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sexta-feira, 6 de julho de 2018

Fernando Calmon - Olhar sobre o futuro. O que já foi e o que será lançado


                                   

Fernando Calmon

Nº 1.000 — 6/7/18




OLHAR SOBRE O FUTURO

Uma jornada e tanto. Desde 5 de maio de 1999 esta coluna completa agora 1.000 edições semanais consecutivas. Para seguir a tendência das mídias impressas e digitais, o nome do colunista passa a encimar a coluna. Alta Roda a partir de agora identifica notícias curtas e relevantes que seguem abaixo.

Para essa edição comemorativa foi feito um estudo sobre lançamentos até 2022. As três principais marcas, por exemplo, sinalizam apenas a quantidade e têm critérios diferentes sobre “novidades”. 

A indústria automobilística costuma apresentar gerações novas de modelos entre seis e oito anos e uma reciclagem de meia vida a cada três ou quatro anos. Segue uma projeção por sondagens e experiências anteriores. Sujeita, obviamente, a imprecisões por se tratar de segredos a sete chaves.

Chevrolet: previstos 20 produtos. Renovação da atual linha: 13 modelos, incluídos Camaro cupê/conversível e Cruze hatch/sedã. Completados por crossover Onix; SUV base Onix (abaixo do Tracker); SUV base Cobalt (entre Tracker e Equinox); dois SUVs 7-lugares; picape entre Montana e S10 (base Cobalt) e Bolt (elétrico). Novo Blazer poderá ser o 21º veículo.

Volkswagen já lançou seis de 20 novidades até 2020: Amarok V-6, Polo, Virtus, Tiguan, Golf e Variant. Seguem Gol e Voyage com câmbio automático, Jetta, Polo GTS e Virtus GTS ainda em 2018. 


Depois, T-Cross (SUV base Virtus), Tarek (SUV base Jetta), crossover (base Polo), picape intermediária (maior que Saveiro), nova Saveiro, novo up! e o sucessor do Gol. Importados: Atlas (EUA) e Passat (Alemanha). Nova geração da Amarok (não muda desde 2010) ampliará a lista para 21 modelos.

FCA: prevê 15 produtos Fiat. Além da renovação de Mobi, Uno, Argo, Cronos e Toro, haverá crossover (base Mobi), SUV (base Argo) e SUV 7-lugares (base Compass). Novas gerações de Strada e Fiorino. Versões com motores turbo e câmbios automáticos completam a gama. Jeep serão 10: Renegade e Compass atualizados e Compass 7-lugares. 

O restante, importado: Wrangler (e sua versão picape), Cherokee/Grand Cherokee e Wagoner/Grand Wagoner, além do “baby” Jeep (menor que Renegade). RAM terá picape média para 1.000 kg (porte da antiga Dakota) e uma maior.
Ford: não antecipa planos para cinco anos. 

Garante que terá três lançamentos em 2019. Estes poderiam ser Ranger (facelift), Edge (facelift) e Mustang conversível. Novas gerações de Ka e Ka sedã, EcoSport (2020) e nova Ranger (2022) são previstas.

Toyota tem dois ciclos: meia-vida três anos e renovação a cada seis. Nova geração Corolla confirmada para 2019. Além de renovação de Etios, Yaris, RAV4, Camry, Hilux e SW4, projeta para 2022 um SUV com base no Yaris e um possível crossover (base Etios). 

Nissan ainda está em fase de planejamento e estuda os segmentos em vai atuar ou mesmo abrir mão. Honda não vislumbra novos segmentos de atuação: segue ciclos semelhantes à Toyota.


Renault começa por renovar o Duster em 2019 e os demais modelos em ciclos de quatro e sete anos. Um novo crossover SUV/cupê é considerado certo para produção no Brasil (acima do Captur e mirando no Compass). Koleos volta a figurar entre os importados.

A  também francesa PSA vai se reinventar. Serão 16 produtos novos (incluídos comerciais leves), produzidos no Brasil e Argentina, até 2024. Começa com Citroën C4 Cactus no começo de setembro. 

Peugeot 208, 2008, 308, além de C3 e C4 Lounge terão novas gerações com uma única arquitetura modular conhecida como CMP. E também haverá uma picape média Peugeot para 1 tonelada de arquitetura convencional.

ALTA RODA

PROGRAMA Rota 2030 começa a superar um impasse na reta final. Procuradoria-Geral do Ministério da Fazenda (PGMF) apontou a impossibilidade legal de conceder incentivo fiscal para fabricantes que conseguirem superar a meta de eficiência energética a cada cinco anos. Novas negociações e uma solução: só modelos acima do padrão obrigatório terão direito ao benefício.

INICIALMENTE, havia a interpretação de que inviabilizaria um ponto relevante do Rota 2030: estimular investimentos em pesquisa no País. Mas o enquadramento por modelo pode chegar aos mesmos resultados, sem obstáculos jurídicos, pois todos terão de cumprir a meta mínima sem incentivos. É provável que até o fim deste mês o programa possa, afinal, ser anunciado.

SISTEMA de chassi 100% ativo, que a ZF acaba de anunciar na Europa, pode se transformar em grande facilitador para adoção de direção autônoma. Suspensões convencionais não lidam com pisos irregulares sem exigir atuação do motorista. Tal recurso é preditivo e deixa a carroceria livre de quaisquer oscilações. Resta discutir os custos.

