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quinta-feira, 26 de maio de 2016

BRASIL TEM UM NÍVEL DE ESTRADAS NÃO PAVIMENTADAS COMPARÁVEL A PAÍSES MUITO POBRES, OU SEJA 80% DAS ESTRADAS BRASILEIRAS ESTÁ NESSE ESTADO, O QUE SE CHOCA COM UMA NAÇÃO EM QUE 60% DAS CARGAS VIAJAM DE CAMINHÃO. SENTRA 2017 SÓ AUTOMÁTICO, MAS CUSTA MAIS CARO. SABE AQUELES TACHÕES OU TARTARUGAS QUE JÁ RASGARAM PNEUS DE MUITA GENTE? SÃO PROIBIDOS DESDE 2009, MAS MUITAS CIDADES, INCLUSIVE O RIO DE JANEIRO, AINDA OS MANTÉM, ILEGALMENTE


Alta Roda 

Nº 890 — 24/5/16

Fernando Calmon



Estatísticas furadas



No momento em que o Brasil se volta, finalmente, a investir em parcerias público-privadas para desatar o nó de uma infraestrutura de altíssima deficiência cabe analisar alguns aspectos. 


Nada menos de 80% das estradas brasileiras (cerca de 1,3 milhão de quilômetros no total) não são pavimentadas. Essa proporção só se encontra em países muito pobres.

Trata-se de referência bastante desfavorável para uma nação que tem a quarta maior superfície terrestre contínua do planeta (quinta, com Alasca incluído como área descontínua dos EUA), a quinta população, um PIB que o coloca em sétimo (tendência a cair) e um mercado interno de veículos que já foi o quarto do mundo (hoje é sétimo e em queda). 

Nada justifica uma rede asfaltada tão ridiculamente baixa dentro do conceito “rodoviarista” de transporte de bens. 

Cerca de 60% das cargas viajam por caminhão e esse percentual não é muito acima de alguns países europeus e mesmo dos EUA.

Só mais recentemente se abriu a possibilidade de, além de conservação do piso, as concessionárias duplicarem as pistas e mesmo construir novas vias. 

Outra realidade é a incapacidade do Contran de controlar a frota real circulante. Se esse número fosse pelo menos próximo do real, os interessados em infraestrutura estariam em condições de estimar o crescimento do tráfego ao longo do tempo pois os contratos estabelecem, em geral, 30 ou mais anos de concessão.

Essa falha de planejamento ocorre por exigências exageradas para que motoristas deem baixa no veículo ao fim de sua vida. 

Então são abandonados nas ruas (há multa de R$ 16.000 na cidade de São Paulo, mas provavelmente ninguém a pagou até hoje), em galpões, deixados ao relento no campo ou mesmo jogados em rios e represas.

Saber, porém, quantos modelos, de que marca e tipo ainda circulam são tarefas essenciais para produção de componentes de reposição. 

Por isso, tanto o Sindipeças quanto a Anfavea, publicam estudos há mais de 10 anos. 

Em 2015, a primeira entidade estimou a frota brasileira (sem contar motos) em 42.587.250 unidades. 

A segunda, chegou a números bem próximos. Algo como 35% abaixo do total divulgado pelo Contran e Detrans. 

Refletem apenas emplacamentos originais (via Renavam) e um número quase irrelevante de baixas espontâneas de registros: apenas 1,8 milhão de unidades, entre 1990 e 2015. A maioria, certamente, de seguradoras com PT (perda total) em acidentes.

Agora, uma terceira fonte também estuda a frota. A filial brasileira da consultoria Jato desenvolveu processo para cálculo de veículos em circulação dividindo o mercado em 15 segmentos e analisando, caso a caso, cada um deles. 

Estabeleceu curvas específicas de descarte de produtos por impossibilidade mecânica de rodar ou consertar, roubos (com desmanches) e PT. 

A empresa estima, em 2014, 38.564.843 veículos, uns 9% abaixo das referências Sindipeças e Anfavea.

Em razão dos maus resultados de vendas desde 2015 é provável a frota brasileira real diminuir, pois entrariam no mercado menos carros e veículos pesados do que os que deixam de circular. As futuras concessionárias de estradas que fiquem de olhos abertos.


Roda Viva

Nissan deu boa arrumada no meio ciclo de vida do Sentra 2017. Frente modernizada e adição de itens de conforto e conveniência já na versão de entrada somam-se a comando elétrico no banco de motorista e alto-falantes Bose. 

Agora, deixou de existir câmbio manual: todos têm o automático CVT. Melhorou economia de combustível e a 120 km/h motor sussurra a 2.000 rpm.

Quando se exige mais do acelerador, mesmo na posição “L” do CVT, resposta é um pouco lenta: rotação de torque máximo (20 kgfm) fica apenas 300 rpm abaixo da de potência máxima (140 cv, pouco para um 2-litros aspirado). 

Turbo seria ideal. Os preços aumentaram 7%, justificados por mais equipamentos, e são competitivos: R$ 79.990 a R$ 95.990.


Sofisticação e equipamentos exclusivos estão no novo BMW 740 Li M Sport, sedã de alta gama e referencial da marca alemã. 

