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segunda-feira, 25 de abril de 2016

OS VISITANTES DA AGRISHOW QUE ACONTECE ATÉ DIA 29, EM RIBEIRÃO PRETO, ALÉM DAS CONCESSIONÁRIAS EM TODO O BRASIL, FOI O AMBIENTE PERFEITO PARA APRESENTAR A NOVA S10, " A PICAPE MAIS TECNOLÓGICA E SOFISTICADA DO MERCADO", COMO A GM VINHA PROMETENDO. PARA CONSTAR ISSO O MELHOR É FAZER UM TEST-DRIVE. PARA CONHECER MELHOR O NOVO CHEVROLET UM TEXTO COMPLETO. OS PREÇOS VARIAM DE R$ 83.150 E R$ 162.450


São Caetano do Sul - Além de mudanças visuais e de acabamento, a Nova S10 estreia em maio no Brasil com importantes evoluções mecânicas e de conteúdo que a posicionam como a mais tecnológica do segmento.

O modelo tem avant-première na Agrishow, considerada a mais importante feira agrícola da América Latina. Ela acontece de 25 a 29 de abril em Ribeirão Preto (SP).

Preço sugerido versões cabine dupla
2.4 Advantage Cabine Dupla – R$ 83.150

2.5 ECOTEC SIDI Cabine Dupla LT – 
R$ 95.490
2.5 Freeride Cabine Dupla – R$ 97.750
2.5 ECOTEC SIDI Cabine Dupla LTZ – 
R$ 111.250
2.8 CTDi 4×2 LTZ Cabine Dupla Automática – R$ 148.790
2.8 CTDi 4×4 LTZ Cabine Dupla Automática – R$ 158.150
2.8 CTDi High Country 4WD – R$ 163.450A picape Chevrolet atende aqueles consumidores que buscam um veículo 4x4 valente e multifuncional também para o uso urbano - como já ocorre nos Estados Unidos, onde as “trucks” imperam.

“Pegamos o conceito da versão norte-americana da picape Colorado e o trouxemos para a Nova S10. Assim, a picape brasileira reforça sua capacidade todo-terreno agregando o conforto de um carro de passeio”, explica Marcos Munhoz, vice-presidente da General Motors.

Para isso, a parte estrutural do modelo foi retrabalhada. Os conjuntos de suspensão e de freio, por exemplo, são novos; enquanto os sistemas de controle de vibrações e de ruídos foram aperfeiçoados.

A introdução da direção elétrica inteligente também contribuiu para uma melhor dirigibilidade do veículo, principalmente em trechos urbanos. 


O sistema da Chevrolet é dotado de tecnologias que compensam inclinação da via em longos percursos e reduzem trepidações geradas pelo desbalanceamento das rodas.
A Nova S10 está até 5% mais econômica, graças à utilização de materiais mais leves, de novos componentes mecânicos e de soluções aerodinâmicas inovadoras. 

Mas continua sendo a mais potente e forte do segmento, tanto na configuração 2.8 TurboDiesel (200 cv) como na 2.5 Flex (206 cv).

Novo design
Do ponto de vista estético, a versão 2017 da picape é logo percebida pela nova identidade visual - em sintonia com o DNA global da marca. As mudanças evidenciam a robustez e o prestígio do produto.

A maioria das novidades está na parte dianteira. O capô ganhou esportividade com a cavidade esculpida na parte posterior. 

A grade foi alongada até os faróis, que também foram completamente redesenhados e podem ter uma guia de luz em LED (DRL), conferindo uma assinatura luminosa peculiar ao modelo.

O para-choque traz apêndices aerodinâmicos nas extremidades emoldurando as luzes auxiliares, e uma espécie de peito de aço, no meio, logo abaixo da moldura da placa, reforçam o estilo musculoso do carro.

Na lateral, destacam-se os retrovisores com repetidores de pisca e as rodas de alumínio inéditas. 

Elas ajudam a reforçar a percepção de que a picape está maior e mais requintada. São aro 16 nas versões de entrada (LS e LT) e aro 18 nas mais sofisticadas, representando um upgrade para o modelo LTZ (luxo). Já no topo de linha High Country, esse tamanho de roda é tradição.

Na traseira da Nova S10, a novidade aparece na tampa da caçamba, que a partir de então pode vir com uma discreta câmera de ré embutida na maçaneta, preservando assim o visual harmônico do conjunto. 


O compartimento de carga ganha diferentes tipos de cobertura conforme a configurações e há opção de lanternas com LED.


Em relação a paleta de cores, o Azul Old Blue Eyes e o Preto Ouro Negro fazem sua estreia na linha 2017 da picape. 

Elas se juntam às já existentes Prata Switchblade, Branco Summit, Vermelho Chilli e Cinza Son of a Gun.

Prestígio interno
A cabine também acompanha o salto de sofisticação. Os materiais são mais refinados e agradáveis ao toque (soft touch), enquanto os painéis de instrumentos e de portas foram completamente remodelados para trazer melhor ergonomia e acomodar a maior quantidade de itens de série – alguns inéditos para a categoria.

Os principais traços do habitáculo foram inspirados na picape-conceito X-Treme, que a Chevrolet exibiu recentemente no Salão de Bangcoc, na Tailândia.


A Nova S10 traz quadro de instrumentos bastante completo e de fácil leitura. Ele pode incluir computador de bordo de última geração com informações abrangentes, como navegação, velocímetro digital e parâmetros de manutenção do veículo, incluindo a vida útil do óleo – relevante para veículos que são submetidos a condições severas de uso.

