Pesquisar este Blog do Arnaldo Moreira

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

SABE COMO FUNCIONA UM CARRO MOVIDO A ÁGUA? FOI APRESENTADO NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO 2014, E NO PRÓXIMO DIA 15 DE DEZEMBRO COMEÇARÁ A SER VENDIDO NO JAPÃO, EM TORNO DE R$ 160 MIL. É O PRIMEIRO HÍBRIDO MOVIDO A HIDROGÊNIO PRODUZIDO EM LARGA ESCALA. QUEM SABE UM DIA O MIRAI CHEGA AO BRASIL...




A Toyota corajosamente iniciará a venda, 
no mercado japonês, dia 15 de dezembro, do seu modelo Mirai, o primeiro veículo híbrido movido a hidrogênio produzido em larga escala, de que estima vender 400 unidades até o fim do ano.

O novo híbrido da Toyota tem um design moderno e performance de um carro movido a gasolina, tecnologia embarcada de última geração, alto nível de segurança e ainda pode servir como gerador em caso de falta ou corte de energia.

O Mirai marca o início de uma nova era. É um carro com zero emissão de gases poluentes na atmosfera, pois tem como combustível apenas CO2. O veículo utiliza hidrogênio como combustível para gerar energia elétrica ao motor.

Funcionamento
O Mirai possui um motor elétrico, uma bateria, dois tanques de hidrogênio de alta pressão, com capacidade máxima de 70 Mpa, um conversor elevador de tensão, uma central de comando e a célula combustível a hidrogênio - uma estação localizada no centro do assoalho do veículo.

É dentro dessa estação que ocorre a reação química para colocar o Mirai em movimento.

O veículo capta o oxigênio da atmosfera através de sua entrada de ar frontal e o leva até a estação, para onde o hidrogênio contido nos dois tanques também é direcionado.


Dentro dela, a célula de combustível divide o hidrogênio em duas moléculas, gerando uma carga elétrica. 

Ao mesmo tempo, o oxigênio se une às células de hidrogênio, formando água. 

A energia elétrica é direcionada ao conversor, que alimenta o motor do Mirai, e a água é expelida pela válvula de escape. 

O motor também é alimentado diretamente pela bateria, recarregada por energia cinética gerada pela desaceleração e frenagem do automóvel.


Mirai possui dois tanques de hidrogênio com autonomia para rodar 650 km 
sem necessidade de reabastecimento - mais do que a maioria dos carros movidos a gasolina e etanol.


Desempenho
A alta aceleração da célula combustível da Toyota, combinado a um controle de energia da bateria, acionam o motor elétrico e garantem uma capacidade de resposta poderosa em todas as velocidades. 


Isso proporciona um aumento imediato de torque na primeira pisada no acelerador.

A estabilidade e o conforto de condução são destacados por conta do posicionamento da célula de combustível e dos tanques de hidrogênio de alta pressão sob o assoalho, atingindo um baixo centro de gravidade, com distribuição de peso superior na traseira e frente do veículo. 


O uso de um corpo de alta rigidez reforça as estruturas em torno da suspensão traseira.

A aerodinâmica da carroceria ajuda a reduzir a resistência do vento, contribuindo para a melhoria da eficiência de combustível e estabilidade de condução.

Um modo de direção mais confortável é atingido pelo acionamento elétrico do motor em todas as velocidades e redução do ruído do vento, além de vedação completa de todas as partes do corpo, com a utilização de materiais de absorção sonora e de bloqueio de som otimizada, dispostos ao redor da cabine, reduzindo os ruídos no para-brisa e todos os vidros das portas.

Design
Uma nova técnica foi empregada no design frontal para enfatizar os gradeados à esquerda e à direita que forçam para dentro o ar para a obtenção de oxigênio e para a refrigeração do sistema de células combustíveis.

O perfil elegante da lateral evoca a forma fluida de uma gota d’água para expressar a característica do veículo de aspirar o ar e devolver água. 


Os trilhos laterais do teto e o capô parecem saltar do corpo do veículo, para criar a impressão de um carro rebaixado e ao mesmo tempo comunicar uma sensação futurista.


A traseira do veículo apresenta um perfil arrojado. O formato trapezoidal se estende da guarnição da placa até a parte inferior dos cantos do para-choque e segue em direção às rodas.

Os faróis transmitem sofisticado luxo e alta tecnologia com seu novíssimo design, num um perfil ultrafino composto por quatro lâmpadas de LED instaladas em linha, além de dissipadores visíveis e outros equipamentos ópticos. 


Os indicadores de direção e as luzes de posição frontais estão separados dos faróis, contribuindo para o perfil ultrafino dos mesmos e parecem fundir-se com os gradeados laterais. 

Isso cria um design despojado e avançado, com uma aerodinâmica que melhora o fluxo de ar. 

O Mirai vem com rodas de alumínio de 17 polegadas e está disponível em seis cores.


Por dentro, o Mirai possui um espaço de cabine sofisticado, com estofamento macio nas guarnições das portas e nas demais superfícies do interior, em meio a um acabamento prateado de alta luminescência por toda parte.


