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terça-feira, 22 de março de 2016

NSX, O NOVO SUPERESPORTIVO DA ACURA - DIVISÃO DE LUXO DA HONDA - COMEÇARÁ A SER PRODUZIDO, NO PRÓXIMO MÊS DE ABRIL, NO RECÉM CONSTRUÍDO CENTRO DE PERFORMANCE E PRODUÇÃO, NO ESTADO DE OHIO. SAI COM MOTOR V6 BITURBO 3.5 FABRICADO À MÃO


A Acura, divisão de luxo da Honda, anunciou que o novo Centro de Performance e Produção (Performance Manufacturing Center – PMC), em Marysville, Ohio (EUA), iniciará a produção em série da próxima geração do superesportivo NSX no final de abril, com as entregas para os clientes ocorrendo em seguida.

O PMC é a exclusiva instalação global para fabricação do novo superesportivo NSX e está estruturado em torno de uma inovadora fusão de pessoas com tecnologia. 

Combinando trabalho humano artesanal e inovação tecnológica, o PMC adota novos conceitos na construção de veículos, pintura, montagem e controle de qualidade, para entregar a excelência de desempenho que faz parte do DNA da marca Acura.

“Todo o pensamento inovador e trabalho árduo para a criação do estado da arte em unidade fabril nos fez atingir o nosso objetivo de construir um superesportivo na América”, disse Clement D’ Souza, líder de engenharia de projeto do PMC, que gerenciou a criação da unidade. 

“A incrível paixão e espírito desafiador de nossos colaboradores altamente qualificados nos permitiu desenvolver e construir do zero uma nova fábrica, simultaneamente com a criação do incrível novo Acura NSX”, acrescentou Clement.

O PMC foi criado para inovar os meios e métodos de produção de carros de baixo volume e para explorar novos conceitos que serão adotados nas próximas gerações de produtos da Acura.

Complementando a produção do NSX, o motor V6 biturbo é fabricado na unidade de motores Anna, em Ohio, por um pequeno grupo de engenheiros de motores.

Com as primeiras unidades de pré-produção em andamento e com a produção em série tendo início em abril, a Acura revela detalhes adicionais dos processos inovadores de fabricação no Centro de Performance e Produção e da fábrica de motores de Anna.

- Tecnologia de soldagem robotizada de alta precisão: o space frame de alumínio de alta resistência é construído usando tecnologias avançadas de fixação.

· O space frame é inteiramente construído com solda MIG robótica, o primeiro na indústria automobilística. Oito robôs soldadores aplicam 860 pontos de fixação, garantindo soldas altamente precisas.

· O sistema de rotação da plataforma em 360 graus aumenta a precisão durante a soldagem, permitindo um acesso mais preciso dos braços robóticos durante a montagem da estrutura.

- Validação de qualidade em linha: técnicos de solda altamente qualificados para inspeções visuais e medições precisas de todas as fases do processo de construção validam a qualidade e a exatidão dimensional da carroceria, pontos críticos para o desempenho dinâmico do veículo, montagem do powertrain, suspensão, painéis de carroceria e outros componentes.

- Construção manual de primeiro mundo: a montagem de componentes feita por pessoas complementa a construção robotizada de alta tecnologia do NSX:

· Técnicos de fabricação trabalham mais de 14 horas na montagem do powertrain, suspensão, eletrônica, componentes internos e painéis externos da carroceria.

· Parafusos fundamentais da carroceria são fixados manualmente por um técnico e apertados com tolerância precisa por torquímetros eletrônicos. 

Essa tecnologia permite que o torque aplicado em cada parafuso do carro seja guardado, garantindo a qualidade máxima no processo de montagem.

· Diferente de carros convencionais que utilizam a estrutura de monobloco, com os painéis da carroceria soldados, o NSX usa o design de space frame. 

Isso faz com que os painéis da carroceria sejam literalmente a última parte instalada no carro, permitindo um alto nível de precisão, encaixe e acabamento de pintura de alto nível.

- Centro de validação de qualidade todo em vidro: a preocupação com a qualidade total na produção é evidente, não só na mentalidade de cada técnico, mas na própria concepção da instalação, que dispõe de um centro de validação de qualidade envidraçado, localizado no centro da planta. Isso permite que os técnicos de cada departamento possam monitorar todos os aspectos do veículo ao longo do processo de produção.

- Motor construído a mão
: o motor V6 biturbo 3.5, com lubrificação por cárter seco, é montado à mão por experientes engenheiros na fábrica de motores de Anna. Cada motor leva mais de seis horas para ser finalizado.

- Primeira aplicação automotiva da fundição por ablação
: trata-se da primeira aplicação desta tecnologia na indústria automotiva, desenvolvida pela Alotech Ltda., e foi utilizada para a criação de seis pontos de fixação no space frame do NSX, para a firme instalação da suspensão e do powertrain e componentes-chave de deformação da estrutura. 

Os pontos de fundição por ablação são produzidos na linha de produção de motores de Anna, em Ohio, onde o propulsor V6 é construído.

- Pintura de alta qualidade: com até 11 camadas de fundo e pintura e um intenso trabalho de preparação e polimento, o PMC consegue entregar uma pintura de qualidade incomparável em seu segmento.

- Space frame com pré-tratamento de zircônio: a estrutura de alumínio de alta resistência do NSX recebe um procedimento anterior à aplicação do primer, usando um material baseado em zircônio. 

Com equipamentos de ponta, o zircônio também reduz os danos ao meio ambiente no processo de pintura.

