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quinta-feira, 1 de agosto de 2013

ASSIM VAI O SERTÕES: BRASILEIROS DA MITSUBISHI VENCEM NO JALAPÃO SEGUIDOS DOS FRANCESES DA MINI QUE TIVERAM UM PNEU FURADO E CONTINUA NA LIDERANÇA. O CAMINHÃO FORD ISOLA-SE CADA VEZ MAIS NA LIDERANÇA. CLIQUE NAS FOTOS PARA AMPLIÁ-LAS.


Foto: Marcelo Maragni/webventure.com.br
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Spinelli/Haddad vence a primeira e assume vice-liderança nos carros
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Peterhansel/Cottret tem pneu furado e alivia
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Franciosi/Capoani vence na PT1 e abre vantagem
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Marinzeck/Ribeiro vence outra e abre na liderança da PT2
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Nos caminhões, trio Piano/Mendes/Sales vence outra

7ª Etapa - 31/07 - quarta-feira
PALMAS (TO) - PALMAS (TO)
Deslocamento inicial: 109 km
Trecho de Especial: 514 km
Deslocamento final: 122 km
TOTAL: 746 km

Etapa em Palmas não foi brincadeira
Como já era esperado, a 7ª etapa do Rally dos Sertões contou com uma especial repleta de dificuldades para competidores e máquinas, que trabalharam no limite da resistência, a temperaturas altíssimas. 

Pela primeira vez, a dupla Guilherme Spinelli/Youssef Haddad (Mitsubishi ASX) venceu os franceses Stephane Peterhansel e Jean-Paul Cottret (Mini All4), segundo no dia, e subiu para a vice-liderança da competição. 

Em terceiro, ficou João Franciosi/Rafael Capoani (Mitsubishi Triton R), que teve mais um dia para comemorar. 

A dupla passou ilesa pelo Jalapão, ocupa a terceira posição na geral e manteve a liderança na disputadíssima categoria Protótipos T1. 

Seu principal rival, Klever Kolberg/Flavio França (T-Rex) parou com quebra do motor. No total, 33 carros largaram hoje, dos 46 que saíram de Goiânia.

Os competidores cumpriram o dia mais longo do rali - 746 km - e a maior especial de todos os tempos, que estava prevista para ter 514 km, mas foi encurtada em 15 km por questões de segurança. 

Mas engana-se quem pensa que tudo está definido. Depois da etapa Maratona ontem, do Jalapão hoje, amanhã vem outra pedreira pela frente. 

O rali sai de Palmas (TO) rumo a Minaçu (GO), para mais 666 km, dos quais 333 km de trecho cronometrado que promete ter de tudo.

"Para não perder o costume tivemos mais um pneu furado, mas de resto foi tudo limpo e sem problemas. O ASX esteve perfeito hoje. Passamos o Peterhansel logo no início da especial e conseguimos nos desvencilhar das pegadinhas do Jalapão", contou Guiga, que enfrentou problemas no segundo dia de prova, despencou para 16º, mas já recuperou terreno e ocupa a vice-liderança.

Peterhansel destacou as dificuldades do dia: "Dia longo e que não foi nada fácil pra gente. A especial era ótima de guiar, com areia e trial. No km 30, o Guiga nos passou e tivemos um pneu furado. A partir daí tratamos de não forçar o ritmo porque a temperatura do carro estava bem alta", disse o francês, maior nome do rali mundial.

Protótipos T1
A acirrada disputa da categoria Protótipos T1 teve uma baixa hoje. Kolberg/Capoani que vinha mantendo um ritmo forte, teve quebra do motor e não completou. 

Já os principais rivais, Franciosi e Capoani tiveram um dia limpo. "Nós nos superamos hoje no Jalapão e temos evoluído a cada dia. Estamos bem cansados, mas felizes de termos passado por essa etapa e principalmente por estarmos na liderança da Protótipos T1", comemorou Franciosi, campeão em 2006. 

Em segundo lugar no dia, o irmão de João, Romeu Franciosi e seu navegador Rogério Almeida (Mitsubishi Triton R), seguido por Cristian Baumgarten/Beco Andreotti (Mitsubishi L200 Triton Evo) em terceiro. 

No acumulado, Franciosi/Capoani lidera com 1h41 de vantagem sobre Romeu Franciosi/Almeida.

Pro Brasil
Na categoria Pro Brasil, Marcos Cassol/Luís Felipe Eckel (Mitsubishi Triton R) vence outra seguida, seguidos por Zeca Sawaya/Marcelo Haseyama (Mitsubihi L200RS) em segundo e Jorley Jr/Maykel Justo (Sherpa) em terceiro. 

A liderança permanece com Cassol/Eckel, que ampliou sua vantagem de 42 para 50 minutos para Jorley/Justo.
Super Production
Na Super Production, vitória de Regis Maia/Ana Carolina Braga (VW Amarok), seguida por Gunter Hinkelmann/Pipo Mirone (Mitsubishi L200RS) em segundo e Glauber Fontoura/Minae Miyauti (Triton R) em terceiro. 

Mas a liderança permanece com Fontoura/Miyauti, agora com vantagem de 1h50 para o segundo colocado Marcelo Damini/Elson Oliveira (Mitsubishi L200RS).

Production T2
Na 
Production T2, vitória da dupla Ulysses Marinzeck/João Ribeiro (Troller), seguida pelos irmãos Rodrigo Leis/Ronald Leis (Mitsubishi TR4) em segundo; e Cristiano Rocha/Anderson Geraldi (Mitsubishi TR4), sem terceiro. 

A liderança no acumulado permanece com Marinzeck/Ribeiro,mas sua vantagem para os irmãos Leis aumentou de 48 minutos ontem, para 1h34.

Caminhões
Na disputa dos caminhões pesados, o trio da Mercedes Benz, Guido Salvini/Flavio Bisi/ Fernado Chwaigert voltou a enfrentar problemas e não completou a especial, que teve 142 km. Assim a vitória ficou mais uma vez com Edu Piano/Solon Mendes/Antonio Sales (Ford Racing Trucks), que se mantém na liderança.

Edu Piano destacou que daqui para frente é só administrar. "Para nós hoje foi um dia bom. O caminhão está inteiro, abrimos uma vantagem maior. Está tudo dentro do planejado. Foi um dia bem quente, o motor trabalhou muito no limite entre 100° e 110°, mas cumprimos o objetivo de fazer uma especial limpa. Daqui para Goiânia, faltando três etapas, vamos administrar a nossa vantagem, fazer uma manutenção no caminhão e comemorar o meu primeiro título na categoria de Caminhões Pesados", declarou o piloto, que nesta quarta fez a especial em 2h02min22.