RESSALVAS: apenas no mês de novembro próximo a Toyota pretende iniciar o terceiro turno de produção em Sorocaba, se o mercado confirmar a tendência de recuperação. Quanto ao Golf e à station Variant, apesar de lançados no mês passado, são modelos 2018 e não 2019, como costuma ser a regra. Há casos, porém, de outros veículos em mercado três ou quatro meses antes, que já são modelos 2019.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

Kia oferece bônus de R$7 mil para o Sorento no mês de julho. Oferta é válida para as versões S.152.89 e S.172.89



Neste mês de julho, a Kia Motors oferece condições especiais para o SUV médio-grande Sorento, nas versões S.152.89 e S.172.89, ano/modelo 18/19. Durante o período, a marca está fornecendo bônus de R$ 7.000,00 na compra dos modelos zero-quilômetro, além de taxa de 0,99% a.m., com entrada de 50% mais financiamento de 24 meses.

Com as condições especiais, o Kia Sorento está disponível na Rede Autorizada de Concessionárias por R$ 159.990,00 e R$ 169.990,00, nas versões S.152.89 e S.172.89, respectivamente. 


Segundo o diretor de vendas da Kia Motors, Ary Jorge Ribeiro, o momento é ideal para quem procura um veículo robusto, equipado com modernos itens de segurança e conforto. “Trata-se de uma oferta especial e com taxa competitiva, facilitando a aquisição de um SUV completo, com design único e muito espaço”, enfatiza.

Conforto e segurança

As duas versões do Sorento vêm equipadas com motorização THETTA II de 2.4 litros, DOHC 16 válvulas Dual CVVT, à gasolina, capaz de desenvolver 172 cv a 6.000 rpm e 22,5Kgf de torque a 4.000 rpm. A transmissão é automática de 6 velocidades, com opção de trocas sequenciais. 

A versão S.152.89 possui tração 4X2 (dianteira), enquanto a S.172.89 conta com tração integral nas quatro rodas (AWD -All Wheel Drive).

Com acomodação para 7 passageiros, os modelos possuem diversos recursos de segurança, como air bags frontais, laterais e de cortina, vidro com sistema antiesmagamento, assistente de partidas em subida (HAC), controles de estabilidade e tração e sensores de estacionamento dianteiro e traseiro. Os SUVs ainda contam com bagageiro no teto e novas rodas de liga leve aro 18”.

Os modelos também vêm equipados com ar condicionado digital Dual Zone com comando traseiro, central multimídia com câmera de ré, sistema Bluetooth, entrada USB, espelho retrovisor interno eletrocrômico e chave Smart Key para abertura das portas e partida do motor, além de controle de áudio, computador de bordo e piloto automático no volante.

DE CARRO POR AÍ, a coluna de Roberto Nasser cheia de histórias interessantes e novidades


DE CARRO POR AÍ - ROBERTO NASSER


Coluna nº 2.718 - 6 de julho de 2018 
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História – e histórias


Mês rico em registros de eventos, permite ao publisher adiar publicação de texto sobre o novo Ford Mustang, pronto há quinzena, e exercitar sua liberdade.
Faço algumas referências históricas sobre este princípio de mês.
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Um anão na Copa
O que tem a saída de Portugal da Copa do Mundo, e a indústria automobilística brasileira? Ligação histórica, como conto.

Aos 16 de julho de 1966, Bulgária e Portugal jogariam na 8ª Copa, em gramados ingleses. Portugal estreava Copa e o time vinha se comportando magnificamente. O CR7 da época era Euzébio, atacante e capitão, recordista em gols no certame.

O embate seria dos poucos a ocorrer durante o expediente e, pela oportunidade, a Simca, fabricante do modelo EmiSul, teve sensibilidade. Seu Diretor-Geral, o eng Jack Jean Pasteur, mandou pendurar os maiores tvs da época – 23 polegadas? -, enormes caixotes com um tubo posterior, imagens em preto e branco, na estrutura metálica dos galpões, permitindo aos colaboradores na linha de montagem, almoxarifado, escritórios, interromper o serviço para assistir ao jogo. 

O Caso
Foi-me contado por Fernando Antônio de Almeida, o Coe, filho do mítico Fernando Almeida, engenheiro aeronáutico pelo ITA, da primeira leva dos contratados pela Simca. Nela, Fernando pai chegou a engenheiro chefe, da sucessora Chrysler e da VW Caminhões. 

Coe contou, divertido, em depoimento para inédito livro por mim cometido sobre a marca, história sempre citada por seu pai, a parte do folclore das soluções da indústria em tempos de baixíssima tecnologia,  em fábricas mal equipadas mandadas abaixo do Equador para fazer carros ínvios – sem caminho - em outras praças.

A Simca enfrentava mais um problema com o problemático EmiSul, entrada de água pela vedação do porta-malas - além dos defeitos no comando de válvulas do motor, embreagem. Coisa insólita na velha carroceria, a mesma há quase uma década, pois o evento se dava longe da pequena alteração nas dimensões do vidro traseiro. O EmiSul era luxuoso, pretendendo ser do 2º ciclo da indústria, sem ter sido trocado, e desde seu lançamento era uma usina de problemas.

