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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

BMW REINAUGURA SUA MAIOR REPRESENTANTE NO RIO DE JANEIRO, NA AVENIDA DAS AMÉRICAS, 1.690, NA BARRA. INVESTIMENTO VISOU ELEVAR AS VENDAS EM MAIS DE 20% DE CARROS E MOTOS DA MARCA ALEMÃ.


A concessionária Autokraft, da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, está de cara nova, mais ampla, com modernos e maiores shows rooms de venda de carros e motos BMW.

Este ponto de venda, que representa as bandeiras BMW e BMW Motorrad, foi totalmente reformado e passou a contar com espaços dedicados à BMW i e Premium Selection (programa de comercialização de automóveis seminovos), além de uma vitrine inédita da BMW Motorrad no Brasil, seguindo os padrões de alta qualidade do BMW Group.


A concessionária conta agora com novos showrooms de motocicletas e automóveis, com oito e doze representantes de vendas, respectivamente, e estrutura e equipamentos da oficina renovados, com capacidade de atendimento de 1.290 e 1.580 veículos por mês, respectivamente. 

Graças à reforma, a concessionária estima um crescimento em vendas de 22% em relação a 2014.


Ao todo, a nova Autokraft conta com 15.900 metros quadrados e uma fachada de 82 metros, tornando-se a maior concessionária BMW Group no Brasil.

A reinauguração da concessionária ocorre em um momento importante para o BMW Group no Brasil. 


Após fechar o ano de 2014 com resultados recordes de vendas global e localmente, reforçando a liderança no segmento premium, um dos focos estratégicos de atuação do grupo no País é o crescimento sustentável da rede de concessionários e uma crescente orientação a clientes.

“O projeto executado na Autokraft é a expressão máxima da estratégia arquitetônica do BMW Group. Exemplifica nossa grande prioridade que é o foco total no cliente. Estou contente por fazer parte deste momento do desenvolvimento de nossa rede de concessionários, que aliado à consolidação da nossa produção nacional em Araquari (SC), certamente trará benefícios diretos para os nossos clientes”, afirma Luca Battirolo, diretor de Desenvolvimento de Canais de Venda e Relacionamento com o Cliente do BMW Group Brasil.


Sobre a Autokraft
O grupo Autokraft tem mais de 40 anos de experiência no setor do varejo automobilístico e mais de 10 anos no segmento do varejo de motocicletas. 


Somos um grupo empresarial patrimonial e financeiramente sólido, que conta com mais de 250 colaboradores. 

Com a abertura do mercado brasileiro às marcas importadas de luxo, passamos a representar e vender os modelos BMW, automóveis e motocicletas. 

Parceria esta de grande sucesso, que também supera a marca de mais de uma década de relacionamento profícuo.

Nossa breve história e trajetória demonstram a filosofia e pilares de nossa administração e seus objetivos: estabelecer uma parceria de longo prazo; obter resultados sustentáveis; dedicação à marca representada e conhecimento específico de cada segmento e do mercado carioca. 


Comprovamos, ao longo do tempo, acreditar em parcerias que respeitem o benefício mútuo, com projetos de longo prazo, que envolvam todos os públicos que fazem parte do no nosso negócio: colaboradores, parceiros e clientes.

Concessionária Autokraft – Rio de Janeiro (RJ)

Endereço: Avenida das Américas, 1.690 – Barra da Tijuca

Telefone: (21) 3139-9000

RENAULT SANDERO, O MAIS VENDIDO DA MARCA, PASSOU POR MUDANÇAS QUE O TORNARAM MAIS INTERESSANTE, ENQUANTO A FIAT SE APRESSA PARA ESTENDER O MAIOR NÚMERO DE CONCESSIONÁRIAS PARA VENDER SEU JIPE RENEGADE PELO PAÍS QUE PASSARÁ A CONTAR, ESTE ANO UMAS, E EM 2016, OUTRA, AS MAIS PODEROSAS MONTADORAS PREMIUM ALEMÃS




Coluna nº 0715 - 12 de Fevereiro de 2015
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Usando o Renault Sandero 2015


É o mais vendido dos Renault, primeiro degrau após o Logan, iniciador da família ora ampliada com o Duster, e logo com picape de nome impronunciável.

Vende o dobro do pioneiro Logan e a nova carroceria foi atualizada em desenho, marcado pela imposição da frente com atual assinatura automobilística da Renault, e vincos distribuídos para chamar atenção; bitolas mais largas – 33 mm na dianteira e 25 mm no eixo posterior auxiliam na imagem. 

O pacote sugere mais volume, exigência não explícita dos compradores.


Mecanicamente a Renault entendeu haver superado o período inicial de dúvidas, iniciado com o Logan, e resolveu ocidentalizar as sensações de condução aplicando coxins no sub-chassis – no jargão de oficina o agregado – frontal, e revisão da suspensão dianteira. 

O automóvel parece mais firme no solo e de condução mais precisa. Pneus 185x65x15. 

Na prática 12 cm de lateral, poucos para a frequência e a variada profundidade de nossos buracos.


Rasgo num deles em noite de chuva me deixou em situação de perigo tão latente quanto incômodo.


