Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

VAMOS BEBER VINHO // Quais os maiores mitos sobre o vinho? // Aposto que você não vê a hora de pôr todos esses conhecimentos em prática e ter experiências ainda mais gostosas no mundo dos vinhos. Há uma infinidade de opções para te acompanhar nessa jornada, separe sua taça e se delicie!


No dia mundial do vinho, a Wine desmistifica quatro mitos comuns sobre a bebida 



No dia 18 de fevereiro, comemora-se o Dia Mundial do Vinho e a Wine celebra a data esclarecendo os principais mitos que nos acompanham até hoje e acabam pautando a degustação de muitos enófilos. 


“Apesar de abranger muitos conceitos e informações, o universo dos vinhos não deve ser tido como algo assustador ou difícil, muito pelo contrário: ele pede apenas uma boa dose de disposição para conhecer as mais diversas variações que um vinho pode apresentar e encantar com experiências e momentos incríveis”, diz Marina Bufarah de Souza, sommelière da Wine, o maior clube de assinatura de vinhos do mundo


Para ajudar nessa jornada, seguem algumas questões que são tidas como verdades absolutas para serem esclarecidas, seguidas de dicas para facilitar seu consumo:



1 - Quanto mais velho o vinho, melhor é.


Mito. Há vinhos de extrema qualidade que, logo após sua fabricação, já estão prontos para o consumo, os chamados vinhos jovens. A maioria dos vinhos produzidos no mundo entram nessa categoria e devem ser consumidos numa média de cinco anos a contar da sua safra. Porém, existem exceções, como aqueles com mais estrutura, mais taninos e boa acidez, que conseguem ser mais longevos e se beneficiar de fato do envelhecimento em garrafa.


Todo vinho possui uma curva de evolução: nasce, evolui, chega a sua plenitude e começa a morrer (declinar). Por isso, na dúvida, é importante checar o tempo de guarda indicado pelo enólogo,  informação que pode ser encontrada na ficha técnica do produto.


Finca Valcendon Colección 7 Parcelas D.O.C.a. Rioja Graciano 2020, por exemplo, já envelheceu 4 anos em garrafa e está perfeito para ser consumido hoje. Mas caso você queira guardar mais um ou dois anos ele pode evoluir um pouco mais e ganhar aromas e sabores mais maduros.


https://www.wine.com.br/vinhos/finca-valcendon-coleccion-7-parcelas-d-o-c-a--rioja-graciano-2020/prod27213.html 



2 - Vinhos com tampa de rosca (screw cap) não tem qualidade.


Mito. A tampa de rosca ou screw cap, foi criada para suprir a demanda de rolhas no mundo, que é maior do que a oferta, e é tida hoje como uma excelente alternativa para vedar as garrafas. 


As tradicionais rolhas de cortiça são produzidas pelo Sobreiro, uma árvore que se regenera a cada 9 anos, para então poder dar origem a próxima remessa de rolhas, o que torna inviável vedar todas as garrafas produzidas no mundo com esse tipo de rolha.


O principal objetivo da rolha é proteger o vinho do contato com o oxigênio, papel exercido perfeitamente pelas tampas de rosca, preservando a bebida e mantendo ela pronta para o consumo.


Nunca tomou um vinho com screw cap? Uma ótima opção é o Dark Horse Rosé 2019, bastante fresco, frutado, fácil de beber e de abrir, afinal a principal vantagem da tampa de rosca é sua praticidade.


https://www.wine.com.br/vinhos/dark-horse-rose-2019/prod25370.html 



3 - Vinhos com sabor mais adocicados levam açúcar em sua composição.


Mito. O sabor adocicado dos vinhos finos vem do açúcar residual da própria uva. Ou seja, o açúcar da fruta que não foi consumido pelas leveduras e transformado em álcool durante o processo de fermentação.


Nem sempre o teor de açúcar residual é percebido na boca, pois a sensação de doçura pode ser suavizada pela acidez do vinho.


Vale ressaltar que todos os elementos estruturais do vinho - acidez, taninos, corpo, álcool e açúcar residual, influenciam-se. O mais importante é o equilíbrio entre eles para que possamos ter um vinho agradável no nosso paladar.


Para quebrar esse mito, vale provar um vinho meio seco e perceber o quão saboroso e agradável ele pode ser. O Cardilla Frappato I.G.P Terre Siciliane 2021 traz notas de cereja, morango, com toques de pimenta e tabaco e, em boca, apresenta perfeito equilíbrio, com frescor, maciez e longa persistência.


https://www.wine.com.br/vinhos/cardilla-frappato-i-g-p-terre-siciliane-2021/prod28184.html 


4 - Vinhos verdes recebem esse nome por conta da sua cor verde.


