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quinta-feira, 11 de maio de 2017

Fiat acirra concorrência no mercado de compactos lançando o Argo que será produzido na Argentina, que terá pela frente no País o campeão de vendas Chevrolet Ônix. Quem desejar ir ao Salão do Automóvel de Buenos Aires, que acontecerá de 10 a 20 de junho, já pode adquirir o ingresso que custará R$ 40 (200 pesos), pelo site que consta no texto. JAC Motors dá o seu grito DO FICO e reitera a chegada do SUV T40 em julho, que custará em torno de R$ 60 mil


Coluna nº 1917 - 11 de maio de 2017           
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Perfil do Argo


Anti Ônix, o novo Fiat Argo
Dia 31 Fiat apresentará o Argo, novo hatch, para suprir vendas de produtos descontinuados, como Punto e Bravo, além de versões de maior preço da linha Pálio.

Integra o pacote de ações da FCA para conquistar vendas e lucros com os produtos Fiat, e reaproximá-la do recém perdido status de líder.

Está focado na realidade, disse-me executivo confiável, significando evitar o entusiasmo e preço causadores do fracasso do Linea, ótimo produto, não fosse a errônea pretensão em concorrer com veículos maiores. 

No caso, segundo a mesma fonte, o foco da FCA com o Argo será o líder Chevrolet Ônix. Para ser a opção, oferecer mais: bom projeto estético; conteúdo técnico, de conforto e comunicações; bom acerto mecânico com sensações de dirigir com prazer. 

Quer dar-lhe uma nova categoria: Compacto Premium.

GM reagiu criando a versão Effect, posicionada entre LZ e LTZ, mas deixou flanco aberto no quesito segurança: Nota Zero em proteção a passageiro adulto nos teste de impacto lateral do LatiNCAP.
Versão Argo sedã será produzida na Argentina, ao final do ano.

Cartaz do Salón

Buenos Aires, junho, Salón del Automóvel
Segunda maior mostra de automóveis na América Latina, o Salón del Automóvel de Buenos Aires iniciou vender ingressos. 

Será nas imponentes instalações da área La Rural, 10 e 20 de junho, e compras pelo sítio www.mercadolibre.com.ar.  

Custam 200 pesos – quase R$ 40.
Está em expansão, em segunda fase, em crescendo de expositores. 

Neste ano, grande presença de marcas chinesas, algumas desconhecidas no mercado nacional; das grandes fabricantes lá instaladas e filiadas à Adefa, associação classista e organizadora do Salão, e novidades como estreia da marca Lexus – a de luxo da Toyota -; o projeto de crescimento da marca DS; novo Fiat Argo e o conversível 124 em pesquisa de mercado. 

Produto de interesse ao Brasil picape VW Amarok com motor V6 e 3.000 cm3. Atrações maior, dois Pagani Zonda F Roker, esportivo de estirpe e muito preço.

A JAC e seu Dia do Fico
Todos se lembram de episódio histórico, deflagrador da Independência do Brasil. Foi aos 09.jan.1822, logo após a volta da Família Real a Lisboa, levando a sede do Reino, rebaixando o Brasil a Colônia. 

Dom Pedro I aqui ficou como Príncipe Regente, um meio monarca sem poderes, administrador de ordens ultramarinas.

A Corte achava, não era confiável, tinha arroubos, coragem, valentia, estamina e testosterona em excesso, sendo melhor substituí-lo por Junta Governante e mansa. 

E por carta determinou sua volta a Portugal. Oito mil cariocas protestaram, expondo ameaça clara: se fosse, os planos de Independência minguariam. 

E instado a manifestar-se, proferiu famosa frase: “Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, estou pronto. Digo ao povo que fico.”

Foi o marco da divergência formal com o governo português, e o Grito do Ipiranga, aos 07.set seria a consequência da ruptura e do início como nação.

Semana passada a importadora da JAC Motors, às margens do rio Tietê, a seu modo, praticou ato assemelhado, mostrar continuar no País, revender produtos da marca chinesa, garantir sua assistência. 

