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quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Com seis anos de garantia, o JAC T40 entra no mercado dos SUVs brasileiro com preço arrebatador e carregado da mais moderna tecnologia de segurança e entretenimento. Projeto bem ajustado, formato SUV/SAV/Crossover, quer oferecer rolagem agradável, boa aparência e habitabilidade. Consegue. As linhas são atrativas, o tratamento interno simpático aos olhos e ao tato. Concorrentes do T40 são os veículos próximos em preço e desenho, como o Hyundai HB20X, Honda WR-V, Renault Sandero Stepway e Citroën Aircross, com preços superiores: R$ 58.990 e R$ 56.990


Coluna nº 3.117 - 4 de agosto  de 2017
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O bem bolado JAC T40

Bem moldado, boa aparência, bom conteúdo, bem marcado por novidades, bem situado dentre concorrentes, preço bem definido. É o bem bolado JAC T40. Referências positivas bem o descrevem a partir da racionalidade.

Nasceu em 2011 como demanda do empreendedor nacional Sérgio Habib instigando a matriz chinesa a criar produto em seu centro de estilo na Itália. 

Seria, então, um hatch, solução ideal a mercado consumidor de veículos de dois volumes. Porém, tudo mudou. Tendência mundial alterou linhas, com frente elevada, larga, para lembrar o Jeep e sua imbricada noção de valentia, os SUV, SAV, crossover, ou hatch dissimulado, perfil e morfologia hoje responsável por 23% das vendas de veículos leves. Desenho inicial foi retocado e iniciou ser vendido em 2015.

No Brasil, a JAC planejou fábrica na Bahia para produzir o primeiro modelo da marca trazido ao País, o J3 adequado ao gosto nacional: qualidade em partes interfaceando com o comprador – palhetas do limpador de para-brisas idênticas às dos Mercedes -, e conteúdo rico. Na medida do bolso, pagando impostos de importação, e bem equipado, custava o mesmo de carro nacional pelado.

Durou pouco. Por alguma coincidência o Governo Federal mudou a legislação e, para incentivar negócio hoje inviável – aos investidores e à sociedade - pelo nível de nacionalização igual ao assinalado no governo Vargas, produzir Audis, Mercedes, BMW, Land Rovers. 

E impôs aumento de IPI e cotas de importação. Consequência, o negócio encolheu, fechou importadoras, concessionárias, empregos. 

O ministro da área à época era Fernando Pimentel, queridinho de Dilma e PT, e hoje multi processado governador de Minas Gerais.

De novo
Mercado retraído, o sócio chinês foi-se, fábrica se inviabilizou. Mudou tudo, exceto o diferencial de adequar produtos ao gosto nacional e vendê-los importados, equipados, ao preço de nacional simples. O T40 é assim.

Cenário atual, fábrica postergada a prazo desconhecido; necessidade de recompor perdas, JAC Brasil concentrará esforços no modelo, trazendo 300 unidades/mês. 

Ano próximo, finda a barreira de importação super tarifada, volume aumentará em T40. Automóveis deixarão de ser importados e exceções na linha serão um VUC (veículo urbano de carga) e picape cabine dupla.

A partir da nova regulamentação industrial, a Rota 2030, e dos resultados com o T40, será definida a montagem no Brasil, em primeiro passo aproveitando ociosidade de fábricas locais – HPE, de Mitsubishis e Chery, por exemplo.

Como é

Projeto bem ajustado, formato SUV/SAV/Crossover, quer oferecer rolagem agradável, boa aparência e habitabilidade. Consegue. 
As linhas são atrativas, o tratamento interno simpático aos olhos e ao tato. 

Bancos frontais especialmente receptivos, painel bem distribuído, comandos à mão. Os chineses aprendem, rapidamente, fazer automóveis.

Concorrentes do T40 são os veículos próximos em preço e desenho, como o Hyundai HB20X, Honda WR-V, Renault Sandero Stepway e Citroën Aircross.

Estilo desenvolvido na Itália, medidas contidas: entre eixos 2,49m, 4,13m de comprimento, 1,56m de altura e ampla largura de 1,75m, maior porta malas da categoria. Internamente, piso plano na traseira para facilitar manuseio de carga; volante revestido em couro, painel com instrumentos analógicos e pequeno mostrador digital indicando consumo e odômetro. 

Pouco brilho dos números dificultou a leitura e, passando por dificuldade, Sérgio Habib, presidente da JAC, chamou o engenheiro responsável para correção imediata, via programação eletrônica.

Motorização por 4 cilindros em linha, 1.500 cm3, duplo comando de válvulas com sistema de abertura variável, 125/127 cv e 15,2/15,7 m.kgf de torque, gasálcool/álcool. 

Transmissão de cinco marchas, mecânica, tração dianteira. Suspensão frontal Mc Pherson, traseira por eixo torcional, direção com assistência elétrica, freios a disco nas quatro rodas, expondo as pinças revestidas em vermelho para realçar o sistema.

Eletrônica de segurança, travamento automático das portas, assistente de frenagem de pânico (BAS); controle eletrônico de estabilidade (ESP), e tração (TCS); auxiliar de partida em rampa (HSA); monitoramento da pressão dos pneus; sensor de estacionamento; luzes diurnas em LEDs, sensor crepuscular; controlador de velocidade; prendedores Isofix para cadeiras infantis; retrovisores elétricos; volante com comando de som; rodas de liga leve aro 16”.

Preços
Valores competitivos. Versão de pico R$ 58.990, completa, incluindo câmera de ré e, exceção, frontal. Opcional, dois tons. Não há GPS. Diz Habib, o hábito nacional de utilizar o aplicativo Wase no celular, fez desistir da tela com GPS.

Até o final do ano, versão sem as câmeras, a R$ 56.990. Ano próximo versão superior, câmbio automático CVT, adicional por R$ 5.000,00.

JAC T40, bem bolado

Importação de carros velhos aguarda apoio

No Senado
, aguardando assinaturas populares, Sugestão Legislativa para se transformar em Projeto de Lei, busca autorizar importação de automóveis com mais de 10 anos de uso.

Justificativa simplória: permitir aos cidadãos a liberdade de consumir bens de consumo de um mercado globalizado, gerando oportunidades de renda, emprego e impostos no país. 

Uma excrecência. Ou, por ignorância ou má fé, querem abrir os portos para importar veículos descartados por falta de segurança. 

Não serão vistosos, cintilantes, modernos, econômicos, seguros e pouco poluentes Cadillacs, Lincolns, Mercedes, Porsches, Hondas, Toyotas, mas carros refugados nas inspeções de segurança, comprados a preço de banana e importados para se tornar em perigo rodante nas ruas e estradas brasileiras.