A preocupação da Renault em aproximá-lo das exigências, ou do gosto do comprador nacional, melhorou o revestimento interior – exceto laterais das portas - e reduziu os incômodos acústicos, porém melhoraria se tivesse mais material fono absorvente nas portas, providência mais adequada à pretensão do carro, sua pintura metálica, insertos cromados, itens de veículo de maior preço.

Há aplicativos acenando para o comprador, como o sistema multimídia com navegador.

Motorista encontra boa posição, seu banco lembra o do Fiat Prêmio quando lançado, com área de contato mais que proporcional ao tamanho do veículo, e o espaço interno está na mesma surpresa – como o foi no pioneiro Logan -, bastante aos usuários dos bancos frontais e do traseiro.

Mecanicamente é agradável. O motor 1.6 está no final do seu ciclo nestes tempos da democratização da injeção direta e do turbo compressor. 

É o L4 1,6 litro, aprimorado há dois anos, buscando reduzir abrasão interna, apenas oito válvulas, marcha à ré ante a versão com 16 válvulas lançada pioneiramente. 

Entretanto, para uso urbano a faixa de torque aparece em menores rotações, oferecendo o desejado pelo usuário longe das tecnicidades: passa o quebra-molas em terceira marcha, sai em segunda quase do zero km.


Potência pequena se comparado com japoneses, coreanos e até chineses, fazendo 98 cv com gasálcool e 106 cv com álcool.

O projeto da Renault para o Sandero lembra o praticado pela General Motors anteriormente: fazer carro para o seu vizinho achar legal e que você está bem na foto. 

Cuidados no visual e economias no fora de vista. 

É o caso do tratamento externo cuidado, da pintura metálica, da central com o GPS, contra a economia dos forros de porta, no fono revestimento, na direção hidráulica – em lugar da elétrica - penalizando disposição e consumo do motor.

Consumo suportável, no circuito de aferição da Coluna, 320 km de circuito suburbano; avenidas com sinais e pardais; estrada para 80 km, outra sem os denunciadores Passer Domesticus, grande auxiliar de faturamento dos Detrans e DERs; cidade do interior e uma légua de primeira – não da melhor qualidade, mas de primeira velocidade, no máximo segunda.



Com gasálcool cravou 13,3 km/l e com álcool pouco acima de 10 km/litro. Marcas adequadas a motores agora superados.


Equipado, incluindo pintura metálica, navegador, ar e direção, se aproxima dos R$ 50 mil, mas como tudo nesta vida, em especial neste período da vida nacional, é conversável. A fim? Exercite seus dons.

Se fosse comprar um, optaria pela versão Stepway. 


Tem quatro centímetros a mais de altura livre do solo – 19 cm no total -; é visualmente mais composto, apesar da possibilidade de maior dano aos pneus com lateral de menor altura, em torno de 11,2 cm.

Não gostei
1. Espelhos retrovisores externos com pouca superfície;

2. Depósito do limpador do para-brisas com pouca capacidade;

3. Arranjo das ferramentas, guardadas separadamente. Macaco preto, fixado com arte ao lado esquerdo e chaves de rodas, preta, contra tapete preto, à direita, difícil de localizar. 


Pior, os parafusos das rodas de liga leve não servem para a roda de estepe. 

Você deve procurar no manual e tentar descobrir onde está, ou pisar com virilidade e testosterona sobre a chave de rodas para deformar arruelas de trava.


Fácil consertar: quando isto ocorrer com um diretor da empresa.

Renault Sandero

Mercedes inicia 

nova fábrica para automóveis
Em Iracemápolis, SP, adquiriu fazenda com 2,465 km2 – uns 101 alqueires paulistas, uns 50 goianos – para fazer específica fábrica de automóveis. 


Não quis misturar manufatura de produtos leves com a de caminhões produzidos em números muito superiores às 20 mil unidades anuais lá pretendidas. 

Ações positivas da Investe São Paulo, agência de captação de negócios para o Estado de São Paulo costuraram facilidades estaduais e locais, viabilizando a fábrica em município sem intimidades industriais, de atividade agropastoril e produção de cana de açúcar. 

Fica relativamente próxima do Porto de Santos, e a pouca distância do Aeroporto de Viracopos, especializado em cargas.

Razões de implantar nova fábrica de automóveis no Brasil fazem parte do largo programa de volta ao crescimento e liderança mundial dos automóveis Mercedes-Benz no segmento Premium. 


Programa ambicioso engloba mudança de produtos, ampliação de famílias, como a do Classe A, desdobrado em sedã e SAV. 

O mercado brasileiro para veículos do porte do Classe C e do GLA, anunciados como produzidos em 2016, dobrou entre 2010 e 2014, e cumprirá mesma performance até 2020, avalia Dimitris Psillakis, grego, que veio para estágio no Brasil e turbinou atividades, sendo indicado diretor-geral para os assuntos de automóveis.

O total de investimentos é de R$ 500 milhões e o processo industrial incluirá armação com solda, pintura e montagem, passos à frente do hoje praticado pela concorrente BMW, recebendo da Alemanha carrocerias montadas e pintadas, para aplicar a mecânica igualmente importada.

Mercedes GLA. Made in Iracemápolis em 2016



Roda-a-Roda

Festa – Honda marcou data para lançamento de seu SAV HR-V: março. 