Fora instigada por divulgação, via grupos sociais, de cancelamento de sua inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas, a certidão de nascimento sem a qual não pode funcionar.

Cancelamento do CNPJ da nunca operacional Jac Motors.


O cancelamento era real, mas de empresa não viabilizada, união pró-negócios entre a chinesa JAC Motors e a representante no Brasil, aplicando US$ 200 milhões para construir fábrica na Bahia. 

Mas deu errado: chineses refluíram, encerrando negócio. A difusão sugeria ser decisão nova, tornando proprietários dos veículos da marca órfãos sem assistência. 

Mas era coisa antiga, de fevereiro.        

Rápido, Eduardo Pincigher, diretor de relacionamento corporativo, enviou comunicado à imprensa. 

Coisa elegante, tangencial, falava dos seis anos de operação da marca; das já vendidas 80 mil unidades; do crescimento de vendas; de novos concessionários; de 10 lançamentos próximo ano; de novo produto, o JAC T40. 

Abduzia a dúvida. Importação, distribuição e assistência continuam pela SNS Importadora Ltda., sob o guarda-chuva corporativo do Grupo SHC.

T40
SAV, utilitário esportivo com tração simples, 4,13 m de comprimento, 1,75m em largura 1,60m de altura, distância entre eixos em 2,49m. 

Motor pequeno, quatro cilindros, 1,5 litro de capacidade, faz 125/127 cv de potência, mantendo o diferencial da marca, conteúdo: controle eletrônico de tração, auxiliar de partida em subidas, tela com 20 cm, cruise control, sensor de estacionamento. 

Em infodiversão, kit multimídia, tela com 20 cm. R$ 60 mil. Em julho.

Novo EcoSport começa com Lobby
Ford apresentou novo motor reduzido em tamanho e peso. Tri cilíndrico em alumínio, 1,5 litro, aspiração atmosférica, Flex. 

Tão surpreendente quanto a potência de 137,2 cv, quase 100 cavalos por litro de deslocamento, foi presença de Marcos Pereira, Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. 

Falou sobre projeto Rota 2030, de regras industriais, sucessor do atual e polêmico Inovar-Auto, regressor dos índices de nacionalização ao nível dos anos ’50.

Ford está ativa em lançar e retirar motores de produção. Este descartará o recente Sigma 4-cilindros, 1,6 de cilindrada, maior, mais pesado, menos potente.

Apresentação sem dados maiores sobre o engenho, exceto ser projeto moderno, com coletor de escapamento incorporado ao cabeçote, duplo comando com balancins roletados para as válvulas, eixo contra rotante anti vibrações, ao contrário da solução aplicada no Ka 1,0, equilibrado por desbalanceamento no volante motor.

Torque de 158,5 Nm com álcool. Tracionará versões de menor preço no EcoSport revisitado, cuja apresentação está em definição de agendas.

Roda-a-Roda

Super-Super – Mercedes e associada AMG levarão ao Salão de Frankfurt, Alemanha, 14 a 24 setembro, novo produto, tipo super coupé

Rótulo indica veículo de elevadíssimas prestações esportivas, o Mercedes AMG Project One.

O que - Gente próxima ao projeto diz ser um Fórmula 1 estradeiro, concorrente para Ferrari La Ferrari, Bugatti Chiron, Aston Martin One-77, Pagani Huyara, McLaren P1, Porsche 918. 

Mecânica pretenciosa, 750 cv, da soma entre os produzidos por motor 1,6 litro e motores elétricos embutidos nas rodas.

Retomada – Marcas Peugeot e Citroën – e DS – operam sob o guarda chuva PSA, querem retomar presença, vendas, faturamento e lucros no Mercosul.

Parelha - Nas iniciativas, além de Citroën C3 na Argentina combinando motor 1,6 aspirado + transmissão automática 6 marchas, no Brasil Peugeot promove test-drives nos 208 e 2008 e, se cliente optar por carro concorrente, ganha R$ 500.

Calço – Para viabilizar negócios, acena com programa Renova Peugeot, ação de fidelidade – entrada flexível; parcelas fixas; recompra garantida.