Sucata
Veículos no exterior, com mais de 10 anos de uso são, em esmagadora maioria, reprovados nas inspeções de segurança veicular, e os reparos para torná-los aptos e seguros tem custo superior à razoabilidade. 

Nesta situação, donos pagam a negociantes especializados para tirá-los de circulação, enviando-os a países de terceiro mundo para, sem reparos, iniciar um ciclo final. 

Destes, os que conseguirem andar, não terão manutenção adequada, pois não se imagina compradores de tais refugos com saldo bancário suficiente a comprar inexistentes ou caros reparos necessários a torná-los aptos a circular com segurança. A justificativa da criação de renda, emprego e impostos é irreal.

História
Ideia recorrente. Ao início dos anos ’90 um deputado cearense fez proposta idêntica, assustando o Governo Federal. 

E logo em seguida importadores chilenos apareceram no então Ministério da Indústria e Comércio para conversar sobre o assunto. 

Sem ter a ideia acatada, indagaram nome do advogado com maiores êxitos em propostas no Ministério. Chegaram a profissional estabelecido em Brasília, apresentaram a ideia e capacidade econômica para sustentar honorários à altura. 

Argumentaram com o fato de importar de todo o mundo e vender para o norte do Chile, Paraguai, Bolívia e Peru 70 mil unidades/ano. 

E aduziram a justeza da proposta pelo fato de a Toyota fazer tal operação. Situação diversa: para não ver o mercado peruano, de seu interesse, invadido por sucatas depondo contra sua marca e imagem, a marca japonesa os importava, revisava, vendia e garantia.

Na Câmara, o projeto foi rejeitado na Comissão de Economia, e fora dela o advogado explicou não trabalhar contra o país. 

A seu ver a enxurrada de usados desinteressaria investimentos externos para implantar ou expandir linhas de produção. 

E dar empregos e recolher impostos internos superava as vantagens de importadores. Poderia ser bom para meia dúzia, porém ruim para milhões. A ideia se encerrou aí.

Fênix
Não se sabe a quem interessa a proposta rediviva. Fato é, encher ruas e estradas com veículos barrados nas inspeções de segurança de outros países, com manutenção desidiosa, em nada contribui com o desenvolvimento do país, aumenta o recolhimento de impostos ou gera empregos locais. 

Até agora, tal Sugestão recolheu 25% das assinaturas para transformá-la em PL. No link uma curiosidade: pode-se apenas assinar, sem espaço para contestar ou chamar os autores à razão.

Quanto custa o Stelvio, suv Alfa

Aguardado, proclamado, saudado, Stelvio, suv Alfa Romeo sobre a plataforma do Giulia, terá vendas em setembro. A não atingida previsão de demanda pela sedã, fez a FCA cortar números em 10% ante concorrentes Mercedes GLC e Audi Q4. 

Custa, na Inglaterra, 34.000 libras esterlinas – uns R$ 140 mil. Preço para versão de entrada, motor 2.0, turbo, 197 cv, tração traseira, via transmissão automática com oito velocidades. 

Intermediárias, diesel 197 cv e gasolina, topo de linha QV, V6, 2,9 litros, dois turbos, 503 cv, dito motor-de-Ferrari, tração nas 4 rodas. 

Quatro versões de decoração com rodas de liga leve, tela em 22 cm, sistema de infodiversão, volante revestido em couro, e refinamentos de segurança eletrônica: freio autônomo para emergências, alarme de troca de faixa.

Quase topo a Speciale, motor de 276 cv, rodas 19”, pinças de freio em vermelho, faróis em xenon, estofamento em couro, bancos frontais aquecidos.

Em estilo mantém identidade visual com o sedã Giulia, a imponente grade triangular, os traços vigorosos no capô, em projeto para aproximá-lo de um cupê e distanciá-lo de um jipe. No interior muito em disposição e componentes Giulia.

Promessa é oferecer esportivo utilitário imponente, performático, personalista. Não há expectativa do retorno da marca ao Brasil.

Alfa Stelvio. Distante


Roda-a-Roda

Novo Rolls – Marca de escol, Rolls-Royce pouco altera as linhas de seus produtos, mas quando o faz é para valer, como agora.

Tudo – Novo Phantom 2018 mudou estética, chassis, agora em alumínio, apto a receber motorizações a gasolina, elétrica ou híbrida.

Servirá ao SUV Cullinan e à nova geração de Ghosts, Wraiths e Dawn.

E? - Motor básico, BMW, V12, 6,75 litros, dois turbos, 563 cv. Preços na Europa, equivalentes a R$ 538.000 – lá, sem impostos.


Novo Rolls. Escol e tecnologia


Primeira? – Quieta, Aliança unindo Renault, Dacia, Nissan e Mitsubishi exibe números e concreta possibilidade de assumir liderança mundial de vendas em 2017.

Números – Vendas do grupo atingiram 5.268.079 unidades no primeiro semestre, somando veículos diesel, flex e quase meio milhão de elétricos. No total, cresceu 7%: Renault e Dacia 10,4%; Nissan 5,6%. 

Curiosidade - Mitsubishi 2,4%, mas registra recuperação de vendas dos modelos Kei – até 660 cm3 de cilindrada -, cujos problemas levaram a companhia a ser assumida pela Aliança.

Situação – Volkswagen e Toyota disputam a liderança carro-a-carro.

Pelo ar – Na Europa, Peugeot-Citroën-DS, sob o guarda-chuva corporativo PSA iniciaram vender on line suas marcas diretamente pela Internet. Tomaram como base resultados de iniciativa da Citroën no Brasil.

Carona – Renault implementou negócio aqui: Kwid, o queridinho, será vendido apenas pela internet, ou diretamente, ou, acessável nos salões dos revendedores.

Menos e mais – Enfrentando prejuízo sequencial, GM vendeu as operações industriais na Inglaterra e Alemanha para a PSA, Peugeot-Citroën. Marcas foram assumidas e têm 100 dias para apresentar um projeto de atuação.

P’ra Fora – Hyundai iniciou exportar SUV Creta ao Paraguai. Cliente de caderno, foi destino dos primeiros HB20 exportados. 

De princípio, 50 unidades mensais ao total de 260. 

2016 Hyundai enviou 1.220 unidades a Paraguai e Uruguai.

Pancada – Nova avaliação do Latin NCAP, instituto testador de segurança em veículos, deu más notas ao Fiat Mobi. Em cinco estrelas, atingiu apenas uma e, diz a entidade, é fraca a proteção ao peito do adulto em impactos laterais.