Fizeram-se inúmeras tentativas de aplicar calços, mudar borrachas, regulagens e dobradiças da tampa traseira, sem vedar a entrada de água – sem êxito.

À falta de equipamento para verificar, imaginou-se colocar um colaborador dentro do porta-malas para ver o problema na origem. Sugestão boa e barata, mas a questão estava no homem e a reduzida mobilidade, no limitado espaço. 

Foram ao cartesianismo: espaço pequeno, homem pequeno - um anão de circo! Contrataram-no. Fora da função circense, o anão faria um extra. Un bec, como comentaram os franceses da administração, rindo da improvisação brasileira.

Solução óbvia, prática e criativa, um homem pequeno, acostumado em seu emprego, a saltos, piruetas e contorcionismos. Com poderosa lanterna e pedaços de giz, observaria os pontos de infiltração, marcaria, deixando aos técnicos conclusões e soluções.

“- O método parecia certo e deu certo. O problema foi o processo. Após o almoço, com a chegada do anão, levaram um EmiSul para o local com bateria de testes, fora do prédio da linha de montagem. No espaço para prova de estanqueidade colocaram o anão e apetrechos no porta-malas do automóvel, equipe e supervisor se afastaram, ligando as duchas de alta pressão sobre o automóvel.
Entre barulhos e respingos do falso temporal, um colega chamou a turma para a surpresa de assistir ao jogo entre Portugal e Bulgária. Para esta, o Brasil havia perdido, e a partida seria definidora para a chave. Coisa atrativa.
Moral da história, ao receber a notícia, largaram Simca EmiSul e sua tempestade, correndo para conseguir bons lugares. Duas horas depois, jogo encerrado, voltaram ao local, e ouviram fracas pancadas e gritos abafados. Era o anão. Esquecido, suado, desesperado, fraco pela baixa oxigenação, sem conseguir soltar o encosto do banco traseiro e sair, após intensa sauna no compartimento fechado. Conseguiu deixar o porta-malas, desidratado, mãos machucadas de tanto bater na tampa do porta-malas e pára-lamas, xingando a todos como gente grande.
Mas conseguiu marcar os pontos de infiltração, e o problema foi resolvido.“
De Copa. Portugal venceu a Bulgária por 3x0 e, logo em seguida, dia 19, a nós por 3x1.

Dona Olímpia, seu Emílio, pioneiros.


Romi, o pioneiro, há 62 anos
Há 62 anos, às exatas 11h30 do dia 30 de junho de 1956, num galpão transformado em linha de montagem, funcionários da fábrica de tornos Romi, em Santa Bárbara do Oeste, SP, observaram colegas dar partida em pequeno motor de dois tempos, ruidoso, fumaçento, como o eram nos anos ’50.

Acima dele um ser motorizado em forma ovóide, construção do italiano Renzo Rivolta, multi negócios – teve, até, fábrica de tecidos no Brasil. Um gentil senhor com então 60 anos, abriu a porta com cara de tampa de compartimento, pediu à acompanhante para aguardar, e tomou-lhe a frente, sentando-se atrás do volante cuja coluna basculava à frente. 

Espaço restrito, bem administrado para levar duas pessoas – três muito apertadas -, não permitia à passageira acomodar-se antes. Com Emilio e dona Olimpia Romi o pequeno carro pintado em dois tons, azul médio e cinza claro – pipocou pelo galpão e saiu pela área livre da fábrica. Era o primeiro protótipo, ou como conta a história, o Número Zero.

Pequeno o carro, grande a coragem. Emílio Romi acreditou mais na possibilidade de fazer carro no Brasil, que o presidente de então, Getúlio Vargas – 1950-1954 -, e antecipou-se aos brilhos do sucessor Juscelino Kubitschek, e de seu ideólogo setorial, o Comandante Lúcio Meira. Levantando possibilidades, foi à Itália conquistar a cessão de licença, know how e tecnologia para fazer o Isetta antes de medidas oficiais.

Transformou a aspereza de suas instalações onde fazia toscas peças para agricultura, numa linha de montagem de peças terceirizadas, e nela nasceu seu automóvel orgulhosa e naturalmente batizado de Romi Isetta.

Foi pioneiro, necessário, marcou-se por criatividade de construção terceirizada e vendas – anúncios com personalidades de TV, caravanas em viagem, autobol – regras de futebol, bola enorme, e os Romi agindo como jogadores. Ofereceu-se como carro de universitário e da emancipação feminina.

Seu fim tem variáveis. A burocracia, por exemplo. O produto, apesar de pioneiro, não se enquadrava nas regras do GEIA, surgido depois, grupo para implantar a indústria automobilística, classificando automóvel por mínimas duas portas e quatro lugares – o Romi tinha uma e três. Por isto não alcançava os incentivos, incluindo compra de dólares  pelo câmbio oficial para importar partes não feitas no Brasil, como motor e câmbio. 

Carlo Chiti, enteado de Romi, uma das enzimas – acelerador químico – da implantação, deu explicação definitiva: a empresa projetara o mercado e se preparara para tal quantidade, encerrando a operação. 

Na prática vendeu muito bem até 1959 quando lançados o Renault Dauphine e o VW 1200, com morfologia de automóvel e, pelos incentivos, com preço pouco acima do Romi-Isetta. 

