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domingo, 18 de janeiro de 2015

RENAULT 2014: RENOVAÇÃO DA GAMA E RECORDE DE PARTICIPAÇÃO DE MERCADO




A Renault encerrou 2014 com o market share histórico de 7,1%, um crescimento de 0,5 ponto percentual em relação a 2013 (6,6%), enquanto os emplacamentos alcançaram 237.187 unidades, um aumento de 0,3% no mesmo comparativo. 

Em um mercado em baixa de 7,1%, a Renault foi uma das únicas montadoras a incrementar as suas vendas em 2014.

Esses resultados fazem da Renault uma das marcas que mais crescem no País e firma a sua posição entre principais montadoras brasileiras. 




Esse desempenho foi alcançado graças à renovação da gama e ao novo design mundial da marca. 

Os Novos Sandero e Sandero Stepway, por seu design marcante, alto nível de equipamentos e conectividade, foram muito bem recebidos pelo mercado e firmaram a posição entre os 10 mais vendidos do País. 



Ao todo, foram 95.388 emplacamentos dos dois modelos em 2014. 

O Sandero Stepway, já no primeiro mês depois de seu lançamento (outubro), obteve a liderança com 57% de participação no segmento.

Reconhecido como o verdadeiro SUV do mercado brasileiro, o Duster obteve a liderança na categoria durante os últimos três meses de 2014, conquistando 48.880 emplacamentos no ano. 



O Novo Logan, lançado no final de 2013, foi outro destaque, registrando o dobro de emplacamentos na comparação com 2013, com 46.463 unidades. 

Completando o sucesso do time, o novo Master, reconhecido pela sua robustez, tecnologia e baixo consumo, foi o veículo mais vendido do seu segmento em 2014, com um crescimento de 22% comparativamente a 2013, acumulando 12.340 emplacamentos.


2014
Além do reconhecimento do mercado, as qualidades dos veículos da marca obtiveram destaque também da mídia especializada. 


O novo Logan, com a nova identidade mundial da marca, sofisticação, inovação acessível e mais conforto, foi escolhido o grande campeão do prêmio “Melhor Compra” da revista Quatro Rodas na edição 2014, vencendo também na categoria até R$ 40.000 com a versão Expression 1.6. 


O modelo também foi eleito o melhor sedã compacto de entrada no 'Voss Brasil 2014' da J.D. Power.



O Duster também mereceu reconhecimento e foi eleito como a “melhor compra” entre os utilitários-esportivos que custam até R$ 80.000, com a versão Tech Road II equipada com motor 2.0 e tração 4x2, pela revista "Quatro Rodas". 


No final de 2014 o modelo registrou a marca histórica de 150 mil unidades vendidas no Brasil, sendo que em abril de 2014 já havia registrado mais de 1 milhão de unidades produzidas em todo o mundo.

Além disso, os modelos Clio, Novo Sandero 1.0 e Novo Logan 1.0, já destacados no Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) com nota “A” (menor consumo de combustível), foram contemplados também com a certificação do Programa Nacional da Racionalização do Uso dos Derivados do Petróleo e do Gás Natural (Conpet), por atender aos critérios de melhor eficiência energética.


“A Renault vive em seu melhor momento no País onde alcançou, neste ano, a marca de dois milhões de veículos produzidos. Nossos emplacamentos aumentaram 50% nos últimos quatro anos e nosso market share saltou de 4,8% para mais de 7%” destaca Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil, lembrando ainda que a empresa foi eleita, pelo quarto ano consecutivo, uma das melhores para se trabalhar no Brasil. 


“Estamos iniciando 2015 com a gama de produtos renovada e já preparando futuros lançamentos para continuar crescendo”, completou.

Rede
Parte fundamental no plano estratégico de crescimento da Renault, em 2014 a rede de serviços da marca ganhou 19 novas lojas no País, totalizando 294 pontos de vendas e abrangendo mais de 85% de cobertura do mercado nacional. 



No balanço geral, foram alcançadas 14 novas cidades, 13 pontos nas regiões Sul e Sudeste e outros seis nas regiões Norte e Nordeste. 

Até 2016, serão mais 72 novas lojas, um crescimento de mais 26%.

A rede de serviços registrou avanços importantes também com o Renault Minuto, que ganhou 4 novas unidades em 2014 e já totaliza 16 unidades, número que deve chegar a 51 até 2016. 


No caso do Renault Pro+ (um sistema de atendimento dirigido à frotistas e prestadores de serviços), no ano passado foram instalados 10 novos pontos, totalizando 58 unidades em operação - 55 integradas às concessionárias e 3 com atendimento dedicado – em Goiânia, Canoas e Santa Maria – RS). 

Também em 2014, foram remodeladas 11 Renault Store, que são showroons móveis.


