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segunda-feira, 4 de junho de 2018

Prisma ganha mais sofisticação na linha 2019. Sedã mais vendido do mercado traz novas opções de acabamentos para rodas, faróis, painel e bancos. Câmera de ré, retrovisor com ajuste elétrico e rodas de liga passam a ser item de série também na versão de entrada LT. Apoio de cabeça e cinto de segurança central de três pontos também são novidades do modelo da Chevrolet



SÃO CAETANO DO SUL – Sedã mais vendido do mercado brasileiro se reforça nos quesitos mais valorizados pelo consumidor para ficar ainda mais completo e atrativo em relação a aparência, comodidade e segurança.

A linha 2019 do Chevrolet Prisma traz novidades que abrangem inicialmente as versões LT (1.4 MT6/AT6), Advantage (1.4 AT6) e LTZ (1.4 MT6/AT6).

A configuração topo de gama LTZ ganha sofisticação. Na parte externa, há novos acabamentos, em preto brilhante, para as rodas de liga leve e os adesivos de coluna, enquanto os faróis passam a contar com lâmpadas do tipo Blue Vision.


Na cabine, a inovação fica por conta dos revestimentos premium dos bancos, que criam um ambiente mais tecnológico e aconchegante ao sedã da Chevrolet.

O modelo se destaca pela conectividade total, com o MyLink compatível com Android Auto e Apple CarPlay além do sistema de telemática total OnStar, que permite, entre outros serviços, comandar diversas funções do veículo pelo smartphone.


Válido para as demais versões do Novo Prisma estão a iluminação True White do painel de instrumentos e o assento traseiro central com apoio de cabeça e cinto de segurança de três pontos.

Novas chaves multifuncional tipo canivete e opção de cor Azul Infinity para a carroceria também fazem parte do pacote de novidades da linha 2019 do Prisma.


Os modelos LT e Advantage ficam igualmente mais sofisticados. Impressionam pelos materiais e capricho dos detalhes, criando uma sensação no usuário que ele não costuma ter em configurações de entrada da concorrência.

Tanto o Prisma LT como o Advantage adicinam bancos com revestimento híbrido que combina material premium e tecido, com destaque para o gráfico estilizado em alto relevo.


A versão de entrada, aliás, foi a que mais adicionou conteúdo, como rodas de liga leve aro 15, moldura cromada da grade frontal, retrovisores elétricos, computador de bordo e câmera de ré na tela do Multimídia MyLink – itens até então disponíveis apenas na configuração mais completa.

Independentemente da versão, o Prisma já oferecia uma lista completa de itens de comodidade e segurança, como direção com assistência elétrica, ar-condicionado, bancos e cinto do motorista com regulagem de altura, travas e vidros elétricos com controle remoto, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, alerta de mudança de marcha, sistema Isofix e Top Tether para fixação de cadeirinhas infantis.



“O Prisma sempre ditou tendências na categoria. A linha 2019 do modelo reforça os quesitos mais valorizados pelo consumidor com elementos que realmente agregam valor na percepção do usuário”, observa Kleusner Lopes, diretor de Vendas da GM.

O Prisma se destaca também pelo desempenho e eficiência energética acima da média do segmento tanto na configuração 1.4 ECO (até 106 cv) manual como na automática, ambas de seis velocidades.


marchas.

Linha 2019 do BMW M140i chega ao País. Hatchback esportivo estreia na rede de concessionárias BMW por R$ 269.950; modelo é impulsionado por motor seis cilindros com 340 cv de potência.



A linha 2019 do BMW M140i já está disponível na rede de concessionárias BMW do país. Fabricado nas unidades de produção do BMW Group em Leipzig e Regensburg, ambas na Alemanha, o M140i desembarca no mercado brasileiro com preço sugerido de R$ 269.950. 


Além do poderoso motor de seis cilindros capaz de entregar 340 cavalos de potência e da suspensão M adaptativa, o hatchback esportivo vem equipado com tecnologias avançadas de segurança e conectividade. Entre elas, sistema de Navegação Professional e faróis full-LED adaptativos.