Igual – Comparou o Mobi aos resultados rasteiros exibidos pelo Chevrolet Onix, justificando danos pela falta de bolsas laterais de ar e de cinto de três pontos para todos os passageiros no banco traseiro.

Parlamento – Custando caro – mais de R$ 1 milhão/hora -, nosso Parlamento deveria ser casa de saber e equilíbrio propondo medidas para melhorar País e condições a seus habitantes – eleitores de Deputados e Senadores. Não ocorre.

Caminho – Veem o mandato como nomeação para um cartório, ser quase tão poderoso quanto Donatário de Capitania quase Hereditária – em muitos casos o são. 

Pouco se dão às demandas populares para melhorar a administração do País, preferindo ampliar suas inexplicáveis mordomias e facilidades para se eternizar no poder.

Veículos – Exemplos de falta de compromisso com os eleitores existem em volume industrial. Mais recentes, volta do extintor de incêndio; proibição do estepe ser roda de segurança – restringindo reduzir o tamanho dos veículos.

Mais – PL na Câmara, Comissão de Defesa do Consumidor proíbe alteração em veículos até um ano após licenciados, tipo lei da regulagem do mercado, como o faz outra proposta: exige cada marca manter modelo à venda por pelo menos 10 anos...

Pode? – Restringir a um ou dois o secretariado de cada deputado – hoje são até 24 -, ou cortar despesas para manter o mandato, não se propôs.

Evolução – Bomba MagiFlux 2.0, ferramenta para trocar líquidos por sistema mecânico com válvula com esfera de vidro, tem nova versão. Uso prático, rápido, seguro. Mais, www.magiflux.com.br


Gente – Christopher Podgorski, vice-presidente mundial de vendas da Scania, localização. 

OOOO Novo presidente e CEO da Scania no Brasil, segunda maior operação da marca no mundo. 

OOOO Primeiro brasileiro, apesar do nome. 

OOOO Marcelo Cosentino, jornalista, progressão. 

OOOO De auxiliar na Comunicação da Renault, é o número UM da Cummins, de motores diesel. 

OOOO Maira Nascimento, jornalista, ex-Ford, agora é ex-CAOA. OOOO 

Corte interno. 

OOOO João Ciaco, diretor da FCA, extensão: incorporou a área de comunicação. 

OOOO Felipe Nicoliello, 60, paisagista e presidente do Puma Clube, passou. 

OOOO Conhecedor generoso foi o grande pilar de preservação da marca e originalidade dos Puma. OOOO
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GM anuncia investimento em Gravataí. Aporte de R$ 1.4 bi será aplicado no desenvolvimento de novos produtos e introduzir conceitos inovadores de manufatura e qualidade 4.0



São Caetano do Sul -A General Motors vai investir R$ 1,4 bilhão no Complexo Industrial de Gravataí (RS). O montante é parte do plano de investimentos de R$ 13 bilhões no Brasil entre 2014 e 2019.

O aporte, de R$ 1,4 bilhão, tem como objetivo fortalecer o negócio da GM através do desenvolvimento de novas tecnologias e introdução de conceitos inovadores de manufatura para a produção de novos veículos, em adição aos já produzidos na fábrica.

Os investimentos vão fortalecer ainda mais a presença da GM no Rio Grande do Sul, já estão atraindo cinco novos fornecedores para o Estado e criarão novos postos de trabalho.

“A GM acredita no potencial de crescimento do mercado no Brasil e está realizando o maior plano de investimentos da história da indústria no país. O novo aporte às operações no Rio Grande do Sul vai permitir ampliar a linha de produtos da Chevrolet, com foco em conectividade total, segurança e eficiência energética. A fábrica de Gravataí será uma referência global em manufatura e qualidade 4.0”, disse Carlos Zarlenga, presidente da General Motors Mercosul.

O novo investimento vai preparar a GM Mercosul para se tornar uma plataforma de exportação global.


Histórico da GM de Gravataí
17/03/1997 - Anúncio do município de Gravataí como sede do Complexo da GM
20/07/2000 - Inauguração oficial do Complexo Industrial Automotivo de Gravataí
02/09/2000 - Lançamento do Chevrolet Celta
20/05/2005 - Produção do Celta de número 500.000
01/10/2006 - Lançamento do Chevrolet Prisma
20/05/2008 - Produção do carro de número 1.000.000
09/06/2010 - Início oficial das obras do Projeto Onix
27/08/2010 - Produção de 1,5 milhão de veículos
30/10/2012 - Lançamento do Chevrolet Onix
13/12/2012 - Produção do veículo de número 2.000.000
26/02/2013 - Lançamento do novo Chevrolet Prisma
16/07/2013 - Lançamento dos Chevrolet Onix e Prisma com opção de transmissão automática
25/07/2014 - Produção de 2,5 milhões de veículos
20/07/2015 - Aniversário de 15 anos do Complexo Industrial de Gravataí
27/07/2016 – GM lança Onix Activ
05/08/2016 – GM lança Onix Joy
24/08/2016 - GM atinge 3 milhões de carros produzidos em Gravataí
14/03/2017 – Onix foi o carro mais vendido da América Latina em 2016
05/05/2017 – GM lança Onix Effect
20/07/2017 - Aniversário de 17 anos do Complexo Industrial de Gravataí

Fãs de quadris e UTVs preparam passeio no Espírito Santo. De Serra a Santa Teresa, evento conta com a organização da concessionária BRP Vitta Náutica neste sábado (5)




Vitória (ES) – Os fãs de quadriciclos e UTVs têm diversão garantida neste sábado (5), no Espírito Santo. A concessionária BRP Vitta Náutica realiza um passeio com partida em Serra, na região metropolitana de Vitória, até Santa Teresa, apontada como uma das mais belas cidades das montanhas capixabas.

“A trilha tem cerca de 100 quilômetros, com passagem por parques estaduais, rampas de vôo livre, vinícolas e muita lama”, antecipou Bruno Ferreguete, do Grupo Vitta – responsável pelas lojas Vitta Naútica em Vitória (ES), Vitta Motorsports em Linhares (ES) e Vittacar em Teixeira de Freitas (BA).

“Será o primeiro passeio para quadris e UTVs promovido pela Vitta Naútica e as expectativas são ótimas, principalmente pelo fato de podermos mostrar aos proprietários que podem utilizar seus ‘brinquedos’ bem próximo à região metropolitana de Vitória, onde já encontramos um ambiente totalmente off-road”, continuou.