Um processo de produção integrada do estofamento permitiu a fabricação de bancos frontais oferecendo uma acomodação superior e sustentação do corpo de alto nível de comodidade.

Os bancos do condutor e passageiro têm oito ajustes elétricos, de série, proporcionando uma ótima posição de condução e uma função motorizada de apoio lombar.

O grupo central de medidores localizado na parte superior central do painel de instrumentos inclui um velocímetro e um display de múltiplas informações, representado por uma tela de cristal líquido de 4,2 polegadas, com alta definição. 


O condutor pode mudar as funções do display utilizando os controles instalados no volante.


Os controles do aquecimento dos bancos e outros controles são operados através de um painel eletrostático de controle do ar-condicionado, por meio de um toque suave na tela plana do display.

As funções que proporcionam um espaço interior confortável são itens de série: aquecimento do volante e dos bancos (dois ajustes de temperatura em todos os bancos) com aquecimento instantâneo, ao mesmo tempo reduzindo bastante o consumo de energia, ar-condicionado dual zone, com acionamento em modo ecológico, e tecnologia Nanoe de purificação do ar. Estão disponíveis três cores para o interior.

Tecnologia
O Mirai possui um pacote de conectividade, o T-Connect Data Communication Module (DCM), para monitorar os níveis de abastecimento e a rede de postos de hidrogênio:

Um aplicativo específico utiliza a tela do sistema de navegação para mostrar informações e estado operacional corrente das três estações de abastecimento de hidrogênio mais próximas, com base na localização do veículo.

O “Pocket Mirai”, um aplicativo exclusivo para smartphones, mostra informações e estado operacional corrente das estações de abastecimento de hidrogênio em todo o Japão, o volume remanescente de hidrogênio no veículo, a distância que pode ser coberta e o tempo estimado de fornecimento de energia externa. 


Ele inclui também uma função registradora de reabastecimento de hidrogênio.

O serviço de monitoramento remoto do sistema de células combustíveis mostra uma notificação de advertência na tela do sistema de navegação, caso seja detectada alguma anormalidade no sistema, e inclui também um sistema de suporte de diagnóstico remoto do veículo a partir de um terminal na concessionária.

A tecnologia está presente também no alto nível de segurança do veículo, a fim de não permitir o vazamento do hidrogênio e, na improvável possibilidade desta ocorrência, o sistema detecta e contem o fluxo de hidrogênio, evitando o seu acúmulo no interior do veículo.

Desenvolvimento de tanques de hidrogênio de alta pressão com excelente desempenho na prevenção da permeação do hidrogênio, resistência e durabilidade.

Sensores de hidrogênio proporcionam alertas e podem desligar as válvulas principais do tanque.

Os tanques de hidrogênio e os outros dispositivos associados ao hidrogênio estão localizados na parte exterior da cabine para garantir que o hidrogênio se dissipe rapidamente em caso de vazamento.

A estrutura da célula combustível da Toyota é construída com termoplástico reforçado com fibras de carbono recentemente desenvolvido, caracterizado pela leveza, resistência e facilidade de produção em massa.


Ela protege a célula combustível ao absorver impactos e choques originados por buracos, ressaltos e outras interferências na pista.

Complementarmente, o Mirai conta com outros equipamentos de segurança:

- Sistema de Pré-Colisão (com radar de ondas milimétricas) ajuda a evitar colisões ou a reduzir suas consequências através de alertas e controle de frenagem, caso seja detectada uma alta probabilidade de colisão- 

- Um Alerta de Desvio da Faixa de Rolamento utiliza uma câmera para detectar as marcações de faixa brancas ou amarelas e alerta o condutor quando o veículo está prestes a se desviar da faixa de rolamento.
- O Drive-start Control limita arrancadas ou acelerações bruscas durante mudanças de marcha.

- Um Monitor de Pontos Cegos utiliza um radar para detectar veículos nas faixas de rolamento adjacentes e ajuda na confirmação da retrovisão durante mudanças de faixa.

TFCS
O Mirai utiliza o Sistema de Célula Combustível da Toyota (TFCS – Toyota Fuel Cell System), que incorpora a célula combustível Toyota FC Stack, o gerador elevador de tensão e os tanques de hidrogênio de alta pressão. 


O TFCS tem eficiência energética melhor em comparação com os motores de combustão interna, e não emite CO2 ou outras substâncias potencialmente perigosas quando em uso.

Célula Combustível “Toyota FC Stack”
A Toyota FC Stack entrega uma potência máxima de 114 kW. 


A eficiência da geração de eletricidade foi melhorada com o uso de uma fina malha 3D de canais de fluxo, isso garante uma geração uniforme de eletricidade na superfície da célula, permitindo tamanho compacto e elevado nível de desempenho, além de uma entrega de densidade energética de 3,1 kW/L (2,2 vezes mais alta do que o modelo anterior FCHV-adv da Toyota), a mais alta em escala mundial.