Em fevereiro de 1960, o Palácio do Catete, RJ, então sede do Governo Federal, foi buscar a Romi para abrir a Caravana de Integração Nacional, viagem para mostrar que carros nacionais, com combustíveis nacionais, andando sobre novas estradas nacionais, chegariam à nova Capital nacional a ser inaugurada daí a dois meses. À época já estava ferido de morte.
Fizeram-se aproximadas 3.300 unidades, até 1961, as últimas vendidas em 1962.

Leves retoques e o Ford ’42 se transformou em ‘46

Ford ’46: antevisão ou coragem ?
Três de julho de 1945, Ford retomou a produção de automóveis para uso civil, interrompida em abril de 1942 quando os EUA declararam guerra ao Eixo Alemanha/Itália/Japão na II Guerra Mundial, dedicando a capacidade industrial do país a produzir artigos com aplicação bélica, deixando o mercado três anos sem único automóvel 0 Km. 

Questão seria apenas industrial e comercial, se a data não antecedesse em 41 dias a assinatura do armistício, aos 14 de agosto. E deixou dúvidas: a empresa tinha informação privilegiada talvez pelo fato de seu presidente, Henry Ford II ter servido à Marinha durante o conflito – deixando-o por Decreto Presidencial para assumir a empresa familiar ante doença incapacitante do avô Henry Ford e o caos pelas ações do ex-guarda-costas para assumir a Presidência? 

Ou seria apenas coragem, estamina e testosterona em alto nível do jovem de 28 dirigindo a segunda maior empresa de automóveis do país para autorizar o investimento da produção e estoque até o dia da autorização de vendas?

Historiadores apostam na segunda vertente. Ford II alto, forte, com perfurante olhar azul e voz descombinada – mesma de famosos Juan Manuel Fangio e pilotos de Fórmula 1 -, chamava atenções, instigava críticas. Foi quem decidiu  fazer carrocerias revestidas por madeira para dissimular as linhas antigas, pré-Guerra, e de agregar grupo de consultores entre jovens de muito futuro, de mudar o conceito de automóveis lançando o modelo 1949, bem menor e elegante relativamente aos antecessores da década anterior.

A volta à produção, por antecipação ou coragem, deu resultado. Ao armistício apenas a Ford tinha automóveis 0 Km, novos, em estoque, para fornecer a carentes compradores. Modelia ’46 pouco se diferenciava dos modelos 1942, quando cessada a produção, e os de 1945 anunciados como 1946: os faroletes foram deslocados da parte inferior dos faróis para o espaço entre eles.
Mês e meio de estoque deram vantagem à Ford para conquistar os clientes, famintos e privados dos O Km pelo período de suspensão.

Roda-a-Roda

Preparo – Nissan avisa, seu picape Frontier, hoje vindo do México, passa por 90 testes para adequação às condições de uso na América do Sul. Será produzido em Córdoba, Argentina, segundo semestre. Será base para Renault Alaskan e Mercedes Classe X.

Acerto – É para torná-lo apto a enfrentar as duras peculiaridades do mercado, mais confortável, resistente, melhor vedado, maior capacidade de arrasto, resistência da carroceria a desgastes, e nas conexões elétricas e ar condicionado.

Tudo bem – Terá inequívoco ganho de operacionalidade, necessário no competir com a renca de picapes de porte médio feita na Argentina, abastecendo a América Latina. Mas falta desculpar-e com os atuais compradores por fornecer veículo que se provou tão inadequado.

Desperdício –  Custo desconhecido para tal estudo. Mas poderiam poupado. Como a Aliança Renault-Nissan recentemente assumiu o controle da Mitsubishi, bastaria ter conversado com o Eduardo Souza Ramos, acionista majoritário da HPE, autora das boas adequações praticadas nos picapes Mitsubishi para o Brasil.

Quem diria, o GT R da Nissan desenhado pela Italdesign

Surpresa – Para festejar 50 anos, Nissan se associou a outra cinquentenária, a Italdesign, para fazer protótipo do GT R-50. Os GTs da Nissan são bandeiras de tecnologia e design, e no R-50 atinge seu ápice com atrevido adereço dourado envolvendo a frente, escorrendo pelas laterais, encerrando em enorme placa sob o vidro traseiro. Fosse vestimenta japonesa seria um Obi.

Mais – Para arrancar 720 cv do motor V6 e 3,8 litros, aumentaram os turbos, exigindo fazer tomada de ar no capô. Apliques vermelhos, saídas de ar, rodas enchendo suas caixas – 255/35 R21 à frente e 285/30 R21 atrás, incrementam visual de esportividade. Seis velocidades, tração traseira. Potência específica superior ao novo Ferrari 488 Pista, 720 cv, 3,9 litros. Uau!

Então – Curiosidade a quem acompanha o mundo do automóvel está na presença da Italdesign no projeto vendendo serviços a empresa extra VW, sua controladora.

VW T-Cross, mais.


T Cross – VW inicia instigar mercado para um de seus principais produtos, o SAV T-Cross. Mostra-o por ilustrações e irá apresentá-lo em evento europeu no segundo semestre. Será dos novos cavalos de batalha da marca, ausente do segmento de utilitários esportivos.

