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sábado, 6 de abril de 2013

TEST-DRIVE: FORD CRIA UM NOVO ECOSPORT COM CARACTERÍSTICAS DE CARRO MUNDIAL. O BLOG FEZ A AVALIAÇÃO DO MODELO 2013 - 10 ANOS DEPOIS DE TESTAR O PRIMEIRO - E RECONHECE: O ECOSPORT É UM CARRO CONFIÁVEL, SEGURO E CONFORTÁVEL. É VENDIDO EM CINCO VERSÕES, DE R$ 59.900,00 A R$ 81.900,00, COM MOTORES 1.6 E 2.0

Fotos e texto: Arnaldo Moreira

Pude testar na semana passada o Ford EcoSport, na versão Titanium, flex, de câmbio automático, numa viagem de fim de semana, de 280 km, do Rio de Janeiro a Angra dos Reis, na ida com sol, temperatura amena, mas a volta sob intensa chuva, e durante a semana usei bastante o carro na cidade. Tenho de confessar que compraria sem pestanejar o EcoSport 2013 e explico abaixo os motivos.



A traseira foi o que mais lembra o primeiro EcoSport.
Tenho que confessar, o EcoSport é um SUV muito agradável. Dono de um sedan com potência semelhante, tive a agradável surpresa de constatar como o motor 2.0 de 142 cv, do Ecosport é um pouco mais econômico. Mas, diria que o seu consumo está na média dos de motorização semelhante, mas faz bonito na estrada e na cidade. Para acionar o motor basta apertar o botão Ford Power. Nada de chave na ignição.




Um dos aspetos que agrada no carro é a sua distância do solo, 20 cm, sem perda de estabilidade, o que foi fortalecido pela inclusão do Controle Eletrônico de Estabilidade e Tração (Advence Track), nas duas versões topo de linha. A posição elevada do banco oferece maior domínio da direção e particularmente agrada às mulheres. 



Minha mulher, Lana Carla, ficou maravilhada, também, com a visibilidade no habitáculo, com o conforto, pela altura dos bancos e por a coluna dianteira não atrapalhar a visibilidade nas curvas.

A Ford conseguiu juntar num tripé, conforto, desempenho e estabilidade pontos fortes do Ecosport. Os níveis de ruído no habitáculo são muito abaixo do esperado.



O pneu estepe continua, como nos modelos anteriores na porta traseira.


Os barulhos de ambiente externo foram bem isolados, o ruído da rodagem – do atrito das rodas no asfalto – é imperceptível e os de suspensão, como passagem em buracos e ruas com asfalto irregular são bem absorvidos, bem filtrados.

Espaço e conforto



Espaço para passageiros é outro componente interessante do EcoSport. Na frente e para quem viaja no banco traseiro, a distância é generosa tanto para os joelhos quanto para os ombros e a cabeça. E o assento de trás é bastante confortável.

Na frente, os instrumentos no painel estão bem à mão e visíveis e os passageiros protegidos por airbags frontais, de série em todas as versões, assim como freios ABS e direção elétrica.


Há, porém, um item que me causou um pouco de desconforto nos bancos dianteiros: a inclinação excessiva para a frente do encosto de cabeça que obriga motorista e o carona de estatura maior a curvar um pouco as costas, ou inclinar a cabeça para a frente. O encosto mais reto resolve o problema. 

Senti também a falta de um encosto (suporte) de braço no banco do carona, existente apenas no do motorista. Ambos poderiam ser móveis e assim poderem ser levantados quando necessário.


Traria um melhor conforto principalmente em viagens longas e até nos engarrafamentos que temos de enfrentar no nosso cotidiano. Ficam as sugestões.

Bagagens

No porta-malas do EcoSport cabem duas malas grandes. A abertura da porta para o lado esquerdo facilita a acomodação das bagagens e o detalhe interessante é que a porta é aberta pressionando um pequeno botão camuflado na lanterna (foto).

O porta-malas de 295 l permite usar a acomodação de malas na altura o que quase o duplica, mas com os bancos traseiro rebatido triplica o volume.

O acabamento do novo EcoSport é boa qualidade. Os encaixes nas portas, nas janelas e no habitáculo estão bem feitos, o que sem dúvida elimina os níveis de ruídos do carro.


Bom de estrada e de rua
O desempenho do EcoSport é excelente tanto na cidade como na estrada. A versão avaliada tem o conhecido e bem sucedido motor Duratec 2.0 16V, de 141 cv, abastecido com gasolina que chega aos 147 cv usando etanol.

O carro tem uma boa arrancada, facilitada pelo seus menos de 1.200 kg de peso, e na estrada sempre que lhe foi exigido mostrou-se rápido e valente nas retomadas, assegurando ultrapassagens seguras. 