- Aplicação de selante em base rotativa: o uso de um suporte rotativo na aplicação de selante da carroceria – um processo onde ospace frame é fixado a uma estrutura, elevado e rotacionado em 360 graus – proporciona um trabalho de selagem mais preciso e uma melhor ergonomia para os técnicos. 

A forma de adoção deste suporte é inédita na indústria, com a fixação por um lado da estrutura, para permitir uma operação de carga e descarga mais eficiente, por meio de um sistema patenteado de pêndulo.

- Testes dinâmicos de performance: embasado pela extensa expertise da empresa em engenharia de competições, o NSX passa por um rigoroso processo de checagem de performance antes da entrega, que inclui um alinhamento de direção detalhado, de 45 minutos, checagem de altura de rodagem, de performance do freio nas quatro rodas, além de outros testes de qualidade e performance.

Metade das 12 patentes americanas criadas para o PMC são relacionadas ao modo de produção adotado nesta área.

Sobre o Acura NSX
Criado para trazer uma nova experiência para o segmento de superesportivos, a próxima geração do Acura NSX desafia as crenças convencionais sobre supercarros, com tecnologia de ponta e tecnologias de primeiro mundo.

Tanto quanto a primeira geração do NSX fez 25 anos, o NSX 2017 inova ao ser o primeiro superesportivo com unidade de potência híbrida com tração integral, uma estrutura de chassi com diversos materiais, aerodinâmica avançada e um cockpit que suporta condução esportiva em todos os níveis, sem sacrificar o conforto. 

O Acura NSX 2017 é produzido exclusivamente no Centro de Performance e Produção (Performance Center Manufacturing - PCM), em Marysville, Ohio. O propulsor do NSX é construído na fábrica de motores Anna, em Ohio.

1,5 MILHÃO VEÍCULOS FORAM PRODUZIDOS PELA HONDA NA FÁBRICA DE SUMARÉ, NO BRASIL, DESDE 1997: CERCA DE 651 MIL CIVIC, QUASE 594 MIL FIT E 193 MIL CITY E 63 MIL HR-V., ENTRE ELES O NÚMERO UM MILHÃO E MEIO


A Honda Automóveis do Brasil (HAB) celebrou, nesta terça-feira, 22 de março, a produção do carro de número 1,5 milhão na fábrica de Sumaré, interior de São Paulo. 

O marco foi protagonizado com a fabricação de um HR-V, modelo que acaba de completar um ano de mercado brasileiro e que segue na liderança nacional da categoria SUV.

Desde a inauguração da planta de Sumaré, em 1997, a empresa segue apostando na melhoria contínua e no aumento de eficiência dos processos produtivos com foco no mais alto padrão de qualidade de seus automóveis. 

Desde então, já saíram da linha de produção mais de 650.775 mil unidades do Honda Civic, 593.758 mil do Fit, 192.526 mil unidades do City e 62.941 mil HR-V.

Localizada em um terreno de 1,7 milhão m2, a fábrica da HAB conta com 225 mil m2 de área construída onde são realizados os processos de estamparia, hemming, solda, pintura, montagem de motores e transmissão mecânica, pintura e injeção de plásticos, linha de montagem e inspeção final. 

A planta ainda concentra a unidade Power Train, responsável pela fabricação de motores e transmissões e que possui dois dos principais processos, fundição e usinagem.

Nos últimos quatro anos, a unidade recebeu novos investimentos para aumentar ainda mais a produtividade e a eficiência dos processos. 

Entre as principais mudanças estão os preparativos para que a planta pudesse receber o seu quarto modelo nacional, o HR-V, o que inclui ferramental exclusivo, implementação de uma nova linha de prensas, novos robôs de estamparia e solda, além da automação de processos de transporte de partes da carroceria na linha e da montagem da suspensão.

Confira os principais marcos na trajetória da fábrica da Honda Automóveis do Brasil:


MUDANÇAS NO COMANDO DE ENTIDADES AUTOMOTIVAS BRASILEIRAS: JOSÉ LUÍS GANDINI, PRESIDENTE DA KIA, ASSUME O COMANDO DA ABEIVA; ANTÔNIO MEGALE, DA VW, FOI ELEITO PARA DIRIGIR A ANFAVEA; E O JORNALISTA PAULO BUTORI PASSA A PRESIDIR O SINDIPEÇAS


O empresário José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil, assumiu em 15/3 o comando da Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores (ABEIVA). 

Este será seu quinto mandato à frente da entidade, que completa 25 anos em 2016. Anteriormente, exerceu a Presidência de 1998 a 2002 (dois mandatos), 2006 a 2008 e 2010 a 2012. 

Para este biênio (2016 a 2018), conta com Luis Rezende (Volvo Cars) na Vice-Presidência e com Luís Curi (Chery) na Diretoria Financeira. 

Nas próximas reuniões, serão nomeados os diretores técnico, administrativo e de relações governamentais. 

“Como nos mandatos anteriores, vamos procurar manter um canal de diálogo com o Governo Federal, de modo a mostrar critérios mais justos e isonômicos à atividade de importação de veículos automotores”, diz Gandini. 

“Em lugar de aplicar medidas protecionistas, a política industrial do setor deveria estar voltada para o crescimento. É importante lembrar e ressaltar que o segmento de importados oferta produtos que auxiliam o crescimento da demanda, em benefício de todos. Mostra ao consumidor brasileiro o dinamismo global do setor”. 

Megale comanda a Anfavea



Já na Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (ANFAVEA), em eleição de chapa única realizada em 10/3, foi confirmado o nome de Antônio Megale, vice-presidente e diretor de Assuntos Governamentais da Volkswagen, como substituto de Luiz Moan à frente da entidade para o próximo triênio. 