O computador de bordo ainda possui a interessante função “ECO”, que auxilia o motorista a conduzir o veículo de uma maneira a privilegiar o menor consumo de combustível. 

O motorista consegue ainda consultar a pressão dos pneus. Um alerta é dado quando algum deles sai da especificação recomendada pelo fabricante.

O centro do painel ficou mais imponente com as saídas de ar majoradas e com o multimídia MyLink de segunda geração com GPS. 


O sistema passa a agregar tela de alta resolução e novas funções, entre elas o Android Auto e o Apple CarPlay.


Na prática, isso significa maior possibilidade de interação entre o veículo e o smartphone do usuário. 


E o melhor: com a opção de comandos de voz, para que o motorista não precise tirar as mãos do volante ou o foco do trânsito.


Os apoios de braços e os puxadores de portas também foram retrabalhados, assim como os diferentes revestimentos dos bancos. 


Já a direção passou a ter assistência elétrica, reduzindo a necessidade de esforço do condutor.


“As mudanças visuais, a aplicação de materiais nobres e o uso de tecnologias hi-tech reforçam a imagem vanguardista da S10”, diz Carlos Barba, diretor de design da Chevrolet.

“Desde que lançou o modelo em 1995, a Chevrolet tem sido a empresa que melhor vem interpretando as necessidades e os desejos do consumidor de picape no Brasil. Foi com base nessa experiência que concebemos a Nova S10”, acrescenta o executivo.


Um novo carro
A versão 2017 da picape média da Chevrolet está mais sofisticada em todas suas configurações. Entre os novos itens de comodidade disponíveis, destacam-se:

- Acendimento automático dos faróis;
- Sensor de chuva;
- Retrovisor central eletrocrômico;
- Câmera de ré com gráficos para auxílio em manobras;
- Sensor de estacionamento dianteiro;
- Acionamento remoto da ignição;
- Vidros laterais com mecanismo remoto de abertura e fechamento por meio da chave.

Itens como lanternas e luzes de neblina, ar-condicionado digital com oito velocidades, rebatimento elétrico dos retrovisores externos, banco do motorista com ajustes elétricos estão igualmente disponíveis.

Outros destaques são os controles eletrônicos de tração (TC) e de estabilidade (EPS) e os assistentes de partida em rampas (HSA) e o de descida (HDC).

Enquanto o assistente de partida em rampas não permite que o veículo recue em saídas íngremes; o assistente de descida controla a velocidade em descidas íngremes sem a necessidade de intervenção do motorista, proporcionando maior controle do veículo.

Alertas contra distração
A Nova S10 também aprimora seu pacote de segurança ativa. Adota sistema de freios ABS com EBD (distribuição da força de frenagem) de última geração e novas tecnologias, como o alerta de desvio de faixa e o alerta de colisão frontal, comuns apenas a veículos de categorias superiores.

O alerta de desvio de faixa possui uma câmera na parte superior do para-brisas que “lê” as faixas da via e emite um aviso toda vez que perceber que o veículo está saindo involuntariamente da pista. 


Se o pisca estiver acionado, o mecanismo entende que a manobra é intencional e não entra em ação.


O alerta de colisão frontal é outro equipamento bastante útil no dia a dia. Por meio dele, o motorista pode estabelecer eletronicamente uma distância mínima em relação ao veículo à frente, podendo, por exemplo, ser alertado caso o outro automóvel sofra uma redução de velocidade repentina. 


Além de luzes vermelhas piscarem na base do para-brisa, um alarme soa pelos alto-falantes da picape.


“Estudo de mercado aponta que 67% dos acidentes são frontais. A grande maioria de pequena ou média monta porte e provocado por distrações. O alerta de colisão mostra-se relevante, principalmente neste tipo de situação”, justifica William Bertagni, vice-presidente de engenharia da General Motors.

Eficiência energética
A Nova S10 estreia com treze variações de configurações. São quatro versões de acabamento (LS, LT, LTZ e High Country), três opções de cabine (simples, dupla e chassis cab), duas de motorização (2.8 TurboDiesel e 2.5 SIDI Flex), dois tipos de transmissão (manual e automática, ambas de seis velocidades), além de dois tipos de tração (4x2 e 4x4 com reduzida).

Todas as configurações receberam um pacote de inovações para melhor eficiência energética. 


Com isso, houve uma melhora no consumo de combustível até 5% ante o modelo anterior.


O resultado é basicamente a soma das evoluções aerodinâmicas, da utilização de matérias mais leves, da adoção de pneus “verdes” de uso misto e de freios de baixo arrasto, da mudança na relação do diferencial da transmissão (Flex) e da introdução de um sistema mais eficiente de gerenciamento das cargas elétricas do motor, que inclui novo software no módulo de controle do carro, sensores, alternador com menos perdas internas, eletro-ventilador do tipo brushless (sem escovas) e direção elétrica.


OnStar
Outra inovação que a Nova S10 traz para o segmento de picapes é o OnStar. A tecnologia é uma exclusividade da marca Chevrolet no Brasil.

O OnStar é um sistema de telemática avançado que oferece ao motorista mais de 20 serviços de Emergência, Segurança, Navegação, Concierge e Conectividade em um patamar jamais visto no mercado automotivo nacional.

Na Nova S10, a tecnologia agrega novas funcionalidades, como o alerta de valet. Ao ativá-lo, o usuário recebe uma mensagem caso o manobrista se distancie mais de 500 metros com o carro. 

