)
 

Valor dos ingressos:
Bilhete Bondinho + Visita Guiada: R$250,00
Bilhete Promocional para Brasileiros* + Visita Guiada: R$215,00
Bilhete Bondinho Meia-entrada + Visita Guiada: R$157,00
Bilhete Bondinho: R$ 199,00 (inteira) / R$99,00 (meia)
Bilhete Promocional para Brasileiros*: R$155,00
Bilhete Estado RJ Adulto**: R$85,00 (adulto)
Bilhete Estado RJ Criança**: R$42,00 (3 a 12 anos)
Bilhete Acesso Rápido***: R$315,00 (inteira) / R$ 157,00 (meia)

Para a visita, a orientação é adquirir o bilhete antecipadamente no site. Todas as informações estão disponíveis no perfil oficial do Parque Bondinho no Instagram (@parquebondinho) ou no site oficial do Parque Bondinho.

*O bilhete Promocional para Brasileiros é promocional para adultos brasileiros e não é cumulativo com outros descontos.

**Abrangência: todo o estado do Rio de Janeiro.

***Às sextas, sábados e domingos, entre 14h e 18h: R$350,00 (inteira) / R$175,00 (meia)

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

Gol se despede de 2025, após completar 45 anos. Ao longo de sua história no mercado, o modelo superou as 8 milhões de unidades vendidas, sendo o carro mais vendido do Brasil por 27 anos consecutivos. Versão esportiva do hatch, o Gol GTi, inaugurou a era da injeção eletrônica no País


São Bernardo do Campo, 26 de dezembro de 2025 - Apresentado oficialmente à imprensa em 15 de maio de 1980, o Volkswagen Gol é o carro nacional com mais história para contar. Ele foi protagonista, líder de vendas e referência para os concorrentes: o carro mais produzido, vendido e exportado na história do setor automotivo brasileiro. Mas, quem aí lembra do nascimento do Gol?

Lançado nas versões básica e L, ambas com motor 1.3l de 42 cv arrefecido a ar - derivado do Fusca -, o Gol se posicionava entre o Brasília e o Passat. Mal havia chegado ao mercado e, já em 1981, as versões S e LS embalavam um novo motor 1.6, também a ar, mas com dupla carburação e 51 cv. No ano seguinte, 1982, o Gol pegou carona na Copa do Mundo de Futebol e, uma nova versão, baseada na luxuosa LS, nascia para se tornar um dos modelos mais raros da família. A sofisticada configuração Copa, em homenagem à edição que foi sediada na Espanha, hoje é um dos modelos mais disputados pelos colecionadores.

E por falar em colecionador, quem aí ainda “vira o pescoço” quando passa um Gol GT na rua? Pois bem, a primeira versão esportiva do Gol nasce em 1984, estreando a era de motores de refrigeração líquida – no caso, um 1.8l de 99 cv que, mais tarde, equiparia o Santana. Era o começo de uma dinastia de esportivos nacionais.

O Gol já tinha uma carreira agitada quando, em 1985, tomou emprestada a frente (com faróis maiores e agora acompanhados da luz de direção) do Voyage e da Parati nas versões equipadas com motor arrefecido a água. Em 1986, os motores foram evoluídos e modernizados, nascendo a lenda AP 600 (Alta Performance).

O ano de 1987 foi um marco na história do Gol, que recebia sua segunda e mais profunda reestilização ao receber novos faróis, grade e lanternas, além de para-choques mais envolventes e rodas redesenhadas. Um novo esquema de nomenclatura - C, CL e GL - definia os níveis de acabamento e equipamentos, enquanto o GT era sucedido pelo mais apimentado GTS. Com sete anos de vida, o Gol assume a liderança no ranking de vendas.

Em outubro de 1988, o Salão do Automóvel revelou o primeiro carro brasileiro equipado com injeção eletrônica. Essa tecnologia estava debaixo do capô do já icônico Volkswagen Gol, nascendo assim a mítica versão esportiva GTi, já como modelo 1989. Dotado de motor 2.0l, dispunha de 120 cv de potência máxima e aceleração de zero a 100 km/h abaixo dos nove segundos, números inigualáveis na categoria.