Mito. O vinho verde é uma Denominação de Origem Controlada (D.O.C.) de Portugal e só recebem esta classificação os vinhos que são obrigatoriamente produzidos nessa região, seguindo as regras estipuladas pelo conselho regulador. Vale observar que os vinhos verdes não são sempre brancos, eles também podem ser espumantes, rosés e até tintos.


Casa de Vila Verde D.O.C. Vinho Verde 2022 é um belíssimo exemplar desta denominação e é perfeito para ser degustado bem geladinho e nos refrescar nos dias mais quentes.


https://www.wine.com.br/vinhos/casa-de-vila-verde-d-o-c--vinho-verde-2022/prod29128.html 



Aposto que você não vê a hora de pôr todos esses conhecimentos em prática e ter experiências ainda mais gostosas no mundo dos vinhos. Há uma infinidade de opções para te acompanhar nessa jornada, separe sua taça e se delicie!



A uva Syrah é uma das grandes queridinhas a elaborar vinhos tintos intensos e merece um dia todo seu, para ser celebrada, tanto que tem um dia especial só pra ela. Em 16 de fevereiro, os enófilos, enólogos e sommeliers erguem suas taças em homenagem a uma das uvas mais antigas: é o Dia Mundial da Syrah.

Reconhecida como uma das uvas mais versáteis do mundo, há registros da Syrah que remontam a variações milenares no Oriente Médio e culminam no surgimento da espécie na região francesa do Vale do Rhône.  

É uma uva com potencial para se adaptar a diferentes climas e solos, tendo prosperado em regiões vinícolas do Velho Mundo, como na região francesa mencionada, e do Novo Mundo, na Austrália, Chile e Argentina.  

A Austrália, aliás, é o país mais famoso pelos vinhos elaborados com a Shiraz, como é conhecida por lá e seus rótulos mais famosos são bastante concentrados e cheios de fruta.

Além disso, esta variação pode ser utilizada para produzir vinhos tintos, rosés, brancos e até mesmo espumantes. A principal característica dessa uva é sua casca, extremamente grossa e concentrada em um polifenol chamado antocianina, tornando-a quase negra, resultando em vinhos escuros e profundos, com sabores potentes, com médio corpo e taninos muito amaciados, normalmente secos e com acidez média. Seus aromas mais frequentes são de frutas negras, violeta, azeitonas pretas, pimenta-do-reino e couro. Quando amadurece em carvalho, o vinho ganha notas de chocolate, tabaco e outras especiarias mais doces.

Marina Bufarah de Souza, sommelière da Wine, o maior clube de assinatura de vinhos do mundo, diz que para harmonizar os vinhos tintos, a dica é apostar em pratos feitos com ingredientes intensos, que tragam à tona os sabores da bebida sem que o paladar seja dominado por ela. 

“Algumas ótimas sugestões para acompanhar esse vinho são os pratos com carne bovina, cordeiro, porco, aves e queijos maduros. Os temperos fortes, como cebola, alho, mostarda, pimenta, louro e as ervas aromáticas, entre elas alecrim e tomilho, também podem ser bons parceiros”, explica. 

Como dicas para conhecer a Syrah, a Wine separou exemplares de diferentes regiões, com descontos especiais que vão até 40% para não assinantes e mais de 50% para quem assina o Clube Wine.

Para quem quer aproveitar a Syrah numa versão mais refrescante, o Espumante U By Undurraga D.O. Valle Central Demi-Sec é a escolha ideal, frutado, com notas de abacaxi, pêssego e pêra, vai te encantar com seu final saboroso em boca.

https://www.wine.com.br/vinhos/espumante-u-by-undurraga-d-o--region-del-valle-central-demi-sec/prod29345.html

Quem gosta de conhecer as nuances da uva no seu país de origem, vai se encantar com o Generation 1905 Vin de France Syrah 2020, elaborado no sul da França, com equilíbrio perfeito entre fruta e estrutura, traz um vinho delicioso e elegante

https://www.wine.com.br/vinhos/generation-1905-vin-de-france-syrah-2020/prod28109.html

Uma das combinações mais tradicionais para a Syrah são os blends com uva Garnacha. A Bodegas Esteban Martín, na Espanha, soube retratar com excelência esse encontro de variedades no Esteban Martín D.O. Cariñena Garnacha Syrah Tinto 2022, um vinho jovem, frutado com nuances de especiarias, taninos macios, acidez média, agradável frescor

https://www.wine.com.br/vinhos/esteban-martin-d-o--carinena-garnacha-syrah-tinto-2022/prod29275.html

