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sexta-feira, 14 de setembro de 2018

Chevrolet Tracker Midnight aposta no visual da cor preta, a segunda mais popular que ganha espaço entre os SUVs. Esta Série Especial traz acabamento escurecido de molduras, faróis e das rodas exclusivas, Controle Eletrônico de Estabilidade, ignição do motor por botão, sensor de ponto cego, alerta de tráfego traseiro, teto solar, OnStar e multimídia com Android Auto e Apple CarPlay como itens de série



São Caetano do Sul – A Chevrolet está expandindo no Brasil a oferta de produtos com a grife Midnight. Depois da picape S10, é a vez do SUV urbano da marca ganhar o estilo “todo preto” que deixa o veículo com aspecto mais esportivo e provocador, típico de carros customizados.





O Tracker Midnight é caracterizado externamente pela carroceria na cor metálica Preto Ouro Negro – incluindo as maçanetas e o friso da tampa traseira. Vem com faróis com máscara negra com assinatura em LED e com rodas de alumínio aro 18 escurecidas. O desenho da roda é exclusivo da série.


O modelo traz ainda a gravata Chevrolet com fundo preto em vez do tradicional dourado, além do nome da edição grafado na base da tampa do porta-malas.


Na cabine, a cor predominante é igualmente escura, encontrada no revestimento premium dos bancos, volante, portas e painel. 



Já detalhes do console central e das molduras do ar-condicionado e do multimídia são em tom brilhante.


As linhas atléticas do Tracker são reforçadas pela roupagem Midnight, que mescla intencionalmente diferentes tons de preto para criar um visual ao mesmo tempo monocromático e dinâmico.


“O Tracker Midnight diferencia-se por seu acabamento customizado, pensado para atender expectativas de um consumidor que busca um grau ainda maior de diferenciação dentro do segmento dos SUVs”, pontua Rodrigo Fioco, diertor de Marketing de produto da Chevrolet.



O Tracker Midnight tem como base os equipamentos da configuração Premier e conta com itens valorizados pelo consumidor da categoria, como controle eletrônico de estabilidade e de tração, assistente de partida em rampa, sensor de ponto cego e câmera de ré com alerta de movimentação traseira.






Ignição por botão, destravamento das portas por chave presencial, ar-condicionado, sistema Isofix para fixação de cadeirinha infantil, sistema de som com 6 alto-falantes com tweeter, além de retrovisores elétricos, travas e vidros com comandos remotos e computador de bordo com indicador da vida útil do óleo em percentual aparecem também como item de série.

Veja outras tecnologias relevantes da versão:

• Lanternas com LED
• Regulagem de altura dos faróis


• Sensor de estacionamento traseiro
• Banco do motorista com regulagem elétrica lombar e descansa braço


• Banco dianteiro do passageiro com encosto rebatível
• Descansa braço traseiro com porta-copos
• Porta-objetos embaixo do banco do passageiro
• Porta-óculos no teto
• Sombreira do motorista e passageiro com espelho e iluminação
• Tapetes em carpete
• Teto solar elétrico




O Tracker Midnight mantém o mesmo comportamento dinâmico e eficiente das demais configurações. Vem equipado com direção elétrica com ajuste de altura e profundidade, motor turbo Flex de até 153 cavalos com torque de 24,5 kgfm, transmissão automática de seis marchas e sistema Stop/Start, além de freios ABS com EBD, controle de velocidade de cruzeiro, telemática avançada OnStar e multimídia MyLink com Android Auto e Apple CarPlay.

A nova versão estreia em outubro nas concessionárias Chevrolet e ficará posicionada entre as configurações Premier (1.4 Turbo AT6), que oferece excepcionalmente na opção mais completa airbags laterias e de cortina, alerta de colisão frontal e aviso em caso de saída de faixa.


Cor preta e Tracker em alta
As cores branca, prata e preta encabeçam, nesta ordem, a lista de cores preferidas pelos consumidores da Chevrolet no Brasil nos últimos anos. No caso do Tracker, no entanto, a cor preta metálica é, com um quinto de participação, a segunda mais requisitada pelos clientes, seguindo uma tendência global entre SUVs.

Em relação ao Tracker, especificamente, uma das razões é o fato de a pigmentação preta que cobre a carroceria do modelo criar um efeito especial.

A tinta traz pigmentos metálicos em sua composição além de uma camada de verniz que ajudam a refletir com maior precisão a luz, evidenciando as linhas e a robustez do veículo.


