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quinta-feira, 16 de julho de 2015

MUITAS DECISÕES NO BRASIL SÃO TOMADAS NAS COXAS, NÃO HÁ PLANEJAMENTO, E, ASSIM, VEMOS DETERMINAÇÕES COMO A ADITIVAÇÃO BÁSICA DA GASOLINA, QUE DATA DE 2012, MAIS UMA VEZ ADIADA... PARA 2017, APESAR DE A MEDIDA BENEFICIAR OS PROPRIETÁRIOS DE CARROS, QUE TERIAM MENOS DESPESAS DE MANUTENÇÃO E ATÉ REDUÇÃO DE CONSUMO DE COMBUSTÍVEL. ENTRETANTO, FIAT, FORD, VW E GM AMARGARAM NOVA QUEDA DE VENDAS EM JUNHO



Alta Roda 

Nº 845 — 16/7/15

 Fernando Calmon

SÓ RESTA ESPERAR


Vêm de longa data os adiamentos sucessivos de decisões na cultura brasileira e mais ainda quando os governos estão envolvidos. 

A Coluna de 27 de janeiro último listou 10 das principais pendências legislativas ou regulatórias que afetavam o setor automobilístico e menos de seis meses depois só piorou.

A obrigatoriedade do extintor (de princípio de incêndio) do tipo ABC na frota de carros usados já está no terceiro adiamento em 2015, embora previsto há mais de cinco anos. 

De abril, foi para julho e depois para outubro. Além de bem mais caro, sua utilidade continua questionável. 

É reflexo mais de grupos de interesse específico e menos de real preocupação com a segurança.

Há, entretanto, mais uma postergação e o consumidor, outra vez, foi prejudicado. 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) tinha decidido antes de 2012 que toda a gasolina comercializada no País deveria ser obrigatoriamente aditivada a partir de 1º de janeiro de 2014. 

Deu-se um prazo para seleção básica e teste dos aditivos detergentes e dispersantes, sem prejuízo de cada distribuidora continuar a desenvolver e oferecer suas próprias fórmulas com respectivos nomes comerciais.

No final de 2013, a ANP adiou por 18 meses, para 1º de julho último, a distribuição nacional dessa gasolina com aditivos para limpar e manter limpos válvulas e injetores. 

Os proprietários de carros teriam menos despesas de manutenção e até diminuição discreta de consumo de combustível ao longo do tempo. 

Os desentendimentos ocorreram, apesar do prazo adequado, em relação à aditivação ser nas refinarias ou nos tanques das distribuidoras, com custos diferentes.

Agora no dia 29 de junho, apenas 48 horas antes de vencer o prazo anterior, a ANP publicou nova Resolução adiando por mais dois anos, para 1º de julho de 2017, a chegada da gasolina com aditivação básica. 

As justificativas da agência são, em resumo, de que foi informada em fevereiro último pela Petrobras que ao trocar o motor no banco de provas, já gasto, por outro do mesmo modelo a análise da formação de depósitos nas válvulas de admissão não apresentou resultados confiáveis.

E acrescentou: “Além disso, os agentes econômicos responsáveis pela adição dos detergentes dispersantes à gasolina vêm apresentando diversas dificuldades para adaptação de suas instalações e, consequentemente, o atendimento ao prazo determinado”. 

Ou seja, a causa do primeiro adiamento se repete agora apesar das dilatações concedidas.

Pode haver outras razões, escamoteadas, entre elas o temor de que a gasolina subisse novamente de preço, apesar de se saber por experiências internacionais que a aditivação tem custos pequenos frente a benefícios bem maiores. 

Infelizmente, as agências reguladoras brasileiras estão sujeitas a pressões políticas do governo e do Legislativo e não conseguem cumprir suas tarefas com a mesma eficiência de suas congêneres em outros países.

Agora só resta, mais uma vez, esperar até que os 40.575 postos de combustíveis líquidos (dado atualizado em 22 de junho passado) de todo o Brasil recebam gasolina com aditivação básica.

RODA VIVA

EMBORA a FCA nunca tivesse confirmado a produção de um verdadeiro sedã médio-compacto, como o Viaggio chinês ou o Dart americano, em sua nova fábrica de Goiana (PE), havia possibilidade remota de que isso acontecesse. 

Fontes desta Coluna, no entanto, garantem estar totalmente descartada. 

Já existem 15 protagonistas e a Fiat não tem tradição nesse segmento.

VIDA mais difícil para fabricantes com presença importante na base do mercado. 

Versões de 1 litro, as mais baratas em razão do IPI menor, apresentaram queda acentuada de participação nas vendas de automóveis, de 34,2% (maio) para 31,7% em junho último. 

E as quatro grandes (Fiat, Ford, GM e VW) desabaram para patamar nunca visto: apenas 56% de penetração de mercado.

OUTRA surpresa foi o Corolla, na oitava colocação, vender mais que o Uno (em nono lugar) pela primeira vez. 