Ele assume em 25 de abril. Antes da Volkswagen, Megale passou pela Ford, Chrysler e Renault. 

É graduado em Engenharia Mecânica Automotiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-graduado em Administração de Empresas pela FGV. 

Entre 2013 e 2014 foi presidente da Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, a AEA.

Sindipeças



Outra entidade do setor automotivo que ganha nova direção em 2016 é o Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças). 

Após 22 anos à frente da entidade, Paulo Butori passa o bastão para o gaúcho Dan Ioschpe, que a comandará no triênio 2016-2019. 

Formado em Jornalismo pela UFRGS e com MBA em Administração pela The Tuck School of Business, em Boston, Ioschpe é atualmente presidente do Conselho de Administração da Iochpe-Maxion. 

A eleição, em chapa única, foi nesta sexta-feira (18/3), na sede da associação, em São Paulo, e nos Estados em que o Sindipeças tem diretorias regionais – Bahia, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. 

Fonte:
Jornalistas&Cia
mail@jornalistasecia.com.br por jornalistaseciapost.com.br


sexta-feira, 18 de março de 2016

A COLUNA DO NASSER ESTÁ IMPERDÍVEL. O ESPÍRITO SANTO JÁ PRODUZ VEÍCULOS. AMÉM!



Coluna nº 1.216 - 18 de Março de 2016
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E o Espírito Santo já fabrica veículos. Amém


Deus escreve certo pelas linhas tortas, pregam textos católicos, neles constando a figura do Espírito Santo, a terceira pessoa da Santíssima Trindade. 


Homenageado por pequeno estado espremido entre Bahia, Minas e Rio de Janeiro, muito se esforçou no último quarto de século para entrar na seleta relação de estados puxadores de atividade metal mecânica. 

Oferecia facilidades de logística, a boa estrutura portuária, o projeto de incentivos Fundap, para reter ou trazer para o Estado as variadas marcas de veículos por ele importadas. 

Tentou atrair muitas operações, ouviu muitas promessas, incluindo a russa Lada na virada do século e, mais recentemente, navegou ante acenos de representantes da Fabral, para montar coreanos SsangYang e chineses Chana e Haima em Linhares; da nacional CN Auto prometendo produzir chineses Haifei na mesma cidade; e mais recentemente Zotye em Colatina. Festivas e vãs alegorias.

Mantendo a fé, seguindo os parâmetros do catolicismo, reconhecendo haver hora de plantar e hora para colher, a longa, tentada, esperada vontade de viabilizar-se como fabricante de veículos tomou forma física. 

Nada de produtos estrangeiros, nada de automóveis, mas pequena e pioneira marca nacional de caminhões leves, a gaúcha Agrale. 

Neste mês, a empresa, já operando no município de São Mateus com montagem de chassis para pequenos ônibus da marca Volare, e para os W109, ônibus urbano, ampliou operações iniciando fazer caminhões modelos A10000 e A8700, para vendas às regiões Sudeste e Nordeste.

A definição pela operação espiritossantense, segundo Hugo Zattera, CEO da Agrale, está na redução dos custos de frete. 

Anteriormente tal operação se resumia a Caxias do Sul, RS, no extremo do país. A nova localização permitirá ganhos operacionais, de custos, de logística. Sul e Centro-Oeste são atendidos pela produção na matriz gaúcha.

Produto novo, lançado em novembro de 2015, foca nas necessidades atuais e tendências futuras do mercado e segmento. Sempre caracterizados pelas cabines em fibra de vidro, os novos Agrale empregam-nas em chapa de aço estampada.

Habemus indústria automobilística, dizem os capixabas


A Amélia americana
No imaginário da cultura popular brasileira, a menção Amélia significará a mulher sem a menor vaidade, a mulher de verdade, cantada no samba de Mario Lago. 

Porém, no universo antigomobilista, tal menção – ou como dita Amília – indica o Amelia Island Concours d’Élegance realizada nas dependências do faustoso Ritz-Carlton Hotel e entre os buracos 10 e 18 do Golf Club, nordeste da Flórida, quase Georgia. 

É tido como o mais equilibrado dentre os grandes eventos da especialidade sediados nos EUA, mediando a cultivada falsa finura californiana, e acima dos eventos descompromissados, como os de Hershey e Carlisle. 

Meio termo agradável, elegante, sem se perder na exigência de uso de blaser e gravata masculina e produções femininas. Moças bonitas haviam. 

Além das participantes e acompanhantes, time de modelos bem produzidas, voluntárias para enfeitar o evento, de faturamento em parte destinado à filantropia. 

Em descontração e presença supera o sempre considerado topo desta ascensão, o concurso de Pebble Beach, na Califórnia. Neste ano reuniu 315 veículos, dobro dos admitidos na festa da praia de cascalho.

É miscela de conceitos. Mão firme de Bill Warner, o organizador, para criar temas e convencer proprietários de marcas a expor. 

Preciosista, nesta 21ª edição quis superar o recorde de presenças dos raros esportivos espanhóis Pegaso antes assinalado na parisiense Rétromobile, com 13 unidades.

Amelia enfileirou 14, incluindo o Best of Show, politicamente controvertido La Dominicana. 

Carroceria especial, teto arrematado por plástico, mais conhecido como La Cúpula por conta do tal pedúnculo. 

Quando encomendado pelo então ditador dominicano Rafael Trujillo para competir na Carrera Pan Americana, custou US$ 29 mil, o equivalente a uns 12 Cadillacs, então referencia de preço + conforto. 

