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domingo, 1 de junho de 2025

Coluna Minas Turismo Gerais Jornalista Sérgio Moreira



Coluna Minas Turismo Gerais


Jornalista Sérgio Moreira




Barco a vapor Benjamim Guimarães volta ao “ velho Chico”



Um marco no resgate da história das Minas e bela Gerais. Hoje a  população de Pirapora e toda Minas Gerais, comemoram o retorno do retorno do barco a vapor Benjamim Guimarães ao leito do Rio São Francisco, o "velho Chico". A embarcação, a única com máquina a vapor alimentada por lenha ainda existente no mundo, ficou parada por 12 anos e nos últimos cinco permaneceu fora d'água, passando por um processo de restauração.

A solenidade de “reinauguração” do Benjamim Guimarães foi no cais do Velho Chico, dentro das festividades dos 113 anos de emancipação político-administrativa do município preparadas pela Prefeitura de Pirapora.

Embora a reinauguração oficial aconteça agora, o vapor ainda continuará parado por algum tempo. O retorno dos passeios turísticos no Velho Chico deverá ocorrer no segundo semestre, possivelmente em novembro, após vencidas etapas burocráticas. A navegação depende também do volume de água do rio.


O Vapor Benjamim Guimarães passou por uma restauração completa, viabilizada pelo Ministério de Minas e Energia e pela Eletrobras, com verba de federal, no valor de R$ 5,8 milhões, do Programa de Revitalização dos Recursos Hídricos das Bacias Hidrográficas do Rio São Francisco e do Rio Parnaíba. Os serviços foram executados pela empresa Indústria Naval Catarinense (INC).

 Depois de permanecer cinco anos " fora da ´´água, estacionado em terra, na beira do Rio São Francisco, para a execução dos serviços de reforma, o barco a vapor foi levado novamente dentro do rio São Francisco,  no dia 3 de maio.. Devido ao peso da embarcação, 243 toneladas, a operação para o seu retorno ao leito do Rio São Francisco dependia da elevação do volume do rio. Para isso, foi necessário aumentar a liberação de água no reservatório da Usina Hidrelétrica de Três Marias, de cerca de 200m³/s para 650 m³/s. A ampliação foi solicitada pela prefeitura de Pirapora e pela Eletrobrás à Cemig.


Na operação para colocar o icônico barco a vapor dentro do rio, foram utilizadas boias e máquinas escavadeiras, tudo acompanhado pelos técnicos com muito cuidado. Em seguida, tiveram início os testes de “flutuabilidade” da estrutura.

Durante a revitalização, foi feita a reforma geral do vapor na parte de madeira. Foram ainda instaladas caldeira e chaminé novas, e reestruturadas partes do casco e da casa de máquinas. “O vapor está novo e muito bonito. Um orgulho não só para Pirapora, mas para toda Minas Gerais e o Brasil. Afinal, é o único no mundo ainda movido a caldeira de lenha”, comemora o presidente da Empresa de Turismo de Pirapora (Emutur), Elton Jackson.

“A recuperação do vapor representa muito para Pirapora e para a região, não só culturalmente, mas principalmente como instrumento de incentivo turístico, que mexe bastante com a cadeia econômica da nossa cidade. Depois do próprio Rio São Francisco, o vapor Benjamim Guimarães é um dos nossos principais atrativos turísticos”, avalia. 

A partir da “reinauguração”, informou, a Prefeitura de Pirapora manterá contatos com a Marinha do Brasil para que seja feita uma vistoria visando à liberação dos passeios pelo rio. Também deverá ser mantido contato com o Departamento de Infraestrutura em Transportes Terrestres (Dnit) para a sinalização dos pontos de navegação dentro do leito do rio.

O secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas de Oliveira, também comemorou a reinauguração da embarcação como um momento histórico. “A entrega do vapor Benjamim Guimarães é um reencontro com a alma do povo mineiro e ribeirinho. Ele carrega memórias, histórias de fé, de luta e de esperança que navegam junto com o Velho Chico. É um patrimônio que não repousa: segue em movimento, como a própria cultura”, afirmou Leônidas.

A Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult) divulgou que a recuperação do vapor também contou com a participação do governo de Minas, por meio da pasta e do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG), em parceria com a Prefeitura de Pirapora. “As intervenções contemplaram desde a substituição do casco até a revisão completa do maquinário, passando pela recuperação da chaminé, dos camarotes, da roda de pás e de todos os sistemas que compõem sua estrutura centenária”, descreve a pasta.

HISTÓRIA - O vapor Benjamim Guimarães foi construído em 1913, pelo estaleiro norte-americano James Rees & Sons, e navegou inicialmente pelo Rio Mississipi, no país de origem. Na sequência, veio para o Brasil, onde, por alguns anos, percorreu o Rio Amazonas, sendo transferido para o São Francisco em 1920.

Na segunda metade da década de 1920, a empresa Júlio Guimarães adquiriu a embarcação e a montou no porto de Pirapora, onde recebeu o nome de “Benjamim Guimarães”, uma homenagem ao patriarca da família proprietária da empresa. A partir de então, o vapor passou a fazer contínuas viagens ao longo do Rio São Francisco e em alguns dos seus afluentes.

O Benjamim Guimarães foi tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG) em 1985. Durante décadas, foi um importante meio de transporte para mercadorias e passageiros, conectando comunidades ribeirinhas e promovendo o comércio e a troca cultural. A cada viagem entre Pirapora e Juazeiro (BA), trecho de 700 quilômetros em que o Rio São Francisco é navegável, ele se tornava um elo entre o passado e o presente, transportando não apenas pessoas, mas também tradições e memórias.

A partir da década de 1980, o Benjamim Guimarães passou a ser usado para passeios turísticos, com ponto de partida e de chegada em Pirapora. Com problemas em sua caldeira e outras avarias, o vapor parou de navegar em 2013. O processo de recuperação ficou muito tempo parado devido à falta de dinheiro. Somente em setembro de 2024 a revitalização foi viabilizada e agilizada Ministério de Minas e Energia e pela Eletrobras.


PESO ECONÔMICO - O retorno do vapor Benjamim Guimarães ao Rio São Francisco representa a expectativa da volta de muitos visitantes a Pirapora e de movimento na economia local, avalia o diretor de Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural da Prefeitura de Pirapora, Adélio Brasil Filho.

Ele afirma que a interrupção dos passeios da embarcação acarretou uma perda de 60% no turismo local, prejuízo que o município espera superar com a revitalização do barco. “O vapor tem atrelado a ele a Orquestra Sinfônica Jovem, o turismo de fim de semana, aquele turista que vem para a praia por causa do vapor. É o convite aberto para que as pessoas venham à cidade. Só de falar que vai voltar, a cidade já respira outros ares”, afirma Adélio.

O diretor do Patrimônio Histórico e Cultural de Pirapora salienta que, além da reforma da embarcação, deverão ser feitas obras de melhoria no cais (no píer) junto ao Rio São Francisco para facilitar o acesso dos turistas. Também deverá ser realizada uma capacitação dos integrantes da tripulação do vapor – mestres e pilotos – pela Capitania dos Portos de Minas Gerais. 

Segundo Adélio Brasil Filho, os passeios no Velho Chico só devem ser retomados em novembro. Porém, antes disso, a antiga embarcação vai movimentar o fluxo de turistas na cidade, aposta. “Antes (do passeios), o vapor será aberto à visitação. A orquestra sinfônica já voltará a se apresentar mensalmente”, disse. Os espetáculos da orquestra sinfônica no vapor serão iniciadas neste mês de junho, informou. “Todo o turismo (em Pirapora) é atrelado ao vapor”, conclui Adélio.