Emissões zero
No âmbito dos veículos zero emissões, o ano de 2014 teve como uma das principais novidades no Brasil o início da montagem de 32 Renault Twizy pelo Centro de Pesquisa Desenvolvimento e Montagem de Veículos Elétricos de Itaipu (CPDM-VE/IB), em Foz do Iguaçu (PR). 


Esta operação, pioneira, é resultado de um acordo de cooperação tecnológica com a Renault e realizada através do Programa Veículo Elétrico (VE), de iniciativa da Itaipu com a suíça Kraftwerke Oberhasli AG/KWO.

Assim, desde outubro de 2013, quando foi firmado o primeiro contrato, Itaipu já adquiriu 54 veículos Renault Zoe e Twizy.
"Acreditamos que o futuro da mobilidade passa, necessariamente, por veículos zero emissão e esse tipo de parceria só reforça que estamos no caminho certo", destaca Olivier Murguet, presidente da Renault do Brasil.

Em 2014 a Renault comercializou 28 veículos elétricos da sua gama no Brasil (20 modelos Zoe, 2 Fluence e 6 Kangoo Z.E.). 


Com isso, desde 2013 já são cerca de 70 unidades vendidas junto a empresas que desenvolvem projetos voltados ao uso e disseminação dessa tecnologia no País, entre elas, além de Itaipu Binacional, o Grupo TCP e CPFL. 


Isso faz da Renault a marca que até hoje mais vendeu carros 100% elétricos no Brasil. 

A Renault participa ainda de parcerias em projetos de mobilidade urbana como o Curitiba Ecoelétrico (10 veículos) e Brasília Ecomóvel (sete veículos), os quais visam avaliar as vantagens econômicas e ecológicas no uso dessa tecnologia em centros urbanos.

Reconhecimento

O ano de 2014 foi marcado também por importantes ações de proximidade com a sociedade, o que contribuiu para que a Renault se tornasse a marca de veículos mais lembrada do Paraná, segundo pesquisa "Top of Mind", da revista "Amanhã".

Entre outras iniciativas de cunho social, cultural e esportivo, está o patrocínio, em 2014, pelo segundo ano consecutivo, do Festival de Teatro de Curitiba, um dos mais importantes do gênero na América Latina.

Em São Paulo, destaque para o Teatro Renault, uma das mais importantes casas de teatro do Brasil (a Renault detém o naming rights do teatro desde 2011) que recebeu um público de mais de 650.000 pessoas para assistir ao espetáculo "O Rei Leão".


Inúmeras ações foram desenvolvidas ao longo de 2014 também pelo Instituto Renault, que trabalha voltado ao desenvolvimento social, educação, segurança no trânsito e sustentabilidade ambiental.

Entre as iniciativas destaca-se o apoio à restauração do Teatro Guaíra, o mais tradicional do Paraná e um dos mais importantes do Brasil, com investimentos de R$ 2,8 milhões através de uma parceria com o Governo do Estado. 


Também em 2014, o Instituto lançou, ao lado de outras instituições, o projeto Organizações do Futuro, para desenvolver e potencializar o trabalho de 12 organizações do terceiro setor (ONGs) na região de São José dos Pinhais (PR), que, juntas, atingem quase 1,2 mil beneficiários, especialmente populações em situação de vulnerabilidade social.

O projeto “O Transito e Eu”, lançado em 2012, foi ampliado em 2014 para todas as escolas municipais de São José dos Pinhais e Quatro Barras, formando cerca de sete mil crianças. 


Criado há quatro anos, o Instituto Renault já promoveu e apoiou ações em que foram investidos mais de R$ 20 milhões e beneficiadas mais de 300 mil pessoas.

A FÁBRICA DA FRANCO-JAPONESA NISSAN EM RESENDE VAI DE VENTO EM POPA: PRODUZIU MAIS DE 20 MIL CARROS NEW MARCH E MARCH ACTIVE, DESDE SUA INAUGURAÇÃO EM JUNHO DE 2014


Rio de Janeiro – O Complexo Industrial de Resende (RJ) da Nissan do Brasil superou a marca de 20 mil New March e March Active produzidos. 


O hatch é o primeiro veículo fabricado pela empresa em sua nova unidade fabril, inaugurada em 2014, e o primeiro compacto japonês a ser vendido no Brasil. 

A unidade que celebra esta marca é um New March 1.6 16V na cor vermelha SV, equipado com rodas de liga leve aro 15, ar-condicionado, direção com assistência elétrica e vidros com acionamento elétrico nas quatro portas, saído da linha de montagem no dia 16/1.

Este marco de produção acontece em função do crescimento das vendas do New March desde o seu lançamento, conforme o objetivo da Nissan, que focou na qualidade da fabricação nos primeiros meses antes de aumentar a produção do modelo. 

Em dezembro, por exemplo, o compacto somou seu maior volume de vendas desde o lançamento em junho: 3.007 unidades. 

