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quinta-feira, 15 de agosto de 2013

OS MOTORISTAS NÃO PODEM SER RESPONSABILIZADOS PELO TRÂNSITO CAÓTICO DAS CIDADES. OS VEÍCULOS GERAM RECURSOS MAIS DO QUE SUFICIENTES PARA A CRIAÇÃO DE INFRAESTRUTURA VIÁRIA E ATÉ PARA INVESTIR EM TRANSPORTE SOBRE TRILHOS. ISSO É O QUE OS GOVERNOS AINDA NÃO "DESCOBRIRAM". O TEMA FOI ALVO DO CONGRESSO DA FENABRAVE QUE O NOSSO COLUNISTA FERNANDO CALMON DESENVOLVE.


Alta Roda 

Nº 746 — 13/8/13

Fernando Calmon



Trânsito sem demagogia
“Uma pessoa não pode se sentir culpada só por entrar em seu carro e dar partida para ir trabalhar.” 

Frase curta do presidente da Fenabrave, Flávio Meneghetti, refletiu simples desabafo durante a abertura, semana passada em São Paulo, do 23º congresso anual da entidade que engloba 7.000 concessionárias do País. Cerca de dois terços delas focam seus negócios em automóveis e comerciais leves.

De fato, existe tendência de demonizar os motoristas pela maior parte dos males, em especial o trânsito, das cidades. 

Poucos falam é que todo o setor automobilístico representa em torno de 5% do PIB (soma de tudo que um país produz), mas responde por 12% da arrecadação total de impostos. 

Em outros termos, os veículos geram recursos bem mais do que suficientes para investimentos em transporte de massa sobre trilhos, infraestrutura viária e ferramentas modernas de gerenciamento de trânsito.

Basta um exemplo. Fortaleza, capital do Ceará, tem 55% de sua rede de semáforos centralizada e controlada em tempo real. 


Em São Paulo, maior e mais rica capital do País, não chega a um terço e boa parte sem manutenção. 

Para melhorar a fluidez não adiantam só medidas oportunistas, como fez a prefeitura paulistana ao criar corredores para ônibus em avenidas apenas pintando faixas no asfalto. 

Prioridade para transporte coletivo obviamente deve existir, mas sem improvisação ou avaliação incorreta de custo-benefício. Castigar quem paga a conta está longe de resolver a situação.

Para sorte de quem faz política demagógica no trânsito, o dinheiro dos impostos continuará a fluir a rodos nos próximos anos pelo que se viu e ouviu no Congresso e Exposição Fenabrave. 


No entanto, há preocupações de curto prazo como o que acontecerá em 2014, quando estímulos fiscais provisórios terminarem em 31 de dezembro próximo. 

Exigências legais de segurança (airbags e freios ABS) terão impacto nos custos de modelos de entrada, a partir de 1º de janeiro próximo.

Na realidade, a forte concorrência atual e nos próximos anos ajudará a segurar preços reais (descontada a inflação). 


Hoje, 14 marcas produzem no Brasil; em 2017 serão 23. Segundo o economista Ricardo Amorim, em 15 anos, modelos de entrada passaram do equivalente a 55 salários-mínimos (SM) para menos de 40 SM, considerada carga fiscal cheia. 

Poder aquisitivo maior também explica um fenômeno nos últimos quatro anos. De acordo com Alexandre Abelleira, da VW, enquanto preços médios de venda subiram de R$ 34.000,00 para R$ 42.000 (carros mais equipados), a média dos mais baratos caiu de R$ 28.000 para R$ 26.700.

Lidar com massa de informações é um desafio para quem compra e quem vende. Até 12 fontes estão disponíveis para o consumidor, desde dicas de um conhecido às mídias tradicionais e digitais, além da própria concessionária. 


Facilidades criadas pela internet representam uma ferramenta de enorme valor: 70% dos compradores utilizam mecanismos de busca eletrônica, dos genéricos aos específicos.

Por outro lado, veículos seminovos terão papel ainda mais relevante nos próximos anos. Concessionárias e fabricantes deverão ampliar ações específicas e ofertas. No total, usados representam três vezes mais que os novos em vendas anuais.


RODA VIVA

NOVO Focus argentino chega no final de setembro e será o primeiro produto com motor flex de injeção direta de combustível (mais potência, menos consumo). 


Potência do 2 litros estará na faixa dos 170 cv com etanol. Dois projetos estudados (monovolume BMax e versão de sete lugares do EcoSport) foram descartados, mas SUV Kuga continua nos planos.

HONDA investirá 1 bilhão de reais em outra fábrica no interior de São Paulo. De Itirapina, a 200 km da capital, sairá o SUV compacto baseado na arquitetura do Fit/City exibido no Salão de Detroit este ano, ainda como modelo-conceito. 


Essa nova unidade também produzirá compactos de entrada, hatch e sedã, que estão em desenvolvimento por equipes do Japão e do Brasil.

RENAULT aproveitará sua cota de 9.600 unidades/ano (sem superIPI) basicamente para importar o SUV compacto Captur (início de 2014). 


Cupê Megane R.S. também virá porque há nicho a descoberto. Além do motor turbo de 2 litros/265 cv, o modelo tem sofisticação para quem gosta de acelerar: diversos ajustes finos, acelerômetro e cronômetro.

APESAR de carros elétricos contarem com apenas 0,2% das vendas mundiais (2012), eles permitem acelerações instantâneas e muito rápidas em uso urbano. 


De 30 a 70 km/h, por exemplo, o BMW i3 (de 170 cv) crava 2,7 s e acelera de 0 a 60 km/h em 3,7 s. São números equivalentes a de um Mini Cooper S que se destaca pela agilidade acima da média.