O Tracker Midnight segue o conceito ‘todo preto’ para um visual mais esportivo e provocador, inspirado em tendências de customização de rua, porém executado de acordo com a excelência e o DNA do design da Chevrolet.

O propósito estratégico desta série especial é atrair um perfil adicional de consumidores ao SUV que mais cresce em volume de vendas no mercado nacional.


Os emplacamentos do Tracker praticamente triplicaram no acumulado do ano, superando 18 mil unidades até agosto, impulsionado principalmente por seus diferenciais competitivos, como o acabamento sofisticado, o motor turbo e as tecnologias de conectividade total, entre elas o sistema OnStar, com mais de 20 serviços de emergência, segurança, concierge e diagnóstico avançado.

Vale destacar que a configuração do Tracker Midnight ofertada ao mercado brasileiro é exclusiva.



Fernando Calmon na sua coluna analisa que as alternativas elétricas a bateria podem alcançar alguma viabilidade em países de alto poder aquisitivo, com governos bancando subsídios (não eternos) e prazos otimistas




Fernando Calmon         

Nº 1.010 — 14/9/18




ALTERNATIVAS MAIS VIÁVEIS



Mobilidade é o acesso às oportunidades e inclui três grandes parâmetros: tempo, distância e dinheiro. A definição precisa foi um dos destaques da apresentação que a FCA preparou para o dia de abertura do 27º Congresso SAE Brasil, semana passada em São Paulo (SP). 

Para a entidade de engenheiros especialistas no tema soou como música. Essa é uma forma muito objetiva de se tratar um assunto que domina cabeças pensantes em todo o mundo, incluindo governos, universidades, indústria automobilística e gigantescos conglomerados de TI (Tecnologia da Informação). 

No total, ao longo de três dias, foram apresentados 116 trabalhos técnicos de profissionais do setor e acadêmicos.
Um dos maiores problemas das cidades brasileiras é que elas crescem de forma espraiada e sem planejamento. 

Ao contrário do senso comum, é mais fácil administrar os deslocamentos em cidades de alta densidade populacional. Londres tem 12.300 habitantes/km², Paris nada menos de 21.000 e São Paulo, 7.300, apesar de seus 11 milhões de habitantes apenas no município (20 milhões na área metropolitana). 

Aquela concentração permite diluir os altíssimos custos de construção de metrô para citar apenas o mais eficiente dos meios de transporte urbano.

O painel dos engenheiros-chefes, destaque do segundo dia, mostrou ao observador mais atento que as alternativas elétricas a bateria podem alcançar alguma viabilidade em países de alto poder aquisitivo, com governos bancando subsídios (não eternos) e prazos otimistas. 

Há também o caso particular da China, onde o nível de poluição nas grandes cidades é assustador, além de a frota circulante crescer sem parar. Lá, ordens têm que ser cumpridas de cima para baixo sem muita discussão. Algo como é isso ou isso mesmo.

No caso do Brasil, o consenso entre os palestrantes apontou a utilização do etanol como solução mais adequada do ponto de vista de custos do que as opções ainda muito caras de eletrificação pura. 

As dimensões continentais do País são outro obstáculo para se construir infraestrutura de recarga. Híbridos com motores flex são uma opção mais barata, entregam substancial economia de combustíveis e baixíssimos níveis de CO2. Outros países não têm acesso ao clima, extensão territorial e área agricultável para produzir etanol de cana.

Na exposição simultânea ao Congresso SAE as novidades cobriam leque amplo de interesse. A Bosch apresentou um sistema de jato de água integrado ao braço do limpador de para-brisa que permite limpeza uniforme, sem dispersão mesmo em velocidades altas. Já usado no passado, agora ficou mais eficiente. Permite aquecimento da água em climas frios, embora exija projeto específico por não ser adaptável a veículo existente.

Também estava lá protótipo de uma roda flexível desenvolvida em conjunto entre a brasileira Maxion e a francesa Michelin para enfrentar buracos e absorver impactos, garantindo maior conforto de rodagem. 

Ainda não há prazo de estreia, nem estimativa de preço. Outra empresa nacional, a Sabó, demonstrou o sistema de impressão digital para prototipagem alinhado às melhores práticas mundiais.