Para arrematar o preciosismo, convidou ao júri o jornalista espanhol Mario Laguna, residente em Luxemburgo, maior especialista na marca.

La Dominicana, ou La Cúpula 


Outra referencia em estilo foi o Fiat 8V – otto vu, como diz-se na Itália -, primeiro da marca a portar suspensão independente nas 4 rodas e motor criativo: V8, 2,0 litros, comando central, válvulas na cabeça, fazia 127 cv a 6.500 rpm. Superava os 200 km/h. Poucos sobreviveram. Ganhou como Best of The Show – Sport.

Fiat 8V carroceria Ghia


Warner deu ênfase a produtos importantes como Cord, Auburn e Duesenberg, além de miríade de esportivos, chamando atenção da dezena de brasileiros presentes, como Sunbeam Tiger – misto do esportivo inglês com motor V8 Ford aplicado pelo lendário Carroll Shelby, e Cunningham, estadunidense. 

Primeiros desconhecidos no Brasil. Do último, meia dúzia de três ou quatro. Ferraris, muitas, mas apenas uma GTO, mito maior. Mas re creation – carroceria sobre outro rolling chassis -, e Porsches, Maseratis, Alfas e BMWs em quantidade industrial. 

Dessa, raro esportivo, o 700, com motor de motocicleta. Pacote paralelo, carros de corrida, liderados pelos conduzidos pelo homenageado Hans-Joachin Stuck, piloto de várias categorias, vencedor de Le Mans. Amelia a cada ano reverencia um vencedor das corridas. 

Coração apertava quando os carros de corrida andavam em baixa velocidade ou manobravam tentando conciliar os motores com marcha irregular, câmbio longo e baixa velocidade. 

O cheiro de embreagem queimada perpassava as aléias de Palmettos, palmácea local. De cheiros, o da gasolina forte com mínimo de álcool evocava lembranças de tempos mais felizes no convívio com o bicho automóvel.

O evento, democrático, não se cinge apenas aos convidados, absorvendo veículos de colecionadores na Flórida e da Georgia. Visitantes estrangeiros, muitos. 

E se enfeita perifericamente, como com a exposição dos troféus das grandes categorias de automobilismo – alguns com 1,80 m de altura – e tomaram o hall do Ritz. 

Na parte hotel, lojas de artigos do evento, automobilia, gravuras, literatura, miniaturas, roupas, e um corredor para lançamentos de livros. 

Ponto elevado, exposição de veículos novos de estirpe e test-drives em Jaguar, Porsche, Mercedes, BMW, Infinity. Ford GT e McLaren presentes – imóveis. 

Alfa, com 4C para test drive, e estático o ainda não lançado Giulia. Estande humilhou. Havia um 8C - oito cilindros e compressor, década de ’30, e Giulia Pininfarina aplicada às corridas nos anos ‘60.

Cunningham – era sucata em 2003 !


Brasileiros presentes, poucos e do ramo, colecionadores de Brasília e Belo Horizonte, migrando de Pebble Beach para Amelia. 

E Mariozinho Leão, alagoano, membro brasileiro do conselho de clássicos da Federação Internacional do Automóvel. Foram beneficiados pelo sol forte, adiando a chuva, desabada após o evento. 

A todos avultava a qualidade das restaurações, o preparo e recuperação das carrocerias, alinhamento das partes, pinturas excepcionais, detalhes cuidados no interior, painel, cromagem e compartimento do motor.

Festa grande e, como PB, o maior evento da cidade. A prefeitura local informou incremento de US$ 15M em circulação de moeda no comércio. 

A organização destina parte do faturamento a hospital especializado em câncer, e toda a estrutura de pessoal é constituída por voluntários.

Amília é um termo genérico. Não se resume à exposição no gramado, mas a série de eventos, como leilões de casas importantes disseminados em outros espaços, e leiloeiros com circuitos menores no território dos EUA, como o Motostalgia. 

Dentre eles há nítida separação de classes de veículos, qualidade na restauração – e preços. 

Num, importante, o Gooding, comediante Jerry Seinfeld vendeu 16 unidades de sua coleção de Porsches. 

Pico de valor, spyder 550 Wendler a U$ 5.335,000, e dentre eles o pouco conhecido 597 Jagdwagen, jipe para concurso vencido pela Auto Union com o Munga, no Brasil produzido pela Vemag como Candango. Alcançou US$ 330 mil – já é um alento aos donos de Candango ...

Porsche 597, jipe

Outro, da RM, exibiu preciosidades como Alfa GTA – um GTV com partes em liga leve e com o grupo moto propulsor, liderado pelo motor 4 cilindros e 8 velas, rebaixado e recuado - as então existentes no Brasil foram exportadas por brasileiros que se acham muito sabidos – uns lesa pátria.

Enfim, turístico, didático, cultural, divertido. Gosta de antigos? Participa de clube? És dirigente? Vá a Amelia aprender para evoluir nosso antigomobilismo. É a melhor relação custo x tempo x benefício. (RN)



Roda-a-Roda

Menor – Porsche reduziu o motor de seu SUV Macan para baixar preços. Nova versão de entrada terá 2,0 litros, 16V, injeção direta, turbo, 252 cv e 370 Nm – uns 37 m.kgf de torque -, válvulas com aberturas variáveis, o VarioCam Plus.

Familiar - É motor básico Volkswagen, com temperos próprios de cada marca, equipando VW Tiguan, Audi Q3, e agora Porsche Macan. Câmbio automático PDK 7 velocidades. Não passa vergonha: vai de 0 a 100 km/h em 7,2s. 

