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terça-feira, 7 de junho de 2016

CARRO CONSAGRADO NO BRASIL E NA EUROPA, O FIAT PUNTO SURGE NO MODELO 2017 COM PEQUENAS ALTERAÇÕES, MAS COM EQUIPAMENTOS IMPORTANTES DE SEGURANÇA, CONFORTO E DIRIGIBILIDADE, DE ACORDO COM A VERSÃO


Referência em seu segmento por suas linhas arrojadas e esportivas, pelo seu conforto, excelente dirigibilidade e pelo seu elevado nível de tecnologia, o Punto acaba de chegar na rede de concessionárias Fiat com sua linha 2017.

Com uma nova gama, o Fiat Punto 2017 sai de fábrica ainda mais completo, com conteúdos de categorias de carros superiores, aumentando ainda mais a sua competitividade no mercado frente aos seus concorrentes.




A nova gama do Fiat Punto 2017 
conta com seis versões:

Attractive 1.4, 
Essence 1.6, 
Essence 1.6 Dualogic, 
Blackmotion 1.8 e 
Blackmotion 1.8 Dualogic. 

Todas trazendo de série mais recursos e agregando mais valor ao modelo.



Punto Attractive 1.4
A versão Attractive passa a contar a mais em sua lista de série com rádio CD/MP3/USB, volante em couro com comandos do rádio e vidros elétricos traseiros com one touch e antiesmagamento.

Como opcional, esta versão conta com o novo Kit Itália, composto por central Multimídia Uconnect, volante em couro com comandos do rádio e telefone, retrovisores externos elétricos, alarme antifurto, rodas de liga leve 6.0 x 15" + pneus 195/60 R15, faróis de máscara negra, faróis de neblina e lanterna traseira com borda escurecida.


Punto Essence 1.6
A versão Essence chega agora muito mais completa, com vários itens de conforto e tecnológicos de série. Confira. 


Vamos começar pela central multimídia Uconnect, que proporciona informação, segurança e muita diversão, com tela LCD Touch 5”, rádio AM/FM, entrada USB, conexão Bluetooth e reconhecimento de voz. 

Além dela, o Punto Essence traz também volante em couro com comandos do rádio e telefone, vidros elétricos traseiros com one touch e antiesmagamento, alarme antifurto, rodas de liga leve 6.0 x 16" + pneus 195/55 R16 e sensor de estacionamento traseiro com visualizador gráfico. Esta versão não tem opcionais.



Punto Essence Dualogic 1.6
Mesma configuração da versão Essence 1.6, acrescida de câmbio Dualogic Automático Plus, volante com alavancas de seleção das marchas tipo borboleta e piloto automático.



Punto Blackmotion 1.8
Além do que já presentava em sua lista de série, a versão Blackmotion passa a contar também com central Multimídia Uconnect, volante em couro com comandos do rádio e telefone.

Como opcionais,
esta versão traz dois kits.

Kit Stile 3 – composto por bancos revestidos parcialmente em couro, banco traseiro bipartido com apoia-braço central, rodas de liga leve 6.5 x 17", inclusive o estepe, + Pneus 205/50 R17.

Kit Blackmotion – conta com teto solar elétrico Skydome, ar-condicionado automático digital, retrovisor interno eletrocrômico, sensor crepuscular, sensor de chuva e câmera de ré.




Punto Blackmotion Dualogic 1.8
Todos os conteúdos da versão Blackmotion 1.8, mais câmbio Dualogic Automático Plus + seletor DNA (Dinâmico, Normal, Autonomia) e volante com alavancas de seleção das marchas tipo borboleta.

O proprietário de um Fiat Punto 2017 também pode deixar o seu carro ainda mais completo com os acessórios Mopar. 


Confira alguns itens disponíveis: câmera de ré no retrovisor, alarme antifurto, rede de porta-malas, rodas de liga leve, ecobag, rede para banco dianteiro, pedaleiras esportivas, capas de retrovisor, frisos laterais, ponteira esportiva, entre outros.



Punto Attractive 1.4 – R$ 51.650

Punto Essence 1.6
– R$ 57.560

Punto Essence Dualogic 1.6
– R$ 61.690

Punto Blackmotion 1.8
– R$ 63.620

Punto Blackmotion Dualogic 1.8 - R$ 67.510.





