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sexta-feira, 21 de junho de 2019

Papa móvel de João Paulo II, carro de bombeiros, da polícia, de resgate esse é o Mercedes-Benz Classe G, o melhor off-road do mundo que completa 40 anos de serviços prestados e em seu aniversário surge mais confortável, seguro e tecnológico. Para testar seus dons, a Mercedes construiu o G-Class Experience Center, com 100 mil m2

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Em 2019, a Mercedes-Benz comemora o aniversário de 40 anos de um dos modelos de maior sucesso da sua história. O emblemático Classe G chega à sua quarta década e se mantém como um ícone no portfólio da marca.

O acordo de colaboração entre a então Daimler-Benz AG e Steyr-Daimler-Puch, que começou no início dos anos 1970, na cidade austríaca de Graz, é agora uma peça única da história automotiva. 


Na época, o conceito do novo veículo off-road era, por si só, incomum: combinava alta performance off-road com plena capacidade de tráfego e segurança, além de itens que acompanham o modelo até os dias de hoje, como a tração nas quatro rodas, por exemplo.

O ano era 1975 quando a decisão foi tomada de iniciar a produção em série dos modelos G, como eram chamados na época. Ao mesmo tempo, foi decidida a construção de uma nova fábrica em Graz, onde os veículos são fabricados até hoje. 
Apesar de tanto tempo já ter passado, cerca de 80% de todos os veículos desta família já produzidos ainda estão em uso, o que prova a excelente qualidade e durabilidade do veículo, que somente em 1993 passou a ser chamado como conhecemos hoje: Classe G.
Nesta longa e bem-sucedida trajetória, o clássico off-road da Mercedes-Benz já foi visto em diferentes versões especiais. O automóvel já mostrou sua versatilidade em operação com a polícia, bombeiros e serviços de resgate. 

O modelo G também é conhecido em todo o mundo como o "Papamóvel”. O Mercedes-Benz 230 G pintado em madrepérola com um corpo especial transparente acompanhou o Papa João Paulo II em numerosas jornadas entre as décadas de 1980 e 1990.



20 anos de desempenho off-road
Seu 20º aniversário, em 1999, foi também o começo de um capítulo de grande sucesso na história do Classe G: a primeira variante da AMG entrou no mercado na forma do G 55 AMG. Antes disso, o Classe G só estava disponível na AMG como versões individuais.
Dez anos depois, em seu aniversário de 30 anos, em 2009, o Classe G recebeu novos equipamentos, o que aumentou o conforto interior e a exclusividade. Os bancos dianteiros otimizados ergonomicamente passaram a oferecer mais apoio, enquanto novos designs e assentos climatizados tornaram o ícone off-road ainda mais luxuoso.
Em 2012, o Classe G foi aprimorado ainda mais, graças a uma ampla gama de equipamentos, um interior  com ainda mais qualidade, modificações exteriores suaves e novos recursos de segurança e conforto, como o DISTRONIC Plus e o sistema de assistência de estacionamento PARKTRONIC.
O ano de 2017 também tem um papel importante nesta trajetória de quarenta anos, foi quando a 300.000ª unidade do Classe G foi retirada da linha de montagem em Graz e entregue ao público. 

Neste mesmo ano, fãs do modelo de todo o mundo determinaram a especificação do veículo votando em seus equipamentos e componentes favoritos na página oficial do Classe G no Facebook.



A maior mudança da história
Em 2018, o Brasil viu de perto a força bruta do modelo. O ícone mundial entre veículos off-road de alta performance, o Mercedes-AMG G 63, foi apresentado no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo totalmente renovado na edição especial de lançamento Edition 1, que se caracteriza pela construção refinada, novo design exterior, acabamento interno ainda mais luxuoso e altíssimo nível de conforto acústico. 



Mantendo a robustez característica do modelo desde seu lançamento, em 1979, o visual desta versão é dominado pela esportividade da grade Panamericana, acompanhada pelos arcos de rodas salientes, marcantes ponteiras do sistema de escapamento e as rodas com até 22 polegadas de diâmetro. Atualmente, a versão Mercedes-AMG G 63 está disponível no mercado brasileiro.
O futuro: o G-Class Experience Center, em Feldkirchen
As condições são igualmente desafiadoras no local do novo G-Class Experience Center, com 100.000 m2. 




Juntamente com uma área de recepção e apresentação, há quatro módulos de teste no total: uma seção off-road natural e artificialmente criada; o G-Rock, com inúmeras rampas de aproximação com gradientes de até 100%, e uma seção on-road, nas antigas taxiways

É aqui onde os pilotos podem experimentar os limites de suas habilidades com manobras com freios extremos e em percursos de slalom.



Para celebrar com o aniversário de 40 anos, um presente muito especial está sendo preparado para fãs do modelo: em um futuro próximo, o G-Class Experience Center será inaugurado oficialmente no antigo aeródromo da Nittner, em Feldkirchen, a cerca de 15 km ao sul de Graz.

