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sábado, 4 de julho de 2015

FORD LANÇA NOVO FOCUS HATCH 2016, IMPORTADO DA ARGENTINA, COM A MESMA MOTORIZAÇÃO - 1.6 DE 135 CV E 2.0, 178 CV -, MAS MAIS COMPLETO, COM MELHOR ACABAMENTO E PREÇO COMPETITIVO EM TODAS AS VERSÕES. A MAIS BARATA COM MOTOR 1.6 CUSTA A PARTIR DE R$ 69.900. PROPRIETÁRIOS DOS FOCUS 2014/2015 TERÃO DESCONTO DE 15% SE OPTAREM PELA COMPRA DO NOVO MODELO, QUE CONTA COM CONTROLES DE ESTABILIDADE, TRAÇÃO E DE TORQUE EM CURVAS, ALÉM DO ASSISTENTE DE FRENAGEM AUTÔNOMO NA VERSÃO TITANIUM TOP DE LINHA QUE CUSTARÁ R$ 95.900.00. A NOVA GERAÇÃO TEM O MESMO PREÇO DA ATUAL



Depois de dois anos de lançado no Brasil, um novo Ford Focus hatch chegará ao Brasil. O modelo 2016 com a grade frontal do Aston Martin e novo conjunto ótico, já aplicados ao Fusion e ao novo Fiesta, será apresentado, em julho, aos técnicos das concessionárias. A venda acontecerá, em princípio, em setembro deste ano.



Talvez para minimizar e compensar a desvalorização do antigo modelo que é substituído em apenas dois anos, a Ford anunciou a concessão de um desconto de 15% na compra do novo modelo, aos proprietários dos modelos 2014/2015. 


A oferta será, porém, válida por três meses, e vale apenas durante o sistema de pré-venda. 

O desconto, segundo a Ford, não está condicionado à venda do veículo usado e quem adquiriu o veículo financiado também tem a opção de carregar o financiamento para o modelo novo.

“Esta é uma ação inédita de respeito ao consumidor, criada para a sua fidelização”,
  afirma Oswaldo Ramos, gerente-geral de Marketing da Ford. O que não deixa de ser verdade. 

“Com esse desconto especial estamos mostrando que o cliente que já está na linha Focus é o mais importante para nós”, sublinhou.


Seguro próprio
Junto com o Novo Focus, a Ford lança também uma condição inédita no mercado de seguros para a linha, por meio do programa Seguros Ford. 

Além do preço muito competitivo para todas as versões, quem adquirir a versão Titanium Plus terá um desconto de 15% no seguro, na condição promocional de lançamento, já que essa versão vem equipada com assistente de frenagem autônomo que reduz a probabilidade de acidentes em baixa velocidade.


“O Focus é um carro para quem gosta de carro, com um conjunto de inovações que vão desde o design até a criação de versões completas”, defende o gerente-geral de Marketing da Ford. 

“Como ele é um dos veículos de maior lealdade dos clientes, preparamos uma estratégia de comercialização que vai desde uma pré-venda exclusiva com descontos para proprietários dos modelos atuais 2013/2014 até os preços mais atrativos do segmento", acrescentou.


O novo hatch 2016 com inovações no design, tecnologias inéditas de segurança e conveniência e mecânica ainda mais apurada.


O carro também chega mais completo e com uma estratégia de mercado agressiva no segmento: parte de R$ 69.900 – o mesmo preço da geração anterior –, só que com muito mais equipamentos e refinamento.


Por esse valor, o modelo de entrada SE 1.6 já vem de série com: rodas de liga leve de 17”, sistema AdvanceTrac, freio a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, sistema de conectividade SYNC com tela colorida de 4,2”, AppLink e Assistência de Emergência, faróis de neblina, acendimento automático dos faróis, espelho retroviso
r eletrocrômico, sensor de chuva e chave programável MyKey, entre outros itens.

Por uma diferença de R$ 2.000, o consumidor pode optar pela versão SE Plus 1.6, que acrescenta: rodas de liga leve 17” exclusivas, airbags laterais, bancos revestidos em couro, sensor de estacionamento traseiro, controle de velocidade de cruzeiro, limitador de velocidade e ar-condicionado automático digital de dupla zona. 


Esse mesmo pacote com motor 2.0 Direct Flex e transmissão sequencial de seis velocidades sai por R$ 78.900, na versão SE Plus 2.0 AT.

