Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

sábado, 12 de março de 2016

HONDA MOVIDO A CÉLULA DE COMBUSTÍVEL TEM A MAIOR AUTONOMIA ENTRE OS VEÍCULOS DE EMISSÃO ZERO, CHEGANDO A 750 KM. AS VENDAS DO CLARITY FUEL CELL COMEÇA A SER VENDIDO, ESTA SEMANA, NO JAPÃO, SEGUINDO-SE OS MERCADOS DA EUROPA E DOS ESTADOS UNIDOS


A Honda Motor Co. inicia esta semana, no Japão, as vendas do Clarity Fuel Cell, seu novo carro movido a célula de combustível (FCV). 

Com o modelo, a marca busca popularizar a utilização desse tipo de veículo, oferecendo o alto nível de praticidade de um automóvel e o apelo de um carro que está à frente de seu tempo. 

O Clarity Fuel Cell é o primeiro sedan para cinco passageiros tipo FCV do mundo a ser equipado com um compacto powertrain totalmente abrigado sob o capô, desenvolvido com tecnologias Honda.

Aliado à eficiência do powertrain e à redução do consumo de energia, um tanque de alta pressão de hidrogênio de 70 MPa permite uma autonomia de aproximadamente 750 km, o que representa um aumento em torno de 30% comparado ao FCV anterior e classifica o Clarity Fuel Cell como o carro mais eficaz entre os veículos de emissão zero. 

Esse crescimento da autonomia ampliou significativamente a praticidade do modelo, tornando-o ideal tanto para o uso diário como para longas viagens. 

O tanque de hidrogênio pode ser abastecido em cerca de 3 minutos, com uma facilidade equivalente a um automóvel movido a gasolina.

O Clarity Fuel Cell ainda traz um design exterior que alia dinamismo e elegância, além de uma condução suave e silenciosa, encontrada apenas em veículos elétricos equipados com motores de alta potência que atingem 130 kW. 

Além disso, combinado a um dispositivo portátil de energia externa, o Power Exporter 9000, que também começa a ser vendido hoje, o Clarity Fuel Cell pode funcionar como uma “usina de força sobre rodas”, capaz de suprir uma casa de família de porte médio durante cerca de 7 dias.

No primeiro ano de comercialização do modelo no Japão, a Honda vai focar principalmente nas vendas para órgãos do governo local e empresas com os quais já mantém parceria para a popularização dos FCVs. 

Durante esse período, a marca vai apurar informações sobre o uso do Clarity Fuel Cell, assim como do dispositivo de energia externa, e compilar as diversas opiniões e solicitações dos usuários, para depois iniciar as vendas aos consumidores individuais.

A Honda vai começar fabricando um pequeno volume em sua unidade de Takanezawa (município de Tochigi, no Japão) – estão previstas 200 unidades – e eventualmente expandir, pois a empresa planeja lançar o Clarity Fuel Cell na Europa e Estados Unidos até o final deste ano.

Tecnologia Honda FCV
A Honda foi uma das primeiras fabricantes de automóveis a focar no hidrogênio como uma possível solução para problemas como o aquecimento global e o esgotamento dos combustíveis fósseis. 

A fabricante tem posicionado o FCV, que emite apenas água, como o mais avançado veículo ambientalmente responsável e adotou uma postura pró-ativa para pesquisa e desenvolvimento de automóveis movidos a célula de combustível desde o final da década de 1980.

Em 2002, o Honda FCX se tornou o primeiro veículo de célula de combustível no mundo a ser certificado pela U.S. Environmental Protection Agency (EPA, agência de proteção ambiental dos Estados Unidos) e pelo California Air Resources Board (CARB). 

Com essas certificações, a marca começou a comercializar o FCX no Japão e nos EUA. Em 2008, a Honda iniciou as vendas do FCX Clarity, um sedan que contou com um pacote inovador de equipamentos, oferecendo uma experiência de condução sem precedentes. 

O novo Clarity Fuel Cell foi desenvolvido com base em várias tecnologias já utilizadas em modelos anteriores, buscando a facilidade de uso e a alta performance.

Com o objetivo de contribuir para uma futura sociedade sustentável adepta à energia de hidrogênio e para proporcionar liberdade de mobilidade, a Honda continuará assumindo novos desafios para o desenvolvimento de tecnologias, incluindo a estação de hidrogênio inteligente (Smart Hydrogen Station), FCVs e dispositivos de alimentação de energia externa sob o conceito de “gerar, utilizar e ficar conectado”.

Especificações técnicas Clarity Fuel Cell


Número de ocupantes
5
Autonomia (referência)
Mais de 700 km (medição interna da Honda)
Reabastecimento
Aproximadamente 3 minutos
FC – energia máxima gerada
Mais de 100 kW
Potência máxima do motor
130 kW
Pressão do hidrogênio
70 MPa
Bateria
Íon-lítio
Dimensões do veículo (comprimento x  largura x altura)
4,895 mm x 1,875 mm x 1,475 mm

quinta-feira, 10 de março de 2016

SALÃO DE GENEBRA RATIFICA O PODER DAS SUVS, MAS MARCA A PREFERÊNCIA PELA POTÊNCIA



Alta Roda 

Nº 879 — 10/3/16 

Fernando Calmon


POTÊNCIA E SUV DOMINAM SALÃO

Novidades realmente não faltam na 86ª edição do Salão do Automóvel de Genebra, a se encerrar no próximo domingo. 