Conceição de Ibitipoca, Delfinópolis e Grão Mogol “Melhores Vilas Turísticas”, da ONU Turismo


Minas Gerais se consolida, mais uma vez, como protagonista do turismo sustentável e de experiência no Brasil. Das oito vilas brasileiras selecionadas para concorrer ao prestigiado prêmio “Melhores Vilas Turísticas”, promovido pela ONU Turismo, três estão localizadas em território mineiro: Conceição de Ibitipoca, Delfinópolis e Grão Mogol. O reconhecimento destaca a força do interior de Minas como guardião de paisagens naturais, práticas culturais centenárias e hospitalidade singular. Além das vilas mineiras, foram indicadas Antônio Prado (RS), Cocanha (SP), Leoberto Leal (SC), Linha Bonita (RS) e Piraí (SC).

“Esse resultado confirma que Minas tem um papel central na construção do turismo de futuro: sustentável, enraizado na cultura local e comprometido com o bem-estar das comunidades. Conceição de Ibitipoca, Delfinópolis e Grão Mogol simbolizam essa nova fase do turismo mineiro, que une natureza, tradição e inovação”, afirma o secretário de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais, Leônidas de Oliveira.

A premiação da ONU Turismo tem como objetivo reconhecer destinos rurais que adotam práticas sustentáveis e contribuem para o desenvolvimento social, econômico e ambiental. Os vencedores serão anunciados em novembro de 2025, durante a Assembleia Geral da ONU Turismo. Atualmente, a rede global conta com 254 vilas reconhecidas em todo o mundo.

Delfinópolis

Delfinópolis, localizada na região da Serra da Canastra, no Centro-Oeste do estado, é conhecida como “paraíso ecológico” devido a suas matas ciliares que abrigam diversas espécies em extinção.

As cachoeiras são o principal atrativo do município. As mais famosas são a Claro, com quatro quedas; do Luquinha, com três quedas; do Paraíso, com seis quedas. Destaque também para o Complexo Paraíso, que abriga os encantos de oito cachoeiras. Para os motociclistas que gostam de aventura, a cidade oferece diversas trilhas, como Casinha Branca, Pico Dois Irmãos, Chora Mulher e Chapadãozinho.

Grão Mogol

No final do século XVII, a procura por diamantes atraiu para o Arraial de Serra de Grão Mogol diversas pessoas, inclusive estrangeiros interessados no garimpo. A exploração alavancou o crescimento da cidade e destacou-a como a mais importante cidade da região Norte de Minas Gerais. O destino ainda preserva as construções e manifestações culturais da época da mineração.

Os conjuntos arquitetônicos da Avenida Beira-Rio, da Rua Cristiano Belo e da Rua Juca Batista levam o turista de volta ao passado. A cidade simples, tranquila e autêntica oferece também aos visitantes locais com paisagens como as da Serra Geral, da Trilha do Barão, da Cachoeira do Inferno e da Gruta Lapa da Água Fria. O centro histórico de Grão Mogol é tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico (Iepha-MG) desde 2016.

Conceição de Ibitipoca

Charmoso distrito do município de Lima Duarte, na Zona da Mata mineira, conhecido por sua atmosfera rústica, tranquilidade e natureza exuberante. Situado nas proximidades do Parque Estadual do Ibitipoca, o vilarejo atrai visitantes em busca de trilhas, cachoeiras e paisagens de tirar o fôlego, como a Janela do Céu e a Cachoeira dos Macacos.

Suas ruas de pedra, pousadas aconchegantes e opções de gastronomia local criam um ambiente acolhedor, ideal para quem busca contato com a natureza e experiências autênticas no interior de Minas. O clima ameno, aliado à hospitalidade dos moradores, faz de Ibitipoca um destino cada vez mais procurado por turistas brasileiros e estrangeiros. 

FEBTUR realiza congresso em Belém e projeta Amazônia no cenário global do turismo sustentável

 Comunicadores do Brasil e do exterior se preparam para o II Congresso Brasileiro de Jornalistas e Comunicadores de Turismo, que será realizado em Belém com foco na COP30, bioeconomia e comunicação responsável.

Belém, a porta de entrada da Amazônia | Voepass

Belém , a porta de entrada da Amazônia

Belém é logo ali. Está chegando o II Congresso Brasileiro de Jornalistas e Comunicadores de Turismo, promovido pela Febtur Nacional e Febtur Pará, com o tema “Sustentabilidade também se faz com informação”. O evento, que acontecerá de 10 a 15 de junho, será um marco no fortalecimento do turismo sustentável e da comunicação responsável na Amazônia, em um ano estratégico para o Brasil diante da realização da COP30, em novembro.

Com a capital paraense no centro das atenções globais, o congresso reunirá profissionais da comunicação turística de todos os estados brasileiros e do exterior, em uma programação intensa, repleta de painéis temáticos, vivências culturais e experiências imersivas.


 Belém: Divulgadas imagens da revitalização do canal da Doca

Entre os destaques da agenda técnica estão os painéis: “Turismo e COP30: como comunicar a Amazônia ao mundo” “Bioeconomia e Amazônia: o papel da imprensa na difusão de práticas sustentáveis.” Além desses, diversos outros não menos relevantes para o fazer turístico e a preservação ambiental serão debatidos por autoridades, especialistas e líderes setoriais.

 O Hotel – Beira Rio

Hotel Beira Rio, em Belém

Delegações estaduais já estão confirmadas, bem como participantes da América do Sul e Europa, que aguardam com expectativa os dias de intercâmbio, capacitação e inspiração que marcarão o congresso. A programação inclui ainda visitas técnicas e culturais a destinos emblemáticos como Bragança, Augusto Corrêa, Ilha do Combu e Mosqueiro, além de momentos de valorização da gastronomia e da cultura amazônica.

Entre os palestrantes confirmados estão o ministro do Turismo, gestores públicos, jornalistas especializados, pesquisadores, empreendedores e chefs de cozinha que contribuirão com olhares diversos sobre o desenvolvimento turístico com responsabilidade.

 Mercado Ver-o-Peso – Wikipédia, a enciclopédia livre

Ver o Peso

O evento conta com o patrocínio e apoio de uma ampla rede de instituições públicas e privadas, entre as quais se destacam: Ministério do Turismo, Governo do Estado do Pará, por meio das Secretarias de Turismo (Setur), Cultura (Secult) e Comunicação (Secom), Prefeitura de Belém e Prefeitura de Bragança, Fecomércio/PA, FBHA/CNC, Sebrae/PA, Sudam, Vale, Hotel Beira Rio, Casa de Saulo, Carvalhos Tur, Henvil Transportes e Point do Açaí,Instituto Alpaba, Belém Convention & Visitors Bureau e ABEOC Brasil.

Essa grande rede de cooperação reafirma que o sucesso de iniciativas transformadoras nasce do comprometimento coletivo. O congresso também se torna uma vitrine para mostrar como Belém e o Pará estão preparados para acolher o mundo, oferecendo uma combinação única de natureza, cultura, hospitalidade e protagonismo na agenda climática global.