Já Salvini lamentou os problemas enfrentados. "Tivemos problemas na especial novamente e estouramos o tempo limite. O ventilador do motor quebrou e cortou uma mangueira de água e não teve como arrumar isso dentro da trilha. Ainda restam três etapas. O rali ainda não está perdido. Do mesmo jeito que não tivemos muita sorte, os outros também podem não ter. O Sertões só acaba quando colocar o caminhão no Parque Fechado, em Goiânia", ressaltou.

Resultado 7ª etapa Carros (extra-oficial):

Geral
1. GUILHERME SPINELLI/YOUSSEF HADDAD 05:28:202. STEPHANE PETERHANSEL/JEAN-PAUL COTTRET 05:31:103. JOAO FRANCIOSI/RAFAEL CAPOANI 05:48:264. MARCOS CASSOL/LUIS FELIPE ECKEL 05:52:295. JOAO CARDOSO/SIDINEI BROERING 05:53:246. ROMEU FRANCIOSI/ROGERIO ALMEIDA 05:54:437. CRISTIAN BAUMGART /BECO ANDREOTTI 05:56:168. ZECA SAWAYA/MARCELO HASEYAMA 06:11:039. JORLEY JR./MAYKEL JUSTO 06:11:4510. REGIS MAIA/ANA CAROLINA BRAGA 06:14:20

T1 FIA
1. GUILHERME SPINELLI/YOUSSEF HADDAD 05:28:20
2. STEPHANE PETERHANSEL/JEAN-PAUL COTTRET 05:31:10


Protótipos T1
1. JOAO FRANCIOSI/RAFAEL CAPOANI 05:48:26
2. JOAO CARDOSO/SIDINEI BROERING 05:53:24
3. ROMEU FRANCIOSI/ROGERIO ALMEIDA 05:54:43


Pró Brasil
1. MARCOS CASSOL/LUIS FELIPE ECKEL 05:52:29
2. ZECA SAWAYA/MARCELO HASEYAMA 06:11:03
3. JORLEY JR./MAYKEL JUSTO 06:11:45


Super Prodution
1. REGIS MAIA/ANA CAROLINA BRAGA 06:14:20
2. MARCELO DAMINI/ELSON OLIVEIRA 07:12:12
3. ARMANDO CRUZ/SERGIO BESSA 07:58:27


Production T2
1. ULYSSES MARINZECK FILHO/JOAO VICTOR RIBEIRO 07:23:53
2. RODRIGO LEIS/RONALD LEIS 07:54:43
3. CRISTIANO ROCHA/ANDERSON GERALDI 08:25:40


Resultado Acumulado 
Carros (extra-oficial):

Geral
1. STEPHANE PETERHANSEL/JEAN-PAUL COTTRET 19:44:41 -
2. GUILHERME SPINELLI/YOUSSEF HADDAD 21:13:29 +01:28:47.7
3. JOAO FRANCIOSI/RAFAEL CAPOANI 21:29:12 +01:44:30.1
4. MARCOS CASSOL/LUIS FELIPE ECKEL 21:51:08 +02:06:26.5
5. JORLEY JR./MAYKEL JUSTO 23:00:47 +03:16:05.2
6. ROMEU FRANCIOSI/ROGERIO ALMEIDA 23:09:10 +03:24:28.3
7. GLAUBER FONTOURA/MINAE MIYAUTI 23:20:15 +03:35:34.0
8. MAURO GUEDES/NEURIVAN CALADO 23:23:48 +03:39:07.2
9. MARCELO DAMINI/ELSON OLIVEIRA 25:12:49 +05:28:07.8
10. CRISTIAN BAUMGART /BECO ANDREOTTI 25:31:14 +05:46:32.5


T1 FIA
1. STEPHANE PETERHANSEL/JEAN-PAUL COTTRET 19:44:41
2. GUILHERME SPINELLI/YOUSSEF HADDAD 21:13:29


Protótipos T1
1. JOÃO FRANCIOSI/RAFAEL CAPOANI 21:29:12 +01:44:30.1
2. ROMEU FRANCIOSI/ROGERIO ALMEIDA 23:09:10 +03:24:28.3
3. CRISTIAN BAUMGART /BECO ANDREOTTI 25:31:14 +05:46:32.5


Pró Brasil
1. MARCOS CASSOL/LUIS FELIPE ECKEL 21:51:08 +02:06:26.5
2. JORLEY JR./MAYKEL JUSTO 23:00:47 +03:16:05.2
3. MAURO GUEDES/NEURIVAN CALADO 23:23:48 +03:39:07.2


Super Prodution

1. GLAUBER FONTOURA/MINAE MIYAUTI 23:20:15
2. MARCELO DAMINI/ELSON OLIVEIRA 25:12:49
3. ARMANDO CRUZ/SERGIO BESSA 28:45:55


Production T2
1. ULYSSES MARINZECK FILHO/JOAO VICTOR RIBEIRO 26:28:01
2. RODRIGO LEIS/RONALD LEIS 27:48:32
3. CRISTIANO ROCHA/ANDERSON GERALDI 28:57:25


8ª Etapa - 01/08 - quinta-feira
PALMAS (TO) - MINAÇU (GO)
Deslocamento inicial: 312 km
Trecho especial: 333 km
Deslocamento final: 21 km km
TOTAL: 666 km


Prova deste quinta
Depois de um longo deslocamento inicial, mais uma especial de respeito. Começa rápida com piso de cascalho muito bom, seguindo por estradas menores bem sinuosas, com muitas depressões, lombas, riachos e pedras. 

Fica rápida novamente até o abastecimento das motos. O piso continua rápido até chegar a uma região montanhosa com subidas muito íngremes, trechos de trial, visuais incríveis e uma longa descida de serra. 

O último trecho da prova é bem travado com muitas pontes de toras, trilhas, depressões e pedras até o final da especial. Os caminhões farão uma especial de 258 km.

Fotos do Rally dos Sertões para download: http://www.fotoarena.com.br/busca/index/t/Rally+dos+Sert%C3%B5es+2013+25-07-2013/?ide=17875

Vídeos / Rally dos Sertões
A Dunas Media é responsável pela produção, captação e edição de todas as imagens em vídeo do Rally dos Sertões. 

A empresa também é detentora dos direitos de comercialização e distribuição destes conteúdos para pilotos, equipes e veículos de comunicação.