É possível ainda monitorar o deslocamento do automóvel e saber se ele ultrapassou o limite de velocidade predeterminado. Tudo através do aplicativo para smartphones.

O alerta de rodízio do OnStar foi aperfeiçoado. A partir de agora o motorista é avisado quando seu veículo se aproxima da zona de restrição ou quando dá partida no veículo em local e horário restrito à circulação.

Outra novidade é que pressionando o botão da esquerda no retrovisor central, o usuário consegue acionar, por comando de voz, serviços como os alertas de velocidade e o de valet, chamar o serviço de assistência mecânica ou ainda iniciar a navegação de algum destino cadastrado no aplicativo do OnStar.


Funcionamento simples
Pressionando um botão no retrovisor interno, o motorista é conectado a uma central com atendimento humano que oferece serviços como pesquisas rápidas na internet, reservas e informações sobre situações de tráfego (vias alagadas ou bloqueadas).

Pode-se igualmente acionar o botão OnStar para solicitar assistência mecânica, elétrica ou médica em caso de emergência.

A comunicação entre os ocupantes e o atendente do Centro de Atendimento ocorre por meio de uma linha celular exclusiva do veículo, que transmite a conversa pelos autofalantes e microfones do sistema “hands-free” do carro.

O OnStar também avisa quando o automóvel está sendo furtado ou envolveu-se em um acidente que resultou na deflagração dos airbags. 

Isso acontece porque os sensores espalhados pela carroceria são capazes de detectar situações de anormalidade e alertam o Centro de Atendimento. 

Profissionais capacitados então fazem a análise da situação e solicitam, se necessário, o auxílio das autoridades competentes.

O OnStar também permite que o usuário comande funções do veículo por meio de um aplicativo para smartphone, como o travamento das portas.

Pelo app ainda é possível programar para receber notificações quando o veículo inicia uma nova movimentação, saber qual é a sua localização atual e ainda pedir para ser avisado quando o velocímetro ultrapassar o limite de velocidade predeterminado – recursos úteis principalmente quando o automóvel é cedido a terceiros.

O aplicativo é compatível com os sistemas Android e IOS e pode ser baixado na Play Store e agora também na Apple Store.

Na Nova S10, a Chevrolet oferece como cortesia o serviço OnStar, por 12 meses. O processo de habilitação pode ser iniciado na concessionária. 

Na sequência, o cliente recebe um e-mail para finalizar seu cadastro e dar seu aval para a ativação.



JAC MOTORS CHEGA À SEXTA GERAÇÃO DE CARROS ELÉTRICOS NO AUTO CHINA 2016. O MODELO TEM AUTONOMIA DE 251 KM E PRECISA DE 11 SEGUNDOS PARA CHEGAR DE 0 A 100 KM/H, GRAÇAS AO MOTOR DE 116 CV. NO BRASIL, A VERSÃO COM MOTOR FLEX DO JAC S2 PASSA POR TESTES NO PAÍS PARA ESTREAR EM 2017



Com uma venda expressiva de modelos movidos a energia elétrica no mercado chinês, a JAC Motors traz para o Auto China 2016, em Beijing, a nova (já é a sexta) geração de modelos totalmente impulsionados por energia limpa.

A estrela dessa nova linha de modelos é o novíssimo JAC S2, que, no Brasil, será comercializado a partir de 2017 como T3. Assim como os demais modelos da JAC que foram lançados no país, o JAC T3 cumpre uma severa rotina de testes de longa duração antes de ser efetivamente apresentado ao público.

Os visitantes do 14º. Beijing International Automotive Exhibition poderão ver, no estande da JAC Motors, a partir da próxima quarta-feira 27, uma nova família de modelos elétricos da marca. 

Desta vez, os engenheiros trabalharam fortemente em duas frentes: autonomia e desempenho. E o novo IEV6S atende perfeitamente aos anseios dos consumidores locais.

Mais do que uma promessa, o novo JAC elétrico demonstra viabilidade imediata para comercialização. 

Em condições de uso misto (cidade e estrada), ele chega a 251 km de autonomia. Se for conduzido em velocidade constante, de 60 km/h, por exemplo, é capaz de rodar 300 km. 

Para uma recarga completa, o consumidor precisará deixá-lo plugado na tomada por 11 horas e meia, mas, em situações de emergência, pode obter 80% da carga em apenas 1h30.

No desempenho, o modelo não decepciona: as baterias de íon-lítio são capazes de promover uma aceleração de 0 a 100 km/h em 11 segundos, o que o torna rigorosamente equivalente neste quesito à versão com motor de combustão interna. 

O IEV6S rende 85 kW de potência, cerca de 116 cv, com torque máximo de 270 Nm (27,6 kgfm). Sua velocidade máxima é de 130 km/h.

Além da versão IEV, o novo S2 com motor 1.5 a gasolina (será flex no Brasil) também está exposto no estande da JAC Motors, ao lado dos demais SUV´s da marca (S3 e S5 ou, respectivamente, T5 e T6). 

E é nesse segmento que a marca traz outra surpresa para o público: o concept-car SC5, um ensaio que pode se tornar viável em alguns anos no segmento de porte médio/grande do mercado mundial.

A família de maxivans da JAC Motors também está completa. Além da conhecida T8, batizada de M5, na China, o Salão de Beijing tem duas outras opções, com ligeiras diferenças de acabamento, estética, desenho de janelas laterais e altura do teto: M4 e M6. 