FORNECEDORES já executam testes avançados de motores (consumo e emissões) a fim de atender ao programa Inovar-Auto. Magneti Marelli investiu R$ 30 milhões no laboratório de Hortolândia (SP), agora apto a ciclos automáticos nos dinamômetros. Seu centro técnico tem praticamente a mesma área das instalações da matriz italiana, em Bolonha.
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fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

IMPERATRIZ, A SEGUNDA CIDADE DO MARANHÃO, GANHA UMA CONCESSIONÁRIA SCANIA DA CASA ALPHA E É UMA DAS MAIORES DO BRASIL, COM ESPAÇO PARA ATENDER CAMINHÕES E ÔNIBUS


Mais uma etapa do plano de expansão e desenvolvimento da rede Scania é cumprida com a inauguração da nova Casa Alpha Imperatriz, no Maranhão. 

A cerimônia de abertura foi realizada com a presença de representantes da Scania do Brasil, da Associação Brasileira dos Concessionários Scania (Assobrasc), diretores do Grupo Entreposto, clientes, transportadores, membros da classe empresarial e Sebastião Madeira, prefeito de Imperatriz.

"A Alpha Imperatriz já está de portas abertas para receber os clientes. Em tamanho, é uma das maiores concessionárias da rede Scania no Brasil. Temos 20 mil metros quadrados de terreno e uma área construída de 8 mil metros quadrados", conta Manuel Maria Correia Almeida Plantier, diretor do Grupo Entreposto. 


"Temos uma expectativa muito positiva para o crescimento do mercado de transporte na região em virtude das instalações de nova fábrica de celulose, além das oportunidades nos segmentos de construção civil, atacadista, de usinas de carvão e de investimentos em reflorestamento."

Além disso, na região passam, pelas rodovias, caminhões em direção a Manaus levando e trazendo desde cargas de linha branca até alimentos. 

"É algo que gera uma visibilidade importante para nosso negócio. A nova Casa está muito bem localizada e é de fácil acesso aos clientes", salienta Plantier. A Alpha também dará um fundamental apoio aos clientes que atuam nas rotas de Brasília e localidades.

"Nossa grande aposta está na preferência dos clientes pelo R 440, que já conquistou fama pelo Brasil de pesado mais econômico da categoria", revela Plantier. "Mas não podemos esquecer do potencial para os caminhões semipesados, fora de estrada e chassis de ônibus para aplicações urbanas."


A Casa Scania Alpha Imperatriz oferece estrutura completa aos clientes de caminhões e ônibus com equipes de vendas, serviços, serviços financeiros (Consórcio Scania e Scania Banco), departamento de peças originais Scania e 15 boxes na oficina, que podem atender de 20 a 25 veículos por dia. 

"Os frotistas já conhecem o excelente pós-venda da Scania e agora poderão adquirir os pacotes do novo Programa de Manutenção (Premium, Standard, Trem de Força e Compacto), adequados a cada perfil de operação. Portanto, temos condições de oferecer soluções de transporte, e não apenas vender produtos e serviços", explica Plantier. A nova concessionária está em conformidade com os altos padrões da rede Scania de atendimento, qualidade e normas ambientais.

Serviço
Nova Casa Scania Alpha Imperatriz - MaranhãoEndereço: BR 010, Rodovia Belém-Brasília - km 1553 - B. Coco Grande (Imperatriz)
Contato: (99) 3529-9400.



quarta-feira, 14 de agosto de 2013

CITROËN C4 PALLAS PASSA A CHAMAR-SE,. NO BRASIL, LOUNGE E ENTRA NA BRIGA COM O CIVIC, COROLLA, LANCER, ELANTRA, FOCUS, CRUZE E ATÉ 0 408. OS PREÇOS OSCILAM ENTRE R$ 60.500 E R$ 78 MIL. DA NOVA FÁBRICA DA HONDA SAIRÁ UM NOVO CARRO MAIS BARATO SOBRE A PLATAFORMA DO FIT/CITY. JAGUAR E TOYOTA TAMBÉM MODERNIZAM SEUS PORTFÓLIOS. AINDA HÁ VAGAS PARA O CURSO MITSUBISHI RACING MINISTRADO POR INGO HOFFMAN.

Coluna Nº 3313 de 14 de Agosto de 2013 
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Que quer o novo 
Citroën C4, agora chamado Lounge?

Com abertura de pré-vendas, dia 20 de agosto, e vendas com entregas aos 22 de setembro - a data pode ser mudada pois coincide com o Dia Mundial sem Uso de Automóvel -, o substituto do C4 Pallas quer concorrer com os japoneses Toyota Corolla, Honda Civic, Mitsubishi Lancer; coreano Elantra; alemão VW; com argentino e próximo Ford Focus; GM Cruze; e primo Peugeot 408, todos frequentadores da fatia dos sedãs médios no mercado nacional. 

Francesco Abbruzesi, italiano, diretor-geral da marca no Brasil, não apresenta números, mas aposta que duas dentre as três versões de decoração serão as mais demandadas. 

Tendance, intermediária, motor 2.0, câmbio mecânico – R$ 62.500 - ou automático, de R$ 67.000 e Exclusive, com motor 1.6 com turbo, automático, a R$ 72.500.

Versão de entrada a R$ 60 mil e de topo a R$ 78 mil. Argumenta entre novidade, formulação, conteúdo e preço. Como enfatiza, é o turbo mais barato do Brasil. 

Afirmativa coerente, não apenas pela palavra Turbo e seu fetiche, mas pelo bom resultado oferecido pelo motor que o recebe, o THP – publicitariamente iniciais do equivalente termo inglês de Turbo de Alta Pressão. 

Mesmo quem não saiba especificamente do que se trata, se é turbo é bom e se a pressão é alta, melhor ainda.

Como é
Considerado a partir de suas linhas, harmônicas, frente bem assinalada pela logo que separa capô de para-choques, é peculiar, dando forma concreta à filosofia do grupo PSA, francês, controlador das marcas Citroën e Peugeot. 

Com quedas de vendas e problemas de caixa na Europa, a PSA decidiu apostar em mercados externos. Vem conseguindo bons resultados, com mais vendas mundiais que européias. 

Tal mudança despadronizou os veículos, pela criação de linhas paralelas – para europeus um tipo de modelo; para mercados emergentes, especialmente Rússia, China e Brasil, outros.