A versão Titanium 2.0 AT, com acabamento Titanium, rodas exclusivas, airbags de cortina, chave com sensor de presença e partida inteligente Ford Power, sistema de conectividade SYNC com MyFord Touch e Sony Premium Sound, custa R$ 86.900. 

Já a topo de linha Titanium Plus 2.0 AT, com assistente de frenagem autônomo, faróis bi-xenon adaptativos, sistema de estacionamento automático de segunda geração, espelhos com rebatimento elétrico, banco do motorista com ajuste elétrico e teto solar elétrico, fica em R$ 95.900, com itens que realmente somente são encontrados em carros  de preço muito superior.

Tecnologias inéditas
A chegada do novo modelo, simultaneamente aos mercados europeu e norte-americano, mostra a importância deste veículo na linha mundial da marca. 

Ele representa uma grande evolução, com a modernização do seu design esportivo e aerodinâmico, novos faróis, grade dianteira trapezoidal e rodas de liga leve aro 17, seguindo a tendência global da marca. 

O interior refinado, em estilo cockpit, centrado no motorista, exibe materiais de acabamento premium.


Entre suas novas tecnologias, destaca-se o assistente de frenagem autônomo, que evita a colisão traseira em velocidades de 20 km/h e reduz de forma significativa o impacto em até 50 km/h. 

Há ainda o sistema de estacionamento automático de nova geração, para vagas paralelas e perpendiculares, além dos faróis bi-xenon adaptativos que ajustam a iluminação de acordo com a condição de rodagem. 

Toda a linha conta com o recurso AdvanceTrac, uma combinação de funções de segurança, incluindo o controle de estabilidade e tração. 

Incorpora ainda conectividade e um sistema de acionamento do SAMU em caso de acidente.

A dirigibilidade, reconhecida como uma das principais qualidades do Focus, foi acentuada através do refinamento mecânico, com o aumento da rigidez da carroceria e novas calibrações de direção e suspensão. 

Finalmente, o Focus vem com troca de marchas atrás do volante.
Somam-se a esses elementos o casamento ideal com os dois avançados motores de última geração que permanecem na linha: o 1.6 Sigma Flex, de 135/131 cv, com transmissão manual de cinco velocidades, e o 2.0 Direct Flex, de 178/175 cv, com transmissão sequencial de seis velocidades, agora disponível com o sistema de acionamento "paddle shift”.


Dirigibilidade e eficiência
O desenvolvimento de engenharia do Novo Focus Hatch 2016 foi um trabalho apoiado em quatro pilares: prazer de dirigir, segurança, inovação e qualidade. 

O seu objetivo foi aprimorar ainda mais o desempenho dinâmico do carro que é reconhecido como referência em dirigibilidade.

O aprimoramento aerodinâmico e do sistema elétrico são outros avanços que contribuem para aumentar a eficiência energética do Novo Focus. 

O seu coeficiente de arrasto foi reduzido para 0,287 Cx (um ganho de 3% comparado ao modelo anterior). 

O novo sistema de monitoramento da bateria e o compressor do ar-condicionado de geometria variável ajudam a economizar combustível.

O isolamento acústico também recebeu uma atenção especial, reduzindo tanto o nível de ruído interno e externo como as vibrações, o que aumenta a percepção de qualidade do veículo.


Segurança e controle
O Ford Focus é reconhecido pelo alto padrão de segurança e foi o primeiro carro produzido na América do Sul a conquistar a classificação máxima de 5 estrelas do Latin NCAP. 

Na nova geração, ele avança ainda mais nesse quesito com tecnologias inéditas na categoria.

O assistente de frenagem autônomo (Active City Stop) é um sistema operado por sensor óptico que monitora continuamente o tráfego à frente e reduz a velocidade do veículo ao detectar uma colisão iminente, operando em até 50 km/h. 

Nessa situação, ele pré-carrega os freios e, se o motorista não tomar nenhuma ação, aciona automaticamente os freios, reduzindo a severidade do impacto ou evitando a colisão.

O sistema AdvanceTrac – item de série em toda a linha Focus – engloba várias funções que ajudam o motorista a manter o controle e a estabilidade do veículo em diferentes condições de rodagem. 