O centro irá oferecer aos clientes de todo o mundo a oportunidade de testar as extensas capacidades do Classe G, para desenvolver ainda mais suas habilidades de direção mesmo em terrenos extremos e experimentar o que está por trás dos critérios de qualidade da marca. 

Próximo dali, na montanha de Graz, está localizada a Schöckl Mountain, a lendária pista de testes onde o Classe G prova sua força e robustez no percurso de 5,6 quilômetros com inclinações de até 60%, representando situações extremas.

Durante a fase de construção, um grande cuidado foi tomado para lidar com as condições existentes com sensibilidade: o percurso na área natural off-road foi adaptado ao local em parceria com especialistas para garantir que árvores e ecossistemas que necessitam de proteção permanecessem intactos.
"Há 40 anos, a combinação de  componentes on e off-road foi um conceito revolucionário. O atual Classe G continua seguindo esta tradição, mantendo seu design em forma de caixa com suas linhas e formas retas ao mesmo tempo em que se renova e se mantém atual. Seu alto desempenho tecnológico hoje forma a base para seu status como um ícone automotivo. Unindo design único, potência em todos os terrenos e alta tecnologia, o Classe G é força bruta!”, diz Holger Marquardt, managing director Marketing e Vendas Automóveis América Latina e Caribe.



quinta-feira, 20 de junho de 2019

Coluna Mecânica Online esteve na maior fábrica de automóveis do mundo, da Hyundai, onde nascem 5.400 veículos por dia



COLUNA 
MECÂNICA ONLINE®

20 | JUNHO | 2019 |   

Tarcisio Dias 



Visitamos o maior complexo automotivo mundial
            
Assista o vídeo:



No início do mês de junho participei de uma viagem atendendo convite da Hyundai Motor Brasil até a Coreia do Sul. Oportunidade para conhecer o Novo HB20 que chega ainda este ano ao mercado brasileiro e entre outras atividades, realizar uma nova visita no complexo fabril de Ulsan, que produz um carro novo a cada 10 segundos.


Localizada a cerca de 300 quilômetros de Seul, Ulsan é conhecida mundialmente por ter a maior fábrica automotiva do mundo, que produz 5.400 veículos por dia. Construída em 1968, o complexo possui uma área de 5 milhões de metros quadrados e comporta 34 mil trabalhadores.



A capacidade de produção é de 1.410.000 veículos por ano (um milhão quatrocentos e 10 mil veículos), o que representa 28% da capacidade de produção global, 1.800.000 motores por ano (37% da capacidade de produção global).

Este é o maior complexo fabril do mundo, composto por cinco fábricas independentes e 19 pistas de testes, além de plataformas de teste de colisão. De Ulsan são exportados 1,1 milhão de carros por ano para um total de 200 países (na Europa, África, Oriente Médio, Ásia, América do Norte e América do Sul – inclusive o Brasil).

Por dia são 9.000 caminhões circulando por dentro do complexo. Por veículo você pode considerar em média, 20.000 peças. No catálogo de fornecedores o número também é grandioso: 5.000.



A Indústria 4.0 também já é uma realidade no processo fabril em Ulsan. Em algumas áreas a automação chega a 100% de todo o processo, como acontece no setor de soldagem, com 518 robôs. 

Na estamparia temos 75% do processo é automatizado, enquanto na pintura, processo mais longo na fabricação de um veículo – que dura cerca de 7 horas, 67% do processo já possui a presença de robôs. A fabricação de um veículo leva em média, 30 horas.



Modelos produzidos
Planta 1: Kona, Accent, Veloster
Planta 2: i40, Santa Fe, Tucson, Avante
Planta 3: Avante, i30, Ionic (HEV, EV, PHEV)
Planta 4: Maxcruz, Porter2, Grand Starex
Planta 5: EQ900, G80, Tucson

Motores e transmissões: cinco motores a gasolina (Kappa, Gamma, Nu, Theta, Tau), cinco motores a diesel (U, R, A, S, D), duas transmissões automáticas e duas transmissões manuais.

Na Coreia do Sul a presença da Hyundai é gigante. O termo Hyundai, que significa modernidade na língua local, mostra que juntamente com a Kia, também pertencente ao grupo, tem produção de 8,5 milhões de carros por ano através do conjunto de 30 fábricas ao redor do mundo. No mercado interno o domínio da Hyundai chega próximo aos 70% dos veículos comercializados.



Diretamente da linha de produção, onde 100% dos carros são testados, os veículos seguem para os navios. Junto ao complexo a Hyundai possui um cais privativo com capacidade para três navios de 50.000 toneladas na doca, onde 400 motoristas embarcam diariamente 4.000 veículos no navio.

Nessa caminhada automotiva, onde visitei pela segunda vez o complexo fabril de Ulsan, também já visitei o segundo maior polo automotivo mundial, que fica no Brasil, em Betim. 

