Coluna Minas Turismo Gerais
Jornalista Sérgio Moreira
55 anos do Palácio das Artes e 50 anos da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais
O ano de 2026 será marcado por uma grande festa no Palácio das Artes, inaugurado em 14 de março de 1971 e da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, criada em 1976, mantida e administrada pela Fundação Clóvis Salgado, resulta de antiga aspiração dos meios culturais mineiros. Em 2013 tornou-se Patrimônio Cultural de Minas Gerais .
Considerado o maior complexo cultural da América Latina celebra seus 55 anos de história ao lado dos 50 anos da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (OSMG), um de seus mais importantes corpos artísticos. Para comemorar essas datas emblemáticas, o Palácio das Artes prepara uma temporada especial, repleta de música de excelência, encontros históricos e grandes nomes da regência nacional e internacional.
Ao longo de todo o ano, a OSMG será conduzida por maestros que ajudaram a construir sua trajetória, em concertos que celebram o passado, o presente e o futuro da instituição. Entre os convidados estão Roberto Tibiriçá, Sílvio Viegas, Marcelo Ramos, Priscila Bomfim, Gabriel Rhein-Schirato, André Brant e Ligia Amadio.
foto: Amaury Simões
Ligia Amadio
foto:Paulo Lacerda
Marcelo Ramos
foto:Ana Clara Miranda
Priscila Bomfim
As comemorações têm início com o já consagrado Carnaval da Liberdade, sob a regência do maestro Marcelo Ramos, titular da OSMG em dois períodos (2001–2007 e 2013–2015). Ainda no final de fevereiro, Ramos rege a Orquestra e o Coral Lírico de Minas Gerais em uma noite dedicada a Ludwig von Beethoven, com a execução do Concerto nº 5 – “Imperador” e da Fantasia Coral.
Em abril, o regente residente André Brant, prata da casa, assume os concertos didáticos voltados para escolas convidadas e a preparação da ópera As Bodas de Fígaro, de Wolfgang Amadeus Mozart, com direção cênica do italiano Mario Corradi. A estreia está prevista para 17 de abril, com récitas nos dias 19, 21 e 23.
“A temporada 2026 marca um capítulo histórico e profundamente simbólico na trajetória da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e da Fundação Clóvis Salgado. Celebramos 50 anos da Orquestra e 55 anos da instituição cultural mais importante do Estado: mais de meio século de música, excelência artística e compromisso com a cultura mineira”, destaca André Brant.
Na primeira quinzena de junho, a prestigiada série Música de Cinema apresenta o Especial Studio Ghibli, homenagem ao renomado estúdio japonês de animação, novamente sob a regência de André Brant.
Na segunda quinzena do mês, a OSMG acompanha a Cia de Dança Palácio das Artes no balé Carmen, de Rodion Shchedrin, versão da obra de Georges Bizet, com direção geral e coreografia de Luiz Fernando Bongiovanni.
Julho será marcado por um encontro internacional com dois grandes artistas portugueses. O jovem maestro Rui Miguel Marques, assistente da Stavanger Symphony Orchestra desde 2025 e integrante do programa Dirigentforum Junior, tem se destacado em palcos de todo o mundo. Ao seu lado, o pianista Bernardo Santos, um dos mais ativos de sua geração, com apresentações em mais de 25 países e vasta discografia, além de importante trabalho de pesquisa sobre a música portuguesa do século XX.
Entre 30 e 31 de julho, 1º e 2 de agosto, acontece mais uma edição inédita do projeto Viva a Ópera, desta vez dedicada a árias, duetos e coros de óperas francesas. Com direção cênica de Pablo Maritano e regência de Gabriel Rhein-Schirato, ex-integrante da OSMG, as apresentações ocorrerão nos galpões do Centro Técnico de Produção e Formação da FCS, em Marzagão, Sabará.
fotos:Paulo Lacerda
Silvio Viegas
Em 12 de setembro, estreia em Diamantina a nova ópera encomendada pela Fundação Clóvis Salgado: Chica da Silva, com música de Guilherme Bernstein e libreto de Marcus Bernstein e Flávia Bessone. A obra narra a trajetória da escravizada parda que conquistou o contratador de diamantes João Fernandes. A produção conta com direção de Jorge Takla, coreografia de Regina Advento, figurinos de Willian Rausch, cenários de Jonas Soares e iluminação de Gabriel Pederneiras. A soprano Monique Galvão interpreta Chica da Silva, sob regência do maestro Sílvio Viegas.
