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sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Mais itens de segurança é o que chama a atenção no novo Fit que a Honda anunciou para 2018. Na versão básica DX, exceção está no uso de quase órfã transmissão mecânica de cinco marchas – um mico ‘a hora da revenda, e obrigatório par de almofadas de ar frontais. Os preços: DX 58.700, Personal 68.700, LX 70.100 EX 75.600 e EXL salgados 80.900.


Coluna nº 3817 - 22 de setembro de 2017
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Honda Fit se aprimora para 2018

Pela Internet Honda apresentou a linha 2018 para seu bem sucedido Fit. Uma espécie de Geração 3 e ½, identificada visualmente por alterações nos para choques, faróis e grade frontal. 

Mudança principal, relatada na Coluna passada, foi o incremento em itens de segurança usuais a versões de maior hierarquia. Segue o caminho traçado nos modelos equivalentes nos EUA e Europa.

O ESP, iniciais do sistema de controle de estabilidade; o TC, controle de tração – artifício faz a transmissão arrancar em marcha fraca para evitar patinagem; o manjado assistente de partida em rampa, o Hill Holder; e luzes de freadas emergenciais, são itens eletrônicos cujo crescimento na escala de uso permite reduzir preços e tornar-se atrativos mesmo ante o lento crescimento de aceitação e demanda pelos clientes brasileiros. 

A postura mercadológica pelo emprego de itens eletrônicos de segurança talvez encontre justificativa ante as exportações para a Argentina. 

O aliado do Mercosul pressiona o governo brasileiro para exigir o ESP nos produtos nacionais – o Brasil remancha, titubeia, engasga para regulamentar a obrigatoriedade. Somos lentos em adotar legislação pró segurança.

Versões
São quatro degraus de conteúdo e preço, mas há padrão básico: parte dos equipamentos listados, o pequeno motor L4, 1,5 litro, i-VTEC, variador de sincronia e abertura das 16 válvulas, 116/115 cv com gasálcool e álcool, flex; transmissão automática CVT, com polias variáveis; novo sistema de direção elétrico; freios ABS, o sistema anti bloqueio -, com EBD, distribuidor eletrônico da pressão hidráulica forçada pelo pisar no pedal do freio. 

Em segurança, cintos com ancoragem em três pontos para todos os passageiros, e fixadores Isofix para cadeirinha infantil.

A tecnologia vem-se democratizando, como exposto na escalada de conteúdo. Na versão básica DX, exceção está no uso de quase órfã transmissão mecânica de cinco marchas – um mico ‘a hora da revenda, e obrigatório par de almofadas de ar frontais. 

Versões superiores, transmissão automática por polias deslizantes, o sistema CVT, com simulação para sete marchas, com acionamento por alavanquinhas sub volante. Na EX, além das bolsas de ar frontais, também as há laterais. 

Em seguida EXL amplia o oferecimento com bolsas laterais tipo cortina, totalizando seis unidades. Nas duas versões superiores, ar condicionado digital.

Topo, a EXL contém novo módulo multimídia com conexão para SmartPhones Apple Car Play e Android Auto.

A novidade fica por conta da versão Personal, partindo de R$ 68.700 e permite a combinação de equipamentos pelo consumidor, optando por um item, sem pagar por todo pacote de versão superior.

Quanto custa
Versão
         R$
DX
58.700
Personal
68.700
LX
70.100
EX
75.600
EXL
80.900


Novidade é a versão Personal, admitindo escolha pontual dos itens sem a necessidade da compra de pacote completo. Experiência à busca de resultados.

Fit 2018, sutis mudanças, maior conteúdo

TVR Griffit surpreende mantendo tradição
Fazendo surpresa, inglesa TVR apresentou seu novo modelo, o Griffith. 

Esportivo, motor entre eixos dianteiro, Ford V8 com 500 CV, com baixo peso, consegue excepcionais resultados: acelera de 0 a 100 km/h em menos de 4 s e supera os 320 km/h em velocidade final. 

Surpresa está no fato de todo o leque de marcas da indústria automobilística britânica, uma das maiores do mundo até a II Guerra Mundial, hoje estar resumida a dois fabricantes com grandes carros e pequenos quantitativos. 

A TVR, quase desaparecida, depois vendida ao russo Nikolay Smolensko, foi recomprada por grupo britânico. Construiu nova fábrica, formulou novo produto, pequena capacidade de produção, 500 unidades anuais. 

Outra, a MacLaren, mesmo diapasão, mas apta a entregar 3.000 unidades/ano. Marcas inglesas, outrora míticos exemplos de britanicidade são comandadas por capital estrangeiro: Rolls-Royce, BMW; Bentley, Volkswagen; Jaguar Land Rover, da indiana Tata; Mini, BMW; Lotus, investimento malaio...

Projeto para performance, emprega materiais leves para estrutura e carroceria, muito compósito em carbono, aço e alumínio colados sob pressão, consegue segurar o ponteiro da balança em 1.250 kg. É mais leve e menor ante concorrentes Porsche 911, Jaguar F Type e Aston Martin Vantage.