Questão – Peugeot não enfatiza item diferencial nestes produtos: a sensação de conduzir, melhor da categoria, por acerto em direção, suspensão, freios.

Abril – Vendas de veículos leves recuaram 17,1% em abril, com 152.383      unidades. Em automóveis GM Ônix abriu liderança sobre Hyundai HB20. 

Depois Renault Sandero, VW Gol e Toyota Corolla. Fiat Mobi acelerou com vigor, da 15a para a 9a posição.

SUV/SAV – Em utilitários esportivos Jeep Compass mante-se líder com 3.940 vendas. Honda HR-V 3.576; Hyundai Creta 3.056 ultrapassando Jeep Renegade, 2.745. 

Nissan Kicks desabou – alega-se fim de estoque mexicano -, e Renault Captur vendeu 793. Fábrica diz 7% acima de seu planejamento.

Picapes – Com 3.470 unidades Fiat Toro liderou vendas, com Scala vendendo 10% a menos. Após, VW Saveiro, Toyota Hi Lux e GM S10.

O carro autônomo estará à venda em 2019, diz Elon Musk, o sul-africano enriquecido com seu negócio PayPal e dono da Tesla, a surpreendente fábrica de automóveis elétricos nos EUA. 

À época terão atingido o nível de autonomia 5 – hoje o pico é o 2. BMW havia previsto 10 anos para tal patamar tecnológico.

2019 –  fim do prazer em dirigir


Kwid – Renault veicula filmetes sobre seu próximo produto, o Kwid. Menor da linha, foca no concorrente up!, em especial a baixa altura do solo e o pequeno espaço traseiro. Criou slogan para o modelo: o SUV dos compactos.

Mercado - Aposta em espaço interno e boa disposição por conta de novo motor três cilindros e de baixo peso – uns 800 kg. 

Aqui:

Lombada  

Veiculação é para provocar, pois vendas apenas em julho.

Frase - O carro é o dispositivo móvel mais importante do futuro, e o futuro está sendo escrito no Vale do Silício", de Thilo Koslowski, diretor da Porsche Digital, querendo se enturmar com a mescla mecânico/digital.

Adere à tese da Colunafabricantes tratam automóveis como se fossem telefoninho esperto com rodas.

In loco – Marca alemã criou empresa digital para saber rumos e tomar o bonde certo para o futuro, criando filial no Vale do Silício para medir os ventos do tema.

Guiness – Air France e Porsche estão no livro de recordes Guiness. Primeira cedeu avião Airbus A380, 285 t de peso bruto, 73 m de comprimento; a alemã o rebocou com SUV Cayenne S diesel, 385 cv e 850 Nm de torque, Aeroporto de Paris, 42 m. Imagine o sofrimento das longarinas, parafusos e pneus.

Ducati – Duas empresas negociam compra da Ducati de motos com assessoria indicada pela dona VW: SAIC Motors, sócia da VW e de meia dúzia de fabricantes na produção de veículos na China, e Hero Motor Corp, da India, de motos até 250 cm3 e motociclos. SAIC poderia ter negociado direto com a sócia.

PauraDucatistas mundo a fora receiam perda do espírito da marca, ante a diferença de origens e a influência de chineses ou indianos num negócio com tecnologia de pico, como a Ducati.

Nada a ver - Pouco provável. Chinesa Geely comprou a Volvo; indiana Tata a Land Rover Jaguar; a própria VW adquiriu Ducati e Lamborghini, e todas ganharam em produtos, vendas e lucros.

Gente – Herlander Zola, executivo paulista, troca. 

OOOO Deixa direção de vendas da Audi e vai-se à FCA 

OOOO Nova diretoria em torno de publicidade e mídias digitais. 

OOOO Experiência ímpar, vem de teutonicamente regradas VW, BMW e Audi e aprenderá significado do latino Ordo ab Chaos – a ordem no caos -, como os concorrentes dizem funcionar a Fiat. 

OOOO Nicholas Parkes, chileno, executivo, diretor de vendas FCA América do Sul. 

OOOO Empresa foca em aumento de exportações. 

OOOO Werner Schall, suiço brasileiro, engenheiro e marqueteiro, mudança. 