Vendas no Salão do Automóvel, outubro. Preços incalculáveis neste país atolado, politica econômica e criminalmente, mas na Europa significa 10% a menos ante antiga versão inicial com 340 cv.

Porsche Macan, motor menor 


Complicação – Problema das emissões dos motores diesel VW acima do parâmetro legal; providências internas e externas tomadas pela empresa para resolver; aparência de ter o caminho da resolução, minguaram semana passada.

E - O chefe da operação do órgão de meio ambiente da Califórnia, o estado mais jogo-duro na matéria, declarou achar difícil a VW dar solução eficiente e em prazo legal, as 82 mil unidades fora do padrão, ali circulando.

Mais – A VW não perdoou a erupção do assunto depois de tantos gastos para resolver, e demitiu o presidente da operação EUA – é o terceiro a perder o posto. 

Em sua gestão, centrada em fazer lobbyem várias instâncias do governo, propôs pagar bônus de compensação aos compradores dos VW/Porsche/Audi diesel, e sua saída provocou protestos da associação de revendedores.

Outro – Audi iniciou produzir o suv Q3 no Brasil. Pequenos passos de nacionalização, incluindo nova linha exclusiva para o modelo, dentro da fábrica da VW em São José dos Pinhais, PR. Motor 1,4, injeção direta, turbo, flex, fazendo 150 cv. Audi mais vendido em 2015.

Especial – Nas festividades para marcar seu patrocínio aos Jogos Olímpicos Rio 2016, Nissan faz milhar da versão March Rio 2016. Motor 1.600, aplicações externas, plaqueta numerada, cuidados em infodiversão, a R$ 54 mil.

Solução – Atrasada no projeto para montar caminhões e vans chineses localmente, Foton Aumark do Brasil tomou R$ 65M emprestados ao BNDES, e foi ao óbvio: comprará tais serviços à gaúcha Agrale, em Caxias do Sul, RS. 

É do ramo e aplicará expertise e espaço antes destinados à feitura dos caminhões International, recém e novamente escafedida do país.

Paralelo – Projeto Foton em Guaíba, RS, continua hoje apenas terraplanado e cercado. A partir de junho Agrale montará caminhões para 3,5 e 10 t. 

Em comunicado à imprensa, a Foton omitiu o nome do parceiro. Curioso. No Brasil a Agrale tem imagem e credibilidade, ante a desconhecida chinesa chegante.

Negócio – MWM de motores diesel fechou acordo comercial com a Doosan coreana: fornecerá unidades de 4,8 litros para equipar geradores. Coisa boa, 2.500 anuais em contrato inicial de 5 anos.

Ampliação – Ante a obviedade que o passar do tempo reduz a presença de clientes nas revendas dos fabricantes, Mitsubishi criou o sítio Reparador Mit (
www.reparadormit.com.br) para oficinas independentes.

Dá acesso à literatura técnica e catálogos de peças originais, melhorando o padrão de manutenção e reduzindo índice de erros nos produtos.

Caminho – Volkswagen propõe casamento de longo prazo aos clientes com Plano da VW Financial Services: entrada entre 30 a 50% do valor, prestações menores 25% relativamente a financiamentos comuns e, ao final de 35 meses, cliente dá-lo de entrada no valor de 30% de outro Volkswagen igual, O Km. Vale para Gol, Voyage e Saveiro. Mais? (
http://www.volkswagensemprenovo.com.br).

Velocidade – Outra edição do Velocult, evento histórico-cultural pilotado pelo artista Paulo Solariz:Interlagos, a faculdade do automobilismo, aberto ao público desde 13 de março a 02 de abril, em seu tradicional porto, o Espaço Cultural do Conjunto Nacional – av Paulista, 2073, S Paulo, SP.

Atualidade – FCA deu destino à mítica fábrica de Arese, perto de Milão, de onde saíram gerações de Alfa Romeo: será o Arese Shopping Center, com 200 lojas e 25 restaurantes. O agora pequeno Museu Alfa Romeo estará no local.

Araxá – Mais famoso e elegante dos encontros de automóveis antigos no país, o Brazil Classic Show, XXII edição em maio, 25 a 29, não terá patrocínio da Fiat, tradicional apoiadora. Cortes nos gastos institucionais. A mineradora CBMN continua. Inscrições abertas em
www.brazilclassics.com.br
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BMW, QUE COMEÇOU, EM 1929, A FABRICAR AVIÕES, INGRESSA NO PARCO MERCADO CENTENÁRIO DE PRODUTORES DE VEÍCULOS COMO FABRICANTE


Alta Roda
 

Nº 880 — 18/3/16
Fernando Calmon 


VISÃO CENTENÁRIA

O grupo restrito de fabricantes de veículos que estão no mercado há 100 anos ou mais, de forma contínua, aumentou neste mês de março com a entrada da BMW. 

Este clube, em ordem alfabética, é formado por Alfa Romeo, Aston Martin, Audi, Buick, Cadillac, Chevrolet, Dodge, Fiat, Ford, Lancia, Mercedes-Benz, Maserati, Opel, Peugeot, Renault, Rolls-Royce, Skoda e Vauxhall. 

A seleção da Coluna tem critérios próprios, pois considera marcas que apresentaram desde o início algum vínculo com a mobilidade.

Vauxhall, por exemplo, começou fabricando bicicletas. Maserati, fundada apenas como oficina, só produziu carros de competição, antes de seu primeiro modelo para as ruas em 1946. 

A própria BMW iniciou com motores de avião e apenas em 1929 lançou o primeiro automóvel. 