RENAULT NOMEIA EXECUTIVA DE VENDAS NACIONAL VANESSA CASTANHO. A NOVA DIRETORA INICIOU A VIDA PROFISSIONAL NA MONTADORA, EM 1996, E VAI ADMINISTRAR UMA REDE QUE COBRE 80% DO TERRITÓRIO NACIONAL


A executiva Vanessa Castanho é a nova diretora de Vendas e Rede da Renault do Brasil. Formada em administração com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), iniciou sua trajetória profissional na Renault em 1996, como estagiária. 

Atuou em diversas áreas e assumiu diferentes cargos na Direção Comercial, tais como Consultora e Supervisora e, posteriormente, as gerências da Direção Comercial nas Regionais Sul, Interior de SP, Brasília e Nordeste.

Na Direção de Marketing, Vanessa atuou como Gerente de Publicidade, CRM e de Produto. 

Na direção de Relações Institucionais, foi a responsável pelo lançamento do Instituto Renault, tendo participado ativamente também de equipes transversais de trabalho, envolvendo profissionais de todo o Grupo Renault, tanto no Brasil como na França.

Vanessa assume os desafios de dar continuidade à conquista do mercado pela marca Renault, através da ampliação da Rede de Concessionários, que este ano deve alcançar uma cobertura superior a 80% do território nacional; e também da busca constante pela excelência na qualidade oferecida aos clientes.

“Queremos estar cada vez mais próximos dos clientes, com produtos que atendam seus desejos e necessidades, assim como uma rede de concessionárias presente tanto fisicamente quanto no atendimento de qualidade. Nossa estratégia para vencer os desafios inclui a contínua capacitação das equipes da Renault e da Rede”, destaca. Vanessa substitui Alexandre Serra, que deixa a companhia por motivos de ordem pessoal.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O RESULTADO DO TESTE COLISÃO FRONTAL FEITO PELA RESPEITADA LatinNCAP, NOS MODELOS CLIO, DA RENAULT, E ÀGILE, DA CHEVROLET, DEIXOU MUITO MAL AS FABRICANTES. OS CARROS TESTADOS NÃO SÃO EQUIPADOS COM AIR BAGS, EQUIPAMENTO QUE, JUNTO COM O FREIO ABS, SÓ SERÁ OBRIGATÓRIO NO BRASIL EM 2014. A DENÚNCIA É DO NOSSO COLUNISTA ROBERTO NASSER QUE APRESENTA AINDA UMA SÉRIE DE NOVIDADES DO SETOR AUTOMOTIVO.

  

Coluna n° 3113 de 31 de Julho de 2013 
____________________________________

Trombada em segurança: 

nota zero para Clio e Àgile

A divulgação da terceira rodada de provas de choque contra barreiras fixas pela LatinNCap, entidade supra nacional e supra oficial que analisa segurança de veículos, criou caso e motivou contestação de maneira cruzada. Pelos testes, Renault Clio e Chevrolet Ágile tiveram nota zero.

Em termos de estratégia de comunicação social a posição das montadoras é de omissão. 

Apenas no Brasil, Luiz Moan, presidente da Anfavea, a associação das montadoras, tomou iniciativa institucional, deu a cara a bater, contestando os conceitos. 

A Adefa, grêmio argentino, ignorou, apesar de os carros serem feitos no vizinho.

Na contestação a Anfavea questiona a metodologia própria da LatinNCap, discrepando das normas estadunidenses e europeias. 

Alega pontualmente, os carros testados não portavam bolsas de ar, apesar do equipamento ser disponível; que no Brasil boa parte dos carros novos utiliza estes equipamentos e ABS.

Em números e conceitos, os testes da LatinNCap são de colisão frontal a 64 km/h contra barreira deformável descentrada em relação ao automóvel. 

Nos EUA, 48 km/h para colisão frontal contra barreira fixa não deformável, e na Europa o impacto se dá a 56 km/h contra colisão frontal descentrada, em barreira deformável. 

A metodologia europeia difere da adotada pelo LatiNCap em 8 km/h, uma enormidade em diferença e resultados.

Independentemente do pé firme da entidade brasileira, que marca posição mas não gerará mudanças, o desgaste deve ser imposto aos órgãos oficiais da Argentina e do Brasil pela leniência com que tratam o assunto segurança em automóveis e seus prejuízos à sociedade. 

As montadoras de lá e daqui seguem a lei – mas a lei é lenta, atrasada, e não acompanha a expansão da frota, da circulação, do aumento de velocidade. 

Aqui, os ministros da Previdência e da Fazenda deveriam ir ao Gabinete Civil da Presidência apresentando os dados das perdas de vidas, materiais, gastos com reparos e absenteísmo por acidentes, clamando por legislação para deter esta sangria – a imagem é válida.

Internet
Curiosidade no setor, como GM e Renault não se manifestaram, lá e cá, logo alguém aproveitou a oportunidade, criando falso Community Manager respondendo, como se fosse a GM, com direito a logomarca e aparência, as questões endereçadas à marca na Argentina. 

Coisa irônica, exibida pelo Autoblog.ar, onde o interessado pergunta e a falsa GM responde que segurança não importa pois as pessoas compram os carros com tecnologia superada em 20 anos ... ; que segurança não preocupa pois o importante é vender.



Agile, sem bolsas de ar, no teste do LatiNCap


Muita calma nesta hora

A Mercedes aliviou a pressão no acelerador em seu projeto de voltar a produzir automóveis no país. 

Grupo de trabalho entre Brasil e Alemanha definiu o produto, a nova família Classe A, iniciando pelo sedã, o CLA e permitindo expansão em versões como o utilitário esportivo GLA. 

A principal faina é tabular cidades, aferir facilidades de logística para fornecedores, comparar incentivos e apoios – do tipo a municipalidade escolhida doar o terreno, fazer toda a infra estrutura, ligações rodoviárias, eventuais obras de arte, terraplanagem, ligações, estação elétrica e de recuperação d’água, coisas caras, além da isenção de IPTU.

Implantar fábrica de automóveis é tecer com enorme quantidade de dados atuais e sua projeção para o futuro, uma aposta no país e no mercado.

Para a decisão de onde localizá-la, na listagem processada algumas possibilidades iniciais foram desconsideradas, a começar pelas soluções domésticas, com adaptações nas instalações que a empresa possui em São Bernardo do Campo, SP, ou aproveitamento da antiga e desativada fábrica de ônibus Mercedes em Campinas, SP, e também a criação de novos espaços na antiga fábrica onde fez os antigos Classe A e C em Juiz de Fora, MG. Esta planta foi recentemente modificada e transformada para a produção de caminhões, como faz.