Fiat trabalha o mesmo mês para inaugurar sua fábrica, em Pernambuco, e iniciar vender o Renegade, concorrente frontal do novo Honda.

Agenda – Dificuldade é conciliar agenda do CEO Sergio Marchionne, do governador de Pernambuco, compromissos e interesse da Presidente Dilma. 


Ela não foi ou mandou o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio à fixação da pedra fundamental da fábrica de automóveis Mercedes.

Festa – Mercedes-Benz abriu a temporada de moda em S. Paulo a Top Night, disputada festa na Casa Fasano, em torno da exposição Pérolas Negras – 10 belas mulheres negras clicadas por Luiz Tripolli.

Futuro - Lá, apresentou ao Brasil o Conceito G-Code, recém mostrado no Salão de Los Angeles, EUA. 


Absorve as exigências atuais: dimensões compactas, conectividade, pintura captando energia solar, mescla emoção e inteligência, segundo a direção de automóveis Brasil.

Atrás – BMW seguiu-a, como Baile Vogue, festa de Carnaval da revista. 


Segundo Nina Dragone, diretora de Marketing da marca, patrocínio é forma de fazer a empresa vista por público alvo interessante.

Oficial - BMW aderiu ao Programa Nacional de Etiquetagem Veicular, do Inmetro, iniciativa de aferir eficiência energética – consumo e emissões. 


Aos poucos as montadoras chegam-se à medição oficial. 

Furtar-se, como o fazem algumas -, é fazer declaração pública do receio em comparações.

Queda – Outro mês, presumidamente ruim para o mercado de importados: 7.478 unidades licenciadas em janeiro - 22,2% inferior a janeiro 2014 e 24,7% a dezembro. 


Fevereiro será pior pelo menor número de dias e pelo Carnaval; pela desfiliação da BMW, agora fabricante e levando suas vendas para as contas da Anfavea, a associação dos fabricantes.

Ponto de vista – Marcel Visconde, presidente da Abeifa, a associação dos importadores, apreensivo, acompanha duas referências impactantes ao mercado dos importados: taxa de câmbio e o índice de Confiança do Consumidor. 


Uma, em alta, outro, em queda. Distância entre os dois constrange vendas.

Exceção – Em meio à retração do mercado, Audi comparou dados de janeiro 2013 e 2014 registrando crescimento de 90%, consequência de projeto, produtos, mão firme e confiável aos concessionários. 


Se tiver preço para o A3 Sedan nacional, a ser montado a partir do segundo semestre, crescerá mais.

Conta – Automóveis importados devem custar mais ante os montados ou produzidos aqui? 


Em tese aritmética, sim, pelo fato de não pagar 35% de Imposto de Importçãoa e 30 pontos percentuais por não ter fábrica no Brasil.

Sinal – Entretanto, BMW, iniciando simplória montagem em Santa Catarina, vende o modelo 320 ao mesmo preço do importado. 



Pode ser mau sinal a ser seguido por Mercedes C e o Audi A3 Sedan.


Anote – Com os três maiores fabricantes alemães se instalando aqui para frequentar o mesmo segmento dos sedãs de entrada no mercado, como será definida a preferência por marca?

Primeiro ano, por preço. Nos seguintes, custo e existência de partes para reposição.

Momento – Com dólar subindo se estás a fim de um importado, acelera. Os atualmente disponíveis foram importados em cotação menor e próximas levas incluirão repasses.

Antevisão – Volkswagen, há tempos, testa produtos da marca, nacionais e importados, com gasálcool a 27%. 


José Loureiro, gerente de carro completo diz: há aumento de consumo sem outros danos. 


O percentual é o desejado pelo governo federal para ajudar os usineiros.


Preparação – Querendo ter rede ampla e forte para assinalar volta da marca com operação no Brasil, Jeep corre no implantar rede de distribuição. 


Em Brasília, Viamotors, do grupo Primavia, acelera sua sede na via do Aeroporto, informa Wendel Rodrigues Lopes, diretor de marca Jeep. 

Também terá concessões em Valparaíso, GO, e Barreiras, BA.
Corrida, como a da Viamotors, em Brasília, para a volta da Jeep


Negócio – Para otimizar logística, economizando paradas e transportes internos, Toyota fará entreposto de distribuição no Porto de Suape, PE. 


Hilux e SW4, da Argentina, por navio, e os produtos paulistas, Corolla e Etios, por caminhão. 

Área de 50 mil m2, processamento até 30 mil unidades/ano, emprego para 40 pessoas, início da distribuição ao Nordeste.

Furado – Ministério da Justiça comunica recall do Honda Fit 2015: tanque vasa - deficiência na solda perto do bocal de abastecimento. 


Explicação da Honda em firulas advocatícias diz: desvio de qualidade no processo produtivo do fornecedor. 

Na prática má qualidade do fornecedor. Tens? 

Veja se está entre os chassis 93HGK58*0FZ220712 a 93HGK58*0FZ234739.

Conjuntura – Empresário brasiliense bem sucedido em áreas diversas incluindo distribuição de veículos, candidatou-se a revendedor Jeep. 


Ficha comercial densa, bons resultados, instalações invejáveis, aprovado com louvor no primeiro filtro da concedente.

