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terça-feira, 30 de junho de 2015

CADA VEZ MAIS OS CARROS SURGEM NO MERCADO COM MAIS E EFICIENTES ITENS DE SEGURANÇA E O SISTEMA DE FRENAGEM AUTÔNOMO - ACTIV CITY STOP QUE DETECTA O PERIGO DE COLISÃO E FREIA O VEÍCULO SEM A AÇÃO DO MOTORISTA. O MODELO 2016 DO FORD FOCUS VIRÁ EQUIPADO COM O ACS


MECÂNICA ONLINE®

30 / 06 / 2015

Saiba como funciona o assistente de frenagem autônomo - 
Active City Stop


            
É cada vez mais comum a presença da tecnologia no automóvel, inovações que vão permitindo mais prazer ao dirigir, sendo ainda melhor quando esses recursos permitem mais segurança para o trânsito de um modo geral.

A Ford disponibiliza um novo recurso à nova geração do Focus que chega ao nosso mercado, em agosto. 



Chamada de Assistente de Frenagem Autônoma – ou Active City Stop, essa tecnologia infelizmente não é completa quando comparada com outras já disponíveis no mercado e você vai entender a razão em nossa apresentação abaixo.

Unicamente oferecido na versão Titanium Plus 2.0 AT o assistente de frenagem autônomo (Active City Stop) é um sistema operado por sensor óptico que monitora continuamente o tráfego à frente e reduz a velocidade do veículo ao detectar uma colisão iminente. 

Nessa situação ele pré-carrega os freios e, se o motorista não tomar nenhuma ação, aciona automaticamente os freios.

Ele tem capacidade para atuar em velocidades de até 50 km/h. 

Em velocidades até 20 km/h, o sistema é capaz de evitar a colisão. A 50 km/h, ele apenas reduz o impacto.

“O sistema funciona automaticamente e está sempre ativo quando o veículo é ligado, mas pode ser desativado pelo motorista”, explica Luiz Morroni, engenheiro-chefe da Plataforma C da Ford.

O assistente de frenagem autônomo opera por meio do sistema conhecido como LIDAR – sensor de detecção de distância por reflexão de luz. 

A distância do objeto é medida pela diferença de tempo entre a emissão de um pulso laser e a detecção do sinal refletido, de forma semelhante à tecnologia de radar.

Para essa detecção, são usados elementos reflexivos da traseira dos veículos, como placa, lanternas, brake-light e refletores de para-choque.


O problema desse sistema é que pedestres, animais, ciclistas e motocicletas, que muitas vezes têm poucas áreas de reflexão, podem não ser detectados, assim como portões, paredes e outros obstáculos. 

Para-brisa sujo também pode influenciar na capacidade do sistema de detectar objetos.

Agindo assim, essa tecnologia abre espaço para o que poderíamos chamar de falhas, o que a torna perigosa.

Pesquisas revelam que o fator humano é a causa principal de 95% dos acidentes de trânsito. 

Já o ambiente em que se trafega (ruas e estradas) contribui em 30% e as condições dos veículos representam 10% dos fatores que resultam em acidentes.

Enquanto o veículo autônomo ainda não é uma realidade, os sistemas de assistência estão cada vez mais presentes para ajudar o motorista na condução do veículo.

E um dos sistemas de segurança que merece destaque é o ACC (Piloto Automático Inteligente ou Active Cruiser Control ou Controle de cruzeiro adaptável), que representa uma comodidade para o motorista e o ajuda a manter-se a uma determinada distância/intervalo de tempo do carro à frente. Essa distância pode ser configurada pelo motorista.


Nem mesmo nos Estados Unidos, o Ford Focus é oferecido com esse recurso, que permite uma condução, de verdade, mais segura.

Podemos afirmar que o novo Focus custa menos que o Volkswagen Golf e tem mais novidades que o Cruze Sport6, principais rivais, mas a falta de opção dessa tecnologia, faz uma grande diferença para o motorista que busca uma condução mais segura e confortável.
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Tarcísio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânico com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

IVECO ENTREGA 40 CAMINHÕES AO CORPO DE BOMBEIROS DE SÃO PAULO. QUE SERÃO DISTRIBUÍDOS PELOS DIVERSOS QUARTÉIS DA CORPORAÇÃO NA CAPITAL E NO INTERIOR PAULISTA

 Fotos: Gaspar Nóbrega

A tradição de mais de 150 anos da Iveco no desenvolvimento de veículos de combate a incêndio chegou de forma definitiva ao Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo, com a entrega de 40 caminhões modelo Tector 170E28, implementados com itens de alta tecnologia para atender as atividades da corporação. 

A solenidade de entrega foi realizada neste domingo (28) no Parque da Independência e contou com a participação de autoridades e representantes da Iveco, como o governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin; o comandante geral do Corpo de Bombeiros de São Paulo, coronel Marco Aurélio Alves Pinto; Marco Borba, vice-presidente da Iveco para a América Latina; Marco Mello, diretor Iveco para veículos de combate a incêndio; Marcos Wanderley, diretor da Dzeta, representante comercial da Magirus no Brasil; dentre outros.

Da esquerda para a direita: Marco Borba, vice-presidente da Iveco para a América Latina; Geraldo Alckmin, governador do Estado de São Paulo; Marco Mello, diretor Iveco para Veículos de Combate a Incêndio; Marcos Wanderley, diretor da Dzeta, representante comercial da Magirus, no Brasil


“Para a Iveco, é gratificante integrar os esforços dos Corpos de Bombeiros para tornar essa admirada instituição cada vez mais forte. A marca Iveco completou 40 anos na última semana, mas somos uma empresa que nasceu da união de outras tradicionais companhias, como a alemã Magirus, empresa detentora da mais alta tecnologia no desenvolvimento e na fabricação de veículos e equipamentos de resgate e combate a incêndios, fundada em 1864”, afirma Marco Borba, vice-presidente da Iveco para a América Latina.