Possibilidade industrial e comercial consequente à realização de acordo com a Renault-Nissan. 

Seria utilizar mão de obra da fábrica que erige em Rezende, RJ, onde a Nissan montará, a partir do ano próximo, o March, o Versa e o Go, e comprar os serviços para a montagem de um Mercedes sob teto Nissan. 

Outra vertente seria a locação de espaços para que a Mercedes fizesse seus carros na nova instalação franco-japonesa. Entretanto fonte ligada ao grupo descarta ambas as possibilidades.

A busca continua e tanto S. Paulo por sua magnitude, facilidades quanto a fornecedores, e fretes menores para distribuir os automóveis prontos aos dois maiores mercados do país – a Capital e o Estado -, quanto estados ao Sul, pelas facilidades portuárias e ligações com a Argentina maior parceiro no Mercosul, continuam considerados.

Não é novela, é projeto pessoal do presidente mundial, fazer da Mercedes a alemã líder em vendas de automóveis em todas as faixas. Decisão deve sair em 90 dias.


Pé na porta. Mercedes 
compra 5% da Aston Martin
Comunicado hígido, franciscano em dados, diz, a divisão AMG da Mercedes e a inglesa Aston Martin fizeram acordo tecnológico: estudarão motores V8, farão integração em eletrônica, e a alemã compra 5% das ações.

Palavras são apenas palavras. Na prática da porca e do parafuso significa, negócio expectativo: a Aston, conviverá com a AMG – 100% controlada pela Daimler, dona da marca Mercedes. 

Manterá, inicialmente, o uso da motorização Ford com quem recentemente assinou prorrogação de fornecimento pelos próximos cinco anos. 

Entretanto já deve ter enviado carros para a AMG em Affalterbach, pequeno burgo perto de Stuttgart, sede da matriz Mercedes. Lá, estudos de parte a parte. 

Os ingleses querendo conhecer mais dos motores, e os alemães a respeito da peculiar construção Aston, com elevada dose de manufatura.

A parte negocial pode ser projetada: a Aston, ajeitada e vendida pela Ford com largo prejuízo, quase quebrou após. 

A Dar, grupo investidor do Kwaitt, sem o T grande automobilístico, comprou-a. O italiano InvestIndustrial assumiu 37,5% de ações. 

Há grandes aditivos favoráveis à expansão da Mercedes a custo contido: a situação atual exibe sinal vermelho: declínio de vendas; de valor para a empresa. 

Situação que ultrapassou as cercas, e para efeitos mundiais é rotulada pelo agencia Moody’s como B3 de não-investimento.

Com este cenário, pelo fato de ser a última produtora de esportivos luxuosos não pertencente a marca poderosa, tudo indica a AMG botou o pé na porta. 

Além de querer entender o carro, usar os direitos dos 5% das ações para assistir às assembleias e reuniões de acionistas, abrir todos os armários da Aston para ver se há algum esqueleto escondido para, com a queda de valor e a falta de sangue automobilístico de seus controladores, assumi-la. 

A Daimler não tem marca esportiva de prestígio, e a dignidade dos Aston fará bem.

Quanto motorização, questão menor. O contrato com a Ford é negociável e a Mercedes tem três famílias de motor: 12, 8 e 4 cilindros. Esta permite, até, fazer um Aston menor e mais barato, de entrada.



Roda-a-Roda

Surpresa – Estudo divulgado pela JD Power, tradicional agência de pesquisa sobre automóveis, deu ao novo Land Rover Ranger Rover Vogue, título inédito para a marca, resultado de pesquisa entre 83 mil proprietários de marcas diversas para aferir o índice de desempenho, dirigibilidade e design. 

O Vogue foi lançado em outubro do ano passado e possui inovadora estrutura em alumínio para reduzir peso.



Range Rover Vogue. Prêmio.


Fora – Um recall de 114 mil veículos Chevrolet Tavera, na Índia, provocou demissão de 10 técnicos e de Sam Winegarden vice presidente mundial de motores na GM. 

Razão, emissões fora de padrão, provocando a suspensão de vendas de dois modelos populares da marca. 

Além da redução de faturamento, dos custos para as modificações em garantia, os lucros caíram 64%. 

A GM diz, fez as demissões por violação de políticas da empresa. Winegard foi engenheiro chefe da marca, supervisionando o desenvolvimento de motores desde 2004.

Base – A Fiat enfrenta nova dificuldade. Nada em produto, processos, faturamento e lucros, mas de caráter institucional-afetivo, pela possibilidade de deixar a sede e base histórica da Fiat, em Turim, registrando, na Holanda, a empresa produto de fusão com a Chrysler. Fez isto com a CNH Industrial, junção da Fiat Industrial com a de tratores CNH.

? - As dúvidas estão na emotiva reação dos italianos em perder a base da empresa. Quanto à Chrysler, sem problemas: já é italiana, seus operários querem o emprego, e a municipalidade de Detroit está mais preocupada em administrar sua falência.
Negócio – A Fiat detém 68,5% da Chrysler e precisa 75% para controlá-la. O restante está com o VEBA, fundo de seus operários e para a compra falta apenas a corte de Delaware arbitrar o valor das ações.

Onde? - Há outra vertente. Presidente e CEO da Fiat tem criação e formação acadêmica estadunidense. 

Daí a crença que, se é para comprar briga em Turim e na Itália, que a sede seja em Nova Iorque, com bolsa de valores referencial, exigência para quem ampliou sua base de negócios, e quer atuação mundial.

Demora – Embora constando da recente arrancada publicitária da GM, o mexicano Chevrolet Tracker, utilitário esportivo pequeno, sobre a base de Cobalt, Onix, Spin e Sonic, chegará ao mercado em outubro a projetados R$ 55 mil para a versão de entrada.

Outro - Nada a ver com o homônimo anteriormente vendido aqui, Suzuki Vitara argentinizado e com maiores habilidades, como tração nas quatro rodas. 

Será mais fashion, menos disposto – e menor, em torno de 4m, tamanho de um Fusca, quase 30 cm menor que o Ford EcoSport, líder do segmento.

Melhor – Chegam às revendas as versões do Fiat Freemont com implemento no uso, caixa de transmissão automática revista para seis velocidades. Há muito ganho operacional, melhores reações, menor consumo. R$ 95 mil.