Além do controle eletrônico de estabilidade e tração, ele traz como novidade o sistema de estabilidade preventivo (ETS), que age preventivamente antes mesmo de o veículo começar a derrapar, acionando os freios.

Também fazem parte do sistema o controle de torque em curvas – que distribui melhor a força do motor nas rodas dianteiras, principalmente em estradas sinuosas –, aviso de pressão baixa dos pneus, assistente de partida em rampas, assistência de frenagem de emergência e luz de emergência em frenagens bruscas.


Sistema de conectividade
O Novo Focus Hatch 2016 vem equipado de série com o sistema de conectividade SYNC, com tela colorida de 4,2”, conexão Bluetooth, duas entradas USB, comandos de voz em português para áudio e telefone, sistema AppLink com cinco novos aplicativos e Assistência de Emergência. 

Esse sistema faz uma ligação automática ao serviço de atendimento médico de urgência 192, SAMU, em caso de acidente com acionamento dos airbags ou corte de combustível.

A versão Titanium vem com o SYNC MyFord Touch, com tela de 8 polegadas, sistema de navegação, comandos de voz para áudio, telefone, navegador e ar-condicionado, câmera de ré e Sony Premium Sound com nove alto-falantes. 

Tem ainda uma tela multifuncional de 4,2” no painel de instrumentos, que pode ser configurada pelo motorista.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

O NOVO ALFA ROMEO 4C, ANTES MESMO DE RODAR PELAS RUAS E ESTRADAS DO MUNDO JÁ SURGE COMO UM FUTURO CLÁSSICO - PARA QUEM É DO RAMO, COMO FRISA O NOSSO COLUNISTA ROBERTO NASSER. O CRUZE VAI CHEGAR DE CARA NOVA, MAIS LONGO, MAIS BAIXO E MENOS PESADO.



Coluna nº 2.715 - 2 de julho de 2015
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Máquina do tempo, o Alfa Romeo 4C


Ele é instigante, reativo, feito quase artesanalmente e, melhor dos mundos, produzido agora já é considerado um futuro Clássico. 

Claro, tal rótulo não em proveniência nacional, de repórteres mal informados ou comerciantes descompromissados, assim chamando qualquer lata velha, cuja característica maior é o peso dos anos.

Clássico, para quem do ramo, é produto com projeto individual reunido a melhor mão de obra, os melhores processos e materiais, caro e de produção contida. 

Quer um exemplo? 

Os mito-marquetados Ferraris candidatam-se a tal rótulo, apenas se com motor 12 cilindros. 

Automóvel criado de supetão, em poucos dias, produção extra Fiat e limitada pela pequena capacidade da empresa fornecedora do monocoque em fibra de carbono. 

Construção típica de carros de corrida, congrega resistência com baixo peso, um dos segredos de sua performance. 

Com pequeno motor, de produção igualmente especial, porém base para futura família, quatro cilindros em linha, construção em alumínio, 16 válvulas, gasolina injetada diretamente e turbo compressor. 

Seus 1,75 litros produzem 240 cv de potência. O baixo peso, 895 kg, permite ótimo rendimento, um comportamento arisco. 

A colocação entre eixos traseira ajuda muito na estabilidade.

O Alfa Romeo 4C, no caso aqui relatado, é a recente versão Spyder, conversível – já dirigira, contidamente, a versão Coupé, inaugurando a família. 

Baixo, relativamente confortável para entrar e sair, oferece a sensação de vestir os ocupantes.

Não há espaço de sobra e, pela ambiência, a proximidade do solo, o nervosismo na reatividade, lembram os Lotus dos tempos de Colin Chapman.

Não é automóvel para ser o único da família; não serve para levar meninos ao colégio; sequer para fazer compras no mercado. 

Também não o é para moças, exceto para as que efetivamente gostam de conduzir e entendem do produto, até porque, a noção de rodagem confortável é-lhe antagônica. 

Como passageiras, reclamarão. 

O ar condicionado é atravessado sob o painel em couro pespontado em vermelho e, no espaço exíguo, disputa com o joelho esquerdo da, do acompanhante. 

Para manter-se no solo tem a suspensão endurecida e a direção é mecânica, exigindo braços e músculos peitorais dispostos. 

Para os de boa memória, o rodar de um Puma VW, perto do 4C, é de Rolls-Royce.