Porém, é preciso lembrar que o Civic, tradicional maior rival do sedã japonês, teve sua produção desacelerada para permitir crescimento do HR-V, este com demanda superior à oferta. 

Só no começo de 2016, com a nova fábrica, a Honda aumentará a produção.

NESTA nova geração do cupê TT a Audi se superou. 


Retoques visuais na medida certa como passar as quatro argolas de sua logomarca da nova grade para o capô, novo quadro eletrônico de instrumentos virtual totalmente configurável e comandos de ar-condicionado nas próprias saídas de ar. 

Potência aumentada para 230 cv veio na hora certa e empolga quem quer sempre ter o carro à mão com visibilidade, ergonomia e precisão.

CENTENÁRIO de fundação da alemã ZF este ano coincidiu com a aquisição da americana TRW para formar o terceiro maior grupo de autopeças do mundo. 

A primeira sempre focou em engrenagens e elementos completos de transmissão, em especial caixas de câmbio. 

A segunda tem forte atuação em itens de segurança ativa e passiva de alta tecnologia.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

QUE TIPO DE COMBUSTÍVEL VOCÊ DEVE USAR EM SEU CARRO COM MOTOR FLEX: GASOLINA, APENAS, GASOLINA MISTURADA COM ÁLCOOL, SÓ ÁLCOOL? OS CARROS ANDAM COM QUALQUER UM, MAS O QUE ESTÁ EM PAUTA NÃO É BEM ESSA QUESTÃO, E SIM O QUE É MAIS ECONÔMICO? ISSO CABE AO DONO DO CARRO DESCOBRIR, AFINAL, O GOVERNO AO IMPOR A MISTURA DO ETANOL À GASOLINA NÃO ESTÁ PREOCUPADO COM O CONSUMIDOR E SIM COM O USINEIRO. O NOSSO COLUNISTA ROBERTO NASSER DEIXA ESSA HISTÓRIA CLARA


Coluna nº 2.915 - 16 de julho de 2015
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Motor Flex, verdades, 

mitos e papos furados


Desde que o governo forçou os fabricantes de veículos leves a desenvolver os motores ditos genericamente flex, e mais recentemente quando, sem estudo ou base técnica, autorizaram o aumento da mistura do percentual de álcool ao gasálcool, surgiram instruções, aconselhamentos, dicas e informações sobre estes engenhos quase onívoro.
      
Sua capacidade de consumir qualquer proporção de gasolina+álcool anidro; ou álcool hidratado; fez surgir um desencontro de informações sobre seu uso.

A Coluna lista alguns tentando colaborar e tentativamente sanar dúvidas

1. Nova mistura é coisa boa?
apenas para os usineiros. Seu carro não está preparado para aproveitar os 2 ou 4% a mais em álcool. O motor consome, porém não produz rendimento proporcional.

2. Quando usar?
Use o gasálcool, ou o álcool hidratado, agora dito etanol, quando você quiser.

3. Qual usar?
Se você tem preocupação econômica, para encontrar a operação de menor custo, despreze o imutável índice oficial de 30% como diferença de consumo entre um combustível e outro. 

Combustível alternativo no Brasil não é política para o usuário e, assim, tal número é balela oficial, pois o percentual não é padrão e varia de carro para carro. 

Para saber, use um tanque cheio com gasálcool, outro com álcool e meça o consumo de cada um, chegando à diferença percentual do seu carro.

A diferença entre os consumos e entre cada um dos combustíveis é grande, de 50%, 40%, 25%, 20%, 15%... 

Dependendo da idade do projeto, ou da atualização do motor.

Assim, a verdade para você 
é a verdade do seu carro. 

Apenas sabendo a diferença de consumo você terá condições de calcular qual a operação mais econômica.

4. Gasolina, só aditivada?
Esta é uma verdade econômica. Funcionar, os motores o farão com a mistura derivada de petróleo ou com o combustível vegetal. Mas para o uso de gasolina prefira a aditivada. 

Ela mantém o sistema de alimentação – coletor, válvulas, guias, etcccc., livre de impurezas. 

A gasolina comum, não aditivada, deixa detritos, resíduos, uma poeiras importantes capazes de reduzir o rendimento e aumentar o consumo. Gasálcool, só aditivado.

5. Estrada
Opte pelo combustível vegetal. Ele aumenta os resultados em torque e potência, aparecendo melhor nas acelerações, ultrapassagens, subidas e, você sabe, disposição é segurança. 

Mas, cautela. O álcool é muito falsificável, pois sua característica higroscópica – a capacidade de absorver água – permite mistura com água e, ainda assim, fará o motor funcionar, apesar do rendimento cair e o consumo aumentar na medida da falsificação. 

Desta maneira, para não virar estatística no rol dos motoristas enganados, prefira os postos grandes, das maiores distribuidoras e de preferência exibindo, na bomba, certificado de inspeção recente. 