O câmbio automático deste SUV agradou-me muito. O uso deste sistema, além de economizar combustível proporciona uma direção mais tranquila. Na subida da Serra das Araras, com intenso tráfego de caminhões, o EcoSport foi exemplar. 



Uma tranquilidade, a transmissão automática de seis velocidades PowerShift do EcoSport Tituanium, de embreagem dupla, que suaviza as trocas. Não sei se estou ficando velho, pois, não era, mas, hoje, sou fã incondicional de um câmbio que troca as marchas por mim. 

Bebidas geladas
Tenho de voltar ao interior do EcoSport para ressaltar dois itens, de sérei, que achei bárbaros e muito úteis: o porta-luvas refrigerado, onde cabem seis latas de "refri"...




... e a gaveta

existente sob o banco do carona, onde as motoristas - e motoristas, é claro - podem guardar a bolsa, retirando-a da visão dos amigos do alheio.

A versão avaliada possui sensores de chuva e de estacionamento, este ligado à tela de 3,5 polegadas com indicações gráfica e sonora. Tem ainda computador de bordo mostrando consumo médio e temperatura externa.

Esta versão Titanium possui um equipamento que pode facilitar a vida do motorista que se sente incomodado ao precisar de arrancar numa subida íngrime, o Assistente de Partida em Rampa.



Todas as versões do novo EcoSport possuem ajuste de altura e profundidade do volante ajuste manual de altura do banco do motorista, fixadores laterais traseiros para cadeiras de criança e excelentes faróis de led.


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Lembranças boas
Ao escrever esta matéria de avaliação do Ford EcoSport 2013, lembro-me do lançamento da primeira versão deste modelo, em 2002, realizada, numa pequena povoação às margens do Rio Negro, na Amazônia, a algumas milhas de Manaus, ambiente propício com que a Ford pretendia mostrar – e conseguiu – que estava oferecendo aos brasileiros um utilitário esportivo, SUV, moderno, por metade do preço dos modelos importados de outras marcas, e que fez tanto sucesso nos anos seguintes.Tenho o relógio Swatch – EcoSport que a Ford presenteou aos jornalistas, que guardo com carinho.


A primeira versão da EcoSport  que durante vários anos foi campeã de vendas do segmento. A foto é de um test-drive que fiz em 2003.
Desde 2003, o Ecosport passou por muitas alterações físicas, exteriores, de suspensão, de motor, interiores, com ênfase na confortabilidade e dirigibilidade, e que o tornaram num carro confiável, e com as características principais dos concorrentes bem mais caros. As últimas mudanças foram cirúrgicas e me agradaram muito.

O Novo EcoSport é fabricado em Camaçari, na Bahia, tem três anos de garantia e já está sendo exportado para diversos países.
Preços e versões:

O EcoSport 2013 saiu nas versões Freestyle e Titanium. A de entrada é a S que custa R$ 59.900, a seguir surge a SE, um pouco mais cara, R$ 62.500 e FSL, R$ 65.900,00, todas Freestyle, com motor 1.6 Flex 16 válvulas de 115 cv. 

As versões Titanium começam com uma motorização 1.6 com câmbio manual como as FreeStyle, por R$ 69.900, justificados por uma boa quantidade de itens de conforto e segurança e duas outras com motor Duratec 2.0 de câmbio automático, por mais R$ 10 mil e a top da gama chega a R$ 81.900,00.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

A FIAT LIDERA MERCADO EM MARÇO E NO ACUMULADO DO ANO. SIENA É O SEDÃ MAIS VENDIDO DO BRASIL NO TRIMESTRE


Entre os 10 automóveis e comerciais leves mais vendidos no mercado brasileiro no acumulado do ano, a Fiat aparece com quatro modelos: 


Uno, com 44.191 unidades emplacadas; Palio, com 43.322 unidades; Strada, com 27.427 emplacamentos, que também lidera o segmento de comerciais leves; Siena, com 25.229 unidades.


A Fiat manteve a liderança no mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves no mês de março e também no primeiro trimestre do ano, conforme dados divulgados hoje pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). 

A Fiat registrou o emplacamento de 58.744 unidades no mês de março, o equivalente a 21,9% de participação de mercado. Desde janeiro, a empresa acumula 178.860 unidades emplacadas, o que representa 22,7% do mercado. 

Em relação a igual período do ano anterior, as vendas da Fiat cresceram 3,1%, acima do mercado que registrou expansão de 2%.


O Fiat Siena foi o sedã mais vendido do Brasil no primeiro trimestre de 2013. O modelo registrou vendas acumuladas de 25.229 unidades, superando todos os concorrentes comercializados no Brasil.

O sucesso do modelo é crescente desde março de 2012, com o lançamento do Grand Siena, um carro totalmente novo, que evoluiu e cresceu, oferecendo um belo design, espaço interno e uma grande lista de conteúdos que oferecem mais conforto e segurança.

