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segunda-feira, 15 de agosto de 2022

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BRMX: Husqvarna Power Husky/Goldentyre conquista pódio em Morrinhos com Gabriel Cirino. Cirino fechou na 4ª posição na MXJR na prova válida pela penúltima etapa do Campeonato Brasileiro de Motocross, no interior de Goiás

 

Nesta temporada, Heitor está em nova categoria (65cc) e novos desafios. Fotos: Ney Evangelista

Morrinhos (GO), 15 de agosto de 2022 – Fim de semana de boas disputas e calor intenso no Campeonato Brasileiro de Motocross, em Morrinhos, no interior goiano. Neste domingo, Gabriel Cirino #81 (TC85) conquistou seu primeiro pódio para a equipe Husqvarna Power Husky/Goldentyre. Em sua primeira temporada na equipe e, em nova categoria, o paulista fechou a corrida na 4ª posição na MXJR, na prova válida pela 6ª e penúltima etapa da temporada.

Foi uma prova intensa desde a largada. Na primeira volta Cirino estava em 6º e com 5 minutos de corrida chegou a 3ª posição. Depois travou uma boa disputa com Hyan Santos, foi ultrapassado mas manteve uma pilotagem segura até o final e terminou na 4ª posição até o final.

Com pilotagem segura, Cirino teve bom desempenho no fim de semana. Foto: Ney Evangelista

“Não conhecia a pista de Morrinhos que tem chão duro, formando muitas canaletas e cavas, o que exigiu muito do físico também. Esse primeiro pódio foi muito importante, para dar o gás que eu precisava nessa nova categoria. Que venha a próxima etapa”, afirma o piloto que comemorou seu aniversário de 13 anos durante a competição. 

“O desempenho da moto foi decisivo para o resultado. Agradeço a Power Husky, principalmente ao Alemão, que não mede esforços para deixar a moto perfeita para a minha pilotagem”, completa Cirino que fez 32 pontos na competição de rodada dupla e, agora, está em 6º na classificação do Campeonato Brasileiro, na MXJR, com 84 pontos.

    Foto: Ney Evangelista

Quem também encarou a pista técnica de 1.380 metros do Motódromo Municipal com muita garra foi Heitor Matos #300 (TC 65), FOTO ACIMA, que nesta temporada compete pela 65cc, depois de conquistar os principais títulos em 2021 na 50cc – foi Campeão Brasileiro e Paulista de Motocross e também do Arena Cross. 

O piloto passou por cirurgia, após quebrar o pé, em maio, ficou fora de duas etapas do campeonato e retornou neste fim de semana. Da 16ª posição na primeira volta, o paulista fez boas ultrapassagens e chegou a 6ª posição, mas terminou a corrida em 7º, no sábado.

Com sete pontos a mais, o paulista está em 9º na classificação do ranking na categoria. “Ainda não foi o meu melhor porque não estou treinando como antes. Fiz uma corrida de recuperação e cheguei até a 6ª posição. Agora vamos para a etapa final em setembro, mas antes tem o Arena Cross no próximo fim de semana”, diz Heitor animado.

Desta vez, a equipe foi representada apenas por dois pilotos em Morrinhos (GO), pois Humberto Martin Machito (MX1), Franco Iavecchia (MX2JR e MX2) e Maurício Fernandes (MX5) estão se recuperando de lesões.

“Gabriel está de parabéns pela conquista do pódio. Se mostrou mais confiante para acelerar e teve um desempenho muito positivo e a sua evolução foi notória. Já Heitor voltou agora ao Brasileiro, está na primeira temporada na categoria (65cc) e fez uma boa corrida e, certamente, para etapa final vai estar 100%”, destaca Maurício Fernandes, que além de piloto é sócio-diretor da Husqvarna Brasil.

Cirino #81 conquista seu primeiro pódio pilotando uma Husqvarna

A equipe HUSQVARNA POWER HUSKY/GOLDENTYRE conta com patrocínio da Husqvarna Brasil, Goldentyre Brasil, Circuit Equipment, Liqui Moli Brasil, Ride100%, Grupo 2W Motors, KTM Bikes e Machito Scholl 101.