Catedral de Belém e Basílica Santuário de Nazaré são referências de fé,  devoção e arte | Agência Pará

Basílica Nossa senhora de Nazaré

As inscrições continuam abertas no site oficial da  entidade: https://febtur.org.br/ii-congresso-febtur/


BH será a capital do Festival Stock  Car - Libertadores do Automobilismo

A etapa de BH Stock Car, marcada para os dias 15 a 17 de agosto, terá mudanças na estrutura do BH Stock Festival para melhor acomodar o público. Também pela primeira vez uma categoria internacional: aTCR South America Banco BRB, chama "Libertadores do Automobilismo". Sua dinâmica é utilizar os mesmos regulamentos e carros em todos os campeonatos da série, independentemente do país ou continente, possibilitando um intercâmbio internacional. O conceito TCR (sigla de Touring Car Racing, ou carros de turismo de corrida, em tradução livre) foi lançado pelo italiano Marcello Lotti em 2015. Circuito

O BH Stock Festival apresenta um circuito com cerca de 3.200 metros, que passa pelo entorno do Mineirão e segue pelas imediações. Cerca de 7 km de gradis, 4 km de guardrail e 3 km de blocos de concreto serão posicionados em todo o trajeto para garantir a segurança dos pilotos, equipes e público presente.

Em 2024, a estreia do BH Stock Festival movimentou mais de R$ 250 milhões na economia da cidade. Além disso, gerou 4.000 empregos diretos e indiretos, atraindo turistas de 25 estados brasileiros e proporcionou uma ocupação hoteleira de 75%. 

"Este ano, esperamos aumentar ainda mais esses números, atraindo turistas e fomentando nossos setores hoteleiro e gastronômico. Nossa meta é seguir proporcionando um crescimento sustentável e significativo para a cidade, transformando o festival em uma verdadeira locomotiva econômica a cada edição”, pontuou Emanuel Júnior, diretor-executivo do BH Stock Festival. 

Novidades na estrutura - Uma das principais novidades para o BH Stock Festival 2025 é que novas arquibancadas serão instaladas. Um andar coberto será criado na esplanada do Mineirão, oferecendo uma vista privilegiada da pista. Melhorias significativas também foram projetadas para a experiência no Vip Lounge, que agora estará posicionado próximo à Av. Rei Pelé, e a criação do setor Varanda Norte, com piso mais próximo à pista. Além disso, as praças de alimentação serão aumentadas.

"Estamos muito felizes com o sucesso, mas não paramos de trabalhar para que a edição deste ano seja ainda melhor. Os números são realmente maravilhosos e a aprovação do público que esteve presente é a grande prova. Belo Horizonte só ganha com o BH Stock Festival”, completou Sérgio Sette Câmara, CEO do BH Stock Festival.

Para proporcionar mais conforto ao público, a esplanada contará com tendas e melhorias na acessibilidade serão implementadas, com áreas dedicadas a Pessoas com Deficiência (PCDs). O reforço da sinalização em todo o espaço do festival também é uma prioridade, além de novos espaços destinados às marcas parceiras, proporcionando experiências exclusivas.  

ingressos  venda   

https://bileto.sympla.com.br/event/101162/d/291079  

Festas juninas

Terceira edição do programa foca na descentralização da promoção, apoio via ICMS Cultural e integração com o turismo , foi lançado pelo Governo de Minas, por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Turismo de Minas Gerais (Secult-MG)o Minas Junina 2025 como uma política pública estruturante que celebra, valoriza e promove a cultura popular e tradicional em todas as regiões do estado.

Integrado ao Descentra Cultura, programa inédito no Brasil, o projeto assegura uma descentralização efetiva da promoção cultural e fortalece a transversalidade entre cultura e turismo, articulando os municípios, artistas e comunidades no maior circuito junino já realizado no estado.

Mais de 400 municípios mineiros participarão das celebrações em 2025 com apoio do Governo do Estado, seja por meio do fomento direto via editais regionais, da valorização dos patrimônios imateriais ou através de recursos do ICMS Cultural. Incentivos que garantem autonomia e protagonismo às cidades na preservação e ativação de seus bens culturais e festejos tradicionais.

Subsecretária de Estado de Turismo, Patrícia Moreira no lançamento do evento

O Minas Junina é também uma política de desenvolvimento. Em 2024, segundo dados da Diretoria de Economia da Criatividade da Secult-MG, a captação via Lei Estadual de Incentivo à Cultura (LeiC) chegou a R$ 159 milhões, mobilizando centenas de projetos em festas populares, quadrilhas, reinados, congados, folias e as mais diversas áreas e expressões artísticas. Essa força econômica traduz-se em empregos, turismo local, valorização da identidade mineira e dinamização das cadeias produtivas da cultura.


Programação diversa - Na capital, o Arraiá da Liberdade, promovido pela Fundação Clóvis Salgado (FCS) e instalado nos jardins do Palácio da Liberdade, será, nos dias 27, 28 e 29/6, o palco simbólico dessa integração entre capital e interior.

Dezenas de grupos de quadrilha, congos, catopês e outras expressões vindas de todas as regiões do estado ocuparão o espaço, celebrando o ciclo junino como momento de encontro, fé, arte e mineiridade.

O Minas Junina 2025 reforça ainda o reconhecimento das Congadas como Patrimônio Cultural Imaterial de Minas Gerais, título conquistado em 2024. Em 2025, o Estado amplia os investimentos nas tradições afro-mineiras com editais exclusivos e apoio técnico por meio do Programa de Proteção da Cultura Afro e do Descentra Cultura.

              fotos: Leo Bicalho

        

Com a destinação inédita de 30% dos recursos públicos para a cultura popular e tradicional, Minas Gerais se afirma como referência nacional em políticas culturais democráticas, inclusivas e territorializadas. 

Protagonismo do interior - É no interior que o Minas Junina revela seu poder de transformação social e cultural. Em Pavão, no Vale do Mucuri, o Forró do Regaço movimenta moradores e visitantes com shows, danças e comidas típicas.

Piranguinho, no Sul de Minas, orgulhosamente realiza a 18ª Festa do Maior Pé de Moleque do Mundo, celebração reconhecida como Patrimônio Imaterial de Minas Gerais.


Informações para a Coluna Minas Turismo Gerais Jornalista Sérgio Moreira @sergiomoreira63   

sergio51moreira@bol.com.br


Coluna Fernando Calmon



Coluna Fernando Calmon 


Nº 1.353 — 1/6/2025



SUV compacto Tera demonstra

acerto de projeto VW brasileiro 



Desenvolvido por engenheiros brasileiros e o chefe de estilo José Carlos Pavone, em São Bernardo do Campo (SP), o Tera é um dos produtos de maior importância na história da VW, atrás apenas do Fusca e do Gol. Produzido em Taubaté (SP), tem como base o Polo com outras dimensões: comprimento, 4.151 mm; entre-eixos, 2.566 mm; largura, 1.777 mm; altura, 1.504 mm; porta-malas, 350 L (padrão VDA). O novo SUV compacto tem o mesmo entre-eixos do Nivus, porém é 115 mm mais curto, 20 mm mais largo e 11 mm mais alto. Rivais diretos: Pulse e Kardian.

Além do estilo atraente, o Tera tem um pacote de segurança ativa de ótimo nível com seis airbags, frenagem autônoma de emergência com proteção de pedestres, detecção de fadiga do motorista e monitoramento de pressão dos pneus. Nas versões mais caras, controle de cruzeiro adaptativo (ACC) é de série. No topo de linha, assistente ativo de mudança de faixa, câmera multifuncional e detector de ponto cego com assistente de saída de vaga.