Projeto primoroso com apoio da Gordon Murray Design, autora do projeto da Mc Laren, motor Ford Coyote V8 5 litros desenvolvido pela Cosworth, aspirado produz 500 saudáveis e longevos cavalos, com a característica de durabilidade, aversão a oficinas, e grandes intervalos entre revisões. 

Entre eixos dianteiro permite excepcional distribuição de peso, sonho de qualquer projetista: 50% em cada eixo. Tração traseira, transmissão de seis velocidades.

Aerodinâmica privilegiada para estabilidade e refrigeração dos freios. Rótulo principal, deve ser visto como o último grito de uma tecnologia em descenso, a dos carros puramente movidos por motor a combustão interna, sem engenhos elétricos para hibridizá-lo.

Série de lançamento, a Launch Edition, porta revestimento em couro; rodas leves em desenho especial, pintura exclusiva, grande painel incluindo tela por toque, e botão de arranque imitando os utilizados nos jatos disparadores de foguetes, com pequena tampa a ser basculada para permitir premer o botão.

Projeto, charme, quase exclusividade não custam caro neste universo de carros personalizantes e de performance: 90 mil libras – uns R$ 381 mil. Caro? Não, em tempos de Lava Jato, merreca. 

As malas do importante dr. Geddel permitiriam para comprar 133 Griffith, quase quatro meses da produção do automóvel, e surfar entre seus fiéis eleitores baianos. 

TVR Griffith, surpresa inglesa. Barato: 0,138 Geddel

Roda-a-Roda

Pesquisa – Fiat desenvolve soluções para manter a liderança do Strada dentre picapes pequenos. Uma delas, preservar a plataforma atual, resistente, testada, trocando a cabine por outra. Uma das possibilidades, a do Mobi. Questão é segurar custos para evitar concorrer com o Toro, líder na categoria superior.

Ajustes – Nas adequações, sugere-se contrair a relação de versões, limitando o Strada a duas portas e poucos equipamentos. E simplificar o Toro para reduzir preço e conquistar clientes dos Strada das antigas versões mais equipadas.

Conforto - Citroën confirmou lançamento, próximo dia 10, da van Jumpy, montada no Uruguai, objeto de informações na Coluna 1.117, aos 15 de março. 

Formato inicial de furgão – após, passageiros -, e característica principal e diferenciativa do projeto é um olhar automobilístico sobre a ergonomia, a posição de conduzir, comandos, e os dois passageiros. Quer destacá-lo como o de maior conforto para usuários – motorista e auxiliares – ou caronas.

De volta – Da Coréia, SsangYang confirmou volta do País. Como Coluna informou anteriormente, retorno será através de polivalente Venko, responsável pela chegada da chinesa Chery ao Brasil – após a marca chinesa assumir a operação. 

Importações a partir do cancelamento do super IPI. Representação com prazo de 10 anos. Produto inicial, inescapável SUV.

Vantagem – Governo Federal baixou Medida Provisória satisfazendo concessionárias das estradas. Os investimentos nas vias – obras de arte, duplicação, etccc – não cumpridos nos últimos cinco anos terão mais nove para serem viabilizados.

Razão - Generosidade dar-se-á com o dinheiro do usuário, pois a tarifa cobrada para cobrir os investimentos não realizados, em vez de ser suprimida, será mantida. Há triste frase a definir nossa concessiva estrutura legal: no Brasil quem faz a lei é a mãe do bandido.

Congraçamento – Ante a evidência de serem poucos os usuários a terem utilizado veículos com tração 4x4, marcha reduzida, aptidões fora de estrada, Troller aproveitou a boa experiência da Mitsubishi com provas reunindo proprietários da marca.

Caminho – Juntou clientes para amplo passeio pela Serra da Canastra, MG, com duração de quatro dias, por trechos para uso das habilidades dos veículos, mesclando turismo e aventura. 

Quer repetir e reunir 500 Trolleiros em Campos do Jordão, SP, novembro. Tens Troller? Estás afim? www.troller.com.br.

Boa idéia – Jornalistas Scheila Canto e Paulo Cruz realizam segunda edição do Salão do MiniAutomóvel, interessante mescla de automóveis em várias escalas, desde 1:87 até 1:1, no caso Nissan GT/R e Chevrolet Camaro.

Fórmula - São mais de 4.000 unidades dos modelos em escala. Caminho novo ao juntar carrinhos de brinquedo e de verdade, com apoio dos fabricantes. No Shopping do Bosque, até 24 de Setembro, Campo Grande, MS.

Ampliação – Toys for Boys Brasil, importadora de brinquedos para homens, ampliou linha de produtos. Além de automóveis esportivos, aeronaves e iates, traz, sob encomenda, lanchas Tigé.

Lancha Tigé, brinquedo de homens

Fórmula 1 – Mudanças redesenham a principal categoria do antomobilismo: 
União Mc Laren Honda abriu. Equipe inglesa utilizará motores Renault. O asturiano Alonso permanecerá na equipe;

Toro Rosso com Honda – Parece um meio termo para negócio maior, fornecer à controladora Red Bull em 2019;

Sainz Jr. saiu da Toro Rosso, indo para a Renault;

Kubica não irá para a Renault. Piloto finlandês procura equipe;


O P1800 antes de Da. Gordon ter-lhe moído o motor

Recorde – Irv Gordon, 79, ex-professor de Nova Iork, coleciona recordes sempre aumentado, o de ter dirigido a maior quilometragem, num mesmo carro, em uso privado. 