O C4 chamado Lounge, exclusivamente no Brasil – nos outros países C4 L –, e há pequenas diferenças entre eles, traçada entre entendimentos e divergências com as equipes de design da empresa, incluindo palpites dos 15 profissionais deste ramo do PSA Latin America Tech Center.

Lounge, no linguajar dos nossos frequentadores de Miami, significando área de conforto, quer remeter à maior distância entre eixos entre os concorrentes e, daí, a capacidade de bem receber os passageiros dos bancos dianteiro e traseiro – neste, a possibilidade de reclinar o encosto em até 29 graus.

Há caracterização local, com o trato da suspensão para resistir à aspereza, agruras, irregularidades, desníveis e buracos das ruas e estradas nacionais, a capacidade de queimar gasálcool sem danos pelo motor 1.6 THP, e ter habilidade flex no 2.0. 


É atualizado com as tecnologias e confortos, desde o uso contido de 2 bolsas de ar na versão de entrada, crescendo até seis nas superiores, até à aplicação de sistema Keyless, que permite abrir e fechar o carro tendo a chave por perto, ligar e desligar por botão, piscas nos retrovisores externos, sistema de navegação com tela de sete polegadas, de som Arkamys, câmera de ré, faróis bi xênon auto direcionais, teto solar eletrônico, ar condicionado bi zone. 

Serão sete as cores, e as rodas em liga leve, tampando os freios a disco nas 4 rodas com auxiliares eletrônicos, como ABS e AFU, podem ser em aros 16 ou 17”.

A motorização, como dito, é 2.0, 4 cilindros, 16 válvulas, bloco em alumínio, com VVT para variação da abertura das válvulas e ganho de dirigibilidade. 


O motor 2.0 tem excelente dosagem de torque, 21,7 kgfm a álcool e 20,2 kgfm a gasálcool garantindo capacidade de andar em rotações baixas sem necessidade de mudar de marchas para passar sobre algum dos múltiplos quebra-molas que depõem contra a competência técnica dos Detrans e DERs. 

O motor THP foi finalmente reconhecido pela PSA como sendo produto de desenvolvimento comum com a BMW e com produção pela PSA – antes batia pé que era seu -, faz 165 cv de potência, mas sua grande diferença, imediatamente perceptível, são os 24,5 kgmf de torque em baixas rotações, com rápidas acelerações: parado a 100 km/h em 8,8 s.

A suspensão traseira é pobre com eixo rígido. Dianteira, com pseudo Mc Pherson 
– o adjetivo descreve um desenvolvimento tecnológico e não, como pode parecer, uma intervenção tipo genérica. 

A transmissão mecânica tem seis velocidades, mesma quantidade da caixa de automática desenvolvida pela japonesa Aisin, com mudança sequencial – a mudança, feita na alavanca, e a falta de trava de ré, permitem o engano do engate da ré, e os danos daí recorrentes. Direção eletro-hidráulica.

Argumentos paralelos de venda, garantia de 3 anos e revisões com preços contidos.



Começar de novo. A Citroën reprojeta e atualiza o C4. 



O Logan – e Etios, Versa, Cobalt - da Honda
Acabou a dúvida sobre o produto a ser feito na nova fábrica que a Honda inicia construir em Itirapina, SP. 


Com capacidade inicial instalada de 120 mil unidades anuais – idêntica à de sua fábrica em Sumaré, próxima a Campinas, SP – a nova instalação está dimensionada para produzir a plataforma de Fit/City. 

Mas não serão estes veículos, em vias de substituição, que cruzarão seus portões, mas uma linha de menor completude, simplificada, de construção econômica para ter preço final menor. 

Ela utilizará a atual base mecânica da família Fit e City e sobre ela construirá um veículo para ser sua primeira opção de mercado. 

A grosso modo a repetição do caminho aberto pela Renault com Logan, seguida por Nissan e Versa, GM e Cobalt. 

A fórmula é uma evolução do que se fez no Brasil, lançando carros de nova geração, porém mantendo o modelo antigo em produção. 

A atual fórmula é um pouco mais evoluída: utiliza a base mecânica, completa ou em partes existentes, cujo desenvolvimento já está pago, inteiramente amortizadas e, em lugar de mandá-las ao ferro velho, mantém-na em produção, vestindo-a com carroceria diferente, decoração simplificada, para conseguir vender a preço inferior ao dos outros produtos, de conceitos, medidas e linhas mais modernas. 

Exemplo fático no pedaço é o Chevrolet Agile, montado sobre a plataforma cansada do Celta de 1994.



Em negócio de olhos puxados, poder-se-ia dizer que a Honda segue a líder Toyota, cujo representante neste segmento é o atualmente mal sucedido Etios. 


Mas a Honda quererá apenas a parte boa e deve aproveitar a lição para dar melhor forma à proposta mal aviada pela Toyota, que trouxe um produto feito para o mercado indiano e, apenas passando para a esquerda o volante antes situado à direita, abusando dos plásticos de má qualidade e ajuste, além ofensiva demonstração de como pouco se importa com o consumidor nacional, economizando em não mudar a posição das saídas de ar para motorista, mantendo-a como seu projeto, dirigidas a quem ocupa o banco frontal dianteiro.

Industrialmente o novo produto, ainda sem nome, será feito sobre a plataforma dos atuais Fit e City. 


Seus novos modelos serão lançados brevemente, logo seguidos por um pequeno utilitário esportivo, variação sobre a nova plataforma. 

As novidades devem provocar um arranjo de logística na Honda, entre as fábricas brasileira no Sumaré, e argentina, em Campana, a uns 100 km de Buenos Aires. 

Possivelmente para lá será enviada a produção do City, num processo de complementariedade industrial entre peças. 

Para tanto é de se projetar um arranjo de construção, dividindo operações com a fábrica que a Honda mantém em Campanha, uns 100 km ao norte de Buenos Aires.