Por mais que se fale em modelos híbridos e elétricos, o fato é que alta potência ainda atrai o público, mesmo muito distante do bolso dos simples mortais.

Agora, a referência máxima sobe para 1.500 cv obtidos de formas diferentes. O francês Bugatti Chiron continua sendo o mais potente apenas com motor a combustão por meio de um W-16 e quatro turbocompressores. 

No caso do sueco Koenigsegg Regera,trata-se de um híbrido com três motores elétricos e um V-8 biturbo. 

Ainda aparece o britânico Arash AF 10 que, além de um V-8, usa quatro motores elétricos. 

Este pequeno fabricante calcula a potência à maneira “esperta” de nada menos que 2.110 cv e 232 kgfm de torque. Na realidade, fica em torno dos 1.500 cv reais, mas não deixa de surpreender.

Uma versão especial do Aventador, nomeada Centenario (100 anos do seu fundador Ferruccio Lamborghini), graças a um aspirado V-12/6,5 litros alcança 770 cv, potência nunca vista na marca italiana. 

A Porsche faz a apresentação oficial do seu carro esporte 718 Boxster, um roadster de quatro-cilindros turbo com potência superior ao seis-cilindros aspirado anterior. 

Este não será mais o modelo de entrada da marca alemã. Seu cupê-irmão, Cayman, assume esse posto, mas só aparece em abril no Salão de Pequim.

Alfa Romeo apresenta a aguardada versão “civil” do Giulia, sem os aparatos mecânicos e aerodinâmicos da versão de briga Quadrifoglio (510 cv). 

Depois de sofrer atrasos, anunciou-se em Genebra que as encomendas podem ser feitas a partir do próximo mês, mas sem marcar uma data de entrega certa.

Os europeus já não torcem mais o nariz para SUVs e crossovers, pois essa categoria continua a crescer e – Genebra demonstra – nos dois extremos de preço e tamanho. 

A Maserati estreia o Levante, de 5 metros de comprimento, e a Audi tem o Q2 compacto, de 4,19 metros. 

O primeiro será importado para o Brasil e a Audi ainda faz contas em razão dos impostos e real enfraquecido.

A Toyota resolveu ousar em termos de estilo no seu SUV compacto C-HR, cuja produção se inicia no México, no próximo ano. 

De lá vem para cá, e os japoneses parecem menos preocupados com o tamanho do porta-malas, pois o Renegade também pouco brilha nesse aspecto. 

Peugeot apresenta a primeira revitalização do crossover 2008, três anos depois do lançamento lá mesmo em Genebra. Espera-se que no máximo em um ano também chegue aqui.

E a Volkswagen também decidiu – tardiamente, é verdade – entrar para valer nesse segmento de crossovers compactos. 

O modelo conceitual T-Cross Breeze, que divide a mesma arquitetura MQB com o Q2, aparece disfarçado em versão conversível, mas as linhas principais estão bem nítidas. 

O mercado nacional tão depressivo indica que só por volta de 2018 a produção começa aqui. 

Investimentos continuam, em geral, mas os planos da maioria dos fabricantes aqui instalados estão na fase de pé no freio e não no acelerador.

Por fim, o empenho da Renault em dar sustentação ao segmento de monovolumes médios. 

Há um Scénic todo novo (4ª geração), porém se trata, possivelmente, de uma luta inglória frente aos crossovers.

RODA VIVA

MERCADO continuou em forte baixa nos dois primeiros meses deste ano (menos 31,3%) em relação ao mesmo período de 2015, quando ainda havia carros mais em conta por conta do IPI reduzido. 

Produção caiu 31,6% para reduzir os estoques totais de 51 para 46 dias e só foi não pior pela reação forte das exportações que subiram 26,8% no primeiro bimestre.

TENDÊNCIA de crescimento de vendas ao exterior pode arrefecer um pouco a queda no nível de emprego. 

Mês passado, a Fiat contratou dois mil dos atuais colaboradores terceirizados e isso amenizou, estatisticamente, o número total da indústria. 

Incluindo veículos pesados, a indústria ocupa apenas 46% de sua capacidade instalada em três turnos (normal é 80%).

PICAPE média Toyota Hilux mostrou-se mais refinada na avaliação da Coluna em termos de estabilidade, dirigibilidade, equipamentos e ruído interno frente ao modelo anterior. 

Bom casamento entre motor diesel/câmbio automático 6-marchas. Suspensão tem maior curso, mas ainda sofre em pisos irregulares. Pena a falta de capota marítima como opcional de fábrica.

SITE Focus2Move divulgou a relação dos hatches compactos (segmento mais importante no mercado brasileiro) de maior venda na soma de todos os países pesquisados, em 2015. 