Portam, também, um filtro capaz de indicar, por cor, a pureza do álcool. Um alerta. 

Como o consumo com álcool é maior, você parará mais vezes para abastecer. Considere este dado.

6. O tanquinho
O tal de tanquinho de gasolina para partida a frio é um breve contra a tecnologia. Um desrespeito ao consumidor. 

Finalmente, tende a desaparecer pela existência de tecnologias atualizadas, embora não aplicadas a todos os veículos porque as montadoras não querem pagar a mais pelo sistema diminuindo o lucro unitário na venda do veículo ou repassando ao preço final, por entender, não será bem recebido como acessório.

O injetor de gasolina funciona automaticamente em temperaturas de meio ambiente abaixo de 15 graus centígrados, entretanto, mesmo não utilizado com frequência, você deve mantê-lo abastecido para não ressecar o sistema.

7. Puro ou misturado?
Misture, dizem algumas pessoas. Ou não, dizem os técnicos. Faça como quiser. O sistema não é refinado ou exigente em paladar.

8. Gastar um combustível para abastecer com outro?
Cascata, papo furado, conversinha. Os motores são ditos flex exatamente por permitir utilizar qualquer um deles em qualquer proporção de mistura.

Não se preocupe, em pouco tempo de funcionamento os sensores do motor identificam as características do líquido a consumir e mudam as regulagens automaticamente.

9. Use gasolina, pois o álcool corrói o motor
Sem escolha. Ambos corroem a longo prazo e quilometragem.

10. Motores flex devem usar aditivos.
Depende, para qual finalidade? Se você usar gasolina comum, trocando-a pela aditivada, após 400 ou 500 km de funcionamento, os bicos de injeção serão limpos. 

Na gasolina o único aditivo adequado é para aumentar a octanagem e, consequentemente, o rendimento – mas, isto aumenta o custo operacional e na maioria das vezes o motor não aproveitará este aumento de octanagem.

11. Antigamente os carros eram mais econômicos
Normalmente, a referência está ancorada em tempos quando os motores eram individualizados, queimando apenas gasolina ou apenas álcool. É uma realidade. 

Desenvolvidos para operar com um ou outro, havia melhor aproveitamento. 

Para criar um ponto misto de equilíbrio permitindo a capacidade, ambos os extremos perderam para que o meio fosse alcançado, mas o consumo aumentou bastante.

Com disse com ácida sabedoria o eng. Sérgio Habib, maior revendedor do País e sócio na implantação da chinesa JAC, Motor Flex é igual ao pato: anda, voa e nada – mal. Mas esta é a escolha que fizeram para você.
Roda-a-Roda

Arranjo – Ante as baixas vendas do Focus e do monovolume C-Max no mercado norte-americano, Ford avisou encerrar e transferir sua produção em Detroit, EUA. 

Não disse para onde, deixando no ar a dúvida sobre ser verdade ou apenas parcela de negociação com o sindicato de metalúrgicos. Se o C-Max for para o México, poderá ser fornecido ao Brasil.

Ford C-Max. Mexicano?


Continua – Dia 1º, Herbert Diess, ex-BMW, assumiu a presidência mundial da marca Volkswagen e anunciou planos: seguir o projeto de reduzir custos, aumentar margem de lucros, ultrapassar a Toyota, tornando-se líder mundial.

Demanda – Honda iniciou produzir a novidade HR-T na pequena fábrica de Campana, na Argentina, calçando a fabricação nacional em Sumaré, SP.

Bolsa – Uma conquista da administração Marchionnek, na FCA, separar a Ferrari e vender ações, caminha para viabilizar-se. 

Companhia prevê nos próximos dias colocar 10% do capital acionário em bolsa. 

Calcula o valor da Ferrari em US$ 11 bilhões. Ótimo reforço de caixa.

Para sempre – Buscando aumentar vendas nos EUA sino-sueca Volvo – capital chinês, marca originária da Suécia -, faz promoção consistente: as peças de reposição e mão-de-obra não serão cobradas. 

Deixa a dúvida: é reconhecimento de qualidade, ou bancará a assistência para conquistar mercado? Brasil fora da promoção.

Imagem – PSA Peugeot Citroën deu passo importante para mostrar-se superando a crise interna: enfatizará a história das marcas e da recente DS, funcionando em seus museus com ações para mostrar sua tradição. 

Seu presidente, Carlos Tavares, resume: Não existe uma marca forte, sem uma história forte.

Reflexo – Tavares, português do Sul, deveria repetir isto no Brasil, onde fábricas ou montadoras ou importadoras passam ao largo do assunto. 

Aqui, Fiat junta veículos de sua história, VW salva carros de engenharia e testes, Mercedes preserva caminhões e ônibus antigos. E só. Museu de fabricante? Nenhum.

Pouco - Toyota Etios 2016 limitou atração apenas às versões topo de linha: sistema de áudio e display

Não corrigiu a falta de atração visual nem a errônea distribuição de ventilação no interior, privilegiando o passageiro frontal. 