A nova linha a ser vendida a partir de novembro de 2014 em Itirapina terá, inicialmente, hatch e sedã, dentro da fórmula econômica já adotada por outras fabricantes e se inspirará em produtos de menor preço da Honda, os aqui desconhecidos tailandeses Brio e Amaze, cujo partido de projeto é o mesmo da Toyota – para clientes de mercados emergentes, compradores sem vivência para exigir receber um bom produto em troca de seu contato dinheirinho.

A Honda aplicará R$ 1 bilhão na nova instalação industrial e quer fazer lançamento em setembro de 2014.


Honda Amaze, inspirador para o novo produto.

Transporte quase 

supersônico, projeto grátis


Hiperloop, transporte a média distância, rápido, barato para fazer e operar.


Já imaginou fazer uma viagem entre, por exemplo, Belo Horizonte e Brasília em 40 minutos, e por projetados R$ 50? E voltar pelo mesmo preço? 


Já viu, não é passagem promocional em avião – até por que estas valem para apenas um trecho – mas numa proposta fática de Elon Musk, milionário sul africano e bem sucedido empresário nos EUA – acionista maior da fábrica de carros elétricos Tesla, criador do sistema de pagamento Paypal, presidente da Space X, fabricante de foguetes espaciais. 

O projeto leva o nome de Hyperloop e é, simploriamente um tubo elevado por pilares, em cujo interior a pressão muito baixa permitiria viagem de dezenas de cápsulas viajassem suspensas, cada uma com pequeno número de 28 passageiros, em poltronas reclinadas - para garantir a baixa altura da cápsula.

Curiosamente o milionário encomendou, desenvolveu, pagou, mas não irá implantar o projeto, inicialmente idealizado para uma linha californiana passado em seu quintal e ligando Los Angeles a San Francisco. 


Feitos os cálculos definiu-se que o projeto sairia por US$ 6 bilhões para instalar dois Hiperloops – um em cada sentido – contra US$ 70 bilhões de projetado trem bala para o mesmo projeto. 

Alegando necessidade de dedicação a seus outros negócios - o dos carros elétricos Tesla está acelerando - abre mão do interesse. Colocou na Internet, projeto completo, disponível a quem pretenda implantá-lo.

Não pense será impossível para o Brasil, exatamente porque as obras nacionais tem a característica de serem recordistas mundiais em preço elevado, em grande rede de benesses a ampla lista de periféricos formais ou não, apenas porque o sistema é gratuito e de implantação barata. 


Nossos políticos, fora e dentro do governo são inventivos, criativos, inimputáveis. Saberão viabilizá-lo. 

Quer ver? Está em www.spacex.com/sites/spacex/files/hyperloop_alpha-20130812.pdf.



Roda-a-Roda

Atrás – Construtora de carros com a racional tração dianteira, a Toyota estuda criar novo esportivo para dar referência à marca, como o fizeram o Supra, o MR2 e o Celica. 


Usavam motor frontal e tração traseira, sistema responsável pela melhor distribuição de pesos. 

A decisão da Toyota em assumir a liderança mundial de vendas sugere criar ícones esportivos. 

Seu engenheiro chefe, Tetsuya Tada, revelou planos de para veículos três portas, todos com objetivos claros: tração traseira e preço inferior a US$ 20 mil – uns R$ 46 mil. Conceito será mostrado no Salão de Frankfurt, setembro, dá corpo à ideia.

À frente – A Jaguar rascunha o projeto de nova família de produtos, menor, mais leve, com tração dianteira. 


A explicação para a mudança – a marca nunca teve carro com tração apenas nas rodas frontais – tem base legal. 

A regulamentação de consumo de gasolina na Europa estabeleceu 54.5 milhas por galão em 2025 – uns 24,20 km/litro – e tal medida é aferida sobre o consumo global dos carros da marca. 

Assim, fórmula natural é a de fazer novos carros mais econômicos, menores, para elevar a média de gasto. 

Como a novidade exige muito investimento, é possível que o desenvolvimento seja em comum com outra marca, um cruzamento de Jaguar.

Provocação – Do editor para instigar leitores Alfistas, clamando pela volta da marca ao mercado nacional e, a grosso modo, argumentam pelo fato de a Argentina fazer a importação, enquanto no Brasil a definição para o retorno da marca ser constantemente adiado.

No vizinho país a Centro Milano, nova representante da marca lançou promoção de leasing do modelo Giulietta Distinctive, motor 1.4 TJet, 170 cv. 


Leasing com opção de compra ao final do contrato. Prazo de 48 meses, valor residual de 25%. 

Em reais, para idéia, entrada de uns R$ 33 mil -, prestações mensais de aproximados R$ 2.000 e finais R$ 26.000 para quitar e se tornar proprietário – ou devolver o automóvel à financeira.

Leasing de Alfa Giulietta – na Argentina. Aqui? ...


Questão – Dúvida levantada internacionalmente sobre aquisição de Tungstêniio, metal muito utilizado industrialmente, de telas em LCD a coisas brutas como virabrequim de motores. 85% da produção é chinesa e lá consumida. 

Outros países valem-se de outros fornecedores, como a Colômbia. E aí surge a questão ético-industrial-econômica: o tungstênio colombiano é minerado pela FARC – Força Armada Revolucionária da Colômbia – vendido para arrecadar fundos para sustentar a guerrilha terrorista. 

Compradores são as grandes fabricantes, Volkswagen, BMW, Ferrari …. que por política interna selecionam fornecedores apenas entre fontes limpas e legais. 

Entretanto, um levantamento feito pela agência econômica Bloomberg indica ser impossível separar o que provém de operações econômicas normais, e o percentual fornecido pelo terrorismo.

Fomento – A Ford está em pleno gás promocional. Para apresentar seus novos produtos. 


Fusion 2.5 Flex a clientes de voos, em acordo com a Airport Park, nas proximidades de Guarulhos, oferecendo a todos os usuários deslocar-se para o Aeroporto dirigindo o automóvel. 

Coisa rápida, fugaz, mas faz a apresentação do produto e instiga melhor conhece-lo.