Na China, esse tipo de veículo é extremamente difundido, razão pela qual a JAC Motors, que figura entre as marcas líderes do segmento, resolveu multiplicar suas opções de modelos.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

FIAT APOSTA NO MOBI PARA VENDER MAIS. PREÇOS COMEÇAM EM R$ 31.900 E VÃO ATÉ R$ 42.800,00


Alta Roda 

Nº 885 — 21/4/16

Fernando Calmon



CONFLITO DE PREÇOS

Finalmente, o mercado de subcompactos começa a esquentar no Brasil. Espaços mal planejados nas cidades para circular e estacionar, exigências de menor consumo e emissões e muitos carros rodando com no máximo um passageiro além do motorista, justificariam presença menos tímida no total de hatch compactos, de longe o segmento mais importante em vendas.

Por isso, a Fiat faz sua aposta no Mobi. O carrinho servirá para atrair pessoas a esse segmento e colocar racionalidade na compra. 

Ao vivo parece mais harmônico do que em fotos, embora a parte frontal seja exageradamente volumosa e a traseira muito “chapada”. Rompe com certa leveza de estilo da marca italiana. 

Desenhado em Betim, é necessário aceitar as limitações do projeto baseado no Uno. Há redução de 21 cm no comprimento, 7 cm no entre-eixos e 4 cm na largura. 

Resultado: um banco traseiro muito limitado para pernas e ombros e um porta-malas de apenas 215 litros (235 se incluída a caixa "cargobox").

Problema maior está na relação custo-benefício. Na própria gama Fiat terá concorrência – por algum tempo – do antigo Palio Fire (representa mais de 50% das vendas deste compacto) e do próprio Uno. Segundo o paulistano Stefan Ketter, presidente da FCA para América Latina (menos México), a marca quer voltar à liderança do segmento de automóveis “sem comprometer a rentabilidade”.

Preços começam com a versão Easy a R$ 31.900 e vão até R$ 42.300, Like On. Há ainda a Way (altura de rodagem maior e penduricalhos de pseudocrossovers) que chega a R$ 43.800.

Motor continua o 4-cilindros de 1 litro do Uno que, no segundo semestre, receberá o 3-cilindros de apenas seis válvulas. 

Daqui a um ano o Mobi receberá o mesmo motor, o que pode significar desvalorização adicional no mercado de usados. Até 60 kg mais leve que o “primo”, tem agilidade razoável no trânsito.

Pontos altos do Mobi: suspensão bem calibrada, interior com texturização criativa dos plásticos de acabamento, regulagem do encosto do banco traseiro (pode ser bipartido), ângulo de abertura das portas traseiras e tampa do porta-malas em vidro temperado. 

Os bancos dianteiros são novos, menos macios que o padrão da marca (o que é bom) e oferecem adequada sustentação lateral.

A partir de junho a Fiat oferecerá um interessante sistema de aproveitar o telefone celular para interagir com sistemas do carro e utilizará aplicativos como Spotify (música) e Waze (rotas). Mas o aparelho é fixado horizontalmente, menos prático para leitura de mapas.

Entre pontos fracos estão visibilidade traseira ruim para manobras, acesso ao porta-malas prejudicado pela estrutura metálica acima do para-choque e janelas atrás muito pequenas (os vidros traseiros, só por isso, abaixam totalmente). Apenas uma cordinha sustenta o chamado bagagito, ao se abrir a tampa traseira.

Mobi terá que confiar na força da novidade para sustentar suas vendas. Não há certeza de que ajudará a Fiat a ganhar participação de mercado em razão do conflito de preços dentro da própria linha da marca. 

Além disso, preço ficou acima do esperado e muito próximo de concorrentes como o VW up! que tem motor mais potente e econômico, visibilidade melhor e porta-malas maior.

RODA VIVA

FORD lança em maio Fiesta com motor 1.0 3-cilindros turbo (EcoBoost). Unidade motriz, só a gasolina, é importada da Europa. Nacionalização, fora dos planos. 

Na nova geração do EcoSport, pouco antes do Salão do Automóvel de São Paulo (novembro), conforme antecipado aqui, estreia o novo motor Dragon aspirado flex de três cilindros e 1,5 litro (mais potente que o 1,2 L Peugeot).

GRAÇAS à instalação de subsidiária no Brasil, a Porsche agora oferece a versão Carrera do 911 por R$ 509.000. 

É porta de entrada para um verdadeiro carro esporte, todos biturbo de 3 L e 370 cv ou 420 cv (Carrera S) e câmbio automatizado 7-marchas. 

Cupê, cabriolet e targa estão disponíveis em até 14 configurações, incluído o 911 Turbo S por R$ 1,277 milhão.

DIRIGIR o 911 em um autódromo de traçado desafiante, como o Velo Città, em Mogi Guaçu (SP), traz sensações inigualáveis em relação ao que existe de melhor no mundo. 

Respostas de direção e acelerador, capacidade incrível de frenagem e mudança de comportamento geral do automóvel ao girar de um botão no volante levam à vontade de não parar nunca de guiar.

MAU SINAL: mortes no trânsito no Brasil cresceram quase 2% em 2014 em relação a 2013. 

Passaram de 42.266 para 43.075, a partir de levantamento compilado pelo Observatório Nacional de Segurança Viária no defasado Banco de Dados do DataSUS.

Assim, fica ainda mais distante o País cumprir meta voluntária da ONU de redução de 50% das mortes em uma década.