Com Volvo P1800, de 1966, sólido e charmoso sueco recém completou 5 milhões de Km, e no período retificou-o apenas duas vezes. Um recorde.

Celebridade – Transformou-se em referência para recomendar cuidados, manutenção em oficina autorizada, lubrificante indicado pelo Manual, de qualidade e troca nos intervalos nele indicados pela fabricante.

Mas – Porém, todavia, entretanto, sempre os há, o até então indestrutível motor do Volvo não resistiu ao descompromisso feminino. 

Razão descoberta pelo velho mecânico do automóvel, Da. Gordon, também provecta condutora, não soltou o freio de mão; rodou até queimar as lonas de freio; forçou o motor até debulhá-lo. Problemas não são solitários: ao saber da notícia, o velho mestre enfartou.


One, um passo acima

Concept One. Mercedes-AMG 
escreve o manual dos Hypercars

Mercedes-AMG surpreendeu o mundo apresentando seu novo ponto de exclamação, o Concept One. Mescla tecnologia de carros da Fórmula 1 com as mais recentes conquistas de tração elétrica. 

Resultado prático, um gran turismo classificado como Hypercar, muito acima dos concorrentes escreve as regras para a nova categoria.

Três motores elétricos – 120 KW, 160 cv em cada roda frontal, o terceiro tocado pela ponta do virabrequim do motor entre eixos traseiro – ciclo Otto, V6, 1,6 litro, o dos carros da Mercedes na Fórmula 1. Limite de giros e potência reduzidos relativamente aos carros de competição para oferecer durabilidade e confiabilidade ao uso nas ruas e estradas, e o turbo passou a ser elétrico, um motor com 80 kW – uns 107 cv - novo caminho para este soprador de potência.

Confiança patente, após longos 50 mil km motor e câmbio são retirados e, como nos Fórmula 1, inteiramente desmontados para aferir desgaste.

O Concept One, nas palavras de Thomas Moers, CEO da Mercedes-AMG, é o primeiro automóvel a tornar a tecnologia de Fórmula 1 utilizável nas vias, e a tomada de ar do motor expõe tal herança. 

O comportamento dinâmico também busca semelhanças. Com mais de 1.000 cv de potência, o conjunto de quatro motores o impulsionam do Zero aos 200 km/h em menos de 6s – o Bugatti Chiron, com 1500 cv fazem 6,2s; velocidade final de 350 km/h. Transmissão para as rodas traseiras, com oito marchas, embreagem por monodisco seco. Dianteira por tração elétrica.

Outros dados: supera os Fórmula 1 em estabilidade; suas baterias pesam 100 kg; marcha lenta reduzida de 4.500 rpm para 1.100 rpm; funciona com gasolina de 95 octanas, como a Podium nacional; usa pneus Michelin Pilot Sport Cup 2 285x35x19 à frente e 335x30x20 atrás. Projeta-se a construção de 275 unidades a US$ 2,7 milhões – uns R$ 8,4 milhões - na Inglaterra, onde produzido.

Não é apenas um degrau acima do pico dos esportivos, mas bandeira para exibir tecnologia a migrar para os futuros AMG e Mercedes.
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Orquestra Audi toca o tema de Star Trek como nenhuma outra, ao som de três dos mais potentes motores do mundo: Audis R8, SQ5 e TT RS. Assista os vídeos


Assista o vídeo desse incrível som:



Uma mais potentes orquestras de sempre, e com a garantia de que não vai derrapar das melodias graças à utilização do sistema de tração integral quattro…


A Audi foi, pelo sétimo ano consecutivo, patrocinadora oficial da cerimônia dos Emmys, que promoveu de forma bastante invulgar e pioneira, através de três anúncios em que reproduziu temas famosos de séries de televisão.

Os “Três Tenores” foram neste caso os modelos esportivos R8, SQ5 e TT RS, que prestaram homenagem à (provavelmente) mais famosa saga de ficção científica da televisão, Star Trek, bem como a bastante conhecida Cheers.

Um momento que lhe apresentamos nos vídeos seguintes, aqui fica um dos mais invulgares concertos de sempre, que mostra também as maravilhas que a eletrônica dos automóveis já permitem…

A harmonia entre os instrumentos e os motores é fantástica:


Fonte: Motor 24

10 marcas ausentes do Salão de Frankfurt, marcado pelas marcas que apostam no futuro automotivo mundial


Alta Roda                        

Nº 959 —  22/9/17

Fernando Calmon




VIAGEM AO FUTURO

Ausência de dez marcas no maior salão de automóveis do mundo, o de Frankfurt até o próximo dia 24, levou ao debate se esse tipo de exposição estaria em crise. Há exagero nessa suposição. 

Maioria das desistentes nada tinha a mostrar ou sua presença é fraca no mercado alemão. Claro que organizadores de exposições precisam reagir, mas os salões ainda atraem multidões, despertam sonhos e indicam tendências.

Daqui para frente alternativas de mobilidade, conectividade e novas tecnologias responsáveis por mudanças disruptivas no modo como os veículos são dirigidos e tipo de propulsão, tendem a deixar visitantes ainda mais interessados sobre o futuro.