A Audi, como marca, teria menos de 100 anos por outras referências. A empresa alemã fundada, em Munique, em 7 de março de 1916, mostra uma história bem curiosa. 

Especialista desde o início em automóveis caros sofreu bastante após a II Guerra Mundial em uma Alemanha arrasada que se erguia aos poucos nos anos 1950. 

Para sobreviver, em 1957 passou a fabricar o minúsculo Isetta, sob licença dos italianos da Iso, o mesmo modelo em formato ovalar e de uma única porta produzido no Brasil a partir de 1956 pela Romi.

O preço era acessível, mas não sustentava a marca BMW, nem a divisão de motocicletas. Procurou, assim, a próspera Daimler-Benz, fabricante também de caminhões e ônibus, veículos 
essenciais para reconstrução da Alemanha e do restante da Europa. 

Organizou-se uma assembleia de acionistas em que a família Quandt, dona da BMW, ofereceu ao concorrente a venda do controle.

Aprovado o negócio, faltava redigir a ata e colher as assinaturas, naquele tempo um processo lento. 

Mas Herbert Quandt resolveu pensar melhor e em 1959 desistiu do negócio. 

Conseguiu levantar capitais para sanear as finanças e lançou um modelo pequeno próprio, o BMW 700. 

Depois se seguiu uma trajetória surpreendente. O grupo é dono da Rolls-Royce, da MINI e da submarca “i” de elétricos e híbridos plugáveis em tomadas. 

Chegou à liderança do mercado mundial de veículos premium em 2014.

Para comemorar o centenário a marca apresentou o carro-conceito BMW Vision Next 100, visando ao futuro da mobilidade. 

É um cupê-sedã de linhas esportivas, adaptável ao que vier em termos de tecnologia. 

No modo Boost pode ser conduzido pelo motorista ou de forma totalmente autônoma. Há um segundo modo, Easy. 

Este reconfigura o habitáculo ao recolher volante, console central, encostos de cabeça e painéis das portas para que motorista e passageiro fiquem sentados frente a frente, sem nenhuma preocupação até chegar ao destino.

A empresa sabe que o modelo de negócio do automóvel irá mudar drasticamente na medida em que inteligência artificial, conectividade e internet das coisas, entre outros avanços, tomarem conta da indústria da mobilidade. 

Como disse Klaus Froehlich, membro do conselho de pesquisa e desenvolvimento, em entrevista à Reuters, no Salão de Genebra:

“Hoje temos 20% de nossos engenheiros e parceiros trabalhando em softwares. Chegaremos a 50% para depender menos de serviços de internet de terceiros”.

RODA VIVA

IMPORTADOS de todas as origens alcançaram apenas 14,8% de participação nos emplacamentos totais no mês passado. 

Não se via porcentual tão baixo desde 2009. Desvalorização do real, por outro lado, movimenta exportações. 

Hyundai começou a vender o HB20 para o Paraguai e ampliará para outros países. Plano original dos sul-coreanos era limitar-se ao Brasil.

MOTOR turboflex TSI do up! se aproxima de 30% das vendas totais do subcompacto da Volkswagen. Isso mesmo ao se considerar seu preço superior às versões comuns. 

Rumores dão conta de que o Ka também receberá motor de 1 litro turbo (EcoBoost), mas aparentemente a produção não será grande. Algumas fontes indicam que os propulsores virão do exterior.

PICAPE Hilux SRX de cabine dupla e câmbio automático de seis marchas traz no refinamento a explicação pela liderança no segmento, com sete airbags e um belo quadro de instrumentos. 

Anda bem com o novo motor diesel e está melhor em estabilidade, dirigibilidade (principalmente pela suspensão traseira), desempenho e ruído interno. Capota marítima (opcional) faz falta.

RECEITA Federal pode cobrar, a partir de agora e com efeito retroativo, o IPI sobre carros novos importados por pessoas físicas. 

A decisão do Supremo Tribunal Federal encerra polêmica sobre o assunto. Vai encarecer bastante o preço final para quem procurava empresas especializadas em trazer modelos de qualquer tipo, em especial de Miami.

INTERNET facilitou a contratação de empresas que se especializaram em atendimento personalizado. 

Tudo pode ser agendado, de lavagem ecológica a troca de óleo lubrificante em domicílio. 

Uma delas, em https://easycarros.com/, atende em quatro capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. Para quem tem pouco tempo disponível é uma opção.
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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


quarta-feira, 16 de março de 2016

SALÃO DO AUTOMÓVEL DE NOVA YORK, QUE COMEÇARÁ DIA 23 DE MARÇO TERÁ A PRESENÇA DA NISSAN



Nashville, Tennessee (EUA) – A Nissan exibe hoje um teaser especial sobre sua presença no Salão Internacional do Automóvel de Nova York, que terá início na próxima quarta-feira, 23 de março.

SUZUKY PROMETE UM ANO DE COMPETIÇÕES REPLETO DE EMOÇÕES NAS PISTAS DE OFF-ROAD ESTE ANO. A PRIMEIRA PROVA ACONTECERÁ NO DIA 10 DE ABRIL NO AUTÓDROMO VELO CITTÀ, DE MOGI GUAÇU.


Eventos voltados aos proprietários dos modelos da marca serão realizados em várias partes do Brasil

Seja no asfalto, na terra ou na lama, a Suzuki Veículos prepara um ano repleto de aventuras para os proprietários dos modelos da marca. São cinco competições diferentes, cada uma com sua própria característica.

"Queremos abranger o maior número possível de pessoas", garante Fernando Julianelli, diretor Comercial e de Marketing da Suzuki Veículos.