O Gol atravessa a década de 1990 evoluindo em acabamento interno e design, ao mesmo tempo em que protagoniza o surgimento de uma nova categoria de automóveis: os 1.0l – quem não lembra do Gol 1000? Em 1993, o modelo chega à marca de 1.000.000 de unidades vendidas.

O Gol Copa, - olha ele aí outra vez -, reaparece em 1994 homenageando o maior torneio de futebol do mundo, agora sediado pelos EUA. Com um tom de azul similar ao do primeiro Copa e emprestando elementos do GTi, como as lanternas fumê, os faróis de longo alcance e o volante "quatro bolas", o modelo marca também o adeus da primeira geração – a segunda estreia em setembro e logo ganha o apelido “bolinha”.

O esportivo GTI (sim, agora com "i" maiúsculo) mantém sua aura agora com um 2.0l de 16V e 145 cv, importado da Alemanha. Em 1996, o último Gol 1000 “quadrado” deixa a linha de produção e, na virada para os anos 2000, surge o Gol “G3”.

Um novo século se abre e o Gol reafirma seu pioneirismo com uma versão 1.0l turbo, de 112 cv e 15,8 kgfm. Logo depois, mais especificamente em 2001, o hatch alcança 3,2 milhões de unidades comercializadas e assim ultrapassa o Fusca.

Foi a década do pioneirismo para a linha Gol. Depois do turbo, o pioneiro do total flex, em 2003, o Gol G5 e sua moderna plataforma PQ24 (2008) e o câmbio automatizado i-Motion (2009).

Em 2014, após um recorde de 27 anos seguidos no topo do ranking de emplacamentos, o Gol deixa liderança do mercado. Dois anos depois, passa por sua última cirurgia estética e recebe um moderno e econômico motor 1.0l, três-cilindros de 12V (82 cv).

E o Gol na Garagem Volkswagen?

São milhares de histórias, dezenas de marcos tecnológicos e de vendas e o Gol segue ainda na vida dos brasileiros, após 45 anos do seu lançamento. Um legado que é contado em partes na Garagem Volkswagen. A primeira versão, com motor 1.3l “a ar”, pintada na cor oficial do lançamento (vermelha) se tornou uma das relíquias mais importantes do acervo. Trata-se do primeiro Gol a obter a “placa preta”, um 1300 L 1980. Adquirido de um colecionador e restaurado pelo departamento de Desenvolvimento do Produto, este exemplar foi o protagonista da “Gol Fest”, celebração dos 30 anos da produção do modelo, realizada no Sambódromo do Anhembi (SP), em 2010.

Gol GTI

O ano de 1987 foi um marco na história do Gol, que recebia sua segunda e mais profunda reestilização ao receber novos faróis, grade e lanternas, além de para-choques mais envolventes e rodas redesenhadas. Um novo esquema de nomenclatura - C, CL e GL - definia os níveis de acabamento e equipamentos, enquanto o GT era sucedido pelo mais apimentado GTS. Com apenas sete anos de vida, assumia a liderança no ranking de vendas.

Mas seu ímpeto não parava aí: no Salão do Automóvel de 1988 estreava a versão GTi e seu 2.0l 8V de 120 cv e 18,4 kgfm de torque – o primeiro com injeção eletrônica a equipar um automóvel nacional. O modelo chegaria às ruas em janeiro redefinindo os conceitos do carro esportivo nacional.

Este exemplar 1993 pertenceu à frota de testes da Engenharia e anota apenas 26 mil quilômetros no odômetro.


Gol GII

Com o Brasil ainda entorpecido pelo tetracampeonato mundial de futebol, a Volkswagen lançou o Gol “GII”, em setembro de 1994. Instantaneamente apelidado de “bolinha”, o novo hatch experimentou nessa fase uma versão GTI com motor importado da Alemanha, uma série especial em homenagem aos Rolling Stones e a primeira carroceria com quatro portas.