Adquiridas junto à concessionária Iveco Cofipe, por meio de licitação pública, as unidades serão utilizadas no atendimento às ocorrências de combate a incêndio em diversas cidades de São Paulo. Cada veículo foi fabricado sobre o chassi dos caminhões semipesados Iveco Tector 170E28, com motores NEF 6 FPT Industrial de seis cilindros, 280 cavalos de potência e tração 4x2. O câmbio utilizado é o automático Alysson série 3000, de seis marchas, um diferencial especialmente utilizado para essa aplicação, para o cumprimento de regras internacionais do segmento de veículos de combate a incêndios.


Juntamente com um tanque de 5 mil litros de água, uma poderosa bomba de incêndio, com comandos automatizados de pressão e vazão, faz parte dos sistemas anti-incêndio do veículo da Iveco. O recurso gerencia o bombeamento a partir da tecnologia TPG, um módulo eletrônico dedicado, que troca informações com o motor e transmissão, gerenciando a pressão e o volume de água. Esse recurso representa uma das melhores soluções técnicas do mercado.


Segundo Marco Mello, diretor Iveco para veículos de combate a incêndio, as configurações do Tector 170E28 foram decisivas nas negociações durante o processo de licitação. "A Iveco está na vanguarda dos mais variados segmentos, sendo este setor de combate a incêndio um dos que mais evoluíram em termos de tecnologia, estando em linha com os elevados padrões internacionais", comenta.


Mello destaca ainda que a automação de determinados dispositivos é peça fundamental no aprimoramento das atividades do Corpo de Bombeiros. "O câmbio e o motor gerenciados eletronicamente permitem que os oficiais se concentrem exclusivamente na sua missão de salvar vidas, sem ter a necessidade de se preocupar com a troca de marchas ou no controle de pressão da água, como é o caso do sistema TPG", finaliza. 

Da esquerda para a direita, Marcos Wanderley, Marco Mello e o comandante-geral do Corpo de Bombeiros de São Paulo, coronel Marco Aurélio Alves Pinto.

Linha Tector
A Iveco conta com a linha Tector, que circula entre os médios e semipesados. Perfeito para aqueles que buscam o que há de mais moderno e eficiente em transporte. 

O caminhão oferece conforto, economia, potência, durabilidade e produtividade. 

Os diversos modelos podem facilmente dar conta de qualquer demanda, desde entregas comerciais menores até transporte de grãos. 

Com duas opções de câmbio e quatro opções diferentes de entre-eixos que permitem um total de 16 versões, fazendo com que o Iveco Tector se destaque pela versatilidade.

Visite www.iveco.com.br e www.cnhindustrial.com.


A MAIORIA DOS CARROS NOVOS NÃO TEM MAIS AQUELE TANQUINHO DE GASOLINA PARA AJUDAR O MOTOR A ÁLCOOL A PEGAR QUANDO ESTÁ FRIO, O QUE É PIOR NO INVERNO. PARA OS QUE TÊM CARROS COM O RESERVATÓRIO DE GASOLINA AQUI VÃO ALGUMAS DICAS DA NKG PARA FACILITAR SUA VIDA


Revisão de cabos e velas de ignição, abastecimento do reservatório de gasolina, que como mostra a foto, no Honda Civic fica no para-lamas dianteiro direito, e bom estado da bateria evitam transtornos em dias frios.

Com o preço mais vantajoso do que o da gasolina, o etanol tem sido a primeira opção do consumidor em diversos estados brasileiros. 


Embora ofereça benefícios econômicos, a maioria dos motores abastecidos com combustível à base de cana pode apresentar dificuldades para a partida em dias frios. 

A NGK, especialista mundial em velas de ignição, destaca cuidados para evitar o problema.

Segundo Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK, a falha geralmente ocorre pela falta de manutenção do reservatório para gasolina. 

Porém, velas e cabos de ignição desgastados também contribuem para o mal desempenho do motor durante o inverno, principalmente após longo período desligado.

“A vela de ignição trabalha sob condições severas, como pressão e altas temperaturas. Com o uso, sofre um desgaste natural, que nem sempre é percebido pelo motorista. Por isso, a NGK recomenda a sua inspeção a cada 10 mil quilômetros ou anualmente, o que ocorrer primeiro”, informa. 


O especialista ressalta que aumento no consumo de combustível, falhas de funcionamento e elevação dos níveis de emissões de poluentes, também indicam problemas com a peça.

Os cabos de ignição, responsáveis por conduzir a alta tensão produzida pela bobina (transformador) até as velas, igualmente necessitam de checagem periódica, que deve ser feita junto com as velas.

Além da atenção com estes componentes, os proprietários de modelos que utilizam reservatório para gasolina (tanquinho) devem mantê-los abastecidos com gasolina nova e de boa qualidade. 


A recomendação é que o combustível 
seja trocado a cada 90 dias. 

Assista o vídeo aleucidativo:

É preciso que o sistema de partida a frio esteja operando corretamente e sem vazamentos. 

O estado da bateria também pode prejudicar o funcionamento do carro em dias frios e merece atenção.

Outra dica do técnico de Assistência Técnica da NGK para veículos flex é percorrer de 10 a 15 quilômetros, antes de deixar o carro com o motor desligado por um longo período, quando houver a mudança de combustível. 

O especialista explica que a ação é necessária para que o sistema de controle do motor reconheça o novo combustível no tanque e reprograme a estratégia de funcionamento, inclusive durante a partida a frio.
Em casos de falha ao dar a partida, insistir para ligar o motor pode 
encharcar as velas. 

