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sexta-feira, 31 de março de 2023

Jeep® apresenta novos carros-conceito nas trilhas do 57º Easter Jeep Safari™

 


Auburn Hills (EUA) – Um conjunto inteiramente novo de veículos conceituais atraentes, eficientes e com muita capacidade off-road será revelado e testado durante o 57o Easter Jeep Safari™ (de 1 a 9 de abril) em Moab, no estado norte-americano de Utah, a segunda casa da marca Jeep®.

Os modelos eletrificados serão destaque durante o Safari este ano. Os times de design da marca Jeep e da Jeep Performance Parts (JPP) by Mopar criaram vários veículos exclusivos com capacidade para escalada de rochas e travessia de qualquer tipo de terreno, que levarão a condução fora-de-estrada ao próximo patamar e provarão que não há nada como a lendária capacidade 4x4 da Jeep.


“A cada ano, mais de 20 mil fãs apaixonados pela Jeep vão até Moab, Utah, para o Easter Jeep Safari para dirigir nas condições off-road mais extremas, onde nossos engenheiros continuam a impulsionar a capacidade de nossos veículos Jeep para os próximos patamares”, afirmou Jim Morrison, Vice-Presidente Executivo da Jeep na América do Norte. “É o local perfeito para exibir os nossos sete novos conceitos, pois são esses fãs que nos permitirão empurrar ainda mais os limites e obter o feedback deles sobre qual é o caminho que eles desejam que a marca Jeep siga no futuro.”

Este ano, sete carros-conceito diferentes da Jeep e JPP estão equipados com conjuntos de motorização avançados. O Jeep Wrangler Magneto, primeiro conceito elétrico a bateria (BEV) apresentado pela marca, chega ao terceiro modelo da família, o Magneto 3.0. Além dele, outros três conceitos Jeep 4xe mostram o compromisso da Jeep com a liberdade com emissão zero (Zero Emission Freedom) e também com a liderança nos veículos 4x4. Cada conceito também apresenta os componentes JPP by Mopar, desenvolvidos sob rigorosas especificações e com a lendária capacidade 4x4 em mente.


“Nossa jornada anual para Moab nos permite exibir a seleção mais recente de componentes Jeep Performance Parts by Mopar customizados e originais, testados em termos de qualidade”, afirmou Mark Bosanac, Vice-Presidente Executivo de serviço, peças e atendimento ao cliente da Mopar na América do Norte. “Ao contrário de todas as outras ofertas de pós-vendas, nosso portfólio crescente de peças e acessórios testados e com suporte da fábrica é projetado e planejado para enfrentar as trilhas mais severas no mundo.” 

 Os veículos conceituais para Easter Jeep Safari 2023 são:

Jeep Wrangler Magneto 3.0


É o terceiro momento em Moab dessa fera do off-road. Quando a equipe de design da Jeep começou a desenvolver o conceito do Jeep Wrangler Magneto, a intenção sempre foi utilizar a plataforma para testar e impulsionar os limites da eletrificação 4x4. Ele foi apresentado pela primeira vez em 2021 como um veículo elétrico a bateria (BEV) de capacidade plena silencioso, discreto, rápido e com uma força incomparável na prática do rock-crawling (subida em rocha).

As atualizações do Jeep Magneto 3.0 para este ano incluem um novo motor mais eficiente, que aumenta o torque, assim como uma programação atualizada, resultando em um aumento de 20% de energia utilizável e autonomia. 


Também são novidades três funções selecionáveis pelo motorista, que capitalizam os benefícios de um conjunto de propulsão totalmente elétrico em situações off-road desafiadoras:

  1. A seleção permite ao condutor escolher entre duas configurações de potência (padrão: 285 cv/370 Nm de torque; máxima: 650 cv/1220 Nm de torque);
  2. O modo de regeneração de dois estágios permite condução normal quando desligado, ou regeneração avançada de freio utilizando o motor elétrico quando engatado;
  3. O controle de descida (HDC) pode ser selecionado na tração 4x4 reduzida para oferecer condução real off-road só com um pedal em rock-crawling pesado.

Adicionalmente, temos o eixo dianteiro Dynatrac 60, eixo traseiro Dynatrac 80 (ambos com relação 5,38:1), rodas beadlock off-road de 20 polegadas, pneus para terrenos lamacentos de 40” e uma suspensão levantada em 3” (7,6 cm).   


O Jeep Magneto 3.0 também testa suas proporções. Para facilidade de acesso, a abertura das portas foi modificada e recuada em 6” (15 cm) adicionais. Além disso, uma nova coluna B foi recuada em 60 mm para abrir espaço a um santantonio customizado. O paralama dianteiro foi estendido para trás na borda traseira em 2” (5 cm). O para-brisa foi inclinado 12 graus para trás de modo a fornecer na visão lateral uma sensação de teto “cortado” sem diminuir o vidro dianteiro.  


O Jeep Magneto 3.0 apresenta uma pintura atualizada que presta homenagem a todas as três evoluções do carro-conceito. As cores branca (Bright White) e azul (Surf Blue) permanecem, porém o terceiro Magneto introduz detalhes externos mais vibrantes, incluindo a adição de realces em vermelho.


Os assentos dianteiros do conceito do Jeep Magneto 3.0 receberam novo acabamento em couro azulado e adornado com costuras em tons vermelhos para combinar com o exterior. Os assentos traseiros foram removidos e o assoalho recebeu revestimento protetor da Rhino azul (Surf Blue) para maior funcionalidade e durabilidade.

Jeep Scrambler 392

Lançado originalmente em 1981, o Jeep Scrambler (CJ-8) foi a primeira picape conversível da marca Jeep. Com alta capacidade e versatilidade, esta picape pequena era similar ao CJ-7, porém apresentava uma maior distância entreeixos, de 103 polegadas (2,61 m) e balanço traseiro alongado para maior espaço de carga.