FORD LANÇA NOVA OFERTA ESPECIAL DO KA 2017: R$ 39.990 COM TAXA ZERO EM ATÉ 30 VEZES, OU R$ 46.990, MOTOR 1.0 E R$ 46.990, COM MOTOR 1.5, COM ENTRADA E TAXA ZERO


A Ford anunciou uma nova oferta especial do Ka 2017, por R$ 39.990, à vista, ou financiado com entrada e saldo em até 30 meses com taxa zero, válida até o final de junho. 

O Ka+, modelo sedã da linha, também está com preços reduzidos, de R$ 42.990 na versão 1.0 e de R$ 46.990 com motor 1.5, ambos igualmente com taxa zero.

O plano aumenta a atratividade da linha que, além de vir com bom nível de equipamentos e os motores mais avançados da categoria – o 1.0 TiVCT Flex, de 85 cv, e o Sigma 1.5 16V Flex, de 110 cv – oferece um custo acessível de manutenção e seguro.

Tanto o hatch como o sedã já trazem de série, na versão de entrada SE, direção elétrica, ar-condicionado, vidros elétricos dianteiros, travas elétricas com controle remoto, limpador e desembaçador traseiro e abertura elétrica do porta-malas. 

Têm ainda o rádio My Connection Gen.3 com AM/FM, USB e Bluetooth, incluindo o compartimento exclusivo para fixação do celular no painel, o MyFord Dock.

Nessa oferta, o Ka SE 1.0, por exemplo, pode ser adquirido com entrada de R$ 27.593,10 mais 30 parcelas de R$ 444. 

Outra vantagem da linha é o baixo custo de manutenção. Com o novo plano composto de apenas três revisões durante os três primeiros anos de uso (a cada 12 meses ou 10.000 km), com preço fixo, a economia para o cliente é de 32% comparado ao anterior.

Manutenção econômica
Além disso, o Ford Ka é o carro que tem o seguro mais barato entre os cinco mais vendidos do mercado, segundo levantamento da ComparaOnline, empresa on-line de seguros e produtos financeiros, com dados da Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores – Fenabrave. 

De outubro do ano passado a abril de 2016, enquanto outros modelos tiveram um aumento de até 84%, o valor do seguro do Ka apresentou uma queda de 27%. 

Essa redução é resultado do trabalho feito pela área de pós-venda da Ford para baixar o custo da cesta básica de peças, que são as mais utilizadas para reposição em caso de desgaste ou reparo em acidentes.

“Fazemos um acompanhamento constante do mercado para oferecer a cesta básica de peças mais competitiva, que se reflete tanto no preço das revisões como no seguro. São dois itens importantes que impactam o custo total de posse e tornam nossos veículos mais acessíveis para os clientes”, diz Rodolfo Possuelo, gerente de Serviço ao Cliente da Ford.

VERSÕES WAY COMPLETAM O PORTFÓFIO DO NOVO MOBI, MODELO URBANO DA FIAT. O WAY CUSTA R$ 39.300 E O WAY ON, R$ 43.800, BASTANTE EQUIPADA COM ITENS IMPORTANTES DA TECNOLOGIA AUTOMOTIVA MODERNA


Mobi completa sua gama na rede Fiat com a chegada das versões Way

A partir deste mês, conforme anunciado no lançamento, o Mobi completa sua gama na rede Fiat. 




Chegam às concessionárias de todo o Brasil, as versões do modelo mais aventureiras: Mobi Way e Mobi Way On.

“Um carro urbano com uma pegada aventureira”. Essa é a denominação certa para as configurações Way que acabam de chegar ao mercado. 


Com traços fortes, elas apresentam características estéticas exclusivas, que evidenciam a personalidade e ampliam a robustez do Mobi logo ao primeiro olhar.


Para isso, o moderno e único design do Fiat Mobi ganha uma dose extra de aventura e jovialidade com as versões Way. Vamos começar pelos seus diferenciais externos. 

São eles:
Barras longitudinais de teto, que ampliam a altura e deixam o carro mais imponente;


Para-choques exclusivos, passando mais personalidade e valorizando a vocação aventureira da versão;




Molduras nas caixas das rodas, para deixar as laterais mais robustas;

Rodas de liga leve e calotas, 14 polegadas, com desenhos exclusivos;


Pneus 175/65 R14 – Superverdes. Com baixa resistência de rolagem, melhoram os índices de consumo de combustível do modelo;




Adesivo Way na tampa traseira identifica a versão.

Tecnicamente, estas versões chegam com suspensões mais elevadas, com molas e amortecedores específicos, além da barra estabilizadora de 18 mm de diâmetro e coxim hidráulico no motor. 