Mercado – Num mercado com tantos novos concorrentes a diferença do T-Cross está no projeto, sobre plataforma mundial, a MQB utilizada em Polo e Virtus, e por isto dotado de equipamentos encontráveis em veículos de faixas superiores de preço. O slogan de apresentação é I am more than one thing, cuja melhor interpretação é oferecer mais.

Descenso – (queda, retração) – Mercado argentino prevê enorme queda no segundo semestre, atrelado às indefinições brasileiras, e à suas próprias incertezas econômicas, ajuda do FMI, risco de recessão, aumento das taxas de juros. Hoje, no vizinho, enorme estoque.

Sobe – Kia informou ter vendido 6.095 unidades no semestre, 54,7% de crescimento sobre período do ano passado. Dólar caro puniu ascensão em junho.

Gente – Antonio Filosa, novo presidente da FCA na América Latina, tomou dois meses de avaliação e mudou equipe.

OOOO Passo maior, a dispensa de Sérgio Ferreira, antes o nº 1 em Jeep/Chrysler/Dodge, RAM, responsável por dois dos três produtos de maior êxito para a empresa, os Jeeps Renegade e Compass. 

OOOO Para seu lugar, Tânia Silvestre. 

OOOO Herlander Zola, ex-VW e BMW ascendeu à área comercial da Fiat. 

OOOO Erica Baldini, ex-Ford, 43, diretora de Recursos Humanos. 

OOOO Na Argentina, Diretoria-Geral vaga desde a promoção de Filosa, Martin Zuppi, local, ex-número 2. 

OOOO Lá, mandão geral, o intocável Christiano Ratazzi. 

OOOO André Senador, 56, jornalista, novo rumo. 

OOOO Surpresa no mercado deixou a Diretoria de Assuntos Corporativos da VW, onde estava há 10 anos. 

OOOO Formador de ótimos profissionais, mestre em comunicação, gestor de crises, pensa no futuro – após período sabático. 

OOOO Sucessor, não anunciado, mas pré ajustado, começa dia 1. OOOO
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quinta-feira, 5 de julho de 2018

Novo BMW M5 chega este mês às concessionárias do país. Link no texto para excelentes imagens em alta resolução desse carro incrível



O novíssimo BMW M5 faz sua estreia este mês na rede de concessionárias autorizadas BMW do país. Fabricado na unidade produtiva do BMW Group em Dingolfing, na Alemanha, o novo M5 desembarca no Brasil com preço sugerido de R$ 694.950 e R$ 739.950, para a versão equipada com o Performance Pack. 

Como ação especial de lançamento, celebrando a comercialização de todas as unidades disponíveis para a pré-venda no Brasil, o Service Inclusive Plus está incluído em todas as versões.

A nova geração do BMW M5 (F90) traz sob o capô a mais recente versão do consagrado motor V8, de 4.395 cm³, a gasolina e dotado de tecnologia M TwinPower Turbo e apto a entregar 600 cavalos de potência, entre 5.600 e 6.700 rpm, com torque máximo de 750 Nm, dos 1.800 aos 5.600 rpm – 40 cv e 70 Nm a mais que o M5 anterior (F10). 

Capaz de proporcionar aceleração explosiva, além de um desempenho formidável, o V8 impulsiona o M5 com a ajuda da nova transmissão M Steptronic de oito marchas, equipada com Drivelogic, e da tração M xDrive habilitada a transmitir toda a potência do motor para o asfalto fazendo com que o esportivo acelere de 0 (zero) a 100 km/h em meros 3,4 segundos e atinja velocidade máxima de 305 km/h, neste caso, com ajuda do pacote M Driver. 

Pela primeira vez, o BMW M5 disponibiliza a oportunidade de o motorista escolher entre a tração traseira (2WD) ou integral (4WD), por meio do inédito sistema de tração integral inteligente, especificamente desenvolvida considerando as especificações do esportivo.

Performance Pack
A BMW também está disponibilizando no novo M5 o pacote de equipamentos exclusivo Performance Pack, que engloba teto de fibra de carbono, capa do motor M Carbon, pinças de freio douradas com o logotipo M e discos de freio de cerâmica perfurados M Sport, com 400 mm x 38 mm (dianteiros) e 380 mm x 28 mm (traseiros). 

Além de deixar o visual do modelo ainda mais esportivo e instigante, esses itens reduziram o peso total do veículo em 21 quilogramas, otimizam a sua performance e o potencializam seu comportamento dinâmico: os discos de freio de cerâmica, por exemplo, são altamente resistentes a desgaste e corrosão e contribuem para o controle e estabilidade térmica dos freios.

Sistemas assistentes de condução semiautônoma
Entre os principais destaques do novo BMW M5 estão as tecnologias assistentes de direção semiautônoma, entre elas os sistemas de assistência à condução e estacionamento, Driving Assistant Plus e Parking Assistant Plus, respectivamente, aptos a garantir dirigibilidade inteligente nas mais diversas situações de tráfego, como congestionamentos, trânsito lento ou longos deslocamentos. 

O Driving Assistant Plus, por exemplo, alerta, por meio de sinais visuais e sonoros, situações de trânsito cruzado, riscos de colisão traseira, mudanças involuntárias de faixa de rolamento, e controle e prevenção de aproximação frontal. 

Ele é capaz de realizar intervenções de direção corretivas, com a ajuda de cinco sensores de radar e uma câmera estéreo em velocidades de até 210 km/h. 