“Estamos atentos a todos os segmentos do mercado nacional e notamos o incrível apelo que o BMW M140i detém entre os apreciadores de esportivos premium compactos. Além de aspectos tradicionais da marca, como a consagrada tração traseira e o motor de seis cilindros, o modelo vem com equipamentos capazes de aprimorar a esportividade e o prazer ao dirigir, como a direção Sport Variável, a suspensão M Adaptável e o Launch Control, além de um nível de tecnologia e conectividade jamais vistos no hatch. O lançamento do M140i 2019 no país é mais uma demonstração de que continuamos executando a forte ofensiva de lançamento de produtos no mercado brasileiro e que contempla os mais diversificados produtos”, ressalta a Diretora de Marketing e Produto da BMW do Brasil, Nina Dragone.

Desempenho altamente esportivo e controlado


O BMW M140i 2019 é equipado com um poderoso bloco de seis cilindros, 24 válvulas e 2.998 cm³, movido a gasolina e dotado de tecnologia TwinPower Turbo. 


O conjunto motriz agrega ainda a tradicional tração traseira, uma das características primordiais presentes nos automóveis BMW, e uma transmissão automática de oito velocidades, cujas trocas de marcha podem ser feitas por meio da alavanca compacta situada no console central ou com a ajuda de teclas posicionadas atrás do volante (paddle-shifts). 

O motor, que é capaz de gerar 340 cv, a 5.500 rpm, e 500 Nm de torque máximo, entre 1.520 rpm e 4.500 rpm, combina inovações voltadas para quem busca extrair o máximo de desempenho associado a um consumo eficiente, como a turbina TwinScroll, os sistemas de controle variável das válvulas VALVETRONIC e do comando de válvulas Duplo-VANOS, e da injeção direta de combustível de alta precisão. 


E todas estas características inovadoras concebidas pela BMW são traduzidas por meio do vigoroso e inconfundível som que emana do bloco de seis cilindros em linha.

Outra característica de destaque deste conjunto é o Launch Control, um recurso que possibilita ao condutor ter a experiência de acelerar de 0 (zero) a 100 km/h, reagindo instantaneamente, no menor tempo possível e sem perda de aderência dos pneus.

No BMW M140i, o prazer ao dirigir é potencializado graças à presença da Direção Sport Variável e que agrega uma unidade de controle Servotronic, capaz de variar a resposta do esterço de acordo com a agilidade aplicada ao volante. 


Neste caso, quando o movimento do volante é menor e contínuo, característico de deslocamentos em linha reta, a direção proporciona melhor estabilidade direcional e precisão. 

E nos momentos em que o giro do volante é maior e/ou mais rápido, as respostas da direção são mais diretas e ágeis, com uma percepção individual aprimorada em curvas e manobras de estacionamento, por exemplo. 

A suspensão do hatchback esportivo, por sua vez, contribui para proporcionar uma condução mais dinâmica em razão da adoção do sistema M Adaptável, em que os amortecedores são controlados eletronicamente e o chassi é 10 milímetros é mais baixo que o convencional. 

Neste caso, uma notável firmeza do conjunto é percebida quando se alterna o modo de condução do Sport para o Sport+.

Aparência intensa e discreta



Visualmente, o BMW M140i ganha evidência nos detalhes pontuais, como a presença de itens do pacote M aerodinâmico, entre eles molduras metálicas de acabamento acetinado nas extremidades do para-choques dianteiro e nas capas dos espelhos retrovisores externos – estes na cor exclusiva M Performance –, inserto de cor preta na parte inferior do para-choque traseiro; acabamento externo BMW Individual em High-gloss Shadow Line, das duas saídas de escapamento independentes na traseira e das pinças dos freios M Sport pintadas de azul. 


As rodas de liga-leve M Double-spoke medem 18 polegadas e estão calçadas com pneus com tecnologia Run-Flat. As medidas e capacidades do M140i são 4,324 metros de comprimento, 2,690 m de distância entre eixos, 1,765 m de largura e 1,411 m de altura. 