OOOO Deixou Mercedes-Benz, assumiu Direção de Vendas na Porsche. 

OOOO Das marcas Premium lidera crescimento. 

OOOO Federico Goyret, argentino, novo diretor de marketing da Renault. OOOO Alejandro Botero, mexicano, novo VP Comercial. 

OOOO Prata da casa. OOOO           

____________________________________edita@rnasser.com.br

BMW Group Classic apresenta edição 2017 do Concorso d'Eleganza Villa d'Este, que acontecerá de 26 a 28 deste mês de Maio, às margens do Lago Como, Em Cernobbio, uma belíssima região no Norte da Itália. A viagem vale pelo passeio e pela exposição




São Paulo, 11 de maio de 2017 — Sob o tema "Volta ao Mundo em 80 dias - Viagem através de uma Era de recordes", o BMW Group Classic apresenta entre os dias 26 e 28 de maio, a edição 2017 do Concorso d'Eleganza Villa d'Este, o mais exclusivo evento de automóveis e motocicletas clássicas da Europa, realizado anualmente no Grand Hotel Villa d'Este, situado às margens do Lago Como, em Cernobbio, no norte da Itália. 

Neste ano, o evento reunirá 51 automóveis raros e 40 motocicletas históricas, entre eles o BMW 503 Coupé 1956, da foto. 

O BMW Group tornou-se patrocinador do Concorso em 1999 e, a partir de 2005, o BMW Group Classic passou a organizar o evento em parceria com o Grand Hotel Villa d'Este.

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Motores de três cilindros começam a surgir no mercado automotivo com força. Os de 1 litro que vieram com um bom desempenho e economia razoavelmente maior que os de quatro cilindros, mas já surge, lançado pela Ford o três cilindros de 1,5 litro, o de maior potência , existe na Europa equipando o Fiesta ST, turbinado, entregando 200 cv., o que mostra a sua eficiência, mas não será, pelo menos por enquanto vendido no País. O Novo EcoSport e o Focus deverão ser equipados com essa nova motorização



Coluna
MECÂNICA ONLINE®


10 | MAIO | 2017



1.5 litro com três cilindros: 
o novo motor para o EcoSport

Desde 2014 sendo produzidos no Brasil, os motores com três cilindros conquistam o consumidor que busca eficiência energética sem perder o comportamento dinâmico do seu veículo.

Quase todos os fabricantes automotivos oferecem boas opções com três cilindros que podem produzir até 125 cavalos de potência e excelente torque máximo de 200 Nm (20,4 kgfm), como é o caso do Golf, com sua motorização 1.0 litro TSI Total Flex - o primeiro motor com injeção direta, turbocompressor e flexível em combustível produzido no Brasil.

Agora é a vez de conhecermos o próximo passo: a motorização 1.5 litro bicombustível também com três cilindros!
A Ford é a primeira a desenvolver um motor de três cilindros com 1.5 litro, ampliando o seu potencial de aplicação em veículos que vão além do segmento de entrada.

O novo 1.5 de três cilindros tem vários aspectos em comum com o 1.0 TiVCT 12V Flex. 

Lançado com o novo Ka, o 1.0 combina alta potência (85/80 cv) com economia e é um dos pilares do sucesso da linha, somando mais de 200.000 unidades produzidas na nova fábrica em Camaçari, na Bahia, desde 2014.

Entre suas inovações incluem duplo comando de válvulas variável tanto na admissão como no escape, quatro válvulas por cilindro, sistema eletrônico de partida a frio Ford Easy Start, sistema de arrefecimento em dois estágios, correia primária com funcionamento em óleo (trabalha com níveis reduzidos de atrito e ruído e dispensa manutenção durante toda a sua vida útil, estimada em 240.000 km) e coletor de escape integrado ao cabeçote.


Conta também com um sistema de eliminação de vibrações que usa o desbalanceamento proposital da polia, em vez dos contrapesos tradicionais, para um funcionamento suave e silencioso.

Então vamos entender as soluções que a Ford apresenta na motorização com 1.5 litro. Ele é o primeiro motor de aspiração natural a integrar uma série de tecnologias inovadoras.