Além de diversão na trilha, o evento promete uma grande confraternização entre os fãs do off-road. “O Espírito Santo já tem uma comunidade de quadriciclos e UTVs e queremos ampliar ainda mais esse grupo. A nossa região tem muitos lugares para aproveitar”, concluiu Ferreguete.

Para mais informações sobre o evento, os interessados devem entrar em contato com a equipe da Vitta Naútica no telefone (27) 3200-3810.



quarta-feira, 2 de agosto de 2017

JAC Motors Brasil lança no mercado o mais novo SUV da marca, o T40, com motor 1.5 16v VVT Jetflex, por R$ 56.990 e R$ 58.990. Vem equipado com cruise control, ESP, HSA (assistente de partida em rampas), câmera de ré, kit multimídia. Em 2018, chegará a versão com câmbio automático e seis anos de garantia




Concebido inicialmente para ser produzido no Brasil, o JAC T40 faz sua estreia no mercado brasileiro neste mês de agosto.

As primeiras unidades começam a desembarcar nos próximos dias e já serão imediatamente distribuídas pela rede de concessionários JAC Motors de todo o País. 



O terceiro SUV da JAC no País vai estrear em versão única de motor 1.5 16V VVT JetFlex, câmbio manual e seis anos de garantia. A versão com opção de transmissão automática CVT chegará em 2018.

Posicionado com preço competitivo, o novo SUV da JAC Motors vai custar R$ 56.990 (Pack 2) e R$ 58.990 (Pack 3). O T40 traz, além de todo o pacote vasto de equipamentos de série e custo/benefício atraente, ingredientes específicos para seduzir o exigente comprador de SUV´s.



“O JAC T40 foi integralmente concebido para o Brasil. Tudo nele foi pensado para satisfazer ao consumidor brasileiro, motivo pelo qual esperamos que logo se transforme em um sucesso de vendas”, garante Sérgio Habib, presidente da JAC Motors do Brasil.

Além de um espaço interno e volume de porta-malas absolutamente incomparáveis no segmento, o JAC T40 é bonito, moderno, denota o status de modelo de maior porte e inova no mercado brasileiro com a exclusiva JAC Connect Front Camera. 


Em conjunto com o aplicativo JAC View, o sistema é capaz de registrar filmes (com áudio) de todos os percursos percorridos pelo T40, o que, além do atrativo tradicional em si, pelas possibilidades que cria de gravação de passeios a aventuras com o T40, visa uma robusta redução dos preços do seguro em nosso mercado.

Quando foi desenhado na Itália, ao gosto específico do consumidor brasileiro, o JAC T40 trouxe as necessidades de uso de um SUV de entrada, incluindo o design agressivo e contemporâneo a diversos detalhes de acabamento que denotam uma classe superior. 


O modelo inclui diversos apliques cromados, com destaque para a grade frontal (traz a nova logotipia da JAC MOTORS), a moldura lateral na base da área envidraçada e os filetes no para-choque traseiro. Alto e largo, o T40 é seguramente a resposta fiel dos designers italianos às necessidades do consumidor brasileiro. 

Além de permitir a acomodação de passageiros adultos no banco traseiro – a carroceria possui 1,57 metro de altura –, o T40 exibe a largura de modelos do segmento médio do mercado: 1,75 m, o que o equipara a um JAC J5, por exemplo, que tem apenas 2 cm a mais. E isso faz toda a diferença desse segmento! 


O lançamento da JAC Motors efetivamente acomoda três passageiros no banco traseiro, que têm espaço para ombros e cabeças. E isso não é tudo: com 450 litros de capacidade cúbica no porta-malas, ele é um dos carros mais espaçosos da categoria no compartimento de bagagem.

Custo x benefício 
A despeito desse pacote de vantagens, o modelo trazido pela JAC Motors está muito bem posicionado no ranking de preços dos SUV´s, assemelhando-se, em valores, a modelos aventureiros de porte menor e menos equipados. 


Na versão Pack 2, o JAC T40 custa apenas R$ 56.990. 
E já vem equipado com:Travamento automático das portas a 15 km/h;
Aviso de cinto não acoplado (piloto e copiloto);
Freios com ABS e EBD;
BAS - Brake Assist System (assistente para frenagens de pânico);
BOS - Brake Overide System (pedal “inteligente” de freio);
ESP - Eletronic Stability Program (controle eletrônico de estabilidade);
TCS - Traction Control System (controle eletrônico de tração);
HSA - Hill Start Assist (assistente de partida em rampas);
TPMS - Tire Pressure Monitoring System (sistema de monitoramento da pressão dos pneus);

Sensor de estacionamento traseiro;
Luzes diurnas de LED;
Luzes de conversão estática – faróis seguem o movimento de esterçamento do volante em baixas velocidades para auxiliar nas manobras;

Retrovisor interno antiofuscante;
Função GSI (Indicador de troca de marchas);
Função "Follow Me Home";
Abertura interna da tampa do tanque de combustível;
Trava elétrica das 4 portas e da tampa do porta-malas;
Imobilizador;
Alarme antifurto;


Cruise control (controlador de velocidade), acionado por teclas no volante;
Piloto automático;
Espelhos retrovisores externos com ajuste elétrico;
Faróis com regulagem elétrica de altura do facho;
Faróis com acendimento automático em função da luminosidade (sensor crepuscular);
Volante revestido em couro;
Banco do Motorista com ajuste de altura;
Dois assentos com Isofix;
Rodas de liga leve com 16 polegadas, pneus 205/55 R16;
Direção com assistência elétrica;
Comandos de áudio no volante de direção.

Quando configurado no Pack 3 (R$ 58.990), 
o JAC T40 acrescenta os seguintes equipamentos:JAC Connect Front Camera;
Câmera de ré;
Kit multimídia com tela de 8 polegadas.

Como único opcional, o JAC T40 ainda é oferecido com a pintura bicolor, que custa R$ 1.990.

Projeto “Brasil”
“The biggest model in its segment”. Com esse simples briefing, o JAC T40 começou a ser idealizado em março de 2011, no exato instante em que nascia a JAC Motors Brasil. Já se previa, à época, que o casamento entre a marca chinesa e o Grupo SHC, responsável pela importação dos modelos ao país, renderia frutos rapidamente. 

Uma equipe de engenheiros liderada pelo presidente da empresa no Brasil, Sérgio Habib, desembarcava em Turim, na Itália, para encomendar um novo SUV para o mercado brasileiro, que estrearia a linha de produção da JAC Motors por aqui.