Da vez – Seis velocidades em caixa de marchas automática é, final e atrasadamente no Brasil, a bola da vez. Além do Freemont, a Peugeot inicia aplicá-lo em seu modelo 408. Última semana de agosto.

Cultura – Números preocupam a indústria automobilística dos EUA: 40% dos jovens com 18 anos não têm carteira de motorista: 20% entre os 20 e os 24 anos, idem, o dobro do registrado em 30 anos. 

A quilometragem média anual também caiu e equipamentos tecnológicos substituíram os carros como objetos de desejo.

Causas – Tempo e dificuldade de deslocamento, ausência ou falta de colaboração das montadoras com as autoridades para viabilizar projetos de mobilidade a quem não tem ou não quer usar automóvel, perda de identidade dos carros, hoje quase todos iguais, são parte das causas do desinteresse.

Muda? - Quererá a indústria participar deste novo ciclo? Fará carros elétricos? Auxiliará governos em projetos de mobilidade? Fará carros para uso compartido? 

Difícil mudar as cabeças, mas há tempo para instigar as discussões. 

Ainda há muita gente, como maciças quantidades de chineses, indianos, querendo iniciar conviver com o automóvel. Nos EUA tal convívio está na quarta geração.

Interessante – Campanha do JAC J3 nas redes sociais. Gira em torno do tema Só falta voar, e é curioso, lúdico, bem feito, sobre a idéia de aplicar uma turbina no teto do carro.

Veja em http://www.jacmotorsbrasil.com.br/promocaoj3

Já vimos – Anúncio na TV tipo Rubinho Barrichello contra os alemães. Usa o novo Volvo S40 e disputa no autódromo gaúcho de Velopark com pilotos em carros alemães sem caracterização. 

Bem feito pelo clima de boxes e disputa, mas não explica o porquê da indigestão alemã de Rubinho. Inspira-se em edição recente, lançando o Ford Fusion, no mesmo autódromo, na disputa, para valer, reeditando rusga antiga e conhecida, entre Nigel Mansell e Nelson Piquet. Desgastante para o Rubinho, camarada da melhor qualidade.

Aliás – Oswaldo Ramos, da Ford, não quer mandar consertar nem destruir os Fusion empregados no filme com Piquet e Mansell. Pensa leiloá-los revertendo fundos a entidades pias. Mais útil.

Tradição – Castrol botou pilha em sua linha GTX, talvez a mais lembrada pelo pioneirismo, na década de 60, 70, por informar conter tungstênio líquido, garantindo maior lubrificação. 

Constatando que as frotas usadas de Fiat e GM são metade do mercado, implementou a linha oferecendo na gradação 15W-40 API da classificação SL. Incluiu na fórmula um antiborra. 

Para motores mais usados, ou de projetos mais antigos, com maiores folgas entre componentes, a 25W-60, mais espesso, vedando melhor, reduzindo o consumo de lubrificante.

Enfim – Demorou, mas surgiu um curso de direção segura para motoristas de carro blindado. 

Não apenas entender a mudança de comportamento pela adição de equipamentos, saber mantê-lo e, principalmente, conduzir de maneira a proteger os passageiros, incluindo conduzir o automóvel para fuga. Mais? Escola de Pilotagem Interlagos (11) 5667-5233.

Homenagem – Revista Autosport listou dos 50 mais importantes pilotos do mundo que não se motivaram a ir para a Fórmula 1. 

No Brasil, Bird Clemente, ex piloto das equipes Vemag e Willys, primeiro piloto profissional do país, está na relação. Merecido. 

Como outros estelares com A J Foyt, várias vezes vencedor das 500 Milhas de Indianápolis ou Valentino Rossi, oito vezes campeão mundial, em motos.

Antigos – Prefeitura de Caçapava – Via Dutra, a 110 km de S Paulo -, fará, de 2 a 4 de agosto, a Expo Roberto Lee Classic. 

Mais que evento para mostrar a quantas anda o processo de salvação do acervo de carros antes integrando o Museu fundado por este colecionador, será uma homenagem, ocorrendo em torno da data de seu nascimento.

... 2 - A Prefeitura recebeu da herdeira o fundo do Museu, coleção subtraída em unidades, outras saqueadas, toda a decoração furtada. 

Tenta, na medida do possível da municipalidade e com os esforços de Marcelo Belatto, funcionário da Prefeitura, deter o processo de degradação, funcionar os carros, mantê-los como base a iniciante museu.

Programação em www.cacapava.sp.gov.br.

História – A Dana, fabricante de auto peças, deu belo passo institucional. Em vez de patrocinar atividades distantes de seu objeto, como usual e inexplicavelmente ocorre, focou na recuperação de 23 documentários feitos pelo articulado francês Jean Manzon.

..... 2 
– Relatam cenas memoráveis da implantação da indústria automobilística no Brasil, indo de 1952, sobre a Cidade FNM – a transformação de pântano carioca na pioneira fábrica de caminhões -, até 1974 com reformulação industrial da velha fábrica de Taubaté, SP, onde a Willys vazou o primeiro motor a gasolina, para fazer os novos 2.3 OHC, para Mavericks, Rural, Jeep e exportações. Vai projetá-los durante o evento. Podendo, vá. 

Ou veja-os em www.dana.com.br/historia.

Picape Fiat, pioneirismo com resultado
Insólito, curioso e até de sucesso improvável. Assim era o picape Fiat construído sobre a plataforma do pioneiro 147 nos fins de 1978. 

Na prática, a versão furgão seccionada e, por isto, ficava patente ser balão de ensaio pela pequena plataforma de carga e sua tampa, uma porta com abertura lateral. 

Era o primeiro dos picapes construídos no Brasil sobre a plataforma de automóveis de passeio. 

O Fiat, como menor dos nacionais, parecia inteiramente inadequado à nova função, e a Fiat com dois anos de Brasil parecia nada conhecer do país e seu mercado.

Ironizado ou não, as vendas começaram a ascender e logo apareceu a versão City, com maior caçamba e tampa traseira basculante, com melhor retorno ao trabalho. 

Fazer picapes sobre automóveis pequenos não era criatividade nacional, nesta época à solta na Fiat, criando soluções pioneiras – de motores que funcionavam alimentados por biogás até o pioneirismo no uso do etanol. Coisa antiga, a própria Fiat no pós-guerra criou picapes sobre seu modelo 1100.

Ficou solta no mercado e somente apenas em 1982 outras montadoras seguiram o caminho. 