Quatro décadas depois, o Jeep Scrambler 392 se baseia nas origens divertidas a céu aberto do CJ-8 com uma mexida poderosa. Apesar de o CJ-8 jamais ter sido oferecido com um V8, o conceito oferece potência impressionante e torque incrível com o seu motor HEMI® de 6,4 litros (476 cv e 637 Nm). 

O Scrambler 392, que se baseou em um Jeep Wrangler Rubicon de quatro portas, também reforça o desempenho de um off-roader de baixo peso, obtido por meio de uma carroceria de fibra de carbono customizada. A transformação mostra a estética de duas portas do novo Scrambler com uma personalidade de liberdade a céu aberto. O para-brisa é inclinado 12 graus para trás e combina com um teto rebaixado. A silhueta modificada remete aos clássicos hotrods.

Uma das características mais incríveis do Jeep Scrambler 392 é o kit de suspensão a ar AccuAir. Este sistema permite elevação regulável da suspensão de 1,5” (3,8 cm) até 5,5” (14 cm), podendo ser ajustada por um controle na cabine ou via Bluetooth de longo alcance em um dispositivo wireless.

De fibra de carbono, o capô apresenta uma inserção transparente pigmentada para destacar o poderoso motor de 6,4 l. Os para-choques especiais e os novos para-lamas permitem maior espaço para pneus de 40” montados em rodas aro 20”.

Jeep Cherokee 4xe 1978


Outra viagem na memória nos leva ao desenvolvimento do conceito resto-mod desse ano. Lançado originalmente em 1974, o Jeep Cherokee (SJ) era uma versão esportiva do Wagoneer e apresentava bancos envolventes, volante e detalhes esportivos para atrair um público mais jovem e aventureiro. 


Para homenagear esse clássico, a equipe de design da Jeep configurou um projeto que partiu de um Jeep Cherokee 1978 que foi carinhosamente combinado com um Jeep Wrangler Rubicon 4xe 2022, gerando um Jeep Cherokee 4xe 1978. A carroceria original foi bastante modificada e o exterior combina as proporções originais com uma pintura multicolorida com tema inconfundível dos anos 1970.

Sob o capô, a estrela é o avançado conjunto de propulsão do Jeep Wrangler 4xe, que combina dois motores elétricos, um conjunto de baterias de alta tensão e um quatro-clindros turbo de 2 litros de alta tecnologia. O câmbio automático de oito marchas trabalha com uma caixa de transmissão 4:1 para fornecer potência mais que suficiente aos pneus de 37” montados em rodas aro 17” customizadas.


O interior exclusivo do conceito apresenta bancos envolventes de encosto baixo revestidos de couro. O banco traseiro foi substituído por uma gaiola de segurança de quatro pontos, e o porta-malas acomoda um estepe de tamanho integral caso a trilha fique um pouco mais selvagem.  

Jeep Wrangler Rubicon 4xe

Acompanhando a reação extremamente positiva à pintura da edição limitada que estreou no modelo 2021 do Jeep Wrangler, os designers da Jeep decidiram subir a aposta nesse atraente tom magenta. A equipe traçou uma linha nas areias de Moab e decidiu que era hora de mudar a percepção de cor e fazê-la mais ‘valente’.

O Wrangler Rubicon 4xe ostenta carroceria em matizes de azul com toques de preto brilhante salpicados pela grade dianteira e aros dos faróis. A típica grade de sete fendas foi emprestada do novo Jeep Wrangler Rubicon 20th Anniversary, que evoca acabamento gráfico customizado no capô com impressão tom sobre tom, combinando apropriadamente com o tema interno. 


O interior é igualmente arrojado. Os bancos de couro customizados apresentam respingos sutis de cor magenta, aparecendo logo abaixo da superfície perfurada da estampa de tema animal. Os tons do couro preto brilhante podem ser encontrados nos assentos. Tons adicionais de magenta se apresentam por toda a parte e o toque final é o painel de couro preto adornado com uma guarnição tipo zíper que esconde uma camada de veludo rosa por baixo.


A capacidade fora de estrada foi aumentada com a adição de um kit de suspensão a ar AccuAir para abrir vão para pneus de 37” e rodas American Expedition Vehicles (AEV) Borah de aro 17”. Os componentes AEV adicionais incluem para-choques dianteiro e traseiro, capas de diferencial e um guincho Warn Zeon.

Grand Wagoneer Overland










Sobre as colinas do Parque Nacional Canyonlands nós vamos com uma versão aventureira do Grand Wagoneer Overland 2023. Os novos Grand Wagoneer e Wagoneer reinterpretam seus próprios legados e levam o conceito de SUV premium para territórios inexplorados de conforto e ação. Com isso em mente, a ideia de ir para qualquer lugar e fazer qualquer coisa desse veículo leva a experiência off-road para o próximo patamar – no melhor estilo do Grand Wagoneer.

O conceito utiliza o novíssimo motor Hurricane biturbo 510 de 3 litros para levar os caçadores de aventuras muito além dos caminhos comuns. Com potência de 510 cv e 677 Nm de torque, o poderoso Hurricane proporciona alto desempenho e mais economia de combustível quando comparado a V8 aspirados e seis-cilindros sobrealimentados de muitos concorrentes.

A principal característica desse protótipo é uma barraca RedTail Overland Skyloft customizada fixada no teto. De fibra de carbono, a Skyloft se abre em torno de 10 segundos, usando só um braço. O interior foi todo remodelado para integrar a barraca. Uma porta corrediça e um pequeno degrau, que também dobra como uma mesa utilizável, permitem fácil acesso. O Skyloft proporciona um oásis de clima controlado completo com espaço para dormir para duas pessoas e janelas suficientes para imersão nas vistas mais panorâmicas. 