Liderança é do VW Polo, seguido por Ford Fiesta, Renault Clio, Toyota Yaris, Honda Fit, Peugeot 208, Kia Rio, Opel Corsa, Hyundai i20 e Maruti (Suzuki) Alto.
Volvo mostrou humildade ao reconhecer que seu filme institucional postado no Youtube apresentava realmente argumentos exagerados e até desrespeitosos. 

O filme foi retirado do ar (narrado em inglês com legendas em português) e como Youtube tem alcance mundial pode significar que houve também reações negativas em outros países.

A ideia parecia bem intencionada e a produção era muito bonita, falando sobre o futuro com mais segurança e menos poluição. 


Do meio para o final é que descambou numa crítica generalizada a quem produz carros muitos potentes e insinuava que nenhuma marca se preocupa tanto com a segurança como a Volvo. 

Sobrou até para os que gostam ou assistem corridas de automobilismo em citação indireta na narração.

Este colunista trocou várias mensagens com a assessoria de imprensa no Brasil, mas como o filme era uma ação institucional da Suécia nada podia ser feito.

É bom não esquecer do velho ditado: “Quem exagera na argumentação, perde a discussão”.
____________________________________
fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

JAC SE PREPARA PARA VENDER O T5. O BRASIL TEM REPRESENTANTE NA FIA. ARGENTINA MERCADO AUTOMOTIVO RECEBE INJEÇÃO



Coluna nº 1.116 - 10 de Março de 2016
____________________________________

Correria. JAC aluga 
prédio para produzir T5

Para recuperar o tempo perdido entre a saída do sócio chinês, e para contornar o encolhimento de vendas no mercado, Sérgio Habib, o representante nacional da JAC atalhou o processo: postergou projeto de construir fábrica em Camaçari, BA e, para fazer a implantação industrial da marca, alugou galpão ocioso no mesmo município. 

Quer iniciar a montagem dos T5, sav com transmissão CVT, ao final deste ano, construindo pré série, apresentando-o no Salão do Automóvel – outubro -, e fazendo estoque para iniciar vendas em 2017. 

Próximo ano, projeta montar 20 mil unidades. Plano anterior, na dissolvida sociedade com o fabricante chinês, previa alcançar 100 mil T5.

Processo inicial é montagem simplória, sub industrialização, baixíssimo índice de nacionalização, incentivada pela regulamentação governamental Inovar-Auto.

Razão simples para a corrida pelo início da contida montagem de produtos com rótulo nacional é situação do mercado para a marca, hoje limitado às 4.800 unidades/ano, volume isento do pagamento extra de 30 pontos adicionais ao IPI. 

Os veículos montados localmente estarão fora da cota, terão menor preço, ampliarão volume de vendas, permitindo expansão da rede de revendedores, contraída a 30 lojas, menos da metade da anteriormente existente.

JAC T5, abaianado ainda este ano



Brasil tem representante na FIA
Poderosa FIA, Federação Internacional do Automóvel, não se envolve apenas com corridas, tendo amplo espectro de ação. 

É, por exemplo, uma das mantenedoras da Euro e LantiNCAP, institutos de pesquisa em segurança veicular, incluindo os crash test, parâmetro e cobrador da indústria automobilística. 

Outro campo, os assuntos de veículos antigos, para o qual tem conselho com 28 membros escolhidos mundialmente.

Brasil volta a ter assento nesta câmara com a nomeação de Mariozinho – Mário Raul Armando Leão, 82, usineiro, colecionador alagoano, de grande vivência com marcas de estirpe, e reconhecido como o maior conhecedor brasileiro das carrocerias especiais, característica do período anterior à II Guerra Mundial.

Curiosidade no pedaço, notícia seria desconhecida no meio antigomobilístico brasileiro, onde não foi festejada, e passaria desapercebida não fosse a história ter sido levantada pelo jornalista Fábio Amorim, da Gazeta de Alagoas. 

Novo membro é homem educado, gosto refinado entre Rolls e Bentley, e é discreto, sem louvações à vaidade. 


Mariozinho, antigomobilista brasileiro na FIA


Roda-a-Roda

Atraso – Novo atraso na produção dos Alfa Romeo Giulia, entretanto com definição do início de recebimento de pedidos nos revendedores europeus: 14 de abril. 

Sérgio Marchionne, CEO da marca, disse no Salão de Genebra, demora foi para ter o produto perfeito.

Desafio – Conversa charmosa, levantou bandeira de referência: “só começaremos com a mesma qualidade dos alemães - sem isto o esforço não terá valido a pena“.

Versões – Confirmou também, versões Quadrifoglio, com motor V6, dois turbo compressores, cerca 500 cv, e quatro cilindros 2.0 a gasolina, turbo, e 2.2 diesel para a Europa.

Preço – Versão de topo será oferecida a 79 mil euros – uns R$ 335 mil - lá. Preços e produto miram BMW Series M3, Mercedes AMG e Audi S. 

Nos EUA, mercado fundamental e desafiante para onde volta após 20 anos, mais barato, US$ 70 mil – uns R$ 295 mil. Na categoria, é o de melhor dotação tecnológica.


Alfa Giulia, vendas abril


Mais – Em seguida ao Giulia, sobre a mesma plataforma, a Giorgio, base do Maserati Levante, SUV da marca do tridente, Alfa terá veículo equivalente, o Stelvio. Apresentação no Salão de Los Angeles, novembro, vendas 2017.