Conversor Elevador de Tensão
Altos níveis de eficiência e de capacidade foram desenvolvidos para resultar uma tensão gerada na célula combustível de 650 volts. 


Essa voltagem torna possível reduzir o tamanho do motor elétrico e a quantidade de células combustíveis, proporcionando menor tamanho e maior eficiência para o Sistema de Célula de Combustível da Toyota (TFCS – Toyota Fuel Cell System), reduzindo assim o custo do sistema.

Tanques de Hidrogênio de alta pressão
Tanques com estrutura em três camadas feitos de plástico reforçado com fibras de carbono e outros materiais são utilizados para armazenar hidrogênio sob a elevada pressão de 70 Mpa (70 megapascal, ou aproximadamente 700 bar). 


Em comparação com os tanques de hidrogênio de alta pressão utilizados no modelo FCHV-adv da Toyota, o volume de armazenagem foi aumentado em cerca de 20 por cento, enquanto tanto peso como tamanho foram reduzidos para alcançar um percentual em peso de 5,7 wt%, líder no mundo.

Sistema de fonte de alimentação externa
O Mirai pode servir como gerador de energia (aproximadamente 60 kWh) em casos de quedas ou cortes da força.


Quando uma fonte de alimentação (vendido separadamente) for conectada – ligação feita no interior do porta-malas -, o Mirai pode alimentar um sistema completo como uma residência, por exemplo. 

Eletrônicos também podem ser conectados diretamente e usados tendo o Mirai como fonte de energia.

Hidrogênio
O hidrogênio pode ser gerado através de uma ampla gama de recursos naturais e de subprodutos de atividades humanas, tais como resíduos de esgoto e lixo industrial. 


Ele também pode ser obtido a partir da água com o uso de fontes naturais de energia renovável, tais como solar e eólica. 

Quando comprimido, o hidrogênio tem densidade energética mais alta do que as baterias, sendo relativamente fácil de armazenar e transportar e, portanto, uma potencial fonte de geração de energia.

A tecnologia da célula combustível poderá ajudar a transformar em realidade uma sociedade com base no hidrogênio, contribuindo, portanto, para acelerar a diversificação das fontes de energia limpa.

Especificações técnicas


Célula de combustível
Nome
Toyota FC Stack
Tipo
Célula de combustível de eletrólito polimérico
Densidade potência/volume
3,1 kW/L
Potência de saída
114 kW (155 PS)
Sistema de umidificação
Circulação interna (sem umidificador)
Tanque de hidrogênio de alta pressão
Quantidade de tanques
2
Pressão nominal de trabalho
70 MPa (aprox. 700 bar)
Densidade de armazenamento do tanque
5,7 wt%
Volume interno do tanque
122,4 litros (tanque dianteiro: 60,0 litros; tanque traseiro: 62,4 litros)
Motor
Tipo
Gerador elétrico síncrono CA
Potência de saída
113 kW (154 PS)
Torque máximo
335 N-m (34,2 kgf-m)
Bateria
Tipo
Níquel-hidreto metálico



Medidas


Comprimento
4,890 mm
Largura
1,815 mm
Altura
1,535 mm
Entre-eixos
2,780 mm
Distância minima do solo
130 mm
Comprimento interior
2,040 mm
Largura interior
1,465 mm

OPORTUNIDADE DE TER UM ANTIGO, MAS NEM TANTO



       

COM A ENTRADA EM VIGOR DAS NOVAS REGRAS QUE AGILIZAM A RETOMADA PELOS BANCOS DOS VEÍCULOS COM PRESTAÇÕES ATRASADAS, A LIBERAÇÃO DO CRÉDITO PODE SER MAIS RÁPIDA, O QUE BENEFICIA A VENDA DE CARROS NOVOS JÁ A PARTIR DE DEZEMBRO. OS DADOS DE REGISTROS DE VEÍCULOS NOVOS DO DENATRAN E DOS DETRANS NÃO SÃO CONFIÁVEIS. A RENAULT REJUVENESCEU O FLUENCE QUE CUSTA DE R$ 66.890 A R$ 82.900.



Alta Roda

 Nº 811 - 20/11/14

Fernando Calmon



INCERTEZAS DE CURTO PRAZO


Depois de analisar as possibilidades de aumento da taxa de motorização da população brasileira para os próximos 20 anos, que se concentrará em cidades pequenas e médias, a Coluna se volta às preocupações de curto prazo. 

No final da semana passada, entraram em vigor as regras que aceleram a retomada de veículos por falta de pagamento. 

À primeira vista, como os calotes representam hoje 4,4% dos financiamentos, não parece importante, mas é. 

Afinal, 50% de todas as vendas são intermediadas por bancos (outros 10% por consórcios e até 10% em curto prazo pelas lojas).

O problema é o alto custo de recuperação dos bens por si só de valores elevados. 

Leva tempo, passa por etapas judiciais e muitas vezes os carros vinham com dívidas de impostos, multas e ainda desvalorizados por falta de manutenção. 