No interior, há itens só encontrados em veículos mais caros, como descansa-braço ligado ao encosto e regulável em altura no banco do motorista. Além da tela multimídia de 10,1 pol., duas entradas USB-C bem posicionadas (mais duas para ocupantes do banco traseiro) e refrigeração para carregador do celular por indução, a VW introduziu o Otto, inédito sistema de inteligência artificial generativa todo desenvolvido no Brasil.

Há dois motores disponíveis, ambos de três cilindros: 1 L, aspiração natural, 77 cv (G)/84 cv (E); 9,4 (G)/10,3 (E) kgf·m com câmbio manual de 5 marchas, na versão de entrada. O outro é 1 L, turbo, 109 (G)/116 cv (E) e 16,8 kgfm de torque, com caixa manual de 5 marchas ou automática de 6 marchas. Consumo homologado no Tera de menor preço: urbano, 9,1 km/l (E) e 13,2 km/l (G); estrada, 10,2 km/l (E) e 14,7 km/l (G).

Versão turbo, consumo urbano de 9 km/l (E) e 12,9 km/l (G); estrada, 10,3 km/l (E) e 15 km/l (G). Com o tanque de 49 L, motor básico e câmbio manual o alcance em estradas chega a expressivos 735 km. O tempo de aceleração também é muito bom: 0 a 100 km/h, 10,1 s, na versão mais potente.

No primeiro contato em viagem de São Paulo a Taubaté (SP), ida e volta, o Tera surpreendeu pelo baixo nível de ruído e vibração no habitáculo graças às exclusivas nervuras no teto e à solidez da construção. Os bancos dianteiros oferecem ótimo suporte lateral, além de espaço interno em especial para pernas e cabeças no banco traseiro. Motor turbo e caixa de câmbio automática formam um conjunto que une desempenho e suavidade surpreendentes para um tricilindro. Comportamento em curvas sem sustos, direção e freios dentro do padrão VW reconhecido por décadas de eficiente engenharia local.

Preços, a partir de 5 de junho, começam em R$ 99.990, porém apenas para as primeiras 999 unidades e depois, R$103.900. Chegam a R$ 139.990, além da série especial Outfit The Town a R$ 142.290, mais o pacote ADAS por R$ 2.839.


Stellantis tem planos firmes para fábrica de Goiana

Ao completar 10 anos da inauguração da unidade fabril de Goiana (PE), cidade de 85.000 habitantes a 65 km da capital Recife, a Stellantis não se limitou a anunciar a comemoração, ainda em 2025, de dois milhões de veículos produzidos: três modelos Jeep (Renegade, Compass e Commander), um Fiat (Toro) e um Ram (Rampage). Dos R$ 30 bilhões a serem investidos no Brasil até 2030, quase 45% (R$ 13 bilhões) vão para esta fábrica.

A unidade pernambucana emprega diretamente 6.400 pessoas e 14.700 ao se incluírem fornecedores locais. Investimento direto foi de R$ 18 bilhões, em uma década, para uma capacidade instalada de 280.000 unidades por ano.

Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis na América do Sul, confirmou seis novos modelos a serem produzidos lá, inclusive de uma nova marca, que não especificou. Ele não revelou se seria uma marca já existente no Brasil ou uma do exterior. Em tese, adiante se enquadraria até a Leapmotor (divisão internacional da chinesa em que a empresa detém 51% das ações) e cujo primeiro modelo importado estreia em setembro próximo. Entre as alternativas, pode ocorrer a volta de um produto Peugeot como o SUV médio 3008. O que está nos planos imediatos são versões micro-híbridas evoluídas, de 48 V, uma delas já em 2026, possivelmente o Renegade, seguido pela Toro (ou vice-versa).

Planejamento quinquenal inclui 40 lançamentos, dos quais sete inteiramente novos, entre todas as marcas do grupo, incluindo os produzidos em Betim (MG) e Porto Real (RJ).

Stellantis acaba de nomear o italiano Antonio Filosa como novo CEO. Ele comandou Fiat e Stellantis no Brasil, onde começou como gerente de compras em Betim (MG), em 2005. Ele é casado com uma brasileira e tem dois filhos brasileiros.


Kona Hybrid demonstra avanço da Hyundai

Modernidade é o que não falta nessa nova geração do SUV híbrido médio-compacto Kona. No estilo, chama atenção (só na versão de topo) a estreita barra iluminada por LED que vai do alto de um para-lama dianteiro a outro, em efeito chamativo, além de combinar com solução semelhante na traseira (luz vermelha, no caso). Lanternas traseiras não agradam tanto, todavia as rodas de 18 pol. sim. Cresceu em todas as dimensões (antes era um compacto): 4.350 mm de comprimento, 2.660 mm de entre-eixos, 1.825 mm de largura, 1.580 mm de altura e o porta-malas também: 407 L (mais 9%). Espaço interno, em especial para as pernas no banco traseiro, ficou melhor.

Posição de dirigir muito boa, interessante alavanca no volante para seleção do câmbio automatizado de dupla embreagem (seis marchas) e duas telas integradas de 12,3 pol. para quadro de instrumentos e multimídia são pontos altos, além da firmeza do banco com regulagem elétrica de altura. Motorização híbrida não mudou: 1,6 L de aspiração natural e 105 cv, além do elétrico de 54,5 cv, entregam combinados 141 cv e 27 kgf·m. Aceleração de 0 a 100 km/h, em 11,2 s, é razoável, embora no trânsito urbano a hibridização ajude com respostas melhores ao acelerador. Consumo padrão Inmetro de 18,4 km/l (cidade) e 16 km/l (estrada).

Em um primeiro contato em viagem entre São Paulo e Guararema (SP), mostrou firmeza nas curvas (suspensão traseira independente multibraço), freios bem dimensionados, direção precisa e sob certas condições apenas o motor elétrico atua, mas por pouco tempo, como também observei em trechos urbanos.

Preços: R$ 214.990 a R$ 234.990.


GAC estreia com quatro elétricos e um híbrido

A chinesa de capital paraestatal Guangzhou Automobile Group Co. (também tem ações em bolsa de valores) apresentou planos grandiosos para o mercado brasileiro, além da importação. Presidente mundial da GAC, Feng Xingya, confirmou produção local de veículos elétricos, híbridos e até a combustão, além de um centro de pesquisas provavelmente para desenvolver motores flex. Alex Zhou, CEO da GAC Brasil, desconversou sobre acordo que já teria sido fechado com o grupo brasileiro HPE (Mitsubishi), em Catalão (GO), embora tenha confirmado nomeação de 33 concessionárias e contratado 50 espaços em shoppings centers. Até dezembro, pretende vender 8.000 carros e 29.000, em 2026.

De início chegam os SUVs elétricos Aion Y, Aion V e Hyptec HT, o sedã médio elétrico Aion ES e o SUV híbrido GS4. Alcances homologados pelo Inmetro variam de 314 a 389 km, conforme o modelo, contudo o híbrido pode chegar a 705 km. Os tempos de recarga são informados de 30% (outras marcas a partir de 20%) a 80%, que não permitem uma comparação exata com os concorrentes quanto a tempo de carregamento.

Entre os destaques tecnológicos estão bateria imune à combustão espontânea e o ecossistema que reúne direção assistida (Nível 2, hoje muito comum), cockpit inteligente e comandos por voz com I.A. O Aion V inclui compartimento térmico que refrigera e aquece bebidas e alimentos — inovação inédita no país.