A fábrica da Fiat tem capacidade de produção de 950 mil unidades por ano. Na terceira posição, conheci na sede da Volkswagen, em Wolfsburg, na Alemanha, a maior fábrica do grupo Volks, com capacidade de produção de 807 mil veículos por ano.



Mecânica Online

Seu bolso
As vendas de consórcios cresceram 16,9% no primeiro quadrimestre do ano e aproximaram-se de um milhão de adesões, segundo dados da ABAC. Ao todo, 7,228 milhões de brasileiros são participantes ativos da modalidade. A maior procura ainda é por cotas de veículos leves.

Recall
Segundo levantamento do Procon neste mês, foram abertas 64 campanhas de recall, número similar se comparado com o mesmo período do ano passado. Problemas em airbags, nos freios e no sistema de combustível ou motor são os principais motivos para abertura dessas ocorrências pelas montadoras. Em 2018, foram totalizadas 137 campanhas preventivas e desde 2002 totalizaram 1.451.

Violência
Camaçari, na Bahia, foi escolhida para a instalação de uma montadora de veículos militares pela VSK Tactical Brasil. Com um terreno de 166 mil metros quadrados, dos quais 27.500 de planta industrial, a fábrica representará investimentos de US$ 50 milhões (cerca de R$ 200 milhões) para a produção do J8.

Combustível
Abastecer o automóvel com produtos adulterados pode prejudicar o funcionamento do veículo, provocar falha do motor na hora da partida e, consequentemente, sua autonomia. Essa prática também gera danos ao filtro de combustível, velas e bomba de combustível, o que pode gerar perda de potência.

Triste realidade
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), no ano passado o registro de óbitos em decorrência de acidentes de trânsito foi de 1,35 milhão no mundo. No Brasil, os gastos com atendimento médico, aposentadorias por invalidez e pensões por mortes chegam a R$ 52 bilhões, com impacto anual total de R$ 199 bilhões – o equivalente a mais de 3% do PIB.

Triste realidade 2
O Brasil é o quinto país no mundo com maior taxa de acidentes de trânsito. Entre 2010 e 2016, foram mais de 300 mil mortes e 2,5 milhões de inválidos permanentes, dos quais metade está na faixa entre 18 e 34 anos.

Parabéns!
A Citroën comemora 100 anos com série especial para C3, C4 Lounge, C4 Cactus e Aircross. Ao todo, serão disponibilizadas 550 unidades dos modelos exclusivos.

Capital do Forró
 A Jeep depois de participar do Galo da Madrugada, em Pernambuco, participa do Melhor São João do Mundo, como é conhecido o São João de Caruaru. O camarote de grande porte é destaque no Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, principal local dos festejos juninos na cidade. O espaço recebe a arte do xilogravurista e mestre pernambucano Jota Borges, que criou toda identidade da festa.
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Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuída gratuitamente todos os dias 10, 20 e 30 do mês. http://mecanicaonline.com.br/wordpress/category/colunistas/tarcisio_dias/

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Fernando Calmon deixa claro que Exportar é Fundamental

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Fernando Calmon            

Nº 1.050 — 19/6/19





EXPORTAR É FUNDAMENTAL


Apesar de todos os fatores de desestímulo, a indústria de veículos instalada no Brasil, incluindo veículos leves e pesados, tem programado investimentos de aproximadamente R$ 50 bilhões no período 2016-2024, segundo levantamento da Automotive Business. Isso, por si, não garante que todo esse capital será mesmo despendido. O mercado interno vem se recuperando mês a mês, porém as exportações vão cair este ano, um dado preocupante.

O impacto da queda de vendas à Argentina agravou o quadro. Basta lembrar que em 2005 fabricantes nacionais exportaram quase 900.000 unidades ou cerca de 40% da produção daquele ano. 

Em 2019 o País venderá ao exterior pouco mais de 500.000 veículos, algo em torno de apenas 16% da produção. Situação insustentável porque haverá necessidade de aumentar importações de componentes caros nos próximos anos, sem o contrabalanço de faturamento externo.

No Fórum Estadão Think, da semana passada, surgiu ideia de melhorar, em curto prazo, o volume de exportações em mais um milhão de unidades anuais. Seria por meio de aumento do percentual de reembolso do programa Reintegra, criado pelo Governo Federal para compensar impostos embutidos nos veículos vendidos ao exterior. 

Sim, o Brasil exporta impostos, algo surreal. Hoje o Reintegra é de apenas 0,1% e há proposta de aumentar para 10%.

O problema está no orçamento deficitário do governo. Entretanto, estudo preliminar da consultoria ATKearney estima 120.000 novos empregos para um milhão a mais de veículos. 

A geração indireta de impostos e encargos compensaria a aparente perda de receita fiscal. Nada fácil de convencer o Ministério da Economia. Porém, houve aceno do superintendente da Receita Federal, presente no evento, para estudar o assunto com foco apenas no volume adicional a exportar. Não resolve, porém, o reembolso do imposto estadual previsto em lei e não cumprido.