Assim como o bloco, sua tampa frontal de alumínio contribui para reduzir o peso e aumentar a rigidez do sistema, com integração ao coxim do motor e eliminação do suporte da bomba d’água.

O coletor de escape integrado ao cabeçote ajuda a aquecer mais rápido o catalisador, reduzindo as emissões. 
Ele forma uma peça única, sem juntas e parafusos, que melhora a mistura ar-combustível e também reduz os ruídos.

O eixo balanceiro apoiado por mancais hidrodinâmicos funciona como um contrapeso que elimina as vibrações naturais do arranjo de três cilindros e conta com canais internos de lubrificação para redução do atrito.

A bomba de óleo variável otimiza a pressão de acordo com a exigência de operação do motor para economizar combustível. 

O acionamento das válvulas por correia imersa em óleo reduz o atrito e ruídos, proporcionando também grande durabilidade.

As velas de ignição centralizadas na câmara de combustão permitem uma queima mais homogênea da mistura ar-combustível. 

O comando variável e independente de válvulas na admissão e no escape otimiza o rendimento e o torque para cada situação de rodagem: aumenta a eficiência volumétrica em plena carga, melhora a estabilidade da combustão em marcha lenta e ajuda a economizar combustível em cargas parciais.
O uso de bobinas de ignição individuais para cada cilindro contribui para a máxima eficiência. 

O sistema de válvulas com tuchos hidráulicos acionados por balancins roletados, consagrado no motor Ford RoCam e referência na indústria, se auto-regula e dispensa manutenção. 

O virabrequim especial com centro de rotação deslocado é outro fator de ganho de performance, com redução das forças de atrito.

O sistema de partida a frio Ford Easy Start, já usado em outras aplicações da Ford, garante partidas rápidas com etanol sem a necessidade de reservatório auxiliar de gasolina.

“Com a redução de um cilindro, o motor de três cilindros tem uma área de contato menor entre as superficies metálicas – o pistão movendo dentro do cilindro e as junções do pistão com o virabrequim. Isso diminui a parcela de combustível necessária para vencer as forças de atrito do conjunto. Outras vantagens são o menor peso, o ganho de espaço no veículo e a redução do custo de matéria-prima”, explicou Enio Gomes, diretor de Powertrain da Ford América do Sul.

“O novo 1.5 de três cilindros é mais uma prova do talento e vanguarda tecnológica da engenharia da Ford, que tem uma longa tradição no desenvolvimento de motores”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul. 
“A Ford foi a única montadora de volume que cumpriu as metas do Inovar-Auto e vai continuar investindo para manter esse compromisso de oferecer soluções novas e avançadas para os consumidores.”

Entre outras vantagens, o novo três cilindros da Ford é o motor com a maior potência específica do mercado – 91,5 cv/litro – entre os modelos naturalmente aspirados. 

Com potência de 137,2 cv e torque de 158,5 Nm com etanol, ele tem um desempenho que supera inclusive motores de quatro cilindros com maior cilindrada e conta com a classificação A de eficiência energética do Inmetro/Conpet.

A arquitetura de três cilindros permite uma redução de 10% no peso e tamanho, qualidades que são reforçadas pelo uso de bloco de alumínio.


Por enquanto, a Ford não revela oficialmente os modelos que utilizarão a nova motorização, mas com certeza ela será oferecida com o Novo Ecosport, que chega em agosto deste ano, e deverá equipar outros modelos da marca como a futura geração do Focus – com lançamento previsto para o final do ano.

Em resumo essa motorização guarda muitas semelhanças com o 1.5 EcoBoost (que produz nada menos que 200 cv) do novo Fiesta ST, mas sem a injeção direta e o turbo do motor europeu.

Segundo a Ford, o Brasil será o primeiro mercado do mundo a ter essa nova configuração, embora as primeiras unidades do Ecosport que serão comercializadas no país sejam equipadas com motores vindos da Índia, país que terá a primazia da produção.

O Brasil também vai produzir esse motor, mas só em uma segunda fase. Neste momento, a Ford trabalha para preparar as instalações de sua fábrica para receber a novidade.