Esforços para as mudanças exigida pelos consumidores estão em curso.

Etios 2016, acessórios nas versões de topo


Turbo – Raciocínio corrente na Volkswagen quanto ao surgimento do up! com motor turbo em agosto: apresentar o equipamento como ferramenta de uso agradável e de economia, fugindo da imagem de esportividade e velocidade.

Segurança – Testes pela LatinNCAP, entidade aferidora de segurança dos carros feitos ou vendidos na América Latina, foi aos extremos: deu cinco estrelas, nota máxima, ao Renegade cinco pontos para segurança dos passageiros dos bancos dianteiros e traseiros. É o mais seguro dos nacionais.

Noutro extremo, novo Chery IQ, 
sucessor do QQ, teve zero estrelas.

Balança – Enquanto as vendas de carros novos têm caído à média de 20%, as dos usados sobem em número assemelhado. 

Carros com até três anos de uso são os queridinhos da vez. 

Ilídio do Santos, presidente da Fenauto, federação setorial, feliz. 

Deveria buscar facilidades de financiamento com governos. Usados significam serviços e peças – e empregos e impostos.

Compensação – Legisladores de Portugal criaram conta ao contrário: em vez de perder pontos por infrações de trânsito, motoristas podem ganhá-los assistindo aulas sobre o Código de Trânsito e procedimentos, para abatê-los de outras penalidades. Espécie de banco de pontos.

Tecnologia – Para se harmonizar com o Mustang Shelby GT350R, o mais potente em 50 anos, Ford equipou-o com pioneiras rodas em fibra de carbono. 

Mais leves, melhoram o trabalho da suspensão. 

Para isolar o material do calor gerado pelos freios, aplicou revestimento em plasma cerâmico utilizado nos ônibus espaciais.

Adicional – Sistema de rastreamento 3T lança assistência técnica 24 horas: guincho, mecânico, chaveiro, borracheiro para automóveis e motos.

Negócio – Enquanto os aficionados enxergam a Fórmula 1 como disputa esportiva, a bilionária movimentação não passa de atividade comercial bem explorada pela detentora de seus direitos, incluindo transmissão.

Interesse - Empresário norte-americano, Stephen Ross, 75, investidor e dono do time de futebol Miami Dolphins, associado à Quatar Sports, quer comprar 35,5% das cotas da CVC Capital Partners, e os 5% detidos por Bernie Ecclestone, 84, mandão da Fórmula 1. Valor da proposta, 6,2 bilhões de Euros.

Fangio – Restos mortais de Juan Manuel Fangio, primeiro penta campeão mundial de automobilismo, serão exumados após 20 anos de sua morte. 

Há dois candidatos a herdeiro buscando comprovação através de exame de DNA. Fangio nunca se casou ou teve filhos reconhecidos, e seus herdeiros foram os sobrinhos.

Explicação – Diz-se em círculos argentinos, receio dos atuais herdeiros levou-os a vender patrimônio – como o Torino Gran Routier usado pelo penta.


Fangio, sem paz


Gente – José Eduardo Luzzi, engenheiro, presidente da MWM, novo presidente e CEO da Navistar International. 

OOOO Sucede Waldey Sanchez, referência de longevidade no setor. 

OOOO Armando Rodriguez Borda, executivo da Cummins, motores diesel, promovido. 

OOOO Diretor de fornecimento. 

OOOO Fez bom trabalho de racionalidade e redução de custos ocupando a área de logística nos EUA. 

OOOO Adriano Silva, engenheiro, promoção: gerente de Desenvolvimento da Rede Assistencial, da FPT Industrial. 

OOOO Cledorvino Belini, presidente da FCA America Latina, homenagem. 

OOOO Presidirá o SIMEA, encontro internacional de engenharia automobilística. OOOO
____________________________________edita@rnasser.com.br 

FABRICANTES DE VEÍCULOS APERFEIÇOAM OS DUMMIES, OS BONECOS QUE SIMULAM A PRESENÇA DOS MOTORISTAS E PASSAGEIROS NOS TESTES DE COLISÃO. OS USADOS PELA TOYOTA SÓ FALTAM FALAR

  



MECÂNICA ONLINE®

 

16 / 07 / 2015



Testes com dummies virtuais analisam
reação humana antes mesmo do acidente

A condução de um veículo requer muita responsabilidade por parte do motorista. Mas algumas vezes é inevitável o acontecimento de um acidente. 

Se você é o motorista, é bem provável que você pise no pedal do freio e busque mover a direção para tentar livrar um acidente maior.

Agora, se você estiver no papel do passageiro, vendo que em instantes um acidente vai acontecer, com certeza, você vai buscar uma melhor posição para diminuir os efeitos do impacto.

É aí que entra a tecnologia. Os bonecos utilizados normalmente num crash test de um veículo são denominados “Dummies”.