Para New Fiesta, se um cliente fizer locação de unidade completa, com transmissão automatizada Powershift, por dois dias, na locadora Hertz, a Ford oferece o terceiro graciosamente. Parte do princípio que, quem dirigir, compra.

Sem noção – Anúncio do novo Fiesta coloca-o em peripécias como carro dirigido por policial em caça a meliantes e, no pega, destrói-se por capotamento o carro dos bandidos, um Dodge Charger. 


Quem fez não gosta de automóveis. Quem gosta não os destrói, muito menos uma boa referência da indústria nacional, e de poucos exemplares remanescentes, para fazer um anúncio fugaz, é falta de noção.

Idem - Mal formulada, mal apresentada, poucas vendas, tentativa de elevar vendas através de mal sucedida redução de preço. 


Junto com o Toyota Etios, a dupla de micos no mercado. Para nova tentativa diz-se, a GM re lançará a sua camioneta TrailBlaser. Retoques, motorização, preço menor. 

A Toyota reza no mesmo caderno: reduziu o preço, e reacerta o carro, lançando a versão corrigida no mercado argentino, abrindo prazo para apresentar as correções ao consumidor brasileiro, evitando o rótulo de relançamento.

Ônibus - A Mercedes-Benz no Brasil fornecerá 134 chassis de ônibus para o sistema de transporte urbano BRT em Johanesburg, África do Sul. 


As carrocerias serão Marcopolo, multinacional brasileira de ônibus com filial na cidade. A expertise da filial brasileira em adaptar sistemas de direção para a chamada

Mão Inglesa - Fluxo pelo lado esquerdo -, e a vivencia com o sistema capaz de baixar o piso dos ônibus – o ajoelhamento – determinou a escolha. A Marcopolo acaba de comemorar a produção do ônibus 50º mil.

Sem esta – Tribunal Regional Federal da 1ª. Região, em Brasília, deu provimento a Mandado de Segurança Coletivo interposto pelo Sindicato de Concessionários e Distribuidores de Veículos, em Brasília, contra decisão do CREA/DF – entidade corporativa de engenheiros –, que determinava a exigência de as concessionárias contarem com um engenheiro mecânico. 

Cabe recurso  Em Brasília, há alguns anos, tentou-se medida assemelhada com entidade sindical impondo a exigência de as gráficas terem um jornalista para revisar os impressos. Também não colou.

História – Programa de televisão que mescla temas atuais com referencias históricas, o sítio Memória Motordará destaque aos vídeos e fotos de competições antigas de automóveis e motos. 

Criação do ex-piloto de motos e jornalista João Mendes, transformar-se-á em rico arquivo a pesquisadores das competições cariocas. 

Detalhes, www.memoriamotor.com.br. O programa também apresentará os vídeos releases de novos lançamentos da indústria.

Mão de obra – Para quem gosta de dirigir rapidamente e quer fazê-lo de maneira certa, o curso Mitsubiishi Racing Experience e a Premium Racing School, ambas fomentadas pela marca no autódromo particular Velo Cittá, em Mogi Guaçu, SP, ainda tem vagas para setembro e outubro. 


Coordenados pelo multi-campeão Ingo Hoffmann, usa o mais novo ícone do automobilismo brasileiro, o Lancer Evo R, e dura um ou dois dias, é intensa e personalísticamente monitorado e, de acordo com os tempos de volta obtidos permite requerer carteira de piloto de competição junto à CBA.

Deveria ser obrigatório pelos departamentos de trânsito aos que acham-se capacitados a andar rápido – e na maioria das vezes é apenas um terrorista no trânsito –, e a todos os multados por dirigir sob espírito de emulação esportiva.


Antigos – Mais elegante dos concursos de automóveis antigos no mundo, o californiano Pebble Beach terá presença de dois Mercedes-Benz levados pelo Museu desta fábrica. 


Como esportivo, um Benz – a marca ainda não se fundira com a Mercedes - Prinz Heinrich 1910. 

Restaurado pela Mercedes-Benz Classic, é um dos primeiros verdadeiramente esportivos. Motor com 5.400 cm3, quatro cilindros, 16 válvulas, dupla alumagem – dois magnetos e duas velas por cilindro, 80 cv e velocidade máxima de 126 km/h. 

No segmento luxo levará outro Benz, o 24/40 hp Landaulet 1907. O evento, em seu 63º. ano, reúne à beira da famosa praia de cascalho 250 veículos convidados, entre automóveis e motos. 

Nele a marca conseguiu inúmeros prêmios, incluindo o disputado e exclusivo Best of Show.
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End eletrônico: edita@rnasser.com.br 
Fax: 55.61.3225.5511 

CARTILHA "IGUALDADE RACIAL É PRA VALER" E VÍDEO DA PETROBRAS DÃO MAIS UM PASSO PELO FIM DA DISCRIMINAÇÃO RACIAL. DESTINADO A 26 MIL FRENTISTAS DE 900 MUNICÍPIOS, O MATERIAL INCLUI CONTEÚDO SOBRE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, RESPONSABILIDADE SOCIAL E PROMOVE O FIM DO RACISMO NO PAÍS.



A Petrobras Distribuidora lançou nesta terça-feira (13/8), em parceria com a Petrobras e a Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da Presidência da República, uma cartilha e um vídeo para frentistas sobre igualdade racial. 

O conteúdo, que integra o programa Capacidade Máxima, é voltado para 26 mil frentistas, de mais de 4.000 postos, em cerca de 900 municípios brasileiros, e será realizado em 17 ônibus que foram transformados em salas de aula. 

Além da exibição do vídeo e da distribuição de cartilhas sobre o combate à discriminação e promoção da igualdade racial, as unidades móveis de treinamento (UMTs) levarão capacitação técnica a frentistas de todo o país. 

A cartilha pode ser acessada no site: www.br.com.br.

Igualdade pra valer
A primeira turma a trabalhar com o conteúdo é formada por profissionais do Posto Escola Lagoa, no Rio de Janeiro, participou de um treinamento inaugural. 