Em outubro, o Palácio das Artes celebra a 100ª ópera apresentada em seus 55 anos, com Il Maestro di Cappella, de Domenico Cimarosa, no Centro Cultural do Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, com regência de André Brant.
foto:Paulo Lacerda
Roberto Tibiriçá
No dia 2 de dezembro, a temporada recebe novamente o maestro Roberto Tibiriçá, ex-titular da OSMG, que rege a obra Floresta do Amazonas, de Heitor Villa-Lobos, com a soprano Camila Provenzale.
“O Palácio das Artes foi e continua sendo muito importante para mim. É um espaço único, que reúne natureza, excelência artística e acolhimento. Estar no Palácio das Artes é estar em casa”, afirma Tibiriçá.
Encerrando o ano, em clima de emoção e tradição, acontece o Concerto Especial de Natal, com a OSMG, o maestro André Brant e o Coro Infantojuvenil do Centro de Formação Artística e Tecnológica (Cefart).
Teatro do Palácio das Artes
Fundação Clóvis Salgado - Com a missão de fomentar a criação, a formação, a produção e a difusão da arte e da cultura em Minas Gerais, a Fundação Clóvis Salgado (FCS) é vinculada à Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult). Artes visuais, cinema, dança, música, ópera e teatro integram a ampla programação desenvolvida nos espaços sob sua gestão, como o Palácio das Artes, a CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais e a Serraria Souza Pinto.
A Fundação também é responsável pela gestão dos corpos artísticos — Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, Coral Lírico de Minas Gerais e Cia de Dança Palácio das Artes — além do Cine Humberto Mauro, das Galerias de Arte e do Cefart. Em 2026, ao celebrar os 55 anos do Palácio das Artes, a FCS amplia suas ações para todas as artes e todos os públicos, reafirmando seu compromisso com a democratização cultural.
Inhotim é o único destino do Brasil na lista do New York Times dos lugares no mundo para conhecer em 2026
O Inhotim é o único destino brasileiro na lista de 52 lugares para conhecer em 2026 divulgada no dia 6 de janeiro, pelo jornal The New York Times (NYT) . Inhotim está em Brumadinho, cidade localizada a 60 Km de Belo Horizonte, é considerado o maior museu a céu aberto do mundo. Inhotim ficou na 24ª posição entre as atrações mundiais.
“Uma das poucas críticas feitas a Inhotim é que um único dia não basta para ver tudo”, diz o New York Times, destacando as “500 obras distribuídas em 24 galerias de arquitetura única, em meio a um enorme jardim botânico”.
“Em 2026, Inhotim celebra 20 anos de abertura ao público (o espaço começou como uma coleção privada) com uma programação especial de exposições que exploram a identidade afro-amazônica do Brasil”, acrescenta o jornal dos Estados Unidos.
informações https://www.inhotim.org.br/
Na menção a Inhotim, o New York Times cita Belo Horizonte, como “a capital dos bares” do Brasil e elenca a capital mineira, o Parque Nacional da Serra do Cipó e “igrejas de exuberância barroca” como motivos para estender a viagem após a visita em Brumadinho.
“Obras de Dalton Paula, Davi de Jesus do Nascimento, Paulo Nazareth e de 22 artistas indígenas sul-americanos se somarão ao acervo permanente, que inclui trabalhos de artistas como Yayoi Kusama e Hélio Oiticica.”
Brasília (em 2024), Manaus e o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses (ambos em 2023) foram alguns dos lugares brasileiros que apareceram recentemente no ranking anual do New York Times. No ano passado, nenhum destino do Brasil entrou na lista.