A ascensão do modelo é um dos principais motivos para o crescimento constante das vendas da Nissan nos últimos sete meses ao somar 15.528 unidades vendidas. 

"Seguimos firmes em nosso plano de oferecer carros com qualidade, tecnologia, segurança e conectividade crescendo as vendas gradativamente. Essa marca de 20 mil carros produzidos em Resende indica que estamos no caminho correto e que o consumidor percebe isso, pois as vendas do New March estão subindo a cada mês", afirma François Dossa, presidente da Nissan do Brasil.

O New March é produzido no Complexo Industrial Nissan, em Resende (RJ), com a qualidade japonesa, design moderno, interior bem acabado e com uma completa lista de equipamentos desde a primeira opção da linha, com itens como direção elétrica progressiva, vidros dianteiros e traseiros com acionamento elétrico, trava nas portas, retrovisores externos na cor da carroceria, entre outros. 

A linha oferece tecnologias diferenciadas para o segmento, como a câmera de ré e conexão com mídias sociais, além de ter um dos menores custos de manutenção do segmento. 

Conta com duas opções de motor – 1.0 e 1.6 -, cada uma disponível em três versões de acabamento.

A qualidade da fabricação resulta em um menor custo de manutenção nas revisões do New March. 

Assim, os preços das revisões até 60 mil km são os mais baixos entre os encontrados para os modelos concorrentes no segmento, totalizando R$ 1.754. 

Os valores são fechados e fazem parte do "Compromisso Nissan", que inclui ainda 3 anos de garantia de fábrica e dois anos do "Nissan Way Assistance", serviço 24 horas com direito a serviços de assistência em caso de pane, colisão, furto ou pneu furado. 

Também conta com carro reserva por quatro dias gratuitamente, conserto no local ou reboque, dependendo do que acontecer.

Com o mesmo design do modelo importado do México, o March Active vem equipado com ar-condicionado, ar quente, vidros dianteiros com função um 'toque' e retrovisores externos elétricos, bloqueio de ignição através de imobilizador do motor; cintos de segurança dianteiros com pré-tensionadores; freios ABS com assistência de frenagem (BA); limpador de para-brisa com nove velocidades e controle intermitente ajustável; travamento automático das portas e do porta-malas com o veículo em movimento; banco do motorista 'Comfort Seat' com regulagem de altura; chave com telecomando para abertura e fechamento das portas e do porta-malas; computador de bordo com as funções consumo instantâneo e relógio; desembaçador do vidro traseiro com temporizador; direção elétrica progressiva, entre outros.

NISSAN VENDEU 30.200 CARROS LEAF EM 2014. FOI O PRIMEIRO VEÍCULO ELÉTRICO A CHEGAR A ESSE VOLUME DE COMERCIALIZAÇÃO EM UM ÚNICO PAÍS, ONDE CUSTA A PARTIR DE US$ 22 MIL - MENOS DE R$ 60 MIL. ENQUANTO ISSO, NO BRASIL...


Nashville, Tennesse - A Nissan, líder mundial em vendas de veículos elétricos, quebrou mais um recorde de vendas com o LEAF nos Estados Unidos, primeiro veículo 100% elétrico vendido em larga escala. 


Com as 30.200 unidades do modelo vendidas no ano passado, o Nissan LEAF tornou-se o primeiro veículo plug-in (abastecido por uma tomada elétrica) a atingir esse total de vendas em um único ano no país.

Em dezembro, a Nissan vendeu 3.102 unidades do LEAF nos Estados Unidos, o que representou aumento de 22,7% em relação ao ano anterior. 

O resultado também é um recorde para o mês de dezembro. 


O veículo 100% elétrico da Nissan tem preço a partir de US$ 22 mil dólares (incluindo a redução máxima de US$ 7.500 de créditos tributários do governo federal) e oferece ao proprietário os benefícios da redução de custos de uso e de manutenção.

O Nissan LEAF é muito bem equipado de série, além de contar com opcionais como bancos de couro, rodas de liga leve de 17 polegadas e sistema de áudio BOSE®. 

Com capacidade para até cinco passageiros, o Nissan LEAF possui autonomia de cerca de 160 quilômetros com as baterias totalmente carregadas.

"Com cinco anos de mercado, o LEAF é mais popular do que nunca e continua a conquistar novos compradores a Nissan", afirma Brendan Jones, diretor de vendas de veículos elétricos da Nissan América do Norte. 

"Desde o início, nossa visão era trazer veículos elétricos para o mercado de massa em um pacote prático e divertido de dirigir. E é isso que faz do Nissan LEAF o carro elétrico mais vendido no mundo", completa.