REGIÃO HISPÂNICA VOLVO CE LATIN AMÉRICA TEM NOVO DIRETOR. É O BRASILEIRO, ENGENHEIRO AGRÍCOLA, LUCIANO ROCHA


Luciano Rocha é o novo diretor Comercial para a Região Hispânica da Volvo Construction Equipment Latin America, em substituição a Gilson Capato, que assumiu a diretoria comercial para o mercado brasileiro. 

Rocha será o responsável pelas operações comerciais para os países hispânicos da América Latina. Ele se reportará a Afrânio Chueire, presidente da Volvo CE Latin America.

Há 14 anos trabalhando no segmento de máquinas e equipamentos, o novo diretor está há mais de 10 anos na Volvo CE Latin America, onde construiu uma sólida carreira, tendo atuado em cargos de liderança em áreas importantes da companhia. 

Ele iniciou na Volvo como representante de serviços e, na sequência, foi promovido para o cargo de Coordenador da Área. A partir de então, assumiu vários cargos de liderança e gerência nas áreas de serviços, suporte ao cliente, vendas e key-accounts.

Atuou ativamente nas quatro regiões de vendas da Volvo CE na América Latina e esteve sempre envolvido em grandes projetos no Brasil e em outros países do continente. Também trabalhou como gerente da área de Customer Support, no México, por dois anos.

Graduado em Engenharia Agrícola pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), é especialista em Marketing pela FAE Business School de Curitiba e tem MBA em Gestão de Pessoas pelo Centro Universitário Positivo (Unicemp).

A PRORROGAÇÃO DO CONGELAMENTO DO IPI ATÉ O FIM DO ANO, SEM DÚVIDA ALGUMA, AQUECERÁ O MERCADO AUTOMOTIVO.AS MONTADORAS JÁ REFORMULARAM SUAS PREVISÕES DE VENDAS E INFLUENCIARÁ A INSTALAÇÃO DE NOVAS FÁBRICAS NO PAÍS. O ASSUNTO É TEMA DA COLUNA "ALTA RODA" DE FERNANDO CALMON




Alta Roda 

Nº 727 — 4/4/13

Fernando Calmon


CORRIDA DO OURO 

Desta vez, um segredo bem guardado. Congelamento das alíquotas do IPI até 31 de dezembro – cancela os dois aumentos previstos para abril e julho – foi anunciado durante feriado da Páscoa. 

No momento, o governo está preocupado não apenas em sustentar o crescimento no mercado de veículos, mas, de tabela, controlar reflexos na inflação. 

Há especulações de que tal patamar de IPI poderia se manter indefinidamente, sinalizando pequena mudança de rumo.

Afinal, aqui estão os automóveis mais taxados do mundo, em longa cadeia de impostos sobre impostos. Um dia, isso teria de mudar.

Essa reviravolta já mexeu nas previsões do setor para 2013. Cledorvino Belini, presidente da Anfavea, acredita em vendas de 4% a 5% superiores em relação ao ano passado (antes, de 3,5% a 4,5%). 

Ele fez a afirmação durante o IV Fórum da Indústria Automobilística, em São Paulo, promovido essa semana em São Paulo pela Automotive Business. 

Inovar-Auto, ambicioso regime revelado,  em setembro de 2012, ainda provoca muitas dúvidas sobre o nível de avanço em tecnologia nos próximos cinco anos e dominou os debates.

Como comentou Stephan Keese, da consultoria Roland Berger, já foi dito no exterior que o mercado brasileiro deve deflagrar uma nova “corrida do ouro”. 

Porém, ele desconfia mais de uma corrida contra o tempo do que propriamente de resultados financeiros, inclusive com risco de excesso de capacidade instalada. 

Prejuízo estimado pela Ford na América do Sul (Brasil representa 60% das vendas), no primeiro trimestre, pode chegar a US$ 300 milhões. GM também perdeu dinheiro na região, ano passado.

No entanto, um mercado entre cinco e seis milhões de unidades, até o final da década, se tornará ainda mais disputado. 

Há sete novos fabricantes de veículos leves se instalando no País até 2015, para totalizar 25, e não vai parar aí. 

Fábricas de motores passarão de 13 para 18, incluindo a Fiat, em sua nova unidade industrial em Pernambuco, e a Chery, que anunciou durante o Fórum. Hyundai Brasil, em breve, também comunicará a produção de motores.

Para o economista José Carlos Mendonça de Barros, o consumidor deve esperar uma paulatina queda real de preços dos carros novos (ou aumentos inferiores à taxa de inflação para ser mais claro), acompanhado de desvalorização maior dos modelos usados. 

Esse descolamento é irreversível em situações de crescimento firme do mercado e continuará nos próximos anos.