Na dianteira, a grade frontal em shadow line, com o contorno escurecido, está disponível como acessório opcional. O porta-malas é capaz de acomodar 360 litros de bagagens.

Internamente, o hatch esportivo evidencia sua esportividade e percepção de elevada qualidade por meio de acabamentos em alumínio Hexagon, com detalhes em preto High-gloss, no painel, console central e guarnições das portas; e do revestimento de couro que está presente nos bancos e no volante M Sport. Há ainda apoio de braço retrátil dianteiro, revestimento de teto BMW Individual em anthracite e tapetes de veludo.

E assim como os atributos do BMW M140i dedicados à esportividade e à dirigibilidade, a lista de equipamentos embarcados nesta versão está repleta de itens voltados para ressaltar o conforto e a exclusividade. 


Entre os principais destacam-se o Comfort Access, capaz de controlar o travamento das portas sem a necessidade da chave; bancos dianteiros esportivos e equipados com ajustes elétricos; ajuste lombar para motorista e passageiro dianteiros, ar-condicionado automático digital dual zone, sistema de som Harman Kardon – com amplificador digital, 12 alto-falantes (tweeters, alto-falantes de médio porte, centro, graves centrais e subwoofers), com 360 W de potência –, câmera de ré, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, sensor de chuva com acendimento automático para faróis baixos e teto solar elétrico em cristal.

Conectividade e segurança
E assim como outros modelos da gama BMW, o BMW M140i agrega diversos equipamentos de conectividade e segurança avançadas. 


Entre os principais estão o Sistema de Navegação Professional com BMW iDrive touch Controller, um seletor sensível ao toque e preparado para reconhecer letras e sinais desenhados na superfície do dispositivo, e tela de alta resolução de 8,8 polegadas; pareamento Bluetooth de smartphones por meio de conexão sem fio; e o BMW ConnectedDrive, um conjunto de funcionalidades acessível por meio de um SIM Card – o mesmo utilizado em telefones celulares – conectado à internet. 

Essa tecnologia permite obter informações sobre condições de trânsito em tempo real, serviço de alerta de manutenção de componentes (Teleservices), serviços de Concierge, como reservas de hotéis e recomendações sobre restaurantes; além de Chamada de Emergência Inteligente. 

Outro recurso adicional é a preparação para Apple Car Play, em que é possível transferir a interface de alguns recursos do iPhone para o sistema de infotainment do veículo com a ajuda de conexão wireless. 


A segurança dos ocupantes do veículo é garantida pela presença de itens como freios a disco ventilado com ABS, seis airbags – duplos frontais, laterais dianteiros, de cortina dianteiros e traseiros –; controles de estabilidade e tração, luz de neblina traseira e Dynamic Braking Lights, luzes dinâmicas que alternam a frequência da luminosidade em situações de emergência para alertar outros motoristas.



O BMW M140i 2019 chega às concessionárias BMW em quatro opções de cores externas, sendo uma de acabamento sólido (Branco Alpino) e as outras metálicas (Preto Safira, Cinza Mineral e Azul Estoril). 

O interior, por sua vez, traz cinco combinações de revestimentos, sendo quatro de couro Dakota – preto, Oyster, Cognac e preto com costura azul –, e uma em Anthracite, na cor preta, com couro Alcântara e costura azul.

Para mais informações sobre a BMW do Brasil acesse: 
www.bmw.com.br


sexta-feira, 1 de junho de 2018

Uma herança a greve dos caminhoneiros deixou: mais subsídios e as autoridades não aprenderam a lição, e pelos vistos não farão o trabalho de casa que é investir em ferrovias e hidrovias. Cuidado com os subsídios




Alta Roda                     

Nº 995 - 1/6/18

Fernando Calmon



CAUTELA COM SUBSÍDIOS 



O verdadeiro pesadelo nacional em que se transformou a greve dos caminhoneiros termina com balanço nitidamente de perde-perde. Perderam a sociedade com prejuízos aos deslocamentos e desabastecimentos; as atividades econômicas em quase sua totalidade; o governo federal por ser obrigado a subsidiar o preço do diesel; e os próprios manifestantes porque nos últimos dias houve desgaste na imagem positiva dos que labutam ao volante de forma solidária e profissional.