Cautela – Tudo comercialmente certo, porém estadunidense, diretor da marca ao saber do candidato com bens pessoais bloqueados para eventual ressarcimento a cofres públicos, surpreendeu e usou a lei Sarbane-Oxley, a SOX, para negar a pretensão. 


Lei surgiu nos EUA com o escândalo da Emron, empresa de energia, de balanços falsos. Não quer marca ligada a ficha suja.

Marketing – Restaurante curitibano Cidadão do Mundo Burgers & Arts criou atração homenageando o campeão mundial de surf Gabriel Medina: pão típico, hamburger de camarão, cream cheese, palmito, tomates confitados no azeite de oliva, manjericão fresco, polenta frita com ciboulette e molho aioli.

Será? - Talvez, pelo sobrenome, Medina preferisse de pão sírio, kibe cru com cebola e hortelã ...

Caminho – No leque de opções combustíveis, nova trilha: biometano, gerado a partir de produtos e resíduos orgânicos agro pastoris, aplicável em veículos, instalações residenciais e comerciais. 


Scania na frente com ônibus operacional no Rio Grande do Sul. 

Gás produzido pela Companhia de Gás do Estado.

Vantagens – Custo operacional 50% inferior ao diesel, menos emissões e menor ruído operacional.

Gente – Frank Sowade, brasileiro, engenheiro, diretor da fábrica Anchieta da VW, desdobramento. 


OOOO Presidente da SAE Brasil, entidade de engenheiros da mobilidade. 

OOOO Cledorvino Belini, presidente da FCA – Fiat+Chrysler – latino americana, patriota. 

OOOO Membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial, montado pelo governo para ouvir líderes bem sucedidos e tirar o País do buraco industrial onde o meteu. 

OOOO Quem sabe, os 18 membros do Conselho expliquem à Presidente que, para sobreviver, a empresa Brasil não precisa de 39 ministros e 22 mil funcionários nomeados sem conhecer do serviço. 

OOOO Também, que a sociedade não deve sustentar um partido político. 

OOOO Tal permissividade quebraria qualquer empresa – como aliás ocorre.OOOO

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

MEGACYCLE: BRASÃO DOS MOTOCLUBES. ENCONTRO NO DIA 27 ATÉ 1º DE MARÇO, EM CAMPOS DO JORDÃO. CADASTRE-SE NO SITE DO MEGACYCLE.

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Nos próximos dias 27 de fevereiro a 1º de março, mais um Megacycle vai acontecer em Campos do Jordão. Todos os Motoclubes são muito bem-vindos trazendo toda sua alegria e confraternização.

Façam seus cadastros antecipadamente e garantam os nomes dos seus grupos no site oficial, nos banners de boas-vindas dentro do evento e também a divulgação do Brasão do seu Motoclube na fã-page da Megacycle.

São muitas as vantagens do credenciamento dos Motoclubes:
Certificado de motoclubes no estande da Porto Seguro
Capaceteria gratuita para os motoclubes
Gincanas entre os motoclubes
Área para exposição das bandeiras. 

A mais bonita na opinião do público ganha um troféu
Troféu destaque para o motoclube de mais longe, também motoclube com maior número de integrantes no evento e o mais animado
Para o motoclube com o maior número de harley-davidson no grupo haverá uma competição das 3 motos mais potentes do grupo (no dinamômetro) garantindo uma camiseta da Harley-Davidson 

Para os que vierem de mais longe também será garantido um brinde especial, além de uma camiseta oficial 

O primeiro motoclube que chegar ao evento ganha uma jaqueta da Kawasaki 

E muito mais!!!

Façam o cadastro dos seus Motoclubes no site www.megacycle.com.br e não esqueçam de enviar ou postar seus brasões no Facebook.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

VOLKSWAGEN CROSS UP! TEM O MENOR CUSTO DE REPARABILIDADE DO PAÍS.




O novo Volkswagen cross up! atingiu o melhor desempenho na história da pesquisa CAR Group, realizada pelo CESVI Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária), entidade de pesquisas independente mantida por seguradoras de veículos e pela indústria automotiva nacional.

O recém-lançado compacto da Volkswagen registrou a classificação 10, a melhor possível em uma escala de 10 a 60, no custo e no tempo de reparo do veículo. 

O cross up! teve um resultado ainda melhor que o do up!, até então o modelo com menor custo de reparabilidade do mercado, com classificação 11.

“O excelente resultado do cross up! demonstra a alta tecnologia, a qualidade e a segurança da família up! produzida no Brasil. A Volkswagen tem como prioridade garantir a satisfação dos clientes, oferecendo veículos com excelente relação custo-benefício e com baixos índices de reparabilidade”, afirma o gerente executivo de Engenharia de Carroceria, Acabamento, Segurança e Predições Veiculares da Volkswagen do Brasil, Antonio Carnielli Jr.

Estrutura avançada garante altos níveis de segurança da família up!
Disponível no mercado brasileiro em carroceria de duas ou quatro portas, o Volkswagen up! é o primeiro automóvel de entrada feito no País a obter cinco estrelas no Latin NCAP, organização
 que avalia a segurança dos veículos. 

O modelo obteve a classificação de cinco estrelas na proteção para adultos e quatro estrelas na proteção para crianças – o melhor resultado da categoria.