Além do museu mineiro, o jornal ainda incluiu cidades, praias, parques, cenários naturais e outras atrações como destinos para os viajantes em 2026.
Hotel Monte Real recreação e gastronomia para férias
As férias de verão ganham um ritmo especial no Hotel Monte Real, em uma cidade tranquila e reconhecida como destino turístico ideal para famílias que buscam descanso, contato com a natureza e uma programação completa para todas as idades. Durante todo o mês de janeiro, o empreendimento situado em Águas de Lindóia (SP) aposta em recreação todos os dias, experiências educativas para as crianças e gastronomia em regime de pensão completa, com café da manhã, almoço e jantar inclusos nas diárias.
Pensado para quem viaja em família, com filhos, netos ou em grupos multigeracionais, o Monte Real oferece recreação para hóspedes a partir de 4 anos, garantindo tranquilidade para os pais e responsáveis, que podem relaxar enquanto os pequenos participam das atividades com os monitores. Aos finais de semana, a programação ganha reforço com duas atrações fixas: o Bicho Educa e o Cientista Maluco, projetos que unem aprendizado e diversão em torno de temas como ecologia, meio ambiente e ciências.
No Bicho Educa, as crianças têm contato com diferentes animais, como cobra, chinchila, tartaruga e a curiosa barata de Madagascar, em um momento de aprendizado orientado, que estimula o respeito à fauna e à natureza. Já no Cientista Maluco, os pequenos são apresentados a experiências científicas e atividades práticas, em uma espécie de “aula” lúdica, pensada para despertar a curiosidade, o interesse pela ciência e o espírito investigativo desde cedo.
Além disso, a infraestrutura de lazer do Hotel Monte Real foi desenhada para atender a todas as faixas etárias, mantendo o equilíbrio entre descanso e diversão. São nove piscinas, sendo três cobertas e aquecidas, hidromassagem, quatro saunas, brinquedoteca, quadras esportivas, academia ao ar livre e salões de jogos. Enquanto as crianças aproveitam as atividades recreativas e espaços dedicados, os adultos podem relaxar nas áreas de bem-estar, manter a rotina de exercícios ou simplesmente desfrutar da atmosfera tranquila da cidade.
A gastronomia é outro destaque da experiência. Todas as três refeições diárias estão incluídas e são servidas no restaurante Cristal, que oferece cardápios diversificados, saborosos e preparados com atenção aos detalhes. Massas e pães caseiros, buffet variado e até refeições temáticas fazem parte da programação gastronômica do hotel, reforçando a sensação de conforto e acolhimento. Aos sábados, a tradicional feijoada é um momento já esperado pelos hóspedes, reunindo família e amigos em torno da boa mesa.
Para fechar o dia, o Pub Inglês surge como um ambiente convidativo para socializar, conversar e brindar as férias, com opções de bebidas e um clima descontraído.
informações e reservas, acesse: hotelmontereal.com.br.
Reencontro dos blocos do Carnabelô abre oficialmente o Carnaval de BH
Depois de tanto tempo, chegou a hora do reencontro. No dia 31 de janeiro, Belo Horizonte revive um dos capítulos mais marcantes de sua história carnavalesca com o Reencontro dos Blocos do Carnabelô, evento que abre oficialmente o Carnaval de BH em 2026 e traz como tema um sentimento que atravessa gerações: “Ê Saudade”.
Popular nos anos 1990, o Carnabelô foi o nome dado ao grande carnaval fora de época que, a partir de 1994, transformou a capital mineira em palco de trios elétricos, blocos de axé e multidões vestidas de abadá. Inspirado no modelo dos carnavais da Bahia, o evento movimentou a Avenida Afonso Pena e recebeu atrações como Asa de Águia, Netinho e Cheiro de Amor, projetando Belo Horizonte no cenário nacional do entretenimento. O Carnabelô foi encerrado no início dos anos 2000, mas deixou um legado decisivo para o crescimento do atual carnaval de rua da cidade.