Nesta temporada a Husqvarna é uma das patrocinadoras do Campeonato Brasileiro de Motocross. Mais informações www.powerhusky.com.br e Instagram @ powerhuskymotorcycles e @husqvarna_motorcycles_br

- Campeonato Brasileiro de Motocross (Morrinhos/GO)

Gabriel Cirino conquista a 4ª posição no pódio, neste domingo, em Morrinhos
(Divulgação)

Resultado Domingo (14/8)
Categoria MXJR
1º Bernardo Tibúrcio (KTM)
2º Pietro Piroli (Gas Gas)
3º Hian Costa Santos (Gas Gas)
4º Gabriel Cirino (Husqvarna)
5º Kevyn de Pinho (KTM)

Resultado Sábado (13/8)
Categoria 65cc (sete primeiros)
1º Caio Grosbelli (Gas Gas)
2º Kayky de Pinho (KTM)
3º Lucas Matos (KTM)
4º Pedro Soares (Yamaha)
5ª João Barbosa (KTM)
6ª Victor Rocha (KTM)
7ª Heitor Matos (Husqvarna)

- Classificação do Campeonato (após seis etapas)

Categoria MXJR (Top10)
1º Bernardo Tibúrcio (KTM) – 150 pontos
2º Pietro Piroli (Gas Gas) - 132
3º Kevyn de Pinho (KTM) - 106
4º Hian Costa Santos (Gas Gas) - 105
5º Diego Beek Coria (Yamaha) - 92
6º Gabriel Cirino (Husqvarna) - 84
7º Zion Berchtold (Yamaha) - 70
8º Pablo Alves (Kawasaki) - 60
9º Matheus Oliveira (KTM) - 55
10º Lucas Matos (KTM) - 49

Categoria 65cc (Top 10)
1º Lucas Matos (KTM) – 60 pontos
2º Caio Grosbelli (Gas Gas) - 59
3º Pedro Soares (Yamaha) - 56
4º Zion Berchtold (Yamaha) - 51
5ª Kayky de Pinho (KTM) - 42
6ª Victor Rocha (KTM) - 40
7º João Barbosa (KTM) - 30
8º Vicente Nunes (Husqvarna) - 30
9º Heitor Matos (Husqvarna) - 28
10º Miguel Kurtzboer (Yamaha) - 27

Há 40 anos, uma aventura que uniu dois centros produtivos da indústria automobilística: São Paulo-Detroit a bordo de um Del Rey e ma picape Ford Pampa


O dia 12 de agosto é data comemorativa para a Ford brasileira. Nesse dia, em 1982, há exatos 40 anos, o engenheiro José Augusto Barbosa de Souza e o mecânico Wilson Sorbo, funcionários da Ford, o repórter Renato Modernel e o fotógrafo Heitor Huy, da revista Quatro Rodas, deram início a uma viagem entre São Bernardo do Campo e Detroit, unindo, pela primeira vez, os centros produtivos de veículos do Brasil e dos Estados Unidos e que durou quase dois meses.

 

Depois do início oficial, na fábrica da empresa, em São Bernardo do Campo, os quatro integrantes do grupo foram até o Palácio do Governo de São Paulo, para a largada simbólica, pelo governador do Estado da época, José Maria Marin.

 

O objetivo foi percorrer a distância estimada de 20.000 quilômetros por nove países para exibir aos diretores e engenheiros da Ford matriz a qualidade de modelos produzidos pela empresa no Brasil.

 

O engenheiro José Augusto pilotou a caravana em uma viagem de trabalho que permitiu ao grupo submeter os veículos a um teste de resistência e qualidade, além de conhecer a América Latina e parte dos Estados Unidos.

 

Saindo do Brasil, o grupo percorreu estradas do Paraguai, Argentina, Chile, Peru, Equador, Colômbia e Venezuela onde chegou exatamente um mês depois, a 12 de setembro, após uma sofrida, mas entusiasmante, empolgante e instrutiva aventura.

 

A viagem, que todos imaginavam ser uma mera superação de quilômetros, foi causando surpresas a cada dia e transmitiu ao grupo lições de geografia, hábitos e comportamento pessoal que exigiram muita

 

Paciência, dedicação, criatividade e aceitação mútua. É natural que pessoas adultas em convivência obrigatória durante longos períodos, mesmo com amigos íntimos, se desentendam até por receber excesso de atenção. Já vi amigos brigarem por excesso de convivência.

 

Ao tentar sair da Argentina no terceiro dia da excursão surgiu a primeira surpresa: uma imprevista nevasca na Cordilheira dos Andes fechou o acesso ao Chile, sem previsão de normalização do tráfego de veículos.

 

Descobriu-se o acesso ao Chile pela parte sul dos dois países, por Bariloche e Osorno, o que aumentou a distância da viagem em 2.600 quilômetros. Depois, foi o desfrute das belezas do Chile e, em seguida, o deserto do Atacama, no Peru, com longos trechos dourados pela areia da região.