Enquanto isto, adequava o veículo, com reforços estruturais e a mudança da suspensão traseira para enfrentar trabalho, com um eixo dito Omega, com elevação no centro, permitindo maior área livre e o feixe de molas deixando de ser transversal, passando a ser duas mono folhas longitudinais.

Restante da história é conhecido. Melhorá-lo em estética e comportamento, dar-lhe o nome de Strada e trato de automóvel em decoração, pintura metálica, desenvolvimento de suspensão para manter a estabilidade mesmo com maior altura alavancou as vendas. 

Logo, o oferecimento de cabine alongada fez decolar, aumentando a distância para os concorrentes. 

O desdobramento chegou à cabine dupla, à colocação do sistema de bloqueio elétrico na tração, aumentando sua valentia, e redecoração externa, aumento de bitolas, oferecendo noção de maior tamanho, variedade de motores e a transmissão Dualogic para conforto em trânsito das cidades.

Parecia encerrada a capacidade de criar novidades, mas a Fiat terá outra opção: Cabine Dupla com três portas, facilitando entrada e saída.

Até o momento a Fiat produziu mais de 1 milhão e 250 mil unidades da insólita e curiosa proposta que deu certo. Muito certo e líder no segmento.


Fiat 147 picape. Tudo para dar errado, deu certo.



terça-feira, 30 de julho de 2013

O ESTADO DE MICHIGAN INSTITUIU A DATA DE 30 DE JULHO COMO "DIA DE HENRY FORD", O FUNDADOR DE UMA DAS MARCAS MAIS CONHECIDAS E RESPEITADAS DO MUNDO, PELA PASSAGEM DOS 150 ANOS DO NASCIMENTO DO CONSTRUTOR DO MODELO T, PRIMEIRO AUTOMÓVEL DO MUNDO FABRICADO NUMA LINHA DE PRODUÇÃO.



O Estado do Michigan homenageou, hoje, o fundador da Ford marcando os 150 anos de seu nascimento, instituindo o "Dia de Henry Ford".



A homenagem aconteceu no memorial Henry Ford Estate, casa onde Henry Ford viveu com sua mulher, Clara, com a presença do governador Rick Snyder. 


Henry Ford com seu filho Edsel, a bordo de um Ford T
"O que o meu bisavô criou, especialmente o seu legado de inovação, continua a nos inspirar, hoje, nos produtos que desenvolvemos e nas comunidades que atendemos", ressaltou Bill Ford, presidente do Conselho de Administração da Ford. 


Linha de montagem do Ford T
"Ele é reconhecido pelo seu espírito pioneiro e inovações que colocaram o mundo sobre rodas e homenageamos a sua contribuição para o progresso econômico e social", acrescentou 

Na solenidade foi anunciada também a transferência do Memorial para uma nova instituição que vai cuidar da sua preservação para as futuras gerações.



A evolução da logomarca Ford ao longo de sua história.
"A união das propriedades de Henry Ford e seu filho único, Edsel, traz inúmeras oportunidades para a comunidade", considerou Kathleen Mullins, presidente da Henry Ford Estate e da Edsel & Eleanor Ford House.

governador Rick Snyder destacou o impacto que Henry Ford teve na indústria automotiva mundial e na sociedade em geral. 



Bill Ford e Edsel Ford II, herdeiros de Henry Ford, representaram a família na comemoração.


Bill Ford revelou que "estamos colocando níveis cada vez maiores de tecnologia ao alcance de milhões de pessoas, acelerando o desenvolvimento de novos produtos, criando empregos e trazendo a liberdade de transporte para o mundo". 

Fair Lane 

A posse da Henry Ford Estate, também conhecida como Fair Lane, foi transferida da Universidade de Michigan para a Henry Ford Estate Inc., organização educacional sem fins lucrativos, que será administrada conjuntamente com a Edsel & Eleanor Ford House. 


A transferência é o primeiro passo de uma nova era para o Memorial, que será restaurado e repaginado para se tornar mais atraente para as futuras gerações, mostrando o estilo de vida e a época de Henry Ford. 


Ford Mustang (2013) um dos modelos mais famosos da marca no mundo

O TEMIDO JALAPÃO VAI SER PALCO AMANHÃ DA 7ª ETAPA DO RALLY DOS SERTÕES E AS MOTOS VÃO CONFIAR NOS PNEUS PARA A DISPUTADA PROVA. HOJE, TERÇA-FEIRA, CYRYL DESPRES SEGUIDOS DE RICARDO MARTINS CHEGARAM PRIMEIRO A PALMAS.


Palmas (TO) – Após comprovar a qualidade dos pneus na Etapa Maratona do Rally dos Sertões, o Team Rinaldi encara nesta quarta-feira o dia mais longo do roteiro na região do Jalapão, no Tocantins. 

A disputa da sétima etapa será em um percurso em formato de laço, com início e fim na capital Palmas, e os pilotos terão pela frente 746 quilômetros de desafios, sendo 514 de especiais.


Nesta terça-feira, os competidores saíram de Natividade (TO) e percorreram 424 quilômetros (355 de trechos cronometrados) ainda em formato Maratona, ou seja, sem auxílio mecânico, assim como na etapa anterior. 

O destaque da equipe foi o catarinense Ricardo Martins, nono na sexta etapa e na classificação geral das motos, de acordo com os resultados extra-oficiais.


“Hoje foi mais um dia que consegui fazer o planejado. Fui rápido, mas cauteloso para terminar ileso. Esse tem sido o nosso lema, e a etapa de amanhã certamente vai ser um divisor de águas”, explicou o piloto, analisando o rendimento dos pneus na Etapa Maratona, quando a substituição não é permitida.

“Eu aprovei o rendimento dos pneus, foram dois dias muito duros e mais de 900 quilômetros de prova. A Rinaldi se destacou entre as motos ao chegar até o fim da Maratona com muita segurança e durabilidade.” O piloto utilizou o novíssimo HE 42 na traseira e o SH 31 na dianteira.


Após superar dificuldades no dia anterior, Ramon Sacilotti levou uma punição e perdeu posições na tabela. 

O fato não desanimou o piloto, que voltou ao grupo dos mais rápidos na décima colocação. “Fui o último a largar e até perdi a conta de quantas ultrapassagens eu fiz. Gosto muito de competir no Jalapão e espero seguir próximo dos ponteiros todos os dias”, disse Sacilotti. 

Leandro Silveira foi o 13º na sexta etapa e Guilherme Piva não completou após ter problemas no motor no quilômetro 295 da especial.