E apesar de o Skyloft ser uma opção ideal para uma noite estrelada, a cabine principal abaixo também recebeu muita atenção. Seja para se proteger de uma tempestade rápida ou para trocar as roupas enlameadas, o assoalho do porta-malas é revestido como o de uma picape, apropriado para lidar com qualquer elemento externo. Para complementar o entretenimento, o interior aconchegante foi pensado com dois pufes de tamanho grande, um tapete macio, travesseiros e iluminação ambiente interna customizada.

O exterior do conceito Grand Wagoneer Overland é verde (Industrial Green) com tons metálicos (Gunmetal). Um robusto guincho Warn foi acrescentado na grade dianteira, apresentando dois conjuntos de luzes de laser. Os pneus são de 35”, com rodas especiais aro 18”, permitindo uma elevação natural de 1,5 polegada (3,8 cm) para o veículo.

Jeep Wrangler Rubicon 4xe Departure

Este conceito se baseia no icônico cockpit a céu aberto do best-seller PHEV de maior capacidade nos EUA, com itens inovadores e conceituais da equipe de projeto da JPP by Mopar. Com rodas Vintage Bronze KMC Impact OL de 17” x 8,5” e pneus BFGoodrich de 37”, o Wrangler 4xe Departure oferece um kit de elevação de suspensão JPP de 2” (5 cm) com amortecedores Bilstein de alto desempenho, com reservatórios remotos que possibilitam maior curso da suspensão.   

Protegendo a grade dianteira de sete fendas, lançada primeiramente no Jeep Wrangler Rubicon 20th Anniversary 2023, há uma proteção tubular customizada, que dobra para criar um banco perfeito para duas pessoas. Completando, foi instalado um para-choque modificado Rubicon com guincho Warn.

A equipe de design continua a explorar as necessidades dos clientes pesquisando iluminação adicional de trilha. O conceito utiliza barras de LED TYRI retangulares de 11” (28 cm). Além disso foi montada uma iluminação do solo em todos os quatro cantos com luzes customizadas (rock lights). Estribos especiais protegem a carroceria e permitem acesso mais fácil à cabine elevada, ao passo que as portas tubulares JPP proporcionam a última palavra em experiência a céu aberto.

O deslumbrante exterior azul (Dark Harbor) contrasta com as superfícies cromáticas vivas da cabine. A equipe de design usa uma combinação de cores expressivas de couro de napa Acorn Squash claro em contraste com o couro de napa Carnegie Hall marrom mais escuro, acentuado com a costura Serafil esbranquiçada de tom morno. A cor azul (Dark Harbor) continua sobre o painel de instrumentos, que apresenta vários tons tipo bronze (Vintage Bronze).

Há ainda um novo sistema de revestimento vinílico de assoalho JPP para uso pesado, disponível em todos os Wranglers atuais (JL) de quatro portas em produção. Com ralos integrados da Jeep, ele permite fácil limpeza do interior.  

Jeep Gladiator Rubicon Sideburn


Com uma impactante pintura amarela (Solar Flash Yellow), o Gladiator Sideburn explora as novas ferramentas projetadas para atender ao crescente interesse no uso off-road. Movido pelo V6 Pentastar de 3,6 litros, o conceito tem kit de elevação de suspensão JPP de 2” (5 cm) e com amortecedores Bilstein. As rodas pretas de seis raios HRE FT1 de 17” x 9” fazem par com pneus BF Goodrich de 37” x 13”.

Um recurso inédito utiliza cabos fixados das presilhas do capô até a parte inferior do para-brisa, direcionando galhos e arbustos para cima e para fora da linha do teto, evitando potenciais danos no capô e no para-brisa. A equipe de design da JPP by Mopar instalou um par de luzes de LED TYRI retangulares removíveis de 11” (28 cm) em cada um dos painéis do teto, com dispositivo de desconexão rápida.

Um santantonio esportivo JPP Gladiator conceitual, feito de fibra de carbono e aço, melhora o espaço entre a cabine e a caçamba com design que apresenta degraus em ambos os lados para fácil acesso. A peça também conta com prateleira intermediária com amarrações para pontos de armazenagem portáteis. Cada um deles pode ser trancado e protegido por oito laços de amarração disponíveis. E os quatro trilhos na parte superior permitem fácil instalação de bicicleta, caiaque e outros sistemas de carga. Recipientes RotoPaX inteiriços foram projetados especialmente para armazenar líquidos durante aventuras fora de estrada. Dentro da caçamba, um suporte de estepe Mopar suporta roda e pneu de 37”.

O painel de instrumentos customizado exibe um mapa topográfico 3D do cenário no Moab em base preta fosca e trilhas prateadas escuras brilhantes. Os tons em toda a cabine são em prata fosco (Atomic Silver). Completam o interior as capas de pedais decorativas JPP de aço inox e o sistema de revestimento vinílico do assoalho JPP para uso pesado com ralos de assoalho integrados, que possibilita limpeza rápida e total.

Easter Jeep Safari

O Easter Jeep Safari, realizado pelo Moab’s Red Rock 4-Wheelers four-wheel-drive club, consiste em aventuras e trilhas, principalmente com um dia de duração, partindo de Moab, no estado de Utah. O Jeep Safari começou em 1967 como uma trilha de um dia. Com o passar dos anos, e o aumento da participação, o Safari se expandiu até finalmente chegar ao evento de nove dias. O “Big Saturday” permanece como o ponto alto do evento no sábado do fim de semana da Páscoa.