O Parking Assistant Plus, por sua vez, permite estacionar com a ajuda de sensores e câmeras que proporcionam visualização do entorno do veículo, facilitando manobras e evitando colisões. 

Além disso, a posição do veículo pode ser verificada em tempo real por meio das funções do Surround View – Top View, Panorama View e 3D View –, que também possibilitam explorar a área em volta do veículo, por meio de visualização 3D em uma tela sensível ao toque.

Outra tecnologia de destaque do novo M5 é o BMW Night Vision, um recurso capaz de identificar, com antecedência, pedestres e animais na pista e auxiliar o condutor na tomada de decisões em situações de pouca visibilidade. 

Em situações de risco, um alerta prévio surge na tela e no Head-Up Display (se ele estiver ligado) e, caso os freios não forem acionados e o objeto não sair da pista, um alerta vermelho irá aparecer no mostrador acompanhado de um aviso sonoro até que motorista pise no freio. 

O pacote tecnológico do superesportivo inclui ainda painel de instrumentos digital multifuncional, que combina velocímetro, conta-giros, hodômetro e marcador de combustível, com informações de rota, chamadas telefônicas e entretenimento.

Além das inúmeras inovações embarcadas, o BMW M5 conta ainda com itens exclusivos como faróis Full-LED adaptativos, rodas de liga leve M Double-Spoke, de 20 polegadas; direção servo-assistida M Servotronic, capaz de assegurar maior agilidade em manobras de esterço; além de controles de tração e estabilidade e sistema de exaustão M Sport.

Conectividade e entretenimento
Somando-se à sua elevada sofisticação e desempenho, o novo BMW M5 é dotado de conectividade avançada e que agrega, entre outros dispositivos, Sistema de Navegação Professional com BMW iDrive touch Controller, com acabamento de cerâmica, um seletor sensível ao toque e preparado para reconhecer letras e sinais; tela de 10,25 polegadas também sensível ao toque; HD de 20 Gb para armazenamento de arquivos de áudio via USB ou CD; apresentação de mapas em satélite e gráficos em 3D; opção para gravar lista de destinos e rotas no GPS; comando de voz em português; e o BMW ConnectedDrive, um conjunto de funcionalidades acessível por meio de um SIM Card – o mesmo utilizado em telefones celulares – conectado à internet. Esta tecnologia permite obter informações sobre condições de trânsito em tempo real, serviço de alerta de manutenção de componentes (Teleservices), serviços de Concierge, como reservas de hotéis e recomendações sobre restaurantes; além de Chamada de Emergência Inteligente.

Outro recurso adicional ao amplo cardápio de inovações disponíveis no novo M5 é a preparação para Apple Car Play, em que é possível transferir a interface de alguns recursos do iPhone para o sistema de infotainment do veículo com a ajuda de conexão sem fio (wireless).

E por falar em equipamentos de infotainment, no BMW M5 eles também refletem alto nível de refinamento para os padrões do segmento superesportivos. 

O destaque fica por conta do sistema de áudio sistema de som surround Bowers & Wilkins Diamond, com amplificador de 10 canais totalmente ativos e 1.400 W distribuídos em 16 alto falantes. 

Ele traz sistema Quantum Logic Surround, com equalizador de sete bandas Dynamic Sound Equalising e três redes de crossover analógicos que mantém uma qualidade de som constante e uníssona em todos os assentos do veículo.

O pacote de infotainment agrega ainda sistema de entretenimento traseiro Professional, dotado de TV Digital e telas individuais ajustáveis de alta definição, instaladas nos encostos dos bancos dianteiros, com DVD Drive e entradas RCA, compatíveis com MP3 player. 

A lista de itens voltados à comodidade e conveniência dos ocupantes oferece ainda ar-condicionado com quatro zonas de climatização, assentos dianteiros M multifuncionais, com regulagem elétrica, memória e ajuste lombar; Comfort Access, capaz de controlar o travamento das portas sem a necessidade da chave, incluindo a tampa do porta-malas; e o Soft Close, que puxa as portas automaticamente, fechando-as por completo caso fiquem entreabertas.

E a proteção dos ocupantes do superesportivo é assegurada pela presença de inúmeros dispositivos como freios a disco ventilado com ABS, seis airbags – duplos frontais, laterais dianteiros, de cortina dianteiros e traseiros –; pneus Star Marking com tecnologia Run-Flat, e o sistema Active Protection, que aciona os mecanismos de proteção de ocupantes, entre eles os pré-tensionadores dos cintos de segurança e o fechamento automático das janelas, em situações de impacto iminente. O conjunto óptico agrega faróis em LED adaptativos, assistente de farol alto e luzes de condução diurna.

Dimensões, cores externas e acabamentos internos
Imponente por fora e sofisticado por dentro, o novo BMW M5 ostenta 4,966 metros de comprimento, 1,903 m de largura e 1,475 m de altura, com 2,982 m de distância entre eixos. O porta-malas, por sua vez, tem capacidade para 530 litros de bagagens.