Pretende vender até 100 unidades/ano ao preço único de R$ 709.950. Nível de conforto para o passageiro do lado direito do banco traseiro é ímpar. 

Alguns itens, de tão avançados, exigem homologação específica no Brasil e não vêm agora.

Voyage 2017 não arrancou tão bem como o Gol em vendas. Mas a repaginada na parte frontal e o novo painel interno (laterais continuam iguais e também a parte traseira do sedã compacto) podem lhe dar mais fôlego. Impressiona bem o desempenho do motor 3-cilindros/1 litro. No uso em cidade o deixa bem próximo ao 4-cilindros e com vantagem em economia.

Obstáculos no asfalto para sinalizar vias, como os temidos tachões ou “tartarugas” e mesmo inocentes “sonorizadores”, estão proibidos por resolução do Contran, desde 2009. 

Mas, ainda se podem ver nas cidades e estradas em desacordo com a lei. Afora os danos em pneus e suspensões dos veículos, essas protuberâncias são muitas vezes causas de acidentes e danos no asfalto.

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

FORD APRESENTA O NOVO MOTOR 1.0 ECOBOOST QUE VAI EQUIPAR O NEW FIESTA NO BRASIL


A Ford fez a primeira exibição do novo motor 1.0 EcoBoost com turbocompressor, um dos mais avançados e premiados do mundo. 

Essa nova tecnologia global da marca foi apresentada em um workshop em São Paulo e em breve vai equipar uma das versões do New Fiesta no Brasil.
Além de ser até 20% mais econômico no consumo de combustível, o motor EcoBoost 1.0 reduz em até 15% as emissões de CO2. 

Tudo isso, com a maior potência da categoria, de 125 cv – superior à de blocos de maior cilindrada – e um desempenho forte e suave. 

Para atingir essa eficiência ele combina três tecnologias: turboalimentação, injeção direta de combustível e comando de válvulas variável, além de outras inovações.

O Fusion 2.0 EcoBoost foi o primeiro carro no Brasil a contar com essa tecnologia, que estará acessível a mais consumidores brasileiros com a chegada ao New Fiesta. 

A linha hoje faz sucesso nos principais mercados do mundo e é considerada um marco de inovação da Ford no desenvolvimento de motores.


“Dizemos que o EcoBoost é uma das soluções mais inteligentes que a Ford já incorporou em seus veículos", destacou Rogelio Golfarb, vice-presidente de Estratégia, Comunicação e Relações Governamentais da Ford América do Sul. Segundo ele, o investimento em tecnologia representa uma grande vantagem competitiva para a marca.

Família completa
A família global EcoBoost é formada por sete modelos de motores: 1.0 de três cilindros; 1.5, 1.6, 2.0 e 2.3 de quatro cilindros; e os poderosos V6 2.7 e 3.5. 

Além dos veículos de produção, ela equipa também modelos esportivos e de competição, em versões com preparação especial, como o Focus RS, a F-150 Raptor e o novo Ford GT, mostrando a versatilidade da tecnologia quando se deseja privilegiar a performance.

O desenvolvimento do motor EcoBoost gerou mais de 275 patentes para a Ford – além de outras 200 pendentes. 

A marca tem hoje o maior número de patentes de tecnologia de motores turbo a gasolina com injeção direta que qualquer outro fabricante nos Estados Unidos.

Com a chegada do EcoBoost 1.0, a Ford passa a ter a linha de motores mais avançada do mercado brasileiro.

EcoBoost 1.0
O 1.0 EcoBoost de três cilindros é considerado o principal representante da filosofia e do sucesso da família EcoBoost. 

Ele estreou nos Estados Unidos em 2014 e também se tornou um item central da marca na Europa: um em cada cinco veículos vendidos pela Ford no mercado europeu são equipados com esse motor.

Ele conseguiu também o fato inédito de vencer o prêmio de “Motor Internacional do Ano” por três anos consecutivos, além de ser o campeão por quatro anos seguidos na categoria abaixo de 1.0 litro. 

Suas inovações incluem uma estratégia diferenciada de balanceamento do motor, bomba de óleo variável, correia banhada em óleo, coletor de escape integrado no cabeçote e sistema de arrefecimento dividido.

Sucesso global
A família Ford EcoBoost é um sucesso global e cresceu rapidamente. Atingiu a produção 2 milhões de unidades em 2013. 

No começo de 2015, comemorou 5 milhões de unidades. A expectativa é chegar a 20 milhões de unidades no mundo até 2020.

Na América do Norte, desde 2015 toda a linha Ford tem a opção de motores EcoBoost. Na Europa, um em cada quatro veículos da marca é equipado com eles. 

No mundo, essa tecnologia já está disponível em mais de 80% dos modelos. Na China, a Ford acaba de atingir o marco de 1 milhão de carros vendidos com motores EcoBoost, que estão em um de cada três carros da marca.

A engenharia 
Ford continua a pesquisar novos caminhos para aprimorar ainda mais as qualidades dos motores EcoBoost. 