Uma das coisas estranhas no acordo entre governo e motoristas é a generalização de isenção de pedágio por eixo suspenso dos caminhões. Isso não é adotado em outros países simplesmente pela dificuldade de fiscalizar se semirreboque ou baú estão mesmo vazios. Há racionalidade em levantar um eixo para poupar pneus e combustível, mas está longe de ser uma solução correta e justa para todos que pagam pedágio, além dos caminhoneiros.

Esta é a quinta paralisação nas estradas desde 2000. Em todas as vezes se questiona a vulnerabilidade do Brasil quanto à concentração de rodovias nos modais de transporte. Essa “fraqueza” existe, mas não é exclusividade nossa. 


Na Europa Ocidental, por exemplo, o porcentual de 60% é bem próximo ao existente aqui. Mesmo nos EUA, onde a rede ferroviária é sete vezes maior que a brasileira (210.000 km contra 30.000 km, aproximadamente), as mercadorias transportadas por estradas, em valor, representam algo perto de 60%.

Independentemente da participação inadequada dos modais, há grandes gargalos logísticos no Brasil. Como um país com 8.000 km de litoral e tantos portos continua quase a desprezá-los? Mas algo precisa ser dito sobre a participação de estradas pavimentadas na malha total. Apenas 12% não são de terra. 


À exceção da África, nosso país é caso único no mundo. Se essa proporção dobrasse, por exemplo, rodovias seriam competitivas mesmo em relação às ferrovias em grandes distâncias. Basta ver os treminhões em algumas estradas brasileiras.

Subsídio ao óleo diesel precisa ser visto com cautela. Em termos de preços internacionais o país está agora, como sempre esteve, no meio termo entre o que se cobra nos EUA e na União Europeia. Mesmo em relação aos nossos vizinhos o preço não é muito diferente, sem contar a Venezuela onde fica quase de graça. 


Se o preço internacional e a cotação do dólar sobem, o repasse torna-se inevitável. O ritmo dele pode se atenuar, mas alguém vai pagar de qualquer jeito na forma de impostos ou de diminuição de incentivos em outros ramos da economia.

Bom lembrar também que picapes médias e SUVs de tração 4x4 podem abastecer livremente com esse diesel subsidiado. Na maioria dos casos, trata-se de modelos caros e de uso não comercial. Preço diferenciado na bomba é inexequível. Aumento do IPVA, específico para esse tipo de veículo-utilização, pode ser alternativa. Outra solução: voltar ao que sempre foi. SUVs só com motor de ciclo Otto (gasolina ou flex).

Legislação de emissões para motores diesel em picapes e SUVs é muito frouxa no Brasil: pega carona no uso em caminhões leves. Sem inspeção veicular pode se tornar um problema nas grandes cidades, cedo ou tarde.

RODA VIVA

CITROËN C4 Cactus estreia em setembro próximo, mas a marca já revelou visual externo igual ao francês, salvo rack de teto, rodas e vidros das portas traseiras (descem e não basculam, como no original). Na avaliação dos protótipos, por 250 km, o desempenho agradou. Mesmo motor 1,6-litro turboflex do Peugeot 2008, mas com câmbio automático 6-marchas. Interior foi simplificado.

OUTRA pré-antecipação: aventureiro Ka FreeStyle chega ao mercado em julho. Bem formulado, sem exageros. Trata-se de versão completa: seis airbags, ESC e câmera de ré associada a sensores de obstáculos. Preços partem de R$ R$ 63.490, mais R$ 4.500 pelo câmbio automático convencional 6-marchas. Estreia também motor tricilindro de 1,5 litro e 136 cv.