E foi essa a primeira exigência efetuada pela equipe de brasileiros aos profissionais do JAC Italy Design Center, onde o T40, batizado como projeto A30 à época, já ganharia apenas dois meses depois os primeiros sketches (propostas de design ainda efetuadas no papel). 

O primeiro protótipo em clay (argila) ficaria pronto em setembro daquele ano, com análise de propostas que duraria até janeiro de 2012. 


Neste instante, os representantes da marca no Brasil realizaram o “freezing style”, ou “congelamento do estilo” numa tradução livre, que é quando você define o design final do modelo.

Os modelos pré-série, já prontos para rodar e efetuar os testes de durabilidade, começaram a circular por estradas chinesas em meados de 2014. 


Com o redirecionamento do futuro da fábrica da JAC Motors no Brasil, que alterou o plano inicialmente previsto, o JAC T40 acabou sendo lançado antes no mercado chinês, o que ocorreu em agosto de 2015, onde recebeu o nome de JAC S2. Logo depois, os testes de durabilidade foram iniciados também em território brasileiro, cumprindo o objetivo regiamente previsto pela marca de 1 milhão de km rodados no País.

Um SUV de verdade
Ao estrear no mercado nacional, o JAC T40 abre uma importante opção ao consumidor verdadeiramente interessado na compra de um SUV. 


Não se trata de um modelo compacto posicionado como aventureiro ou simplesmente batizado de SUV. O JAC T40 possui aptidões bem específicas para essa configuração, como a altura livre do solo, que é de 18 cm. 

Suas suspensões, por exemplo, aliam a robustez de uso em off-road leve à performance no asfalto, constituindo-se da aclamada receita com MacPherson na dianteira e eixo de torção na traseira.


O terceiro SUV lançado pela marca no Brasil oferece motor igual ao do T5. Trata-se de uma unidade 1.5 VVT 16V JetFlex, que desenvolve a potência de 125 cv (gasolina) e 127 cv (etanol), com torque máximo de 152 Nm e 154 Nm, respectivamente. 


Como prova de um modelo de categoria superior, o JAC T40, além de todos os dispositivos eletrônicos que assessoram nas frenagens, possui um conjunto mecânico mais eficiente que seus rivais: discos ventilados nas rodas da frente e discos sólidos na traseira. O detalhe “esportivo” recai sobre os cálipers vermelhos nas quatro rodas.


terça-feira, 1 de agosto de 2017

O Novo Polo traz o futuro para o segmento de compactos premium no mercado brasileiro. Mais espaço interno, motores eficientes e de alto desempenho, altos níveis de segurança, muita conectividade e avançados recursos de tecnologia”, diz David Powels, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil e América do Sul (SAM)






COLUNA 
MECÂNICA ONLINE® 

1 | Agosto | 2017





Entenda como a estratégia modular MQB 
vai criar uma Nova Volkswagen no Brasil


Uma nova era na produção de veículos está sendo iniciada na Fábrica Anchieta, localizada em São Bernardo do Campo (SP), para modelos compactos da Volkswagen do Brasil.

O conceito MQB, mais moderno sistema para desenvolvimento e produção de veículos no mundo vai criar um novo patamar de categoria para os veículos compactos produzidos pela marca. A transformação é tão grande que podemos declarar que surge a Nova Volkswagen do Brasil.

Essa base vai dar origem inicialmente a quatro modelos completamente novos, que serão comercializados no mercado latino-americano nos próximos anos.

Entre eles, o Novo Polo – que será lançado no último trimestre de 2017, e o Virtus – chega no início de 2018, um sedã desenvolvido com foco no mercado brasileiro e que  também será produzido na Fábrica Anchieta.

Para marcar o início dessa nova fase, a Volkswagen realizou um workshop com a imprensa nacional, e o Mecânica Online® teve a oportunidade de conhecer a nova realidade que a marca vai introduzir em nosso mercado.

Uma coisa é certa: vem aí uma Volkswagen mais eficiente, conectada e atualizada com o que há de mais moderno em inovação e tecnologias de forma global.
“A Estratégia Modular MQB representa uma nova era para a Volkswagen do Brasil. Mais do que somente lançar um novo produto, estamos reposicionando nossa marca e preparando o lançamento de grandes novidades, todas desenvolvidas com foco total no cliente. O Novo Polo traz o futuro para o segmento de compactos premium no mercado brasileiro. Mais espaço interno, motores eficientes e de alto desempenho, altos níveis de segurança, muita conectividade e avançados recursos de tecnologia”, diz David Powels, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil e América do Sul (SAM).

“Os veículos baseados na Estratégia Modular MQB proporcionam o que há de mais moderno em termos de design, inovação, alta performance e segurança”, afirma Dr. Markus Kleimann, vice-presidente de Desenvolvimento do Produto da Volkswagen do Brasil.

“O Novo Polo está sendo desenvolvido pela Engenharia do Brasil e da Alemanha e vai elevar o patamar no segmento de compactos premium, oferecendo recursos tecnológicos oferecidos em modelos de segmentos superiores, como Golf e Passat”, conclui Dr. Kleimann.


Aplicando o conceito MQB no veículo - A Estratégia Modular MQB tem como base quatro principais módulos padronizados:
1) Elétrica/eletrônica;
2) Powertrain;
3) Chassi e
4) Carroceria, Ar-condicionado, banco e airbags.

Na prática, as vantagens proporcionadas pela Estratégia Modular MQB são grandes e inclusive contribuem para que se atinjam as metas de redução de CO2.

Os efeitos positivos da Estratégia Modular MQB nas proporções do carro e em seu design são enormes, permitindo que se obtenha a chamada “atitude” (postura do carro) mais larga e baixa, com design de linhas de caráter mais nítidas e fortes.

A Estratégia Modular MQB é dividida em cinco principais seções, considerando que um dos mais importantes para a implementação do conceito de componentes modulares são as suas dimensões de engenharia uniformes – como, por exemplo, a distância entre os pedais do veículo (acelerador, freio) e o centro da roda dianteira.

Mas é igualmente importante oferecer parâmetros variáveis. Entre eles, a distância entre-eixos, as bitolas e os tamanhos das rodas, de forma a permitir que diferentes arquiteturas de veículos possam ser implementadas a partir de um conjunto de componentes.

        Arquitetura Flexível
        Dividido em 5 principais seções

        Dimensão entre pedaleira e centro da roda                 dianteira padronizada

        Balanço dianteiro e traseiros variáveis

        Instalação do motor padronizada

        Distância entre-eixos e posição dos bancos é             variável em cada modelo de veículo.

A relação entre o motor e o eixo dianteiro – e entre o eixo dianteiro e a chamada parede de fogo – é padronizada em todo o conjunto de componentes.