Para isso, são estudadas ao mesmo tempo várias estratégias, focadas principalmente em novos materiais e designs para redução de peso e atrito, além de avanços nas tecnologias de turbocompressor e injeção de combustível.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

POLI-USP TEM PROJETO DE VEÍCULO URBANO COM APENAS 1,25 M DE LARGURA. A ESTRUTURA DO CARRO NASCEU DE UM PROJETO EM 3D DE UM CARRO ELÉTRICO. PESA MEIA TONELADA E CUMPRIU AS NORMAS DE SEGURANÇA ESTABELECIDAS PELA ONU



Se não é possível aumentar o número e a largura das ruas e avenidas para desafogar o trânsito nas grandes cidades, então uma solução é diminuir o tamanho dos veículos. 

Com esta proposta, o engenheiro Anderson de Lima, doutorando da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), desenvolveu o projeto estrutural em 3D de um carro elétrico, cujas dimensões e peso são menores do que qualquer veículo existente no mercado e que atende os mais exigentes requisitos de segurança veicular.

Com apenas 1,25m de largura, 2,60m de comprimento e 1,65m de altura, o carro é tão compacto que, em uma rua padrão, ocuparia metade do espaço, ou até menos, em comparação a um veículo compacto pequeno. 

Daria, portanto, para dois deles transitarem lado a lado num mesmo espaço que um carro comum. 

Seu peso também é reduzido, apenas 500 quilos, mas isso não implicou em perda de segurança.

"O projeto conseguiu atender os requisitos estabelecidos pela Organização das Nações Unidas, algo que nem mesmo veículos vendidos no Brasil são obrigados a cumprir", destaca o orientador da pesquisa, o professor Marcílio Alves, do Departamento de Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos da Poli. 

"Seguiu a regulamentação das Nações Unidas porque foi pensado como uma inovação para o mercado global, e são essas as normas mais observadas pelos diversos países", acrescenta.

Segundo Lima, a pesquisa foi fortemente centrada nos estudos estruturais e biomecânicos. 

"Isso era necessário porque testes internacionais mostram que em uma colisão, a uma velocidade de 56 km/h, a segurança seria crítica em um veículo tão compacto", explica. Como o carro foi projetado para viagens curtas (locomoção até o trabalho, para levar filhos à escola, fazer compras), Lima realizou simulações computacionais de impacto frontal, considerando a velocidade de 56 km/h.

"Também foram analisadosos requisitos estruturais e biomecânicos de proteção dos ocupantes em caso de colisões laterais, traseiras e de capotamento", acrescenta.

Metamodelos
A pesquisa foi baseada na metodologia de otimização usando metamodelos, o que possibilitou reduzir a quantidade de simulações numéricas computacionais, que levariam meses para serem feitas. 

Foram feitas otimizações no projeto para minimizar a massa e cumprir os requisitos estruturais e biomecânicos. 

Lima precisou projetar toda a estrutura do veículo, partindo apenas do design, feito por Marcus Brito, aluno da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU-USP),com dimensões pré-estabelecidas. 

Com base nesse modelo inicial, ele fez simulações para verificar quais parâmetros contribuiriam para minimizar a deformação da estrutura e maximizar a absorção da energia decorrente de diferentes condições de colisão.

Este trabalho possibilitou, por exemplo, cumprir o requisito de compressão máxima no peito a ser sofrida pelos ocupantes do veículo, no caso de impacto frontal. 

Do contrário, as chances de lesões torácicas seriam grandes. Também foi otimizado, para o caso de colisão frontal, o sistema de retenção, composto pelos cintos de segurança e airbags frontais. 

"Nas simulações, foram trabalhados cenários diversos, como ter cintos com ou sem limitador de carga e equipados ou não com o pré-tensionador."

No final, Lima, conseguiu cumprir os rigorosos requisitos de segurança veicular estabelecidos pelas Nações Unidas para os casos de impacto frontal, lateral e traseiro, e ainda assim manter o peso do veículo em 500 quilos, considerando as baterias. 

Em razão do peso, o veículo poderia ser considerado um quadriciclo,ou seja, não precisaria atender, necessariamente, os requisitos de segurança dos ocupantes. 

"Provamos que é possível ter um carro leve que atenda as mais abrangentes normas internacionais", ressalta.

BMW SERIE 7 ESTÁ À VENDA POR POUCO MAIS DE R$ 700 MIL E SURGE CARREGADO DE IMPORTANTES EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA E CONFORTO. NISSAN DEU UM "TAPA ACERTADO" NO SENTRA, QUE CONTINUA SENDO UM CARRO SEM EMOÇÃO, CALOR OU ESTAMINA, É COMO DANÇAR FORRÓ COM A MÃE, MAS É RICO EM CONTEÚDO. A TESLA, QUE FABRICA CARROS ELÉTRICOS, CRIOU O MODELO 3 COM UMA BATERIA QUE JÁ GARANTE 340 KM. JÁ A CITROËN ANUNCIARÁ NOS PRÓXIMOS DIAS O C3 COM MOTOR 1.2, O PURE TECH


Coluna nº 2.216 - 25 de Maio de 2016
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BMW Série 7, imponente, 
caro, quase autônomo


Marca alemã completou a linha de sedãs com o degrau superior, a sexta geração da Série 7. 

Grande, em seus 5,23m de comprimento e 3,21m entre eixos, é confortável, dotado de amplo pacote de segurança, confortos, e infodivertimento. 

Conteúdo rico, incluindo bancos como poltronas individuais, reclináveis, com opção de massagens, exercícios programados, auditados, e apoio de pés. 