Visa expande salas VIPs no Visa Airport Companion. Oito novas salas VIPs estão disponíveis no aplicativo, incluindo quatro no Aeroporto Internacional de Brasília, um dos mais importantes do país

Sala Vip do Visa no Aeroporto de Guarulhos

A Visa anuncia a expansão da cobertura de seu programa Visa Airport Companion (VAC) no Brasil e no mundo. Oito novas salas VIPs foram adicionadas ao VAC, com destaque para quatro delas no Aeroporto Internacional de Brasília - Juscelino Kubitschek e uma no Aeroporto Internacional de Orlando, nos Estados Unidos. 


O Aeroporto Internacional de São Paulo GRU, Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e o Internacional de Belém tiveram cada uma nova sala acrescentada ao VAC. Elas se juntam às mais de 1000 salas disponíveis em mais de 450 aeroportos pelo mundo, trazendo mais comodidade e conforto aos viajantes. O aplicativo também oferece outras promoções e descontos que incluem restaurantes e lojas nos principais aeroportos.

 

O Visa Airport Companion tem crescido em números de adesão e de uso nos últimos meses. O acesso ao aplicativo obteve um crescimento acumulado de 708% no último trimestre de 2022 se comparado ao mesmo período de 2021. Também no último trimestre do ano passado, as salas VIPs foram acessadas 69% a mais que em 2021 por meio do VAC.

 

“O Visa Airport Companion está em constante evolução. Nosso trabalho é buscar e oferecer o que há de mais moderno para o viajante nos aeroportos mais importantes do Brasil e do mundo. Vamos expandir os serviços, levar mais soluções e chegar em mais cidades, sempre buscando oferecer uma experiência de viagem cada vez mais especial”, diz Gabriela Buckup, gerente de Soluções da Visa do Brasil.

 

O programa está disponível para as credenciais Visa Platinum, Visa Signature e Visa Infinite. O app pode ser baixado em qualquer loja de aplicativos. A disponibilidade das salas VIPs é exclusiva para Visa Infinite e a gratuidade varia de acordo com a política de cada emissor.

 

Salas VIP


  • Plaza Premium Lounge - Orlando International Airport - Terminal C

  • BRB Coworking - Latitude - Aeroporto Santos Dumont Rio de Janeiro - Terminal 2
  • W Lounge Guarulhos - Aeroporto Internacional de São Paulo - Terminal 3
  • W Lounge Belém - Aeroporto Internacional de Belém - Terminal 1
  • W Lounge Uberlândia - W Lounge Belém - Aeroporto Internacional de Belém - Terminal principal

 

Visa Airport Companion em Brasília

 

Buscando sempre trazer os melhores benefícios para a jornada do viajante, a Visa anuncia novidades para o programa Visa Airport Companion em Brasília. Quatro salas VIPs do Aeroporto Internacional de Brasília - Juscelino Kubitschek já podem ser acessadas por meio do aplicativo, sendo três salas na área doméstica e uma sala na área internacional. São eles:

 

Salas VIP- Área Doméstica

  • Aeroportos VIP Club (Domestic) - Terminal 1
  • VIP Express Club Pier Norte - Terminal 1
  • VIP Express Club Pier Sul - Terminal 1

Sala VIP - Área Internacional

  • Aeroportos VIP Club (International) - Terminal 1

Além das salas VIPs, alguns restaurantes do aeroporto de Brasília também estão contemplados pelos benefícios do VAC. Para mais informações, acesse Visa Airport Companion.

 

Mais benefícios dos cartões Visa Infinite

 

Além das Salas VIPs e promoções pelo Visa Airport Companion, os cartões Visa Infinite oferecem benefícios exclusivos para uma experiência de viagem única, trazendo conforto, segurança e rapidez para toda a jornada do viajante. Conheça alguns dos mais recentes benefícios ofertados:

  • Visa Infinite Lounge: Sala VIP exclusiva para clientes Visa Infinite no embarque internacional do Terminal 3 do Aeroporto de Guarulhos. Benefício disponível pelo App Visa Airport Companion.
  • Visa Infinite Fast Pass: Mais conforto e rapidez no embarque doméstico do Terminal 2 e internacional do Terminal 3 do Aeroporto Internacional de Guarulhos por meio de uma fila de segurança diferenciada. Benefício disponível pelo App Visa Airport Companion.

Além disso, portadores de credenciais Visa Infinite contam com outras coberturas como despesas causadas por imprevistos na viagem por emergência médica internacional, cancelamento de voo ou por atrasos de embarque; seguro para veículos de locadora; cobertura de perda, roubo ou atraso de bagagem; serviços de saque emergencial; entre outras coberturas para garantir a melhor experiência de viagem possível. Saiba mais acessando o site Visa Benefícios.

Pintura bi-tom: o pioneirismo e as combinações marcantes que dão as caras – e as cores – na Citroën até hoje

 


Nicolas Poussin, pintor classicista francês do século XVII, dizia que "as cores na pintura são como chamarizes que seduzem os olhos, como a beleza dos versos na poesia”. Na Citroën, um desses chamarizes, é a chamada pintura bi-tom, atualmente presente em toda a gama de automóveis de passeio da marca. O Novo Citroën C3, por exemplo, é o único do segmento a oferecer duas cores de teto. Mas essa história – e tendência – começou há muito mais tempo.


O Citroën Rosalie, produzido entre 1932 e 1938, já trazia a combinação de duas cores na carroceria. Duas décadas depois, o modelo que viria se tornar segmento de luxo, o DS, lançou os primeiros bi-tons com a linguagem semelhante ao que conhecemos atualmente: uma cor na carroceria e outra no teto.


Lançado em 1948, o 2CV, considerado um ícone da indústria automobilística, vendeu mais de 3,8 milhões de unidades e foi produzido até 1990. Inevitavelmente, o modelo precisou se reinventar ao longo dessa trajetória e, nos anos 1970, contou com o talento e a criatividade do pintor Serge Gevin e do publicitário da Citroën na época, Robert Delpire, que apresentaram duas decorações alternativas para o veículo: um nas cores amarelo e preto e outro no branco com um tom de laranja denominado Orange Ténéré. E foi assim que em 1976 surgiu o 2CV Spot.