Desta forma, o Mobi Way tem boa capacidade de absorção das irregularidades em terrenos ásperos, como terra, asfalto ondulado, paralelepípedos.... 



Um veículo certo para superar os obstáculos do dia-a-dia, ou para o lazer de final de semana, como viagens para campo e praia.


O interior do Mobi Way confirma a qualidade dos acabamentos e a funcionalidade do modelo. 


Chega com tecidos exclusivos para a versão, o que amplia a sensação de conforto e qualidade. 



Com foco na praticidade, há itens como abertura interna do portas-malas e tampa de combustível, banco traseiro bipartido e o Cargo Box, uma caixa removível, com divisória ajustável, que se encaixa perfeitamente no porta-malas e facilita o transporte de objetos no dia-a-dia. 



Ele conta ainda com vários porta-objetos espalhados pelo interior, como porta-óculos, porta-copos, porta-garrafas e bolsa atrás dos bancos dianteiros.

O Fiat Mobi Way equipado com o motor 1.0 (selo A, do INMETRO), câmbio manual de cinco marchas e quatro portas vem muito bem equipado frente aos seus concorrentes. 





Entre os itens de série estão ar-condicionado, direção hidráulica, air bag duplo + freios ABS com EBD, volante com regulagem de altura, banco do motorista com regulagem de altura, lane change, vidros e travas elétricas, brake light, predisposição de rádio, computador de bordo, chave telecomando para abertura e fechamento das portas, limpador e desembaçador traseiro, cintos de segurança dianteiros ajustáveis em altura, espelho no para-sol (motorista e passageiro), revestimento completo do porta-malas, entre outros. 


Os opcionais da versão Way são rádio Connnect integrado ao painel com RDS, viva-voz Bluetooth e função Audio Streaming. 



Outra opção é o exclusivo sistema de conectividade para smartphones iOS e Android via Bluetooth - o Fiat Live On, que estará disponível em breve. Ambos os sistemas chegam acompanhados de alarme e comandos no volante.


A versão Way On repete o visual mais robusto da Way e seus conteúdos, com a adição de rodas de liga leve de 14 polegadas com desenho próprio, faróis de neblina, retrovisores externos elétricos (com função tilt-down) e repetidores de seta, sensor de estacionamento, Connect integrado ao painel com RDS, viva-voz Bluetooth e função Audio Streaming com comandos no volante, revestimento exclusivo em tecido bicolor, painel com acabamento preto brilhante, apóia-pé, porta-óculos e alças de segurança no teto, além do console com porta-objetos e espelho adicional. 



Essa versão não tem opcionais.


As versões Way completam a gama do Mobi e chegam ao mercado muito bem equipadas. E ainda contam com três anos de garantia de fábrica, além de oferecer um excelente custo-benefício. 



O Mobi Way sai por R$ 39.300. 




Já a versão Way On, a topo de gama, custa 43.800. 

O dono do Fiat Mobi Way ainda pode equipá-lo com os mais de 40 acessórios Mopar disponível na rede Fiat, como retrovisor interno com câmera de ré, central multimídia com navegador GPS e tela touch screen, pedaleiras esportivas, pet bag, ecobag, par de bolsas expansíveis para o porta-malas e muitos outros.




A BELA CIDADE MINEIRA DE ARAXÁ, MAIS UMA VEZ FOI A CAPITAL MUNDIAL DO ANTIGOMOBILISMO, PELA 22ª VEZ. UM LINCOLN V12 CONVERSÍVEL DE 1936 FOI A ESTRELA DO EVENTO QUE JUNTOU OS MAIS IMPORTANTES EXEMPLARES DO PASSADO AUTOMOBILÍSTICO MUNDIAL. E EM MEIO A ESSE AMBIENTE ROMÂNTICO, ACREDITE SE QUISER: FORD TRANSFORMA AR POLUÍDO, CAPTURADO NA ATMOSFERA, EM BANCOS, CAPÔS E PEÇAS AUTOMOTIVAS. LIFAN ESTARÁ NO SALÃO DO AUTOMÓVEL DE SÃO PAULO DE 10 A 20 DE NOVEMBRO. OUTRO CHINÊS, O JAC5 SERÁ MONTADO NO BRASIL EM NOVE MESES



Coluna nº 2.316 - 7 de Junho de 2016
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O bom e velho Araxá

País forma tradição com o Encontro Nacional de Veículos Antigos, sempre identificado com a cidade de Araxá, MG. 


22ª edição mostrou-o no caminho certo, apesar da economia em descenso e suas más consequências. 