Existe preocupação do setor de autopeças quanto à regulamentação do conteúdo local, adiada por mais dois meses pelo governo federal. 

Exigirá rastreabilidade do país de origem das peças e incertezas de como será feito o controle na Argentina, um vespeiro conhecido. 

Foi discutida a possibilidade de criar o programa Inovar-Peças, simultâneo ao Inovar-Auto, que adicionaria novos níveis de complexidade, apesar do potencial de desemperrar as coisas.

Falta competitividade na indústria brasileira e o setor automobilístico não é exceção. Paulo Butori, presidente do Sindipeças, colocou no rol dos problemas a moeda valorizada. 

Para ele, sem resolver a questão será muito difícil avançar. Exemplificou com o ramo de autopeças que passou de superavitário a deficitário no comércio exterior, em meia dúzia de anos.

RODA VIVA 

SUBSIDIÁRIA da GM, na Argentina, confirmou lançamento do SUV compacto Tracker, vindo do México, no terceiro trimestre do ano. 

Jaime Ardila, presidente da empresa no Brasil e América do Sul, em entrevista à TV a cabo Band News, de fim de noite, admitiu de forma indireta que também chegará aqui até o fim do ano. E que um subcompacto está nos planos.

AUDI TT chega aos 15 anos e oferece cada vez mais potência. RS tem motor de cinco cilindros, 2,5 L, e ronco quase como um seis-cilindros em linha. 

Para guiar sem sustos, lidar com 340 cv e torque assombroso de 45,9 kgf∙m, tração é nas quatro rodas. 

Estilo do cupê compacto permanece fiel ao original, sem sinais de cansaço, um tanto raro, hoje.

MAIS atraente que o Cielo, compacto Chery Celer foi finalmente colocado à venda. Marca chinesa demonstra que quando a fábrica de Jacareí (SP) entregar as primeiras unidades, em um ano, terá produto competitivo e segurança de conteúdo nacional. 

Em versões hatch (R$ 35.990) e sedã (R$ 36.990), tem motor flex 1,5 l e pacote completo de equipamentos.

TELA multimídia de comando por toque veio para ficar. Renault já a oferece para toda a linha Sandero/Logan, ao preço em torno de R$ 600. 

Duster Techroad desbravou o interesse pelo equipamento (no caso, de série), bem fácil de operar. 

Esse utilitário compacto, bom de guiar, mostra limitações ergonômicas: perna esbarra na caixa de comando dos vidros elétricos.

LINHA 2014 do Fox, lançada agora, tem poucas mudanças. Freios ABS são os de nona geração: cada vez menos pulsação no pedal em frenagem de emergência. 

Discos de freio do CrossFox têm maior diâmetro em razão do acréscimo de massa da versão, em relação ao resto da linha, pelo suporte externo do estepe e suspensão reforçada. ____________________________________fernando@calmon.jor.br e www.twitter.com/fernandocalmon

RENAULT AINDA SOFRE, EM MARÇO, OS EFEITOS DO FECHAMENTO PARA AMPLIAÇÃO DA FÁBRICA, MAS NÃO PERDE TEMPO E LANÇA UM NOVO MODELO, O CAPTUR, UM MISTO DE CROSSORVER, HATCH E SUV QUE COMEÇA A VENDER ESTE MÊS




Ainda sofrendo, em março, os efeitos financeiros da interrupção da produção na sua fábrica de automóveis, entre dezembro de 2012 e fevereiro deste ano, a Renault não perde tempo e anuncia a venda a partir deste mês de abril, de seu mais novo carro, o novo crossover urbano da Renault, cujo design fluido cultiva o senso de proporções: altura elevada do solo, bitolas maiores, para-brisa avançado… Um mix de monovolume, SUV e hatch.

“O desempenho de março reflete ainda a redução dos estoques provocada pela parada de produção, para ampliação da capacidade produtiva. Retomamos a produção em fevereiro e o ritmo vem crescendo dentro do cronograma previsto, mas ainda não alcançamos a normalidade”, ressalta Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil.


Novo Clio dobra vendas
O destaque da Renault, em março, foi o Novo Clio, cujo volume de vendas mais que dobrou em relação a março de 2012, e  o Novo Master, com emplacamentos 23,2% superiores na mesma comparação.

Com 14.187 emplacamentos e uma participação de mercado de 5,3% contra os 6,9% de março, de 2012, a queda nos volumes acompanhou o baixo estoque de Duster, Sandero e Logan nas concessionárias.


Nos resultados do mês, os emplacamentos do Novo Clio saltaram significativamente (113,6%) de 1.140 unidades em março de 2012, para 2.435 neste ano. 


No caso do Novo Master, o volume aumentou de 561 para 691 veículos no período, ótimo resultado uma vez que o novo modelo chegou ao mercado na segunda quinzena de março. 