COMUNIDADE técnica brasileira ganhou relevância com a promoção de William Bertagni a vice-presidente de Engenharia Veicular para a Europa da Opel, subsidiária alemã da GM. 

Bertagni tem de 30 anos de experiência em desenvolvimento de produto e foi um dos responsáveis pela arquitetura GSV que originou aqui Onix, Prisma, Cobalt, Spin e o novo Tracker (2017).

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fernando@calmon.jor.br e www.facebook.com/fernando.calmon2


DEPOIS DE TROPEÇOS NA SÉRIE ATUAL DO ETIOS, A TOYOTA INVESTIU NO MODELO, APOSTOU NA TECNOLOGIA E PRETENDE AMPLIAR O SEU MERCADO. OS PREÇOS QUE VÃO DE R$ 43.990 E R$ 60.295,00. PRONTO! AGORA FOI A SÉRIO: SAIU DA FÁBRICA DE CASSINO O PRIMEIRO ALFA ROMEO GIULIA, QUE CUSTA US$ 70 MIL, MAS QUEM ESPERAR COMPRAR UM NO BRASIL PODE TIRAR O CAVALINHO DA CHUVA



Coluna nº 1.716 - 21 de Abril de 2016
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Etios 2017 e seu pacote quase adequado

Toyota deu um bom trato no Etios, produto de entrada no mercado. Ultrapassou mudanças cosméticas e maquiagem para assinalar nova modelia ou criar ocasião para divulgar o produto. 

Fez ação muito maior, a de elevar o Etios para ampliar a fatia de clientes – e conquistar os em descenso pela situação econômica. 

A estes migrantes, o atrativo de encontrar produto com bom recheio. Quer vender mais ampliando a faixa de compradores. 

Tropeços com a série atual do Etios fez a matriz perceber dificuldades na filial brasileira, desde definição do produto até o relacionamento com a Imprensa. 

Isto gerou silenciosa revolução, esvaziando poderes de executivos, dispensa de outros, mudanças na diretoria. Cúpula da empresa entende ter chegado ao piso ideal. Ainda faltam mudanças.

No produto, intervenções amplas. Motores 1,3 e 1,5 litros agora nacionais, dispensam o tanquinho de álcool para partida, e construídos em nova usina, em Porto Feliz, SP, Centro Oeste do estado, a 120 km de S. Paulo e a 20 km de Sorocaba, onde está a fábrica do Etios.

Bloco e cabeçote em alumínio, duplo comando,16 válvulas e sistema de abertura e fechamento de acordo com a demanda, o VVT-I, quatro cilindros, dianteiros, transversais, revisados para a geração Brasil. Ganharam mais potência e torque. 

Parece, a Toyota absorveu tecnologia para obter melhores resultados com o uso de álcool. 

Com ele, o pequeno engenho 1,3, produz 98 cv e 12,8 kgmf de torque; 1,5 litro, 107 cv e 14,4 kgmf. Com gasálcool, tais medidas são 88 e 12,3, ganho de 9%. 

No motor 1.5, 102 e 14 quilos de torque, 11% a mais. Na primeira experiência neste setor com o Corolla, dados eram iguais nos dois combustíveis.

Transmissão mecânica evoluiu. Agora são seis velocidades, utilizando relação de diferencial mais longa. 

Na prática consegue-se mais rendimento, reduz consumo, torna-o mais agradável ao uso em estradas. 

Para atender demanda e instigar novos compradores chegando a esta faixa, aplicou-se antiga transmissão automática de quatro velocidades a ambos os motores. 

É o único senão das intervenções, câmbio é antigo, pobre, sem recursos. Mecânica revista e atualizada, com assistência elétrica para direção, reacerto geral em suspensão através de novas molas e amortecedores para melhorar a rolagem.

Mais
Implementou o conteúdo, tornando-se o mais equipado na categoria. Nestes dias, quando o mercado dá mais importância aos periféricos de conectividade que ao automóvel em si, tornou o Etios o mais equipado da classe. 

Isto explica painel de instrumentos digital, tela de quase 10 cm; sistema de audio reproduzindo arquivos MP3 Bluetooth, entrada USB, outras facilidades, além de função no computador de bordo capaz de, alimentado com o preço do combustível, oferecer valor final gasto.

Em conforto, melhorou o isolamento termo acústico para melhor isolar cabine e meio ambiente.

Referência importante, contém cinto de segurança com três pontos e apoio para cabeça a todos os passageiros, e fixador Isofix para cadeira infantil. 

O Etios foi o primeiro compacto do País a obter quatro estrelas de proteção aos passageiros frontais nos testes da LatiNCAP.

Garantia de três anos e custo de revisões no período de R$ 2.400,00.

Vendas a partir de 28 de abril. Se buscas bom negócio, barganhe para comprar versão ora substituída, ainda encontrável nos revendedores. Dependendo da diferença de preço valerá a pena.

Quanto custa
Toyota Etios

Modelo
Versão
R$
Hatch
X 1.3L 16V manual
R$ 43.990,00
X 1.3L 16V automatic
R$ 47.490,00
XS 1.5L 16V manual
R$ 48.995,00
XS 1.5L 16V automatic
R$ 52.495,00
XLS 1.5L 16V manual
R$ 53.895,00
XLS 1.5L 16V automatic
R$ 57.395,00
Cross 1.5L 16V manual
R$ 57.395,00
Cross 1.5L 16V automatic
R$ 60.895,00
Sedã

X 1.5L 16V manual
R$ 48.495,00
X 1.5L 16V automatic
R$ 51.995,00
XS 1.5L 16V manual
R$ 51.695,00
XS 1.5L 16V automatic
R$ 55.195,00
XLS 1.5L 16V manual
R$ 56.795,00
XLS 1.5L 16V automatic
R$ 60.295,00
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Etios 2017, edição revista e muito melhorada.