ALTA RODA

MERCADO de veículos novos (248.623 unidades) surpreendeu em agosto a ponto de a Anfavea admitir revisão para cima, no próximo mês, de sua previsão do início do ano de crescimento de 11,9% sobre 2017. Estoques totais em agosto subiram para 34 dias, contra 30 em julho. Além de se manter dentro de limites normais, este mês para compensar terá menos dias úteis de produção.

NEM TUDO são flores. Forte queda de exportações para a Argentina afetará o nível de produção em 2018. Outros destinos no exterior dificilmente poderão compensar a crise no país vizinho, apesar de forte aumento de participação dos veículos brasileiros no Chile, mercado totalmente aberto ao mundo. Esse cenário poderá arrefecer o alto ritmo das linhas de montagem em 2019.

VALORIZAÇÃO do dólar – de R$ 1,67, em 2011 a R$ 4,15, quase 150% – tem sido forte obstáculo para os carros importados. Abeifa, associação do setor, estimava vendas de cerca de 40.000 unidades em 2018. Mas o balanço até agosto último indica que será difícil alcançar tal volume. Ainda assim crescimento de 32% sobre igual período de 2017 está acima dos 15% da média do mercado.

BRAZIL CLASSICS SHOW, mais importante exposição de antigomobilismo do País, em Araxá (MG), este ano teve o apoio da Renault que comemora 120 anos de fundação e 20 anos da fábrica brasileira. Sempre aguardado Melhor do Show, nesta 23ª edição, coube ao Packard Roadster 1931 (8-em linha, 6.309 cm³ e 120 hp), de José Luiz Gandini, importador oficial Kia Motors.

MICHELIN importou para demonstrações em algumas faculdades do País um simulador de capotagem. O público-alvo principal são motoristas mais jovens para que possam avaliar a sensação de um acidente dos mais graves. Faz parte de seu programa Best Driver e um esforço da companhia em prol da segurança viária na Semana Nacional do Trânsito (18 a 25 deste mês).
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

terça-feira, 11 de setembro de 2018

Chevrolet lança acessórios para o transporte de PETs. Linha é composta por cadeirinha, capa de proteção para banco, guia retrátil, extensor de cinto de segurança, bolsa de passeio e caixa transportadora. Os itens chegam como uma das novidades da gama de acessórios do Novo Spin, mas são compatíveis também com outros modelos Chevrolet



São Caetano do Sul
– A Chevrolet está lançando uma linha de acessórios originais específicos para o transporte de cachorros e gatos. Entre os itens estão cadeirinha, capa de proteção para bancos, guia retrátil, guia para ser conectada ao feche do de cinto de segurança, bolsa de passeio e caixa transportadora.

Os acessórios visam o maior conforto e proteção dos animais durante as viagens e, consequentemente, a maior segurança dos demais ocupantes, além do cumprimento das legislações de trânsito.


O número de PETs no Brasil é cada vez maior. Somente a população de cachorros soma 52 milhões – superior a de crianças (45 milhões), de acordo com o IBGE.

Animais de estimação ganharam status de membro da família e cada vez mais acompanham seus donos em pequenos passeios e viagens de carro.

“Os acessórios foram desenvolvidos para atender crescente demanda por mais conforto e proteção dos animais no veículo, até por exigências legais, o que também cria uma nova oportunidade de negócio para a empresa”, justifica Alexandre Wiering, gerente de acessórios da Chevrolet.

De acordo com a legislação de trânsito, guiar com o PET no colo ou entre as pernas é passível de penalização. Já deixá-los soltos no veículo pode ser arriscado, principalmente porque podem distrair o motorista.

A linha de acessórios originais Chevrolet para PETs foca nos donos de cachorro e gatos que buscam fazer passeios com seu animal de estimação.

Os itens chegam como uma das novidades da gama de acessórios do Novo Spin, mas são compatíveis também com outros modelos Chevrolet e até de outras marcas.

Conheça os produtos disponíveis:

- Caixa rígida para transporte
A caixa é uma das maneiras mais seguras de transportar seu pet dentro do carro e deve ser posicionada em locais arejados e que não permitam seu deslocamento, como sobre o assoalho, atrás do banco do carona. O acessório, disponível nos tamanhos M e G, possui trava na porta e certificação IATA (International Air Transport Association).


- Cadeirinha para PETs
O cesto cria uma área determinada para o animal viajar, evitando marcas, arranhões e pelos pelo veículo. É ideal para filhotes, animais leves e pequenos, que devem estar devidamente presos ao cinto de segurança por meio de uma guia específica. Por ser aberta na parte superior, a cadeirinha evita a sensação de confinamento e permite que o animal faça movimentos durante o trajeto.