Para tornar o up! tão seguro foram aplicados modernos recursos técnicos de construção e cálculos avançados para detecção de acidentes, resultando na melhor e mais avançada carroceria produzida no Brasil. 

Toda a estrutura da carroceria foi desenvolvida para absorver a energia do impacto – cada parte da carroceira tem de ter determinado valor de resistência e rigidez.

O up! tem 75% de seu peso composto por aços especiais, que possuem diferentes graus de resistência, conforme a necessidade – trata-se da aplicação do material correto no local certo.

Em sua estrutura combinam-se aços de ultra-alta resistência, alta resistência, média resistência e de estampagem profunda. 

Reforços adicionais, na parte superior da porta, por exemplo, aumentam a segurança passiva – especialmente no caso de acidentes graves.

O up! também utiliza aços conformados a quente, que possuem ainda maior resistência e que permitiram reduzir o peso da estrutura do carro. O up! é o primeiro veículo de seu segmento no Brasil a utilizar esse material. 

Exemplo de estrutura leve com alta resistência, o up! tem peso em ordem de marcha de apenas 892 kg na versão take up! de duas portas.

O modelo também define novos padrões em sua classe com rigidez torcional estática. 

Alta rigidez torcional tem um efeito positivo definido no conforto e na dirigibilidade do carro. 

Em paralelo, a rigidez dinâmica do up! é também excelente, em 48 Hz – e isso traz benefícios em acústica, vibrações e conforto de rodagem.

Sistema ISOFIX®, top-tether e alerta para cinto de segurança desatado.O up! é equipado de série com sistemas ISOFIX® e top-tether para fixação de dispositivos de retenção infantis (cadeirinhas), que contribuíram para o excelente resultado conquistado no Latin NCAP para proteção de crianças (4 estrelas). 

Além disso, o indicador de status do cinto de segurança no visor multifunções informa se o condutor e o passageiro do banco dianteiro estão com os cintos de segurança afivelados. 

Há também um lembrete sonoro de afivelar os cintos de segurança para os assentos dianteiros.

No banco traseiro os cintos laterais são retráteis já desde a versão de entrada take up!, que conta com dois apoios de cabeça. 

Nas demais versões há três apoios de cabeça para o banco de trás.

Alto nível de conforto.
A estabilidade da carroceria resulta não só em excelentes níveis de segurança, mas também em conforto aos passageiros, com melhor qualidade de acústica.

A estrutura especialmente rígida permite ao up! atingir níveis de conforto de veículos de classes superiores, em termos de acústica e vibração.

O up! utiliza um sistema de coxinização do tipo pendular, o que proporciona uma excelente isolação de ruído e vibração. 

A maior parte dos componentes é feita de liga de alumínio, sendo os coxins de alumínio-borracha e um de metal-borracha, o que oferece alta resistência e colabora para redução de peso do veículo.

O pacote de isolação acústica do up! é aplicado desde o painel frontal até o assoalho traseiro. 

O vão do motor também recebe isolação acústica no painel frontal.

Em seu menor modelo, a Volkswagen claramente estabelece os mesmos princípios de segurança, qualidade e conforto que segue em qualquer outro segmento – sem compromissos.

Detecção de impactos
Para atingir esse bom desempenho, todos os componentes presentes precisam atuar de maneira controlada e harmônica para administrar da melhor forma possível a sequência de eventos críticos inerentes ao impacto. 

Além de sincronizados, os sistemas de segurança passiva devem atuar muito rápido. 

Em média, precisam de 0,1 segundo para atuar e desempenhar o seu papel de proteger os ocupantes – mesmo tempo de um piscar de olhos.

Um sistema se responsabiliza por identificar a presença e a criticidade de um impacto, assim como por enviar o sinal de disparo dos sistemas de retenção (airbags e pré-tensionadores). 

Composto por sensores e uma unidade controladora, os dispositivos de detecção coletam os sinais gerados pelo impacto e os envia à unidade de controle que processa esses sinais. 

Depois de identificado o nível de gravidade do evento, ela decida por enviar ou não o sinal para o sistema de retenção para que este atue.

A disposição e o tipo de sensores a ser utilizados dependem do carro e de suas características. No up!, foi necessária a presença de um sensor de aceleração frontal, além do sensor da unidade controladora. 

Essa foi uma exigência gerada pelas características dimensionais e de construção do veículo – balanço dianteiro reduzido e estrutura rígida que gera um pulso de desaceleração mais alto.

Para que a unidade controladora decida se o sistema de retenção deve ser acionado ou não, foi desenvolvido um algoritmo que identifica a gravidade do evento e aplica algumas regras para que o tempo de disparo seja definido. 

A mais comum é a que determina o tempo de enchimento das bolsas infláveis e o tempo que a cabeça do ocupante leva para atingir uma delas. 

Esse tempo é determinado para cada um dos tipos de impacto e, a partir deles, o algoritmo é construído. 

No up!, esse tempo fica abaixo de 0,03 segundo para os impactos de grande severidade, proporcionando maior eficiência do sistema de retenção. 

No decorrer desse exíguo intervalo de tempo, o sinal é coletado, processado e a ordem de disparo é enviada.