 

Há 40 não se pensava em serviços de qualidade e as estradas mal conservadas obrigavam a passar por pontes improvisadas por pranchas de madeira para a travessia de rios e, também, trechos em lamaçais, onde os veículos encalhavam, obrigando os aventureiros a juntarem suas forças para liberá-los a fim de prosseguir a viagem.

 

Nas fronteiras a dificuldade era a permissão para ingressar nos países, principalmente a Pampa - o carro oficina -- carregada de peças de reposição que exigia rigorosa fiscalização e se transformava em pedidos de gorjetas, para a autorização de entrada nos países ou venda de rifas cujos resultados ninguém ficaria sabendo. Em um deles os funcionários da alfândega chegaram a pedir ajuda para a pintura do edifício com a informação de que necessitava de um melhor aspecto, porque a liberação da verba necessária sempre demorava muito para ser liberada.

 

Em Bogotá, capital da Colômbia, uma cena nunca vista. O engenheiro José Augusto sugeriu ao companheiro Wilson Sorbo para assistirem a uma missa de agradecimento a Deus pela proteção recebida ao longo da viagem.

 

Mas quando a missa chegou ao momento da comunhão três assaltantes provocaram uma cena de pugilato, tentando roubar Wilson Sorbo. José Augusto, em defesa do companheiro, tentou evitar o assalto envolvendo-se em luta com um dos marginais o que os levou ao chão, enquanto o padre dava ênfase às palavras de Jesus Cristo na benção do pão e do vinho.

 

No dia seguinte, na sequência da viagem, os brasileiros precisaram reunir-se para vencer um trecho em lamaçal da estrada em reforma onde os carros ficaram encalhados.

 

Depois de superar esses obstáculos, os participantes prosseguiram viagem e antes de chegar a Caracas entusiasmaram-se com a beleza da paisagem entre Medellin e Cartagena. Ao chegar a Caracas, o grupo completou o percurso de 11.756 quilômetros com a média diária de 380 quilômetros, apesar das dificuldades que enfrentaram.

 

A dupla da revista Quatro Rodas foi substituída pelo repórter Emílio Camanzi e pelo fotógrafo Milton Shiratta, mas tiveram que superar mais um problema: os carros chegaram a Miami com pneus esvaziados, sem extintor de incêndio e também sem bateria que, de acordo com a empresa aérea, seguiram o procedimento de segurança exigido para o transporte de veículos.

 

A viagem entre Miami e Detroit foi cumprida em 7.250 quilômetros por rodovias modernas e muito bem pavimentadas. Antes de chegar a Detroit, o chefe da equipe, José Augusto, combinou com o representante de imprensa da Ford Brasil, Carlos Roberto Costa, o horário de chegada da comitiva à sede mundial da Ford, determinada para às 11 horas e que seriam recebidos por diretores e até por Henry Ford II.

 

Faltando poucos minutos para o horário combinado, Henry Ford II juntou-se a outros diretores que aguardavam os viajantes. Esperou por aproximadamente meia hora, mas como tinha outro compromisso, delegou a recepção a Lindsey Halstead, presidente da Ford brasileira.

 

Há 40 anos, não existia o celular, o que impossibilitou o contato telefônico com os viajantes. Ao meio-dia do 2 de outubro de 1982, o Del Rey e a pick-up Ford Pampa chegaram ao Head Quarter, da Ford. E, ao encontrar-se com os diretores da empresa, o jornalista Emílio Camanzi disse, muito orgulhoso: chegamos pontualmente no horário combinado. Mas não sabia que entre as duas cidades havia uma hora de diferença de horário.

 

Com o entusiasmo pelo êxito da aventura ninguém se lembrou de informar esse detalhe aos brasileiros. Mas, como tudo terminou bem, foram confraternizar-se na residência de John Tomé, responsável pela comunicação da Ford para todo o continente americano e a região oriental do planeta.

 

Renato Modernel, que participou da fase sul-americana da viagem definiu o programa como um filme de longa quilometragem que permitiu sentir muito de perto a América Latina e os Estados Unidos por terra. Ele definiu que foram dois meses de uma caminhada exaustiva, perigosa mas surpreendentemente instrutiva e encantadora.

 

Acesse nossos podcasts clicando aqui.