Os preços vão de R$ 169.990 a R$ 349.990.


sexta-feira, 30 de maio de 2025

Coluna Fernando Calmon

 Coluna Fernando Calmon 

Nº 1.353 — 30/5/2025

Demonstração do SUV compacto Tera acerto de projeto VW brasileiro


Desenvolvido por engenheiros brasileiros e o chefe de estilo José Carlos Pavone, em São Bernardo do Campo (SP), o Tera é um dos produtos de maior importância na história da VW, atrás apenas do Fusca e do Gol. Produzido em Taubaté (SP), tem como base o Polo com outras dimensões: comprimento, 4.151 mm; entre-eixos, 2,566 mm; largura, 1,777mm; altura, 1,504 mm; porta-malas, 350 L (padrão VDA). 

O novo SUV compacto tem o mesmo entre-eixos do Nivus, porém é 115 mm mais curto, 20 mm mais largo e 11 mm mais alto. Rivais diretos: Pulse e Kardian.

Além do estilo de proteção, o Tera tem um pacote de segurança ativa de ótimo nível com seis airbags, frenagem autônoma de emergência com proteção de pedestres, detecção de fadiga do motorista e monitoramento de pressão dos pneus. Nas versões mais caras, o controle de cruzeiro adaptativo (ACC) é de série. No topo de linha, assistente ativo de mudança de faixa, câmera multifuncional e detector de ponto cego com assistente de saída de vaga.

No interior, há itens apenas encontrados em veículos mais caros, como descanso-braço conectado ao encosto e regulável em altura no banco do motorista. Além da tela multimídia de 10,1 pol., duas entradas USB-C bem posicionadas (mais duas para ocupantes do banco traseiro) e refrigeração para carregador do celular por indução, a VW dinâmico o Otto, sistema de inteligência artificial generativa todo desenvolvido no Brasil.

Há dois motores disponíveis, ambos de três cilindros: 1 L, aspiração natural, 77 cv (G)/84 cv (E); 9,4 (G)/10,3 (E) kgf·m com câmbio manual de 5 marchas, na versão de entrada. O outro é 1 L, turbo, 109 (G)/116 cv (E) e 16,8 kgfm de torque, com caixa manual de 5 marchas ou automática de 6 marchas. Consumo homologado no Tera de menor preço: urbano, 9,1 km/l (E) e 13,2 km/l (G); estrada, 10,2 km/l (E) e 14,7 km/l (G).

Versão turbo, consumo urbano de 9 km/l (E) e 12,9 km/l (G); estrada, 10,3 km/l (E) e 15 km/l (G). Com o tanque de 49 L, motor básico e câmbio manual o alcance nas estradas chega a expressivos 735 km. O ritmo de aceleração também é muito bom: 0 a 100 km/h, 10,1 s, na versão mais potente.

No primeiro contato em viagem de São Paulo a Taubaté (SP), ida e volta, o Tera surpreendeu pelo baixo nível de ruído e vibração no habitáculo graças às exclusivas nervuras no teto e à solidez da construção. Os bancos dianteiros oferecem ótimo suporte lateral, além de espaço interno em especial para pernas e cabeças no banco traseiro. Motor turbo e caixa de câmbio formam automaticamente um conjunto que tem desempenho e peculiaridades especiais para um tricilindro. Comportamento em curvas sem sustos, direção e freios dentro do padrão VW reconhecida por décadas de eficiência engenharia local.

Os preços, a partir de 5 de junho, começaram em R$ 99.990, porém apenas para as primeiras 999 unidades e depois, R$ 103.900. Chegam a R$ 139.990, além da série especial Outfit The Town a R$ 142.290, mais o pacote ADAS por R$ 2.839.

Stellantis tem planos firmes para fábrica de Goiana

Ao completar 10 anos da inauguração da unidade fabril de Goiana (PE), cidade de 85.000 habitantes a 65 km da capital Recife, a Stellantis não se limitou a anunciar a comemoração, ainda em 2025, de dois milhões de veículos produzidos: três modelos Jeep (Renegade, Compass e Commander), um Fiat (Toro) e um Ram (Rampage). Dos R$ 30 bilhões que serão investidos no Brasil até 2030, quase 45% (R$ 13 bilhões) vão para esta fábrica.

A unidade pernambucana emprega diretamente 6.400 pessoas e 14.700 ao se incluirem fornecedores locais. O investimento direto foi de R$ 18 bilhões, em uma década, para uma capacidade instalada de 280.000 unidades por ano.

Emanuele Cappellano, presidente da Stellantis na América do Sul, confirmou seis novos modelos a serem produzidos lá, inclusive de uma nova marca, que não especificou. Ele não revelou se seria uma marca já existente no Brasil ou no exterior. Em tese, adiante se enquadraria até a Leapmotor (divisão internacional da chinesa em que a empresa detém 51% das ações) e cujo primeiro modelo importado estreia em setembro próximo. Entre as alternativas, pode ocorrer a volta de um produto Peugeot como o SUV médio 3008. O que está nos planos imediatos são versões micro-híbridas evoluídas, de 48 V, uma delas já em 2026, possivelmente o Renegade, seguido pela Toro (ou vice-versa).

O planejamento quinquenal inclui 40 lançamentos, dos quais sete próprios novos, entre todas as marcas do grupo, incluindo os produzidos em Betim (MG) e Porto Real (RJ).

Stellantis acaba de nomear o italiano Antonio Filosa como novo CEO. Ele comandou Fiat e Stellantis no Brasil, onde começou como gerente de compras em Betim (MG), em 2005. Ele é casado com uma brasileira e tem dois filhos brasileiros.

Kona Hybrid demonstra avanço da Hyundai

Modernidade é o que não falta nessa nova geração do SUV híbrido médio-compacto Kona. No estilo, chama atenção (só na versão de topo) a estreita barra iluminada por LED que vai do alto de um para-lama dianteiro a outro, em efeito chamativo, além de combinação com solução semelhante na traseira (luz vermelha, no caso). Lanternas traseiras não agradam tanto, todas via rodas de 18 pol. sim. Cresceu em todas as dimensões (antes era um compacto): 4.350 mm de comprimento, 2.660 mm de entre-eixos, 1.825 mm de largura, 1.580 mm de altura e as portas-malas também: 407 L (mais 9%). O espaço interno, em especial para as pernas no banco traseiro, ficou melhor.

Posição de direção muito boa, interessante alavanca no volante para seleção do câmbio automatizado de dupla embreagem (seis marchas) e duas telas integradas de 12,3 pol. para quadro de instrumentos e multimídia são pontos altos, além da firmeza do banco com regulação elétrica de altura. A motorização híbrida não mudou: 1,6 L de aspiração natural e 105 cv, além do elétrico de 54,5 cv, entregam combinados 141 cv e 27 kgf·m. Aceleração de 0 a 100 km/h, em 11,2 s, é razoável, embora no trânsito urbano a hibridização ajude com respostas melhores ao acelerador. Consumo padrão Inmetro de 18,4 km/l (cidade) e 16 km/l (estrada).

Em um primeiro contato em viagem entre São Paulo e Guararema (SP), mostrei firmeza nas curvas (suspensão traseira independente multibraço), freios bem dimensionados, direção precisa e sob certas condições apenas o motor elétrico atua, mas por pouco tempo, como também observei em trechos urbanos.

Preços: R$ 214.990 a R$ 234.990.