Acomodado – ou vestindo o automóvel -, pedaleira esportiva, sem alavanca de marchas, apenas botões no console. 

A alavanca de marchas e seu engatar, característica Alfa, inexistem. 

Mudanças automáticas no câmbio de seis velocidades e dupla embreagem. 

No console, botão rotativo em alumínio recartilhado, permite quatro tipos de regulagens para motor, faixa de mudança de marchas, reatividade da suspensão.

Ronco másculo, elaborado – a Alfa Romeo tem se especializado em manter sua assinatura sonora – avisa logo de sua personalidade. 

Anda como quiser o freguês. 

Desde mudar marchas em baixas rotações, como fazê-lo em seu limite, com o motor viril troando pouco atrás de seus ouvidos, e com a música física do turbilhonamento da transformação da queima de ar e gasolina, em energia e ruído. 

Há artifício eletrônico típico do câmbio – um ruído de aceleração do motor, como se fosse automóvel com caixa de marchas sem sincronização, exigindo ao motorista uma acelerada para compatibilizar velocidade, rotação do motor e do câmbio. 

Quem ouve tributa homenagens.


Freia muito, e o ABS só opera no limite da irresponsabilidade, curva muito bem, mas lembra a toda hora ser um brinquedo a exigir identidade. 

Bobeou, ele tende a sair de traseira, demandando contra esterço e cautela para acelerar na correção. 

É daqueles automóveis que resgatam a exigência de cumplicidade para conduzi-lo. Pista de Balocco, a grande fazenda ex-Alfa, ex-Fiat e agora FCA nas proximidades de Milão, e pomposamente chamada FCA Prooving Ground, com emaranhado de pistas para avaliação, incluindo o circuito escolhido, reproduzindo curvas famosas de autódromos da Fórmula 1. 

Meu guia na pista, piloto de testes, estava em casa. Andava rápido, contido – limitava a 200 km/h a velocidade máxima -, mas desenhava o circuito invejavelmente, instigava segui-lo. Um professor. 

Você se sentia como ele – mas sabia, o limite do mestre estava muitíssimo acima dos seus esforços.

É um carro de marketing, como o antecessor 8C, dirigido no mesmo circuito.

Feitos para manter vivos, instigantes, tema de assuntos e dúvidas, a imagem e o interesse pela marca no deserto de produtos quase ao final. 

Produção limitada pela pequena capacidade industrial do produtor do monocoque, embora sempre aumentada pois a demanda superou a capacidade de entrega. E não virá para o Brasil. 

À Argentina, onde não se exige adaptações para funcionar com a mistura de gasálcool, prometem-se três unidades. Custa: médios 63.000.
Como eram o MiTo e a Giulietta 1.4 turbo também à disposição no circuito? Não sei. Em dia de caviar você não deve misturá-lo com sardinhas...


Alfa 4C


Roda-a-Roda

Cruze – Apresentado nos EUA, previsto para início de 2016. Aqui, Salão do Automóvel do mesmo ano, e vendas como modelo 2017. 

Relativamente às unidades atuais, cresceu 7,5 cm, baixou 2,5 cm, adelgaçou 110 kg, tornou-se mais fluído e o mais aerodinâmico dos sedãs GM.

Trilha - Segue caminho de mudança de gosto do consumidor, automóveis menores, com menor consumo. 

Motor dianteiro, transversal, em alumínio, quatro cilindros e modesta cilindrada, 1,4 litro, 16 válvulas, abertura variável, injeção direta, turbo alimentado. 

Potência imaginada para o Brasil cerca de 150 cv. Motor e Cruze serão argentinos.

Surpresa - Cruze é fenômeno nos EUA. Em 2014, dentre os compactos foi o terceiro mais vendido, 273 mil unidades, atrás de Toyota Corolla, 340 mil, e Honda Civic, 326 mil. Curiosidade é ser projeto coreano, herdeiro da Daewoo.


Mary Barra, presidente da GM, apresenta o Cruze

Mudança – No limbo gerado pelo pedido de demissão de Ferdinand Pïech, ex-CEO do VW Group, e a posse de novo membro da mesa diretora, Martin Winterkorn, há clima de fim de festa – o encerrar do atual projeto de gestão -, e o início da proposta do novo diretor e novo condutor.