Após assistir a um vídeo sobre a promoção da igualdade racial, os profissionais receberam a cartilha Igualdade racial é pra valer - que tem o título inspirado na campanha de mesmo nome, lançada pela Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, em 2011, e que busca envolver a sociedade pelo fim do racismo no Brasil. 

A cartilha esclarece o que é preconceito, discriminação, racismo e injúria racial, além de trazer outras informações para a promoção da igualdade racial. 

O material utiliza uma linguagem simples e objetiva para tratar da legislação, do Estatuto da Igualdade Racial, além do conceito de ações afirmativas.

Participarão do evento a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luíza Bairros, o presidente da Petrobras Distribuidora, José Lima de Andrade Neto, e o gerente executivo de Responsabilidade Social da Petrobras, Armando Ramos Trípodi.




Capacidade Máxima
O Capacidade Máxima é o programa de capacitação mais completo e abrangente do segmento e busca formar tecnicamente as equipes para um atendimento de excelência. 

Oferece treinamento no local de trabalho, em que os frentistas são acompanhados no momento do abastecimento dos veículos nos postos, em sala de aula e nas Unidades Móveis de Treinamento, que levam não só capacitação técnica, mas também divulgam temáticas de responsabilidade social. 

Desde o início do programa, em 2006, foram oferecidas mais de 300 mil vagas de treinamento. 

A partir de 2010, em sinergia com o Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça do Governo Federal, foi introduzido o tema da violência contra a mulher como conteúdo da capacitação e, agora, soma-se também o tema da igualdade racial. 

O treinamento sobre igualdade racial para frentistas é uma das ações da Petrobras Distribuidora alinhada ao Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça, que é coordenado pela Secretaria de Políticas para as Mulheres.

O Programa e o Selo Pró Equidade de Gênero e Raça
Desde 2006, a adesão das empresas do Sistema Petrobras ao Programa Pró-Equidade de Gênero e Raça tem sido progressiva. 

Naquele ano, a Petrobras fez a sua primeira adesão e, desde então, implementou variadas ações que reconhecem a equidade de gênero e o respeito à diversidade nas relações de trabalho. 

Entre essas ações destacam-se a realização do Censo para Diversidade, a implantação de salas de apoio à amamentação, a adaptação de uniformes da Petrobras levando em conta aspectos ergonômicos das mulheres, a instituição da licença maternidade de 180 dias, o reconhecimento de casais parceiros de mesmo sexo na Assistência Multidisciplinar de Saúde da Petrobras, além de cursos de formação continuada na Universidade Corporativa com conteúdos de gênero e diversidade. 

Por essas e outras ações, a Petrobras conquistou, por quatro vezes consecutivas, o Selo Pró Equidade de Gênero e Raça.

Na Petrobras Distribuidora, gênero e raça são temas trabalhados em programas voltados a novos empregados, estagiários e ao desenvolvimento de líderes. 

Em 2012, a alta administração da Companhia (presidente, diretores e gerentes executivos da Petrobras Distribuidora) participou de capacitação relacionada à temática racial e ao impacto do racismo nas organizações.

Combate à discriminação na Petrobras
Na área de Investimentos Sociais, a Petrobras patrocina o prêmio "Camélia da Liberdade" e o projeto "A Cor da Cultura", que têm como objetivos comuns a valorização da história e da cultura afro-brasileira no currículo escolar. 

O projeto "A Cor da Cultura" contribui para a implementação da lei que institui o ensino de história da África e da participação da população negra no Brasil nos currículos escolares.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

MUSEU DA MERCEDES-BENZ FOI UM DOS VENCEDORES DO PRÊMIO "TRAVELERS CHOISE 2013. O MUSEU É O LÍDER DE VISITANTES DAS ATRAÇÕES DE STUTTGART: EM 2012 FORAM 722.000 E DESDE A ABERTURA MAIS DE 5 MILHÕES DE PESSOAS, DESDE 2006.


O portal de internet TripAdvisor nomeou o Museu da Mercedes-Benz um dos vencedores do prêmio “Travelers’ Choice 2013” – a escolha dos viajantes. 


Nos top 10 destinos de viagem na Alemanha, o museu ocupa o segundo lugar na categoria “Museus na Alemanha”. 

Na categoria “Atrações em Stuttgart”, o Museu Mercedes-Benz ficou em primeiro lugar.

Até julho de 2013, um total de 814 viajantes na Alemanha deram veredictos exclusivamente positivos no portal de internet do TripAdvisor: “Definitivamente vale a pena uma visita, mesmo que você não seja um fã do automóveis”, é a mensagem. O ranking atual é baseado quase que exclusivamente nos melhores resultados “Excelente” e “Muito bom”. 


Muitos usuários elogiam a arquitetura única do museu, bem como a maneira em que combina a história do automóvel e da tecnologia com a história contemporânea em geral. 

Há também uma avaliação muito positiva das oportunidades disponíveis para que as crianças explorem a exposição - como com a ajuda de textos apropriados à idade no guia de áudio.


Desde a abertura, em maio de 2006, mais de cinco milhões de pessoas já visitaram a exposição da Fascinante História do Automóvel no Museu da Mercedes-Benz. 

Com o aumento anual do número de visitantes (722.000, em 2012), ele estabeleceu-se firmemente no cenário regional e nacional de museus e espaços culturais, e também como um destino de viagem na Alemanha. 


A proporção de visitantes internacionais é de cerca de 35%. Em uma pesquisa conduzida pelo Conselho Nacional de Turismo Alemão, em 2012, o Museu da Mercedes-Benz foi o único museu de automóveis votado nos Top 50 destinos turísticos alemães.

O museu Mercedes-Benz está aberto de terça a domingo de 9 às 18 horas. Consultas, reservas e informações: de segunda a domingo de 9 às 18 horas pelo telefone: +49 (0) 711/17 30 000, ou pelo email classic@daimler.com ou pelo site www.mercedes-benz-classic.com/museum.


PEUGEOT INAUGURA NOVO SITE INSTITUCIONAL, COM NOVOS E MODERNOS RECURSOS E MUITO MAIS VISÍVEL E RÁPIDO.