Se presenças foram menores, houve adensamento de qualidade dentre os veículos mais expressivos. 

Na prática, gerou esforço para depurar, filtrar os eleitos aos prêmios principais. No topo da pirâmide da importância ficou o Lincoln V12 Conversível, de 1936. 

Pertencente ao colecionador mineiro Rúbio Fernal, é única unidade no Brasil, e rara no mundo, como motor grande, egresso da 

Recessão do fim da década de ’20. Levou o prêmio Roberto Lee, para o melhor automóvel no evento.

Outra característica foi a distribuição de mais de um prêmio a alguns participantes. Caso de Ailton Gracia, engenheiro com oficina por hobby para recuperar antigos de sua propriedade e de amigos. 

No caso, levou um par de Pumas GT 1967 – 125 construídos - com motor Vemag, idênticos em todos os detalhes. 

Idem, dupla de Jaguars 130 de 1952 e 1953; da coleção de Mercedes liderada por Nélson R. Gouvêa; de proprietários de Romi Isettas. 

A Coleção JORM, o colecionador José Luiz Gandini, o mesmo Rúbio Fernal foram outros pluri premiados.

Das curiosidades, Nash 1951 com carroceria Statesman não montada no Brasil e chamando atenção por artefato externo, como uma turbina, tocada com a passagem de ar, refrigerando o interior do automóvel. 

Alentada coleção de Porsches, de 356 aos últimos modelos, pelo colecionador Sérgio Magalhães, e raridades como Cord e Graham-Paige, marcas há algum tempo não vistas. 

E ativo grupo com Alfa Romeo. De JK a Alfa 2300, incluindo bateria de GTVs, Sprint Veloce, Spyder, e únicas Alfetta e 33.

Organizadores insistem em realizar leilão. Fazem bem, apesar da baixa liquidez - pouco mais de 20% dos veículos foi vendida, compreensível pela falta de tradição dos participantes, tanto para pedir quanto em lances titubeantes.

Neste ano, a Mercedes-Benz assumiu a cota de patrocínio anteriormente detida por mais de década pela Fiat. 

Induziu presença da marca, incluindo exemplar de seu Patent Wagen da série iniciada em 1886 – não é réplica, mas continuidade de produção -, fez test-drives, expôs veículos novos, e analisa a continuidade do apoio ao encontro de Araxá. 

Marca é dos principais patrocinadores do mais refinado evento do ramo nos EUA, o Pebble Beach Concours d’Élegance, abrindo a programação em famoso e disputado jantar tipo Who’s Who. 

‘Tás no jantar da Mercedes? És VVip – very, very important people. Não estás? Serás, no máximo, apenas milionário... 

Tem base e experiência para assumir a identificação com o movimento antigomobilista. 

E praticantes em casa: o CEO mundial da área de automóveis Mercedes, Dieter Zetsche e o da América Latina, Philipp Schiemer, são possuidores de MB 280 SL, os pequenos conversíveis da década de ’60, com teto elevado, apelidados mundialmente Pagoda.

Curiosidade, o prêmio extra denominado Pressão: grupamento feminino da família Gouvêa levou Ford Thunderbird ’56 e Lambreta da época, pintados em rosa – cores de época. 
Pressão feminina criou o prêmio. 

Outra, um barn find, verbete especializado para designar achados de galpão. No caso, os irmãos Marx levaram raro sobrevivente Lancia Astura 1938, carroceria especial por Batista Farina, há décadas localizado e guardado no galpão do pioneiro antigomobilista Ângelo Bonomi, passado há alguns anos. 

Tão impactante, foi dispensado de passar rodando para receber o prêmio, mudando a regra do evento. 

Quando pronto, rotula o especialista Rex Parker, será dos cinco mais importantes antigos no Brasil.

Grupamento de esportivos italianos – De Tomaso, Ferraris, Lamborghini – e insólitos, como um De Lorean.

Especialmente bem vindos, Og Pozolli e Pacifico Mascarenhas, pioneiros no criar e sedimentar o antigomobilismo. 

Composição do Pacifico tornou-se o hino oficial do VCC MG. Igualmente festejado Leo Steinbruch, que com seu irmão Fábio reuniram sólida coleção de antigos. Léo andava recluso desde o súbito passamento de Fábio.

