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domingo, 30 de agosto de 2015

INOVAÇÕES TECNOLÓGICAS AUTOMOTIVAS AVANÇAM A PASSOS FIRMES E CENTRO DE ENGENHARIA DA BOSH NA ALEMANHA É A UNIDADE DE PESQUISAS DE EXCELÊNCIA




MECÂNICA ONLINE® 


30 / 08 / 2015


Advanced PFI – Combinação de quatro tecnologias na redução de consumo e emissões



É cada vez menor a distância entre as inovações tecnológicas e nosso mercado. Atendendo convite da Robert Bosch América Latina conheci de perto o principal Centro de Engenharia da Bosch, em Abstatt, Alemanha, que desde 1999 tem desenvolvido soluções individuais para sistemas eletrônicos, combinando as vantagens da tecnologia em série e comprovadas para diversos clientes situados na Alemanha, Japão, América do Norte, França, Áustria, China, Brasil, Reino Unido e Itália.


Foi uma oportunidade para conhecer no presente o futuro das inovações automotivas. Direto da fonte, com quem desenvolve e certifica os novos recursos. 
E nada melhor do que encontrar brasileiros na linha de frente de projetos tão importantes.



Thomas Junge e Martin Leder apresentaram as principais inovações desenvolvidas e em especial uma que tem tudo para ser aplicada em veículos no Brasil, a Advanced PFI, que revela a evolução do tradicional sistema PFI mais utilizado atualmente.


Martin Leder.

No sistema já utilizado em nosso mercado (PFI) Port Fuel Injection, a mistura ar/combustível é formada fora do cilindro do motor no coletor de admissão. 



O injetor pulveriza o combustível na válvula de admissão. Durante a descarga de admissão, o movimento para baixo do pistão faz a sucção da mistura ar/combustível através da válvula de admissão aberta para dentro da câmara de combustão.

Assista o vídeo:

Agora, vamos entender o que muda com o Advanced PFI. O objetivo continua o mesmo: maior rendimento do motor, máxima economia de combustível e impacto ambiental reduzido, alinhado com as novas metas de emissões de CO2 a serem cumpridas. 

Mas de que forma? Combinando quatro tecnologias.

1 - Dupla injeção de combustível – Por meio de dois injetores de combustível instalados na galeria, para cada cilindro, ocorre um reforço no posicionamento e direcionamento da pulverização das gotículas atomizadas de combustível, melhorando assim a distribuição do combustível na mistura com o ar e reduzindo a condensação na parede do cilindro e o tempo de injeção. 

Ocorre um ganho na estabilidade da ignição e na rapidez de conversão do catalisador, que ocorre mais rapidamente.


2 - Aumento da pressão do combustível - A bomba de combustível, no sistema de baixa pressão varia a pressão de combustível para atender as necessidades específicas. 

Quando você liga o veículo a pressão é temporariamente aumentada, variando de 4,2 até 6 bar, a fim de apoiar a formação da mistura e reduzir o tamanho da gota de pulverização (diâmetro médio de Sauter - SMD).

Esse sistema permite variar não apenas a pressão de combustível conforme a necessidade do motor, mas também a vazão da bomba, só permitindo a passagem necessária de combustível. 



Dessa forma, a bomba trabalha menos, o alternador também trabalha menos, exigindo menos energia do carro. Maior pressão, melhor vaporização, melhor partida.

O aumento da pressão eleva a quantidade máxima de combustível medida a plena carga. 

A massa de combustível vaporizado é aumentada e a condensação de combustível na parede do coletor é reduzida.


3 - PFI Scavenging – Uma das ocorrências em motores turbos é a dificuldade em vencer a inércia da turbina e da sua capacidade volumétrica, mais conhecida como turbo lag, ou perda de potência nas baixas rotações, ou seja, o tempo de resposta necessário até que o turbo possa "alimentar" o motor com mais mistura.

O Scavenging nada mais é que o aumento na velocidade de “lavagem” do cilindro (expulsar o ar queimado da combustão anterior), que considera o tempo de escape dos gases e o início de uma nova admissão, que só acontece quando a válvula de escape está completamente fechada. 



O ganho na curva de torque é muito próximo quando comparado ao motor de injeção direta.

Assista o vídeo:


4 - Injeção com válvula de admissão aberta (OVI - Open Valve Injection) – Recurso pouco utilizado no Brasil devido a geração elevada de hidrocarbonetos (combustível não queimado que segue para a válvula de escape), passa a ser importante em conjunto com as outras três tecnologias, permitindo o aumento na taxa de compressão em cerca de um ponto (1,0), que reduz o consumo de combustível em carga parcial.

A injeção dupla amplia os efeitos do OVI por meio de melhoria da atomização e vaporização, bem como segmentação otimizada.




Vantagens para o cliente – Na prática essa combinação de quatro tecnologias resulta na redução das emissões (12% menos CO2 com a dupla injeção); ganho de cerca de 1% de economia no consumo devido o controle de variação da pressão de injeção do combustível (alternador não fica trabalhando a todo tempo carregando a bateria); a injeção com válvula aberta traz como benefício a redução na temperatura do motor (entre 0,5 e 1º C), aumento da taxa de compressão e economia de mais 1% no consumo; e o turbo (scavenging) o ganho na redução de consumo é da ordem de 10%.

Ao todo, a soma de todos os benefícios vai permitir uma economia de até 12% no consumo de combustível, além da funcionalidade melhorada devido o inovador desenvolvimento da injeção de combustível. 

Aumento de até 40% no ganho em torque. Mais de 20% de redução das emissões no ciclo de teste.


Essa tecnologia ainda não chegou ao Brasil, mas a Bosch já realiza o desenvolvimento com testes por aqui. 

A motorização escolhida foi a 1.4 bicombustível com taxa de compressão de 9,8:1 e produz 154 cavalos de potência a 5.500 rotações por minuto e torque de 206 Nm com rotação de 2.250 por minuto. As fotos revelaram o Fiat Punto em análise.

Centro avançado de Engenharia da Bosch - Desde 2011 a área de engenharia da Bosch tem presença direta no Brasil, permitindo facilitar que novos recursos possam ser oferecidos conforme as necessidades dos fabricantes automotivos por aqui instalados.