E para você que não abre mão de um exemplar com a Syrah mais intensa, aproveite para conhecer a máxima expressão desta uva ao clima desértico do Vale do Limarí, no Chile, com o La Playa Terroir Selection Valle de Limari Syrah 2020.É um vinho que amadurece 12 meses em carvalho francês, ganhando notas de especiarias e tabaco, além dos tradicionais aromas de frutas maduras.

https://www.wine.com.br/vinhos/la-playa-terroir-selection-valle-de-limari-syrah-2020/prod27306.html

Independentemente do seu estilo preferido, o importante é ter seu Syrah à mão para comemorar essa data tão aguardada, saúde!

VAMOS BEBER VINHO // Dia Mundial do Vinho (18/02): um brinde à tradição e diversidade. Sommelier da Cantu Grupo Wine preparou uma seleção exclusiva para a data

Crios Sustentia Orgânico Suzana Balbo (Argentina): Elaborado com a uva Cabernet Sauvignon, este vinho traz toques de Cassis, Cereja e Folhas de Chá, revelando uma combinação harmoniosa e sustentável. 

Onde comprar: https://www.casadez.com.br/vinho-susana-balbo-crios-sustentia-cabernet-franc-750ml-6497/p

 

No dia 18 de fevereiro é celebrado o Dia Mundial do Vinho, uma data especial para todos os apreciadores dessa bebida milenar que encanta paladares ao redor do mundo inteiro. Com mais de 6 mil anos de história registrada, o vinho é um líquido vivo e maravilhoso que encontra morada em diversas garrafas, proporcionando experiências únicas e inigualáveis. Para a data, o sommelier Sergio Cruz, da Cantu Grupo Wine, a casa das grandes marcas, conta um pouco sobre essa história.

“À medida que o tempo avança, observamos uma crescente transformação no mundo do vinho. Apaixonados, entusiastas e amantes dessa arte buscam incessantemente conhecimento sobre as mais variadas nuances que a bebida oferece. Seja o branco refrescante, o rosé vibrante, o tinto encorpado, o fortificado enriquecido, o espumante efervescente ou o champagne sofisticado, as pessoas buscam compreender as diferenças entre eles, o seco, meio seco, brut, extra brut e innature. Imersos em livros, exploram as complexidades das denominações de origem, países, regiões e climas, aprofundam-se nas características das uvas, taninos, acidez, corpo, lágrimas, álcool e, é claro, no tão comentado terroir e seu significado”, conta Sérgio.

Segundo o especialista, em meio a tantas datas significativas que enriquecem nosso calendário, o vinho ganha destaque com o seu próprio dia de celebração. O Dia Mundial do Vinho é o momento de erguer as taças e brindar essa bebida especial que tem o poder de unir pessoas e países.

Para comemorar essa ocasião de maneira única, o sommelier selecionou cinco rótulos excepcionais do portfólio da Cantu Grupo Wine para elevar a experiência de todos os apreciadores.

 

  • Ventisquero Grey Single Block (Chile):

Elaborado com a uva Carménère, este vinho apresenta a elegância da Amora, Pimenta e Chocolate, proporcionando uma experiência sensorial única.

Onde comprar: 


https://adegabartolomeu.com.br/produto/ventisquero-grey-single-block-carmenere/


 

  • Torres Coronas (Espanha):

Elaborado com uva Tempranillo, este vinho destaca-se pelos aromas de Cereja Madura, Morango e Baunilha, representando a tradição e a qualidade da vinícola espanhola Torres.

Onde comprar: 

https://www.espacodoc.com.br/torres-coronas-tempranillo-2019

 




  • Albert Bichot Petit Chablis (França):

 

Elaborado com a rainha das uvas brancas Chardonnay, este vinho revela a sutilidade da Casca de cítricos, Toranja e Minerais, proporcionando uma experiência elegante e refinada.

Onde comprar:

 https://www.winebrasil.com.br/albert-bichot-petit-chablis-branco

 



  • Codici Primitivo Puglia (Itália):

Elaborado com a casta típica Primitivo, este vinho surpreende com sua explosão de Ameixa, Framboesa e Especiarias, expressando a riqueza da tradição vinícola italiana.

Onde comprar: https://www.hiperadega.com.br/codici-masserie-primitivo-8055684024813/?