Nacionais, poucos, incluindo a bateria de Romis, e premiados Alfa B indicada pelo Alfa Romeo Club; os Puma Vemag; Lumimari Malzoni, do brasiliense Renato Malcotti; Puma GTB 1977, com Flávio Cardoso; Ford Landau 1969, de Ricardo Kamil, e tão primoroso quanto raro Simca Jangada 1965, do paulistano Antônio Guedes, solitário representante da marca. 

Grande ausente, apesar de ter sido a mais vendida ao início dos anos ’60, e com grande leque de produtos, não havia um só Aero-Willys para relembrar a história. Apenas duas Rural.

E?
Em resumo, valeu a pena e deu mais um passo evolutivo. Mesmo não se pode dizer do item referente à reeleição para a Presidência da Federação Brasileira de Veículos Antigos. 

Sem cumprir o prometido programa de gestão, marcada por viagens e alegorias festivas inadequadas, contatos oficiais ociosos e sem resultados práticos. 

A omissão executiva na FBVA está minando a credibilidade do movimento antigomobilista nacional. 

Na prática, custa muito e nada entrega. Mas, talvez seja isto que o movimento dos automóveis antigos deseje.

Portentoso cenário, o Grande Hotel, em Araxá.


Imponente e raro, Lincoln V12 conversível de 1936, o melhor.

Raro e impecável, Simca Jangada.


Motores. Prêmio aos melhores
Iniciativa inglesa, o International Engine of The Year, é júri mundial de jornalistas especializados – no Brasil inclui o editor da Coluna. 

Lista os motores recém-lançados, ou os de performance, os promotores de vendas, os abridores de novos caminhos. 

Em suma, detentores de qualidades para alcançar o precioso carimbo promocional de melhor do ano.

Votos são depurados em etapas, nas diversas categorias, tanto por cilindrada quanto por qualidade ecológica, e ainda o Motor Internacional do Ano. Resultado foi apresentado dia 1.

Quem são
Ferrari passou o rodo com seu novo motor 3.9 V8, twin-turbo, 670 cv aplicado ao 488. Um desafio com foco ecológico para substituir o 4,5 aspirado. 

Ganhou como New Engine; Performance Engine; Motor entre 3.0 e 4.0; e o prêmio máximo, o International Engine of The Year 2016. 

Melhor sob aspecto ecológico, premiou a plataforma da Tesla, marca independente dos EUA. 

Grande argumento de sua ida ao mercado para vender ações e viabilizar a produção de 500 mil veículos de seu modelo 3 em 2018.

Aqui
Dentre os sagrados como melhores, o Ford 998 cm3, três cilindros, turbo, anunciado para equipar Fiestas em julho – e EcoSport após, foi indicado para a categoria Sub 1.0. 

No caminho de futuras aplicações no Brasil, o 1,2 tricilíndrico turbo PSA, próxima novidade em Peugeot 208 e Citroën C3 no Brasil.

Quem é Quem

Novo Motor
Ferrari 3,9 Twin Turbo V8
Motor Ecológico
Tesla Full Electric powertrain
Motor – Performance
Ferrari 3,9 Twin Turbo V8
Sub 1 litro
Ford 998 cm3 3 cilindros Ecoboost
1,0 – 1,4 litro
Peugeot 1,2 3 cilindros Turbo
1,5 – 1,8 litro
BMW 1,5 3 cilindros elétrico/gas
1,8 – 2,0 litros
AMG 2 litros turbo
2,0 – 2,5 litros
Audi 2,5 turbo
2,5 – 3,0 litros
Porsche 3,0 6 cilindros
3,0 – 4,0 litros
Ferrari 3,9 Twin Turbo V8
+ 4,0 litros
Ferrari 6,3 V12
International Engine of The Year 2016
Ferrari 3,9 Twin Turbo V8 
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Ferrari 3,9 dois turbos, 670 cv, Motor do Ano 

Roda-a-Roda

Recall – Toyota, Mazda, Nissan, Subaru, Mitsubishi, Fiat, Chrysler, Ferrari, Daimler (Mercedes), BMW chamam mínimos 12 milhões de veículos nos EUA para substituir almofadas de ar da japonesa Takata. 

Defeito pode estar no produto químico para disparar enchimento. Entre o pode e o estar, devasta a marca.

Consequência – Takata procura, desesperadamente, sócio, investidor, especulador, comprador, qualquer entrada de dólares para enfrentar os elevados custos de reposição. Não tem caixa para honrar a substituição.

Alfa – O início de produção e vendas da Alfa Giulia anima admiradores brasileiros da marca. Mas, tudo indica, demorará a chegar por aqui. 