A recomendação é desligar o veículo e aguardar até que o combustível evapore por completo, o que pode levar até 30 minutos, dependendo do carro.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

FPT INDUSTRIAL ANUNCIA NOVA PRESIDENTE GLOBAL.



Annalisa Stupenengo substitui Giovanni Bartoli que irá se aposentar em 30 de junho, após 40 anos trabalhando na CNH Industrial e ex-empresas do Grupo.
A executiva foi diretora de compras da empresa e está sendo substituída por Sergio Carpenter, atual chefe do departamento de compras de motores para os mercados da EMEA para a Fiat Chrysler Automobiles. Recentemente, a FPT Industrial anunciou Marco Aurélio Rangel como novo Presidente para a América Latina.

PSA PEUGEOT CITRÖEN FUNÇÕES EM NÍVEL DA DIREÇÃO MUNDIAL DO GRUPO: PHILIPPE DORGE É NOVO DIERETOR-GERAL ADJUNTO E XAVIER CHÉRAU OCUPARÁ A DIREÇÃO MUNDIAL DE RECURSOS HUMANOS. AS ALTERAÇÕES ACONTECERÃO EM SETEMBRO DE 2015

Philippe Dorge, diretor Mundial de Recursos Humanos da PSA Peugeot Citroën, passará a integrar o Grupo La Poste a partir de setembro de 2015, no cargo de diretor-geral Adjunto, responsável pela área de serviços, correios e encomendas.

Nessa data, Xavier Chéreau, responsável pela Diretoria de Desenvolvimento dos Recursos Humanos e pela gestão da Alta Direção desde 2013, será nomeado diretor Mundial de Recursos Humanos da PSA Peugeot Citroën e entrará para o Comitê Executivo do Grupo.

Pós-graduado em RH pelo Instituto de Estudos Políticos de Paris, Xavier Chéreau ingressou no Grupo PSA Peugeot Citroën em 1994, onde exerceu diversas funções operacionais abrangendo todas as atividades ligadas a Recursos Humanos: emprego, desenvolvimento de RH e relações sociais. Esteve à frente da área de Recursos Humanos e Relações Sociais dos Centros de Produção de Poissy e Trémery.

Encarregado da Responsabilidade Social do Grupo entre 2003 e 2006, promoveu as políticas de diversidade e de igualdade entre mulheres e homens da empresa, assim como o acordo-quadro mundial RSE (Responsabilidade Social Empresarial).

Durante esse período, Xavier Chéreau esteve na origem do ISM (Instituto Superior de Management), programa de desenvolvimento destinado aos futuros dirigentes do Grupo.

Em 2009, foi nomeado DRH da divisão industrial e de P&D do Grupo, incluindo a condução operacional das atividades de protótipos, nomenclaturas e meios de ensaios de engenharia.

Carlos Tavares, presidente Mundial do Grupo PSA Peugeot Citroën, agradeceu “em meu nome e em nome do Comitê Executivo, a Philippe Dorge por seu grande profissionalismo, sua contribuição ao desenvolvimento da função de Recursos Humanos do Grupo e à reconstrução econômica da empresa, especialmente pelo acordo «Novo Contrato Social», assinado em 2013, que acrescentou uma nova dimensão ao diálogo social da PSA Peugeot Citroën. Os 18 meses em que colaboramos estreitamente demonstraram a contribuição essencial de um Diretor de Recursos Humanos em linha com os desafios empresariais para a implementação do plano Back in The Race”.

CHRYSLER COMEMORA 90 ANOS E PREPARA NOVO 300C PARA O BRASIL. UMA DAS MAIS EMBLEMÁTICAS MARCAS NORTE-AMERICANAS CELEBRA NOVE DÉCADAS PRODUZINDO VEÍCULOS DE QUALIDADE, REPLETOS DE ESTILO, CONFORTO E TECNOLOGIA INOVADORA. REESTILIZADO, MODELO 2015 DO SEDÃ GRANDE CHRYSLER 300C ESTÁ PRESTES A DESEMBARCAR NO PAÍS


A Chrysler comemora seus 90 anos de vida colocando à venda, já no mês de julho, no mercado brasileiro o seu sedan de luxo, um dos mais emblemáticos do mundo, o moderno 300C reestilizado na linha 2015. 

A empresa Chrysler foi fundada em junho 1925 por Walter P. Chrysler, e foi o comprometimento dele com o público que fez a marca entregar aos consumidores veículos com qualidade, beleza, desempenho, conforto, classe e ótimo custo-benefício. 

Ao longo dos últimos 90 anos, esta vem sendo a missão da Chrysler. Hoje, a marca é a expressão moderna dessa visão de seu fundador.

“Há 90 anos, Walter P. Chrysler sedimentou a base para a filosofia que ainda é empregada hoje - qualidade, design, inovação e tecnologia, tudo por um preço acessível”, disse Al Gardner, presidente e CEO da marca Chrysler. 


“Essas premissas ecoam ainda hoje nos produtos da Chrysler, como o sedã grande 300C e a minivan Town & Country, quanto em seus consumidores”.

No final de 1925, bem antes de a empresa completar um ano, a então chamada Chrysler Corporation tinha mais de 3.800 concessionárias, acumulando 100 mil carros vendidos, e era a quinta maior do setor nos EUA.

O maior sucesso era o Chrysler Six, que tinha motor de seis cilindros de alta compressão e sistema hidráulico de freios nas quatro rodas – de série, algo inédito num carro de passeio.

Muitas inovações viriam nos anos seguintes, como o sistema Floating Power em 1930 – novo método de posicionar o motor, de modo a isolar a vibração da carroceria. 

Em 1936, foi a vez do primeiro teto conversível com acionamento automático. 