GAC estreia com quatro elétricos e um híbrido

A chinesa de capital paraestatal Guangzhou Automobile Group Co. (também com ações em bolsa de valores) apresentou planos grandiosos para o mercado brasileiro, além da importação. O presidente mundial da GAC, Feng Xingya, prometeu a produção local de veículos elétricos, híbridos e até a combustão, além de um centro de pesquisas provavelmente para desenvolver motores flex. Alex Zhou, CEO da GAC Brasil, desconversou sobre o acordo que já teria sido fechado com o grupo brasileiro HPE (Mitsubishi), em Catalão (GO), embora tenha confirmado nomeação de 33 transportadoras e contratado 50 vagas em shoppings centers. Até dezembro, pretende vender 8.000 carros e 29.000, em 2026.

De início chegam os SUVs elétricos Aion Y, Aion V e Hyptec HT, o sedã médio elétrico Aion ES e o SUV híbrido GS4. Alcances homologados pelo Inmetro variam de 314 a 389 km, conforme o modelo, mas o híbrido pode chegar a 705 km. Os tempos de recarga são informados de 30% (outras marcas a partir de 20%) a 80%, o que não permite uma comparação exata com os concorrentes quanto ao tempo de carregamento.

Entre os destaques tecnológicos estão bateria imune à combustão espontânea e o ecossistema que traz direção assistida (Nível 2, hoje muito comum), cockpit inteligente e comandos por voz com IA O Aion V inclui compartimentos térmicos que refrigera e aquecimento bebidas e alimentos — inovação inédita no país.

Os preços vão de R$ 169.990 a R$ 349.990.


quinta-feira, 29 de maio de 2025

Sorvete ou gelato: qual o melhor para o inverno? Segundo especialistas, é um mito que as sobremesas frias causem gripes e resfriados ou que interfiram no sistema imunológico





29/05/2025 – Embora o consumo de sorvetes e gelatos esteja tradicionalmente associado ao verão, é um mito que as sobremesas frias causem gripes e resfriados ou que interfiram no sistema imunológico. Pelo contrário, há indicações de serem excelentes aliviadoras da dor de garganta.

“Antigamente se achava que sorvete, leite, iogurte e derivados faziam a pessoa doente ter mais catarro, piorando resfriado ou dor de garganta. Mas isso é mito. Estudos já mostraram que essa associação não existe, e que o sorvete pode até ajudar a aliviar alguns sintomas”, conta o médico Braian Sousa, da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). “O que causa o problema é um micro-organismo, não algo gelado”, ressalta.

De acordo com a ABIS (Associação Brasileira das Indústrias e do Setor de Sorvetes), existem mais de 11 mil empresas ligadas ao setor de sorvetes operando no Brasil. Entre estas, estima-se que 10% são gelaterias artesanais. Mas o que, de fato, diferencia os sorvetes dos gelatos?


Matheus Krauze,
sócio fundador da SOFT
“A grande maioria dos sorvetes é constituída de ingredientes básicos como leite, açúcar, gordura, água, aromatizantes, estabilizantes e emulsificantes. É realizada uma mistura desses ingredientes, chamada de calda, que é pasteurizada, homogeneizada e congelada. No processo de congelamento, é onde ocorre a incorporação do ar, com objetivo de deixar o produto mais leve e macio”, explica Matheus Krauze, sócio proprietário da rede de gelatos artesanais SOFT.

A legislação brasileira não considera diferenciais de ingredientes ou qualidade, por isso surgem termos mercadológicos para categorizar produtos que utilizam processos, ingredientes e equipamentos diferenciados na produção. “No caso de hamburguerias, o termo escolhido foi o gourmet. No caso do sorvete, gelato, que é a tradução literal em italiano da palavra sorvete", conta Matheus. Esta nova categoria de mercado só surgiu no Brasil a partir da década de 1990, quando começaram a emergir sorveterias artesanais, que produziam sorvetes com ingredientes frescos e selecionados.

Os grandes diferenciais do gelato no molde original, o italiano, estão na forma de preparar a sobremesa. “Ao contrário dos sorvetes tradicionais, que utilizam gorduras vegetais como óleo de coco, palma e girassol, o gelato italiano utiliza a gordura animal na sua produção: leite integral, creme de leite, nata e/ou manteiga”, diz. Os insumos utilizados no gelato também são naturais, e não há adição de conservantes, corantes e aromatizantes artificiais, como no sorvete tradicional.

Outro diferencial entre as sobremesas é a temperatura em que são servidas. Enquanto o sorvete tradicional fica a - 20°, tanto no supermercado quanto no freezer da casa do consumidor, o gelato é servido a - 13°. “A temperatura de serviço é inversamente proporcional a quantidade de gordura e açúcar que precisa ser adicionado. Quanto mais frio, menor é a percepção de sabor, portanto é necessário adicionar mais ingredientes saborizantes. A gordura e açúcar também tem poder anti congelamento na mistura: quanto mais fria a temperatura, mais gordura e açúcar é necessário para deixar o sorvete cremoso. Portanto, o gelato tende a ser mais saudável do que o sorvete de massa”, complementa Matheus Krauze.


Solenidade no Palácio dos Festivais abre programação do Connection Terroirs do Brasil, em Gramado. Evento é a maior vitrine de produtos com Indicação Geográfica do país

Foto: Ancelmo Cunha

A noite fria e a chuva fina que caiu ao lado de fora do Palácio dos Festivais, em Gramado (RS), na noite desta quarta-feira (28), não foram capazes de desanimar o público que participou da solenidade de abertura do Connection Terroirs do Brasil. A conferência reuniu autoridades, entidades representativas, produtores, jornalistas e influenciadores. Em sua 8ª edição, o evento exalta as delícias e as belezas dos produtos com Indicação Geográfica (IG) das mais diferentes regiões do país.

         Em sua fala, Marta Rossi, CEO da Rossi & Zorzanello, organizadora do evento, destacou a importância do tema para o desenvolvimento econômico e do turismo, sendo uma ferramenta com grande poder de transformação de um território. "O Sebrae nos desafiou a ingressar nesse segmento de mercado e somos extremamente gratos a essa provocação. Neste ano, reunimos 16 estados brasileiros, que trazemos aqui para Gramado o que há de mais genuíno em nosso vasto país".

Foto: Rafael Cavalli

         "Também precisamos celebrar o crescimento das certificações no país e parabenizar as duas últimas restrições: a carne de onça, do Paraná, e a cerâmica da comunidade de Alegria, do Ceará. Este é um evento com força, com alma, pois foi construído a muitas mãos, onde todos têm voz de fala", continuou. Atualmente, o Brasil possui 134 IGs certificados pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

         Eduardo Zorzanello, também CEO da Rossi & Zorzanello, exaltou o papel da agricultura familiar como alicerce dos produtos com indicação geográfica. "É importante valorizarmos a base. E aqui, teremos 14 agroindústrias. O Connection vai além de um evento de negócios, de experiências únicas: trabalha o poder da inclusão pela educação".

Marta Rossi e Eduardo Zorzanello, CEOs da Rossi & Zorzanello. Foto: Ancelmo Cunha

Correalizado pelo Sebrae, o Connection Terroirs do Brasil reúne, até sábado (31), 52 Indicações Geográficas de norte a sul do país. De acordo com Joel Vieira Dadda, diretor-superintendente do Sebrae RS, o evento representa a força da origem da terra e da tradição, levada adiante por produtores e famílias que mantêm vivas suas heranças locais. “Acreditamos em pessoas que transformam saberes em negócios, em territórios, em experiências”.