Roda-a-Roda

Mais SUV
– Segmento sem crise e expansão mundial motivou os fabricantes de super carros a participar dele. 

Maserati apresentou à Imprensa seu modelo Levante. Vendas em maio, após gestação de 13 anos! Antes chamava-se Kubang.

P’ra valer – Maserati quer fazer do Levante seu modelo mais vendido, equivalendo à metade da produção. 

P’ra barato não serve, surgindo a US$ 72 mil, em versão com 350 cv, 430 cv, US$ 83 mil. 

Apesar da presença de SUVs de marcas famosas como Bentley, foco do Levante é o Porsche Cayenne.

Começou – Sempre adiado, dia 19, segunda feira, saiu da fábrica de Cassino, Itália, o primeiro Alfa Romeo Giulia, versão de topo da linha, ferramenta para a marca voltar ao mercado. 

Preço mundial, sedã esportivo com motor V6 de base Ferrari, US$ 70 mil. Sem perspectivas de chegar ao Brasil.


Alfa Giulia, começou.



Freio – Terremoto na cidade de Kumamoto, Japão, atingiu 6,4 a 7,3 graus na escala Richter, responsável por morte de 42 pessoas, destruição de edifícios, estradas, pontes, infra estrutura urbana. 

Ante danos Toyota, Honda e Nissan detiveram produzir automóveis. Prazo curto, uma semana.

Padrão – Jaguar Land Rover apoia iniciativa dos países da União Europeia pela padronização da tecnologia empregada aos carros autônomos. 

Facilitará interconectividade entre marcas, produtos e controle oficiais, reduzirá possibilidades de erros – e acidentes.

Compass – Leitor da Coluna viu aqui, em antecipação mundial, o nome do terceiro produto da fábrica da FCA em Pernambuco. Substituirá dupla Patriot e Compass, e deste ficará com o nome. 

É utilitário esportivo de tamanho superior ao Renegade, e tamanho assemelhado ao do Hyundai IX35. 

Novembro - Seria mostrado no Salão de Nova Iorque, mas leve despriorizada no projeto postergou apresentação. 

Agora no Salão Internacional do Automóvel em S. Paulo, novembro. Estrutura mecânica igual à de Renegade e Toro, tipo motor Otto, flex 1.8 e diesel 2,0, transmissões automáticas.

Jeep – Linha Jeep é a de maior demanda e lucratividade sob o guarda chuva da FCA. Acaba de inaugurar fabrica na China, com o Renegade, e Compass deve seguir o mesmo caminho, feito na Itália, Índia e China. 

Utiliza o atualizadíssimo processo de World Class Manufacturing, no qual o presidente da FCA no Brasil, Stefen Ketter, é doutor. Também fará picape Jeep, em criação.

Sinal – Ford abriu lista de pré venda para seu novo esportivo Ford GT e em uma semana obteve mais de 8 mil inscrições, aceitas até 12 de maio pelo sítio www.fordGT.com

Empresa esperava vender 7.000, a capacidade de produção anual de sua fábrica, mas demanda superou em muito a expectativa.

Partes – É a bandeira de tecnologia da marca, motor da série EcoBoost, tecnologias de última geração. 

Preço em US$ 400 mil. Não será importado pela operação local. Quem quiser, contrate-a com importador privado.

Atraso – Planos da Kia para iniciar importar do México seu modelo Rio lançando-o às vésperas dos Jogos Olímpicos, em agosto, RJ, sofrem adaptação. 

Trará unidades da Coreia para aproveitar a data. Mas importação sem pagar impostos, apenas a partir de outubro.

Rio – Nissan fará apresentação estática do Kicks, sav sobre a plataforma do March, dia 2. Quer tê-lo como carro oficial dos Jogos Olímpicos, obtendo enorme divulgação.

P’ra fora – BMW anunciou exportar 10 mil unidades do novo modelo X1, feito em Araquari, SC, ao mercado norte-americano. 

Boa declaração de qualidade, boa solução para incrementar vendas. Contratará 300 pessoas para a operação.

P’ra baixo
– Depois do HR-V, segundo mais vendido na misturada em seu segmento, Honda prepara o WR-V. 

Será menor – mesmo usando a plataforma de HR-V, Fit e City – com motor 1,5. No Salão do Automóvel, outubro.

Mais – No mesmo Salão, concorrente de mesmo porte pela Renault.

Negócio
– Para aumentar faturamento em meio aos prejuízos da gestão partidária, Correios venderão cotas da BB Consórcios, associada ao Banco do Brasil. 

Quer dispor do serviço em 3.200 agências até o final do ano. Fórmula de auto financiamento, consórcio cresceu 14% ano passado.

Sai – Nova área expositiva abrigando o Salão Internacional do Automóvel de São Paulo será inaugurada dia 26. 

Investimento do grupo francês GL, promete novidades como ar condicionado, estacionamento coberto, auditório. Fica próxima à rodovia dos Imigrantes, feito sobre a antiga Expo SP.

Melhor – Deve funcionar bem, pois é coisa com dono. No caso do Parque do Anhembi, empresa pública, falhas operacionais gritantes e sem reparos.