Marcos de inovação
A Ford tem uma longa tradição no desenvolvimento de motores, com modelos que marcaram época e se tornaram referência mundial em termos de tecnologia e inovação, com constante evolução. 

Um exemplo é o aclamado V8 da década de 1930, então um ícone de potência, que gerava 65 hp com seus 3.6 litros. 

Como comparação, o atual V8 “Voodoo”, de 5.2 litros, produz nada menos que 526 hp.

No mercado brasileiro, as inovações nessa área incluem o Zetec RoCam, lançado em 1999, nas versões 1.0 e 1.6, o primeiro motor nacional com sistema de balancins roletados em carros populares. 

Em 2004, a linha trouxe o RoCam 1.6 Flex, o primeiro flex nacional com taxa de compressão elevada (12,2:1). 

Em, 2006, foi a vez do RoCam 1.0 Flex, também o primeiro da sua cilindrada com taxa de compressão de 13,2:1.

Em 2009, a Ford lançou a família Sigma 1.6, com bloco e cabeçote de alumínio, duplo comando e corpo de borboleta eletrônico. 

Em 2011, o Sigma 1.6 ganhou a versão TiVCT, com duplo comando de válvulas independente e variável.

Em 2014, foi introduzido o 1.0 TiVCT de três cilindros, com coletor de escape integrado e correia banhada em óleo.

Hoje, a linha de motores da Ford no Brasil é composta também pelos modelos de quatro cilindros Sigma Flex 1.5 (Ka) e 1.6 (New Fiesta, EcoSport), 1.6 TiVCT (EcoSport automático e Focus), 2.0 Duratec Flex (EcoSport e Focus), 2.5 Flex (Fusion e Ranger) e V6 3.5 TiVCT (Edge), todos naturalmente aspirados.

A família EcoBoost, com injeção direta e turbo, está presente no 1.0 EcoBoost de três cilindros (New Fiesta) e 2.0 EcoBoost (Fusion). 

O Fusion conta ainda com a versão híbrida, equipada com um motor 2.0 Atkinson. E a picape Ranger oferece duas versões Diesel, 2.2 e 3.2.

No mundo, o atual portfólio de motores da Ford é formado por uma ampla gama de modelos, desenvolvidos para atender diferentes tipos de veículos e aplicações, de acordo com as necessidades de cada mercado, em versões a gasolina, flex, diesel, híbridos e elétricos.

Um dos destaques é a nova família EcoBoost, que além do 1.0 de três cilindros tem os modelos de quatro cilindros de 1.5, 1.6, 2.0 e 2.3 litros, este último oferecido no Mustang, até o poderoso V6 3.5 presente no Ford GT.

Veja mais em vídeo | https://youtu.be/XRTY-Q-f9UQ

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Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

Carro preferido por taxistas de todo o Brasil, o que revela quanto se trata de um veículo confiável e resistente, o Spin alcança a marca de 200 mil unidades produzidas. Minivan da Chevrolet é feita em São Caetano do Sul (SP) desde 2012 para abastecer o mercado nacional e para exportação



São Caetano do Sul – A Chevrolet registrou, em maio, a produção da unidade de número 200 mil do Spin no complexo industrial da GM em São Caetano do Sul (SP). 

A minivan, lançada em junho de 2012, no Brasil, é atualmente exportada para os principais mercados da América do Sul, como o argentino e o uruguaio.

Simbolizada pela versão Activ, o modelo de número 200 mil também marcou o início da produção do modelo 2018, que será lançado em breve.

“O Spin 2018 oferecerá conteúdo tecnológico extra para que seus usuários possam ter uma experiência ainda mais completa em relação à conectividade, hoje um dos principais diferenciais competitivos da linha Chevrolet”, adianta Rodrigo Fioco, diretor de Marketing de produto da marca.