Entre as diversas atividades, os engenheiros dão suporte aos sistemas bicombustíveis, sendo responsável ​​pela calibração do motor em bancos de ensaio da própria Robert Bosch América Latina, a calibração do veículo (por exemplo, comportamento, dirigibilidade), diagnósticos de calibração de emissões, a bordo, e calibração do pacote de software para o sensor flex-fuel, bem como preparação dos documentos de certificação para a homologação.

Além de carros de passageiros a equipe de Engenharia da Bosch na América Latina está fornecendo soluções de engenharia para a indústria de mineração.

Grupo de jornalistas brasileiros que visitaram o Centro da Bosh
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Tarcisio Dias – Profissional e Técnico em Mecânica, além de Engenheiro Mecânica com habilitação em Mecatrônica e Radialista, é gerente de conteúdo do Portal Mecânica Online® (www.mecanicaonline.com.br) e desenvolve a Coleção AutoMecânica.
E-mail: redacao@mecanicaonline.com.br

Coluna Mecânica Online® - Menção honrosa (segundo colocado) na categoria internet do 7º Prêmio SAE Brasil de Jornalismo 2013, promovido pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade.

sexta-feira, 28 de agosto de 2015

EM MAIS UMA TRAPALHADA ECONÔMICA, O GOVERNO FEDERAL ANUNCIOU UM PROGRAMA DE FINANCIAMENTO PRIVILEGIANDO A INDÚSTRIA AUTOMOTIVA PARA TENTAR SEGURAR OS EMPREGOS NO SETOR DE AUTO-PEÇAS. O PROBLEMA É QUE A SOLUÇÃO DA CRISE QUE SE INSTALOU NO PAÍS DEPENDE DE AÇÕES SÉRIAS, COMO A IMPLANTAÇÃO DE UM PROGRAMA DE RENOVAÇÃO DE FROTA, O QUE NÃO FOI FEITO SEQUER COM A SUBSTITUIÇÃO DOS VELHOS CAMINHÕES COM MAIS DE 30 ANOS DE USO. O MERCEDES CLASSE C 180 SERÁ O PRIMEIRO A SAIR DA FÁBRICA DE IRACEMÁPOLIS


Alta Roda 

Nº 851 — 28/8/15

Fernando Calmon

SAIR DA RETRANCA

O Governo Federal perdeu mais uma batalha de comunicação ao anunciar o novo programa de financiamento industrial para a cadeia de produção automobilística. 


Outra vez, passou a impressão de que estava socorrendo um segmento considerado privilegiado, com juros subsidiados, em detrimento dos demais setores da economia, inclusive o de pequenas e médias empresas.

Erros já começaram quando a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil convocaram a Imprensa, com intervalo de 24 horas, para no fundo comunicar os mesmos assuntos com quase nenhuma nuance que os distinguissem. 


A ideia desta vez é apoiar os produtores de autopeças, em especial os de menor porte, nessa fase em que se perderam, em menos de dois anos, mais de 50.000 empregos entre fabricantes, fornecedores e concessionárias.

Pareceu bastante claro que os dois bancos públicos atuaram sem coordenação e pouca convicção sobre as propostas. 


Também ficou mal explicado que o “socorro” envolveria uma espécie de contrapartida de evitar demissões, o que no momento parece difícil e mais ainda de controlar. 

Afinal, é o comprador que precisa ser convencido a sair da retranca do consumo.

Na véspera destes dois anúncios, durante o seminário Planejamento Automotivo 2016, organizado em São Paulo pela Automotive Business, o clima de pessimismo em uma pesquisa eletrônica instantânea contagiou o próximo ano e até mesmo o início de 2017. 


Para dois terços dos 360 presentes o número de empresas de autopeças vai diminuir, seja ao cerrar as portas simplesmente ou por aquisições e fusões. Em todos os casos vão-se os empregos.

A cadeia de produção automobilística é longa: cinco milhões de pessoas vivem dela de forma direta e indireta com salários médios bem acima dos setores de construção civil e de serviços.


Seu faturamento alcança 5% do PIB (em países centrais como EUA, Japão e Alemanha a proporção é semelhante) com a diferença desproporcional de que aqui responde por mais de 10% da arrecadação de impostos. 

Assim, um governo à caça de receitas para se sustentar acaba por dar suporte de alguma forma aos fabricantes de veículos.

Para complicar, a média de idade do parque fabril brasileiro é estimada em 17 anos (na indústria automobilística, defasagem menor), contra sete nos EUA e cinco na Alemanha. 


Robotização poderia aumentar a produtividade, mas investimentos são altos e, num primeiro momento, elimina empregos.

Para o consumidor um programa de renovação da frota bem planejado ajudaria a animar o mercado e a preservar empregos, como aconteceu na Europa. 


Mas se até o plano de substituição de caminhões muito velhos – 30 anos ou mais – não consegue sair do papel, o que dizer sobre automóveis. 

Poder aquisitivo baixo e em baixa por razão da inflação só adiciona desânimo em um momento de falta de confiança na economia, nos governos e nos políticos.

Esta é a terceira grande crise que atinge a indústria automobilística, sem contar períodos de estagnação ou de baixo crescimento. 


As duas primeiras causadas pelo choque de preço do petróleo (anos 1980) e as dificuldades ao sair da hiperinflação (anos 1990). 

Uma durou 10 anos, a outra sete anos. Quem sabe essa termine em quatro anos.


RODA VIVA

POUCO mais de quatro anos depois do último recorde, o consumo de etanol hidratado bateu uma nova marca histórica no mês passado. 


Em julho, alcançou 1,55 bilhão de litros, correspondentes a 24% do total em motores de ciclo Otto (flex, gasolina e etanol puro). 

Somado ao etanol anidro misturado à gasolina o combustível vegetal respondeu por quase 60% do consumo nacional.

GARANTIA de peças no serviço de manutenção independente foi um dos temas acalorados do 21º Seminário da Reposição Automotiva, semana passada, em São Paulo. 