Dano – Audi lançou contabilmente as perdas com os problemas dos motores diesel de emissões acima do limite, e recall dos air bags Takata: lucro operacional caiu 6,1%, a 4,84 bilhões de Euros, e margem de lucro desceu de 9,6 a 8,3%.

Também – VW adiou conferência de imprensa para apresentação do balanço anual, mas embora sem números, sua auditoria tem convicção: serão insuficientes os 6,7 bilhões de Euros destacados para resolver o problema.

Novo ciclo – Enquanto a Google corre a contratar engenheiros e especialistas em automóveis para entrar no mercado dos carros autônomos, o ágil CEO da FCA, ítalo-canadense Sérgio Marchionne se declarou fã da Apple, e dispôs as empresas para fornecer-lhe a parte automobilística.

Pick Up – Ausência no portfólio, oportunidade mercadológica, capacidade industrial, pressão de consumidores levou a FCA a desenvolver o picape Wrangler, feito sobre o Jeep homônimo, com nova edição para 2017. 

Fórmula simples, reedição de produto surgido ao início dos anos ’50. No Brasil, chamou-se Picape Jeep e, depois, F 75.

Base – Novo Wrangler terá grande percentual de peças em alumínio para reduzir peso. 

FCA seguiu trilha aberta pelo Ford F150, picape mais vendido do mundo, com enorme adição de alumínio. 

Atendendo a protestos locais, será feito na velha fábrica Jeep, em Toledo, Ohio. 2018.

Disputa – VW é a marca mais vendida no mercado argentino, GM a segunda. 

Esta, para tomar vendas à líder, baixou preços em até 40 mil Pesos – uns R$ 10 mil. Resposta foi no dia seguinte.

Corte – VW anunciou cortar, durante março, 32 mil Pesos - + R$ 8 mil, uns 14 % - no Gol versão Trend, lá custando R$ 50 mil. 

É o modelo ora antigo no mercado brasileiro, mas estoque físico e em deslocamento para a Argentina.

Futuro – Mauricio Macri, presidente da Argentina, inaugurou ampliações na Toyota, aumentando capacidade de produção em quase 50% - de 92 a 140 mil unidades ano. Investimentos de US$ 800 milhões, 1.000 empregos diretos e indiretos.

Mais – Toyota passa a produzir na Argentina o eixo traseiro dos picapes e SW4, atingindo 60% no índice de nacionalização.

Regra – Festa hígida, simples, sem as bandas de música tocando para partidos e sindicatos, como ocorria dos governos Kirshner.

Confirmado – Nissan em providências para ter pronta sua estrela maior como patrocinadora dos Jogos Universitários Rio 2016. 

É o pequeno crossover Kicks, de protótipo exibido nos Salões do Automóvel de S. Paulo, 2014, e Buenos Aires, 2015. Grande esperança para alavancar vendas da marca.

Automóvel
– Após lançar o crossover ASX, Mitsubishi apresenta a versão S. O misto entre SAV e automóvel aponta nesta direção, mais carro de passeio, distante de veículo para arrostar dificuldades.

Diferenças - Teto pintado em Cinza Londrino – utilizado nos Troller –, faróis com máscara negra, rodas leves em aro 18”, assinatura luminosa sobre o para choques dianteiro, bancos frontais aquecidos, revestimento em couro mais tecido. Chaves na mão, quase R$ 121 mil. Só 200 unidades.

Extreme – Após criar versão Extreme para linha de picapes Strada, Fiat estendeu-a a irmãos de linha: Weekend, Idea e Adventure. 

Rótulo é aplicado por conta de central de multimídia, com tela 15 cm, câmera de ré, e outras facilidades de som e conectividade, controles no volante. 

Preços da Série Especial Adventure Extreme: Weekend Adventure R$ 70.180; Idea R$ 70.380; Doblò R$ 84.370.

Chery – Luiz Curi, vice-presidente da Chery, informou à Coluna ter postergado o início da produção do novo QQ, segundo produto da empresa instalada em Jacareí, SP. 

Será em abril, perdendo o mês de março. Atraso é consequente à greve havida na empresa por demissão realizada por fornecedor terceirizado.

Final
– Será produto final, apto à venda pela rede de distribuição. Pré-série já construída, métodos e máquinas ajustados, tudo pronto para iniciar fabricação. 

Chery faz o Celer e queda do mercado contraiu seu projeto a 10% da capacidade industrial.

Fato – Histórias das fábricas chinesas de automóveis no Brasil – Chery e JAC - lembram aquele brinquedo dos antigos parques de diversão, o trem fantasma: cada curva um susto.

Alívio – Bem sucedida iniciativa envolvendo governo federal, Anfavea –associação dos fabricantes de veículos -, e 10 de seus associados, pode resultar vendas de 145 mil automóveis, 65 mil caminhões e 17 mil ônibus, ao Irã.

Quanto – Número de caminhões significa seis meses da produção projetada para este ano. 

Quanto a ônibus, segmento com as maiores perdas, volume pretendido supera a projeção anual para o segmento.