Um comando destacável, tablet de 17,5 cm, alojado entre assentos traseiros, permite acionar o sistema multimídia através de gestos com as mãos, som Bowers & Wilkins, tela de 25 cm. 

Geladeira no porta-malas, acessável por tampa entre encostos. Usuário descansado, sentado à poltrona traseira, olhando para cima, se romântico encantar-se-á com o falso céu no teto de vidro, com 15 mil pontos de luz a sugerir o firmamento limpo, mesmo em noite de borrascas e tempestades.

Mecânica rica, refinada por materiais leves, e aplicação de fibra de carbono na estrutura. BMW trará ao Brasil o topo do topo, versão 750 Li M Sport. 

Marca-a motor V8, 4,4 litros, biturbo, 450 cv de potência, 650 Nm de torque. Anteriormente, série 50 se caracterizava pelos motores V12. Transmissão Steptronic de oito velocidades. 

Apesar dos 1.800 kg é esperto como exige quem anda no banco traseiro e pagou os R$ 710 mil anotados na etiqueta. 

Vai aos 100 km/h em 4,7s e a 250 km/h cortados eletronicamente. Rodas M Sport, em liga leve e aro 20”.

Cores, quatro metálicas – Preto Safira, Branco Mineral, Cinza Singapura, Carbon Black. Revestimento em couro Nappa Branco, Preto e Café, nova moda.

No mais, as atualidades do momento, iluminação do chão ante aproximação, mudança de cor nas luzes internas, assinatura luminosa nos faróis com LEDs adaptativas, e nas luzes traseiras. 

Tecnologias podem ser interpretadas de maneira diferente. A uns, o futuro, mas, por exemplo, uma novidade agradaria apenas parcialmente a antigo diretor da GM, o Imperador de São Caetano. 

Não colocava a mão em maçanetas para abrir ou fechar o automóvel. Exigia um segurança para fazê-lo. 

Quilômetros acima da má educação do ex-executivo, no Série 7 permite-se o entra e sai do carro sem tocar nas maçanetas, pois sensores determinam a abertura e fechamento das portas e do compartimento de bagagens. 

Pouco, entretanto, para atender aos faniquitos do aposentado: não há equipamento para retirar e colocar o paletó; carregar sua pasta; e entendê-lo por olhares, pois não conversava com sub alternos...

Tecnologia está mais para evolução que para revolução. Provam-no as aletas internas das grades riniformes frontais, num abre e fecha de acordo com o ganho de velocidade, em nome de melhorar o perfil aerodinâmico e reduzir consumo. 

Mesma tecnologia, com ajuste termo-mecânico ou manual em empregada nos carros norte americanos de luxo, ao final dos anos ’20, quando Packards, Cadillacs e Lincolns abriam ou fechavam as aletas evitando o ar gelado do inverno impedisse o motor atingir a temperatura operacional.

Há muito, muito mais, como as câmeras lendo o chão e conectadas ao GPS traçam e preparam o deslocamento, e enorme carga de facilidades eletrônica permitindo vê-lo como último degrau antes de se tornar autônomo – como, com certeza, será seu sucessor.

Enfim, camarada, se interessado, seu motorista terá muito a aprender sobre as capacidades e as habilidades do novo BM7.

BMW Series 7

Nissan Sentra, tapa acertado
É, como a Coluna descreveu há 14 dias, uma intervenção renovadora durante a vida útil da sétima geração. 

Efetivamente melhorou-o a partir do óbvio, a visão frontal. A Nissan trouxe-o à identidade familiar, ligando-o aos sedãs mais caros da marca, Maxima e Altima. Mudança em grade e faróis o rejuvenesceram e deram rumo na vida.

Mecânica continua liderada pelo motor frontal, transversal, quatro cilindros, 16 válvulas, com abertura variável, injeção indireta, 2.0, morno para os dias atuais: potência de 140 cv, torque de 20 quilos. 

Tração dianteira advinda de caixa com polias variáveis, sistema amplamente conhecido como CVT. 

Grosseiramente, é câmbio automático ao dispensar atuação do motorista, e o sistema funciona como se o motor fosse um gerador independente, sem correspondência entre ruídos e aceleração. 

O sistema não absorve energia, nem consome mais, ou perde rendimento, e foi modernizado reduzindo 30% do atrito e 13 kg em peso ante a geração anterior. 

Entretanto, dirigi-lo não oferece emoção, calor ou estamina. Como disse jornalista nordestino ao test-drive, é como dançar forró com a mãe.

Há sensível percepção do investimento da Nissan para preencher o terceiro degrau da casa dos sedãs japoneses, melhorando seu conteúdo. 

Comparado aos líderes Toyota e Civic, às vezes, em ordem inversa, oferece mais equipamentos por menor preço. 

Define isto desde a primeira versão, da qual suprimiu o câmbio mecânico, oferecendo o CVT. E reafirma com preocupação de segurança, como controle de estabilidade e tração. 

Construtivamente permite conforto aos passageiros do banco traseiro e um rodar confortável pelo entre-eixos superior na classe. 

Diz a marca, o dimensionamento e o ajuste de suspensão Mc Pherson frontal e eixo torcional traseiro, direção e freios foram desenvolvidos localmente para as condições brasileiras.