Embora incidência de defeitos seja baixa, custos envolvidos não o são. A peça sai da fábrica, vai para distribuidor, varejo, oficina e consumidor e, depois, faz o caminho inverso, em caso de problema.

MERCEDES-BENZ Classe C 180 será o primeiro a sair da fábrica de Iracemápolis (São Paulo), em 2016. 


Na versão alemã atual, o motor 1,6 turbo, 156 cv, a gasolina (flex, em breve) sente o peso do carro, compensado em parte ao se selecionar o modo Sport de condução. 

Espaço interno muito bom e acabamento primoroso. Sistema multimídia tem pareamento pouco intuitivo.

ASSOCIAÇÃO Brasileira de Veículos Elétricos estima em 5% a frota mundial com esse tipo de tração, um evidente equívoco. 


Em 2014, era apenas 0,06% entre elétricos puros e híbridos recarregáveis em tomada. Híbridos comuns não podem ser considerados elétricos, mas mesmo somados representarão em 2015 pouco mais de 1% das vendas mundiais de veículos.

CESVI esclareceu alguns pontos dúbios sobre o seu Índice de Manutenção Veicular. 


Para os tempos-padrão de reparo, consultou concessionárias dos cinco principais fabricantes do país, que representam mais de 70% das vendas totais de veículos leves. Identificou, como média, 72 minutos de mão de obra em cada uma das revisões periódicas.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2

SE A FIAT ADQUIRI-SE A STARK QUE FABRICA O JIPE NO CEARÁ FICARIA COM MAIS UM MODELO PARA VENDER AO LADO DO RENEGADE, MAS NÃO SE INTERESSOU. FORD TEM PRONTA NOVA SÉRIE DO FESTEJADO ECOSPORT. RENAULT, NISSAN A MERCEDES VÃO PRODUZIR PICAPE JUNTAS.



Coluna nº 3.515 - 28 de agosto de 2015
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Tiro n’água: Fiat não 
comprou fábrica do jipe Stark

Notícia chegou por revendedor de outras marcas: a Fiat estaria comprando a TAC – Técnica Automotiva Catarinense -, pequeno fabricante do bem formulado jipe Stark. Havia coerência. 

Complementaria o leque de produtos da empresa, atendendo a pedidos da rede de concessionários, com inveja do Renegade e seu sucesso, da Jeep, marca irmã.

Adicional e favoravelmente à possibilidade, a FPT, uma das empresas sob a frondosa árvore da FCA NV, nova sociedade formada por Fiat SpA e Chrysler Automobiles LLC, fornecia o motor. 

E mais, para implementar o negócio, investimento não seria expressivo, mas coisa de pequena monta e bons resultados. 

A TAC, empresa pequena, criada em Santa Catarina com inversões oficiais e de empresários, lá não dera certo, transferindo-se para Sobral, no Ceará, com a mesma fórmula de auxílio de erários: Prefeitura e Estado. 

Especificamente a primeira por cessão de galpão provisório e área, facilidades como instalações, arruamento, isenção de IPTU. 

Em âmbito do governo estadual, subscrição por aporte de capital vivo adquirindo quase 15% da empresa, vantagens de ICMS. 

Se estava em dificuldades, como sempre esteve, seria negócio com pouco desembolso, barato.

Na conta de possibilidades para motivar ir atrás do assunto, argumento contrário, a diferença do processo de manufatura – fazer carros em plástico reforçado com fibra de vidro é inteiramente diverso do fazê-los com uso de chapa estampada. 

É uma outra operação e no caso, a solução é operar em área isolada para não misturar pessoas e processos. Como no caso.

Havia coerência, embora eu me perguntasse se o Cledorvino Belini, presidente da FCA, presidente da FCA para a América Latina, membro do conselho mundial, e iniciando desacelerar para merecida aposentadoria, iria agregar um pequeno negócio, necessitando equações financeiras, operacionais, revisão de todos os sistemas para entrar no grande controle operacional, administrativo e financeiro Fiat/Chrysler, e ter como resultado final pequena produção e lucros percentualmente bons, embora numericamente reduzidos.

Stark com motor FPT

Caminho
Entendi poder haver possibilidade. Jornalistas e colecionadores de automóveis têm pontos em comum, além da credulidade passiva: vão atrás de estórias para materializá-las em histórias. Fui e iniciei a peregrinação.

No Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, informaram nada haver de oficial. 

Parecia razoável, pois, afinal, a TAC não contava com incentivos federais, apenas estaduais e municipais. 

Segundo passo, liguei para o Ceará, para jornalista especializado. Talvez pelo entusiasmo estadual bombando pelo crescimento da Troller, informava nada saber, exceto da operação em Sobral e da implantação dos galpões definitivos. 

Achei interessante e fui conferir o noticiário, entretanto, nada atualizado, apenas tratava da transferência da marca para o Ceará e os bons resultados a trazer para o estado. Mau sinal.

Fui às fontes do varejo. Concessionário Fiat bem articulado disse-me, ouvira dizer, e ficara satisfeito. 

Afinal, se a Jeep, um dos braços, como a Fiat, da frondosa árvore da FCA, lançara o Renegade, agregar o Stark dentre os produtos disponíveis para venda pela rede Fiat seria um bom ganho. 

No outro lado, contatei revendedor Troller. Reação construtiva, encontrei-o preocupado. 

Afinal, o novo produto da pequena marca absorvida pela Ford multiplicou as vendas, em especial porque em termos de habilidades o Troller em muito supera o Renegade em habilidades fora de estrada. 

Ponderou, com rede de revendedores forte, maior, aguerrida como a da Fiat, um Stark Fiat seria concorrente muito incômodo num momento delicado. 

Como parâmetro o Troller, com o modelo atual é exceção no mercado, vendendo bem mais durante a atual crise relativamente ao modelo e ao período econômico anterior.

Notícia prometia. Mantive o caminho, pois queria o furo jornalístico, fazer uma dobradinha. 

Afinal, foi desta Coluna o trabalho de levantamento de informações, as negativas e até, ante incontestável, a antecipação sobre a aquisição da Troller pela Ford, costurada com sutileza e arrematada durante as festas de final de ano.

Procurei o revendedor TAC em Brasília, o Jucimar, da Local Sales. Não era mais. Este povo é muito atrapalhado, disse.