Porsche Pre-owned RJ une o estado de arte do carro à arte propriamente dita numa galeria de novos e consagrados artistas, em São Conrado, onde não falta um aconchegante bar para grandes papos

Texto e fotos: João Mendes

Usando de muita criatividade e inovação a Porsche Pre-owned RJ, autorizada da marca alemã para comercializar seus carros usados com garantia, resolveu unir no mesmo espaço os carros com design e tecnologias que remetem ao estado da arte com a própria arte de consagrados artistas e de outros que ainda estão no caminho do sucesso maior. 

A iniciativa é de Eytan Lubicz, que comanda o Centro Técnico Porsche no Rio de Janeiro há 30 anos e há pouco mais de dois abriu a Pre-owned RJ no bairro de São Conrado, Zona Sul da cidade. 

A ele se juntou Sergio Lemos, experiente na área de marketing e Gustavo Franck que irá comandar a agenda com pelo menos um evento mensal para os clientes, convidados e público interessado em arte e em Porsche.


A galeria fica no subsolo da loja com quadros, fotografias, esculturas e tapeçarias fazendo a moldura para os carros. Artistas consagrados como Ivan Serpa, Antônio Bandeira, Krajcberg, Joaquim Tenreiro e Burle Max dividem o espaço com talentos em ascensão como Flávia Occhioni, Rudy Sgarbi, Carolina Goes e Marco Velasquez e com os carros dos sonhos como o modelo 911, ícone da marca, que completou 60 anos de produção no ano passado. 

Junto das obras e dos carros um agradável lounge e um bar valorizam ainda mais o espaço que está à disposição dos clientes para uma experiência mais agradável porque além de observarem as obras terão oportunidade de fazer um relacionamento com outros visitantes. 


Para os próximos meses serão programadas exposições individuais de artistas, de coleções de miniaturas de veículos e para o dia 8 de março haverá evento especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. 


A Porsche Pre-owned RJ fica na Estrada do Joá, 102 – São Conrado, aberta de segunda a sexta das 10h às 19h e nos sábados das 10h às 14h.



Cunha é eleita um dos 10 destinos mais acolhedores de 2024. A cidade do interior de São Paulo, destaque no ranking do 12º Traveller Review Awards, da plataforma da Booking.com, é vista como potencial de moradia e investimento


Quando o assunto é hospitalidade, as cidades do interior do Sudeste se destacam. É o que indica o  12º Traveller Review Awards, da plataforma da Booking.com, que considera os locais com pelo menos 50 acomodações elegíveis ao prêmio da plataforma. 

Após 309 milhões de avaliações verificadas, as cidades mais acolhedoras do Brasil, são: São Bento do Sapucaí - SP, Pedra Azul - ES, Carrancas - MG, Visconde de Mauá - RJ, Gonçalves - MG, Flecheiras - CE, Maraú - BA, Pomerode - SC, Cunha - SP e Nova Petrópolis - Rio Grande do Sul. 

Cunha,um dos principais destaques da lista, vem apresentando um desenvolvimento efetivo e ganhando cada vez mais moradores, mas sem perder sua essência e calmaria. 

O local, além de possuir qualidade de vida e ser um atrativo pelos seus pontos turísticos, é uma oportunidade de moradia e de investimentos. A promessa é de que a cidade ganhe novos empreendimentos.

A região, além de ser conhecida como a capital da cerâmica, está intrínseca ao turismo religioso pela sua proximidade com o município de Aparecida, que faz parte da  rota da fé e pelo aeroporto de Guaratinguetá estar ao lado. Cunha também chama atenção por ser propícia ao esporte, tanto que sedia o evento de ciclismo L'Étape Cunha by Tour de France. 

Cunha está muito próximo de Paraty (RJ), assim como de Angra dos Reis (RJ). O intervalo de tempo é de aproximadamente uma hora. Isso faz com que o município do interior de São Paulo tenha uma mistura de praia e serra.


O crescimento do local começou a tomar forma a partir da reinauguração, em 2016, da RJ-165, estrada que liga justamente Cunha a Paraty. De acordo com o Departamento de Estradas e Rodagem do Rio de Janeiro (DER-RJ), o investimento para execução da obra foi de R$ 105 milhões.

A estrada Paraty-Cunha tem a vantagem de ser uma via com apelo visual, sendo considerada como um corredor turístico. As pessoas que passam pelo local podem contemplar a vista em meio à paisagem repleta da fauna e flora nativa. O acesso passa por uma reserva de Mata Atlântica, o Parque Nacional da Serra da Bocaina. A estrada que liga os municípios tem 49 quilômetros, sendo que 9,4 deles cruzam o parque.