Eles se dividem entre o Bugatti Chiron W-16, que exibe num telão ser capaz de acelerar de zero a 400 km/h e parar em pouco menos de 42 segundos, e o minúsculo smart Fortwo que terá apenas propulsão elétrica ao final desta década.

Sem esquecer de híbridos, como o supercarro esporte Project One apresentado pela Mercedes-Benz. Motor a gasolina vem da F-1 e a potência combinada com quatro elétricos supera 1.000 cv. 

Apenas 275 unidades serão produzidas ao preço estimado, na Europa, de € 2,275 milhões (R$ 8,5 milhões). Para contrastar, a marca alemã exibiu ao seu lado o EQA, visão de um futuro Classe A elétrico.

Audi, por sua vez, embalada pelo novo A8, primeiro modelo no mundo homologado no nível 3 de automação (motorista não precisa tocar em pedais e volante até 65 km/h), apresentou dois automóveis conceituais. 

O Elaine tem nível 4 e mantém os comandos apenas para situações específicas, enquanto o Aicon se enquadra no nível 5 de autonomia absoluta, sem pedais e volante. Ambos são muito elegantes, sem rompantes estilísticos.



BMW indicou como será o seu futuro elétrico i5, sedã-cupê grande de quatro portas, ainda sem todas as definições de desenho. 

Outros dois cupês demonstram que os carros convencionais estarão presentes ainda por bom tempo. Tanto Z4 quanto Série 8 enchem os olhos pelo equilíbrio de linhas.

Em atitude de virar a página do triste episódio dos motores Diesel fora dos limites de emissões, revelado na edição anterior do Salão de Frankfurt (2015), a Volkswagen continuou a defender suas soluções movidas a bateria. Mostrou versões evoluídas do monovolume Sedric e do crossover I.D. Crozz II, este bem mais próximo da versão definitiva. A empresa pretende lançar 30 modelos elétricos e eletrificados até 2025 na maior guinada técnica de sua história.

Modelos de mecânica tradicional também eletrizam a audiência. Caso do inteiramente novo Ferrari Portofino, conversível de teto retrátil rígido sucessor do California T e motor V-8 de 600 cv. 

Bentley Continental GT também estreia nova geração, de estilo ainda mais apurado e motor W-12 de 635 cv. A Porsche destaca a terceira geração do “utilitário” esporte Cayenne responsável pela febre de SUV irradiada entre concorrentes diretos e indiretos. SUV Jaguar E-Pace é um dos estreantes no Salão.

Dacia Duster surgiu em nova geração que vai inspirar o Renault homônimo produzido no Paraná, dentro de dois anos, com as devidas adequações ao mercado brasileiro. Já o Citroën C3 Aircross impressionou bem por ser um todo novo SUV compacto de linhas modernas e equilibradas, mas sem previsão de produção aqui

RODA VIVA

TOYOTA confirmará na próxima semana expansão de modelos produzidos no Brasil. Depois de muitas negativas anunciará oficialmente o Yaris (hatch) e Vios (sedã) que estarão à venda no segundo trimestre de 2018 na concorrida faixa dos compactos entre R$ 50.000 e R$ 75.000. Não utilizarão, porém, a plataforma TNGA que estreia no novo Corolla apenas em 2019.

SIMPÓSIO
Internacional de Engenharia Automotiva (Simea), em sua 25ª edição semana passada em São Paulo, focou na necessidade de o Brasil se inserir na rota tecnológica mundial de veículos híbridos e, em etapa mais distante, elétricos. Equação bem difícil de resolver pois tudo é muito caro. Voltou à baila a pilha a hidrogênio (energia elétrica a partir de etanol).

AUDI TT RS tem desempenho muito forte com o motor 5-cilindros (único a gasolina em produção no mundo), 2,5 litros turbo, 400 cv e tração 4x4. 

Em autoestradas alemãs encarou modelos mais potentes por ser menor e mais leve. Vai de 0 a 100 km/h em 3,6 s, apenas um décimo de segundo a mais do que, por exemplo, o Ferrari Portofino de potência 50% superior.

RECURSOS de segurança como seis airbags, ESC (controle de trajetória), faróis e luzes diurnas de LED estão na atualização de meia geração do Fit 2018. 

Para-choques maiores (2 cm na frente 8 cm atrás) vão além da função estética, pois protegem melhor a carroceria em pequenas colisões. De R$ 58.700,00 a R$ 80.900. Aumento foi inferior aos itens agregados.

MARCAS japonesas continuam a desenvolver motores de ciclo Otto de alta tecnologia, independentemente dos elétricos. 

Em 2016, a Infiniti (divisão de luxo da Nissan) e agora a Toyota apostam em taxas de compressão variáveis. É recurso ideal para motores flex. Mazda avançou mais com redução de 30% no consumo de gasolina ao adotar ciclo misto (Otto e Diesel).

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Audi Aicon, sem volante, sem pedais e mostradores, totalmente elétrico e autonomia de 800 km com uma única carga de bateria e calçado com rodas de 26 polegadas. Possui sensores de radar e lazer que enxergam no escuro e dá adeus a faróis de longo alcance. Nestes carros do futuro os acidentes também serão uma coisa do passado



Com o Audi Aicon, uma visão de design de quatro portas, a marca dos quatro anéis apresenta um Audi autônomo do futuro - sem volante ou pedais. 