O motor Flex entrou no caminho natural de refugar o tanquinho de gasolina e adota o sistema Flex Start Bosch aquecendo o álcool antes da partida.


Nissan Sentra. Rico em conteúdo, correto, hígido

Roda-a-Roda

Tesla, modelo 3

Caixa – Tesla, rápido e surpreendente carro elétrico, colocará ações no mercado. Diluirá o poder de Elon Musk, o sul-africano criador do sistema de pagamentos PayPal, CEO e principal acionista, mas pretende caixa para arrancar produção de seu modelo 3.

Caminho
– Empresa quebra paradigmas, fazendo carros com estilo, refinamento e autonomia. 

O recém-apresentado três anda 340 km com uma carga, tem enorme fila de encomendas sinalizadas, e a captação de recursos é para viabilizar produção ampla. Dele quer fazer 500 mil unidades em 2018.

Ampliação – Busca outros mercados. Reforma loja na Avenida Europa, caminho de marcas de prestígio na capital paulista, para vendê-los aqui.

Saco... – Depois do Dieselgate, escândalo envolvendo emissões de poluentes em níveis superiores à margem legal, outros fabricantes estão sendo acusados de falsear dados relativos a consumo. 

Mitsubishi foi o primeiro e a queda do valor de suas ações permitiu à Nissan adquirir-lhe 34%. E esta enfrenta a mesma acusação.

...de Gatos – GM suspendeu vendas de seus SUVs mais vendidos – em todos a etiqueta de consumo indica duas milhas (3,2 km) a mais por galão de gasolina, (3,6 litros). Não mexerá nos motores ou sua eletrônica: trocará o selo...

Criação – Estudo pela Safe Kid Worldwide e a General Motors Foundation, concluiu, tendendo à obviedade e balizando o futuro: adolescentes criados com limites impostos pelos pais, dirigem com mais responsabilidade e se envolvem menos em acidentes. 

Como exemplo, os educados a beber com responsabilidade são 1/10 no volume de acidentes.

Telhado
– Alguns órgãos de imprensa apostam no convívio no mercado do Renault Clio, em paralelo ao Kwid, SAV Renault a ser lançado ao fim do ano. Produzido na Colômbia, seria fornecido ao Brasil.

Palavra – Bruno Hohmann, diretor de Vendas da Renault, contesta a teoria, por não haver espaço para convívio entre produto muito antigo e outro muito moderno no mesmo segmento e faixa de preços. 

O Clio continuará, mas no mercado colombiano, onde produz, por exemplo, a Gran Tour, station Mégane.

Atualização – Outro francês, o Citroën C3 será notícia nos próximos dias, ao iniciar comercialização com novo motor 1,2 tricilíndrico, o Pure Tech. Deverá disputar a liderança dentre os mais econômicos.

Apresentação - 20 de junho, mas por logística de transporte alguns concessionários podem recebê-lo antes. 

Charmoso, bem equipado, o C3 Pure Tech terá preço a partir de R$ 46.500 – uns R$ 1.500 sobre o anterior.

Quebra? – Instigada pela então chegante Volkswagen, a Karmann AG veio para o Brasil e adotou o nome de seu produto mais conhecido, o Karmann-Ghia.

Iria fornecê-lo à VW e, em paralelo, vender serviços de desenvolvimento, partes, fornecer itens e serviços para a indústria automobilística.

Situação – Está na Via Anchieta, ligação do litoral ao planalto paulista, parte alta para evitar enchentes não cuidadas, e do muito feito há trailers, jipes Land Rover Defender montados por encomenda da Ford, e a mítica emenda esticando o Willys Itamaraty, como única limousine feita por fábrica no Brasil.

– O fim melancólico da matriz, em 2009, incorporada pela Volkswagen em sua arrancada de crescimento, influenciou filial local. 

Vendida, passou por quatro donos em 10 anos, e o atual se bate com dívidas antigas e retração da produção de veículos novos.

– Tem pedido de falência em curso, salários em atraso, fábrica parada, ocupada pelos funcionários – e esperança de ser vendida. É a história à venda.

Crise – Um automóvel reúne umas 5.000 peças. Tê-las com preço, qualidade, especificações, é exercício constante. 

Pelos novos processos industriais montadoras não as estocam, recebendo-as na linha de montagem, à hora de agrega-las para fazer o veículo. Logística complicada, sujeita a muitas variáveis.

Custo - Atraso na entrega da hipotética e desprezível rebimbela da parafuseta, é capaz de frear a linha de produção, causando enorme prejuízo. Caso dos bancos, não entregues para discutir aumento de preços.

Relacionamento – Ocorreu com Volkswagen e Fiat semana passada. Fornecedoras compradas pelo grupo Prevent, suspenderam entregas, solicitou novo adiantamento de pagamento. Matriz da VW achou desaforo e foi à Justiça.

Mal parado – Despacho determinou o fornecimento sob pena de multa diária de R$ 500 mil. 

Voltaram entregas às duas marcas, mas relação azedou, criando oportunidade para novos fornecedores.

Indo atrás – Ante o gráfico econômico de crescimento constante no Nordeste, Stuttgart, distribuidora Porsche, abriu revenda em Recife, PE, à av Imbiribeira.