DE REZENDE NO SUL FLUMINENSE AO CANADÁ EM 270 DIAS. CASAL RESOLVE CONHECER O MUNDO, OU MELHOR, UM PEDACINHO DELE, A BORDO DE UM NISSAN FRONTIER. AMBOS LARGARAM A VIDA URBANA CORRIDA PARA PERCORRER CALMAMENTE 40 MIL KM PASSANDO POR 15 PAÍSES. QUEM DESEJAR ACOMPANHAR O DESAFIO "DESCOBRINDO AS AMÉRICAS PODE FAZÊ-LO PELAS REDES SOCIAIS





Mais de 500 anos depois do descobrimento das Américas, chegou a vez de a Nissan Frontier protagonizar a longa e intensa aventura que é desbravar o continente. 

O modelo será o meio de transporte de um casal de jovens ex-executivos que decidiram largar suas carreiras e conhecer o mundo. 

Começarão pelas Américas em uma viagem de 270 dias, 40 mil quilômetros e 15 países que terá o Rio de Janeiro, onde fica a sede da Nissan do Brasil, como ponto de partida e terminará no Canadá.

A aventura será compartilhada com o público por meio de vídeos e posts nas mídias sociais e terá um viés interativo, pois as pessoas poderão opinar no roteiro, dar dicas e ainda sugerir desafios aos dois brasileiros durante o caminho. 

Chamado “Nissan Frontier Descobrindo as Américas”, o desafio foi idealizado por Mirella Rabelo e Rômulo Wolff, que durante anos trabalharam em empresas multinacionais, casaram-se e resolveram conhecer o mundo juntos, a bordo do modelo da Nissan.

“Queríamos uma mudança radical em nossas vidas. Descobrir o mundo foi a nossa opção, mas para isso precisamos de equipamentos duráveis e versáteis, e por isso optamos pela Frontier”, afirma Mirella. 

O apoio da Nissan do Brasil à aventura se deu graças à paixão e fidelidade à picape enxergada pela empresa e o senso de atrevimento dos aventureiros. 

“Esta história tem tudo a ver com o atual momento da Nissan, que é de apoio total aos esportes e de ajudar a contar histórias de superação, como a da Mirella e do Rômulo”, explica Arnaud Charpentier, diretor de Marketing da Nissan do Brasil.

O apoio aos esportes é uma realidade da Nissan em todo o planeta. 

No Brasil, a empresa patrocina os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, o maior evento poliesportivo do mundo. 

A marca também criou o Time Nissan, grupo de atletas e paratletas com potencial para disputar as competições. 
Eles participam de workshops que os ajudam a gerir suas carreiras no âmbito não-esportivo.

Acompanhe o desafio “Nissan Frontier Descobrindo as Américas” nas Redes Sociais da Nissan do Brasil:

Facebook – Youtube – Instagram – Twitter





O FIAT FREEMONT 2015 JÁ ESTÁ À VENDA NAS CONCESSIONÁRIAS DA MARCA EM TODO O BRASIL. NA VERSÃO EMOTION CUSTA R$ 98.530 E NA PRECISION - AMBAS COM MOTOR 2.4 DE 16V - R$ 105.950.


Prima do americano Dodge Journey, mas sensivelmente mais barato, o Fiat Freemont já está à venda em todas as concessionárias da marca brasileira, em versões de cinco e sete lugares.


Com 21 mil carros vendidos desde seu lançamento, em 2011, o Fiat Freemont 2015 oferece sistemas importantes de segurança, passiva e ativa, a maioria de série:


- ERM (sistema eletrônico anticapotamento);
- ESP (controle eletrônico de estabilidade);
- EBD (corretor de frenagem eletrônico);
- Sistema de monitoramento da pressão dos pneus;
- 6 Air bags (na versão Preciusion 2.4);
- Retrovisores externos com antiembaçamento.


O Freemont oferece ainda:
- Ar condicionado automático tri-zone;


- Câmbio automático sequencial de seis marchas;
- Key less (entry & go);


- Volante em couro com piloto automático, regulagem de altura/profundidade
e comandos de Mídia & Telefone;


- Retrovisor interno eletrocrômico;
- Central multimídia Uconnect.


Nova cores surgem no modelo 2015: Branco Caldo (sólida), Prata Nimbus (metálica), Preto Provocatore (metálica) e Branco Gioioso (perolizada).


O Fiat Freemont 2015 se mantém posicionado como um dos SUV’s com o melhor custo-benefício do mercado. 


Confira abaixo os preços das duas versões:

Freemont Emotion 2.4 16V: R$ 98.530.
Freemont Precision 2.4 16V: R$ 105.950.


EQUIPAMENTOS QUE DIMINUEM O CONSUMO DE COMBUSTÍVEL E REDUZEM AS EMISSÕES DE POLUENTES DOS MOTORES A DIESEL E A GASOLINA SÃO APRESENTADOS NO NAIAS, EM DETROIT


Na North American International Auto Show (NAIAS) que acontece no Center COBO, Detroit, Michigan, até 25 de janeiro, a KSPG AG, um fornecedor alemão de primeira linha com filiais nos EUA e México, está expondo no local 353 componentes e kits para veículos comerciais de pequeno e médio portes 
importantes para redução de combustível e emissão, bem como “diesel limpo”.