Airbags
As bolsas de ar (airbags) têm a função de amortecer o impacto dos ocupantes contra o interior do veículo, minimizando a gravidade das lesões ocasionadas por um acidente. 

O up! vem com duas bolsas de ar frontais, sendo que a do motorista tem 60 litros e a do passageiro, 90 litros. 

Elas foram dimensionadas de maneira a proporcionar maior abrangência e proteção aos ocupantes dos bancos dianteiros em um impacto.

Volkswagen conquista três categorias no Car Group 2014
A Volkswagen conquistou três categorias no Car Group 2014, ranking que avalia o custo de reparo dos veículos vendidos no Brasil após uma colisão de baixa velocidade. 

O up! obteve o melhor índice de reparabilidade entre todos os veículos do estudo, que é realizado pelo CESVI Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária).

A Saveiro foi a campeã na categoria picape compacta cabine simples pelo quarto ano consecutivo. 

O SpaceFox venceu no segmento de station wagon compacta pela segunda vez seguida.

O up! obteve a classificação 11 no CAR Group 2014. Quanto menor a pontuação (em uma escala que vai de 10 a 60), menor será o tempo e o custo de reparo do veículo. 

O compacto da Volkswagen atingiu o melhor resultado não apenas dentro da categoria, mas também entre todos os veículos de diferentes segmentos avaliados pelo CESVI Brasil (base Janeiro de 2014).

A Saveiro 2015 foi a campeã pelo quarto ano consecutivo na categoria picape compacta cabine simples. 

O modelo chegou ao mercado em março deste ano para assumir o posto de picape compacta com mais recursos de segurança no mercado nacional. 

A Saveiro passou a contar, de série, em todas as suas configurações com um novo sistema de freio, com discos nas quatro rodas.

O SpaceFox foi bicampeão no segmento de station wagon compacta. 

O modelo, que introduziu no País o conceito de sportvan – reúne a esportividade das peruas (station wagons) e a versatilidade e espaço interno dos veículos multiuso –, na linha 2015 recebeu atualizações no visual e novos itens de tecnologia e segurança.

Desde o seu lançamento, em 2006, o SpaceFox se caracterizou por atrair uma variada gama de consumidores, atraídos por suas características especiais: amplo espaço interno, a versatilidade proporcionada pelo banco traseiro corrediço e a grande quantidade de porta-objetos. 

Tudo isso num veículo com um design dinâmico e harmonioso, dotado de um conjunto mecânico de reconhecida resistência e confiabilidade e fabricado seguindo os rigorosos padrões de qualidade da marca Volkswagen.

O índice do CAR Group também tem influência no cálculo da tarifa do seguro. 

Isso ocorre porque as seguradoras calculam os preços das apólices com base, entre outros fatores, nos resultados dos testes de impacto de baixa velocidade (a 15 km/h) realizados pelo CESVI Brasil.

Car Group
Criado em 1997, o índice CAR Group compara veículos de uma mesma categoria quanto à facilidade e o custo de seu reparo. 

São realizados testes de impacto de baixa velocidade (15 km/h), com colisão de 40% da dianteira esquerda e 40% da traseira direita, de acordo com a Norma Internacional do RCAR (Research Council for Automobile Repairs).

Após cada impacto, é estudada a extensão dos danos e a facilidade do reparo. 

É feito um cálculo que considera os custos da reparação dianteira e traseira, os tempos de substituição e a cesta básica de peças, gerando assim o índice CAR Group. 

O estudo contempla automóveis fabricados no Brasil, Mercosul e importados. 

A atualização do ranking é feita mensalmente e serve de referência para as seguradoras calcularem os preços dos seguros dos veículos.

NISSAN E SALGUEIRO ESTÃO JUNTAS MAIS UMA VEZ, NESTE CARNAVAL, E OS DESIGNERS DO ESTÚDIO DA MONTADORA NO RIO DESENHARAM UMA VERSÃO INÉDITA DO CROSSOVER-CONCEITO KICKS CONCEPT COM AS CORES DA ESCOLA.





Rio de Janeiro, 10 de fevereiro de 2015 – “Nem melhor, nem pior: apenas uma escola diferente” é o lema da GRES Acadêmicos do Salgueiro, escola de samba das mais tradicionais do Brasil. 

“Innovation that Excites” é o lema da Nissan, uma das mais inovadoras fabricantes de automóveis do planeta.

As duas instituições, parceiras desde o Carnaval 2014, trocam experiências desde então e muitas ideias têm nascido deste intercâmbio. 


Inspirados nesta integração, os designers do Nissan Design America-Rio (NDA-R) decidiram homenagear a escola de samba e o próprio Carnaval brasileiro com uma versão inédita do crossover-conceito Kicks Concept.

Tendo como base o Kicks Concept, apresentado mundialmente pela Nissan na edição de 2014 do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, a equipe do estúdio baseado no Rio de Janeiro analisou cores e texturas para chegar a um resultado que mantivesse a personalidade e força do crossover, mas que deixasse evidente, com elegância, a homenagem. 

O desafio extra foi transmitir todas estas propostas em sketches de um carro que teve nas cores marcantes um dos elementos de destaque na versão original exibida no Salão de São Paulo.