Foco
– No caminho das obviedades está a sacudir a estrutura e fazer crescer vendas nos EUA e no Brasil, onde a marca caiu; cortar custos para aumentar lucros; retomar velocidade de crescimento para assumir a liderança mundial.

Fofoca – Jornalistas europeus e norte-americanos insuflam tese de remoção de Christian Kingler, chefe de vendas do grupo, nomeador dos diretores de vendas, incluindo EUA e Brasil, mercados em queda. 

Na prática, presidentes locais convivem com subordinado hierárquico, porém, autônomo no acatar ordens diretas do diretor alemão.

Aqui – Atribui-se a Klinger a substituição de executivos brasileiros por alemães, sem conhecimento do mercado nacional, e as quedas de vendas e participação.

Idem – Localmente, a recente nomeação do argentino Jorge Portugal como nº 1 em vendas foi exigência de David Powels, novo presidente da VW Brasil, batendo com algum instrumento poderoso na mesa, dizendo, se mandassem outro alemão para vendas, que fossem dois – outro para substituí-lo na presidência.

Questão – Mundo globalizado, competitivo, dispensar gente não é problema, exceto em feudos familiares, como no caso do controle de VW AG e de sua controladora a holding Porsche SE. 

Ele é chairman da Porsche Salzburg, maior rede de concessionários na Europa, criada por Louise, mãe do demissionário Pïech – e filha do professor Porsche. E casado com sobrinha da família.

Festa – Um ano de mercado e o pequeno picape chinês Lifan Foison, em vendas, supera a soma dos concorrentes. 

Razão, ter motor com 1,3 litro de deslocamento, 85 cv e maior caçamba da categoria.

Prévia – Na Internet fotos do novo picape Fiat na linha de produção da FCA em Goiana,
 PE. E desenho do produto. 

O nome, Toro, é de sonoridade e imagem aos visados mercados latino americanos – confirmado por fonte acreditada.
Linhas do novo picape Fiat são estas. Nome, Toro, também.

Caminho – VW iniciou produzir o motor 1.0 TSI – o up! turbo. 

Três cilindros, 101 cv a gasálcool e 105 a etanol – sem turbo 75 e 82cv. 

Torque saltou de 95 para 165 Nm. Disponível a partir da versão Move up!

Tratamento - Você anda triste, sem graça? A Volkswagen pensou em você. O up!, muda conceito sobre tamanho, performance e agradabilidade de dirigir, será lançado em dias.

up! turbo terá tampa traseira preta.

Mais – Anunciou investir R$ 460 milhões na fábrica de São Carlos, SP, para produzir nova família TSI, os motores com injeção direta, abertura variada de válvulas e turbo. Moverão VWs, como up!, Jetta, Golf, e Audis, como A3 e Q3.

Aqui, não - O LatiNCAP entidade aferidora de segurança em veículos, cancelou os pontos dados ao Renault Clio montado na Colômbia com partes brasileiras e argentinas. 

Motivo, num primeiro teste caiu em exigência e a marca prometeu compor o veículo, não o fazendo. 

Renault brasileira explicita, a versão aqui vendida tem legalmente o ABS e almofadas de ar. Lá, não.

Inverno – Carro a álcool dependente do jurássico tanquinho não gosta de partida no inverno. 

Ao combustível vegetal falta capacidade energética para ignitar em baixa temperatura, daí o auxílio do gasálcool para iniciar funcionar.

Preparação - Para melhorar o processo, gasolina nova no tanquinho – use Petrobras Podium ou Shell Racing, mais duráveis; bateria em bom estado com bornes e terminais limpos; velas em boa operação, eletrodos regulados; cabos de velas limpos e com boa conectividade. 

E, conselho de mecânico velho, coloque 15% de gasolina no álcool. Mistura não é chocolate, mas é uma alegria.

Volta – Nelson Ângelo Piquet, o segundo na atual geração da família, venceu o Campeonato FIA de Fórmula E – uma espécie de fórmula 1 com motor elétrico.

Seu carro utilizava motorização Renault, então padrão na categoria. Bom retorno. Nelson havia deixado a Fórmula 1.

Categoria
– É uma incógnita. Neste ano cada prova foi ganha por piloto diferente. Na próxima temporada, com a liberação de fornecedor, a disputa terá mais uma variável: motores e eletrônica, além de chassis e piloto.

Mais – DS, marca de luxo da Citroën, associou-se à inglesa Virgin Racing Engineering na Fórmula E FIA. 