  

Crédito das imagens: Arquivo pessoal José Augusto Barbosa de Souza


 

Muito Além de Rodas e Motores

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Light & Vision: a nova iluminação para o Novo Polo com faróis de LED em todas as versões e GTS terá faróis matriciais de LED - IQ.Light




 

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https://youtu.be/vdWzFwA_KdU


 

São Bernardo do Campo (SP) -- Já parou para pensar quanto tempo é necessário para o desenvolvimento de um farol? Atualmente, cerca de dois anos separam o início do estudo de uma nova peça até sua versão final. Ao explorar a evolução da iluminação automotiva, a Volkswagen dá as primeiras informações oficiais sobre o Novo Polo, programado para chegar ao mercado no segundo semestre deste ano.
 

O novo hatch compacto da Volkswagen será o único modelo do segmento a oferecer faróis de LED desde as versões mais básicas. Já para o Novo Polo GTS está prevista a tecnologia exclusiva de faróis de LED matriciais da Volkswagen. Trata-se de um equipamento inédito para o hatch e para o segmento.
 

“A importância de um conjunto de iluminação vai além da segurança e conforto, envolve tecnologia, design e estilo. Com o Novo Polo, pensamos desde início para trazer opções mais avançadas e que mantivessem o Polo como referência no segmento. Uma delas foi a iluminação, embarcando em toda linha alta tecnologia com itens de série”, afirma Ciro Possobom, COO da Volkswagen do Brasil.

 


 

Dá trabalho, mas vale a pena!

Durante 24 meses, o projeto de iluminação é dividido em seis etapas principais dentro da engenharia: Planejamento do Produto, Desejos de Design, Viabilidade Técnica, Protótipos e Pré-Validação, Validação do Produto e, por fim, Produção. Ao longo das etapas, mais de 16 tarefas são realizadas com intuito de garantir a validação e qualidade da peça, começando com o conceito e indo até simulações digitais e testes de funcionalidade na vida real.
 

“O processo de criação e validação de qualquer peça demanda um trabalho extenso da nossa equipe. Faróis, assim como todas as peças de iluminação, são partes delicadas e bastante técnicas, com necessidade de envolver diversas áreas dentro da própria engenharia, como elétrica, segurança e desenvolvimento, mas, também, outras áreas, como o design. São diversos protótipos até chegarmos na peça que será instalada no carro”, comenta Antonio Carnielli Jr., Diretor Adjunto de Engenharia de Carroceria, Acabamento, Segurança Veicular e Pré-Desenvolvimento da Volkswagen do Brasil.
 

Para o Novo Polo o objetivo era certo: embarcar uma tecnologia de iluminação que entregasse mais segurança, conforto e tecnologia ao motorista. A partir daí, ficou clara a necessidade de equipar toda a gama com LED por sua eficiência e durabilidade, reduzindo em até 95% o consumo de energia e com durabilidade 25 vezes maior do que um conjunto halógeno convencional, além de uma redução de sete gramas no consumo de CO2 por ano.
 

O conjunto H7 do Novo Polo, composto por farol alto, baixo e sinalização diurna totalmente em LED, trará, principalmente, qualidade de iluminação, podendo alcançar um fluxo luminoso de mais de 700 lumens (quantidade de luz irradiada) de intensidade - aumento de mais de 50% comparado ao halógeno -, e mais de 130 metros de distância, alcance 85% maior na comparação.


 

IQ. Light também no Novo Polo GTS!

Dando sequência à chegada da tecnologia no Brasil, feita pelo Taos em 2021, o Novo Polo GTS estará equipado com o IQ. Light, entregando uma assinatura ainda mais marcante e esportiva para a linha GTS, com os dois canhões de luz aliados ao exclusivo DRL (Daytime Running Light) duplo.
 

O conjunto de LED matricial oferece conveniência, conforto e segurança, já que, através do sistema de controle dos faróis, ele une as informações captadas pela câmera atrás do retrovisor e do sensor embutido no emblema no para-choque dianteiro para oferecer alguns recursos inéditos.
 

Com diferentes pontos de LED no canhão de luz do IQ. Light, a iluminação conta com tecnologia exclusiva, o FLA (Front Lightning Assistant), que trabalha o farol alto de acordo com a detecção de veículos a frente ou no outro sentido, apagando e acendendo os diferentes trechos de LED do IQ. Light, sem ofuscar outros motoristas.
 

A linha do Novo Polo trará para o segmento uma nova referência de iluminação, com tecnologias inéditas e exclusivas, itens que só são encontrados em modelos de segmentos superiores, fazendo parte de um pacote que será ainda mais moderno, confortável e tecnológico. Aguardem!
 

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