“Ouro, sabores, temperos, misturas, diversidade e criatividade fazem parte da cultura brasileira. Formas sinuosas, brilho, contraste, refletem nossa visão da soma de arte, cultura e tradições do Brasil. Partimos do vermelho e branco, cores da Nissan e do Salgueiro, e também da bandeira de Minas Gerais, estado que é tema do enredo da escola de samba neste ano, e do Japão, terra natal de nossa empresa. Mas só isso não é inovação ou ser diferente. Precisávamos ser atrevidos, fortes e, ao mesmo tempo, elegantes. Para isso, incluímos variações de cores e tons que refletem a riqueza de nuances que encontramos no Carnaval e no dia-a-dia de Minas Gerias. Depois, partimos para a concepção”, explica Robert Bauer, designer-chefe do Nissan Design America-Rio (NDA-R).

Assim, a carroceira do carro tem como cor dominante o branco perolizado, com acabamento acetinado. 


Na dianteira, os para-lamas receberam faixas vermelhas em alusão à bandeira do Salgueiro, criando uma ligação com a paixão e alegria do Carnaval, mas também fazendo a conexão com a própria Nissan, Minas Gerais e o Japão.

Na traseira, a letra do samba, que dá ênfase especial a cozinha de Minas Gerais, serve de inspiração para uma profusão de cores que se misturam e representam a riqueza de temperos das comidas mineiras, como vermelho, amarelo, marrom, e ao dourado do ouro, das históricas minas do estado.


Para tornar o carro ainda mais especial e robusto, os para-choques dianteiro e traseiro receberam desenho exclusivo, ainda mais agressivo, incluindo também novos protetores. 

As rodas de 19 polegadas também são diferentes das usadas pelo conceito exposto no Salão de São Paulo, com raios inspirados no formato de tridentes. 

“Estão mais ousadas. Essa ousadia é muito comum nos desfiles do Salgueiro e faz parte do espírito do Carnaval”, disse Robert.

São elementos que misturam as características do Design global da Nissan com influências da maior festa popular brasileira.

“Estamos aprendendo muito sobre cultura e gosto do povo brasileiro com o Salgueiro. Aqui, mesmo alguém que não goste de Carnaval se emociona ao ver um carro alegórico, uma fantasia, uma coreografia de abre-alas. A história do povo brasileiro está toda ali na avenida, todos os anos, contada por gente daqui, em um formato criado aqui. Nada é mais brasileiro que o Carnaval. E nosso desafio era deixar o Kicks Concept, que foi concebido inspirado no Brasil, ainda mais brasileiro. Afinal, um dos objetivos da Nissan do Brasil e ser a mais brasileira das japonesas”, explica Robert.


Nissan Kicks Concept: crossover urbano compacto inspirado no Brasil
O crossover urbano compacto premium Kicks Concept foi o carro-conceito de maior destaque do Salão Internacional do Automóvel de São Paulo de 2014. 

Ele é o segundo produto da Nissan criado exclusivamente para o mercado brasileiro, sucedendo o radical Nissan EXTREM Concept, que foi apresentado na edição anterior do salão, em 2012.

Com o Centro Global de Design da Nissan, no Japão, liderando os trabalhos, o conceito e a criação do Kicks Concept foram uma colaboração entre o Nissan Design America (NDA), em San Diego, nos Estados Unidos, e o Nissan Design America Rio (NDA-R), o estúdio satélite de design da Nissan que fica na sede da Nissan no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro.
“O projeto do Kicks Concept tem sido um exemplo extraordinário de como nossa rede global de design trabalha na criação de veículos que são adequados às regiões nas quais eles serão vistos e apreciados. Para esse carro-conceito nós invocamos nosso time no novo estúdio de design no Rio de Janeiro para usar a expertise e a experiência local”, diz Shiro Nakamura, vice-presidente mundial de Design e Chief Creative Officer da Nissan Motor Company. 

“Esse tipo de colaboração entre os estúdios há muito tempo tem sido uma das forças da Nissan e é a chave para nossa liderança em design”, acrescentou.

Explicando o pensamento por trás do conceito, ele acrescenta: “Ao mesmo tempo em que o Kicks Concept pega emprestado algumas influências do EXTREM, quisemos explorar uma perspectiva nova e inesperada do futuro do segmento de crossovers urbanos no mercado brasileiro.”

“O Kicks tem a intenção de ser um pouco mais maduro e cheio de ideias que o EXTREM. É divertido para dirigir, mas, ao mesmo tempo, um veículo sério. É desenhado para ter uma aparência de carro premium marcante, que cativa o olhar, e ser um veículo cujos proprietários ficariam orgulhosos de ter e dirigir”, afirma Shiro Nakamura.

“O Brasil tem uma mistura de pessoas e culturas que cria uma variedade de estilos, sabores e gostos”, explica Mamoru Aoki, diretor-executivo de design da Nissan. 

“No desenvolvimento do Kicks Concept, buscou-se criar um design que é aspiracional, mas ao mesmo tempo real – um veículo que é robusto o suficiente para lidar com a realidade das estradas brasileiras, mas que também é alegre, sofisticado e útil para o dia a dia.”

Para chegar a atingir este objetivo, os designers vislumbraram o ponto ideal entre um utilitário esportivo compacto e um carro com bom desempenho. 