A nova lei pode encurtar o processo de um ano (após seu início) para três meses. 

Por consequência, deve ocorrer maior liberação de crédito e numa segunda etapa até redução dos juros pela diminuição dos riscos operacionais.

Na avaliação da Fenabrave, até 30.000 carros por mês poderão agora obter parcelamentos, antes negados por falta de garantias. 

Anfavea acredita que já em dezembro haverá reflexos nas vendas e ajudaria a mitigar os números bem negativos deste ano, previstos em menos 10% sobre 2013. 

Um fator de antecipação de compras seria o IPI maior a partir de 1º de janeiro próximo. 

Se o governo decidir voltar à alíquota cheia, terminaria o compromisso de manter empregos por parte da indústria. 

Escalonado o aumento mais uma vez, só haveria demissões voluntárias como ocorre agora.

Por tudo isso fica difícil 
fazer previsões para 2015.
Na dúvida, a maioria dos analistas prevê que o próximo ano terá crescimento zero de vendas e recuperação mesmo só em 2016. 

Com certeza comprometerá algumas expectativas mais otimistas para esta década, porém não retirou ânimo de quem decidiu investir conforme se observou no seminário Direções, da Quatro Rodas, realizado nesta segunda-feira em São Paulo.

"Apenas 2% do mercado brasileiro se concentra em marcas premium ou de valores elevados".
Jörg Hofmann, presidente da Audi. 

Com poder aquisitivo em elevação e o estímulo da produção local nada impediria o percentual saltar para 5%, como hoje na Austrália. 

Na China é 9%, nos EUA, 10% e na Alemanha, 13% puxado por vendas corporativas. 

No Brasil, a premiação de altos funcionários com o uso de veículos caros está em ascensão, embora possa haver diferenças culturais entre São Paulo e Rio de Janeiro apontadas em debates no evento.

No outro extremo, Luis Curi, da Chery, destacou a aposta das marcas chinesas no peso próprio do País e sua influência nos países vizinhos. 

Lembrou da transição das motos para automóveis na China e que toma corpo aqui. 

E Sérgio Ferreira, da FCA, apontou o desafio vencido de implantar uma fábrica Jeep no Brasil, longe dos grandes centros fornecedores e consumidores.

A estratégia do grupo ítalo-americano se alinha à forte aceitação dos SUVs e, em particular, das suas alternativas compactas. 

Continuarão a avançar sobre stations, monovolumes e, de acordo com os debatedores, incomodarão até sedãs em razão dos estreantes Renegade, HR-V e 2008 em 2015.

RODA VIVA

LEITORES perguntam por que os números da frota registrada pelo Denatran e Detrans não são confiáveis. 

Simplesmente porque, ao contrário do controle total sobre veículos novos, os antigos que já não rodam são abandonados sem baixa oficial nos registros. 

Isso se dá pela burocracia e altos custos para os proprietários. Problema que se acumula há anos sem sinal de solução.

RENAULT rejuvenesceu o Fluence para manter capacidade de competir no segmento de sedãs médios-compactos que representam 8% do mercado, mas têm oferta altamente diversificada: uma dúzia de opções. 

Parte frontal segue a linguagem estilística da marca e LEDs estão nas lanternas traseiras. 

Quadro de instrumentos digital, novo sistema multimídia e travamento automático das portas com chave no bolso completam o modelo, sem alterações mecânicas e de preços: R$ 66.890 a 82.900.

OUTRO a entrar na onda aventureira, o Chevrolet Spin Activ, apenas na versão de cinco lugares, marca o visual pelo estepe fixado na porta traseira que ainda atrai por aqui, mas cai em desuso no exterior. 

Sensor de distância traseiro é de série, o que diminui a possibilidade de o pneu protuberante danificar outros carros em manobras. 

Dinâmica do Spin não se alterou pelos bons ajustes de suspensão, mas 60 kg acrescentados em razão do suporte do estepe já se sentem no desempenho.

REALMENTE o termo Active está na moda. ActiveFlex, na BMW; Nissan March Active (carroceria da geração anterior agora de volta com mais equipamentos a preço mais baixo) e o Spin Activ (apenas sem a letra “e” final). 

Os dois últimos lançados no mesmo dia (Spin já estava no Salão do Automóvel, mês passado). 

Todos registrados no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). Como pode?

____________________________________

fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

CARROS ELÉTRICOS DA RENAULT DA FÓRMULA E (VEÍCULOS ELÉTRICOS) ESTÁ PLUGADA NA PROVA QUE ACONTECERÁ, SÁBADO (22/), NA MALÁSIA. DURANTE 31 VOLTAS, 40 CARROS SPARK-RENAULT SRT-01E ESTARÃO SE ENFRENTANDO EM PUTRAJAYA.


Após o primeiro grande sucesso coroado em Pequim, o Campeonato FIA de Fórmula E segue rumo à Malásia. 

O segundo ePrix de toda a história acontece neste sábado, 22 de novembro, quando os 40 carros Spark-Renault SRT-01E participantes se enfrentarão em Putrajaya, a “Primeira cidade-jardim inteligente do mundo”.