Lélio Ramos, ex-diretor Comercial da Fiat – e corresponsável pela liderança da marca 13 anos – assumiu diretoria para importados.

Tempo – Focará aumentar participação de vendas de Maserati, Abarth e Alfa Romeo. Primeiros, mais fáceis. 

Há revendedor Maserati e os Abarth são produtos Fiat, utilizando mesma rede de distribuição.

Horizonte – Este é o ponto mais difícil da operação. Virá, diz sem definir prazo e, enigmaticamente, resumiu: Há planos – mas não há projeto. Ou seja, demora.

Diplomático – Como Coluna informou, Toyota apresentará novo Prius híbrido em Brasília. Insólito, fa-lo-á na Embaixada japonesa, enclave interessante.

Freio
– Com ambicioso projeto de substituir cinco produtos antigos por dois novos, e correndo em paralelo um pequeno SAV, codinome Júnior, ou Jipinho, como tratado no popular, administração da FCA deu-lhe meia-trava.

Questão – Problema não é pisar no freio, mas a intensidade frenante. Se errar a pressão pode ir à parada total – de difícil arrancar posterior. 

Aconteceu com projeto Volkswagen, o Taigun, adiado – e agora de impossível resgate.

Negócio – Mercedes-Benz do Brasil foi a Cuba ajustar venda de 199 sedãs C e E. Negócio demorado pela burocracia da ilha, tentando equilibrar a chegada ao capitalismo. 

Marca tem outro bom negócio lá: vende conjuntos de motores diesel e caixas de câmbio reformados para substituir os dos carros norte-americanos, maioria no trânsito, usados desde a década de ’50.

Salão – Lifan quebrou o Porquinho, sensibilizou direção chinesa, e irá ao Salão do Automóvel, 10 a 20 novembro. Fábrica no Uruguai continua fechada.

Tempo – Grupo Gandini deu um tempo nos processos de dinamização da implantação da marca Geely no Brasil. 

Mercado em queda, dólar a R$ 3,60, mantém-se representante, vendendo estoque remanescente, garantindo assistência técnica e garantia. Aguardará o futuro.

Continua? – Governo federal cancelou o termo de adesão da representação local da JAC ao programa Inovar Auto. Governo diz, falta de cumprimento. 

JAC informa, é projeto antigo, já desistido, e pediu mudanças e aguarda deferimento. Alega, terá o sino-baiano J5 aqui montados em nove meses.

Ecologia – Ford desenvolve plásticos e espumas sustentáveis para aplicar em seus veículos.

Curiosa é a matéria-prima utilizada para tais futuros bancos, capôs e peças automotivas: dióxido de carbono das emissões poluentes capturado na atmosfera. 

Tecnologia reduzirá poluição atmosférica já instalada, e, na base, o uso de petróleo para a produção de tais itens. Coisa formidável, quem diria, ar poluído seria insumo – e grátis.

Anúncio – Amortecedores Monroe festejam 100 Anos e ilustram anúncio com Ford Modelo T, sugerindo-o usuário das peças. Errou ou engana. 

Os T, feitos entre 1908 e 1927, não usaram amortecedores. Agências de propaganda, e empresas ao aprovar anúncios deveriam se preocupar com história – sua história.

Novela – Haja Coração, novela da TV Globo, 19h30, tem atores Malvino Salvador, Mariana Ximenes e Cléo Pires envolvidos com automobilismo. 

Fazenda, em Mogi das Cruzes, SP, para cenas fora de estrada com ASX RS e de velocidade no excelente autódromo Velo Citá com Lancer Evolution e RS, todos preparados dentro da fábrica da Mitsubishi, em Catalão.

Grupo – Chegando ao Brasil após renascimento nos EUA, motocicletas Indian querem agregar proprietários no IMRG, o Indian Motorcycle Riders Group, para interação, socialização, informações, passeios. 

Começa onde há concessionários da marca, MG, SP, RJ e SC. Tens e estás afim? Aqui: www.imrg.com.br

Temporada – Mitsubishi Lancer Cup, categoria com estes automóveis terá abertura dia 11, com provas no autódromo Velo Citá, em Mogi Guaçu, Interlagos, SP, fechando em Goiânia, GO, aos 15 de outubro. Autódromo de Brasília, quase retomando acabar pista, ficará fora.

Equilíbrio – A Cup tem modelo interessante. Todos os carros são da Mitsubishi, preparados pela Ralliart, sua área de corridas. Baseiam-se no Lancer Evolution, 340 cv, câmbio sequencial de competição.