Antes de sair de linha, um Gol 1999 CL 1.6, na cor Azul Cancun, foi transferido da linha de montagem diretamente para o acervo da empresa. Conta atualmente com aproximadamente 400 quilômetros rodados.


Gol Endurance

A proposta lançada no Salão do Automóvel de 2002 remetia aos feitos automobilísticos dos anos 1960 e tinha como objetivo promover o Gol, em uma grande jogada de marketing: quebrar o recorde mundial de Endurance (longa duração) na categoria. Foram poucos meses de preparação até que a marca fosse alcançada: o Gol estabeleceu, às 12h23 do dia 15 de janeiro de 2003 a marca de 25 mil km rodados

O local para a prova, nomeada Endurance VW, foi o Autódromo Internacional José Carlos Pace, em Interlagos. O trecho definido para o recorde foi o anel externo do circuito, com 3.108 metros de extensão.

Três unidades do Gol Power 1.6 foram escolhidas na linha de produção para o desafio. As únicas alterações realizadas foram a instalação de proteção no habitáculo dos veículos (“gaiola” de proteção) e de faróis auxiliares de longo alcance.

Foram nove dias de rodagem ininterrupta, durante os quais os carros só paravam para troca de pneus e pastilhas de freios e abastecimento, além de cumprir os períodos de revisão.

O primeiro Gol chegou aos nove mil km às 22h30 do dia 9 de janeiro. O segundo, que largou dia 10, estabeleceu a marca de 10 mil km às 17h04 do dia 13 de janeiro, após 3.218 voltas.

Após mais de oito mil voltas no circuito, o terceiro Gol chegava à marca de 25 mil km rodados em Interlagos. É esse o modelo exposto na Garagem VW, que está mantido com os adesivos originais do evento. A equipe era composta por 120 pessoas, entre técnicos, pilotos, fiscais e organizadores. Foram selecionados 15 pilotos, rodando cerca de 1h30. Os carros rodavam 24 horas, sempre no limite.

Gol GIII

Ao somar 3,2 milhões de unidades comercializadas, em 2001, o Gol bateu o recorde de vendas do Fusca. Quase simultaneamente, a versão GTI se aposentava.

Naquele mesmo ano, um Gol GIII equipado com motor 1.0l 16V representou o marco de 10 milhões de Volkswagen produzidos no Brasil. Saiu da linha de montagem direto para a coleção da companhia.

Gol GIV e G5

Maior reformulação na linha Gol ocorre em 2008, com o lançamento do G5. Baseado na moderna plataforma PQ25, emprestada do Polo, o hatch passava a contar com motores dispostos transversalmente e não mais longitudinalmente.

Antes de se despedir, um Gol GIV 2006, equipado com motor 1.6l, foi guardado para compor o acervo de modelos históricos da Volkswagen do Brasil.

Gol Vintage

Apresentado como carro-conceito na “Gol Fest”, evento realizado em 2010 que celebrou os 30 anos do modelo, o Gol Vintage foi tão aclamado que acabou virando série limitada.

Entre os diferenciais, numeração da unidade no painel, pintura bicolor, rodas exclusivas, faixas laterais com o nome da versão e interior seguindo a mesma temática branca e preta. Uma guitarra Tagima foi desenvolvida especialmente para o carro, dotada de um sistema de pré-amplificação interno que permitia conectá-la ao sistema de som do veículo por meio de uma entrada especial.

Em exposição, o conceito do Gol Vintage, zero-quilômetro, deu origem a série limitada.


Gol Rallye

Os chamados “aventureiros urbanos” viveram seu auge em 2000, e uma das principais expressões dessa categoria foi o Gol Rallye. De perfil off-road, o modelo surgiu em 2004, na terceira geração, foi reeditado em 2007, na quarta, e novamente relançado em 2010, já em sua quinta fase.

O apelo aventureiro não era apenas estético: a suspensão fora elevada em 28 milímetros, esticando para 171 milímetros a altura livre do solo, e era acompanhada de novas molas e amortecedores mais firmes.

A unidade exposta, que compôs a frota de testes da Engenharia, é de 2011 e registra aproximadamente 88.000 quilômetros.