Em 1940, surgia a patente de um pneu que não se soltava da roda quando furado, e, em 1959, os primeiros retrovisores internos com sensores para uso automático da função dia/noite.


Isso sem falar em avançadas soluções aerodinâmicas e de distribuição de peso para a época, como o impressionante e fluído Chrysler Airflow, de 1934, que teve mais de 50 unidades de desenvolvimento testadas nos primeiros túneis de vento. 

Ou ainda as inovações estilísticas que ditaram moda nos anos 50, como os carros desenvolvidos pelo genial designer Virgil Exner, contratado em 1949 junto à Studebaker, e que criaria clássicos para a Chrsyler até sua aposentadoria, em 1962. 

Ele é o pai do celebrado sedã 300, de 1955, entre outras lendas.

Novo 300C




Falando em 300, um dos sedãs mais emblemáticos do mundo, o moderno Chrysler 300C foi reestilizado para a linha 2015 e começará a chegar às concessionárias brasileiras em julho. 

A dianteira mudou significativamente, com uma nova e maior grade, que passou a abrigar a asa estilizada que forma o símbolo da marca. 


A entrada de ar inferior também foi refeita, ladeada pelos faróis de neblina, que passaram a ser de LEDs. Internamente, o volante é novo e o painel evoluiu com a adoção da tela multifuncional de TFT de sete polegadas no quadro de instrumentos e do seletor giratório do câmbio, a exemplo do recém-lançado Dodge Durango 2015.


As rodas de aro 20 exibem novo desenho, mesclando esportividade e requinte. 

Na traseira, as alterações são mais sutis, mas reforçam a personalidade do 300C, como o contorno de LEDs nas lanternas e a faixa cromada que percorre a parte superior do para-choque. 

Moderno e eficiente, o conjunto mecânico conta com o motor Pentastar V6, de 3,6 litros, que ganhou 10 cv a mais, agora entrega 296 cv, além do câmbio automático de oito marchas.

HÁ 19 ANOS NO MERCADO CHEGA FINALMENTE AO BRASIL O ONSTAR, UM SISTEMA DE TELEMETRIA AVANÇADO QUE OFERECE SERVIÇOS DE EMERGÊNCIA, CHEGA AO BRASIL E EQUIPARÁ O MODELO CRUZE DA CHEVROLET


O sistema inovador e pioneiro estará disponível inicialmente no Chevrolet Cruze, recentemente renovado no País e apresentado no último Salão Internacional do Automóvel de São Paulo.

O OnStar é um sistema de telemática avançado que oferece ao motorista serviços de Emergência, Segurança, Navegação e Conectividade.


Com sete milhões de usuários no mundo, o OnStar está há 19 anos no mercado e é líder global em soluções de segurança conectada, serviços de mobilidade e tecnologia avançada de informação.

“O OnStar irá proporcionar aos proprietários do Cruze um novo patamar de conectividade, segurança e proteção patrimonial jamais visto no mercado automotivo brasileiro”, explica Santiago Chamorro, presidente da General Motors do Brasil.

“Esta nova tecnologia combinada às inovações mecânicas, de design e conforto promovidas recentemente no Cruze brasileiro estão em linha com o posicionamento do Find New Roads no país”, afirma Chamorro.

Entre os principais 
serviços do OnStar estão


Segurança - ajuda no processo de recuperação em caso de roubo do veículo.


Emergência - notificação automática de acidente, assistência 24 horas por meio de uma central de atendimento e de informações.

Conectividade - possibilidade de comandar e verificar diversos itens do carro à distância por meio de aplicativo no smartphone, incluindo o travamento/destravamento das portas e o acionamento da buzina e do pisca-alerta, por exemplo.

Navegação – envio do destino de forma remota ao sistema multimídia do veículo.


Para contatar um atendente do OnStar em qualquer hora do dia, basta o motorista pressionar um botão localizado na base do espelho retrovisor central do carro ou fazê-lo por meio do aplicativo do smartphone.

No Brasil, os serviços do OnStar serão customizados de acordo com as preferências do mercado local e suas funcionalidades serão anunciadas em breve.

OnStar, LLC (OnStar) é uma subsidiária da GM Holdings LLC ("GM"). Junto com a afiliada Shanghai OnStar Telematics Co. Ltd. (uma joint venture envolvendo OnStar, Shanghai General Motors Co., Ltd (SGM) e Shanghai Automotive Industry Corporation (SAIC)), o OnStar possui sete milhões de assinantes na América do Norte e na China. 

OnStar é um provedor de serviços de emergência, segurança, navegação, diagnóstico e conectividade. 

O OnStar com 4G LTE está atualmente disponível em mais de 30 modelos 2015 da GM nos EUA e Canadá.

VOLKSWAGEN INVESTE R$ 460 MILHÕES NA FÁBRICA DE MOTORES DE SÃO CARLOS QUE JÁ PRODUZIU QUASE 10 MILHÕES DE PROPULSORES


A Volkswagen do Brasil acaba de anunciar o investimento de R$ 460 milhões em sua fábrica de motores, em São Carlos (SP), até 2018. A unidade já produziu cerca de 10 milhões de propulsores.


O aporte tem como foco o início de produção no Brasil de uma tecnologia global para motores, a TSI, que agrega ao motor um desempenho extraordinário a um baixíssimo consumo de combustível.

Presente na linha de importados como Golf, Tiguan, Passat, Jetta e CC, o primeiro modelo nacional a receber a tecnologia TSI será o up!, com um diferencial: o motor será Total Flex. 


Com isso, o modelo passa a ser o primeiro 1.0l Flex produzido no Brasil a contar com essa inovação. 