Confira as principais evoluções do Spin no mercado nacional

2012 – Opção de veículo espaçoso e acessível, Spin estreia com motor 1.8 Flex e versões de sete e cinco lugares com porta-malas de até 710 litros


2013 - Chevrolet MyLink colocou a minivan na vanguarda da conectividade do segmento; outra novidade foi a série Advantage

2014 - Spin Activ marca estreia da Chevrolet no segmento dos veículos de visual aventureiro


2015 – Modelo ganha refinamento com itens adicionais de conforto e conveniência e novo acabamento interior

2016 – Além do motor 1.8 de nova geração e da transmissão de seis marchas, Spin adotou direção elétrica e uma inédita grade ativa do radiador que a transformou no modelo de sete lugares mais econômico do mercado.



BMW Group Brasil lança novos modelos de miniaturas originais colecionáveis 10 novas miniaturas originais serão comercializadas exclusivamente na rede de concessionárias autorizadas. Portfólio inclui desde modelos clássicos até esportivos.


Colecionadores de veículos em miniatura e entusiastas das marcas BMW e BMW Motorrad já podem comemorar. 


Depois do sucesso alcançado pela coleção de miniaturas originais anterior, lançada em março do ano passado e que teve mais de 1.400 unidades vendidas, o BMW Group Brasil acaba de ampliar o portfólio com o lançamento de mais 10 novos modelos nas escalas 1:10 e 1:18, ambas certificadas pelo Inmetro. 


Produzidas sob rigorosos padrões de qualidade do BMW Group, as miniaturas estão disponíveis exclusivamente nas concessionárias autorizadas BMW e BMW Motorrad no País e com preço sugerido a partir de R$ 539.


"Os modelos em miniatura da BMW e BMW Motorrad são cobiçados no mundo todo, inclusive no Brasil. Eles reproduzem fielmente um automóvel em tamanho real, nos mínimos detalhes, e são uma forma lúdica de estimular o relacionamento e a aspiração dos nossos clientes, consumidores potenciais e fãs", comenta Antonino Gomes de Sá, diretor de Pós-Vendas do BMW Group Brasil.


Entre os destaques desta nova seleção estão o mítico BMW M1, da coleção Heritage, oferecido na tradicional cor laranja e capaz de abrir as portas, o capô e a tampa traseira; o BMW i8, na nova cor Azul Protonic; três versões do BMW M4 que disputou a temporada 2015 da DTM (Deutsche Tourenwagen Masters), o campeonato alemão de carros de turismo; o BMW Série 3 (F30), nas cores Prata Glacier, Bronze Frozen ou Preto Safire; e os modelos da Linha M – M4, M5, M6 e X6M, nas cores Azul Long Beach, Cinza Donington e Preto Safire –, além da motocicleta esportiva BMW S 1000 RR, disponível na escala 1:10.


Para encontrar os preços sugeridos de todas as miniaturas, basta acessar os sites de Pós-Vendas: http://www.bmw.com.br/pt/topics/offers-and-services1/lifestyle/miniaturasbmw.html




segunda-feira, 8 de maio de 2017

JEEP® É FINALISTA DO PRÊMIO NACIONAL DA BIODIVERSIDADE


O Programa de Biodiversidade Jeep® é um dos finalistas da segunda edição do Prêmio Nacional da Biodiversidade, na categoria Empresas. 

O PNB é uma iniciativa do Ministério do Meio Ambiente, com o objetivo de reconhecer o mérito de projetos que se destacam por buscarem a melhoria do estado de conservação das espécies da biodiversidade brasileira. 

O vencedor será escolhido por votação popular realizada por meio do link http://pnb.mma.gov.br/juri_popular/

A votação vai até o próximo dia 22, quando serão anunciados os vencedores das sete categorias, numa cerimônia do Ministério do Meio Ambiente, em Brasília.


O Programa de Biodiversidade Jeep resgata e conserva a área por meio do replantio de 208 mil mudas nativas (sendo 22 mil produzidas trimestralmente em viveiro próprio), da criação de 304 hectares de área verde e da formação de corredores ecológicos para atração da fauna local. 

O Polo Automotivo Jeep foi construído numa região dominada pelo cultivo da cana-de-açúcar, em Goiana, Pernambuco. Durante séculos, esse cultivo substituiu a vegetação nativa.