Gol GT Concept

Produzido entre 1984 e 1987, quando fora substituído pelo lendário GTS, o GT foi mais do que o primeiro Gol esportivo, ao inaugurar na linha a refrigeração líquida – no caso o 1.8 de 99 cv que logo depois chegaria ao Santana. Formava-se ali a dinastia de hatches esportivos da marca.

Pois durante o Salão do Automóvel de 2016, o modelo ganhou uma releitura. Autoria do estúdio de Design da Volkswagen do Brasil, o Gol GT Concept foi o que podemos chamar de “show car”: pintura Cinza Volcano com detalhes vermelhos e teto em preto brilhante, rodas de 18 polegadas, faróis em LED e para-choques envolventes; na cabine, a esportividade estava nos bancos tipo concha, logo “GT” no painel, volante do Golf GTI, pedais e alavanca do câmbio revestidos em alumínio e solteiras das portas alusivas à versão. Foi um dos carros mais badalados no estande da Volkswagen durante o evento.

Gol Last Edition

Após 42 anos de produção ininterrupta na fábrica de Taubaté (SP) e depois de criar histórias com brasileiros e latinos de todos os cantos do continente, o Gol chega a sua última versão. Para honrar a despedida do carro mais produzido, vendido e exportado na história do mercado brasileiro, a Volkswagen apresenta a edição limitada Last Edition.


10 curiosidades, mesmo, sobre o Gol

1. Todos os modelos 1.3l “a ar” e alguns 1.6l também a ar tiveram o estepe alocado dentro do compartimento do motor. Com a chegada dos motores arrefecidos a água, o estepe foi realocado no porta-malas.

2. O Gol derivou uma família de modelos VW, revelando derivados que tomaram seus próprios caminhos e protagonismos, como o Voyage, a Saveiro e a Parati. 

3. O primeiro Gol esportivo, GT lançado em 1984, já trazia motor 1.8l com quase 100 cavalos de potência máxima, mas ainda era equipado com câmbio de quatro marchas. A transmissão de cinco marchas entra na linha Gol em 1985, tanto para o GT, quanto para as versões “S” e “LS”.

4. Em 1987, a primeira reformulação estética, trazendo novos conjuntos óticos dianteiros e traseiros, novo capô do motor e nomenclaturas revistas (CL, GL e GTS) marca definitivamente o Gol como o carro mais querido do Brasil. A curiosidade, no entanto, é que o externo do carro evoluiu e o interno seguiu as mesmas linhas do modelo anterior 1986. O interior revisto, com o famoso painel satélite, novos acabamentos de painel de portas e bancos, surgiria no modelo 1988.

5. No final de 1988, já como modelo 1989, o Gol GTi inaugura de fato a era da injeção eletrônica no Brasil. Mas o sistema era analógico, tanto os comandos dos bicos injetores quanto da ignição. Claro que se comparado com os carburadores da época, o GTi era um show de tecnologia, referência de performance e até de baixo consumo de gasolina.

6. No lançamento do Gol GTi, algumas raras unidades foram equipadas com ar-condicionado de fábrica. Isso porque na época ninguém queria carro esportivo com a função, já que o equipamento “roubava” potência do motor. Hoje, eles são ainda mais raros.

7. Outro luxo, e hoje um equipamento praticamente de série em todos os veículos, a direção assistida, chega na linha Gol (e nas versões topo de linha) somente em 1994. E quase ninguém queria também, tornando estes modelos também desejo dos colecionadores.

8. O Volkswagen Gol se torna tão querido no Brasil que se dá “ao luxo” de ter duas versões esportivas convivendo, o GTS e o GTi.

9. O Gol GTi 16V se torna em 1996, o primeiro Volkswagen original de fábrica a superar a marca de 200 km/h de velocidade máxima.

10. Em 2003 o Gol inaugura a era dos carros “flexíveis” no Brasil, e no mundo. Trazendo motor 1.6, ele tinha capacidade de queimar gasolina e/ou etanol em quaisquer proporções.

O resto é história. Vida longa ao nosso VW Gol!









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