Como um conceito de design, o 2+2 de quatro portas dá um salto audacioso para o futuro para mostrar o design externo e interno das próximas décadas. 

O demonstrador de tecnologia une, de forma visionária, as inovações ligadas à transmissão, suspensão, digitalização e sustentabilidade. 


O Aicon também é projetado para operação puramente elétrica e deverá cobrir distâncias entre 700 e 800 quilômetros com apenas uma carga de bateria.

Estudo de design, demonstrador de tecnologia, conceito de mobilidade: o Audi Aicon aproveita todas as possibilidades oferecidas por um sedã autônomo de luxo do futuro com uma consistência sem precedentes. 

Como estudo de design, o 2+2 de quatro portas dá um salto audacioso para mostrar o design externo e interno das próximas décadas. 

O modelo tecnológico une, de forma visionária, as inovações ligadas à transmissão, suspensão, digitalização e sustentabilidade.


E, como conceito de mobilidade, o Audi Aicon mostra o mundo do futuro, no qual as vantagens do transporte individual de porta-a-porta são combinadas com o ambiente luxuoso de uma cabine de primeira classe de aeronave. 

Um interior sem volante ou pedais que pode oferecer todos os confortos da moderna eletrônica de comunicações e uma perfeita ergonomia - simplesmente de primeira classe.

Basta apenas um olhar: parecendo um taxi robô reduzido à pura funcionalidade, o conceito autônomo oferece tudo. Sua presença é impossível de ignorar, e seu exterior sugere o espaçoso conforto oferecido aos passageiros e as aspirações técnicas de alto nível. 

O Audi Aicon é uma espiada naquilo que será um automóvel de prestígio de amanhã que desperta os desejos de clientes exigentes.


Pura presença – o exterior
O Audi Aicon é espetacular visto de qualquer ângulo. Suas dimensões o colocam no nível superior dos automóveis de luxo do segmento D: 5,444 metros de comprimento, 2,100 metros de largura e 1,566 metros de altura. A distância entre eixos é de 3,470 metros, 24 cm maior do que na versão longa do novo Audi A8.

O elemento central do exterior é a cabine. Grandes superfícies de vidro na parte dianteira e traseira, bem como as janelas laterais significativamente convexas criam uma imagem de amplo espaço para os viajantes. 

Uma borda distinta corre como uma linha dura ao longo das superfícies das janelas laterais do Aicon até a coluna D – pela primeira vez no design automotivo. 

Esta linha enfatiza o comprimento do carro e efetivamente reduz o volume aparente da cabine em relação ao da carroceria toda. As laterais escurecidas sobem repentinamente em direção à parte traseira, fazendo com que pareça que o carro esteja mergulhando.

Os para-lamas fortemente acentuados enfatizam o DNA quattro da Audi, ao mesmo tempo em que constroem uma ponte para as últimas criações de produção dos designers da marca. 


As rodas gigantes de 26 polegadas são colocadas o mais para fora possível. Elas ressaltam a impressionante presença do carro.

Os designers reduziram as extremidades dianteira e traseira para um mínimo de linhas e focaram em superfícies grandes e ininterruptas. 

Tal como acontece com o carro-conceito Audi e-tron Sportback, a frente do Aicon apresenta o Singleframe hexagonal invertido, uma característica típica da próxima geração de carros elétricos da Audi. 

A silhueta acentuadamente inclinada de toda a frente evoca uma sensação de avançar - esta, também, é uma linha típica da carroceria dos carros esportivos.


Emoção e informações – a tecnologia da iluminação LED
Estão ausentes os faróis e as unidades de iluminação convencionais tanto na frente como na traseira deste carro. 

Em vez disso, existem superfícies de exibição totalmente digitais que compõem centenas de segmentos de pixels triangulares. São recriações tridimensionais do símbolo Audi AI.

Agrupados em torno do Singleframe estão grandes campos de luz, nos quais - como na parte traseira - mais de 600 pixels 3D estão dispostos no espaço. 

As grandes áreas e a alta contagem de pixels permitem versáteis imagens, animações e visualizações de informações em qualquer cor. 


O Audi Aicon não está mais vinculado a um estilo de luz diurna, mas pode se adaptar à situação de condução e até aos seus passageiros. A personalização é ilimitada.

Os segmentos de iluminação cortados horizontalmente para a esquerda e para a direita do Singleframe parecem olhos e podem ser expandidos para se parecerem com olhos arregalados ou apertados para um aspecto agressivo. 

Se o carro detecta pessoas atravessando ou outros obstáculos na estrada, ele literalmente faz contato visual com eles e os segue com seus “olhos”.

O Audi Aicon suporta seus ambientes inteligentemente e usa animações em suas superfícies de exibição para alertar os transeuntes ou ciclistas de situações perigosas. 

Os modos de condução, como o platooning (em grupos de veículos), a condução urbana ou a condução à velocidade de passos, podem ser visualizados. 


Listas horizontais de luz se movem de baixo para cima quando o carro acelera, e na direção oposta durante a frenagem. Sua velocidade aumenta ou diminui em sincronia com a do carro.