CÂMERA de ré de série (quando equipado com multimídia), cinto de segurança de três pontos e encosto de cabeça para a posição central traseira são principais novidades do Chevrolet Onix 2019, a partir de R$ 54.390 (automático, mais R$ 5.300). Carlos Zarlenga, presidente da GM Mercosul, afirmou que escalada do dólar impacta de forma brusca as contas da empresa.

MINI 2019 mudou faróis e estreou novo logotipo inspirado nos modelos dos anos 1990. Lanternas traseiras homenageiam bandeira britânica. Eletrônica geral e infotenimento com boa evolução. Sistema desliga/liga o motor funciona agora orientado pelo GPS. Há novo câmbio automatizado de dupla embreagem e sete marchas nos Cooper. R$ 119.990 a 179.990.

APLICATIVOS para telefone celular continuam a facilitar a vida de quem depende de prestação de serviços ligados ao uso do automóvel. A Sompo Seguros acaba de lançar um novo e específico processo de indenização de segurados, após ocorrência de sinistro. Constatação dos danos (com câmera do celular), análise e liquidação da ocorrência ficaram mais rápidos.

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

quinta-feira, 31 de maio de 2018

Muitas e boas novidades na Coluna do Nasser desta semana. Por exemplo: VW testa o novo T-Cross, a apresentação do novo Citroën C4 Cactus e a atualização do carro mais vendido no Brasil, o Onix. Foi marcado para o feriado de 7 de Setembro o Brazil Classics Renault, em Araxá



DE CARRO POR AÍ - Roberto Nasser



               Coluna nº 2.218 - 31 de Maio de 2018
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Ka FreeStyle marca início nova Ford


Ford e o carro do seu futuro

Ford divulgou especificações, preço e atrativos para seu próximo produto, o Ka FreeStyle, a ser comercializado no segundo semestre. Tem linhas e morfologia seguindo a tendência nacional de criar hatches com jeito de utilitário esportivo, graças a pequenos truques como maior altura livre do solo, barras no teto, publicidade apresentando-os como se fossem um pequeno Land Rover. Há, também, o auxílio da imprensa, chamando-os indevidamente de Jipinhos.

Automóvel se baseia na plataforma Fiesta/Ka hoje aplicada a estes veículos, o desenvolvimento foi feito pela Ford local, em conjunto com a da Ásia. 

O sucesso assinalado há alguns anos pelo EcoSport mostrou a competência da equipe nacional em produzir versões diferenciadas sobre mesma plataforma, a custos contidos e com aptidão para enfrentar o selvagem asfalto de nossas ruas. 

A considerá-lo versão enfeitada, houve amplas intervenções – veja o porquê ao final deste bloco. Mecânica é positivo desenvolvimento, com extensas alterações. Motor, antes importado e agora produzido no interior paulista, é tri cilíndrico, 1,5 litro, da moderna família para carros de países pobres. 

O inicial modelo brasileiro não utilizará turbo, Boost, como trata tal importante adjutório. Entretanto, aspirado, oferece ótima potência específica, e apesar de pequena queda de potência para a adaptação mais fina às condições nacionais, em torno de 2,5 cv gasálcool e 1,2 com álcool, oferece respectivos 128/136 cv. 

Transmissão automática com seis velocidades – finalmente largou de lado a problemática Powershit ... -, e mecânica 5 velocidades, com dupla sincronização nas três primeiras marchas. 

Para falar a linguagem do comprador, cada vez menos carro e mais conectividade, oferece tela com 16,5 cm e central multimídia. Itens para situá-lo acima de seus irmãos de linha incluem controle de estabilidade e tração, auxiliar de partida em rampa, sempre ocioso rack de teto, rodas de liga leve em 15”, e bancos com apliques em couro, tipo charme com economia construtiva.

Houve dedicação no cálculo e nas modificações estruturais, incluindo reforços, aplicação de aços especiais, em alguns pontos em chapas mais espessas para dar mais rigidez torcional e resistência mecânica à carroceria. Suspensão também foi adequada a exigências superiores ao uso apenas em asfalto bom e liso. 