Conforto - Piloto aluga o carro, logística e assistência antes, durante a após corrida. Quer dizer, coloca macacão, sapatilhas e capacete, preenche o cheque, baixa o pau na máquina e vai-se. Deixa carro e preocupações para trás.

Faixas - Tem três categorias por idade: Light, a pilotos jovens; RS, até 45 anos e RS Master, aos pós-garotões. 

Mais? lancercup@hpeautos.com.br e (19) 3019-1000.
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domingo, 5 de junho de 2016

MAIS UM CARRO ENTRA NA BRIGA, O CRUZE VEIO PARA FORTALECER O ESPAÇO QUE CONQUISTOU COM A VERSÃO ANTERIOR


Alta Roda 

Nº 891 —  5/6/16
Fernando Calmon
 
CRUZE ENTRA NA BRIGA

Segunda geração do Chevrolet Cruze sedã começa a ser vendida no final de junho, fabricado agora na Argentina e alinhado ao modelo homônimo produzido os EUA, dos quais quatro milhões de unidades já foram produzidas desde 2008. Sua versão hatch (que chega ao Brasil no segundo semestre) chama-se Astra na Europa e foi eleito Carro do Ano em 2016.

O salto tecnológico inclui uma carroceria de maiores dimensões – 6,2 cm mais comprida, 0,9 cm mais alta e entre-eixos 1,5 cm maior – de rigidez 25% aumentada e, ao mesmo tempo, 106 kg mais leve sem aplicação de alumínio em alta escala. Coeficiente aerodinâmico (Cx) de 0,30 melhorou 15%: até a terceira luz de freio no teto recebeu atenção especial. Um dos pontos de maior destaque, motor turboflex, único disponível, de 1,4 litro, alcança 153 cv a 5.200 rpm e 24,5 kgfm a 2.000 rpm (etanol) e dispõe de sistema desliga-liga suave e preciso.

Internamente, melhorou bastante o painel sem fugir da tradição do cockpit duplo dianteiro que estreou no Corvette, em 1953, e mantido como conceito. Surpreende não haver plásticos macios. A marca preferiu investir na costura francesa (duplo pesponte) dos bancos de couro e laterais de portas. E também no seu sistema multimídia de segunda geração com tela capacitiva de oito pol. e em um segundo mostrador de quatro pol. no centro do quadro de instrumentos. Entre as informações úteis, como pressão dos pneus, o motorista pode saber, em porcentagem, a vida útil restante do óleo do motor.

O sistema de concierge OnStar, de segunda geração, continua de série. Há possibilidade de carregamento de telefones inteligentes por indução (sem fios), restrito ao sistema Android. No pacote de itens de tecnologia destacam-se o assistente de permanência na faixa, alertas de colisão frontal (não freia de forma autônoma) e de ponto cego, sistema de estacionamento automático e farol alto inteligente.

Perfeito casamento do motor de torque elevado com o câmbio automático convencional de seis marchas, a direção precisa e suspensões muito bem acertadas estão entre as boas qualidades do Cruze. Bateria, por exemplo, foi deslocada para a parte traseira para melhor distribuição de peso entre os eixos dianteiro e traseiro. Interessante o reposicionamento dos espelhos retrovisores para melhora do campo visual especialmente favorável no uso urbano.

A fábrica informa aceleração de 0 a 100 km/h em 8,5 s e nota A em consumo pelo padrão Inmetro: 11,2 km/l e 14,0 km/l, cidade e estrada (gasolina), respectivamente; 7,6 km/l e 9,6 km/l (idem, etanol). Isso o projeta na melhor colocação entre sedãs médios-compactos.

Questão delicada é a dos preços: de R$ 89.990 a 107.450. Precisa ser avaliada dentro do cenário inflacionário de 10% ao ano, em primeiro lugar. Depois de quase uma década de reajuste abaixo do IPCA, a festa acabou. Desvalorização cambial trouxe impacto nos custos. Seria até maior, se o modelo não viesse da Argentina. Novos itens, antes inexistentes ou opcionais, são a forma de atrair compradores de maior poder aquisitivo.

A diferença de valor percebido sobre o ano-modelo 2016, segundo cálculos da GM, é de R$ 5.000, na versão LT e até R$ 14.000, na LTZ


RODA VIVA


FORD antecipou características do motor EcoBoost (agora sim, injeção direta e turbocompressor) que estreia no Fiesta em junho. Importado da Romênia, o 3-cilindros de 1 litro mantém a mesma potência de 125 cv e 20,4 kgfm de torque, imbatível nessa cilindrada. De início apenas a gasolina, será instalado na versão de topo com câmbio automatizado dupla embreagem 6-marchas.