Jóia – Skoda, a marca tcheca da VW com design atrevido, levou ao Salão de Pequim sua criação com a Preciosa, de cristais: pequenos cristais incrustados nas rodas em liga leve e no emblema.

Ecologia – Câmara Baixa do Parlamento holandês aprovou proibição de licenciamento de veículos movidos por gasolina e diesel a partir de 2025. Proposta seguirá à Câmara Alta, tipo Senado.

Mais – No pacote, proposta ao governo para investir mais na estrutura para viabilizar os carros autônomos, forma de organizar o trânsito.


Antigo – Hillary Clinton, candidata a candidata nas próximas eleições presidenciais dos EUA, tem antigo carro seu à venda. Oldsmobile Cutlass Ciera, 1986, com 33 mil milhas – uns 50 mil km. 

Culturas - Como registro de costumes, carro era dela, mas o motorista da Casa Branca usava para as missões da antiga Primeira Dama. 

Costumes diferentes. Aqui teria uma frota de carros e uma leva de serviçais - e cartão corporativo.

Comparativo – Mike Lawn, então motorista, adquiriu o carro, deu-o à filha recém-habilitada, que refugou: vidros acionados por manivela, estilo dúbio... Quer US$ 8.700 – uns R$ 28 mil. Se eleita valerá mais. 

Retífica RN – Coluna passada, focando o novo Hyundai 1,0 turbo, comparou diferença de preço com versão aspirada e com o VW up! TSI, usuário do equipamento. Entre os VW R$ 4 mil, não R$ 3 mil como dito. 

Queda – Em meio à valorização mundial dos veículos antigos, Cadillac séries 75, limousine, 1951, utilizado pelo casal Perón quando conduzindo a Argentina, e depois pela família Fangio, perde valor.

Sequência – Mandado pela família Fangio a leilão pela britânica Silverstone Auction em setembro de 2014, esperava-se batida de martelo entre US$ 340 mil e US$ 440 mil. Lances empacaram em US$ 230 mil – e a família entregou-o.

Recente - Há três semanas outra casa inglesa, a Bohmans, apresentou-o em leilão em Goodwood, estimando obter entre US$ 130 mil e US$ 173 mil. Lances frearam em 123 mil dólares, aceitos pelo vendedor. Micou.


Cadillac 75, 1951, ex-Perón, ex-Fangio, exceção.


Brasil. Mercedes ultrapassa os 60

Próxima semana, Mercedes-Benz inicia o ano de comemorações de seis décadas instalada industrialmente no Brasil. 

Chegou antes, em 1951, no Rio de Janeiro, por representante bem articulado e bem assistido. 

Vendas de veículos, a conquista do mercado carioca de lotações - micro ônibus - para transporte mais rápido, e elevados lucros, instigaram a marca a associar-se à operação e, após, adquirir as ações às herdeiras do sócio. 

Implantou a atual fábrica no município de São Bernardo do Campo, em pequena fazenda, com um dos lados beirando a então recém inaugurada pista descendente da Via Anchieta, ligando o Planalto Paulista ao porto de Santos.

Foi uma das autoras da mudança de perfil da pequena São Bernardo. A posição geográfica entre o porto e o maior mercado haviam atraído outras montadoras de veículos. 

No setor ali estavam as pioneiras Brasmotor, montando Volkswagens e produtos Chrysler; Varam, com montagem sucessiva de norte-americanos Nash e depois Fiat; em instalação paralela a Willys-Overland. 

No mais, chácaras e cerâmicas. A chegada alavancou a mudança do perfil da cidade.

A chegada da Mercedes constitui-se verdadeiramente na factibilização da indústria automobilística brasileira. 

Àquela época, pouco havia de definições quanto a produzir itens de mobilidade. 

Todos os operadores no setor - Ford, GM, International por si só; Chrysler por representante; VW dividindo montagem com a Brasmotor; Vemag montando Studebakers; Varam, bem instalada entretanto mudando de parceiros, e Willys surgindo em sociedade com distribuidores, nenhum possuía operação verdadeiramente imbricada com o país. 

Não faziam seus motores ou peças de maior elaboração tecnológica, mas apenas montagem de componentes importados, tentavam nacionalizar alguns componentes, induzir criar uma indústria de auto peças. 

Na prática a operação brasileira de todas as marcas era operação superficial, sem nacionalização. 

A Mercedes mudou isto e, em meio à aura de renovação política, da chegada de Juscelino Kubitschek ao poder, fez desafio e encomenda a grande empresa de fundição, a Sofunge: queria fazer motores no Brasil.

Desafio grande. Tais unidades não eram feitas na América do Sul, ante a malévola alegação de interessados em manter o país sub desenvolvido, que o calor tropical influenciaria negativamente na fundição dos blocos, dando-lhe pouca resistência e estrutura. 

A encomenda da Mercedes foi desafio e surpresa geral quando, ao final de 1955, anunciou a fundição do primeiro bloco - levando JK, ainda não empossado, para fazer verter o metal líquido sobre os moldes de produção. 

A ação mudou o desenho de implantação da indústria. Quando da posse de JK na Presidência da República logo após, e a divulgação das providências para atrair marcas interessadas em fabricar caminhões, tratores, ônibus, jipes, e automóveis no País, a grande referência do projeto e sólido argumento do governo era ter aqui a Mercedes fazendo motores. 

Serviu de atrativo e de provocação às marcas já instaladas a seguir o exemplo e produzir seus motores, em vez de traze-los das matrizes.