Para maior estabilidade e conforto de rolagem, bitolas foram aumentadas em 30 mm, eixo traseiro é 30% mais rígido e a barra estabilizadora mais espessa.  

Em nome da atualização estética, performance e consumo, apesar do aumento da altura em relação ao solo, na tentativa de identificá-lo visualmente como sendo réplica de utilitário esportivo, o coeficiente de resistência aerodinâmica reduziu-se ao Cx de 0,33. Carroceria mereceu tratamento fono térmico para ser o mais silencioso da categoria.

Paralelo
Para calçar atrativo de vendas, terá iniciativas homeopáticas: ao lançamento irá financiá-lo com taxa Zero% em 24 prestações. 

Antes, em pré venda, bônus de R$ 2.000 valorizando carro usado, com oferta das três primeiras revisões, por si só uma economia de R$ 2.000.
Preços? 

Pré-definidos para lançamento no segundo semestre. R$ 63.500 com transmissão manual e R$ 68.000 com sistema automático. Divulgação antecipada é para provocar o mercado.

Mais, muito
Se você achou atrativo e de bom tamanho, é mais. Para a Ford Brasil é o caminho do futuro. O Ka FreeStyle, em seu próximo retoque estético, projetado para o fim de 2019, será a síntese dos automóveis Ford na América do Sul. Recente decisão da matriz norte-americana da empresa definiu cortar prejuízos regionais, como o caso da América do Sul, minguando operações industriais. 

Empresa continuará a fazer e exportar motores e suas partes produzidas em Taubaté, SP, mas em termos de veículos leves próximo ano colocará Ka, Fiesta e EcoSport num funil e o resultado final será o Ka FreeStyle então renomeado Active.

Válidas as definições traçadas pelo presidente mundial da companhia ao início do ano, será o único veículo leve Ford produzido no Continente, pois além da síntese dos produtos brasileiros, o argentino Focus não será renovado. 

A definição, já contada pela Coluna em fevereiro, inclui desmobilizar a enorme fábrica em São Bernardo do Campo, SP, encerrando também a fabricação de caminhões. A atividade industrial ocorrerá apenas em Camaçari, BA. 

A operação Troller, praticada no Ceará, tem vida garantida apenas até o final do contrato de incentivos regionais. Para manter a viabilidade econômica da rede de distribuidores com a redução de oferta, deve implementar a importação de produtos.

Não se trata apenas de mais uma versão ao mercado brasileiro, como a Ford o apresenta, mas de produto mundial incluindo o Brasil como uma das bases de produção. A Ford quer tê-lo como carro de entrada em 125 países.

VW T-Cross, fim do ano (projeção Arvarii)


VW já testa o T-Cross
Programado para lançamento no Salão do Automóvel, em novembro, e vendas imediatas, Volkswagen acelera a finalização do projeto do SAV T-Cross, empresa continua seu programa de testes. 

Semana passada levou-o à parte norte do circuito de Nurburgring, atualmente point para marcar comportamento extremado entre curvas e velocidade elevada – e onde, na categoria o SUV Alfa Romeo Stelvio deu um pau de fazer o Porsche Cayene perder o rumo e a pose.

Razão dos testes na Alemanha – e no circuito onde se instiga a tomada de fotos, como no caso pela revista inglesa Autocar - integra experiências internacionais pois o veículo tem a pretensão de ser mundial. Antes, durante o inverno boreal, havia sido testado na Escandinávia. 

O T-Cross será o segundo degrau em dimensões de grande ofensiva da Volkswagen de participar do segmento de SAVs e SUVs. Abaixo dele haverá o T-Roc e, logo acima está o Tharu, a ser produzido na Argentina.

O T-Cross é feito sobre a versão da plataforma MQB A0 hoje empregada no Brasil para fazer Polo e Virtus, e apesar dos locais de testes, será limitado a versões com tração apenas dianteira. 