Há 115 anos, a Renault é pioneira em automobilismo esportivo, mobilidade sustentável e em transferência de tecnologias das pistas para as ruas. 

Em setembro, a marca abriu com sucesso uma nova página de sua história em Pequim.

As equipes da Renault Sport estão envolvidas no projeto desde o seu início, em 2012, e puderam ver seu trabalho tomar forma na China. 

Com escolhas técnicas confirmadas por sua confiabilidade, segurança e performance, o objetivo é manter este impulso nas ruas de Putrajaya.

A capital administrativa da Malásia é um símbolo de cidade sustentável, com quase metade de sua área ocupada por espaços verdes, além de ter um dos maiores lagos artificiais de todo o mundo, que os competidores contornarão num traçado de 2,5 km. 

Putrajaya é uma das primeiras cidades a desenvolver um programa de compartilhamento de veículos 100% elétricos, tendo como destaque os modelos Renault Twizy e ZOE.

No auge da intensa programação esportiva concentrada em um único dia, a Renault eletrificará a pista antes da largada, com um show para apresentar as qualidades do ZOE e do Twizy, principais modelos da gama Z.E. (zero emissão). 

Sempre próxima do público, a Renault também oferecerá aos espectadores a possibilidade de fazer um test drive na eVillage, o ‘circo’ montado para o evento.

Impondo-se como um novo desafio para as qualidades dinâmicas dos bólidos Spark-Renault SRT01_E, o circuito de Putrajaya combina 12 curvas, sendo várias rápidas e uma do tipo cotovelo, bem fechada. 

Entrecortada por um ziguezague, a reta dos boxes será um dos pontos mais espetaculares, onde a aspiração terá papel de protagonista nas ultrapassagens e na gestão da energia durante as 31 voltas da prova.

“Após uma corrida inaugural marcada pelo sucesso, vamos agora para a Malásia para confirmar nossas escolhas técnicas”, anunciou Roberto Dlacic, engenheiro da Renault Sport Technologies, agora dedicado ao Campeonato FIA de Fórmula E. 

“Nossos objetivos se mantêm os mesmos: oferecer um monoposto a cada dia mais confiável, seguro e performante, garantindo condições absolutamente iguais de competição para todas as equipes", acrescentou.

Por isso, a Renault reforçou a instalação da caixa de câmbio para proporcionar uma melhor resposta aos desafios enfrentados em circuitos urbanos. 

"Também vamos analisar as performances neste traçado, que é muito diferente de Pequim, cujas laterais apresentam restrições em termos de mecânica”, comentou Dlacic.

FORD APOSTOU NO LANÇAMENTO DE CARROS MUNDIAIS E ACERTOU. O KA SEDAN - QUE É VENDIDO A PARTIR DE R$ 37.890 - O ECOSPORTS, NEW FIESTA E O FOCUS , QUE GANHARÁ A FRENTE TIPO ASTON MARTIN, FORMAM ESSE NOVO PORTFÓLIO DA MONTADORA. MAS, AS PREVISÕES DOS EXECUTIVOS DO SETOR NÃO SÃO AUSPICIOSAS PARA 2015: CRESCIMENTO ZERO, E CULPAM A FALTA DE DEFINIÇÕES NA ECONOMIA. AS NOVIDADES VÊM DA ARGENTINA. EM PARIS, LEILÃO DE ANTIGOS ATINGE RECORDES MUNDIAIS DE PREÇOS DE RELÍQUIAS



Coluna nº 4.714 - 20 de Novembro de 2014
____________________________________

Ford investe na base: Ka e Ka+

Em esforço para manter e tentar expandir sua participação em torno de 9% e o quarto lugar no mercado, em meio à intensa concorrência, Ford mudou toda a linha de produtos, atualizando-a com veículos de produção mundial. Dois tiveram o Brasil como base de desenvolvimento: o EcoSport e o Novo Ka.

O Novo Ka participa do segmento mais competitivo do mercado, onde 60% das vendas é de compactos – até outubro 1,7 milhão vendidos. 

A família de entrada é formada por hatch 1.0 e 1.5, sedã dito Ka+ 1.0 e 1.5, motores novos, 1.0 três cilindros, bloco em ferro, capaz de receber turbo alimentador, e 1.5, quatro cilindros, inteiramente em alumínio. Ambos com dois comandos de válvulas, com abertura e fechamento variáveis.

Lançado em agosto, vendas do 1.0 hatch surpreenderam a Ford: ascendentes 17.000 em setembro e outubro. 

Além da boa formulação, para diferenciá-los na ingente disputa, tem diferencial consumo atestado por Inmetro/Conpet, órgãos federais, no Padrão A, dos mais econômicos. Preço e conteúdo ajudam. Ka+ 1.0, o sedã, R$ 37.890 para a versão SE, de entrada.