Eles servem principalmente para a análise dos efeitos físicos que o motorista, passageiros e até mesmo pedestres podem sofrer quando de um acidente real com o veículo avaliado.


O que vai variar muitas vezes nas sequelas para os envolvidos num acidente pode ser o comportamento, ou seja, a postura, considerando que o corpo estava relaxado ou então apoiado, tenso, e como será sua reação.

Buscando entender melhor esse comportamento, a Toyota produziu um novo software para o seu THUMS - modelagem humana virtual que replica esses tipos de reações antes da colisão.


A mais recente versão adiciona um recurso de modelagem muscular que pode simular a atitude corporal de diferentes ocupantes do veículo, de descontraído para preparado, permitindo a análise computacional mais detalhada das colisões e ferimentos que podem ser causados, ou mesmo, evitados.

Dessa forma, a nova versão permite controlar as alterações antes de um impacto vir a acontecer, resultando na análise de desempenho dos cintos de segurança, airbags e outros equipamentos de segurança, que podem ser estudadas com mais precisão, bem como sistemas de pré-colisão mais avançada.

A inteligência adquirida vai ajudar no desenvolvimento de novas tecnologias de segurança que podem proporcionar uma melhor proteção dos ocupantes.

THUMS versão 5 já foi adotado por dezenas de empresas, incluindo veículos e peças de fabricantes, e está a contribuir para a investigação de segurança do veículo em todo o mundo.

THUMS – Simulador de muitas características de diferentes partes do corpo humano, desde sua forma global para os ossos e a pele, permite a análise detalhada do tipo de lesões que podem ocorrer em uma colisão do veículo, tais como fraturas e ligamentos rompidos.

A Toyota iniciou o desenvolvimento do THUMS, em 1997, trabalhando com a Toyota Central R & D Labs. 

A primeira versão surgiu em 2002, seguida pela versão 2, em 2004, que acrescentou rosto e ossos para o modelo; a versão 3 em 2006, com um modelo de cérebro preciso; e a versão 4, em 2010, que ganhou a modelagem detalhada de órgãos internos.
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânica com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

FALHAS HUMANAS SÃO A MAIOR CAUSA DE ACIDENTES DE TRÂNSITO


Enquanto o trânsito nas cidades fica muito mais calmo no período de férias; nas estradas, a situação é bem diferente. 

Nesse período, o número e fluxo de veículos cresce e os riscos de acidentes também.

Segundo dados do DataSUS, o mês de dezembro, por exemplo, foi o campeão de mortes nas vias em 2013 – último levantamento publicado pela entidade. 


O mês de julho foi o quarto mais violento, perdendo apenas para agosto e novembro. 

Na temporada de férias, parece que junto com o descanso, muitos condutores também descuidam da segurança. 

Por isso, é sempre oportuno discutir e refletir sobre as causas dos acidentes.


De acordo com o ONSV (OBSERVATÓRIO Nacional de Segurança Viária), as três principais motivações dos acidentes de trânsito estão relacionadas e podem ser agrupadas em “Fator Humano, Fator Veículo e Fator Via”.

Segundo a entidade, 90% dos acidentes ocorrem por falhas humanas - que podem envolver desde a desatenção dos condutores até o desrespeito à legislação. 

Os exemplos são claros, excesso de velocidade, uso do celular, falta de equipamentos de segurança como o cinto de segurança ou capacete, o uso de bebidas antes de dirigir ou até mesmo dirigir cansado.

“Agir de forma preventiva e responsável, não tomando atitudes arriscadas como as citadas, é decisivo para reduzir acidentes”, alerta o OBSERVATÓRIO.


Para a entidade de segurança viária, apenas 5% dos acidentes têm motivação em falhas no veículo. 

E como as manutenções preventiva e corretiva são responsabilidades do condutor, até mesmos as falhas no veículo estão vinculadas ao fator humano, esclarece o documento.

O OBSERVATÓRIO complementa, porém, que em 5% das ocorrências de acidentes, as causas estão associadas ao “Fator Via”. 

Neste caso, são problemas que envolvem estradas mal sinalizadas, mal projetadas ou mal conservadas. 

“As condições de onde se trafega podem induzir a acidentes como; por exemplo, falta de passarelas pode levar a atropelamentos, vias esburacadas e sem acostamentos induzir a acidentes”.


Vale destacar que os acidentes não ocorrem por acaso, por mais que a palavra queira traduzir e os condutores se eximirem da responsabilidade. 

“Mortes por acidentes são consideradas pela Organização Mundial de Saúde como mortes evitáveis”, lembra o OBSERVATÓRIO.