O modelo Fluence também registrou crescimento mensal de 16%, alcançando 1.193 unidades.


Capas dos bancos laváveis no Captur 
O novo crossover urbano Captur, projetado e produzido pela Renault é amplamente personalizável, possibilitando combinações de carroceria em dois tons, cores de rodas, acabamento interno (claro ou escuro), revestimentos dos bancos e temas gráficos, o Captur reflete as personalidades e desejos mais variados.


Compacto
O banco traseiro deslizante deixa os passageiros traseiros à vontade, assim como suas bagagens. Um pouco mais longo que o Novo Clio, o Renault Captur proporciona grande conforto. 


O volume de porta-malas é adequado, com 455 cm3 de capacidade. A bordo, duas inovações espertas destacam o caráter de “carro para curtir” do Captur:


 o grande porta-luvas gaveta (11 litros), cujo interior é facilmente acessado pelo condutor, e os revestimentos dos bancos removíveis através de zíper, laváveis à máquina e substituíveis.


O tablet multimídia embarcado Renault R-Link dá acesso a uma conectividade inédita e a um catálogo de aplicativos dedicados ao automobilismo. Inigualável, ele não para de crescer.

A posição de dirigir mais alta e ergonômica transmite confiança, assim como a segurança passiva, a aderência ao solo e a frenagem. O conforto de rodagem é herdado da plataforma B, compartilhada com o Novo Clio.


Espanhol, tem dupla embreagem
O Renault Captur coloca o prazer e a economia no centro de suas motorizações “100% turbo”. 
As motorizações a gasolina disponíveis são o motor Energy TCe 90 (3 cilindros de apenas 898 cm3) e o TCe 120 EDC (4 cilindros de 1198 cm3).

Este último é exclusivamente oferecido com a caixa de câmbio EDC (Efficient Dual Clutch) com dupla embreagem, proporcionando um maior conforto ao dirigir. Ele também estará disponível futuramente com a caixa de câmbio com dupla embreagem EDC.

Produzido na fábrica de Valladolid (Espanha), com uma atenção especial à qualidade e ao respeito ao meio ambiente, o Renault Captur conta com até 16% de plásticos reciclados em sua fabricação. Um resultado invisível, mas notável.

Comercializado a partir de abril de 2013, o Renault Captur traz mais alegria e sedução para o segmento B, sem perder seu aspecto racional e razoável, considera 
Ali Kassaï - diretor de Programa Gama Renault.


MITSUBISHI OUTDOOR COMEMORA 10 ANOS COM UMA EXPOSIÇÃO, NO SHOPPING CIDADE JARDIM, EM SÃO PAULO, MOSTRANDO O QUE É O MUNDO DO 4 X 4 .A MOSTRA FICA ABERTA ATÉ DIA 15. QUEM TIVER UM MITSUBISHI PODE PARTICIPAR DAS COMPETIÇÕES


Em 2013, o Rali de Estratégia Mitsubishi Outdoor completa uma década de realizações no País e, em comemoração, expõe no Shopping Cidade Jardim, 
MIT Café - Shopping Cidade Jardim, Av. Magalhães de Castro, 12.000 - São Paulo (SP) até dia 15 de abril, fotos e objetos desta história.

O Mitsubishi Outdoor sempre explorou belas e charmosas regiões do País por meio de atividades esportivas, como escalada, trekking, mountain bike, tirolesa e rapel, além de tarefas culturais. 


"O evento é inesquecível não só pela aventura, mas por gerar nos participantes o espírito de equipe e a amizade", explica Corinna Souza Ramos, diretora de Projetos Especiais da Mitsubishi.

E, em 2013, a marca dos três diamantes convida os clientes dos veículos Outlander 4x4 e ASX 4x4 para fazer parte desse marco na história do rali de estratégia. 

"Este ano, estamos ampliando nosso leque de veículos participantes do rali para que cada vez mais clientes possam viver o espírito 4x4. Queremos proporcionar experiências únicas aos nossos clientes e o Mitsubishi Outdoor é a prova mais clara do que é fazer parte da Nação 4x4", exalta Corinna.


Se você tem um Mitsubishi 4x4 e gosta de se divertir, é só se inscrever para uma das etapas do Mitsubishi Outdoor, que começa em abril, na cidade de São José dos Campos (SP).

Para saber mais, acesse o Twitter (www.twitter.com/nacaomitsubishi), o Facebook (www.facebook.com/MundoMit) e o site www.mitsubishimotors.com.br.