Os carros do futuro expandirão sua esfera de comunicação com o ambiente. O Audi Aicon usa módulos de projetores para iluminar a estrada e os arredores em alta resolução e projetar sinais no chão. 

Isso permite que ele comunique avisos e informações do veículo para as pessoas e outros seres vivos que não tenham visão direta do carro.

Uma coisa que um veículo de condução autônoma do futuro definitivamente não precisará mais são os faróis de longo alcance. 

O sistema de sensores de radar e laser do novo veículo também “enxerga” o suficiente, mesmo no escuro, e pode encontrar o caminho de forma confiável e detectar eventuais obstáculos a tempo. 

Enquanto isso, os passageiros podem usar os serviços prestados pelo myAudi ou até mesmo fechar um pouco os olhos. 

Quando os passageiros saem do Audi Aicon no escuro, é ativado um “ajudante de luz”: um minidrone com uma lanterna ilumina com segurança o caminho para o usuário.


Espaço, forma, função – o interior
O conceito possui portas opostas que se abrem para frente e para trás. Não existe uma coluna B. Toda a largura do interior é, portanto, exposta aos passageiros à medida que entram no carro. 

No interior, as linhas das superfícies decorativas e os elementos funcionais são marcadamente horizontais. Tornando-se mais leve de baixo para cima, o interior reforça a impressão de um espaço único, e a falta de um volante e de um painel clássico criam uma sensação de abertura e espaço.

Isso é destacado pelas grandes superfícies de vidro, o teto transparente e o perfil de cintura baixa. Sem mencionar a geometria especial das janelas laterais. 
A sua metade superior inclina-se claramente para fora, de modo que a largura máxima fique na altura dos olhos.

O interior aparenta ser especialmente grande quando os dois assentos dianteiros individuais são empurrados completamente para trás. O Audi Aicon é um 2+2 lugares. Um assento estofado de dois lugares está integrado no painel traseiro. 



Os dois assentos dianteiros são projetados para oferecerem o máximo conforto e a amplitude ideal. Os passageiros podem se deslocar até 50 cm para frente e para trás entre as posições máximas. 

Os assentos não deslizam sobre trilhos, mas sobre uma plataforma coberta por um tapete alto que pode ser movido longitudinalmente, no qual os pés dos passageiros também descansam. 

A altura da plataforma é variável, de modo que também pode ser usada como um apoio para as pernas. As almofadas e os encostos dos assentos podem ser ajustados de forma contínua para alcançar uma posição confortável de trabalho ou de repouso.

Os assentos individuais também podem ser girados em até 15 graus. Girar os assentos para fora torna ainda mais fácil para os passageiros entrarem. 

Girá-los para dentro torna mais fácil para os passageiros conversarem e interagirem. Se os passageiros se voltam para trás, os apoios de cabeça dobram-se como um colar e se transformam em braço.


A arquitetura dos assentos é a reinterpretação automotiva de uma peça de mobiliário clássica, a espreguiçadeira. A almofada e o encosto estão visualmente separados uns dos outros. 

Duas conchas externas suportam elementos de estofamento de cor clara que parecem travesseiros com uma superfície acolchoada. Os apoios laterais do encosto são sutilmente inclinados para fornecer suporte suficiente em curvas.

É claro que também existe espaço suficiente para a bagagem no veículo de longo curso Audi Aicon. Graças ao design que poupa espaço na unidade elétrica, existem um compartimento de armazenamento na frente e outro na traseira do veículo, com uma capacidade total de aproximadamente 660 litros. O Aicon também oferece várias opções de armazenamento no compartimento dos passageiros.

Flexível – operações e comunicações
A mudança de paradigma frequentemente citada no mundo automotivo aparece claramente no Audi Aicon. Basta um olhar para perceber que faltam todos os controles e mostradores. Volante, pedais, grupos de botões e instrumentos – nada disso. 

Em vez deles, somente superfícies largas e ininterruptas. Os passageiros são envolvidos pelo apoio de braços suavemente curvo ao longo das portas, que sobe ligeiramente de trás para frente. Em vez de um painel na frente deles, uma generosa prateleira e a tela central abaixo do para-brisa.

O interior vem à vida rapidamente quando os passageiros entram. Linhas iluminadas de LEDs definem acentos coloridos na área das portas. A tela dianteira acende com uma mensagem de boas-vindas. 

PIA, o empático assistente eletrônico do veículo, reconhece o passageiro pelo seu celular e ativa todas as configurações pessoais. 


Existem configurações personalizadas para o ar condicionado e a posição do assento, a cor da luz interior e o layout do sistema de infotainment

O sistema de navegação aguarda que seja dada a informação de um destino, e todos os canais de comunicação acessíveis estão prontos para uso, conectados através do padrão mais rápido disponível.

As interfaces de controle de posicionamento ​​variável no trilho da porta são novas. Dependendo da posição dos assentos, que podem ser deslocados em até 50 centímetros, os elementos de toque e a tela ergonomicamente perfeitamente posicionados estão disponíveis no envoltório digitalizado. 