Motorização básica, o tri cilíndrico 1,0, 12 válvulas, com potencia aumentada à casa dos 130 cv, transmissões automática e mecânica. 

Baia do motor também permitirá opções de 1,4, quatro cilindros, turbo; 1,6 litro, 4 cilindros, aspirado, transmissão mecânica. Dado informado pelo Autoblog, diz de versão especial, a GTS, a ser identificada pela sigla GTS.

Citroën C4 – cada vez menos Cactus


Em julho, o Citroën C4 Cactus
Citroën fez restrita apresentação de seu modelo C4 Cactus. Algarismo pode sugerir ser maior ante o C3, produzido em Porto Real, RJ, mas a plataforma é deste conhecido automóvel, também servindo a Peugeots 208 e 2008. 

Tomou como base o modelo espanhol, ora em meia vida, fazendo-lhe mudanças. De maior presença visual, a redução nas dimensões das almofadas aplicadas às portas, grande caracterizador do modelo. 

Sem dispor de utilitário esportivo entre seus produtos, Citroën tanta aproximar o automóvel da imagem de SUV, sem sê-lo, e por isto ampliou a distância livre do solo, e aplicou barras de alumínio ao teto.

Por enquanto apenas uma motorização, frontal, transversal, o 1,6 litro quatro cilindros, 16 válvulas, com turbo alimentador e 163 cv. Tração dianteira, transmissão automática. Numa segunda série, previsível use motor 1,6 litro, aspirado, 115 cv. Dizem, vendas em julho.

Ônix, reta final


Superficialidades no Ônix
GM atualizou o Chevrolet Ônix, ainda o mais vendido dentre os nacionais chamando-o modelia 2019. É o último trato antes da anunciada substituição, projeto já em curso. Novas cores. Incorporação do ESP – o auto estabilizador eletrônico -, cintos de segurança com três pontos e apoia cabeça nos cinco lugares.

Detalhes exigidos pelos clientes, como volante de direção multi função, mudança do grafismo no display digital, versões de topo LTZ e Active com revestimento em couro.

Cartaz do adiamento


Encontro de Araxá mudou. 7 de setembro
A inexplicada greve imobilizando caminhões – quem comandava? Caminhoneiros, transportadores, patrões -, encerrou mostrando prejuízos: produtos não construídos, impostos não recolhidos, produção agropecuária com perdas irreversíveis, vidas arriscadas ou perdidas. 

Na área turístico-cultural, a falta de transporte provocou o cancelamento do Brazil Classics Renault, maior encontro de veículos antigos, e seu adiamento para o período 7 a 9 de setembro. 

Organizadores amargaram prejuízo de aproximados R$ 200 mil relativos à montagem de tenda e arquibancada para os eventos de leilão e premiação – o serviço foi realizado e não utilizado. O Grande Hotel, base do encontro, manteve as reservas, honrando a parceria de quase 30 décadas.

Vendedores de peças e partes perderam a viagem. Para transportar, instalar-se, chegam com anterioridade a Araxá, como ocorreu neste ano, sendo instados a recolher as mercadorias, re acondiciona-las para retorno.

Um outro componente foi considerado para a decisão. Num movimento sem controle, freio ou autoridade interna ou externa, concluíram os colecionadores não ser viagem pacífica transformar o transporte dos veículos caros e raros fazendo-os cruzar regiões de ânimos exaltados.
Patrocinadores, como a Renault, entenderam a causa externa como impeditiva, e mantiveram o investimento. 

Organizadores querem saber para onde mandam a conta dos prejuízos? Para o Palácio do Planalto, sem informação ou noção? Para as entidades se apresentando como aglutinadores dos motoristas, porém sem controle? Aos empresários de transporte, com cara de papagaios de pirata, autores de uma ridícula pauta de exigências? Para o Ministério da Segurança Pública último a saber e a se manifestar? Ou aos presidentes da Câmara e do Senado, por ação ou omissão?
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