No mesmo dia do fórum, a Associação Brasileira de Engenharia Automotiva organizou o Simpósio de Eficiência Energética e Emissões. O mundo está às voltas com um dilema: a demanda de energia crescerá 30% até 2040 e só depois desta década o petróleo dará sinais de recuo. 

Até lá emissões de CO2 terão de ser reduzidas pelo Acordo Mundial do Clima. Se o cálculo for feito “do poço à roda” (da produção primária ao que sai pelo escapamento dos veículos) a conta fica ainda mais difícil de fechar.

O Brasil está bem nesse cenário graças aos biocombustíveis: etanol (principalmente) e biodiesel. A meta de emissões de 91 g/km de CO2 para veículos leves é rigorosa, mas deve ser atendida. 

Haverá aumento da produção de etanol para 49 bilhões de litros, quase o dobro do nível atual. E com o programa RenovaBio poderemos vender créditos de carbono para outros países, em especial europeus.

No mesmo seminário foi apresentada a próxima especificação da gasolina. Entre outras mudanças, finalmente se adotará a octanagem RON, de maior difusão no mundo, e manutenção de 27% de etanol. 

Dessa forma haverá maior transparência no processo de produção. Além disso, a referência RON é mais significativa para motores modernos, inclusive os que utilizam turbocompressores.

ALTA RODA

VOLKSWAGEN ainda não confirma, mas picape Tarok (antiToro) será produzida mesmo em General Pacheco, Argentina. Dividirá instalações com SUV Tarek (maior que T-Cross, menor que Tiguan). Ambos os projetos, no entanto, devem atrasar em razão da situação econômica do país vizinho. Início de produção do Tarek: 1º de janeiro de 2021. Picape fica para um ano depois.

SEGUNDA geração do Range Rover Evoque estreia na versão topo de linha: R$ 312.900. Sem mudanças radicais no estilo, tem entre-eixos 2,1 cm maior, mas externamente não aumentou. Dos recursos eletrônicos destaca-se "capô transparente": conjunto de câmeras forma imagem do solo e transfere para tela do console central. Útil em terrenos difíceis e vagas apertadas.

MATERIAIS de acabamento, equipamento e espaço interno são pontos fortes do SUV grande JAC T80 para sete passageiros. Há seis saídas de ar no painel, mas multimídia não aceita pareamento Android Auto/CarPlay. Suspensão e câmbio estão bem acertados, mas sem injeção direta motor turbo tem consumo relativamente alto. Falta regulagem de distância do volante.

CITROËN comemora centenário com edição especial Origins 100, de 550 unidades, distribuídas entre C3, Aircross, C4 Lounge e C4 Cactus. Evento em São Paulo deu chance de dar uma voltinha ao volante de um Citroën 11 B Normale, 1956. Carro de colecionador muito bem conservado, fácil de conduzir e características quase intactas de boa relação conforto-estabilidade.

JOINVILLE (SC) conseguiu melhorar o trânsito por meio de uma rotatória, especialmente construída, que teve origem na análise de dados armazenados em nuvem do aplicativo de rotas Waze. É possível estudar pontos críticos de congestionamentos e implantar obras dentro de custos razoáveis. Atualmente, 70 cidades brasileiras estão aptas a usar a ferramenta.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Free2Move testa serviço de assinatura de veículos. Serviço começa na França e será estendido a outros países

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A Free2Move, marca de mobilidade do Groupe PSA, lança o Car On Demand, um serviço que fornece acesso a um veículo sem um compromisso de longo prazo.

Por meio desta oferta inovadora, a Free2Move continua oferecendo soluções personalizadas, flexíveis e adaptadas às necessidades de seus clientes.

A assinatura pode ser interrompida a qualquer momento, sem custos, com um aviso prévio de um mês.

O serviço se adapta ao estilo de vida dos clientes, permitindo que, a qualquer momento, troquem de carro, ajustem sua quilometragem ou tenham uma pausa entre dois veículos.



O cliente seleciona seu veículo no website do Car On Demand em função de suas necessidades, orçamento e quilometragem esperada. O veículo, recente, inspecionado e certificado pelo Groupe PSA, é entregue no prazo de 14 dias para o endereço de sua escolha.

A assinatura mensal inclui locação, seguro, assistência, manutenção (incluindo pneus) e taxas de registro do veículo.

Com este novo serviço, os clientes podem usufruir dos benefícios de um veículo sem restrições e despesas imprevistas.

Liderado pelo Business Lab do Groupe PSA, o teste destina-se a usuários individuais e corporativos e está sendo realizado inicialmente na França.



Para mais informações, visite https://www.carondemand.free2move.com/.