- Capa impermeável para banco
A capa se adapta a diferentes ajustes dos bancos e evita que o animal caia do assento em manobras. Além disso, a capa é impermeável e traz uma abertura para poder prender a guia específica do animal ao cinto de segurança do veículo.


- Guia com conexão para o feche do cinto de segurança
Feita de nylon, a guia permite prender o animal ao feche do cinto de segurança e sua coleira, evitando que ele circule inapropriadamente pelo interior do automóvel ou tente pular pela janela. A guia pode ser regulada e permite que o animal viaje sentado ou deitado no banco, garantindo assim uma viagem mais confortável.


- Guia retrátil de passeio
O guia retrátil é indicado para variados tamanhos e raças de cachorro sendo ideal para um passeio ao ar livre em segurança com o dono. A regulagem da fita pode ser ajustada de acordo com a situação ou local e dá liberdade de movimentação ao animal.

Fiat Chrysler cresceu no mês de agosto 18% em relação a julho e passa a liderar o mercado de automóveis, SUV's e comerciais leves, atingindo 18,8% de participação do mercado



A Fiat Chrysler Automóveis encerrou o mês de agosto na liderança do mercado brasileiro de automóveis, SUVs e comerciais leves, com 18,8% de participação de mercado, um crescimento de 0.7 p.p. em relação ao mês anterior. 
Com este resultado, a FCA consolida a liderança de vendas no acumulado do ano, com 17,7% de market share de janeiro a agosto - período em que as vendas da empresa totalizaram 279,2 mil unidades.
Em agosto, a FCA cresceu mais de 18% em vendas em comparação com o mês anterior – acima do crescimento de 14,3% registrado pela indústria. Os dois principais brands da FCA no mercado brasileiro, Fiat e Jeep, se destacaram no mês. 
No oitavo mês do ano, a Fiat foi a segunda marca mais vendida no mercado doméstico, com 14,4% do market share, enquanto a Jeep registrou a venda de 10,3 mil unidades, o recorde mensal da marca no Brasil.
“Somos líderes absolutos no segmento de picapes, com Strada e Toro na primeira e segunda colocações, respectivamente. Estamos ganhando participação no segmento de hatches, com o Argo e Mobi, e avançando fortemente entre os sedans, com o Cronos. 
Já o Fiorino é líder entre os comerciais leves, e o Ducato segue em crescimento em seu segmento”, destaca Herlander Zola, diretor do Brand Fiat para a América Latina e diretor comercial Fiat Brasil.
A Jeep lidera o segmento de SUVs, que tem como destaque o Jeep Compass, modelo mais vendido da categoria. “A Jeep mantém a liderança dos segmentos de SUVs mesmo com o mercado extremamente agressivo. 
O Compass continua com mais de 50% do seu segmento e o Renegade ocupa o segundo lugar no acumulado do ano”, afirma Tania Silvestri, diretora do Brand Jeep para a América Latina e diretora Comercial Jeep, Chrysler, Dodge e Ram Brasil.
Segundo Zola, as perspectivas são favoráveis para os próximos meses. “Nossos produtos estão estabelecidos e bem posicionados no mercado. Além disso, está em curso uma campanha de test-drive dos modelos da marca que é fundamental para que os consumidores percebam a tecnologia, conforto e qualidade dos produtos Fiat”, assinala.
 Para Tania, o cenário também é positivo para a Jeep. “Temos um calendário intenso de ações de valorização da marca e dos produtos. Nossa estratégia comercial e de comunicação se apoia sobre os atributos Jeep, que são únicos e, por isso, valorizados pelo consumidor”, afirma.

Coluna Mecânica On Line, de Tarcísio Dias mostra o Polo Automotivo Jeep



COLUNA 
MECÂNICA ONLINE®

10 | SETEMBRO | 2018 |




Polo Automotivo Jeep: marco da Indústria 4.0


A tão esperada transformação pela chegada do Polo Automotivo da Jeep, localizado em Goiana, Pernambuco, é visível pelas novas oportunidades de trabalho e também pelo conjunto de inovações que são apresentadas em seu processo produtivo.

Já são três anos de operação e os resultados são animadores. Em 2017 foram produzidos 179 mil veículos entre Jeep® Renegade e Compass e a picape Fiat Toro. No mesmo perímetro do Polo Industrial temos 16 empresas que formam o parque de fornecedores.