Assim, a empresa reforça o compromisso com a estratégia de downsizing, que são motores menores e mais eficientes, em sintonia com os motores mais avançados oferecidos na Europa.

O motor 1.0l TSI Total Flex é o propulsor com a melhor eficiência energética da Volkswagen no mercado brasileiro e é considerado o estado da arte em motores a combustão interna. 

Ele faz parte da nova geração de motores EA211, que, além do TSI, conta com as versões 1.0l de três cilindros e a 1.6l de quatro cilindros, presentes em modelos como o up!, Fox, Gol Rallye e Saveiro Cross.

O motor TSI é um exemplo da alta tecnologia da Volkswagen, associando a redução da capacidade cúbica, a precisão da injeção direta de combustível, dos comandos de válvulas variáveis e o alto desempenho do turbocompressor. 

Por isso, a tecnologia TSI é a mais premiada do mundo no International Engine Award, proporcionando aos veículos da Volkswagen um excelente desempenho dinâmico, com reduzido consumo de combustível.

Com a tecnologia TSI, a potência do motor 1.0l três cilindros foi aumentada de 82 cv para 105 cv, abastecidos com etanol. 

Com gasolina, o novo motor TSI atinge 101 cv de potência máxima. 

O torque do TSI é ainda mais espetacular: 165 Nm (16,8 kgfm), abastecido com etanol ou gasolina, o que garante ao up! o melhor desempenho no segmento de compactos no mercado brasileiro.

Fases do investimento
Os novos investimentos na fábrica de São Carlos serão divididos em três fases, com o foco na nova família de motores EA211: uma linha de produção de motores, incluindo a linha específica para montagem de componentes necessários para a fabricação dos motores TSI; uma preparação para o aumento da capacidade produtiva da fábrica e uma nova e inédita linha de virabrequim.

Entre 2012 e 2013, a fábrica já havia recebido R$ 425 milhões, para o desenvolvimento do novo prédio produtivo e instalação de novas linhas para a produção dos motores EA211 e para o aumento de capacidade produtiva dos motores EA111 na unidade.

“Estamos trazendo o que há de melhor no mundo Volkswagen para os nossos clientes também no Brasil. A produção local de motores TSI significa a introdução de uma tecnologia mundial de ponta em um carro de volume. Será o primeiro 1.0 TSI Total Flex produzido no Brasil”, declara o presidente da Volkswagen do Brasil, David Powels.

Virabrequim




O investimento possibilitará também a implantação de uma nova e inédita linha de virabrequim da marca em São Carlos, a partir início de 2016.

Com isso, a marca deixará de importar parte do volume total de outras fábricas da Alemanha e produzirá no Brasil um item que, em sua maioria, era importado da Alemanha.

A linha de usinagem de virabrequim, uma das peças vitais do motor, terá excelência em tecnologia e utilizará equipamentos com o mesmo conceito das linhas de virabrequim do Grupo Volkswagen no mundo.

Árvore de manivelas, também conhecido como virabrequim, possui precisão micrométrica e é o componente do motor (ao qual estão presas as bielas e pistões) responsável por transformar a energia produzida pela combustão em torque, que é enviado às rodas e movimenta o carro.

Família EA211
A família de motores EA211 é a mais moderna fabricada pela Volkswagen no Brasil, produzida na fábrica de São Carlos, tanto no que diz respeito ao seu processo de produção, quanto aos mais modernos recursos tecnológicos de que dispõe.

O novo motor – cujo nome completo é EA211 1.0l R3, em que o “R” identifica o termo alemão “Reihe”, “linha” em português – é um projeto global e foi desenvolvido segundo critérios de maior eficiência energética e menor consumo de combustível.

Motor do Ano 2014
Produzido na fábrica de motores da Volkswagen em São Carlos, o motor EA211 1.0l R3 que hoje já equipa o up! foi eleito o “Motor do Ano 2014”, por um júri formado por jornalistas especializados e engenheiros. 

A premiação, uma das mais importantes da indústria automobilística brasileira, é organizada pela revista Autoesporte, da Editora Globo.


Fábrica de São Carlos se aproxima da marca de 10 milhões 
de motores produzidos

Inaugurada em 1996, a fábrica de São Carlos é responsável pela produção dos propulsores das famílias EA111 e EA211 de 1.0l e 1.6l que equipam os modelos up!, Voyage, Saveiro, Fox, CrossFox, SpaceFox e Gol.

Para o mercado brasileiro, 100% dos motores recebem a tecnologia bicombustível Total Flex. Para o mercado externo são produzidos motores a gasolina.

Ao longo de seus 18 anos, completados no último dia 12 de outubro, a unidade passou por diversas etapas de ampliação, tendo sua área construída atual em 87 mil m², um aumento de mais de 200% desde 1996. 

Com três prédios produtivos: EA111, EA211 e o de Usinagem e Montagem de Cabeçotes, a fábrica possui atualmente seis linhas de montagem de motores, quatro linhas de usinagem de blocos, duas de usinagem de cabeçotes e três de montagem de cabeçotes.

Sustentabilidade
O tema sustentabilidade se faz presente desde o início das atividades da fábrica, que foi a primeira unidade do Grupo Volkswagen fora da Europa a conquistar o certificado ambiental ISO 14001, em 1997, e se tornou referência em gestão ambiental para as demais unidades na América do Sul.

Com a maior área verde entre as fábricas da Volkswagen do Brasil, em um total de 730 mil m², a fábrica de São Carlos possui 18,6 hectares de área de reserva legal.

Preservando o cerrado, adota práticas sustentáveis permanentes por meio do reflorestamento da mata nativa, visando a preservação ambiental.

Neste ano, conquistou avanços significativos em preservação dos recursos naturais e consumo consciente. 