Em parceria com as universidades federais de Pernambuco e Rural de Pernambuco, o programa realizou um estudo inédito, que resultou na identificação de 618 espécies de plantas originalmente nativas da Mata Atlântica local, muitas delas em processo de extinção. 

Hoje, com apenas três anos do início do programa, o Polo Automotivo Jeep já comemora a marca de 60 mil mudas replantadas, de 289 espécies diferentes. Este é um projeto pioneiro na Região Nordeste.


“A conservação das condições climáticas está ligada diretamente à conservação da biodiversidade”, diz Cristiano Felix, gerente de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) para a América Latina. 

“Assim, tivemos a iniciativa de inovar e criamos em nossa fábrica uma grande reconstrução dos biomas da região”, explica. 

Esse esforço já é reconhecido. O programa já venceu premiações importantes, como o X Prêmio AEA de Meio Ambiente e o Prêmio Ozires Silva.

Venda de carros importados retrai 28,4% em abril - Em abril, com 2.044 unidades comercializadas, setor registra baixa de 28,4% em relação a igual período de 2016. No acumulado, retração de 36,1%.


08/05/2017 – As 18 marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 2.044 unidades, anotaram em abril último queda de 28,4% ante igual período de 2016, quando foram vendidas 2.856 unidades. 


Com esse resultado, associadas à entidade fecharam o primeiro quadrimestre do ano também com queda, de 36,1%. 


No período foram licenciadas 8.128 unidades contra 12.716 veículos nos primeiros quatro meses de 2016.

Comparado ao mês de março deste ano, o volume de vendas de abril representou uma queda de 16,7%. As vendas diárias, no entanto, cresceram. 

Assim como o mercado interno, total registrou vendas diárias de 8.465 unidades, em abril, contra 7.993 unidades, em março, as marcas associadas à Abeifa anotaram 113 veículos diários. em abril, ante 106 unidades em março.


“Voltamos a indagar por que manter os 30 pontos percentuais no IPI – Imposto sobre Produtos Industrializados até o final do ano, impedindo a recuperação do setor de veículos importados e, por consequência, a sobrevivência da rede autorizada de concessionárias. Se não é possível extinguir o Inovar-Auto nesse quesito, por que não liberar as cotas não utilizadas em 2016”, argumenta José Luiz Gandini, presidente da Abeifa.

Na avaliação de Gandini, “a recuperação comercial do setor de importados, além de salvar a rede de concessionárias, vai contribuir efetivamente com o recolhimento de impostos, fator essencial ao Governo e ao País, já que a venda de importados está represada há pelo menos cinco anos. 

Sem levar em consideração que o aumento da importação de veículos automotores em nada vai afetar a balança comercial, hoje extremamente favorável ao Brasil. 

Aliás, as exportações brasileiras de autoveículos vêm aumentando mês a mês. Por isso, não há qualquer sentido em frear as importações”.

Participações
Em abril último, com 2.044 unidades licenciadas, a participação das associadas à Abeifa foi de 1,34% do mercado total de autos e comerciais leves (152.383 unidades). 

No acumulado do primeiro trimestre, o market share foi de 1,33% (8.128 unidades, do total de 612.220 unidades).

Se for considerado o total de veículos importados, ou seja aqueles trazidos também pelas montadoras, as associadas à Abeifa responderam, em abril, por 11,93% (2.044 unidades, do total de 17.135 unidades importadas). 

No acumulado, 11,94% (8.128 unidades, do total de 68.090 veículos importados).

Produção local
Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de abril com 1.128 unidades emplacadas, total que representou queda de 8,3% em relação ao mês anterior. 

Comparado a abril de 2016, o aumento de 34,1%, quando foram emplacadas 841 unidades nacionais. 

Enquanto, no acumulado, as cinco associadas à Abeifa totalizaram 4.184 unidades emplacadas, alta de 54,6% ante as 2.706 unidades (agora, já com a produção da Jaguar Land Rover).

Downloads, acesse:Emplacamento por marca Abril 2017 (PDF) 
Emplacamento por modelo Abril 2017 (PDF)
Emplacamento nacional Abril 2017 (PDF)

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