A sua mão encontra instintivamente o caminho para os painéis de controle sensíveis ao toque. Os passageiros podem definir as configurações mais importantes tocando com os dedos sem terem que se sentar em seus assentos ou se inclinarem para a frente. 

A operação também é interativa. O sistema PIA está muitas vezes um passo à frente dos passageiros e oferece serviços antes que possam escolhê-los ativamente.

Existem vários modos de entrada disponíveis para se engajar com o carro. Além da camada tátil-manual, também existem o controle de voz e o rastreamento ocular, nos quais sensores na parte dianteira do interior rastreiam a direção na qual o passageiro está olhando. 

O passageiro olha para um elemento de controle na área da tela principal dianteira para selecioná-lo e faz ajustes finos usando sua mão ou voz.

A gama completa de serviços oferecidos pela moderna eletrônica de comunicações está disponível o tempo todo no Audi Aicon. 

Os viajantes podem relaxar e assistir a um filme ou navegar na web. As videoconferências são uma outra opção, assim como a interação nas redes sociais. 

Dependendo da posição do assento, os passageiros podem usar a grande tela frontal como a superfície de exibição ou uma imagem virtual heads-up exibida acima dela no para-brisa.

Os painéis de vidro do teto podem bloquear a luz solar, caso se deseje. Seu nível de transparência muda após a aplicação de uma tensão elétrica. 

Elementos de iluminação OLED integrados permitem uma precisa iluminação de disposição, ou então a iluminação uniforme do interior quando se entra ou sai do carro, por exemplo.

O Audi Aicon abre um novo mundo de mobilidade para seus passageiros. Livres das tarefas de condução, eles podem escolher como passar seu tempo no carro. 

Trabalhando, se comunicando ou simplesmente relaxando e até mesmo cochilando: qualquer coisa é possível enquanto o carro encontra o seu caminho de forma autônoma e segura.


Otimizado para o longo percurso – transmissão e suspensão
A própria forma do Audi Aicon revela que se trata de um carro de outro mundo, um automóvel do futuro. A tecnologia utilizada no veículo-conceito também foi sistematicamente projetada para este mundo. 

Ela pressupõe uma infraestrutura de transporte na qual dirigir carros autonomamente seja comum em qualquer rua. Os usuários da estrada estão conectados uns aos outros e com os seus arredores.

Isso também significa que o trânsito será menos agitado e fluirá de maneira mais suave no futuro do que se possa imaginar hoje. 

Mesmo em limites de velocidade moderados, longas distâncias podem ser cobertas a uma velocidade constante alta de cerca de 130 km/h. 

Os passageiros experimentam a viagem em uma confortável velocidade de cruzeiro sem constantes frenagens e acelerações.

Os acidentes também serão uma coisa do passado, graças aos sistemas de sensores altamente avançados e à rede. Os passageiros de um automóvel como o Audi Aicon não precisarão de sistemas clássicos de retenção. 

Eles também experimentarão uma sensação física de liberdade durante a viagem, que em 2017 ainda parece algo visionário.

A motorização e o veículo inteiro também foram adequadamente adaptados a este novo mundo de mobilidade. 

Uma unidade elétrica altamente eficiente fornece a dinâmica do Audi Aicon. Um total de quatro motores elétricos estão localizados na área dos eixos dianteiro e traseiro. 

As unidades de armazenamento de energia estão integradas na área abaixo do piso. Estas são baterias de corpo sólido com uma capacidade de energia consideravelmente maior do que as baterias de íon de lítio.

Os quatro motores elétricos produzem um total de 260 kW e 550 Nm. Cada um aciona uma roda, permitindo uma tração eletrônica, variável, quattro, em todas as rodas. 

A aceleração máxima teve um papel menos importante na especificação do que a eficiência máxima e, portanto, também a autonomia. 

Esta estratégia operacional também é buscada pelo grupo motopropulsor e as unidades de freio elétrico, que utilizam a recuperação cinética para recuperar energia. 

A construção leve da carroceria de múltiplos materiais e a aerodinâmica otimizada também ajudam o Audi Aicon a percorrer entre 700 e 800 quilômetros com uma única carga.

Mesmo o carregamento foi reduzido ao mínimo. Graças a um sistema de alta tensão de 800 volts, a unidade de bateria do Aicon pode ser carregada até 80% da capacidade em menos de 30 minutos.

O carro também está equipado com uma unidade de carga por indução, ou seja, sem fio. O Aicon administra ambos sem um motorista. 

Em uma AIZone, ele pode parar em um posto de carregamento por conta própria e carregar sua bateria sem qualquer assistência humana.

Como um verdadeiro quattro, o Audi Aicon oferece um amplo desempenho e, mesmo autonomamente, sempre chega ao seu destino em segurança, independentemente das condições climáticas ou da superfície da estrada. 


A suspensão foi projetada para o máximo de conforto. As unidades de molas e amortecedores pneumáticos suavizam as irregularidades da superfície da estrada. 

E os atuadores elétricos em todas as quatro rodas neutralizam ativamente qualquer inclinação da carroceria, seja ao fazer curvas, acelerar ou frear. 

Como um sistema de suspensão totalmente ativo, ele também otimiza as qualidades da suspensão adaptativa a ar. O Audi Aicon literalmente desliza até mesmo através de grandes buracos.