          Reconhecimento aos terroirs brasileiros

         Nesta 8ª edição, 17 IGs participam pela primeira vez no evento. Para homenageá-las e considerar a importância do trabalho que desenvolve, seus representantes receberam o troféu Connection Terroirs do Brasil:

Amêndoa de Cacau de Linhares (ES) - Kellen Scapini

Biscoito de São Tiago (SP) - Samuel Campos

Cachaça e Aguardente de Luiz Alves (SC) - Orécio Rech

Café da Chapada Diamantina (BA) - Tadeane Pires Matos

Café do Vale da Grama (SP) - Valdir Duarte

Café das Matas de Rondônia (RO) - Ronieli Hel

Camarão da Costa Negra (CE) - Socorro Lima

Queijo dos Campos de Cima da Serra (RS) - Agostinho Zanelato

Cerâmica de Alegria (CE) - Samuel Souza

Cracóvia de Prudentópolis (PR) - José Marcos Mahulak

Derivados de Jabuticaba de Sabará (MG) - Meire Ribeiro da Silva

Erva Mate de machadinho (RS) - Selia Regina Felizari

Mel de Aroeira de Inhamus (CE) - Paulo de Macedo e Silva

Mel de Aroeira do Norte de Minas (MG) - Hélio César de Oliveira

Panelas de Barro de Raposa (RR) - Enoque Raposo

Vinhos do Sul de Minas (MG) - Matheus Alves

Renda Filé de Jaguaribe (CE) - Claisa Figueiredo

Foto: Rafael Cavalli

         Após a cerimônia, os participantes presenciaram o corte da fita inaugural do evento, na Rua Coberta, e foram recebidos com um coquetel na Sociedade Recreio Gramadense, onde foram servidos iguarias produzidas com IGs do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. 

"Servimos a Cracóvia, embutido do Paraná, com polenta brustolada, um prato típico nosso, e pasta de queijo serrano. Também há uma tartelete com porco desfiado e churrasco de goiaba, vinda de Carlópolis (PR)", explicou a chef Bruna Gotardo, professora do Senac e responsável pelo desenvolvimento do cardápio da noite.

          Sobre o Connection

O Connection Terroirs do Brasil chega à sua oitava edição com o objetivo de valorizar, fomentar e contribuir para a comercialização de produtos brasileiros reconhecidos com Indicação Geográfica (IG) – um selo concedido pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) que atesta a qualidade e a identidade de produtos vinculados ao seu território de origem. Além disso, gerará oportunidades de negócios e buscará desenvolver o potencial turístico dos locais onde estão inseridas essas produções certificadas.

Texto: Camila Kosachenco

ABAV Buyers Club 2025 abre as inscrições para compradores internacionais, amplia presença internacional e consolida ABAV Expo como principal hub de negócios do turismo na América Latina




ABAV Buyers Clube (Foto: Divulgação ABAV Nacional).


Brasil, 28 de maio de 2025 – A ABAV Nacional anuncia a expansão do ABAV Buyers Club para a edição 2025 da ABAV Expo, reafirmando o papel do programa como um instrumento estratégico de promoção dos produtos e serviços turísticos brasileiros no mercado internacional. Criado com o objetivo de fortalecer a conexão entre empresários, destinos e o trade nacional, o programa reúne compradores convidados com alto potencial de geração de negócios.

Neste ano, o ABAV Buyers Club amplia sua atuação com a presença de 100 compradores internacionais e nacionais dos segmentos de DMCs, MICE, Corporativo e Luxo, consolidando ainda mais a ABAV Expo como o principal hub de negócios de turismo da América Latina.

Durante a ABAV Expo, os participantes do Buyers Club estarão aptos a realizar negócios estratégicos com todos os destinos brasileiros, contribuindo diretamente para o fortalecimento da presença do Brasil no cenário turístico global.

Entre as ações previstas para 2025, o programa também contará com rodadas de negócios exclusivas entre DMCs brasileiras e operadores internacionais, além das visitas dos convidados aos expositores da feira potencializando as oportunidades comerciais.

“O ABAV Buyers Club é um dos pilares da estratégia de internacionalização da ABAV Expo. Mais do que promover encontros de negócios, ele conecta o Brasil ao mundo por meio de profissionais capacitados e comprometidos com o desenvolvimento sustentável do turismo. Vamos mostrar a força do nosso receptivo e criar oportunidades reais para o setor”, afirma Ana Carolina Medeiros, presidente da ABAV Nacional.

Operadoras internacionais interessadas em participar do ABAV Buyers Club poderão se inscrever por meio de formulários específicos neste link.


quarta-feira, 28 de maio de 2025

Com temperaturas de inverno, os participantes do Connection Terroirs do Brasil, que começou hoje em Gramado poderão curtir um delicioso frio. A Estrutura na Alameda Terroirs está pronta para receber os expositores e visitantes. Evento é uma viagem sensorial ao coração da cultura brasileira e vai reunir mais de 50 produtos certificados em Gramado/RS

Chegou o dia. A partir de hoje, Gramado (RS) se transforma na capital das modificações e da identidade brasileira com o Connection Terroirs do Brasil . O evento, promovido por Rossi & Zorzanello e correalizado pelo Sebrae, terá uma programação intensa e diversificada até sábado, 31. A abertura será nesta quarta, 19h, no icônico Palácio dos Festivais, seguida de um coquetel de boas-vindas na centenária Sociedade Recreio Gramadense.

O Connection é uma plataforma que conecta produtores, consumidores e profissionais do setor para valorizar produtos com certificação de origem, facilitando a formação de parcerias comerciais e o fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis. São mais de 50 itens em exposição, incluindo cafés, queijos, vinhos, chocolates artesanais de Gramado, mel e erva-mate, todos com selo de Indicação Geográfica.


Na Alameda Terroirs, na Rua Coberta, o público poderá degustar e adquirir esses produtos, além de participar de experiências sensoriais como degustações guiadas de cafés e vinhos. A Arena Gastronômica, na Praça Major Nicoletti, será palco de aulas-show com chefs renomados, que transformarão ingredientes certificados em pratos memoráveis.

No Palácio dos Festivais, acontecerão oito horas de palestras com 15 especialistas, abordando temas como o papel dos IGs na identidade brasileira, o impacto econômico e social das certificações, oportunidades no mercado internacional e o desenvolvimento turístico das regiões produtoras. Entre os palestrantes estão nomeados o doutor especialista em agronegócio José Luiz Tejon, o publicitário Dado Schneider, o empresário Guilherme Paulus e o diretor de turismo da Costa Rica, Gustavo Alvarado.

As atividades realizadas em espaços públicos como Rua Coberta e Praça Major Nicoletti possuem acesso gratuito ao público. Para assistir às palestras é necessário credenciamento no site do evento connectionexperience.com.br/ingressos . Mais informações pela rede social @connection_ Experience

Texto e foto: Fernando Gusen |fernando@rossiezorzanello.com.br

Sebrae debate temas estratégicos durante o Encontro Nacional de Gestores no Connection Terroirs do Brasil, em Gramado. Eduardo Zorzanello, CEO do Connection, ressaltou que "este é um grande momento para conectarmos o nosso Brasil com os IGs internacionais"

 


Uma das atividades do Connection Terroirs do Brasil é o Encontro Nacional do Sebrae, que reúne de diretores, gestores e representantes de diversos departamentos. Vários estados participam deste encontro, que tem como objetivo debater temas estratégicos, compartilhar experiências e alinhar ações em benefício das Indicações Geográficas (IG) e também das micro e pequenas empresas.