Exceção – Marca ausente do muro das lamentações automobilísticas. No tríduo maldito da economia nacional, os três últimos anos, nada a reclamar: no primeiro quadrimestre de 2014 vendeu 219 unidades. 

Ano seguinte, período idêntico, 208. Nesse exercício, 236. Crise para ricos é marolinha, diz aquele novo rico de amigos generosos. 

Negócio – Respiro de alívio na Mercedes: pelo quarto ano seguido venceu licitação federal no fornecer chassis de ônibus para transporte escolar. Até agora marca já colocou 3.500 ônibus no programa “Caminho da Escola”.

Aviso – Moradores da milenar Vetralla, encarrapitada nas montanhas, 14 mil habitantes, na região do Lazio, Itália, para chamar a atenção da Prefeitura local ante buracos na principal via da cidade, ameaça à vida de motociclistas, ciclistas, motoristas: pintaram figura assemelhada a longo pênis para indicá-los.

Oficial – Prefeito Sandrino Aquilani exibiu a estreiteza mental habitual às autoridades mal formadas: viu nas pinturas forma de intimidação, mandando a Polícia identificar os autores. 

Disse, buracos não são municipais, mas estaduais. Lá, como cá, governos municipais não discrepam. Erram.

Sinalização inovadora colocou Viterbo no mapa mundial.


Menos – Ford informou à imprensa comemorar neste mês 97 anos de produção no país. Enganou-se. 

À data, em 1919, apenas definiu-se a vinda ao Brasil, efetivada ao final de 1920. Brindar a decisão, OK. 

Mas festejar fabricação, apenas no trimestre final. E, assim mesmo, 96 anos.

Alfa – Mais charmosa corrida do mundo, a Mille Miglia Storica, em estradas italianas entre Brescia-Roma-Brescia, fez trinca de Alfas na vitória. 

Brescianos Andreas Vesco e Guerini, com 1750 GS Zagato de 1931; Luca e Elena Patron Scaramuzzi, com 2000 CC OM 665 Superba Sports, 1926; e Giordano Mozzi e Stefania Biacca em 6C 1500 Gran Sport de 1933.

História - Competição re edita a famosa corrida, mas agora é midiático rallye de velocidade, admitindo participantes com veículos idênticos aos então competidores, até o ano de 1957. 

Alfa resolveu seguir a Mercedes-Benz no investimento institucional. Ano passado patrocinou-a, e fez parada extra no futuro museu da marca, em Arese.

Registro – Neste reuniu a maior tropa do evento: 47 Alfas. No geral, participantes dos cinco continentes, incluindo 19 argentinos. 

Daqui, nenhum. Aliás, brasileiros apenas na edição de 1999: Feldman e Nasser integrando o Team Mercedes.

Bela 1750 Zagato, vencedora da Mille Miglia Storica

Jeep, um caminho especial 
na história do automóvel


Histórias de automóveis são mais ou menos confluentes: ideias em torno de um objetivo, gerando produtos assemelhados. 

Com o utilitário leve com tração total para aplicações gerais, GP, pronunciado como Jeep, foi diferente. 

Partiu de concorrência pública pelo Exército dos EUA. 135 convidados, nenhum se interessou pelos prazos impossíveis – meia dúzia de dias para projeto grosseiro e 49 para protótipo funcional. 

Para noção, hoje isto é desafio para um ano de prazo. Instigaram Carl Probst, ex-engenheiro chefe da American Bantan, então fechada fábrica de carrinhos ingleses. 

Probst declinou. Não tinha meios mínimos, secretaria, equipe. Mas por razão nunca esclarecida, prazo vencendo, aceitou, fez o desenho de factibilidade e apresentou-o. Foi o único. 

O Exército arrepiou ante a possibilidade: como entregar a empresa fechada, encomenda de tal responsabilidade? O desenho vazou para a Willys-Overland.

Probst fez o óbvio: aproveitar o disponível no mercado – eixo traseiro e freios de automóvel Studebaker; caixa de marchas do Bantan; caixa redutora de trator; molas, direção de alguma coisa em produção. 

Em 48 dias tinha-o pronto, rodou na madrugada e cumpriu o prazo – nem a Willys nem a subempreitada Ford conseguiram. 

Não tinha o peso mínimo do edital, foi sendo submetido a testes, e enquanto se analisava a mudança técnica, os concorrentes apareceram, calcados no projeto Bantam. 

Ao final padronizou-se o veículo, pela Ford identificado como GPW – General Purpose Willys. O nome colou.

A partir da segunda fornada padronizaram-nos. O motor agora chamado Go Devil, era um ancião, dos Willys Whippet da década de ’20... 

Mas era disponível e tracionou formidável ferramenta de guerra a quem se credita parte da vitória dos Aliados. 

Comercialmente o Jeep criou vertente de produtos, hoje vistos em Renegade e Wrangler, e dele o primeiro utilitário esportivo, os netos da antiga Rural Willys, a ampla família Cherokee. 

E foi a primeira marca que se decidiu instalar para produzir – e não apenas montar – veículos no Brasil. Medida de importância, o produto da nome à marca 

Jeep – um novo caminho começou aqui.