Mercedes-Benz inaugura concessionário de automóveis em Chapecó. Com expansão de rede, Santa Catarina passa a obter sua quinta loja no estado. Atualmente, a marca possui 56 concessionários no País. Nova identidade corporativa oferece experiência inovadora ao público

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A Mercedes-Benz inaugurou, na última semana, um concessionário de automóveis na cidade de Chapecó, em Santa Catarina. Pertencente ao Grupo DVA, que já atua nas cidades de Florianópolis, Blumenau, Joinville e Balneário Camboriú, a loja possui estrutura para a venda de todo o portfólio de automóveis da marca, incluindo os modelos AMG, além de oferecer atendimento na oficina para clientes.

Inaugurando o 56º concessionário da marca no Brasil, Chapecó está entre as quatro principais cidades de Santa Catarina, além de ser um importante centro industrial, financeiro e educacional. 




Essas características reforçam a importância dessa representação da marca no local, uma vez que o município também exerce influência nas regiões do Oeste Catarinense, Noroeste Gaúcho e Sudoeste do Paraná.

“A expansão da nossa rede de concessionários reforça o quanto a Mercedes-Benzacredita no potencial do mercado brasileiro. Escolhemos Chapecó para apresentar, pela primeira vez, o nosso novo conceito com o intuito de aprimorar a visita dos clientes, que buscam nas marcas, cada vez mais, não apenas produtos, mas experiências inovadoras. Em breve, iremos expandir este padrão para as nossas demais lojas”, afirma Holger Marquardt, managing director de Marketing e Vendas Automóveis América Latina e Caribe.



O concessionário apresenta o novo padrão de identidade corporativa da marca e proporciona uma experiência única ao público. Focado nas necessidades do cliente, o ambiente possui um design requintado e acolhedor, combinando processos de consultoria inovadores com a introdução da digitalização em seus serviços.

Este novo conceito proporciona diferentes opções de formatos de atendimento, uma vez que o showroom não possui mesas de vendedores e o cliente decide o ambiente onde será atendido. Desta forma, ele pode escolher a opção que achar mais conveniente, sendo uma sala reservada ou na área do café em espaço descontraído.

O espaço apresenta um mobiliário com design diferenciado, contendo materiais, iluminações e mídias que trazem a modernidade e a sofisticação presentes na Mercedes-Benz. Além disso, a fachada da loja cria uma transição fluída entre o interior e exterior.

Os serviços de pós-venda e oficina também trazem novidades, com a recepção do cliente totalmente integrada ao showroom, proporcionando a mesma experiência de atendimento e aproximando o público dos novos produtos.

“O Grupo DVA acredita no desenvolvimento de Chapecó, que representa um ponto estratégico para a operação. Ao mesmo tempo que valorizamos os trabalhadores da região, contratando profissionais da cidade, oferecemos um atendimento de qualidade focado nas necessidades do cliente”, afirma Paulo Toniolo Junior, diretor geral do Grupo DVA.



Serviço
Grupo DVAEndereço: Avenida Fernando Machado, número 3674 D - Bairro Líder, CEP 89805-203Telefone: (49) 3513-0000
Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h, e aos sábados, das 9h às 13h

Na 5ª edição da certificação Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais, a camioneta Hyundai HR e o caminhão leve Mercedes-Benz Accelo 1016 foram os campeões gerais, respectivamente nas categorias “Utilitários de carga” e “Caminhões”.

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Rafael Abolis, gerente de Vendas de Caminhões a Frotistas da Mercedes-Benz, e Jack José Nunes Junior, diretor executivo da CAOA Hyundai, recebem os troféus de "Campeão Geral" das categorias Caminhões e Utilitários. 

Com 13,3% e 17,2% de depreciação no período de três anos, o Hyundai HR e o Mercedes-Benz Accelo 1016 obtiveram as melhores avaliações, respectivamente, nas categorias Utilitários de Carga e Caminhões, na 5ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais, da Agência AutoInforme, em parceria com a Editora Frota e Textofinal.

Em cinco edições do SMVR-VC, de 2015 a 2019, a Mercedes-Benz venceu em 16 categorias entre Utilitários e Caminhões. Em cinco oportunidades, a marca alemã cravou o título de “Campeão Geral”. Na sequência, a CAOA Hyundai em quatro categorias, sendo três vezes como “Campeão Geral”; a Renault e Volkswagen, quatro e três vezes, respectivamente, e um título máximo. Fiat, Ford, Iveco, Scania e Volvo também venceram nas categorias, mas não anotaram o maior valor de revenda na classificação geral de Utilitários ou de Caminhões.

Embora o estudo de depreciação seja desenvolvido há vinte anos, a partir dos levantamentos da Molicar, é pela quinta vez que a AutoInforme faz a premiação do setor de utilitários e caminhões, com o objetivo de estimular montadoras e importadoras a valorizar seus próprios produtos e, por consequência, preservar os investimentos de caminhoneiros autônomos e frotistas.