“A pavimentação permitiu maior economia de tempo de viagem entre Cunha e Paraty, sem contar que ela é como uma atração turística. Quem passa uma vez, quer passar sempre”, comenta Artur Zaltsman, CEO da incorporadora brasileira Zaltsman. Ele complementa dizendo que a via, por facilitar a conexão entre as cidades, promove aumento na circulação de turistas.


A busca por qualidade de vida e o potencial de empreendedorismo da cidade 

O período de isolamento da pandemia também foi outro fator que impulsionou a aderência de novos moradores na região, em razão do home office. O trabalho remoto ainda permanece, as empresas notaram que o custo de deslocamento e de alocação de escritório não compensa. Os profissionais seguem nesse modelo de trabalho, que dá a oportunidade de trabalhar de qualquer lugar, fazendo com que disparasse a procura por se mudar para o interior.

“As pessoas viam Cunha apenas como uma cidade turística do interior, até que passaram a enxergá-la como uma região de lazer para ter um segundo imóvel. Agora, estamos em um ponto onde as pessoas vão ao município para transferir por completo sua residência e fazer uma mudança definitiva”, afirma Zaltsman.

Essa busca pelo interior valorizou o preço dos imóveis e chamou a atenção de investidores no setor. As construtoras veem Cunha como um forte potencial para novos empreendimentos, alguns deles já estão sendo alavancados e outros projetos se preparam para decolar na cidade.

Artur diz que condomínios têm sido o destaque. “Um dos maiores focos das pessoas está na segurança, e os condomínios têm a vantagem de serem fechados e garantirem maior liberdade”.


O próprio empresário decidiu investir no local. A Zaltsman, em parceria à Alphaz Concept, incorporadora referência por executar projetos assinados de arquitetura com responsabilidade ecológica, irá construir em Cunha o Gaia Residence, um condomínio fechado com doze casas.

O terreno do empreendimento tem 5 mil metros quadrados, seguindo o conceito de sustentabilidade e garantindo a segurança que as pessoas tanto têm buscado. O Gaia Residence estará localizado no melhor bairro do município, Vila Rica.

Por fim, o CEO da Zaltsman avalia que se o desejo das pessoas é de ir morar em um lugar fora dos centros urbanos, Cunha deve ser uma das opções prioritárias, pois são muitos os benefícios que o local tem a oferecer. Mas ele ressalta também que, apesar de não conter a agitação da capital, está perto de São Paulo e é um ponto positivo para quem precisa ir à cidade frequentemente.


Sobre a Zaltsman

A Zaltsman é uma incorporadora brasileira que chega ao mercado para impactar positivamente o mundo dos empreendimentos imobiliários.

A empresa nasce trazendo a experiência de sucesso iniciada há três gerações, quando o Dr. Artur Zaltsman fundou a Imobiliária Rony, a primeira de Guaratinguetá (SP), que cresceu em atuação e serviços oferecidos.

Agora, sob o comando de Artur Zaltsman Neto, a vocação familiar se renova, alinhada com os princípios de construções sustentáveis, excelência nos projetos, designs assinados e localizações exclusivas.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

46ª Abav TravelSP está com vagas nas caravanas, inscreva-se!

Este e-mail foi enviado para armore@gmail.com.

Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon 


Nº 1.288 — 15/2/2024

 


Pesquisa nos EUA aponta falhas

de tecnologias em carros novos

 

A reconhecida empresa americana de pesquisa especializada no setor automobilístico J.D Power revelou sua mais recente avaliação semestral de problemas em carros novos nos EUA. O foco é sempre na frota circulante com três anos de uso. Trata-se de avaliação que repercute no conjunto dos veículos em circulação que, no caso americano, é de 12 anos em média. Como referência a frota brasileira é um pouco mais “jovem”, 10 anos e 9 meses, segundo pesquisas do Sindipeças e da Anfavea.

Esse Estudo de Qualidade Inicial Percebida (EQIP) é um forte indicador em longo prazo. O resultado apresentado agora indica que no último semestre de 2023, de acordo com os consumidores, os principais pontos problemáticos foram os sistemas de infotenimento, em especial os de conectividade Android Auto e Apple CarPlay, além do reconhecimento de voz integrado. Falhas apontadas atingiram nível duas vezes superior à categoria seguinte, de defeitos na carroceria.