Calendário 2013 - Mitsubishi Outdoor
6/abr - São José dos Campos (SP)
29/jun - Joinville (SC)
10/ago - Penedo (RJ)
14/set - Curitiba (PR)
26/out - Vitória (ES)
9/nov - Ribeirão Preto (SP)

BMW É PREMIADA DUAS VEZES PELOS LEITORES DA REVISTA CARRO. O SEDÃ MÉDIO, SÉRIE 5 FOI ELEITO O "MELHOR CARRO EXECUTIVO " DE 2013



A BMW do Brasil foi eleita no quesito Emoção, e o BMW Série 5, o sedã médio, que está em sua sexta geração, sagrou-se como Melhor Carro Executivo, no Prêmio Best Cars 2013, evento que elege os melhores veículos e marcas.

Os prêmios foram atribuídos pelos leitores da Revista Carro, da editora Motorpress, através de uma votação pela Internet e entregues na noite de terça-feira (2/04).

Na categoria Imagem e marca

O BMW Série 5 é um exemplo de como o design, esportividade e elegância se harmonizam, e entregam um grande desempenho com menor consumo de combustível e emissões de CO2.

"Emoção é um dos pilares da BMW. Investimos em tecnologia, design, conforto e desempenho para que nossos consumidores vivenciem o puro prazer de dirigir“, comenta Arturo Piñeiro, presidente BMW Group Brasil.

O Prêmio Best Cars
O Prêmio Best Cars é a maior premiação automotiva do mundo, pois utiliza a mesma metodologia em todos os 17 países em que a Motorpress está presente. 


Existente há 18 anos no Brasil, a eleição é realizada por votos dos leitores da Revista Carro, que preencheram e enviaram os cupons publicados nas edições de novembro e dezembro. 

Os leitores também puderam votar pela internet, por meio de uma senha adquirida na Revista Carro.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

FORD ECOSPORT E HYUNDAI HD20 PASSARAM POR TESTES DE CRASH PARA SABER A SEGURANÇA QUE OFERECEM PARA ADULTOS E CRIANÇAS TRANSPORTADOS. O CARRO COREANO TEVE RESULTADO RUIM E CADEIRINHA SE SOLTOU. ECOSPORT NUMA ESCALA DE 0 A 5 OBTEVE PONTUAÇÃO 4. A DENÚNCIA É DO COLUNISTA ROBERTO NASSER QUE CONTA MUITAS OUTRAS E INTERESSANTES NOVIDADES NA "DECARROPORAÍ"



Coluna n° 1413  - 3 de Abril de 2013


A trombada do Hyundai HB20
Organismo internacional privado, com vários apoiadores, incluindo a FIA, Federação Internacional do Automóvel, e filial latino-americana no Uruguai sob o nome de LatinNCap, se dedica a testar automóveis quanto ao aspecto da segurança. Há dias divulgou dois ensaios recentes, dos novos Ford EcoSport e Hyundai HB20.

Dentro do teto de cinco estrelas o Ford ficou com quatro para a proteção a adultos e três a crianças. O Hyundai foi pior: três para adultos e apenas uma para crianças. A má nota foi porque uma das cadeirinhas para crianças se rompeu com o impacto. Uma estrela significa risco muito elevado.

A Hyundai explica que, como o sistema Isofix – utilizado em todo o mundo civilizado – não é regulamentado no Brasil, forneceu o HB20 com cadeiras não Isofix, aqui permitidas. E pede repetição do teste, com novas cadeiras com padrão Iso – quando houver regulamentação oficial para isto.

Consequência
O Hyundai HB20, feito por esta marca em Piracicaba, SP, é automóvel ruim?

Com certeza, não. O mau resultado foi consequência de escolha. Como o assunto não está regulamentado, optou pela cadeira não homologada, de menor preço. 


Solução teoricamente legal, mas o resultado do teste desnudou, nem sempre a omissão da lei permite resultado positivo. Não se sabe quanto tempo ainda o governo federal levará para regulamentar as cadeirinhas para os brasileirinhos e, então, a Hyundai promete submeter unidade legalmente enquadrada a novo teste.

Caminho ruim o de se esconder na omissão legal. Deveria equipar seu HB20 com cadeira Isofix – com certeza algum fornecedor local poderia copiar de homologada no Exterior. 


E, por dever de responsabilidade ou preservação de imagem, fazer recall de todas as unidades fornecidas com as cadeirinhas fora do padrão, substituindo-as pelas Isofix. 

Vamos combinar, não se pode deixar ferir, aleijar, matar apenas porque a legislação não está concluída. 

Teste LatinNCap com Hyundai HB20. Cadeirinha pode matar.


Roda-a-Roda 

1º de Abril? – A notícia coincidiu com a data, propícia a brincadeiras: a Volkswagen estaria negociando, através da Audi, a aquisição da Alfa Romeo, incluindo uma fábrica na Sicília, onde a Fiat constrói o novo Panda, e a fábrica de auto peças Magneti Marelli.