Fotos:Divulgação
Força cultural - “O reencontro dos blocos do Carnabelô é, antes de tudo, uma celebração da memória afetiva de Belo Horizonte. O Carnabelô marcou uma geração, ajudou a formar público e abriu caminhos para o carnaval de rua que a cidade vive hoje. Trazer essa história de volta às ruas é reconhecer a força cultural do carnaval e reafirmar BH como um dos grandes polos da folia no país”, destaca Eberty Salles, da Pulsar Brasil, produtora dos blocos deste ano.
De acordo com ele, o evento relembra um tempo em que Belo Horizonte se transformava em um grande carnaval fora de época. “Para os foliões rever essa energia agora, tantos anos depois, será emocionante. É como se a cidade se olhasse no espelho e reencontrasse uma parte importante da sua identidade carnavalesca”, acentua Eberty.
Agora, essa memória coletiva ganha novo fôlego ao ocupar novamente as ruas da capital. O reencontro acontece a partir das 13h, no entorno do Estádio do Mineirão, com concentração na Avenida Abraão Caran, em frente ao posto de gasolina. A entrada é gratuita, reforçando o caráter democrático e popular que se tornou marca registrada do Carnaval de Belo Horizonte.
A programação reúne blocos e artistas que fizeram história na folia mineira. O Bloco Come Queto abre o evento às 14h, ao lado de Reinaldinho, ex-vocalista do Terra Samba. Às 16h, é a vez do Bloco Belo Pirô, embalado pelos sucessos da banda Cheiro de Amor. Encerrando o reencontro em clima de celebração, o Bloco Uai assume a festa às 18h com a energia de Tuca Fernandes.
Mais do que um evento, o Reencontro dos Blocos do Carnabelô é memória viva.
É a rua cheia, a música compartilhada e a saudade transformada em festa. Em um momento em que o Carnaval de Belo Horizonte se reafirma como um dos maiores carnavais de rua do Brasil, plural, inclusivo e participativo, os blocos do Carnabelô retornam como símbolo de uma história que ajudou a pavimentar esse caminho.
Nikkey Palace Hotel no tradicional bairro da Liberdade
O bairro da Liberdade, um dos símbolos mais marcantes da cultura japonesa no Brasil, vive um momento especial. Eleito um dos 25 melhores destinos do mundo para viajar em 2026 pelo ranking Best in Travel, da Lonely Planet, o distrito paulistano ganhou destaque internacional graças gastronomia e à difusão da cultura oriental. Neste verão, o destino icônico torna-se uma excelente opção para curtir as férias na capital.
O passeio começa logo na chegada à tradicional Praça da Liberdade, marcada pelas luminárias típicas que anunciam a imersão no universo nipônico. Aos fins de semana, a famosa Feira da Liberdade movimenta o bairro com barracas de artesanato, acessórios, arte e comidas típicas, como tempurá, guioza e o disputado takoyaki. Para quem deseja entender a trajetória dos imigrantes japoneses no Brasil, o Museu da Imigração Japonesa é parada obrigatória, reunindo documentos, objetos históricos e relatos que remontam ao início do século XX.
As ruas também são repletas de lojas especializadas, mercados orientais, casas de chá e espaços dedicados à cultura pop asiática — de animes e mangás a artigos de decoração.
Para quem deseja aproveitar tudo isso com conforto e praticidade, o Nikkey Palace Hotel surge como uma das melhores opções de hospedagem na região. Localizado no coração da Liberdade, na Rua Galvão Bueno, o hotel reúne serviços completos que convidam o visitante a viver a cultura japonesa de forma integral.
O Nikkey Restaurante oferece um buffet variado que combina pratos asiáticos e brasileiros, ideal para o almoço depois de explorar as lojinhas do bairro ou para o jantar após um dia de passeios. Já a charmosa cafeteria Itigô Itiê, também aberta ao público, é o espaço perfeito para uma pausa com doces típicos, bebidas especiais e opções sem glúten.