Os pesquisadores também apontaram que o incômodo com os alertas de assistência aumenta com o tempo de uso. Entre estes, os avisos de manutenção e de saídas da faixa de rolagem, além de colisão dianteira/frenagem autônoma de emergência. Acredito que são úteis para evitar acidentes, mas motoristas podem se sentir incomodados. Falta, talvez, ajuste fino dos parâmetros de cada fabricante.

Outra conclusão do EQIP: veículos elétricos a bateria (VEBs) e híbridos plugáveis apresentaram mais problemas do que os movidos por motores a combustão interna (MCI) e híbridos plenos. Entre outros, depois de três anos de uso, pneus são um ponto sensível para os VEBs. Destes, 39% dos proprietários afirmaram que substituíram pneus nos últimos 12 meses, em contraste aos 20% dos MCI. Desconsiderou-se o preço ainda maior dos pneus para elétricos.

Em mais uma pesquisa, divulgada há alguns dias igualmente pela J.D Power, os carregadores públicos de VEBs nos EUA estão mais confiáveis, porém menos disponíveis. Os investimentos vêm-se concentrando na recarga rápida, enquanto falhas se manifestam nos carregadores de Nível 2, os mais utilizados pela frota circulante.

Por fim, outro estudo do último dia 13 pela Consumer Reports revelou que um terço dos compradores nos EUA relataram ter uma experiência extremamente limitada com modelos elétricos. Apontou ainda como fundamental a expansão da infraestrutura de recarregamento.

“Consumer Reports, fundada em 1936, é a organização sem fins lucrativos para avaliações imparciais e confiáveis de produtos e serviços com base em testes de laboratório e pesquisas de mercado”. Resposta de Inteligência Artificial Generativa.

 

Investimentos podem chegar a R$ 100 bilhões até 2029

Ao analisar agora em fevereiro os resultados da indústria em janeiro último, a Anfavea indicou que o conjunto de fabricantes e fornecedores vai investir R$ 100 bilhões (US$ 20 bilhões, um valor menos “vistoso”) até 2029. O presidente da entidade, Márcio Leite, admitiu que se trata de previsão, porém com boas possibilidades frente aos novos rumos anunciados pelo plano governamental Mobilidade Verde e Inovação (Mover).

Nos últimos anos, quatro fábricas de veículos leves fecharam no País (duas Ford, uma Mercedes e uma Chery), sem contar três de peças (duas da Ford e outra da Toyota). Duas de veículos vão reabrir (GWM e BYD) nas ex-instalações de Mercedes e Ford, respectivamente. Nessa conta não entram veículos pesados.

Talvez o mais importante do programa Mover seja a introdução do conceito de emissões de CO2 do poço (ou do campo) à roda, muito à frente de vários países ainda arraigados à medição incompleta (e até oportunista) do motor à roda. A ver, após a regulamentação prevista para até o final de março, como ficará o imposto nos próximos anos sobre veículos. Atualmente incide sobre cilindrada (conceito superado).

Hoje, há metas de redução de consumo com malus, se não for cumprida e bônus, se atingir ou superar. Acabou em 2022 a distinção de IPI entre motores a gasolina e flex de 1-litro (mais da metade do mercado). Entre 1 litro e 2 litros a diferença é de apenas 1,5%. Em motores acima de 2 litros sobe para 5,3 pontos percentuais (representam apenas 3% das vendas totais).

Se o primeiro mês do ano foi bom em comercialização sobre janeiro de 2023 (mais 13%), não se alcançou o mesmo resultado em produção (estagnada) e exportações (queda de 43%). Modelos importados se destacaram com o maior percentual de participação nas vendas internas dos últimos 10 anos: 19,5%.

Parte das importações subiram por antecipação de compras externas para aliviar o início do escalonamento crescente do imposto sobre elétricos e híbridos, que começou no mês passado e voltará a ser de 35% em julho de 2026.

 

Novo Mercedes Classe E exibe grande evolução

O modelo existe desde 1949 (como 170 S) e a 11ª geração do atual Classe E, totalmente renovada, impressiona por linhas mais limpas. A sua presença se impõe ainda assim com uma grade plana e sem decoração vistosa, onde se abrigam radar e sensores. Na lateral, quase sem vincos, as rodas são de 20 pol. e exatos 20 raios. Na parte de trás destaque para as lanternas com estrelas de três pontas estilizadas que remetem ao símbolo da marca.