Vem aí – Carros autônomos, os capazes de ser controlados por aparatos eletrônicos, em condução externa, parece história de distante factibilidade. 

Notícias há: testes; interesse das gigantes Apple e Google entrarem no setor; pequenos acidentes.

Bola – Não serão veículos convencionais, devem traçar caminho próprio a partir dos conceitos e formas hoje existentes. 

Novidade atestatória pela Goodyear mostra isto: desenvolveu para eles um pneu esférico, o Eagle 360.

Muda
- Não rodará, mas elevará o automóvel do solo por campo magnético. De todas as dúvidas, algumas parecem dirimidas: o conforto de deslocamento e a manobrabilidade, sem atrito com o solo, girando em todas as direções.

Eagle 360, pneu para carro autônomo. Tudo muda.


Ciclo – Décadas após instalar-se no País, VW volta aos procedimentos de origem: orienta fabricantes de auto peças. 

No caso, noções operacionais, de gerenciamento, processos éticos, ecologia, sustentabilidade e sua maneira empresarial de funcionar.

Fora – Não são fornecedores da montadora, mas subfornecedores e vendedores ao mercado de reposição. Entende, iniciativa fortalecerá parque industrial. 

Chega a ser curioso: em época de crise, prejuízos, contração de despesas, aposta no futuro. Aparentemente, VW tem programa de longo prazo.

Conquista – Mercedes-Benz fez venda referencial para a transportadora Girteka Logistics, da Lituânia: 1.000 unidades do caminhão Actros, mais completo e caro da marca. 

Junto, os serviços FleetBoard, controlador de eficiência operacional de caminhão e operador.

Acesso – Retração nas vendas provoca crescimento pela opção consórcio como forma de poupança. O do Magazine Luíza cresceu 41% nos dois últimos anos.

Proteção – Ferrari apresentou, em Barcelona, Espanha, protótipo do Halo, arco de proteção ao piloto em acidentes. 

Kimi Raikkonnen, da marca, disse não haver sensível diferença na condução do carro, exceto a mancha negra acima do olhar.

Já vi - O Halo parece inspirado na construção/escultura da Praça da Apoteose, no Sambódromo carioca, criações do arquiteto Oscar Niemeyer.


Halo


Corridas – Pirelli fornecerá pneus aos caminhões da Fórmula Truck em 2016. Estreará os novos radiais FR-01 na medida 295x80x22,5, próxima semana, na abertura da temporada, em Santa Cruz do Sul, RS.

Aniversário – BMW comemorou 100 anos dia 7 de março. Destes, 50 sob comando da família Quandt, responsável pelo grande processo de expansão. 

Hoje, marca produz motos BMW e automóveis Mini e Rolls-Royce. Tem recente fábrica no Brasil. Curiosamente não comemorou ou divulgou volume de produção total.

Gente – José Luiz Gandini, presidente da Kia, deve ser eleito presidente da ABEIFA, associação reunindo importadores e fabricantes de veículos. 

OOOO Chapa única, vice, Luís Resende, presidente da Volvo Cars. 

OOOO Joseph Massaro, 46, promoção. 

OOOO Novo CFO da Dana, gigante de auto-peças. 

OOOO Era vice-presidente e controlador-geral. 

OOOO Carlos Dourado, administrador, bacharel em Direito, MBA em Marketing, novo diretor de Vendas da Dana Brasil. 

OOOO Larga experiência no setor incluindo passagens pelo exterior. 

OOOO Chase Morsey, 96, estatístico, passou. 

OOOO Era o último dos Whiz Kids, grupo de elite levado à Ford quando Henry II assumiu. 

OOOO Considerado o salvador do motor V8, soube dos planos da companhia em retirá-lo de produção para a Modelia 1952, fez cálculos, projeções, e provou a viabilidade de mantê-lo. 

OOOO Estava certo. 

OOOO Ganhou relevo, posições, e chefiou um departamento de espionagem industrial. OOOO
 _______________________________________________________________edita@rnasser.com.br 


PRÊMIO PANORAMA DO TURISMO, DO PARANÁ, TEM JÁ DEFINIDOS OS NOMES DOS FINALISTAS EM CADA UMA DAS 17 CATEGORIAS, MAIS VOTADOS NA ELEIÇÃO POPULAR FEITA ATRAVÉS DO SITE

Comissão julgadora na reunião deste dia 10 (Foto Divulgação)

Em reunião realizada na manhã desse dia 10, na Câmara Empresarial de Turismo da Fecomércio-PR, a comissão julgadora do Prêmio Panorama do Turismo | Profissionais do Ano | 2015 homologou os nomes dos três finalistas em cada uma das 17 categorias em disputa. 


Eles foram os mais votados em eleição popular realizada através do site www.panoramadoturismo.com.br.