Em compensação, Moara Sacilotti, que sofreu uma queda na quinta etapa e não completou o dia, está de volta. 


A piloto ainda sente dores na mão, mas irá largar na prova de amanhã. O Rally dos Sertões 2013 inclui 4.115 quilômetros de desafios, sendo 2.488 de especiais, com chegada marcada para o dia 3 de agosto em Goiânia (GO). 

A prova faz parte do calendário do Campeonato Mundial para motos e quadriciclos, incluindo ainda categorias para UTVs, carros e caminhões.

Resultados Motos - 6ª etapa (extra-oficiais)
1º - CYRIL DESPRES - 03:52:50
9º - RICARDO MARTINS - 04:03:43 – Team Rinaldi
10º - RAMON SACILOTTI - 04:10:41 – Team Rinaldi
13º - LEANDRO SILVEIRA - 04:19:22 – Team Rinaldi

Resultados Motos - acumulados (extra-oficiais)
1º - CYRIL DESPRES - 15:35:05
9º - RICARDO MARTINS - 16:49:03 – Team Rinaldi
12º - LEANDRO SILVEIRA - 17:42:48 – Team Rinaldi
31º - RAMON SACILOTTI - 23:53:45 – Team Rinaldi
34º - GUILHERME PIVA - 30:20:01 – Team Rinaldi

Programação – Rally dos Sertões *
7ª etapa - 31/07, quarta-feira
Palmas (TO) / Palmas (TO)
DI: 109 km
TE: 514 km
DF: 123 km
TOTAL: 746 km

* Para conferir o roteiro detalhado, clique aqui.

 

VENCEDORA DA ETAPA DE ONTEM, A EQUIPE MITSUBISHI PETROBRAS CHEGA A PALMAS EM SEGUNDO LUGAR, ATRÁS DOS FRANCESES DA MINI QUE VOLTARAM A VENCER NOS CARROS.CLIQUE E AMPLIE AS FOTOS.

Guiga e Youssef completam especial com 2º melhor tempoClique na imagem para fazer o Donwload...Marcelo Maragni/Foto Arena
Clique na imagem para fazer o Donwload...
Equipe Mitsubishi Petrobras está na 4ª posição da geral

Eric Schroeder/Foto Arena
 

Palmas (TO), 30 de julho de 2013 - A Equipe Mitsubishi Petrobras conquistou mais um bom resultado nesta sexta etapa do Rally dos Sertões, encerrando a maratona. 

Guilherme Spinelli e Youssef Haddad completaram a especial com o segundo melhor tempo: 03h43min18. Foram os melhores brasileiros, atrás apenas de Peterhansel e Cottret.

"O dia de hoje foi ótimo, nos aproximamos bastante dos competidores da frente e passamos para a 4ª posição na geral", diz Guiga. A dupla garantiu o resultado mesmo não tendo um dia completamente limpo.

"Notamos uma falha no freio desde o início da especial e faltando 50km ficamos completamente sem freio, acabaram as pastilhas. Precisamos ir muito devagar, usando apenas o freio motor, para terminar a prova", conta o piloto.

Agora, eles começam a preparação para a etapa mais longa do rali, que passará pela região do Jalapão, conhecida pela dificuldade. 


O ASX Racing, depois de duas especiais sem manutenção da equipe de engenheiros e mecânicos, foi direto para o apoio, onde passará por uma revisão completa. 


"O carro tem que estar 100% para encarar os 514km de especial", fala Youssef. "O Jalapão sempre exige muito dos motores, mas nos últimos três anos tivemos ótimos resultados e esperamos repetir!"

Sétima etapa - Palmas (TO) - Palmas (TO)
Chegou o dia mais longo do Rally dos Sertões 2013. No total, as duplas percorrerão 746km, sendo 514km de especial. 


A prova promete ser completa, com todos os tipos de terreno. No início, estradas de média velocidade com erosões e dps, trechos travados com pedras, pontes de tora, travessia de rios e riachos. 

Depois, longas retas de cascalho até entrar no deserto do Jalapão, região conhecida pela dificuldade.


A Equipe Mitsubishi Petrobras tem o patrocínio de Mitsubishi Motors, Petrobras, iCarros, URacer, Protune e Axalta-Standox.


Equipe Mitsubishi Petrobras
Site: www.mitsubishipetrobras.com.br
Facebook: www.facebook.com/EquipeMitsubishiBrasil
Instagram: www.instagram.com/EquipeMitsubishiPetrobras
Twitter: www.twitter.com/eqpmitsubishibr
YouTube: www.youtube.com/eqpmitsubishibr

Programação - Rally dos Sertões 2013
31/jul - Quarta-feira - Etapa 07 - Palmas (TO) / Palmas (TO)
01/ago - Quinta-feira - Etapa 08 - Palmas (TO) / Minaçu (GO)
02/ago - Sexta-feira - Etapa 09 - Minaçu (GO) / Goianésia (GO)
03/ago - Sábado - Etapa 10 - Goianésia (GO) / Goiânia (GO) - Premiação na chegada

A FIAT SPA FECHA SEGUNDO TRIMESTRE COM AUMENTO DE 9% DO SEU LUCRO OPERACIONAL PARA 1 BILHÃO DE EUROS. AS VENDAS CRESCERAM EM TODOS OS CONTINENTES

A Fiat foi escolhida pelo papa Francisco nos seus deslocamentos no Rio de Janeiro.

A Fiat SpA fechou o segundo trimestre de 2013 com um crescimento de 9% do seu lucro operacional, para 1 bilhão de euros, e uma redução do sua dívida industrial para 6,7 bilhões de euros.

As receitas cresceram 4% no período, para 22 bilhões de euros, impulsionadas por uma maior demanda. 

O lucro líquido do grupo quase dobrou de nível em relação ao ano anterior, para 435 milhões de euros. 

Observa-se ainda que a liquidez do Grupo Fiat mantém-se fortalecida com 21 bilhões de euros.

As vendas de automóveis cresceram 5% no comparativo anual para 1,2 milhões de unidades, com crescimento de dois dígitos para as regiões LATAM (América Latina) e APAC (Ásia-Pacifico), acima de 4% para a região do NAFTA (EUA, Canadá e México) e abaixo de 5% para a região EMEA (Europa, Oriente Médio e África).

As receitas do Grupo totalizaram 22,3 bilhões de euros, o que representou um aumento de 4% em relação ao mesmo período do ano anterior (+6% dessazonalizado) em razão do crescimento das regiões do NAFTA, APAC e LATAM, e com uma redução de 3% na região do EMEA. As marcas de luxo e esportivos tiveram um crescimento de 14% no período.