Para facilitar a compreensão sobre as causas de acidentes e conscientizar o público sobre esse tema, o OBSERVATÓRIO disponibiliza o vídeo “Principais causas de acidentes”. Acesse o link e assista: http://www.onsv.org.br/ver/

quarta-feira, 15 de julho de 2015

JEEP RENEGADE JÁ EM SUA VERSÃO DE ENTRADA É O MAIS SEGURO CARRO NACIONAL. O MODELO PRODUZIDO EM PERNAMBUCO FOI SUBMETIDO AOS RIGOROSOS TESTES DE CHOQUES FRONTAL E LATERAL É O PRIMEIRO A RECEBER CLASSIFICAÇÃO MÁXIMA DE PROTEÇÃO (CINCO ESTRELAS) DE ADULTOS E CRIANÇAS NO LATIN NCAP



São Paulo, 15 de julho de 2015 – Ninguém que compra um carro deseja, mesmo que eventualmente, sofrer um acidente, nem testar o sistema de segurança do veículo, mas o Renegade, de acordo com o Latin NCAP é o primeiro produzido no Brasil a receber as cinco estrelas da entidade, de proteção de todos os ocupantes, incluindo crianças.


Esse foi o resultado dos testes do Programa de Avaliação de Carros Novos para América Latina e o Caribe, Latin NCAP, das colisões frontal e lateral do Jeep Renegade produzido e comercializado no Brasil. 

 A Jeep confirma e reforçar a decisão do seu compromisso em vender modelos de alta segurança, sem falar da sofisticação, exclusividade, conforto e capacidade off-road

O Latin NCAP é um programa independente que faz avaliações de segurança em veículos utilizando métodos de provas reconhecidos internacionalmente, qualificando entre zero e cinco estrelas (pontuação máxima) a proteção oferecida para adultos e crianças. 


Segundo o Latin NCAP, o Jeep Renegade tem uma “estrutura forte”. 

Enquanto os airbags e cintos de segurança protegem corretamente os ocupantes no impacto frontal, o veículo ainda proporciona boa proteção no impacto lateral. 

O modelo avaliado foi o Jeep Renegade Sport (versão de entrada), com os dois airbags de série (portanto, sem as cinco bolsas opcionais).

Esses resultados não só conferem ao Jeep Renegade o título de mais seguro carro brasileiro, mas também confirmam o compromisso da marca no processo construtivo de seus modelos e na qualidade dos materiais empregados no projeto. 


E comprovam que o Polo Automotivo Jeep, em Goiana, Pernambuco, segue à risca os rígidos padrões de qualidade estabelecidos para os produtos da marca.


“Já na apresentação do Jeep Renegade, no Salão do Automóvel, havíamos assumido o compromisso de reinventar o segmento dos SUVs compactos, com um modelo autêntico, de qualidade global", lembrou Sérgio Ferreira, diretor-geral da Chrysler do Brasil e da Jeep para a América Latina

Ter o veículo mais seguro da categoria, sublinhou Sérgio Ferreira, fazia parte desse pacote, daí a oferta de mais de 60 itens de segurança ativa e passiva. 

Por isso, comemoramos muito esse espetacular resultado de um instituto isento e respeitado como o Latin NCAP, frisou. 

Sérgio Ferrira comprova que o Renegade não é apenas o mais seguro de seu segmento, "mas entre todos os carros produzidos no Brasil”.
Mais de 60 itens de 

segurança ativa e passiva



Como em todo veículo da Jeep, a segurança é primordial. 

O Renegade conta com mais de 60 itens relacionados a esse aspecto. Indo muito além dos obrigatórios airbags dianteiros e freios ABS, os controles de tração e de estabilidade, por exemplo, são equipamentos de série em todas as versões, bem como os controles anticapotamento e de estabilidade de trailer. 

Todos os passageiros traseiros 
contam com cinto de 
três pontos e encosto de cabeça. 

Atrás, há pontos Isofix para fixação segura de assentos infantis.
Para aumentar a visibilidade do motorista, os faróis de neblina e os sensores de estacionamento traseiro equipam todas as unidades do Renegade. 

E os repetidores laterais nos 
retrovisores também são 
de série desde a versão Sport. 

Completando, um dos pacotes de opcionais, o Safety, adiciona ainda airbags laterais, de cortina e de joelhos (totalizando sete bolsas de proteção) e sistema de monitoramento da pressão dos pneus.

Assista o vídeo que 
mostra o teste do choque:

PSA PEUGEOT CITROËN ABRE, NO POLO INDUSTRIAL BRASIL, E, PORTO REAL, A 8ª TURMA DA ESCOLA FORMARE, DESTINADA A CAPACITAR PROFISSIONALMENTE JOVENS DE 17 ANOS DE FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA


Educação, cultura e bem-estar social. Esses são os três pilares que sustentam a Escola FORMARE PSA Peugeot Citroën, instalada no Polo Industrial Brasil da empresa, em Porto Real, no estado do Rio de Janeiro. 

E hoje, dia 14 de julho, teve início a oitava turma deste projeto educacional tão importante para o Grupo PSA que, desde o seu início, em 2008, já formou sete turmas de alunos.

O principal objetivo deste projeto é desenvolver e capacitar profissionalmente jovens de 17 anos de famílias de baixa renda da região onde está instalada a fábrica da PSA, além de contribuir para reforçar os seus valores morais e sociais. 