Outros sete modelos foram contemplados pelo Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais. Na categoria Utilitários, além do Hyundai HR (camioneta de carga e campeão geral – 13,3%), venceram o Renault Master Furgão (furgão de carga – 13,5%), o Fiat Fiorino Furgão (furgoneta de carga – 15,9%) e o Mercedes-Benz Sprinter Van (minibus– 15,8%). No grupo Caminhões, o Mercedes-Benz Sprinter 415 (semileve – 19,3), Mercedes-Benz 1419 4x2 Atego (caminhão médio – 23,6%), Mercedes-Benz Atego 1419 (Médio – 24,8), o Scania P 310 8x2 (semipesado – 21,8), o Volvo FH 540 6x4 (pesado – 20,6) e o próprio Mercedes-Benz Accelo 1016 (caminhão leve e campeão geral – 17,2%).

“Para formar o índice de depreciação, foram considerados os preços médios dos veículos zero quilômetro praticados no primeiro trimestre de 2016 e seus modelos correspondentes com três anos de uso – janeiro a março deste ano –, geralmente prazo inicial de substituição para fins de renovação de frota”, explica José Augusto Ferraz, diretor da Editora Frota.

“Outro critério mantido foi subdividir os veículos em dois grupos, utilitários – com quatro categorias – e caminhões – com outras cinco. A partir desse modelo, analisamos 105 modelos, dos quais 89 de caminhões e 16 de utilitários. Foram excluídos os veículos cujo volume de licenciamento em 2016 foi inferior a 50 unidades, em razão de sua pouca representatividade”, argumenta Ferraz.

Segundo Joel Leite, idealizador do prêmio e diretor da Agência AutoInforme, “esse estudo vem sendo feito há quase vinte anos, em parceria com a Molicar. O selo é um reconhecimento às marcas que tiveram os seus veículos entre os de Maior Valor de Revenda em 2019”, para quem “em vez de questionar por quê um utilitário/caminhão perde valor, deveríamos perguntar por quê um veículo mantém um valor de mercado tão alto e por tanto tempo”.

“A depreciação depende de vários fatores: do tamanho do veículo, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Assim, nossa expectativa é que a certificação possa servir de balizador, para uso de fabricantes e distribuidores de veículos, administradores e proprietários de frotas, bancos, financeiras e seguradoras”, enfatiza Leite.

terça-feira, 18 de junho de 2019

Prevenção de acidentes é preocupação da Volkswagen que realiza centenas de testes de colisão em seus laboratórios para obter carros mais seguros. Saiba como funcionam esses laboratórios que pretendem oferecer o maior nível de segurança aos usuários de seus veículos. Assista e se inscreva no canal Blog do Arnaldo Moreira no You Tube

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No mês em que a redução dos acidentes de trânsito é debatida no Brasil e no mundo, a Volkswagen do Brasil abre, pela primeira vez em sua história, seu laboratório de Segurança Veicular – um dos mais avançados da América Latina e referência no Grupo Volkswagen no desenvolvimento de veículos – para demonstrar os testes que são aplicados no desenvolvimento de veículos capazes de oferecer o máximo desempenho em segurança. 


Nos laboratórios foram desenvolvidos alguns dos modelos que recentemente obtiveram nota máxima em segurança nos testes realizados pelo Latin NCAP, instituto independente que avalia carros novos vendidos na América Latina e Caribe – como o T‑Cross, primeiro SUV fabricado pela Volkswagen no Brasil.



Volkswagen - Segurança Veicular
Aliás, no quesito segurança, a Volkswagen detém o maior número de modelos com nota máxima na proteção para os ocupantes no ranking do Latin NCAP. São quatro modelos com cinco estrelas tanto na proteção para adultos quanto para crianças: Golf, Polo, Virtus e T‑Cross.

Além das cinco estrelas para adultos e crianças, Polo e T‑Cross também ganharam reconhecimento extra: o “Advanced Award”, destinado a veículos que atendem critérios de proteção a pedestres. O Polo foi o primeiro modelo comercializado no Brasil a receber esse prêmio.

A avaliação é feita com base em testes que simulam situações de acidentes envolvendo pedestres, conforme padrões estabelecidos por legislações internacionais, que serão incorporados à brasileira a partir de 2025 – a empresa já se antecipa e oferece agora o que será exigido no futuro.

O T‑Cross recebeu o “Advanced Award” pela oferta do sistema de frenagem automática pós-colisão, que aciona automaticamente os freios do veículo em caso de acidente, evitando colisões subsequentes

Assim como o Polo e Virtus, o T‑Cross também oferece tecnologia de proteção aos pedestres, que mitiga lesões em situação de atropelamentos através de áreas de deformações programadas e elementos de absorção de energia.

Esses excelentes resultados foram alcançados por meio de investimento contínuo, no aprimoramento da segurança e de modernos conceitos de desenvolvimento aplicados aos veículos. Pioneira em Segurança Veicular e Crash-tests no Brasil desde os anos 1970, a Volkswagen também é a 1ª Marca do País a realizar testes e conquistar premiações na proteção aos pedestres.