Lucro Operacional
O lucro operacional do Grupo excedeu a 1 bilhão de euros, um aumento de 9% em termos nominais e 12% dessazonalizado (947 milhões de euros no segundo trimestre de 2012). 

O aumento deveu-se principalmente a uma maior redução das perdas na região EMEA e forte desempenho do anual na região APAC. 

Os resultados obtidos tanto na região do NAFTA - que foram ligeiramente melhores em relação ao ano anterior devido aos novos lançamentos do primeiro trimestre do ano - e da região LATAM estão dentro do previsto pelo Grupo.

O lucro líquido no trimestre foi de 435 milhões de euros (ante 239 milhões de euros no segundo trimestre de 2012) e a dívida líquida industrial foi reduzida para 6,7 bilhões de euros (ante 7,1 bilhões de euros no primeiro trimestre) devido a um bom fluxo de caixa.

PERSPECTIVAS PARA 2013
O Grupo mantém-se comprometido com as seguintes projeções para 2013:

Receitas: entre 88 e 92 bilhões de euros

Lucro Operacional: entre 4 e 4,5 bilhões de euros

Lucro Líquido: entre 1,2 a 1,5 bilhão de euros

Endividamento industrial líquido: 7 bilhões de euros

EQUIPE CAN-AM VENCEU A ETAPA MARATONA DO RALLY DOS SERTÕES NOS UTVS E NOS QUADRICICLOS MARCELO MEDEIROS CHEGOU NA FRENTE, EM PALMAS. A AMANHÃ, A FESTA SERÁ EM TORNO DA CAPITAL DO TOCANTINS.


Palmas (TO) – A equipe Can-Am foi a grande vencedora entre os UTVs da Etapa Maratona do Rally dos Sertões. O Can-Am Maverick conduzido por Carlo Collet e o navegador Marcos Lara foi novamente o mais rápido da categoria nesta terça-feira, de acordo com os resultados extra-oficiais, na segunda parte da etapa que não permite auxílio mecânico.

A prova largou de Natividade com direção a Palmas, no Tocantins, incluindo 424 quilômetros (355 de especiais). 


Assim, a dupla conquistou a terceira vitória seguida e parte para o dia mais longo da disputa, marcado para esta quarta-feira na temida região do Jalapão, no Tocantins.

“Vencemos metade do rali até agora, hoje tudo foi perfeito novamente”, comemorou Collet, que chegou a diminuir o ritmo da tocada durante o percurso. 


“Não tivemos nenhum problema e no abastecimento eu vi que já havia uma diferença grande para o segundo colocado. Preferi ser mais conservador e diminuir um pouco o ritmo, para evitar qualquer contratempo”, explicou o piloto, lamentando não ter completado o terceiro dia de prova.

“Estaríamos liderando com folga, mas rali é rali e tudo pode acontecer. Vamos seguir em frente”, lembrou. 


Na classificação geral, a dupla ocupa a terceira posição da classe, atrás de Rodrigo Varela/João Arena, que compete a bordo do Can-Am Commander. 

Como já virou tradição no rali, a etapa do Jalapão sempre é um divisor de águas, deixando muita gente pelo caminho. 

A região comparada a um deserto é inóspita e traiçoeira, e recebe grande parte do percurso desta quarta-feira. 

Será a primeira vez que o Sertões fará um roteiro em formato de laço, com largada e chegada na capital do Tocantins. O dia inclui nada menos do que 746 quilômetros, sendo 514 de especiais.

“Amanhã é ‘o’ dia no Sertões. É preciso respeitar o Jalapão e andar sem exceder os limites. Qualquer bobeira pode ter grandes consequências, como ficar no meio do nada debaixo de um calor de 40 graus, sem qualquer sombra”, contou o experiente piloto, que venceu cinco vezes o maior rali do país a bordo de quadriciclos.


“Eu fiquei parado uma vez no Jalapão em 2004 e não pretendo repetir a experiência”, concluiu Collet, com bom humor.


Quadriciclos
Na categoria para quadriciclos, Ernesto Jun foi o quarto colocado do dia a bordo do seu Can-Am Renegade 1000 XXC. 

O argentino Daniel Mazzuco confirmou a sétima colocação e continua sendo destaque entre os veículos 4x4, categoria que já faz parte do Rally Dakar. 

Ele ocupa a quarta colocação na corrida e compete com o Can-Am Renegade 800.


Com 10 etapas, o Sertões possui 4.115 quilômetros no total (2.488 de especiais) e termina no dia 3 de agosto, na capital goiana. O evento é válido pelo Campeonato Mundial de Rally Cross Country para motos e quadriciclos, incluindo ainda carros e caminhões.

UTVs
Resultados 6ª etapa (extra-oficiais)
1º - CARLO COLLET/MARCOS GOUVEA - 04:36:25 - Can-Am Maverick
3º - RODRIGO VARELA/JOAO ARENA - 04:48:09 - Can-Am Commander

Resultados acumulados (extra-oficiais)
1º - BRUNO SPERANCINI /LOURIVAL ROLDAN - 19:26:26
2º - RODRIGO VARELA/JOAO ARENA - 20:24:13 - Can-Am Commander
3º - CARLO COLLET/MARCOS GOUVEA - 29:38:15 - Can-Am Maverick

Quadris
Resultados 6ª etapa (extra-oficiais)

1º - MARCELO MEDEIROS - 04:21:48
4º - ERNESTO WATASHI - 04:42:53 - Can-Am Renegade 1000 XXC
6º - MOHAMED ABU-ISSA - 04:49:13 - Can-Am Renegade 800
7º - DANIEL MAZZUCCO - 04:56:19 - Can-Am Renegade 800

Resultados acumulados (extra-oficiais)
1º - MARCELO MEDEIROS - 18:09:31
4º - DANIEL MAZZUCCO - 20:18:58 - Can-Am Renegade 800
7º - MOHAMED ABU-ISSA - 22:02:04 - Can-Am Renegade 800
11º - ERNESTO WATASHI - 55:47:48 - Can-Am Renegade 1000 XXC

Programação – 21ª edição do Rally dos Sertões 2013*
7ª etapa - 31/07, quarta-feira
Palmas (TO) / Palmas (TO)
DI: 109 km
TE: 514 km
DF: 123 km
TOTAL: 746 km

* Clique para acessar o roteiro completo e detalhado.


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