Os balanços dianteiro e traseiro (distância entre a extremidade do veículo e o centro da roda) e a distância entre o “eixo” do banco traseiro e o centro da roda de trás são todos variáveis.

Com isso, distâncias entre-eixos, desenhos de suspensão traseira, cabines e porta-malas podem variar de tamanho.

Os veículos tendem a se tornar mais pesados por causa da adoção de sistemas de assistência, conforto e outros avanços tecnológicos.

A Estratégia Modular MQB inverte esta tendência: quase todas as peças são otimizadas em sua construção, ou feitas de diferentes composições de materiais, e, portanto, são significativamente mais leves.

Os veículos produzidos na Estratégia Modular MQB apresentam grandes reduções de peso – sem comprometer a segurança ou o conforto de condução.

O Powertrain perde peso graças ao uso de alumínio. Os componentes do sistema elétrico do veículo também pesam menos. 
A seleção de material inteligente e a construção melhorada colaboram para economizar peso na área do chassi.

Na Estratégia Modular Transversal todos os motores são instalados em posição padronizada, com o coletor de escape montado para trás (próximo do painel corta-fogo).

Dessa forma, o modelo está preparado para utilizar as diversas motorizações disponíveis no Grupo Volkswagen.

A nova posição de montagem para motores torna mais fácil a padronização de algumas peças, como linhas de escapamento e árvores de transmissão.

A posição uniforme também reduz drasticamente o número de combinações de motor e transmissão que deveriam ser desenvolvidas individualmente para cada aplicação.

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Tarcisio Dias é profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, desenvolve o site Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) que apresenta o único centro de treinamento online sobre mecânica na internet (www.cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.
Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
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sábado, 29 de julho de 2017

EcoSport 2018 vem para recuperar a liderança que manteve de 2003 a 2011, quando a Duster entrou no mercado e desbancou a SUV da Ford. Com a concorrência do segmento de faca nos dentes ganha quem dá mais ventagens, qualidade e preço. A VW mesmo anuncia a produção de mais dois SUVs, em São José dos Pinhais. Relembre a história desses carros no Brasil


Alta Roda              

Nº 951 — 29/7/17

Fernando Calmon




SAINDO DA ANESTESIA


O EcoSport teve fase de ouro desde seu lançamento em 2003. Os concorrentes ficaram anestesiados, vendo a banda passar, e só em 2011 surgiu o Duster. 

Em 2013, foi lançada a segunda geração do modelo que havia inaugurado o mercado mundial de SUV compactos, segmento que só existia aqui. Nesses últimos quatro anos a concorrência se acirrou e desta vez anestesiou a Ford, que só agora reagiu.

A resposta acaba de chegar com o EcoSport 2018. O modelo de quarta geração, segundo o fabricante, estreia aqui antes de outros mais de 140 países, inclusive dos EUA. 

Externamente há poucas diferenças, concentradas na parte frontal, como grade e luzes de uso diurno em LED (a partir da versão intermediária Freestyle). 

Na traseira conservou o estepe externo, modismo superado, mas o fabricante decidiu mantê-lo porque seu porta-malas tem volume no limite do aceitável (362 litros). 

O sistema de rebatimento do banco traseiro é engenhoso e o assoalho do porta-malas possui uma prancha para maior flexibilidade na arrumação da bagagem.

Para compensar, a marca americana investiu pesado em segurança, mecânica e interior. Por dentro, as mudanças são profundas com bancos novos, além de nível de acabamento e materiais bastante superiores ao padrão franciscano anterior. 

Painel é todo novo e inclui telas multimídia de 6,5 pol. (Freestyle) e 8 pol. (Titanium), maiores que as dos concorrentes. 

O próprio quadro de instrumentos agora enche os olhos. Ar-condicionado digital é de última geração. Pena que perdeu o espaço sob o assento do banco do carona, antes existente.

Em termos de segurança tornou-se novo paradigma entre SUVs de menor porte. São sete airbags e controle de trajetória (ESC) de série e, na versão de topo, alerta de tráfego transversal, aviso de ponto cego no retrovisor esquerdo e faróis de xenônio, entre outros.

Evolução marcante no trem de força começa pelo inteiramente novo motor de três cilindros, 1,5 litro, 137 cv, 16,1 kgfm (etanol). 

Entrega a maior potência específica entre motores de aspiração natural e trata-se do melhor motor flex (sem turbo) disponível no País. 

Surpreende pelo baixo nível de vibração conseguido por adoção de inédita (em motores de produção nacional) árvore balanceadora contrarrotativa e outros recursos de engenharia. Recebeu também nota A, em consumo de combustível do programa de etiquetagem veicular.

Ao avaliar o EcoSport nos arredores de Recife, o modelo da Ford demonstrou nítida superioridade sobre o motor de 1.6 L. 

Muitos podem até pensar que se trata de um quatro-cilindros. Já o motor de 2 litros recebeu injeção direta de combustível e passou a 176 cv (etanol), tornando-se o mais potente do segmento. 

Suas respostas são vigorosas a partir de 3.000 rpm. A caixa de câmbio automática de seis marchas é nova (igual à do Fusion). 

Estreia em substituição à automatizada de duas embreagens, conforme antecipado pela Coluna. Mudanças nas suspensões dianteira e traseira melhoram as respostas ao volante e passam sensação de maior robustez.

Grande trunfo deste SUV passa a ser o preço entre R$ 73.990 e R$ 93.990. Praticamente o mesmo da versão anterior, mas com itens custando entre R$ 5.000 e R$ 10.000 incorporados sem repasse.

RODA VIVA

Presidente da VW, David Powels, admitiu a produção de dois novos SUV, além do Tiguan Allspace (7 lugares) mexicano. Um é o T-Cross, na mesma base do Polo para produção em São José dos Pinhais (PR). 

E o segundo? A Coluna aposta no T-Roc, que divide arquitetura com o Golf. Poderá ser produzido na Argentina para equilibrar comércio bilateral.

Opção por alguma forma de eletrificação, incluindo obviamente modelos híbridos, não entrou à toa nos planos da Volvo. Decisão tem a ver com sua exposição excessiva no uso de motores a diesel. 

A marca está focada em modelos SUV, que são mais pesados. A Land Rover por igual motivo terá de se mexer na mesma direção, incluindo a Jaguar: híbridos e elétricos.

Fiat Mobi GSR, que recebeu terceira atualização do câmbio automatizado de uma embreagem, demonstra evolução. Trocas de marcha estão mais suaves. 