História do laboratório
O departamento de Engenharia de Segurança Veicular foi criado no Brasil em 1970, e o primeiro laboratório foi inaugurado em 31 de março do ano seguinte, ainda nas instalações da Volkswagen no bairro do Ipiranga, em São Paulo (SP). 

No início eram realizados testes de colisão frontal e traseira nos veículos. Os primeiros modelos desenvolvidos de acordo com esses novos métodos foram: Variant, TL, 1600 e SP2 (1970-1974).

A estrutura de Segurança Veicular foi transferida para a Fábrica Anchieta em meados dos anos 1980 – a inauguração da nova pista de crash-test (acidente) ocorreu em 1989. Os novos recursos viabilizaram o desenvolvimento, por exemplo, do Fox (versão do Voyage destinada ao mercado dos EUA), atendendo aos rigorosos requisitos da legislação americana da época.

O laboratório é atualmente um dos mais modernos, avançados e equipados da empresa no mundo e está apto a desenvolver localmente produtos globais, desde o início do projeto até sua entrada no mercado. 



Além do laboratório de Crash-test, a área conta com câmaras climáticas para análise de acionamento de airbags; dispositivos de tração para testes de resistência em carroceria dos pontos de ancoragens de cintos e bancos.

Recentemente foi atualizado o laboratório com dispositivo de Sled test (”trenó”) de última geração e adicionados novos equipamentos e dispositivos de proteção a pedestres.

Para se ter uma ideia do volume de testes realizados no laboratório, em um ano são realizados mais de 100 testes de colisão, 200 testes de “trenó” e mais de 500 deflagrações de airbags, entre outros ensaios.

Além dos testes realizados durante o desenvolvimento do veículo, o laboratório também realiza revalidações constantes em seus produtos que estão em produção de série, para assegurar que a produção mantenha o mais alto nível de qualidade.


Bonecos antropométricos (dummies / manequins)
O “crash test dummy”, ou boneco antropométrico, é uma peça fundamental no desenvolvimento de um veículo seguro. Trata-se de um instrumento de teste calibrado que é usado para medir o potencial de lesões em todo o corpo que podem ocorrer em colisões de veículos. 

Esses bonecos antropométricos simulam a resposta humana a impactos, acelerações, deflexões, forças e momentos gerados durante um acidente.



Transdutores instalados no manequim fornecem os níveis físicos experimentados pelo manequim. Essas leituras são controladas e podem ser repetidas graças ao projeto e contínua calibração e manutenção do “dummy”.

Os dados para o desenvolvimento das respostas do manequim do teste de colisão provêm de medições fisiológicas humanas. Os “dummies” possuem diversos tamanhos-padrão e podem ser usados em diferentes situações de condução.

Para os testes de Latin NCAP são utilizados manequins-padrão de 75 kg e 1,75 metro de altura, que representam a média da população. Crianças são representadas por bonecos que simulam indivíduos de 1,5 ano e 3 anos (com tamanhos e pesos respectivos).

A Volkswagen, por critérios internos, também faz avaliações com bonecos de padrões diferenciados, com aproximadamente 1,90 m e 100 kg e 1,45 m e 50 kg, abrangendo pessoas com menores e maiores estaturas.

Os dummies (manequins) também são utilizados para avaliação ergonômica e posicionamento e facilidade de utilização de cinto de segurança.





Dispositivos de retenção
Sistemas de retenção têm a tarefa de minimizar o risco de lesões aos passageiros dentro do veículo. Um sistema de retenção para uma colisão frontal consiste em cintos de segurança com pré-tensionadores e limitadores de força, airbags do motorista e passageiro, coluna de direção com sistema absorvedor de energia e assentos com apoios de cabeça.

O principal sistema de proteção aos ocupantes é o cinto de segurança de três pontos. Sua função é conter os ocupantes em seus assentos em caso de acidente, de modo que eles sejam desacelerados na mesma velocidade que a célula de sobrevivência em que se encontram, sem que sejam expostos a forças severas e descontroladas.

Os pré-tensionadores eliminam a folga do cinto puxando e ajustando-o adequadamente ao corpo do ocupante. O limitador de força reduz a força máxima do cinto ao que suporta a estrutura humana, portanto minimizando o risco de ferimentos nas partes superiores dos ocupantes – pela ação de uma barra de torção existente dentro do retrator do cinto de segurança.

A concepção e posicionamento dos apoios de cabeça é de grande importância, tanto nos impactos traseiros como frontais (na fase conhecida por “whiplash”, ou efeito chicote), para os efeitos da carga que atua nos ocupantes da região da cabeça e pescoço. 




Apenas apoios de cabeça corretamente ajustados podem transferir a energia induzida em caso de impacto na cabeça da estrutura de suporte de carga do banco de uma forma predefinida e, assim, ajudar a prevenir ou reduzir lesões na região da cabeça e da coluna cervical.

Proteção a pedestres
A Volkswagen é a única a desenvolver no Brasil novos veículos com tecnologias de proteção às pessoas em caso de atropelamento.