Novos recursos, com showroom remodelado e área exclusiva de carros conceito, facilitam a navegação dos usuários, que ficou ainda mais rápida.

A tecnologia empregada nos veículos da marca não ficou de fora do novo site institucional da Peugeot, que acaba de estrear.

As inovações começam pelo design, que segue a nova identidade visual, cores renovadas e imagens maiores tornam ainda mais interessante a navegação, que também ganhou recursos que ajudam a descobrir os modelos Peugeot de forma fácil e amigável.

Concebido com tecnologia de ponta e utilização do HTML 5, que proporciona uma navegação mais rápida e dinâmica, o site ainda mais integrado às redes sociais e conta com um novo sistema de localização de concessionárias, mais completo e adaptado aos serviços do Google Maps.

A navegação também está mais objetiva, com áreas distintas que apresentam os destaques por categoria, levando o visitante onde ele realmente tem interesse.

É possível acessar ainda o novo canal de notícias sobre o universo Peugeot e seus produtos, além de visitar o novo showroom do site e seu configurador. 


Para os aficionados em tecnologia de ponta, o espaço da Marca na internet estreia uma área exclusiva para carros conceito.

Com o novo site, o prazer de dirigir que a Peugeot proporciona aos condutores em seus modelos pode ser experimentado também por aqueles que navegam na internet. Confira em www.peugeot.com.br.

QUE O TRÂNSITO NO BRASIL É UMA GRANDE BAGUNÇA TODO O MUNDO SABE, SÃO ÔNIBUS EM ALTA VELOCIDADE E FURANDO SEMÁFOROS E DEIXANDO VÍTIMAS DIARIAMENTE, CARROS ESTACIONADOS EM CALÇADAS, DESRESPEITO DO DIREITO DE OS PEDESTRES ATRAVESSANDO AS RUAS. PARA TENTAR PÔR UM POUCO DE ORDEM NESSA SITUAÇÃO, J. PEDRO CORRÊA ESCREVEU UM LIVRO COM A EXPERIÊNCIA DE PAÍSES ONDE O TRÁFEGO É PRATICADO COM CIVISMO, COM O APOIO DA VOLVO.




O que é preciso para criar cultura de segurança no trânsito no Brasil? Para o especialista e consultor de segurança no trânsito, J. Pedro Corrêa, é necessário comprometimento para colocar em prática um plano de ação com objetivos concretos e de longo prazo, a exemplo do que fazem os países desenvolvidos.

De acordo com o especialista, sem uma cultura de educação nesta área, o Brasil terá dificuldades de se inserir como efetiva liderança mundial. 


“Para um país que quer crescer e ter lugar de destaque entre as maiores economias do mundo, é absolutamente indispensável ter um trânsito organizado e seguro”, afirma J. Pedro Corrêa.

Para mostrar exemplos bem sucedidos de disseminação da cultura de segurança no trânsito, o especialista está lançando o livro “Cultura de Segurança no Trânsito – Casos brasileiros”, com o patrocínio da Volvo, por meio da Lei Federal de Incentivo a Cultura.


“A segurança é um dos nossos valores essenciais, a Volvo contribui para mudar esta dura realidade do trânsito no Brasil. O Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST), é mais longa ação desenvolvida por uma empresa em prol do trânsito mais seguro. Nos orgulha apoiar uma iniciativa como esta do J. Pedro, de lançar um livro com o objetivo de propor ideias e mostrar que é possível sim construirmos um trânsito mais humano e seguro”, afirma Solange Fusco, gerente de comunicação corporativa do Grupo Volvo América Latina.

O livro reúne dezenas de cases que tiveram resultados efetivos para a melhoria e disseminação da cultura de segurança no trânsito. 

Dividido em sete capítulos - arte, conhecimento, cultura, governo, informação, setor privado e sociedade – apresenta boas práticas de governos e grandes empresas, além de iniciativas individuais.

O objetivo do livro é apresentar exemplos que sirvam de inspiração e até mesmo possam ser copiados. 

 “A qualidade da educação no Brasil ainda deixa a desejar. Nos falta civismo e respeito, e isso reflete diretamente no trânsito. Portanto, acredito que é fundamental disseminar práticas que estimulem a cultura da segurança no trânsito para diminuir a distância que nos separa dos países desenvolvidos. Temos um longo caminho pela frente, mas, na minha opinião, o país está pronto para essa virada”, diz o autor.

Os cases retratados no livro foram selecionados a partir dos inscritos nas edições do Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito, uma das ações realizadas pelo PVST, que tem como proposta reconhecer e dar visibilidade a iniciativas da sociedade que contribuem para um trânsito mais seguro.

O autor
J. Pedro Corrêa é especialista em segurança no trânsito e consultor de programas de trânsito. Jornalista e Relações Públicas atuou em rádio, jornal e televisão, além de ter uma ampla experiência em comunicação empresarial. 

Foi gerente de comunicação da Volvo do Brasil por 15 anos e criador do PVST, que já completou 25 anos de atuação, onde até hoje atua como consultor.

O livro pode ser adquirido pelo e-mail pvst.br@volvo.com

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

RALIS MITSUBISHI EM PENEDO FORAM SUCESSO ABSOLUTO. PILOTOS EMBRENHARAM-SE NA SERRA DA BOCAÍNA PARA PROVAS DE MUITA LAMA


Penedo (RJ) - A Nação 4x4 foi recebida de braços abertos em Penedo para mais uma competição repleta de aventura, diversão e emoção, neste domingo.

Cerca de 140 carros participaram da terceira etapa do rali de estratégia Mitsubishi Outdoor, que desbravou a belíssima região da Serra da Bocaina.


Os competidores precisaram caprichar na estratégia para escolher os melhores caminhos e cobrir o mapa de atividades, que incluiu trilha de bike, caminhada, travessia de cachoeira e rio. 

Além de enfrentar estradas de terra e serras, as equipes ainda colocaram à prova toda robustez dos Pajero, L200, Outlander e ASX 4x4 em um circuito off-road.