O que era para ser uma edição limitada de 1.800 unidades acabou caindo no gosto do público, em especial os mais jovens. Gevin e Delpire resolveram então seguir com a opção bi-tom, lançando o 2CV Charleston, em 1981, e o 2CV Dolly, em 1985. O sucesso foi tanto que, na publicidade do ano/modelo 1986 do veículo, o destaque não foram os atributos tecnológicos e sim as cores: “Others open up frontiers of technology. We open up paint.” (“Outros abrem fronteiras de tecnologia. Nós abrimos a pintura”, em português).


Desde então, a Citroën traz diversos modelos e aplicações de bi-tom para atrair o consumidor, seja com cores vibrantes, caso da Emerald, utilizada em séries especiais como o C4 RipCurl, seja com tons neutros como o branco e preto, utilizado em modelos de lineup, como o Novo C3.

INFLUÊNCIA NA PERCEPÇÃO DE CONSUMO

O que parece apenas um detalhe, trata-se na verdade da personalidade da marca e do estilo do veículo. A escolha da cor pode destacar ou ocultar determinadas partes do carro, definir sua forma e proporção, acentuar ou suavizar suas linhas e afetar a percepção de velocidade e dinamismo.

A cor escolhida também pode afetar a forma como o veículo é percebido. Cores mais claras, como branco e prata, tendem a ser mais visíveis e podem ser consideradas populares. Já as mais escuras, como pretos, grafites e azuis escuros, podem transmitir elegância e sofisticação. Cores vibrantes e brilhantes, como amarelos, vermelhos e laranjas, podem chamar a atenção e serem mais encontradas em modelos com apelo esportivo.

No interior do veículo, as cores escolhidas também têm o potencial de afetar a percepção do seu tamanho e espaço. Tons claros, por exemplo, podem contribuir para a percepção de um veículo maior e mais espaçoso, enquanto tons escuros tendem a transmitir uma sensação de aconchego, mas que também impactam na percepção de um interior menor.


PROCESSO COMPLEXO

Com o passar dos anos, as técnicas para a aplicação da pintura bi-tom naturalmente foram evoluindo, mas nem por isso se tornaram menos desafiadoras ou detalhistas. Até hoje, um dos principais obstáculos é adequar a demanda do estilo e os detalhes específicos de cada modelo. Por se tratar de um processo muito complexo, é necessário aplicar controles rigorosos para garantir qualidade máxima.

De maneira geral, o veículo sai da primeira linha de pintura com a carroceria em uma única cor e recebe então um novo tom em partes, dependendo do modelo: em alguns casos, somente o teto, e em outros, as regiões do porta-malas e das colunas.

Para que esse processo seja feito com sucesso, o veículo pintado recebe uma proteção nas partes que manterão a cor principal e retorna à cabine para receber o segundo tom. Em seguida ele passa novamente pelos rigorosos controles de qualidade da Citroën para, só então, avançar na linha de montagem.

Uma curiosidade é que, além da manutenção e dos cuidados com esse tipo de pintura serem os mesmos de um veículo com somente uma cor, no caso dos modelos com teto branco a absorção de calor é menor, auxiliando, de certa forma, na manutenção da temperatura interna.

É todo esse conjunto da obra que confere a beleza e o estilo diferenciado de uma marca que está em constante evolução em termos de tecnologia e design.

quinta-feira, 30 de março de 2023

COLUNA MECÂNICA ONLINE®


COLUNA MECÂNICA ONLINE® | 

Tarcisio Dias

30 | MARÇO | 2023



Carro elétrico pode atingir 321 km/h e 

fazer 0 a 100 km/h em apenas 2,9 segundos

O sábado, 25 de março de 2023, entra para a história do automobilismo como o dia da primeira corrida de veículos elétricos no Brasil, a Fórmula E, competição que tem aval da Federação Internacional de Automobilismo – FIA, no mesmo nível da Fórmula 1, mas unicamente com veículos monopostos elétricos, fez sua estreia em São Paulo.

Atendendo convite da Nissan do Brasil, fui conhecer de perto o E-Prix de São Paulo - nome da competição, que utilizou um circuito de rua passando pela passarela do complexo do Sambódromo do Anhembi, desfilando na velocidade de 270 km/h e com um som característico de veículo elétrico – que mais parece um aspirador de pó, ou mesmo a passagem da composição do metrô, bem diferente dos sambas, comum na região, que só apareceu após a celebração do pódio, quando a Escola Águia de Ouro tomou conta da avenida e colocou pilotos, equipes e torcedores para sambar.

Diante de 23.000 fãs apaixonados, a Jaguar TCS Racing com seu piloto Mitch Evans, conquistou sua primeira vitória da temporada. A segunda posição ficou com Nick Cassidy, piloto da Envision Racing e completando o pódio, Sam Bird, que também marcou a volta mais rápida da corrida.

Mas sabe o que isso significa? 

Dessa vez a resposta será bem diferente do nada.

A Fórmula E vai além de ser uma simples competição, o campeonato é um laboratório para o desenvolvimento de novas tecnologias e soluções aos automóveis movidos a bateria e que já circulam nas ruas. Digo mais, é um caminho de mão dupla, pois os carros elétricos atuais também servem para aprimorar os de competição.

A evolução dentro da própria competição também é perceptível. Nessa temporada temos a terceira geração dos modelos. “Atualmente, os carros da Fórmula E têm dois motores, um em cada eixo, o que ajuda a melhorar o equilíbrio, a aderência no solo e, consequentemente, a segurança. Com um motor só, o comportamento do carro era mais limitado”, afirma Francisco Medina, gerente de veículos elétricos da Nissan América do Sul.