Apostam na vitrine de tecnologia e na atração pelas disputas. 

Desenvolvimento e a imagem da tecnologia de vanguarda muito interessam aos fabricantes de automóveis na transição de matriz energética.

Negócio – Atual mercado automobilístico não vende preferências, fidelidade, agrado: compras são por condições de pagamento. 

Ágil, o Banco Rodobens estimulou vendas das concessionárias do grupo, com proposta atrativa.

E? –Trocar seminovo por O Km, refinanciando com parcelas iguais ou menores ao contrato original. 

Em dois meses, com negócios em casa, gerou mais de R$ 1 milhão em vendas e metade deste valor em financiamento.

Cuidado – Veículos de transporte escolar serão obrigados a utilizar cadeira de bebê para crianças até sete anos e meio. 

São três modelos: “bebe conforto” entre um e quatro anos; daí aos sete, cadeiras com acento de elevação, encosto e cinto próprio. 

Descumprimento gerará multa de R$ 191,54 e sete pontos na CNH. A partir de fevereiro de 2016.

História – Quatro de julho marca a operação que transformou a franco-italiana Simca em dona das operações Ford, na França, e segunda maior fabricante do país. Também, o início do fim da marca.

Afinação – Legisladores de Portugal criaram conta ao contrário: em vez de perder pontos por infrações de trânsito, motoristas podem ganhá-los assistindo aulas sobre o Código e procedimentos, e poderão abatê-los de outras penalidades. Negócio objetiva reduzir elevada acidentalidade.

Negócio
– Enquanto os aficionados veem a Fórmula 1 como disputa esportiva, a bilionária movimentação não passa de atividade comercial bem explorada pela detentora de seus direitos, incluindo transmissão.

Interesse
- Empresário norte-americano, Stephen Ross, 75, investidor e dono do time de futebol Miami Dolphins, associado à Quatar Sports, quer assumir o negócio, comprando 35,5% das cotas da CVC Capital Partners, e os 5% detidos por Bernie Ecclestone, 84, mandão da Fórmula 1. Valor da proposta, 6,2 bilhões de Euros.

Gente – Domingos Boragina, 57, advogado, especialização em marketing e finanças, mudança. 

OOOO Saiu da mesa da Citröen onde comandou a expansão da rede concessionária e mudou de sala para assumir a direção comercial da Peugeot. 

OOOO Substitui Abelardo Pinto, agora do outro lado do balcão, diretor comercial do Group 1 Automotive 

OOOO Osamu Suzuki, 85, Presidente e CEO na marca, indicou sucessor. 

OOOO Toshihiro Suzuki, 56, filho. 

OOOO Não assume agora os cargos do pai, apenas quando do afastamento do mais longevo condutor de indústria automobilística. 

OOOO Olimpio Jayme, 86, antigomobilista, passou. 

OOOO Ativo, movimentado, advogado estelar, foi referência e base para a criação do antigomobilismo em Goiás, e a solidificação de relações com o movimento brasiliense. 

OOOO Do ramo, mesmo antes do movimento, preservou o Ford Modelo A, de 1929, com o qual, à falta de estradas, atendia à clientela no Goiás. OOOO
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quarta-feira, 1 de julho de 2015

PSA PEUGEOT CITRÖEN MUDOU SUA SEDE BRASIL E AMÉRICA LATINA PARA O CENTRO DO RIO DE JANEIRO: É NA AVENIDA CHILE, 500 - 25° ANDAR


A sede Brasil e América Latina do Grupo PSA Peugeot Citroën foi transferida da Praia de Botafogo para a Avenida República do Chile, no Centro da cidade do Rio de Janeiro, onde funcionam o BNDES, a Petrobras e diversas outras companhias de grande porte.

“A América Latina continua a ser um dos principais eixos do desenvolvimento internacional da PSA Peugeot Citroën e nossas novas instalações reforçam o compromisso do grupo com o Brasil, com o Estado do Rio de Janeiro e com a região como um todo”, afirmou Carlos Gomes, presidente Brasil e América Latina da PSA Peugeot Citroën.


Além deste escritório, o Grupo PSA no Brasil ainda conta com seu Polo Industrial na cidade de Porto Real, na região Sul fluminense, bem como instalações em São Paulo e Barueri.