Trancos também diminuíram, porém exige respeitar as limitações normais deste recurso mais barato de automatização. Pelo preço menor, uma opção válida. Motor de 1 litro tem potência abaixo dos concorrentes.

Pepper, linha de visual esportivo para up! e Saveiro que começou no Fox em 2014, passa a dividir com o conceito Cross o alto de gama da VW. Decoração é discreta e no up! há opção de teto pintado de preto. 

Preço, com motor TSI: R$ 57.900. Interessante notar que 70% das vendas do subcompacto concentram-se na versão turbo do motor tricilindro, algo surpreendente.

Chevrolet S10, modelo 2018, ganhou aperfeiçoamento na caixa de câmbio automática das versões com motor a diesel. Sistema pendular absorve parte das vibrações, formando uma espécie de filtro mecânico para diminuir vibrações transmitidas à cabine. Dá para sentir bem este efeito em comparação ao modelo anterior. Preço: R$ 153.990 a 181.590.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2 

Trailblazer agrega sofisticação e performance na linha 2018. Versão a diesel do SUV da Chevrolet passa a adotar o inovador sistema CPA, que melhora os níveis de conforto, desempenho e eficiência energética. Mais econômico na cidade e na estrada, veículo roda até 106 quilômetros adicionais a cada abastecimento completo. Modelo registra seu melhor primeiro semestre em vendas; emplacamentos triplicaram ante o mesmo período do ano anterior.



São Caetano Sul
– A Chevrolet continua focada na atualização de sua linha de utilitários esportivos, segmento que mais cresce no mercado. O Trailblazer é um bom exemplo dessa nova safra. 


SUV de luxo com capacidade para até sete ocupantes passou recentemente por evoluções visuais, de conteúdo e de acabamento que foram muito bem aceitas pelo consumidor. 

Resultado: recorde de vendas em um primeiro semestre e aumento de 297% nos emplacamentos ante o mesmo período do ano passado.

A linha 2018 do Trailblazer dá sequência a esta estratégia de melhoria contínua do produto com evoluções de conforto, performance e eficiência energética.


A versão 2.8 Turbo Diesel passa a vir equipada a partir de então com uma tecnologia inovadora presente no sistema de propulsão. É o CPA (Centrifugal Pendulum Absorber), que ajuda a reduzir os níveis de ruído e de vibração do SUV.

O sistema otimiza o acoplamento da transmissão em rotações mais baixas, proporcionando a sensação de melhor aceleração e retomada de velocidade. Isto ocorre pelo fato de o veículo responder mais prontamente aos comandos do pedal do acelerador.

“Além de funcionar como um filtro de vibrações, o CPA possibilita o acoplamento antecipado da transmissão, melhorando também a eficiência energética do veículo em até 15%”, explica Fabíola Rogano, vice-presidente de Engenharia da GM.

Para isso, foi desenvolvido uma nova calibração do motor 2.8 Turbo Diesel (200 cv de potência e 51 kgfm de força) e da transmissão automática de seis marchas, além da adoção de um sistema de gerenciamento elétrico mais moderno.
Com as evoluções mecânicas promovidas no Traillazer Turbo Diesel, o veículo agora é capaz de rodar média de 10,5 km/l em perímetro rodoviário e de 8,4 km/l em perímetro urbano, de acordo com dados do Inmetro.


Com isso, a autonomia máxima do SUV sobe para cerca de 800 km, equivalente a 106 quilômetros adicionais de autonomia a cada abastecimento completo.

Vale ressaltar outros dados de desempenho. A velocidade máxima é de 180 km/h, enquanto a aceleração de 0 a 100 km/h agora é feita em 10,4 segundos, 0,2 segundo mais rápido do que o modelo anterior.

Já a versão 3.6 V6 (279 cv de potência e 35,7 kgfm de força) é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 7,6 segundos, por exemplo.

Outra mudança da linha 2018 é a adoção do padrão global de identificação do nome do veículo e da versão pela carroceria. 


O logotipo “Trailblazer” aparece agora tanto na parte inferior das portas dianteiras quanto na esquerda da tampa do porta-malas. No lado direito fica a identificação da versão de acabamento.

O Trailblazer é ofertado em duas opções de motorização (2.8 Turbo Diesel e 3.6 V6), ambas com transmissão automática de seis marchas no acabamento LTZ.

São seis opções de cores para a carroceria: Vermelho Edible Berries, Preto Ouro Negro, Cinza Graphite, Branco Summit, Prata Switchblade e Vermelho Chili.


Única do segmento com sistema de conectividade total
O Chevrolet Trailblazer se destaca ainda pela sofisticação e pelos itens de segurança e sistemas de conectividade total, como o multimídia MyLink (compatível com Android Auto e Apple CarPlay) e o OnStar, que oferece serviços de emergência, segurança, navegação, concierge e diagnóstico avançado ao toque de um botão no veículo ou por meio de aplicativo para smartphone.

O Trailblazer também conta com um dos pacotes de segurança mais completos da categoria. Além do serviço de notificação automática em caso de acidente, destaca-se o alerta de desvio de faixa, o alerta de colisão frontal, o alerta de ponto cego e o alerta de movimentação traseira.

O alerta de desvio de faixa possui uma câmera na parte superior do para-brisas que “lê” as faixas da via e emite um aviso toda vez que perceber que o veículo está saindo involuntariamente da pista. Se o pisca estiver acionado, o mecanismo entende que a manobra é intencional e não entra em ação.

O alerta de colisão frontal é outro equipamento bastante útil no dia a dia. Por meio dele, o motorista pode estabelecer eletronicamente uma distância mínima em relação ao veículo à frente, podendo, por exemplo, ser alertado caso o outro automóvel sofra uma redução de velocidade repentina. Além de luzes vermelhas piscarem na base do para-brisa, um alarme soa pelos alto-falantes do SUV.



O alerta de ponto cego auxilia o motorista em mudanças de faixa, principalmente porque uma luz acende no retrovisor externo atentando da presença ou da aproximação de um outro veículo em tráfego lateral.

Já o alerta de movimentação traseira ajuda nas manobras de marcha a ré, como nas de saída de garagem, quando a visibilidade é limitada. 

Sensores são capazes de detectar a aproximação de veículos vindos na perpendicular e avisar instantaneamente o condutor.

O pacote de segurança traz ainda airbags frontais, laterais e de cortina e sistema isofix para fixação de cadeirinhas infantis.

Outros destaques do veículo são os controles eletrônicos de tração (TC) e de estabilidade (ESP) e os assistentes de partida em rampas (HSA) e o de descida (HDC).