Entre os produtos da exposição destacam-se os pistões de aço, sistemas de recirculação dos gases de escape e mancais de alto padrão, além de
 bombas de óleo e líquido de arrefecimento e de vácuo, projetados para atender as crescentes exigências de arrefecimento impostos pelas gerações dos motores atuais. 

A Pierburg em Auburn Hills, Michigan, é responsável pelo marketing e engenharia destas bombas. 

A produção para o mercado americano é realizada na planta da Pierburg Pump, no estado de Guanajuato, México.

O Grupo KSPG (Kolbenschmidt Pierburg), que representa o setor Mobility no Grupo Rheinmetall da Alemanha, possui uma venda anual de €2.46 bilhões (2013) e está entre as 100 maiores auto-indústrias fornecedoras do mundo.

Cerca de 12.000 funcionários em aproximadamente 40 plantas de produção na Europa, Américas, Japão, Índia e China, a KSPG desenvolve e fabrica componentes, módulos e montagens para os sistemas de movimentação de veículos atuais e futuros. 


Aproximadamente 11% das vendas são geradas com clientes norte-americanos. Cerca de 1.700 funcionários trabalham nos EUA e México.

Anualmente a NAIAS (North American International Auto Show) é a primeira grande feira automotiva e também a ocasião para a apresentação do prêmio "Os Dez Melhores Motores" premiados como motores de referência pela revista comercial dos EUA Ward's AutoWorld.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

VEJA OS CARROS MAIS VENDIDOS NO BRASIL EM 2014, UM ANO MARCADO POR QUEDA DAS VENDAS NO SETOR AUTOMOTIVO E POR UMA VIGOROSA CONCORRÊNCIA ENTRE AS MONTADORAS, DE QUE QUEM SAIU GANHANDO FOI O CONSUMIDOR


Alta Roda 

Nº 819  — 13/1/15
Fernando Calmon


VENCEDORES E VENCIDOS

Primeiro ano em que as novas regras de segurança forçaram o fim de linha de veículos superados – Kombi, Mille e Gol Geração 4 – o fechamento de 2014 deixou executivos da Fiat e da Volkswagen de plantão até o dia 31 de dezembro. 

É que estava em jogo a liderança de 27 anos do Gol, depois do Fusca o mais bem-sucedido modelo já fabricado no País.

Essa luta de bastidores certamente incluiu a prática do rapel, jargão do setor para licenciamento de carros com efeito estatístico sem venda efetiva, no último mês do ano. 

Locadoras e outros frotistas também fazem parte de táticas nessa batalha. 

Por uma diferença de apenas 385 unidades, a soma da dupla Palio e Palio Fire (este defasado de duas gerações e, portanto, com preço bastante atraente) levou a melhor, como já acontecia na maior parte do ano passado. 

A VW não quis entregar os pontos e tentou no último mês reverter o cenário de forma artificial.

É usual no Brasil a convivência de diferentes gerações do mesmo modelo, como Celta e Classic, mantendo ou não o mesmo nome. 

Mas, na comparação direta, deve-se pontuar, o Gol Geração 5 vendeu cerca do dobro em relação ao Palio contemporâneo.

Em 2014, pela primeira vez um modelo chinês liderou: por apenas duas unidades passou o francês C4 Picasso. 

O Corolla recuperou a liderança entre os médios-compactos.

O ranking da Coluna tradicionalmente agrega hatches e sedãs de mesma família, critério usado com frequência no exterior. 

Ficam de fora da soma apenas os sedãs “desgarrados’ (sem um hatch-irmão): Cobalt, Grand Siena e City. 

Classificação é por distância entre eixos, largura e, secundariamente, preço. 

Tem por base o Renavam (Registro Nacional de Veículos Automotores). 

Só se citam modelos mais representativos do mercado. Dados compilados por Paulo Garbossa, da ADK.

Compacto: 
Gol/Voyage, 13%;
Onix/Prisma, 12%; 
Palio/Fire/Siena, 11%; 
HB20/X/S, 9%; 
Logan/Sandero, 7%; 
Fiesta hatch/sedã 6,6%; 
Uno/Mille, 6%; 
Fox/CrossFox, 5%; 
Celta/Classic, 4,5%; 
Grand Siena, 4%; 
Etios hatch/sedã, 3,3%; 
up!, 3%; 
Ka/Ka+, 2,5%; 
Cobalt, 2,3%; 
March/Versa, 2%; 
Punto/Linea, 1,6%; 
C3/DS3, (1,45%); 
207/208, (1,4%); 
City, 1,2%; 
Clio, 1%. 
Gol, isoladamente, perdeu para dupla Palio/Fire.