O novo endereço da PSA Peugeot Citroën no Rio de Janeiro:Avenida República do Chile, nº 500 - 25º andar
Centro - Rio de Janeiro – RJ
CEP 20.031-170
PABX: (21) 3687-4900


terça-feira, 30 de junho de 2015

CHEVROLET CRUZE SEDAN, TEM PORTE, LINHAS ESPORTIVAS, MODERNO E UM BOM DESEMPENHO


A GM entregou ao Blog do Arnaldo Moreira, para uma avaliação, um Cruze, sedan, LTZ, hatch, branco. 



É um carro de porte altivo, de linhas esportivas, modernas, e a frente enriquecida e enaltecida pelas luzes de LED, que desempenham um papel importante pela visibilidade que proporcionam aos outros veículos e aos pedestres principalmente de dia.




O Cruze agrada ainda pelo conforto e pela dirigibilidade, com bom desempenho no trânsito, tanto na cidade quanto na estrada, graças também à bela transmissão automática de seis marchas - que permite trocas manuais, mas na manopla do câmbio.




Na minha opinião, o Cruze merecia um motor mais potente para movimentar seus 1.400 kg, não que o Ecotec 1.8 de 144 cv (140 cv gasolina), e 17,8 kfmn de torque (com etanol) tenha dificuldade em fazê-lo, apenas faz isso mais lentamente. O carro vai de 0 a 100 km/h em 11,5 s.

Na cidade, o consumo mostrado pelo computador de bordo foi, em média, 6,5 km/l e na estrada, incluída a subida da serra para Teresópolis, 8,5 km/h.



Numa coisa o Cruze é campeão e me agradou muito, pois, considero super importante para quem viaja com a família: o ótimo porta-malas de 450 litros.

O interior do Cruze é bonito no seu conjunto. Porém, o painel é coberto por plástico duro que no piso irregular de paralelepípedos deixa perceber alguma trepidação, o que não acontecia no antigo Vectra - que eu tive e que o Cruze substitui - que era de material macio, tipo acolchoado.


Na estrada, tem uma rodagem macia e é um carro seguro, com bom comportamento nas curvas, até nas apertadas em que é mais exigida uma boa relação motor x câmbio.


Tem um bom isolamento acústico, que permite ouvir música sem barulho externo, o que é quebrado quando se elevam as rotações do motor.





Equipamento
A versão LTZ testada tem com ar-condicionado, direção elétrica progressiva, retrovisor interno com antiofuscamento, airbags frontais e laterais, controle de tração e de estabilidade, isofix e sistema multimídia com Bluetooth e comandos de voz, sistema que fecha os vidros ao travar as portas e os vidros são elétricos e erguidos automaticamente assim que o usuário trava as portas pelo controle remoto.


O topo de linha LTZ traz sensor de chuva, acendimento automático dos faróis, câmera de ré, GPS, airbag de cortina, retrovisores com rebatimento elétrico, sensor de estacionamento traseiro, sistema presencial de abertura das portas, teto solar elétrico, My Link com tela de LCD de sete polegadas sensível ao toque e partida por botão Start/Stop.




A novidade na versão LTZ é a inclusão do sistema que permite ligar o motor remotamente pelo controle remoto a uma distância de cerca de 30 metros.


Outra novidade é a possibilidade de acionamento do motor por meio de uma tecla no chaveiro do veículo minutos antes de entrar no carro em um dia quente, o usuário pode acionar a ignição remotamente para ativar o ar-condicionado e climatizar a cabine.


O Cruze tem rodas de alumínio de 17 polegadas, com desenho exclusivo para as versões LT e LTZ.





Preços das versões do 
Cruze Sedan


LT 1.8 16V Evotec, Flex, 2015 - 
R$ 74.190,00


LTZ 1.8 16 V Ecotec, Flex, 2015 - 
R$ 85.150,00



PEUGEOT TEM NOVO DIRETOR COMERCIAL NO BRASIL. DOMINGOS BORAGINA, QUE SAIU DA CITRÖEN DEPOIS DE 15 ANOS NA MARCA, ASSUME O CARGO SUBSTITUINDO ABELARDO PINTO


Domingos Boragina assume a direção Comercial da PEUGEOT do Brasil. O executivo de 57 anos ingressa na marca após 15 anos de atuação na Citroën. 