Fui atrás do polo passivo da ação. Os telefones, em Santa Catarina, constantes em minha agenda não atendiam; o ex-executivo maior já não o era; e chamei outra fonte local. 

Disse-me ter a TAC saído do condomínio empresarial onde operava, deixando para trás alugueres não pagos.

Mudara-se para Sobral, CE, cidade interessada em industrializar-se. Localizei o órgão municipal encarregado da atividade, a Secretaria de Tecnologia e Desenvolvimento. 

A atendente escafedeu-se em responder, assumiu-se como último degrau, colocou a trava na porta. 

Procedimento sugeria 50% de chances para o negócio ser verdadeiro – normalmente, nestes assuntos, há cláusula de sigilo e tal procedimento aí se enquadraria.

Consultei o Arthur Mendes, assessor de imprensa da Fiat. Era domingo e assunto novo. Respondeu na segunda-feira: nada havia de apurável. 

No périplo busquei a FPT, empresa da mesma FCA tutora da Fiat, fornecedora do motor. Diferentemente da empresa maior, a assessora de imprensa não tinha tempo, não explicou e não retornou. Manteve-se a dúvida: não sabia ou nada havia?

Procurei ex-ocupante da cadeira, que agiu e logo assessoria externa da assessora se manifestou 
e questionada sobre o volume de motores fornecidos à TAC, voltou com informação: 1.000. E dado adicional: todos pagos. Entretanto, quanto ao período, nada.

O caminho se afunilava e sobrou o óbvio, o comprador. Mandei mensagem por telefone ao capo de tutti capi, o mandão geral na empresa. Cledorvino Belini, respondeu rápida e objetivamente: Desconheço.

Lições
Lamentável. A TAC sobreviveria se adquirida por empresa maior; haveria mais um produto de lazer e 4x4 no mercado; e no Ceará mais empregos e uma segunda indústria automobilística no estado – a Troller é a primeira a dar certo. 

Antes, a Gurgel tentara, acreditara na adesão do estado, comprou uma fábrica de transmissões, levou para lá, o apoio não veio, inviabilizou-se. 

De tudo, gerou esta notícia, captou um dado a servir de informação histórica neste país sem história: à falta de outros, aflorou um dado ficará sobre a produção do Stark: milhar de unidades. 

No escaninho das curiosidades sobre eficiência em estrutura empresarial, o nº 1 da holding responde na hora. 

Já a tal assessora, delongou e até hoje aguardo-a para saber qual o período de fornecimento dos motores FPT ao Stark. 

Jornalistas e colecionadores de automóveis perseguem histórias, sejam por notícias, sejam por veículos antigos e, infelizmente, os resultados positivos são inferiores ao êxito. Mas para ambos valem o resultado paralelo: fazer novos conhecimentos, marcar espaço no assunto, conseguir novas fontes de informação. Sem comprador a TAC fechou.

Fábrica TAC quando em operação no Ceará

EcoSport contrataca
Ford tem pronta e iniciando produzir para formar estoques, iniciando vender em outubro nova série do seu festejado EcoSport. 

Marca uma nova etapa na vida do produto, e a diferença está no grupo motopropulsor, o conjunto motor e câmbio, agora tecnologicamente alinhado com os Fiesta, produzidos na mesma linha industrial em Camaçari, Ba.

Motor e câmbio do Fiesta são a última geração de desenvolvimento da marca para aplicação na América do Sul – em outros mercados há versões com turbo, as chamadas EcoBoost. 

Motor se chama Sigma e tem 4 cilindros, bloco, carter e cabeçote em alumínio, desloca 1.600 cm3, emprega 4 válvulas por cilindro, válvulas reguláveis por demanda, produzem 125/130 cv e 15,4/16 m.kgf em torque, com gasálcool ou álcool.

A transmissão, ponte para fazer o movimento chegar às rodas dianteiras, é a publicitariamente chamada de PowerShift, e indica uma caixa mecânica, com dois eixos e duas embreagens, permitindo uso sem pedal de embreagem ou alavanca de marchas, e sendo chamada de caixa automática.

Não é decisão ante a surpresa de disputar liderança no segmento com o Renault Duster, e de ambos perderem-na para Honda HR-V e Jeep Renegade. Já estava no programa há tempos. 

A empresa já tem em testes o próximo Eco, marcado por mudanças estéticas. Coisa pronta. 

Tanto, João Marcos Ramos, ex-líder de estilo da Ford Brasil, responsável pela equipe geradora dos recentes Eco, Ka, caminhões, foi transferido para ser chefe em acabamentos internos na matriz Ford nos EUA.

O apelo com o novo casamento é oferecer o EcoSport com transmissão moderna, ao preço dos concorrentes com caixa mecânica de marchas.

Picape tripartite chega rápido
A iniciativa de Renault, Nissan e Mercedes-Benz em ter picape a partir de base comum, apenas com mudanças caracterizadoras em suas marcas, anda mais rápido  do que o sugerido na difícil confirmação da notícia, e ao anúncio do chassi básico Nissan, exibido em junho no Salão de Buenos Aires. 

Renault e Nissan terão seus modelos no Salão de Frankfurt, setembro. Mercedes, não.

Única detentora de tecnologia na área, produzindo o Frontier, a Nissan sedimenta mais conhecimento relativamente aos associados e, com tal expertise e para ganho de produtividade, fornecerá o chassis rolante – motor, câmbio, suspensão, direção, eixos. 

Motor será novidade, com cilindrada reduzida, dos atuais 2,5 litros para 2,3 litros, já enquadrado na nova norma de emissões Euro 6, e potência de 160, com um turbo, e 190 cv, com dois sopradores. 

Torque, medida mandatória para estes veículos, não informado, mas dado importante, o consumo, dito como 24% menor ante a versão atualmente vendida no Brasil.

No caso da Nissan, conteúdo com cuidados de confortos eletrônicos, luzes em LEDs. Renault fará pré apresentação mundial uma semana antes da mostra europeia, porém Mercedes mantém cautela. Não mostrará sua versão.