Atualmente, desde a abertura do terceiro turno, o número de trabalhadores do polo subiu para mais de 13.600, sendo 4.850 colaboradores na planta automotiva Jeep, 5.660 no parque de fornecedores e outros 3.100 terceirizados.


A planta Jeep conta com um Centro de Processos dedicado à capacitação de funcionários focado na identificação e no desenvolvimento das habilidades individuais, onde são simuladas todas as operações presentes na linha de montagem real.

Durante o treinamento todos passam por um percurso de desenvolvimento no qual aprendem sobre a produção de veículos e as diversas áreas de competência do WCM, sistema de manufatura de classe mundial adotado globalmente no grupo FCA.

Assim, é possível identificar habilidades e características pessoais de cada um, o que possibilita colocar a pessoa certa no lugar certo, além de criar um ambiente favorável para que cada funcionário possa contribuir para o aprimoramento dos processos com o estímulo à apresentação de ideias para a melhoria do trabalho.


Uma vez identificadas as funções dos novos colaboradores, eles são treinados intensamente de forma que, quando assumem seus postos de trabalho, já são experientes na operação, que conheceram em profundidade no Centro de Processos.

Em 2017, foram realizadas 775 turmas de treinamento dentro do conceito de WCM com mais de 2.500 participantes, entre novos contratados e profissionais que já faziam parte da equipe. No total, foram mais de 12 mil horas de treinamento no Polo Automotivo Jeep em 2017.


Parque de Fornecedores integrado
Ocupando uma área de 270 mil metros quadrados no perímetro fabril, o Parque de Fornecedores é composto por 16 empresas que são responsáveis pela fabricação de 17 linhas estratégicas de produtos para a produção dos três modelos da FCA.

A formação do Parque de Fornecedores estabeleceu junto à planta linhas estratégicas de insumos e componentes, que impactam nos custos e riscos logísticos e na qualidade.

A integração também assegura maior flexibilidade ao processo produtivo, com a adoção dos sistemas just in time e just in sequence. Além disso, esta opção estreita e consolida ainda mais a relação com os fornecedores, permitindo o compartilhamento de processos.


Os investimentos no Parque de Fornecedores ultrapassaram os R$ 2 bilhões. Estão instalados lá fornecedores de conjuntos estampados e soldados, pintura, pelas injetadas de acabamento interno e externo, montagens (como bancos, mecanismos, suspensão, pneus/rodas, vidros, entre outros), além de sistemas complexos como painéis de instrumentos, sistema de arrefecimento do motor e ar condicionado.

Estão em andamento estudos para a implantação de um novo parque de fornecedores, em um raio de 20 quilômetros de distância do Polo Jeep. O novo empreendimento pode duplicar o número de fornecedores instalados na Zona da Mata Norte nos próximos anos.


Um polo exportador
Dos 179 mil veículos produzidos no Polo Automotivo Jeep em 2017, cerca de 35 mil foram exportados, principalmente para a Argentina, México, Caribe Peru, Colômbia e Costa Rica.

Modelo de industrialização
Instalando-se em uma região tradicionalmente ocupada pela monocultura da cana-de-açúcar, tornou-se o centro de um polo industrial e exportador, que gera empregos de qualidade. A instalação da planta e o lançamento da marca Jeep no Brasil constituem um caso de sucesso.

Sendo a planta mais moderna do grupo no mundo, o Polo Automotivo Jeep já nasceu dentro do conceito de Indústria 4.0, que é a fronteira da inovação da manufatura. É um conceito que está presente na FCA de forma global, orientando investimentos nas plantas da América Norte, América Latina, Europa, África e Ásia.


No Brasil, o marco da Indústria 4.0 foi a inauguração do Polo Automotivo Jeep, que iniciou suas atividades já com um grande conjunto de tecnologias digitais de ponta, além de todos os processos de produção possuírem intensa conexão entre pessoas, máquinas e sistemas.

A planta Jeep foi concebida utilizando ferramentas de simulação virtual de processos, equipamentos de última geração e soluções de ergonomia. É ainda totalmente integrada aos fornecedores e todos operam sob o mesmo sistema de comunicação em tempo real para garantir o fluxo logístico, reduzindo o nível de estocagem.

Pesquisa e desenvolvimento - Pernambuco também foi o local escolhido pela FCA para instalar um novo Centro de Pesquisa, Desenvolvimento, Inovação e Engenharia Automotiva. O centro é formado por quatro unidades de diferentes áreas de inteligência automotiva que trabalham em sintonia entre si e com os Centros de P&D grupo no Mundo.