Sim? Não? – Partes não comentam. Mas conceitualmente, combinemos nada muda, exceto correção construtiva. Alfas não são Alfas há muito tempo, desde que se motorizaram com partes e conceitos Fiat. 


Com Audi seria o mesmo partido, com plataformas e motorização comum, charme identificativo, porém construção sob rigor alemão. Se vero, sob comando Audi, talvez o nome mude - Aufa. 

Novo Cherokee. Gostou ? Eu gostaria, não fosse Cherokee. 


Polêmica – Mostrado o sucessor do Cherokee, o mercado estadunidense fendeu. Metade adorou, metade detestou, dizendo ser criação Fiat sobre antigo protótipo Alfa Romeo. O problema é outro. 

Na cabeça do comprador dos EUA Cherokee é o modelo quadradão, coisa bruta, produzido até 2002. A Jeep já tentou substituí-lo, mas não deu certo. É ícone, e sobre ícone pode haver evolução. Revolução, não.

Quem diria – As marcas japonesas estão perdendo participação no mercado estadunidense para Chrysler, Ford e GM – e também para as coreanas Kia e Hyundai, estes preferidos pelos consumidores jovens. 


As antigas três grandes agradam na faixa 18/34 anos, e o segredo está em diminuir tamanhos e consumo. Japoneses sofrem. Toyota com problemas de imagem e garantia. Suzuki caiu tanto que foi-se dos EUA, onde vendas da Mitsubishi despencaram.

Do Ano – Sétima geração do Golf foi eleito COTY 2013 – para os não íntimos, e em tradução, Carro do Ano Mundial, 2013. Júri internacional de jornalistas especializados, anúncio no Salão de Nova Iorque.

Baixou – A Audi se acertou com o Programa federal Inova Auto, conseguiu cota de 3.876 veículos sem o pagamento de 30% sobre o IPI, reduzindo preços em tabela. A1 Attraction 2p, R$ 80 mil e SUV Q3, versão de entrada, R$ 131 mil.

Chery Celer – Chinês importado, antecipando-se ao modelo a ser produzido e lançado no Brasil em 2014, o Celer segue a linha do co-patriota JAC – adaptações ao gosto e peculiaridades brasileiras, carro equipado, preço rebaixado relativamente aos nacionais: hatch a R$ 36 mil e sedã R$ 37 mil.

Caminho - Iniciou simpática campanha por TV sobre os carros pelados, sem equipamentos, no conceito apresentado pela JAC, punido com o aumento de impostos. 


O nome pode sugerir o inglês Seller, vendedor, mas vem do latim Celere, rápido, talvez inspirado pelo motor ágil, 1.5, 16 válvulas, flex Delphi e 108 cv. Desenho italiano.

Celer, chinês completo, contra o carro pelado.

C4 Loundge – Mostrado no Salão de Paris, ano passado, o novo Citroën C4, substituto do Pallas, já está pronto. Na Argentina, onde será  produzido, chamar-se-á C4L. 

No Brasil, C4 Loundge. Apresentação, Salão de Buenos Aires, 18. Junho, vendas em setembro. Aqui, final de julho.

Como? – Assemelha-se aos bons diferenciais estéticos do C5, amplo grupo óptico, entre eixos maior que o Peugeot 408, com quem comuniza peças. 


Motorização inicial 2.0 e futura 1.6, ambos aspirados, e o motor 1.6 Turbo, deve aumentar os atuais 163 cv. Dentro, o primeiro da categoria com conforto do encosto do banco traseiro inclinável a 29 graus.

Estudantil – Nova série especial da Fiat sobre o Uno Vivace, versão de entrada 1.0, quatro portas: College, marcada externamente pela opção de duas cores, branca e azul, com detalhes em vermelho. É quase completa, portando ar condicionado, direção hidráulica, faróis de neblina, trio elétrico. A R$ 33.470.

Caminho – O Governo Federal estendeu a contensão do IPI até o final do ano. Para manter aquecido o mercado, especialmente depois da queda de 9% nas vendas de março.

Dúvidas - O imposto é excessivamente elevado e podemos viver sem ele, perdoando a redução? 


Ou, na direção contrária, podemos trocar fomento por venda de automóveis pela arrecadação que poderia construir estradas, escolas, postos médicos, prisões?

Lei – Demorou, mas o Detran de Brasília inicia respeitar a Resolução 404, do Denatran, regulamentando o art. 267 do Código de Trânsito Brasileiro. 


Por ele, o infrator leve, sem multas no último ano, pode ter transformada a multa em advertência. Demorou 15 anos para o contribuinte ter direito reconhecido. 

Vermelho – Prevê a Ford, suas operações na América do Sul fecharão com prejuízo cerca US$ 300 milhões, no primeiro trimestre. 