Chama muita a atenção ao entrar no carro a tela multimídia central com 14,4 pol. Além do espelhamento de celulares, é possível navegar por meio de GPS nativo e do sistema próprio de navegação da Mercedes que dispõe de conexão 5G e atualizações de trânsito em tempo real. Claro, Waze e Google Maps também são disponíveis. Saídas de ar-condicionado estão embutidas sem grades no painel, que ainda pode receber uma terceira tela para o passageiro. Porta-malas bastante amplo: 540 litros

Motor 2-L turbo entrega 258 cv e 40,6 kgf·m, mas um motor elétrico/gerador integrado entre o motor e a caixa de câmbio automática de 9 marchas, disponibiliza mais 23 cv e 20,9 kgf·m. Suspensão pneumática e eixo traseiro direcional também se destacam. Em curta avaliação em trecho urbano, além da suavidade e silêncio, impressionaram as acelerações já que o motor elétrico acrescenta 51% de torque quando se exige do acelerador. De 0 a 100 km/h são 6,2 s, belo registro para um automóvel de 1.735 kg.

Preço: R$ 639.900 (versão única).

Ressalva da coluna anterior: o SUV Honda ZR-V usa a mesma arquitetura do Civic com motor a combustão. Contudo, no Brasil, além do citado Type R (a combustão), há também a versão híbrida do sedã, ambos importados.


VAMOS BEBER VINHO // Manu Damin, sommelière, professora do Senac RS, em entrevista ao Blog ressaltou que o consumo de vinho, inclusive o nacional, triplicou e deu importantes dicas sobre marcas e harmonização de vinhos




ASSISTA O VÍDEO. CLIQUE NO LINK ABAIXO:

https://youtu.be/_fexfL5vepo?si=KRu6NGWSWcjoxecd


Texto e fotos: Arnaldo Moreira

Da esq., Daniel Grommnn, Manu e Arnaldo

De férias no Rio de Janeiro, a sommelière Emanuelli Damin, carinhosamente tratada por Manu Damin, professora do curso de sommelier do Senac de Porto Alegre, concordou em encontrar-se comigo o Santo Empório, uma aconchegante rotesserie do Daniel Grommann, na Rua das Laranjeiras, 29 loja 228, bem perto da estação de Metrô do Largo do Machado, para fazermos um entrevista em que ela falasse sobre o que mais entende: VINHO - embora, confessou, não descarte uma cerveja bem gelada - , para a coluna do Blog VAMOS BEBER VINHO.

Manu especializou-se em vinhos na França. Morou em Bourdeaux, depois em Montepellier, e fez cursos de sommelier em Porto Alegre, onde também se especializou em comércio de vinhos.

Segundo ela, o consumo de vinhos no Brasil triplicou nos últimos três, quatro anos, com o advento da pandemia em que as pessoas ficavam mais em casa e se viram mais abertas à descoberta de novos sabores e tendo o vinho esse modelo intimista, romântico criou-se de fato um novo conceito sobre o vinho. E nos restaurantes o consumo cresceu também. Hoje, se bebe muito mais vinho do que há alguns anos.

O consumo médio do vinho no País cresceu e vimos as vendas triplicarem dos vinhos nacionais, a maioria produzida no Rio Grande do Sul.


Sobre o custo elevado dos vinhos nacionais, que apesar da importação os estrangeiros têm preços menores em relação aos nossos, Manu comenta que no Brasil não temos uma tradição centenária de consumo de vinho como na Europa, nem uma produção em larga escala.

Um dos motivos do vinho nacional ser caro começa na logística de distribuição porque moramos num país de dimensões continentais e todo o transporte dos produtos é feito por caminhão, com o preço do combustível impactando no custo final e em segundo lugar é sem dúvida a tributação. 

Na Europa, continua Manu, o vinho faz parte da cultura alimentar e sua tributação é a mesma de um alimento, ou seja o vinho paga um imposto de produto alimentar enquanto no Brasil o vinho é tributado como bebida alcoólica, muito mais elevado, e isso vai impactar no seu preço ao consumidor. 


Além disso, reforça Manu, a maior parte dos elementos para engarrafamento são importados, a cortiça das rolhas, as garrafas, pois não temos ainda no Brasil produção suficiente de garrafas que atenda à demanda das vinícolas. "Noto, no entanto, que esse problema vem diminuindo, com o surgimento de vinhos de muito boa qualidade com valores mais acessíveis", reconheceu.

- Vimos notando uma boa procura de espumantes brasileros, produto que aliás vem ganhando espaço importante no mundo pela excelente qualidade. Como você analisa essa questão, perguntei.