"Mais do que competições, os eventos tem como objetivo reunir famílias e amigos para um dia divertido, em meio à natureza. E, porque não, tirando todo o proveito do conforto e tecnologia do seu Suzuki", afirma.

As provas são realizadas com o próprio carro e, na maioria delas, não é necessário qualquer tipo de preparação ou conhecimento. 

Todas as informações, dicas e instruções são passadas aos participantes, para que possam aproveitar e se divertir.


Para participar, não há taxa de inscrição. Cada carro faz uma doação, que pode ser de alimentos, produtos de higiene, roupas etc. 

Na abertura das inscrições será informado qual será o tipo do produto, que pode variar de acordo com as necessidades de cada região onde a etapa é realizada.

As inscrições são abertas sempre quatro semanas antes de cada etapa pelo site: www.suzukiveiculos.com.br


Confira a descrição, datas e cidades onde as provas serão realizadas:

Suzuki Off-Road
Rali de regularidade para veículos Suzuki 4x4 (Grand Vitara, Vitara, Jimny, Samurai e Sidekick). 

Não há divisão de categorias e a premiação é do 1º ao 5º colocado. Podem ir até quatro pessoas por carro, sendo que o navegador tem que ter a partir de 16 anos e os acompanhantes com, pelo menos, 10 anos.

Datas:
10/04 - Autódromo Velo Città - Mogi Guaçu (SP)

22/05 - Tiradentes (MG)

03/07 - Curitiba (PR)

03/09 - Goiânia (GO)

18/09 - Fortaleza (CE)

19/11 - A definir



Suzuki Extreme
Um rali mais radical para os suzukeiros que têm experiência em práticas off-road. Além das provas dentro do veículo, os participantes também são desafiados em atividades físicas variadas e radicais. 

Esta prova é destinada a proprietários dos modelos Jimny, Samurai e Vitara (1° e 2° gerações) e é recomendável que o carro seja preparado com pneus off-road e tenha guincho. 

Podem ir até quatro pessoas por carro, com o navegador tendo mais de 16 anos e os acompanhantes mais de 10 anos.

Datas:

10/04 - Autódromo Velo Città - Mogi Guaçu (SP)

03/07 - Curitiba (PR)

19/11 - A definir

Suzuki Day
É um passeio divertido para toda a família, exclusivo para proprietários de veículos Suzuki, de qualquer modelo 4x4. 

Não se trata de uma competição e não tem planilha de navegação. É ideal para conhecer novos lugares e curtir um fim de semana outdoor com a família e amigos. Podem estar até quatro pessoas no carro.

Datas:
22/05 - Tiradentes (MG)

03/07 - Curitiba (PR)

18/09 - Fortaleza (CE)

19/11 - A definir



Suzuki Cross Day
É um rally de estratégia e tarefas criado para proprietários de veículos Suzuki 4X4. São diversas atividades esportivas e culturais que estimulam o convívio e diversão para famílias e amigos. 

Nas prova de aventura, os participantes irão encarar escalada, canoagem, trekking, além de oficinas de artesanato, fotografia e até culinária. 

As equipes podem ter até 10 participantes, divididos em até dois carros. Podem participar crianças a partir de 10 anos.

Etapa única
10 de abril - Autódromo Velo Città - Mogi Guaçu (SP).



Suzuki Track Day
É uma grande oportunidade para os proprietários de Swift Sport, S-Cross e SX4 guiarem o carro em um autódromo. 

Não é preciso ter habilidades, nem ser piloto, já que o objetivo é manter-se em uma velocidade e tempo estipulados, de acordo com a planilha de navegação. 

Os participantes terão um dia cheio de atividades como briefing, volta de reconhecimento da pista e duas baterias. 

Podem participar até quatro pessoas por carro, todas acima de 18 anos.

Datas:
10/04 - Autódromo Velo Città - Mogi Guaçu (SP)

05/06 - Autódromo Velo Città - Mogi Guaçu (SP)

06/08 - Autódromo Velo Città - Mogi Guaçu (SP)

19/11 - Autódromo Velo Città - Mogi Guaçu (SP).

Sobre a Suzuki
Não é qualquer empresa que tem mais de 100 anos de história e 50 milhões de veículos vendidos em 201 países. 

Assim é a Suzuki, uma marca inovadora que se mantém com espírito jovem para apresentar veículos modernos com a mais alta tecnologia, desempenho e praticidade para seus clientes. 

No Brasil, os eventos e ralis da marca aproximam ainda mais o público, que pode testar toda a performance e usar tudo o que um Suzuki tem a oferecer. Muito mais do que vender carros, a Suzuki promove experiências!



terça-feira, 15 de março de 2016

FORD DIVULGA PESQUISA SOBRE AS MAIORES DISTRAÇÕES DE JOVENS MOTORISTAS AO VOLANTE. ENTRE ELAS ESTÃO COMO AS MAIS FREQUENTES AS MENSAGENS ENVIADAS POR SEUS PAIS



A Ford divulgou uma pesquisa sobre as maiores distrações de jovens motoristas ao volante e uma das surpresas é que as ligações e mensagens de texto frequentes feitas pelos pais estão entre elas. A pesquisa realizada pela Nielsen, nos EUA, a pedido da Ford, envolveu 1.222 pessoas.

Metade dos jovens costuma avisar os pais ou familiares quando sai de carro. Mesmo assim, eles continuam sendo monitorados. 

Para um terço desses motoristas, as mensagens de texto e ligações dos pais e familiares perguntando onde eles estão são um fator de distração maior que os contatos dos amigos.