Confusões, morte de Chávez, bagunçando o mercado venezuelano, queda no argentino, e no Brasil intervalo entre o fim dos antigos e início da venda dos sucessores do EcoSport e Ranger, provocaram a queda nas vendas – e participação e faturamento.

Surpresa – Pequena, Sergipe ganhará revenda Volvo Cars, a Stark. Nome significa forte em alemão e é marca do jipe de projeto nacional, antes produzido em Santa Catarina e agora no Ceará.

Critério – São maleáveis, de marca para marca, os critérios para nomear revendas. Maceió, mercado maior, não dispõe, por exemplo, de concessionário para automóveis Mercedes, com rede superior à da Volvo, nem desta marca.

Toda a vida – Mais antiga das revendas Ford no Brasil, a gaúcha Ribeiro Jung lançou promoção de fidelização para movimentar o mercado no RGS: troca de gratuita de óleo e filtro a quem comprar Fords em sua loja. 


Não é para o veículo mas para o conjunto comprador + veículo. Vendeu, o segundo dono não aproveita. Diz a revenda, quer crescer negócios em 40%, pela grande economia aos compradores, em torno de R$ 200/troca.

Conforto – Andar de motocicleta Harley Davidson é muito bom – exceto na hora de dar marcha à ré. Pesada, difícil de manobrar, dá saudades de outras marcas. Há solução. A Phoenix, customizadora da marca, oferece conjunto de marcha atrás: R$ 3 mil.

Pelo Ar – Fusão da Two Aviation com a Flex Aero gerou a óbvia Two-Flex, com a maior companhia de carga aérea de aviões de pequeno e médio porte, com 11 bases operacionais e 18 aeronaves Cessna Caravan. 


Quer elevá-las a 30 e adquirir dois ATR. O mercado de frete aéreo é atrativo e, aparentemente, a empresa pretende beliscar a aviação regional.

Antigo – Mais um integrante do famoso pacote de quatro Rolls-Royce comprados em 1952, contendo o Silver Wraith Formal Cabriolet da Presidência da República, mudou de mãos. Era da então poderosa família carioca Peixoto de Castro, única dona por seis décadas.

História – Remanesce o da Presidência. Outro, de cabine fechada, também ex-PR, foi do jornalista Assis Chateaubriand, penhorado e levado à praça em S. Paulo. Hoje, no interior paulista, é alugado a noivas, etc. 


Outro, mas, com distância entre eixos menor, era de Dª. Maria Maluf, mãe do conhecido político e, há alguns anos na garagem do ex-senador Gilberto Miranda. 

A unidade vendida, única não preta e também swb, tinha acreditados 120 mil quilômetros rodados e foi arrematada por R$ 405 mil por adquirente mineiro.

O Rolls dos Peixoto de Castro, último do curioso pacote. 

Gente - Holger Rust, alemão, ex Porsche, novo VP de Recursos Humanos na VW. Desafio. OOOO Sucede recém aposentado dr.Joseph-Fidelis Senn, que fomentou desde florestamento a sociedade em usinas hidro elétricas. OOOO Instigar e aprimorar a mão de obra compõem o desafio para a VW, no projeto de ser a maior do mundo em 2018. OOOO

MINI COMEMORA OS 100 ANOS DE SUA FÁBRICA, EM OXFORD, NA INGLATERRA, ONDE JÁ FORAM FABRICADOS QUASE 12 MILHÕES DE CARROS E DE ONDE SAEM ATUALMENTE CERCA DE 900 MINI, POR DIA



Múnich/Oxford - A fábrica da MINI, em Oxford celebra um Século de produção e para comemorar a ocasião, o secretário britânico de Transportes, Patrick McLoughlin, e o membro do Conselho de Administração da BMW, Harald Krüger, inauguraram a exposição do centenário no novo Centro de Visitantes no último dia 28 de março de 2013. 


Nesse dia, há 100 anos, saiu da linha montagem o primeiro primeiro carro, um «Bullnose» Morris Oxford, ao lado das instalações onde são fabricados, hoje, os novos MINI.

Os carros eram montados à mão...

Em 1913, a produção semanal era de 20 veículos, mas no decorrer dos anos, a produção cresceu rapidamente. Até agora, essa planta já produziu quase 12 milhões de carros de 14 marcas diferentes e empregou mais de 500.000 pessoas, tendo atingido o pico no principio da década de 1960, com 28.000 trabalhadores. 

... hoje, são robôs que executam o trabalho na linha montagem.
Atualmente, a fábrica de Oxford conta com 3.700 colaboradores produz em torno de 900 carros MINI por día. Desde que o início da linha de montagem já foram produzidos mais de cerca de 2,3 milhões de veículos MINI.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, a bordo de um MINI, também participou das comemorações dos 100 anos da MINI.


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