Para relaxar durante as férias, o Nikkey Spa oferece terapias inspiradas em técnicas orientais, como shiatsu, reflexologia e massagens diversas, além de sauna e piscina. O hotel conta ainda com o Espaço Gamer Minasan, equipado para garantir momentos de lazer, e salas de eventos versáteis, ideais para confraternizações, aniversários ou encontros corporativos. informações: www.nikkeyhotel.com.br
Ônibus elétricos nas operações do BH Airport
O BH Airport avança na transição para uma matriz de mobilidade de menor impacto ambiental com a ampliação dos investimentos em veículos elétricos e combustíveis com baixa emissão de carbono. A novidade chegou hoje, movida pela eletrificação. Com o aporte de R$ 5 milhões, o terminal internacional mineiro trouxe para a área operacional os dois primeiros ônibus elétricos para o transporte de passageiros. A iniciativa integra um plano estruturado de investimentos de longo prazo, projetando a renovação da frota e a substituição gradual dos veículos operacionais a combustão.
“A modernização da frota de mobilidade elétrica reforça o nosso compromisso com a sustentabilidade, com a inovação operacional e a gestão alinhada às práticas ESG. A nossa expectativa é de que, até 2030, as operações de embarque e desembarque remoto sejam realizadas 100% com ônibus elétricos. Com os dois novos veículos que chegaram hoje, estimamos uma redução adicional de 42,1 toneladas de CO₂ equivalente por ano”, afirma Emerson Chaves, gerente de Infraestrutura e Meio Ambiente do BH Airport.
Desde 2024, marco da transição para a mobilidade elétrica, o terminal mineiro já contabiliza uma redução de 40 toneladas de CO₂ equivalente, resultado da substituição de quatro veículos a combustão por quatro modelos elétricos BYD, Mini Dolphin, utilizados no transporte de equipes operacionais no pátio. “Nosso plano também passa pela troca do combustível fóssil pelo combustível verde, como parte do esforço para reduzir emissões diretas, neutralizando impactos ambientais, e aumentar a eficiência energética das operações. Em 2024, incorporamos duas caminhonetes híbridas flex a etanol, substituindo os veículos a diesel utilizados pelas equipes de manutenção. O investimento total na aquisição das caminhonetes e modelos BYD foi de R$ 750 mil”, acrescenta Emerson Chaves.
A estratégia de mobilidade sustentável integra o plano de descarbonização do BH Airport, estruturado com horizontes até o fim da concessão. Reconhecido como o primeiro aeroporto neutro em carbono no Brasil, garantindo todos os requisitos para alcançar o nível 3+ /Neutralização das emissões, dentro do programa Airport Carbon Accreditation, do Conselho Internacional de Aeroportos (ACI), o BH Airport segue avançando para alcançar o patamar de zero emissões até 2044 e já evitou a emissão de aproximadamente 8600 toneladas de CO₂ equivalente desde 2017, representando uma redução de 69%, desde quando o programa de descarbonização foi implantado.
Parceria sustentável - Os novos ônibus elétricos foram adquiridos da fabricante nacional Marcopolo, após um processo de qualificação técnica que considerou requisitos específicos do ambiente aeroportuário, como normas de segurança, desempenho operacional e confiabilidade dos sistemas. Os veículos receberam customização visual exclusiva, com identidade alinhada à marca BH Airport, e personalizada com o selo do programa de sustentabilidade. O início das operações regulares está programado para janeiro de 2026, quando a gestão de mudança, que envolve etapas como período de testes, treinamentos das equipes, revisão de procedimentos operacionais e do plano de contingência, estiver concluída.
“Essa parceria com o BH Airport marca nossa estreia no segmento aeroportuário com veículos elétricos e reforça o compromisso da Marcopolo em desenvolver soluções sustentáveis para aplicações complexas. É um veículo 100% brasileiro, projetado para atender às exigências técnicas do setor aeroportuário e alinhado ao desafio global de descarbonização do transporte”, afirma Ricardo Portolan, diretor de Operações Comerciais Mercado Interno e Marketing da Marcopolo.
Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pela Motiva Aeroportos, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil.
Coluna Minas Turismo Gerais Jornalista Sérgio Moreira @sergiomoreira63 informações para sergio51moreira@bol.com.br
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