Enquanto o assistente de partida em rampas não permite que o veículo recue em saídas íngremes; o assistente de descida controla a velocidade em descidas íngremes sem a necessidade de intervenção do motorista, proporcionando maior controle do veículo.


Vale ressaltar ainda:
• Acendimento automático dos faróis através de sensor crepuscular;
• Luz de condução diurna em LED (DRL);
• Sensor de chuva;
• Direção com assistência elétrica inteligente;
• Retrovisor interno eletrocrômico;
• Partida remota do motor;
• Câmera de ré com gráficos para auxílio em manobras;
• Sensor de estacionamento dianteiro;
• Vidros laterais com mecanismo de abertura e fechamento por meio da chave;
• Sistema de áudio premium.

Os até sete ocupantes viajam com muito conforto no SUV de luxo da Chevrolet. São três fileiras de assentos em diferentes níveis de altura, proporcionando ótima visibilidade para todos. Mesmo quem vai acomodado na parte traseira conta com sistema de climatização individual e ajustável.

Há também muito espaço para bagagem. O compartimento do utilitário da Chevrolet vai de 205 litros a 1.830 litros, dependendo da configuração dos bancos.

O modelo tem 4,88 metros de comprimento, 1,90 metro de largura e 2,85 metros de distância entreeixos – maior que a dos principais rivais.

A linha 2018 do Trailblazer já está sendo comercializada na rede de concessionárias Chevrolet.











EcoSport 2018 é nova aposta da Ford para liderar mercado dos SUVs. O carro vem com sete airbags, novo sistema anticapotamento, nova transmissão automática de seis velocidades, substituindo a problemática Power Shift, com paddle shift, no volante para trocas de marchas e mais apurada tecnologia de multimídia e faróis de xénon. Custa a partir de R$ 73.990




Com preço a partir de R$ 73.990, a Ford aposta no Novo EcoSport 2018, que passou por uma transformação no acabamento externo e interno e traz novas tecnologias de segurança, incluindo sete airbags e controle de estabilidade, sistema de conectividade compatível com Apple Car Play e Android Auto, além de novos motores para liderar o competitivo mercado dos SUV's.

A empresa também anunciou uma promoção especial de financiamento com taxa de 0,99% e a primeira revisão grátis para os clientes que fizerem a reserva antecipada do SUV. 


Para proprietários atuais do EcoSport, além da primeira revisão grátis o financiamento é com juro zero. 

O Novo EcoSport chega em agosto ao mercado brasileiro nas versões SE, FreeStyle e Titanium, com transmissão manual ou automática conforme o modelo. 

A linha inclui a versão SE por R$ 73.990 com transmissão manual e R$ 78.990 com transmissão automática; versão FreeStyle manual por R$ 81.490 e automática por R$ 86.490, equipadas como o novo motor 1.5 flex de três cilindros. Já a versão Titanium custa R$ 93.990, exclusivamente com motor 2.0 Direct Flex e transmissão automática.




Tecnologia
O Novo EcoSport traz a disponibilidade de diversas tecnologias embarcadas para a segurança e prazer de dirigir. 


Ele introduz um conjunto de equipamentos exclusivos, como controle de estabilidade com novo sistema anticapotamento, monitoramento de pressão dos pneus e grade frontal com controle ativo. 

Destaque também para os sete airbags e sistema multimídia SYNC 3 com tela capacitiva, todos itens de série.

A versão Titanium tem novo teto solar elétrico, faróis de xênon com luz diurna de LED e acendimento automático, alerta de ponto cego, acesso ao veículo sem chave com reconhecimento capacitivo, partida por botão, ar-condicionado automático digital, computador de bordo com tela de 4,2” no painel, câmera de ré, porta-malas com sistema inteligente de bagagem, sensor de chuva e som premium da Sony com nove alto-falantes.


Interior renovado
Em todas as versões, o interior é totalmente novo, com materiais e acabamento de padrão superior na categoria. 


Painel “soft touch”, bancos ergonômicos, volante multifuncional com trocas “Paddle Shift” nas versões automáticas, console central com descansa-braço e um total de 20 porta-objetos, incluindo porta-luvas climatizado, porta-óculos no teto e nichos para celular, contribuem para criar um ambiente de requinte e conforto.

O porta-malas possui grande flexibilidade. Tem um sistema de assoalho inteligente com três configurações que permite formar uma plataforma plana com o banco traseiro rebatido e ampliar o espaço de bagagem para 1.178 litros.


Prazer ao dirigir
Além de eficiência e conforto, o Novo EcoSport entrega muito prazer ao dirigir com seus dois novos motores, avançados e econômicos: o 1.5 TiVCT Flex de três cilindros, de 137 cv, e o Duratec 2.0 Direct Flex, de 176 cv, o mais potente da categoria.


Conta também com nova transmissão automática de seis velocidades com conversor de torque, suave e precisa, com opção de trocas no volante (“Paddle Shift”).

Segurança e conectividade
O Novo EcoSport passa a ser referência em segurança ativa e passiva. Vem equipado de série, em toda a linha, com sete airbags, assistente de partida em rampa, monitoramento de pressão dos pneus e controle de estabilidade com sistema anticapotamento (RSC), exclusivo da Ford.

O sistema multimídia é o SYNC 3, de última geração, com tela capacitiva de 6,5” (versão SE) ou 8” (FreeStyle e Titanium), conectividade para Android Auto e Apple CarPlay e outros recursos avançados, como AppLink e Assistência de Emergência.

Versões e equipamentos

O Novo EcoSport 2018 oferece três versões: 1.5 SE e 1.5 FreeStyle, ambas com a opção de transmissão manual ou automática, e a 2.0 Titanium automática. 


A versão SE vem com sete airbags, controle de estabilidade e tração, multimídia SYNC 3 com tela de 6,5”, sensor de pressão dos pneus, sensor de estacionamento traseiro e rodas de liga leve de 15”.

A versão FreeStyle adiciona SYNC 3 com tela de 8”, câmera de ré, ar-condicionado automático e digital, faróis com luzes diurnas de LED, tela multifuncional de 4,2”, bancos revestidos em tecido e couro e rodas de liga leve de 16”.

A versão Titanium traz ainda teto solar elétrico, sensor de ponto cego com alerta de tráfego cruzado, acesso inteligente capacitivo, sistema de partida sem chave, faróis de xênon, Sony Premium com 9 alto-falantes, bancos de couro e rodas de liga leve de 17”.


Projeto global
O programa do Novo EcoSport é um dos maiores já realizados pela Ford e foi liderado pelo Brasil, junto com outros centros de engenharia na América do Norte, Europa e Ásia. 

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