A unidade implementou diversos projetos para redução do consumo de água e energia elétrica, sob a coordenação de um comitê interno composto por executivos e empregados de todas as áreas da unidade.

Um dos projetos de destaque consiste na captação da água de chuva para ser utilizada na torre de resfriamento, que é usada para reduzir a temperatura das máquinas no processo produtivo.

Nas linhas de produção dos motores da família EA 211, da qual faz parte o TSI, é aplicado o conceito do MQL (Mínima Quantidade de Líquido), que reduz em 80 vezes a necessidade de água no processo de usinagem, responsável por transformar os blocos e cabeçotes brutos de alumínio em peças acabadas.

As iniciativas estão em linha com o programa “Think Blue. Factory.”, lançado em nível mundial pelo Grupo Volkswagen com o objetivo de reduzir em 25% o consumo de água, energia emissões de resíduos, CO2 e solventes em todas as suas unidades industriais no mundo até 2018, comparado aos números registrados em 2010.

ALFA ROMEO REABRE MUSEU E LANÇA O SEU NOVO MODELO GIULIA. EM BUENOS AIRES O SALÓN VAI ATÉ DIA 28 CHEIO DE POUCAS NOVIDADES. DODGE LANÇA O DURANGO QUE NÃO É PARA DURANGOS, CUSTA R$ 235 MIL



Coluna nº 2.615 - 26 de junho de 2015
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O renascer da Alfa Romeo

Noite de 24 de junho, dia de São João no Brasil, a FCA, Fiat Chrysler Automobiles, em Milão, Itália, no revivido Museu Alfa Romeo, comemorou os 105 anos da marca, fez seu relançamento.

Festa emocional como apenas a Alfa Romeo poderia fazer – nenhuma outra marca consegue juntar emoção, história e criatividade tecnológica.


O automóvel a abrir reviravolta é o Giulia, nome mítico desde os anos ’60, quando uniu performance, o prazer de dirigir e o comportamento esportivo a preço contido. 

No caso, a Fiat contratou time de engenheiros dedicado ao novo produto. 

Deu-lhes a liberdade da imagem de SKUNK, o nome da mítica equipe montada pela estadunidense Lookheed para criar um novo avião de caça, capaz de deter o avanço alemão – em apenas 150 dias.

Fez sete dias, antes do prazo e a partir de folha em branco, o primeiro jato da Força Aérea dos EUA.

No caso Alfa, isolamento, dedicação total, superando a carga de trabalho usual na FCA em todo o mundo – não raro 14h/dia -, e foco em criar produto para ser continuação do condutor. 

Materiais leves em todos os grupos – motor, câmbio, suspensão, freios, carroceria -, aços com espessura variada, alumínio, fibra de carbono, plástico, freios mesclando materiais leves e eficientes em trabalho, como fibra de carbono e cerâmica. 

Objetivo, conseguir o menor peso, a melhor aerodinâmica – disse ser o menor CX dentre os concorrentes –, e a menor quantidade de quilos a ser movida por cada cavalo do motor. 

Este, V6 com base Ferrari, todo em alumínio, desloca 3.000 cm3, usa dois turbo alimentadores, e faz relinchar 510 cavalos de força. 

Cada um deles moverá 2,99 kg, oferecendo reações muito prontas, como acelerar dos 0 a 100 km/h em 3,9s.

Voltou-se à arquitetura mecânica consagrada pela Alfa: tração traseira, com eixo em multi link. O alumínio foi para a suspensão dianteira exclusiva da marca.


No direcionamento de livre criar, em busca dos melhores resultados nos componentes, incluindo eletrônica de segurança em pioneiro sistema oTorque Vectoring, harmonizador de tração através de duas embreagens no diferencial, também a carroceria com a menor rigidez torcional em sua categoria.

Esteticamente harmônico, porta malas contido, é um 2 e ½ volumes, grandes portas, eixos deslocados aos extremos, distribuição de peso, sonho de projetistas, 50% sobre cada eixo.

Não foi lançamento de automóvel – o Giulia será exibido em formas e versões em setembro, Salão de Frankfurt, terra dos concorrentes Mercedes Classe C, BMW Series 3 e Audi A3. 

Foi de marca, festa bonita, responsável, sangue latino, perseguindo eficiência germânica – como, aliás, é o objetivo de qualidade construtiva. 

Será produto italiano comandado por um alemão, Harald Wester, com projeto liderado por outro, Philippe Krief. 

Design italiano por Lorenzo Ramaciotti, ex Ferrari. Fabrício Curci, Head, o número 1 da marca, assumiu o lançamento.

Encerrou com Andrea Bocelli, declamando e cantando Nessun Dorma.

Momento de emoção, no crescendo da música entrou o Giulia, sem barulho para não ofuscar a performance, e girou mansamente como um bicho bravo acatando a liderança do dono do momento. 

Foi a apresentação mais emocionante que já assisti. 

Creio também pelas pelas 250 pessoas presentes, entre jornalistas, diretores, autoridades do governo italiano. 

Quem não estava secando as lágrimas, levantou-se e aplaudiu o tenor, dono do show.

E?

Reerguimento da marca, grandes pretensões, encerrar tropelias de décadas, vender 400 mil em 2018, auxiliados por mais sete novos Alfa. Do Giulia exibiu-se versão de topo, a Quadrifoglio, conjunto mais forte e tração nas 4 rodas.


Brasil? Virá, mas demora. Pelo menos até 2018, após abrir espaço na agenda e no orçamento da FCA brasileira para acertar a suspensão às nossas ruas e estradas com irregularidades pós medievais; a gasolina com percentual incerto e não sabido de álcool; criar rede de distribuição; investir – em período dedicado a criar toda nova linha de Fiats.