Por ordem alfabética, são finalistas: 
Meio de Hospedagem, Alceu Vezzozo Filho, Fernanda Assis e Márcia Coelho; Estabelecimento Gastronômico, Délio Canabrava, Jorge Tonato e Manu Buffara; Agência de Receptivo, Adonai Arruda Filho, Marcelo Valente e Onésimo de Anunciação; Agência de Emissivo, Ademilde Moraes, Adonai Arruda Filho e Larissa Remonato; Operadora | Consolidadora, Adonai Arruda Filho, Arnaldo Levandowski e Aroldo Schultz; Instituição de Formação e Pesquisa, Carolina Parolin, Deise Bezerra e Raquel Panke; 
Empresa de Eventos, Gislaine Queiroz, Sérgio Takao Sato e Susan Klein; 
Espaço de Eventos, João Jacob Mehl, Júlio Cesar Hesel e Marcelo Bueno Franco; Companhia Aérea Nacional, Arnaldo Valenhes Jr., Cláudio Isolani e Jonas Maciel; Companhia Aérea Internacional, Antônio Américo, Cláudio Isolani e Walter Lanzer; Transportadora Turística Terrestre, Adonai Arruda Filho, Cênia Weiss e Ênio Murilo Dal Negro; 
Guia de Turismo, Ivete Fagundes, Luci Jacomel Kowalzuk e Sidney dos Reis; 
Ente Turístico, Aldo Cesar Carvalho, Patrícia Albanez e Tatiana Turra; 
Associativismo Regional, Adriane Vortolin, Anna Vargas e Nelson Pires Moraes Jr.; Divulgação, Antônio Claret de Rezende, Marina Cotovicz e Rhammon Cottar; 
Turismo Cultural, Leandro Knopfholz, Rogério Mendes e Rui Hara; 
Top Tur, Aldo César Carvalho, Deise Bezerra e Paulo Angeli. 

A categoria mais disputada foi Agência de Receptivo, com 1.750 eleitores diferentes. 

Os vencedores serão anunciados apenas na cerimônia de entrega da premiação, prevista para o próximo mês de abril, em dia a ser definido.

Todo o processo de identificação dos destaques do setor turístico paranaense em 2015 – envolvendo ampla consulta às entidades de classe representativas do trade e instâncias regionais de turismo e, ainda, votação popular pela internet – teve acompanhamento e validação de uma comissão julgadora formada por Orlando Kubo (presidente da ABIH-PR), Cibele Carvalho (presidente da Abeoc-PR), Licério Santos (presidente do COMTUR-Foz do Iguaçu), Vânia Climinácio (Paraná Turismo), jornalistas Marian Guimarães e Edson Luiz Militão, Rosa Maria Corbari Maccali (diretora da Câmara Empresarial de Turismo da Fecomércio-PR) e Júlio Cézar Rodrigues (diretor executivo do Instituto Panorama do Turismo).

Em sua quarta edição, essa reconhecida premiação é uma realização conjunta do Instituto Panorama do Turismo e da Câmara Empresarial de Turismo da Fecomércio-PR.

Para contatos:
(41) 9106-6852

instituto@panoramadoturismo.com.br

A IMPORTÂNCIA DOS CINTOS DE SEGURANÇA DE FREIOS ABS, DOS TRÊS PONTOS E DOS AIRBAGS NOS VEÍCULOS É TÃO GRANDE QUE NO BRASIL TERIAM SIDO EVITADO S CENTENAS DE MORTES E FERIDOS EM ACIDENTES DE TRÂNSITO



COLUNA 
MECÂNICA ONLINE®



Em caso de acidente, airbag e cinto de segurança alcançam alto índice na redução dos ferimentos


Segurança nunca é demais! O cinto de segurança é o primeiro elemento que busca reduzir os ferimentos em motoristas e passageiros em caso de acidentes.

E pode acreditar, a ausência do cinto de segurança pelos ocupantes traseiros do veículo ampliam o risco de ferimentos graves não apenas para eles, mas também para os ocupantes da parte dianteira.

Então, querido motorista, assuma para você a verificação de que todos os ocupantes estão com cinto de segurança antes da saída com o veículo.


Atenção, prudência e paciência são, definitivamente, alguns dos elementos indispensáveis à manutenção de vias seguras. 

As condições dos veículos também entram na lista e, por vezes, podem ocasionar acidentes ainda mais graves do que os provocados por falha humana.

Neste contexto, além de práticos, versáteis e desenvolvidos para todas as categorias de automóveis, dos luxuosos aos compactos, os itens veiculares de segurança salvam vidas.


A realidade brasileira, contudo, revela um cenário de atraso e negligência quando comparada a outros países.

“A demora fica ainda mais evidente pela perspectiva histórica de implantação de sistemas do gênero em países de primeiro mundo. Enquanto nos Estados Unidos o airbag frontal duplo e o freio ABS são exigidos desde 1995 e na Europa já se discute a instalação de direção autônoma em 2020, no Brasil, o cinto de segurança tornou-se obrigatório somente em 1998, pelo Código Brasileiro de Trânsito”, aponta o diretor e especialista em trânsito da Perkons, Luiz Gustavo Campos.


Já o cinto de três pontos e o encosto de cabeça devem passar a compor a estrutura dos carros vendidos no Brasil até 2020, conforme Resolução nº 518/2015, do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito).

Pesquisas e levantamentos conduzidos por organizações conceituadas do segmento reforçam a urgência do tema. Estimativas da National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA), instituto de segurança de trânsito dos EUA, indicam que o uso de airbag combinado com o do cinto de segurança reduz em cerca de 60% o risco de ferimentos em caso de acidente.