Outro pioneirismo foi produzir os ônibus monobloco, muito mais confortáveis, e a coragem de produzir o automóvel Classe A, o melhor dotado dentre todos os nacionais.

Empresa hoje opera em três grandes fábricas: São Bernardo do Campo, SP; e Juiz Fora, MG, produzindo caminhões. E Iracemapolis, SP, em recém-inaugurada operação para fazer automóveis.



Eleito, em fins de novembro de 1955, JK na fundição do 1º motor brasileiro, o Mercedes pela Sofunge.
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terça-feira, 19 de abril de 2016

FORD ABRE TEMPORADA DE EXIBIÇÃO DA NOVA RANGER 2017 EM FEIRAS AGROPECUÁRIAS POR TODO O PAÍS, ONDE AS PESSOAS PODERÃO REALIZAR TEST-DRIVE DA PICAPE EM PISTA DE OFF-ROAD. A PRÓXIMA EXPOSIÇÃO SERÁ NA AGRISHOW DE RIBEIRO PRETO



A Ford tem uma extensa programação para o lançamento da Nova Ranger nas principais feiras agropecuárias do País. 


Uma delas é a Expolondrina, no Paraná, onde os visitantes podem conhecer as versões XLS, XLT e Limited e experimentar o seu desempenho em uma pista de test-drive especialmente construída, com diferentes tipos de obstáculos para comprovar sua capacidade.


Como oferta especial de lançamento para os produtores rurais, a Ford criou plantões com planos especiais de venda. 

A opção de apresentar a Ranger nas maiores áreas agropecuárias deve-se ao fato de a picape oferecer capacidade off-road e diferenciais apropriados para uso rural.


Todas as versões diesel vêm com tração 4x4 e reduzida. A mudança de tração 4x2 para 4x4 pode ser feita em movimento, a até 120 km/h, pelo comando eletrônico no console. 

Vêm também com diferencial traseiro blocante, que aumenta a capacidade de vencer obstáculos e rampas com até 45 graus de inclinação, e pode atravessar áreas alagadas com até 800 mm de profundidade.


A próxima exibição da nova Ranger no circuito agropecuário será na Agrishow, em Ribeirão Preto. 

 A Ranger 2017 é a picape mais avançada da categoria, tanto em design e desempenho como em segurança e tecnologia, com os motores 2.2 e 3.2 Diesel e 2.5 Flex.


NOVA RANGER: FORD CRIA PLANO SAZONAL DE VENDA E PROGRAMA ESPECIAL DE FIDELIZAÇÃO. MONTADORA INTRODUZ AS VERSÕES DA PICAPE COM MOTOR DIESEL NO MERCADO COM DOIS PROGRAMAS DE VENDAS INICIAIS DESTINADOS A PRODUTORES RURAIS. HAVERÁ UM PLANO SAZONAL RANGER DE FIDELIZAÇÃO EXCLUSIVO QUE GARANTE A TROCA COM DESCONTO EM PICAPES DE 2013 A 2016 POR ZERO QUILÔMETRO. OS PREÇOS VARIAM DE R$ 99.500 E R$ 179.900


A Ford Ranger chega ao mercado este mês com dois programas de vendas iniciais: a oferta do Plano Sazonal Ranger, criado para atender principalmente as necessidades dos produtores rurais com as versões diesel, e um programa de fidelização exclusivo, que dá aos proprietários da Ranger de ano-modelo 2013 a 2016 um desconto de 11% na aquisição da nova picape.

O programa sazonal conta com pagamentos semestrais em três anos e taxa de 6% ao ano, mais entrada de 54%. 

Já o programa de fidelização terá as primeiras 350 unidades com o desconto especial de lançamento. 

A compra inclui uma cláusula de inalienabilidade pelo prazo de seis meses e também é necessário que a transferência do carro usado tenha sido feita até 8 de abril de 2016.

“A Ranger é um produto de muita tradição e com estes planos queremos reconhecer os clientes fiéis da linha, criando condições especiais para que eles estejam entre os primeiros a adquirir o novo modelo”, diz Katia Ribeiro, supervisora de Produto da Ford.


Segurança total
A Ford Ranger 2017 inova na segurança e é a primeira a oferecer sete airbags de série em todas as versões – dianteiros, laterais, de cortina e de joelho para o motorista –, além de reforços estruturais no chassi e na carroceria. 

Toda a linha vem também com sistema Isofix para fixação de cadeiras infantis e sistema AdvanceTrac, que inclui: controles eletrônicos de estabilidade e tração, anticapotamento e adaptativo de carga, assistentes de partida em rampa e de frenagem de emergência. As versões diesel trazem ainda controle automático em descidas.


Versões Diesel e Flex
A linha Ford Ranger 2017 conta com três versões de acabamento – XLS, XLT e Limited – e três opções de motores diesel e flex. Os preços partem de R$ 99.500 na versão 2.5 Flex XLS e de R$ 129.900 na 2.2 Diesel XLS. 

A Ranger 3.2 Diesel é disponível nas versões XLT e Limited, com preços de R$ 166.900 e R$ 179.900, respectivamente.

Além da carroceria e do interior com design renovado, a picape é a única do segmento com cinco anos de garantia e direção elétrica. 

Oferece também tecnologias inéditas como piloto automático adaptativo, alerta de colisão, sistema de permanência em faixa, acendimento automático dos faróis, farol alto automático e sistema de personalização da luz ambiente em sete cores.


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