A gama de cores externas disponíveis para o superesportivo é ampla e conta com 18 opções distintas, sendo sete de série (Branco Alpino e as metálicas Preto Safira, Cinza Singapore, Azul Snapper Rocks, Azul Marina Bay, Cinza Donington e Bluestone) e 11 tonalidades opcionais BMW Individual (Prata Blue Metal, Preto Azurite, Champagne Quartz, Marrom Almadine, Prata Rhodonite, Azul Marina Bay, Prata Cashmere, Prata Dark, Marrom Dark, Cinza Arctic e Branco Brilliant). O interior, por sua vez, traz três opções de revestimento de couro Merino – Silverstone, Marrom e Preto – nos bancos e painéis das portas.

Service Inclusive Plus
O Service Inclusive Plus prevê a realização gratuita de diversos serviços de manutenção pelos próximos 3 anos ou 40.000 quilômetros rodados. 

Entre as principais manutenções previstas neste pacote constam inspeção completa do veículo, substituição do óleo do motor, dos filtros de óleo e de ar do motor, do microfiltro do sistema de ar-condicionado, do filtro do combustível, das velas de ignição, e do fluído de freio.

Também estão previstos a troca de itens por desgaste, como os componentes dos freios dianteiro e traseiro (pastilhas, discos e sensores), da embreagem e do limpador de para-brisas.

Para imagens, em alta resolução, acesse:
https://www.press.bmwgroup.com/global/photo/compilation/T0273540EN/the-new-bmw-m5

Para mais informações sobre a BMW acesse:
www.bmw.com.br

Sobre o BMW Group
Com suas quatro marcas BMW, MINI, Rolls-Royce e BMW Motorrad, o BMW Group é o fabricante líder mundial de automóveis e motocicletas e também fornece serviços financeiros e de mobilidade premium. 

Como uma empresa global, o BMW Group opera 31 instalações de produção e montagem em 14 países e possui uma rede global de vendas em mais de 140 países.

Em 2017, o BMW Group vendeu cerca de 2.463.500 milhões de automóveis e 164.000 motocicletas em todo o mundo. O lucro antes de impostos em 2017 foi de aproximadamente 10,65 bilhões de euros em receitas de 98,678 bilhões de euros. Desde 31 de dezembro de 2017, o BMW Group tinha uma força de trabalho de 129.932 colaboradores.

O sucesso do BMW Group sempre foi baseado no pensamento de longo prazo e em uma ação responsável. Portanto, a empresa estabeleceu a sustentabilidade ecológica e social em toda a cadeia de valor, a responsabilidade abrangente de produtos e um claro compromisso com a conservação dos recursos como parte integrante da sua estratégia.

Veículos importados fecham semestre com alta de 35,1% e 17.947 veículos emplacados



As 16 marcas filiadas à Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, com licenciamento de 3.013 unidades, anotaram em junho queda de 6,9% em relação a maio último, quando foram vendidas 3.238 unidades importadas. Ante igual período de 2017, o resultado de maio é 15,8% maior. Foram 3.013 unidades contra 2.603 veículos emplacados em junho do ano passado.

No acumulado, as associadas à Abeifa anotaram 17.947 unidades importadas licenciadas, alta de 35,1% em relação às 13.289 unidades emplacadas no primeiro semestre de 2017.

O presidente da Abeifa, José Luiz Gandini, explica que “o desempenho negativo de vendas em junho ante maio foi resultado da alta do dólar. Com o objetivo de recuperar consecutivas quedas de vendas nos últimos cinco anos, os importadores procuraram oferecer produtos e preços competitivos no início do ano. Mas com a persistente pressão do dólar, o setor foi forçado a rever promoções e até aumentar seus preços em reais”.

Embora o cenário do setor de importação de veículos esteja difícil, por conta da variação cambial, e da instabilidade econômica por que passa o País, o presidente da Abeifa acredita que “o mercado deve reagir, como ocorre historicamente, no segundo semestre, em especial porque este ano teremos o Salão do Automóvel, quando os importadores apresentam suas novidades”.

As cinco marcas que mais venderam, no primeiro semestre de 2018, foram a Kia Motors (6.095 unidades / +54,8%), Volvo (2.668 / +72%), Jac Motors (2.202 / +33,1%), Lifan (1.352 / +8,2%) e BMW (1.344 / +43,9%). No mês de junho, Kia Motors (858), Volvo (537), Jac (388), BMW (242) e Land Rover (223) foram o quadro das cinco marcas que mais licenciaram.

Participações
Em junho último, o total de 3.013 unidades importadas da Abeifa significou 1,54% do mercado interno, que emplacou 195.066 automóveis e comerciais leves. Se considerado somente a importação total, as associadas à Abeifa responderam por 11,73% (do total de 25.694 unidades importadas).

Em outro cenário, de produtos nacionais fabricados por afiliadas à entidade mais o volume importado, as 16 empresas licenciaram 4.844 unidades licenciadas em junho. Com esse total, a participação das associadas à Abeifa subiu para 2,48% do mercado interno de autos e comerciais leves (195.066 unidades).

Produção local
Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover e Suzuki fecharam o mês de junho com 1.831 unidades emplacadas, total que representou queda de 5,2% em relação a maio de 2018. Comparado a junho do ano passado, a alta é de 1,6%, quando foram emplacadas 1.802 unidades nacionais.


Downloads, acesse:

Emplacamento por marca Junho 2018 (PDF) - Download
Emplacamento por modelo Junho 2018 (PDF) - Download
Emplacamento nacional Junho 2018 (PDF) - Download

Kia Motors fecha semestre com crescimento de 54,7%



A Kia Motors do Brasil licenciou 858 veículos em junho último, total correspondente a um crescimento de 12% nas vendas em comparação ao mesmo período de 2017, quando foram comercializadas 766 unidades da marca. 