Agradável no andar, a combinação do motor 1.0, mais potente da categoria, 80 cv com gasálcool e 85 cv com álcool, agregado a câmbio mecânico de 5 marchas bem adequadas, surpreendem em rendimento e disposição. 

Pela medida oficial, na cidade é capaz de fazer 8,9 km/l com álcool, 13 km/l com gasálcool. Na estrada respectivos 14 e 15,1 km/l. 

Em comum os novos produtos tem a partida a frio eletrônica, desprezando o jurássico tanquinho, os comandos variáveis e o sistema de refrigeração em dois estágios – para o cabeçote e o bloco, para otimizar o funcionamento e reduzir consumo. 

Dirigi-lo é agradável em posição, espaço interno. Como sedã manca no porta malas: tem pouca abertura.

A versão de entrada não flerta com a pobreza. Tem ar-condicionado, direção, vidros dianteiros, e travas elétricas. 

Conforto e segurança por som MyConnection, rádio AM/FM, USB, Bluetooth e MyFord Dock, dois airbag duplo, freios ABS com EBD e CBC, limpador e desembaçador traseiro, ajuste de altura da coluna de direção, indicador de troca de marcha e abertura elétrica do porta-malas. Bem composto.

Por mais R$ 2 mil, vidros elétricos traseiros, sistema de conectividade SYNC, com rádio, CD e MP3-player com Bluetooth, controles no volante, comandos de voz para celular e áudio, leitor de SMS e download automático da agenda de telefones, AppLink para acesso a aplicativos do celular, e Assistência de Emergência – sistema de chamar automaticamente número 192, do SAMU, em caso de acidente com acionamento dos airbags ou do corte de combustível do veículo. Se, e como o SAMU agirá, é caso extra Ford.

Na versão SEL, R$ 42.490, controle eletrônico de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, rodas de liga leve de 15 polegadas e pneus 195/55 R15, faróis de neblina, computador de bordo, alarme volumétrico, ajuste de altura do banco do motorista, grade dianteira com aplique cromado e lanternas traseiras escurecidas.

Mercado
Há câmbio automático? Automatizado, CVT? Não. Razões comerciais. A Ford aplica uma só plataforma para construir duas famílias de veículos – EcoSport, New Fiesta e Novo Ka. 

Assim, sofreia a inclusão de tais itens para evitar ascensão dos preços, fazendo Ka concorrer com Fiesta.

Oswaldo Ramos, gerente-geral de Marketing da Ford, hábil em números e produtos, entende o conteúdo garantirá boa performance aos produtos e ao projeto da marca.


Fords Ka e Ka+



O abstrato número zero
Previsões gerais de executivos da indústria automobilística acordam num ponto: produção e vendas, em 2015, deverão ser idênticas às de 2014. Em torno de 3,6 milhões unidades. Crescimento Zero.

Interessante por ser avaliação comum e coincidente entre tais profissionais, de tantos fabricantes, montadoras e importadoras, contrariando a experiência do convívio com eles, sempre em números discrepantes. 

Como exemplo, há 20 anos, no Salão do Automóvel, após ouvir todos os representantes da área comercial de todas as fabricantes de automóveis, somei as projeções e achei espaventoso crescimento de 40% sobre o quantum projetado para 1994: 1,581 milhão. 

Exercício seguinte mostrou 1,629 milhão, pífios 3% - muito distante dos 40%.

Opiniões coincidentes
 no setor tocam o alarme. 

Cenário destes dias indica, no macro plano federal os fatos econômicos muito lembram a atração chamada Trem Fantasma nos parques de diversões: tudo é escuro e a cada curva, um susto. 

Questão é, os dias nacionais nada têm de brinquedo, horripilando os pagantes de impostos, empregados ou empregadores, investidores em ações, poupadores em dólar e pagadores de contas – dólar disparando;

intervenções do BC gastando reservas sem conseguir segurá-lo; perspectiva de crescimento pouco acima do zero; queda de emprego; 

o escândalo do Petrolão, capaz de nos infligir vergonha imerecida, a Presidente processada no exterior, toda a complicação institucional interna daí gerada, e a insegurança quanto aos investimentos externos. 

Ante tal somatório, fiz-me convidado impertinente em ameno jantar semana passada.

Hotel formidável, espaço privado, refeição cuidada, escoltada por Malbec de safra e origem, sete jornalistas especializados tidos como do primeiro time, eu, e o anfitrião, diretor de fabricante de veículos, escolado, boa quilometragem na estrada, carreira para levá-lo à presidência de subsidiária.

Pedi licença para escapar das considerações sobre produto, tema do jantar, e perguntei qual a base numérica empregada pela indústria para anunciar, em uníssono, por todas as fontes acreditadas, um idêntico número, o zero, para o crescimento da atividade para o próximo ano.

Ouvimos resposta aritmeticamente simplória: o crescimento anunciado como zero se dá unicamente pela absoluta falta de informações quanto à economia, regente dos números e do comportamento para o próximo governo. 

Nada se pode projetar sem saber quem serão os ainda não anunciados novos ministros condutores da economia e, obviamente, seus projetos.