Médio-compacto: 
Corolla, 22%; 
Civic, 18%; 
Cruze hatch/sedã, 14%; 
Focus hatch/sedã, 10%; 
Golf/Jetta, 9%; 
Sentra, 5%; 
C4/Lounge/DS4, (3,7%); 
Peugeot 308/408, (3,1%); 
i30/Elantra, 3%; 
Fluence, 2,9%. 
Corolla reassumiu a ponta.

Médio-grande: 
Fusion, 39%; 
BMW Série ¾, (24%); 
Mercedes C/Coupé, 15%; 
Azera, 6%. 
Leve avanço do Fusion.

Grande: 
Mercedes E/CLS, 36%; 
BMW Série 5/6, (26%); 
Jaguar XF, 18%. 
Líder com mais margem.

Topo: 
Chrysler 300 C, 35%; 
Classe S, 15%; 
Panamera, 12%.
Preço bom garante.

Monovolume pequeno: 
Fit, 43%; 
Spin, 29%; 
Idea, 13%. 
Fit ainda em ascensão.

Monovolume médio: 
J6, (29,7%); 
C4 Picasso, 29,6%; 
Mercedes Classe B, 21%. 
Surpreendente líder.

Picape pequena: 
Strada, 56%; 
Saveiro, 31%; 
Montana, 13%. 
Strada com grande folga.

Picape média: 
S10, (30%); 
Hilux, 26%; 
Ranger, 14%. 
S10, atenção.

Crossover: 
ASX, 48%, 
Freemont/Journey, 26%; 
Ranger Rover Evoque, 
23%. 
ASX, tranquilo.

Utilitário esporte compacto: 
EcoSport, 39%; 
Duster, 35%; 
Tracker, 10. 
EcoSport menos sossegado.

Utilitário esporte médio-compacto: Tucson/ix35, 40%; 
Sportage, 12%; 
RAV4, (10%). 
Líderes incontestes.

Utilitário esporte médio-grande: 
Hilux SW4, (43%); 
Santa Fe, 13%; 
Sorento, 7%. 
Sem preocupações.
Utilitário esporte grande: 
Pajero Full/Dakar, 43%; 
Edge, 18%; 
Discovery, 11%. 
Bem consolidado.

Esporte: 
BMW Z4, (40%); 
Boxster/Cayman, 23%; 
Corvette, 10%. 
Liderança confortável.
RODA VIVA

Anfavea e Fenabrave têm previsões bem próximas para as vendas totais (automóveis e comerciais leves/pesados) em 2015. 

A primeira espera crescimento zero e a segunda, menos 0,5%. 

Com o revertério de 2014 (menos 7%, frente a 2013) parece que as assessorias econômicas das duas entidades preferiram a prudência em relação ao otimismo com os números.

Curiosamente, Anfavea prevê este ano a produção – importante para geração de empregos industriais – crescer 4% em razão de novo recuo na participação de modelos importados, que em 2014 encolheu para 17,6% (em 2012 eram 20,7%). 

As exportações ajudarão pouco nesse cálculo, pois devem subir apenas 1%. 

A entidade espera que dólar alcance R$ 3,10 no final de 2015, ou seja, uma mididesvalorização.

Números preliminares da consultoria italiana Focus2Move indicam que o Grupo VW assumiu pela primeira vez a liderança mundial em vendas de automóveis e comerciais leves: sua meta era alcançar essa posição apenas em 2018. 

Foram 100.000 unidades a mais que o Grupo Toyota. 

Para tanto a VW contou com 190.000 modelos Porsche, muito acima do esperado.

Grande vexame: 
Novo extintor para princípio de incêndio, do tipo ABC, não deu conta do recado numa reportagem exibida pela afiliada da Rede Globo, em Goiás. 

Extintor descarregado não debelou as chamas, no que seria uma demonstração de eficiência dessa quase inutilidade. Obrigatoriedade continua…

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fernando@calmon.jor.br e twitter.com/fernandocalmon

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

DETROIT SE TRANSFORMARÁ, DE 17 A 22 DESTE PRIMEIRO MÊS DE 2015, EM CAPITAL MUNDIAL DO AUTOMÓVEL. O NAIAS, SALÃO REALIZADO POR INICIATIVA DOS REVENDEDORES DA REGIÃO, ESTÁ UM VERDADEIRO MANANCIAL DE CARROS-CONCEITO, NOVAS TECNOLOGIAS E LANÇAMENTOS. PARA VISITAR A MOSTRA OS VISITANTES PAGAM R$ 1.350,00.


Coluna nº 0315 - 14 de Janeiro de 2015
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Salão de Detroit esquenta o frio

O NAIAS, o Salão de Detroit, faz abertura oficial da temporada da apresentação de lançamentos de automóveis e picapes, e nesta edição, rica exposição de novos produtos – entre 40 e 50; carros conceito; avanços tecnológicos em termos de tração elétrica e híbrida; e novidade tecnológica importante: durante a mostra, em 44 horas, a empresa Local Motors construiu um automóvel em impressora 3D!