No comparativo com maio deste ano, mês em que a Kia emplacou 1.122 veículos, as vendas de junho tiveram queda de 23,5%, contrariando a tendência de crescimento constante observada desde fevereiro último.

Ao longo do primeiro semestre de 2018, a Kia anotou 6.095 unidades licenciadas. Os números indicam crescimento de 54,7% ante igual período de 2017 e market share acumulado de 0,54% no mercado nacional.

O SUV médio Sportage foi o líder de vendas da Kia em junho e o terceiro modelo mais vendido do segmento no País, com 488 unidades emplacadas. O comercial leve Bongo e o sedã médio Cerato aparecem na sequência, com 166 e 124 veículos comercializados, respectivamente.

Alta do dólar
Presidente da Kia Motors do Brasil, José Luiz Gandini observa que a alta do dólar foi o principal responsável pelo enfraquecimento das vendas ao longo de junho. “Com a moeda norte-americana em patamares tão altos, nenhuma marca importada consegue manter os preços sem reajustes, o que influencia diretamente as nossas vendas”, enfatiza. “Além disso, a rede de concessionárias ainda sentiu os reflexos da paralisação dos caminhoneiros que ocorreu no final de maio e abalou todos os setores da economia brasileira”.

Ford KA atinge o 2º lugar no ranking de vendas no Brasil e Mustang e Fusion passam a liderar em seus segmentos



O Ka foi destaque de vendas da Ford no primeiro semestre de 2018, conquistando posições com suas duas versões: o hatch se consolidou como vice-líder do mercado e o sedã assumiu o segundo lugar no seu segmento. 

O Mustang e o Fusion foram outros modelos que despontaram na liderança dos respectivos segmentos e a Ranger mostrou evolução positiva entre as picapes.

Com 47.315 unidades emplacadas de janeiro a junho, o Ka hatch avançou 6% em volume e ganhou uma posição no ranking da indústria em relação ao mesmo período do ano passado. 

O Ka Sedan teve um crescimento ainda mais expressivo, de 43% no semestre, e subiu quatro posições no ranking, indo do sexto para o segundo lugar da categoria com 17.884 unidades.

“Esse desempenho é mais uma prova da força do Ka, um carro que combina projeto moderno e motores avançados com a melhor oferta de equipamentos e preço no segmento mais disputado do mercado”, diz Bruno Venditti, gerente de Varejo da Ford. 

“Os dois modelos compartilham a mesma plataforma e configurações, com a opção do sedã para quem precisa de mais espaço para a família.”

Disponível nas motorizações 1.0 Ti-VCT Flex de 85 cv e 1.5 Sigma Flex de 110 cv, o Ka tem uma estrutura de catálogos simples e transparente. Além de direção elétrica, ar-condicionado, trava elétrica e abertura elétrica do porta-malas de série, oferece itens como controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas e central multimídia SYNC.

Destaques
Mesmo tendo as entregas iniciadas oficialmente só em março, o Mustang somou 630 unidades no semestre e garantiu o amplo domínio do segmento de esportivos e esportivos premium com cerca de 96% de participação.

No segmento de sedãs CD de luxo, o Ford Fusion manteve a liderança isolada com mais de 70% de participação. Em volume, somou 2.145 unidades no período, que representam um crescimento de 8% sobre o ano passado.

Nas picapes médias, a Ranger também teve um avanço de mais de 25% em volume no semestre (8.536 emplacamentos) e aumentou sua participação para 14,7%.

Gabriela Sterenberg é a nova Gerente Sênior de Marketing da BMW Motorrad no Brasil. Formada em Turismo com ênfase em Eventos pela PUC-SP, Gabriela fez MBA em Marketing na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e atua há mais de 8 anos no BMW Group.



O time da BMW Motorrad no Brasil acaba de ganhar uma nova liderança: Gabriela Sterenberg, de 35 anos, é a nova gerente Sênior de Marketing da marca. 

Formada em Turismo com ênfase em Eventos pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Gabriela fez MBA em Marketing na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e atua há mais de 8 anos no BMW Group. 

Iniciou sua trajetória no grupo como responsável pelo Marketing e CRM de BMW carros e, desde 2013 estava exercendo a função de gerente Sênior de Marketing e Produtos do BMW Group Serviços Financeiros. 

Entre os projetos liderados por ela estão o BMW Jazz Festival, o BMW Ultimate Experience, o lançamento da 6ª geração do BMW Série 3, além do lançamento dos planos de financiamento Sign & Go, MINI 4U e o Consórcio BMW 

"Será um grande desafio liderar o time de Marketing da BMW Motorrad neste momento de consolidação no crescimento das vendas e conquista de novos públicos para a marca", comenta a executiva. 

Antes de iniciar seu trabalho no BMW Group, Gabriela atuou na área de comunicação e marketing de diversas agências, sendo responsável pelo planejamento estratégico de diversos eventos e ativações de marcas no Brasil e exterior. Gabriela assume o lugar de Luciana Francisco, que passou a ocupar em Nova Jersey (Estados Unidos) o cargo de gerente Nacional de Marketing da BMW da América do Norte.

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