Motoristas adultos também recebem ligações da família quando estão no carro. Um em cada cinco motoristas de todas as idades diz ter sido distraído na direção por mensagens de texto e ligações de familiares – uma distração que só perde para condições baixas de visibilidade, mensagens de texto e ligações de amigos. 

Maus motoristas, trânsito, escolha de músicas, obstáculos na pista e manobras com pontos cegos são outros fatores que prejudicam a atenção.

Pesquisas do governo dos EUA mostram que a distração visual é a que mais contribui para acidentes. 

A conversa normal entre adultos no carro não está entre os 
principais fatores de risco. 

Segundo a pesquisa, 40% dos motoristas jovens também tomam a iniciativa de ligar para os familiares – entre todos os motoristas, esse índice é de 20%.

A Ford recomenda a todos os motoristas manter as mãos no volante e os olhos na pista o máximo possível. 


Para os pais se conectarem de forma segura com os filhos que estão dirigindo, ela oferece os seguintes recursos:O sistema de conectividade Ford SYNC permite ao motorista fazer ligações e outras funções por comandos de voz, sem precisar usar as mãos.

Veículos equipados com o SYNC contam com a opção “Não perturbe”, que desvia as ligações para a caixa postal e arquiva as mensagens de texto para serem lidas mais tarde. Mas o motorista continua a poder fazer ligações, se precisar.

Através do SYNC AppLink, o motorista pode usar o aplicativo Glympse para os familiares acompanharem em tempo real a sua localização. 

Basta apertar o botão de comando de voz no volante e dizer “Enviar Glympse”, para um e-mail, celular, Facebook ou Twitter. 

O destinatário pode então monitorar o movimento do veículo e saber o tempo estimado de chegada (ETA) pelo mapa no smartphone ou computador. 

O usuário também determina por quanto tempo esse rastreamento vai funcionar.

Com a chave MyKey, os pais podem limitar a velocidade máxima e o volume do rádio, gerar alertas de velocidade, de uso do cinto de segurança e colocar o celular no modo “Não perturbe”.

FORD ANUNCIA UMA “LEGIÃO ESTRANGEIRA” PARA REEDITAR A HISTÓRIA DO GT. A FORD APOSTA NA REEDIÇÃO DAS VITÓRIAS DO GT NAS PISTAS E MONTOU UMA ESTRUTURA ALTAMENTE COMPETITIVA FORMADA POR UMA VERDADEIRA LEGIÃO ESTRANGEIRA DE PILOTOS. O SUPER GRUPO DE PILOTOS FOI MONTADO PARA O RETORNO ÀS 24 HORAS DE LE MANS, COMEMORANDO OS 50 ANOS DA VITÓRIA HISTÓRICA NA MAIOR CORRIDA DE RESISTÊNCIA DO MUNDO


A equipe Ford Chip Ganassi Racing acaba de confirmar a contratação de Sébastien Bourdais, Scott Dixon, Billy Johnson e Harry Tincknell, fechando a lista de 12 pilotos da equipe que estarão no cockpit dos quatro Ford GT na prova em 18 e 19 de junho

A Ford aposta na reedição das vitórias do GT nas pistas e montou uma estrutura altamente competitiva formada por uma verdadeira legião estrangeira de pilotos. 

Para o retorno às 24 Horas de Le Mans, comemorando os 50 anos da vitória histórica na maior corrida de resistência do mundo, a equipe Ford Chip Ganassi Racing acaba de confirmar a contratação de Sébastien Bourdais, Scott Dixon, Billy Johnson e Harry Tincknell, fechando a lista de 12 pilotos da equipe que estarão no cockpit dos quatro Ford GT na prova em 18 e 19 de junho.

Todos pertencem à elite do automobilismo mundial e representam nada menos que oito nacionalidades, com a missão de levar o supercarro de volta ao pódio. 

O Ford GT número 66 terá o alemão Stefan Mücke, o francês Olivier Pla e o americano Billy Johnson, enquanto o escocês Marino Franchitti, o britânico Andy Priaulx (da Ilha Guernsey) e o inglês Harry Tincknell comandam o carro número 67.

No Ford GT número 68 estarão o americano Joey Hand, o alemão Dirk Müller e o francês Sébastien Bourdais. 

Já o carro 69 terá o neozelandês Scott Dixon, o inglês Richard Westbrook e o australiano Ryan Briscoe.


Expectativa
"Aos 24 anos, estar dirigindo um Ford GT em Le Mans exatamente 50 anos após o famoso triplo pódio é incrivelmente especial para mim", diz Harry Tincknell, que já venceu em Le Mans na categoria LMP2 em 2014. 

"A Ford tem uma história incrível em Le Mans, vamos retomar essa batalha feroz com a Ferrari e todos os fabricantes. Há uma unidade incrível dentro da equipe e estou muito orgulhoso de fazer parte de tudo isso", disse.

“Como o original, o novo Ford GT foi construído para vencer Le Mans, é um carro fantástico de dirigir. É realmente uma honra competir na volta histórica da Ford a Le Mans”, destaca Billy Johnson, que participou do desenvolvimento do Ford GT e atualmente compete na IMSA Continental Tire SportsCar Challenge com o Ford Mustang Shelby GT350R-C.

"Pela primeira vez eu sou o novato, já que será minha estreia em Le Mans", completa Scott Dixon. 

"Já testei o Ford GT algumas vezes e sei que temos um grande carro de corrida. Como qualquer piloto, para mim é realizar um sonho correr em Le Mans", acrescentou.

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