Desde 2014, quando a Fórmula E realizou sua primeira temporada, a evolução é constante no carro elétrico. Um exemplo é a regeneração da energia durante a frenagem, quando o piloto pisa no freio e o motor elétrico atua como gerador, recuperando energia para a bateria, situação comum nas freadas ao aproximar das curvas. Cerca de 40% da energia consumida durante cada etapa é proveniente da frenagem regenerativa, um aumento de 25% em comparação com os carros da geração anterior.

Outro aspecto importante é o investimento da indústria automotiva no desenvolvimento de baterias em estado sólido, que podem acumular três vezes mais energia e reduzem o tempo da recarga.

“É possível que esse tipo de bateria seja inserido nos automóveis de rua a partir de 2028, com testes sendo feitos na Fórmula E”, revela Medina.

Os carros Gen3 – Terceira geração - possuem 600 kW de potência total entre o novo motor de tração no eixo traseiro que gera 350 kW e o motor padrão dianteiro, que gera 250 kW.

Entregando 40% a mais de potência que o Gen2 e velocidade máxima superior a 321 km/h, os novos carros são mais leves e menores e precisam de apenas 2,9 segundos para sair da inércia e chegar nos 100 km/h. As baterias serão recicladas no fim da vida útil.

Os carros Gen3 são 60 kg mais leves do que os de Gen2, principalmente devido à retirada dos freios traseiros hidráulicos traseiros, devido à inclusão do motor dianteiro e a capacidade regenerativa e também pelo menor tamanho da bateria.

Como parte da meta de atingir a neutralidade de carbono e dos esforços de sustentabilidade da Fórmula E, os carros Gen3 contam com baterias recicláveis, fibra de carbono reciclada dos carros Gen2, borracha natural e fibras recicladas nos novos pneus Hankook.

Um motor elétrico entrega até 350 kW de potência (476 cv), sendo capaz de atingir uma velocidade máxima superior aos 320 km/h, com uma relação peso-potência duas vezes mais eficiente em comparação com um motor a combustão interna com potência similar.

A Temporada 9 (2022/2023) está sendo marcada pela quinta participação da Nissan na Fórmula E, uma nova era para a fabricante japonesa, pois está competindo pela primeira vez com sua escuderia 100% própria como Equipe Nissan de Fórmula E.

O novo e impactante visual do carro NISSAN e-4ORCE 04 remete às cerejeiras em flor, destacando e comemorando uma nova era não apenas para o campeonato, mas também para a própria equipe.

A Nissan é uma das líderes mundiais em projetos e produção de veículos 100% elétricos.

Com mais de 600 mil unidades do Nissan LEAF comercializadas desde que o modelo estreou, em 2010, a Nissan tem utilizado sua experiência acumulada em veículos elétricos para desenvolver seus carros de Fórmula E. 

Consequentemente, as lições aprendidas nas pistas contribuem para o desenvolvimento das próximas gerações de veículos elétricos da fabricante japonesa.

A Nissan está competindo neste campeonato mundial 100% elétrico para levar a emoção e a diversão dos veículos elétricos de emissão zero a uma plateia global.

Como parte de sua meta de atingir a neutralidade de carbono em todas suas operações e no ciclo de vida de seus produtos até 2050, a Nissan pretende eletrificar todos os novos veículos comercializados até o início da década de 2030, nos principais mercados.

A fabricante japonesa pretende usar sua expertise na transferência de know-how e tecnologia entre as pistas e as ruas, para oferecer veículos elétricos ainda melhores aos seus clientes.

Trazendo para a nossa realidade, a Nissan estima que os proprietários do seu modelo 100% elétrico, LEAF, já percorreram um total acumulado de aproximadamente 16 bilhões de quilômetros com seus carros em todo o mundo, evitando que mais de 2,5 bilhões de quilos de emissões de CO2 entrassem na atmosfera.

István Kapitány, Vice-Presidente Executivo Mundial da Divisão Shell Mobility, comentou: “Por meio da nossa parceria com a Nissan na Fórmula E, estamos utilizando a experiência adquirida nas pistas para criar melhores produtos e serviços para os nossos clientes de veículos elétricos de produção em série. A Fórmula E é um importante campo de testes para o desenvolvimento e produção de produtos energéticos mais limpos, como Shell Recharge, Shell E-fluids e outros novos produtos energéticos”.

Tommaso Volpe, gerente-geral da equipe Nissan, destaca os dois pilares fundamentais para as marcas participarem da Fórmula E: “transformação em empresas de tecnologia que produzem carros elétricos e a busca pela neutralidade de carbono em todas as suas operações. A Fórmula E possui conexão direta com esse objetivo. Afinal, temos mais a aprender com carros elétricos do que com os de motor a combustão”, conclui.

“É estimulante saber que as tecnologias dos carros de corrida movidos a bateria estejam em constante evolução”, ressalta Francisco Medina. “Por isso, os automóveis de rua elétricos vão replicar essas mudanças, ficando cada vez mais equipados, equilibrados e seguros. ”

MECÂNICA ONLINE


Das pistas para as ruas, a Nissan já utiliza em seu crossover elétrico Ariya um sistema de gerenciamento dos motores elétricos semelhante ao utilizado nos carros da Fórmula E.

Cinco milhões de motores fabricados pela Renault do Brasil no Complexo Ayrton Senna, no Paraná. Do total, 64% equiparam veículos comercializados no país, enquanto 36% atenderam ao mercado externo, sendo exportados para países da Europa e América Latina.

Banco Mercedes-Benz do Brasil atinge R$ 19,454 bilhões em carteira e faz de 2022 o melhor ano de sua história. A instituição financeira obteve crescimento de 35% em carteira em relação a 2021, atingindo o maior recorde desde que foi fundada, há 27 anos. O financiamento de caminhões foi o destaque no volume de novos negócios, com 64,4% dos contratos feitos em 2022. Foram financiados 9.823 caminhões e liberados R$ 4,882 bilhões, que representam crescimento de 63% em relação a 2021.