O design precisava ser moderno e novo, não apenas ser algo parecido com um sedã com rodas maiores; ter uma posição elevada de condução e um revestimento que segurasse o corpo de forma firme nos assentos. 

“O Brasil é um país onde as pessoas têm uma conexão pessoal com seus veículos, então o Kicks Concept tinha de ter uma personalidade forte logo de cara”, acrescenta Aoki. Por isso, a cor e o design dos materiais são fundamentais no conceito.


Escultural com uma estrutura dinâmica
Como veículo destinado a enfrentar o trânsito, o estresse e o pavimento das ruas e estradas brasileiras, o Kicks Concept precisava de uma base bem sólida. 

Seu porte, visto de todos os ângulos, está firmemente postado no chão como se estivesse sempre pronto para “atacar”.

“Enquanto a Nissan Frontier tem porte que pode ser comparado ao de um levantador de peso e o Nissan GT-R ao de um corredor de alta performance, o Kicks Concept parece mais um lutador brasileiro de Jiu-jitsu – preparado para agir e preciso em cada movimento”, explica Aoki.

As proporções vistosas ajudam o Kicks Concept a passar a sensação de segurança e robustez, com rodas posicionadas nas extremidades, teto e linha de cintura elevados, vidros que envolvem totalmente a carroceria e um vão livre do solo grande.

Além do porte ‘parrudo’, o Kicks Concept também oferece uma interação dinâmica e inovadora entre sua carroceria escultural na parte superior e a estrutura arrojada de sua parte inferior, com um corte brusco da frente e uma poderosa finalização na traseira.

A chave para o bem-sucedido visual em movimento está no uso único de texturas e materiais. 

As soleiras, por exemplo, utilizam painel escuro que projeta a sensação de que o Kicks Concept está pronto para quaisquer pavimentos e, então, afina até desaparecer no final do carro.

A carroceria também incorpora diversos elementos que trazem a assinatura do design atual da Nissan. 

Entre elas a grade em V que projeta movimento, faróis em forma de bumerangue, teto “flutuante” que envolve o carro e linhas dinâmicas na superfície. 

A linha de ombro apresenta uma variação do design encontrado em diversos novos produtos da Nissan e em carros-conceito, como o Murano e o Sport Sedan Concept, por exemplo. 

A linha da abertura na frente começa acima das rodas e vai para trás, enquanto uma segunda linha acentuada sai abaixo dos retrovisores e sobe gradativamente até as lanternas, que são em forma de bumerangue. 

A linha de cintura tem uma fina moldura cromada, com retrovisores que parecem flutuar, mas estão fixados na extensão de uma moldura lateral.

Outra assinatura atual do design da Nissan é o estilo “greenhouse” dos vidros laterais, também encontrado no Murano e no Sport Sedan Concept. 

No Kicks Concept estes vidros são envolventes e brilhantes, ocultando a coluna B. 

O formato afunila na parte traseira, dando à carroceria uma aparência de ser curta, em contraste com a parte inferior mais robusta.

O estilo “flutuante” do teto reforça a leveza da estrutura da carroceria.

O teto fino chama a atenção para a forma de lança da parte superior, quase proporcionando uma sensação de uma “nave espacial” que se destaca em um mar de veículos utilitários nas ruas.

Em nenhum lugar a estrutura do Kicks é mais proeminente do que na parte frontal. 

A grade utiliza a nova aparência “V-motion” da Nissan, mas com uma maior sensação de robutez. 

O posicionamento vertical da grade é acentuado por um grande logotipo da Nissan e exclusivas barras horizontais com contrastes fosco e brilhante. 

A grade foi projetada para “bater” no capô ao invés de compor, acrescentando assim uma sensação de força e proteção.

Por baixo, um peito de aço ajuda a ‘ancorar’ a carroceria. 

Os faróis de neblina de LED horizontais estão posicionados na parte inferior do para-choque. 

As lentes dos faróis principais trazem detalhes que contrastam com as partes polidas, ressaltando a forma em bumerangue.

A traseira mantém o estilo “pronto para qualquer coisa” da dianteira, incluindo o uso de peitos de aço e saídas de escapamento quádruplas. 

As lanternas de LED, também em formato de bumerangue, expressam um desenho forte e dimensional com pequenos detalhes no acabamento. 

Elas assentam na tampa do porta-malas enfatizando o porte estrutural da traseira. Para completar o visual “poder com requinte”, rodas de liga leve de 19 polegadas.

“O maior desafio na criação do Kicks Concept foi combinar sua austeridade com uma forma sofisticada”, disse Aoki. 

“Foi necessário dar força ao visual e ao mesmo tempo projetar uma sensação ‘premium’ comum a veículos maiores. Acreditamos que essa abordagem dá ao conceito um design único e profundo”.


Dimensões Nissan Kicks Concept (mm)
Entreeixos
2.620
Comprimento
4.300
Largura
1.800
Altura
1.600 (incluindo rack de teto)



O nome Kicks tem como objetivo expressar o conceito do carro, que é combinar agilidade, atitude atlética e ao mesmo tempo seu comportamento ‘durão’. 

Também reflete a sua personalidade jovem e energética, trazendo uma sensação de exuberância para as ruas.

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