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 edita@rnasser.com.br       


VIAGEM A LIMA FOI ANUNCIADA NO ALMOÇO DE MAIO DO SKÅL RIO DE JANEIRO


Texto e fotos: Arnaldo Moreira

Diretor de Comunicação do SKÅL Rio de Janeiro

Skalegas cariocas estiveram hoje reunidos no Royal Rio Palace Hotel, em Copacabana, sob a batuta do presidente Valci Sousa, no almoço-executivo de maio, em que foi anunciado o primeiro passeio internacional da nova gestão, a Lima, no Peru, marcado para os dias 26 a 28 de agosto, pela Avianca. 

Valci e Fernando Genshow, felizardo ganhador do jantar foi aniversariante do mês
Durante o encontro foi realizado o sorteio do jantar no Lima Restobar, para duas pessoas, cujo número saiu para o associado Fernando Genschow, que aproveitará o lauto repasto com sua mulher Zezé.


Valci Souza anunciou ainda a realização no Hotel & Golf Clube dos 500, em Guaratinguetá, no Estado de São Paulo, a 10 km de Aparecida, numa parceria com o SKÅL São Paulo.

O aniversariante Ricardo Werwie e o presidente Valci.
Fernando Genshow e Ricardo Werwie foram os aniversariantes do mês presentes ao almoço.
























terça-feira, 24 de maio de 2016

CONCURSO DE FOTOGRAFIA "MOVIMENTO MAIO AMARELO E AS BOAS PRÁTICAS NO TRÂNSITO" RECEBE INSCRIÇÕES ATÉ 31/5


Fotógrafos, ou simplesmente quem gosta de fotografar, têm até esta terça-feira, 31 de maio, para se inscreverem no Concurso Fotográfico lançado pelo ONSV (OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária) para o movimento Maio Amarelo, com o tema “Movimento Maio Amarelo e as Boas Práticas no Trânsito”.

A proposta é estimular o registro de atitudes e condutas nos segmentos: pedestres, condutores, ciclistas e motociclistas, que possam ser referência para todos. 

Para participar, cidadãos de qualquer idade poderão enviar fotografias, com a temática proposta, até o dia 31.

As inscrições, e envio, deverão ser realizados no site do Maio Amarelo (www.maioamarelo.com.br), onde o participante deverá preencher formulário com nome completo do autor da foto, número de CPF, e-mail, telefone para contato, título da foto, descrição da foto e fazer o upload, atendendo os requisitos do regulamento.

Cada participante do Concurso Fotográfico poderá concorrer somente com uma única foto. 

Assim, as fotos serão vinculadas ao número de CPF do inscrito para fins de controle de participação.

Exigências para os registros
As fotografias deverão atender as seguintes exigências: estar em boa qualidade, com tamanho máximo de 5MB; podem ser em preto e branco, ou coloridas, precisam ter relação direta com o tema do concurso, deverão ser inéditas e enviadas em formato jpg, png e pdf.

No caso de as fotografias inscritas conterem imagens de pessoas identificáveis ou de patrimônio privado, o participante/autor da fotografia deverá coletar e manter a devida autorização de uso de imagem, ficando a critério do OBSERVATÓRIO a solicitação de cópia de referido documento, que deverá ser apresentado na oportunidade em que for solicitado.

A autorização deverá conter cláusula irrevogável e irrestrita de uso da imagem isolada ou em conjunto com outras imagens e/ou materiais em qualquer mídia falada, escrita ou eletrônica, por prazo indeterminado, de forma absolutamente gratuita.

Seleção e escolha da fotográfica vencedora

As 20 melhores fotos serão escolhidas por uma Comissão de Seleção, definida pelo OBSERVATÓRIO, composta por pessoas de renome e conhecimento técnico em trânsito, segurança e suas boas práticas.

Os critérios para escolha das melhores produções fotográficas serão a criatividade e a originalidade em relação ao tema; e os jurados também deverão avaliar a relação entre a imagem e as boas práticas de trânsito, a partir da perspicácia do autor quanto ao seu entendimento e consciência do que são boas práticas no trânsito.

Após o trabalho da Comissão de Seleção, as 20 melhores fotos serão enviadas para uma Comissão Julgadora, que terá plena autonomia e liberdade na escolha da foto vencedora.

O vencedor (a) do Concurso Fotográfico Maio Amarelo será aquele que tiver o maior número de votos dentro da Comissão Julgadora e será reconhecido com honrosa exposição, que acontecerá nas mídias sociais do Maio Amarelo e no Relatório de Ações do Maio Amarelo do ano de 2016. Todos os créditos do autor da fotografia serão garantidos e mencionados.

Uma cópia do Relatório de Ações impresso será enviada ao ganhador da foto tão logo o mesmo seja produzido.

A revelação do ganhador será feita no evento de Encerramento do Maio Amarelo, a ser realizado em São Paulo no dia 30 de junho de 2016, sendo que os autores das 20 (vinte) fotografias selecionadas serão convidados também a participar do evento.