Ele substitui Abelardo Pinto, que comandou o departamento por cerca de dois anos.

“Tenho orgulho em integrar a equipe da PEUGEOT em um momento tão especial para a marca no Brasil. Com o reposicionamento de nossos produtos e a criação de uma nova rede, vamos oferecer aos clientes uma experiência única, que reúne produtos modernos, com uma ampla lista de equipamentos de série, e qualidade na prestação de serviços”, afirma Boragina.

O novo diretor é bacharel em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e tem pós-graduação em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), com extensão em Finanças na Fundação Getúlio Vargas (FGV). 

Atua como profissional na indústria automotiva e sistema financeiro desde 1979.

Nesse período, passou por diversas áreas como comércio, vendas corporativas, produtos financeiros, nomeação e desenvolvimento de rede de distribuição e relações com mercado, em passagem por empresas como França Ribeiro e Almeida Advogados Associados, Bosch/Wapsa, Volkwagen, Varig, Banco Bozano, Simonsen S.A. e Asia Motors S.A.

Sua experiência mais recente é na Citroën do Brasil, onde integrou o quadro como diretor Comercial em 1999 e, desde 2012, como o responsável pelo desenvolvimento da rede, implantando a mudança para uma nova imagem de marca.

DOBLÒ CARGO É A FURGONETA DE CARGA COM MAIOR VALOR DE REVENDA. A FIAT POSSUI UM PORTFÓLIO RICO EM VEÍCULOS DE CARGA LEVES


O Fiat Doblò Cargo é o vencedor da categoria Furgoneta de Carga do Prêmio Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais 2015, entregue pela Agência Autoinforme e revista Frota & Cia. 

O ranking aponta os veículos que se mantiveram mais valorizados após três anos de uso. 

O índice de depreciação da Doblò foi de 18,7% no período, comprovando mais um fator que torna o veículo uma ótima escolha.


A categoria Furgoneta de Carga foi amplamente dominada pela Fiat. Em segundo lugar, ficou o Fiorino Furgão, com índice de depreciação de 26,2%, seguido do Uno Furgão, com 26,5%. 

A Ducato também se destacou no ranking conquistando a segunda posição em duas categorias: Furgão de Carga (16% de depreciação) e Minibus (17,9%).

Os números são resultado de um estudo feito pela Agência Autoinforme com base na cotação de preços da Molicar. 

Para elaborar o índice de depreciação foram considerados os valores médios de venda dos automóveis zero quilômetro em 2012 e seu valor de revenda em 2015, após três anos de uso. 

No total, foram avaliados 164 modelos, em nove categorias.


Utilitários Fiat
A Fiat oferece uma ampla gama de veículos comerciais, projetados para os mais variados usos. 

Cada produto é desenvolvido levando em conta as características de utilização, a facilidade e rapidez na manutenção (incluindo disponibilidade de peças de reposição e mão de obra capacitada na rede de concessionárias) e o valor de revenda. 

Assim, a Fiat oferece para o mercado produtos que agregam valor ao negócio do cliente.


O Fiat Doblò Cargo é um ótimo exemplo. Com amplo espaço interno, alto nível de conforto, excelente capacidade de carga de 3.200 litros, muita versatilidade e agradável dirigibilidade, é referência em seu segmento desde o lançamento. 

O modelo traz conteúdos que deixam o veículo ainda mais atraente para o seu público, como sensor de estacionamento e chave-canivete com telecomando, além de diversos itens de conforto.

O Novo Fiorino teve sua linha 2016 lançada recentemente e manteve a tradição de ter o melhor custo-benefício do segmento. 

Na versão 1.4 Flex oferece muito conforto, economia, design arrojado, além de ter o melhor preço da categoria. 

Características que o tornaram um grande sucesso de vendas da Fiat: o modelo emplacou 23.837 unidades em 2014, o que representa 90% a mais em relação ao ano de 2013.


Também chegou recentemente ao mercado a linha 2016 do Uno Furgão. 

O veículo desenvolvido exclusivamente para o trabalho tem lugares para dois ocupantes e amplo porta-malas adaptado para carga, com capacidade de 400 quilos ou mil litros. 


Para maior comodidade, oferece iluminação no compartimento de carga, vidros laterais traseiros escurecidos, além de revestimento do assoalho em plástico reforçado com fibra de vidro.

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