Complementares ao cinto de segurança, as bolsas infláveis funcionam como minimizadores de danos.

A importância de associar o uso dos dois itens fica ainda mais evidente a partir de dados do mesmo estudo, que mostram que com a utilização só do airbag, os ferimentos não acontecem apenas em cerca de 18% dos acidentes.

Outro levantamento do mesmo órgão concluiu que a instalação do sistema antitravamento de rodas, conhecido por ABS (Antilock Brake Sistem), reduz o risco de envolvimento em acidentes em 6% para carros.

Em outra perspectiva, segundo estudo do Centro de Experimentação e Segurança Viária (Cesvi), se o sistema ABS tivesse sido instalado em toda frota brasileira entre 2001 e 2007, teria salvado 490 vidas por ano e evitado ferimentos em mais de 10 mil pessoas. 

Tal redução resultaria em um impacto positivo de R$ 630 milhões ao longo de dois anos.

“De maneira geral, todos os itens com a finalidade de preservar a integridade física dos ocupantes podem trazer resultados satisfatórios em eventualidades no trânsito”, salienta o analista técnico do Cesvi, Diego Lazari.

Independentemente da maneira como atuam, a capacidade dos equipamentos em reverter tragédias tão recorrentes nas vias brasileiras permanece subjugada.

Segundo Lazari, antes de se tornarem obrigatórios, os itens devem passar por acordos junto aos fabricantes e superar os níveis de confiabilidade definidos por legislações. 

“Esse processo moroso acaba, muitas vezes, tornando facultativa a disponibilidade dos dispositivos”, acrescenta.

Os processos burocráticos, no entanto, deixaram de ser um pretexto válido desde 2014, quando passou a ser obrigatório que todos os carros de passeio e caminhonetes saíssem da fábrica com freios ABS e airbags duplos frontais, tanto para condutor, quanto para passageiro do banco dianteiro.

Em 2013, porém, na iminência da obrigatoriedade, o estudo do Cesvi verificou que um quinto dos veículos vendidos ainda ignoravam a norma, ao passo que, no mesmo período, 91% dos modelos importados e vendidos no Brasil já possuíam os equipamentos.


--- BOX---


Tecnologia a favor da segurança veicular - De acordo com o analista técnico do Cesvi, é possível dividir os itens de segurança veicular em dois grandes grupos: os de Segurança Ativa e os de Segurança Passiva. 

Os itens do primeiro grupo visam proporcionar um controle mais seguro do carro com recursos eficazes; os do segundo, amenizar possíveis danos aos ocupantes de veículo em situações consideradas inevitáveis.

GÊNERO
ITEM
FUNCIONAMENTO
SEGURANÇA ATIVA
ABS (Antilock Brake Sistem)
Por não travar as rodas em situações de frenagens de pânico, o ABS permite que o motorista desvie de obstáculos com mais segurança.
EBD (Distribuição Eletrônica de Frenagem)
Complemento do ABS, o sistema controla a força da frenagem nos eixos traseiro e dianteiro para proporcionar uma distribuição igualitária entre as forças empregadas na frenagem.
BAS (Sistema de Assistência a Frenagem)
Também conhecido por Freio de Emergência, o BAS, quando combinado ao ABS e ao EBD, joga carga máxima no freio quando o motorista pisa no pedal bruscamente.
ESP (Programa Eletrônico de Estabilidade)
Diferente do ABS, ainda que baseado em seu sistema, o ESP adota sensores que reconduzem o automóvel à trajetória original em caso de desestabilização ou perda repentina do controle.
EAS (Sistema de Acuação Eletrônica)
Também auxiliar do ABS, o sistema controla a tração e a altura do carro em relação ao solo, além de agir mesmo que o pedal não seja levado ao fundo.
ESC (Controle Eletrônico de Estabilidade)
Com atuação seletiva sobre os freios, o ESC reduz a potência do motor para prevenir a perda do controle e derrapagens.
Airbag
Bolsas infláveis que protegem cabeça e tórax dos ocupantes contra impactos em partes do veículo. É mais eficiente quando usado em conjunto com o cinto de segurança.
Cintos de segurança com pré-tensionador
O item impede a projeção dos passageiros para fora do veículo durante colisões de qualquer ordem.
SEGURANÇA PASSIVA
Banco antimergulho;
Barras de proteção laterais nas portas e encostos de cabeça ativos, para evitar danos ao pescoço em colisões traseiras.



“Há possibilidade do ESP entrar em vigor no Brasil em um futuro não tão distante. A frenagem automática das rodas garantida pelo sistema pode ser determinante em circunstâncias emergenciais. Mas, certamente, o poder de reverter este cenário de atraso está nas mãos do comprador, que deve pesquisar sobre as novas tecnologias em desenvolvimento”, observa Lazari.

Para o diretor do Sindicato Intermunicipal da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios do estado de São Paulo (Sindirepa-SP), Antônio Gaspar de Oliveira, em teoria, os veículos estão cada vez mais seguros devido ao próprio avanço tecnológico, que promove a criação de sistemas de controle de velocidade e piloto automático. 