Mais. A Alfa mudou a logomarca, tornando-a visualmente mais leve; abandonou a expressão Cuore Sportivo tão ao gosto dos Alfisti brasileiros, autora da confusão entre imagem e a grade frontal; e ao lançamento Sergio Marchionne, o CEO, referiu-se à grade como triângulo.

As festividades ocorreram no revivido Museu Alfa Romeo em Arese, prédio dos anos ’70, atualizado em projeto museal para ser ponte entre o passado e o futuro. 

O Alfa Romeo BR, clube da marca, organizou jantares italianos em 10 cidades brasileiras para saudar novidades, e fez entrega de banner comemorativo à Alfa durante a cerimônia.

Marco Antônio Lage, d, diretor de Comunicação da FCA Latam, Roberto Nasser, curador do Museu Nacional do Automóvel, autor da proposta, c, e Fabrício Curci, Head, da marca, e o banner


Salón e suas poucas novidades
Três pavilhões resumiram o Salón de Automóvil, Buenos Aires, até dia 28. 

Um êxito ante a contração de 25% no mercado argentino. 

Contido porém prazeroso programa no percurso marginado pelos estandes; apreciar a frota de automóveis do espólio de Juan Manuel Fangio, então penta campeão mundial de automobilismo; ver amostra do recém instalado Museo Bucci – da família há mais de século envolvida com carros de corrida, desenvolvimento, construção; ver os veículos assinaladores da história da IKA, sexagenária e pioneira fábrica de veículos instalada na Argentina.

Novidades
Tempo corre entre a presença no Salón e a realidade tátil do circular nas ruas e estradas. Ford inverteu. 

O Focus, argentino, em novo estilo iniciando segundo ciclo de vida no Salón, teve versão hatch primeiramente lançada no Brasil, maior mercado, com vendas em julho.

Demais, demoram, como o picape Oroch – pronuncie Oroche (nome é, como o Amarok, coisa de intelectual distante do mundo do automóvel, ou seu vizinho publicitário). 

É Renault, feito no Paraná, à venda em setembro, como linha 2016. 

Produto com foco exocético, destinado às intrépidas senhoras desafiantes da selva dos estacionamento dos shoppings, intrusas em fila tripla em frente às escolas, ou do guarda sol dos valets de estacionamentos em ruas sem vagas, é cabine dupla com tentativo conforto aos passageiros do banco posterior. 

Menores dimensões ante os inexplicáveis similares a diesel, e foco claro: urbano e sem veleidades em performance, como informam seus motores 1.6 e 2.0, e respectivos 116 e 148 cv, assim como a tração dianteira, sem adjutório para impedir patinamento em situação onde não será demandado, como carregar carga em piso sem aderência.

Peugeot com novas atrações em projeto de vender automóveis bem compostos em aparência e conteúdo. 

Maior delas, importar o europeu 308, mais atualizado ante os mercosulinos 308. 

Este e o 408 evoluíram para receber o carimbo de modelia 2016, com alterações na plataforma, dianteira, parte interna. 

Ou seja, investiram em sensações visuais, táteis e comportamento dos automóveis. 

Entre 208, 2008, os 308 e 408 Miguel Figari, diretor geral na operação brasileira e autor das grandes mudanças internas e de produto que dobrar vendas até o final do ano. 

A postura da Peugeot é vender menos, mas fazer lucros.

Volkswagen nada mostrou como novidade ao Brasil, e Citroën, como a Coluna antecipou, não foi. Nada a mostrar, nada a gastar.

Em picapes, frustração. Não estavam o novo Toyota Hi Lux – já mostrado na Tailândia -, nem mudanças no Ranger. 

Entretanto, novidade maior é do setor: o multi marca picape Nissan. Repito a explicação da Coluna à época do anúncio. 

A Nissan, associada à Renault, instalar-se-á na Argentina. Lá produzirá chassi com parte rolante – eixos, direção, caixa de marchas, freios. 

Como Nissan será NP 300, novo em estilo. E fornecerá à Mercedes e Renault para fazer seus próprios picapes. Modelos 2017.

No produto, interessante a suspensão traseira, trocando os seculares feixe de molas semi elípticas, por molas com centro helicoidal e extremidades espiraladas, quatro braços tensores de ligação, vigorosas barras Panhard e de estabilização.

Aparentemente, busca maior conforto de rolagem. Em outro extremo, o do picape bruto, volumoso, para macho man, o RAM 2500 da Dodge. Mexicano, aqui à venda no próximo ano.


Na área intermediária, entre os veículos de passeio e serviço, o Mercedes-Benz Vito, multi espaço com configurações para passageiros, carga e misto. Abaixo do Sprinter, é único no mercado, e amplo leque de aplicações. Motores flex e diesel.


O Salón, bienal, alterna 
com o de São Paulo.



Vito, produto único, da Mercedes



Roda-a-Roda

Processo – Chinesa Lifan altera o processo industrial iniciado no Uruguai, instalando em Itajaí, SC, um PDI – no jargão, pre-delivery inspection, inspeção final do produto antes de enviá-lo às concessionárias. 

Lá ampliará ações para padronizar finalização dos carros e controle mais acurado de qualidade.

Durango – No Brasil, é gíria significando estar sem dinheiro. No real é Utilitário Esportivo com cara e jeito do mercado norte-americano: cara de bravo, motor V6, 3,6 litros, 294 cv, 34 kgfm de torque, câmbio automático de oito velocidades.

Base – É versão Dodge do Jeep Grand Cherokee, fornecedor da parte rolante, com retoques para caracterizá-lo. 

Sete lugares, tela de 21 cm, sistema Uniconect e GPS. Atrás, leitor de Blue-Ray, dois LCD de alta definição, tela de 23 cm, entrada HDMI. 