Conclusão, o zero é de honesta aritmética ante a falta de balizamento sobre o futuro próximo. Não é um número, mas apenas abstração. 

É o recado do quinto mercado mundial na especialidade. Acredite se quiser.



Roda-a-Roda

Futuro – Comunicado de reunião entre o governo argentino e montadoras com planos de inversão no país indicam novidades ao consumidor brasileiro. Curioso? Não. 

A base dos blocos comerciais, como o Mercosul, é de sinergia, troca de competências, complementaridade dos processos e insumos industriais.

Processo – No projeto argentino, com alguma similitude ao nosso Inovar-Auto, visando atrair investimentos, aumentar ou implantar novas unidades fabris, ampliar o uso de componentes locais e fomentar exportações, governo faz marcação cerrada: reuniões mensais para cobrar providências e cronograma.

Então – A reunião comandada pelos ministros Axel Kicillof, Fazenda, e Débora Giorgi, Indústria, exibe as seguintes novidades para contratados investimentos de USD$ 1,9 bilhão:

GM – Aumento de capacidade fabril para o Projeto Fênix e fábrica de motores, ambos visando exportar ao Brasil;

Toyota – Incremento na produção para o novo modelo do picape Hilux, passando a abastecer a América Latina;

Honda – Fazer o novo sav HR-V nas instalações de Zarate, a 100 km de Buenos Aires (como a Coluna adiantou);

Mercedes – Providências para produzir o Vito, van média para passageiros e carga (Coluna antecipou, assim como o usar sua base para picape);

Ford – Reestilização no Focus (ganhará grade no estilo Aston Martin, atual assinatura estético frontal da marca), e no picape Ranger. 2º semestre 2015.


No pé – Como em país sem filosofia operacional e gestão desgovernada, a Argentina criou adicional de imposto interno para veículos não considerados de trabalho – na base fere os utilitários e modelos para serviço. 

P’ra Fora - Joachim Maier, presidente da Mercedes-Benz Argentina, disse na Automechanika - feira de auto peças em Buenos Aires - se a posição fiscal não mudar, a produção do Vito será exclusiva à exportação.

Razão – O governo argentino não o classifica como comercial e, assim, em preço disparatado, pequenas vendas internas não justificam montar estrutura assistencial no país. 

Outros veículos assemelhados são assim classificados. A aprovação do projeto é anterior à mudança tributária.

II – Frear iniciativas do capital é espantá-lo e dizer desaforo a dinheiro na atual situação de contas na Argentina, é de pouco senso.



Mercedes Vito. Imposto adicional limita-o a exportações


Sinergia – Nova empresa, Mercedes-AMG, assumiu 25% das ações e lugar na diretoria da MV Agusta, italiana de motos. 

Não haverão motos Mercedes, mas, tocada pela necessidade de reduzir consumo e emissões, busca-se baixar peso. 

Fabricantes de moto são recordistas na relação entre peso de motor e potência produzida. Como a VW fez com a Ducati, associou-se, pagando para aprender.


MV Agusta e Mercedes. Sinergia.


Caminho – A grande conquista tecnológica obtida pela Shell, abandonando o petróleo bruto pelo vapor do gás natural, mais limpo, para obter o óleo básico, permeia a todos os seus lubrificantes de veículos. 

Na linha Helix Ultra with PurePlus representa entre 75% e 90% do conteúdo.

Cautela – Previsão de falta de energia ou disparar de seu custo preocupa a indústria automobilística. 

Pela falta pode cessar produção. Pelo fornecimento, ter preço elevado, repassado aos veículos, reduzindo vendas. 

Saída - Duas fabricantes miraram na direção de reduzir sua dependência: VW construiu duas usinas hidroelétricas em SP, e Honda inaugura parque de geração eólica no RS. Ter negócio no Brasil e depender da estrutura pública é emocionante.

Questão – General Motors pediu o prédio cedido ao funcionamento do Clube de seus colaboradores. 

O imóvel é fora da fábrica e nele operam o espaço recreativo e parte da área de engenharia de desenvolvimento. GM venderá espaço à especulação imobiliária.

Perguntada, a GM não se manifestou.

Como – Funcionários protestarão em forma de passeata, dia 26 de novembro, às 10h, do Clube até o portão 1 da sede da GM. 

Objetivam pressionar a GM para rever sua decisão - na prática acaba com o clube. 
Mais: 011 972-161-818.

Razão - Há quatro anos, dentre os fatores considerados na compra de veículo, forma de financiamento vinha em 6º lugar. 

Agora, diz pesquisa do Mercado Livre Classificados, subiu para o terceiro. Estado de conservação e preço lideram.

Desenho – Exibe outros comportamentos do comprador: 97% consulta a Internet; após, 81% procura rede concessionária; 76%, vendedores de usados; 62% dos pesquisados pretende trocar ou comprar carro no prazo de um ano.

Investimento – Início do mês, leilão da francesa Artcurial, o Paris VII Sur Les Champs 2014 surpreendeu por lotes arrematados acima do teto sempre generoso em avaliação.