É o ano do sorriso. Os EUA recuperam-se da queda econômica de 2009, gasolina baixou de preço, desemprego mingua, vendas se expandem em continuidade e o Salão mostra isto: está colorido, decorado, sóbrio, contido, sem a economia de indigente dos últimos 5 anos, e há característica curiosa: meia dúzia das atrações está pintada em azul forte metálico – tipo cor nacional da bonança. 

O atentado ao Charlie Hebdo, na França, mexeu nas gavetas estadunidenses, e pegaram a ficha das providências tomadas pós-11 de setembro: a entrada exigia alguns filtros e dentro policiais do departamento antibombas, sutis como um trem a pleno vapor, inspecionando, bem acompanhados por cães farejadores.

No tema principal, Ford criou nova divisão, a Performance, para veículos esportivos, estrelando o GT, performático, previsto para 2016, e adicionais modelos até 2020.

Fora do Cobo Hall, onde no térreo e porão são feitas as exposições, a cidade está no clima. 

Frio – Segunda à noite, 16 graus negativos, mas durante o dia a temperatura varia e atinge, até, simpático Zero Grau. 

E sem chuva ou neve é até agradável, e parece integrar o pacote em torno da mostra mais positiva desde a crise, incluindo o escape da cidade à decretação de auto falência. 

A reação do mercado, alterou sua face negativa e relembra seu auto slogan: a capital do automóvel. 

Tudo conspira para mostrar os EUA e sua indústria de automóveis em outros e rentáveis tempos. 

2014 vendeu 16,5 milhões – maior volume desde 2006 -, e neste exercício imagina-se crescimento de 3%, chegando a 17 milhões.

O NAIAS é iniciativa dos revendedores de automóveis do entorno e Detroit, faz parte do calendário internacional e é edição anual. 

Neste, abre ao público de 17 a 22 de janeiro. Antes, dois dias para a imprensa – uns 5.000 jornalistas -, visitas comerciais, e um dia de caridade, quando visitantes pagam em torno de US$ 500 para ver a mostra com calma e pouca gente. 

A importância é doada entidades pias. Espera-se, nesta edição, vencer o topo de frequência: 800 mil visitantes registrados em 2004.

Real
A decisão da Ford em criar empresa paralela, para fazer o GT, inequívoco esportivo, motor V6 turbo entre eixos, linhas lembrando audácias estilísticas dos anos ’70, sintetiza o mercado de automóveis hoje: é o tempo do super carro, esportivos, sedãs performáticos. Em resumo, os fazedores de lucros.

Outro aspecto é a confiança do consumidor, inflando vendas e tocando o conjunto de engrenagens capitalistas.

Das novidades meia dúzia de sete ou oito aparecerão no Brasil – especialmente as europeias. 

Chrysler, Ford e GM, nos albores da indústria automobilística no Brasil fizeram perder a ligação com a cultura norte-americana de automóveis – e perderam o bonde das vendas.

Na prática
Alfa Romeo – Terá novo caminho de vendas a partir de julho apresentando seu novo produto de médio porte e, a seguir, família cercando boa parte dos segmentos. Insiste em sua novidade maior, o Alfa 4C, agora em versão Spider. 

Apenas 400 unidades no ano, número garroteado pela capacidade do fornecedor da plataforma, monocoque mesclando fibra ultraleve de carbono e estrutura de alumínio.

Mantém o motor quatro cilindros, 16 válvulas, injeção direta, turbo, intercooler, 
de 1,75 litro, 232 cv.

Alfa esmerou-se em desenvolver o ronco do automóvel, com silenciosos Akrapovic. 

Baixo peso permite 0 a 100 km/h em 4,2s.

Difícil aparecer no Brasil importado oficialmente.

Audi – O SAV Q7, maior na marca, ainda vende bem, mas a Audi exibiu o substituto, com mudanças estéticas e forte presença de infotainment – informação com diversão – e conectividade. Virá ao País.

BMW – Novidades na Série 6, misturada estética de SAV e cupê. Virá.

Bentley – Produto marcante, o SAV mais potente do mundo, o Bentayga. 

E o novo Mulsanne Speed, com motor V8 deslocando poderosos 6.750 cm3 e com dois turbos, capaz de acelerar da imobilidade aos 100 km/h em 4,8s! 

Nos EUA, onde os impostos somam 6%, a US$ 335.600. Aqui? Uns, R$ 2 milhões e picos.

Buick – Da GM é pouco lembrada no Brasil, e faz o nunca imaginado: apresenta ao mercado de origem seu crossover Envision, já lançado na China!