A Escola é fruto de uma parceria entre a PSA Peugeot Citroën, a Fundação Iochpe e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), e reconhecida pelo Ministério da Educação e Cultura.


No período de atividades da Escola dentro da fábrica da PSA, os resultados têm sido extremamente positivos. 

Um dos destaques dessa iniciativa social é Marcilei Otávio Benedito Augusto, de 24 anos, ex-aluno da primeira turma da Escola FORMARE, em 2008. 

Natural de Resende e caçula de quatro filhos, foi o primeiro de sua família a se formar no Ensino Superior.

Na FORMARE, aproveitou bem a oportunidade das aulas teóricas com os educadores voluntários e das aulas práticas nos setores de produção da fábrica (Montagem, Pintura, Chaparia e Motores).
Reconhecido em sua turma, Marcilei foi contratado pelo Grupo PSA ao final da sua experiência como aluno e, desde 2009, destaca-se também como funcionário da empresa. 

Atualmente, é o responsável pelos processos de solda de toda a Chaparia e tem viajado frequentemente à fábrica do Grupo PSA em Palomar, na Argentina, com o objetivo de desenvolver um intercâmbio entre as unidades na evolução contínua do processo de soldagem. 

“Posso dizer que a PSA foi muito importante na minha vida. Iniciei aqui em 2008 e não tinha experiência nenhuma, ainda cursava a escola formal. Tudo o que aprendi hoje na minha vida profissional é fruto do que a PSA me proporcionou, desde a época do FORMARE, que me direcionou para o que queria fazer. Só tenho a agradecer à empresa por tudo o que consegui”, afirma Marcilei. 

A turma de 2015 deu início ao curso profissionalizante de Assistente de Operações Automotivas Industriais e, pelo período de nove meses, seus alunos terão a oportunidade de usufruir de um ensino de qualidade, ministrado por educadores voluntários da própria fábrica da PSA. 

Além da qualificação profissional feita na Escola, a vivência no cotidiano da empresa também contribui para a formação dos jovens em sua preparação para o mercado de trabalho.

“Sempre acreditei que o aprendizado é a base para o desenvolvimento de qualquer pessoa, seja do ponto de vista profissional, seja para criar a consciência de um cidadão responsável. 

No FORMARE, formamos os jovens com esse propósito pois, além de capacitá-los profissionalmente, nos preocupamos com o tipo de pessoa que eles serão ao longo de suas vidas”, destaca Eduardo Chaves, diretor do Polo Industrial Brasil do Grupo PSA.
Os funcionários da fábrica da PSA têm papel fundamental para a formação destes jovens pois a empresa abriu espaço para que atuem, durante seu horário de trabalho, como educadores voluntários dos alunos. 

No total, mais de 70 funcionários exercem esta tarefa, desenvolvendo suas competências e participando diretamente desta importante ação de responsabilidade social.

terça-feira, 14 de julho de 2015

A FRANÇA E O MUNDO COMEMORAM HOJE A QUEDA DA BASTILHA, DIA EM QUE A JEEP FESTEJA O SEU MAIS IMPORTANTE SEMESTRE E HISTÓRICO DESEMPENHO OPERACIONAL E COMERCIAL, NO BRASIL. PARA MARCAR A DATA, LANÇA UMA PROMOÇÃO DO CHEROKEE, O SEU SUV DE LUXO, OFERECENDO UM DESCONTO DE R$ 15 MIL. O CARRO SAI POR R$ 184,9 MIL, EM SUA VERSÃO BÁSICA.


São Paulo, 14 de julho de 2015 – A Jeep celebra o melhor desempenho de toda a sua longa história no Brasil, ocorrida no 1º semestre deste ano. As vendas da marca foram de 7.861 unidades, revelando um crescimento de 669% sobre o mesmo período de 2014. 



Esse resultado justifica o investimento da FCA - nova dona da Jeep - de mais de R$ 7 bilhões no País, na construção do Polo Automotivo Jeep, em Goiana (Pernambuco), ampliação da rede de concessionárias (de 43 para 132 pontos) e o bem-sucedido lançamento do Jeep Renegade.

Em maio e junho, a Jeep chegou à 11ª posição no ranking geral de marcas – no ano passado estava em 24º lugar. 

Para comemorar o momento histórico, a Jeep lançou uma promoção especial para seu mais recente lançamento importado, o Jeep Cherokee.

As três versões do SUV tiveram os preços reduzidos em R$ 15 mil.

“Trata-se de uma grande oportunidade para o consumidor adquirir o novo Cherokee, modelo de enorme sucesso global, e que já vem mostrando suas qualidades no Brasil, vencendo vários comparativos realizados pela imprensa especializada”, destaca Sérgio Ferreira, diretor-geral da Chrysler do Brasil e da Jeep para a América Latina.