A R$ 235.000, definitivamente não é para Durangos…


Dodge Durango

Audi – Diretorias de compras e produção da matriz Audi visitaram o final das instalações industriais no prédio da Volkswagen, nas beiradas de Curitiba, aprovaram e garantiram: produção Audi A3 sedan, 1.4TSI, iniciará em setembro.

Tendência – Na reta final para as definições de seu picape médio, a FCA lista possíveis nomes palatáveis aos mercados domésticos, latino e norte americano. Por enquanto Toro lidera preferências.

- Jornal Folha de São Paulo publicou entrevista de Phillipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz. 

Claro e corajoso, curto e grosso. Disse: o País perdeu a previsibilidade e voltou 20 anos no tempo; o PSDB volta contra suas crenças e o PT, também, e isto arrisca investimentos. 

"É a pior crise dos últimos anos, volume caindo, preços estáveis, custos aumentando".

Óptica - Sua empresa vê o Brasil com desconfiança, porém mantendo investimentos para a fábrica de automóveis, mas foi executivamente objetivo para caracterizar a crise, a seu ver caseira, sem origem externa, como diz a presidente Dilma.

Ocasião - Sobre o ajuste fiscal, diz necessário, mas o governo deve reduzir seus custos. 
Ninguém precisa de 39 ministérios, arremata. 

Pela primeira vez, executivo deste porte, empregador de 11 mil pessoas, toma coragem para engrossar reclamações sobre a inércia para resolver a situação econômica do País.

Gargalo – Passados sete anos de sua publicação, a Lei 11.705, a Lei Seca, mostra estatística ansiada: redução do número de pessoas que bebem e dirigem.

Trabalho
- Espírito e resultados deveriam inspirar os legisladores a mudar a tipificação do crime de morte ao volante sob influência de bebida: em vez de homicídio culposo – sem intenção de matar -, em doloso, assumindo a responsabilidade do ato praticado. E ser inafiançável.

Ônus - A leniência das autoridades brasileiras, simplificando as punições com a singela argumentação da inexistência de cadeias, apenas justifica a omissão dos governantes, passando as consequências à sociedade.

Acerto – Conselho Nacional de Trânsito, Contran, pela Resolução 528/2015 proibiu licenciamento de veículos com direção do lado direito. 

Alega, regra básica do Código de Trânsito é circulação pela direita, iluminação e sinalização voltada aos condutores posicionados ao lado esquerdo. Excetuou os veículos de coleção.

De novo
– Mais uma iniciativa para usar a imagem de Ayrton Senna: a TAG Heuer lançou coleção de relógios revivendo sua imagem. 

Quatro modelos da série Carrera, marcados pelo “S”, e preços entre R$ 7.905 a R$ 20.605.

Fim – Fim do paulistano 3 Cilindros Clube, criado para cultivar a paixão sobre os DKW e seus motores 2 Tempos, tricilíndricos. 

Falta de interesse dos sócios, e insuperável crise administrativa por falta de registros das gestões anteriores.

Ocasião – Necessitas de motor novo para Alfa Romeo 164. 12 e 24 válvulas; Fiat Marea 2.0 ? Empresa paulistana arrematou estoques na Fiat italiana e tem-nos à venda. 

São Zero Km e únicos remanescentes no mundo. 

V6 3.0 12 e 24 válvulas a R$ 14.116,62; Marea 5 cilindros, 2.0 turbo, R$ 10.587,47; Tempra 2.0 SW 8V, R$ 6.207,00. 

Mais?
Paulo Panariello, antigomobilista, passou. 

OOOO Foi pioneiro em fazer vendas em 10x para facilitar negócios. 

OOOO Márcio Piancastelli, designer, idem. 

OOOO Um dos abridores de caminho no design automobilístico brasileiro, vencedor de concurso nacional, estágio na Itália, partícipe dos projetos do Corcel I, VWs TL, SP e Brasília. OOOO

Desafio da Fiat, renascer a Alfa
Dentre os desafios enfrentados pela Fiat nos últimos 6 anos, renascer a Alfa é projeto com o mesmo nível de dificuldades.

No pequeno espaço de tempo, saiu da associação com a GM; propôs-se assumir e comprar a Chrysler; voltar aos balanços positivos; romper o etéreo laço institucional entre a Itália e a Ferrari, colocando suas ações em bolsa de valores; re lançar a Maserati.

A centenária marca – dia 24 marcou 105 anos de fundação -, é o melhor retrato da paixão italiana por veículos, e seu re
surgimento, após temporada com apenas dois produtos, o MiTo e a Giulietta, é grande desafio.

A FCA visa integral troca de produtos da marca, buscando retorno aos conceitos mecânicos gravados pela memória Alfa, como a volta à ação traseira. 


Produto inicial, o Giulia – nome mundialmente simpático desde os anos ’60 – é o primeiro de família com oito veículos. 

Para voltar a ser objeto de paixão e admiração, como se manifestava Henry Ford – “quando vejo passar um Alfa Romeo, tiro o meu chapéu“, dedicou-se a apurá-los em projeto e construção, implantando tecnologicamente diferenciada fábrica de motores. 

E centrou a produção de mecânica e veículos na Itália, integrando a característica de paixão dos italianos à imagem dos novos Alfa.

Quer fazê-los com espírito esportivo, construção acurada e o Giulia pretende concorrer na faixa mais aguerrida na Europa e EUA: com Mercedes Classe C, BMW Series 3, Audi A3, novo Jaguar XE. 


O volume e os investimentos – atualmente calculados em circa E 6B -, mostram o tamanho do desafio. 

Como todos os projetos mirou foram vitoriosos, o Giulia, representando a nova era, está em boa companhia.

Alfa Romeo Giulia

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