Por aqui
A união sul americana funcionará, como a Coluna explicou ao antecipar mundialmente a notícia, produzindo os picapes na fábrica Renault, em Córdoba, Argentina. 

Dali sairão, em 2017, os Renault e os Nissan. Parte Mercedes sem informação, exceto início de vendas, em 2018.

Picape Nissan NP 300


Roda-a-Roda

Versão – Diesel, agora opção entre os Range Rover Sport. Fornecido pela Ford, o V8 de 4.400 cm3 entrega 440 cv de potência e torque de caminhão: 740 Nm. 

Engatado numa transmissão automática com oito velocidades, faz de 0 a 100 km/h em 6,9s e tem corte de injeção de combustível a 225 km/h.

Mudança – É o mais ágil e disposto Range, integrando a nova geração, produto de coragem dos engenheiros ingleses, e generosidade administrativa da indiana Tata, controladora da marca, permitindo-lhes manter a britanicidade dos projetos sem interferir. 

O Sport tem enorme conteúdo em alumínio, baixando inacreditáveis 450 kg em relação ao modelo anterior.

Forte – Sem trocadilhos, versão do Ford Focus, o ST, com motor 2.0 EcoBoost – turbo – e kit de controle e mapeamento da injeção, chega a 279 cv de potência. 

Motor se oferece em versão básica e 240 cv. Ajuda a compor a ideia do automóvel rápido, seguro e durável.

Enfim – Após adiar por quatro meses o surgir dos novos Sorento e Carnival, Kia marcou data para dar-lhes publicidade e iniciar vendas: final de setembro. 

Carros totalmente novos, preços idem, imaginados em R$ 180 mil – hoje em torno de R$ 150 mil.

Ocasião – Tens uns R$ 90 mil para comprar utilitário bem decorado e quase exclusivo? A Mitsubishi fará 300 unidades de seu ASX chamando-a O’Neill, da californiana referência em tecnologia e estilo de vida. 

Tração dianteira, motor 2,0 e 160 cv, câmbio CVT – dispensa o uso de embreagem -, e detalhes de personalização, como plaqueta numerada.

Marco – Toyota festeja venda de oito milhões de veículos híbridos. Dado importante, último milhão tomou apenas 10 meses. Prius vendeu 65%.

Aqui – Sem legislação de incentivo para a preferência, por conteúdo e pequena produção, elétricos e híbridos no Brasil são muito caros, adquiridos apenas por empresas pretendendo fazer ações de simpatia ecológica.

Incentivo - Prefeito de S. Paulo reduziu à metade IPVA dos elétricos. No Brasil, há três mil veículos elétricos. Reduzir o imposto ajuda a baixar o preço final.


Cenário – Cândida, a presidente Dilma, depois de dizer não ter imaginado o tamanho da crise, para mostrar serviço após gastar irregularmente R$ 20 bilhões, quer reduzir 10 dos 38 ministérios.

Cadastro - Se vendeu a imagem como administradora, perdeu-a. Não tem conhecimento, equipe, ou pulso de gestão para sanear um negócio viciado, à base da troca ou compra explícita de apoios e votos.

Assessoria - Se é para mudar, cortar e resolver, peça conselhos graciosos ao Carlos Ghosn, brasileiro, cortador de empregos e fazedor de lucros na Nissan; ou Eduardo Souza Ramos e Paulo Ferraz, que de transformadora de picapes cabines duplas inviabilizada pelas importações, fizeram a Mitsubishi no Brasil; ou a Luiza Trajano, das lojas com seu nome. Só diz desaforo a dinheiro quem não sabe ganhá-lo.

Situação
– Consumidores argentinos ante diferença de 60% entre dólar oficial e o paralelo – lá dito Blue -, investem em automóveis. 

Moral dos números, demanda elevada, faltam carros, revendedores praticam ágio.

E
? - É a insegurança ante a crise brasileira – maior cliente dos veículos argentinos -, e a previsão de desvalorização com as medidas duras a ser adotadas pelo possível sucessor ao Kirshnerismo, encerrando um ciclo na Argentina ainda este ano. Carro O Km virou salvo conduto para a crise.

Registro – Apresentação do up! TSI à rede de revendedores, VW usou frase do texto da Coluna sobre o novo automóvel: Anda como 1.8, gasta como 0,9.

Mercado – Para concorrer no Chile com pequenos ônibus Kia e outros coreanos, gaúcha Marcopolo desenvolveu novo modelo Ideale Class, com 10 m de comprimento e capacidade para 39 passageiros. Mecânica Volkswagen.

Mais – Novas versões em motos BMW. Sport na topo de linha R 1200 GS, a R$ 60.900, e Ride para a F 8OO R R$ 33.900. Ambas montadas em Manaus.

Polêmica – Problemas com pneus Pirelli no GP de Fórmula 1 em Spa-Francorchamps, Bélgica, prenunciam mudanças na categoria. 

A fornecedora reconhece a limitação da resistência e sugeriu, há dois anos, estabelecimento de limite máximo de voltas de acordo com o composto utilizado.

Futuro – Mais uma, em muitas coisas, errada na regulamentação da Fórmula 1, a cada regra limitando mais a esportividade na categoria. 

E inusitada postura da Pirelli, única fornecedora, expor a público o limite de sua competência tecnológica. Se estacionado o desenvolvimento, há que se re regrar.

Institucional – Marca criada para mostrar planos de salvação, um enclave dentro da Citroën, a DS oficializou equipe de automobilismo: agregará expertise à Equipe Virgin Racing na Fórmula E – a de carros elétricos.

Experiência – Desenvolveu motor, câmbio, refrigeração, suspensão traseiras e, com a Magneti Marelli, a gestão do motor elétrico.

Gente – Márcio Alfonso, engenheiro mecânico, aposentado, ex-diretor de engenharia da Ford, recomeço.

OOOO Mesmo cargo no grupo CAOA, montadora de alguns produtos Hyundai em Anápolis, e importação de Subaru. 

OOOO Situação já ocorrida com Luc De Ferran, de idêntica qualificação e caminho, mas a matriz Ford cobrou-o aquietar-se e voltar à base. OOOO

Jeep reescreve sua história
Poucas marcas de veículos tem produto tão icônico quanto a Jeep – aliás, tão marcante que o produto assumiu a marca. 