Cadillac – Marca topo da GM incrementou seu automóvel de maior prestígio, o CTS-V, motor V8, 6.2 litro, com supercompressor, emprestado ao Corvette, 640 cv de potência, em pacote incluindo freios Brembo. Sem chances de vir.

Cadillac CTS-V, motor Corvette


Chevrolet - Marca de entrada, reapresentou o Volt plug-in. Cara de automóvel normal, híbrido com motor 1.5 como gerador de energia. 

Desvia os problemas da autonomia limitada dizendo-o híbrido com autonomia estendida.

Ford – Atrações são pela esportividade – e preços altos do substituto do GT; dos Mustang Shelby GT 350 e 350R, este um carro de corridas para andar nas ruas; e do picape Raptor. 

Mantém a política de substituir motores V8 aspirados por V6 turbinados. 

No GT, central, o V6 de 3,5 litros, com duplo turbo e dupla injeção produz 600 cv. 

Elevada potência específica permitiu gracinha no Naias: diziam-no em vez de EcoBoost, EcoBeast !

GT – Será produzido ao final de 2016 para marcar os 50 anos da acachapante vitória dos Ford GT40 sobre os Ferrari nas 24 Horas do Mans. 

Motor central, plataforma em fibra de carbono, suspensão em alumínio. 

A divisão Performance planeja projetos até 2020. A Ford acha o segmento atrativo e rentável.

Ford GT, próximo ano


Hyundai – Exibiu o Sonata híbrido, sem passaporte para o Brasil, e conceito chamado Santa Cruz para abrir caminho: cruza de automóvel com picape, cinco lugares, cara de briga, elevado do solo, rodas largas, charmosas porcas centrais em cubo rápido. 

Pequena capacidade de carga, mas a caçamba se amplia. 

A ideia é o conceito de Macho Man urbano. 

Hyundai Santa Cruz. Automóvel, grande porta-malas aberto


Mercedes – Debutou o GKE Coupé, concorrente do BMW Serie 6 e, mais impactante, topo na marca, o Mercedes-Maybach 600. 

Maybach era a mais prestigiosa das alemãs, assumida pela Daimler, lançando modelos concorrendo com Rolls e Bentley. 

Não deu certo, e a Mercedes lançou mão da prata da casa e desenvolveu o novo produto a partir da versão presidencial do Classe S, feita à mão, e conceitos como o motor V12 biturbo, 523 cv, o arranjo interno, o isolamento termo acústico, tendo-o como o mais silencioso carro do mundo, e mimos como o banco traseiro direito permitindo reclinar, empurrando o da frente até o painel.

É Classe S crescido 21 cm entre bancos.
 
Mercedes-Maybach 600

Conforto, muito, para duas pessoas no banco traseiro.


Mini – Usou icônico nome John Cooper Works para modelo exibido no Naias 2015. John Cooper, preparador, colocou o Mini nos rallyes e corridas, conseguindo ótimos resultados de performance. 

Works indica serem os carros do time de corridas. 

A aura indica motor 2.0 litro, turbo, 228 cv. É o mais potente Mini da história. Virá ao Brasil.

Mini JCW


Nissan – Pouco modesta, a Nissan exibiu o picape Titan, rotulando-se como criadora de novo segmento. 

Motores V6 e V8 Cummins diesel, para trabalho.

Toyota – Como as japonesas nos EUA mira no picape líder Ford F-150 e tenta copiar com charme. 

A Toyota fez com a nova versão do Tracoma. Outro sem visto para o Brasil.

Volkswagen – Dá passos cuidadosos para impor-se no mercado norte-americano, grande, mas com participação pequena. 

Uma das alavancas para isto é o Cross Coupé GTE Concept. 

O protótipo é elétrico, mas com todas as ferramentas ao uso de motores endotérmicos. 

É evolução do CrossBlue Coupé apresentado no Naias 2013 e na prática veja-o como o sucessor do Tiguan sobre a nova plataforma MQB, a mesma do Golf e do Jetta. 

Usa motor VR6 e outros dois elétricos. Quando em produção nos EUA ao fim de 2016 terá sete lugares.

Cross Coupé, substituto do Tiguan


Tecnologia – Com certeza a mais revolucionária presença no Salão de Detroit está no pequeno estande da Local Motors. 

É o strati, automóvel projetado para ser construído em impressora 3D. 

A primeira fase, impressão, leva 212 camadas de plástico ABS reforçado com fibra de carbono.

A intermediária apara e refina os detalhes da impressão completa, e o passo final é a montagem da arquitetura mecânica, equipamento elétrico e pneus. 

Não é apenas novo automóvel, pode ser a democratização de sua produção, ou o surgimento de mini indústrias. 

É desenvolvido em processo simples para ser construído de maneira simplória. Local Motors indica o mesmo conceito pregado pelo dr. Gurgel com o Cena: disseminar pequenas montadoras pelo país.

O Strati, projetado para e feito por impressora

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