Confira o cronograma do Concurso Fotográfico:

· Envio das fotos: de 1º/05/2016 a 31/05/2016

· Seleção das 20 finalistas: de 01/06/2016 a 15/06/2016

· Escolha da melhor fotografia pela Comissão Julgadora: 15/06/2016 a 25/06/2016

· Divulgação da melhor fotografia: 30/06/2016, no evento de Encerramento do Movimento Maio Amarelo

· Divulgação em todas as mídias sociais do Maio Amarelo: 01/07/2016

Mais informações no site do Maio Amarelo, pelo e-mail: euapoio@maioamarelo.com e também pelo telefone (19) 3801-4500.

FORD CAMINHÕES REÚNE REDE DE DISTRIBUIDORES PARA O “MOMENTO DO CARGO TORQSHIFT”


A Ford Caminhões reuniu seus distribuidores exclusivos para o “Momento do Cargo Torqshift”, como mais uma etapa do programa de lançamento de sua linha de caminhões médios e pesados automatizados, que acaba de chegar ao mercado. 

Esse evento, um dos maiores do gênero na área de caminhões, teve a participação das equipes de vendas e serviços da rede, hoje formada por 120 pontos de atendimento em todas as regiões do País.

A linha Cargo Torqshift tem seis novos modelos com câmbio automatizado, com capacidade de 16 a 45 toneladas: Cargo 1723 Torqshift, Cargo 1723 Kolector Torqshift, Cargo 1729R Torqshift, Cargo 2429 Torqshift, Cargo 1729T Torqshift e Cargo 1933T Torqshift. 

O programa teve sessões de treinamento, além de um test-drive comparativo com modelos concorrentes.

“A linha Cargo Torqshift traz uma série de recursos novos e avançados que aumentam a rentabilidade do frotista e o conforto do motorista. A melhor forma de conhecer essas vantagens é treinar a nossa força de vendas para comprovar isso rodando com os caminhões implementados na pista”, diz João Pimentel, diretor de Operações da Ford Caminhões.

O encontro serviu também para destacar a estratégia de negócio da Ford Caminhões. Ou seja, oferecer produtos de qualidade, com excelência em serviços e um amplo relacionamento com os clientes. 

“A qualificação constante de nossas equipes, ressaltou Pimentel, é parte fundamental para termos uma forte marca de caminhões. É importante ressaltar que nos nossos encontros com representantes dos distribuidores tivemos uma excelente percepção dos nossos novos produtos. Temos uma expectativa realista, mas bem otimista em relação ao sucesso dos modelos Cargo automatizados”.


1.300 km de teste
O evento “Momento Torqshift” teve quatro dias de duração, com a participação de gerentes, vendedores e equipes de serviço dos distribuidores Ford Caminhões. 

O test-drive foi uma parte fundamental deste programa: no total, os participantes rodaram mais de 1.300 km em testes para conhecer o funcionamento da transmissão automatizada, que combina o conforto das trocas automáticas com a economia e robustez de uma caixa manual.

Comparada às automáticas convencionais, a transmissão automatizada da linha Torqshift tem como vantagens o menor custo de aquisição e reparo, a maior economia de combustível – que chega a 10% – e a facilidade de manutenção. 

Outro diferencial é o sistema de proteção da embreagem que aumenta em quatro vezes a durabilidade do conjunto.

Além de trocas eficientes, nos modos Economia e Performance, ela conta com a opção de trocas manuais, a exclusiva função “Low” de marchas reduzidas, piloto automático inteligente e assistência de partida em rampa. 

Para o motorista, ela oferece uma nova sensação de dirigir, com muito mais conforto e segurança, aliado à rentabilidade que o frotista espera do caminhão.

HYUNDAI CAOA REGISTRA ALTA NAS VENDAS DA LINHA HB20. EMPRESA CRESCEU 16% NAS VENDAS NO 1º QUADRIMESTRE, NA CONTRAMÃO DO DESEMPENHO DO MERCADO QUE APNTA UMA QUEDA DE 28% NO 1º TRIMESTRE


São Paulo, 24 de maio de 2016 - As vendas de veículos seguem em retração, no mercado brasileiro, apontando queda de 28%, de janeiro a abril, na comparação com o mesmo período de 2015.

Na contramão do mercado, a Hyundai CAOA HB encerrou o primeiro quadrimestre com excelente desempenho e viu suas vendas no varejo crescerem 16% na mesma comparação, passando de 8,5 mil para 9,8 mil unidades vendidas da linha HB20.

Em abril, o crescimento nas vendas na rede Hyundai CAOA HB foi ainda mais marcante, ultrapassando 25% de alta ante idêntico período de 2015, saltando de 2.055 veículos da linha HB20 para 2.575 unidades vendidas em abril de 2016.

Para o diretor Executivo Comercial da Hyundai CAOA, Edemar Nunes, os números positivos refletem o crescimento da Rede de Concessionárias, investimentos em propaganda e a qualidade da linha Hyundai HB20. 

“Além disso, acrescentou, a força de vendas da equipe CAOA é um ponto bastante relevante, sabemos que é em momentos de crise, como este, que a dedicação, o comprometimento e o planejamento de nosso grupo de trabalho fazem a diferença para atingir ótimos resultados e garantir a satisfação total de nossos Clientes”.

Atualmente, a Hyundai CAOA é o maior representante da Hyundai Motor Brasil com mais de 30 concessionárias, em todo o País, comercializando a linha HB20.



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