Os equipamentos, no entanto, não eximem o condutor da prudência, do respeito às leis de trânsito e do compromisso em manter as boas condições do veículo. 

“Inspeções técnicas já adotadas em mais de 50 países são capazes de reduzir significativamente as mortes no trânsito”, conclui.

==================================
Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

quarta-feira, 9 de março de 2016

FLÁVIO PADOVAN É O NOVO VP DE VENDAS E MARKETING DAS CONCESSIONÁRIAS CAOA

Foto: Marcos Camargo


A CAOA anuncia que Flávio Padovan, diretor-geral da Subaru CAOA; passa a ocupar a nova posição de Vice-Presidente de Vendas e Marketing das Concessionárias CAOA para as marcas SUBARU, HYUNDAI E FORD, reportando-se a Antonio Maciel Neto, CEO do Grupo. 

As diretorias comerciais das linhas HYUNDAI Importados e Seminovos, HMB CAOA, SUBARU CAOA e FORD CAOA passam a se reportar para Padovan, além das áreas de Marketing e de Desenvolvimento de Rede.

Flavio Padovan possui larga experiência na indústria automotiva, ocupando importantes posições de liderança na Ford e na Volkswagen, neste último como Vice-Presidente de Vendas e Marketing. 

Antes de ingressar na CAOA, o executivo atuou como Presidente da Jaguar Land Rover para toda a América Latina e Caribe. 

No período de 2012 a 2013, também ocupou o cargo de presidente da ABEIFA - Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores.

A CAOA anuncia também que Anselmo Borgheti, diretor-executivo, além de acumular as diretorias de Pós-Venda, Novos Negócios, Consórcio, F&I e Pesquisa e Satisfação ao Cliente, também assume a diretoria da CAOA Patrimonial.



A SÉRIE ESPECIAL ADVENTURE EXTREME CHEGA AGORA EM TODA GAMA ADVENTURE DA FIAT


Para destacar ainda mais as características da linha Adventure, a Fiat lançou a Série Especial Adventure Extreme, que traz muita tecnologia a bordo e detalhes que ressaltam uma personalização ainda mais marcante para a linha Adventure. 


Ela foi lançada primeiro na picape Strada, e a partir de agora chega para atender os vários tipos de consumidores deste segmento, completando assim toda gama Adventure da Fiat: Weekend Adventure Extreme, Idea Adventure Extreme e Doblò Adventure Extreme.

O principal destaque da Série Especial Extreme é a nova Central Multimídia com câmera de ré, que agrega bastante tecnologia e várias funcionalidades, oferecendo muita comodidade para o motorista e também para os passageiros.

A nova Central Multimidia, presente em todos os modelos desta nova série especial, traz tela de 6,2” Touch Screen, com as seguintes funções: TV digital, Navegador, Bluetooth, Câmera de ré, rádio AM/FM, DVD, CD Player, USB, entrada auxiliar, chamadas telefônicas e controle dos comandos no volante. Isso se traduz em muita sofisticação, segurança e praticidade a bordo da nova Série Especial.


Externamente, a Adventure Extreme traz vários diferenciais, como novas rodas de liga leve, grade dianteira e moldura dos para-choques com pintura exclusiva, uma cor inédita nos modelos Adventure – Branco Kalahari - e badge Extreme. Mas cada modelo recebeu uma caracterização e equipamentos específicos. Veja abaixo:


Weekend Adventure Extreme:
Moldura dos para-choques dianteiro e traseiro escurecida;

Grade frontal escurecida;

Faróis de máscara negra;

Rodas de liga leve 16” com pintura exclusiva;

Protetor de soleira escurecido;

Friso da tampa traseira escurecido;

Rede porta-objetos no porta malas;

Bolsa porta-objetos no encosto dos bancos dianteiros,

Sobre tapetes exclusivos Extreme;

Badge Extreme;

Volante em Couro com Comandos da Central Multimídia.


Idea Adventure Extreme:
Moldura dos para-choques dianteiro e traseiro escurecida;

Grade frontal escurecida;

Faróis de máscara negra;

Moldura dos faróis de neblina escurecida;

Rodas de liga leve 16” com pintura exclusiva;

Rede porta-objetos no porta malas;

Vidros elétricos traseiro com one touch e antiesmagamento;

Sensor de estacionamento;

Sobre tapetes exclusivos Extreme;

Badge Extreme.


Doblò Adventure Extreme:

Moldura dos para-choques dianteiro;

Grade frontal escurecida;

Rodas de liga leve 16” com pintura exclusiva;

Sobre tapetes exclusivos Extreme;

Badge Extreme;

Volante em Couro com Comandos da Central Multimídia.

A Série Especial Adventure Extreme chega ao mercado com muita vantagem para o bolso do cliente que busca o conceito aventureiro, tanto para o lazer quanto para o dia a dia. Com um excelente custo-benefício e contra-valor - por volta de 22% a menos do valor dos equipamentos -, traz preços muitos competitivos.


Preços da Série Especial 
Adventure Extreme:
Weekend Adventure Extreme – R$ 70.180

Idea Adventure Extreme – R$ 70.380

Doblò Adventure Extreme – R$ 84.370


ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.