Em Pernambuco, estão as seguintes unidades:
- Software Center: localizado no Porto Digital, é dedicado exclusivamente ao desenvolvimento de softwares automotivos para controle de motores e transmissão (powertrain) que proporcionam maior eficiência energética, redução do consumo de combustível e da emissão de gases, além de maior dirigibilidade, aprimorando o desempenho do conjunto motor-transmissão e melhorando a resposta aos comandos executados pelo motorista.  Esta é a primeira unidade da FCA com foco no desenvolvimento de softwares na América Latina.

- Projetos: é a unidade responsável pela concepção e elaboração dos desenhos dos componentes, motores e transmissões através de operações computadorizadas.


- Centro de Testes Veiculares: é o local onde os veículos destinados ao desenvolvimento (veículos não comerciais) e os protótipos, já com os componentes e softwares desenvolvidos previamente no Centro de Software e de Projetos, são testados, passando por avaliações no tráfego das ruas, análises de materiais e de sistemas nas oficinas, bem como ensaios nos laboratórios.

- Campo de provas: localizado no perímetro do Polo Automotivo Jeep em Goiana, o Campo de Provas permite o aprimoramento e a garantia do desempenho dos veículos da FCA ainda na fase de desenvolvimento. 

Por meio de tecnologias inovadoras, o Campo contribui para o processo de desenvolvimento de novos produtos em menor tempo e com maior precisão e resguardando o sigilo. 

Além disso, vai possibilita diversas simulações de condições às quais os veículos podem ser submetidos, avaliando itens como consumo de combustível, desempenho na frenagem e dinâmica veicular.

Sustentabilidade
De forma pioneira no setor automotivo na América Latina, o Polo Automotivo Jeep alcançou o selo de Carbono Neutro com o desenvolvimento de processos para reduzir e neutralizar emissões de gases de efeito estufa (escopos 1 e 2) geradas pela manufatura ao longo do ano de 2016, com amplo envolvimento dos empregados. O projeto é benchmark no Grupo FCA no mundo.

Para potencializar o engajamento, são realizadas capacitações para ampliar a capacidade perceptiva dos empregados em relação às possíveis perdas de energia e identificação de soluções. 

Para emissões não possíveis de serem eliminadas, realizou-se um plano para compensação, com o investimento proporcional em projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), geradores de crédito de carbono, cadastrados na ONU.

A planta, que utiliza energia de fonte 100% renovável, teve como desafio, para o ano de 2017, reduzir as emissões de GEE no comparativo com o ano anterior. Os fornecedores que mais contribuem para as emissões, como os procedimentos logísticos, também estão envolvidos no projeto.

Atualmente, o Inventário de Emissões, ano base 2017, está em processo de verificação, mas pode-se estimar que a quantidade total de Gases de Efeito Estufa foi reduzida em aproximadamente 9%, considerando o volume de produção.

Aterro Zero
A fábrica Jeep é a primeira planta do Nordeste a ser “Aterro Zero”. Desde outubro de 2015, 100% dos resíduos gerados são enviados para reciclagem e reutilização.

Em menos de dois anos de operação, o Polo alcançou a meta como resultado de esforços contínuos para o correto gerenciamento dos resíduos, seguindo a hierarquia dos 5Rs: Reuse, Reduza, Reutiliza, Recicle e Recupere.

Todos os resíduos gerados no Polo Automotivo Jeep, incluindo o Parque de Fornecedores, vão para a Ilha Ecológica, uma área de 3 mil metros quadrados onde os materiais têm destino certo.

Após triagem, compactação ou trituração, são enviados para reciclagem e reutilização. São 70 profissionais, em três turnos de operação, que atuam no gerenciamento de 6,4 mil toneladas mensais de 114 tipos de resíduos diferentes.

Um diferencial da Ilha Ecológica é a reciclagem de isopor. A tecnologia, criada pela FCA há 20 anos, reduz o volume do material 50 vezes. O isopor transforma-se em pequenas peças de plásticos que, enviados para uma empresa de reciclagem, são matéria-prima para a fabricação de canetas e capas de CDs.

Ainda, como resultado da metodologia do WCM, os processos de todas as unidades, seja industrial ou administrativa, são analisados detalhadamente para identificar soluções que gerem menos resíduos. 