E quando se pensava, ao tempo da tomada de controle do Chrysler Group LLC pela Fiat SpA, ser apenas um apêndice na Chrysler, com vendas segmentadas, sustentada por poucos modelos, os novos controladores ali viram uma poderosa alavanca para crescimento. 

Sergio Marchionne, o CEO, definiu investimentos para re vitalizar os produtos da linha, e criar novos, como o Renegade, já em vendas.

E avisou ano passado, a partir do lançamento do novo Renegade, produzido na Itália, China e Brasil, pretendia vender 1 milhão de unidades em 2014. 

Mike Manley, número 1 na Jeep projetou em 800 mil unidades, mas o ano fechou indicando 1.020.000 produtos da marca.

O volume, com crescimento acima dos percentuais verificados nos mercados onde atua, ainda mostra 65% de vendas na segunda maior praça do mundo, os EUA.

E na China, maior, empreende-se mais. As expectativas da FCA são de 1.730.000 unidades em 2018, crescimento consistente de 15% ao ano. 

Além das mudanças nos produtos, ampliou de três, Grand Cherokee, Cherokee e o jipe Wrangler, para seis com Renegade, Jeepster e Wagoneer. 

O Renegade tem sido importante ferramenta, por seu conjunto mecânico a oferecer maiores habilidades ante concorrentes europeus e norte americanos do mesmo porte.

Neste ano, as vendas Jeep representaram, até julho, 190% de crescimento no primeiro semestre relativamente a igual período em 2014, e analistas de mercado veem-na como a marca de melhor posicionamento no próximo triênio ou quinquênio.


Renegade, ferramenta importante no crescimento recorde da Jeep

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quarta-feira, 26 de agosto de 2015

A POTÊNCIA DO FOCUS ST 2.0 ECOBOOST PODE CHEGAR A INCRÍVEIS 279 CV E A UM TORQUE DE QUASE 41 KGFM, COM UM KIT LANÇADO PELA FORD PERFORMANCE, JÁ APROVADO PARA AS RUAS, À VENDA NA REDE DE DISTRIBUIDORES DA MARCA. O KIT É FORMADO POR UM MÓDULO DE CONTROLE DO MOTOR COM UM PROGRAMA DE MAPEAMENTO AGRESSIVO QUE GARANTE UMA RESPOSTA MAIS RÁPIDA NA ACELERAÇÃO


A Ford Performance, área da marca para veículos de alto desempenho, está empenhada em transformar o Focus ST num dos modelos mais rápidos e seguros dentro de um conceito de esportivo acessível. 


Um novo kit, com instalação de um módulo de controle e mapeamento do motor 2.0 EcoBoost, foi liberado para elevar a potência a incríveis 279 cv, ou seja, 23 cv a mais que o modelo normal, que já apresenta um dos melhores resultados da sua categoria.

Criado, desenvolvido e aprovado para andar nas ruas e comercializado normalmente na rede de distribuidores da marca, o Focus ST pode ter instalado o chamado “kit de upgrade MP275”, que permite ultrapassar as mais avançadas expectativas de um carro 2.0 de quatro cilindros. 

Além de 279 cv de potência, ele também tem o torque aumentado para 40,9 kgfm.

O kit, que atua no “coração” do veículo, é composto de um módulo de controle do motor com um programa de mapeamento agressivo, que propicia uma resposta de aceleração mais rápida sem comprometer a durabilidade. 

O kit inclui conjunto de indução de ar, intercooler de alto fluxo e dispositivo portátil de diagnóstico e calibração do módulo de comando do motor mTune, todos da famosa marca Mountune.


Diferentemente de outros dispositivos similares disponíveis no mercado norte-americano, que comprometem a confiabilidade e a dirigibilidade do veículo nas ruas e aumentam as emissões, o sistema homologado pela Ford faz com que não se perca a garantia do veículo e permite a legalidade do Focus ST para rodar em todos os 50 estados dos Estados Unidos.

Primeiro carro global de performance da marca, o Focus ST tem sido responsável pela atração de novos consumidores para a Ford. 

A sua versão comercial já oferece uma potência de 269 cv, algo que poderia soar absurdo até alguns anos atrás, considerando-se qualquer veículo da categoria.

Ele foi desenvolvido pela Ford Performance, divisão responsável pela criação de outro ícone na Europa e Estados Unidos, o Fiesta ST, e que colocará nas ruas futuramente o Ford GT. 

Esta área da empresa é destinada a lançar e aprimorar veículos para entusiastas que querem levar o desempenho do seu carro a um novo nível.


terça-feira, 25 de agosto de 2015

CHEVROLET LANÇA WEBSERIE DE DESCOBERTAS URBANAS A BORDO DO TRACKER. CINCO JOVENS DA MARCA REVELAM SEGREDOS DE SÃO PAULO



São Caetano do Sul (SP) –A Chevrolet lança uma websérie denominada #ExploreACidade que acompanhou cinco jovens da empresa, a bordo de um Chevrolet Tracker, em uma investigação e descoberta de lugares alternativos e escondidos na cidade de São Paulo.

Com seis episódios, cada um explorando um tema, a websérie expõe a diversidade cultural e efervescência da maior cidade da América Latina, perfeita para os jovens que gostam de opções diferentes e divertidas.


Em cada parada, os jovens revelam um pouco da mística que envolve os lugares visitados por meio de histórias curiosas contadas por seus próprios fundadores.

A ação totalmente digital tem um ritmo dinâmico e é 100% real, já que os jovens talentos realmente conheceram cada um dos locais pela primeira vez a bordo do Chevrolet Tracker. 


Um guia interativo e atual da cidade para inspirar os espectadores a conhecerem esses locais que fazem São Paulo ser única.

Toda a ação será apresentada na página da Chevrolet Brasil (https://www.facebook.com/chevroletbrasil?fref=ts) no Facebook. Conheça o primeiro episódio #ExploreACidade.