Europeus - Aston Martin DB 5 arranhou o milhão de euros (
€$ 955.400), acima de R$ 3,3 milhões); Porsche Carrera 2.7 Targa, de 1974, cravou €$ 232.400, uns R$ 700 mil; e 911 2.4S Targa, de 1971, €$ 212.200  +/R$ 650 mil. Recordes mundiais.

Negócio - Jaguar MKII, 1961, mudou de dono por €$ 57.200, uns R$ 180 mil. Pouco. No Brasil, valem mais. 

Estadunidenses alavancaram valor dos antigos como investimento e movimento mundial pelo colecionismo de automóveis. Como a frota disponível é inferior ao número de interessados, preços aceleram.

Aston Martin DB5, 1964, quase $ 1 milhão.



Passado – Nas 1.000 Millas Sport, prova histórica realizada em torno de Bariloche, Argentina, presença insólita: dois da trinca de Torinos participantes do maior atrevimento cometido por fabricante da América do Sul, correr nas 84 Horas de Nurburgring, em 1964, prova moedora de automóveis. Um deles teria ganho – deu o maior número de voltas.

Dupla – Um dos veículos é recreation. Foi feito por Oreste Berta, então jovem preparador da equipe argentina, em combinação com Humberto Pagani da fábrica de esportivos Zonta. Dividirão o volante. 

Os outros dois são os autênticos carros do desafio alemão. Outro exemplar posará para fotos mas ficará estático. É falso. 

Um intelectual presidindo a Renault, mandou pegar a primeira unidade e transformá-la esteticamente num competidor de Nurburgring.


Os Torino de volta aos brilhos 50 anos após as 84 Horas de Nurburgring



Gente – Klaus Mello, engenheiro na Ford Brasil, promoção. 

OOOO Liderará time mundial para acertar a mecânica da próxima geração dos picapes Ranger 2017. Na Austrália. 

OOOO Adriano Resende, experiente em marketing na Fiat, Nissan, Land Rover e Chrysler, promoção. 

OOOO Substituirá Edson Mazzucato na Diretoria de Marketing, na Fiat. 

OOOO Pedreira. Mazzucato, ativo e estudioso, é de raros enganos em suas previsões numéricas quanto aos volumes de vendas no mapa do País. 

OOOO Maisa Salmi e Rodrigo Tramontina, jornalistas, profissionais da melhor qualidade, relacionamento e respeito no meio, deixaram a Peugeot. 

OOOO Readequação da estrutura funcional à realidade do mercado mundial. 

OOOO Entenda-se corte de postos de trabalho. OOOO
____________________________________



KS KOLBENSCHMIDT ABASTECE O MERCADO DE REPOSIÇÃO - O GRUPO FORNECE PEÇAS ÀS PRINCIPAIS MONTADORAS DO PLANETA - COM BRONZINAS E BUCHAS PARA EQUIPAMENTOS AUTOMOTIVOS E AINDA PARA OS DE OUTROS SETORES INDUSTRIAIS E AGRÍCOLA


Bronzinas para motores automotivos ou compressores no formato de ½ cilindro, para facilitar a aplicação, e buchas cilíndricas que dispõem de uma extensa gama de aplicações, tanto no segmento automotivo como nos setores industriais e agrícolas, produzidas pela Divisão Bearings da empresa alemã KS Kolbenschmidt  já estão à disposição no mercado de reposição.

A Divisão do Grupo KSPG AG, que atende as principais montadoras do setor automotivo, a Bearings é uma das mais importantes fornecedoras de mancais deslizantes do mundo.

Buchas e bronzinas são linhas de produtos em constante desenvolvimento na Divisão Bearings, produzidas hoje com a mais alta tecnologia do setor, sendo que os produtos se destacam pela alta qualidade e performance, como as apresentadas nas buchas Permaglide® (material patenteado pela KS) e nas bronzinas Sputter.

Aplicações
Independente da aplicação, a principal finalidade de qualquer mancal deslizante, no caso específico bronzina ou bucha, é evitar o atrito entre os metais, evitar os ruídos, o desgaste prematuro das peças, não gerar aquecimento e melhorar o desempenho. 

Exemplos: dobradiça de porta, cabeçote, bloco e limpador de para-brisa, freio, embreagem e outras aplicações; colheitadeiras e máquinas agrícolas no setor de tratores; geladeira e ar-condicionado na linha branca; furadeiras no segmento de ferramentas, além de betoneiras, entre outras diversas aplicações.

_________________________________________________________________________

* A Divisão Bearings, especialista em mancais deslizantes de alta precisão é uma das divisões do Grupo KSPG. As constantes inovações tecnológicas na produção, desenvolvimentos inovadores e na orientação especializada aos clientes têm feito da KS Bearings um dos principais fornecedores mundiais de mancais deslizantes.

ACESSE TODAS AS POSTAGENS E SAIBA TUDO SOBRE O MUNDO AUTOMOTIVO.