O Aicon freia principalmente por meio de recuperação cinética e, desta forma, recarrega as baterias. Os engenheiros de desenvolvimento deslocaram os freios de disco das rodas para uma posição próxima à transmissão. Isto melhora a aerodinâmica nas rodas, já que não há necessidade de refrigeração nas rodas, que está sempre associada à turbulência. 

Outro efeito secundário é a redução das massas não suspensas, que os passageiros do Aicon percebem como uma resposta de amortecimento particularmente sensível às irregularidades da superfície da estrada.

As unidades de eixo e motorização do Audi Aicon são simétricas, ou seja, idênticas na frente e na traseira. Componentes mecânicos, como o eixo de direção ou a hidráulica de direção, foram eliminados. 

2O carro está, portanto, equipado com um sistema de direção em todas as rodas sem comprometer o espaço disponível e, portanto, o compartimento dos passageiros. 

Um efeito positivo para as qualidades práticas do Audi Aicon: apesar da grande distância entre eixos de quase 3,47 metros, o carro é extremamente ágil devido aos dois eixos orientáveis ​​- o raio de rotação de apenas 8,50 metros está abaixo daquele de um carro pequeno, tornando o Audi Aicon adequado para a condução no centro da cidade.

O Audi Aicon está bem preparado em todos os aspectos para sua principal tarefa: oferecer um máximo de conforto, tecnologia de comunicações e liberdade aos seus ocupantes durante uma longa viagem. 

Ele une os escopos para a condução autônoma em um ambiente urbano e na rodovia com uma faixa sem precedentes para uma unidade elétrica. 

O Aicon será seguido por outros modelos multitalentos da Audi, cada um com sua própria disciplina especializada, garantindo que a gama de veículos da marca dos quatro anéis permaneça tão diversificada quanto fascinante.

Donos de Ford EcoSport 2018 já podem adquirir acessórios exclusivos com Selo de Originalidade




A Ford apresenta mais uma novidade para o EcoSport 2018: uma linha de acessórios exclusivos, desenvolvidos para personalizar e aumentar a funcionalidade do utilitário esportivo com garantia de qualidade e originalidade. 


Os novos itens incluem capa de estepe rígida, kit mecânico e elétrico para engate de reboque, kit assoalho inteligente do porta-malas, bandeja protetora do porta-malas, pedaleira esportiva, travessa de teto, friso lateral, calha de chuva e protetor de cárter.

Assim como o EcoSport, os novos acessórios foram desenvolvidos no Brasil para atender todos os mercados globais onde o SUV será vendido. 

Criados em parceria com fornecedores, eles foram testados e validados pela Ford para atender as características de design e funcionalidade do produto. 


Além disso, vêm com o Selo de Originalidade, que garante a autenticidade e preserva a garantia do veículo.

A nova linha se soma aos demais acessórios que já estavam disponíveis e são compatíveis com o EcoSport 2018, tais como: antena esportiva, espelho retrovisor com câmera de ré, dispositivo antifurto para rodas, capas de estepe de vinil, bagageiro de teto, estribo tubular, cadeirinha PET para animais, soleiras em LED, suporte para bicicleta, rede porta-objetos do porta-malas, geladeira e aquecedor portátil.


Beleza e funcionalidade
“A linha de acessórios do EcoSport oferece várias opções para personalizar e valorizar o veículo sem perder a sua originalidade”, diz Alexandre Capitanio, supervisor de Desenvolvimento de Acessórios da Ford.


Entre os itens de estilo, o destaque é a nova capa de estepe rígida com design diferenciado, de fácil instalação em todas as versões do veículo. 

O novo friso lateral, com logo EcoSport em baixo relevo e acabamento texturizado preto, também valoriza o design e protege a porta contra pequenas batidas e arranhões. 


Já a calha de chuva permite a circulação de ar sem abertura total dos vidros. Fabricada em material acrílico de alta resistência com acabamento fumê, tem design aerodinâmico e fácil instalação com auto-adesivo.


Na cabine, o pedal esportivo produzido em alumínio e borracha para modelos com transmissão manual tem visual esportivo e aumenta o conforto.


O assoalho inteligente do porta-malas, novidade introduzida nas versões FreeStyle e Titanium do EcoSport 2018, também pode ser instalado em outros modelos do veículo através de kit exclusivo. 

Com uma plataforma que suporta até 317 kg, ele permite criar um compartimento escondido de 52 litros para guardar objetos, ou formar uma superfície plana com o banco traseiro rebatido para facilitar o transporte de volumes maiores. 

Para proteger o porta-malas contra o derramamento de líquidos, areia da praia e outros materiais, há ainda uma nova bandeja protetora em borracha, de fácil remoção e limpeza.

Também bastante útil, o novo protetor de cárter em plástico de alta resistência atende as versões 1.5 e 2.0 do EcoSport, com abertura para o escoamento de óleo.


Para o transporte de pequenas carretas com até 550 kg, o engate de reboque pode ser instalado sem a necessidade de modificações na estrutura do EcoSport, usando os furos pré-existentes na longarina. 

O kit elétrico, composto por módulo, chicote e conector, controla a sinalização e iluminação do veículo e deve sempre ser instalado em conjunto com o engate.

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