Todos os episódios estão disponíveis no canal Chevrolet Brasil no Youtube (https://www.youtube.com/playlist?list=PLupzkWJ8EFStB0Zj3wcv13lPxAVjpHi7S)


UMICORE, MAHLE E CONTINENTAL DESENVOLVEM PESQUISA NA ÁREA DE EFICIÊNCIA ENERGÉTICA COMPONENTES QUE SÃO APRESENTADOS EM UM CARRO CONCEITO QUE ESTÁ NA ÁREA DE EXPOSIÇÃO QUE ACONTECE NESTA TERÇA-FEIRA E AMANHÃ , 26, DE AGOSTO, NO WTC EVENTS CENTER, EM SÃO PAULO


Pesquisa pretende desenvolver e testar novas tecnologias para aumento
da eficiência energética e redução das emissões de poluentes

Novas tecnologias para a melhoria da eficiência energética dos veículos e combustíveis é objeto de estudo da Umicore, principal fabricante de catalisadores automotivos e especialista em controle de emissões da América do Sul, e das sistemistas globais Mahle e Continental. 


Os componentes em desenvolvimento serão apresentados em um carro conceito na área de exposição, durante o Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva (SIMEA), que acontece nos dias 25 e 26 de agosto, no WTC Events Center, em São Paulo (SP).

Alinhada às necessidades das fabricantes de otimizar o uso da energia, atingir as metas do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores (Inovar-Auto) e aos anseios da sociedade por veículos mais econômicos e limpos, a pesquisa pretende desenvolver e testar novas tecnologias para aquecer o combustível com mais eficácia. 


Reduzir as emissões de poluentes e o consumo de gasolina e etanol são os principais objetivos do estudo.

“Embora a meta seja demonstrar soluções técnicas, sem qualquer aliança comercial entre as empresas, a parceria entre a Umicore, Mahle e Continental viabilizará a criação de novos componentes, sistemas e estratégias que poderão equipar veículos em curto espaço de tempo”, avalia Cláudio Furlan, gerente de Vendas da Umicore. 


“É uma grande oportunidade para desenvolver catalisadores automotivos dimensionados para ambientes de exaustão mais limpos, agregando mais valor aos produtos dos nossos clientes”, acrescenta Miguel Zoca, gerente de Aplicação e Desenvolvimento do Produto.

Para a realização do trabalho foi criado um veículo conceito, no qual os novos componentes são testados e comparados aos seus similares. 


Novas estratégias de calibração do motor otimizadas para as novas tecnologias também são aplicadas durante o processo.

O trabalho é realizado no Centro Tecnológico de Emissões Veiculares da Umicore, em Americana, interior de São Paulo. 


O laboratório é o único da América do Sul e conta com estrutura moderna, atendendo à demanda de fabricantes de autopeças e montadoras de veículos leves e pesados de dentro de fora do País.

Serviço
SIMEA 2015
Data: 25 e 26 de agosto
Horário: terça, das 8h às 18h30; quarta, das 8h às 16h
Local: WTC Events Center
Av. das Nações Unidas, 12559 - Itaim Bibi, São Paulo
Inscrições: www.simea.org.br

CHEVROLET APRESENTA NA FENASUCRO, DE HOJE, 25 A 28 DE AGOSTO, A NOVA VERSÃO DA SUA PICAPE S10 ADVANTAGE, 2016, COM RODAS ESCURAS, QUE CUSTA R$ 86.900, VALOR QUE DEIXA ESSE MODELO ENTRE AS VERSÕES LS E LT. NA FEIRA ESTÃO TAMBÉM AS PICAPES COM NOVO ACABAMENTO NAS VERSÕES: FREERIDE, CHASSIS CAB E A TOP DE LINHA, HIGH COUNTRY



São Caetano do Sul (SP) – Mais uma vez, a Chevrolet vai participar da Fenasucro, o maior evento mundial em tecnologia e intercâmbio comercial para usinas e profissionais do setor sucroenergético. A edição deste ano será realizada de 25 e 28 de agosto, no Centro de Eventos Zanini, em Sertãozinho, São Paulo.

Em seu estande, a Chevrolet apresenta a linha 2016 da picape S10, que acaba de ganhar quatro versões inéditas: Advantage, Freeride, Chassis Cab e a luxuosa High Country.

Elas somam às conhecidas configurações LS, LT e LTZ, ampliando ainda mais o leque de opções de acabamento do utilitário de maior sucesso do segmento. Outro modelo em exibição será o Camaro.

A Fenasucro é um evento que envolve as mais diversas atividades da cadeia produtiva do setor, como preparo do solo, plantio, tratos culturais, colheita, industrialização, mecanização, aproveitamento dos derivados transporte e logística do produto e subprodutos de cana-de-açucar.


“A presença da Chevrolet na Fenasucro faz parte da estratégia da marca de estar próxima dos clientes e potenciais consumidores de sua gama de produtos.

São consumidores que exigem veículos confortáveis, robustos e com design avançado e atual, além de motorizações fortes e econômicas”, observa Samuel Russel diretor de Marketing da Chevrolet.

Uma das novidades é a estreia comercial da versão Advantage da S10, que baseia-se no modelo LT 4x2 cabine dupla, mas diferencia-se externamente pelas rodas escuras aro 16 e pelo decalque decorativo na lateral.

O veículo possui ainda extensa lista de equipamentos, que inclui travas das portas, vidros e retrovisores com comandos elétricos e sistema multimídia Chevrolet MyLink. O propulsor é o robusto 2.4 FlexPower.

O grande destaque do estande, sem dúvida, será a S10 High Country, pensada para um perfil de consumidor que busca um veículo extremamente sofisticado e valente, porém com a conveniência de ter uma ampla caçamba e, principalmente, com o espírito de uma verdadeira picape.

Neste ano a Chevrolet celebra 20 anos de liderança absoluta da picape no país, que, desde seu lançamento, em 1995, já vendeu mais de 600 mil unidades.


Conheça mais sobre as novas versões da linha 2016 da S10 e sobre o Camaro:

S10 Advantage: foco no custo-benefício
A nova versão Advantage da S10 é ideal para aquele consumidor que busca uma picape moderna, robusta e acessível, porém sem abrir mão de itens de conforto e aparência.