Na unidade de Prensas, por exemplo, retalhos de chapas de aço passaram a ser reaproveitados. O material é transformado em peças menores que compõem as carrocerias. De resíduos, transformam-se em matéria-prima.

Paralelo aos avanços na manufatura, o trabalho da equipe de Meio Ambiente é intenso para ampliar, cada vez mais, os índices de reciclagem e reaproveitamento. Resíduos de tintas, por exemplo, passam por processos químicos e transformam-se em nutrientes usados na plantação da cana-de-açúcar.

Atualmente, são 27 contratos de destinação de resíduos. A maioria é de empresas da região. O “Aterro Zero” impulsionou no entorno do Polo o desenvolvimento da cadeia da reciclagem, com a criação de oportunidades de novos negócios.

Desde o início da operação, com a reciclagem de cerca de 1.500 toneladas de papelão, cerca de 300 mil árvores deixaram de ser cortadas.

VÍDEO ADICIONAL | LINK COMPARTILHÁVEL DO YOUTUBE

Indústria 4.0 - Manufatura 2020 - 1 de 3
https://youtu.be/0Au2aeJRDko


Realidade Virtual - 2 de 3
https://youtu.be/V8NBd5lKqm0


Indústria 4.0 - Exoesqueleto - 3 de 3
https://youtu.be/udUrDDLyKhM
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Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês.
http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Veículo projetado de fábrica para uso de gás como combustível é testado na Itaipu. Essa é a primeira vez que equipes da Itaipu e do CIBiogás fazem testes com biometano em um veículo com a tecnologia a gás abarcada de fábrica e não adaptada.


Desde a última semana, os empregados da hidrelétrica de Itaipu têm visto um veículo diferente trafegando pelas vias da usina. É um Audi A5 Sportback G-Tron branco, veículo importado da Alemanha para passar por testes no Brasil. O modelo, assim como todos da linha G-Tron, foi projetado de fábrica para funcionar com gás como combustível principal, tendo a gasolina como opção secundária.

O carro foi apresentado à imprensa nesta segunda-feira (10) e fica em Itaipu até o final dessa semana para uma série de experimentos relacionados a potência e autonomia com uso de biometano. Para isso, será usado o combustível produzido dentro da usina.


Essa é a primeira vez que equipes da Itaipu e do Centro Internacional de Energias Renováveis - Biogás (CIBiogás) fazem testes com biometano em um veículo com a tecnologia a gás abarcada de fábrica e não adaptada. A chegada do veículo é uma parceria entre a Audi, a Itaipu e o CIBiogás.

Segundo Paulo Schmidt, superintendente de Energias Renováveis da Itaipu, a experiência da Itaipu na utilização do biometano em sua frota pesou na escolha da parceria. “Estamos tendo resultados muito satisfatórios, se avaliarmos as emissões que eram produzidas anteriormente. Ganhamos não apenas pelo uso, mas também pela forma como é produzido, aqui mesmo, na Unidade de Demonstração de Biogás e Biometano do CIBiogás”, disse.

“Faremos testes de autonomia, ligados à quantidade de biometano que pode abastecer o veículo e por quantos quilômetros ele poderá rodar”, explicou o diretor de Desenvolvimento Tecnológico do CIBiogás, Rafael Gonzalez. “Além disso, no final da semana, o veículo fará o trajeto de Foz do Iguaçu a Curitiba abastecido somente com biometano. Queremos ver como vai se sair”, completou.

Também estão sendo feitos testes ligados à potência do motor, especialmente com a variação na produção do combustível. “Vamos produzir o gás com diferentes quantidades de metano, de 80% a 95%, e ver como o veículo responderá a cada diferente composição”, explicou Gonzalez.


Lançado recentemente no mercado europeu, o Audi A5 Sportback G-Tron representa um marco de inovação importante pelo isso exclusivo de recursos renováveis na sua produção. Além disso, como usa o gás como combustível principal, garante a absorção de todas as emissões de CO2 geradas na sua produção.

Produção de biometano
Inaugurada há pouco mais de um ano, a Unidade de Demonstração de Biogás e Biometano é um dos marcos importantes na área de energias renováveis e de mobilidade sustentável promovidos pela Itaipu e CIBiogás. A partir da utilização de resíduos diversos, como restos de comida dos restaurantes da usina, atualmente o local abastece uma parte expressiva da frota de veículos da Itaipu com biometano e, com isso reduz de forma significativa as emissões tóxicas à atmosfera relacionadas às mudanças climáticas.