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Tarcisio Dias - Profissional e técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista. Desenvolve o site Mecânica Online® (mecanicaonline.com.br) e sua exclusiva área de cursos sobre mecânica na internet (cursosmecanicaonline.com.br), uma oportunidade para entender como as novas tecnologias são úteis para os automóveis cada vez mais eficientes.

Coluna Mecânica Online® - Aborda aspectos de manutenção, tecnologias e inovações mecânicas nos transportes em geral. Menção honrosa na categoria internet do 7º e 13º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade. Distribuição gratuita todos os dias 10, 20 e 30 do mês.

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Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon 


Nº 1.244 — 30/3/23

 


Carros elétricos: vendas globais

mostram variações em 2022

 


Apesar do avanço de modelos de veículos elétricos a bateria (VEB) no mundo, sua participação nas vendas totais de veículos leves indica que várias situações podem influenciar o ritmo de aceitação nos próximos anos e décadas. Tudo depende do país, das condições econômicas, de renda per capita, do tamanho da frota circulante, da estrutura da rede de recarga, da mineração de metais das baterias e em que velocidade os VEB vão cair de preço, entre outras condicionantes.

Estatísticas mundiais de vendas de VEB em países selecionados, no ano passado, apresentam algumas curiosidades sobre participação no mercado total de veículos leves.

·       China: 23%

·       Europa (com Reino Unido): 12%. Note posições discrepantes de Itália,           Espanha e Polônia.

·       Reino Unido: 17%

·       Alemanha: 16%

·       França: 14%

·       Suécia: 30%

·       Itália: 3,5%

·       Espanha: 3,5%

·       Polônia: 1,5%

Um dos indicadores que mais influenciam as estatísticas é renda per capita anual. Três países na faixa de US$ 8.000 (R$ 42.000) a US$ 10.000 (R$ 52.000) tiveram participações semelhantes: Brasil, 0,4%; México, 0,3%; Turquia, 0,8%. Exceção é Argentina com apenas 0,1%. Outra semelhança: a França e o estado americano da Califórnia. O Produto Interno Bruto (PIB) dos dois está no mesmo nível e a participação de elétricos nas vendas totais é quase igual (14% e 13%, respectivamente).

Entretanto há pontos fora da curva mesmo nos países superdesenvolvidos. No Japão, terceira maior economia do mundo, apenas 1% dos carros emplacados eram elétricos em 2022. Há escassez de garagens residenciais lá para os veículos recarregarem as baterias.

Nos EUA surgem os maiores contrastes. Na Califórnia 300.000 elétricos foram vendidos em 2022. Outros sete Estados emplacaram o total de 400.000 unidades. Os demais 42 Estados juntos somaram apenas 50.000, média de apenas 1.200 unidades no ano passado (menos de 1%). Como comparação, no Brasil, emplacaram-se 8.440 elétricos em 2022, média de 312 unidades por Estado (incluindo o Distrito Federal).

Nos próximos anos estes números vão se alterar, mas em que ritmo não há certeza. Apenas a União Europeia (UE) apresenta exigências com data marcada. Depois de discussões quase infindáveis de 27 países da UE (outros 23 formam a Europa) acertaram que a partir de 2035 não serão emplacados carros novos com motores a combustão (MCI). Porém, no acordo desta semana abriu-se uma brecha para veículos que utilizem gasolina sintética produzida com emissão zero de CO2. Há, contudo, quem afirme que mais mudanças ainda acontecerão antes do prazo fatal.

 

BMW X1 produzido aqui: primeiras impressões

 


Evolução ao estilo BMW. Terceira geração do SUV de tração dianteira, que começa agora a ser produzido em Araquari (SC), o X1 foi modernizado sem romper com os cânones da marca. A grade dianteira cresceu, faróis adaptativos em LED formam um único bloco, para-choque e as entradas de ar receberam desenho mais elaborado. Rodas são de 20 pol. na versão avaliada sDrive20i M Sport. Na traseira, evolução mais marcante com novos para-choque e conjunto óptico. Saídas de escapamento não estão visíveis (para imitar os elétricos, diriam os sarcásticos).

A arquitetura é uma evolução da anterior. Todas as dimensões externas cresceram, destacando-se os 50 mm extras na altura (1.640 mm), além de discretos 20 mm a mais no entre-eixos (2.690 mm) e na largura (1.840 mm). O coeficiente de forma aerodinâmica (Cx) melhorou discretamente (de 0,3 para 0,26). Internamente quem senta atrás sente a diferença frente à geração anterior.

Ao volante, o motorista aprecia a vistosa tela curva única de alta definição e 20,9 pol. (10,2 pol. no quadro de instrumentos e 10,7 pol. para multimídia). Parece desafiante de manusear, mas atende por comandos de voz, toque ou botão central giratório. Pequenas teclas no console selecionam as posições do câmbio automatizado de sete marchas de duas embreagens. Conexão sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, além de carregamento por indução de forma inteligente: telefone celular fica em nicho do console, na posição vertical, com uma pequena barra transversal para mantê-lo firme e sem esquentar em demasia.

Em um primeiro contato com o X1 de topo (2-L só gasolina, 204 cv, 30 kgf.m) as curvas desafiantes para quem anda rápido da Estrada dos Romeiros, em Santana do Parnaíba (SP) comprovaram o acerto perfeito do conjunto. Nenhum susto, carro sempre na mão e equilibrado nas reações, direção precisa, respostas firmes ao acelerador e confiança nos freios.

Preço das três versões: R$ 296.950, R$ 328.950 e R$ 349.950.