E a parte cultural não ficou de fora! Os participantes provaram farofa de içá (formiga muito comum na região), que é um prato típico indígena e ainda tiveram aula de artesanato local: aprenderam a confeccionar um pássaro de madeira.

O rali de estratégia Mitsubishi Outdoor completa 10 anos este ano com novidades. Os proprietários de ASX 4x4 e Outlander 4x4 agora também participam das provas. 


Campeões
O Mitsubishi Outdoor é dividido em duas categorias: Extreme, para os mais experientes, e Fun, para as equipes que estão começando.

Na terceira etapa do ano, a equipe Mit-ira da Lama, a bordo de uma L200 Triton e um Pajero TR4, comemorou a vitória na categoria Fun. 

Já na categoria Extreme, vitória da equipe Tamboré, que competiu a bordo de uma L200 Triton e uma L200 Outdoor. Os participantes celebraram com muita emoção o lugar mais alto do pódio.


Mitsubishi Pró Brasil
A Mitsubishi Motors, mais uma vez, realizou a ação social Mitsubishi Pró Brasil. Nesta etapa, foram arrecadadas 12 toneladas de alimentos, entregues para o Amparo Social de Itatiaia.

A próxima etapa do Mitsubishi Outdoor será no dia 14 de setembro, em Curitiba (PR).

Resultados - 3ª etapa - Penedo


Categoria Extreme

1) Tamboré
2) Speedy Gonzales
3) Bailune Motors


Categoria Fun
1) Mit-ira da Lama
2) River Stones
3) Crazy Bird

domingo, 11 de agosto de 2013

PILOTO BRASILEIRO VENCE NA INGLATERRA NA FÓRMULA 3 E SOBE PARA 6º NA CLASSIFICAÇÃO GERAL. ESTA FOI A SEXTA VITÓRIA DE FELIPE GUIMARÃES ESTE ANO NA COMPETIÇÃO


O brasiliense Felipe Guimarães (Jesus Saves/Fittipaldi/Marc Jr) é mais um brasileiro a fazer sucesso na Europa em sua caminhada rumo à Fórmula 1. 

Líder do Campeonato Sul-americano de Fórmula 3, ele venceu neste domingo (11/8) a oitava etapa do Campeonato Inglês de F-3 no tradicional circuito de Brands Hatch, na Inglaterra.

A vitória foi maiúscula, de ponta a ponta, depois de largar da primeira fila, na segunda posição. 

No sábado Felipe Guimarães terminou a sétima etapa na sétima posição, com um carro difícil de ser controlado, pois saía muito de traseira. 

O brasiliense está estreando um chassi mais atualizado do que utilizou nas seis primeiras corridas, mas para a primeira prova deste domingo o monoposto da Fortec Motorsport estava com um acerto melhor. Com a vitória Felipe Guimarães subiu para a quarta posição no campeonato.

O encerramento da rodada tripla será ainda neste domingo, com o único brasileiro do grid largando da sexta posição.

Confira o resultado da oitava etapa da F-3 inglesa:
1) Felipe Guimarães, Brasil, Fortec, 23 voltas em 30min51s983;
2) Antonio Giovinazzi, Itália, Double R, a 2s609;
3) Jazeman Jaafar, Malásia, Carlin, a 13s063;
4) Jordan King, Inglaterra, Carlin, a 17s290;
5) Jann Mardenborough, Inglaterra, Carlin, a 19s918;
6) Sean Gelael, Indonésia, Double R, a 27s889;
7) Tatiana Calderon, Colômbia, Double R, a 38s515;
8) Ed Jones, Inglaterra, West-Tec, a 44s396.
9) William Buller, Irlanda do Norte, Fortec, a 50s279;
10) Nicholas Latifi, Canadá, Carlin, a 1min00s390.

Confira o grid de largada da nona etapa:
1) Jazeman Jaafar, Malásia, Carlin, 1min18s134;
2) Jordan King, Inglaterra, Carlin, 1min18s292;
3) Nicholas Latifi, Canadá, Carlin, 1min18s500;
4) Jann Mardenborough, Inglaterra, Carlin, 1min18s711;
5) Antonio Giovinazzi, Itália, Double R, 1min18s847;
6) Felipe Guimarães, Brasil, Fortec, 1min19s041;
7) William Buller, Irlanda do Norte, Fortec, 1min19s224;
8) Sean Gelael, Indonésia, Double R, 1min20s052;
9) Tatiana Calderon, Colômbia, Double R, 1min20s420;
10) Ed Jones, Inglaterra, West-Tec, 1min20s627.


BRUNO BAPTISTA VENCE COPA SÃO PAULO LIGHT DE KART E SOBE PARA A TERCEIRA POSIÇÃO NA DISPUTA LIDERADA POR EVANDRO BAMBIRRA


O paulista Bruno Baptista (TekBond) venceu, ontem (10/8), a sexta rodada da Copa São Paulo Light de Kart, no Kartódromo de Aldeia da Serra, em Barueri (SP). 

Com o resultado ele subiu para terceiro no campeonato, apenas cinco pontos atrás do mineiro Evandro Bambirra, que assumiu a liderança do certame com 43 pontos ao terminar em terceiro. 

Rodrigo Baptista (SPFC) caiu para a vice-liderança, com 41 pontos, depois de sofrer com problema no seu kart na primeira prova.

Depois de ter estabelecido o segundo tempo para a largada, a apenas 65 milésimos de seu companheiro de equipe e primo que garantiu a pole position, Rodrigo Baptista enfrentou pane no carburador de seu kart no momento em que foi alinhar para a largada e logo depois abandonou. 

Largando da última posição na segunda bateria, estabeleceu a volta mais rápida e recebeu a bandeirada em quarto.

Pontuação da Sprinter na Copa São Paulo Light de Kart depois de seis etapas: 1) Evandro Bambirra, 43 pontos; 2) Rodrigo Baptista, 41; 3) Bruno Baptista, 38; 4) Lucca Croce, 36; 5) Erick Lutum, 36; 6) Julio Wolff, 32.



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