GOL 2-portas acaba de receber o mesmo rejuvenescimento interno do restante da linha que elevou as vendas do modelo. Mercado de duas portas no Brasil hoje é pequeno. No caso do compacto da VW varia entre 5% e 10%, dependendo da compra de frotistas. Mas há vantagens: no preço de R$ 33.620 (menos 9,5% em relação ao 4-portas) e no peso (menos 28 kg).

PEUGEOT 208 comprovou, na prática, ser mesmo imbatível em consumo de combustível no uso rodoviário graças ao motor tricilíndrico de 1,2 L (aspereza um pouco além da esperada). Supera facilmente 17 km/l, a 100 km/h, com gasolina. Em cidade também leva vantagem, mesmo sendo um compacto completo (versão Allure). Desempenho bem próximo ao de 1,5 L.

LEITOR da Coluna, motociclista, lembra que tachões e sonorizadores ainda existentes, apesar de proibidos por lei, são grande risco para motos e scooters. Necessário ficar bem atento, pois uma queda pode ser fatal. Reclama, ainda, de ciclovias que cruzam ruas e avenidas: tinta logo se desgasta e a superfície fica extremamente escorregadia, quando molhada.

SERVIÇOS expressos de funilaria, também conhecido como lanternagem, estão aos poucos se ampliando. Começou em garagem do shopping Eldorado, de São Paulo. ChipsAway, de Pittsburgh (EUA), desenvolveu a técnica de reparo rápido de riscos e pequenos amassados em lataria e para-choque. Franqueada oferece dois anos de garantia, mas o dano requer avaliação prévia.

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FORD TEM DESTAQUES EM MAIO: FOCUS E FUSION SÃO LÍDERES DOS SEGMENTOS E KA FIGURA ENTRE OS MAIS VENDIDOS DO PAÍS

 
A Ford registrou resultados importantes com seus produtos em maio. O Focus Hatch e o Fusion reforçaram a sua liderança nos segmentos que são referência para os consumidores que buscam tecnologia automotiva, enquanto o Ka se consolida entre os mais vendidos do País, mesmo num cenário de grande volatilidade determinado por muitas ofertas no mercado.

O Focus foi o hatch médio mais vendido no período, com 31,1% de participação no varejo. Considerado um referencial em dirigibilidade, este modelo introduziu um novo conceito entre os carros médios, acelerando a oferta de novas tecnologias de desempenho e segurança. 


Entre elas, estão os motores 1.6 flex e 2.0 flex com injeção direta, controle de estabilidade e tração, até equipamentos semi-autônomos exclusivos como o assistente de frenagem autônomo, o estacionamento automático e os faróis bi-xenon inteligentes.





O Fusion ratificou seu domínio nos sedãs CD de luxo, com nada menos do que 82,4% das vendas. 

Ele é o único desse segmento com três opções de motores – 2.5 Flex, 2.0 EcoBoost e Hybrid, este último combinando motor a combustão e elétrico. 

O seu valor mais competitivo no mercado de luxo é comprovado pela lista ampla de equipamentos: seis airbags, cinto de segurança traseiro inflável, sistema de monitoramento de pontos cegos, auxiliar de manutenção na faixa, sistema de conectividade SYNC com tela de 8 polegadas e comandos de voz para áudio, ar-condicionado, telefone e navegação. 

Bancos de couro com ajuste elétrico e memória, farol com acendimento automático e abertura das portas por código são outros requintes. 





 
O Ka, no segmento muito “brigado” do mercado, figurou entre os três mais vendidos do País. 

Suas vendas concentram-se principalmente no varejo, oferecendo ao consumidor um compacto completo com uma fórmula adequada de preço, evitando que ele tenha de incorporar no valor final uma lista de opcionais. 

O Ka registou o volume de 6.366 unidades em maio. “Figurar com destaque nesses três competitivos segmentos mostra o nível de inovação da nova linha global da Ford. São veículos que combinam design, desempenho, tecnologia e conforto, com uma proposta de preço vantajosa dentro das respectivas faixas de mercado”, diz Antônio Baltar, gerente-geral de Vendas da Ford. 

“O desempenho desses produtos, associado com a boa presença de outros veículos da nossa linha, contribuiu para a Ford ser uma das marcas que avançaram no mercado em maio”, ressaltou.

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