Durante o desenvolvimento de um novo produto, os engenheiros de Segurança Veicular da VW realizam testes com a finalidade de monitorar e avaliar quais serão as influências do veículo sobre o pedestre e, se necessário, redesenham componentes do veículos (para-choques, capô, para-brisas e colunas do veículo). Tudo isso com objetivo de mitigar lesões decorrentes dos impactos, sem comprometer a integridade estrutural do veículo.

Os testes são realizados primeiramente por meio de simulações em realidade virtual. Após isso, são verificados e validados por meio de ensaios reais. Para esses experimentos, são utilizados com máquinas e sensores de última geração, que simulam as diferentes partes do corpo humano. Há três tipos de avaliações:

1- Impacto da perna: Teste realizado com velocidade de 40 km/h, arremessando objeto que simula a parte superior e inferior da perna, além dos ligamentos dos joelhos, contra vários pontos da parte frontal do automóvel.

2- Impacto da pélvis: Teste realizado com uma velocidade que varia entre 20 e 30 km/h, através de um simulador da parte pélvica que é lançado contra a parte frontal do veículo para registrar e avaliar quais os níveis de lesão a que o corpo estará sendo submetido.

3- Impacto da cabeça: Região mais vulnerável do corpo, crítica e fatal. O teste é realizado com um dispositivo que representa a cabeça de um adulto e de uma criança com massas que variam de 4,5 kg e 3,5 kg, respectivamente. A finalidade desse teste é registrar a qual nível de desaceleração a cabeça estará exposta durante a colisão com o capô e para-brisas. Os testes são feitos a velocidades entre 35 km/h e 40 km/h.


Airbags




Os airbags são utilizados em conjunto com os cintos de segurança para reduzir o risco de lesões graves na cabeça e no peito em colisões.

Se os sensores de colisão registrarem um impacto frontal de intensidade e características que coloquem em risco os ocupantes, a unidade de controle dos airbags aciona os geradores de gás, que inflam os airbags em aproximadamente 30 milissegundos. Os airbags quando ativados amortecem a cabeça e a parte superior do corpo.


O sistema é capaz de diferenciar colisões, seja qual for sua gravidade – de choques severos no veículo, até os causados por bater em pedras ou em um buraco profundo, por exemplo, além de identificar o ângulo de impacto do choque (que pode ser outro impeditivo de acionamento de airbags). Isso elimina a possibilidade de deflagração indevida.

Há diversos tipos de airbags: frontal de motorista, frontal de passageiro, de joelho, lateral e de cortina. Em geral, os componentes principais de um módulo de airbag são: suporte, conector elétrico, invólucro, bolsa (poliamida) e gerador de gás.

Cada veículo possui airbags específicos, em termos da geometria da bolsa e da potência do gerador – em virtude da diferença de estrutura dos veículos, características de deformação e absorção de impacto, proporcionando assim o melhor desempenho.

airbag não tem data de validade. Qualquer dano ou risco de mau funcionamento no airbag será indicado pelo sistema de auto diagnose e mostrado no painel de instrumentos do veículo. Além disso, são feitos testes de envelhecimento dos airbags, em temperaturas extremas (altas e baixas).


Sled test
O atual “Sled test”, ou trenó, permite avaliar com tecnologia de alta precisão as consequências de um acidente de trânsito para os ocupantes do veículo, sem a necessidade de utilizar veículos. 


É a simulação física de um impacto, espécie de etapa intermediária entre as avaliações virtuais, feitas em computador, e o Crash test – o Trenó simula qualquer tipo de impacto e desaceleração decorrente do acidente, de maneira mais econômica e rápida do que o crash test.

No Sled podem ser realizados testes de colisão dianteira, traseira ou lateral, em velocidade variadas.

Sled test permite a avaliação isolada de determinados componentes do veículo, como cintos de segurança, airbags, bancos, coluna de direção ou painel de instrumentos – toda a parte interna do veículo.




Crash test
Durante o desenvolvimento de um novo veículo, testes de colisão são aplicados para avaliação e aprimoramento da segurança do modelo e proteção dos ocupantes.

A Volkswagen realiza dezenas de testes de colisão (crash tests) nas mais variadas situações durante o desenvolvimento de um novo veículo. São utilizados diferentes tipos de barreira e velocidade, de forma a abranger o maior espectro de possibilidades que podem ocorrer no campo.

Os testes seguem o padrão de legislação e critérios de consumidores como o Latin NCAP, que incluem a análise de impacto frontal – a 64 km/h contra uma barreira deformável descentrada (40%), impacto lateral (contra uma barreira deformável montada em um trenó a 50 km/h contra o veículo) e impacto lateral contra poste – o veículo é lançado lateralmente a 29 km/h em direção a um poste.

A classificação da proteção infantil é oferecida por meio da avaliação do comportamento dinâmico dos sistemas de retenção infantil (as “cadeirinhas de criança") nos testes frontal e lateral, além da facilidade e segurança na instalação desses dispositivos.

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