Baseada no modelo LT 4x2 cabine dupla, a S10 Advantage diferencia-se externamente pelas rodas escuras aro 16 e pelo decalque decorativo na lateral.

Faróis de neblina, adesivo na coluna central e maçanetas pintadas na mesma cor da carroceria fazem parte do pacote.

Na cabine, destacam-se os bancos e o painel das portas com inserto em tecido, console central com porta-copos e porta-objetos, tomada extra para os passageiros do assento traseiro, luzes de leitura e sombreiras do carona com espelho, por exemplo.

A lista de equipamentos da S10 Advantage também é extensa. As portas, os vidros e os retrovisores têm comando elétrico, a chave é do tipo canivete e o sistema multimídia Chevrolet MyLink permite ao usuário trazer suas músicas, fotos e vídeo e efetuar ligações telefônicas por meio de um smartphone.

Além disso, o banco do condutor e a direção possuem sistema de regulagem de altura.

O propulsor é o 2.4 FlexPower, de até 147 cv, conhecido por sua robustez.

A versão Advantage está disponível nas cores Branco Summit (sólida), Cinza Graphite, Cinza Cyclone e Prata Switchblade (metálicas).

S10 High Country: a picape mais luxuosa e exclusiva do país
A Chevrolet S10 High Country chega para inaugurar um novo patamar de sofisticação entre as picapes de produção nacional.

A “grife” High Country é famosa em modelos Chevrolet nos Estados Unidos por ser sinônimo de utilitários superequipados e muito exclusivos.

Ficou a cargo da equipe de designers da marca no Brasil aplicar o conceito à S10 brasileira.

O interior da High Country traz o mesmo alto nível de sofisticação do SUV Trailblazer. Os bancos têm forração premium em dois tons (marrom Brownstone e preto Jet Black), costura pespontada e descansa braço traseiro. Já o assento do motorista conta com regulagem elétrica de altura, distância e inclinação do encosto.

O veículo conta com outros itens de comodidade, entre eles ar-condicionado digital, computador de bordo, volante multifuncional, sensor de estacionamento, controle de cruzeiro (cruise control) e sistema multimídia Chevrolet MyLink com GPS, DVD e câmera de ré integrados.

A lista de equipamentos de segurança também é extensa: controle eletrônico de estabilidade, controle de velocidade em declive (Hill Descent Control), freios ABS com sistema de distribuição de frenagem (EBD), cinto de segurança traseiros e central de três pontos retráteis, alarme de não afivelamento do cinto de segurança e airbags.

A S10 High Country estreia com cabine dupla, motor 2.8 Turbodiesel, transmissão automática de seis marchas e tração 4x4, que é comandada por um seletor eletrônico no console central da cabine.

O conjunto oferece ainda elevado torque: 51,0 kgfm a 2.000 rpm (vale ressaltar que 90% deste valor já está disponível a 1.700 rpm) e 200 cavalos de potência a 3.600 rpm. Com isso, a S10 mantém-se como a picape nacional mais forte do mercado.

Em relação às cores, a S10 High Country traz como novidade o Vermelho Chili, que destaca ainda mais a versão. Há ainda mais quatro opções: Branco Summit, Cinza Cyclone, Preto Carbon Flash e a nova Cinza Graphite.

S10 Freeride: a receita perfeita
Uma configuração que reunisse a mecânica, os equipamentos e os acessórios preferidos da maioria dos consumidores da S10.

Assim, nasceu o conceito da Freeride, nova versão da linha 2016 da picape Chevrolet.

O modelo traz cabine dupla, o moderno motor 2.5 Ecotec com injeção direta de combustível (206 cv), transmissão manual de seis marchas, sistema multimídia Chevrolet MyLink, ar-condicionado, computador de bordo, vidros e travas acionados por controle remoto, controle de cruzeiro (cruise control), airbag duplo, retrovisores elétricos, rodas aro 16, além de capota marítima, Santo Antonio e câmera de ré.

A S10 Freeride traz um adesivo decorativo nas laterais e na tampa traseira da caçamba e está disponível em todas as sete opções de tonalidade para o modelo, incluindo as novas cores Cinza Graphite e Vermelho Chili.

S10 Chassis Cab: pronta para ser personalizada
Voltada exclusivamente para o segmento frotista, a nova versão Chassis Cab da S10 vem pronta para ser personalizada conforme a necessidade da empresa: baú, carroceria, guindastes.

Outro importante diferencial do modelo da Chevrolet é sua robustez mecânica – o veículo pode ser equipado com o conhecido motor 2.4 FlexPower de até 147 cv de potência e 24,1 kgfm de torque ou o motor 2.8 Turbodiesel de 200 cv e 44,9 mkgf, um dos maiores da categoria.

A capacidade de carga também é destaque: são até 1.343 kg, a maior entre todas as versões da S10.

Camaro
Superesportivo de maior sucesso no Brasil, o Chevrolet Camaro será uma das estrelas da Fenasucro.

O modelo é oferecido nas versões cupê e conversível e traz o que há de mais moderno em tecnologia.

O Camaro é equipado com tração traseira e motor V8 6.2l de 406 cavalos e 56,7kgmf de torque, reunindo o que há de mais moderno em termos de potência, força e eficiência energética.

Esse propulsor conta, por exemplo, com comando de válvulas continuamente variável e sistema de desligamento dos cilindros AFM (Active Fuel Management).

Em velocidade de cruzeiro, numa viagem rodoviária tranquila, o sistema de gerenciamento do motor pode desligar parte dos cilindros, para reduzir o consumo de combustível.

Em conjunto com os 406 cv de potência do motor e 56,7 kgfm de torque, trabalha a transmissão sequencial/automática de seis velocidades GR6.

Com ela, o motorista pode desfrutar do conforto da qualidade das trocas de marchas no modo automático, que são extremamente rápidas e fluídas, e também trocas manuais e mais esportivas por meio de borboletas atrás do volante “Paddle Shift”.

Serviço:
Evento: 22ª Feira Internacional Sucroenergética
Data: 25 a 28 de Agosto de 2015
Local: Centro de Eventos Zanini – Sertãozinho – São Paulo
Site: www.fenasucro.com.br

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