 

ALTA RODA

SETENTA ANOS ATRÁS a Volkswagen do Brasil iniciou a produção do VW Fusca. Foi a primeira filial fora da Alemanha, na rua do Manifesto, bairro paulistano do Ipiranga, onde instalou uma linha de montagem de veículos importados completamente desmontados. Em novembro de 1959, às margens da Via Anchieta, em São Bernardo do Campo (SP), inaugurou oficialmente a primeira fábrica completa fora da Alemanha, embora já produzisse a Kombi no mesmo local desde setembro de 1957 e o Fusca, em janeiro do ano da fundação formal.

Hoje a VW dispõe de três fábricas de veículos e uma de motores, que juntas já produziram 25 milhões de unidades. A marca tem um plano de investimento no Brasil até 2026, inclusive de produzir um inteiramente novo modelo híbrido flex, ainda sem data de lançamento, o que deve acontecer numa segunda etapa. No próximo semestre será importado o primeiro elétrico, o ID.4, um SUV de porte médio com 4,584 mm de comprimento, interior espaçoso (2,765 mm de entre-eixos) e motor traseiro de 204 cv. Alcance de até 520 km.

TECNOLOGIA DE RASTREAMENTO em caso de furto ou roubo de veículos vem dificultando esse tipo de crime no Brasil. Ainda assim, os criminosos também se “especializam” e as empresas do setor continuam a investir e se diversificarem. A Ituran, além de desenvolver dispositivo antifurto específico para motos, terá este ano um rastreador exclusivo para veículos com partida por botão que têm sido alvo de furto por clonagem de radiofrequência da chave.

A empresa se associou, em 2021, à startup MobiLab para criar a IturanMob e incluirá soluções para carros 100% elétricos. Este ano pretende expandir a atuação no segmento de locação por assinatura de carros, motos e caminhões.

 

 

 

 

quarta-feira, 29 de março de 2023

Há 65 anos no Brasil, a Toyota aperfeiçoa seus carros desafiando a excelência para atender seus clientes

A Toyota do Brasil está presente no País há 65 anos. Possui quatro unidades produtivas, localizadas em Indaiatuba, Sorocaba, Porto Feliz e São Bernardo do Campo, todas no Estado de São Paulo, e emprega cerca de 6 mil pessoas. 


Em 2020, lançou a KINTO, sua nova empresa de mobilidade, para oferecer serviços como aluguel de carros e gestão de frotas a uma sociedade em transformação. Também reforçou sua marca GAZOO, por meio de iniciativas que desafiam a excelência de seus veículos. 


Tem como missão produzir felicidade para todos (Happiness for All) e, para tanto, está comprometida em desenvolver carros cada vez melhores e mais seguros, além de avançar nas soluções de mobilidade. Junto com a Fundação Toyota do Brasil, tem iniciativas que repercutem nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.


Estreia mundial do Novo Renault Espace traz o mesmo DNA em um modelo de cada geração de 5 e 7 lugares



VÍDEO REVELAÇÃO: https://youtu.be/HJbaTX7UnQc

Em 1983, a Renault revelou aquele que pode ser considerado seu primeiro “carro para viver”. O Renault Espace foi pioneiro no gênero, tendo sido frequentemente copiado, mas nunca igualado. Em cinco gerações ele se tornou um verdadeiro ícone da indústria automotiva.

A Renault está revelando o Novo Espace, seu novo grande SUV de 5 ou 7 lugares que reforça a grande ofensiva da marca nos segmentos C e D. 


De revolucionário a visionário, o Renault Espace sempre evoluiu no tempo. Hoje, o Novo Espace assume o visual de um SUV com design forte e elegante, assumindo toda a sua esportividade na versão de acabamento Esprit Alpine

Fiel ao seu DNA de grande SUV de 5 ou 7 lugares, ele continua a oferecer o melhor espaço interno entre todos os modelos da gama Renault. E este é exatamente o seu ponto forte! 

A escolha de materiais sofisticados, qualidade de acabamento e acabamento, destacam um interior digno do topo de linha, com um interior banhado por muita luz graças ao teto solar envidraçado e panorâmico de mais de um metro quadrado – um dos maiores do mercado. 



Alinhado com seu tempo, o Novo Espace é recheado de altas tecnologias tanto na cabine como sob o capô. Todos os seus ocupantes são 'mimados' pelo nível de conectividade e revestimentos que respeitam o meio ambiente. 

Em comparação com seu precursor, ele é 215 kg mais leve e tem dimensões externas menores. Com a motorização E-Tech full hybrid de 200 cv pra lá de eficiente, ele oferece um baixo nível de consumo (4,6 l / 100 km), permitindo rodar até 1.100 km com um tanque cheio sem a necessidade de reabastecer. 



Além da economia de combustível, o Novo Espace emite apenas 104 g de CO 2 por km. 

Seguindo o legado dos carros para viver da Renault, o Novo Espace oferece um nível de segurança e comportamento de condução no melhor nível para todos os ocupantes, graças à plataforma CMF-CD da Aliança, com um chassi especificamente ajustado e 32 dispositivos avançados de assistência ao motorista (ADAS). 

Ao volante, o prazer de dirigir é protagonizado pelo sistema MULTI-SENSE e a tecnologia 4CONTROL Advanced com tração nas quatro rodas da Renault. 


Na Europa a pré-venda do Novo Espace começa no segundo trimestre de 2023.

“O Novo Renault Espace assume uma posição de destaque na valorização da nossa gama de modelos. Ele mantém o DNA das cinco gerações anteriores, com um acabamento digno do topo de linha, conforto, espaço interno e luminosidade. 

Este modelo se transformou para receber as novas expectativas dos clientes, com uma motorização híbrida de referência e uma experiência única fornecida por seu sistema multimídia”. Fabrice Cambolive , CEO da marca Renault 



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