Com a redução nos preços, a linha Cherokee apresenta agora 
os seguintes valores: 

R$ 184,9 mil na versão Longitude, 

R$ 199,9 mil na Limited e 

R$ 214,9 mil na Trailhawk. 

A nova geração do Cherokee desembarcou no País, em setembro passado, reformulada e evoluída em todos os aspectos, ganhando personalidade, desempenho, conforto, segurança e economia, entre outros quesitos.

O motor é o Pentastar V6 3.2, de 271 cv, acoplado a um câmbio automático de nove marchas. 

O sistema de transmissão é completado pela tração integral, de série em todas as versões. 

Também de série desde a linha 2015 é o sistema stop-start, que contribui com o ótimo consumo de gasolina do motor.

A última novidade do SUV foi a chegada, em abril, da versão topo de linha Trailhawk, mais voltada para o off-road. 

Além do visual mais robusto e de adereços para uso todo-terreno, ela traz o novo sistema 4x4 Jeep Active Drive Lock, com reduzida e bloqueio de diferencial traseiro.

segunda-feira, 13 de julho de 2015

SUZUKI PROMOVE JIMNY DAY ESPECIAL, NO PRÓXIMO DIA 18 (SÁBADO) NO FESTIVAL DE INVERNO DE CAMPOS DO JORDÃO, COM PASSEIO OFF-ROAD EXCLUSIVO PARA PROPRIETÁRIOS DO JIPE, QUE FARÃO PASSEIOS PELAS TRILHAS 4 X 4 DA REGIÃO. CONTINUARÁ, DEPOIS DE CAMPOS DO JORDÃO, NO NORDESTE, DIA 31/10, E TERMINARÁ EM SÃO PAULO, DIA 21/11


Pelo terceiro ano consecutivo, a Suzuki Veículos do Brasil marca presença no tradicional Festival de Inverno de Campos do Jordão (SP), que está na 46ª. edição. 

Além de um lounge, montado desde o início de junho na Vila Capivari, a marca japonesa preparou um Jimny Day Especial, passeio off-road exclusivo para os proprietários do modelo Jimny, o SUV compacto da marca, marcado para o dia 18/07.

Dessa vez a taxa de inscrição será diferente: além de dois cobertores novos, os participantes doarão 1 kg de ração canina, que será entregue ao Move Institute, entidade voltada para a proteção animal. 

A festa de encerramento terá apresentação de uma banda de rock e food trucks.


"Fizemos essa parceria com o Move Institute porque achamos que nossos clientes iriam se identificar. Muitos deles têm cachorros e inclusive os levam para as provas. Assim que conhecemos o projeto do Move, que realiza um trabalho sério e profissional, logo abraçamos a causa. Para chamar a atenção e ajudar na divulgação, faremos distribuição de adesivos ‘Adote não compre’ e teremos um inflável de cachorro no lounge", conta Vanessa Massaro, gerente de marketing da Suzuki.



Outra novidade é que o Jimny Day Especial será dividido em dois grupos, que farão duas trilhas diferentes: uma seguirá para o Pico do Itapeva, com 29 km, passando por estradas de terra, trilhas fechadas, subida de montanha, zigue-zagues em descidas estreitas, até a chegada ao neutro, em um pesqueiro. 


Grande parte do percurso será em 4x4 reduzida, com muita diversão e paisagens belíssimas. 

A outra turma seguirá rumo a Pedra do Baú e percorrerá 38 km, passando por fazendas, mata fechada, subidas íngremes e muita erosão. E para os mais radicais, haverá a opção de um trecho Extreme.


O Jimny Day é a opção perfeita para quem gosta de passeios outdoor, de apreciar a natureza e conhecer novos lugares ao lado da família e amigos, desfrutando de todos os recursos que o 4x4 compacto da Suzuki oferece.


Sobre o Move Institute
O Move Institute é uma organização sem fins lucrativos fundada em 2009 com o objetivo de atuar em diversas questões relacionadas à causa animal e em especial problemas do convívio entre humanos e animais, tais como: venda, maus tratos, abandono, confinamento e exploração. 


O trabalho é focado na disseminação de informação, formação de opinião e pensamento crítico, e na transformação de hábitos.



"Acreditamos que a parceria com a Suzuki é muito importante para podermos ampliar a discussão sobre temas relacionados a causa animal. É urgente que o empresariado apoie iniciativas promovidas pelo terceiro setor voltado aos animais. O evento será uma ótima oportunidade de difundirmos a importância da adoção de animais e ainda arrecadarmos ração, que será distribuída entre abrigos que apoiamos. Vale ressaltar que hoje o Brasil possui mais de 30 milhões de animais abandonados, muitos passam suas vidas nas ruas à espera de um lar", destaca Adriana Pierin, Presidente do Move Institute (www.moveinstitute.org).


Calendário 2015 Jimny Day
18/07/15 - Campos do Jordão (SP)
31/10/15 - Região Nordeste
21/11/15 - São Paulo

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