Freio ABS agora está disponível também para motocicletas de baixa cilindrada. Continental desenvolveu componente de freio antibloqueio das rodas (MiniMAB)



Qualquer um que conduzir uma moto pode atingir o máximo de aceleração facilmente. Mas não são todos os que sabem frear de forma correta. Nos carros, os freios com tecnologia ABS já são mais comuns, fazendo com que o motorista tenha mais controle e segurança, uma vez que o sistema ABS evita o travamento das rodas. No caso das motocicletas, durante muito tempo, o componente foi restrito apenas para modelos topo de linha. Mas isso está mudando.

Desde 2017, no Brasil, as motocicletas com potência acima de 300 cc já devem chegar ao consumidor final com freio ABS de fábrica. Três anos antes, em 2014, o Contran (Conselho Nacional de Trânsito) já havia definido umcronograma com o objetivo de, aos poucos, implementar a obrigatoriedade de que todos as motocicletas acima de 300 cc devam possuir o componente. 


Neste ano, 60% de todas as motocicletas de alta cilindrada fabricadas possuem sistemas de freio antibloqueio e, no começo de 2019, este percentual deve, finalmente, atingir os 100%. 

Porém as motos correspondentes a este segmento compõem apenas 4,30% de todo o segmento de motocicletas no mercado nacional, excluindo da obrigatoriedade os 95,70% das motos restantes(sendo o total de 83,86% de cilindradas entre 51cm³ a 160cm³), conforme o Anuário de 2017 da Abraciclo, das q uais contarãonessa resolução com CBS (CombinedBrake System) obrigatório e ABS opcional.

Pensando em atender todos os mercados, inclusive os de baixo custo e as motocicletas que estão mais presentes nas nossas ruas, a Continental desenvolveu um freio ABS de um canal, chamado de MiniMAB. 

A estrutura deste componente é pequena e leve, ideal para atender, além de modelos mais robustos, as necessidades das pequenas motocicletas e modelos mais básicos, facilitando a instalação e garantindo eficiência. 

O sistema consiste em impedir que a roda dianteira trave em frenagens mais bruscas, garantindo a dirigibilidade do veículo de duas rodas, consequentemente melhorando a estabilidade podendo evitar quedas e acidentes.

Diferenças entre um freio comum e o ABS
Ambos os sistemas possuem duas pastilhas de freio que são responsáveis por pressionar o disco de freio, fazendo com que o veículo possa parar. 

A diferença está no bombeamento do fluído de freio até chegar as pastilhas. Com o sistema de antibloqueio das rodas (ABS), o fluxo de fluído de freio enviado para as rodas é controlado de formar a evitar o travamento das rodas, garantindo a dirigibilidade, melhorando a estabilidade do veículo e consequentemente reduzindo a distância de parada. 

O motociclista poderá então exercer a máxima força de frenagem que o sistema deverá garantir a máxima eficiência de frenagem de forma segura.

Acidentes envolvendo motocicletas
Segundo o Departamento de Estradas de Rodagem e do Ministério dos Transportes Rodoviários da Índia, 26% dos acidentes envolvendo motocicletas poderiam ter sido evitados se elas fossem equipadas com freios de tecnologia ABS. Em regiões como a Ásia, por exemplo, onde o mercado é totalmente popularizado.


“Estudos apontam que mais da metade dos acidentes de trânsito com vítimas fatais envolvem motocicletas. Então, é de extrema importância que essa obrigatoriedade entre em vigor. Por isso, desenvolvemos um sistema que seja acessível para todos os modelos e mercados, criando uma solução que mesmo sendo mais simples, oferece a mesma eficiência dos freios mais robustos dos automóveis, por exemplo”, afirma Fabricio Menezes, engenheiro-chefe do centro de pesquisa e desenvolvimento de sistemas de freios da Continental.

Mercado asiático
Naquela região, o número de motocicletas nas ruas triplicou nos últimos anos. Muitos dos modelos são os mais básicos, como as famosas Scooters, além do alto número de versões mais antigas e sem a manutenção correta e necessária. 
Pensando nisso, neste ano, será obrigatório que toda motocicleta a partir de 125 cc seja equipada com freios ABS. 

A medida foi tomada por conta do alto número de acidentes envolvendo veículos de duas rodas, além da confirmação de estudos apontando que boa parte deles poderia ser evitado caso o equipamento fizesse parte do conjunto de peças que integram as motos.

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