- Os vinhos com borbulhas, como chamamos tecnicamente os espumantes, nacionais estão muito competitivos pela melhoria de sua qualidade com prêmios diversos ganhos pelo mundo. Destaco sem dúvida os espumantes brasileiros que vêm melhorando significativamente a cada safra. Hoje, vale muito mais a pena bebermos espumantes nacionais. 

Manu lembrou, por exemplo, o espumante Nature do Rio Grande do Sul que não tem açucar adicionado. E os vinhos tranquilos como chamamos os vinhos sem borbulhas, de produção brasileira têm ficado muito mais competitivos pela sua boa qualidade.

Lágrimas do vinho. O vinho chora?

A sommelière Manu deixa claro que vinho não chora. As lágrimas do vinho, garante não querem dizer que o vinho chore. 

As lágrimas estão diretamente ligadas ao seu teor de álcool: quanto mais devagar a lágrima descer pela taça mais alcoólico é o vinho. 

O álcool evapora por ser uma substância volátil e a alta tensão superficial que ficou ali na parede da taça (já que praticamente só tem água, uma vez que o álcool evaporou) faz com que surjam as gotas que voltam em forma de filete, devido à força da gravidade.

Resumindo, as lágrimas do vinho formam-se porque as velocidades de evaporação da água, do álcool, e suas tensões superficiais são diferentes. Sendo assim, elas estão diretamente ligadas ao teor alcoólico da bebida. Quanto mais elevada for a concentração alcoólica, mais abundantes serão e mais lentamente cairão as lágrimas.


ASSISTA O VÍDEO, CLIQUE NO LINK ABAIXO:
https://youtu.be/kdpMBeGmPJc?si=l4PAOEEN-w9DntAe

Fado, vinho da região de Lisboa

Um dos vinhos apontado por Manu foi o Opta, vinho português da região do Dão, não tão difundida aqui no Brasil, como os do Alentejo e do Douro. "Eu acho que o resultado final desses vinhos do Dão que têm um resultado final desses vinhos é de muita fruta negra, dura, são vinhos muito redondinhos, muito fáceis de beber com uma boa aceitação", explicou.

Outro vinho avaliado por Manu foi o Fado, português da região de Lisboa, que tem um ótimo custo x benefício. É um vinho de boa qualidade, tem um preço mais econômico. É uma boa opção, garantiu.

Dos vinhos brasileiros, Manu voltou a lembrar os espumantes "como os próprios espumantes da Chandon que se estabeleceu na serra gaúcha para elaborar espumantes de excelente qualidade. Desde a fundação da Chandon em Garibaldi houve um crescimento considerável da produção na serra gaúcha região de Garibaldi, Vale dos Vinhedos que hoje oferecem um leque enorme de opções de excelentes vinhos.


Manu separou um espumante Naturi, de edição limitada, um espumante seco. As pessoas acham que o Brut equivale a um vinho seco, mas na verdade o Brut tem muito mais açucar do que o vinho seco, já o espumante Naturis não tem açucar adicionado, tem somente o açucar residual das leveduras, tendo 0,3 gr. de açucar por litro que a leveduras não transformaram em açucar e isso acentua outras notas, os aromas do espumante. A dica dela é que as pessoas que não podem ingerir bebidas açucaradas podem usar o espumante Naturi.

Manu sugeriu ainda o tinto Miolo produzido no Vale do São Francisco. 


Da vinícola francesa Sauternes, ela sugere o vinho de sobremesa branco Les Compères, safra 2019, um vinho nobre cujas uvas são atacadas por um fungo que além de um sabor especial tem uma coloração dourada intensa. "É um vinho espetacular, congêre do Vinho Porto, mas menos adocicado, mas leve", garantiu.

Para acompanhar uma pizza, ela defende a escolha de um espumante, que identifica como um coringa que se adapta a vários sabores de pizza, afinal é muito complicado harmonizar porque cada ingrediente vai trazer uma harmonização com o vinho, porque o vinho não pode apagar a comida, nem a comida pode apagar o vinho, essa é a primeira regra. Essa combinação criar uma terceira opção é o melhor dos mundos.

Manu sugeriu um vinho para acompanhar um queijo parmesão um tinto mais encorpado, já um queijo mais leve já pede um vinho mais leve, tipo um branco.

- Manu, qual tipo de vinho que vc gosta mais?, perguntei.

O vinho que mais gosto é sempre o próximo vinho. A minha relação com o vinho é sem dúvida a da descoberta, conhecer novas e diferentes notas e sabores. 

- Manu, obrigado pela entrevista e até o próximo vinho.

- Então, até o proximo vinho, Arnaldo.




 


ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.