O Hotel Buona Vitta é o endereço do encontro que tem programação ao longo de todo o dia desta quarta-feira, 28. No início da manhã, na abertura dos trabalhos, o CEO da Connection Terroirs do Brasil, Eduardo Zorzanello, falou do propósito do evento em dar luz, valorização e acesso aos produtores certificados em debates de qualificação.

Zorzanello também relatou os destaques do Connection, que abre espaço para os expositores em plena Rua Coberta, com acesso gratuito ao público, falou das aulas-show de gastronomia, a arena e conteúdo com especialistas compartilhando conhecimentos, o circuito gastronômico que envolve restaurantes gramadenses que incluíram em seus cardápios um prato feito com produtos brasileiros de IG.

"Este é um grande momento para conectarmos o nosso Brasil com os IGs internacionais. Neste ano, nos beneficia a Itália, que comemora os 150 anos de imigração no Rio Grande do Sul e é referência em produtos certificados, e a Costa Rica, que se tornou modelo de turismo sustentável e inclusivo. Aqui, queremos agregar e ser palco dos IGs, e trabalhar pelas causas do Sebrae e dos nossos IGs", comentou.

André Bordignon, coordenador de projetos setoriais no Núcleo de Agronegócio do Sebrae RS, se manifestou em nome do Sebrae/RS. "Nós agradecemos ao Connection por ajudar a promover o tema das Indicações. Queremos que estes dias de participação sejam memoráveis para todos", declarou, enfatizando a parceria e aproximação dos três estados do Sul (RS, SC e PR) para trocar histórias e experiências e expandir o tema.

No período da tarde, um dos temas pautados foi prolongado por Luca D'Ambros, da Indicação Geográfica do Guaraná de Maués, no Amazonas, que falou do produto e dos desafios mercadológicos.

SAIBA MAIS 

O Connection acontece de 28 a 31 de agosto, em Gramado com o tema Terroirs do Brasil. O evento oferece palestras, feira de expositores, circuito gastronômico, degustações, atividades sensoriais e aulas show de culinária para fomentar novos negócios a partir dos produtos de origem do Brasil.

O evento é realizado por Rossi & Zorzanello com correalização do Sebrae. Fique por dentro de todas as novidades do evento acompanhando o @connection_ Experience pelas redes sociais ou acessando o site connectionexperience.com.br

Texto: Fernando Gusen | fernando@rossiezorzanello.com.br

Foto: Rafael Cavalli/Divulgação

Local mais gelado do País em 9 dias de maio, Monte Verde (MG) verá suas temperaturas despencarem a partir desta quinta-feira. Previsão indica que o distrito de Camanducaia será atingido por intensa onda de frio; clima é atrativo extra para turistas durante o festival Amor nas Montanhas



Apresentação da companhia Mas Por Quê? na avenida Monte Verde será atração para os turistas no sábado (Fotos: Divulgação/MOVE)

 

Maio, 2025 – Protagonista como destino de inverno no Brasil, Monte Verde (MG) foi o lugar mais gelado do país por nove dias ao longo deste mês, de acordo com as medições divulgadas pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), e verá as suas temperaturas despencarem ainda mais a partir desta quinta-feira (29), para quando as previsões indicam a chegada de uma intensa onda de frio.
 

De acordo com Nelson Pacheco, conhecido como Senhor do Tempo no vilarejo mineiro, onde ele faz medições meteorológicas há 25 anos, há a possibilidade de os termômetros se aproximarem de 0ºC e de geadas atingirem o distrito de Camanducaia nestes próximos dias. “Consultei os meteorologistas do Inmet e não é possível descartar nem mesmo as chances de termos até as primeiras temperaturas negativas do ano registradas aqui em Monte Verde. E com um frio na casa dos 3ºC, já é possível a ocorrência de geada”, lembra Pacheco.

O The Weather Channel aponta que a mínima prevista para esta quinta-feira é de 5ºC em Monte Verde, sendo que a máxima não passará dos 14ºC. O canal meteorológico também prevê que essa condição climática predominantemente fria seguirá até o final de semana, quando, no sábado, a localidade terá, a partir das 14h30, nova apresentação da companhia teatral Mas Por Quê?, atração do festival Amor nas Montanhas, iniciado no último dia 17 e que vai até 14 de junho.
 

Protagonizadas por um casal trajado com roupas de época, as performances são realizadas ao longo da avenida Monte Verde, aliando dança, teatro e música em pequenas cenas teatrais inspiradas no amor. Eles são acompanhados por um saxofonista e um violinista, que ajudam a criar uma atmosfera envolvente ao tocarem músicas românticas ao longo do trajeto percorrido pelos artistas.
 

Monte Verde ganhou decoração especial para o período do festival Amor nas Montanhas, que vai até o dia 14 de junho

O evento é organizado pela MOVE (Agência de Desenvolvimento de Monte Verde e Região), com apoio da Prefeitura de Camanducaia, e a programação detalhada das atrações do Amor nas Montanhas está disponível no perfil do Instagram @visite.monteverde. “Essa condição de frio intenso deixa o distrito ainda mais charmoso e é um atrativo extra aos turistas que vierem para o nosso destino, onde poderão curtir mais um final de semana do festival, que tem uma programação cultural gratuita e proporciona um cenário especial aos casais com uma decoração encantadora”, ressalta Rebecca Wagner, presidente da MOVE.
 

Na última terça-feira, o vilarejo voltou a ser atingido por um frio intenso e as estações meteorológicas locais apontaram a temperatura média mínima de 7,3ºC. Já as medições do Inmet consideraram que a mais baixa contabilizada neste dia na localidade foi de 8,2ºC, a menor aferida pelo instituto no país nesta data. E o mesmo também ocorreu no último domingo, com 7,4ºC, e na segunda-feira, com 6,6ºC. E o distrito também foi o local mais gelado do país neste mês nos dias 3, 7, 8, 18, 19 e 20 (confira abaixo a lista completa de temperaturas).
 

Consolidado com um dos principais destinos para os amantes do inverno, ideal para quem busca conforto, tranquilidade e contato com uma natureza deslumbrante em meio à Serra da Mantiqueira, Monte Verde foi eleito um dos dez destinos mais acolhedores do Brasil em 2025 na 13ª edição do Traveller Review Awards, premiação anual promovida pelo site de reservas Booking.
 

Com um calendário repleto de eventos culturais neste ano, o distrito mineiro vai receber mais uma edição do festival “Inverno nas Montanhas”, de 28 de junho a 27 de julho. A programação da atração, que conta com a MOVE entre os seus organizadores, será divulgada em breve. “Com vários recordes de frio ocorrendo a partir deste mês de maio e muito acolhimento aos turistas que nos visitarem, Monte Verde já vive intensamente a sua temporada de inverno e é um destino imperdível para quem gosta de curtir este período do ano. Quem vir até o nosso distrito, não vai se arrepender”, afirma Rebecca Wagner.
 

Confira as temperaturas em Monte Verde nos dias em que foi o local mais frio do país em maio*:
 

3/5 - 6,7ºC

7/5 - 7,5ºC

8/5 - 8,4ºC

18/5 - 7,1ºC

19/5 - 6,6ºC

20/5 - 5,7ºC

25/5 - 7,4ºC

26/5 - 6,6ºC

27/5 - 8,2ºC 
 

(*) Fonte: Inmet



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